A Totvs (TOTS3) informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 85 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2026 e que serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício. O valor bruto corresponde a R$ 0,15 por ação da Companhia
Segundo a companhia, terão direito ao pagamento todos os acionistas titulares de Ações na data base de 23 de setembro de 2026. Além disso, as negociações de ações, a partir do dia 24 de setembro de 2026, serão realizadas ex-JCP.
Os JCP serão pagos aos acionistas beneficiários no dia 8 de outubro de 2026, sem incidência de correção monetária ou remuneração, mediante crédito em conta corrente e domicílio bancário fornecidos ao Banco Itaú Unibanco.
A Porto Seguro (PSSA3) informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 333,4 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2026 e que serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício. O valor preliminar corresponde a R$ 0,52065720703 bruto e R$ 0,42996563103 líquido por ação.
O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027. De acordo com a Porto Seguro, a data ainda será definida pela administração e deliberada na Assembleia Geral Ordinária de 2027.
Segundo a companhia, terão direito ao pagamento os acionistas inscritos nos registros da Companhia no fechamento de 23 de setembro de 2026. Na mesma data, será definida a posição acionária e o crédito correspondente será efetuado contabilmente em valores líquidos.
De acordo com o comunicado, o valor por ação é estimado e poderá variar até a data de posição acionária a depender das movimentações no âmbito do programa de recompra de ações da Companhia.
A dez pregões do primeiro turno das eleições, Ibovespa (IBOV), Vale e Petrobras encerraram a semana em situações diferentes. O índice fechou esta sexta-feira (18) aos 185.229 pontos e acumulou queda de 1,06% em cinco sessões. VALE3 terminou a R$ 73,37, com recuo semanal de 6,18%, enquanto PETR4 encerrou a R$ 48,50, em baixa de 1,02% no período.
No mês, a diferença também aparece. O Ibovespa ainda sobe 4,40% em setembro e acumula alta de 14,96% no ano. PETR4 avança 7,73% no mês e 66,06% em 2026. Já VALE3 recua 5,75% em setembro e mantém ganho de 4,48% no ano.
Os fechamentos desta sexta também deixam referências claras para os próximos pregões. O Ibovespa terminou próximo dos 185.200 pontos, região de suporte observada no gráfico diário. Vale perdeu níveis que haviam sustentado a recuperação recente. Petrobras, por sua vez, continua abaixo da máxima de R$ 50,70 registrada neste mês.
O Ibovespa fechou aos 185.229 pontos, levemente acima dos 185.200, região que vinha funcionando como suporte no gráfico diário.
Antes do fechamento desta sexta, o índice permanecia acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR de 14 períodos estava em 65,51 pontos, abaixo dos níveis observados no início de setembro, quando o indicador chegou à região de sobrecompra.
Ibovespa em gráfico diário. As linhas verde, azul e laranja mostram, respectivamente, as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), na parte inferior, está em 58,91 pontos, em zona neutra. O índice reagiu nas últimas sessões e voltou a testar uma faixa de resistência. Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz
Na parte superior, a faixa entre 189.487 e 192.890 pontos permanece como a principal região de resistência. Acima dela, a próxima referência é a máxima histórica de 199.354 pontos.
Na parte inferior, a perda dos 185.200 pontos colocaria novamente no radar as regiões de 178.000 e 176.565 pontos.
Além dos níveis técnicos, André Moraes, analista, fundador e CEO da Trade ao Vivo e chairman da BFR Investimentos, cita o comportamento do capital estrangeiro entre os pontos que acompanha nesta reta final.
“Fluxo estrangeiro é uma coisa que eu monitoro a partir de agora”, afirma.
A observação ocorre após a redução do diferencial entre os juros brasileiros e americanos, um dos fatores considerados pelo investidor internacional na alocação entre mercados.
Vale perde 6,2% na semana e se aproxima de novo suporte
VALE3 teve o pior desempenho semanal entre os três ativos analisados. A ação fechou a R$ 73,37, acumulando queda de 6,18% em cinco pregões. No mês, a baixa chega a 5,75%.
No início de setembro, o papel havia rompido a parte superior de um canal de baixa e passou a negociar acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Naquele momento, R$ 77,35 e R$ 74,70 apareciam como suportes.
Os dois níveis foram perdidos durante a correção recente. Com o fechamento desta sexta, a próxima referência inferior da estrutura anterior aparece em R$ 69,84.
VALE3 em gráfico diário. As linhas verde, azul e laranja mostram, respectivamente, as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), na parte inferior, está em 45,62 pontos. Após perder força nas últimas sessões, a ação voltou a recuar e se aproxima de uma faixa de suporte. Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz
Na recuperação, R$ 74,70 e R$ 77,35 passam a ser as primeiras faixas a acompanhar. Acima delas, aparecem novamente R$ 81,31 e R$ 83,35.
Minério e frete entram na conta
A queda de VALE3 ocorreu em um período de pressão também sobre o minério de ferro. A commodity chegou à região de US$ 95 por tonelada em Cingapura, enquanto as margens das siderúrgicas chinesas e os custos de frete continuaram no radar.
A exposição da Vale ao aumento dos custos logísticos, no entanto, é menor do que a de alguns concorrentes domésticos. Segundo análise do Goldman Sachs, cerca de 75% dos volumes exportados pela companhia estão vinculados a contratos logísticos de longo prazo, enquanto a empresa possui hedge para aproximadamente 70% da exposição ao petróleo em 2027. O banco vê a Vale como mais protegida do que outros nomes do setor diante da alta de frete e combustível.
Para os próximos pregões, o gráfico deixa duas faixas imediatas: R$ 69,84 na parte inferior e, numa eventual recuperação, R$ 74,70 e R$ 77,35 acima.
Petrobras segue abaixo da máxima de R$ 50,70
PETR4 fechou a semana a R$ 48,50, com queda de 1,02% em cinco pregões. O papel, no entanto, ainda acumula alta de 7,73% em setembro e de 66,06% no ano.
A ação alcançou recentemente R$ 50,70, máxima que permanece como principal referência na parte superior do gráfico. Abaixo, aparecem as médias de curto prazo e, depois, as regiões de R$ 45,97 e R$ 43,60.
PETR4 em gráfico diário. As linhas verde, azul e laranja mostram, respectivamente, as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), na parte inferior, está em 68,21 pontos. A ação voltou a se aproximar da máxima recente, mantendo a trajetória de alta e operando acima das médias curtas. Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz
No gráfico semanal, o IFR de 14 períodos estava em 69,27 pontos, próximo da faixa de sobrecompra. O indicador acompanha uma valorização acumulada que colocou PETR4 entre os destaques da Bolsa em 2026.
Petróleo permanece acima de US$ 100
O Brent encerrou esta sexta-feira a US$ 103,87 por barril. O preço da commodity continua sendo uma variável relevante para a Petrobras, embora não seja o único fator que determina os resultados da companhia.
A XP estima Ebitda de US$ 17,8 bilhões no terceiro trimestre, abaixo do trimestre anterior, mesmo com aumento de produção e petróleo mais caro. Segundo a casa, parte da diferença está no repasse incompleto dos preços internacionais aos combustíveis vendidos no Brasil. Ainda assim, a XP projeta cerca de US$ 3,8 bilhões em dividendos referentes ao terceiro trimestre.
Em avaliação mais ampla sobre o setor, o BBA manteve recomendação outperform para PETR4 e apontou ambiente operacional favorável com o petróleo elevado, ao mesmo tempo em que registrou preocupações de investidores com a política de preços e o processo decisório da companhia.
As faixas funcionam como referências para acompanhar a evolução dos preços nos próximos pregões. Um rompimento ou uma perda de suporte, isoladamente, não determina o comportamento futuro de um ativo, mas altera a configuração técnica observada até aqui.
Semana -1,12%; setembro +7,62%; 2026 +65,89%; 12 meses +65,69%
Fonte: Profit/Nelogica. Dados até o fechamento de 18 de setembro de 2026.
A dez pregões do primeiro turno, os três ativos chegam, portanto, com referências diferentes no gráfico. No Ibovespa, os 185.200 pontos permanecem próximos do fechamento. Em VALE3, a queda semanal levou o papel para abaixo de suportes recentes. Em PETR4, a máxima de R$ 50,70 segue como a principal faixa superior.
Os próximos pregões dirão se essas regiões serão preservadas, recuperadas ou superadas.
SÃO PAULO, 18 Set (Reuters) – Após subirem pela manhã, em sintonia com o avanço dos rendimentos dos Treasuries, as taxas dos DIs de longo prazo fecharam a sexta-feira com leves baixas, enquanto o noticiário eleitoral seguiu permeando os negócios.
No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2028 estava em 13,62%, praticamente estável ante o ajuste de 13,617% da sessão anterior. Na ponta longa da curva a termo, a taxa do DI para janeiro de 2035 estava em 14,145%, com baixa de 5 pontos-base ante 14,196%.
Na quinta-feira as taxas haviam fechado com baixas após uma pesquisa AtlasIntel/Bloomberg mostrar leve fortalecimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Planalto.
Nesta sexta-feira os investidores digeriram a nova pesquisa do Datafolha, mostrando um cenário de estabilidade. Lula tem 46% das intenções de voto no segundo turno, contra 44% de Flávio. Os percentuais são os mesmos da pesquisa da semana anterior e indicam empate técnico, já que a margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Algumas pesquisas favoráveis a Flávio nas últimas semanas vinham sustentando o “trade eleitoral”, que se traduz na alta do Ibovespa e na queda do dólar e das taxas dos DIs.
Isso porque Lula é visto com desconfiança por boa parte do mercado, que enxerga sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação. Na véspera o governo anunciou o reajuste do Bolsa Família, com impacto fiscal de R$5,8 bilhões este ano e US$22 bilhões no próximo.
Nesta sexta-feira o avanço dos rendimentos dos Treasuries no exterior deu suporte à curva brasileira até o início da tarde, mas após as 13h as taxas perderam força e passaram a exibir leves baixas, em especial na ponta longa da curva.
Operador ouvido pela Reuters citou certo “exagero” pela manhã no avanço dos prêmios no Brasil, o que fez parte dos investidores realizar lucros à tarde, vendendo taxa. A agenda econômica relativamente esvaziada e a ausência de novidades de impacto na disputa eleitoral também deixaram a curva relativamente acomodada.
Após atingir a máxima de 14,255% (+6 pontos-base) às 9h41, a taxa do DI para janeiro de 2035 chegou a marcar 14,135% (-6 pontos-base) em alguns momentos da tarde.
A perda de força das taxas no Brasil durante a tarde ocorreu a despeito de no exterior os rendimentos dos Treasuries seguirem em alta, com investidores elevando ligeiramente as apostas de novo aumento de juros pelo Federal Reserve em outubro.
Após o Fed ter subido juros na última quarta-feira, o Banco do Japão (BoJ) anunciou nesta sexta-feira o aumento de sua taxa para 1,25%, o maior nível em 32 anos. A decisão do BoJ reforçou a percepção de que a atual tendência nas economias desenvolvidas é de aperto monetário, em meio à pressão inflacionária trazida pela guerra no Oriente Médio.
Às 16h31, o rendimento do Treasury de dez anos — referência global para decisões de investimento — subia 6 pontos-base, a 5,004%. No mesmo horário, o petróleo Brent cedia 1,67%, para US$103,07 o barril.
Apesar da queda de 0,93% da Bolsa nesta quarta-feira (9), com o Ibovespa recuando aos 185.629 pontos, a recuperação das últimas semanas veio acompanhada por outro movimento: investidores reduziram parte das apostas na queda das ações brasileiras.
O short interest (proporção das ações em posições vendidas) mediano entre os papéis do Ibovespa caiu 0,7 ponto percentual, para 6,5%, enquanto as posições vendidas em aberto recuaram 10,5%, para R$ 121 bilhões, segundo o relatório XP Short Scout, divulgado nesta quarta-feira, com dados até o fechamento de 4 de setembro.
