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Dividendos: Caixa Seguridade (CXSE3), Copasa (CSMG3) e mais 7 ações pagam proventos na semana

10 de Maio de 2026, 08:00

Esta semana reserva o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio (JCP)_de algumas empresas relevantes do mercado. É o caso da Copasa (CSMG3), que abre a semana com o pagamento de R$ 0,468 por ação na segunda-feira (11).

Já no final da semana, os acionistas recebem dividendos da Caixa Seguridade (CXSE3), de R$ 0,33, previstos para sexta-feira (15).

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos programados para a semana, para que você não perca os que mais importam para a sua carteira. Veja a seguir.

Dividendos da semana de 11 a 15 de maio

Confira na tabela a seguir o cronograma de dividendos a serem pagos na semana:

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data de pagamentoData-com
CopasaCSMG3JCP0,46811/05/202623/03/2026
JHSFJHSF3Dividendo0,06911/05/202624/04/2026
WhirlpoolWHRL3Dividendo0,03912/05/202627/04/2026
WhirlpoolWHRL4Dividendo0,04312/05/202627/04/2026
BrisanetBRST3JCP0,04112/05/202619/12/2025
GrendeneGRND3JCP0,09113/05/202623/04/2026
GrendeneGRND3Dividendo0,00113/05/202623/04/2026
MinervaBEEF3Dividendo0,03113/05/202628/04/2026
Caixa SeguridadeCXSE3Dividendo0,33015/05/202630/04/2026
ÂnimaANIM3Dividendo0,07815/05/202624/04/2026
AlpagartasALPA3JCP0,14915/05/202616/12/2025
AlpagartasALPA4JCP0,16415/05/202616/12/2025

Investir em dividendos: como selecionar ações?

Na hora de investir em ações com foco em dividendos, a escolha pode não ser fácil. Com um fluxo intenso de ativos distribuindo proventos, identificar quais apresentam um preço atrativo para se posicionar e quais os melhores pagamentos proporcionais faz toda a diferença para uma carteira de renda passiva.

Por isso mesmo, o analista de ações da Empiricus Research Ruy Hungria faz uma seleção atualizada mensalmente para indicar quais são as melhores oportunidades para investir.

A boa notícia é que agora você pode investir na carteira de dividendos da Empiricus Research de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Dividendos na íntegra, com as ações recomendadas para investir no momento, é só clicar no link a seguir (sem custos) e conhecer o produto que pode facilitar muito seus investimentos de perto:

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DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Moura Dubeux (MDNE3): lucro recorde reforça forte momento operacional no 1T26

7 de Maio de 2026, 10:46

Nesta quarta-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou seus resultados referentes ao 1T26, com números acima das expectativas do mercado e continuidade do forte ciclo operacional observado nos últimos trimestres.

No campo operacional, a companhia lançou oito projetos no trimestre, totalizando R$ 1,31 bilhão em VGV líquido (%MD), mais que triplicando o volume registrado no 1T25.

O trimestre também marcou a entrada da Ún1ca em duas SPEs ligadas à joint venture com a Direcional (DIRR3), ampliando a atuação da companhia no segmento econômico.

Dados trimestrais relevantes de MDNE3

As vendas e adesões líquidas somaram R$ 1,03 bilhão, crescimento de 87,7% na comparação anual e de 48,1% frente ao 4T25. O desempenho comercial permaneceu sólido, sustentado principalmente pelas adesões de condomínio, enquanto os distratos seguiram em níveis reduzidos, equivalentes a apenas 4,1% das vendas brutas. A VSO líquida ficou em 21,5% no trimestre e 52,4% na janela de 12 meses, indicando manutenção de uma boa velocidade de absorção, mesmo diante do maior volume de lançamentos.

Na demonstração de resultados, a receita líquida da Moura Dubeux atingiu R$ 628 milhões, crescimento de 43% frente ao 1T25. O avanço foi impulsionado pela maior contribuição do modelo de condomínio, especialmente pelo reconhecimento de receitas relacionadas à comercialização de terrenos em alguns projetos do período.

Esse fator também foi responsável por um nível de rentabilidade acima da média: a margem bruta ajustada alcançou 41,9%, avanço de 6,3 p.p. na comparação anual e de 8,2 p.p. frente ao trimestre anterior.

Com isso, o EBITDA ajustado atingiu R$ 168 milhões, crescimento de 89% em relação ao 1T25, com margem EBITDA ajustada de 26,8%.

Diante de um resultado financeiro discreto, o lucro líquido somou R$ 156 milhões, avanço de 121% na comparação anual, atingindo o maior patamar trimestral da história da companhia. O ROAE ficou em 27,2%, reforçando o elevado nível de rentabilidade do negócio.

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Estrutura de capital no 1T26: ainda vale a pena investir?

Em relação à estrutura de capital, a Moura Dubeux encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 84 milhões, equivalente a apenas 4% do patrimônio líquido, mantendo uma posição financeira bastante confortável, mesmo diante da aceleração operacional e da consequente queima de caixa.

De forma geral, os resultados do 1T26 reforçam o bom momento da Moura Dubeux, sustentada pelo modelo de condomínio, elevada eficiência operacional e boa dinâmica comercial no Nordeste. Negociando a um múltiplo Preço/Lucro de 5 vezes para 2026, as ações de MDNE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Prio (PRIO3): petróleo e produção em alta beneficiam resultado do 1T26 acima do esperado; veja análise

6 de Maio de 2026, 10:54

A Prio (PRIO3) divulgou um forte resultado no 1T26, beneficiado tanto pela alta do petróleo como pelo aumento de produção que já vinha sendo antecipado pela companhia nas prévias. As ações, entretanto, caíam do Ibovespa na terça-feira (5), em linha com o recuo de mais de 3% do petróleo Brent para julho.

A receita líquida foi de US$ 1,12 bilhão, 60% acima do mesmo período do ano anterior e superior às projeções de mercado. O preço FOB do barril, valor efetivamente recebido após descontos e frete, foi de US$ 75,34, implicando desconto de US$ 8,15 em relação ao Brent médio. Esse número aumentou frente ao 4T25, refletindo a maior participação de Peregrino, que respondeu por quase 50% das receitas e possui óleo mais viscoso, com maior desconto.

Ainda assim, mesmo considerando a tributação temporária de 12% sobre exportações e a volatilidade do barril no trimestre, o preço FOB superou as expectativas, favorecendo as margens.

Melhoria operacional nos campos da Prio nos holofotes do 1T26

Assim como nos últimos trimestres, o destaque positivo foi a melhoria operacional dos campos, sendo que Albacora Leste, que vinha sendo o calcanhar de Aquiles da companhia, atingiu o maior índice de eficiência da série histórica, com 95,4% (v.s. 88,7% no 4T25 e 69,6% no 1T25). Os demais campos mantiveram estabilidade acima de 98%, evidenciando a efetividade dos esforços da companhia nesse objetivo.

O custo de extração (lifting cost) foi de US$9,4/barril (-25% t/t), sendo o menor desde 2024. Parte disso se dá pela forte redução de custos em Peregrino, que vem sendo implementada desde que a Prio passou a ser operadora do campo, e pela introdução de Wahoo, que além de diluir os custos, se beneficia de suas sinergias com Frade

Os custos e despesas gerais e administrativas somados cresceram 10,6% a/a, resultado do aumento produtivo da empresa. Com isso, o ebitda atingiu US$822 milhões, acima das estimativas do mercado.

A soma de depreciação e amortização foi de US$366 milhões (+43% a/a), refletindo a incorporação do campo de Peregrino e a operação de Wahoo. Despesas com hedge através de derivativos, além de uma dívida mais alta na comparação anual, trouxeram um resultado financeiro negativo em U$128 milhões.

Mesmo assim, o lucro líquido somou US$ 460 milhões, alta anual de 33%, refletindo o crescimento do ebitda e uma menor alíquota de imposto em função do ajuste da base tributável por conta da valorização do real no período.

Pontos baixos do 1T26 da PRIO3

O destaque negativo foi a geração de caixa, pressionada pelo aumento de recebíveis que elevou o capital de giro para US$ 461 milhões.

Além disso, o capex de US$ 308 milhões (em linha com o guidance) impactou o fluxo de caixa livre. Considerando ainda US$ 58 milhões em recompras de ações e US$ 88 milhões no resultado financeiro, houve consumo de caixa de US$ 37 milhões. Vale mencionar que esse número fraco já era esperado para o período, e a expectativa é de melhora significativa já no 2T26, com redução do capital de giro esperado e diminuição significativa dos recebíveis.

Sem novas emissões de dívida, o leve consumo de caixa e o avanço do ebitda reduziram a alavancagem de 2,3x no 4T25 para 2,0x no trimestre.

No geral, a companhia entregou resultados fortes, com receita e lucro recordes, além de avanços operacionais, com maior eficiência e menor lifting cost.

Os impactos das entradas dos campos de Peregrino e Wahoo ainda devem trazer um crescimento da produção e redução custo de extração. Por um yield de fluxo de caixa para o acionista de cerca de 50% no triênio 2026-2028, PRIO3 segue entre as recomendações da Empiricus.

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Dividendos de fim de mês: Iguatemi (IGTI11), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e outras ações pagam proventos até 30 de abril; confira

26 de Abril de 2026, 10:00

Nessa última semana do mês de abril, até a próxima quinta-feira (30), diversas ações listadas na bolsa brasileira têm pagamentos de dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) agendados aos seus investidores. Dentre as principais, figuram nomes como Iguatemi (IGTI11), Itaúsa (ITSA3), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e Smart Fit (SMFT3).

Trazemos, abaixo, uma tabela completa com os pagamentos previstos entre os dias 27 e 30 de abril, para manter investidores bem-informados. Mas fique atento à “data com”, ou data de corte: somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela receberão os pagamentos previstos.

Um outro ponto importante é que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos recebidos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Agenda de dividendos: 27 a 30 de abril de 2026

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
EspaçolaserESPA3Dividendo0,00928/04/202630/12/2025
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
IguatemiIGTI11Dividendo0,16829/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI3Dividendo0,02429/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI4Dividendo0,07229/04/202614/04/2026
ItaúsaITSA3JCP0,01830/04/202609/12/2025
Mills LogísticaMILS3Dividendo0,66130/04/202620/04/2026
Dimed/PanVelPNVL3JCP0,08730/04/202626/03/2025
PortoPSSA3JCP0,53330/04/202625/09/2025
SabespSBSP3JCP0,83330/04/202619/03/2026
SabespSBSP3JCP2,64330/04/202623/12/2025
Smart FitSMFT3JCP0,06530/04/202623/03/2026
TIM BrasilTIMS3JCP0,16330/04/202623/03/2026
Trisul S.A.TRIS3Dividendo0,14230/04/202626/12/2025

Quais as melhores ações pagadoras de proventos da bolsa? Confira indicações no Empiricus+

Se você ainda não sabe quais as ações mais promissoras para buscar dividendos em 2026, pode descobrir as principais recomendações do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

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Investir na Argentina? Estamos diante da chance de ‘multiplicar dinheiro’, segundo gestor; Veja destaques do último episódio do Empiricus PodCa$t

25 de Abril de 2026, 09:00

Para muitos investidores, juntar as palavras “economia”, “mercado” e “Argentina” na mesma frase acaba invocando imagens não muito positivas: inflação nas alturas, desvalorização da moeda, crise política.

Javier Milei assumiu a presidência do país em 2024 e, desde então, colocou em prática uma série de medidas arrojadas para reajustar a economia. Alguns números já começaram a mudar: a inflação, por exemplo, fechou 2025 no menor nível em 8 anos.

Mesmo assim, muitos ativos argentinos continuam negociando com desconto de crise, como se nada tivesse mudado. 

Enquanto alguns gestores preferem passar longe do país, outros já enxergam o momento atual como uma oportunidade de investir em ativos baratos e que podem capturar valorização em um país a caminho de uma transformação.

Faz sentido investir na Argentina agora? Se sim, como isso é possível? Essas são as perguntas propostas pelo Empiricus PodCa$t deste sábado (25). Confira:

O que há de ‘diferente’ na Argentina a partir de agora que pode atrair potenciais investidores?

Paolo di Sora, CIO e sócio-fundador da RPS Capital, investe na Argentina há mais de uma década. Em entrevista ao podcast, o especialista apontou dois motivos pelos quais é possível acreditar em uma “virada de chave” para a economia do país.

  • Fator sociológico: “Tenho a percepção de que a sociedade argentina, de fato, chegou em um ‘fundo do poço’ em 2022 — e isso é o que cria o ambiente para uma mudança real”, afirma. “Conversando com a base da sociedade, vejo pessoas pedindo por uma mudança estrutural e madura”.
  • Exportação de commodities: Ainda no governo de Alberto Fernández, antecessor de Milei, a Argentina começou um projeto de desenvolvimento de sua província de petróleo. Essa nova “veia exportadora” impulsiona sua balança comercial em dólar. “Isso pode dar mais artilharia para o país se defender de uma próxima crise cambial”, afirma.

    Vai sobrar dólar na Argentina, se as coisas continuarem na direção que estão indo. Isso é transformacional. Há algo estrutural acontecendo, que de fato cria um ambiente estrutural de investimentos”, conclui.

Se Milei eventualmente sair do poder, as perspectivas podem mudar?

“Se Milei perder as eleições [em 2027], não acho que a alternativa será alguém que vai jogar tudo o que foi feito fora. O kirchnerismo enfraqueceu muito”, afirma di Sora. Para o especialista, um possível substituto de Milei deve reconhecer a manutenção de, pelo menos, parte das reformas.

“Não importa se é de direita ou de esquerda: certos valores serão preservados, e então passamos a ter confiança de que esse projeto terá um payback em alguns anos”.

