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Received today — 18 de Agosto de 2026Empiricus

Possibilidade de renda recorrente isenta de IR: BTG Asset lança FI-Infra para investidores que buscam mais previsibilidade

15 de Agosto de 2026, 09:00

Quem busca construir e proteger patrimônio costuma dar preferência a investimentos mais previsíveis e menos expostos às oscilações do mercado. Pensando nesse perfil, a BTG Asset lançou um fundo de infraestrutura com uma proposta diferente da maioria dos produtos da categoria.

Trata-se do BCDI11 (BTG Pactual Dívida Infra CDI), que passou a ser negociado na B3 em 4 de agosto. Embora a estreia na bolsa seja recente, a estratégia já vinha sendo executada há cerca de dois anos no mercado de balcão, o que permitiu ao fundo chegar à listagem já com um histórico consolidado.

O BCDI11 faz parte de uma categoria chamada FI-Infra: fundos que investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. E aqui está uma vantagem: esses ativos garantem isenção de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Mas o diferencial do BCDI11 está na sua concepção. A ideia da gestora foi criar uma alternativa mais defensiva dentro de seu portfólio de crédito, com retorno-alvo atrelado ao CDI e menor oscilação da cota no dia a dia.

Mas será que essa combinação realmente faz sentido para você?

Uma estratégia pensada para quem busca não correr grandes riscos

A BTG Asset já tem experiência com outros fundos de infraestrutura. O BDIF11 (BTG Pactual Dívida Infra), “irmão mais velho” do BCDI11, compartilha da mesma equipe de análise, originação e gestão, liderada por Luís Bolfoni.

Os dois fundos, no entanto, seguem caminhos distintos. Enquanto o BDIF11 aceita mais volatilidade no preço da cota em troca de buscar ganhos maiores, o BCDI11 tem outra proposta: buscar retornos próximos ao CDI e oferecer uma experiência de investimento mais alinhada a quem prioriza previsibilidade.

Na prática, isso se traduz em uma carteira mais líquida e com prazos mais curtos, características que tendem a reduzir a volatilidade da estratégia, em comparação com fundos de duration mais longa.

Além disso, a gestora pretende manter cerca de 90% do portfólio do fundo em ativos mais líquidos, de fácil negociação, reservando o restante para operações mais estruturadas. A duration mais curta também ajuda a reduzir a sensibilidade da cota às oscilações dos spreads.

Hoje, o BCDI11 está distribuído em cerca de 58 ativos diferentes, com maior concentração em setores como saneamento, geração de energia e rodovias.

Chance de dinheiro pingando na conta, sem desconto do Leão

Diferentemente dos fundos de infraestrutura distribuídos em plataforma, FI-Infra listados em bolsa, como o BCDI11, pagam dividendos isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, assim como acontece com os fundos imobiliários.

Na prática, as distribuições tendem a acompanhar o movimento dos juros: podem diminuir em um ciclo de queda da Selic, mas também aumentar quando o CDI sobe.

Ainda assim, o potencial de retorno para quem investe hoje depende, também, do preço de compra das cotas, visto que o fundo passou a ser negociado em bolsa.

Com a estreia na B3, a cota do BCDI11 passou a ter uma característica que não existia no mercado de balcão: ela pode ser negociada por um preço diferente do valor da cota patrimonial, o que pode abrir, por exemplo, oportunidades de compra caso a cota esteja sendo negociada com “desconto” (deságio). 

Agora, vale entender o que isso significa para você, investidor: no preço atual, o BCDI11 faz sentido para a sua carteira?

BCDI11: Veja como acessar a análise completa

Você está convidado a conferir um dossiê completo sobre o BCDI11 e suas características, assinado pelos analistas da Empiricus Research.

Para conferir a análise e decidir se vale a pena ou não incluir o BCDI11 na sua carteira, é muito simples.

O relatório está disponível de forma gratuita no BTG Content, plataforma com conteúdos exclusivos do BTG Pactual e da equipe de research da Empiricus.

Para liberar o seu acesso gratuito ao conteúdo completo, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

CONFIRA A ANÁLISE COMPLETA DO BCDI11

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Conheça o BCDI11, fundo de infraestrutura da BTG Asset com retorno potencial acima do CDI e isento de IR

13 de Agosto de 2026, 14:00

Na última terça-feira (4), o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11), o fundo de infraestrutura gerido pela BTG Asset, foi listado na Bolsa de Valores. Apesar de existir desde 2024, a estratégia ganhou escala depois de oferta de cerca de R$ 120 milhões, em abril, e alcançou um patrimônio próximo a R$ 190 milhões.

A intenção da BTG Asset com a listagem é transformar o BCDI11 em sua principal estratégia de infraestrutura atrelada ao CDI, com um papel semelhante ao BDIF11 entre os fundos indexados ao IPCA.

Conheça a estratégia por trás do BCDI11

O BCDI11 é um fundo com retorno hedgeado para o CDI. Ou seja, ele busca acompanhar de perto o retorno desse índice.

Com gestores profissionais, os Hedge Funds, como esse, adotam estratégias que tentam reduzir o impacto das oscilações de juros sobre o portfólio.

O BCDI11 possui a mesma equipe de análise e gestão do BTG Pactual Dívida Infra (BDIF11), liderada por Luis Bufoni, gestor do portfólio de crédito da BTG Asset.

Enquanto o BDIF11 tem uma carteira mais exposta à inflação e aceita maior duration e volatilidade, o BCDI11 adota um perfil mais conservador.

O fundo é indicado para investidores que priorizam:

  • Retorno atrelado ao CDI;
  • Menor oscilação da cota; e
  • Maior previsibilidade de renda.

Atualmente, o BCDI11 soma 58 ativos, com cerca de 90% da carteira alocada em debêntures tradicionais e debêntures incentivadas. O restante está em caixa, principalmente em títulos públicos.

Porém, a gestão do fundo pretende destinar 10% a operações estruturadas e com spreads elevados, desde que os riscos sejam protegidos por uma estrutura adequada.

ACESSE RELATÓRIO COMPLETO SOBRE O BCDI11

Saiba vantagens e por que esse pode ser um bom momento para investir do BCDI11

Como os FI-Infras investem principalmente em debêntures incentivadas, esses títulos têm isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoa física.

Outro ponto de destaque é que, como o retorno é hedgeado para o CDI, a distribuição tende a acompanhar os juros. O valor pode diminuir em um ciclo de queda da taxa, mas também pode aumentar quando a taxa subir.

Desde o início, o BCDI11 entregou CDI +1,9% ao ano.

O momento da listagem também pode ser favorável ao fundo por conta da oferta de R$ 120 milhões concluída em abril. Isso porque os recursos captados ainda estão no período regulatório de enquadramento.

Ou seja, o fundo pode manter, de forma temporária, uma parcela maior em ativos não incentivados e originalmente indexados ao CDI. Essa flexibilidade permite ao BCDI11 aproveitar operações mais curtas e com spreads superiores.

Relatório conta mais detalhes sobre o BCDI11; saiba como acessar

Este texto é apenas uma introdução ao BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11).

Se você deseja conhecer melhor o BCDI11, você pode acessar o relatório “BCDI11: renda isenta em CDI. O material está disponível gratuitamente no BTG Content, a plataforma de conteúdos oficial do BTG Pactual.

Para liberar seu acesso ao conteúdo gratuito, é só clicar no botão abaixo: 

QUERO ACESSAR O RELATÓRIO GRATUITAMENTE

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Trade do dia: Compre SpaceX (SCPX34); confira a recomendação de swing trade do BTG Pactual para hoje (13)

13 de Agosto de 2026, 11:00

O BTG Pactual abriu uma nova operação de swing trade nesta quinta-feira (13), com a recomendações de compra dos BDRs da SpaceX (SPCX34) após sinais de uma melhora consistente da estrutura técnica do ativo no curto prazo.

(Fonte: BTG Pactual) 

Segundo os analistas, o papel reverteu a dinâmica de curto prazo após formar fundo na região de R$ 35,20 e passou a construir uma sequência de topos e fundos ascendentes.

O IFR (Índice de Força Relativa) avançou para a região de 76 pontos, sinalizando força compradora elevada, embora o indicador já esteja em um patamar mais esticado no curto prazo.

Para os analistas do BTG, a manutenção do preço acima de R$ 47,00 preserva o viés construtivo e mantém espaço para a continuidade do movimento em direção aos R$ 50,00. Eles ainda pontuam que, o rompimento consistente desse patamar pode abrir caminho para as próximas resistências em R$ 54,00 e R$ 58,00.

O movimento de SPCX34 mostra, na prática, como a análise técnica pode ser utilizada para identificar mudanças de tendência, níveis importantes de preço e possíveis gatilhos para operações de curto prazo.

Mas, para quem pretende operar nesse horizonte, acompanhar os sinais é apenas parte do processo. É preciso também saber interpretá-los, definir uma estratégia e controlar os riscos envolvidos. Nesse sentido, dominar essa leitura que ganha ainda mais importância.