O movimento ocorre depois de uma arrancada do principal índice da B3. Em 19 de agosto, o Ibovespa abriu aos 166.336 pontos. Em 4 de setembro, fechou aos 185.147,15 pontos, avanço de cerca de 11,3%, ou quase 18,8 mil pontos entre os dois níveis.
A leitura também converge com o cenário traçado pelo Bank of America. Em relatório divulgado na terça-feira (8), o banco elevou a recomendação para ações brasileiras e apontou, entre os fatores favoráveis, a melhora dos fluxos e a redução das posições vendidas no mercado local.
Os dados da XP mostram, porém, que o movimento não ocorreu de maneira uniforme entre as ações.
Entre os papéis destacados pela XP, Caixa Seguridade (CXSE3), MRV (MRVE3), Magazine Luiza (MGLU3), Hapvida (HAPV3) e Minerva (BEEF3) tiveram algumas das maiores quedas do short interest em relação ao free float (ações disponíveis para negociação no mercado) nas últimas duas semanas.
A redução aparece, portanto, em diferentes papéis, tanto na proporção do free float quanto no valor financeiro das posições vendidas.
Em BEEF3, por exemplo, o short interest recuou 5,6 pontos percentuais em 14 dias, mas permaneceu em 24,1% do free float, o segundo maior percentual do levantamento.
Onde os shorts ainda resistem?
Casas Bahia (BHIA3) lidera o ranking da XP, com 30% do free float em posições vendidas.
Na sequência aparecem Minerva, SLC Agrícola, Boa Safra e 3tentos. Os dez papéis do ranking apresentam short interest de 19,5% ou mais.
A taxa de aluguel representa o custo para tomar a ação emprestada. Níveis elevados podem estar associados a uma maior demanda pelos papéis para montagem de posições vendidas, embora o indicador não determine, sozinho, a direção futura da ação.
Enquanto o mercado reduz shorts, alguns aumentam
Alguns papéis seguiram na direção contrária ao movimento agregado.
A Ser Educacional (SEER3) registrou aumento de 11,9 pontos percentuais no short interest em 14 dias, para 15,5%. Na Motiva (MOTV3), o avanço foi de 6,7 p.p., para 11,1%.
Em MOTV3, o movimento também aparece no valor financeiro das posições vendidas, que chegou a cerca de R$ 1,75 bilhão, após alta de 174,1% em 14 dias.
Em SEER3, o estoque financeiro das posições aumentou 348,6% no mesmo período, para R$ 96,95 milhões.
Na Motiva, a taxa de aluguel chegou a 8,1%, enquanto o days to cover (estimativa de quantos dias seriam necessários para encerrar as posições vendidas considerando o volume médio negociado) avançou para 9,8 dias.
O que indica um short elevado?
Um short (posição vendida) representa uma aposta na queda de uma ação, mas um nível elevado do indicador, isoladamente, não determina o comportamento futuro do papel.
Quando uma ação com grande concentração de posições vendidas passa a subir, investidores podem recomprar os papéis para encerrar essas operações.
Caso as recompras ocorram de forma concentrada, pode haver um short squeeze (movimento de alta intensificado pela recompra dos investidores vendidos).
“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa.
Confira as últimas dos mercados
update 17h00
Principais índices em Nova York fecham com altas confortáveis; semana termina bastante positiva, mas julho fecha misto
Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após turbulências do setor na Ásia e o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dia (%)
Semana (%)
Julho (%)
Dow Jones
0,58
1,04
0,32
S&P 500
0,70
1,05
-0,13
Nasdaq
1,00
1,59
-3,20
update 16h55
Ibovespa fecha, preliminarmente, com alta de 0,57%, aos 178.161,46 pontos
update 16h51
Minutos finais e Ibovespa avança 0,58%, aos 178.178,27 pontos
update 16h47
Embraer (EMBJ3) segue com alta confortável: mais 1,06%, a R$ 87,05
update 16h46
Preço do petróleo sobe após Irã anunciar que interceptou navios no Estreito de Ormuz
Small caps: nos minutos finais, a maior alta é de ARML3, com mais 3,53%, seguida de LJQQ3, com mais 3,31%
update 16h36
Small caps: nos minutos finais, a maior baixa é de ONCO3, com menos 6,90%, seguida de PCAR3, com menos 5,47%
update 16h33
Na reta final, Ibovespa Futuro (INDFUT) avança 0,71%, aos 178.865 pontos
update 16h31
Imea: colheita de milho de Mato Grosso está perto do fim
A colheita de milho de Mato Grosso está próxima de ser finalizada, com 96,77% da área total do estado sendo colhida até esta sexta-feira, alta semanal de 6,11 pontos percentuais, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A colheita de algodão no estado, também o maior produtor brasileiro da pluma, avançou 15,56 pontos percentuais em relação à semana anterior para 28,67% da área total, segundo o instituto ligado aos produtores. O total colhido de algodão está atrás do índice registrado na média histórica para esta época (31,18%). (Reuters)
update 16h26
Ibovespa: EMBJ3 é a maior alta do mês, com mais de 30%; veja as demais
Julho (%)
Dia (%)
EMBJ3
36,12
0,77
MOTV3
26,21
-1,07
BRAP4
21,08
1,29
MULT3
20,28
-0,14
NATU3
20,14
1,44
update 16h24
Ibovespa: GGBR4 é a maior queda de julho; veja as outras
Julho (%)
Dia (%)
GGBR4
-18,46
0,72
KLBN11
-14,15
1,11
PETR4
-14,00
1,33
SMFT3
-13,61
-1,25
CMIN3
-11,89
-0,52
update 16h23
Ibovespa: MBRF3 é a maior alta da semana; confira
Semana (%)
Dia (%)
MBRF3
17,92
-2,56
HAPV3
13,71
2,45
TOTS3
12,67
-0,58
COGN3
11,06
0,00
SANB11
8,96
13,66
update 16h21
Ibovespa: USIM5 é a maior baixa da semana; veja
Semana (%)
Dia (%)
USIM5
-13,92
-3,31
TIMS3
-10,25
-0,16
CSNA3
-8,96
-1,41
VIVT3
-7,07
0,64
CXSE3
-4,89
0,60
update 16h21
Azul (AZUL3) mantém queda e recua 1,34%
update 16h16
Small caps: ARML3 é a maior alta de julho; confira as outras
Julho (%)
Dia (%)
ARML3
21,09
4,71
GOAU4
18,89
-0,09
RCSL3
17,95
-2,13
PCAR3
12,55
-5,11
CASH3
11,82
2,02
update 16h14
Small caps: GFSA3 é a maior baixa de julho; veja a lista
Julho (%)
Dia (%)
GFSA3
-74,77
0,00
ONCO3
-56,10
-6,90
MEAL3
-36,46
1,67
TTEN3
-21,59
-1,91
DIRR3
-18,39
-0,87
update 16h12
Small caps: MBRF3 é a maior alta da semana; veja as outras
Semana (%)
Dia (%)
MBRF3
17,92
-2,56
SEQL3
16,67
0,00
LJQQ3
11,61
3,31
COGN3
11,06
0,00
ARML3
9,88
4,71
update 16h11
Casas Bahia (BHIA3) perde força e cai para o negativo com -1,27%
update 16h11
Small caps: TTEN3 é a maior baixa da semana, com queda acima de 20%; veja as demais
Semana (%)
Dia (%)
TTEN3
-21,22
-1,91
GFSA3
-20,00
0,00
USIM3
-14,64
-3,14
USIM5
-13,21
-2,52
ENJU3
-11,25
1,43
update 15h58
Hypera (HYPE3) recua 1,20%
update 15h52
Petróleo: Brent com vencimento em setembro fecha com alta de 1,22%, a US$ 90,12
update 15h50
Braskem (BRKM5) recua 0,67%
update 15h44
Ganhos aumentam e Ibovespa tem nova máxima no dia: +0,85%, com 178.660 pontos
update 15h39
Ibovespa amplia ganhos e atualiza máxima com +0,82% a 178.613 pontos
update 15h36
Petróleo: WTI com vencimento em setembro fecha com alta de 1,29%, a US$ 84,67
update 15h30
Supermercadistas operam com mistas: ASAI3, +0,24%; GMAT3, +0,25%; PCAR3, -3,65%
update 15h24
Axia Energia (AXIA3) tem alta de 0,32%
update 15h19
Siderúrgicas operam com mistas: GGBR4, +1,20%; GOAU4, +0,55%; USIM5, -1,85%; CSNA3, -1,21%
update 15h14
Embraer (EMBJ3) mantém ritmo e tem alta de 0,84%
update 15h11
Ibovespa: SANB11 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista
Negócios
Dia (%)
SANB11
22.681
13,27
PETR4
20.349
1,52
AXIA3
15.827
0,21
VALE3
15.365
0,59
SBSP3
13.462
1,09
update 15h00
Setor de papel e celulose no azul: SUZB3, +0,70%; KLBN11, +0,66%; RANI3, +0,12%
update 14h51
Magazine Luiza (MGLU3) permanece oscilando e agora tem alta de 0,80%
update 14h50
Ibovespa amplia ganhos e renova máxima do dia com +0,79%, aos 178.457 pontos
update 14h43
Santander (SANB11) mantém destaque com alta de 13,31%
update 14h31
Petrobras amplia ganhos e sobe mais de 1%: PETR3, +1,44%; PETR4, +1,31%
update 14h24
Hapvida (HAVP3) mantém alta e tem +2,0%
update 14h18
Frigoríficos operam com mistas: BEEF3, +1,67%; MBRF3, -2,28%
update 14h11
Vale (VALE3) volta a subir com +0,37%
update 14h06
CVCB3 tem queda de 0,77%
update 13h58
B3 (B3SA3) tem alta de 0,96%
update 13h57
Bradesco (BBDC4, +0,76%) tem a ação mais negociada do dia até então
update 13h50
Construtoras oscilam e agora operam com mistas: MRVE3, +1,06%; TEND3, +0,17%; EZTC3, -1,48%; CURY, -0,49%; DIRR3, -0,17%
update 13h44
MGLU3 troca sinais e volta a cair com -0,20%
update 13h44
EZTC3 contraria setor de construtoras e tem queda de 1,48%
Varejistas revertem queda e sobem para o azul: AMER3, +3,75%; BHIA3, +1,27%; MGLU3, +0,20%
update 13h32
Embraer (EMBJ3) reverte queda e tem alta de 0,58%
update 13h31
Ibovespa amplia ganhos e volta aos 178 mil pontos: +0,58%, com 178.162 pontos
update 13h20
Varejistas operam com mistas: BHIA3, -3,80%; MGLU3, -1,0%; AMER3, +3,75%
update 13h16
Grandes bancos no azul, com destaque para Santander: SANB11, +12,95%; BBDC4, +0,71%; ITUB4, +0,61%; BBAS3, +0,38%
update 13h16
DIs: juros futuros abrem com altas por toda a curva
Taxa (%)
Variação (pp)
DI1F27
13,815
0,010
DI1F28
13,935
0,080
DI1F29
14,175
0,095
DI1F31
14,440
0,085
DI1F32
14,550
0,080
DI1F33
14,615
0,080
DI1F34
14,650
0,085
DI1F35
14,685
0,080
update 13h12
Vale (VALE3) tem queda de 0,79%
update 13h11
Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,0767 e venda a R$ 5,0773
COMPRA
VENDA
Ontem (30)
5,0733
5,0739
1ª parcial
5,0698
5,0704
2ª parcial
5,0825
5,0831
3ª parcial
5,0796
5,0802
4ª parcial
5,0748
5,0754
update 13h10
Problemas na B3: especialista diz que deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início
Joao Henrique Delibaldo, planejador financeiro pela Planejar, diz que já viu situações parecidas em mercados organizados, como o caos que aconteceu hoje na abertura do Ibovespa, “embora sejam eventos raros e normalmente tratados como exceção operacional”. O ponto central, ele diz, “é que o mercado tende a reagir com cautela no primeiro momento, porque a abertura concentra muitas ordens represadas e o leilão inicial passa a ter um papel ainda mais relevante na formação de preço. Sobre volume, eu evitaria dizer que tudo o que deixou de ser negociado pela manhã foi ‘perdido’. Parte desse volume provavelmente é apenas deslocada para o período posterior à abertura, especialmente ordens institucionais, ajustes de carteira e operações que precisam ser executadas no mesmo dia. Mas há, sim, uma perda potencial em operações de curtíssimo prazo, arbitragem, giro de investidores pessoa física e estratégias intradiárias que dependem da janela normal de liquidez. Na prática, o efeito deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início. Para o investidor comum, a orientação é evitar decisões impulsivas na reabertura, acompanhar os leilões e preferir ordens limitadas em vez de ordens a mercado, porque os preços podem passar por ajustes rápidos até a liquidez se normalizar”.
