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Memecoin GPT: automação busca transformar R$ 3.500 em até R$ 1 milhão em 12 meses; conheça

12 de Maio de 2026, 14:00

A inteligência artificial (IA) pode alavancar a produtividade de muitas formas. Seja no trabalho, acelerando a produção de textos, imagens ou vídeos, ou ajudando no direcionamento de pesquisas, coleta e estudos de dados, entre outras funções.

O que muita gente não sabe é que a IA também pode dar boas orientações quando o assunto é finanças — e uma nova tecnologia em desenvolvimento foca justamente na geração de renda.

É o caso do Memecoin GPT. A tecnologia que chega ao mercado oficialmente na segunda-feira (18) tem o objetivo de multiplicar cada real investido em até 300 vezes, de forma totalmente automatizada.

Como funciona o Memecoin GPT?

Unindo automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais, a meta é clara: buscar até R$ 1 milhão, partindo de um aporte inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial da Empiricus vasculha memecoins em tempo real. Mas não se engane pelo nome, a ferramenta aqui não tem relação com a IA de nome similar. GPT neste caso significa “Generate Profitable Trades” (em português, “Gerar trades lucrativos”).

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, no Memecoin GPT, os investidores terão uma nova oportunidade de lucrar até 30.000%, com o alvo final de até R$ 1 milhão acumulados. Ou seja, uma multiplicação de 300 vezes sobre o capital investido.

Conforme explica a especialista Heloísa Mendonça, que está liderando a equipe nesta ferramenta, a estratégia pretende negociar todos os dias com compras e vendas de memecoins.

“Então todo dia o investidor tem uma nova chance, sem precisa ficar acompanhando o mercado ou ter algum conhecimento aprofundado sobre ativos digitais. É totalmente automatizado”, detalha Mendonça.

A oportunidade ainda por cima chega ao mercado em um momento especial — e a seguir é possível entender por quê.

Memecoin com potencial milionário está na lista do Memecoin GPT

A verdade é que lucros em uma escala exponencial não são tão raros no mercado de criptomoedas, especialmente das memecoins. Foi o caso de alguns dos ativos observados durante o período de backtest no Memebot em uma versão anterior, com valores atualizados em abril de 2026:

  • A memecoin POPCAT alcançou uma valorização de 950% em 43 dias;
  • Já a TOSHI subiu 1.113% em 78 dias;
  • A MOG, 1.224% em 57 dias;
  • A GIGACHAD subiu 2.244% em apenas 28 dias, menos de um mês;
  • Por fim, a BONK viu o valor disparar 3.878% em 73 dias.

Sabemos que retornos passados não garantem um retorno futuro e que investimentos com ativos digitais têm riscos elevados. Por isso, não é recomendado aplicar nesses casos com uma quantia que fará falta para a sua qualidade de vida.

O que esses números refletem, de fato, são multiplicações de até 39 vezes sobre o capital em menos de 3 meses — com um detalhe relevante: foram capturados pela Inteligência Artificial desenvolvida especialmente para encontrá-las.

A proposta em desenvolvimento com o Memecoin GPT é usar essa mesma IA para buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para começar, os desenvolvedores já têm uma moeda na mira. É uma memecoin que está entre as top 5 para comprar agora, com um potencial de alavancar o portfólio rumo ao próximo milhão.

Para saber qual é essa moeda e ainda tirar as dúvidas sobre como funciona o Memecoin GPT, os investidores estão convidados para participar de um evento gratuito e online. A seguir, veja mais informações.

Inscrições abertas: conheça o Memecoin GPT e saiba como ativá-lo a partir de 18 de maio

Para quem ficou interessado, no dia 18 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

CONHEÇA O MEMECOIN GPT COM LANÇAMENTO GRATUITO

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É hoje (11): IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 toda sexta-feira terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

11 de Maio de 2026, 09:00

A partir das 19h desta segunda-feira (11), a Empiricus Research vai liberar acessos para os interessadosem conhecer o Delta IA, software que busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

PRÉ-INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA – INSCREVA-SE AQUI

Como o Delta IA opera em busca de lucros semanais?

O Delta IA chega ao mercado como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas. Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado.

A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições. De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

O diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”, explica Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma.

Ademais, o analista també ressalta: “O mercado de criptomoedas tem riscos, mas sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”. Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito na próxima semana.

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

“Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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O maior comprador de bitcoin está falando em vender — isso é um sinal que você também precisa mudar

10 de Maio de 2026, 15:00

A empresa que mais comprou Bitcoin no mundo nos últimos anos sinalizou, na última divulgação de resultados, que pode vender parte da reserva.

É contra-intuitivo o suficiente para parar qualquer um. A Strategy, com mais de 815 mil BTC em tesouraria e uma tese construída integralmente ao redor do ativo, falando em vender? É o fim da tese?

Nesta edição, exploramos a dinâmica por trás desse movimento e como ela se conecta a uma forma mais eficiente de investir em criptoativos. Antes de chegar lá, atualizamos a leitura técnica do Bitcoin — que vem se recuperando desde os fundos de abril e já opera próximo dos US$ 81 mil — além do cenário macro, que segue construtivo, atuando silenciosamente por baixo do ruído diário do mercado. Também analisamos o avanço do Clarity Act no Senado americano, uma proposta que pode acelerar a consolidação das criptomoedas como uma classe de ativos legítima e cada vez mais integrada ao sistema financeiro tradicional.

Análise Gráfica

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico acima combina dois elementos. À direita, o modelo de densidade distribui o histórico de negociação por nível de preço — não por tempo. As regiões mais densas indicam onde o mercado concentrou volume ao longo dos últimos meses e funcionam como zonas naturais de suporte e resistência quando o preço retorna àquele nível. O cone projetado à esquerda indica a faixa esperada de oscilação para os próximos sete dias, com base na volatilidade realizada dos últimos 30 dias.

O Bitcoin está sendo negociado próximo de US$ 81.400. A tendência de alta desde os fundos de março e abril segue em voga, ainda, sem sinais de esgotamento. É um processo gradual, com cada semana de fechamento no positivo consolidando a estrutura.

A próxima zona de resistência relevante fica em torno de US$ 84.500. Abaixo do preço atual, os principais suportes estão em US$ 78.400 e US$ 77 mil. Para os próximos sete dias, o cone de volatilidade projeta com um intervalo de 68% de probabilidade do ativo ficar entre US$ 77.400 e US$ 85.500.

No consolidado, seguimos com viés otimista.

O velho ditado continua valendo: em time que está ganhando, não se mexe

O pano de fundo macro não mudou do que acompanhamos nas últimas semanas.

Os juros reais americanos seguem em queda. Não porque o Federal Reserve cortou taxas, o banco central ficou parado, mas porque as expectativas de inflação de curto prazo subiram enquanto os juros nominais permaneceram relativamente estáveis. Quando isso acontece, os juros reais caem, a renda fixa perde atratividade relativa e o capital começa a buscar retorno em outros lugares.

A isso se soma a compressão simultânea da volatilidade em múltiplas classes de ativos. O VIX (bolsas americanas), o MOVE Index (Treasuries) e a volatilidade cambial seguem em níveis baixos simultaneamente. Um choque macro não estressa um único mercado, ele costuma aparecer quando ações, bonds e câmbio oscilam com violência ao mesmo tempo.

O oposto também é verdade, quando a volatilidade cai em bloco, como agora, o sistema inteiro sinaliza ausência de estresse. Vale notar que mesmo com o petróleo voltando a subir por tensões geopolíticas, os mercados não reagiram como faziam no passado, quando crude up significava automaticamente juros mais altos e bolsas pressionadas. O choque existe, mas o mercado o interpreta como um risco localizado de oferta, não como uma ameaça inflacionária estrutural e enquanto esse mecanismo de transmissão não se reativar, o regime segue favorável.

Quando a volatilidade cai em conjunto dessa forma, o sistema financeiro aumenta exposição ao risco de forma “mecânica”. Fundos quantitativos e estratégias institucionais de alocação são calibrados por volatilidade: quando ela recua, esses modelos permitem posições maiores. O resultado prático é mais capital migrando para ativos de risco.

O resultado aparece nos fluxos. Desde o começo de abril, os ETFs de Bitcoin acumularam mais de US$ 3,7 bilhões em entradas líquidas. Ativos de risco estão subindo em bloco e criptoativos estão nessa cesta.

Strategy: quando a maior compradora de BTC fala em vender

A Strategy é a maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, com mais de 818 mil BTC em tesouraria, o equivalente a quase 4% de toda a oferta que existirá. Não é um nome novo: a empresa acelerou sua acumulação justamente durante os meses de maior ruído geopolítico, e foi esse fluxo, junto com os ETFs e outras Digital Asset Treasuries (empresas que adotaram BTC como reserva estratégica de balanço), que sustentou o preço do Bitcoin durante o período de maior incerteza. E é o mesmo fluxo que vem impulsionando a recuperação até os patamares atuais.

O que chama atenção foi sua última divulgação de resultados, a empresa sinalizou a possibilidade de vender parte da reserva. A pergunta natural: por quê?

A resposta está na evolução da estrutura de capital da Strategy e revela mais sobre o estágio de maturidade do mercado do que sobre qualquer mudança de convicção.

O modelo original da Strategy era relativamente simples: captar dinheiro no mercado, comprar Bitcoin e esperar sua valorização. O problema é que Bitcoin não gera fluxo de caixa, enquanto grande parte dessas compras foi financiada com dívida tradicional, que possui vencimentos entre 2027 e 2032. Isso criava um risco importante, se o BTC estivesse em baixa quando essas dívidas começassem a vencer, a empresa poderia ser obrigada a vender reservas em um momento desfavorável.

Foi justamente para reduzir essa fragilidade que surgiu o STRC, um novo tipo de ação preferencial perpétua emitida pela Strategy. Diferente de uma dívida comum, ela não possui vencimento. Ou seja: a empresa não precisa devolver o principal em uma data específica. Em vez disso, os investidores recebem dividendos recorrentes e podem negociar suas ações livremente no mercado secundário.

Na prática, a Strategy está tentando transformar uma estrutura baseada em dívida de prazo definido em uma base de capital mais permanente e flexível.

E é aí que entram as possíveis vendas parciais de BTC. Elas não representam abandono da tese. Fazem parte da administração financeira do modelo. A empresa pode emitir ações, pagar dividendos e, eventualmente, vender pequenas parcelas de Bitcoin para equilibrar sua estrutura de capital.

Ainda assim, o ponto mais importante é outro: até a maior empresa do mundo focada em comprar e segurar Bitcoin precisou evoluir sua estratégia. O mercado amadureceu. Hoje, não basta apenas acumular ativos. É preciso administrar liquidez, risco, fluxo de caixa e timing de mercado.

Esse movimento ajuda a explicar uma mudança mais ampla no próprio mercado cripto. Nos ciclos anteriores, simplesmente comprar Bitcoin e carregar posição já era suficiente para gerar retornos extraordinários. Mas, à medida que o setor se institucionaliza, cresce também a diferença entre uma gestão passiva e uma gestão ativa.

Cada vez mais, os grandes participantes buscam otimizar exposição, aumentando risco quando o ambiente é favorável, reduzindo posição em momentos de deterioração e tentando capturar os fluxos que lideram cada etapa do ciclo.

É exatamente essa lógica que orienta a Carteira Crypto Momentum: uma estratégia de gestão ativa construída para buscar retornos acima do próprio Bitcoin. A proposta não é substituir o BTC, mas reconhecer que, em um mercado mais sofisticado, existe uma camada adicional de oportunidade para quem consegue navegar os ciclos de forma mais dinâmica.

E os resultados iniciais ajudam a ilustrar isso. Durante seu primeiro mês de operação, a carteira entregou 128% do retorno do Bitcoin, aproveitando justamente um ambiente macro que continua favorável para ativos de risco e para o mercado cripto como um todo.

Fonte: Empiricus Cripto

Micro — Clarity Act: o trilho institucional se abre

O Clarity Act, projeto de lei que propõe estrutura regulatória clara para criptoativos nos Estados Unidos, voltou a chamar atenção esta semana.

O contexto: por anos, dois órgãos reguladores americanos (a SEC e a CFTC) disputaram jurisdição sobre criptoativos, criando incerteza jurídica crônica. Qualquer gestora que quisesse construir produto cripto encarava o risco de ver aquela linha de negócio declarada ilegal por uma mudança de interpretação regulatória. O Clarity Act propõe resolver isso: divide a supervisão de forma clara, cria regras específicas para stablecoins, exchanges e DeFi, e abre caminho para que ativos saiam da zona cinzenta.

O projeto passou na Câmara em julho de 2025 com 294 votos a favor — placar incomum num Congresso polarizado. Ficou parado no Senado por um impasse sobre stablecoins, a questão era se essas moedas digitais poderiam oferecer rendimento, o que os bancos tradicionais interpretavam como concorrência direta. Nas últimas semanas, um compromisso bipartidário desbloqueou esse nó. A solução protege os bancos, mas preserva os modelos de negócio cripto baseados em utilidade real. Agora, a votação de markup no Comitê Bancário do Senado está prevista para a semana de 11 de maio.

Este é o marco regulatório mais aguardado pelo mercado e o impacto prático de uma aprovação vai além de uma vitória política. Mais clareza jurídica significa menos atrito para gestoras, corretoras, bancos e até empresas de tecnologia construírem produtos cripto. A discussão deixa de ser “se” grandes instituições participarão e passa a ser “por qual trilho” — e quantos estarão disponíveis.

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Bitcoin é um ouro digital emergente? Entenda afirmação de especialista e quais os riscos de não ter BTC na carteira

8 de Maio de 2026, 08:57

O bitcoin (BTC) é um “ouro digital emergente”, na visão de Marcello Cestari, analista de criptoativos da Empiricus. Segundo ele, a criptomoeda ainda não é considerada um ouro digital por instituições financeiras pois ainda ocupa o posto de um ativo relativamente novo e tem um market cap menor em relação a outros ativos, como o próprio ouro.

Ao lado de Matheus Parizotto, research de digital asset do BTG Pactual, Cestari participou do ETF Day, evento promovido pelo banco para assessores de investimento nesta quarta-feira (6).

O especialista ainda pontua que a volatilidade das criptomoedas – mais expressiva que a do ouro ou das bolsas de valores, por exemplo – também dificulta na classificação do bitcoin como um ouro digital atualmente.

“Com a institucionalização que está acontecendo, o bitcoin tem se comportado mais correlacionado com o ‘Nasdaq alavancado’ do que como um ‘ouro digital’, que é como chamamos”, afirma.

Na leitura do especialista, contudo, o bitcoin e outras criptomoedas estão caminhando para se tornarem parte estratégica na composição de portfólios institucionais e de pessoas físicas para além de um investimento alternativo.

Qual é o risco de não investir em criptomoedas?

No evento do ETF Day, ao explicar o risco de não investir nos ativos digitais, Cestari faz uma comparação de valores de mercado aproximados:

  • Ouro: US$ 30 a US$ 32 trilhões em market cap;
  • Mercado cripto (incluindo BTC): US$ 2,5 trilhões;
  • Bitcoin: US$ 1,5 trilhão;

Diante dessa disparidade, Cestari avalia que o que move os investidores desse mercado diz respeito a uma opinião que já foi dita até pelo CEO da BlackRock, Larry Fink: o bitcoin pode chegar à marca do market cap do ouro, saindo de US$ 1,5 trilhão para US$ 30 trilhões.

“Óbvio que para isso acontecer, é preciso um mercado mais maduro, com mais regulamentação, criando regras e plataformas institucionais que caminhem para que o bitcoin se torne uma classe de ativo como as outras”, explica o especialista.

BTC deve ganhar mais protagonismo nas carteiras institucionais

Diante deste cenário, Cestari e Parizotto reforçam como é um risco não ter BTC na carteira. Para os especialistas, diversos ativos digitais estão no rumo de deixar a posição de investimentos alternativos e ganhar espaço como parte estratégica na composição de portfólios.

Um dos argumentos para isso é que o dólar vem perdendo sua posição de segundo protagonista nas reservas de valor mundial. “Não queremos dizer que o dólar vai acabar, mas a moeda vem sendo usada como arma política para sancionar alguns países e isso coloca a confiança em xeque”, disse o especialista.

Nessas circunstâncias, Cestari aponta que o bitcoin tem propriedades parecidas com o ouro que podem posicioná-lo como uma alternativa de reserva de valor. Na verdade, segundo o especialista, não investir em bitcoin no momento implica o risco de perda da “maior assimetria da década”.

Além disso, durante o evento ele também citou uma pesquisa da BlackRock que apontou que alocar parte da carteira em criptomoedas pode aumentar a eficiência dos portfólios, com maior Sharpe (relação de risco e retorno de um investimento) e menor volatilidade e drawdown (máxima perda que se pode ter com um investimento).

Ademais, a respeito das vias de institucionalização, o especialista também reforçou um potencial significativo neste sentido. Como exemplo, ele citou a entrada por meio da criação de ETFs (fundos negociados em bolsa, em tradução direta), tesourarias de bitcoin dentro das empresas e por meio de grandes nações adotando o ativo como parte do tesouro. O avanço dessas medidas, em sua visão, são vias da consolidação da posição do bitcoin como ouro digital.

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Estreia: Delta IA vai buscar lucros toda sexta-feira para investidores em criptomoedas; conheça nova ferramenta

6 de Maio de 2026, 16:08

A sexta-feira já é o dia preferido da semana de muita gente. Seja para quem quer celebrar o fim da semana em um boteco ou só descansar no sofá assistindo aquela série nova, tem muitos motivos para admirar o último dia útil semanal.

A novidade da vez é que, a nova estreia da Empiricus pode ser mais uma razão para sexta-feira ser o melhor dia da semana dos investidores. Isso porque, a partir do dia 11 de maio, a Empiricus lança oficialmente o Delta IA.

Conheça Delta IA e veja como você pode buscar lucros semanais na alta ou na baixa

O Delta IA chega no mercado como a primeira inteligência artificial automatizada que opera com a estratégia de long e short em criptomoedas.

Isso significa que a ferramenta opera tanto comprada em ativos, quanto vendida. Assim, o usuário tem a chance de buscar renda em dois cenários de mercado, na diferença entre as duas posições:

  • Quando o mercado está caindo, a chance de renda é de até R$ 1.960 por semana, de acordo com os resultados do backtest*;
  • Já quando o mercado está subindo, a chance de renda de até R$ 1.420 por sexta-feira.

* Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado caindo: Junho 2020 – +50.6% / Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado subindo: Outubro 2021 – 35.3%. Retornos passados não significam ganhos futuros. Investimentos têm riscos e podem gerar perdas ao investidor.

Nas palavras de Valter Rebelo, especialista do mercado de ativos digitais da Empiricus Research e desenvolvedor da estratégia por trás do Delta IA, ela é a única IA do Brasil capaz de fazer o dinheiro ‘pingar’ diretamente na conta do investidor.

“Ao contrário das outras IAs, o Delta não fica conversando com você, nem te dá planos para ganhar dinheiro. Ele opera ativamente o mercado cripto e você pode copiar as operações dele”, explica Rebelo.

Para explicar melhor sobre como essas operações vão funcionar, tirar as principais dúvidas e mostrar a confiabilidade na ferramenta, Valter Rebelo e a equipe de especialistas de cripto da Empiricus estão organizando um evento na próxima semana (as inscrições gratuitas e online ainda estão disponíveis aqui).

Entenda por que as sextas-feiras são relevantes para o Delta IA

Além da praticidade, o que mais chama a atenção no Delta IA é a sua pontualidade com a busca por lucros. Afinal, como já foi mencionado, as sextas-feiras serão dias bem especiais para essa IA.

Por isso, é comum surgir algumas dúvidas: “Como essa automação funciona? Como usar ele? Por que a renda pode ser na sexta-feira e não outro dia?”

Para entender, é preciso visualizar o fluxo de operações do Delta. Na primeira sexta-feira em que o Delta estiver operando, ela vai selecionar os 10 ativos com maior probabilidade de disparar, e entrar “vendido” nos 10 ativos com maior probabilidade de cair.

“Durante esses sete dias muita coisa pode acontecer. Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Entretanto, para o Delta IA, a tendência é que os investimentos consigam capturar esses movimentos esperados e ganhar com a diferença, na alta ou na baixa.

E onde a sexta-feira entra nessa jogada? Porque é nesse dia, pela tarde, que o robô fará seu rebalanceamento, encontrando as 10 criptomoedas com maior potencial para comprar e mais 10 para vender.

Agora, se o leitor desse texto chegou até aqui e está curioso para saber ainda mais como investir nessa ferramenta, vai encontrar mais informações a seguir.

Delta IA vai buscar renda a cada 7 dias em qualquer cenário a partir de 11 de maio; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 11 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode buscar renda de até R$ 1.960 por semana de forma automatizada e em qualquer cenário.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes.

Se você está ouvindo falar dessa inteligência artificial pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora?

5 de Maio de 2026, 15:16

O bitcoin ultrapassou a marca de US$ 80 mil ontem (4), atingindo o preço mais alto desde o final de janeiro e uma recuperação de 35% em relação à mínima recente de US$ 60 mil. E a seguir, apresento os fatores que impulsionam essa valorização.

O primeiro deles são as entradas de capital em ETFs de bitcoin. Os ETFs de bitcoin à vista registraram entradas líquidas de aproximadamente US$ 2 bilhões em abril — o mês mais forte desde outubro de 2025. Analistas consideram isso um sinal claro de renovado interesse institucional.

Outro ponto é o progresso CLARITY ACT. O projeto viu um possível acordo sobre o rendimento da stablecoin na semana passada, o que aumenta as chances de aprovação. Uma votação formal do projeto de lei pode ocorrer esta semana, e os participantes do Polymarket agora acreditam que há 64% de chance do Clarity Act se tornar lei em 2026.

A Strategy segue comprando bitcoins. A empresa agora detém 818 mil moedas, ou 3,8% da oferta total. Ao todo, a companhia aumentou sua participação em 13% desde a mínima de US$ 60 mil em janeiro, principalmente com a venda de STRC, que oferece um rendimento de 11,5%.

Por fim, as máximas históricas do mercado de ações favoreceram as criptomoedas. Os mercados de ações estão em um momento de grande apetite por risco, o que provavelmente dá aos investidores de bitcoin alguma confiança para investir a longo prazo.

Vale ressaltar que, nenhum desses fatores estava presente há quatro anos, quando o bitcoin falhou no reteste da média móvel simples de 200 dias em março de 2022. Portanto, a pergunta de um trilhão de dólares agora é:

Esses fatores serão fortes o suficiente para fazer com que desta vez seja diferente?

Conforme mencionado acima, parece que os grupos de pressão das criptomoedas e do setor financeiro tradicional estão próximos de um acordo em relação ao rendimento das stablecoins sob Clarity Act.

Os senadores Tillis (republicano da Carolina do Norte) e Alsobrooks (democrata de Maryland) divulgaram na sexta-feira (1) o texto de compromisso do projeto de lei.

Ele proíbe o rendimento de stablecoins ociosas. Ou seja, não há pagamentos de juros para quem compra e mantém. Ao mesmo tempo, o texto preserva as recompensas para stablecoins usadas em determinadas atividades. Isto significa que, recompensas para quem compra e usa são aprovadas.

Grandes grupos do setor de criptomoedas, como Coinbase e Circle, apoiaram o texto revisado e pediram ao Comitê Bancário do Senado que desse início à fase de votação. O lobby bancário do setor financeiro tradicional (TradFi) mostrou-se menos entusiasmado. Segundo eles, que o projeto de lei estava na direção certa, mas ainda pecava em detalhes importantes.

A questão do rendimento das stablecoins tem sido o principal obstáculo para a aprovação do Clarity Act. Os bancos argumentam que o rendimento das stablecoins provocará uma fuga de depósitos do sistema bancário. As empresas de criptomoedas, por sua vez, afirmam que é economicamente justo para os depositantes, está dentro dos direitos da empresa e é necessário para a competitividade geral.

Com a questão do rendimento perto de ser resolvida, analistas acreditam que uma votação no Senado pode ocorrer antes do recesso de agosto. Nesse cronograma, o Clarity Act poderia ser promulgado até o final do ano. Isso representaria a legislação mais significativa sobre criptomoedas nos EUA até o momento.

  • LEIA MAIS: saiba como buscar renda com criptomoedas, toda sexta-feira, de forma automatizada; conheça o Delta IA

Variações semanais (27/04/26 a 04/05/26)

₿ Bitcoin (BTC): US$ 80.178 | Var. +8,05%

♦ Ethereum (ETH): US$ 2.387| Var. +7,18%

🟠 Dominância Bitcoin: 61,24% | Var. +0,96%

🌐 Valor total do mercado cripto: US$2,66t | Var. +2,7%

💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 322,512b | Var. +0,64%

📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 85,857b | Var +0,74%

* dados referentes ao fechamento em 04/05/26


Tópicos da semana

– Tether reporta lucro de US$ 1,04 bilhão no 1º tri e atinge buffer recorde de US$ 8,23 bilhões:

O relatório de atestação do 1º trimestre de 2026 da Tether apontou um lucro líquido de US$ 1,04 bilhão e um buffer de reservas excedentes recorde de US$ 8,23 bilhões. Ou seja, um ritmo mais moderado em comparação aos mais de US$ 10 bilhões de lucro anual reportados em 2025. A composição das reservas em 31 de março incluía US$ 141 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA, cerca de US$ 20 bilhões em ouro físico e aproximadamente US$ 7 bilhões em bitcoin, dando suporte a US$ 183 bilhões em passivos de USDT. O relatório da BDO é uma atestação pontual (snapshot), e não uma auditoria financeira completa.

– As 17 páginas da BlackRock:

A BlackRock enviou uma carta de 17 páginas no último dia do prazo de 60 dias do Office of the Comptroller of the Currency. Na correspondência a companhia se opunha ao limite proposto de 20% para ativos de reserva tokenizados de emissores de stablecoins no âmbito do GENIUS Act. Segundo a gestora, essa restrição afetaria diretamente produtos como o BUIDL, que hoje lastreia mais de 90% do USDtb da Ethena e do JupUSD da Jupiter, além de solicitar que ETFs de Treasuries sejam reconhecidos como reservas elegíveis e que títulos do Tesouro de taxa flutuante de dois anos sejam incluídos na lista de ativos permitidos, argumentando que os riscos reais das reservas estão relacionados à liquidez, duração e qualidade de crédito, e não ao fato de serem ou não tokenizadas.

A Coinbase, em parceria com a Superstate, vai lançar o Coinbase Stablecoin Yield Fund (CUSHY) no segundo trimestre de 2026:

Voltado para investidores institucionais e focado em estratégias de crédito denominadas em stablecoins por meio de uma classe de cotas tokenizada na plataforma FundOS. Este será o primeiro fundo externo emitido nessa infraestrutura. A estrutura regulada do veículo é uma resposta direta ao CLARITY Act, que proíbe rendimentos de stablecoins equivalentes a juros de depósitos, mas permite incentivos via fundos regulados. O fato de a Coinbase ter apoiado publicamente a legislação um dia antes do anúncio reforça o alinhamento entre o avanço regulatório e o lançamento do produto.