VEJA MAIS: Empiricus lança treinamento gratuito para participantes da BTG Copa Trader

Do radar do mercado à prática: dominar operações de curto prazo pode render prêmio de até R$ 1 milhão

Seja no day trade ou no swing trade, identificar oportunidades no gráfico é apenas o primeiro passo. Nas operações de curto prazo, transformar uma leitura de mercado em uma chance de lucro exige tomar decisões em um ambiente que pode mudar rapidamente, e cada escolha pode fazer diferença no resultado.

Por isso, o investidor que deseja seguir esse caminho precisa ter disciplina para seguir uma estratégia, capacidade de reagir a diferentes cenários e controle emocional. E é justamente essa combinação de leitura de mercado e tomada de decisão que está no centro da segunda edição da Copa BTG Trader.

Trata-se de uma disputa de trading realizada em ambiente simulado, na qual os participantes podem testar suas habilidades sem colocar o próprio patrimônio em risco.

SAIBA MAIS: Treinamento gratuito da Empiricus pode aumentar suas chances na Copa BTG Trader

Neste ano, o campeonato pagará R$ 1 milhão em prêmio para o campeão, além de premiações para outros participantes que estiverem entre os melhores colocados.

Como mencionamos, realizar esse tipo de operação exige preparo. Por isso, a Empiricus criou um treinamento gratuito para aqueles que desejam chegar mais qualificados para a disputa.

Bootcamp Trader do Milhão: aumente suas chances na Copa BTG Trader

O Bootcamp Trader do Milhão é um curso gratuito da Empiricus criado para ajudar os investidores que querem participar da Copa BTG Trader. O treinamento é organizado pelo analista técnico da casa Marlon Scatolin, profissional com nove anos de experiência no mercado financeiro e atuação em operações estruturadas de câmbio e trading.

Ao longo do bootcamp, os participantes terão acesso a:

  • Conteúdos com especialistas em análise técnica da Empiricus;
  • Explicações sobre o regulamento da Copa e os ativos negociados;
  • Atualizações de mercado; e
  • Estratégias para as primeiras etapas da competição.

Além disso, quem avançar na disputa também poderá contar com preleção para as semifinais e suporte individual aos classificados para a etapa final.

A competição começa no dia 14 de setembro e as aulas do Bootcamp Trader do Milhão já estão liberadas. Assim, quanto antes você começar o treinamento, mais preparado pode chegar na Copa BTG Trader.

Para participar gratuitamente, basta clicar no botão abaixo se inscrever e começar a preparação com a equipe da Empiricus.

GRATUITO: PARTICIPE DO BOOTCAMP E PREPARE-SE PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Certificado de Autorização SPA/MF 03.051033/2026. Consulte as regras e condições de participação no Regulamento.

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LIQB11: Como um ETF de títulos públicos pode apresentar o mundo da bolsa de valores aos investidores focados em renda fixa

12 de Agosto de 2026, 16:00

A renda fixa domina de forma esmagadora o comportamento do investidor brasileiro. Segundo dados da Anbima, a classe respondeu por 59% de todo o volume de investimentos feitos no país em 2025: R$ 5,14 trilhões movimentados.

O raciocínio faz sentido se considerarmos que, com juros elevados no país, essa é uma forma de fazer seu capital render a uma taxa atrativa e, ao mesmo tempo, com riscos muito menores do que os encontrados na renda variável.

Ao mesmo tempo em que o Ibovespa é amplamente citado nos noticiários e mídias sociais, parece que grande parte da população prefere não chegar perto da bolsa de valores, evitando qualquer tipo de risco mais explícito para seu patrimônio.

E se estamos falando de um investidor com perfil conservador, ou que não possui nada além de sua reserva de emergência, alocá-la na renda fixa é, de longe, a escolha mais sábia. Não é recomendado ultrapassar seus próprios limites.

Porém, tratando-se de investidores de perfil mais arrojado e com mais capital disponível para investir, mantê-lo exclusivamente na renda fixa pode ter um custo implícito: menos diversificação, com uma carteira exposta a apenas um tipo de risco, e a perda de grandes oportunidades de multiplicação de patrimônio em outros mercados.

Mas e se apresentássemos uma forma de colocar um “pezinho” na bolsa, pelo menos para conhecer esse mercado na prática, mas sem tomar riscos muito agressivos?

Investir na renda fixa na bolsa de valores: conheça o LIQB11 e suas vantagens frente ao mercado

Para quem quer conhecer o universo da renda variável, mas inicialmente sem assumir exposição a ativos de alto risco, é possível unir o útil ao agradável por meio de uma proposta inovadora no mercado brasileiro.

Ao mesmo tempo, a proposta também pode se aplicar a investidores que já possuem capital aplicado na bolsa, mas não querem sair dela em busca de uma oportunidade que combine diversificação com exposição à renda fixa.

O ETF LIQB11, lançado em julho deste ano, chegou ao mercado buscando ajudar investidores:

  • Que querem comprar uma cesta de ativos de renda fixa, mas sem sair da bolsa de valores;
  • Com menos propensão ao risco na renda variável;
  • Com pouca ou nenhuma experiência na bolsa.

ETFs são exchange-traded funds, na sigla em inglês. Ou seja, uma categoria de fundos de investimento que são negociados na bolsa, como se fossem ações.

Mas ao invés de investir na ação de uma empresa, um ETF representa uma cesta de ativos. Essa cesta, consequentemente, pode conter ativos de qualquer mercado e, no caso do LIQB11, ela é composta de títulos públicos, atrelados à Selic ou ao IPCA.

LIQB11: Quais as vantagens de investir em um ETF de renda fixa?

Essa combinação de renda fixa com bolsa pode até parecer inusitada à primeira vista, mas pode fazer bastante sentido quando entendemos as demais vantagens de unir o melhor dos dois mundos.

  • Porta de entrada para a bolsa: O investidor aprende a mecânica do mercado de renda variável (como funciona um pregão), por meio de ativos com os quais ele já tem mais familiaridade (renda fixa);
  • Diversificação em um só lugar: o ETF não representa apenas um ativo, mas sim uma cesta de ativos de renda fixa por meio de um único ticker de negociação, diluindo riscos específicos de cada papel;
  • Gestão profissional: a curadoria de ativos do fundo é feita por gestores profissionais, e o investidor não precisa selecionar ativos um a um;
  • Praticidade operacional: comprar e vender como se fosse uma ação, sem precisar gerenciar vencimentos individuais ou renovar aplicações.

E quais os riscos de investir no LIQB11?

Precisamos ressaltar que não existe investimento livre de riscos, nem mesmo os de renda fixa. A diferença está na intensidade.

Como as cotas do LIQB11 são negociadas em bolsa, elas estão sujeitas às oscilações do pregão, além de também estarem expostas à marcação a mercado dos títulos da cesta.

Mas mesmo que o ativo não venha para eliminar riscos, ele pode ser uma alternativa eficiente para quem busca liquidez produtiva dentro de uma carteira diversificada.

Saiba mais sobre o LIQB11 com apenas alguns cliques

Nesse texto, apresentamos algumas informações essenciais sobre o LIQB11. Mas essa é apenas a ponta do iceberg.

Clicando no link ao final da matéria, você está convidado a conhecer mais sobre o ETF e seu funcionamento. Independentemente da decisão que você tomar para a sua carteira de investimentos, vale conferir.

É só seguir o link:

LIQB11: QUERO SABER MAIS SOBRE O ETF

Investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. Certifique-se dos riscos e se o investimento faz sentido para o seu perfil antes de investir. Não há garantia de retorno. Retornos passados não garantem retornos futuros.

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Mais cortes na Selic vêm aí? Tom ‘dovish’ do Copom e IPCA de julho podem dar dicas do que esperar; confira análise

12 de Agosto de 2026, 14:59

O corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, anunciado no dia 5 de agosto, pode não ser o último em 2026. Enquanto os dados de inflação (IPCA) mais recentes apontam para um viés de desaceleração, o Copom parece ter mantido a porta aberta para mais cortes nos juros na ata da sua última reunião, divulgada na última terça-feira (11) – segundo a Empiricus.

O comunicado veio em “um tom marginalmente mais dovish”, segundo Laís Costa, analista da casa. E “reconheceu a desaceleração da atividade, assim como as surpresas baixistas de inflação nas últimas leituras, embora tenha mantido o reconhecimento da desancoragem das expectativas futuras”.

Em semana pós-Copom, IPCA de julho trouxe ‘composição benigna’

Desde o início do conflito no Oriente Médio, e sua consequente pressão inflacionária em nível global, players do mercado, diversas vezes, revisaram para cima suas expectativas para a Selic terminal em 2026.

Mas as últimas leituras da inflação já vinham trazendo surpresas baixistas, que se consolidaram com a divulgação do IPCA de julho, que trouxe um avanço de 0,07%. O número veio levemente acima das expectativas do mercado, que giravam em torno de 0,01%. Mas segundo a analista, “embora o dado cheio tenha superado as estimativas, o indicador trouxe detalhes positivos para o cenário inflacionário doméstico”.

A analista indica uma “composição benigna” dos dados, que trazem deflação em setores como:

  • Bens não-duráveis, com destaque para alimentos in natura;
  • Vestuário, com sua maior deflação no período desde 2010;
  • Gasolina.