Frigoríficos abrem de forma mista, com BEEF3 subindo 0,84% e MBRF3 caindo 0,22%
update 12h50
Axia Energia (AXIA3) começa com alta de 0,62%, a R$ 53,28
update 12h49
Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 0,02%, a R$ 86,12
update 12h48
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,03%, aos 2.183,51 pontos
update 12h48
Petrobras inicvia dia com altas contidas de 0,31% (PETR3) e 0,56% (PETR4)
update 12h47
B3 (b3SA3) inicia pregão com alta de 0,19%, a R$ 15,66
update 12h46
Vale (VALE3) abre com baixa de 0,53%, a R$ 75,69, após balanço do 2T26
update 12h46
Ibovespa abre, preliminarmente, com queda de 0,08%, aos 177.018,94 pontos
update 12h45
Ibovespa futuro (INDFUT) faz nova máxima do dia, com mais 0,71%, cotado aos 178.845 pontos
update 12h38
Ibovespa futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 0,62%, cotado aos 178.650 pontos
update 12h35
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,12%, cotado aos 177.880 pontos
update 12h34
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com baixa de 0,05%, aos 177.565 pontos
update 12h34
ROLOU! Minidólar com vencimento em setembro (WDOU26) começa com alta de 0,22%, cotado a 5.114,50
update 12h32
Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa seu último dia de negociação com alta de 0,21%, cotado a 5.078,00
update 12h21
“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa
“Não lembro de ter dado problema nesse nível. Já vi o futuro abrir meia hora depois. Mas isso, de hoje, é novidade. Gera estresse, pois muda a rotina operacional dos operadores”, afirmou à Broadcast, Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos.
update 12h19
Especialistas alertam para volatilidade nas operações após atraso na abertura da B3
B3 atualiza sobre a abertura do pregão de hoje; veja os horários
“Informamos que seguimos trabalhando na disponibilização dos arquivos, na abertura da Câmara B3 e na liberação da negociação continua dos ativos e contratos”, diz a B3. Seguem abaixo as atualizações com mais detalhes:
BVBG017: divulgado às 9h22
Contratos de Dólar (DOL, DR1, FRP0 e FRP1): negociação liberada às 9h35
BVBG021 (sem chamada de margem): divulgado às 11h00
BVBG021 (complementar): previsão de envio às 12h00
Negociação do MiniIndice (WIN) e MIniDolar (WDO): previsão de abertura às 12h30 (com leilão de pré-abertura às 12h28)
Negociação de todos os demais ativos e contratos: previsão de abertura a partir das 12h30 (o encerramento dos leilões ocorrera a partir desse horário)
Abertura da Câmara B3: previsão de 14h00 (estimativa de horários das grades de liquidação será divulgada em breve)
Abertura do BTB: previsão de 14h00
update 11h25
Problemas na B3: comunicados projetam abertura de ativos por volta das 12 horas
update 11h21
Desempenho das pequenas empresas industriais melhora no 2º trimestre, mostra CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o desempenho das pequenas empresas industriais melhorou no segundo trimestre. De acordo com o Panorama da Pequena Indústria (PPI), o índice que mede a performance das indústrias de pequeno porte, subiu 1,5 ponto em relação ao primeiro trimestre e chegou aos 45,2 pontos. Com o resultado, o indicador está 2,1 pontos acima da média para o trimestre, que é de 43,1 pontos. O patamar registrado nos três primeiros meses do ano foi o menor desde a pandemia de covid-19. O índice de desempenho da pequena indústria é calculado a partir de três variáveis: volume de produção (ou nível de atividade, no caso da construção); utilização da capacidade instalada (ou operacional, no caso da construção) efetiva em relação ao usual; e evolução do número de empregados. Ele vai de 0 a 100 pontos. Quanto maior, melhor o desempenho das pequenas empresas do setor no período.
update 11h12
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,0825 e venda a R$ 5,0831
update 11h10
Logan/Fed: uma ação modesta na política monetária reduziria a probabilidade de precisar de medidas mais drásticas posteriormente
update 11h09
Logan/Fed: preferia um aumento de 0,25 pp na taxa para melhor equilibrar as perspectivas e riscos
update 11h08
Logan/Fed: sem qualquer restrição monetária, inflação provavelmente continuará acima da meta até que haja um choque inesperado
update 11h07
Logan/Fed: política monetária não está restringindo a economia e a inflação não está a caminho da meta de 2%
update 11h06
Logan/Fed: riscos de inflação são de alta e mercado de trabalho sólido está se fortalecendo um pouco
Lorie K. Logan é presidente do Federal Reserve de Dallas.
update 11h04
Setor público tem déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, afirma BC
Dólar Futuro (DOLFUT) em alta de 0,29%, aos 5.116,50
update 10h50
Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,50%, a R$ 5,087
update 10h47
Irani (RANI3): resultados do 2T26 em linha com o esperado e melhor sazonalidade à vista, ressalta XP
A Irani (RANI3) reportou resultados do 2T26 em linha com as expectativas da XP, com Ebitda ajustado de R$ 132 milhões, alta de 16% trimestralmente e mais 2% acima da expectativa, enquanto a margem Ebitda atingiu 30,5% (+2,8 p.p. trimestralmente, +0,6 p.p. XPe). Principais destaques foram o volume de caixas de papelão ondulado totalizou 44,0 kt (+5% trimestralmente), superando o mercado brasileiro (+3,5% segundo a Empapel), enquanto os preços permaneceram praticamente estáveis; e os embarques de papel para embalagens atingiram 32,0 kt, refletindo a normalização operacional após as paradas para manutenção no 1T26. Olhando para o futuro, a projeção é de um 3T26E mais construtivo, apoiado por uma melhor sazonalidade nos volumes e pela ausência de interrupções relacionadas ao TG#4, parcialmente compensadas por custos mais elevados de OCC”. A visão segue positiva sobre as ações da Irani.
update 10h40
PP decide ficar neutro nas eleições e esfria tentativa de Flávio por Tereza Cristina
Índice de BDRs (BDRX) recua 0,54%, aos 26.002,43 pontos, após abrir em alta
update 10h30
Principais índices em Nova York abrem mais dia com altas confortáveis
Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dow Jones: +0,46%
S&P 500: +0,53%
Nasdaq: +0,92%
update 10h29
Dólar comercial tem nova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,01%, a R$ 5,061
update 10h23
Problemas na B3: site da operadora da Bolsa comunica que inúmeras ações ficarão em leilão até por volta do meio-dia
Problemas na B3: por ora, apenas dólar comercial e dólar futuro estão em negociação
update 9h47
Hamas reforça que seu desarmamento depende da retirada de Israel
“O compromisso da ocupação em pôr fim às mortes é o pré-requisito fundamental para prosseguir com a implementação e o estabelecimento de um cronograma para o que foi acordado”, disse o Hamas.
update 9h42
Minério tem maior queda semanal em 6 meses, após contração da indústria na China
Dólar comercial abre com com alta de 0,26%, a R$ 5,075 na venda
update 9h36
Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,21%, cotado aos 5.112,00 pontos
update 9h35
B3 segue sem abrir as negociações de minis, DIs, dólar e futuros
update 9h34
Canadá: salário mínimo no 2T26 sobe 0,90%, acima do 0,80% no 1T26
update 9h33
Canadá: PIB de maio sobe 0,3% em relação a abril, acima da expectativa de mais 0,1%, mas abaixo do 0,5% do mês anterior
update 9h32
Japão pode ter vendido até US$ 59 bilhões em intervenção de compra de ienes
O Japão pode ter vendido até US$ 58,97 bilhões em suas últimas medidas para fortalecer sua moeda, indicaram dados do banco central nesta sexta-feira, sinalizando esforços repetidos para conter a desvalorização do iene. A projeção do Banco do Japão para as condições do mercado monetário para o dia seguinte sugere uma saída líquida de 8,2 trilhões de ienes, em comparação com previsões das corretoras que variam entre um superávit de 1,4 trilhão de ienes e um déficit de 1,73 trilhão de ienes. A atividade de compra de ienes envolve o Banco do Japão retirando a moeda dos mercados, portanto qualquer déficit excessivo de fundos pode servir como uma estimativa do tamanho de uma intervenção. O Japão realizou uma intervenção de compra de ienes e venda de dólares em Nova York na quinta-feira (30), segundo uma fonte do mercado, sua primeira ação desse tipo em três meses, já que a queda da moeda para os níveis mais baixos em quatro décadas ameaçava agravar o custo de vida, já afetado pelo choque energético causado pela guerra no Irã. A medida ocorreu antes da conclusão da reunião de política monetária do Banco do Japão nesta sexta-feira. O banco central manteve a taxa de juros, mas sinalizou que continuará a política de aperto monetário. O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros para 1% em junho, o maior nível em 31 anos. (Reuters)
update 9h24
B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão
DXY: índice dólar apresenta alta de 0,49%, aos 100,35 pontos
update 9h11
Futuros em Nova York seguem em alta; veja cenário atual
Dow Jones Futuro: +0,49%
S&P 500 Futuro: +0,32%
Nasdaq Futuro: +1,05%
update 9h09
B3 informa sobre atraso na abertura de minis e demais ativos
“Informamos que, em decorrência do atraso no envio dos arquivos e na abertura da Câmara B3, previamente comunicados, excepcionalmente no pregão de Listados de hoje, postergaremos a abertura da negociação dos contratos MiniIndice (WIN) e MiniDolar (WDO) e todos os demais ativos e contratos permanecerão em leilão ate que tenhamos concluído a disponibilização dos arquivos da clearing para o mercado”, informa a B3. “Manteremos o mercado informado com atualizações periódicas por esse canal ate a completa normalização dos serviços e a abertura regular da negociação”, conclui.
update 9h00
Índice de Preços ao Produtor (IPP) em junho no Brasil tem deflação de 0,77%, ante deflação de 0,30% em maio
update 8h55
Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho
update 8h54
Vale (VALE3): resultados ligeiramente melhores no 2T26; e previsão de custos revisada para cima, como esperado, segundo a XP
A Vale (VALE3) apresentou resultados do 2T26 ligeiramente melhores do que o esperado pela XP, com Ebitda Ajustado Pro Forma de US$ 4,1 bilhões (cerca de 3-4% acima das estimativas e do consenso), impulsionado principalmente por um desempenho melhor do que o previsto nos custos operacionais da divisão de Minério de Ferro (US$ 24,1/t, mais 4% acima da expectativa). A Vale revisou para cima sua projeção para 2026, elevando os custos operacionais para US$ 22,5-23,5/t e os custos totais para US$ 58-62/t, amplamente esperado pelo mercado, refletindo a valorização do real e os preços spot mais altos do Brent, com o mercado já utilizando um valor superior a US$ 23/t como base para os custos operacionais. Outros destaques positivos incluem uma projeção ligeiramente melhor para a produção de cobre (360-380 kt) e níquel (185-200 kt), o anúncio de um dividendo de US$ 1,7 bilhão (aproximadamente R$ 2,03/ação, rendimento anualizado de 5,3%) e um novo programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações (aproximadamente 2,3% das ações em circulação). No geral, a XP mantém recomendação neutra.
