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Assaí (ASAI3) registra lucro líquido de R$ 86 mi no 1T26, queda anual de 46,7%

27 de Abril de 2026, 20:11

O Assaí (ASAI3) registrou lucro líquido de R$ 86 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 46,7% na comparação anual. O resultado do Assaí no 1T26 foi impactado por efeitos relacionados a créditos tributários de PIS/Cofins. Já o lucro líquido recorrente da companhia, que desconsidera itens não recorrentes, avançou 7% em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 174 milhões. No trimestre, o lucro líquido contábil inclui impacto positivo de R$ 281 milhões referentes a novos créditos de PIS/Cofins.

A receita líquida somou R$ 18,6 bilhões no trimestre, alta de 0,5% na base anual. Segundo a companhia, o período foi marcado por “deflação simultânea em commodities essenciais”, como arroz, feijão, açúcar, leite e óleo de soja, o que impactou o desempenho das vendas. As vendas em mesmas lojas recuaram 0,9% no período. “Ao mesmo tempo, o endividamento das famílias brasileiras atingiu recordes históricos. Diante de tudo isso, manter a margem Ebitda estável é consequência de disciplina”, afirmou o presidente do Assaí, Belmiro Gomes.

Segundo ele, o resultado do Assaí decorre de gestão de preços, maturação das lojas, expansão dos serviços em loja, controle rigoroso de despesas abaixo da inflação e ganho de market share. O Ebitda ajustado totalizou R$ 1 bilhão no trimestre, avanço de 0,3% na comparação anual, com margem de 5,5%, estável em relação a igual período de 2025. A margem bruta atingiu 16,7%, alta de 0,3 ponto porcentual.

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De acordo com a empresa, o desempenho reflete a “maturação das lojas abertas nos últimos anos” e avanços na gestão de preços. As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$ 2,1 bilhões, alta de 2,7% na comparação anual, “abaixo da inflação no período”, segundo a companhia. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 564 milhões no trimestre, equivalente a 3% da receita líquida.

Segundo o Assaí, o desempenho teve impacto do aumento dos encargos sobre a dívida, em função da elevação do CDI médio no período. No final do período, a dívida líquida somava R$ 11,5 bilhões. A alavancagem caiu para 2,52 vezes, ante 3,15 vezes um ano antes, atingindo o menor nível desde o quarto trimestre de 2021. Contato:

Gerdau (GGBR4): lucro tem alta de 33,6% e chega a R$ 1,013 bi no 1T26

27 de Abril de 2026, 19:51

A Gerdau (GGBR4) registrou lucro líquido de R$ 1,013 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 33,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2025. O Ebitda ajustado somou R$ 2,958 bilhões no período, avanço de 23,2% ante igual intervalo de 2025. Já a receita líquida foi de R$ 16,716 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 3,8% frente na mesma base de comparação.

A companhia avalia que o período transcorreu em um cenário global volátil e desafiador, marcado por tensões geopolíticas que impactaram os mercados de commodities e as cadeias globais de suprimentos.

“Mesmo nesse contexto, registramos um Ebitda ajustado consolidado de cerca de R$ 3 bilhões no trimestre, com recuperação sequencial em todas as operações da companhia”, afirma a gestão em carta publicada junto aos números do trimestre da Gerdau.

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Os investimentos em Capex no período somaram aproximadamente R$ 1,1 bilhão, 23% do total projetado para o ano. Do montante investido no trimestre, 43% foram destinados à Manutenção e 57% destinados à Competitividade. A companhia diz ainda que 84% do Capex investido foi direcionado às operações no Brasil.

A posição de caixa da companhia encerrou o trimestre com R$ 5,6 bilhões disponíveis, resultando em uma Dívida líquida de R$ 8,2 bilhões no período e um indicador Dívida líquida/Ebitda em 0,74 vez, mantendo um patamar financeiro “bastante confortável”, na visão da companhia

Companhia aprova cancelamento de 7,380 milhões de ações PN e 225 mil ON, sem redução capital

O conselho de administração da Gerdau aprovou o cancelamento de 225 mil ações ordinárias e de 7,380 milhões de ações preferenciais da companhia, sem valor nominal e sem redução do valor do capital social.

Dessa forma, o capital social da Gerdau passou a ser dividido em 717.138.819 ações ordinárias e 1.268.017.330 ações preferenciais, ambas sem valor nominal.

Gerdau anuncia dividendos

Os conselhos de administração da Gerdau e Metalúrgica Gerdau aprovaram a antecipação do pagamento do dividendo mínimo obrigatório. A Gerdau pagará o total de R$ 354,1 milhões, equivalente a R$ 0,18 por ação ordinária e preferencial e ADRs. Já o valor a ser pago pela Metalúrgica Gerdau é de R$ 105,9 milhões, correspondente a R$ 0,08 por ação ordinária e preferencial.

Terão direito a receber os proventos os acionistas que estiverem na base das companhias até o dia 13 de maio, enquanto no caso de detentores de ADRs da Gerdau, até o dia 15 de maio. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 14 de maio.