Quanto à gasolina, vale ressaltar que, apesar da alta do petróleo, alguns fatores contribuíram para um maior controle nos preços. A Petrobras (PETR4), por exemplo, anunciou reajustes de preço muito abaixo do esperado, graças a um incentivo pontual do governo federal.

Para este mês, a analista acredita que os preços administrados devem continuar contidos graças ao setor de energia. Com o bônus da Usina de Itaipu chegando, o saldo positivo das operações da companhia será repassado às contas de luz em agosto. Esse benefício deve reduzir não apenas os valores nas faturas, mas também os impactos do grupo nos dados de inflação.

Além do nível de “conforto” na inflação no curto prazo, é preciso considerar também as projeções para o chamado “horizonte relevante”, que vai até o 1º trimestre de 2028.

Neste caso, Laís Costa comenta que as projeções para o IPCA do 1T28 estão, atualmente, em 3,2% ao ano – o que “coincide com a precificação dos economistas e com a definição de inflação ‘em torno da meta’ do próprio BC”.

Essas são justamente as evidências que o Copom monitora de perto. Sinais de desaceleração na inflação podem servir de insumo para que a autarquia conduza um caminho de mais redução nos juros – isso de maneira muito generalista, visto que diversos outros fatores precisam ser considerados.

Copom deixou ‘portas abertas’ para mais um corte na Selic, segundo analista

A ata da última reunião destaca que o Copom “não deve reagir aos efeitos primários de choques de oferta, e que segue monitorando a evolução do cenário para manter a restrição adequada à convergência da inflação para a meta”, segundo a analista.

Porém, para a Empiricus, “o conjunto das alterações no documento mantém a porta aberta para a continuação do ciclo de cortes de juros em setembro”. O cenário-base da casa é de mais uma redução de 0,25 ponto percentual a partir da próxima reunião, marcada para os dias 15 e 16 de setembro. Assim, a Selic deve ir a 13,75% ao ano.

Demais players do mercado também acompanham essa visão. As opções de Copom negociadas na B3 na última quarta-feira (12) mostram uma sustentação da crença em mais um corte, enquanto um cenário de manutenção nos juros perdeu força nas últimas semanas.

Dashboard Público – Opções de Copom. Fonte: B3, consultada em 12/08/2026

Onde investir na renda fixa? Acesse relatório com 3 recomendações da Empiricus

Apesar do certo alívio de curto prazo, é preciso ressaltar que o cenário econômico ainda promete incertezas para os próximos meses.

Além das disrupções geopolíticas, que acompanham o conflito no Oriente Médio, o lado doméstico ganha ainda mais uma pitada de volatilidade por conta das eleições presidenciais, que acontecem em outubro.

Todos esses fatores são de grande relevância para investidores que querem montar uma carteira de renda fixa balanceada tanto para buscar retornos quanto para mitigar riscos.

Lais Costa preparou um relatório especial com três títulos de crédito privado que, em sua visão, são as apostas mais promissoras para quem se posicionar agora.

São títulos avaliados com qualidade, de empresas ligadas a setores promissores da economia, com retornos líquidos esperados de até IPCA + 11,18% ao ano. Taxas reais como essa são consideradas acima da média. A depender da trajetória de queda da Selic, a tendência é que não sejam mais ofertadas no mercado.

E o mais importante: todos os títulos recomendados pela analista são isentos de Imposto de Renda.

Fonte: Empiricus/BTG Pactual

O relatório completo está disponível para você por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual. Lá, você confere os comentários da analista na íntegra, além da ficha técnica completa dos ativos selecionados.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta clicar no botão abaixo para fazer um cadastro rápido, com poucos cliques:

ACESSE O RELATÓRIO NO BTG CONTENT

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Falta 1 mês para a Copa BTG Trader: Você está preparado para disputar até R$ 1 milhão?

4 de Agosto de 2026, 09:00

Disputar R$ 1 milhão no mercado financeiro parece algo reservado a poucos investidores. Mas, no próximo mês, a Copa BTG Trader dará a milhares de participantes a chance de transformar esse objetivo em realidade.

Promovida pelo BTG Pactual, com apoio da B3 e da Nelogica, a competição acontece por meio de operações simuladas. Na prática, isso significa que os competidores podem buscar o prêmio milionário sem expor o próprio patrimônio a riscos.

É isso mesmo: você não precisa investir um único centavo para disputar o prêmio milionário. Mas, quando o assunto é competição, confiar apenas na sorte dificilmente é a melhor estratégia.

Na última edição, a Copa BTG Trader reuniu mais de 60 mil participantes. Em outras palavras, é como entrar em campo diante de um estádio lotado de concorrentes em busca do mesmo objetivo. Por isso, chegar preparado pode fazer toda a diferença.

Pensando nisso, a Empiricus Research se antecipou e criou um bootcamp gratuito para quem quer competir em alto nível.

Por trás do bootcamp ‘Trader do Milhão’

O bootcamp “Trader do Milhão” é um treinamento intensivo criado pela Empiricus Research para ajudar você a chegar mais preparado à Copa BTG Trader e aumentar as suas chances de disputar o prêmio de R$ 1 milhão.

O curso reúne aulas práticas, estratégias de mercado e orientações conduzidas por Marlon Scatolin, analista técnico da Empiricus com mais de nove anos de experiência em operações e desenvolvimento de estratégias no mercado financeiro.

A boa notícia é que não importa se você já opera ou está dando os primeiros passos no trading.

Isso porque o treinamento foi desenvolvido para qualquer pessoa que:

  • Deseja conhecer as principais estratégias utilizadas por traders;
  • Quer entender quais ativos serão negociados na competição;
  • Busca acompanhar os movimentos do mercado; e
  • Quer dominar todos os detalhes do regulamento da Copa para avançar pelas fases eliminatórias.

E tem mais: os participantes que chegarem às semifinais e à final contarão com um acompanhamento ainda mais próximo e personalizado.

Lembrando que tudo isso é 100% gratuito e você não precisa tirar um único real do bolso. Agora, você deve se perguntar: como acessar o treinamento gratuito e quanto tempo você tem para se preparar?

Descubra como se inscrever no treinamento

A Copa BTG Trader começa no dia 14 de setembro e a disputa promete ser acirrada.

Na fase classificatória, apenas 30% dos participantes mais bem colocados avançam para a semifinal, com base na soma dos resultados obtidos ao longo da competição, já considerando o descarte do pior dia de desempenho.

Na etapa seguinte, 100 participantes serão premiados, mas somente cinco conquistarão uma vaga na grande final.

Os finalistas se enfrentarão em um evento presencial, dividido em dois tempos de 45 minutos.

Ao fim da disputa, o grande campeão leva para casa o prêmio de R$ 1 milhão, enquanto os demais finalistas recebem premiações de R$ 50 mil, R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 7,5 mil. Além disso, ao longo da competição, o BTG Pactual também premiará diariamente o melhor trader do dia com R$ 1 mil.

Agora, se você quer chegar à competição mais preparado, confiante e aumentar as suas chances de avançar rumo ao milhão, já pode garantir gratuitamente sua vaga no bootcamp Trader do Milhão.

Basta clicar no botão abaixo e fazer sua inscrição:

QUERO ME PREPARAR PARA A COPA BTG TRADER DE GRAÇA

Certificado de Autorização SPA/MF nº 03.051033/2026. Consulte regras e condições de participação no Regulamento

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Como aumentar suas chances de disputar o prêmio de R$ 1 milhão da Copa BTG Trader? Bootcamp gratuito ajuda investidores a chegarem mais preparados

3 de Agosto de 2026, 15:01

O que você faria com R$ 1 milhão? Para muitos brasileiros, o valor representa anos de trabalho, investimentos e planejamento financeiro. Mas uma competição de trading promete pagar exatamente essa quantia a um único vencedor.

O mais curioso é que os participantes não precisam colocar dinheiro real em risco durante a disputa. A Copa BTG Trader acontece em ambiente simulado, permitindo que traders testem suas habilidades e concorram ao prêmio milionário sem utilizar o próprio patrimônio.

Assim, para quem deseja chegar mais preparado à disputa, a Empiricus abriu inscrições para o Bootcamp Trader do Milhão, um treinamento gratuito voltado a investidores que pretendem participar da próxima Copa BTG Trader.

Como funciona a Copa BTG Trader?

A Copa BTG Trader está em sua segunda edição. Neste ano, a disputa contará com quatro etapas, três delas online e a grande final presencial que reunirá os cinco melhores participantes:

  • Fase classificatória (14 a 24 de setembro): avançam para a semifinal apenas os 30% mais bem colocados
  • Repescagem (28 a 30 de setembro): na última chance de continuar na disputa, passarão apenas os 5% mais bem colocados;
  • Semifinais (13 a 16 de outubro): na pré-final, serão 95 premiados, mas apenas 5 traders disputarão a grande final;
  • A Grande Final (29 de outubro): os 5 finalistas se enfrentam presencialmente, disputando em dois tempos de 45 minutos.

Em todas as etapas anteriores à final, será considerada a soma dos resultados acumulados, excluindo o pior dia de desempenho de cada participante.

