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1T26 das big techs: o mercado cansou do ‘hype’? Confira a análise de Enzo Pacheco no novo episódio Empiricus Podcast

9 de Maio de 2026, 09:00

As big techs reportaram números bilionários na temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), que superaram as expectativas do mercado. Para se ter uma ideia, os dados coletados pela Bloomberg estimavam um crescimento de lucros de 18% na comparação com o mesmo período de 2025.

Contudo, com a divulgação dos números de seis das “Sete Magníficas” — a Nvidia ainda não divulgou , o grupo caminha para entregar um crescimento de lucros de 57% no 1T26. Para efeito de comparação, o restante do S&P500 deve entregar um avanço de 16% nos lucros.

Mas apesar dos números positivos nos balanços, na bolsa, a reação foi diferente. Logo após os resultados, o mercado “privilegiou” as ações da Alphabet (GOOGL) e Amazon (AMZN). Em contrapartida, “puniu” os papéis da Meta (META) e Microsoft (MSFT).

O que levou o mercado a reagir dessa forma? Será que o hype da IA passou e agora os investidores estão separando as big techs entre vencedoras e perdedoras?

Enzo Pacheco, analista de ações internacionais, participou do Empiricus Podca$t desta semana para falar do resultado da big techs, o que está no radar do mercado e como os investidores podem se posicionar nesse setor. (veja o episódio na íntegra).

Se todos os resultados foram positivos, por que algumas ações caíram?

Das Sete Magníficas, Meta, Amazon, Alphabet e Microsoft divulgaram resultados no dia 29 de abril. Todas apresentaram crescimento de dois dígitos nos lucros. Apesar disso, no pregão seguinte aos balanços houve uma disparidade no comportamento das ações.

Enquanto os papéis da Alphabet subiram mais de 10% e a Amazon renovou máxima histórica, as ações da Microsoft e Meta despencaram 4% e 8%, respectivamente. Segundo Enzo Pacheco, esse comportamento foi motivado pela projeção que essas companhias reportaram em relação aos investimentos em inteligência artificial.

Ele explicou que há algum tempo o mercado vem questionando se os investimentos das big techs em IA estão fazendo sentido e gerando resultado para as empresas.

O trio Alphabet, Microsoft e Amazon são conhecidas como hyperscales, ou seja, “empresas que vão fazer grandes estruturas e data centers, e oferecer para que as empresas contratem essas estruturas de processamento”, pontua o analista.  

É justamente essa capacidade de expandir essas estruturas que está no radar dos analistas e investidores, “pois é o que vai gerar um crescimento forte da receita nos próximos anos”.

Nesse sentido, a pergunta que fica é:

Vale a pena investir nas big techs após os resultados do 1T26?

Enzo Pacheco aponta que, embora o mercado tenha reagido mal aos resultados de algumas big techs, “para os brasileiros que querem começar a investir lá fora, as sete magníficas são boas opções para começar”.

Nesse sentido, durante o podcast o analista revelou quem foi a grande perdedora e a grande vencedora nos resultados do 1T26, na visão dele, e como equilibrar as posições desses papéis na carteira.

Além disso, Enzo revelou qual a ação de big tech preferida neste momento. Você pode conferir tudo isso no novo episódio do Empiricus Podca$t. Para conferir na íntegra, basta apertar o play no botão abaixo:

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Investir na Argentina? Estamos diante da chance de ‘multiplicar dinheiro’, segundo gestor; Veja destaques do último episódio do Empiricus PodCa$t

25 de Abril de 2026, 09:00

Para muitos investidores, juntar as palavras “economia”, “mercado” e “Argentina” na mesma frase acaba invocando imagens não muito positivas: inflação nas alturas, desvalorização da moeda, crise política.

Javier Milei assumiu a presidência do país em 2024 e, desde então, colocou em prática uma série de medidas arrojadas para reajustar a economia. Alguns números já começaram a mudar: a inflação, por exemplo, fechou 2025 no menor nível em 8 anos.

Mesmo assim, muitos ativos argentinos continuam negociando com desconto de crise, como se nada tivesse mudado. 

Enquanto alguns gestores preferem passar longe do país, outros já enxergam o momento atual como uma oportunidade de investir em ativos baratos e que podem capturar valorização em um país a caminho de uma transformação.

Faz sentido investir na Argentina agora? Se sim, como isso é possível? Essas são as perguntas propostas pelo Empiricus PodCa$t deste sábado (25). Confira:

O que há de ‘diferente’ na Argentina a partir de agora que pode atrair potenciais investidores?