Para especialista, com o tempo, a Argentina carrega potencial de ‘multiplicar seu dinheiro por algumas vezes’

“Sempre que você olhar o múltiplo de uma empresa argentina, tem que pensar no potencial de crescimento que ela tem em um país que ficou parado no tempo por décadas”, afirma di Sora.

Especificamente na bolsa argentina, considerando as reformas econômicas em andamento, os ativos estão em níveis de desconto que carregam o potencial de recompensar investidores dispostos a se expor a esse mercado.  

“O valuation é espetacular. Se se minha tese estiver certa, estamos diante da possiblidade de multiplicar o dinheiro por algumas vezes. Não acho que é no curto prazo, mas também não sabemos exatamente quando pode acontecer”, afirma.

Porém, isso não exclui os riscos políticos e fiscais que já conhecemos. Com isso, o especialista não recomenda “entrar de cabeça”: “Investir na Argentina é como investir na Faixa de Gaza. Você não pode entrar de peito aberto, precisa de um colete à prova de balas.”

Como, então, investir no país com o melhor “colete à prova de balas” possível? Assista ao episódio para conhecer, na íntegra, as perspectivas do gestor. Basta clicar no vídeo abaixo:

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Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus

23 de Abril de 2026, 15:42

Depois de bater a máxima histórica intradia de 199 mil pontos no último dia 14 de abril, o Ibovespa fechou o pregão da última quarta-feira (22) em queda de 2%. A perda acumulada desde as máximas é de cerca de 3% e, até o fechamento desse texto, na tarde de quinta-feira (23), o índice negociava na casa dos 191 mil pontos.

A bolsa brasileira, até então, vinha sendo amplamente beneficiada pela grande entrada de fluxo estrangeiro, além do desempenho positivo de empresas de commodities, como a Petrobras (PETR4), em meio à alta do petróleo. Tudo isso no contexto da guerra no Oriente Médio, que completa dois meses ao final de abril.

Qual o gatilho, então, para essa queda brusca nos últimos dias? O que mudou ao olhar dos investidores? Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, propôs uma resposta nesta quinta-feira (23) no programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Saída de fluxo estrangeiro: analista explica movimento dos gringos para fora do Ibovespa nos últimos dias

“Essa correção foi paralela à saída de estrangeiros [da bolsa brasileira]. Eles ainda estão entrando em termos líquidos, mas nessa janela dos ‘quase 200 mil pontos’ até aqui, houve uma saída”, afirma o analista.

Ao mesmo tempo em que essa saída de capital é registrada por aqui, um outro fenômeno acontece no hemisfério norte: uma nova alta dos ativos de risco nos Estados Unidos.

“Vemos teses de tecnologia, que tinham ficado para trás, voltando para o patamar pré-conflito”, afirma o analista. “Em grande parte, pelo entendimento dos investidores de que há embasamento de resultados corporativos”.

A temporada de resultados do 1º trimestre (1T26) já está em andamento para as empresas norte-americanas, e mais de 80% dos resultados divulgados até ontem (22) haviam superado as estimativas do mercado, segundo Spiess.

Para o analista, a qualidade dessa temporada de resultados, somada a uma “revisão altista das expectativas de lucro” para muitas dessas empresas, é um dos principais motores de atração dos recursos de volta para os EUA.

Mas será que esse movimento é mais estrutural, ou apenas um ajuste tático?

“Acredito que até há estímulos para voltar a algumas teses de tecnologia que de fato ‘apanharam’ demais, mas o fato de termos saída de recursos estrangeiros do Brasil, com tanta força, no curto prazo, me parece mais tático: uma realização de lucros, um ajuste de posição. O que é natural, faz parte do jogo”, afirma.

Ibovespa passa por ‘janela’ de correção, mas pode seguir resiliente – veja dois motivos para isso

Nesse sentido, o analista lembra que o Ibovespa tem a “ressalva de uma resiliência adicional”, que pode continuar beneficiando o índice. Essa resiliência pode ser dividida em duas facetas:

  • Diversificação geográfica: para Spiess, o Brasil captura bem essa tese, não apenas por “estar barato”, mas também por estar em um “ponto nevrálgico” de se beneficiar do “novo ordenamento internacional” de diferentes formas;
  • Commodities: o Brasil é referência no assunto, e as principais empresas listadas em bolsa estão, de alguma forma, ligadas ao setor. “Quando temos uma alta do petróleo, Petrobras se beneficia, o real se beneficia. Tanto que vimos o dólar abaixo de R$ 5” recentemente, afirma.

Para o analista, o que vemos no Ibovespa agora é apenas uma “janela de mais correção”, especialmente para os ativos que vinham em forte alta. “Acredito que seja saudável esse processo de correção, para que não haja exageros no curtíssimo prazo”, conclui.

Mas, independentemente dos movimentos de curto prazo, no Ibovespa ou demais ativos, o que investidores devem manter em mente, no momento, são os impactos geopolíticos em suas decisões de investimento — que devem perdurar.

“O novo normal é um mundo que demanda que posições de caráter temático, geopolítico, sejam mantidas. A ideia é manter esses prêmios de risco na carteira e capturar os benefícios dessa exposição”, afirma Spiess. “Não é uma ‘coisa’ de sim ou não, mas de complementar a carteira que os investidores terão que se adaptar para ter consigo”.

Onde investir nesse cenário? Conheça carteira recomendada com ativos que capturam mudança de ordenamento global

Especialmente defendendo a vertente de proteção de portfólio e diversificação geográfica, Spiess agora está à frente de uma das mais novas carteiras recomendadas da Empiricus: a Megatendências.

O objetivo da carteira é trazer, por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, uma exposição combinada a diversos tipos de ativos que capturem as principais tendências globais do momento.

“Trata-se de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos”, afirma o analista.

Por meio da Empiricus Megatendências, o investidor pode se expor “ao que realmente importa no mundo que está se formando”, segundo o analista, sem precisar passar pela complexidade de selecionar os ativos por conta própria.

Conheça tese completa da Empiricus Megatendências e saiba como investir de forma automática

Você pode acessar a tese completa da carteira Empiricus Megatendências gratuitamente, por meio do BTG Content — plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Clicando aqui, ou no botão ao final do texto, você realiza um cadastro na plataforma. Lá, você poderá não apenas conhecer a carteira na íntegra, mas também investir em todos os ativos recomendados de forma totalmente automática.

Selecionando a carteira na modalidade carteira automatizada, você poderá buscar retornos sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente, e contar com apoio profissional para o rebalanceamento, quando necessário.

A única coisa que você precisa fazer, para usufruir dessa funcionalidade, é um cadastro rápido, clicando no botão abaixo:

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Itaú (ITUB4), B3 (B3SA3), Gerdau (GGBR4) e mais: quem deve brilhar nos resultados do 1T26? Analista revela suas expectativas

20 de Abril de 2026, 07:30

Toda temporada de resultados traz consigo uma carga de expectativas dos investidores e analistas. Seja o lucro acima ou abaixo do esperado, uma variação de Ebitda não prevista ou um anúncio de dividendos “gordos”, sempre há oportunidade para os acionistas colherem bons frutos de acordo com seu posicionamento.

Para este primeiro trimestre de 2026 (1T26), há uma divisão grande entre quem pode performar bem ou quem já não se espera grandes números. Isso porque, apesar do Ibovespa estar navegando bem no período, existem vários fatores externos que puxam algumas empresas “para baixo”, enquanto alavancam o desempenho de outras.

Segundo o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, os resultados do 1T26 ainda devem vir pressionados por juros elevados, próximo do que foi visto no 4T25. “O ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos das companhias melhores posicionadas em cada setor”, comenta o analista.

Além disso, desde o dia 28 de fevereiro, o mercado financeiro vem acompanhando com atenção a escalada nos preços do petróleo, impulsionada pelas tensões envolvendo o conflito no Oriente Médio — e que trazem reflexos nas companhias brasileiras associadas à commodity.

A seguir, você confere a opinião do analista sobre o que esperar de alguns dos principais setores do mercado financeiro:

PETR4, VALE3 e GGBR4: blue chips vão brilhar no 1T26?

Entre os possíveis destaques positivos do 1T 2026, Hungriadestaca as companhias ligadas à escalada do petróleo,  “principalmente Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4), bem como distribuidoras de combustíveis que também seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”.

  • RELEMBRE: A operação Carbono Oculto foi uma operação da Receita Federal e do Ministério Público do Estado de São Paulo. O objetivo era atuar contra esquemas de fraudes e lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis.

No segmento de Mineração e Siderurgia, vale mencionar um ambiente ainda muito difícil para siderúrgicas, especialmente as com maior foco no Brasil, por conta dos elevados níveis de importação de aço chinês.

Segundo Hungria, a Gerdau (GGBR4) deve se sair melhor no relativo, dada a maior exposição ao mercado norte-americano. Enquanto isso, a Vale (VALE3) tende a ser ajudada pelas melhorias operacionais na divisão de metais básicos. 

Bancos no 1T26

O atual patamar de juros permanece pressionando as instituições financeiras brasileiras, tornando o panorama difícil para o crédito.

Contudo, “Itaú (ITUB4) e BTG Pactual (BPAC11)devem continuar apresentando resultados melhores que outros incumbentes, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBSA3), que deve seguir pressionado por perdas no agro”, afirma o analista.

Ainda no segmento financeiro, Hungria também chama a atenção para a B3 (B3SA3) que, assim como no 4T25, deve continuar se beneficiando do forte fluxo gringo. Para comparação, 62,1% do volume negociado na bolsa brasileira em março foi de capital estrangeiro. Além disso, o primeiro trimestre atingiu a melhor marca de capital externo desde 2022, somando um saldo líquido de R$ 53,8 milhões (ante R$ 65,3 milhões).

Utilities e telecom: ‘números devem vir sólidos’

Para o analista, outro setor que deve apresentar números sólidos de maneira geral é o de Utilities, “por depender pouco da atividade e dos juros e porque preços de energia elevados e recentes investimentos em saneamento devem ajudar.”

Há apenas uma ressalva: “a exceção fica para geradoras com foco em energia solar e eólica, que seguem sofrendo com as restrições de operação”, afirma Hungria. As restrições mencionadas pelo analista se referem ao curtailment, limitações de aproveitamento de energia renovável nas redes, de forma a desperdiçar energia limpa e prejudicar os geradores e os usuários dessas fontes.

Na mesma linha de Utilities, o analista afirma que as companhias de telecomunicações também devem reportar números sólidos, mostrando continuidade no crescimento apesar dos juros.

  • VEJA MAIS: Confira o calendário com as datas de divulgação dos resultados trimestrais de mais de 150 empresas brasileiras; clique aqui

Varejo, construtoras e agro: detratores à vista

Por outro lado, Hungria alerta que o ambiente macroeconômico deve continuar pesando sobre o varejo no 1T26, no mesmo ritmo do 4T25, especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo.

As exceções, segundo o analista, são as varejistas farmacêuticas, alavancadas pelos remédios de emagrecimento, assim como alguns players que têm se destacado independente do contexto macro, como Track & Field (TFCO4) e Smartfit (SMFT3), por exemplo.

Já no setor das construtoras, as prévias já reportadas no início deste mês de abril começam a mostrar desaceleração no volume de vendas e de lançamentos de empreendimentos.

Entretanto, Hungria ressalta que os números dos players mais focados no segmento Minha Casa Minha Vida mostram que essas companhias devem continuar mais resilientes, especialmente quando comparadas as do média-alta renda.

Por fim, empresas vinculadas ao agronegócio também devem trazer números aquém do potencial, puxada pelos baixos preços dos grãos, como a soja e o milho.

Temporada de balanços do 1T26: quais ações comprar e vender?

Agora que você já está atualizado sobre as expectativas para as empresas brasileiras no 1T26, é hora de olhar para a carteira de ações com atenção para entender o como se posicionar.

Com a divulgação gradual dos balanços, ajustar a carteira manualmente pode ser trabalhoso e até ineficiente. Por isso, uma alternativa interessante pode ser investir de forma automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses. 

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir. Isso porque a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e acompanhar o rebalanceamento e a execução das ordens de forma integrada.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma do BTG Pactual:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Vale (VALE3) recupera perdas de março na B3: veja 5 motivos para comprar ações agora, segundo analista

16 de Abril de 2026, 13:26

A Vale (VALE3) foi uma das empresas prejudicadas na B3 em março, em meio à aversão ao risco que acometeu o mercado. Em um mês negativo para a bolsa como um todo, com o Ibovespa fechando em queda de 0,9%, as ações da mineradora acumularam queda de 6% – cotadas a R$ 82,48 no último pregão do mês.

Porém, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, a queda da Vale, especificamente, foi “injustificada”, e as ações podem continuar “destravando valor” aos investidores.

Inclusive, no pregão da última quarta-feira (15), fechamento desse texto, as ações encerraram cotadas a R$ 88,44, recuperando por completo as perdas de março – o que corrobora a tese de investimentos.

Porém, será mesmo que as ações podem continuar subindo? Para quem deseja entender se “vale a pena” investir em Vale (VALE3) agora, Ruy Hungria dá 5 motivos pelos quais as ações seguem em suas recomendações de compra.

Veja 5 motivos para investir na Vale (VALE3) agora, segundo analista

Ruy Hungria reforça sua recomendação para VALE3 baseada em alguns pontos. Dentre eles, estes cinco principais:

1. Minério de ferro em alta

Em meio à guerra no Oriente Médio, o petróleo não é o único ativo cujo preço foi às alturas: o minério de ferro também segue negociado acima dos US$ 100 por tonelada. Inclusive, há analistas que preveem um possível novo “boom das commodities” pós-conflito.