Entre as novidades para essa edição, o participante poderá escolher entre 4 times para integrar e seguir durante a competição:
  • Tendência: para quem busca identificar a direção do mercado e operar grandes movimentos;
  • Automação: para aqueles quepreferem operar com método, dados, e apoio da tecnologia;
  • Fluxo: uma equipe que gosta de acompanhar o mercado em tempo real e interpretar a força por trás dos movimentos;
  • Contra Tendência: o grupo que procura oportunidades em reversões, e pontos de virada do mercado.

O vencedor receberá um prêmio de R$ 1 milhão. Os outros 4 finalistas serão premiados com valores de R$ 50 mil, R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$7,5 mil de acordo com a posição no ranking.

Além disso, os 95 primeiros colocados nas semifinais também poderão receber premiações em dinheiro a partir de R$ 1 mil.

Mais do que uma disputa por prêmios, a Copa BTG Trader representa um desafio para investidores que desejam testar suas habilidades em um ambiente competitivo e simulado.

Para ter mais chances de avançar na Copa BTG Trader, os participantes precisarão conhecer as principais estratégias de trading, entender sobre gestão de risco e, principalmente, controlar a inteligência emocional.

Nesse sentido, pensando nessa preparação, a Empiricus está oferecendo gratuitamente o Bootcamp Trader do Milhão, treinamento gratuito criado para ajudar investidores que desejam participar da Copa BTG Trader.

Bootcamp Trader do Milhão: como se preparar para disputar até R$ 1 milhão

O Bootcamp Trader do Milhão será ministrado pelo analista técnico da Empiricus Marlon Scatolin. Além de preparar tecnicamente os competidores para a disputa, um dos objetivos do bootcamp é aumentar as chances dos traders de conseguirem pelo menos um dos prêmios de R$ 1 mil, que serão distrbuídos em uma das fases da competição.

Portanto, durante o treinamento os investidores vão ter acesso à:

  • Conteúdos com os especialistas em análise técnica da Empiricus;
  • Explicação do regulamento da Copa e dos ativos operados;
  • Atualizações do mercado;
  • Estratégias para avançar nas primeiras etapas da competição
  • Preleção para as semifinais;
  • Suporte individual em caso de classificação para a grande final.

Os investidores interessados podem aproveitar gratuitamente os conteúdos do Bootcamp Trader do Milhão para conhecer melhor o funcionamento da competição e se preparar para disputar uma premiação que pode chegar a R$ 1 milhão.

Para garantir a sua vaga no preparatório gratuito, clique no link abaixo e siga as instruções na tela:

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Certificado de Autorização SPA/MF nº 03.051033/2026. Consulte regras e condições de participação no Regulamento.

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De metalúrgico a milionário: conheça o vencedor da Copa BTG Trader 2025 em novo documentário

9 de Julho de 2026, 17:00

Um novo documentário chegou às telas na última quinta-feira (9). É o “De Metalúrgico a Milionário: A História do Campeão da Copa BTG Trader 2025”,que conta a história de Danillo Ramos Duarte, morador de São Vicente (SP).

Em 2025, Danillo esteve entre os competidores da anual Copa BTG Trader e conquistou o primeiro lugar ao mostrar as suas habilidades com negociações da categoria de trading. Na estreia audiovisual, Danillo conta sobre a sua trajetória trabalhando como metalúrgico até levar o prêmio de R$ 1 milhão para casa.

Além disso, no documentário, você também descobre como se inspirar na história do ex-metalúrgico para buscar uma oportunidade capaz de transformar o seu futuro – assim como o dele foi transformado.

ASSISTA AQUI AO DOCUMENTÁRIO

Conheça a história do vencedor da Copa BTG Trader

“Eu estava pesquisando opções de investimento e o day trade chamou a minha atenção. Comecei a ver uns vídeos indo para o trabalho, no fretado”, Danillo conta sobre como começou a investir.

Na época, ele vivia uma vida simples, trabalhava como metalúrgico em uma empresa no litoral paulista e operava em horários fora do expediente. Apesar de reconhecer que foi um caminho pouco tradicional, ele diz que começou a operar com trading pois achava os lucros mais atraentes.

“Um dia, fiz uma operação de day trade que me pagou R$ 50 rápido. Então, no dia seguinte, eu dobrei. Numa semana, eu cheguei a fazer R$ 7 mil. Não sabia, mas estava operando super alavancado”, relata ele no documentário.

Entretanto, sem conhecimento técnico e fazendo negociações arriscadas, depois de três meses operando com muita exposição, Danillo conta que perdeu todo o dinheiro.

  • Quer conhecer em detalhes essa virada de trajetória? Assista ao documentário completo e veja como ele transformou os erros iniciais em aprendizado.

“Pela minha falta de conhecimento, eu não tinha paciência de esperar, saia clicando o tempo inteiro e perdia muito dinheiro. Hoje eu tenho mais cautela”, conta Danillo.

O trader conta que um grande passo para sua experiência foi começar a participar de campeonatos, pois “desperta o espírito competidor”. Assim, ele diz que se dedicava mais porque estava em um ambiente de alta performance e que conseguia comparar o seu desempenho com o de outros negociadores.

A competição que transformou a vida financeira de Danillo

Até que em 2025, Danillo resolveu participar da Copa BTG Trader. O campeonato, que libera inscrições gratuitas, normalmente acontece no segundo semestre do ano. Foi então que ele dedicou todo o seu conhecimento e expertise para as negociações.

E no final, veio a recompensa: R$ 1 milhão para o primeiro lugar do campeonato.

“Quando terminou, eu não acreditava ainda, até me chamarem ao palco no microfone”, ele se emociona ao lembrar.

“Não é só pelo dinheiro, o prêmio em si é um mérito de tudo que eu fiz nos meus 40 anos. O dinheiro traz segurança para viver de uma forma melhor, ele rende de uma forma que o meu salário não pagava”, conta Danillo, que agora consegue dedicar mais tempo da sua vida às negociações.

Como conta Danillo, participar de campeonatos anuais como a Copa BTG Trader podem mudar o patamar financeiro de uma pessoa pelo resto da vida.

Uma das cabeças por trás do projeto, o analista de trading do BTG Lucas Costa, conta que a competição nasceu de uma pergunta muito simples: “Quem é o melhor trader do Brasil?”

“Pelo campeonato a gente consegue promover a educação sobre mercado, sobre investimento, sobre trading de uma forma gamificada, que desafia as pessoas e permite que ela sinta um impulso maior para poder iniciar no mercado e aprender dentro deste ambiente”, conta Costa.

O analista explica que tudo acontece em um ambiente simulado, sem os competidores arriscarem o próprio dinheiro. “Como tem o fator do prêmio principal de R$ 1 milhão, isso faz com que a pessoa opere se desafiando, sentindo como é o mercado no dia a dia, não só pela parte técnica, mas pelo aspecto emocional,” explica Costa.

Ele também relembra que a participação no campeonato é gratuita, sem taxa de inscrição. Além disso, o primeiro classificado não é o único premiado – outros competidores que tiverem um bom desempenho e se classificarem entre os melhores colocados também podem receber prêmios.

Em breve, as inscrições para a próxima edição da Copa BTG Trader serão abertas. Essa é uma ótima oportunidade para quem busca se desafiar, fazer networking com os maiores traders do Brasil e, claro, ficar mais perto da realização dos objetivos financeiros.

Para quer saber mais sobre a jornada de Danillo até o prêmio de R$ 1 milhão na Copa BTG Trader e mais detalhes do concurso, não deixe de conferir o documentário a seguir:

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BTG Pactual abre inscrições para programa de formação de assessores de investimento; participe

7 de Julho de 2026, 10:00

Se você está em busca de uma porta de entrada para o mercado financeiro ou da oportunidade de fazer uma transição de carreira, precisa saber que o BTG Pactual abriu inscrições para o BTG Evolution. Trata-se do programa de formação de Assessores de Investimentos, promovido pelo banco de investimentos.

O objetivo é capacitar recém-formados, universitários no final da graduação e profissionais em transição de carreira para construir uma trajetória sólida no mercado financeiro.

Diferentemente de outros programas de formação de assessores, a proposta do BTG Pactual não é simplesmente oferecer um curso que ajude esses profissionais a conseguirem uma certificação. A intenção é trazer os candidatos para o dia a dia do banco e ensiná-los como ser um assessor.

As inscrições seguem abertas até 22 de julho e a primeira fase da formação acontecerá no dia 1 de agosto em um evento presencial. Veja a seguir como vai funcionar o programa.

BTG Evolution: conheça os pré-requisitos e todas as etapas do programa

O BTG Evolution é voltado a profissionais recém-formados ou com graduação concluída em até três anos, em qualquer área de conhecimento. O programa também é para universitários no último semestre de graduação em Economia, Administração ou áreas correlatas. Não é necessária experiência prévia, contudo, a certificação CPA-20 (atual C-Pro R) é obrigatória.

Assim, o programa de formação de assessores de investimentos do BTG Pactual foi elaborado em seis etapas:

  • Período de inscrições (22/06 a 22/07) – neste link;
  • Convite para o Evento (28/07 a 30/07);
  • Evento Presencial + Case técnico (01/08);
  • Conversa com Líderes (03/08 a 07/08);
  • Propostas (10/08 a 11/08);
  • Formação B2C (duração de 3 a 6 meses): Entrada prevista para 24/08.