Bitcoin é mesmo reserva de valor… ou o mercado inteiro está errado?

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Samir Kerbage e Gerson Junior, da Hashdex, para uma conversa profunda sobre o futuro do mercado cripto. Assista aqui:


Aviso obrigatório: este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Empiricus libera acesso gratuito à carteira de criptomoedas que rendeu 3,8 vezes mais que o bitcoin de 2021 a 2025 

5 de Maio de 2026, 11:38

A Empiricus está oferecendo acesso gratuito à carteira Crypto Momentum, estruturada com base em modelos de análise quantitativa. Nos testes realizados entre 2021 e 2025, a estratégia entregou um retorno acumulado de 750%, desempenho cerca de 3,8 vezes superior ao do bitcoin, que avançou 198% no mesmo período. 

A carteira é gerida por Valter Rebelo, head de ativos digitais da casa. Segundo ele, apesar do ambiente atual ainda desafiador para o mercado de criptomoedas, alguns sinais já indicam uma possível “forte retomada”. 

Em abril, por exemplo, o bitcoin avançou 12% e registrou seu melhor mês do ano até aqui, o que pode sinalizar o início de uma recuperação. 

Nesse sentido, Rebelo destaca que a carteira é uma “opção conservadora para equilibrar o portfólio dentro do cenário, sem abrir mão de grandes valorizações”. 

Uma das principais vantagens da Crypto Momentum é a possibilidade de fazer o investimento na carteira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos especialistas são feitas sem que você precise fazer nada.  

Uma opção “conservadora” dentro do mercado cripto? Saiba como funciona a Crypto Momentum 

A Empiricus conta com sistemas quantitativos que auxiliam os especialistas da casa a tomarem as melhores decisões, tanto em momentos favoráveis de mercado quanto em períodos negativos.  

No caso da carteira Crypto Momentum, a estratégia começa com uma análise sobre o bitcoin, considerado o termômetro do mercado.   

Caso o BTC esteja em momentum positivo, a carteira buscará saber quais criptos estão performando ainda melhor para realizar uma alocação ajustada ao risco nessas altcoins, além de também investir no próprio bitcoin.  

Por outro lado, se o BTC estiver mal, a carteira alocará 20% dos recursos em bitcoin e o restante em dólar  — o que possibilita buscar lucros até mesmo nos momentos de baixa.  

No pior cenário, buscamos remuneração em dólar. No melhor, buscamos um perfil de retorno muito maior do que o bitcoin entregaria”, afirma Rebelo.  

“A ideia é concentrar na carteira aqueles ativos que têm as melhores notas de momentum contra o bitcoin para ter a chance de pegar na veia os maiores retornos do mercado. Com esses dados em mãos, eu e minha equipe selecionamos as criptomoedas que julgamos as melhores”, completa Rebelo.   

Essa estratégia foi a responsável por uma valorização de 750% entre 2021 e 2025, período utilizado no backtest da carteira. Isso significa que o investidor teria a chance de multiplicar o valor investido por 8,5 vezes nesse período, enquanto o bitcoin multiplicaria o investimento por 3 vezes.  

Backtest da carteira entre 2021 e 2025. Retornos passados não garantem retornos futuros, investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. 

O rendimento fora da curva não quer dizer que a carteira seja livre de risco, afinal, o mercado de criptoativos é volátil. No entanto, o maior drawndown —  queda — da carteira foi 22% menor que o do bitcoin no período do backtest.  

“Essa alocação tem uma volatilidade pré-determinada e controlada para ser parecida com o do bitcoin. Ou seja, o perfil de retorno é melhor, mas a volatilidade é a mesma”, afirma o especialista.

Acesse gratuitamente a carteira Empiricus Crypto Momentum 

Valter Rebelo preparou um vídeo explicando como acessar a carteira Crypto Momentum de maneira 100% gratuita.  

Como abordado anteriormente, você poderá conferir todos os ativos recomendados e investir por conta própria, ou poderá alocar na modalidade automatizada, em que todas as alterações propostas pela equipe da Empiricus são feitas sem que o investidor precise fazer nada

Vale destacar que o investimento por meio da carteira automatizada é feito com a segurança da plataforma do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Para conhecer as instruções e acessar a carteira gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo. 

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Tudo certo e nada resolvido no Oriente Médio: mesmo assim, mercados (e Bitcoin) avançam

26 de Abril de 2026, 15:00

O conflito no Oriente Médio ainda não foi resolvido. O Estreito de Ormuz segue operando bem abaixo do norma, e o alívio geopolítico permanece incompleto. Mesmo assim, os mercados avançaram nos últimos dias. 

Por baixo do ruído, dois movimentos estão moldando o que acontece com o Bitcoin: a liquidez global voltou a se expandir, impulsionada pela queda dos juros reais, e o capital institucional não parou de comprar – nem nos momentos de maior estresse. 

Nesta edição, analisamos esses dois vetores, e o que eles significam para o seu portfólio.

Tudo certo, nada resolvido na guerra no Oriente Médio

Donald Trump prorrogou o cessar-fogo com o Irã por prazo indefinido e, no papel, o cenário-base de normalização gradual segue como o mais plausível, o suficiente para sustentar o bom humor dos mercados. Ainda assim, a evolução diplomática ainda não se traduziu plenamente na prática. 

Desde o início do conflito, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz — responsável por cerca de um quinto do petróleo global — saiu de algo próximo de 100 navios por dia para níveis próximos de zero e, desde então, apesar dos últimos avanços, a recuperação foi apenas marginal. A trégua não se traduziu em retomada do tráfego. 

Fonte: BTG Pactual

Cada semana adicional com Ormuz operando abaixo do normal aumenta a probabilidade de que um choque inicialmente temporário assuma um caráter mais duradouro. Nesse contexto, o prêmio de risco em energia permanece elevado, a visibilidade de médio prazo segue reduzida, e o equilíbrio do mercado continua frágil. Enquanto o fluxo não apresentar melhora relevante, qualquer leitura de alívio geopolítico permanece incompleta. 

Apesar disso, os mercados voltaram a avançar rapidamente, reflexo de uma dinâmica de rotação. 

O que move os mercados no momento? 

As bolsas dos Estados Unidos já superaram os níveis anteriores ao conflito, e voltaram a alcançar novas máximas históricas. Os spreads de crédito recuaram, e empresas com maior alavancagem — normalmente as primeiras a sofrer quando a liquidez aperta — passaram a subir de forma consistente. Quando esse tipo de ativo performa, temos um sinal de que a liquidez está expandindo, um terreno fértil para ativos de risco. 

Boa parte dessa leitura passa pela própria aritmética dos juros nos EUA. O choque de energia mantém a inflação pressionada na margem, e isso vem sendo incorporado nas expectativas. Em um cenário mais tradicional, esse movimento seria suficiente para gerar preocupação com aperto monetário adicional. Mas não é o que está acontecendo. 

A inflação sobe, mas não o bastante para deslocar de forma relevante a trajetória esperada de juros nominais. O resultado dessa combinação aparece não no headline, mas na variável intermediária: os juros reais. 

Com inflação implícita mais alta e juros nominais relativamente estáveis, o juro real recua. E essa compressão funciona, na prática, como um afrouxamento indireto das condições financeiras. Não há corte formal por parte do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), mas o efeito econômico se aproxima disso, e a taxa de desconto dos ativos diminui. 

Isso altera o jogo. Com a queda dos juros reais, a renda fixa perde atratividade relativa. Não porque deixou de render, mas porque rende menos em termos reais, abrindo espaço para outros ativos. Nesse contexto, o Bitcoin acaba se beneficiando

A divulgação dos últimos dados macro reforça essa leitura. Os indicadores de atividade vieram acima do esperado, com destaque para o consumo das famílias americanas, que segue resiliente e afasta, ao menos por ora, o risco de uma desaceleração mais brusca. Com crescimento ainda sustentado e o crédito funcionando, o incentivo para posições defensivas diminui, e o capital volta a avançar ao longo da curva de risco. 

A leitura, portanto, é de um regime construtivo, com espaço para continuidade do movimento. Ao mesmo tempo, esse avanço se apoia em pilares que não são totalmente sólidos, o que exige cautela e reforça que o processo dificilmente será linear. 

O mercado não reage apenas ao nível das variáveis, mas à forma como elas evoluem ao longo do tempo. Em períodos mais estáveis, os preços tendem a oscilar dentro de faixas relativamente bem definidas. Quando essa dinâmica se rompe — como nas sequências recentes de alta — o que entra em jogo não é apenas a direção, mas a possibilidade de mudança de regime. 

Em cenários mais sensíveis, como o atual, estratégias capazes de identificar a rotação de fluxos e agir de forma tática ganham ainda mais relevância. Para quem busca capturar esse movimento de forma automática e sem custo, existe uma solução que já mencionamos na última edição — e que vem entregando cerca de 15% de performance adicional em relação ao BTC.

QUERO CONHECER A CARTEIRA CRYPTO MOMENTUM

Comprando Bitcoin ao som dos canhões 

À medida que o Bitcoin retoma a alta, o fluxo que sustenta esse movimento é, em grande medida, institucional. Foram os institucionais que absorveram a volatilidade ao longo das semanas mais difíceis do conflito sem recuar, e eles é quem respondem pela maior parte da performance de preço que nos trouxe até aqui. 

Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo, reportou, em 20 de abril, uma posição de 815.061 BTC em tesouraria. Desde o início de março, a empresa adicionou mais de 94 mil BTC — acelerando a acumulação justamente no período de maior ruído geopolítico. Não é um caso isolado: as chamadas Digital Asset Treasuries, empresas que adotaram o Bitcoin como reserva estratégica de balanço, somam agora 49 instituições ao redor do mundo, com cerca de 5,7% de toda a oferta circulante do ativo, reforçando seu papel como fonte estrutural. 

Os ETFs de Bitcoin à vista seguem nessa mesma linha. O saldo líquido de entradas desde o começo de março já passa de US$ 3,5 bilhões, e vem ficando ainda mais robusto em abril. 

Fonte: Farside

Além disso, grandes bancos passaram a estruturar produtos próprios para oferecer exposição ao Bitcoin diretamente aos seus clientes. Isso confirma que a demanda existe e foi validada, e que a distribuição, que coloca o ativo nas mãos do investidor final, está mudando de forma relevante. Quando o Bitcoin passa a ser acessível dentro da plataforma do próprio banco do cliente, sem que ele precise migrar para uma corretora especializada, o alcance potencial da demanda cresce, impulsionado pela escala e capilaridade dessas instituições. 

O Morgan Stanley foi o primeiro a dar esse passo: em 8 de abril, lançou o MSBT, o primeiro produto cripto de uma gestora afiliada a banco nos Estados Unidos, e o lançamento rapidamente se tornou o mais bem-sucedido nesse formato na história da instituição. Dias depois, o Goldman Sachs protocolou na SEC o seu próprio ETF ligado ao Bitcoin. 

Ambos os movimentos reforçam a institucionalização do setor e fortalecem o médio/longo prazo. No conjunto da obra, seguimos com prospectos positivos, ainda que com ressalvas, dada a fragilidade do momento atual.

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A partir de hoje (22): ‘Memebot Flash Million’ pode ajudar investidores em busca do milhão com criptomoedas; saiba como acessar

22 de Abril de 2026, 10:00

É hoje: nesta quarta-feira (22), a partir das 19h, uma nova chance de buscar lucros com criptomoedas estará disponível aos investidores. Esse é o horário em que os acessos ao Memebot Flash Million, ferramenta com objetivo de operar no mercado cripto em busca de até R$ 1 milhão em retornos, serão disponibilizados a qualquer interessado.

O objetivo do Memebot Flash Million pode parecer ambicioso, mas a premissa é simples: o mercado cripto, de forma geral, segue com preços em lateralização, mas isso não significa que não é possível buscar lucros “fora da curva”, como muitos já conseguiram anteriormente.

Nesse caso, o segredo está em detectar as assimetrias de mercado: oportunidades que abrem no curto prazo, em ativos específicos, em meio ao “sobe e desce”, e carregam potencial de recompensar o investidor que rastreá-las e utilizá-las ao seu favor.

Nem todo investidor tem o olho clínico, ou sequer o tempo hábil, para rastrear essas oportunidades quando surgem. Por isso, uma automação configurada com esse objetivo pode vir a calhar.

O Memebot foi criado a partir de pesquisas dos especialistas em criptoativos da Empiricus Research. Ou seja, estamos falando de profissionais que estudam esse mercado diariamente e identificam as principais tendências do momento.

Memebot Flash Million: como a ferramenta vai em busca de lucros com criptomoedas?

A ferramenta é especialista em memecoins: moedas de menor preço e valor de mercado que o bitcoin (BTC). Por meio desses ativos de alto potencial, é possível encontrar:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo. O que é improvável de acontecer com criptomoedas maiores;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

E como a ferramenta funciona? Bom, ela “escaneia” o mercado de criptomoedas 24 horas por dia, coletando dados e analisando as oportunidades abertas em meio à volatilidade dos ativos.

A cada 7 dias, a ferramenta seleciona a oportunidade de maior e melhor potencial a partir dos dados coletados e realiza uma operação em busca de altos retornos, de forma totalmente automática

Além disso, há um outro diferencial: a ferramenta está apta a operar com aportes a partir de R$ 3.500 – o que não é fácil de encontrar em operações de alto potencial de retorno no mercado tradicional. 

A configuração inicial do Memebot propõe 12 meses consecutivos de operações a cada 7 dias, buscando até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período. Não é sempre que a chance de buscar lucros como esses, a partir de aportes financeiros mais baixos, aparece como agora.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil. Especialmente tratando-se de memecoins, investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos, e retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Apesar disso, também lembramos que essa é uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

Por isso, se você acredita que essa oportunidade pode fazer sentido, está convidado a conhecê-la ainda melhor.

Ainda dá tempo: reserve seu acesso ao Memebot Flash Million a partir desta quarta-feira (22)

Se você deseja conhecer o Memebot Flash Million de perto, está convidado a participar do evento online e gratuito que acontece a partir das 19h de hoje (22).

No evento, você poderá tirar possíveis dúvidas sobre o funcionamento, e entender se a ferramenta realmente faz sentido para você. Ao final, se desejar prosseguir, poderá receber seu acesso.

Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para reservar seu lugar gratuito na apresentação:

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Bitcoin (BTC) em alta: a estratégia para buscar retornos acima da média com criptomoedas

19 de Abril de 2026, 15:00

Após cinco semanas ininterruptas de ameaças e recuos, o conflito no Oriente Médio aparenta já ter deixado seu pico para trás. O cenário-base agora é de normalização — ainda que sujeito a tropeços ao longo do caminho.

Sem esse fator exógeno pesando sobre os mercados e com uma economia norte-americana ainda resiliente, o capital está voltando a fluir para ativos de maior risco. No front institucional, grandes bancos passam a oferecer criptomoedas diretamente aos seus clientes — reforçando a maturidade e crescimento de demanda pelo setor.

Tudo isso está convergindo para uma tendência de alta do Bitcoin e do mercado como um todo.

Quem investe em cripto conhece bem a frustração: ver o mercado subir enquanto a carteira fica parada, presa em ativos que prometiam mas não entregaram. Nesta edição, aproveitamos o timing para mostrar como evitar exatamente isso — e como extrair o máximo deste momento por meio de uma estratégia simples, sistemática, que pode ser aplicada de forma automática e gratuita.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar 

O que sustenta o novo movimento de alta

O momento atual pode ser resumido de forma simples: o dinheiro não sumiu — ele está voltando a se mover.

No macro, o debate deixou de ser sobre falta de liquidez e passou a ser sobre para onde ela está indo. As bolsas americanas voltaram a mostrar força nas últimas semanas, com recuperação relativamente rápida após o estresse de março, enquanto o crédito segue funcionando sem sinais de ruptura. Os spreads continuam longe de níveis típicos de estresse sistêmico, o que indica que o mercado não está precificando um cenário de deterioração econômica profunda.

Isso muda completamente a leitura. Quando a liquidez realmente desaparece, o mercado responde com desorganização e quedas abruptas, não é o quadro atual. O que vimos foi um movimento de cautela: o capital ficou temporariamente mais defensivo, em resposta ao conflito, mas sem sair do sistema. Com a estabilização do cenário, esse mesmo capital começa a se reposicionar de forma gradual, voltando a assumir risco e a buscar ativos sensíveis ao crescimento.

Com menos pressão no macro e o crédito ainda funcional, o incentivo para permanecer em posições excessivamente conservadoras (renda fixa) diminui. O resultado é um reposicionamento progressivo em busca de retorno e convexidade — e é justamente esse tipo de fluxo que historicamente sustenta movimentos mais consistentes em ativos como o Bitcoin.

Do lado institucional, o movimento acelerou de forma clara, com destaque para a entrada direta de grandes bancos e instituições na oferta de produtos ligados a cripto. O Morgan Stanley lançou o MSBT, seu ETF de Bitcoin à vista, que rapidamente se tornou um dos lançamentos mais bem-sucedidos da casa. O Goldman Sachs passou a estruturar produtos relacionados ao Bitcoin para clientes institucionais. A Charles Schwab — com mais de 30 milhões de clientes — liberou negociação direta de Bitcoin e Ethereum. E a NYSE (New York Stock Exchange) reforçou apoio à infraestrutura cripto.

Esse movimento faz diferença principalmente na distribuição. Quando essas instituições passam a oferecer cripto dentro das suas plataformas, o acesso deixa de ser nichado e passa a ser integrado ao sistema financeiro tradicional, ampliando de forma relevante o alcance e a demanda potencial pelo setor.

  • ‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar 

A diferença entre ganhos comuns e ganhos extraordinários

O Bitcoin acima dos US$ 75 mil chama atenção, mas não é onde está a principal assimetria. Em ciclos como o atual, o BTC tende a liderar o movimento, funcionando como porta de entrada de fluxo. À medida que o mercado ganha tração e a liquidez se espalha, o capital começa a buscar ativos com maior potencial de valorização relativa — e é nesse momento que surgem as distorções mais interessantes.

Dentro desse mercado correlacionado, existe uma camada de diferenciação que passa a ser determinante para o desempenho do portfólio. Algumas altcoins conseguem performar muito acima do Bitcoin. Um protocolo DeFi que começa a acumular receita real, uma rede de segunda camada com crescimento expressivo de usuários, um token de infraestrutura ligado ao boom de inteligência artificial. Esses catalisadores criam janelas de valorização que vão muito além do movimento geral do mercado — e é nesse tipo de dinâmica que o momentum se mostra uma das abordagens mais consistentes.

A lógica é respaldada por décadas de pesquisa: ativos que estão se valorizando tendem a continuar se valorizando. Quando uma altcoin mostra força relativa superior à do Bitcoin, algo muda na dinâmica daquele ativo. Pode ser um fundamento novo sendo precificado, uma narrativa ganhando tração — em muitos casos, é justamente essa combinação que sustenta o movimento.

Através de indicadores e modelos que ponderam quais fatores são mais eficazes em cada regime de mercado, uma carteira gerida com essa lógica observa quais ativos já estão subindo e com que intensidade — ajustando as posições de acordo. Para evitar que a volatilidade comprometa o capital nos momentos de estresse, a exposição total também é calibrada dinamicamente: mais conservadora quando há turbulência, mais aberta ao risco quando o ambiente melhora.

Em cripto, as narrativas surgem e desaparecem com velocidade. Projetos que parecem revolucionários podem passar meses andando de lado ou acumulando perdas — e, por isso, a disciplina se torna decisiva. Ao reduzir exposição em ativos que perdem força, a estratégia evita carregar posições em tendência de queda e limita drawdowns prolongados, um dos maiores destruidores de capital nesse mercado.

Se você já investe em cripto há algum tempo, provavelmente já passou por isso: segurar uma tese “promissora” enquanto o preço simplesmente não responde.

Em nossa leitura, momentum não é apenas uma ferramenta complementar, é uma das engrenagens centrais para navegar esse tipo de mercado com consistência.

Esse tipo de estratégia pode ser aplicado de diferentes formas. Para quem tem mais experiência, é possível construir e monitorar a carteira manualmente, mas exige tempo, disciplina e acompanhamento constante. Para quem está começando ou simplesmente não quer perder o timing, existe uma alternativa mais direta, a Empiricus Crypto Momentum: uma carteira gerida de forma automática e disponível com um clique, que atualmente está com uma performance duas vezes melhor do que o próprio BTC.

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Conheça a ‘Empiricus Crypto Momentum’, carteira recomendada com 10 criptomoedas para investir a partir de agora

17 de Abril de 2026, 11:49

Análise quantitativa, identificação de tendências e controle disciplinado de risco: para os especialistas da Empiricus Research, esses são os três principais pilares para decidir onde investir em criptomoedas agora.

É nesse contexto que a casa de análise apresenta a Empiricus Crypto Momentum, sua mais nova carteira recomendada, voltada exclusivamente para indicações em ativos digitais.

Atualmente, os mercados globais vivem uma fase de altas incertezas explicadas, principalmente, pelo conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, o mercado de ativos digitais “vem demonstrando uma resiliência acima do esperado”, segundo os especialistas em relatório da última quarta-feira (15).

Isso porque as principais criptomoedas hoje estão cotadas a preços distantes dos vistos no rali de 2025, porém lateralizados – sem viés claro de alta ou baixa – pelo menos no médio prazo, segundo a Empiricus. O sustento de certa consolidação pós-rali é visto como positivo pela casa.

Especialmente no caso do Bitcoin, o comportamento da moeda “sugere uma absorção do choque recente e uma reorganização da dinâmica de mercado, abrindo espaço para uma reação mais forte em um eventual cenário de alívio macro”, afirmam.

Portanto, mesmo com os preços aparentemente “andando de lado”, é possível “capturar valor em um ambiente de retomada gradual”, dizem os especialistas. Para isso, propõem uma “postura seletiva”, com foco em ativos de maior qualidade e bem-posicionados em um potencial de alta, especialmente no viés da análise técnica.

O objetivo da nova carteira recomendada, como o nome já “entrega”, é apresentar os ativos que estejam em melhor momentum para investidores que se posicionarem a partir de agora.

Onde investir em criptomoedas agora? Conheça alguns dos ativos que compõem a Empiricus Crypto Momentum

A carteira recomendada traz uma seleção de 10 criptoativos para investir a partir de agora. Dentre eles, as 3 recomendações de maior peso estão concentradas em:

  • Bitcoin (BTC): Atualmente cotada na casa dos US$ 75 mil, a maior criptomoeda do mundo tem passado por um amplo processo de adoção institucional, com bancos iniciando suas reservas em bitcoin e grandes ETFs de bitcoin “comprando na baixa” nos Estados Unidos.

    Os ETFs de Bitcoin à vista registraram acúmulo de cerca de US$ 1,6 bilhão desde o início do conflito no Oriente Médio, “sinalizando melhora no sentimento institucional mesmo diante do ruído de curto prazo”, afirmam.
  • Ethereum (ETH): Atualmente cotada a cerca de US$ 2,3 mil, a Ethereum é a segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, ligada à uma blockchain de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados, “consolidada como padrão de mercado devido a sua segurança comprovada e vasta comunidade de desenvolvedores”, afirmam.
  • Sky (SKY): Menos conhecido que o BTC e o ETH, o token Sky, antigo Maker, está ligado a um ecossistema que opera um protocolo de crédito colateralizado e stablecoins. Atualmente, possui um valor de mercado de cerca de US$ 1,7 bilhões.

    Stablecoins são criptomoedas atreladas à cotação do dólar, e consideradas por muitos especialistas como uma das próximas grandes tendências do mercado cripto.

Porém, vale lembrar que a carteira traz mais 7 outras teses, ligadas a diferentes setores cripto: desde teses expostas à inteligência artificial (IA) até uma indicação no mundo das memecoins. E se você deseja conhecer a carteira completa, temos uma boa notícia.

Empiricus Crypto Momentum: confira relatório completo e invista nas recomendações de forma automática

Em um só lugar, você pode conferir o relatório completo da Empiricus Crypto Momentum, e também investir em todas as recomendações da carteira de forma automatizada: estamos falando da plataforma online do BTG Pactual.

Clicando no link ao final do texto, você pode acessar as teses e, selecionando-as na modalidade carteira automatizada, buscar lucros sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente. Tudo ocorre de forma automática no sistema.

Especialmente se você também é um investidor de “primeira viagem”, que ainda está aprendendo a navegar pelos ativos digitais, essa é uma chance de começar de forma facilitada. O único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Trader que acertou aposta de 130.000% lança nova lista de 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

17 de Abril de 2026, 09:00

Se você navega pelo mercado de criptomoedas, já deve ter ouvido falar em Jader Nogueira. O trader e especialista em operações com ativos digitais que já capturou lucros de até 130.000% neste mercado.

Agora, Jader está de olho em 5 criptomoedas. São elas que, segundo sua análise, podem arrebatar um investimento inicial de R$ 2,5 mil e transformar em até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

Pode soar como exagero de início. No entanto, movimentos desse tipo já aconteceram diversas vezes no mercado de criptomoedas. O próprio histórico de Nogueira traz resultados expressivos com ativos digitais:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias;
  • R$ 4 milhões em apenas 30 dias.

Segundo o trader, um novo ciclo com esse nível de potencial pode estar se iniciando agora. Ao longo de sua trajetória, ele refinou sua metodologia para identificar projetos ainda pouco conhecidos, mas com grande capacidade de valorização.

Conheça a história da Terra Luna e como investidores já conseguiram lucros de potencial milionário

Algo parecido aconteceu em 2022, quando a popular criptomoeda Terra Luna despencou 99% em apenas um dia, pegando muitos investidores de surpresa. Para Jader, entretanto, a notícia ruim se transformou eu uma oportunidade. Ele já estava acompanhando a moeda e reparou no movimento de venda de grandes investidores, incluindo a Binance, maior corretora do mundo.

Diante desse cenário, Jader avisou sua comunidade, explicou a leitura dos dados e indicou uma estratégia clara: entrar vendido em Luna. O resultado virou case no mercado cripto. A operação gerou um retorno de cerca de 130.000%, multiplicando o capital inicial em 1.300 vezes.

Fonte: Binance

Na mesma toada da LUNA, neste momento, 5 criptomoedas específicas estão fazendo os olhos do trader brilhar. Isso porque ele acredita potencial delas de multiplicar o capital investido em até 500 vezes. Além disso, a estratégia pode ser aplicada de forma simples, por meio da replicação automática de suas operações.

O próprio trader pretende investir o capital disponível em sua conta neste mês nessa oportunidade, diante do potencial que enxerga. E mais: sua intenção é compartilhar essa estratégia com o maior número possível de investidores, permitindo que outras pessoas também participem dessa possível valorização.

Entenda estratégia por trás das 5 moedas no radar do trader

Após anos acompanhando e analisando esse mercado, Jader afirma ter identificado um padrão recorrente: os maiores retornos costumam surgir de projetos ainda pequenos, pouco conhecidos, mas com grande margem de crescimento. E é justamente esse tipo de ativo que, segundo ele, está surgindo agora.

De acordo com Jader Nogueira, trata-se de uma oportunidade rara, com potencial para multiplicar o capital investido em até 500 vezes (ou 50.000%) ao longo dos próximos 12 meses.