update 8h48
BC: dívida pública líquida do Brasil fica em 68,5% do PIB em junho, acima do esperado de 68,4%
update 8h47
BC: dívida pública bruta do Brasil fica em 81,9% do PIB em junho
A dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB chegou a 81,9% em junho, de 81,0% no mês anterior, informou o Banco Central agora há pouco. No mês, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 55,313 bilhões. Economistas consultados esperavam saldo negativo de R$ 49,8 bilhões. (Reuters)
update 8h40
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 64 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 61 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -79%, ou -R$ 2,58)
Gasolina A (média nacional): -49%, ou -R$ 1,26 (ontem: -58%, ou -R$ 1,48)
update 8h34
Futuros do petróleo sobem: WTI ganha 1,38%, a US$ 84,74; e Brent avança 1,37%, a US$ 90,25
update 8h32
Ações da Puma caem diante de decepção por falta de revisão positiva nas projeções
A fabricante de roupas esportivas Puma divulgou há pouco um prejuízo operacional no 2T26 menor do que o esperado e confirmou suas perspectivas para o ano, enquanto as vendas continuaram caindo em meio à fraca demanda. As ações da Puma caíram até 7% no início do pregão, já que os investidores ficaram decepcionados com o fato de a empresa não ter melhorado suas projeções. A empresa alemã reduziu custos, cortou empregos e reorganizou a administração, em uma tentativa de recuperar seus negócios em meio à fraca demanda e ao impacto das tarifas dos EUA sobre o setor. A empresa registrou um prejuízo operacional (Ebit) de 53,1 milhões de euros no período, valor inferior à estimativa dos analistas de um prejuízo de 68,7 milhões de euros em uma pesquisa realizada pela própria empresa, graças ao corte de despesas relacionadas ao seu programa de eficiência de custos e aos reembolsos de tarifas dos EUA. A empresa confirmou suas projeções anuais, que agora incluem um possível impacto do conflito no Oriente Médio e possíveis efeitos positivos decorrentes de alíquotas tarifárias mais baixas e reembolsos de tarifas no valor de pouco acima ou abaixo de 50 milhões de euros. (Reuters)
update 8h28
BCE: decisões no fim do ano dependerão de dados sobre a inflação
O membro do Banco Central Europeu (BCE) Martin Kocher afirmou hoje que o banco tomará decisões no fim deste ano com base nos dados que forem divulgados, a fim de levar a inflação de volta à meta de 2%. “As últimas semanas, em particular, mostraram com que rapidez os acontecimentos geopolíticos podem afetar os preços da energia e, consequentemente, as perspectivas de inflação”, afirmou o presidente do banco central da Áustria em comunicado, ao comentar os dados sobre a inflação austríaca. (Reuters)
update 8h24
Irani (RANI3) tem queda de 70,3% no lucro no 2T, para R$ 30,9 milhões
Ecorodovias (ECOR3): resultados positivos no 2T26, segundo a XP
A Ecorodovias (ECOR3) reportou resultados positivos no 2T26, segundo a XP, com Ebitda ajustado de R$ 1,35 bilhão (+9% ano a ano, excluindo a Ecovias Sul; em linha com a expectativa). No lado positivo, um sólido crescimento da receita das rodovias pedagiadas; e tarifas mais altas. No lado negativo, margem Ebitda ajustada das rodovias pedagiadas mais fraca; e um ligeiro aumento da alavancagem para 4,1x dívida líquida/Ebitda (+0,2x em relação ao trimestre anterior). A XP mantém visão positiva e recomendação de compra.
update 8h10
Vendas da Braskem (BRKM5) caem no 2º tri, mas spreads sobem
Bolsas da Ásia: ações do setor tecnológico da China sobem com expectativas de recuperação da IA; KOSPI dispara
As ações do setor de tecnologia chinês se valorizaram, acompanhando os ganhos em Wall Street e em toda a Ásia, impulsionadas pela esperança de que a onda global de vendas motivada pela IA estivesse diminuindo, embora os principais índices ainda tenham registrado perdas significativas em julho, com o STAR 50, focado em tecnologia, sofrendo seu pior mês já registrado. Uma recuperação das ações do setor de tecnologia ajudou a compensar as quedas mensais nos índices de referência, embora o SSEC tenha permanecido com queda de 6,4% neste mês, registrando a maior queda mensal desde março, enquanto o CSI300 recuou 7,9% e parecia caminhar para seu pior desempenho mensal desde julho de 2021. A alta na sexta-feira ocorreu depois que os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião na quinta-feira (30), a empenhar-se para alcançar avanços em tecnologias de ponta e promover o desenvolvimento de indústrias do futuro. “Embora não tenha havido grandes surpresas em relação às medidas de estímulo para o setor imobiliário e o consumo, a reunião do Politburo de julho voltou a destacar o ‘aprofundamento da reforma abrangente do financiamento e investimento no mercado de capitais’ e o foco no ‘fortalecimento da resiliência do mercado e da confiança dos investidores’”, afirmaram analistas do BNP Paribas em uma nota. A atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, pressionada pela queda nos novos pedidos que reforçou as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico, a fraca demanda interna e os elevados custos de produção. (Reuters)
Shanghai SE (China), +0,72%
Nikkei (Japão): +3,86%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,10%
Nifty 50 (Índia): +0,27%
ASX 200 (Austrália): +0,10%
KOSPI (Coreia do Sul): +17,91%
update 8h05
Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André Moraes
Os índices futuros de Nova York ganham novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dow Jones Futuro: +0,67%
S&P 500 Futuro: +0,47%
Nasdaq Futuro: +1,19%
update 8h00
Abertura dos mercados
A queda de 35% no lucro da Vale (VALE3) no segundo trimestre deve repercutir nos mercados na sessão de hoje, enquanto no exterior resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizavam investidores a retornarem à inteligência artificial. A Vale informou na véspera que teve lucro líquido de US$ 1,375 bilhão no segundo trimestre, queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço pressionado pela piora do resultado financeiro. A mineradora realiza às 11h teleconferência para comentar o resultado. A Multiplan (MULT3) também realiza teleconferência depois de a operadora de shopping centers e empreendimentos divulgar um salto de 61,7% no lucro líquido do segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, alcançando R$ 427,4 milhões, em um desempenho acima do esperado pelo mercado. No exterior, os temores dos investidores de que a alta impulsionada pela IA pudesse perder força em breve diminuíram após os resultados da Microsoft divulgados na quarta-feira (29), quando a empresa projetou geração de caixa ao longo do ano fiscal de 2027. No dia seguinte, a Amazon apresentou o crescimento mais forte de sua unidade de nuvem em mais de quatro anos, tranquilizando investidores ávidos por sinais de que os bilhões de dólares investidos na expansão da infraestrutura de IA estão dando resultado. (Reuters)
update 7h54
Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes altas
Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.
Dia (%)
Pontos (pts)
Dow Jones
+1,19
52.209,57
S&P 500
+1,67
7.437,98
Nasdaq
+2,78
25.122,18
update 7h52
DIs: juros futuros fecharam com baixas por toda a curva
Taxa (%)
Variação (pp)
DI1F27
13,805
-0,045
DI1F28
13,855
-0,120
DI1F29
14,080
-0,170
DI1F31
14,355
-0,160
DI1F32
14,470
-0,130
DI1F33
14,535
-0,120
DI1F34
14,565
-0,095
DI1F35
14,605
-0,100
update 7h50
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,92%, na mínima do dia
O dólar comercial teve a segunda queda seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.
Venda: R$ 5,061
Compra: R$ 5,060
Mínima: R$ 5,060
Máxima: R$ 5,106
update 7h48
Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Dia (%)
Valor (R$)
USIM5
-9,25
7,55
CSNA3
-4,81
4,95
CMIN3
-4,35
5,72
BRAV3
-2,07
20,39
AZZA3
-1,80
15,86
Maiores altas
Dia (%)
Valor (R$)
MBRF3
7,80
17,96
TOTS3
5,74
31,13
COGN3
5,48
2,31
MGLU3
5,46
5,02
CURY3
5,37
30,40
Mais negociadas
Negócios
Dia (%)
PETR4
51.496
2,00
ABEV3
47.147
0,38
VALE3
34.173
1,39
BBDC4
33.796
0,22
BBAS3
29.254
1,97
update 7h45
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,88%, aos 177.158,86 pontos, máxima do dia
Máxima: 177.158,86
Mínima: 173.884,55
Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
Volume: R$ 16,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (27): +0,74%
Terça-feira (28): +0,70%
Quarta-feira (29): -1,52%
Quinta-feira (30): +1,88%
Semana: +1,79%
Julho: +2,98%
3T26: +2,98%
2026: +9,95%
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
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Ao menos cinco explosões foram ouvidas em Kiev, capital da Ucrânia, nas primeiras horas da madrugada deste sábado (11), enquanto as autoridades ucranianas alertavam para um ataque russo com mísseis. Ao menos seis pessoas ficaram feridas em decorrência dos bombardeios, informou a capital.
As sirenes de alerta aéreo começaram a soar minutos após a primeira explosão, segundo informações da agência de notícias AFP. Tymur Tkachenko, chefe da administração militar de Kiev, confirmou no Telegram que a Rússia estava “atacando a capital com mísseis”.
O ataque ocorre um dia após drones ucranianos atingirem infraestruturas petrolíferas na Rússia, além do porto de Taganrog, no sul do país.
A capital ucraniana tem sido, desde o início de junho, alvo de ataques em larga escala, realizados com um número crescente de mísseis, especialmente balísticos, que são mais rápidos e mais difíceis de interceptar. Na noite entre 1º e 2 de julho, trinta pessoas morreram na cidade durante um bombardeio de intensidade sem precedentes.
Um estudo publicado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) no início do mês aponta que mais de dois milhões de soldados russos e ucranianos foram mortos ou ficaram feridos nos quatro anos de conflito, iniciado em 2022.
A Rússia sofreu as perdas mais pesadas, com 1,4 milhão de soldados mortos ou feridos desde fevereiro de 2022, quando invadiu a Ucrânia.
Desse total, 450 mil morreram, número quatro vezes maior do que o total de mortes de militares americanos em todas as guerras desde a Segunda Guerra Mundial. Já as forças ucranianas sofreram entre 525 mil e 625 mil baixas, incluindo entre 125 mil e 150 mil mortos, segundo o estudo.
Autoridades alertaram que os números de baixas têm sido difíceis de estimar ao longo da guerra porque acredita-se que Moscou subestime rotineiramente o número de mortos e feridos, enquanto a Ucrânia não divulga seus dados oficiais. O estudo se baseou, entre outras fontes, em estimativas dos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido.
O governo publicou na sexta-feira (10) a portaria com as novas regras que restringem a publicidade das bets, plataformas de apostas. Uma das principais medidas é a obrigatoriedade para que a divulgação dos sites de jogos venham acompanhados de advertências do Ministério da Fazenda sobre o risco para o vício e a perda de dinheiro pelos apostadores.
Além disso, ficam proibidas transmissões de jogos que induzam apostas específicas de acordo com o placar.
A partir deste prazo, as empresas terão uma semana para se adaptar às novas regras. Entre as punições previstas estão multas que podem chegar a 20% do faturamento da empresa e suspensão da operação por 180 dias.
Já a mídia que veicular uma propaganda irregular de bet poderá receber uma multa de até R$ 14 milhões.
No fim do mês passado, no início da Copa do Mundo, propagandas de bets nas transmissões do canal de streaming CazéTV entraram no alvo de uma investigação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, por possíveis irregularidades. O veículo alterou a publicidade e informou que adotou formato “mais conservador” para os anúncios.
Advertências
As publicidades de plataformas de apostas on-line regulares terão de vir acompanhadas pelas três advertências:
“O Ministério da Fazenda adverte: apostar faz você perder dinheiro”
“O Ministério da Fazenda adverte: apostar pode causar dependência”
“O Ministério da Fazenda adverte: aposta não é investimento”
Proibição de comentários que induzam apostas
Além disso, transmissões de jogos e programas esportivos, seja de qual mídia for (televisão, internet ou rádio), não poderão mais sugerir apostas específicas por meio de profissionais apresentados como especialistas.
Também ficará proibido apontar “senso de urgência” nas propagandas de bets, vender aposta como ganho de dinheiro fácil, ou exibição de histórico de premiações, disse o ministro.