Paolo di Sora, CIO e sócio-fundador da RPS Capital, investe na Argentina há mais de uma década. Em entrevista ao podcast, o especialista apontou dois motivos pelos quais é possível acreditar em uma “virada de chave” para a economia do país.

  • Fator sociológico: “Tenho a percepção de que a sociedade argentina, de fato, chegou em um ‘fundo do poço’ em 2022 — e isso é o que cria o ambiente para uma mudança real”, afirma. “Conversando com a base da sociedade, vejo pessoas pedindo por uma mudança estrutural e madura”.
  • Exportação de commodities: Ainda no governo de Alberto Fernández, antecessor de Milei, a Argentina começou um projeto de desenvolvimento de sua província de petróleo. Essa nova “veia exportadora” impulsiona sua balança comercial em dólar. “Isso pode dar mais artilharia para o país se defender de uma próxima crise cambial”, afirma.

    Vai sobrar dólar na Argentina, se as coisas continuarem na direção que estão indo. Isso é transformacional. Há algo estrutural acontecendo, que de fato cria um ambiente estrutural de investimentos”, conclui.

Se Milei eventualmente sair do poder, as perspectivas podem mudar?

“Se Milei perder as eleições [em 2027], não acho que a alternativa será alguém que vai jogar tudo o que foi feito fora. O kirchnerismo enfraqueceu muito”, afirma di Sora. Para o especialista, um possível substituto de Milei deve reconhecer a manutenção de, pelo menos, parte das reformas.

“Não importa se é de direita ou de esquerda: certos valores serão preservados, e então passamos a ter confiança de que esse projeto terá um payback em alguns anos”.

Para especialista, com o tempo, a Argentina carrega potencial de ‘multiplicar seu dinheiro por algumas vezes’

“Sempre que você olhar o múltiplo de uma empresa argentina, tem que pensar no potencial de crescimento que ela tem em um país que ficou parado no tempo por décadas”, afirma di Sora.

Especificamente na bolsa argentina, considerando as reformas econômicas em andamento, os ativos estão em níveis de desconto que carregam o potencial de recompensar investidores dispostos a se expor a esse mercado.  

“O valuation é espetacular. Se se minha tese estiver certa, estamos diante da possiblidade de multiplicar o dinheiro por algumas vezes. Não acho que é no curto prazo, mas também não sabemos exatamente quando pode acontecer”, afirma.

Porém, isso não exclui os riscos políticos e fiscais que já conhecemos. Com isso, o especialista não recomenda “entrar de cabeça”: “Investir na Argentina é como investir na Faixa de Gaza. Você não pode entrar de peito aberto, precisa de um colete à prova de balas.”

Como, então, investir no país com o melhor “colete à prova de balas” possível? Assista ao episódio para conhecer, na íntegra, as perspectivas do gestor. Basta clicar no vídeo abaixo:

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Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais

11 de Abril de 2026, 09:00

Em 2025, o mercado de criptomoedas passou por um rali histórico, no qual o bitcoin (BTC) chegou à máxima de US$ 126 mil.  

Hoje, o cenário virou: os preços estão longe dos vistos no ano passado, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam por proteção para suas carteiras, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar”.

Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro dos criptoativos em dúvida.  

Será que pior já passou, ou o mercado cripto “perdeu o chão”?  No Empiricus PodCa$t deste sábado (11), Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado. Confira:

‘Apocalipse’ nas criptomoedas: computação quântica coloca futuro cripto em dúvida

No último dia 1º de abril, um paper publicado pelo Google em parceria com a Fundação Ethereum trouxe à tona uma descoberta que coloca o futuro das criptomoedas sob escrutínio.

Segundo o paper, é possível que, até 2029, já seja possível a criação de computadores quânticos potentes o suficiente para quebrar a criptografia de carteiras na blockchain – se o sistema de segurança atual não for atualizado a tempo.

Com isso, carteiras de grande proporção e mais antigas – como a de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin – estão entre as mais vulneráveis.

“Inevitavelmente, até 2029 ou 2030, os bitcoins de Satoshi serão movimentados”, afirma Valter. Caso a carteira do criador do BTC seja ‘hackeada’, cerca de US$ 70 bilhões em BTC estarão em risco.

O quão sensível isso realmente será para o bitcoin e todas as demais criptomoedas? Será que o mercado poderá se sair ‘vencedor’ nessa mudança iminente?

Enquanto isso, por que o bitcoin (BTC) caiu desde a máxima histórica em outubro?