No dia 1º de agosto os candidatos vão ter o primeiro contato com o universo de assessoria do BTG Pactual. Na ocasião, os participantes vão entender quais os caminhos possíveis para construir uma carreira na área, por meio de conversas com especialistas do banco.

Ao final dessa experiência, ainda durante o evento, os participantes vão resolver um case técnico. O desafio será baseado em situações reais do dia a dia de um assessor de investimentos e os candidatos vão poder colocar em prática suas habilidades analíticas e conhecimentos.

Os participantes que preformarem melhor nessa fase serão selecionados para ingressar na Assessoria Digital e podem ser promovidos para o time de Relacionamento ao final de três meses.

Assim, os candidatos que avançarem na trilha do programa terão três meses de experiência dentro do BTG Pactual. Nesse período, eles vão seguir os mesmos objetivos que um assessor do banco e terão formação técnica e prática por meio de:

  • Treinamentos;
  • Simulações e roleplays reais;
  • Feedbacks individuais;
  • Acompanhamento de performance;
  • Mentoria com líderes de mercado.

BTG EVOLUTION: SAIBA COMO DAR O PRÓXIMO PASSO NA SUA CARREIRA

Por que participar do BTG Evolution?

A profissão assessor de investimentos está ganhando cada vez mais espaço no Brasil. De acordo com dados da ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), em maio, o país contava com mais de 27 mil profissionais certificados. Destes, 20 mil já estavam vinculados a alguma instituição financeira.

Na prática, estamos falando de um crescimento de 3,6% em 12 meses, que reforça a procura por serviços especializados de investimento, mas que ainda esta longe de atender à demanda crescente do mercado.

Nesse sentido, o BTG Evolution pode ser uma porta para o desenvolvimento acelerado na carreira de assessor de investimentos, com acesso direto a especialistas e a oportunidade de efetivação em um dos times mais estratégicos do BTG Pactual.

O profissional ainda poderá contar com a estrutura robusta do maior Banco de Investimentos da América Latina com acesso à um portfólio amplo de produtos internos e ativos externos, selecionados rigorosamente.

Outro diferencial são as plataformas que dão suporte ao trabalho diário e permitem:

  • Gestão de carteiras;
  • Acompanhamento do mercado em tempo real;
  • Análise de riscos e oportunidades;
  • Tomada de decisão com mais agilidade e precisão.

Por fim, os assessores de investimento vinculados ao BTG Pactual contam com uma jornada de formação contínua que inclui cursos, workshops, trilhas focadas em comunicação, liderança, gestão do tempo e competências comportamentais.

O BTG Evolution é o primeiro passo para quem deseja desenvolver uma carreira de sucesso como assessor de investimentos, dentro do BTG Pactual.

Por isso, se você está em busca da sua primeira oportunidade no mercado ou deseja fazer uma transição de carreira, garanta a sua vaga no evento de lançamento e esteja entre os primeiros a entrar nessa trilha de formação:

BTG EVOLUTION: INSCREVA-SE E TENHA A CHANCE DE MUDAR A SUA CARREIRA

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Quem investiu em Itaú (ITUB4) pôde lucrar até 500% em 10 anos seguindo uma estratégia específica; veja qual

6 de Julho de 2026, 15:53

Quando falamos de dividendos, o potencial deles pode estar menos no pagamento e mais na forma como eles são usados. Para o analista da Empiricus, Ruy Hungria, reinvestir proventos é uma das estratégias mais eficientes para quem busca construir patrimônio no longo prazo.

Assim, ao invés de sacar os dividendos, o investidor aplica o valor para comprar novas ações da mesma empresa. Com maior participação na companhia, ele amplia o seu potencial e passa a receber dividendos ainda maiores nas próximas distribuições.

“Obviamente, isso não vai fazer uma grande diferença em um ou dois meses. No entanto, em uma janela mais longa a vantagem pode ser brutal”, afirma o analista.

Para apresentar sua tese, ele usa uma comparação dos retornos de quem tinha ações do Itaú (ITUB4) e optou por reinvestir os dividendos nos papéis do banco ao longo dos últimos 10 anos.

Valorização das ações ITUB4 sem reinvestimento indicado na linha azul mais clara; valorização de ITUB4 junto com os dividendos reinvestidos gradualmente indicado na linha azul mais escura.

Como mostra o gráfico, quem optou por não reinvestir teve um lucro da ordem de 300% em uma década, enquanto quem reinvestiu os dividendos obteve um retorno de cerca de 500% no período.

Nesse ritmo, uma pessoa que investiu R$ 10 mil em ITUB4 em janeiro de 2016 poderia transformar o valor em R$ 40 mil somando a valorização e os dividendos do papel. Já quem reinvestiu todos os dividendos recebidos ao longo desse período poderia ter chegado ao final desse período com cerca de R$ 60 mil.

Essa diferença está no efeito dos juros compostos ao longo prazo. Ao reinvestir dividendos, o investidor que aumenta a sua quantidade de ações e passa a receber proventos sobre uma base gradualmente maior.

ITUB4 e mais: quais empresas investir para dividendos?

No caso apresentado por Ruy Hungria, as ações ITUB4 foram apenas um exemplo. Mas, na verdade, o analista ressalta que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno.

“No caso de Itaú, a estratégia funcionou muito bem porque o banco apresentou bons resultados ao longo dos anos e suas ações continuaram se valorizando. Reinvestir neste caso é o que chamamos de colocar ‘dinheiro bom atrás de dinheiro bom’”, explica.

Entretanto, caso Itaú fosse uma “empresa ruim”, com resultados decepcionantes, o analista alerta que o reinvestimento poderia resultar em perdas adicionais.

Por isso, na hora de essa estratégia, Hungria recomenda seguir uma carteira de ações de boas empresas, que crescem e, além disso, pagam bons dividendos, como ITUB4.

É por isso que a companhia faz parte da Carteira Mensal de Dividendos, que ainda conta com outras sete ações com esse mesmo perfil e que já se valoriza 16,7% neste ano, contra 6,8% do Ibovespa – uma valorização equivalente a 245% do índice.

Desde a sua criação, em novembro de 2023, a carteira já desponta uma valorização de 76,9%, enquanto o índice da bolsa valorizou 52,2%.

Veja como investir na Carteira de dividendos da Empiricus

Conforme conta Hungria, na montagem de um portfólio focado em dividendos, o objetivo é selecionar empresas que possuem:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • Dividendos que proporcionam aos seus acionistas o benefício dos juros compostos (compounding).

Por isso, nas recomendações da casa, a preferência está em negócios resilientes, com vantagens competitivas, em setores de fortes tendências, previsibilidade de resultados e boa margem de segurança.

Para manter sua estratégia fortalecida, todos os meses, a equipe de analistas da Empiricus disponibiliza um relatório recomendando os ativos com o maior potencial para essa estratégia.

O portfólio completo pode ser encontrado na íntegra na plataforma do BTG Content, e junto a ele o investidor também confere uma forma muito prática para investir nos ativos. Para isso:

  • Acesse o BTG Content nos links deste texto (teste gratuito por 30 dias, caso não tenha cadastro);
  • Conheça os ativos e as teses da carteira de dividendos;
  • Clique em “Investir” para aportar de forma automatizada na carteira mensal.

Na prática, isso significa que, além de poder conferir os ativos recomendados e comprar manualmente, o investidor tem como aplicar em todo o portfólio com poucos cliques de maneira automatizada.

Ao optar por essa modalidade, toda recomendação de compra ou venda de ativos é feita sem que o investidor precise fazer nada. Além disso, a própria plataforma faz o rebalanceamento.

Para começar, clique no botão abaixo e veja como acessar a carteira de dividendos automatizada da Empiricus:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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BTG Pactual lança Research Ideas para conectar análises de mercado à execução automatizada de operações

22 de Junho de 2026, 15:00

Transformar uma análise de mercado em uma operação executada nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes, o investidor precisa interpretar relatórios, definir parâmetros de entrada e saída e acompanhar constantemente a posição para que a estratégia seja seguida corretamente.

Foi pensando em facilitar o acesso a diferentes estratégias de investimento que o BTG Pactual acaba de lançar o Research Ideas, uma ferramenta gratuita que conecta análises produzidas pelo time de Research do banco à execução automatizada de operações na Bolsa de Valores.

A proposta é reunir, em um único ambiente, a oportunidade de investimento, a tese de mercado e a execução operacional da estratégia. Dessa forma, o investidor consegue entender os fundamentos por trás de cada recomendação e implementar a operação de maneira simples, sem precisar recorrer a plataformas externas ou realizar configurações mais complexas.

Segundo Ricardo Hessel, diretor executivo de IT do BTG Pactual, o objetivo é aproximar análise e execução. “O cliente encontra a tese de investimento, define o valor que deseja aplicar e a execução acontece de forma automatizada”, explica.

Conheça os recursos do Research Ideas

Hessel explica que o Research Ideas reúne oportunidades selecionadas pelo time de Research do BTG Pactual e as apresenta de forma estruturada ao investidor. Além da recomendação, a plataforma disponibiliza os fundamentos da tese, análises de suporte, potencial de ganho, risco estimado e demais informações relevantes para a tomada de decisão.