Combate a bets ilegais
Como parte do combate às bets ilegais, o governo notificou 37 fintechs suspeitas de movimentar dinheiro de casas de apostas irregulares no Brasil para bloquear os recursos e confiscá-los para os cofres da União. As notificações são respaldadas em decreto publicado pelo governo em junho.
Em junho, o governo já havia identificado a atuação dessas empresas, que movimentaram transações de 160 casas de apostas ilegais, e mais de 40 mil sites ligados a elas. No total, mais de 54 mil sites irregulares foram derrubados.
As notificações foram enviadas em conjunto pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) e pela Receita Federal. Agora, as instituições financeiras precisam romper com as bets ilegais. Caso isso não aconteça, as empresas podem ser responsabilizadas solidariamente pelos recursos ilegais, e serem multadas no montante que foi movimentado.
A XP Investimentos iniciou a cobertura da Compass (PASS3), que controla Comgás, Sulgás, Necta e Compagas, ativos premium de distribuição nas regiões mais desenvolvidas do país, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, o que implica em um potencial de valorização de 50% frente a cotação de fechamento de segunda-feira de R$ 24,47.
O movimento segue uma sequência recente de relatórios otimistas sobre a companhia. Na semana passada, Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e JPMorgan também iniciaram cobertura do papel com recomendação de compra, reforçando a visão positiva do mercado após a estreia da empresa na Bolsa.
Em relatório, assinado pelos analistas Raul Cavendish, head de Utilities, Regis Cardoso, head de Óleo, Gás e Petroquímicos, e Bruno Vidal, analista de Utilities, a XP destaca que a tese de investimento da companhia é dividida em dois pilares.
O primeiro é a “âncora de valor”, sustentada por um portfólio premium de distribuição de gás natural em regiões economicamente mais desenvolvidas do Brasil, com geração de caixa previsível e espaço para crescimento estrutural, dado o baixo nível de penetração da infraestrutura de gás no país.
O segundo pilar é o “vento a favor”, ligado à plataforma Edge de comercialização de gás, que adiciona opcionalidade de crescimento com retornos marginais elevados e baixo потребimento de capital. O destaque também é o terminal de regaseificação de GNL (TRSP), em São Paulo, que reforça a posição estratégica da companhia na cadeia de suprimento.
Segundo a XP, o negócio combina fluxos de caixa de longo prazo com crescimento real acima do custo de capital, além de uma geração incremental relevante via Edge, com alto retorno sobre o capital investido. Esse conjunto sustenta a visão positiva da corretora.
Ibovespa cai aos 168,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,17 e juros futuros operam mistos.
BC diz que trajetórias da Selic mais próximas às previstas pelo mercado são mais adequadas.
Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo.
Irã nega inspeção nuclear da AIEA e anuncia ‘linha telefônica direta’ sobre Ormuz.
Confira as últimas dos mercados
update 10h28
SpaceX caminha para nova queda e valor de mercado deve ficar abaixo de US$ 2 tri
As perdas ocorrem no momento em que a empresa se prepara para vender títulos de grau de investimento pela primeira vez.
update 10h23
Siderúrgicas começam dia em queda; USIM5 cai 3,95%, CSNA3 perde 2,43%, GGBR4 perde 2,37% e GOAU4 cai 1,36%
update 10h21
Vale (VALE3) amplia baixa para menos 2,25%, a R$ 79,09
update 10h21
Ibovespa cai com exterior negativo
O Ibovespa opera em baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (23), aos 168,7 mil pontos, acompanhando o movimento global de aversão a risco nesta manhã, com a continuidade da venda de ações de tecnologia liderando as perdas em Nova York, enquanto investidores locais digerem a ata da última reunião do Banco Central. Recuam as ações de VALE3, grandes bancos, varejistas e PETR4. O dólar comercial sobe a R$ 5,17 e os juros futuros operam mistos. O Banco Central avalia serem mais adequadas, no momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às apontadas pelo mercado no boletim Focus, questionário pré-Copom e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos ativos financeiros e agregados macroeconômicos, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Copom. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro recua 0,32%, S&P Futuro cai 1,52% e Nasdaq Futuro tem baixa de 2,56%. (Felipe Alves)
update 10h18
Setor de papel e celulose recua nesta manhã: KLBN11, -0,30%; SUZB3, -0,81%
update 10h14
Principais varejistas começam sessão de forma mista: AUAU3, -0,94%; AZZA3, +0,31%; LREN3, -0,42%; MGLU3, -1,07%; VIVA3, -0,57%
update 10h13
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1690 e venda a R$ 5,1696
update 10h12
Petro juniores iniciam dia no vermelho: PRIO3, -0,69%; RECV3, -0,59%; BRAV3, -0,80%
update 10h11
Braskem (BRKM5) começa com baixa de 1,88%, a R$ 7,29
update 10h11
Hapvida (HAPV3) começa sessão com menos 1,32%, a R$ 10,46
update 10h10
Frigoríficos começam de forma mista: BEEF3 desce 2,29% e MBRF3 sobe 0,07%
update 10h09
Grandes bancos em baixa nesta abertura: BBAS3, -0,87%; BBDC4, -1,07%; ITUB4, -1,22%; SANB11, -1,15%
update 10h08
B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 1,43%, a R$ 14,49
update 10h08
Vale (VALE3) inicia sessão com queda de 2,19%, a R$ 79,14
update 10h07
Ibovespa sai dos leilões com queda de 1,06%, aos 168.558,70 pontos
update 10h07
Acia Energia (AXIA3) começa com perdas de 1,37%, a R$ 52,18
update 10h06
Embraer (EMBJ3) começa dia com queda de 1,09%, a R$ 77,49
update 10h05
Supermercadistas começam com baixas: ASAI3 desce 1,04% e PCAR3 cai 0,98%
update 10h05
Petrobras começa dia com baixas: PETR3 tem menos 0,39% e PETR4 perde 0,26%
update 10h02
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 170.361,15 pontos
update 10h01
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,04%, aos 2.150,51 pontos
update 9h58
Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo
Heineken nomeia Rafael Oliveira como CEO com missão de impulsionar as vendas
A Heineken nomeou Rafael Oliveira como seu novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração nesta terça-feira, marcando a primeira vez que a cervejaria holandesa nomeia alguém de fora para o cargo de liderança, em um momento em que as empresas do setor de bebidas alcoólicas buscam impulsionar as vendas por meio de mudanças na liderança. Oliveira é CEO da JDE Peet’s, fabricante holandesa de café e chá, desde 2024. Ele passará a integrar a Heineken, a segunda maior cervejaria do mundo, por um período de quatro anos a partir de 1º de outubro, informou a empresa, acrescentando que espera que ele acelere a estratégia já definida para 2030. “Após uma rigorosa busca global, o conselho de supervisão escolheu Rafa por unanimidade por sua combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, afirmou a Heineken. As ações da Heineken subiam cerca de 3%, superando o desempenho do mercado em geral e atingindo seu nível mais alto desde março. (Reuters)
update 9h45
Datafolha: 36% acreditam que economia brasileira vai melhorar nos próximos meses
Compass (PASS3): XP inicia cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70
A XP iniciou a cobertura da Compass (PASS3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, consolidando a empresa como mais uma potencializadora de crescimento de longo prazo. A tese de investimento é dupla: a empresa possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões mais desenvolvidas economicamente do Brasil, o que proporciona fluxos de caixa previsíveis e crescimento constante; e a Edge (plataforma de comercialização de gás) oferece à empresa uma considerável possibilidade de crescimento com retornos marginais muito atrativos. O negócio de gás natural proporciona fluxos de caixa de longo prazo que crescem em termos reais com retornos marginais acima do custo de capital. Este portfólio robusto, aliado a um posicionamento estratégico que torna a empresa uma consolidadora natural do setor, cria uma narrativa de investimento atraente que, combinada com a TIR real atrativa de 13,0%.
update 9h39
Israel atacou crianças de Gaza, o que resultou em genocídio, diz inquérito da ONU
As autoridades e forças de segurança israelenses atacaram deliberadamente crianças palestinas, o que resultou em genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra em Gaza, além de crimes de guerra na Cisjordânia ocupada, afirmou nesta terça-feira uma comissão de inquérito independente da ONU. O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023. Cerca de 30% das vítimas fatais na guerra de Gaza eram crianças, segundo o relatório. Um relatório anterior da comissão, divulgado em setembro, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que altas autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que Israel considerou escandalosas. A missão de Israel em Genebra afirmou que o país rejeitou o que chamou de “segundo relatório difamatório e tendencioso” da Comissão. (Reuters)
update 9h38
Eduardo Bolsonaro intensifica articulação nos EUA durante impasse sobre tarifas
Ex-deputado participou de jantar em Washington com parlamentares republicanos e relatou conversas sobre política brasileira, STF e governo Lula.
update 9h34
HMOBI diz que Mubadala Capital está analisando seu investimento na companhia que controla o MetrôRio
A HMOBI comunicou nesta terça-feira que o acionista controlador Mubadala Capital informou que tem conduzido análises, com a assessoria do Banco Santander, relacionadas ao seu investimento na companhia. O Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Mubadala Capital IAV detém 51,52% na HMOBI, que, por sua vez, é a controladora do MetrôRio. A Mubadala Capital, conforme o fato relevante da HMOBI, informou que as análises ora conduzidas possuem caráter preliminar e exploratório para avaliação de mercado e de alternativas que podem envolver ou não uma eventual transferência de controle da companhia. “Não há, contudo, qualquer definição a respeito de uma efetiva transação”, acrescentou.
update 9h31
Secretário-geral da ONU pede que empresas de IA sejam transparentes sobre custos ambientais
O secretário-geral da ONU pediu nesta terça-feira que as principais empresas de inteligência artificial divulgassem publicamente o custo ambiental total de seus data centers e usassem energia renovável, ao lançar uma iniciativa que pede transparência ao setor. O rápido desenvolvimento de centros de dados em todo o mundo para impulsionar a revolução da IA tem atraído o escrutínio de grupos ambientalistas devido ao alto consumo de energia e água por esses empreendimentos e à falta de transparência. “Até 2030, eles poderão consumir mais energia do que todos os países, com exceção de cinco — e água suficiente para atender às necessidades básicas de todos os 1,3 bilhão de habitantes da África Subsaariana durante um ano inteiro”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso durante a Semana de Ação Climática de Londres. (Reuters)
update 9h27
BCE obtém apoio parlamentar para euro digital
O Banco Central Europeu obteve, nesta terça-feira, um importante apoio parlamentar para o lançamento do euro digital, um meio de pagamento eletrônico que visa tornar a zona do euro menos dependente dos cartões de crédito dos Estados Unidos em um momento de desgaste das relações transatlânticas. O euro digital, essencialmente uma carteira eletrônica garantida pelo banco central, mas comercializada por bancos ou fintechs, permitirá que todos os residentes da zona do euro realizem pagamentos online e pessoalmente. Em desenvolvimento há seis anos, o dinheiro digital do BCE tornou-se uma questão mais urgente desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, impondo tarifas até mesmo a parceiros comerciais consolidados, como a União Europeia, e gerando temores de que os EUA possam, algum dia, usar seu domínio sobre redes de pagamento como Visa e Mastercard como arma. A aprovação do projeto de regulamentação pela comissão de economia do Parlamento Europeu ocorre após três anos de disputas entre o BCE e os bancos, que têm se mostrado preocupados com a saída de depósitos e a perda de receitas e buscaram limitar o escopo do projeto. (Reuters)
update 9h24
Ata do Copom: BC cortou a Selic, mas não cortou as preocupações com a inflação, diz especialista
Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, diz que o mercado procurava uma sinalização clara sobre o início de um ciclo de flexibilização monetária. “Encontrou algo diferente: um corte acompanhado de um discurso que continua carregado de cautela. A principal mensagem do documento não está na redução dos juros. Está no diagnóstico. O Copom reconhece que a inflação segue pressionada, que as expectativas continuam desancoradas e que os riscos permanecem assimétricos para cima. Em outras palavras, o Banco Central cortou a taxa, mas não cortou suas preocupações”. Segundo ela, a ata também reforçou um tema que tem aparecido de forma recorrente nas comunicações da autoridade monetária: a questão fiscal. “O documento volta a mencionar que o enfraquecimento da disciplina das contas públicas, a expansão do crédito direcionado e as dúvidas sobre a trajetória da dívida podem elevar o juro estrutural da economia”, sublinha. “O investidor amanhece, portanto, diante de uma mensagem clara. Os juros começaram a cair, mas o Banco Central ainda não está confortável com a trajetória da inflação nem com o comportamento das expectativas. O mercado não procura apenas novos cortes da Selic. Procura sinais de que inflação, credibilidade e contas públicas voltarão a caminhar na mesma direção. E essa resposta continua em aberto”.
update 9h21
Por que as ações de tecnologia estão despencando pelo mundo nesta terça-feira?