Segundo o analista, entre os produtores de minério de ferro, a Vale está entre aqueles com os menores custos. A alta da commodity, consequentemente, pode beneficiar a empresa de forma mais direta.

2. Receita em dólar

“Investir em VALE3 também representa uma forma de dolarização da carteira, dado que seus produtos são precificados em moeda forte”, afirma o analista.

Dessa forma, o investidor pode diversificar seus investimentos para além do real brasileiro, mesmo sem sair da B3. “Isso acaba sendo bom nesse momento de incerteza”, afirma.

3. ‘Joia da coroa’ pouco conhecida

Poucos investidores conhecem a Vale para além da “capa”. Porém, Hungria destaca o papel da subsidiária a qual chama de “joia da coroa” das operações: a Vale Base Metals, especializada em cobre, níquel e outros metais básicos – materiais essenciais na temática da transição energética.

Para o analista, a Vale Base Metals está precificada abaixo do que deveria. “Deveria ter um valuation de 8 ou 9 vezes seu Ebitda, mas hoje a Vale inteira está avaliada em 4,5x o Ebitda”, afirma. “O mercado hoje não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”.

4. Bom momento operacional

“A companhia tem entregado resultados sólidos nos últimos trimestres, que reforçam o bom momento operacional”, afirma Hungria, que prossegue:

“A nova gestão conseguiu colocar a companhia em uma fase mais previsível, com maior estabilidade operacional e disciplina de alocação de capital. Esse novo momento se traduz em maior visibilidade de resultados, forte geração de caixa e foco em retorno ao acionista”.

5. Valuation descontado em relação às concorrentes

Avaliada em 4,5x o valor da firma sobre o Ebitda, a Vale está em um valuation abaixo de suas principais concorrentes, as mineradoras australianas, que estão negociadas a “6 ou 7 vezes o Ebitda”, segundo Hungria.

Com isso, o analista aponta que “a Vale segue descontada e demonstrando uma evolução muito melhor do que elas nesses últimos trimestres”, o que abre uma oportunidade para quem deseja buscar uma valorização das ações.

Tudo isso contribui para a atratividade dos papéis, que carregam um dividend yield potencial em torno de 9% aos acionistas em 2026, sustentado por dividendos recorrentes e outras distribuições adicionais.

Porém, em nome da diversificação, VALE3 não é a única recomendação do analista para investir no momento.

É preciso ter uma cesta com ações variadas, que entreguem um bom equilíbrio entre risco e retorno, especialmente em um momento de alta volatilidade nos mercados, como o atual.

“Seguimos construtivos com os ativos brasileiros, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade de empresas”, afirma.

Com isso, Vale (VALE3) foi selecionada para compor a edição de abril da carteira Empiricus Top Picks, com 10 ações brasileiras de alto potencial para investir no momento.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática com o BTG Pactual

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Top Picks na íntegra, com todas as 10 ações recomendadas para investir no momento, temos uma boa notícia.

Você pode investir na carteira completa de forma automatizada, por meio da plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade “carteira automatizada” no BTG, você pode investir em todas as recomendações de uma vez, sem precisar comprar ou vender ação por ação. Tudo acontece de forma automática no sistema.

Para começar, o único que você precisa fazer é clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Matando a sede com a metade cheia do copo

15 de Abril de 2026, 13:30

Quem em sã consciência diria, a esta altura do campeonato, que estaríamos com o Ibovespa pegando embalo para ultrapassar os 200 mil pontos?

E quem acreditaria em um dólar abaixo de R$ 5,00?

A surpresa não vem apenas da ausência de boas notícias domésticas que justifiquem tamanhas benesses; a surpresa vem de como essas benesses nasceram de fontes de incerteza globais.

O mercado brasileiro voltou a chamar atenção dos investidores gringos – primeiro devido ao trauma com a Trumponomics, e depois devido à nossa vantagem comparativa em petróleo mediante a Guerra do Irã.

A priori, parece meio imoral tirar proveito de duas circunstâncias tão nefastas. A verdade nua e crua, porém, é que não temos nada a ver com suas causalidades; fomos apenas arrastados pela correnteza.

Essa aparente passividade não constitui necessariamente um demérito: os ciclos de mercado vêm e vão; as vezes estamos no lugar errado, como estivemos nas últimas duas décadas, e às vezes nos encontramos no lugar certo, quase sem querer.

A falta de um “esforço próprio” (e.g. ajuste fiscal) não implica, de forma alguma, que o movimento corrente carece de lastro.

Os ativos dentro de um portfólio diversificado não são premiados pelos seus melhores esforços (isso deriva do asset picking), mas sim pelas suas características mais bem adaptadas aos novos tempos (asset allocation).

É claro que, idealmente, a combinação do melhor esforço com a melhor característica resultaria em retornos extraordinários sob um alto grau de confiança. Contudo, seria também pedir demais; por ora, podemos matar a sede simplesmente com a metade cheia do copo.

Aliás, para nós, a consistência do fluxo gringo rumo à Bolsa local a despeito de eventuais milagres endógenos apenas atesta sua força. Que bom que não dependemos especificamente do acerto de um político brasileiro, ou de uma temporada modelo de resultados trimestrais.

Empiricamente, essa força será (ou não) comprovada pelo tamanho da pernada que ainda nos espera.

E se tomarmos por base uma referência simples, podemos contar com uma reprecificação legítima pela frente.

O EWZ – análogo a um Ibovespa em dólares – ainda está cerca de 60% abaixo do all time high de maio de 2008 (102,21). Sob essa ótica, as próximas resistências se situam em 48,50 (jan/2020) e 79,00 (abr/2011), funcionando como etapas intermediárias nesse processo de recuperação. A conferir!

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Mesmo no ‘pior cenário possível’ para a Selic, essa ação brasileira pode continuar destravando valor, segundo analista

14 de Abril de 2026, 09:01

O ciclo de cortes na taxa Selic, amplamente esperado pelo mercado, começou na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), em 18 de março. Porém, a trajetória final desse ciclo pode tomar uma forma diferente em relação às expectativas iniciais.

Até meados de fevereiro, a maior parte do mercado precificava uma taxa Selic terminal de 12% ao ano em 2026. Agora, com a guerra no Oriente Médio trazendo maior pressão inflacionária, as expectativas foram deterioradas.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, em relatório do último dia 1º de abril.

Historicamente, uma piora nas perspectivas de juros pode assustar investidores na bolsa de valores. Isso porque empresas de maior alavancagem financeira podem sentir um impacto direto dos juros altos em suas dívidas, deteriorando seus resultados e levando investidores a questionar o valuation das ações.

Parte da queda de 0,9% do Ibovespa no acumulado do mês de março foi reflexo desse maior sentimento de aversão ao risco em geral.

Porém, isso não significa, exatamente, que o momento é de zerar posições em ações, mas sim selecionar bem em quais investir.

“Continuar com uma carteira conservadora não é a palavra certa, mas sim com papéis que são sólidos, que não tem uma alavancagem alta, que não são totalmente dependentes do crédito”, afirma o analista.

Em participação no Empiricus PodCa$t do dia 4 de abril, o analista apontou algumas de suas recomendações para o momento. Dentre elas, uma ação que pode se destacar daqui para a frente– independentemente dos rumos da taxa de juros.

Essa ação pode entregar bons resultados mesmo com juros altos ou baixos, segundo analista

A ação recomendada pelo analista fechou o mês de março em queda de 5%. Mas já voltou a subir nas últimas semanas e pode continuar gerando valor, na visão do analista. Isso porque a ação pode até mesmo se beneficiar de juros mais altos em 2026.

“É um papel que nós conhecemos a gestão, que consegue navegar bem tanto com juros altos quanto com juros baixos. […] Mesmo se tivermos um pior cenário possível de Selic, a ação vai conseguir se dar bem com isso”, afirma.

O segredo está em seu setor de atuação. A empresa é um dos principais nomes do mercado quando o assunto é concessão de crédito, o que a mantém bem-posicionada em tempos de Selic de dois dígitos – já que o repasse de juros aos clientes acaba se tornando mais alto.

Além do “know-how absurdo” em concessão de crédito, segundo o analista, a empresa também tem aumentado “cada vez mais” sua diferença de rentabilidade frente aos concorrentes.

Sendo assim, por que a queda recente na bolsa? Hungria explica que, enquanto o fundamento da tese “não piorou tanto assim”, as ações foram prejudicadas pela pressão vendedora da bolsa em março.

“Se o cenário [macro] melhorar, obviamente não vai subir mais do que uma ação que é muito exposta [ao crédito], muito endividada. Mas vai subir, e estamos tranquilos de que vamos ‘pegar’ a alta bem, sem fazer loucuras”, afirma.

No momento, o valuation da ação está em 2,5x o seu valor patrimonial. Segundo Hungria, esse é um prêmio em relação aos concorrentes, mas “amplamente justificado pela rentabilidade superior e a consistência na execução”.

Pela visão construtiva, o papel foi selecionado pelo analista para compor a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras do momento. Além dela, outros 9 nomes que podem gerar caixa “performar bem mesmo em um cenário difícil”, segundo o analista, fazem parte da seleção.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática; saiba como

Você acabou de ler uma “amostra” de uma recomendação de investimento direcionada para o momento atual de mercado, de acordo com Ruy Hungria, da Empiricus.

E a boa notícia é que você pode investir na carteira Empiricus Top Picks, com as 10 ações recomendadas pelo analista, de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade carteira automatizada no BTG, você pode surfar o potencial das ações mais promissoras do mês, sem precisar comprar ou vender uma por uma – tudo ocorre de forma automática no sistema.

Dessa forma, você não precisa estudar a fundo as teses de mercado ou buscá-las manualmente na corretora.

Para começar, o único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

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Oriente Médio: gestores da Faria Lima não acreditam que conflito dure mais de 6 meses, aponta pesquisa; veja expectativas econômicas

13 de Abril de 2026, 13:37

O conflito no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã não deve durar mais de seis meses. Essa opinião é a predominante entre 30 gestores de multimercados que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido em suas estratégias da classe.

Para os especialistas entrevistados na pesquisa proprietária da série Os Melhores Fundos de Investimento, da Empiricus Research, as opiniões sobre os impactos que o conflito pode ter na economia ainda estão divididas.

“Enquanto 50% espera uma resolução relativamente rápida, com normalização dos preços de energia, a outra metade projeta um conflito mais prolongado, ainda que sem disrupções mais severas”, comenta o analista da Empiricus, Alexandre Alvarenga.

O analista também explica que, por ora, não há uma percepção relevante dos gestores sobre escaladas estruturais do conflito, com uma leitura predominante de que o choque deve permanecer contido no curto prazo – conforme ilustra o gráfico abaixo:

Além disso, os gestores também encaram os impactos inflacionários como temporários. Nesse ponto, 64% das respostas enxergam um efeito concentrado em 2026, com uma parcela menor (32%) vendo efeitos se estendendo para 2027, enquanto poucos gestores (5%) consideram um cenário de inflação persistentemente mais elevada.

Ademais, a pesquisa também abordou questões do cenário e sentimento macroeconômico.

Piora na inflação e aversão a risco protagonizam sentimentos dos multimercados

No Brasil, Alvarenga relata uma melhora na percepção para o crescimento econômico, enquanto a leitura para inflação demonstrou uma piora em relação ao mês anterior, com o recente choque de commodities. Já o fiscal segue como principal ponto de preocupação, com deterioração adicional na percepção.

Nos Estados Unidos, o sentimento para crescimento e inflação também apresentaram piora relevante, assim como o cenário fiscal.

“No cenário global, a escalada geopolítica se consolidou como principal driver de mercado, elevando a volatilidade e trazendo o choque de energia para o centro das discussões sobre inflação e política monetária”, sintetiza o analista.

Entre as aplicações, a pesquisa indicou destaque em posições aplicadas em juros nominais e reais, além do viés comprado em real e em Bolsa. Para Alvarenga, o resultado reflete o diferencial de juros e uma leitura ainda construtiva para ativos domésticos. “Vale destacar que essa exposição — especialmente em juros — foi a principal detratora para a indústria no mês de março”, relembra o analista.

Nos Estados Unidos, por sua vez, notou-se uma mudança relevante no posicionamento em juros, com migração para posições aplicadas ao longo da curva. Ademais, o dólar mantém leitura negativa frente a outras moedas e a Bolsa americana mantém o viés positivo.

No cenário global, o analista nota a permanência do viés positivo para ativos de risco fora dos Estados Unidos, com destaque para Bolsas de mercados desenvolvidos e emergentes. O ouro também manteve sua posição de ativo de proteção e as commodities ganharam relevância, “tanto como hedge quanto como fonte de retorno em um ambiente de restrição de oferta”, comenta.

Empiricus+: saiba como transformar a visão dos gestores em oportunidades de investimento

Ainda no relatório, Alvarenga atesta que março foi um mês importante para os multimercados, freando o otimismo que era acompanhado desde o início do ano com a classe para fluxo e desempenho.

Agora que você está atualizado sobre a trajetória e estratégia de diversas gestoras para o mês de abril, chegou a hora de transformar essas recomendações em oportunidades de investimentos.

Para isso, quero te apresentar uma novidade da Empiricus: o Empiricus+. Com ele, você tem acesso às principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Para ajudar o investidor a ficar por dentro das principais notícias de geopolítica e empresas, a assinatura da Empiricus+ conta também com:

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Os planos estão com o valor promocional de 12x de R$ 14,90 (para assinatura anual) ou R$ 19,90 por mês (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

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Dividendos da semana: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Vivo (VIVT3) pagam proventos em 13 e 14 de abril

12 de Abril de 2026, 09:00

Nessa semana, três ações da bolsa brasileira têm proventos programados para serem pagos aos seus acionistas: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Telefônica/Vivo (VIVT3).