O bitcoin (BTC) já vinha em queda antes do início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Para além da geopolítica, Heloísa Mendonça comenta que o mercado cripto testemunhou investidores de longo prazo liquidando suas posições em BTC após a moeda ultrapassar o patamar psicológico dos US$ 100 mil no ano passado.

“Não é exatamente uma falta de convicção do mercado, mas o investidor quer aproveitar os seus lucros”, afirma Heloísa.

Já Valter Rebelo também traz outra perspectiva: “Muitos que compraram bitcoin em 2009 ou 2010 tinham uma perspectiva mais idealista, um movimento mais anárquico. Quando os Estados Unidos começaram a institucionalizar o bitcoin, criou-se a narrativa de que a moeda foi ‘cooptada’”, levando investidores mais antigos a vender.

‘A dinâmica do investidor mudou muito’: Perfil dos compradores de criptomoedas é outro

Em contrapartida, enquanto uns realizam lucros, há um outro grupo de investidores comprando: os institucionais. Segundo Valter, entre 2024 e 2025, o mercado institucional em cripto cresceu mais de 100%, enquanto no varejo (investidores pessoa física), a expansão foi de cerca de 30%.

“Varejo é o fluxo ‘menos informado’, que observa ruídos achando que é sinal”, afirma. “A pessoa física precisa prestar atenção nisso: em como tomar uma decisão marginalmente mais informada”, ao invés de comprar ou vender baseando-se em notícias pontuais.

Com isso, o especialista propõe a pergunta: “O que o institucional está vendo que o varejo não está vendo?”

Assista ao episódio na íntegra para conferir as respostas a essa e outras perguntas:

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Ibovespa ‘na mira’ dos gringos, fundos imobiliários (FIIs) em queda: onde investir em abril? Veja destaques do Empiricus PodCa$t deste sábado (4)

4 de Abril de 2026, 09:00

Desde o último dia 28 de fevereiro, o conflito no Oriente Médio pressionou a cadeia global de suprimentos, mexeu com expectativas inflacionárias ao redor do mundo e acabou derrubando mercados nesse processo.

Os ativos brasileiros não ficaram impunes a esse movimento, e o Ibovespa sofreu nas últimas semanas. Mas, surpreendentemente, o fluxo de capital estrangeiro não para de chegar à B3: o que será que os “gringos” enxergam na bolsa brasileira em um momento como esse?

E dentro deste cenário, quais conclusões podemos tirar em relação ao mês de março, e quais as oportunidades de investimento para o mês que se inicia?

Esse é o tema do Empiricus PodCa$t deste sábado (4). Caio Araujo e Ruy Hungria, analistas da casa, são os convidados para debater o tema e apontar as oportunidades de investimento para o mês de abril. Confira:

‘Um pouco enganosa’: alta do Ibovespa carrega mais história nas entrelinhas

Até o pregão da última terça-feira (30), o Ibovespa acumulava queda de cerca de 3,5% no mês. Mas na quarta-feira (31), o índice fechou em alta de 2,7%, fazendo com que a queda acumulada em março saísse de 3,5% para “apenas” –0,9%.

Para Ruy Hungria, o Ibovespa ter fechado março “quase no zero a zero” é uma “informação um pouco enganosa”, considerando que Petrobras (PETR4) tem um peso muito relevante no índice e, de quebra, acaba distorcendo os números.

Com a alta do petróleo, as ações da Petrobras (PETR4) acumularam alta de 18% no mês. “Se pegarmos somente as ações domésticas e as small caps, o desempenho foi muito pior excluindo a Petrobras”, afirma o analista. Mas segundo ele, isso não desqualifica a resiliência que a bolsa brasileira demonstrou nas últimas semanas.

Apesar de tudo, pilares que atraem fluxo estrangeiro ao Ibovespa seguem firmes

Somente no mês de março, a bolsa brasileira recebeu quase R$ 9 bilhões em capital estrangeiro, contribuindo para um acumulado que já vinha em R$ 47,8 bilhões em 2026 antes disso.

O Brasil segue sendo como um grande exportador de petróleo e produtor de alimentos. Quando o assunto é a entrada de fluxo estrangeiro, esses fatores fazem com o que o país acabe se destacando. “Alguns países emergentes não são tão seguros para investir, e o Brasil acaba ‘sobrando’”, afirma Hungria.

E qual a ‘lista de compras’ do investidor gringo ao chegar na bolsa brasileira? Hungria explica que, em uma “primeira onda”, o estrangeiro chega atraído por empresas de maior peso na bolsa, como Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).