EUA: variação semanal de empregos privados ADP fica positiva em 30,75 mil, acima dos 25,50 mil da semana anterior
update 9h13
Trump destaca fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e queda nos preços
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 19 milhões de barris de petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira e destacou a queda nos preços do petróleo em uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira.
update 9h10
DIs: juros futuros avançam por toda a curva
Valor (%)
Variação (pp)
DI1F27
14,255
0,281
DI1F28
14,760
0,545
DI1F29
14,850
0,644
DI1F31
14,800
0,783
DI1F32
14,775
0,784
DI1F33
14,715
0,719
DI1F35
14,615
0,689
update 9h10
DXY: índice dólar avança 0,30%, aos 101,33 pontos
update 9h06
México: atividade econômica em abril sobe 2,30% em relação a abril de 2025, acima do 1,90% esperado
Em março, na comparação com março de 2025, a expansão foi de 1,40%.
update 9h05
Dólar comercial abre em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,173 na compra e a R$ 5,175 na venda
update 9h04
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com queda de 0,62%, aos 172.420 pontos
update 9h04
Ibovespa futuro abre em baixa de 1,00%, cotado aos 171.790 pontos
update 9h04
México: atividade econômica em abril sobe 1,20% em relação a março, acima do 0,40% de março
update 9h03
Minidólar com vencimento em julho (WDON26) começa o dia com alta de 0,62%, cotado a 5.186,00
update 9h02
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,59%, aos 323.980,00
update 9h02
México: vendas no varejo em abril sobem 4,4% em relação a abril de 2025, acima do dos 2,9% positivos de março
update 9h01
México: vendas no varejo em abril sobem 0,8%, acima do 0,1% positivo de março
update 9h01
Dólar futuro abre em alta de 0,67%, cotado aos 5.187,50 pontos
update 8h55
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
update 8h48
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para julho está em 63%
29/07
16/09
4,00%-4,25%
–
18,6%
3,75%-4,00%
36,3%
50,3%
3,75%-3,50%
63,7%
31,1%
update 8h47
Receita abre consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda: como consultar
Trump insiste que Irã concordou com inspeções nucleares
O presidente dos EUA, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira que o Irã concordou em permitir inspeções nucleares por um longo período no futuro, apesar das declarações do Irã de que não o fez. Trump também afirmou, em uma postagem nas redes sociais, que os Estados Unidos manterão navios no Estreito de Ormuz, caso seja necessário restabelecer o bloqueio aos portos iranianos.
update 8h43
Ministra das Finanças do Japão conversa com Bessent sobre mercados financeiros
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que realizou uma reunião online com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, no dia anterior para discutir os mercados financeiros globais, em meio a crescentes preocupações com as fortes oscilações cambiais. “Discutimos a situação em torno dos mercados financeiros globais, incluindo questões relacionadas aos desdobramentos no Estreito de Ormuz e o possível impacto desses fatores”, disse Katayama a repórteres. Questionada se a intervenção cambial foi explicitamente abordada, Katayama evitou confirmar. No entanto, ela ressaltou que o Japão e os Estados Unidos compartilham um entendimento mútuo firme de que medidas decisivas serão tomadas, se necessário. “Isso permanece totalmente inalterado”, disse ela. “Tendo como pano de fundo as diversas mudanças no ambiente econômico global, tivemos discussões construtivas, e sinto que nossos pontos de vista estão muito alinhados.”
update 8h40
Kospi: bolsa da Coreia do Sul desaba 10% e tem circuit breaker com queda de techs
Kazimir diz que próximos passos do BCE dependerão de dados, mas direção é clara
Os danos causados pelo conflito no Oriente Médio não podem ser sanados da noite para o dia e o Banco Central Europeu ainda tem trabalho a fazer, afirmou na terça-feira Peter Kazimir, membro do BCE. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia aumentassem as expectativas de inflação no longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais uma alta ainda este ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. “Acho que a direção está clara e acho que ainda temos trabalho a fazer”, disse ele em uma coletiva de imprensa do banco central da Eslováquia. “Criamos uma posição muito boa com a decisão de aumento das taxas em junho para podermos reagir quando for necessário.” Questionado sobre os desdobramentos nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, ele disse que, em princípio, nada mudou para ele. Kazimir disse que será importante acompanhar os próximos dados, incluindo os de inflação de junho, e estar atento a quaisquer sinais de efeitos secundários que não constem nos dados no momento, mas que possam ser percebidos. (Reuters)
update 8h34
Inflação na zona do euro pode permanecer alta mesmo com acordo de paz, afirma economista-chefe do BCE
A inflação na zona do euro pode permanecer acima da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) por algum tempo, mesmo que a paz no Oriente Médio se mantenha, mas esse choque ainda assim exige apenas uma resposta moderada da política monetária, afirmou nesta terça-feira o economista-chefe do BCE, Philip Lane. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia impulsionassem as expectativas de inflação de longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais um aumento até o final do ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. Em discurso aos parlamentares europeus em Bruxelas, Lane disse que a inflação pode permanecer bem acima da meta até o primeiro semestre de 2027, depois de ter ultrapassado os 3% no mês passado. “Embora os recentes avanços rumo a uma resolução do conflito no Oriente Médio sejam bem-vindos, a incerteza continua elevada e há riscos contínuos de que a inflação permaneça acima de nossa meta de médio prazo de 2% por um bom tempo”, disse Lane.
update 8h33
Investidores de infraestrutura devem ampliar aportes na Colômbia após eleição
Levantamento do GRI Institute com líderes do setor mostra que a maioria planeja expandir investimentos no país, enquanto parte aguardava a definição eleitoral antes de novos aportes.
update 8h32
EUA suspendem sanções contra Irã; Trump adverte Teerã de que precisa cumprir acordo
Os Estados Unidos suspenderam as sanções contra o Irã por 60 dias a partir de segunda-feira, após as primeiras negociações no âmbito de um acordo de paz em fase inicial, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que “fará o que for preciso” caso o Irã não cumpra sua parte no acordo. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que as negociações com autoridades iranianas na Suíça estabeleceram uma boa base para um acordo de paz definitivo, mas o Irã negou ter iniciado discussões sobre seu programa nuclear ou concordado em convidar inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a retornarem ao país. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as autoridades iranianas não haviam se reunido com o chefe da AIEA, Rafael Grossi, na Suíça, e não tinham planos de permitir que a agência nuclear da ONU inspecionasse as instalações nucleares danificadas do Irã. Os dois lados, buscando dar continuidade ao acordo provisório assinado na semana passada após mais de três meses de guerra, chegaram a um acordo sobre um roteiro para um pacto permanente dentro de 60 dias nas negociações realizadas no resort de montanha suíço de Buergenstock, informaram os mediadores Paquistão e Catar.
update 8h28
Vance diz que negociações criaram “boa base” para acordo definitivo com o Irã
O acordo provisório para encerrar os combates no Irã, assinado na semana passada, estabelece um prazo de 60 dias para negociações sobre temas centrais.
update 8h25
Axia Energia aprova 9ª emissão de debêntures no montante de R$800 mi
update 8h23
PF faz operação e bloqueia até R$ 670 milhões ligados ao banco de Edir Macedo
Investigação aponta manipulação de balanços para ocultar a situação financeira do banco e apura operações consideradas irregulares em benefício da controladora.
update 8h20
Barris de petróleo oscilam e minério de ferro salta 2%
Os preços do petróleo operam mistos, à medida que os investidores demonstraram um otimismo cauteloso em relação ao fim do conflito no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionados pelas perspectivas de aumento das remessas dos principais fornecedores no período que antecede o final do segundo trimestre e pela queda sazonal na demanda por aço.
Petróleo WTI, -0,01%, a US$ 73,84 o barril
Petróleo Brent, -0,04%, a US$ 77,87 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,33%, a 811,50 iuanes (US$ 118,14)
update 8h18
Bolsas da Ásia encerram dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com as ações sul-coreanas liderando as perdas da região. As ações da SK Hynix e da Samsung Electronics caíram mais de 4% cada, evidenciando a dependência do mercado em relação ao setor de inteligência artificial, que impulsionou grande parte da alta deste ano.
Shanghai SE (China), -1,37%
Nikkei (Japão): -3,55%
Hang Seng Index (Hong Kong): -1,82%
Nifty 50 (Índia): -0,87%
ASX 200 (Austrália): -0,33%
update 8h16
Bolsas da Europa operam em baixa
As ações europeias caem na abertura do pregão desta terça, acompanhando uma onda de vendas global centrada em ações de tecnologia. As ações de tecnologia europeias caíram 2,7% no início do pregão, com as ações regionais de semicondutores registrando algumas das maiores quedas na região.
STOXX 600: -0,88%
DAX (Alemanha): -1,09%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,75%
CAC 40 (França): -1,18%
FTSE MIB (Itália): -1,07%
update 8h13
EUA: índices futuros têm forte queda com onda de venda de ações de tecnologia
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (23), pressionados por uma onda de vendas de ações de tecnologia, liderada por uma retração nas ações de fabricantes de chips que estiveram na vanguarda de uma alta sem precedentes impulsionada pela inteligência artificial. A pressão sobre o setor ocorre após as perdas registradas na sessão anterior pelas gigantes de tecnologia dos EUA, diante de questionamentos sobre a capacidade de empresas de hiperescala, como a Alphabet, de justificar os elevados investimentos em IA. No mercado corporativo, as ações da SpaceX recuaram ao menor nível desde sua estreia nas negociações secundárias, após a companhia iniciar uma oferta de títulos com grau de investimento. No cenário geopolítico, investidores seguem monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã. Apesar de relatos apontarem avanços nas conversas, a incerteza sobre os desdobramentos do diálogo continua sustentando a cautela nos mercados globais.