O especialista destaca que as cinco criptomoedas selecionadas compartilham duas características principais:

  • Baixo valor de mercado atualmente, o que abre espaço para forte valorização;
  • Possibilidade de atrair grandes volumes de capital com o início de um novo ciclo de alta.

Nesse cenário, ele afirma que investir cerca de R$ 500 em cada uma dessas moedas já pode ser suficiente para buscar resultados expressivos, como a construção de um patrimônio significativo ao longo do tempo.

Ainda assim, é importante considerar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil e complexo. Resultados passados não garantem desempenhos futuros, e todo investimento envolve riscos.

Por isso, para quem deseja aproveitar esse tipo de oportunidade, preparação e a tomada de decisão consciente são fundamentais.

Contudo, o investidor que deseja ter esta oportunidade precisa se preparar o quanto antes – e uma oportunidade para fazer isso sob boas orientações está chegando.

Inscrições abertas: participe do projeto com 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

De olho na janela de oportunidade para entrar nos ativos em tempo e capturar boas valorizações, o trader decidiu fazer um evento de lançamento especial.

No encontro, no dia 27 de abril, Jader vai explicar como funciona a sua estratégia e tirar dúvidas dos interessados. O evento acontece de forma 100% online e gratuita, em parceria com a Opt.me, frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus.

Lá, investidores vão entender como podem ter o acesso à lista com as 5 moedas que podem valorizar até 50.000% o valor aplicado.

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‘Quem entende de macro, pode se posicionar bem’ com criptomoedas em alta ou baixa, diz especialista – e uma ferramenta pode ajudar

15 de Abril de 2026, 08:43

Com a recente lateralização do mercado de criptomoedas, é possível que muitos investidores não estejam otimistas para buscar lucros com ativos digitais. Especialmente tratando-se de um mercado conhecido por proporcionar retornos assimétricos.

As principais moedas do mercado têm sofrido com a aversão ao risco em meio aos conflitos no Oriente Médio e, mesmo com o bitcoin (BTC), ethereum (ETH) e solana (SOL) apresentando um acumulado positivo nos últimos 7 dias, o veredito ainda não é de total ânimo. Como registrado no índice “fear and greed” (“medo e ganância”) do portal CoinMarketCap, que aponta para um sentimento neutro de mercado:

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 14/04/2026 às 14h30

Porém, há profissionais do mercado que enxergam o momento sob uma ótica diferente. Para Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, se o assunto é buscar lucros, o preço visto na tela da corretora pode ser até indiferente em alguns casos.

Quem ‘entende’ o que está acontecendo, pode se posicionar bem na alta ou na queda, segundo especialista

“Nós queremos estar certos sobre a direção do preço, e queremos nos posicionar de acordo. Quem entende muito de macro pode se posicionar bem, independentemente se o preço vai para cima ou para baixo”, afirma.

Para além de apenas comprar um ativo e esperar por uma possível valorização, o mercado permite a busca por lucros também em caso de queda, com operações short (“operar vendido”): “Se eu tenho um sinal técnico de que o bitcoin está perdendo tendência, posso apostar em um movimento de baixa, e ‘entrar short’”.

Mas, nesse caso, estamos falando de operações de maior nível de complexidade, especialmente para investidores pessoa física “de primeira viagem”.

Além disso, “entender muito de macro” – dos fenômenos geopolíticos e de mercado, e saber tomar decisões estratégias a partir disso – exige sagacidade e bastante experiência, até mesmo para quem já trabalha na área.

Mas isso não significa que investidores menos experiência precisam, obrigatoriamente, “ficar de fora” de oportunidades “escondidas” que o mercado cripto segue oferecendo até mesmo quando o cenário macro é menos favorável.

A chave está em seguir recomendações de especialistas, que já vivem do mercado diariamente. E no caso de Valter Rebelo e seu time da Empiricus, os especialistas foram ainda além.

Memebot: conheça ferramenta que busca lucros com criptomoedas independentemente do cenário macro

Além das recomendações periódicas enviadas aos assinantes da Empiricus, as pesquisas desenvolvidas pelos especialistas da casa foram utilizadas para originar ferramentas automáticas de trading em criptomoedas.

Uma delas é o Memebot Flash Million, que disponibilizará uma nova leva de acessos a interessados em utilizá-la a partir da próxima quarta-feira (22).

O Memebot Flash Million é uma automação configurada a partir das pesquisas dos especialistas da Empiricus. A premissa é buscar assimetrias de mercado: janelas de oportunidade com alto potencial de geração de lucros, independentemente do cenário macro.

Como o próprio nome já diz, o Memebot é especialista em memecoins, funcionando da seguinte forma: a ferramenta “escaneia” o mercado 24 horas por dia, para entender as oportunidades abertas no curto prazo em meio à volatilidade das moedas.

Com a análise 24/7 dos dados coletados, a ferramenta filtra a oportunidade de maior e melhor potencial que tiver encontrado, e realiza uma operação direcionada de forma totalmente automática a cada 7 dias.

Inicialmente, o Memebot é configurado para funcionar “direto” durante 12 meses, com o objetivo de buscar até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período.

Memecoins não têm fundamento, mas você pode ganhar dinheiro com isso, se entender como o preço se movimenta. Simplesmente olhamos para os números, entendemos como o fluxo se comporta, e vemos a probabilidade de ganhar dinheiro. É uma ciência”, afirma Rebelo.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, especialmente tratando-se de memecoins. Retornos passados não são garantia de retornos futuros, e investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

“Nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria de mercado, mas principalmente, o direcionamento para os clientes, quando eles entram, é gerenciamento de risco”, afirma Heloísa Mendonça, especialista em criptoativos da Empiricus.

Porém, ao mesmo tempo que é necessário correr mais riscos, há o alto potencial de retorno, que dificilmente é encontrado em investimentos mais tradicionais.

“Vai ser extremamente volátil, mas pode fazer sentido. Se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil e tolerância”, afirma a especialista.

Um dos grandes diferenciais da ferramenta é, também, a capacidade de operar a partir de aportes iniciais relativamente baixos: começando com R$ 3.500, a ferramenta já pode operar em busca dos retornos milionários.

Para um investidor comum, que não dispõe do tempo hábil para estudar o mercado e saber exatamente onde e quando investir, não é frequente a chance de buscar lucros com uma ferramenta:

  • 100% automática;
  • Especialista em operações complexas com criptomoedas;
  • Configurada para buscar lucros de até R$ 1 milhão;
  • Capaz de operar a partir de aportes iniciais de menor valor.

E é por isso mesmo que novos acessos ao Memebot estão sendo disponibilizados. Mas mesmo que você não tenha certeza de que a ferramenta faz sentido para você, ainda pode conhecê-la melhor gratuitamente.

Encontro marcado: receba mais detalhes sobre o Memebot Flash Million na próxima quarta-feira (22)

Para novos interessados no Memebot Flash Million, novos acessos serão liberados a partir da próxima quarta-feira (22).

Nesse dia, às 19h, todos os interessados estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada em mais detalhes.

Durante o evento, você pode tirar potenciais dúvidas e, assim, decidir se a ferramenta faz sentido para o seu momento como investidor. Os novos acessos só serão liberados após o evento, para quem realmente desejar prosseguir.

Para garantir seu lugar no evento, basta se inscrever clicando no botão abaixo:

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Memecoins ‘vão virar pó’? Entenda opinião de especialista e como se posicionar com estratégia nesse mercado

14 de Abril de 2026, 16:29

As memecoins são encaradas como uma classe um pouco “controversa” dentro do universo das criptomoedas. Isso acontece porque esses ativos, baseados em piadas da internet (os chamados memes), não possuem os fundamentos clássicos e as utilidades das criptos tradicionais, como bitcoin (BTC) e ethereum (ETH).

Segundo Heloisa Mendonça, especialista em ativos digitais da Empiricus Research, há exemplos dessas moedas associadas à imagem de figuras como Trump ou até mesmo de animais, que conseguiram reunir grupos bastante expressivos ao seu redor.

Um dos exemplos citados, a Dogecoin (DOGE) residia no top 10 de maior valor de mercado entre as principais criptomoedas no momento que esta matéria era escrita, na manhã de terça-feira (14).

“Em contrapartida, a gente também tem milhares que eventualmente vão virar pó”, salienta Mendonça.

Por que investir em memecoins pode ser atrativo?

Heloisa Mendonça, que acumula 6 anos de experiência analisando os criptoativos e entendendo a forma de operar nesse mercado, aponta que as memecoins tendem a ter um comportamento extremamente volátil e um risco elevado. Apesar disso, ainda vale a pena investir, dentro de certos parâmetros:

“São ativos que fazem sentido ter uma pequena exposição dentro do seu portfólio de cripto, se você tiver um perfil mais sofisticado, para gerar uma assimetria de mercado”, comenta.

Ela inclusive comenta como, através da estratégia para investir em criptomoedas, uma automação foi desenvolvida pela equipe da Empiricus Research com foco exclusivo nesse mercado.

O nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria. Nosso principal direcionamento para os clientes é justamente sobre o gerenciamento de risco. Tudo tem um risco. Então, se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil de tolerância”, explica Mendonça.

Além disso, na visão dos especialistas da casa, investir em memecoins é como uma “conta de engenheiro”.

Eu não julgo as memecoins. A maioria deve ir para zero, mas dá para ganhar dinheiro se entender como o preço se movimenta. É esse o ponto. A gente olha para os números, entende como que o fluxo se comporta e vê a probabilidade de ganhar dinheiro com os ativos”, comenta o especialista de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo.

Como Mendonça e Rebelo destacam, o mercado das memecoins tem um potencial de trazer lucros bem valiosos – se o investidor souber quando e em quais ativos investir. Essa detecção, entretanto, não é uma tarefa fácil, ainda mais considerando o cenário de conflitos geopolíticos que abala diversas camadas da economia.

Por isso, em um mercado que funciona 24 horas por dia como o de criptomoedas, às vezes as oportunidades vão surgir em horários que podem ser inconvenientes – no meio da madrugada, ou durante o horário de trabalho, por exemplo.

Para os investidores que estão em busca de lucros no mercado cripto, mas não dispõem de tempo hábil para acompanhar o mercado e identificar a hora de investir, a automação que Heloísa Mendonça mencionou pode propor uma solução – mais detalhes sobre ela são apresentados a seguir.

Conheça o Memebot Flash Million: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

O Memebot Flash Million é uma ferramenta alimentada com algoritmos desenvolvidos pelos experts da Empiricus. De forma totalmente automatizada, o robô “trabalha” buscando oportunidades de retornos de até R$ 1 milhão aos seus usuários no mercado cripto, em um período de 12 meses.

Focada nas memecoins, com a automação, o investidor está diante de dois fatores que favoráveis:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

A cada 7 dias, o Memebot seleciona a operação mais promissora da vez, e trata de realizá-la de forma automática. Da parte do investidor, basta apenas entrar com os aportes financeiros e “dar o aceite” na ferramenta.

Vale lembrar que essa poderá ser uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos, a partir de R$ 3.500;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

E se você deseja saber mais sobre como o Memebot Flash Million pode funcionar na sua rotina, está convidado a conhecer a ferramenta no próximo dia 22 de abril.

22 de abril: reserve sua vaga no lançamento do Memebot Flash Million

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, o time da Empiricus vai sediar um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre o sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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É hoje: robô quer rastrear lucros de até 4.900% com criptomoedas – mesmo com o mercado em baixa

13 de Abril de 2026, 08:00

O SOROS, ferramenta automática de operações com criptomoedas baseada em estratégia da Empiricus Research, é relançada ao mercado nesta segunda-feira (13) – agora com uma novidade que pode atrair ainda mais os investidores.

Em meio a um cenário de incertezas nos mercados globais, que levou o universo cripto a um período de baixa, a ferramenta foi aprimorada. Nesta nova fase, suas configurações foram ajustadas para buscar retornos que podem chegar a até 500 vezes o valor investido, independentemente da direção do mercado, seja em alta ou em queda.

Investidores que já quiserem reservar seu acesso à nova versão da ferramenta podem deixar seus nomes na lista de espera, clicando aqui.

SOROS quer atuar na alta ou na baixa das criptomoedas, com ‘microciclos’ de oportunidade, segundo especialista

Com os correntes conflitos geopolíticos, a pressão inflacionária e o sentimento de aversão ao risco, os investidores passaram a “evitar” as criptomoedas, o que levou o mercado a um bear market.

Entretanto, para o head de pesquisa em ativos digitais da Empiricus Research, Valter Rebelo, “dentro de um grande ciclo do mercado de ativos digitais, temos microciclos de alta, queda ou neutralidade, geralmente de 30 dias cada”.

Detectar esses microciclos, e quais oportunidades mais se destacam em cada um deles, é uma missão que cabe aos profissionais com experiência na área. Afinal, com toda sua complexidade, não é todo o investidor que consegue interpretar o cenário do criptomercado sozinho.

Foi nessa toada que Rebelo e sua equipe desenvolveram o S.O.R.O.S. (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). O robô, lançado em 2025, é classificado atualmente como o principal sistema de identificação de ativos digitais da América Latina.

Pensando justamente em unir a expertise profissional e o interesse de muitos investidores na busca por lucros, Rebelo e seu time trabalharam para reprogramar o robô SOROS de acordo com as novas “marés” do mercado.

A grande virada de chave agora é que, mesmo quando o mercado de criptomoedas estiver “andando de lado” sem tendência clara de alta ou de baixa, a nova configuração do SOROS muda de estratégia. Daí, o robô passa a buscar renda em dólar em caso de tendência de neutralidade nos mercados, sem janelas de oportunidade de lucros explosivos.

Se você quer entender melhor como o SOROS funciona, mas sem assumir compromissos financeiros por enquanto, um evento especial foi preparado para tirar todas essas dúvidas.

Lançamento gratuito e online do SOROS nesta segunda-feira (13); veja como participar

No próximo dia 13 de abril, a partir das 19h, Valter Rebelo e o time de ativos digitais da Empiricus te convidam para um evento online e gratuito, no qual a nova versão do SOROS será apresentada.

Por meio do evento, você poderá tirar suas dúvidas e, se desejar prosseguir, no final, poderá solicitar seu acesso ao sistema. Vale lembrar que a ferramenta opera para identificar as oportunidades mais promissoras de lucros no mercado de criptomoedas, além de oferecer:

  • Análise em tempo real de mais de 300 ativos digitais;
  • Realocação 100% automática, 24 horas por dia;
  • Chances de buscar lucros “fora da curva”;
  • Caixa dolarizado com rendimento em caso de lateralização de tendências.

Se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o SOROS.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la. O registro inicial é gratuito:

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Criptomoedas: como lucrar em qualquer cenário de mercado

12 de Abril de 2026, 13:00

Depois de cinco semanas de conflito entre ameaças e recuos, chegou o anúncio que o mercado aguardava. Na última terça-feira, Donald Trump declarou pelas redes sociais um cessar-fogo entre os EUA e o Irã, mediado por Paquistão e China. O Estreito de Ormuz, a passagem por onde circula cerca de um quinto de todo o petróleo do mundo, seria reaberto.

Ainda que frágil, o mercado recebeu a notícia com otimismo. Bolsas americanas subiram, criptoativos foram junto, o petróleo e o dólar recuaram. O acordo tem asteriscos — horas depois, Israel atacou o Líbano em larga escala, o Hezbollah respondeu e o Irã acusou violação — mas ainda assim sinaliza um caminho, ainda que tortuoso, rumo à normalização.

Nesta edição, destrinchamos o que esse cessar-fogo significa para os ativos de risco, como está se refletindo no regime macro e encerramos com o que importa para o portfólio neste momento: como gerar retorno quando o mercado não escolhe uma direção.

De olho nos últimos acontecimentos

Após semanas operando comprimido na região dos US$ 68 mil, o Bitcoin testa as proximidades dos US$ 72 mil com o anúncio do cessar-fogo.

O nível dos US$ 68 mil segue como o principal ponto de referência técnica no curto prazo. Enquanto o BTC se mantiver acima dessa faixa, o viés é de recuperação. O que torna o momento mais complexo é que o próximo gatilho não está no gráfico, está nos desdobramentos do acordo.

Fonte: Empiricus Cripto

O gráfico combina três elementos: a evolução recente do preço, um cone de volatilidade baseado nos últimos 30 dias, que projeta as faixas prováveis de negociação no curto prazo, e o perfil de mercado, que mostra onde houve maior concentração de volume, indicando os níveis de suporte e resistência mais relevantes.

O que chama atenção é a baixa densidade de volume entre os US$ 68 mil e a faixa dos US$ 80 mil. Isso significa menos resistência intermediária e, na prática, potencial para deslocamentos mais rápidos de preço nessa direção, caso o cenário externo seja mantido. Ou seja, do lado técnico, um leve viés de alta.

Análise macro

O ponto de partida é entender em qual regime os ativos estão operando. A inflação atual não é consequência de demanda aquecida, é um choque de oferta vindo da energia. Petróleo caro por conta do conflito encarece custos, pressiona a inflação de curto prazo e tira o Federal Reserve da jogada: sem espaço para cortar juros, o banco central mantém a postura dura.

Os dados de inflação de março, divulgados na sexta-feira (10/04), ilustram bem essa tensão. A inflação cheia, que inclui energia e alimentos, acelerou de forma expressiva, refletindo diretamente o choque do petróleo. Já o núcleo da inflação, o core, que exclui esses componentes voláteis e mede se o choque está se espalhando para salários e serviços, veio mais comportado do que o esperado. Por ora, o fogo ficou contido. Mas um mês não é tendência, os próximos releases vão dizer se isso se sustenta ou se os custos de energia começam a migrar para o resto da economia.

Do lado do crescimento, os sinais recentes apontam para resiliência. O mercado de trabalho surpreendeu positivamente, e os spreads de crédito, a diferença entre os juros que empresas pagam para se financiar e os títulos do governo, usada como termômetro da saúde financeira do setor privado, voltaram a cair. Quando os spreads recuam, o mercado está sinalizando que não vê risco sistêmico no horizonte, nos afastando do cenário de estagflação. A leitura mais precisa é de desaceleração sem ruptura.

Esse ambiente quebra uma das correlações mais antigas da lógica de investimento, a ideia de que, quando ações caem, os títulos de renda fixa sobem e amortecem o tombo. Em 2022, isso deixou de funcionar pela primeira vez em décadas. Ações caíram. Bonds também caíram. Os prejuízos nos portfólios tradicionais chegaram a ser comparáveis aos de 2008, não porque houve uma crise financeira, mas porque a inflação forçou os juros para cima, e juros altos derrubam o preço dos títulos. O ativo que deveria proteger virou mais um vetor de perda. Hoje, a lógica é semelhante.

A grande questão, em resumo, é que, se a inflação permanecer controlada, ou seja, se o núcleo não se disseminar de forma mais persistente pela economia, os ativos de risco encontram espaço para reagir. Isso ocorre porque o ambiente de liquidez, embora pressionado, segue suficientemente acomodativo para sustentar o crescimento, evitando um aperto mais severo das condições financeiras.

Ações e criptoativos, que são altamente sensíveis a liquidez e apetite a risco, tendem a capturar esse movimento. Não porque o ruído macro tenha desaparecido, mas porque a economia continua avançando e o sistema ainda tem capacidade de absorver choques. Nesse contexto, quando o mercado percebe que o pessimismo se deslocou além do necessário, os movimentos de reversão tendem a ocorrer de forma rápida e desproporcional.

Como gerar retorno quando o mercado não decide

Acima, descrevemos um cenário com potencial de desfecho mais otimista — impulsionado pelo cessar-fogo e pelos sinais de resiliência econômica. Mas nada está decidido. Apesar de estarmos numa posição melhor do que algumas semanas atrás, ainda estamos num momento de indecisão.

Muito ruído, pouca direção, esse é o ambiente que mais testa o investidor. E também o que mais traz prejuízo para quem não tem estratégia. A boa notícia é que, com a abordagem certa, ainda é possível ganhar dinheiro nesse tipo de cenário.

O primeiro passo é ter caixa. Não como falta de posicionamento, mas como ferramenta ativa. Caixa é a capacidade de agir quando os outros estão paralisados e em momentos de ruído elevado, essa optionalidade vale muito.

O segundo é olhar para as altcoins com mais critério do que o habitual. Nesse contexto, o que interessa são ativos que estão formando estrutura própria, ou seja, que conseguem fazer máximas e mínimas progressivamente mais altas independente do movimento do Bitcoin. Quando uma moeda performa dessa forma num ambiente adverso, ela está sinalizando força relativa.

Além disso, faz sentido manter exposição a ativos com perfil de proteção. O ouro é um ótimo exemplo, ainda mais num ambiente em que a inflação pressiona e os títulos de renda fixa deixam de cumprir o papel de hedge, o metal precioso historicamente retoma relevância como reserva de valor.

E para quem opera com mais sofisticação, vale lembrar que cenários de queda também geram oportunidade. Através do mercado de futuros, é possível montar posições vendidas, os chamados shorts. Se trata de ter ferramentas para capturar retorno em qualquer direção.

Consolidar tudo isso em uma estratégia coerente não é simples e é justamente o que o SOROS, nosso sistema proprietário de alocação, busca fazer. O modelo opera em qualquer regime: captura alta quando o mercado sobe, protege o portfólio via shorts quando o mercado cai e, mesmo quando o dinheiro está em caixa, gera yield dolarizado, ou seja, o capital parado continua trabalhando, gerando renda em dólar enquanto aguarda o próximo movimento. Num ambiente como o atual, em que nada está decidido, ter uma estratégia que funciona nas três situações deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade.

Por isso, nesta segunda-feira, vamos lançar uma versão atualizada do Soros 50X. Um sistema pensado para identificar ativos que podem ganhar na alta e na baixa… e quando o mercado estiver lateralizado, rentabilizar o caixa em dólar.

Para saber como testar, basta se cadastrar gratuitamente aqui.

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Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais

11 de Abril de 2026, 09:00

Em 2025, o mercado de criptomoedas passou por um rali histórico, no qual o bitcoin (BTC) chegou à máxima de US$ 126 mil.  

Hoje, o cenário virou: os preços estão longe dos vistos no ano passado, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam por proteção para suas carteiras, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar”.

Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro dos criptoativos em dúvida.  

Será que pior já passou, ou o mercado cripto “perdeu o chão”?  No Empiricus PodCa$t deste sábado (11), Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado. Confira:

‘Apocalipse’ nas criptomoedas: computação quântica coloca futuro cripto em dúvida

No último dia 1º de abril, um paper publicado pelo Google em parceria com a Fundação Ethereum trouxe à tona uma descoberta que coloca o futuro das criptomoedas sob escrutínio.

Segundo o paper, é possível que, até 2029, já seja possível a criação de computadores quânticos potentes o suficiente para quebrar a criptografia de carteiras na blockchain – se o sistema de segurança atual não for atualizado a tempo.

Com isso, carteiras de grande proporção e mais antigas – como a de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin – estão entre as mais vulneráveis.

“Inevitavelmente, até 2029 ou 2030, os bitcoins de Satoshi serão movimentados”, afirma Valter. Caso a carteira do criador do BTC seja ‘hackeada’, cerca de US$ 70 bilhões em BTC estarão em risco.

O quão sensível isso realmente será para o bitcoin e todas as demais criptomoedas? Será que o mercado poderá se sair ‘vencedor’ nessa mudança iminente?

Enquanto isso, por que o bitcoin (BTC) caiu desde a máxima histórica em outubro?

O bitcoin (BTC) já vinha em queda antes do início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Para além da geopolítica, Heloísa Mendonça comenta que o mercado cripto testemunhou investidores de longo prazo liquidando suas posições em BTC após a moeda ultrapassar o patamar psicológico dos US$ 100 mil no ano passado.

“Não é exatamente uma falta de convicção do mercado, mas o investidor quer aproveitar os seus lucros”, afirma Heloísa.

Já Valter Rebelo também traz outra perspectiva: “Muitos que compraram bitcoin em 2009 ou 2010 tinham uma perspectiva mais idealista, um movimento mais anárquico. Quando os Estados Unidos começaram a institucionalizar o bitcoin, criou-se a narrativa de que a moeda foi ‘cooptada’”, levando investidores mais antigos a vender.

‘A dinâmica do investidor mudou muito’: Perfil dos compradores de criptomoedas é outro

Em contrapartida, enquanto uns realizam lucros, há um outro grupo de investidores comprando: os institucionais. Segundo Valter, entre 2024 e 2025, o mercado institucional em cripto cresceu mais de 100%, enquanto no varejo (investidores pessoa física), a expansão foi de cerca de 30%.

“Varejo é o fluxo ‘menos informado’, que observa ruídos achando que é sinal”, afirma. “A pessoa física precisa prestar atenção nisso: em como tomar uma decisão marginalmente mais informada”, ao invés de comprar ou vender baseando-se em notícias pontuais.

Com isso, o especialista propõe a pergunta: “O que o institucional está vendo que o varejo não está vendo?”

Assista ao episódio na íntegra para conferir as respostas a essa e outras perguntas:

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É hoje (6): como buscar transformar R$ 2.198 em até R$ 1,4 milhão, segundo especialista

6 de Abril de 2026, 09:18

Nesta segunda-feira (6), o especialista em criptomoedas, Hernandes Nogueira, abre ao público o plano para sua “nova tacada” no mercado de ativos digitais. Trata-se de uma estratégia que busca alcançar até R$ 1,4 milhão com investimentos iniciais de R$ 2.198.

A ideia nasceu da estratégia que o próprio Hernandes, natural de Goiânia (GO), usou para conquistar seu primeiro milhão por meio das criptomoedas, antes mesmo de completar 30 anos.

Como ele mesmo conta: “eu acabei de chegar a US$ 270 mil investindo em ativos digitais que dispararam até 130.000%”. Agora, Hernandes Nogueira está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoedas – com mais detalhes a seguir.

‘Nova tacada’ com criptomoedas: especialista quer buscar até R$ 1,4 milhão de retornos

Em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research, Hernandes está lançando a oportunidade para qualquer investidor interessado conhecer qual será a próxima “tacada” para investir em criptomoedas.

Por meio de um sistema online de copy trade, os investidores podem apenas “copiar e colar” as operações de Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader busca novas oportunidades com potencial de mais de um milhão em retornos.

Assim, tudo que o investidor precisa é “dar o aceite”, e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1.429.093,00.

Esse é um valor preciso pois foi exatamente o que Hernandes já conseguiu capturar. Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil, por isso os investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Hernandes explica que o retorno nessa escala foi fruto de uma sequência de aportes financeiros realizados pelo ao longo do tempo, em diferentes operações, e mais aportes financeiros podem ser necessários, a depender da volatilidade do mercado.

De toda forma, essa é uma oportunidade rara de se posicionar em uma janela que carrega alto potencial de geração de valor e, por isso, Hernandes está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoeda.

Veja como participar da “nova tacada” de investimento em criptomoedas a partir de hoje

A proposta será apresentada por Hernandes Nogueira na próxima segunda-feira (6), a partir das 19h, junto com a Opt.me, em um evento online e gratuito.

Durante o evento, você poderá entender melhor o que está em jogo, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial, e decidir se a “tacada” faz sentido para os seus objetivos financeiros no momento.