No caso de REDE3, a empresa pagará dividendos; já para LREN3 e VIVT3, estamos falando de juros sobre capital próprio (JCP). A diferença entre as duas modalidades de pagamento faz a diferença para o investidor.

Isso porque JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte, enquanto os dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Além disso, um outro detalhe que não deve fugir ao investidor é a “data com”, ou data de corte: apenas acionistas que detinham posição nos papéis até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos.

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana. Veja a seguir.

Dividendos da semana: confira ações que pagam proventos a partir de 13 de abril

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
Rede EnergiaREDE3Dividendo0,113/04/202617/03/2026
Lojas RennerLREN3JCP0,22214/04/202624/03/2026
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07414/04/202611/04/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07714/04/202625/08/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,06114/04/202623/06/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10214/04/202625/07/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,15414/04/202622/05/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,12414/04/202622/09/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10614/04/202624/11/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,11814/04/202627/10/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10914/04/202629/12/2025

Onde investir para buscar dividendos? Confira ações indicadas no Empiricus+

Se você ainda não sabe em quais ações investir para buscar dividendos em 2026, pode conferir as recomendações mais promissoras do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

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Dólar em queda: ‘não vejo a cotação abaixo de R$ 5′, diz analista que recomenda se posicionar na moeda agora

9 de Abril de 2026, 17:04

Desde a quarta-feira (8), o dólar começou a recuar em relação ao real, tendência que se manteve até o fechamento deste texto, na tarde de quinta-feira (9). Na mínima intraday da quinta-feira, a cotação chegou a atingir R$ 5,06, o menor nível em dois anos.

De maneira geral, um câmbio mais baixo pode ser explicado pela maior oferta da moeda em solo nacional. O que explica esse maior fluxo de dólar em solo brasileiro agora, e até onde a queda da moeda pode ir?

Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, comentou o assunto na edição de quinta-feira (9) do programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Coincidência? Dólar em queda é concomitante às máximas históricas do Ibovespa nesta semana

Antes de abordar especificamente a cotação do dólar, é preciso relembrar os eventos que a acompanham. Em especial, os fatores que atraem o fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil no momento.

A tendência de queda coincide com a maior volatilidade das tensões da guerra do Oriente Médio. Na noite de terça-feira (7), os Estados Unidos anunciaram um cessar-fogo, que não foi totalmente confirmado por todas as partes envolvidas no conflito. 

Vale lembrar que o conflito no Oriente Médio está associado a fatores como:

  • Alta do preço do petróleo;
  • Maior sentimento de desconfiança dos investidores com a economia dos Estados Unidos, e
  • Pressão inflacionária ao redor do mundo, com a disrupção na cadeia de suprimentos.

Todos esses pontos convergem para o maior interesse do investidor estrangeiro em migrar parte do portfólio para o Brasil, que é um grande exportador de petróleo e outras commodities como a soja, por exemplo – refletindo também nas empresas representantes do setor na B3.

“Como o Brasil tem um mercado muito ‘pesado’ em commodities, os investidores estão buscando alternativas para se posicionar devido ao preço do petróleo, que não vai voltar aos níveis do começo de ano”, afirma Pacheco.

Segundo o analista, é provável que o barril de petróleo seja negociado na casa dos US$ 80 mesmo em um cenário de arrefecimento dos conflitos no Oriente Médio.

“Com isso, teremos as empresas de commodities entregando melhores resultados. E a bolsa brasileira, querendo ou não, tem esse peso importante”. Como principais exemplos, Pacheco cita Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), grandes conhecidas dos investidores.

Carry trade: o fator dos juros que continua a atrair fluxo estrangeiro para os ativos brasileiros

Além de ser um nome de peso para commodities, um outro fator que pode jogar “a favor” da entrada de fluxo estrangeiro no Brasil são os juros altos.

Para Pacheco, se os EUA optarem por interromper seu ciclo de corte de juros em meio às incertezas geopolíticas, é provável que o ciclo de cortes na Selic também seja interrompido no Brasil, mantendo os juros nos dois dígitos por aqui.

Esse cenário favorece o chamado carry trade: se o ambiente nos EUA acabar não favorecendo os ativos de risco por lá, o investidor pode “pegar seus recursos na moeda americana, investir no Brasil [a juros altos] e, com isso, se proteger da variação cambial”, segundo o analista.

“Quando calculamos a diferença do juro brasileiro para o americano, aqui [o juro] é muito alto, e ainda muito atrativo para o investidor”, conclui.

Até onde o dólar pode cair? Para analista, preço abaixo de R$ 5 é improvável

“Não sei se veremos [o dólar] abaixo de R$ 5”, afirma Pacheco. “Há muito tempo é falado que um ‘dólar de equilíbrio’ pode estar entre R$ 4,50 e R$ 4,80, mas toda vez que chega perto disso, ‘alguma coisa estoura’”.

Nesse caso, o analista dá um “conselho” a investidores que ainda não carregam posições em moeda forte ou ativos internacionais no momento, por estarem à espera de uma queda ainda maior do dólar: a indicação é começar o quanto antes.

“Para quem não tem nenhuma posição em dólar hoje, eu não esperaria muito mais para começar a montar”, afirma.

Pacheco indica que, no momento, o dólar um pouco mais baixo não é a única vantagem. “Penso não apenas no câmbio em si, mas também em encontrar oportunidades ‘lá fora’ com patamares de preço muito interessantes”, conclui.

No caso, para o analista, há ações internacionais de qualidade e descontadas no momento, o que pode abrir janelas de oportunidade para quem se posicionar a partir de agora.

Como montar uma carteira ‘dolarizada’? Conheça as recomendações de Enzo Pacheco para o momento

Enzo Pacheco é responsável pelas principais recomendações de ativos internacionais da Empiricus Research.

E se você é um dos investidores que deseja saber mais sobre como e onde investir em ativos internacionais, as indicações do analista estão disponíveis no Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

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Quem investiu ‘esperando por uma Selic a 9% ao ano’, agora precisa dar um ‘cavalo de pau’ na carteira, segundo analista

7 de Abril de 2026, 13:03

“Quem ‘pulou na água de vez’ achando que a Selic chegaria a 9% no fim do ano, teve que dar um “cavalo de pau” na carteira, e deve ter sofrido bem em março”. Quem afirma é Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research.

A fala do analista se refere aos investidores em ações brasileiras que, nesse início de ano, posicionaram suas carteiras de acordo com o cenário visto até então: otimismo à espera do início do ciclo de cortes de juros no país.

Com reduções na taxa Selic contratadas pelo Banco Central ao longo de 2026, o Ibovespa renovou máximas históricas na reta final de 2025, refletindo o ânimo do mercado.

Em meio à toada positiva, é possível que muitos investidores pessoa física tenham optado por comprar ações sem, necessariamente, considerar que algo poderia mudar.

Hoje, o panorama econômico é completamente diferente daquele visto no início do ano, e muitas carteiras de investimento montadas três meses atrás podem precisar de uma revisão – isso se esperavam por cortes de juros mais agudos.

Na edição do Empiricus PodCa$t do último sábado (4), Ruy Hungria foi convidado para discutir o que está acontecendo, e o que isso significa para os investidores. Confira:

‘Cavalo de pau’ na carteira de investimentos?

Até o final de fevereiro, ativos brasileiros surfavam uma onda de otimismo, enquanto boa parte do mercado apostava em uma Selic terminal de cerca de 12% ao ano em 2026, o que implicava em um ciclo de cortes de 3 pontos percentuais no total.

E é quando entra a guerra no Oriente Médio, que mudou completamente a narrativa. O conflito elevou os preços do petróleo, impactando a cadeia global de suprimentos, e impulsionando pressões inflacionárias ao redor do mundo – inclusive para o Brasil.

Com isso, a Selic terminal em 2026, que era esperada em torno de 12% a.a., agora já começa a ser projetada em 13,5% ou 13,75% ao ano, segundo os analistas da casa, sugerindo menor magnitude nos cortes de juros.

Tudo isso pode impactar nos ativos de risco, especialmente ações de empresas mais sensíveis aos juros altos. E aqui entra a fala anterior de Ruy Hungria: o investidor que foi “com tudo” em papéis mais cíclicos, agora, precisa repensar seus planos.

Porém, esse não foi o caso entre as carteiras recomendadas da Empiricus. “Nos últimos meses, por mais que tenhamos tido essa melhora de perspectiva [econômica], nós nunca fomos totalmente agressivos no sentido de apostar em queda de juros”, afirma o analista.

Entre as recomendações da casa para o mês de abril, Hungria explica que foi necessário rever algumas teses que eram mais expostas aos juros, mas sem fazer uma mudança completa.

“Não foi um ‘cavalo de pau’. Não mudamos totalmente as carteiras, porque as carteiras já eram bastante sólidas”, afirma. “Nós já vínhamos em uma abordagem de colocar ‘só o pezinho na água’. […] Sempre com muita diligência, sem fazer loucura. Foi assim que construímos nossas carteiras e o bom desempenho delas, inclusive”.

Qual o “segredo” para selecionar as melhores ações mesmo sem saber o que esperar da economia? O analista explica:

“A nossa estratégia, nos últimos meses, foi continuar com uma carteira de papéis sólidos, que não tem alavancagem alta e não são totalmente dependentes do crédito, porque conhecemos como as coisas funcionam por aqui. Sabemos que o Brasil é cheio de surpresas”.

Quais as principais ações recomendadas para investir no momento?

Durante o episódio, o analista mencionou três ações em especial que figuram entre as recomendações da Empiricus para o mês.

  • Itaú (ITUB4)

Itaú (ITUB4) “é um papel que consegue navegar bem com juros altos ou baixos, tem um know-how de concessão de crédito ‘absurdo’, e tem aumentado cada vez mais sua diferença para os concorrentes em termos de rentabilidade”, afirma Hungria.

Segundo o analista, mesmo se tivermos “um pior cenário possível de Selic”, essa é uma ação que deve se beneficiar, devido à natureza do seu negócio ligada ao crédito.

  • Petrobras (PETR4)

Com a alta dos preços do petróleo, a Petrobras (PETR4) foi um dos destaques do mês passado, tendo fechado março em alta de 18% na B3.

Hungria acredita que os preços do barril de petróleo não devem mais retornar aos patamares pré-guerra no Oriente Médio (cerca de US$ 50) daqui para a frente, o que deve continuar beneficiando os papéis da petroleira brasileira. Por isso, segue construtivo na recomendação.

“Não ter uma exposição ao petróleo no momento pode acabar se tornando ruim” para o investidor, afirma o analista.

  • Vale (VALE3)

Hungria comenta que a Vale (VALE3) é uma tese que “acabou se desconectando do preço do minério de ferro”, que subiu no mês de março em meio aos conflitos geopolíticos. Além disso, a receita da empresa é dolarizada, o que “acaba sendo bom nesses momentos de incerteza”.

Por último, a Vale Base Metals, divisão que cuida de metais básicos como cobre, níquel e cobalto, essenciais na transição energética, é a “joia da coroa” e está em um valuation abaixo do que deveria, para o analista. Todos esses fatores contribuem para a atratividade das ações, que seguem recomendadas pela casa.

Empiricus+: em um único lugar, conheça as principais recomendações de investimento para esse mês

Essas três ações citadas são apenas uma pequena fração das dezenas de recomendações que a Empiricus traz aos investidores para esse mês.

E se você deseja conhecer todas as indicações de perto, temos uma boa notícia: elas estão disponíveis para você por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

E você ainda tem direito a 7 dias de acesso gratuito, para testar a plataforma sem compromisso. É só clicar no botão abaixo para começar:

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‘Chega de construtoras’? Por ora, carteira mensal de renda extra da Empiricus prioriza outros setores; veja como acessar o portfólio gratuitamente

6 de Abril de 2026, 15:00

Duas atualizações consecutivas na carteira de renda extra da Empiricus Research balançaram com o posicionamento no mercado imobiliário do portfólio. Após retirar as ações da Direcional (DIRR3) em fevereiro, os analistas optaram por mais uma troca, desta vez com saída da Cyrela (CYRE3).

“Diante da volatilidade prospectiva associada a ativos mais sensíveis à curva de juros, e considerando que já carregamos exposição relevante à queima de prêmio, optamos por ajustar a carteira”, explica Matheus Spiess, analista de macroeconomia que encabeça o portfólio.

Assim, uma nova ação de um segmento “vizinho” às ações CYRE3 e DIRR3 agora ganha espaço na carteira de ações de abril.

Analistas preferem companhia mais resiliente à volatilidade do cenário atual

A nova adição da carteira para o mês de abril é uma companhia do mesmo “guarda-chuva” de imóveis. Entretanto, o analista identifica que ela deverá ter um menor grau de sensibilidade aos juros.

A proposta é manter a exposição do portfólio a um cenário de melhora nas condições de juros, que permanece como a hipótese base da casa, mas com ações menos sensíveis caso o ambiente macro continue se deteriorando, especialmente diante das incertezas no Oriente Médio.

“Ainda que nossa expectativa central seja de melhora gradual, entendemos que os riscos de piora não podem ser ignorados”, explica Spiess.

Por isso, a nova escolha figura entre as maiores e mais bem administradas companhias de shopping centers do Brasil. Alguns de seus pontos fortes são:

  • Um portfólio de ativos premium, em regiões de renda elevada e maior potencial de crescimento;
  • Histórico consistente de execução operacional, selecionando bons ativos e mantendo níveis elevados de ocupação;
  • A capacidade de conduzir expansões com risco comercial controlado;
  • Uma disciplina na alocação de capital, focada na geração de valor para o acionista.