Em geral, quando o cliente deseja realizar uma operação de swing trade, long&short e até mesmo opções, ele contrata na corretora uma plataforma para operacionalizar toda a estratégia.

Contudo, por meio do Research Ideas, a operação é montada de forma automatizada, em uma única plataforma, para que o cliente não precise “contratar uma plataforma terceira, nem ter algum outro tipo de assinatura para conseguir operacionalizar isso”, pontua Ricardo Hessel.

Atualmente, a ferramenta conta com estratégias de swing trade, permitindo que investidores acompanhem operações com horizonte de curto e médio prazo de forma automatizada. “Após escolher uma oportunidade, basta informar o valor que será destinado à estratégia”, explica o diretor executivo de IT do BTG Pactual.

A partir daí, a tecnologia assume a execução operacional. Entradas, saídas, stop gain e stop loss são monitorados automaticamente de acordo com os parâmetros definidos para cada operação.

Para Bruno Henriques Lima, diretor executivo de Research do BTG Pactual, a ferramenta contribui para aproximar investidores das ideias produzidas pela equipe de análise. “A gente acredita que é uma forma de deixar o processo muito mais fluido entre ter uma ideia, entender os fundamentos por trás dela e, se fizer sentido, conseguir adotá-la rapidamente”, afirma.

Veja como automatizar operações com o Research Ideas

Atualmente, o acesso ao Research Ideas acontece dentro do próprio ecossistema do BTG Pactual, através do BTG Content, a plataforma de publicações do banco. Também é possível acessar por meio do BTG Trader Desk, a plataforma proprietária desenvolvida exclusivamente para os clientes.

De acordo com Ricardo Hessel, os próximos passos é disponibilizar o Research Ideas tanto no aplicativo do BTG Investimentos, quanto no home broker. Além disso, ao longo dos próximos meses, a equipe espera incluir outras estratégias de investimento de forma automatizada na ferramenta. Entre elas, long&short e derivativos.

Para aqueles que já são clientes e desejam acessar a ferramenta por meio do BTG Content , basta entrar na plataforma. Então, no menu, selecionar “Research Ideas”. Assim, você será direcionado para as recomendações ativas.

Fonte: BTG Content

No Content, você confere todos os detalhes da operação: a tese, direcional (compra ou venda), potencial de ganho e perda, os riscos, entre outros. Além disso, pode investir na estratégia com apenas um clique, desde que o seu perfil de investidor seja compatível com a operação sugerida.

Já para aqueles que preferem acessar o Research Ideas por meio do BTG Trader Desk, o primeiro passo é acessar a conta de investimentos no desktop e ativar gratuitamente a plataforma.
Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Depois de instalar o BTG Trader, na aba “Negociação” você vai encontrar a opção “Research Ideas”. Ao clicar, abrirá uma nova janela com todas as recomendações disponíveis.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Assim como no BTG Content, por meio do Trader Desk é possível navegar pelas estratégias disponíveis e consultar os detalhes da tese de investimento. Por fim, basta definir o valor que deseja investir e confirmar a operação.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

A partir daí, todo o processo é feito de forma automatizada. Ou seja, se a recomendação atingir o lucro esperado ou se chegar no limite de perda, a operação será automaticamente encerrada. Esse mecanismo facilita a vida do investidor e evita que a emoção tome conta, levando a resultados indesejados.

Hessel ainda aponta que, por fazer parte de um ecossistema integrado, o investidor pode conectar as operações realizadas por meio do Research Ideas com outros serviços. Um exemplo é a Calculadora de IR, que também é gratuita e “ajuda o cliente a operacionalizar esse acompanhamento do pagamento de imposto sobre as operações.”

Tenha acesso ao Research Ideas e outras soluções do BTG Pactual: abra sua conta gratuita

Segundo Bruno Henriques Lima, o lançamento do Research Ideas representa mais um passo do BTG Pactual na integração entre conteúdo, tecnologia e investimentos.

Ao reunir análises produzidas por especialistas, automação operacional e acompanhamento em tempo real em uma única experiência, a ferramenta busca tornar o acesso a estratégias de mercado mais simples e eficiente.

Se você ainda não é cliente do BTG Pactual, mas deseja conhecer o Research Ideas e saber como acompanhar oportunidades de investimento e executar estratégias de maneira prática, basta fazer o seu cadastro gratuito.

Você não paga nada para se tornar cliente do maior Banco de Investimentos da América Latina. Com alguns cliques é possível abrir a sua conta gratuita no BTG Pactual e ter acesso ao Research Ideas. Você ainda pode acessar outras ferramentas disponibilizadas pelo banco para tornar o seu dia a dia mais prático e levar os seus investimentos para o próximo nível.

Então, se você quer conhecer esta e outras funcionalidades oferecidas pelo BTG Pactual, clique no botão abaixo e abra a sua conta gratuita:

ABRA SUA CONTA GRATUITA NO BTG PACTUAL

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).”

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3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

21 de Junho de 2026, 10:00

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

Para diversificar o portfólio e ter acesso aos investimentos que podem mudar os rumos da economia global, clique no botão abaixo e siga as instruções:

QUERO INVESTIR NOS PRINCIPAIS TEMAS GLOBAIS

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Mesmo com Selic reduzida para 14,25% ao ano, pausa nos cortes de juros é ‘praticamente inevitável’, segundo analista

18 de Junho de 2026, 16:36

A semana que se encerra nesta sexta-feira (19) trouxe desdobramentos relevantes ao mercado. Além da Super Quarta (que combinou decisões de juros do Copom, no Brasil, e do Federal Reserve, nos Estados Unidos), a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã pode ser um dos primeiros passos rumo ao fim do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo.

Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá.  

“Do ponto de vista analítico, a pausa parece praticamente inevitável. A combinação entre inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, fiscal mais ruidoso e bancos centrais globais mais duros reduz drasticamente o espaço para a continuidade do afrouxamento monetário.”

Cenário brasileiro: ‘fiscal mais ruidoso’ é protagonista das expectativas

Destrinchando os fatores trazidos pelo analista, o próprio cenário doméstico brasileiro contribui para que os cortes na Selic não perdurem.

O atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros altos por mais tempo.

Para Spiess, por mais que o acordo entre EUA e Irã ajude reduzir a pressão imediata sobre o petróleo e o câmbio, “o cenário segue desconfortável”, especialmente do ponto de vista fiscal, que “continua sendo o principal limitador de uma normalização monetária mais limpa”.

 “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”, afirma. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais que, em sua visão, devem vir “obrigatoriamente” em 2027.

Além disso, a comunicação do Copom nesta última reunião pode ter trazido mais incertezas em relação às próximas decisões. Na intepretação de Spiess, “o Comitê parece desejar preservar espaço para eventuais cortes adicionais, caso o cenário permita”. O que, paradoxalmente, pode ser custoso para o câmbio e os vértices mais longos dos juros.

“Embora o Comitê tenha elevado a exigência para novas reduções de juros, preservou uma flexibilidade em sua função de reação, evitando condicionar de forma clara os próximos passos. Para parte do mercado, essa abordagem pode ser interpretada como um sinal de maior tolerância à desancoragem inflacionária, o que levanta questionamentos sobre a credibilidade futura da política monetária”.

Segundo o último boletim Focus, publicado na segunda-feira (15), expectativas do mercado giram em torno de uma Selic terminal a 13,75% em 2026. Vale monitorar se haverá alguma mudança nas perspectivas nos próximos dias.

Cenário global: juros podem permanecer mais altos globalmente, mesmo com o possível fim da guerra

Além do cenário doméstico, Spiess reforça que a decisão do Copom vem em um período em que as principais economias globais possivelmente caminham na contramão: endurecendo o tom. Isso porque, por mais que o conflito no Oriente Médio acabe, ele “não devolve o mundo ao conforto monetário anterior à crise”, diz o analista.

O chamado “G4 dos bancos centrais” (EUA, Japão, Reino Unido e Zona do Euro) podem acabar por “validar um regime global de juros mais altos por mais tempo”, segundo o analista.

A Zona do Euro elevou seus juros pela primeira vez desde 2023 na quinta-feira passada (11) e, na última quarta-feira (17), o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros dos EUA no intervalo entre 3,50 e 3,75%, com parte dos membros do comitê prevendo pelo menos uma decisão pela elevação dos juros ainda em 2026.

“A paz reduz a probabilidade de um choque de oferta, mas não apaga o legado inflacionário. Energia mais cara se espalha pelo frete, pelos custos industriais, pela produção de alimentos, pelas tarifas de serviços e, sobretudo, pelas expectativas. Um choque desse tipo deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a contaminar a formação de preços de maneira mais ampla. Por isso, o alívio em Ormuz não entrega, por si só, uma folga automática aos bancos centrais.”

Onde e como investir em um cenário global tão incerto?

Esse é um cenário que pede por mais cautela do que o usual na hora de escolher onde investir. Mas não significa que o investidor precisa, necessariamente, tomar decisões sozinho, sem orientação profissional.