Para participar do evento gratuito, basta reservar seu lugar clicando no botão abaixo e seguindo as instruções na tela:

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Imposto de Renda (IR) de criptomoedas, guerra no Oriente Médio, e o Bitcoin com os dias contados

6 de Abril de 2026, 09:02

Abril chegou — e com ele, duas frentes nas quais o investidor em criptomoedas não pode ignorar: o Leão do Imposto de Renda bate à porta, e o Oriente Médio continua dando as cartas no mercado. 

Nesta edição, cobrimos os dois. Começamos pelas obrigações fiscais — um resumo do que o investidor em cripto precisa saber antes que o prazo de declaração aperte. Na sequência, destrinchamos o cenário de mercado: como o conflito se tornou o principal driver de preço do Bitcoin, os dois caminhos pelos quais ele o afeta, e o que os fluxos institucionais revelam. E encerramos com um alerta que voltou às manchetes esta semana: o paper do Google sobre computação quântica, e o que ele significa para a segurança do Bitcoin no longo prazo. 

Criptomoedas em dia com o Leão 

Sabemos que, por se tratar de um mercado relativamente novo, a tributação de criptoativos ainda gera dúvidas. Ainda assim, a regra é clara: assim como em qualquer outra classe de investimento, operar com criptomoedas envolve obrigações fiscais que não devem ser negligenciadas. Entender como declarar esses ativos corretamente é fundamental para manter a regularidade com a Receita Federal e evitar problemas futuros. 

Por isso, abrimos esta edição com um conteúdo dedicado exclusivamente a esse tema — algo essencial para qualquer investidor em cripto. Se você quer entender os detalhes completos — incluindo as regras para cada tipo de operação, os códigos corretos para cada ativo e os erros mais comuns dos investidores — disponibilizamos o material completo no link abaixo

De olho nos últimos acontecimentos 

O Oriente Médio segue como o principal driver de preço do mercado cripto, e há dois mecanismos pelos quais o conflito afeta o Bitcoin de forma direta. 

O primeiro passa pelo petróleo. Um conflito prolongado na região é, antes de tudo, um choque de oferta energética: o petróleo caro encarece a energia, e energia cara alimenta a inflação. Com a inflação resiliente, o Federal Reserve (Fed) não tem espaço para afrouxar a política monetária.  

Como resultado, os dois cortes de juros que estavam precificados para este ano foram retirados do cenário-base. Ainda assim, há um ponto relevante no radar: a nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Fed. Uma mudança de liderança — potencialmente mais sensível às pressões políticas — pode, à frente, alterar o tom da política monetária, se amparado por um ambiente macro mais benigno, com arrefecimento do conflito e normalização dos choques recentes. 

Por ora, no entanto, o quadro permanece claro: juros elevados por mais tempo, o que continua impondo restrições adicionais aos ativos de risco. 

O segundo canal é mais direto e operacional. O petróleo mais caro encarece a energia — principal custo da mineração de Bitcoin. Com o preço do ativo em queda desde outubro, enquanto os custos sobem, as margens dos mineradores ficam comprimidas. 

Quando essa margem desaparece, o ajuste é inevitável. Para manter as operações, especialmente os mineradores menores, a saída é recorrer às próprias reservas de Bitcoin — o que significa venda e pressão adicional de oferta sobre o ativo. 

À medida que o cenário se deteriora, isso se reflete de maneira muito clara nos fluxos institucionais, tanto nos ETFs quanto nas empresas que acumulam Bitcoin em seus tesouros corporativos, as chamadas DATs.  

No gráfico abaixo, você pode acompanhar como o preço do Bitcoin e os fluxos de capital para os ETFs caminharam juntos ao longo do mês. No início de março, os fluxos voltaram ao positivo — um sinal animador de retorno do interesse institucional. Depois, com a escalada do conflito, essa demanda foi arrefecendo e se transformou em resgates, o que pesou diretamente na movimentação do preço. 

Fonte: Farside

Como resultado, o Bitcoin cedeu abaixo dos US$ 68 mil, nível que concentrou alto volume de negociações nos últimos meses e funcionou como principal suporte técnico. Abaixo desse patamar, a probabilidade de volatilidade adicional para baixo aumenta.  

A resolução — ou não — do conflito é a variável que determina o que vem a seguir. 

Google alerta: Bitcoin está com os dias contados, e são menos do que o mercado antecipava 

Esta semana, o debate sobre computação quântica voltou ao centro das atenções quando o time do Google divulgou um estudo que é, essencialmente, um aviso antecipado: há um risco que representa uma ameaça real à segurança das redes de criptomoedas, e que pode chegar antes do que o mercado imaginava

O ponto central está no tipo de criptografia que protege o Bitcoin. A rede depende de um sistema chamado criptografia de curvas elípticas — o ECC, da sigla em inglês — que garante que apenas o dono de uma carteira possa autorizar transações.

O problema é que esse sistema pode ser quebrado por computadores quânticos suficientemente poderosos (que ainda não existem). O que o Google trouxe de novo é que avanços recentes permitiram reduzir o poder computacional necessário para esse tipo de ataque em até 20 vezes em relação às estimativas anteriores. 

O debate que isso reacende vai além da tecnologia. O verdadeiro desafio para o Bitcoin está na sua própria natureza: por ser descentralizado, qualquer mudança de protocolo, inclusive uma atualização de segurança, exige consenso amplo de toda a rede. É um processo moroso por design, muito diferente do que aconteceria em um sistema centralizado, onde uma decisão técnica pode ser implementada de cima para baixo em questão de dias. 

Esse pode ser um dos pontos de inflexão que definirão se o ativo consegue se adaptar ou não diante de ameaças existenciais. É um risco de prazo mais alongado, há tempo para adaptações, mas que merece ser acompanhado de perto.  

Vale um adendo importante: isso não significa o fim das criptomoedas! A criptografia pós-quântica já existe e pode ser implementada em redes blockchain — a questão está em quão ágil esse processo será. E aqui, cada rede tem suas próprias características: algumas são mais ágeis para absorver mudanças de protocolo, outras não.  

Essa diferença pode, inclusive, abrir espaço para novas oportunidades — ativos que consigam se adaptar mais rápido tendem a sair na frente. Estaremos monitorando esses fatores de perto, tanto os riscos para o Bitcoin quanto as oportunidades que podem surgir nesse novo cenário.

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‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar

2 de Abril de 2026, 11:46

Enquanto muita gente ainda trata as memecoins como algo passageiro ou como ativos sem potencial, há investidores atentos explorando justamente o seu maior diferencial: a volatilidade.

O que antes era visto apenas como uma curiosidade impulsionada por memes ganhou espaço e relevância dentro do mercadode criptomoedas. Hoje, essas moedas já provaram que podem valorizar de forma explosiva em questão de minutos, reagindo rapidamente a tendências, notícias e ao ritmo acelerado do hype nas redes.

A partir dessa dinâmica nasceu o Memebot, ferramenta que une automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais.

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, a estratégia tem um objetivo muito claro: fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses.

A seguir, é possível entender melhor como isso funciona.

‘Memebot Flash Million’: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

A especialista de criptoativos da Empiricus Research, Heloisa Mendonça, possui um currículo de mais de 6 anos cuidando de patrimônios com criptomoedas. Ela relembra:

“Ao longo dos últimos anos, diversas ferramentas foram lançadas com estratégias da Empiricus para auxiliar os investidores brasileiros. Algumas com metas de ganhos mais modestas, outras mais ousadas. Mas, desta vez, nós estruturamos algo diferente”.

Esse “algo diferente” é o “Memebot Flash Million, uma ferramenta 100% automatizada que vai monitorar o mercado 24 horas.

O sistema do Memebot foi desenvolvido com base na estratégia da equipe de especialistas do departamento de ativos digitais da Empiricus Research. A proposta do robô, em suma,é rastrear os criptoativos mais promissores entre as memecoins, executando operações recorrentes e contínuas.

Pode parecer complexo, mas não é. Na verdade, a especialista Heloísa Mendonça reforça: qualquer pessoa pode usar o Memebot Flash Million. “Mesmo sem experiência ou sem conhecimento em ativos digitais”, ressalta.

Segundo ela, até quem preferir começar com valores mais acessíveis também pode se juntar ao grupo de investidores. O valor indicado inicial de R$ 3,5 mil é apenas para uma medida de comparação, para o investidor visualizar facilmente o potencial de crescimento de 30.000% que a ferramenta representa. Isto é, ter a chance de transformar:

  • R$ 500 em até R$ 150 mil;
  • R$ 1.000 em até R$ 300 mil; e
  • R$ 3.500 em até R$ 1 milhão.

Agora, a estratégia foi atualizada, com novos parâmetros que farão o robô “trabalhar” ainda mais. Com operações a cada 7 dias, o investidor estará diante de mais chances de lucro rumo ao R$ 1 milhão.

MEMEBOT: VEJA COMO BUSCAR LUCROS DE ATÉ 300x COM A FERRAMENTA

Assimetria e volatilidade: entenda as vantagens de ter um robô operando no criptomercado

Com foco nas oportunidades assimétricas, o algoritmo proprietário do Memebot Flash Million prioriza negociações que arrisquem pouco dinheiro diante de um potencial multiplicação elevada.

Para o investidor, a ferramenta pode servir como uma “mão na roda”. Isso porque o Memebot identifica automaticamente ativos em ótimo ponto de entrada, executa a compra e, mais tarde, a venda. Para o usuário do robô, resta apenas:

  • Definir os valores dos aportes;
  • Ativar a ferramenta;
  • Aguardar possíveis lucros enquanto o sistema faz todo o trabalho, 24 horas por dia.

Isso significa que, mesmo quando o investidor estiver dormindo, trabalhando ou aproveitando o tempo livre como preferir, o Memebot continuará buscando retornos explosivos.

Para conhecer melhor esse sistema que atua com critérios de probabilidade baseados em dados e algoritmos – e projeções promissoras de até 30.000% – confira o convite abaixo.

 ‘Memebot Flash Million’ vai começar a buscar lucros milionários em 22 de abril; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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A computação quântica pode destruir o Bitcoin mais cedo do que o esperado: verdade ou primeiro de abril?

1 de Abril de 2026, 15:51

O Google divulgou recentemente um white paper que está causando tumulto no mundo dos criptoativos. Escrito em coautoria com a Fundação Ethereum, a mensagem principal do documento é simples:

O computador quântico necessário para quebrar a criptografia que protege quase todas as carteiras de criptomoedas ficou muito menor – e muito mais barato – do que qualquer um imaginava.

Vou tentar analisar essa informação e explicar passo a passo.

Imagine que você, investidor cripto, tem uma chave particular (a chave da sua porta da frente) e uma chave pública (o endereço da sua casa, que qualquer pessoa pode ver).

Os cálculos que as conectam são tão absurdamente difíceis que nenhum computador comum conseguiria fazer uma “engenharia reversa” da sua chave privada a partir da sua chave pública: essa é a promessa que a computação quântica faz.

Mas um computador quântico pode executar algo chamado algoritmo de Shor (um atalho que explora a física quântica) para fazer exatamente isso: transformar sua chave pública em chave privada, e permitir que hackers com poder computacional quântico suficiente entrem em sua conta e roubem suas criptomoedas.

A grande questão sempre foi: quão potente esse computador quântico precisa ser?

Até esta semana, as melhores estimativas indicavam que seriam necessários cerca de 10 milhões de qubits físicos. Qubits são as unidades básicas de processamento de um computador quântico, algo semelhante aos transistores em um chip comum.

Dez milhões pareciam estar a uma distância segura, talvez décadas à frente – o próprio chip Willow, do Google, só tem 105 qubits.

Mas o Google acaba de reduzir esse número necessário para menos de 500.000 qubits, uma redução de 20 vezes.

Por outro lado, outras pesquisas são ainda mais ousadas em suas estimativas: a Oratomic (startup de computação quântica), o Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) e a UC Berkeley (Universidade da Califórnia – Berkeley) demonstram que computadores quânticos podem quebrar criptografia com “apenas” 10.000 qubits atômicos reconfiguráveis.

O Google estima 500.000 qubits, enquanto outras instituições renomadas estimam até menos. Em resumo: está mais claro do que nunca que as blockchains precisam de criptografia pós-quântica.

Agora, vamos para a parte menos chata de ler: o Bitcoin.

Aproximadamente 6,9 ​​milhões de BTC já têm suas chaves públicas visíveis na blockchain no momento. Carteiras antigas, endereços reutilizados, moedas dos “primórdios”. E o nome mais importante dessa lista? Satoshi Nakamoto.

Fonte: Arkham

Os bitcoins de Satoshi estão armazenados em um formato de carteira antigo, chamado P2PK, ou Pay-to-Public-Key (não precisa decorar o nome, é só para te informar mesmo).

Esse formato coloca a chave pública completa diretamente na blockchain, no momento em que as moedas são recebidas. As carteiras modernas escondem a chave por trás de uma segunda camada de cálculos matemáticos, enquanto as carteiras de Satoshi, não.

No Bitcoin, endereço é diferente de chave pública

  • Chave pública: É o par da chave privada, usado para verificar assinaturas digitais. Ela é longa e, em transações antigas, ficava exposta na rede. É como se fosse o número do seu RG, usado pelo sistema para validar que você tem o direito de movimentar aquele dinheiro;
  • Endereço Bitcoin: É uma representação curta e formatada da chave pública (geralmente começa com 1, 3 ou bc1). Funciona como um número de conta bancária, ou PIX, para receber bitcoins.

Quando você recebe Bitcoin, só aparece o seu endereço (hash da chave pública). Já a chave pública só aparece quando você gasta ou envia Bitcoin.

  • Quem envia → revela a chave pública ao gastar;
  • Quem recebenão revela a chave pública, só o endereço.

Mas isso era um problema das carteiras antigas, que não tinham uma tecnologia para resolver a questão. Hoje, as carteiras modernas têm uma tecnologia que evitam a reutilização da chave pública, logo, estão protegidas.

Ainda sim, é um grande problema, uma vez que as carteiras antigas que não foram atualizadas – e, portanto, não tem essa tecnologia – têm suas chaves públicas reveladas, e estão expostas à computação quântica.

E aqui está o ponto crucial…

Nenhuma atualização de software pode corrigir esse ponto retroativamente na carteira de Satoshi.

O próprio Satoshi precisaria fazer login e transferir essas moedas para uma nova carteira à prova de computação quântica. Se ele já faleceu (é no que a maioria das pessoas acredita), essas moedas estão permanentemente expostas.

É um pote de mel, de mais de US$ 70 bilhões, armazenado na blockchain, à espera.

Já existe uma proposta preliminar de Jameson Lopp, pesquisador e especialista em segurança do Bitcoin, para congelar moedas em carteiras vulneráveis ​​após um período de tolerância. Essa proposta incluiria o dinheiro de Satoshi, mas desafiaria o princípio fundamental do Bitcoin de que chaves privadas equivalem a propriedade.

Vocês devem imaginar que esse debate é acalorado e interminável…

A grande questão é que, antes deste artigo do Google, a ameaça quântica parecia um tema com o qual a próxima geração deveria se preocupar. O tipo de assunto que é ignorado em jantares. Mas agora, o próprio Google prevê sistemas quânticos úteis até 2029.

Então, o quanto devemos nos preocupar?

Embora seja um risco real, não é iminente. Não existe, hoje, nenhum computador quântico capaz de fazer isso. Provavelmente, ainda temos anos pela frente. Então, quais são as soluções?

  • A criptografia pós-quântica (uma nova matemática que nem mesmo os computadores quânticos conseguem quebrar) já está sendo testada pelo Ethereum, AlgorandSolana e outros;
  • O próprio Bitcoin já passou por atualizações bem-sucedidas antes (SegWit, Taproot), e pode passar novamente;
  • A Fundação Ethereum foi coautora deste artigo, o que demonstra que estão levando o assunto a sério.

Qual o meu palpite de como tudo isso vai terminar? Bom, acredito que toda a indústria cripto será obrigada a atualizar sua criptografia agora, enquanto ainda há tempo.

E, como resultado, os criptoativos se fortalecem.

  • LEIA MAIS: Criptomoedas em alta, baixa ou ‘estacionadas’? Não importa: o novo robô SOROS busca lucros de maneira automática em qualquer cenário; veja como

Variações semanais (23/03/26 a 31/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 68.226 | Var. -3,72%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.103 | Var. -2,64%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 58,74% | Var. -0,35%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. -2,52%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 316,223 bi | Var. +0,18%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 95,29 bi | Var 2,88%

*dados referentes ao fechamento em 31/03/26


Tópicos da semana

  • Michael Barr, do Fed, defende supervisão mais rigorosa sobre as stablecoins: O governador do Federal Reserve (Fed), Michael Barr, alertou que as stablecoins exigem uma supervisão federal robusta. Embora tenha reconhecido que o GENIUS Act fornece maior clareza, Barr destacou lacunas significativas restantes, incluindo regulação dos ativos de reserva, potencial de arbitragem regulatória entre estruturas estaduais e federais, exigências de capital e liquidez, e proteção ao consumidor. Os comentários indicam que o Fed pretende pressionar por regras mais rígidas durante a implementação, mesmo com a expansão das stablecoins para além do trading cripto, incluindo remessas, trade finance e gestão de tesouraria corporativa.
  • Nova regra busca abrir mercado de aposentadoria de US$ 8 trilhões para cripto: O Departamento de Trabalho dos EUA propôs uma regra de safe harbor que permite que fiduciários de planos de aposentadoria (os chamados “401(k)”) considerem investimentos alternativos, incluindo fundos ligados a criptomoedas, implementando a diretiva executiva de agosto de 2025 de Donald Trump para ampliar o acesso a planos de aposentadoria. A regra se aplica a um mercado de US$ 10,1 trilhões, distribuído em aproximadamente 721.000 planos elegíveis, onde atualmente apenas 4% dos planos de contribuição definida oferecem alternativas, e apenas 0,1% dos ativos estão alocados nelas. As dúvidas em aberto incluem as taxas reais de adoção pelos investidores e se o acesso ampliado via planos de aposentadoria poderia canibalizar a demanda por produtos de bitcoin baseados em ações já existentes.
  • BNP Paribas lança seis ETNs de cripto para clientes de varejo na França: O banco BNP Paribas está disponibilizando seis ETNs ligados a cripto, indexados a Bitcoin e Ether, para clientes de varejo franceses, abrangendo investidores individuais, empreendedores, clientes de private banking e usuários do Hello bank!, com potencial expansão para clientes de wealth management fora da França. O acesso do varejo europeu a produtos cripto regulados está acelerando: o Reino Unido reabriu o acesso a ETNs cripto para varejo em outubro de 2025, após uma proibição de quatro anos, e o banco alemão ING adicionou recentemente ofertas de ETNs da Bitwise e da VanEck. O BNP Paribas também vem ampliando sua exposição à blockchain, tendo ingressado na Canton Foundation em setembro de 2025, participado da rodada de financiamento de US$ 135 milhões da Digital Asset e lançado cotas tokenizadas de fundos de mercado monetário na rede Ethereum.

Gráfico da semana

Fonte: TradingView

Ao longo de 2026 (e já desde 2025), o Bitcoin vinha ficando para trás em relação ao ouro e ao Nasdaq, sequer participando do debasement trade, que favoreceu o ouro como alternativa ao dólar, ou do rali de tecnologia global puxado pela inteligência artificial (IA).

No entanto, o gráfico acima mostra que, desde o início do conflito no Oriente Médio, o BTC começou a mudar esse comportamento. O ativo passou a reagir melhor nesse ambiente de maior incerteza, reforçando sua tese como hedge geopolítico.


Por que o Bitcoin está caindo — e será que esse ciclo é diferente de tudo que já vimos?

No último episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos André Portilho (Head de Digital Assets do BTG Pactual) para uma análise profunda do momento atual do mercado de cripto.

A queda recente do Bitcoin levantou dúvidas importantes: estamos em bear market, ou apenas em uma correção? O institucional mudou o jogo? Será que as narrativas clássicas ainda fazem sentido?

Assista ao episódio na íntegra clicando aqui.

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Criptomoedas em baixa abrem oportunidade de compra: é quando ‘as fortunas e grandes viradas de vida são construídas’, diz especialista

31 de Março de 2026, 09:08

Neste ano de 2026, o mercado de criptomoedas está tomado pela aversão ao risco, vendo seus principais ativos, como o bitcoin (BTC), em preços lateralizados após devolver os ganhos do rali testemunhado em 2025.

É possível que muitos investidores se questionem se esse é o “fim” das oportunidades de alto potencial no mundo cripto, ou se ainda é possível buscar lucros mesmo quando as condições de mercado parecem desfavorável.

Bom, para investidores com mais facilidade de enxergar o “copo meio cheio”, boas notícias estão chegando: é possível que o mercado não se mantenha assim por muito tempo, começando pelo carro-chefe, que é o BTC.

“Estamos muito próximos de uma reversão no bitcoin, e temos que acompanhar os investidores de longo prazo. […] Aqueles que agem com a razão, e não com a emoção, são os que tendem a se beneficiar cada vez mais da volatilidade do mercado”. Quem afirma é Hernandes Nogueira, trader brasileiro com mais de 8 anos de experiência com cripto.

4 vezes na história: momento atual das criptomoedas é ‘raro’ e pode gerar ‘grandes viradas de vida’

Hernandes Nogueira é especialista em criptomoedas econquistou seu primeiro milhão por meio desse mercado antes mesmo dos 30 anos de idade. Hoje, compartilha insights sobre geopolítica e cripto em suas redes sociais.

Em live realizada em seu canal no YouTube e no Instagram na última quinta-feira (26), o especialista apresentou alguns dados que indicam uma possível “volta por cima” do bitcoin em breve:

  • Ativos escassos (como o ouro e o BTC) serão cada vez mais demandados por investidores, em meio ao atual cenário de conflitos geopolíticos e uma desconfiança generalizada global em relação às moedas fiduciárias como reserva de valor;
  • Há uma correlação do BTC com o ouro: historicamente, um ciclo de alta do ouro costuma ser sucedido de um ciclo de alta do BTC. No momento, segundo o especialista, a desvalorização do BTC em relação ao ouro chegou a um “ponto de exaustão”;
  • ETFs de bitcoin nos Estados Unidos estão voltando a acumular o ativo, comprando aos preços baixos.

Além disso, o especialista também aponta que o momento atual é semelhante a apenas três outros da história das criptomoedas – 2018, 2020 e 2021 – nos quais o mercado sofreu correções, mas logo em seguida apresentou valorizações históricas.

Ou seja, essa é apenas a quarta vez na história em que uma janela de oportunidade como essa é vista. Quem se posicionar em criptomoedas agora, pode buscar retornos “fora da curva” em sua carteira.

“Em 2021 tivemos uma alta que, em poucos meses, entregou retornos que levariam uma vida para conquistar no mercado financeiro tradicional. Isso está acontecendo novamente”, afirmou. “São momentos para realmente mudar o seu patamar financeiro. Se você entende o jogo, é aqui onde as fortunas e grandes viradas de vida são construídas”.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Porém, os dados foram apresentados por meio da análise gráfica dos dados históricos do bitcoin. A análise gráfica é uma das principais ferramentas de previsão de tendências em criptomoedas, utilizada por praticamente todos os especialistas desse mercado.

Existem oportunidades para além do bitcoin (BTC), segundo especialista

Aqui vai um ponto importante: o bitcoin (BTC) é utilizado como “capitão” do mercado de criptomoedas, e sua possível reversão significa que o mercado como um todo pode se recuperar. Mas não significa, especificamente, que o BTC é a única forma de buscar retornos expressivos.

Atualmente, a busca por lucros milionários a partir de quantias menores é possível, na maioria das vezes, por meio de operações com moedas de menor tamanho de mercado que o BTC, com estrada livre para o crescimento.

Com cerca de US$ 1,34 trilhões (R$ 7,03 trilhões) de valor de mercado atualmente, o BTC permite que investidores institucionais busquem grandes lucros, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Considerando o contexto atual de incertezas, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades “menos conhecidas” do mercado que podem trazer mais lucros a partir de valores mais baixos.

Segundo Nogueira, o bitcoin é uma opção “para aqueles que querem buscar uma boa valorização”, mas se o objetivo é buscar “algo que possa realmente mudar seu patamar financeiro”, uma outra oportunidade foi identificada.

‘Nova tacada’ com criptomoedas, identificada por especialista, vai em busca de até R$ 1,4 milhão de retornos

Hernandes Nogueira está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoedas, com a qual é possível buscar retornos de até R$ 1,4 milhão dentro dos próximos 12 meses – começando com aportes de “apenas” R$ 2.198.

Em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research –, essa “tacada” será disponibilizada para qualquer investidor interessado.

Por meio de um sistema online de copy trade, qualquer investidor poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

Basta “dar o aceite”, e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado.

De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara de se posicionar em um “alinhamento” que só aconteceu no mercado em outras três ocasiões, e que carrega alto potencial de geração de valor.

Gratuito: Conheça proposta da ‘nova tacada’ com criptomoedas na próxima segunda-feira (6)

Você é convidado para conhecer mais sobre a “nova tacada” com criptomoedas gratuitamente.

Na próxima segunda-feira (6), a partir das 19h, a proposta será apresentada por Hernandes Nogueira, juntamente com a Opt.me, em um evento online e gratuito.

Durante o evento, você poderá entender melhor o que está em jogo, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial, e decidir se a “tacada” faz sentido para os seus objetivos financeiros no momento.

Para participar do evento gratuito, basta reservar seu lugar clicando no botão abaixo e seguindo as instruções na tela:

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R$ 1 milhão até março de 2027? Conheça oportunidade ‘fora do radar’ em meio ao conflito do Oriente Médio

25 de Março de 2026, 12:00

O noticiário econômico está fortemente voltado para o conflito entre Irã, Israel e Estados Unidos, que tem mexido com os mercados e afetado fortemente o preço de algumas commodities. Embora seja fundamental acompanhar os desdobramentos do que ocorre no Oriente Médio, o fato de o tema dominar as manchetes pode fazer com que algumas oportunidades de investimentos passem despercebidas.

Uma dessas oportunidades está no universo das criptomoedas e vem sendo destacada por Jader Nogueira. Ele já foi classificado pela revista IstoÉ como o “maior trader” da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo.

Ao longo de sua trajetória, Jader operou em uma das maiores corretoras de ativos digitais do planeta. Em sua plataforma, ele desenvolvia estratégias que englobam proteção de capital em momentos de queda com potencial de alavancagem em ciclos de alta. Assim, ele adquiriu conhecimento avançado e dedicação constante ao mercado.

Agora, porém, essa inteligência que antes ficava limitada ao computador pessoal do trader foi transformada em um algoritmo replicável – que você pode conhecer mais de perto a seguir.

CONHEÇA JÁ A FERRAMENTA DE OBJETIVO MILIONÁRIO

Até R$ 1 milhão em 12 meses: veja como ferramenta vai buscar meta

Para o novo projeto que Jader apelidou de “pacto milionário”, ele vai lançar uma ferramenta automatizada, concentrada em operações com criptomoedas. A novidade chega ao mercado em parceria com a Opt.me — frente de desenvolvimento em tecnologia da Empiricus Research.