Todos esses pontos refletem em benefícios que Spiess considera atrativos. Além disso, o analista aponta que a empresa está posicionada de forma favorável diante de um nível de endividamento que deve ampliar os benefícios da redução do custo financeiro, ainda que superior a alguns pares do setor.

“Esse contexto já reflete nos resultados mais recentes. No 4T25, a companhia apresentou desempenho acima das expectativas do mercado, reforçando a qualidade de seus ativos e de sua gestão”, relembra Spiess.

Naturalmente, o analista reconhece que sempre há riscos a serem monitorados. Isso, tanto por um contexto de possível reversão na trajetória de queda dos juros, como de uma desaceleração econômica mais intensa.

Contudo, além dos pilares mencionados, a confiança na tese reside sobre a atuação da companhia em um segmento resiliente da economia, o que reduz a vulnerabilidade da carteira a choques adversos. Nesse contexto, a substituição reforça a consistência da estratégia, privilegiando um posicionamento mais equilibrado neste momento.

Conheça a carteira de renda extra da Empiricus gratuitamente – e confira as atualizações de abril

O portfólio renda extra da Empiricus Research é atualizada mensalmente, conferindo a manutenção da composição focada em geração de renda, qualidade e previsibilidade. O objetivo é que os investidores consigam capturar valorização em cenários construtivos, enquanto recebem proventos recorrentes.

No momento, os analistas consideram que o cenário ainda carrega um grau relevante de incerteza, com riscos associados a uma possível escalada mais ampla do conflito no Oriente Médio.

“Nesse contexto, reforçamos a importância de uma carteira mais robusta, com ativos de maior qualidade e previsibilidade, capaz de atravessar períodos de maior volatilidade com menor deterioração”, informa o relatório do portfólio em abril.

Esse olhar é direcionado não apenas para a seleção de ações de empresas, como também para alguns ativos das classes de renda fixa e fundos imobiliários que compõem o portfólio. Alguns deles, muito interessantes como esses:

  • Um fundo de infraestrutura cujo retorno pode chegar a IPCA+10,50% ao ano;
  • Um fundo imobiliário (FII) de papel, focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com remuneração média de IPCA + 8,1% ao ano e CDI + 3,2% a.a..

Esses são apenas alguns exemplos do que você vai encontrar na carteira de renda extra da Empiricus Research. A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo sem pagar nenhum centavo, acessando a carteira através da área logada da Empiricus Research.

Para isso, é só cadastrar o seu e-mail no botão abaixo e conferir a plataforma com acesso à carteira de renda extra de abril e outros portfólios mensais:

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Sai Cyrela (CYRE3), entra SLC Agrícola (SLCE3): veja mudanças na carteira de dividendos da Empiricus para abril 

6 de Abril de 2026, 13:53

A Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira de dividendos no mês de abril. Considerando o contexto complexo que envolve o mercado no momento – especialmente por conta da guerra no Oriente Médio –, a casa entende que é preciso revisitar a curadoria de ações selecionadas.

A capacidade de uma empresa de gerar bons dividendos aos seus acionistas depende fortemente de sua performance ao longo do ano. De quebra, o conflito entre EUA e Irã exerce influência sobre as principais ações brasileiras – umas na ponta beneficiada, outras na ponta mais negativa.

Enquanto guerra piora perspectivas para a Selic, segredo está na seletividade de ações para investir

O Ibovespa fechou o mês de março em queda de 0,9%, a primeira queda mensal desde julho de 2025. Isso porque o conflito geopolítico tem pressionado a cadeia global de suprimentos, e as expectativas inflacionárias ao redor do mundo. Inclusive, no Brasil, esse cenário piorou as perspectivas para o ciclo de cortes na taxa Selic.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito. Ainda que o Copom tenha cortado 25 bps em março e indicado mais cortes pela frente, a guerra pode acabar forçando menos cortes, a depender da dinâmica da inflação nos próximos meses”, afirmam os analistas em relatório do último dia 1º de abril.

Mas apesar desse cenário ser uma possível má notícia para os ativos de risco, especialmente ações de empresas mais alavancadas, ainda há fatores que “jogam a favor” dos ativos brasileiros.

“O Brasil ainda permanece entre os poucos países que verão seus juros caírem nesse ano”, afirmam os analistas, que também indicam que os principais pilares da tese de investimentos no Brasil “seguem de pé”:

  • Valuation atrativo;
  • Diversificação geográfica para fora dos Estados Unidos;
  • Possível mudança de pêndulo político nas eleições presidenciais de outubro.

Logo, na hora de investir, o segredo está na seleção das ações certas. “Seguimos construtivos com ações brasileiras, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade, com papéis menos dependentes do afrouxamento monetário, que tenham claras vantagens competitivas e posições de destaque em seus setores”, concluem.

Petrobras (PETR4) e SLC Agrícola (SLCE3) estão entre as principais recomendações do mês para buscar dividendos

Para abril, um dos destaques é a recomendação de Petrobras (PETR4), que vem de uma toada positiva, ajudada pela forte valorização do petróleo. As ações acumularam alta de 18% em março, e podem continuar sendo beneficiadas esse mês.

Além disso, os analistas indicam que PETR4 é uma das teses que “mais podem se beneficiar do cenário eleitoral brasileiro”. Com dividend yield (DY) esperado de 9% para 2026, os papéis seguem entre as principais apostas da casa para buscar proventos.

Por outro lado, a Cyrela (CYRE3), que esteve na carteira durante os meses de fevereiro e março, está entre os destaques negativos, segundo os analistas.

O setor imobiliário, altamente sensível aos juros, foi um dos primeiros a sentir os impactos da piora nas perspectivas para a taxa Selic – e as ações da Cyrela estiveram entre as mais afetadas, caindo 11% na B3 em março.

Com isso, CYRE3 saiu para dar lugar a uma nova recomendação na carteira: a SLC Agrícola (SLCE3), que, na visão da Empiricus, é uma ação que está andando na “contramão” das demais no setor do agronegócio.

Apesar de prever um aumento na ordem de 9,2% em seus custos para a safra 2025/2026, muito devido às disrupções causadas pela guerra, a SLC Agrícola está bem-posicionada para compensá-los.

Além disso, a Empiricus prevê um DY em torno de 3,6% para SLCE3 ao final de 2026. Com isso, ela se junta à Petrobras (PETR4) e outras 6 ações selecionadas para a carteira de dividendos da casa em abril.

A carteira recomendada, que já acumula DY de 5,3% em 2026 até aqui, tem o objetivo de entregar, aos investidores em busca de bons proventos na carteira, uma curadoria de papéis com:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • “O benefício dos juros compostos” (compounding).

Essa foi apenas uma “amostra” do que você encontra no relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus, que traz a tese completa por trás de todas as ações selecionadas.

E a boa notícia é que o relatório completo está disponível para você gratuitamente.

Gratuito: acesse o relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus Research

A carteira de dividendos da Empiricus Research, na íntegra, está disponível como cortesia a todos os leitores deste texto.

Para acessá-la, basta fazer um cadastro gratuito clicando no botão ao final da matéria.

Essa é a sua chance de conhecer recomendações profissionais para os seus investimentos e buscar bons retornos a partir desse mês. Lembrando que o acesso é grátis, e o processo é simples e rápido:

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Estratégia ‘pouco conhecida’ da bolsa já capturou lucros de 1.250% com atualizações semanais; conheça as recomendações por 12 x R$ 14,90

30 de Março de 2026, 14:22

Entre as diversas formas de investir na bolsa de valores, é natural que algumas estratégias acabem ficando em segundo plano no dia a dia do investidor, que já tem que ficar de olho no frenesi do noticiário, nos resultados das empresas e nos fatores macroeconômicos.

Uma delas, em especial, costuma ser pouco falada, apesar de apresentar um histórico bastante positivo de valorização quando executado sob boas orientações: as opções.

O que são opções e como investir?

As opções são contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo (como ações) por um preço pré-determinado, em uma data futura. Ao adquirir uma opção, o investidor paga por um direito futuro – não por uma obrigação.

Este direito permite que você compre (no caso de uma opção de compra) ou venda (no caso de uma opção de venda) um ativo a um preço predeterminado – chamado de preço de exercício – até uma data específica.

Assim, os dois tipos principais de opções podem ser resumidos em:

  • Opções de Compra (Calls): São como um ingresso para comprar ações no futuro a um preço que você definiu hoje. Se o preço da ação subir, você pode exercer sua opção e comprar a ação pelo preço mais baixo que você “reservou”.
  • Opções de Venda (Puts): Como um “seguro”, se você acha que o preço de uma ação vai cair, pode garantir o direito de vendê-la a um preço mais alto do que o de mercado no futuro.

São exatamente essas duas indicações que alguns investidores estão tendo a chance de acessar, ao aplicar uma estratégia “esquecida” da bolsa. Tudo isso, ainda sob as orientações da maior casa de análise financeira do país: a Empiricus Research.

Conheça a série Flash Trader, que já apontou recomendações que renderam até 1.250% em 6 dias

Atualmente, as recomendações da Empiricus Research para quem quer operar com opções estão concentradas na série Flash Trader. Encabeçada pelo analista e físico, Ruy Hungria, a carteira já capturou lucros no patamar de 1.250% em menos de uma semana.

Ou seja, a estratégia foi capaz de transformar um investimento de R$ 1.000 em R$ 13.500. Tudo isso através da compra de um ativo que custava R$ 0,32 e, em um período de 6 dias, valorizou 1.250%.

Na prática, o investidor que seguiu a recomendação multiplicou o patrimônio em mais de 13 vezes em menos de duas semanas. Mas esse foi apenas um dos casos bem sucedidos identificados pelo analista. Entre os mais recentes, em 2025 e 2026, foram valorizações de:

  • +617,78% em 7 dias, em uma ação de setor financeiro;
  • +573,05% em7 dias, por uma ação vinculada a um fundo de índice;
  • +380,00% em 7 dias, com ativo de uma farmacêutica.

É importante ressaltar que retornos passados não são garantias de retornos futuros, e que o investimento em renda variável envolve risco. O que os exemplos ilustram são recomendações que já impulsionaram investidores, fundamentadas em conceitos reais da análise econômica.

Conforme Hungria explica, o funcionamento das operações é baseado em duas carteiras:

  • Compras a seco: deve representar cerca de 1% do seu portfólio. Nesse tipo de operação, não é preciso que os investidores tenham as ações. O foco será a valorização das opções, torcendo pela alta antes da saída (venda);
  • Operações de renda: O objetivo é ganhar a renda (prêmio). Nessas operações, geramos uma obrigação de compra ou venda (call ou put).

“A carteira de compras a seco é atualizada semanalmente, orientando o que cada investidor deve manter ou trocar. A segunda carteira [vendas cobertas] tem atualizações ao longo da semana, que são sinalizadas aos assinantes diretamente”, explica Ruy Hungria.

Com o objetivo de buscar as melhores oportunidade no mercado de opções, o analista diz que “não importa o momento do mercado, dá para ganhar em qualquer cenário da Bolsa (de alta, baixa ou lateralizado), e proteger seu portfólio”.

Todas as recomendações de calls e puts de Ruy Hungria, acompanhadas das análises do setor, estão disponíveis para os assinantes do Flash Trader. Se você se interessou pelo material e gostaria de acessar o material da série completo, além de muito mais informações de qualidade atreladas ao mercado financeiro para os seus investimentos, o Empricus+ pode ser uma boa solução.

Empiricus+: “streaming” de carteiras em ações, FIIs, renda fixa e mais

O novo serviço estilo “streaming” da Empiricus Research reúne 11 assinaturas da casa de uma só vez. São carteiras de focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, incluindo a série Flash Trader. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para acompanhar tudo isso, o investidor tem acesso a um arsenal completo de materiais de apoio para sua jornada:

  • Relatórios quinzenais: o documento é o espaço para os analistas trazerem as novas recomendações das séries para a semana e os principais pontos de atenção para as empesas selecionadas;
  • Plantão ao vivo: todas as sextas-feiras, 9h, os analistas da carteira Flash Trader e de outras séries da casa se reúnem no Empiricus Ao Vivo para tirar as dúvidas dos assinantes;
  • Canal exclusivo no Telegram: assinantes acessam o grupo de forma rápida para conferir atualizações nas operações, e outras notícias relevantes;
  • Alertas: a função de notificação, tanto pela área do assinante como no Telegram notifica o investidor sobre as mudanças do portfólio;
  • Para se aprofundar: Planilhas, vídeos e tutoriais estão disponíveis na área logada para o assinante aprender mais sobreas opções.

É bom salientar que, por ora, o acesso a todo esse material através do Empiricus+ está com dois planos – e preços muito atrativos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Esta pode ser uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país. Clique no botão abaixo para saber mais:

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Dividendos de ‘fim de mês’: Moura Dubeux (MDNE3), Multiplan (MULT3) e outras ações pagam proventos amanhã (31); confira

30 de Março de 2026, 10:00

Alguns investidores da bolsa brasileira vão encerrar o mês de março com proventos caindo na conta. Isso porque nomes conhecidos, como Moura Dubeux (MDNE3) e Multiplan (MULT3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para pagamento na próxima terça-feira (31).

Para que você fique bem-informado, preparamos a lista completa de todos os pagamentos previstos para a data, separados por empresa. Você pode conferir a seguir – mas esteja atento a alguns detalhes antes:

Dividendos da semana: não esqueça desses detalhes

Antes de passar ao calendário, vale trazer dois pontos importantes à atenção do investidor:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.
EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
M Dias BrancoMDIA3Dividendo1,4131/03/202624/03/2026
ISA Energia BrasilISAE3JCP0,25131/03/202620/02/2026
ISA Energia BrasilISAE4JCP0,25131/03/202620/02/2026
Allied TecnologiaALLD3Dividendo0,42131/03/202630/01/2026
Moura DubeuxMDNE3Dividendo0,59231/03/202630/12/2025
MetisaMTSA3JCP1,131/03/20261/12/2025
MetisaMTSA4JCP1,2131/03/20261/12/2025
MultiplanMULT3JCP0,22531/03/202631/03/2025
DimedPNVL3JCP0,07531/03/202616/12/2024

Onde investir para buscar bons dividendos? Confira as principais recomendações do momento no Empiricus+

Se você está em busca das principais recomendações de investimento para o momento, está convidado a conhecer o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

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Investimentos para jovens: por onde começar a investir na bolsa de valores?