Já no mercado imobiliário, FIIs sofrem com ameaças ao ciclo de corte de juros

Enquanto as ações seguem atraindo capital de fora, o mesmo não pode ser dito dos fundos imobiliários (FIIs), cuja participação estrangeira responde por apenas 5% do mercado, segundo Caio Araujo, analista de real estate da Empiricus.

O Ifix, principal índice da categoria, fechou março em queda de 1%. Semelhantemente ao Ibovespa, mas sem o viés de recuperação de perdas no “finalzinho”.

Segundo o analista, a queda de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, na última reunião do Copom, foi frustrante, considerando que “todo mundo esperava mais” antes do início do conflito no Oriente Médio. O setor imobiliário, cuja performance está fortemente interligada à taxa de juros, é um dos primeiros a sentir os efeitos.  

“É natural corrigir ganhos nesse ambiente, e os FIIs entram nessa cesta. Mas isso abre algumas oportunidades para o investidor”, conclui.

Onde investir em abril? Analistas trazem recomendações e ‘conselhos’ aos investidores

Como exemplos de oportunidades abertas no mercado de FIIs, Caio Araújo recomenda FIIs de crédito (também conhecidos como FIIs de papel), que estão sendo remunerados “a uma marcação a mercado muito atrativa no momento”, especialmente no contexto de perspectivas de inflação mais alta por mais tempo.

Ao invés de focarem em imóveis e empreendimentos físicos, os FIIs de papel investem em títulos de dívida do mercado imobiliário, como CRIs ou LCIs, com remunerações atreladas ao CDI ou IPCA.

Já Ruy Hungria traz um “conselho” aos investidores que ainda estejam apreensivos com o contexto conflituoso: “a dica é não ir para o ‘tudo ou nada’ com seus investimentos”, afirma.

A chave está em selecionar ativos que estejam bem-preparados para o momento, “sempre com muita diligência, sem fazer loucuras”, segundo o analista.

“É muito difícil pensar em guerra, porque é algo sobre o qual não temos controle”, afirma. “No Brasil, temos que nos preparar para a ‘guerra’ o tempo todo. Se não é guerra lá fora, é aqui dentro, com o fiscal, ou com o populismo”.

Para conhecer alguns dos ativos preferidos dos analistas para este mês e assistir ao episódio na íntegra, clique no vídeo abaixo:

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Petróleo a US$ 200? Primeiro episódio da nova temporada do Empiricus Podca$t começa com conflito no Oriente Médio; assista agora 

14 de Março de 2026, 09:20

Nas últimas semanas o mercado não comentou outro assunto, além dos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã e os impactos no preço do petróleo e na inflação global. Esse também foi o assunto da nova temporada do Empiricus Podca$t que começou com novidades.

A partir de agora, a jornalista Paula Comassetto assume o comando das conversas, trazendo para pauta os temas que mais mexem com os mercados.  

Assim após a escalada de tensões no Oriente Médio, que levou o preço do petróleo a ultrapassar novamente a marca de US$ 100, a pergunta de muitos investidores é:  

O petróleo pode chegar nos US$ 200? 

Durante o programa, os analistas Ruy Hungria e Matheus Spiess, da Empiricus Research responderam a esta pergunta. Eles também analisaram o atual cenário e apontaram o que deve estar no radar dos investidores, como se preparar e onde investir

Nesta matéria, separamos alguns melhores momentos desse primeiro episódio do  Empiricus Podca$t. Confira.  

‘O petróleo não volta mais para a casa dos US$ 45, US$ 50’ 

Com o mercado se perguntando até onde o preço do petróleo pode chegar, Matheus Spiess aponta que, tudo depende da evolução do conflito e, principalmente, da situação no estreito de Ormuz, ponto estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.  

Segundo o analista, caso a passagem permaneça inviabilizada, o mercado pode enfrentar um choque de oferta de proporções históricas. Já Ruy Hungria pondera que prever preços extremos é muito difícil, mas ressalta que o contexto atual já muda a percepção do mercado.  

“Não dá para saber se esse negócio vai para US$ 150 ou US$ 200. Mas, entendo que o petróleo não volta mais para essa casa de US$ 45, US$ 50, que todo mundo estava falando”, afirma. 

Inflação, corte da Selic e bolsa brasileira 

Além do preço do petróleo, os analistas discutiram o impacto do petróleo mais caro na inflação, na política de juros e nas perspectivas para a bolsa brasileira. 

A boa notícia é que você pode conferir essa conversa na íntegra. O Empiricus Podca$t já está disponível no YouTube da Empiricus. Para assistir, basta clicar no link abaixo:  

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