Para introduzir a ferramenta, é bom avisar que o seu funcionamento é muito simples. Na verdade, todo investidor comum poderá investir com apenas alguns cliques, sem precisar dedicar horas do dia aos processos.

Na forma de copy trade, o próprio Jader fará os investimentos, e os demais investidores só precisam “copiar e colar” as operações que o trader realizar, em um ambiente online dedicado. Ou seja, não é preciso estudar fundamentos, nem conhecer cada criptomoeda a fundo. Basta seguir os passos de quem já carrega anos de experiência no mercado.

Seguindo esse formato, o trader enxerga a possibilidade de alcançar uma valorização de até 30.000% em um ano, o que pode gerar um patrimônio milionário de acordo com o investimento inicial. Para se ter uma noção, uma multiplicação desse calibre seria como transformar aportes iniciais de:

  • R$ 1.041 mil em até R$ 330 mil;
  • R$ 2.082 em até R$ 660 mil;
  • R$ 3.125 mil em até R$ 1 milhão.

No criptomercado, atingir cifras dessa magnitude em tão pouco tempo, não envolve só comprar bitcoin e “torcer”. É preciso ter experiência para identificar as oportunidades com maior potencial multiplicador e saber a hora de comprar e também de vender.

Em um mercado complexo e volátil como esse, é bom lembrar que sempre haverá riscos e retornos passados não são garantias de retornos futuros. Por isso, o recomendado é que o investidor não aporte quantias que possam fazer falta em seu dia a dia.

Assim, com a quantia disponível – de preferência, a partir de R$ 3.125, para aqueles como um objetivo milionário – é possível começar a testar a ferramenta e ver como é possível buscar até R$ 1 milhão.

Inscrições abertas: participe do ‘pacto milionário’ e saiba como buscar lucros de até 30.000%

As vagas para o novo projeto do trader serão liberadas oficialmente na próxima segunda-feira (30). Neste dia, Jader Nogueira e o time da Opt.me trarão mais detalhes sobre a oportunidade:

  • Como funciona a ferramenta de copy trade;
  • Qual é a lógica da estratégia adotada nas operações;
  • Como os investidores brasileiros podem participar do desafio;
  • E como “aceitar oficialmente” fazer parte desse novo projeto.

O número de novas vagas é limitado. Portanto, o ideal é deixar seu nome na lista prioritária o quanto antes e, assim, ser avisado em primeira mão dos próximos passos.

Para acessar todas as informações e garantir uma vaga no evento, é só clicar no botão abaixo e fazer a inscrição gratuita.

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‘A próxima tacada’: saiba como criptomoedas podem transformar R$ 2.198 iniciais em até R$ 1,4 milhão de forma automática

24 de Março de 2026, 16:57

A partir do próximo dia 6 de abril, uma nova “tacada” no mercado de criptomoedas trará, aos investidores brasileiros, mais uma chance de buscar lucros milionários nesse mercado.

A ideia não vem de forma impessoal, mas sim de Hernandes Nogueira, trader brasileiro com 8 anos de experiência no mercado cripto, que já conquistou retornos acima da média com suas operações.

Hernandes Nogueira conquistou R$ 1,4 milhão com criptomoedas, e identificou nova oportunidade de potencial semelhante

Natural de Goiânia (GO), Hernandes Nogueira conquistou seu primeiro milhão por meio das criptomoedas – antes mesmo de completar 30 anos.

Segundo o próprio, a princípio, não havia muito dinheiro para investir, e o segredo para multiplicar seu patrimônio foi apostar em operações de alto potencial de valorização.

“Encontrei operações no mercado de criptomoedas que pagavam bem mais que o habitual. Comecei com pouco dinheiro, mas fui aumentando o meu patrimônio com operações que multiplicaram por até 100 vezes”, afirma.

Hoje, Hernandes compartilha insights sobre geopolítica e mercado cripto com mais de 400 mil seguidores no Instagram, e em seu canal do YouTube. E recentemente, compartilhou que chegou à marca de pouco mais de US$ 270 mil de retorno com suas operações.

Fonte: Hernandes Cripto. Retornos passados não são garantia de retornos futuros. Investimentos têm riscos e podem acarretar perdas para o investidor.

Com a variação cambial do dia 24 de março, no fechamento deste texto, esse é um valor que chega a cerca de R$ 1,42 milhão.

Fonte: Morningstar/Google, consultado em 24/03/26 às 14h07

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, esse retorno foi fruto de uma sequência de aportes financeiros realizados pelo trader ao longo do tempo, em diferentes operações.

Porém, após conquistar retornos como esse, Hernandes agora acredita que o momento atual de mercado permite uma “nova tacada”, com a qual é possível buscar valores próximos a esse (até R$ 1,4 milhão) mais uma vez, dentro dos próximos 12 meses.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Considerando o contexto atual de aversão ao risco, com as principais criptomoedas do mercado em baixa, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades mais promissoras para buscar lucros.

É o caso de Hernandes, que está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” de chances milionárias a partir de agora. E enxergando todo esse potencial, pensou: por que não compartilhá-lo com mais pessoas?

Unindo seus conhecimentos e a ideia de ajudar qualquer pessoa a buscar lucros, Hernandes se juntou à Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research – para disponibilizar essa “tacada” para o máximo de pessoas possível.

E o melhor: de forma automatizada, por meio da tecnologia copy trade que permite replicar suas operações.

Começando com R$ 2.198, é possível buscar retornos milionários com ajuda de Hernandes Nogueira

Por meio de um sistema online dedicado, qualquer brasileiro interessado em seguir essa “nova tacada” poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Hernandes Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

“Eu vou comprar e vender os ativos para você ter a chance de chegar lá, como eu fiz para mim mesmo ao longo dos meses”, afirma Hernandes.

Ou seja, não é necessário que o usuário estude os fundamentos do mercado de criptomoedas, ou dedique horas de seu dia às operações. Basta “dar o aceite” e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada.

E o melhor: não é necessário começar com quantias robustas. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado. De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara, que reúne três fatores de peso:

  • Buscar retornos milionários em um espaço relativamente curto de tempo;
  • De forma 100% automatizada;
  • Começando com aportes iniciais relativamente baixos.

E se você deseja saber mais sobre essa “nova tacada”, está convidado a conhecer a proposta de perto, e gratuitamente.

Conheça a ‘nova tacada’ com criptomoedas: evento online e gratuito traz detalhes no próximo dia 6 de abril

Para conhecer a proposta da “nova tacada”, Hernandes Nogueira e a Opt.me te convidam para um evento online e gratuito, no próximo dia 6 de abril, a partir das 19h.

Durante o evento, a proposta será apresentada em detalhes para todos os interessados e, ao final, os acessos à ferramenta de copy trade serão liberados para quem desejar prosseguir.

Porém, os convites ao evento são limitados. Para garantir o seu enquanto ainda há tempo, clique no botão abaixo e siga as instruções na tela:

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Inside information? Que ‘segredo’ os usuários do Polymarket estão guardando sobre o fim da guerra no Oriente Médio?

24 de Março de 2026, 12:55

Durante o último final de semana, Donald Trump deu um ultimato ao Irã dizendo que, se o país não abrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas, os Estados Unidos atacariam e destruiriam diversas usinas elétricas na região, começando pela maior.

Poucas horas antes de completar o prazo, Trump o prorrogou até sexta-feira (27), e disse que as conversas com o Irã foram “muito boas e produtivas”.

O bitcoin (BTC) saiu da faixa dos US$ 68 mil para os US$ 70 mil em questão de minutos, e o mercado respirou como um todo. Eis que…

O Irã, então, afirmou que não houve contato direto com Trump e, inclusive, não vai abrir o Estreito de Ormuz enquanto os EUA não se desculparem e repararem os estragos que causaram com a guerra.

Além disso, alegaram que Trump recuou, pois a ameaça era de atingir a infraestrutura energética de toda a Ásia Ocidental.

Sim, temos dois países contando histórias diferentes do que aconteceu. Enquanto um fala que as negociações estão progredindo, o outro fala que nunca houve qualquer negociação.

O que isso indica? Que provavelmente a guerra vai se estender, correto?

Enquanto isso, misteriosamente, 10 carteiras novas no Polymarket apostam em “SIM” para um cessar-fogo entre EUA e Irã acontecer entre os dias 31 de março e 15 de abril.

Fonte: X (antigo Twitter), Polymarket

Todos esses usuários acima, a favor de um “SIM”, com posições entre US$ 7 mil e US$ 24 mil.

99% das posições foram compradas com ordens a mercado, e o tamanho combinado soma aproximadamente US$ 160 mil. O pagamento em caso de cessar-fogo até o final desse mês soma algo em torno de US$ 1,04 milhão.

E sabe o que é mais curioso? Duas dessas carteiras idênticas apostaram anteriormente em “SIM” para o ataque dos EUA ao Irã antes de 28 de fevereiro – e sacaram US$ 135 mil.

Alguém está construindo uma posição gigantesca, e parece difícil acreditar que sejam apenas usuários aleatórios.

Portanto, fique de olho nas notícias. Semana que vem, trago uma atualização com gráficos sobre o ciclo das criptomoedas.


Variações semanais (16/03/26 a 23/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 70.862 | Var. -4,61%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.160 | Var. -7,81%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 58,95% | Var. -0,22%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,38 tri | Var. +2,25%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 315,686 bi | Var. -0,29%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 95,81 bi | Var.-3,79%

*dados referentes ao fechamento em 23/03/26


Tópicos da semana

  • New York Stock Exchange (NYSE) firma parceria com Securitize: a Securitize será o primeiro agente de transferência digital da NYSE, para liberar ações e ETFs tokenizados com negociação 24 horas por dia, 7 dias por semana, e liquidação instantânea via stablecoins.
  • Gemini é alvo de processo judicial por divulgações no IPO: A Gemini enfrenta uma ação coletiva (class-action) movida em Nova York, alegando que a empresa enganou investidores sobre sua estratégia de negócios antes e depois do seu IPO, em 2025. As ações estrearam a US$ 32 em setembro de 2025 e, desde então, caíram mais de 80%, para aproximadamente US$ 6. A combinação da forte queda do papel com o processo por valores mobiliários levanta questionamentos sobre os padrões de divulgação de empresas nativas de cripto que buscam abertura de capital.
  • Aave DAO dá um passo mais próximo da implementação do V4: A Aave DAO aprovou sua proposta de Aave Request for Comment (ARFC), com 100% de apoio, para iniciar as discussões sobre a implementação do Aave V4 na rede principal do Ethereum. A atualização introduz uma arquitetura modular de Hub and Spoke, na qual pools de liquidez compartilhados atendem múltiplos mercados de empréstimo por meio de linhas de crédito limitadas. O desenvolvimento contou com 345 dias de auditorias acumuladas, verificação formal, e um concurso público de segurança financiado pela DAO no valor de US$ 1,5 milhão. O ARFC representa a fase inicial de governança não-vinculante antes de avançar para uma votação vinculante on-chain de uma Aave Improvement Proposal (AIP) e, posteriormente, para a implementação efetiva.

Gráfico da semana

Fonte: X (antigo Twitter)

O gráfico mostra uma estimativa da receita do Polymarket após a introdução de um novo modelo de taxas, marcando uma mudança importante na estratégia da plataforma. Durante sua fase inicial, o Polymarket operou sem cobrar fees, priorizando crescimento e adoção (uma abordagem comum em cripto para atrair usuários e liquidez).

Agora, com volumes já relevantes (cerca de US$ 2,54 bilhões na semana analisada), a introdução de taxas passa a monetizar essa base. O modelo projetado indica aproximadamente US$ 13,4 milhões por semana (cerca de US$ 696 milhões anualizados), com destaque para a categoria de Crypto, responsável por quase metade da receita (aproximadamente 47%).

Um ponto interessante é a diferenciação de taxas entre as categorias: “esportes” apresenta as menores taxas, o que faz sentido, dado o ambiente altamente competitivo com casas de apostas tradicionais.

Já “crypto” concentra as maiores taxas, refletindo o fato de que o Polymarket é líder claro no nicho de prediction markets (mercados preditivos) atualmente.

Por outro lado, esse domínio pode começar a ser desafiado por players relevantes, como a Coinbase e a Hyperliquid, que já estão explorando iniciativas em prediction markets e podem representar um risco competitivo no médio prazo.

Ainda assim, o ponto mais importante é que, com infraestrutura e liquidez já estabelecidas, grande parte dessa receita tende a ter alta margem. Isso sugere que o Polymarket pode rapidamente se posicionar como uma das maiores (senão a maior) empresas lucrativas do mercado de cripto, caso consiga sustentar esses volumes e manter engajamento após a introdução das taxas.


Estamos entrando na maior crise global da história? É o começo de uma nova ordem mundial?

No último episódio do Crypto Never Sleeps, Daniel Lopez explica como guerras, energia, dólar e tecnologia podem estar conectados em um possível “reset” do sistema global — e o que isso significa para os seus investimentos. Assista clicando aqui.

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Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Até R$ 1 milhão em 12 meses: trader propõe ‘pacto’ com criptomoedas para buscar retornos de ‘décadas’ dentro de 1 ano

23 de Março de 2026, 10:35

Mesmo no mundo dos investimentos, do qual podem surgir cases de sucesso de pessoas “comuns” que enriqueceram em patrimônio, sabemos que multiplicar capital até tornar-se milionário não é uma tarefa fácil.

É preciso tomar decisões muito bem calculadas, saber gerenciar os valores e, também, ter uma quantia inicial favorável para começar a investir – caso o desejo seja obter resultados mais rápidos.

Uma matéria publicada em setembro de 2025 no portal Bora Investir, da B3, exemplifica bem esse cenário:

Fonte: Bora Investir/B3, consultado em 19/03/2026

Segundo simulações trazidas na matéria, o brasileiro que pode investir R$ 500 por mês ininterruptamente (o que já pode ser muito para a maioria da população, que vive com um salário-mínimo de R$ 1.621 mensais em 2026) precisaria do seguinte espaço de tempo para transformar os aportes mensais em R$ 1 milhão:

  • 29 anos e 8 meses, se investir em um ativo que renda a 100% do CDI (considerando um CDI de 14,9% em 2025);
  • 31 anos e 9 meses, se investir em ações do índice Ibovespa, considerando uma média de rendimento de 9% anuais para o índice;
  • 40 anos e 9 meses, caso os valores fossem investidos na poupança, com rendimento médio de 6% ao ano.

E vale lembrar que é normal que o poder de compra desses valoresseja corroído pela inflação ao longo do tempo: considerando que a média histórica da inflação brasileira está em torno de 5% ao ano, R$ 1 milhão não terá exatamente a mesma força daqui a quatro décadas.

Mas e se houvesse uma alternativa?

Jader Nogueira, trader e referência no mercado de criptomoedas no Brasil, não quis esperar décadas para mudar de vida.

Multimilionário graças ao mundo cripto, conquistou seu primeiro milhão em cerca de um ano – ao invés de décadas. E hoje, ensina outros brasileiros a operarem nesse mercado em busca de retornos semelhantes.

Para esse ano de 2026, Nogueira propõe um desafio ambicioso: ajudar qualquer interessado a buscar até R$ 1 milhão em “apenas” 12 meses, assim como aconteceu em sua vida pessoal. Em sua visão, esse será um verdadeiro “pacto” com quem topá-lo.

Conheça o ‘pacto’ que propõe transformar R$ 3.125 iniciais em até R$ 1 milhão com criptomoedas

A premissa é simples: ao invés de investir R$ 500 mensais em um produto de renda fixa tradicional, como os exemplos que mostramos anteriormente, quem topar o desafio de Jader Nogueira ingressará no mercado de criptomoedas, começando com um aporte inicial de R$ 3.125

A partir desses R$ 3.125, já será possível buscar até R$ 1 milhão em retornos dentro dos próximos 12 meses.

“Você demoraria 40 anos para chegar no primeiro milhão investindo 500 reais por mês. Mas eu quero buscar esse valor para você em 12 meses. É o meu pacto com você”, afirma Nogueira.

Ou seja, caso o investidor interessado “guardasse” R$ 500 por cerca de 6 meses, é como se o aporte inicial no projeto “se pagasse” depois desse período.

Esse foi o mesmo pacto que Jader Nogueira fez com a própria família. Aos 29 anos, quebrado financeiramente, prometeu à esposa e à filha que mudaria de vida dentro de um ano.

E ele cumpriu a promessa. Aos 30 anos, já havia conquistado seu primeiro milhão operando no mercado de criptomoedas. Aos 32, já acumulava mais de R$ 30 milhões em patrimônio. Agora, propõe “buscar o valor para você”. Mas como?

Por meio de um sistema automático de copy trade, viabilizado em parceria com a Opt.me (frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research). Qualquer investidor “plugado” a ele poderá copiar e colar as mesmas operações de Nogueira no mercado de criptomoedas.

O valor de R$ 3.125 é o recomendado pelo sistema para começar a utilizá-lo de forma que a busca pelo milhão seja viabilizada.

Jader Nogueira será o “piloto” do projeto, usando de todo o seu “know-how” de quase uma década com criptomoedas, para selecionar as operações mais promissoras do mercado em busca desses retornos.

Ou seja, da sua parte, não é necessário estudar fundamentos de mercado. Basta seguir os passos de quem já carrega anos de experiência e que, na história recente, já apresentou retornos como esse publicamente:

Fonte: Binance (Período: 27/01 a 26/02/2024)

Vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, não é recomendado que os investidores entrem no “pacto” com quantias que possam fazer falta no dia a dia.

Ao mesmo tempo, essa é uma oportunidade rara de buscar retornos milionários a partir de aportes iniciais relativamente baixos, o que, como mencionamos no início do texto, não é tão fácil de conseguir por métodos mais tradicionais.

Então, se seu momento de vida permite topar esse desafio, as inscrições para conhecer o “Pacto” com Jader Nogueira já estão abertas.

Inscreva-se para conhecer o ‘Pacto’: acessos ao projeto serão liberados no dia 30 de março

Se você tem interesse em participar do “pacto” proposto por Jader Nogueira, está convidado a participar de um evento online e gratuito no próximo dia 30 de março, a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes do projeto serão apresentados aos interessados, e você pode decidir se a proposta faz sentido para você, sem compromisso.

As vagas no evento são limitadas. Portanto, sugerimos que você registre seu interesse em participar: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita:

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É hoje (23): ferramenta que pode multiplicar investimentos em até 300x e buscar até R$ 1 milhão terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

23 de Março de 2026, 08:00

A partir das 19h desta segunda-feira (23), o Memebot One Million, software que busca lucros milionários com criptomoedas de forma 100% automática, vai liberar acessos para uma nova leva de interessados.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

SAIBA MAIS SOBRE O MEMEBOT ONE MILLION

Como o Memebot One Million opera em busca de lucros milionários?

Para quem ainda não está familiarizado, o Memebot One Million é o primeiro robô automatizado com foco em conquistar até R$ 1 milhão em 12 meses. A ferramenta funciona de forma 100% automática, “escaneando” o mercado de criptomoedas atrás dos ativos digitais de maior potencial de valorização disponíveis no momento.

Não basta selecionar qualquer ativo: o objetivo completo é buscar lucros de até seis dígitos. Uma vez que os ativos mais promissores são encontrados, são iniciadas operações automáticas de compra e venda.

Da parte do usuário com acesso válido, basta apenas:

  1. Instalar a ferramenta em sua conta na corretora;
  2. Entrar com os aportes financeiros;
  3. Apertar “copiar” uma única vez; e
  4. Deixar o restante por conta da ferramenta.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista do milhão.

Através da Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, a casa está relançando o Memebot One Million, em uma nova fase do projeto. Agora, a equipe de especialistas da Empiricus conta com um reforço.

Heloisa Mendonça, com mais de 6 anos de experiência trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto, veio se juntar ao projeto. Ao lado de Valter, a especialista vai integrar a equipe com toda a sua expertise.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Memebot One Million

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Memebot One Million.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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O que a manutenção nos juros dos EUA, e um novo movimento regulatório, significam para o mercado de criptomoedas

22 de Março de 2026, 15:00

A semana que se passou foi carregada em eventos macro. O conflito no Oriente Médio continua no centro das atenções: não apenas pela questão bélica, mas pelas distorções que tem gerado na economia, e que terminaram por impactar as decisões de política monetária ao redor do globo. 

Os quatro maiores bancos centrais do planeta reuniram seus comitês na mesma semana: Federal Reserve, Banco Central Europeu, Bank of England e Bank of Japan. O veredito, sem exceção, foi o mesmo: pausa. Com a inflação pressionada pela energia e sem perspectiva clara de alívio no conflito, qualquer movimento nos juros torna-se uma decisão de risco, dado que o impacto ainda é difícil de calcular. 

Nesta edição, destrinchamos como essa dinâmica afeta os criptoativos, o que saiu da reunião do FOMC — o comitê de política monetária dos EUA, cuja decisão é a que mais pesa sobre o segmento e acaba por influenciar as demais — e um movimento regulatório que o mercado aguardava há anos. 

De olho no gráfico: bitcoin (BTC) em reversão à média

O bitcoin (BTC) chegou a testar a resistência dos US$ 76 mil na terça-feira (17), nível que já havia funcionado como teto no início de março. A rejeição foi rápida.

No rastro das bolsas americanas — pressionadas pelo PPI acima do esperado e pelo tom mais cauteloso do Fed — o ativo recuou, agora lutando para ficar acima da faixa dos US$ 70 mil

O momentum da semana veio sustentado por entradas via ETFs de bitcoin listados nos EUA e compras sistemáticas da Strategy (MSTR), empresa que adota o bitcoin como principal reserva de valor em seu balanço.

Ainda assim, nosso modelo proprietário de análise topológica, que tenta identificar a “forma” do mercado para distinguir regimes de tendência de lateralização, aponta que o ativo segue em regime de reversão à média, sem força suficiente para um movimento direcional expressivo no curto prazo.

Fonte: Farside

O mercado de derivativos corrobora essa leitura. Os dados mostram que há pouca alavancagem acumulada, ou seja, poucos investidores estão apostando com dinheiro “emprestado” — o que reduz o risco de liquidações em cascata e movimentos bruscos de preço

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

De olho nos juros: FOMC mantém taxa nos EUA entre 3,5% e 3,75%

Na quarta-feira, o FOMC manteve a taxa de juros norte-americana entre 3,50% e 3,75%. A decisão em si não moveu nada, e há uma razão para isso.

Quando uma expectativa se torna amplamente compartilhada, dizemos que ela já está embutida nos preços antes de acontecer. A manutenção estava tão precificada que sua confirmação foi quase ignorada. O que o mercado buscou foi o que viria depois: o guidance, que chegou em duas formas.

A primeira, foram os relatórios publicados junto com a decisão. O dot plot, diagrama onde cada membro do comitê registra onde acredita que os juros devem estar ao longo dos próximos anos, mostrou divisão: sete membros não veem cortes em 2026, e outros sete veem apenas um.

Não é um comitê alinhado, é um comitê que genuinamente não sabe (reflexo. em boa parte. da imprevisibilidade de uma guerra). As projeções econômicas reforçaram isso: inflação revisada para cima, crescimento revisado levemente para cima também. A economia não está quebrando, o que tira a urgência de cortar os juros. Mas a inflação tampouco está domada. 

A segunda forma foi Jerome Powell, presidente do Fed, na coletiva de imprensa. Quando questionado sobre a solidez das projeções, foi direto: admitiu ter “pouca convicção” nelas. O motivo é o conflito no Oriente Médio. Ninguém sabe quanto tempo vai durar, até onde o petróleo pode ir, nem como isso vai se propagar pelos preços ao longo dos próximos meses. 

O cenário que se desenha é o que o mercado chama de “higher for longer“, juros elevados por mais tempo. O Fed não vai cortar enquanto a inflação não mostrar sinais claros de melhora, e quanto mais o conflito se prolonga, mais ela tende a persistir. Para ativos de risco, isso significa um ambiente macro de menor liquidez e maior custo de oportunidade — ao menos enquanto o quadro não mudar. 

O mapa regulatório pelo qual o setor esperava

Em meio à pressão macroeconômica, a semana trouxe um movimento pelo qual o mercado cripto aguardava há anos

Na segunda-feira (16), SEC e CFTC publicaram conjuntamente um documento de 68 páginas que representa a primeira taxonomia formal do mercado cripto nos Estados Unidos, uma espécie de mapa oficial que classifica os diferentes tipos de ativos digitais, e define quem regula o quê.

A conclusão central é que a maioria dos criptoativos não é considerada valor mobiliário, e passa a ser tratada como commodity digital, sob jurisdição principalmente da CFTC.  

O documento lista ativos nessa categoria como: Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP, Cardano, Chainlink, Avalanche, Polkadot, Dogecoin, Litecoin, Stellar, Hedera e Algorand. Estes são os principais ativos do mercado, representando cerca de 85% do volume negociado nas exchanges por market cap

Para se ter ideia, alguns podem ser convertidos entre si de forma direta e instantânea pela nova funcionalidade de Conversão Direta de Criptoativos do BTG Pactual, que permite migrar entre posições sem a necessidade de duas operações separadas – mais um ponto positivo para a “institucionalização” do mercado. 

O que ainda continua sendo “security“? Ativos que representam instrumentos financeiros tradicionais em formato digital, como ações tokenizadas e títulos de dívida tokenizados. Se o ativo existe para replicar algo que já existe no mercado tradicional, continua sob as regras da SEC. Se é nativo do universo cripto, cai na nova classificação. 

Historicamente, SEC e CFTC disputavam jurisdição sobre os mesmos ativos, criando um limbo em que ninguém sabia ao certo a quem recorrer. O documento formaliza a divisão de responsabilidades e sinaliza o fim da chamada “regulation by enforcement“, prática em que os reguladores atuavam processando empresas em vez de publicar regras claras.

Com a CFTC, agência historicamente mais pragmática e menos agressiva que a SEC, assumindo o papel central, o ambiente para inovar e atrair capital institucional muda de patamar. 

O que isso muda na prática? Exchanges podem listar SOL, ADA e outros sem risco de processo da SEC, o que havia travado sua adoção nas maiores plataformas americanas. Para bancos e gestoras, a classificação entrega o parecer jurídico que os departamentos de compliance precisavam para aprovar custódia.

O pipeline de ETFs também se beneficia: com ADA, LINK, AVAX e DOT agora classificados, pedidos de ETFs spot têm caminho regulatório mais claro. Há mais de 126 pedidos aguardando análise na SEC. 

O documento é uma interpretação regulatória, não lei — e uma administração futura poderia revertê-la. É por isso que o Clarity Act continua sendo peça fundamental: ele transformaria essa interpretação em legislação permanente.

O problema é que o projeto segue parado no Senado desde julho de 2025. Abril é o deadline crítico: se não avançar no comitê até lá, as chances de aprovação em 2026 caem de forma relevante, com o calendário legislativo sendo tomado pelas eleições de meio de mandato (midterms) a partir do segundo semestre. 

O contraste da semana é claro: bancos centrais hesitando entre inflação e crescimento, jogando para frente qualquer afrouxamento. Reguladores entregando o mapa que o setor aguardava. Sob outra perspectiva, o que temos é preço e fundamento divergindo, enquanto o cenário macro ofusca avanços expressivos do lado institucional e regulatório.