Dow Jones Futuro: -0,49%
S&P 500 Futuro: -1,38%
Nasdaq Futuro: -2,73%
update 8h10
Ata/BC: O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta
Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
update 8h08
Ata/BC: No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a assegurar a convergência da inflação à meta
update 8h07
Ata/BC: O Comitê debateu que esse conjunto de resultados deve ser ponderado à luz das melhores práticas de política monetária, recomendando não reagir integralmente a variações de preços decorrentes de choques de oferta
update 8h07
Ata/BC: O Comitê julgou como mais adequadas, nesse momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às presentes na Focus, QPC e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos preços dos ativos financeiros e agregados macroeconômicos
Segundo o BC, essas trajetórias contemplavam cenários com combinações de diferentes momentos de pausa e retomada do ciclo de calibração. Nesse caso, as flutuações de produto se mostraram menores, com a inflação convergindo para a meta no primeiro trimestre de 2028.
update 8h06
Ata/BC: o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica
update 8h06
Ata/BC: o Comitê avaliou que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista
update 8h05
Ata/BC: Para além dos efeitos dos conflitos, mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada
update 8h04
Ata/BC: Desde a reunião anterior ficou evidente uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028
O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.
update 8h04
Ata/BC: O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia
O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.
update 8h02
Ata/BC: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano
O BC destaca que, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura.
update 8h01
Ata/BC: O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio
update 8h00
Abertura de mercados
Investidores nacionais devem focar nesta terça-feira a ata da última reunião do Banco Central em busca de esclarecimentos sobre a comunicação da autoridade monetária. O BC divulga o documento às 8h depois de ter cortado a Selic na semana passada em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, adotando um discurso “dovish” em seu comunicado, o que gerou forte reação negativa dos investidores. A leitura foi de que o BC preparou o terreno para novo corte de 25 pontos em agosto, ainda que as expectativas de inflação estejam piorando. Parte do mercado espera que o Copom corrija sua comunicação na ata. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril (LCOc1) pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. (Reuters)
update 7h54
Principais índices em Nova York fecharam sessão de forma mista
Investidores em Wall Street voltaram do feriadão sem demonstrar muita animação. Começaram se assustando com as tensões entre EUA e Irã voltando a aumentar no final de semana, quando os iranianos avisaram que fecharam novamente o Estreito de Oermuz, por conta de novos ataques de Israel ao Líbano. Mas as coisas acalmaram quando, no próprio domingo, surgiram imagens dos governos os EUA e do Irã trocando apertos de mão e sorrisos, em encontro na Europa. Os preços do petróleo recuaram com alguma amplitude. Tom Lee, da Fundstrat Global Advisors, acredita que diversos catalisadores podem impactar o mercado no futuro, citando a implementação de forças-tarefa no Federal Reserve e os impactos na cadeia de suprimentos decorrentes do fechamento do Estreito de Ormuz, mas que o cenário permanece positivo. “Ainda acreditamos que haverá uma mudança abrupta nas condições de mercado ainda este ano, algo muito semelhante a um mercado em baixa, mas não queremos afirmar que o mercado atingiu o topo”, disse à CNBC. “Acho que as condições ainda são favoráveis para as ações”. O problema maior foram as ações de tecnologia, que caíram em sua maioria e puxaram o Nasdaq o S&P 500 para baixo.
Dia (%)
Pontos
Dow Jones
+0,29
51.712,53
S&P 500
-0,37
7.473,04
Nasdaq
-1,33
26.166,60
update 7h50
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,46%
O dólar comercial emendou a segunda queda frente ao real, após a baixa da sexta-feira (19). O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,17%, aos 101,03 pontos.
Venda: R$ 5,141
Compra: R$ 5,141
Mínima: R$ 5,123
Máxima: R$ 5,160
update 7h45
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,21%, aos 170.370,38 pontos
Máxima: 170.749,76
Mínima: 168.326,26
Diferença para a abertura: +2.036,77 pontos
Volume: R$ 23,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (22): +1,21%
Semana: +1,21%
Junho: -1,91%
2T26: -7,91%
2026: +6,70%
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MUMBAI, 22 Jun (Reuters) – A Índia, que já foi o segundo maior exportador mundial de açúcar, deverá ter um excedente reduzido para exportação por pelo menos mais três safras, já que as condições climáticas do El Niño ameaçam a produção de cana e o aumento da demanda por etanol restringe a oferta.
Essas duas pressões devem manter milhões de toneladas de açúcar fora do mercado mundial, reduzindo a oferta para importadores na Ásia, África e Oriente Médio e sustentando os preços de referência em Londres e Nova York.
Uma ausência prolongada da Índia dos mercados de exportação retiraria um importante fornecedor, à medida que os riscos climáticos e as políticas de biocombustíveis remodelam os fluxos globais do comércio de açúcar.
Entrevistas com mais de uma dúzia de executivos do comércio e da indústria, fontes governamentais e agricultores mostram que a menor disponibilidade de cana e a crescente demanda por etanol deixarão pouco para exportação por vários anos, levando os corretores de empresas globais a alertar as sedes sobre a redução das oportunidades na Índia, segundo fontes do setor.
GOVERNO DEVE RESTRINGIR AS EXPORTAÇÕES
O açúcar é um tema politicamente sensível na Índia, maior consumidor mundial, onde doces são muito populares e muitas famílias de baixa renda dependem dele como fonte barata de calorias.
‘A oferta já está escassa na Índia, e agora o El Niño está se tornando um grande risco’, disse Rahil Shaikh, diretor-gerente da MEIR Commodities India, uma corretora com sede em Mumbai.
‘Se as chuvas ficarem aquém das previsões, o plantio de cana será prejudicado e isso manterá a Índia fora do mercado de exportação de açúcar por pelo menos três anos, enquanto o Brasil e a Tailândia também podem ter suas safras afetadas pelo El Niño.’
O Brasil, principal exportador, também está destinando mais cana para a produção de etanol. A Tailândia, outro grande exportador, também pode ter sua produção afetada pelas chuvas reduzidas pelo El Niño.
A Índia exportou, em média, 6,8 milhões de toneladas métricas de açúcar por ano nas cinco safras até 2022-23 — cerca de 10% dos embarques globais. Este ano, após exportar cerca de 800 mil toneladas, a Índia suspendeu os embarques até 30 de setembro, o fim da safra.
As usinas precisam de aprovação do governo para exportar açúcar, e Nova Délhi provavelmente suspenderá as autorizações de exportação a cada safra, em vez de anunciar uma proibição plurianual, afirmaram fontes do governo e do setor com conhecimento do assunto.
No mês passado, um ministro de alto escalão do governo do primeiro-ministro Narendra Modi instruiu as usinas a priorizarem a disponibilidade no mercado interno e a não pressionarem por exportações, disseram as fontes sob condição de anonimato, uma vez que as discussões eram confidenciais.
O Departamento de Alimentação, Abastecimento Civil e Assuntos do Consumidor da Índia não respondeu a um pedido de comentário sobre as perspectivas para as exportações ou suas restrições sobre exportações.
EL NIÑO PREJUDICA AS PERSPECTIVAS PARA A CANA
As condições do El Niño devem enfraquecer as chuvas de monção na Índia este ano, levando-as ao nível mais baixo em 11 anos.
Chuvas abaixo da média, aliadas a uma precipitação em junho mais de 40% abaixo da média, levaram os agricultores a adiar o plantio.
‘Eu tinha planejado plantar variedades de cana de ciclo longo em junho, mas como todo mundo está falando sobre chuvas mais fracas, decidi adiar esse plano’, disse Sambhaji Patil, que decidiu cultivar soja em 2 acres (0,8 hectares) no distrito de Sangli, no estado de Maharashtra, no oeste do país.
O proprietário de um viveiro, Suraj Chavan, disse que a demanda por mudas de cana caiu drasticamente nas últimas semanas.
É provável que os agricultores mudem para culturas que exijam menos água, o que poderia reduzir a área plantada com cana e a disponibilidade do produto na safra de 2027-28, disse Prakash Naiknavare, diretor-geral da Federação Nacional de Fábricas Cooperativas de Açúcar.
As autoridades locais começaram a promover culturas alternativas, como soja, feijão-guandu e outras variedades de leguminosas, na maioria das regiões produtoras de açúcar, e restringiram o abastecimento de água para irrigação.
A Índia deveria produzir 30,95 milhões de toneladas de açúcar nesta safra, mas a produção agora está estimada em 27,9 milhões de toneladas, abaixo do consumo anual de cerca de 28,5 milhões de toneladas, segundo estimativas do setor.
Como resultado, os estoques nas usinas no início da safra, em 1º de outubro, provavelmente cairão para cerca de 3,5 milhões de toneladas, o nível mais baixo em mais de três décadas, disse Shaikh, da MEIR.
Ao mesmo tempo, a Índia está promovendo uma maior mistura de etanol à gasolina e uma adoção mais ampla de veículos flex-fuel para reduzir a dependência do caro petróleo importado.
A demanda por etanol poderia mais que dobrar, passando dos atuais 12 bilhões a 13 bilhões de litros para cerca de 30 bilhões de litros (8 bilhões de galões) até 2039-40, à medida que o aumento da mistura de etanol na gasolina e a adoção de veículos flex-fuel ganham ritmo, sugerem as estimativas do setor.
‘A trajetória da demanda por etanol é incrivelmente forte’, disse Samir Somaiya, presidente e diretor-geral da Godavari Biorefineries. ‘A próxima fase da evolução da demanda será impulsionada pelo lançamento comercial de veículos flex-fuel.’
A Maruti Suzuki, maior montadora indiana, lançou este mês o primeiro veículo flex-fuel do país, enquanto a Hero MotoCorp lançou uma motocicleta flex-fuel.
A Índia eliminou este mês o imposto sobre a produção de gasolina misturada com níveis mais altos de etanol e lançou combustível com até 85% de etanol para apoiar a adoção de veículos flex-fuel.
As futuras políticas governamentais provavelmente darão prioridade à produção de etanol em detrimento das exportações de açúcar, afirmou B.B. Thombare, diretor-geral da Natural Sugar, no estado de Maharashtra.
A Índia poderia eventualmente ser forçada a importar açúcar se as perturbações climáticas relacionadas ao El Niño reduzissem drasticamente a área de cultivo de cana e a produção, disseram fontes do governo e autoridades do setor, com os comerciantes alertando que a oferta poderia ficar ainda mais restrita na safra de 2027-28.
‘Devido a um El Niño severo e à crescente demanda por etanol, não só as exportações da Índia seriam praticamente eliminadas, como também as importações para a Índia nos próximos anos poderiam se tornar necessárias”, disse Mohan Narang, diretor da K.S. Commodities, uma corretora de commodities em Nova Délhi.
SÃO PAULO, 17 Jun (Reuters) – A Engie Brasil (EGIE3) detalhou, em um documento apresentado à Comissão de Valores Mobiliários na noite desta terça-feira, os termos de um acordo para adquirir uma participação de 40% na usina hidrelétrica de Jirau de seu acionista controlador, a Engie Brasil Participações, parte da francesa Engie .
A empresa informou que o negócio será financiado por um aumento de capital de cerca de R$5,74 bilhões por meio de uma oferta de ações vinculada à aportação do ativo.
A oferta de ações poderá arrecadar até R$8,36 bilhões, incluindo uma alocação adicional, informou a empresa.
A transação entre partes relacionadas avalia a participação em cerca de R$5,37 bilhões, o que representa um desconto de aproximadamente 5% em relação ao valor médio de uma avaliação independente.
O conselho da empresa aprovou a operação, e os acionistas minoritários votarão em assembleia extraordinária no dia 2 de julho.
A Usina de Jirau, localizada no rio Madeira, na região amazônica, tem capacidade instalada de 3.750 megawatts.
Espera-se que o ativo gere mais de 20 anos de fluxos de caixa previsíveis, apoiados por receitas contratadas de longo prazo, de acordo com a Engie Brasil.
A Engie Brasil vem considerando há anos a aquisição da participação de seu acionista controlador na Jirau.
SÃO PAULO, 17 Jun (Reuters) – A Cosan (CSAN3) comunicou nesta quarta-feira que a Radar firmou acordo para a venda de 12% do seu portfólio total de propriedades agrícolas por R$ 1,85 bilhão.
Os imóveis, de acordo com a Cosan, estão localizados em Mato Grosso e compreendem uma área total de 41.214 hectares, destinados ao cultivo de soja, milho e algodão.
A empresa disse que o montante referente à sua participação soma aproximadamente R$ 586 milhões.
O dólar opera em leve alta frente ao real nesta quarta-feira (17), com os investidores à espera das decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), em sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh, e do Comitê de Política Monetária (Copom).
Às 9h13, o dólar à vista operava com alta de 0,06%, aos R$ 5,090 na venda. O dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,01% na B3, aos R$ 5,106.
Dólar comercial
Compra: R$ 5,088
Venda: R$ 5,090
O que aconteceu com dólar?
A expectativa geral é de que o Fed mantenha sua política monetária inalterada na reunião de estreia de Warsh. No entanto, o comunicado, as projeções econômicas e a coletiva de imprensa serão analisados minuciosamente em busca de quaisquer sinais de que o Fed esteja abandonando sua postura de flexibilização monetária, à medida que as autoridades se tornam mais cautelosas em relação aos riscos de inflação.
No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.
O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.
O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.
No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.
Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.
(Bloomberg) –Wall Street passou a última semana oscilando entre a macroeconomia e a euforia.