25 de Março de 2026, 15:46

É comum que pais investidores estimulem e procurem as melhores oportunidades para que seus filhos possam investir na adolescência, sob boas orientações.

Olhando no longo prazo, ensinar o jovem a investir e lidar com finanças é uma medida educativa interessante. Além de aprender o valor do dinheiro, ela também pode vir a colher bons frutos no futuro.

É sempre bom lembrar que, para começar a investir antes dos 18 anos, menores de idade devem estar sempre sob supervisão dos responsáveis.

Qual é a carteira recomendada para que os jovens invistam na bolsa de valores?

Na visão do analista da Empiricus Research, Ruy Hungria, começar a investir na infância ou adolescência – sob orientação dos pais – pode trazer ganhos desde cedo.

“Nunca é tarde para começar, mas quanto antes qualquer pessoa começar a investir, melhor, pois ela conseguirá potencializar o efeito de juros sobre juros que os investimentos proporcionam e mais cedo conseguirá atingir sua liberdade financeira”, afirma Hungria.

Na hora de escolher os investimentos, o analista explica que tudo vai depender do valor disponível e do perfil do investidor, ou de seus responsáveis, para gerenciar o patrimônio.

“A classe de ativos dependerá do apetite por risco de cada um. Quem está no início da trajetória e tem foco maior em construção de patrimônio, é importante ter uma exposição maior a ações de empresas boas e com capacidade comprovada de crescimento”, indica o analista.

Nesse aspecto, Hungria aponta a carteira “As Melhores Ações da Bolsa” como uma boa alternativa.

“As Melhores Ações da Bolsa” são um bom passo inicial, segundo analista

O sucesso da série “As Melhores Ações da Bolsa” da Empiricus Research não é de hoje. Esta carteira é especialmente focada em empresas “compounders” da Bolsa brasileira, que entregam bons resultados sistematicamente. Atualmente, ela conta com 10 ações nacionais que combinam solidez e potencial de valorização em diversos setores, como:

  • Energia;
  • Financeiro;
  • Saúde;
  • Serviços;
  • Bem-estar.

A alocação em diferentes segmentos permite a redução do chamado “risco diversificável” de mercado. Para investidores jovens, esse tipo de alocação é interessante, pois ele tende a ser mitigado na mescla de empresas cujos desempenhos estão pouco correlacionados.

Por exemplo, se uma carteira conta com apenas empresas de logística e o preço dos combustíveis sobe drasticamente, a tendência é que todas elas sejam prejudicadas. Por outro lado, empresas de petróleo, tendem a lucrar mais com a venda de combustíveis a preços elevados.

Assim, se um portfólio hipotético investir tanto em uma empresa de logística como em uma petroleira, a tendência é a de que haja um equilíbrio e as perdas são diluídas.

QUERO CONHECER A LISTA COM ‘AS MELHORES AÇÕES DA BOLSA’

Jovens podem investir em small caps? Entenda como as ações iniciantes se encaixam nesse perfil de investidor

Na visão do analista Ruy Hungria, uma outra opção que pode ser interessante para investir ainda jovem são as small caps, ações de empresas com um valor de mercado relativamente baixo, geralmente negociadas por menos de R$ 2 bilhões no Brasil.

São papéis de empresas menores e menos conhecidas, com potencial de alta relevante por ainda não serem muito “notadas”. Porém, conforme ressalta o analista, elas também apresentam maior risco.

Na Empiricus, Hungria também lidera a carteira “Microcap Alert” focada nesses ativos, e reforça a mensagem: deve-se investir uma parte bem menor do portfólio nesses ativos. No histórico do portfólio, desde sua criação em julho de 2014, o portfólio já valorizou 539,39%, o equivalente a multiplicar um investimento em mais de 6 vezes.

Ou seja, se um adolescente tivesse começado a investir aos 15 anos, cerca de R$ 1 mil na época, atualmente já teria consolidado uma valorização de pelo menos R$ 6.390 – além de possíveis dividendos e eventuais aumentos de posição na carteira.

A boa notícia é que se você ficou interessado em conhecer de perto a carteira das “Melhores Ações da Bolsa” e/ou de “Microcap Alert”, as duas estão disponíveis em um “combo” só. Veja os detalhes a seguir de como acessar.

Empricus+: 11 assinaturas para investir a partir de agora e diversificar o patrimônio

O novo produto estilo “streaming” da Empiricus chega ao mercado com a proposta de multiplicar as oportunidades de diversificação de patrimônio para todos os seus assinantes.

Dessa forma, com um único acesso, você poderá explorar as principais recomendações de investimento dos analistas. São portfólios de ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, para todos os tipos de estratégias com as classes de ativos, incluindo as carteiras de “As Melhores Ações da Bolsa” e a “Microcap Alert”

O Empiricus+ atualmente oferece duas opções de planos aos investidores:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

Além disso, a Empiricus+ acredita tanto em seu compromisso de buscar as melhores ideias de investimento que está oferecendo 7 dias de acesso gratuito.

Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para a estratégia de investimento. Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país.

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Selic a 14,75% ao ano, inflação, greve dos caminhoneiros e Ibovespa no ‘fogo cruzado’: veja destaques do Empiricus PodCa$t neste sábado (21)

21 de Março de 2026, 09:00

A semana que se encerra neste sábado (21) não veio sem suas emoções no mercado. Na última quarta-feira (18), o Copom optou por reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, deixando-a em 14,75% ao ano. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manteve os juros no mesmo patamar por lá.

Enquanto isso, o conflito no Oriente Médio segue:

  • Expandindo a aversão ao risco nos mercados,
  • Levando o Ibovespa à queda nos últimos pregões;
  • Mantendo o preço do petróleo acima dos US$ 100.

O petróleo em alta, inclusive, levanta discussões sobre pressão na inflação brasileira, especialmente nos setores de alimentos, transportes e combustíveis, e uma possível greve dos caminhoneiros tomou conta dos noticiários. E agora, como o investidor deve se posicionar nesse momento?

Esses são os destaques do novo episódio do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar nesse sábado (21), com a participação de Lais Costa, analista de renda fixa e fundos de investimento da Empiricus Research, e Bruno Henriques, head de renda variável do BTG Pactual. Clique abaixo e confira:

Selic a 14,75% ao ano, e agora?

Em um tom dovish, o Copom optou por iniciar o ciclo de corte de juros no Brasil, que já estava previamente contratado para sua reunião da última quarta-feira (18).

Porém, o tom do comunicado deu a entender que os próximos passos estão em aberto, justamente por conta do cenário de incerteza e pressão inflacionária nos mercados.

Os dados da inflação (IPCA) do mês de fevereiro vieram levemente acima do esperado pelo mercado (0,7%, contra 0,6% das expectativas). Para Lais Costa, os últimos dados ainda não refletem os riscos da guerra.

Porém, o mercado segue sob temores de que a alta no petróleo pressione os preços dos alimentos, combustíveis e transportes a partir dos próximos meses.

Greve dos caminhoneiros no radar: o que esperar?

Temores sobre uma nova greve dos caminhoneiros, aos moldes daquela vista em 2018, tomaram conta do mercado durante a semana.

Na sexta-feira (20), Renan Filho, ministro dos Transportes do governo Lula, afirmou que o risco de greve foi afastado, após o governo publicar uma Medida Provisória (MP) endurecendo as regras de fiscalização do piso mínimo do frete, o que pode favorecer os caminhoneiros.

Porém, apesar de “afastado”, o risco de paralização pode não ser totalmente descartado por ora, dada a imprevisibilidade do cenário do petróleo no futuro próximo.

Onde investir agora?

Segundo Lais Costa, especialista em renda fixa e fundos de investimento, a redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros “muda muito pouco” para o investidor pessoa física no momento, mas alguns títulos de renda fixa em especial devem estar no radar de quem deseja aproveitar a janela de oportunidades.

Já para Bruno Henriques, do lado da renda variável, “vale a pena olhar a bolsa brasileira com carinho” após a semana de quedas no Ibovespa, especialmente no caso de investidores com posições pequenas em bolsa. “Não acho que passou o bonde [da bolsa]”, afirma.

Durante o programa, os analistas compartilharam suas recomendações para o momento na íntegra. Para conferi-las, assista ao episódio. Basta clicar logo abaixo:

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Com Lula ou Flávio, com corte de 25 ou 50 pontos na Selic, essas ações vão performar bem, segundo analista; veja quais são

18 de Março de 2026, 14:09

As expectativas do mercado para um corte de 25 pontos-base (bps) para a Selic nesta quarta-feira (18) estão mais temerárias. O principal detrator vem do agravamento do conflito no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, jogando os preços da commodity para cima dos US$ 100 por barril.

Em dia de decisão do Copom, uma questão permeia entre os investidores em uma visão de médio prazo: como um corte de juros menor pode impactar as perspectivas para a bolsa brasileira em 2026?

Somado à incerteza monetária, o mercado também deve sentir nos próximos meses uma maior volatilidade com a aproximação das eleições presidenciais. Até o momento, as pesquisas eleitorais indicam um cenário dividido: de um lado, surge a possibilidade de um novo candidato potencialmente mais alinhado aos interesses do mercado; de outro, a permanência de Lula (PT), que pode prolongar o ambiente de incerteza fiscal.

Mas apesar desse cenário “nublado”, os analistas da Empiricus Research, apontam que existe um grupo específico de ações que deve performar bem, independentemente da magnitude do corte e do vencedor das eleições.  

Por que tentar ‘surfar’ o corte da Selic ou as eleições podem ser estratégias arriscadas?

Nos primeiros meses do ano a bolsa brasileira subiu 12% puxada (até o momento de publica deste texto), sobretudo, pela possibilidade de um início de ciclo de corte de juros em março. Contudo, nas últimas semanas, o cenário de “céu de brigadeiro” começou a mudar.

Além dos conflitos no Oriente Médio, que pressionam o petróleo e, consequentemente, a inflação, em fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu 0,70%, ante um avanço de 0,33% em janeiro e acima das expectativas de 0,60% do mercado.

Diante do dado, nesta semana, o Boletim Focus elevou a previsão da taxa Selic para 12,25% em 2026.

Ou seja, nas projeções do mercado, o ciclo de corte de juros pode ser menor do que previsto anteriormente. Segundo os analistas da Empiricus, “isso muda bastante [o cenário] para as teses mais dependentes dos juros. Isto é, empresas com maior endividamento, ou aquelas que dependem muito do cenário macroeconômico ou do crédito ao consumidor, acabam sofrendo mais.”

Nesse contexto, é provável que ações de setores mais cíclicos como o varejo, construção civil e bens de capitais, não performem tão bem.

Além disso, outro fator que deve pesar sobre a bolsa este ano são as eleições. Ao que tudo indica, a disputa deverá ficar entre o atual presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Segundo os analistas, do ponto de vista do mercado, esta pode ser uma disputa binária. Isto é, uma vitória de Flávio poderia significar uma gestão econômica mais “pró-mercado”, com reformas estruturais importantes e, portanto, um melhor desempenho dos ativos de risco.

Contudo, um cenário de reeleição do atual presidente, poderia representar uma continuidade no ambiente de incerteza fiscal, o que pode impactar negativamente as ações, especialmente aquelas mais cíclicas.

Em resumo, adotar uma estratégia para “surfar” apenas o corte de juros ou a disputa eleitoral, pode trazer muita volatilidade para as carteiras nesse momento. Diante desse contexto, o investidor pode se sentir “sem saída”. Contudo, mesmo com todas essas incertezas no “radar”, os analistas daEmpiricus apontam um “caminho do meio” para buscar lucros.

Qual a estratégia recomendada pelos analistas da Empiricus para buscar lucros, agora?

Ruy Hungria, analista da casa aponta que, quando olhamos do ponto de vista dos juros, “já faz muito tempo que não estamos tão expostos a teses muito cíclicas. Estamos vendo uma desaceleração mais forte desde o fim de 2025, como apontam os balanços do quarto trimestre (4T25)”.

Da mesma forma, em se tratando do resultado das eleições, o analista aponta que, neste momento, ao tentar “surfar” uma possível vitória de qualquer um dos candidatos, o investidor irá se dedicar a uma tese que “se beneficie muito com um resultado, mas perca muito com outro”, quando o ideal seria tentar navegar bem em ambos os ambientes.

Segundo o analista, por enquanto as carteiras da Empiricus buscam um posicionamento mais equilibrado, com “teses mais sólidas, muitas utilities, empresas de energia e telecomunicação, que não tem muita variação de resultado.”

Mesmo com a Selic a 15% ao ano e as incertezas do cenário político, essas empresas estão entregando resultados sólidos, com boa geração de caixa e pagamento de dividendos.

Ruy, aponta que, essas ações podem não ser as mais beneficiadas com um corte eventual de até 3 pontos percentuais ao ano.  Apesar disso, elas devem continuar performando bem, “até mesmo em um cenário de corte menor do que o mercado precifica hoje”, comenta.

“Tudo isso não quer dizer que não existe espaço para teses vencedoras continuarem se valorizando, até porque as ações continuam relativamente baratas”, conclui o analista.