O mercado cripto opera hoje com um market cap nos mesmos níveis de 2021, quando não havia nenhuma regulação clara, nenhum ETF aprovado e nenhum banco central discutindo o setor. O pano de fundo mudou radicalmente; o preço, ainda não. Em um momento de alívio, essa pressão represada pode se manifestar com mais intensidade. 

Mineração de Bitcoin: o que é, e como funciona? | Crypto Direto ao Ponto #5 

Você já ouviu falar que o Bitcoin é “minerado”, mas nunca entendeu exatamente como isso funciona? Neste episódio do Crypto Direto ao Ponto, a especialista em criptomoedas Heloisa Mendonça, da Empiricus, explica de forma simples e direta. Assista aqui:

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Você perdeu essas três notícias do mercado de criptomoedas enquanto ‘rolava’ a tela do celular

18 de Março de 2026, 14:23

Enquanto todos nós atualizávamos nossos feeds de notícias macro e geopolíticas para aliviar o estresse, três grandes acontecimentos no mundo das criptomoedas passaram completamente despercebidos nas últimas 24 horas.

1. Mastercard concorda em adquirir a BVNK por US$ 1,8 bilhão

Nunca ouviu falar da BVNK? Eu também não, mas é uma empresa de infraestrutura de stablecoins.

Pense nela como a camada de infraestrutura que permite que grandes instituições financeiras movimentem stablecoins e ativos tokenizados, sem precisar substituir toda a sua estrutura tecnológica e começar do zero.

Agora, a Mastercard está adquirindo empresas como essa em massa. Não porque queiram se tornar uma empresa de criptomoedas em si – eles querem continuar sendo a Mastercard de hoje.

Mas a BVNK permite que eles façam o que já fazem, ao mesmo tempo em que também capturam a movimentação de dinheiro on-chain em mais de 130 países.

Essa história parece familiar? No ano passado, a Stripe adquiriu a Bridge (outra empresa de infraestrutura de stablecoins). Agora, a Mastercard adquire a BVNK.

O padrão está ficando mais claro: os gigantes do setor financeiro tradicional não estão construindo suas próprias infraestruturas de criptomoedas, mas sim comprando empresas que já as construíram.

2. Cinco bancos dos EUA anunciam que estão depositando na blockchain

Não são stablecoins. São depósitos bancários reais, representados em uma blockchain.

Os bancos: Huntington Bancshares, Old National Bancorp, First Horizon, M&T Bank e KeyCorp.

Todos estão testando algo chamado Cari Network: uma plataforma de depósito tokenizada construída sobre o Prividium da ZKsync. Basicamente, é uma camada de preservação de privacidade projetada especificamente para instituições financeiras:

  • Transações são verificadas sem expor os dados;
  • Concorrentes não podem ver suas posições;
  • Órgãos reguladores ainda podem auditar tudo.

Eis o motivo pelo qual isso causa um impacto diferente: O dinheiro continua segurado pelo FDIC, dentro do perímetro regulatório. O banco não muda – mas a infraestrutura que o sustenta, sim.

Liquidações de processos, que antes levavam dias, agora levam apenas segundos. E tudo funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Eu entendo, esses bancos não são o JPMorgan ou o Bank of America, estão no nível intermediário dos bancos regionais… mas, se funcionar, os grandes seguirão o exemplo.

Por fim,

3. Bitmine (BMNR) acaba de fazer três movimentos simultâneos

A Bitmine (NYSE: BMNR) liderou uma rodada de financiamento de US$ 125 milhões para a Eightco (Nasdaq: ORBS), investindo US$ 75 milhões.

A Eightco usou US$ 50 milhões desses recursos para comprar uma participação na OpenAI, dona do ChatGPT.

E enquanto tudo isso acontecia, a Bitmine aumentou silenciosamente suas reservas de ethereum (ETH), chegando a 4.595.562. Isso representa um aumento de 65.000 ETH em sete dias.

Junte tudo isso, e a leitura fica cristalina:

A BMNR não está escolhendo entre criptomoedas e inteligência artificial (IA). Estão apostando em um mundo onde os dois convergem, e usando um para financiar o outro.

Eles acumularam uma reserva financeira em Ethereum, e a usaram como plataforma de lançamento para entrar na “corrida armamentista” da IA.

O cenário macroeconômico atual é conturbado, isso é inegável.

Mas enquanto todos nós estávamos de olho nos preços do petróleo e nos mapas de guerra, a infraestrutura institucional do mundo cripto teve uma de suas maiores semanas em muito tempo.

A Mastercard está entrando nesse mercado. Os bancos estão testando depósitos on-chain. E os investidores mais experientes estão integrando criptomoedas e inteligência artificial, antes que o resto do mercado perceba.

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

Variações semanais (09/03/26 a 16/03/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 74.294 | Var. +8,44%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 2.343 | Var. +17,62%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 59,08% | Var. -0,11%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. +8,19%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 315,827 bi | Var. +0,85%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 99,595 bi | Var.+4,75%

*dados referentes ao fechamento em 16/03/26


Tópicos da semana

  • OpenSea adia lançamento do token SEA devido às condições desafiadoras de mercado: A OpenSea adiou o lançamento do token SEA, que estava previsto para 30 de março, com o cofundador Devin Finzer reconhecendo diretamente o atraso;
  • Fundação Solana lança a plataforma de agregação de ativos @tokens: A Fundação Solana lançou o @tokens, seu primeiro produto oficial, que agrega as representações fragmentadas e com múltiplas variantes de ativos estrangeiros na Solana (por exemplo, as várias versões de Bitcoin “wrapped”) em uma única camada neutra com novas APIs. A plataforma também oferece um feed de notícias com assistência de IA, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, destacando manchetes globais conectadas diretamente a ativos negociáveis relevantes na rede Solana;
  • Argentina ordena bloqueio nacional do Polymarket: Um tribunal de Buenos Aires determinou o bloqueio nacional do Polymarket após uma denúncia da loteria da cidade, citando operações de jogo não-autorizadas e a ausência de verificação de idade, o que permite a participação de menores. O órgão regulador de comunicações, ENACOM, foi instruído a coordenar a aplicação da medida com os provedores de internet (ISPs), e tanto o Google quanto a Apple foram orientados a remover os aplicativos móveis do Polymarket das lojas argentinas. A Argentina se torna o segundo país da América Latina a proibir a plataforma, depois da Colômbia, juntando-se a mais de 30 países no mundo que restringiram o acesso. A atenção aumentou após as probabilidades em um mercado do Polymarket, que acompanhava o índice de inflação de fevereiro da Argentina, mudarem bruscamente 15 minutos antes da divulgação oficial dos dados, levantando suspeitas de uso de informação privilegiada.

Gráfico da semana

Conforme demonstrado abaixo, o preço do bitcoin (BTC) está seguindo aproximadamente a tendência de 2022, no atual mercado de baixa.

Fonte: The DeFi Report

Em 2022, vimos uma recuperação de dois meses (+34%) durante o mesmo período de baixa no mercado, que coincidiu com o início da guerra entre Rússia e Ucrânia. Essa recuperação contrária à tendência foi rejeitada na média móvel de 50 semanas, e o BTC acabou despencando. Levaria quase dois anos para recuperar esse nível.

Nas últimas seis semanas, vimos uma recuperação semelhante, com o BTC subindo 22% em relação às mínimas do início de fevereiro.

A principal diferença entre 2022 e atualmente, é que, na minha visão, o BTC já entrou em território de valor justo.

Portanto, embora a queda de hoje seja semelhante àquela de 2022, creio que o mercado atual de baixa está mais avançado na formação de uma mínima macro.


Assista ao último episódio do podcast Crypto Never Sleeps aqui.

Saiba mais sobre nossos fundos de criptoativos: Empiricus Criptomoedas e Empiricus Cripto Metals Blend

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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Com criptomoedas em recuperação, ferramenta ‘buscadora de lucros’ ajuda investidores a surfar janela de oportunidade

17 de Março de 2026, 08:27

O ano de 2026 não começou com ventos muito favoráveis ao mercado de criptomoedas. Com alta pressão vendedora e um sentimento generalizado de medo nos mercados, o bitcoin (BTC), maior criptomoeda do mundo e barômetro das demais, chegou a se aproximar dos US$ 60 mil no início de fevereiro, preço mais baixo desde outubro de 2024.

Inicialmente, parte dos especialistas associava a queda do mercado à realização de lucros dos investidores pós-rali de 2025. Mas o “banho de sangue” se consolidou especialmente após a escalada dos conflitos no Oriente Médio, que disseminaram aversão ao risco a nível global.  

Porém, nos últimos dias, o bear market parece ter ganhado um alívio. Até o fechamento desse texto, na manhã de segunda-feira (16), o bitcoin (BTC) negociava na casa dos US$ 73 mil (R$ 384 mil), uma alta de 2,5% nas últimas 24 horas.

E o BTC não foi o único a subir: o grande destaque do dia ficou por conta das altcoins. Mais especificamente, memecoins como PEPE, BONK e PENGU.

Somente a PEPE, até o fechamento desse texto, acumulava alta de quase 20% nas últimas 24 horas. Já as outras citadas, BONK e PENGU, subiam 10% e 9% no mesmo período, respectivamente.

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 16/03/2026 às 10h50

Uma recuperação no mercado, de maneira geral, pode deixar alguns investidores mais otimistas, especialmente aqueles à espera de uma possível “luz no fim do túnel” para buscar lucros.

Porém, de acordo com o portal CoinDesk, referência em notícias do universo cripto, essa janela pode se fechar em breve. O relative strength index (índice de força relativa, em português) sugere que o mercado está “sobrecomprado” nesses ativos em alta, o que pode indicar que uma retração está próxima:

Fonte: CoinDesk, consultado em 16/03/2026

Esse caso apenas reforça a realidade de que, no mercado cripto, muitos dos “cases de sucesso” – de investidores que embolsaram grandes lucros – partem de uma janela de oportunidade. Isto é, um momento específico que, se detectado no ponto certo de entrada, pode entregar os retornos dos sonhos.

Nesse exemplo citado, investidores que compraram PEPE dentro dessas 24 horas conseguiram retornos de 20% em cima do capital inicial investido. É um número que pode significar muito, a depender das quantias envolvidas.

Porém, sabemos que nem todo investidor tem tempo hábil, ou conhecimento o suficiente, para acompanhar o mercado ao ponto de saber exatamente em quais moedas investir – e o momento exato de entrada – para buscar lucros.

E é aí que entra a uma ferramenta automatizada criada exatamente com este intuito: detectar as janelas de oportunidade com altcoins – mais especificamente, memecoins independentemente do sentimento de mercado e, assim, buscar lucros para qualquer usuário.

Memebot One Million: conheça a ferramenta programada para buscar lucros milionários com criptomoedas

O Memebot One Million é um software automatizado, cujo único objetivo é buscar lucros explosivos com memecoins para seus usuários.

Como o próprio nome da ferramenta já entrega, o foco no “milhão” é exclusivo: seus algoritmos estão programados para selecionar apenas moedas cujas operações possam transformar os investimentos iniciais em retornos de até seis dígitos em potencial.  

Enquanto o usuário pode “seguir sua vida” sem necessariamente acompanhar o mercado, o Memebot One Million trabalha em tempo real, “escaneando” o mundo das criptomoedas em busca das altcoins de maior potencial do momento.

Após selecionar os ativos, o Memebot também fica responsável pelos processos de compra e venda de forma automatizada. Da parte do investidor, basta apenas:

  • Instalar a ferramenta;
  • Entrar com os aportes financeiros;
  • Apertar “copiar” uma única vez;
  • Deixar o restante acontecer.

Começando com cerca de R$ 3,5 mil, já é possível partir em busca do milhão com o Memebot One Million

As configurações do Memebot One Million permitem que o usuário inicie com quantias relativamente baixas: o recomendado é iniciar com aportes em torno de R$ 3,5 mil.

A partir dessa quantia, a ferramenta já é capaz de buscar até R$ 1 milhão em retornos. Mas vale ressaltar que, quanto maior o rendimento-alvo do usuário, maiores os riscos e os aportes que devem ser realizados.

Versões anteriores do Memebot, lançadas em 2025 sem a configuração voltada exclusivamente para retornos milionários, conseguiram resultados expressivos com memecoins. Dentre eles, podemos citar:

  • +88,62% em BANANA31
  • +46,80% em TURBO
  • +33,77% em FLOKI
  • +28,76% em USELESS
  • +16,82% em BOME

Essas são moedas semelhantes às memecoins citadas anteriormente, que estão em alta essa semana (PEPE, BONK, PENGU). Todas foram garimpadas pelo Memebot no momento exato de captura de valorização, e trouxeram bons retornos aos usuários.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros. O mercado de criptomoedas é altamente volátil, e os investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Apesar disso, essa é uma ferramenta desenvolvida por experts neste mercado, que permite que qualquer usuário, mesmo com pouca experiência, tenha apoio profissional para buscar os retornos desejados.

E por que investir em altcoins ao invés do bitcoin (BTC)?

Você pode até se perguntar: mas o bitcoin (BTC) não pode ser uma das moedas negociadas pelo Memebot One Million?

Bom, a questão é que o foco exclusivo da ferramenta está em buscar retornos milionários. Potenciais como este, atualmente, são encontrados em moedas menos conhecidas e de menor tamanho de mercado que o BTC.

Mesmo com as quedas registradas nos últimos meses, o bitcoin (BTC) segue com um valor de mercado gigantesco, de cerca de US$ 1,48 trilhões (R$ 7,8 trilhões).

Esse volume até permite que investidores institucionais (com bilhões em caixa disponíveis) busquem grandes lucros com seus BTCs, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Encontro gratuito: conheça o Memebot One Million em detalhes na próxima segunda-feira (23)

Se você deseja conhecer o Memebot One Million em detalhes, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (23), a partir das 19h.

Nessa data e horário, a ferramenta será apresentada aos interessados, e você poderá decidir se a proposta faz sentido para seus objetivos como investidor.

Para aqueles que optarem por acessá-la, os novos logins da ferramenta serão liberados logo após o evento.

Para garantir seu lugar na reunião, é bem simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é gratuito:

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É hoje (16): robô que busca lucros até de madrugada está com as inscrições abertas

16 de Março de 2026, 08:00

Para quem se interessa por investimentos internacionais e criptomoedas, uma nova oportunidade abre nesta segunda-feira (16). O Robô 3 Rendas (R3R), desenvolvido pelo trader André Antunes e sua equipe, será liberado para um grupo de “usuários beta”.

A ferramenta tem como objetivo ajudar o investidor a explorar os ativos digitais durante a abertura dos mercados da Ásia, Europa e Estados Unidos. Assim, ele vai buscar até três vezes mais chances de renda, mesmo para investidores com pouca experiência e um valor inicial baixo.

Nos últimos 12 meses, durante sua fase de testes, este sistema foi capaz de transformar um investimento inicial de R$ 2 mil em cerca de R$ 5.960 – o que equivale a uma valorização de 198%*.

Agora, a ferramenta está prestes a ser liberada para um grupo de “usuários beta”, em parceria com a Opt.me, frente de tecnologia da Empiricus. A seguir, explico como você pode entrar para esse grupo seleto de usuários.

Entenda potencial de lucros globais do Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar criptomoedas acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia, quando é noite no Brasil;
  • Europa, na madrugada;
  • EUA, pela manhã.

Isto é, enquanto a bolsa brasileira permanece fechada, o robô vai continuar operando para localizar e efetuar operações com ativos nas regiões do mundo mencionadas. Após identificá-las, o próprio software se encarrega de realizar as operações de compra e venda automaticamente.

Assim, os usuários podem triplicar as chances de renda diária. A proposta não é que o R3R realize operações de forma ininterrupta, mas que execute os movimentos específicos quando identificar oportunidades geradoras de renda.

Foi dessa forma que, durante os 12 meses de teste, o R3R gerou uma rentabilidade de 198%*, considerando os erros e acertos. É claro que, como todo investimento de renda variável e volatilidade elevada, não é possível garantir que os mesmos lucros se repetirão.

Entretanto, para Antunes, as oportunidades neste segmento tendem a ser exponencias e valores iniciais de R$ 1 mil serão suficientes para quem está disposto a começar a “molhar os pés” em investimentos internacionais.

Libere seu acesso hoje: evento gratuito de lançamento do R3R para buscar até três vezes mais chances de renda extra diária

Se essa proposta despertou seu interesse e você quer saber mais sobre o robô, porém ainda sem gastar um centavo, já reserva na sua agenda. Nesta segunda-feira (16), André Antunes disponibilizará um passo a passo explicando como acessar o sistema R3R.

Durante o evento, você também vai entender melhor a estratégia por trás da tecnologia que atua em mercados globais para capturar bons lucros. Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

*Projeção de ganhos feita com base em backtest realizado de 19/02/2025 a 20/02/2026, para um capital investido de R$ 25.000 no exemplo. A quantidade de operações pode variar conforme as condições de mercado. O R3R não garante três execuções por dia, pois foi programado para operar apenas quando os critérios e parâmetros da estratégia são atendidos.

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É hora de comprar bitcoin (BTC)? Mesmo com alta na última semana, ainda há riscos de médio prazo

15 de Março de 2026, 15:00

À medida que o bitcoin (BTC) se institucionalizou, com a aprovação dos ETFs e empresas listadas carregando BTC em caixa, a criptomoeda pagou o preço desse amadurecimento: passou a ser negociada em maior sincronia com ações de tecnologia nas carteiras de grandes investidores. 

Como resultado, quando o setor de softwares entrou em “colapso narrativo”, arrastado pelo medo de que a inteligência artificial (IA) tornaria plataformas inteiras obsoletas, o bitcoin foi junto. Não porque seus fundamentos mudaram, mas porque os mesmos gestores que venderam software, também venderam BTC na mesma tacada. 

Agora, pela primeira vez em meses, essa dinâmica dá sinais de reversão: o bitcoin começa a ganhar momentum frente a pares importantes, como o S&P 500 e o ouro, depois de um longo período perdendo terreno em termos relativos. 

Nesta edição, especulamos sobre a pergunta de ouro: “é um bom momento para comprar bitcoin?”

Além disso, abordamos o risco de médio prazo, que ainda permanece no radar, e os dois avanços regulatórios desta semana que podem mudar o jogo para o mercado cripto. 

De olho nos últimos acontecimentos do mercado de criptomoedas

O bitcoin (BTC) segue formando fundos progressivamente mais altos. Com suporte na região dos US$ 68 mil e resistência próxima aos US$ 76 mil, o ativo opera em um intervalo que, até agora, tem sido respeitado. E, no curtíssimo prazo, as probabilidades se inclinam para o upside

O principal catalisador é o setor de softwares voltando a ganhar força (dinâmica que exploramos na edição passada, e que segue se perpetuando). E o bitcoin, que havia sido castigado pela correlação, passa a se beneficiar dela, no sentido contrário. 

O resultado é o que vemos agora: BTC voltando a performar melhor que pares importantes (S&P 500 e ouro), sugerindo que está descontado em relação a eles e começando a apresentar uma assimetria de risco, no mínimo, interessante. 

  • VEJA MAIS: Essa ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão – veja como acessar

O horizonte de médio prazo, no entanto, ainda guarda um desafio de peso 

O vetor principal nessa janela de tempo é o conflito no Oriente Médio, em especial seus efeitos colaterais sobre o preço da energia

No centro dessa tensão, está um corredor de 33 quilômetros entre o Irã e Omã: o Estreito de Ormuz é a passagem marítima por onde transita cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo, pouco mais de 21 milhões de barris por dia.

Cada barril exportado pela Arábia Saudita, pelos Emirados Árabes, pelo Kuwait e pelo Iraque passa por lá. O que o torna, em essência, a maior torneira de energia do planeta. Quando um conflito ameaça esse canal, o mercado não espera: o preço do petróleo sobe, e isso não é um problema isolado. A alta encarece frete, produção industrial, insumos agrícolas e, em algum momento, chega ao consumidor.  

Quando isso acontece, a inflação, que parecia domesticada, volta a mostrar as garras. E o Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, se vê em um beco sem saída. 

De um lado, o mercado de trabalho nos EUA dá sinais de fraqueza, o que, em condições normais, pediria por um corte de juros, historicamente favorável ao BTC.

Mas cortar juros com petróleo nas alturas seria como jogar lenha na fogueira inflacionária, e não cortá-los arrisca aprofundar o enfraquecimento da economia. Essa combinação tem nome: estagflação. Foi o pesadelo dos anos 1970, e é o cenário que seguimos monitorando com mais atenção no médio prazo. 

Há ainda um efeito mais particular, mas igualmente relevante, que atinge o bitcoin por dentro. Minerar Bitcoin consome energia de forma intensiva. Quando o custo da energia sobe, a margem dos mineradores encolhe e, em situações de aperto, os menores, ou os mais alavancados, são forçados a vender BTC para pagar as contas.

Isso é o que o mercado chama de capitulação de mineradores, uma pressão adicional de venda que se soma ao ambiente já desafiador. 

O ponto é que o cenário atual pede leituras diferentes, dependendo de quem está do outro lado da tela. 

Para quem busca trades táticos ou investe com horizonte de longo prazo, o momento se mostra favorável: o BTC está ganhando momentum e segue com desconto significativo em relação à sua última máxima histórica. A assimetria, nesse contexto, joga a favor. 

Para quem gerencia ativamente um portfólio cripto, o recado é outro. As semanas e meses à frente carregam imprevisibilidade suficiente para justificar cautela. A título de exemplo, as carteiras gerenciadas pelo SOROS, nosso sistema proprietário de alocação, entregam performance acima do BTC ao longo de 2026, com a maior parte do portfólio em caixa e bitcoin, complementada por posições específicas em altcoins selecionadas por características idiossincráticas. 

Vale lembrar: quedas não são necessariamente ruins. Para quem tem caixa, elas são oportunidades. E quando o momento de entrar em altcoins chegar, você vai querer estar por dentro.

Bônus: Mastercard no universo cripto 

Se o curto prazo é dominado pelo momentum, e o médio prazo é dominado pelo macro, o longo prazo pertence à regulação. E a cada semana, ela avança. 

Na última quarta-feira (11), dois dos órgãos reguladores mais importantes dos EUA, SEC e CFTC, anunciaram um memorando histórico de cooperação.

Durante anos, as duas agências disputaram a jurisdição sobre os criptoativos, criando um ambiente difuso no qual ninguém sabia ao certo qual regulador consultar. O memorando não resolve tudo da noite para o dia, mas o sinal é inequívoco: o ambiente regulatório caminha em direção à clareza

A clareza regulatória tem uma consequência direta: abre espaço para que grandes instituições entrem no jogo. Não por acidente, um exemplo disso surgiu nessa mesma semana…  

A Mastercard, uma das maiores redes de pagamentos do mundo, lançou o Crypto Partner Program, iniciativa global que reúne mais de 85 empresas nativas de cripto, provedores de pagamento e instituições financeiras. O objetivo, segundo eles mesmos, é criar um ecossistema colaborativo para aplicar ativos digitais em necessidades práticas: remessas internacionais, transferências corporativas e movimentação de capital global. 

O detalhe que merece atenção não é só o produto em si, mas o que isso representa. Movimentos institucionais como esse tendem a gerar efeito de rede: quanto mais players relevantes entram, mais o ecossistema se torna atraente para o próximo.

Para o setor como um todo, o ritmo da evolução regulatória e legitimação da blockchain são os principais diferenciais para que cripto ganhe momentum frente aos outros ativos de risco. Indo direto ao ponto, mantemos bons prospectos para cripto em 2026

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Enquanto memecoin de Trump afunda 96%, especialista identifica um novo grupo de ativos que pode gerar um retorno milionário; confira

14 de Março de 2026, 10:00

Um símbolo da política “pró-cripto”, Donald Trump antes mesmo de voltar à presidência, em 2025, já tinha uma criptomoeda em sua homenagem. De lá para cá, a Official Trump ($TRUMP) flutuou, variando com as atitudes do presidente e suas repercussões no mercado.

Na terça-feira (10), por exemplo, a moeda atingiu o seu menor nível, um tombo de 96% em relação ao pico em 2025. Especialistas do mercado enxergam que a queda se deve ao aumento de avaliações negativas do presidente republicano em face ao conflito entre EUA e Irã.

Apesar de passar por uma “maré baixa”, já houve outros períodos em que a $TRUMP ocupou as manchetes. Por exemplo, quando foi lançada, em 17 de janeiro de 2025, a moeda chegou a subir 754% (US$ 53,92) em três dias com a posse do presidente.

Assim como a moeda associada ao presidente norte-americano, outras tantas já trouxeram lucros expressivos para quem soube comprar e vender na hora certa.

Entretanto, identificar esses momentos não é uma tarefa simples. Além do mais, é compreensível que um investidor comum não tenha todo o conhecimento técnico, nem o tempo disponível, para fazer um monitoramento atento do mercado e antecipar movimentos para buscar os melhores lucros.

É pensando nisso que a Empiricus está fazendo um novo lançamento do Memebot One Million. O robô é criado para monitorar e realizar operações automatizadas nesse mercado altamente volátil.

No dia 23 de março, o projeto retorna com um objetivo ambicioso: buscar transformar investimentos iniciais de cerca de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão – o que equivale a uma multiplicação de até 300 vezes. E essa meta tem como ponto de partida as oportunidades com potencial explosivo no universo das memecoins.

De R$ 3,5 mil a R$ 1,0 milhão: conheça a estratégia do Memebot One Million

O projeto do Memebot foi idealizado pelo especialista em criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, com o foco de investir em memecoins. Para quem não está familiarizado com o termo, esses ativos se inspiram em fenômenos culturais da internet, como memes, celebridades ou acontecimentos populares.

As memecoins se diferenciam dos tokens tradicionais porque sua oscilação de preços está muito mais por atrelada à narrativa e a popularidade. É exatamente isso que faz com que elas sejam tão atrativas.

Por outro lado, em um mercado tão volátil, um mesmo impulso que gera valorizações explosivas também pode provocar quedas que podem ser tão rápidas quanto. Por isso, vale sempre lembrar que este se trata de um investimento arriscado e retornos passados não são garantia de lucros futuros.

É por essa razão que ter orientações de quem entende na hora de comprar e vender os ativos é fundamental para aumentar suas chances de obter resultados sólidos e relevantes. É aí que entra a proposta do Memebot One Million.

O robô foi desenvolvido para monitorar, analisar dados e tendências e executar operações com ativos que possam oferecer assimetrias interessantes de retorno. Com o valor disponível, a partir de R$ 3,5 mil, o robô vai operar em busca das oportunidades milionárias.

Novo lançamento do Memebot One Million traz mais uma novidade; confira a seguir como participar do evento gratuito e online

Cada vez buscando aprimorar os sistemas do Memebot, o lançamento está entrando em uma nova fase. Isso porque a equipe de especialistas da Empiricus agora conta com o apoio de Heloisa Mendonça.

A especialista vai integrar o projeto ao lado de Valter Rebelo e traz toda a sua expertise de mais de 6 anos trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto.