Matheus Spiess é um dos responsáveis pela Empiricus Megatendências, carteira recomendada criada para em um mundo em constante transformação, que exige investimentos feitos de forma tática.

“A estratégia parte da identificação de principais mudanças em curso – sejam tecnológicas, geopolíticas e econômicas – para direcionar a alocação a setores, regiões e temas que tendem a se beneficiar dessas transformações”, afirma o analista. A atual seleção da Empiricus Megatendências traz ativos voltados para temas como:

  • Commodities;
  • Corrida aeroespacial;
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Dentre outros.

Você está convidado a conhecer, na íntegra, o relatório completo com todas as indicações da carteira no momento. Ele está disponível no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Além disso, por meio da plataforma do banco, você também pode investir nos ativos recomendados de forma 100% automática.

Isso mesmo: você não precisa buscar os ativos “a dedo” em sua corretora. Com alguns cliques, o BTG faz o trabalho para você – inclusive de rebalanceamento e troca de ativos, quando necessário.

Para acessar o conteúdo e saber mais, é só clicar no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Kinea Infra (KDIF11) e mais: veja ativos para investir com foco em renda extra em junho

6 de Junho de 2026, 12:00

Maio foi um mês complicado para os investidores. O mercado sofreu com a escalada da tensão geopolítica, as oscilações nas expectativas para os juros globais e as variações no mercado de commodities e câmbio.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, para quem quer investir em renda extra, o cenário reforça a necessidade da previsibilidade dos fluxos de caixa, a diversificação entre diferentes fontes de retorno e o dimensionamento adequado das posições na hora de escolher os ativos.

“Em um mundo de juros mais elevados por mais tempo, ativos como crédito privado, debêntures incentivadas, fundos imobiliários e empresas com forte geração de caixa continuam oferecendo oportunidades relevantes de geração de renda”, afirma Spiess.

Por que o Kinea Infra é uma das recomendações do analista

Entre as recomendações do analista está o Kinea Infra (KDIF11), um fundo listado especializado em debêntures incentivadas de infraestrutura. O fundo possui cerca de R$ 2,9 bilhões de patrimônio líquido e conta com 69 ativos na carteira.

Spiess destaca que, ao longo dos anos, a Kinea “construiu uma reputação sólida na seleção de ativos de infraestrutura, combinando rigor na análise de risco com profundo conhecimento nos setores em que atua”.

Apesar do mercado de debêntures incentivadas ter passado por um período de forte compressão de spreads recentemente, impulsionado por uma demanda excepcional pela classe de ativos, o analista aponta que a estratégia do KDIF11 foi bem-sucedida.

“Como o fundo ingressou no período de abertura de spreads com uma posição de caixa mais elevada, conseguiu reduzir a sensibilidade da carteira às oscilações do mercado e preservar a flexibilidade para realizar novas alocações em condições potencialmente mais favoráveis”, explica.

O fundo concentra ativos de infraestrutura com contratos de longo prazo, receitas corrigidas pela inflação e elevada previsibilidade de fluxo de caixa, além de oferecer um retorno estimado de IPCA +8,04 ao ano, já líquido de taxas.

Spiess ainda afirma que, caso o cenário da recente abertura de spreads se confirme, “o fundo poderá captar retornos mais elevados nas próximas alocações, reforçando o potencial de geração de renda”.

Mas essa não é a única recomendação do analista para quem quer investir em uma fonte mensal de renda passiva.

Kinea Infra e quem mais? Veja outros fundos e ações para a carteira de renda extra

O Kinea Infra (KDIF11) é um dos ativos escolhidos por Spiess para a carteira recomendada de Renda Extra de junho.

Se você quer conhecer as outras recomendações, a boa notícia é que o portfólio está liberado gratuitamente, na íntegra.

Acessando a área do assinante da Empiricus, você pode conhecer os ativos e investir de forma automatizada com poucos cliques.

Ou seja, você pode investir no portfólio completo e acompanhar a execução das ordens. Além disso, a plataforma faz o rebalanceamento de forma automática sempre que há mudanças na carteira.

Para conhecer a carteira de Renda Extra, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE RENDA EXTRA DA EMPIRICUS

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Na contramão do mercado? Carteira de criptomoedas da Empiricus superou o Bitcoin (BTC) desde abril; saiba como e por quê

5 de Junho de 2026, 08:00

Após o rali de 2025, o mercado de criptomoedas desceu do topo até se manter em tendência de lateralização durante boa parte desse primeiro semestre de 2026.

Dentre os principais motivos, destacam-se a aversão ao risco desencadeada pela guerra no Oriente Médio, o ritmo mais lento dos avanços regulatórios do mercado cripto nos EUA, além da realização de lucros em massa após as altas históricas.

O Bitcoin (BTC), que chegou a atingir US$ 126 mil – sua máxima histórica – no dia 6 de outubro, era negociado em cerca de US$ 65 mil até o fechamento deste texto, na tarde de quarta-feira (3).

A visão do mercado, atualmente, está muito longe dos níveis vistos cerca de seis meses atrás. “Estamos na ‘bacia das almas’ do bear market”, afirma Valter Rebelo, head de pesquisa com criptoativos da Empiricus Research.

Porém, justamente em meio ao período turbulento, no último dia 15 de abril, nasceu a Crypto Momentum: carteira recomendada da Empiricus cujo objetivo é buscar retornos em qualquer cenário de mercado, por meio de criptoativos selecionados. E, até agora, é o que tem ocorrido na visão acumulada.

Crypto Momentum: entenda como carteira buscou retornos acima do Bitcoin (BTC)

Desde o seu início, em 15 de abril, até o dia 1º de junho, a carteira Empiricus Crypto Momentum acumula um retorno positivo de 4,81%.

A título comparativo, o bitcoin (BTC) fechou o mesmo período em queda de 0,82%. O NCI (Nasdaq CME Crypto Index, índice usado para mensurar o desempenho do mercado cripto) também fechou esse intervalo em queda de 1,21%, refletindo o bear market.

Fonte: Empiricus Crypto

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, e o mercado cripto não deixar de ter seus riscos, o resultado não deixa de ser notável. E grande pergunta é: qual o segredo por trás do bom desempenho? Responsável pela carteira, Valter Rebelo explica alguns detalhes por trás da estratégia.

1. Acompanhar as tendências de mercado…

“Quais ativos eu compro? Os líderes de cada momento”, afirma. “A carteira é sistemática, não discricionária. Ela seleciona ativos pelo momentum, ou seja, pelo que o mercado já está comprando com força. A cada 30 dias, o modelo reavalia a força relativa: quem perdeu momentum sai; quem ganhou, entra. Um ativo negativo hoje pode voltar no próximo ciclo se a tendência mudar.”

Mas por que comprar o que já está em tendência de alta? “A intuição é a mesma de uma corrida de 10 km: quem correu os primeiros 5 km mais rápido, na média, tende a correr os outros 5 km mais rápido também. Tendências costumam persistir, e isso tem evidência tanto acadêmica quanto empírica”.

2. …E nem sempre as tendências acompanham o Bitcoin

Apesar de o Bitcoin ainda ser considerado uma espécie de “barômetro” do mercado cripto, nem sempre as moedas em tendência estão diretamente correlacionadas a ele. Por isso, a carteira pode buscar boa performance mesmo quando o BTC parece não desempenhar.

“Eu compro o que está em tendência contra o Bitcoin, não o que simplesmente sobe junto”, afirma Rebelo.

3. Respeitar níveis de risco por ativo

Uma questão é, também, saber exatamente quanto alocar em cada ativo em especial: “A carteira aloca respeitando um teto de volatilidade semelhante ao do Bitcoin, de modo que nenhum ativo isolado contribua com risco de maneira desproporcional”, afirma.

“O tamanho da exposição é tático: quando o Bitcoin está em tendência de alta, a carteira amplia a volatilidade para capturar mais retorno. Quando o ambiente não favorece, ela tira risco da mesa: vai 80% para dólar, e mantém apenas uma pequena posição em BTC.”

O que esperar do desempenho da carteira no futuro próximo?

Aqui, vale destacar que o contexto global segue rodeado de incertezas, especialmente em torno do “efeito dominó” que se iniciou com a guerra no Oriente Médio e agora pressiona índices de inflação e perspectivas de juros ao redor do mundo – o que também afeta o fluxo do mercado cripto.

“Crescimento, inflação e liquidez são as três variáveis das quais nunca tiramos os olhos, especialmente porque cripto é a classe de ativos de risco mais sensível à liquidez”, afirma. Porém, o especialista indica que a carteira segue preparada para lidar com qualquer cenário:

“A beleza de uma carteira sistemática é que eu não preciso ter uma visão forte sobre isso para ela funcionar. Se o mercado lateralizar, a carteira busca os ativos com maior momentum ou permanece em caixa dolarizado. Se o mercado cair de forma consistente, ela vai para caixa. Se romper para cima, amplia a exposição. O fio condutor é simples: em qualquer um desses cenários, a carteira não precisa que eu acerte o gatilho. Meu trabalho é manter o método funcionando e ser transparente sobre os riscos.”