Ruy conta que, na carteira de dividendos que ele comanda, “Vacas Leiteiras”, muitas empresas “coxinhas” chegaram a subir 50% em 2025. Assim como explica Hungria, o foco da Empiricus é ter carteiras bem distribuídas para conseguir “surfar” em bom crescimento com o desenrolar do cenário e ainda navegar em períodos mais pressionados.

Para o investidor que se interessa em buscar teses bem planejadas agora, a casa de análise preparou uma “promoção” que apresento a seguir.

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Cury (CURY3), Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3): qual ação de construtora vale a pena após o 4T25? Confira recomendação da Empiricus 

13 de Março de 2026, 16:26

A temporada de resultados do 4º trimestre de 2025 segue acontecendo no mercado brasileiro. Nessa semana, entre os dias 9 e 10 de março, foi a vez de três das principais construtoras brasileiras divulgarem seus resultados: Cury (CURY3), Direcional (DIRR3) e MRV (MRVE3).

Sabendo que os números são de grande relevância para os acionistas dessas empresas, Caio Araujo, analista da Empiricus Research, comentou os resultados em sua participação no programa Giro do Mercado, do Money Times, na última quarta-feira (11).

Afinal de contas, como interpretar os resultados, e quais ações valem a pena comprar após a divulgação? A seguir, vemos os destaques da semana à luz do analista.

Cenário do 4T25 é positivo para construtoras expostas ao Minha Casa, Minha Vida, segundo analista

Dando um panorama geral do setor de construtoras, o analista aponta que o cenário é positivo, especialmente para empresas mais expostas ao programa Minha Casa, Minha Vida:

“A gente teve revisões de faixa e de preço ao longo dos últimos anos. É um cenário favorável para a operação. Ao longo do tempo, temos visto as construtoras aumentando o ritmo de lançamentos, capturando margens melhores, especialmente as que têm uma capacidade orçamentária um pouco mais sofisticada. Entendo que para o setor, como um todo, os resultados foram bem saudáveis”.

Cury (CURY3): bons resultados podem se traduzir em dividendos

Após o fechamento de mercado da terça-feira (10), a Cury (CURY3) trouxe seus números do 4T52, com destaque para:

  • Lucro líquido de R$ 270 milhões no 4T25, alta de 63% na visão anual;
  • Receita líquida de R$ 1,4 bilhão, alta de 37,2% na visão trimestral.

Para o analista, os resultados foram realmente positivos: “Vemos Cury há alguns anos operando entre as melhores do setor. […] Temos um carrego das operações traduzido nas receitas, a margem bruta dos projetos aumentando, e a geração de caixa, que foi o principal destaque”.

Para Caio Araujo, os números reportados nesse trimestre podem ser uma boa notícia para investidores em busca de dividendos. “A Cury já é uma pagadora de dividendos há alguns anos, e tende a continuar nessa dinâmica, dada essa forte geração de caixa que, para mim, foi o destaque dos resultados.”

Segundo o analista, o consenso do mercado é de um dividend yield esperado em torno de 7% para 2026. “Entendo que seja interessante, dado o contexto da companhia”, conclui.

As ações reagiram aos resultados com alta de 4% no pregão da quarta-feira (11), uma das maiores altas do Ibovespa durante o dia.

MRV (MRVE3): apesar do bom carrego no MCMV, operações nos EUA pressionam resultados

A MRV (MRVE3) divulgou seus números após o fechamento da segunda-feira (9), com destaque para:

  • Lucro líquido ajustado de R$ 116 milhões, reversão do prejuízo registrado no trimestre anterior;
  • Receita líquida de R$ 3 bilhões no 4T25, acima das expectativas do mercado;

Boa parte dos resultados foi impulsionada pela MRV Incorporação, principal divisão de negócios da empresa. “Essa parte tem conseguido gerar caixa e se manter minimamente estável na relação entre dívida líquida e patrimônio líquido”, afirma o analista.

Porém, isso não apaga que o cenário da empresa continua desafiador, especialmente por conta das operações nos Estados Unidos, que não têm gerado os retornos esperados nos últimos anos, de acordo com o analista.  

A Resia, subsidiária norte-americana das operações, atualmente carrega uma dívida líquida na ordem de cerca de US$ 700 milhões.

 “É algo bem significativo, tem prejudicado o financeiro como um todo da companhia. Para a MRV, ainda é um cenário de recuperação”, afirma o analista. “Nas outras empresas, vemos um cenário mais positivo, de surfar o Minha Casa, Minha Vida”.

As ações encerraram em alta de 2% na B3 na terça-feira (10), mas os ganhos foram devolvidos nos dias seguintes. Somente no pregão da sexta-feira (13), até o fechamento deste texto, a queda ultrapassava os 4,5% no dia.

Direcional (DIRR3): investidores reagem aos resultados com ceticismo

No mesmo dia (11) que a MRV, a Direcional (DIRR3) também reportou seus números do 4T25, com destaque para:

  • Lucro líquido de R$ 211 milhões, alta de 27% na visão anual;
  • Receita líquida de R$ 1,2 bilhões, alta de 33% na visão anual.

Caio Araujo comenta que o resultado veio em linha com o consenso do mercado. Porém, a reação imediata do mercado foi de queda nas ações. Até a tarde da sexta-feira (13), as ações negociavam em queda de 1,86% no dia.

“Entendo que seja mais uma ótica de exigência do mercado em relação aos números da companhia, porque os números foram bons no geral”, afirma o analista.

A construtora, que se destacou em 2025 e se tornou uma “queridinha” dos investidores brasileiros, agora é alvo de altas expectativas, o que pode pressionar suas ações ao menor sinal de qualquer discrepância.

“Dado que houve pagamentos extraordinários de dividendos no final do ano passado, hoje a empresa tem uma alavancagem um pouco maior do que nos últimos anos, na ordem de 23% quando vemos dívida líquida sobre patrimônio líquido. Então os investidores estão um pouco mais céticos em relação a esse ponto”, conclui.

Nem Cury (CURY3), nem Direcional (DIRR3) ou MRV (MRVE3): outra ação de construtora é recomendação da Empiricus para o mês

“Gostamos do setor, é uma posição interessante. Só que não gostamos de todas as ações”, afirma Caio Araujo.

O analista comenta que, historicamente, Direcional (DIRR3) costuma figurar entre as recomendações da Empiricus.

Porém, com alta acumulada de cerca de 43% nos últimos 12 meses, ainda reflexo do bom ano de 2025, a casa entende que este é pode ser um bom momento de realização de lucros nos papéis.

Em contrapartida, uma outra construtora, que não é Direcional (DIRR3), Cury (CURY) e nem mesmo a MRV (MRVE3), é a principal ação do setor indicada pela Empiricus no momento, desde o início do mês.

Segundo a Empiricus, essa é uma construtora que traz características que fazem dela uma das ações mais positivamente expostas ao ciclo de cortes da Selic, amplamente esperado a partir da reunião do Copom da próxima quarta-feira (18).

Além disso, está preparada não apenas para surfar juros mais baixos, mas também para resistir a cenários mais adversos, e distribuir bons dividendos aos seus acionistas.

Por isso, ela está presente em duas das principais séries da casa: Double Income e Vacas Leiteiras, com foco em distribuição de proventos e geração de renda extra.

Um dia após a decisão de juros, no fechamento de mercado da quinta-feira (19), a construtora recomendada divulgará seus resultados do 4T25.

E se você quiser conhecer a tese completa por trás da recomendação desta outra construtora, temos uma boa notícia.

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30% de desconto nas principais séries da Empiricus Research: conheça o novo ‘streaming’ da casa com 11 assinaturas

13 de Março de 2026, 16:21

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Não é Petrobras (PETR4): alta do petróleo favorece entrada em outra ação do setor, segundo a Empiricus

10 de Março de 2026, 14:08

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, tem pressionado fortemente os preços do petróleo. Nos últimos dias, a commodity entrou em forte alta até o brent spot atingir US$ 119 na última segunda-feira (9), nível mais alto desde 2021.

Essa disparada está ligada, sobretudo, à situação do estreito de Ormuz, passagem estratégica pela qual escoa grande parte do petróleo exportado pelo Oriente Médio para os mercados globais. O governo iraniano alega que a rota está fechada.

Nesta terça-feira (10), o preço do petróleo passou a cair rapidamente, para o patamar dos US$ 90, após afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra no Irã pode terminar em breve.

Diante desse cenário, o Ibovespa, que também ficou pressionado pelo conflito, mostrou “alívio”. Ao longo do pregão desta terça o índice chegou a apresentar alta de 1,62% no início da tarde.

De qualquer forma, as proporções do conflito ainda são incertas, e não há previsão de retomada das atividades “integrais” do estreito de Ormuz.

Esse cenário pode continuar pressionando os preços para cima o que, por um lado tende a amplificar a aversão ao risco nos mercados globais. Contudo, também pode beneficiar ações ligadas ao setor de óleo e gás.  Nesse contexto, como investidor deve se posicionar?

‘Mais transitório do que perene’: os impactos do conflito no Oriente Médio para os ativos brasileiros

“A guerra deve ocupar um espaço mais transitório do que perene no mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus, em conteúdo publicado para assinantes da casa no último dia 4 de março. “O contexto do petróleo ‘para cima’ não é ruim para o Brasil”.

A chave para esse raciocínio está na exportação do petróleo brasileiro que, nesse caso, pode suprir a demanda não atendida pelo Oriente Médio.

“Até por questões humanitárias, o mercado prefere que a guerra não exista. Mas o Brasil é um dos grandes exportadores de petróleo no mundo. Inclusive, é mais beneficiado do que a própria Rússia”, afirma. E conclui:

“Isso teria impactos de crescimento de PIB para o Brasil, redução de déficit fiscal, porque gera-se muita receita tributária com o petróleo. […] Tem um pouquinho de impacto no IPCA, mas também não é ‘de outro mundo’. Então mesmo sob uma ótica de ‘petróleo para cima’, isso não é necessariamente ‘horrível’ para o Brasil.”

Com isso, é possível que investidores deduzam que esse é um cenário favorável para investir nas ações de petroleiras. A Petrobras (PETR4) costuma ser a primeira a vir à mente dos investidores, por ser um dos nomes mais conhecidos do grande público e ter histórico de bons retornos aos acionistas.

Entretanto, neste momento uma outra ação de petroleira é a preferida da Empiricus para quem deseja investir em ações compounders. Isto é, geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

Essa ação brasileira é uma das maiores beneficiadas pela alta do petróleo, mas pode performar bem independentemente disso

Para a Empiricus, as ações da Petrobras (PETR4) são uma aposta específica para o investidor que mira na distribuição de dividendos em sua carteira, e não como uma compounder de patrimônio.

Assim, pensando na valorização do preço das ações, em relatório do último dia 5 de março, os analistas da Empiricus revelaram que uma outra ação é a preferida da casa no setor de petróleo e gás.

O relatório expõe que, desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, o comportamento dessa ação, em especial, descolou do desempenho do Ibovespa e passou acompanhar a valorização do petróleo brent, chegando a performar 9,1 pontos percentuais acima do índice da bolsa brasileira.

Nesse período, a ação em questão subiu 6%. A Petrobras (PETR4), em comparação, registrou alta de “apenas” 2% em seus papéis.

“A mesma aversão ao risco que costuma derrubar ativos de renda variável, de maneira geral, costuma beneficiar ativos vistos como hedge e, naturalmente, os seus produtores. É o caso dessa ação, cuja geração de caixa e lucros estão diretamente ligados ao preço do petróleo”, comentam os analistas.

Fonte: Bloomberg | Elaboração: Empiricus

Mas apesar dos analistas apontarem que “qualquer valorização da commodity tende a alavancar os resultados da empresa”, o que favorece a entrada no ativo atualmente é, justamente, não depender somente disso.

A empresa é recomendada “por ser uma ótima geradora de caixa e operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais. Ou seja, ela independe desse cenário para performar”, segundo os analistas.

Além disso, comentam que, para 2026, espera-se que o custo de extração do petróleo da empresa atinja cerca de US$ 8 por barril, valor considerado muito barato no setor. Com isso, qualquer valorização da commodity tende a alavancar seus resultados.

Atualmente, as ações dessa petroleira fazem parte da carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras para investir no momento.

E se você quiser saber mais sobre essa recomendação de investimento, temos uma boa notícia.

Gratuito: conheça a carteira Empiricus Top Picks com as 10 ações selecionadas para março

Você pode conhecer a petroleira recomendada pela carteira Empiricus Top Picks acessando, como cortesia, o relatório completo da carteira.

Porém, aqui vale um alerta: a Empiricus não recomenda que o investidor se exponha somente às ações de petroleiras. É preciso criar uma carteira equilibrada entre ações cíclicas e defensivas, que possam trazer resultados independentemente do cenário econômico.

Por isso, no relatório da Empiricus Top Picks, você conhece as teses de investimento não só da ação “protagonista” desse texto, como também os outros 9 papéis selecionados nesse mês de março.

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Ibovespa valorizou 10% em 2026: é hora de vender ações e capturar lucros?

9 de Março de 2026, 14:38

Imagine o seguinte cenário: há alguns anos, você seguiu a recomendação de investir em ações de uma empresa sólida, com bons fundamentos e perspectiva de crescimento. O tempo passou e, hoje, é bastante provável que esse papel já tenha acumulado uma valorização significativa, além dos dividendos valiosos pingando na conta regularmente.

Agora que a ação atingiu um pico de valorização, com o Ibovespa em máximas históricas, significa que é hora de vender os papéis?

Essa pergunta surgiu recentemente em um dos plantões de dúvidas para os investidores que acompanham a série “Vacas Leiteiras, cuja carteira é focada em dividendos, da Empiricus Research. Veja a seguir a resposta do CEO da Empiricus, Rodolfo Amstalden.