Se você ficou interessado em conhecer mais do Memebot, a boa notícia é que o seu novo lançamento está bem próximo.

No evento de 23 de março, você vai poder entender como as operações são realizadas pelo robô. Assim, saberá com detalhes como ele pretende “cuidar” do seu portfólio de memecoins, em busca de trazer lucros que podem chegar ao patamar milionário.

Além disso, você também pode conhecer de perto uma tecnologia que executa o que seria praticamente impossível para humanos: um acompanhamento de 24 horas do mercado, a fim de identificar movimentos antes que eles se tornem consenso.

Juntos, Valter e Heloisa estão estudando a fundo o mercado de ativos digitais para selecionar as melhores oportunidades de investimento e vão te mostrar mais sobre isso no dia 23 de março.

Para se inscrever e participar do evento de forma totalmente gratuita e online, é só clicar no botão abaixo:

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Lucros até de madrugada? Conheça o R3R – Robô Três Rendas, que pode operar criptomoedas de forma automática

12 de Março de 2026, 11:26

Existe uma frase bastante repetida quando o assunto é sucesso financeiro: “trabalhe enquanto eles dormem”. A mensagem por trás sugere que, em um sistema meritocrático, aqueles que se esforçam para além do padrão acabam colhendo maiores recompensas.

Embora essa lógica possa fazer sentido em alguns contextos, a realidade mostra que nem sempre todo mundo pode ou consegue renunciar ao próprio descanso e aumentar o esforço em busca de resultados superiores.

Mas e se fosse possível estabelecer uma realidade diferente, na qual uma ferramenta totalmente automática busca lucros com operações no mercado enquanto todos dormem, inclusive o próprio usuário?

Essa é a visão por trás do R3R – Robô 3 Rendas, ferramenta criada por André Antunes, trader no mercado financeiro há mais de duas décadas, e sua equipe.

R3R – Robô Três Rendas: conheça a ferramenta que busca lucros até de madrugada

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar no mercado de criptomoedas em diferentes horários – até mesmo de noite ou madrugada no Brasil – acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia: durante à noite no Brasil;
  • Europa: durante à madrugada no Brasil;
  • Estados Unidos: durante à manhã.

Nesses horários, a ferramenta “escaneia” o mercado cripto automaticamente, em busca de oportunidades de trade que carreguem o maior potencial de geração de lucros. Após identificá-las, o próprio software também se encarrega de realizar as operações de compra e venda.

A ideia é usufruir do fato do mercado de criptomoedas funcionar 24 horas por dia, não se limitando aos horários nos quais estamos “acordados” no Brasil, e oferecendo ao usuário muito mais oportunidades de buscar uma renda extra.

Da parte do usuário, basta apenas instalar a ferramenta em sua conta na corretora de valores. Assim, é possível aumentar em até três vezes as chances de lucros “enquanto dorme”, automaticamente, sem sacrificar seu descanso. E, durante o dia, manter o foco em suas tarefas cotidianas enquanto o robô trabalha por conta própria.

No caso, o acompanhamento dos horários de mercado da Ásia, Europa e EUA se dá mais pela maior liquidez das negociações, não necessariamente por restrições de horários – que inexistem no mercado cripto.

Até R$ 6.250 diários? Entenda potencial de lucros do R3R – Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas passou por uma fase de testes de 12 meses, antes de culminar em seu grande dia de lançamento ao público, que será no próximo dia 16 de março.

Por meio dos testes, uma excelente notícia foi encontrada: o robô está programado para buscar bons lucros para seus usuários a partir de aportes financeiros iniciais relativamente baixos.

A partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, durante a fase de testes, foi possível lucrar desde R$ 50 até R$ 6.250 diários, com operações e estratégias específicas.

Ou seja, não é necessário ser um investidor de alto patrimônio para começar a  utilizá-la. A prioridade da ferramenta é impulsionar novos investidores em busca de uma mudança de vida por meio do mercado. Como já foi o caso do próprio André Antunes.

Quem é André Antunes, idealizador do R3R – Robô Três Rendas

André Antunes, também conhecido entre seus seguidores como “Scalper”, é o trader mais seguido no Brasil, com 1,9 milhão de seguidores únicos nas mídias sociais, e carrega consigo 20 anos de experiência no mercado financeiro.

De origem humilde, por muito tempo, viveu a mesma vida que a maioria dos brasileiros: trabalhando, pagando as contas, e sobrevivendo na medida do possível.

“Quando eu era mais novo, comecei a perceber que muitas famílias viviam exatamente no mesmo padrão financeiro por gerações. Meus avós viveram assim, meus pais também. Durante muito tempo, parecia que eu ia seguir o mesmo caminho, até que eu decidi quebrar esse ciclo”, afirma.

A “quebra de ciclo” veio quando Antunes aprendeu a operar no mercado financeiro. Após quatro anos operando, já havia conquistado seu primeiro milhão.

Hoje, é multimilionário e, com toda a sua expertise de duas décadas, dedica seu tempo a ensinar seguidores e alunos o mesmo caminho da independência financeira que conquistou, especialmente pelo mundo do day trade.

Porém, sabemos que operar no mercado financeiro pelos métodos “tradicionais” exige alta dedicação de tempo. Com isso, para fazer jus à “liberdade” em “liberdade financeira”, Antunes passou a focar na criação de ferramentas proprietárias que operem no mercado de forma automática.

E desse propósito, nasceu o R3R – Robô Três Rendas, que será liberado aos seus primeiros usuários a partir da próxima segunda-feira (16), em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research.

Gratuito: participe de evento de apresentação do R3R na próxima segunda-feira (16)

Se você deseja conhecer mais sobre o R3R – Robô Três Rendas, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (16), a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes da ferramenta serão apresentados aos participantes. Assim, você poderá tirar suas dúvidas e concluir se essa é uma oportunidade que faz sentido para seus objetivos.

Para reservar seu lugar no evento, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é gratuito:

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Onde estamos no ciclo do bitcoin (BTC)? Esses indicadores podem dar a resposta

10 de Março de 2026, 16:32

Nós, do mercado de criptomoedas, acompanhamos regularmente alguns indicadores de ciclo do bitcoin (BTC). No momento, eles nos mostram que estamos em uma boa “zona de compra”. A seguir, vamos destrinchá-los.

Coinbase Bitcoin Premium Index:

Fonte: Coinglass

O cálculo desse índice é feito da seguinte maneira:

Prêmio = (Preço Coinbase – Preço médio Global) / Preço médio Global

Quando esse índice está positivo, significa que os norte-americanos estão comprando bitcoin (BTC) mais caro na Coinbase do que outros investidores ao redor do mundo. Isso normalmente sugere:

  • Forte demanda de compra nos EUA;
  • Entrada de capital institucional;
  • Alta liquidez em dólares;
  • Otimismo dos investidores.

Através desse índice, é possível ter uma noção do apetite ao risco e do nível de participação dos investidores dos Estados Unidos, acompanhando entradas e saídas do capital institucional, e coletando sinais sobre tendências de preços de curto prazo e mudanças na estrutura de mercado.

O gráfico acima condiz exatamente com o gráfico abaixo, que mostra a entrada de capital institucional nos ETFs de Bitcoin nos EUA.

Total Bitcoin Spot ETF Net Inflow:

Fonte: SoSoValue

Os dados mostram uma captação líquida positiva nas últimas 3 semanas, indicando que, apesar de todo o pessimismo de mercado e o cenário geopolítico conturbado, investidores institucionais dos EUA voltaram a acumular Bitcoin – o que pode significar que estamos em uma região favorável de compra.

Bitcoin Long-Term Holders Net Position

Outro indicador interessante de acompanhar é a posição líquida dos long-term holders (LTH) – ou seja, os detentores de Bitcoin de longo prazo. O gráfico nos permite analisar se os detentores de longo prazo estão comprando ou vendendo BTC.

Fonte: Glassnode

Apesar de termos visto uma maior pressão vendedora nos últimos meses, quando olhamos à direita do gráfico, vemos uma barrinha verde bem fina, mostrando que os investidores voltaram a acumular, o que corrobora ainda mais a tese de estarmos em uma região interessante de compra.

Média móvel do bitcoin (BTC)

Um outro indicador que gostamos de comparar é a média móvel de 200 semanas do preço do BTC versus sua cotação atual:

Fonte: TradingView

A média móvel de 200 semanas (200 SWA) virou uma referência no Bitcoin por representar o custo médio de longo prazo do mercado.

O período de 200 semanas é utilizado porque suaviza 4 anos de preço: é equivalente a cerca de 3,8 anos – praticamente um ciclo completo do Bitcoin (halving cycle) e, por isso, torna-se uma espécie de linha estrutural do ciclo.

Hoje, a média móvel de 200 semanas do indicador está na faixa dos 1,22, sinalizando que estamos em um território de “valor justo”. No bear market de 2018, o preço do BTC não caiu abaixo desse indicador. Em 2022, caiu significamente abaixo, chegando a um índice de apenas 0,68.

Abaixo, uma tabela de como interpretar essa métrica e entendermos onde estamos. Esses valores são aproximados, e precisam ser interpretados de acordo com o contexto:

No momento, acreditamos que o bear market atual é mais parecido com o de 2022.

Naquele ano, o BTC oscilou em torno da zona de “valor justo” (US$ 22 mil) por aproximadamente 5 meses antes da queda final em novembro, durante o colapso da FTX. Esse foi o caminho para o fundo.

Durante aquele período, nenhuma alta ultrapassou o suporte anterior (US$ 30 mil na época).

No atual mercado de baixa, podemos observar uma estrutura semelhante começando a se formar. Já houve duas vezes em que o preço se recuperou a partir do suporte na faixa dos US$ 60 mil.

Acredito que a resistência de alta esteja na faixa de US$ 74 mil a US$ 80 mil. Portanto, o cenário-base é de uma oscilação entre US$ 60 mil e US$ 75 mil, aproximadamente.

Ainda poderemos ver preços mais baixos dentro dessa faixa que comentei, ou seja, o mercado ainda pode oscilar um pouco mais para baixo, antes de encontrar um fundo mais claro.

Mas mesmo que isso aconteça, a realidade é que já estamos em uma região de preço que, olhando no longo prazo, dificilmente fará tanta diferença milimétrica no resultado final.

A verdade é que acertar o fundo exato é praticamente impossível, e quem investe há mais tempo no mercado aprende isso cedo ou tarde.

No fim das contas, o mais importante não é acertar o fundo em cheio, mas sim estar posicionado com racionalidade ao longo do ciclo.

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão – veja como acessar 

Variações semanais (02/03/26 a 09/03/26)

  • ₿ Bitcoin (BTC): US$ 68.394 | Var. 0,59%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 1.992 | Var.-1,67%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 59,08% | Var. +1,37%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,32 tri | Var. +6,48%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 314,235 bi | Var. +1,17%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 95,078 bi | Var.+2,27%

*dados referentes ao fechamento em 09/03/26


Tópicos da semana

  • Strategy faz venda recorde de ações e possível compra de US$ 100 milhões em Bitcoin: A Strategy realizou uma venda recorde de ações preferenciais (STRC) para levantar capital. A operação movimentou cerca de US$ 300 milhões, recursos que fazem parte da estratégia da companhia de financiar novas compras de bitcoin (BTC). Segundo estimativas, parte desse dinheiro já pode ter sido usada para adquirir aproximadamente 1.400 BTCs, o que representaria algo próximo de US$ 100 milhões, dependendo do preço de compra.
  • Presidente da CFTC destaca ampla agenda cripto, incluindo regras sobre DeFi e prediction markets: O presidente da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) destacou que a agência dos EUA pretende avançar em uma agenda regulatória ampla para o setor de criptomoedas, incluindo regras específicas para DeFi e prediction markets em blockchain. A proposta busca esclarecer quando desenvolvedores ou traders de protocolos DeFi precisam se registrar junto ao regulador, e como essas plataformas devem cumprir as leis existentes de derivativos.
  • Co-Fundador do Ethereum vende $158 Milhões de ETH: Um dos cofundadores do Ethereum, Jeffrey Wilcke, movimentou cerca de 79.859 ETH (aprox. US$ 158 milhões) para a exchange Kraken, o que indica que esses tokens provavelmente seriam vendidos no mercado. Após a transferência, a carteira conhecida de Wilcke ficou com cerca de 16 mil ETH, avaliados em aproximadamente US$ 30 milhões. A venda não surpreendeu analistas, já que Wilcke deixou o desenvolvimento ativo do Ethereum em 2019 e tem vendido parte de suas reservas ao longo dos anos, tendo transferido mais de US$ 500 milhões em ETH para exchanges anteriormente. Vitalik Buterin também vem reduzindo parte de suas próprias holdings em 2026 para financiar projetos e iniciativas do ecossistema, em um momento em que o preço do ETH enfrenta pressão e permanece abaixo de US$ 2.000.

“O colapso iminente para o qual ninguém está preparado”

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, Fernando Roxo e Otávio Fakhoury entram no centro da crise global e mostram por que o avanço dos conflitos no Oriente Médio, a tensão entre Estados Unidos, Irã, China, Rússia e Taiwan, e a fragilidade do sistema financeiro podem mudar completamente o jogo para investidores.

A conversa conecta geopolítica, dívida global, crédito, commodities, ouro, prata e Bitcoin para explicar o que realmente está em risco nos próximos anos.

Assista esse episódio aqui e tire suas conclusões!

Saiba mais sobre nossos fundos de criptoativos:

Empiricus Criptomoedas e Empiricus Cripto Metals Blend

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

O post Onde estamos no ciclo do bitcoin (BTC)? Esses indicadores podem dar a resposta apareceu primeiro em Empiricus.

Em tempos de guerra, precisamos de um mercado que nunca dorme

8 de Março de 2026, 15:00

Caro leitor, 

Nessa semana, o mercado de criptomoedas esteve em evidência – de uma forma que poucos esperavam. Não por causa de um novo recorde de preço ou anúncio regulatório, mas porque, em um momento de crise geopolítica, foi o único sistema financeiro funcionando

Quando Donald Trump anunciou o ataque dos Estados Unidos ao Irã às 4h30 de um domingo, bolsas norte-americanas estavam fechadas, futuros parados, câmbio global sem liquidez. Quem queria algum vislumbre de como o mercado reverberaria os acontecimentos, ou até mesmo tentar se antecipar, tinha uma única alternativa disponível: cripto. E foi exatamente para lá que o mundo olhou. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que esse episódio revela sobre o papel crescente da infraestrutura on-chain, o que o bitcoin (BTC) está sinalizando tecnicamente após o rompimento dessa semana, e o dado que colocou o Fed (Federal Reserve) em uma posição desconfortável. 

Expresso Macro

Uma das perguntas mais interessantes da semana foi por que o bitcoin (BTC) conseguiu sustentar uma recuperação mesmo em meio a tanto ruído geopolítico. A resposta vem de um tema que acompanhamos juntos nas últimas semanas: a rotação dentro do setor de tecnologia norte-americano

Aos que não se recordam ou não acompanharam, em essência, o bitcoin apresenta alta correlação com o setor de software dos EUA, o que significa que, quando o segmento sofre, o BTC sofre junto.

Nesse contexto, nas últimas semanas, os mercados passaram por uma rotação setorial, impulsionada pela reavaliação de quais segmentos capturam o retorno econômico da inteligência artificial (IA).

O consenso convergiu para a visão de que hardware (semicondutores e infraestrutura física) é insubstituível no ciclo de desenvolvimento de IA, enquanto empresas de software estariam sujeitas à perda de receita caso soluções baseadas na tecnologia viessem a substituir plataformas consolidadas. Como materialização dessa narrativa, empresas de hardware subiram na bolsa, enquanto software ficou no banco dos réus.  

O detalhe importante é que tanto o índice S&P 500 quanto o Nasdaq Composite ficaram próximos das máximas históricas durante todo esse período – evidência de que o movimento não foi uma fuga generalizada do risco. 

O que começou a mudar no início de março foi a velocidade de tudo isso. O mercado havia precificado uma substituição rápida e ampla do software pela IA, mas a realidade operacional das empresas não sustenta esse ritmo.

Implementar IA em ambiente corporativo envolve compliance, auditorias, integração com sistemas legados e contratos de longo prazo que não se rescindem da noite para o dia.

A própria Anthropic reforçou esse ponto, ao destacar que suas ferramentas foram desenvolvidas para ampliar o que os softwares já fazem, não para substituí-los. A inteligência artificial, no estágio atual, é mais potencializadora do que substituta

Conforme essa percepção se dissemina, a pressão sobre o setor arrefece. E o Bitcoin, que havia sido castigado pela correlação, passa a se beneficiar no sentido contrário. O que temos agora é um movimento de recuperação em meio ao ruído geopolítico, além dos dados de emprego nos EUA (payroll) mais fracos, divulgados na última sexta-feira (6).

Porém, a duração do atual conflito geopolítico será determinante para o destino final dos preços.  

No curtíssimo prazo, temos nosso modelo proprietário apontando para um regime “risk-on” em conjunto com um setor de softwares excessivamente descontado em relação ao resto das empresas de tecnologia, o que sugere maiores probabilidades do BTC se valorizar

De olho no gráfico: bitcoin (BTC)

Durante a semana, o BTC rompeu o canal de lateralização no qual oscilava desde o início de fevereiro. O movimento chama a atenção justamente por acontecer em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, tipo de contexto que, historicamente, costuma pressionar ativos de risco para baixo. 

O ponto mais importante agora é entender se essa recuperação representa uma mudança duradoura no comportamento do preço, ou apenas um rompimento ainda sem sustentação. Para que possamos falar com mais convicção sobre uma retomada de tendência de alta, dois sinais precisam aparecer: o preço se mantendo acima dos US$ 70 mil e a formação de fundos progressivamente mais altos, indicando que os compradores estão, de fato, assumindo o controle. 

Essa confirmação ainda não chegou. E na última sexta-feira (6), o BTC voltou a sofrer pressão após a divulgação dos dados do mercado de trabalho nos EUA, que vieram abaixo das expectativas. O problema não é só o número fraco em si: é o que ele representa para o Fed. 

Fonte: TradingView

Em uma situação de rotina, um dado fraco de emprego costuma sinalizar desaceleração econômica, o que abre espaço para o Banco Central cortar juros e estimular a atividade.

O problema é que os custos seguem subindo ao mesmo tempo. A guerra no Oriente Médio pressiona o petróleo, e petróleo mais caro encarece o frete, a produção, os insumos: tudo isso se transmite para o preço final dos produtos.

Cortar juros, nesse ambiente, arrisca jogar lenha na fogueira inflacionária. Não cortá-los pode aprofundar o enfraquecimento do mercado de trabalho. Como resultado, isso tende a fazer com que o Fed demore mais para cortar, ao menos enquanto o conflito se estender.

Do lado quantitativo, porém, o sinal mais relevante desta semana veio positivo. Um dos nossos modelos proprietários, desenvolvido para capturar mudanças de regime de longo prazo e distinguir viradas estruturais de ruídos pontuais, migrou de “risk-off” para “risk-on” no início de março.

Para contextualizar o peso desse sinal: desde o início de janeiro, o modelo operava no vermelho, uma leitura coerente com a deterioração observada ao longo de todo o período de queda, e que permitiu que as carteiras gerenciadas pelo SOROS se protegessem de cerca de 20% de queda

A inversão agora não é trivial. Vale ressaltar que isso não elimina a possibilidade de correções no curto prazo. O modelo captura tendências, não candles isolados, mas é um indicativo que merece atenção. 

Enquanto você dorme, alguém está trabalhando

Voltemos ao domingo passado de madrugada. 

Eram 4h30 da manhã do último domingo (1) quando o presidente Trump anunciou o ataque norte-americano ao Irã. Em anos anteriores, investidores que quisessem avaliar o impacto nos mercados teriam que esperar até as 18h de domingo, horário em que os futuros norte-americanos reabrem. Quase 16 horas de silêncio, sem preço, sem formação de mercado, sem nenhuma forma de agir. 

Esse domingo foi diferente. 

Hyperliquid, maior plataforma de contratos perpétuos descentralizados do mundo por volume, operou sem interrupção. E o destaque não foi a negociação de criptoativos, mas sim de petróleo bruto, ouro e outros ativos reais.

Quando a Bloomberg precisou reportar como o mercado de petróleo havia reagido ao ataque, o contrato de crude oil citado como referência de preço não era o da NYMEX ou o da ICE, mas sim o da Hyperliquid. Uma exchange descentralizada sendo usada como termômetro de commodities, em plena crise geopolítica

O ouro também encontrou seu caminho on-chain. O XAUT, versão tokenizada do ouro desenvolvida pela Tether, registrou um volume de 24 horas superior a US$ 300 milhões naquele domingo. 

Mercados preditivos como Kalshi e Polymarket bateram recordes. Por algumas horas, os mercados on-chain não eram uma alternativa ao sistema financeiro. Eram o próprio sistema financeiro

Parte do mercado interpreta esse movimento como um adiantamento: não uma reação ao passado, mas uma aposta sobre o futuro da infraestrutura financeira. 

A transição para mercados on-chain vinha sendo discutida como um processo que levaria, talvez, uma década. Algo que aconteceria pelas bordas, lentamente, sem que ninguém percebesse.

O último fim de semana comprimiu esse horizonte. Quando a crise chegou em um horário no qual o sistema tradicional estava de portas fechadas, o mercado não esperou, mas sim encontrou o caminho que estava disponível, colocando a eficiência da blockchain nos holofotes. 

Para ficar de olho, ativo da semana: HYPE

No fim de semana do ataque ao Irã, Hyperliquid foi colocada no centro da narrativa. 

Commodities figuram entre os poucos setores com performance positiva no cenário atual de desglobalização e reorganização das cadeias globais de suprimento.

Traders que querem operar esse movimento com alavancagem precisam de uma infraestrutura que as bolsas tradicionais não entregam da mesma forma: menos intermediários, menos capital imobilizado como colateral, liquidação transparente e um mercado que nunca dorme. Hyperliquid tem respondido a essa demanda, e o crescimento dos derivativos de commodities na plataforma reflete isso. 

O ambiente regulatório caminha na mesma direção. A CFTC anunciou, na última semana, a intenção de trazer os mercados de contratos perpétuos para o solo norte-americano no prazo de um mês. O presidente da agência foi direto: a gestão anterior havia empurrado essa liquidez para o exterior, e era necessário reverter esse movimento.

Para a Hyperliquid, hoje a maior plataforma de perpétuos descentralizados do mundo, construída justamente nesse mercado offshore, a abertura regulatória amplia significativamente a base de usuários potenciais. 

Destaques da semana

O bitcoin (BTC) é dinheiro ou apenas investimento?

Neste episódio da série Cripto Direto ao Ponto, eu explico. Assista clicando abaixo:

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Tem R$ 2 mil parados na conta? Veja como esse valor pode virar lucros de até R$ 6.250 por dia com investimentos rodando 24 horas

7 de Março de 2026, 10:00

Guardar dinheiro é um dos conselhos financeiros mais antigos e importantes. Ter uma reserva traz segurança, ajuda a lidar com imprevistos e permite planejar o futuro com mais tranquilidade.

Entretanto, cada vez mais pessoas têm percebido que apenas economizar ou deixar o dinheiro na poupança pode não ser suficiente para o patrimônio crescer. Felizmente, novas formas de investir estão surgindo e permitem que o dinheiro trabalhe por você. Muitas delas, inclusive, funcionam de forma automatizada, com operações 24 horas.

Esse é o caso do R3R, que a partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, já pode começar a operar de maneira automatizada, nos mercados de três continentes diferentes e buscar lucros diários de até R$ 6.250. A seguir, te conto melhor dessa oportunidade.

O que é o R3R, robô que opera em três continentes?

O Robô 3 Rendas por Dia, apelidado de R3R, pode ser o seu próximo passo para começar a explorar novas formas de investir com tecnologia. A ferramenta propõe aos investidores buscar até três chances de fazer renda extra diária operando com criptomoedas em mercados globais.

Para iniciar seu projeto, o trader e desenvolvedor do R3R, André Antunes, conta que refletiu: “Se você só ganha dinheiro quando está trabalhando, então o seu tempo vira o teto da sua renda. E tempo todo mundo sabe que é limitado”.

Em sua visão, a automação do R3R pode ajudar a romper com essa lógica. Em vez de depender apenas do seu salário mensal e da sua própria força de trabalho o investidor passa a contar com um sistema que monitora o mercado e executa operações automáticas por 24 horas para “completar” a renda.

A proposta aqui está centrada em três mercados globais específicos:

  • Ásia, de noite;
  • Na Europa, durante a madrugada;
  • Nos Estados Unidos, de manhã.

Enquanto um mercado fecha, outro abre. Um monitoramento do mercado de criptomoedas por 24 horas. A ideia aqui não é um robô que realiza negociações ininterruptas. O que Antunes prioriza é a identificação de oportunidades com maior potencial de renda em movimentos específicos.

De acordo com Antunes, investimentos iniciais a partir de R$ 1 mil já são suficientes para um investidor começar a “molhar os pés” com a ferramenta. Assim, é possível testar a estratégia e se expor a mercados internacionais, sem ter que dedicar uma parcela relevante das suas economias. 

Testes do R3R revelam ganhos de até R$ 6.250; confira

Antes de sua estreia ao público geral, o R3R passou por um período de testes de 12 meses. Durante o período, a ferramenta conseguiu obter uma rentabilidade acumulada de 198%, somando operações vencedoras e aquelas de desempenho negativo.

Isso significa que um investimento de R$ 2 mil teria se transformado em aproximadamente R$ 5.960 ao longo de um ano de uso da estratégia.

Ademais, olhando para os testes individualmente, foram vistos lucros de R$ 50, R$ 250, R$ 1.250 e até R$ 6.250 por dia. Esses valores, mesmo que pareçam “pequenos” inicialmente, no decorrer de 365 dias pingando na conta podem somar um montante relevante.

A lógica do sistema de Antunes está justamente na consistência. Resultados recorrentes podem se acumular e gerar um montante relevante. É sempre bom lembrar que, tal como a bolsa brasileira, mercados globais oferecem riscos e retornos passados não são garantia de retornos futuros. 

Mas para Antunes, a grande vantagem é que, enquanto o R3R opera, você pode seguir cuidando de sua vida, sem precisar abrir mão do tempo com a família, de descanso e de outras atividades que gosta. 

R3R: saiba mais sobre o Robô 3 Rendas de forma gratuita

Como detalhado acima, o R3R foi programado para operar em diferentes sessões do mercado global. Enquanto no Brasil pode ser madrugada ou noite, outros centros financeiros do mundo estão em plena atividade.

O destaque desse sistema é a sua forma de operar com criptomoedas nas sessões da Ásia, Europa e Estados Unidos – manhã, tarde e noite – 365 dias por ano.

Se você ficou interessado e quer saber mais sobre o robô, mas ainda sem gastar um centavo, salva na agenda essa oportunidade:

André Antunes anunciou que no dia 16 de março vai disponibilizar um passo a passo explicando como acessar o sistema R3R e entender melhor a estratégia por trás da tecnologia.

Para os interessados, esse será um momento fundamental para entender como os anos de experiência do trader se converteram na automação.