Relatório completo da carteira Empiricus Crypto Momentum está disponível; saiba como acessá-lo

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Crypto Momentum na íntegra, ela está disponível por meio do BTG Content – plataforma online de conteúdos do BTG Pactual.

Acessando a plataforma do banco, você pode conferir o relatório completo da carteira, e conhecer de perto a tese por trás de todos os ativos que a compõem no momento.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios e recomendações oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta fazer um cadastro rápido, com poucos cliques, pelo link disponibilizado no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Petróleo em alta, tarifas no radar e juros elevados: especialista aponta oportunidade em meio ao cenário conturbado

4 de Junho de 2026, 09:31

Os mercados globais iniciaram junho sob a influência de velhas preocupações e de novos fatores de risco que voltaram a ganhar destaque nos últimos dias. Em um ambiente marcado por incertezas, que vão da escalada das tensões no Oriente Médio às ameaças tarifárias, investidores buscam estratégias para proteger seus portfólios e identificar oportunidades em meio à volatilidade.

Este foi um dos assuntos abordado no Morning Call, do BTG Pactual, com participação do estrategista da Empiricus Research, Matheus Spiess, e do responsável pelo segmento de fundos indexados passivos e ETFs e sócio do BTG Pactual, Eduardo Miquelotti.

O que está na mira dos mercados em junho?

No campo geopolítico, o conflito no Oriente Médio ganhou desdobramentos com a nova rodada de ataques entre EUA e Irã, que elevou o preço do barril de petróleo do tipo brent ao patamar de US$ 98.

As preocupações tarifárias também voltaram à cena na última terça-feira (2), com a recente ofensiva norte-americana contra cerca de 60 parceiros comerciais.

A medida do governo Donald Trump prevê uma alíquota mínima de 10% para produtos originários de economias como Canadá, México, União Europeia, Reino Unido e Taiwan, enquanto países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Suíça e Brasil poderão ser submetidos a tarifas de 12,5%.

No caso brasileiro, o tema é ainda mais relevante por surgir logo após a recomendação de tarifas de 25% sobre diversos produtos brasileiros no âmbito de outra investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), relacionada à Seção 301, na segunda-feira (1).

Em um ambiente de pressão inflacionária e incertezas, Spiess vê o Banco Central brasileiro “forçado a pausar o ciclo de corte de juros”. O BTG Pactual, inclusive, revisou as projeções para a Selic terminal para 14,5%, o que representaria um corte de 50 pontos-base na próxima reunião, seguido de uma pausa.

“Existem muitas pressões que impedem aquela projeção de orçamento de corte de juros que existia no começo do ano. Não significa que não possamos retomar essa pauta em um segundo momento, mas, no curto prazo, na falta de uma âncora fiscal, precisamos de uma âncora monetária que segure as pontas”, disse Spiess.

Em um cenário como este, é natural que os ativos de risco sofram. No Brasil, o Ibovespa, que chegou a atingir os 198 mil pontos em abril, devolveu parte dos ganhos de 2026 e tenta sustentar os 170 mil pontos.

Por outro lado, o setor de tecnologia dos EUA, principalmente voltado à inteligência artificial continua a mostrar resiliência, destaca o analista Matheus Spiess.

Não por acaso, os principais índices norte-americanos, como Nasdaq e S&P 500, têm renovado as máximas históricas com frequência em meio ao ambiente conturbado.

Especialista aponta oportunidade em meio à nova onda de turbulência global?

Eduardo Miquelotti, do BTG Pactual, destaca que em um cenário como este, os ETFs podem ser uma boa maneira de se expor à diferentes teses sem sair da Bolsa brasileira.

No caso do investimento em empresas voltadas à inteligência artificial, Miquelotti cita o GENB11, um produto desenvolvido pelo BTG Pactual composto por BDRs das companhias americanas do setor de tecnologia.

“Estamos falando de [empresas de] semicondutores, como Nvidia, de pagamentos, como Mastercard e Visa, da parte de defesa e também empresas techs conhecidas, como Alphabet, Amazon, Google, Netflix, Apple e mais”, destacou.

Dessa maneira, continua o sócio do BTG Pactual, o investidor brasileiro consegue “investir em dezenas de companhias americanas, mantendo a exposição cambial e tendo uma parcela do investimento nesse perfil de ativos”.

Um outro ETF citado por Miquelotti é o CMDB11, que, até o fechamento de maio, registrou alta de 17% em 2026 – mais que o dobro do Ibovespa no período. Trata-se de um produto que investe em companhias brasileiras vinculadas ao ecossistema de commodities, como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) e mais.

Em um ambiente de pressão inflacionária e preço do petróleo brent mais alto, o investidor consegue se beneficiar desse movimento investindo de forma super acessível”, afirmou Miquelotti.

Entre os benefícios dos ETFs para os investidores, Miquelotti destaca o que chamou de “cinco pilares dos ETFs”:

  • Vantagem tributária;
  • Alta liquidez;
  • Eficiência de custos;
  • Transparência; e
  • Flexibilidade.

“Os investidores brasileiros cada vez mais começaram a entender a funcionalidade dos ETFs, que basicamente são uma ferramenta para dar acesso à construção de um portfólio para qualquer perfil de ativo que ele queira acessar”, aponta.

Para assistir ao Morning Call completo, com todas as análises de Matheus Spiess e Eduardo Miquelotti, basta clicar no player abaixo:

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Carteira de ETFs: veja o que levar em conta na hora de investir e um portfólio completo com 10 recomendações

3 de Junho de 2026, 14:00

Um dos questionamentos que podem surgir ao montar um portfólio de investimentos é “quais ativos vão subir mais?”. Mas, para investidores que já conhecem o mercado, essa não é a pergunta correta, pois o futuro é imprevisível.

O melhor caminho é a diversificação de risco, destaca a analista Lais Costa, da Empiricus Research. Essa, inclusive, foi uma das estratégias adotadas para a nova carteira de ETFs de Thiago Salomão, CEO e fundador do Market Makers.

Saiba a estratégia com ETFs utilizada na carteira do Salomão

O portfólio de ETFs foi montado por Lais Costa e Salomão com o objetivo de gerar ganho de capital ao longo do tempo.

Para isso, a analista pensou de que forma poderia diversificar o risco para montar uma carteira de longo prazo capaz de oferecer um retorno consistente para a multiplicação do investimento.

“Hoje, os gestores tentam maximizar a consistência entre vários vetores de risco”, explica a analista. Para isso, Costa aplicou o modelo de Hierarchical Risk Parity para entender o comportamento dos ativos e separá-los com base nisso.

O modelo aplicado permite menos erros estatísticos do que outras análises tradicionais, afirma a analista. Isso permite que a diversificação do portfólio seja feita de forma mais segura para os investidores.

No backtest realizado entre 2019 e 2026, a carteira gerou um retorno médio superior a CDI+ 3% ao ano.

Aumento do investimento em ETFs impulsiona o mercado

Salomão lembra que muitos investidores que querem viver de renda ao se aposentarem cometem o erro de investir em ativos geradores de renda logo cedo.

Ele aponta que, caso o leitor não precise de renda imediatamente, o melhor é investir em uma carteira de acumulação de capital para posteriormente, com um bom patrimônio acumulado, migrar para ativos pagadores de proventos.

E qual o melhor caminho para esse investimento? “São os ETFs”, afirma o executivo.

Os ETFs (Exchange Trade Funds, na sigla em inglês) são fundos de investimento negociados na bolsa de valores que replicam a performance de índices de mercado.

Segundo dados da Anbima, os ETFs foram o segundo investimento que mais cresceu, em porcentagem, em 2025. O aumento foi de 47,8% e ficou atrás apenas do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

Mas por quais motivos esse tipo de investimento está chamando tanta atenção?

ETFs na mira do mercado; veja por que

Os ETFs oferecem uma grande variedade de ativos e podem replicar desde índices de renda variável, como o Ibovespa, até os de renda fixa.

Alguns ETFs permitem que os investidores acessem mercados internacionais e setores específicos, como commodities, small caps, crédito privado e criptoativos.

Esse tipo de investimento, geralmente, oferece taxas de administração menores do que fundos tradicionais. Os ETFs são fáceis de negociar e por serem negociados na bolsa de valores, oferecem alta liquidez.

Em resumo, trata-se de um produto financeiro que permite o investimento em diferentes mercados, classes de ativos e teses de uma maneira simples, sem sair da Bolsa brasileira.

Saiba como acessar a carteira de ETFs do Salomão

A carteira elaborada por Lais conta com 10 recomendações, sendo 9 ETFs e um BDR de ETF. Agora que você sabe como o portfólio foi montado, pode conhecer os ativos selecionados através deste link.

Caso tenha interesse, também é possível investir no portfólio de Thiago Salomão com apenas alguns cliques, pois a carteira pode ser “copiada” de forma automatizada no BTG Pactual.

Ao optar por essa modalidade, o portfólio é atualizado de maneira automática sempre que houver uma mudança por parte dos analistas, sem que o investidor precise fazer o rebalanceamento manualmente.

Se você quer investir em ETFs e ficou interessado em conhecer mais detalhes sobre a carteira do Salomão, basta clicar neste link ou no botão abaixo para saber mais informações.

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE ETFS DO SALOMÃO

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