‘Minha carteira de dividendos já valorizou muito com o Ibovespa, o que fazer com as ações?’

Diante da dúvida do investidor, Amstalden propõe uma reflexão simples: você realmente precisa vender agora? Segundo ele, no cenário atual não há um motivo claro para sair da posição, especialmente se o preço segue alinhado aos fundamentos da empresa.

Para ilustrar, no caso das ações recomendadas na carteira, ele explica que, mesmo após a alta da bolsa, esses ativos mantêm a tese que justifica o investimento:

  • Boas perspectivas operacionais;
  • Governança adequada;
  • Distribuição de dividendos atrativa;
  • Sem mudanças estruturais que justifiquem uma venda precipitada.

Para quem investe com foco em proventos e horizonte de longo prazo, atingir um bom nível de valorização é um resultado esperado, segundo o CEO. Nas palavras de Amstalden, o investidor não precisa “sofrer à toa”: “quando for a hora de vender os papéis, vamos sinalizar para os nossos investidores do Vacas Leiteiras”.

Essa é justamente uma das principais vantagens de investir com uma curadoria de especialistas. Saber a hora de entrar ou sair de um ativo requer estudo e acompanhamento constante da empresa indicada. Quando se trata de um portfólio diverso, são ainda mais companhias para monitorar.

Assim, a Empiricus conta com um time de analistas que trabalham garimpando as melhores oportunidades do mercado. Enquanto isso, a casa mostra a qualidade e confiança que o investidor vai encontrar em seu ecossistema, com as recomendações detalhadas de quem trabalha todos os dias com o assunto para o investidor avaliar como quer se posicionar.

Foi pensando justamente nessa comodidade e possibilidade de diversificação do portfólio, que a Empiricus está lançando sua nova assinatura, em estilo “streaming”, para acessar mais de 11 assinaturas da casa, por um valor muito em conta.

Conheça a série Vacas Leiteiras e mais 10 carteiras recomendadas da Empiricus Research por apenas 12x de R$ 14,90 por mês

De fato, a oportunidade para vender ações e capturar lucros pode parecer muito tentadora para os investidores que acompanham a série Vacas Leiteiras.

Olhando para os resultados da carteira, apenas em 2026, o portfólio já capturou uma valorização de 20,06%. Desde a criação da série, em 2014, o resultado foi uma valorização de 486,13% para quem seguiu à risca as recomendações.

Quando olhamos esse resultado, é bom lembrar que a grande virada de chave está no aproveitamento dos dividendos. Os investidores que seguem a carteira do Vacas Leiteiras são orientados a reinvestir os proventos.

No longo prazo, essa estratégia pode potencializar os resultados das recomendações feitas pela casa, mediante um pagamento gradativamente maior de proventos.

A boa notícia é que, agora, você pode ter acesso à série Vacas Leiteiras, junto com as principais séries da Empiricus, por apenas 12x de R$ 14,90.

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Dividendos da semana: Banco do Brasil (BBAS3), JHSF (JHSF3) e outras ações pagam proventos entre os dias 9 e 13 de março; confira

8 de Março de 2026, 10:00

Nesta semana que se inicia, alguns nomes da bolsa, como Banco do Brasil (BBAS3) e JHSF (JHSF3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) “no gatilho” para distribuir aos seus acionistas.

Para que você fique bem-informado, preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana dos dias 9 a 13 de março. Veja a seguir.

Dividendos da semana: fique atento a esses detalhes

Antes de conferir a relação de empresas que pagam proventos nessa semana, esteja atento a esses pontos importantes:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,0699/3/202627/02/2026
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,0739/3/20262/2/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,0711/3/20262/3/2026
Inter co INBR32Dividendo0,59513/03/202622/02/2026
Bradespar BRAP3JCP0,61413/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4JCP0,67513/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP3Dividendo0,19113/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4Dividendo0,2113/03/202618/12/2025

Empiricus+: conheça todas as ações recomendadas por analistas para buscar dividendos esse mês

Se você perdeu as datas de corte dessa semana, ou não sabe muito bem em quais ações investir para buscar bons dividendos, a Empiricus tem uma boa notícia.

Você pode conhecer todas* as recomendações de investimento dos analistas da casa testando gratuitamente o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por até 12x de R$ 14,90.

Você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para testar a funcionalidade. Basta clicar aqui para liberar seu acesso:

*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais: as apostas da Empiricus no mercado de ações internacionais em março

6 de Março de 2026, 08:00

O mês de março inicia com um cenário desafiador do ponto de vista geopolítico, trazendo maior aversão ao risco nos mercados globais. Porém, alguns ativos em especial ainda carregam alto potencial para investidores que desejam buscar lucros no momento.

Nesse sentido, a Empiricus Research trouxe alterações táticas em sua carteira recomendada de ações internacionais para março, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa.  

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34): as ações internacionais ‘destaque’ para buscar lucros em março

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Acesso liberado: confira carteira completa com 10 ações internacionais para investir em março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

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Axia (AXIA6), Cyrela (CYRE3) e mais: Empiricus divulga seleção ‘Top Picks’ com as 10 ações mais promissoras de março

3 de Março de 2026, 17:02

Com a virada de mês, a Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais promissoras para investir no momento.

Pensando em março, os analistas da casa optaram pela entrada de dois novos papéis, considerados como uma oportunidade de buscar valorizações em breve, mesmo em um contexto incerto de mercado.

Contexto de mercado é desafiador para os ativos de risco: o que esperar?

O mês de março se inicia com um novo “tempero” nos mercados. A escalada das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, que se expandem em todo o Oriente Médio desde o último sábado (28), chegou para mexer com os ânimos dos investidores.

Na Bolsa dos EUA, índices como S&P 500 e Nasdaq Composite, registravam quedas até o fechamento deste texto, na tarde de terça-feira (3). 

A Bolsa brasileira, que vinha em um viés de alta desde o final de 2025, também não ficou imune: durante o pregão da terça, até o fechamento desse texto, o Ibovespa registrava queda de cerca de 3,7%.

Ainda é cedo para mensurar o verdadeiro impacto dos conflitos nos ativos de risco. Porém, os analistas da Empiricus indicam que, no cenário doméstico brasileiro, ainda há gatilhos que podem contribuir de forma positiva para a Bolsa:  

  • Continuidade na entrada de capital estrangeiro, com investidores “fugindo” dos ativos norte-americanos em meio à escalada dos conflitos;
  • Início do ciclo de cortes na taxa de juros (Selic), amplamente esperado para iniciar na reunião do Copom dos próximos dias 17 e 18 de março;
  • Possível mudança no pêndulo político pós-eleições presidenciais de outubro, em prol de um governo mais fiscalista.

Porém, vale ressaltar que ainda é necessário bastante cautela ao selecionar em quais ações específicas investir.

“Como não podemos dar esses fatores como certos, nossa sugestão é continuar com uma carteira equilibrada, com empresas que costumam mostrar solidez mesmo em ambientes adversos”, afirmam os analistas em relatório da última segunda-feira (2).

Top Picks de março: Axia (AXIA6) e Cyrela (CYRE3) são destaques para o mês

Dentre as principais alterações propostas para a Empiricus Top Picks, estão a saída das ações da Direcional (DIRR3) e Porto (PSSA3), em favor das ações de Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6).

Segundo a Empiricus, esse é um momento de realização de lucros de ações que surfaram a toada otimista da bolsa até então. No caso da Direcional (DIRR3), as ações subiram 17% somente no mês de fevereiro. Já a Porto (PSSA3) acumulava alta de mais de 47% desde a última entrada na carteira.

E por que investir em Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6), em especial?

Os analistas indicam que CYRE3 não acompanhou a alta da bolsa em fevereiro, abrindo uma oportunidade, atualmente, de capturar possíveis valorizações com uma ação de:

  • Excelência operacional;
  • Público mais resiliente;
  • Maior sensibilidade ao iminente ciclo de cortes de juros.

Já no caso de AXIA6, as ações negociam a “múltiplos atrativos em relação aos seus pares”: 7,8 vezes o valor da firma sobre o Ebitda. Ao mesmo tempo, a empresa segue apresentando melhora de eficiência e forte geração de caixa. “Um upside maior que a Porto no momento, em nossa opinião”, afirmam os analistas.

Mas aqui, vale lembrar que essas não são as únicas recomendações para o mês. Além dessas, a Empiricus Top Picks traz outras 8 ações em especial com teses não apenas de múltiplos descontados, mas também de resiliência para a carteira em cenários desafiadores.

E se você, leitor, quiser conhecer o restante das recomendações de perto, temos uma boa notícia.

Acesso liberado: confira a carteira Empiricus Top Picks gratuitamente

Você pode conferir, gratuitamente, a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as ações mais promissoras para investir no mês de março.

A Empiricus liberou o acesso ao relatório completo, no qual você encontra todos os papéis selecionados e a tese por trás de cada um.

Para acessar, basta clicar no botão abaixo:

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Sanepar (SAPR11): 4T25 não atinge expectativas, mas mantém alavancagem controlada; ações valem a pena?

3 de Março de 2026, 10:20

A Sanepar (SAPR11) apresentou resultados mais fracos que o esperado no 4º trimestre de 2025 (4T25), mais uma vez pressionados por gastos acima das expectativas.  

A receita líquida cresceu +6,5%, para R$ 1,9 bilhão, ajudada por crescimento de volume e ligações de água e esgoto, além de revisão tarifária de 3,8% realizada em maio de 2025.  

Os gastos, por sua vez, saltaram +11,8%, para R$ 1,3 bilhão, impactados principalmente por aumento nas despesas com pessoal, terceiros, provisões para contingências e perdas na realização de créditos. 

Com isso, o Ebitda ficou praticamente estável na comparação anual, em R$ 756 milhões, e abaixo das estimativas. Excluindo os efeitos não recorrentes, o valor teria alcançado R$ 802 milhões, alta de +5,6%. 

Por fim, o lucro líquido do 4T25 foi de R$ 361 milhões, queda de -12,5% vs. 4T24, atrapalhado principalmente pelo crescimento de custos e despesas.  

Sanepar (SAPR11): Vale a pena comprar ações após números do 4T25?

Mesmo com a queda do resultado operacional, a alavancagem segue bastante controlada, em 0,6x a dívida líquida/Ebitda.  

A Sanepar apresentou mais uma rodada de resultados impactados por maiores gastos que o esperado. Por outro lado, as ações seguem negociando por múltiplos descontados (5x valor da firma/Ebitda) e um dividend yield que pode surpreender positivamente, a depender do desfecho do precatório.

Além disso, após a privatização da Copasa, Sanepar será a única estatal de saneamento listada, o que pode ajudar a trazer uma nova narrativa para os papéis

Empiricus+: Todas as carteiras recomendadas da casa na palma da sua mão

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Vivo (VIVT3): resultados sólidos e forte geração de caixa são destaques do 4T25; hora de comprar?

25 de Fevereiro de 2026, 11:13

A Vivo (VIVT3) reportou resultados sólidos referentes ao 4ª trimestre de 2025 (4T25), com excelente geração de caixa

No negócio Móvel, a receita de serviços cresceu +7% em relação ao 4T24, para R$ 9,8 bilhões, ajudada principalmente pelo aumento de ARPU (receita média por usuário), em função da contínua migração de clientes pré-pago.

Essa dinâmica explica o aumento de 9% da receita de pós-pago, que compensou a queda de -3,9% no pré-pago. O churn foi de apenas 1%, em linha com os últimos trimestres. Ainda em Móvel, a receita de aparelhos cresceu +13,7%, e chegou a R$ 1,4 bilhão

No segmento Fixo, o crescimento da receita foi de +5,4%, ajudado pela ótima expansão da receita de Fibra (+9,8%, chegando a R$ 2 bilhões, com aumento de 12% no número de casas conectadas) e na receita de Dados Corporativos e Serviços Digitais (+10,2%, para R$ 1,5 bilhão), com forte impulso das receitas B2B – cibersegurança, cloud, Internet of Things (IoT), etc. O crescimento do Fixo só não foi maior por conta da retração dos serviços legados, como voz e cabo, que seguem perdendo participação no todo. 

No consolidado, a receita líquida cresceu +7,1%, para R$ 15,6 bilhões, com crescimento em todas as linhas, exceto nos negócios legados.  

No período, a companhia apresentou um bom controle dos gastos, que cresceram menos do que a receita (+6,3%), com destaque positivo para despesas com pessoal, comerciais e de infraestrutura, que mais do que compensaram a pressão de custos com aparelhos. 

Com isso, o Ebitda saltou +8,1%, para R$ 6,7 bilhões, com expansão de +0,4 ponto percentual (p.p.) na margem. Esse crescimento do resultado operacional foi parcialmente afetado por uma piora do resultado financeiro; ainda assim, o lucro líquido cresceu +6,5%, para R$ 1,9 bilhão, em linha com o consenso. 

Vivo (VIVT3): salto no fluxo de caixa livre reforça boas perspectivas de remuneração aos acionistas

O grande destaque do trimestre foi o fluxo de caixa livre, que saiu de R$ 1 bilhão no 4T24 para R$ 2,3 bilhões no 4T25, ajudado pelo aumento do Ebitda, menor capex e redução no capital de giro, o que reforça sua capacidade de geração de caixa e de remuneração do acionista. 

Falando nisso, está marcada para o mês de março a assembleia que decidirá a redução de capital de R$ 4 bilhões, e a companhia também acabou de aprovar um novo programa de recompras de até R$ 1 bilhão

Por 5,5x valor da firma/Ebitda e crescimento consistente, Vivo (VIVT3) segue com ótimo potencial de valorização e bons yields e, por isso, segue na carteira Vacas Leiteiras

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