Para participar do evento de forma totalmente online e gratuita, é só clicar no botão abaixo:

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É hoje (2): último dia para se preparar para evento com criptomoedas ‘embrionárias’ que vai acontecer no dia 5 de março; veja como participar

2 de Março de 2026, 08:00

Para quem deseja acompanhar o mercado de criptomoedas de uma forma diferenciada, a partir desta segunda-feira (2), estreia uma nova oportunidade de explorar este mercado com a chance de buscar de lucros milionários.

Nesta data, a Empiricus vai reabrir as inscrições para o seu projeto voltado a este objetivo: a Incubadora de ICOs.

A abertura da incubadora nesta segunda-feira (2) não acontece por acaso. No próximo dia 5 de março, está previsto o lançamento de uma nova criptomoeda por meio de um ICO.

Antes disso, a Empiricus pretende preparar os investidores para entender os riscos, o potencial e as estratégias parase posicionar antes do lançamento.

Conheça a ‘Incubadora de ICOs’ e seu potencial de buscar lucros com criptomoedas fora do radar

ICOs, ou Ofertas Iniciais de Moedas, são lançamentos de moedas que ainda não chegaram ao “mar aberto” das exchanges, corretoras e bancos de investimento. Assim como as ações têm IPO, projetos de criptomoedas também passam por um estágio “embrionário”.

Com baixa visibilidade, esses projetos digitais são como oportunidades “escondidas” em fase inicial. Para o especialista de cripto da Empiricus, Valter Rebelo, esses ativos reservam assimetrias de retorno que podem ser muito atrativas.

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH), solana (SOL) e axie infinity (AXS) passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado. 

Nesse ano, com a entrada gradual de bancos e outras instituições no criptomercado, além do avanço na clareza regulatória, o especialista aponta que há um horizonte ainda mais promissor para o setor dos ICOs.

Diante desse contexto, Rebelo vem estruturando a “Incubadora” para identificar tendências e dar “sinal verde” de entrada em ativos por frações de centavos.

Depois, quando esses ativos chegam nas grandes corretoras, é comum que os preços subam em questão de horas ou dias. Enquanto a demanda do mercado global gera um choque de liquidez, investidores que estavam previamente posicionados podem aproveitar para capturar lucros potencialmente ainda maiores.

Nessa janela, o especialista enxerga que podem acontecer valorizações de 1.000%, 30.000%, 50.000%, 10.000% e até mais. Isto é, um investimento de R$ 1 mil pode se transformar em R$ 300 mil, R$ 500 mil e até R$ 1 milhão.

O importante aqui, explica Rebelo, é saber se posicionar antes dessas multiplicações potenciais, para potencializar a chance de surfar em lucros exponenciais como os mencionados.

Mas aqui vai o alerta: não será toda e qualquer moeda em “pré-venda” que vai carregar o potencial de trazer os resultados que um investidor deseja.

O mercado cripto é altamente volátil e pede por cautela, portanto, o investidor não deve aportar quantias que possam afetar negativamente sua vida financeira. Além disso, multiplicações dessa escala não acontecem com frequência.

Assim, oportunidades de alto potencial, como essa, são raras e, segundo o especialista, há chances de algo similar acontecer novamente em breve. Mais especificamente, a partir do dia 5 de março.

A boa notícia é que, por meio da incubadora da Empiricus, o investidor pode contar com auxílio profissional, sem precisar descobrir sozinho como ICOs funcionam e onde exatamente investir.

[É HOJE: SAIBA COMO ACESSAR A ‘INCUBADORA DE ICOs’]

Saiba como acessar a ‘Incubadora de ICOs’ em evento gratuito hoje

Os acessos à incubadora serão liberados em breve. Essa é uma oportunidade de parar de buscar oportunidades no escuro e contar com o respaldo de um time que acompanha o mercado cripto de forma dedicada e estruturada.

As inscrições estão abertas para o encontro online e gratuito que acontecerá nessa segunda-feira (2), às 19h, para apresentar a Incubadora de ICOs da Empiricus e seu funcionamento. 

No encontro, você também terá mais detalhes de como participar do ICO do dia 5 de março.

Basta clicar aqui para registrar seu interesse gratuitamente e receber as informações direto na sua caixa de entrada:

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Na contramão do preço do bitcoin (BTC), uma outra narrativa se sobressai 

1 de Março de 2026, 15:00

Caro leitor,

Na quarta-feira (25), o bitcoin (BTC) disparou quase 10% em poucas horas. Redes sociais vibraram: “A virada chegou”, “O fundo está formado.” Se você acompanhou o movimento com aquela mistura de alívio e ceticismo — “será que é dessa vez?” —, esta edição foi feita para você. 

A resposta curta: ainda não é a hora. Mas o mecanismo por trás dessa alta conta uma história importante sobre como o mercado de criptomoedas funciona. E o cenário macro que cercou essa semana é mais revelador do que o próprio preço. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que provocou o rali, a mudança de regime que está redesenhando as forças por trás dos mercados, e o que tudo isso significa para o portfólio nas próximas semanas. 

Falando sobre preço 

O bitcoin (BTC) encerrou a semana dentro da mesma faixa que acompanhamos desde o início de fevereiro: entre US$ 62 mil e US$ 70 mil. No começo da semana, o ativo se arrastava próximo à banda inferior, sem convicção de compradores e sem catalisadores visíveis. 

Na quarta-feira (25), esse quadro mudou de forma abrupta. Uma combinação de otimismo quanto à divulgação de resultados da Nvidia (NVDC34) e anúncios da Anthropic elevou o ânimo do mercado, e empurrou o bitcoin de volta para a região de US$ 69–70 mil em questão de horas. O movimento foi rápido e acompanhado por volume expressivo, mas o mecanismo por trás importa mais que o preço em si. 

A alta foi um short squeeze: depois de semanas de queda, o mercado havia acumulado um volume enorme de posições apostando na continuidade da baixa. Quando o sentimento virou, essas apostas foram liquidadas em cascata, forçando recompras que empurraram o preço ainda mais para cima.

Em 24 horas, estima-se que entre US$ 300 milhões e US$ 570 milhões em posições vendidas foram liquidadas. Não foi demanda nova entrando com convicção de alta: foi a eliminação forçada de um posicionamento excessivamente pessimista. Isto é uma alta pontual, mas não uma reversão de tendência. 

Sem um fechamento consistente acima dos US$ 70 mil e sem a formação de fundos progressivamente mais altos no gráfico, a leitura técnica não muda. Nossos modelos proprietários seguem apontando para uma continuação do regime de reversão à média. 

Fonte: TradingView

Na contramão do preço, uma narrativa se sobressai

Se o bitcoin está sofrendo as consequências de ser tratado como ativo de crescimento, parte do capital não está saindo do ecossistema cripto — mas sim encontrando um novo endereço dentro dele.

Os resultados recentes da Circle, empresa por trás da stablecoin USDC, contam uma história diferente. O negócio segue em forte aceleração, e os números do mercado explicam o porquê.

As transações em stablecoins atingiram US$ 35 trilhões em 2025. Para colocar em perspectiva, o PIB dos Estados Unidos, no mesmo ano, foi de aproximadamente US$ 29 trilhões. Ou seja, o volume de transações em stablecoins foi superior ao PIB norte-americano, em um único ano.

O detalhe que não está nas manchetes: menos de 1% desse volume representou pagamentos reais. O restante é trading, arbitragem e operações financeiras on-chain. Isso não é fraqueza — é o tamanho da oportunidade ainda não realizada. A economia de stablecoins está no início de sua expansão como infraestrutura de pagamentos do mundo real.

Para que essa transição aconteça em escala, porém, um gargalo precisa ser resolvido. E ele não tem nada a ver com preço ou regulação.

O ecossistema de stablecoins, hoje, funciona como uma cidade com estradas excelentes, mas sem documentos de identidade universais. Cada serviço — uma conta, um cartão, um envio internacional — exige que o usuário prove quem é do zero.

As verificações de identidade são repetidas para cada plataforma, cada país, cada produto. A composabilidade que tornou o DeFi poderoso quebra exatamente aí. O dinheiro flui livremente entre protocolos, mas a identidade fica presa em silos isolados.

Esse gargalo tem um custo mensurável. Instituições financeiras globais gastam entre US$ 200 bilhões e US$ 280 bilhões por ano em compliance — boa parte para re-verificar informações que já existem em outro silo.

Para plataformas stablecoin-nativas, esse custo chega a consumir 20–25% do orçamento operacional total. É a infraestrutura invisível que, resolvida, destrava o crescimento de toda a camada de cima.

Há um projeto atacando exatamente esse ponto cego, com produto em operação, receita recorrente comprovada e um lançamento público para a comunidade, marcado para a próxima quinta-feira (4). Reservamos o espaço do ativo da semana para ele.

Para ficar de olho: ativo surpresa na segunda-feira (2)

Nesta edição, abrimos mão do ativo da semana para reservar esse espaço para algo maior. Nesta segunda-feira (2), apresentaremos uma oportunidade em estágio embrionário — diretamente conectada ao gargalo que descrevemos acima. Uma janela de entrada que raramente se abre, com potencial de multiplicação de até 1.000 vezes.

Vamos liberar o acesso ao passo a passo para se posicionar. Se você quiser saber mais e tiver interesse, basta clicar no link abaixo:

Novidade no canal da Empiricus: histórias que mudaram as criptomoedas

Nesta semana, inauguramos um documentário para você, que quer entender o mercado de criptoativos em um contexto histórico, que vai muito além do preço. 

Para assistir ao primeiro episódio, basta clicar aqui:

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Histórias que mudaram as criptomoedas: Empiricus lança série documental sobre Bitcoin e criptomercado; assista

27 de Fevereiro de 2026, 14:13

Uma série documental sobre as histórias que moldaram o universo das criptomoedas estreia nesta sexta-feira (27), às 17h, na Empiricus Research. Os episódios quinzenais serão lançados diretamente no canal da casa de análise no YouTube.

Já se perguntou como nasceu o Bitcoin (BTC)?

Este é o tema do primeiro episódio, que mergulha na trajetória da criação da moeda. O documentário aborda desde a publicação do whitepaper por Satoshi Nakamoto em 2008 e os primeiros anos de desconfiança e volatilidade do ativo, até um novo ecossistema financeiro global.

Além disso, durante o vídeo, investidores terão a oportunidade de entender mais sobre:

  • Como surgiu o whitepaper do Bitcoin;
  • O que é blockchain na prática;
  • Por que o BTC é considerado descentralizado;
  • O surgimento e desaparecimento de Satoshi Nakamoto.

O episódio é apresentado pela especialista de criptomoedas da Empiricus Research, Heloisa Mendonça.

Acompanhe a nova série da Empiricus

Ao longo da série, a equipe de especialistas da Empiricus vai explorar as narrativas por trás das principais criptomoedas, assim como seus ciclos de euforia e retração, os avanços em blockchain e os impactos regulatórios que redefiniram mercados.

Além de fatos históricos, a produção oferece contexto estratégico para quem busca compreender riscos, oportunidades e tendências em ativos digitais.

Ao todo, serão 6 episódios:

  1. O nascimento do bitcoin
  2. O garoto que criou o ethereum
  3. Golpes que abalaram o mercado cripto 
  4. Os setores que movem o mundo cripto
  5. Memecoins: piada ou fortuna? O fenômeno que explodiu no mercado
  6. O futuro das criptomoedas: estamos no começo ou no fim do ciclo?

Acompanhar essa série é uma oportunidade de ampliar repertório, fortalecer a tomada de decisão e enxergar além das oscilações de curto prazo.

Para conferir o primeiro episódio, é só clicar no quadro abaixo a partir das 17h desta sexta-feira (27):

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Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’

27 de Fevereiro de 2026, 10:33

Depois de alguns dias em queda, o preço do bitcoin (BTC) recuperou perdas até o fechamento desse texto, na quinta-feira (26). No momento, a moeda negociava na casa dos US$ 68 mil (R$ 350 mil).

Junto com a maior criptomoeda do mundo, as demais também seguem o ritmo, refletindo um sentimento de medo no mercado de ativos digitais.

Alguns motivos explicam o momento. Nesta semana, em especial, elevadas tensões em torno do tarifaço de Donald Trump contribuíram para o aumento da aversão ao risco em geral.

Nessas situações, investidores tendem a liquidar posições em ativos de risco e buscar ativos de proteção, como o ouro – que inclusive está em tendência de alta.

O bitcoin, no momento, parece ser visto pelos investidores como um ativo exclusivamente de risco, mesmo que muitos especialistas confiram à moeda um status de “ouro digital”.

Porém, ao mesmo tempo, isso não é nenhum tipo de “fim dos tempos” para o mercado de criptomoedas. Há outros projetos que carregam potencial de valorizações “fora da curva”, independentemente do que vem ocorrendo com o BTC.

Como uma criptomoeda em especial, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 5 de março.

Mesmo antes de seu lançamento oficial nas corretoras do mercado cripto, a moeda já chamou a atenção de grandes players do mercado. Como a Circle, maior emissora de stablecoins do mundo, que já é uma das investidoras no projeto:

Fonte: ICO Drops

A Empiricus Research, maior casa de análise financeira independente do país, também está de olho nesse lançamento.

E segundo os especialistas da casa, quem fizer parte da primeira leva de investidores a aportar nesse projeto, tem a chance de buscar lucros exponenciais – de até mil vezes o valor inicial investido – em um prazo médio de 90 dias.

No caso, o projeto não se restringe a investidores institucionais – pessoas físicas também podem surfar nesse potencial.

Qual o “segredo” para que uma moeda como essa chame a atenção de nomes importantes, e carregue alto potencial mesmo em um momento mais desfavorável no mercado?

Saiba como multiplicar em até 1.000 vezes o investimento inicial nessa nova criptomoeda em ‘pré-venda’

Dois pontos, em especial, convergem em torno dessa tese em questão, tornando-a um projeto de alto potencial para os investidores.

  • O projeto é ligado às stablecoins:

Stablecoins são criptomoedas cujo valor está indexado a uma moeda fiduciária. Atualmente, as principais negociadas são atreladas ao dólar, como a Tether (USDT).

As stablecoins têm ganhado cada vez mais espaço no mercado, especialmente com o crescimento da adoção institucional.

Como o próprio nome já diz, por serem atrelados a moedas fiduciárias, são ativos mais “estáveis” (stable) do que outros de baixo fundamento no mundo cripto. Em um mercado volátil, elas podem ser a “bola da vez”.

Ou seja, o projeto em questão vem com fundamentos sólidos, o que o diferencia do caráter mais especulativo das memecoins, por exemplo. Por isso, vemos players como a Circle, citada anteriormente, investindo oficialmente na tese.

  • Moeda em fase de “pré-venda”:

Estamos falando de uma criptomoeda que, a partir do seu lançamento no dia 5 de março, ainda estará em sua fase de “pré-venda”. Ou, como chamamos no mercado cripto, em seu ICO.

Semelhantemente aos IPOs do mercado de ações, muitas criptomoedas passam pelo ICO (Initial Coin Offering), ou “oferta inicial de moedas”, em português.

Durante um ICO, uma moeda recém-criada é aberta à captação de um seleto grupo de investidores, antes de ser oficialmente listada nas plataformas ou corretoras.

Acessando-a antes do grande público, investidores têm a chance de capturar valorizações exponenciais, já que o valor de mercado do ativo ainda está em “fase de crescimento”.

Ou seja, investidores têm a oportunidade de investir em uma tese:

  • De qualidade;
  • Com fundamentos aprofundados;
  • Ligada a uma das grandes tendências do mercado cripto em 2026;
  • Ainda em fase de ICO, com alto potencial lucrativo.

Lembrando que, para a Empiricus, será possível buscar uma multiplicação de 1.000 vezes o valor inicial investido com essa nova criptomoeda. Ou seja, com cerca de R$ 1 mil iniciais, a ideia é transformá-los em até R$ 1 milhão.

Porém, entrar em um ICO não é um processo intuitivo para qualquer um, especialmente investidores com pouca experiência no mercado cripto.

Com isso, a Empiricus não apenas recomenda a compra da moeda, como também criou uma solução voltada para este mercado, com o intuito de ajudar investidores a conhecê-lo.

Conheça a ‘incubadora de ICOs’ da Empiricus, projetada para buscar lucros explosivos ainda esse ano

A Empiricus acredita que o mercado de ICOs tem tudo para ser uma das grandes narrativas do mundo cripto em 2026. Além do projeto central desse texto, outros também podem carregar esse potencial lucrativo.

Com isso, a casa está disponibilizando novos acessos à sua “incubadora de ICOs”.

Ativa desde janeiro deste ano, a incubadora tem o objetivo de selecionar as melhores criptomoedas em ICO do momento, e compartilhar a curadoria com qualquer interessado, ensinando também como investir em cada uma delas.

Por meio da incubadora, o investidor aprende:

  • Como ICOs funcionam;
  • Quais as principais criptomoedas em ICO no momento;
  • Quais destas criptomoedas carregam maior potencial de valorização;
  • Como investir nas moedas selecionadas.

O mercado de criptomoedas é volátil, e exige bastante cautela por parte dos investidores. Nas oportunidades selecionadas, a Empiricus não recomenda aportar quantias que possam fazer falta ao seu dia a dia.

Porém, ao mesmo tempo, estamos falando de uma chance de buscar lucros raros nesse momento de mercado em especial.

E com a Empiricus, você pode contar com a ajuda de uma curadoria profissional, sem precisar investir sozinho – especialmente se você é novato no mundo cripto.

Incubadora de ICOs: inscrições para novos usuários estão abertas até segunda-feira (2)

As inscrições para os novos acessos à incubadora de ICOs da Empiricus estão abertas, mas se encerram na próxima segunda-feira (2).

Nesta data, a partir das 19h, os inscritos com antecedência estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual o projeto será apresentado em todos os detalhes.

Para registrar o seu interesse, basta clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita, mas pode ser de grande valor para sua jornada no mercado:

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R$ 10 viraram R$ 10.000 em 2025: conheça os bastidores desta estratégia e como ela pode se repetir a partir de 2 de março

27 de Fevereiro de 2026, 08:00

Em 2025, quem seguiu a recomendação certa no momento certo teve a oportunidade de ver o dinheiro investido se multiplicar por mil.  

Foi o que aconteceu com um dos ICOs lançados ao longo de 2025. Uma valorização que transformou R$ 500 em R$ 500 mil… e R$ 1.000 em R$ 1 milhão.  

Agora, a equipe de criptoativos da maior casa de análise financeira do Brasil já identificou a próxima janela.  

A partir do dia 2 de março, uma lista com novas criptomoedas, com potencial de entregar valorizações de até 50.000% será lançada. E, desta vez, você pode estar posicionado antes que o mercado perceba o que está acontecendo. 

Ethereum a US$ 0,30 e axie a US$ 0,10: o padrão que mais vem gerando milionários no mercado

Se você acompanha o mercado financeiro, provavelmente já ouviu falar em IPO, a oferta inicial de ações de uma empresa na bolsa de valores. Aproveitando o conceito, um ICO funciona com a mesma lógica, mas no universo das criptomoedas.

Antes de uma moeda digital ser listada nas grandes exchanges, como Binance ou Coinbase, o ativo passa por uma fase de pré-venda onde poucos investidores têm acesso.

É nesse estágio que os maiores lucros da história do mercado cripto foram gerados.

  • Ethereum saiu de US$ 0,30 no seu ICO e chegou a ultrapassar US$ 4.900.
  • Solana foi lançada a US$ 0,25 e bateu mais de US$ 1.300.
  • Axie Infinity custava US$ 0,10 e multiplicou por mais de 1.500 vezes em um ano.

Em todos esses casos, quem entrou no ICO com pouco dinheiro teve a oportunidade de acumular centenas de milhares, ou até mesmo milhões de dólares.

A lógica por trás dessas valorizações tem nome: choque de liquidez. Quando o ativo é listado publicamente, milhões de investidores ao redor do mundo ganham acesso simultâneo à moeda.

Essa pressão de compra repentina faz o preço disparar em horas, e quem já estava posicionado captura o movimento desde o início.

Em 2025, alguns ICOs geraram valorizações de até mil vezes: o que esperar para este ano?

Em 2025, teve ICOs que entregou exatamente isso: uma valorização de 10.000% (mil vezes)

Foi uma das maiores assimetrias já registradas no mercado de ativos digitais, e uma prova concreta de que a estratégia de identificar moedas antes da listagem pode ser transformadora para quem tem acesso à boas fontes de análise.

Não por acaso, 2025 também foi o ano em que o mercado de ICOs se expandiu de forma expressiva. Segundo dados da CoinList, apenas nessa plataforma foram realizados 18 ICOs ao longo do ano.

No total, estima-se que milhares de ofertas iniciais de moedas aconteceram globalmente.

O número de oportunidades cresce, mas há dificuldade de separar os projetos sólidos dos projetos sem fundamento também. É aí que entra o papel de uma curadoria especializada.

SAIBA COMO PARTICIPAR DA PRÓXIMA JANELA DE ICOs

2 de março, potencial de até 50.000%: a próxima janela já tem data (e a Empiricus já fez a análise)

A Empiricus já identificou as próximas oportunidades para buscar retornos com ICOs.  Assim, a partir do dia 2 de março de 2026, a casa vai divulgar uma lista com as novas moedas digitais com maior potencial desta temporada.

Os analistas da casa apontam potencial de valorização de até 50.000% para quem entrar na fase inicial.

Para ter acesso a essa e às próximas recomendações com esse nível de análise, a Empiricus está abrindo as portas da sua Incubadora de ICOs.

O objetivo é simples: levar ao investidor brasileiro pessoa física a mesma qualidade de curadoria que, até então, estava restrita a fundos de venture capital e grandes players institucionais.

Por meio da Incubadora, a equipe de criptoativos da Empiricus vai analisar os projetos, avaliar as equipes de desenvolvimento, examinar a documentação técnica e o modelo de distribuição de tokens – tudo para filtrar, entre os milhares de ICOs lançados anualmente, aqueles com maior potencial real de valorização.

Cadastro gratuito: saiba como ter acesso ao passo a passo para entrar nos próximos ICOs

Para participar, basta realizar um cadastro gratuito e registrar o seu interesse. A partir daí, você vai entender como receber as análises, o passo a passo de acesso e as recomendações da equipe, incluindo os detalhes sobre a oportunidade.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros e a Incubadora de ICOs não elimina esses riscos, mas oferece análise técnica e curadoria profissional para aumentar a qualidade das decisões.

Se você quer ter a chance de estar posicionado antes que o mercado perceba, e contar com o suporte de quem está estudando a fundo esse mercado, esse tem tudo para ser o momento perfeito de agir.

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‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado

26 de Fevereiro de 2026, 08:00

Enquanto o mercado de criptomoedas sai de um cenário de ‘terra sem leis’ para o de regulação e grande adoção institucional, algumas estratégias já consolidadas brilham aos olhos dos investidores mais atentos. 

Talvez você não saiba, mas as maiores assimetrias do mundo cripto não estão onde a maioria das pessoas estão de olho. Para quem busca valorizações exponenciais nesse mercado, não dá para ignorar o mundo das ICOs

Neste artigo, vamos apresentar ao leitor: 

  • O que são as ICOs; 
  • Como ‘caçar’ as melhores oportunidades — estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, chegando até a 50.000%; 
  • E por que não comprar criptomoedas antes do dia 2 de março. 

Antes de qualquer coisa, é importante separar o joio do trigo: este artigo não se trata de qualquer recomendação de guru e entusiasta da internet que grava vídeos no quarto da casa dos pais. 

Trata-se de uma construção de quase 17 anos, do que hoje é considerada a maior casa de análise financeira da América Latina — a Empiricus Research.  

Em 2017, a casa de análise foi a primeira a tocar no assunto das ICOs, antes de se tornar febre entre os investidores da época. 

Agora, a casa acredita que novos ICOs com potencial de valorizar até 50.000% devem começar partir do dia 2 de março. E o time já preparou uma análise completa das melhores oportunidades.  

Saiba o que são ICOs e como utilizar essa estratégia para buscar alavancagem de patrimônio em 2026

Antes de um ativo digital entrar em uma BitgetCoinbase ou Binance da vida, ela passa por um processo de ‘pré-venda’. Uma espécie de crowdfunding do mercado financeiro.  

É como comprar um terreno em uma cidade que será construída ou, de forma similar, investir em ações de uma empresa quando estram no mercado — os famosos IPOs

Já no mercado de criptomoedas essa ‘pré-venda’, conhecida como ICO (Initial Coin Offering), consiste em, basicamente, comprar tokens com intuito de financiar o desenvolvimento de um futuro ecossistema. 

Os critérios básicos para investir em um ICO são:  

  • A narrativa é forte? 
  • Há adoção e relevância do projeto no mercado?  
  • A valorização do ativo pode transformar um investidor comum em um novo milionário?  

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH)solana (SOL)axie infinity (AXS) e até o caso mais recente da ozak AI (OZ), passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado.  

Em 2026, com a entrada gradual de bancos e institucionais, e a crescente clareza regulatória do mercado, há um horizonte promissor para o setor dos ICOs. 

Para o leitor ter uma ideia, estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, 30.000% e, em alguns casos, chegando até a 50.000%.  

Um pequeno aporte de R$2 mil, pode se transformar em R$200 milR$600 mil, ou em até R$1 milhão

É claro que estamos falando de um mercado extremamente volátil e, portanto, com muito mais risco e que exige muita cautela. A recomendação é que não se faça um aporte tão grande, a ponto desse dinheiro fazer falta no orçamento familiar.  

Para contribuir com a jornada de investimentos e tornar tudo mais prático, criterioso e seguro, dia 2 de março a Empiricus irá dar acesso à lista de ICOs com esse potencial explosivo. 

CLIQUE AQUI PARA CONHECER A INCUBADORA E TER ACESSO À LISTA DE ICOS PROMISSORAS  

O maior ICO da história: saiba como conhecer a nova curadoria de criptomoedas a partir do dia 2 de março 

Se você está pensando em aproveitar os preços atuais das criptomoedas e ‘encher o carrinho’, a orientação é bem clara: não faça isso antes do dia 2 de março.  

O motivo? A divulgação das moedas que podem representar o maior ICO da história está para acontecer a partir do dia 2 do próximo mês. 

Se em 2025, multiplicações assim aconteceram… 

Fonte: Empiricus Crypto — ano de 2025 até dia 13/12/2025. Na primeira coluna, a valorização do ativo. Na segunda, a porcentagem de tokens, que atingiu essa valorização. Retornos passados não são garantia de retornos futuros 

Em 2026, com um cenário ainda melhor, as chances de encontrar o maior ICO da história são altíssimas.  

A verdade é que o jogo das ICOs não é só de inteligência e análise fundamentalista, mas sim de acesso à informação de qualidade e timing

lista de interessados em acessar a Incubadora de ICOs já está aberta. Ao preencher seus dados gratuitamente, você recebe as primeiras informações. Dessa forma poderá tomar uma decisão se quer se posicionar antes da liberação dos tokens para o público geral. 

Para ter acesso prioritário à divulgação dos tokens — que acontecerá no dia 2 de março —, basta clicar no botão abaixo e preencher o formulário de interesse.  

O post ‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado apareceu primeiro em Empiricus.

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