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O pagamento dos dividendos da Gerdau será no dia 9 de junho, os da Metalúrgica, no dia 10 do mesmo mês, e dos detentores de ADRs da Gerdau, no dia 16.

Dasa (DASA3): prejuízo sobe 13,9% no 4T25 e fica em R$ 948 milhões

26 de Março de 2026, 21:41

A rede de diagnósticos Dasa (DASA3) reportou prejuízo líquido de R$ 948 milhões no quarto trimestre de 2025, 13,9% maior que o prejuízo de R$ 832 milhões registrado um ano antes. No acumulado do ano, a empresa acumula prejuízo de R$ 1,135 bilhão, ante R$ 1,196 bilhão anotado em 2024.

O resultado negativo foi influenciado principalmente por efeitos não recorrentes, como o impacto contábil do desinvestimento de ativos, em especial a venda do Hospital São Domingos, e pela equivalência patrimonial da Rede Américas, além de ajustes contábeis decorrentes da reorganização societária.

O Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) foi negativo em R$ 111 milhões no trimestre, ante resultado positivo de R$ 403 milhões no mesmo período de 2024. No acumulado do ano, o Ebitda da companhia totalizou R$ 2,026 bilhões, queda de 17,7% frente 2024.

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A receita líquida somou R$ 1,828 no trimestre, avanço anual de 2,5%. Em todo o ano de 2025, o indicador foi de R$ 7,789, crescimento de 6,9% em relação a 2024. Por sua vez, a receita bruta totalizou R$ 2,492 bilhões no quarto trimestre, queda de 39% em relação ao apurado um ano antes. No consolidado de 2025, a receita bruta somou R$ 12,247 bilhões, recuo de 27% na base anual, refletindo a desconsolidação de ativos e mudanças no perímetro operacional.

A dívida líquida financeira após aquisições a pagar e antecipação de recebíveis totalizou R$ 5,416 bilhões ao final de 2025, queda de 46% em comparação com igual período de 2024. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, ficou em 2,67 vezes, redução de 1,41 vez na mesma base de comparação.

Petz (AUAU3) registra prejuízo de R$ 8,7 milhões no 4T25, redução de 79,7% em um ano

26 de Março de 2026, 21:14

A Petz (AUAU3) registrou prejuízo líquido de R$ 8,7 milhões no quarto trimestre de 2025, uma redução de 79,7% em relação a igual período do ano anterior, em um trimestre marcado por melhora operacional e menor impacto de itens não recorrentes.

As informações apresentadas pela empresa referem-se exclusivamente à operação da Petz, sem considerar a fusão com a Cobasi. Ao considerar os ajustes, que excluem efeitos extraordinários e contábeis, a companhia apurou lucro líquido de R$ 25,9 milhões no período, alta de 15,7% na base anual, refletindo ganhos de eficiência e maior diluição de despesas com o avanço da receita.

O Ebitda ajustado atingiu R$ 88,7 milhões no trimestre, crescimento de 6,5%, com margem de 9,3% sobre a receita líquida, praticamente estável na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho reflete uma evolução operacional sustentada, com equilíbrio entre crescimento das vendas e controle de custos.

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A receita líquida somou R$ 951,5 milhões entre outubro e dezembro, avanço de 8,3% ante o quarto trimestre de 2024, impulsionada principalmente pelo desempenho do canal B2C e pela expansão do digital, que segue ganhando participação no mix. No acumulado de 2025, a Petz registrou lucro líquido de R$ 49,2 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 27,5 milhões observado em 2024.

Na mesma base, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 76,7 milhões, alta de 22,2%, indicando avanço mais consistente do resultado recorrente. O Ebitda ajustado anual somou R$ 312,2 milhões em 2025, crescimento de 12,4% em relação ao ano anterior, com margem de 8,7%, em um movimento sustentado por alavancagem operacional, maturação das lojas e disciplina na gestão de despesas.

No resultado financeiro, a Petz no 4T25 registrou despesa de R$ 7,6 milhões no quarto trimestre, ante perda de R$ 28,6 milhões um ano antes, beneficiada pela menor pressão de efeitos não recorrentes. A operação de swap da dívida 4131 gerou impacto negativo de R$ 1,6 milhão no período, sem efeito caixa, abaixo da perda de R$ 19,5 milhões registrada no quarto trimestre de 2024.

A Petz encerrou o trimestre com caixa líquido de R$ 160,7 milhões, revertendo a posição de dívida líquida de R$ 88,6 milhões observada um ano antes. A variação positiva de R$ 249,3 milhões foi impulsionada principalmente pela geração de caixa operacional e pela maior eficiência na gestão do capital de giro. Os investimentos somaram R$ 28,8 milhões no quarto trimestre, queda de 36% na comparação anual.

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Em 2025, o capex totalizou R$ 124,3 milhões, recuo de 21,5%. Segundo a companhia, o movimento reflete uma alocação mais estratégica de recursos, alinhada à busca por eficiência operacional e geração de caixa.

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