Os investidores analisaram dados mistos sobre a inflação, desdobramentos positivos no conflito do Oriente Médio e oscilações bruscas nos preços do petróleo. Ao mesmo tempo, a corrida por exposição à SpaceX se estendeu muito além da oferta pública inicial de ações da empresa, com investidores buscando maneiras alternativas de participar de uma das estreias na bolsa mais aguardadas dos últimos anos.
O resultado foi um mercado com dificuldades para se consolidar em uma narrativa única, com investidores oscilando entre desenvolvimentos macroeconômicos e operações especulativas. Segundo uma métrica, o Nasdaq 100 registrou esta semana suas maiores oscilações médias intradiárias desde abril de 2025.
A SpaceX tornou-se o ponto crucial da semana. Investidores de varejo enviaram mais de US$ 100 bilhões em pedidos para a oferta, superando em muito as alocações disponíveis por meio de corretoras.
Mas, diferentemente de frenesis anteriores de IPOs, a demanda não se limitou ao livro de ofertas tradicional. Investidores que não conseguiram garantir ações buscaram exposição em outros lugares. Isso ajudou a impulsionar grandes fluxos de entrada pré-IPO em fundos, incluindo o ETF Baron First Principles de US$ 2 bilhões, além de alimentar a atividade em uma rede crescente de plataformas de negociação alternativas.
A Polymarket gerou mais de US$ 25 milhões em volume de negociações em contratos relacionados à SpaceX. Essa atividade também se estendeu aos mercados nativos de criptomoedas, com investidores negociando contratos futuros perpétuos vinculados à empresa na plataforma descentralizada Hyperliquid. O que antes seria uma simples história de IPO passou a se desenrolar simultaneamente em diversas plataformas de negociação.
“O fato de estarmos vendo uma proliferação de ETFs atrelados a ações populares demonstra o momento atual”, disse Peter Atwater, presidente da consultoria Financial Insyghts. “O público agora está especulando com base em seu próprio impulso maníaco, utilizando toda a força que consegue encontrar.”
Mais de 20 ETFs ligados à SpaceX já foram registrados, abrangendo desde produtos alavancados e inversos até estratégias baseadas em opções. Um ETF alavancado atrelado à SpaceX teve uma alta de mais de 80% antes de praticamente paralisar suas negociações na sexta-feira, segundo dados compilados pela Bloomberg e informações publicadas no site da bolsa Cboe, devido a preocupações regulatórias.
As empresas emissoras de ETFs, que antes esperavam meses após um IPO para lançar produtos relacionados, agora correm para registrar seus pedidos quase imediatamente, o que demonstra a rapidez com que Wall Street se mobiliza para atender à demanda especulativa.
“Certamente há espaço para especulação, mas eu prefiro que os investidores invistam”, disse Nancy Tengler, CEO da Laffer Tengler Investments, que tem uma convicção de longo prazo na empresa.
Os produtos usados para expressar visões especulativas estão se tornando grandes o suficiente para influenciar as negociações no mercado em geral. Estrategistas da Nomura estimam que os ETFs alavancados, de forma mais ampla, geram atualmente cerca de US$ 8 bilhões em demanda de rebalanceamento para cada variação de 1% no mercado, enquanto o posicionamento em opções contribui com bilhões a mais.
O Barclays Plc estimou recentemente que fluxos semelhantes ligados aos principais ETFs alavancados dos EUA atingiram um recorde antes da onda de vendas ocorrida no início deste mês. Esses produtos não determinam a direção do mercado, mas podem amplificar as tendências predominantes, transformando explosões de entusiasmo — ou ansiedade — em oscilações maiores.
“O ecossistema especulativo também indica oscilações maiores em torno de ações relacionadas, porque quando a exposição é construída por meio de produtos alavancados e sintéticos, as altas e as baixas podem ocorrer mais rapidamente do que os investidores esperam”, disse Chris Murphy, co-chefe de estratégia de derivativos do Susquehanna International Group.
As oscilações da semana refletiram a rapidez com que o foco do mercado mudou. Dados relativamente moderados da inflação ao consumidor impulsionaram inicialmente os ativos de risco. Um dia depois, dados mais fortes sobre os preços ao produtor levantaram novas dúvidas sobre as pressões de custos. Enquanto isso, os comentários do presidente Donald Trump sobre o Irã alteraram repetidamente as expectativas para o conflito e fizeram com que o petróleo e as ações se movessem em direções opostas. Na sexta-feira, as esperanças de um avanço diplomático ajudaram a impulsionar as ações novamente.
“O acordo de paz intermitente está provocando fortes oscilações de curto prazo no nível do índice, tornando mais desafiador analisar e investir em ações individuais”, disse Michael O’Rourke, estrategista-chefe de mercado da JonesTrading. “Isso complica a situação enquanto as empresas tentam navegar em meio à euforia.”
Cautela?
Sinais de cautela surgiram em meio ao fervor especulativo. A Susquehanna apontou para uma atividade considerável de hedge em ETFs de semicondutores, incluindo grandes compras de proteção contra quedas no ETF de semicondutores da VanEck. Mesmo enquanto os investidores buscavam histórias de crescimento, outros se posicionavam para oscilações maiores no futuro.
A SpaceX foi a obsessão dominante da semana. Mas a notícia mais importante é a facilidade com que os investidores agora podem participar — e construir exposição a — um negócio que antes poderia ter sido restrito principalmente a investidores institucionais.
Para Aaron Korff, um empresário de 55 anos da Flórida que dirige uma empresa de software de gerenciamento de transporte de veículos, a oferta da SpaceX era impossível de ignorar. Korff disse que nunca havia investido em um IPO antes, principalmente porque considerava o processo complicado. Desta vez foi diferente. Ele enviou sua solicitação pela E-Trade na segunda-feira e recebeu uma parte das ações antes da abertura do mercado na sexta-feira, embora a enorme demanda tenha feito com que ele recebesse apenas um quarto do seu pedido inicial.
Ainda assim, Korff disse que o apelo ia além da euforia do mercado em torno das ações.
“Quem se importa se as ações sobem e descem? Você ama a empresa? Acredita no futuro dela? Esses são os motivos certos para investir nela”, disse ele. “Elon Musk fará tudo o que estiver ao seu alcance para impulsionar os negócios. Veja o que ele já fez com a SpaceX.”
Um mapeamento realizado pela XP Investimentos analisou o posicionamento de preços e o mix de produtos de oito grandes redes de vestuário de média renda.
O trabalho dos analistas mostra que apesar de todas as transformações no cenário competitivo – motivadas, especialmente, pela entrada de novas marcas globais e pela decisão do governo de zerar o imposto de importação federal para compras internacionais de até US$ 50 –, as varejistas nacionais de departamento continuam dominando o mercado de massa brasileiro.
Dentro desse cenário, os analistas da XP preferem a Lojas Renner (LREN3), por conta da postura altamente competitiva da companhia em relação a outras do setor que são listadas na B3.
“Vemos as lojas de departamento bem posicionadas no segmento, sustentadas por esforços recentes em qualidade de produto e percepção de valor, enquanto a precificação competitiva da LREN3 é um dos pilares por trás de nossa preferência pela ação”, diz o relatório da XP Investimentos.
Segundo o levantamento da XP, a Shein, Renner, C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) concentram de forma esmagadora seus estoques na faixa abaixo de R$ 200 para capturar o consumidor de massa.
Entre as empresas com lojas físicas, a Renner lidera no quesito agressividade, com cerca de 88% de seu catálogo total precificado abaixo desse patamar.
No volume total de roupas oferecidas, a Shein lidera com a maior variedade da amostra para reforçar seu modelo de ultra-fast fashion. A Renner aparece em seguida, na liderança do mercado físico tradicional, com a C&A em uma posição intermediária sólida.
Devido à sua entrada recente em agosto de 2025 e à sua pegada física de apenas 8 lojas, a H&M já superou o sortimento da Riachuelo em categorias selecionadas (majoritariamente femininas). Já a Bershka, lançada em março de 2026 no Brasil com uma única loja e foco em curadoria de moda, retém o catálogo mais enxuto da pesquisa.
Do premium ao básico
O documento da XP mostra que em relação ao tamanho dos tickets médios de preço cheio, a Zara atua isolada em uma categoria de perfil puramente premium, registrando uma média de R$ 399 por peça. Esse valor supera em mais de duas vezes e meia o preço médio de R$ 140 verificado na Renner.
A marca concentra seu portfólio na faixa de R$ 201 a R$ 400 e apresenta uma exposição significativa de 21% de todo o seu sortimento acima do patamar de R$ 500.
Essa característica a torna “praticamente a única varejista com um sortimento mais premium, deixando Renner, C&A, Riachuelo e Shein competindo entre si pelo consumidor de massa”, segundo os analistas.
Por outro lado, as marcas estreantes H&M e Bershka estacionaram na lacuna central de preços, concentrando suas etiquetas entre R$ 101 e R$ 300. Elas posicionam-se acima das lojas de departamento nacionais, mas estruturalmente abaixo da Zara.
Descontos e promoções
Outro ponto levantado no documento é em relação às promoções e políticas de desconto. Tanto a Shein quanto a Renner possuem as políticas mais incisivas do mercado: A Shein opera com 74% de suas mercadorias remarcadas, enquanto a Renner mantém 63% do catálogo em promoção, aplicando reduções médias de preço de 30% a 35%.
A XP ressalta que tal agressividade por parte da Shein faz com que a chinesa registre estatísticas de preço médio muito alinhadas às das lojas de departamentos locais brasileiras, mesmo sendo estruturalmente 30% mais barata que Renner, C&A e Riachuelo em termos de preço cheio.
Vale frisar que os preços extraídos não embutem as cobranças estaduais de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
“Shein e Renner atualmente têm a intensidade promocional mais aggressive (63-74% dos SKUs com desconto)”, diz o relatório, contrapondo-se à rigidez de preço cheio da Zara, H&M e Bershka, que operam com liquidações restritas e calendário promocional fixo.
Blindagem do mercado nacional
Os investimentos contínuos das varejistas brasileiras em cadeias de suprimentos e percepção de marca ajudaram a blindar o mercado físico nacional contra os novos concorrentes.
A XP Investimentos pontua que a própria Hering redesenhou suas tabelas de preço para convergir em direção aos valores praticados pelas grandes lojas de departamentos, com maior intensidade no seu foco comercial em itens básicos.
Mesmo com a concorrência da internet e as pressões competitivas globais, o estudo conclui que as empresas tradicionais de vestuário conseguiram defender suas margens operacionais e o valor agregado de seus produtos.
“No geral, nossos achados sustentam nossa visão construtiva para o segmento e nossa preferência por LREN3“, finalizam os analistas.
A Latam Brasil tem tratado a questão do fim da escala de trabalho 6×1 dividindo o impacto da mudança nas duas realidades de sua equipe – o pessoal de solo e as tripulações – e tem recebido das autoridades do país que essas diferenças serão respeitadas no caso de aprovação da legislação pelo Congresso. A afirmação foi feita pelo CEO da companhia no Brasil, Jerome Cadier, durante entrevista coletiva na 82ª Assembleia Anual da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), no Rio de Janeiro.
Para a realidade do pessoal de solo, Cadier disse que a companhia “está muito próxima do estado desejado” pela nova lei e que vai buscar os ajustes necessários para sua tripulação. No caso da tripulação e pilotos, o executivo disse que as discussões tem avançado e que tem ouvido que as diferenças serão respeitadas. “O governo garantiu que as mudanças vão impactar mais as equipes de solo”, disse.
Durante a última teleconferência após a divulgação dos resultados da companhia, o CEO comentou que, caso as duas situações fossem tratadas sob o mesmo prisma, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais iria inviabilizar a operação internacional das companhias aéreas, por conta da duração dos voos.
O executivo também disse na coletiva que a previsão da primeira certificação de um avião Embraer E195-E2 da companhia é o quarto trimestre de 2026. No ano passado, a companhia aérea anunciou a compra de até 74 aeronaves da Embraer (EMBR3), sendo um pedido de 24 entregas firmes e mais 50 opções de compra, num valor estimado em US$ 2,1 bilhões.
Roberto Alvo, CEO da Latam Airlines também participou da coletiva e destacou o crescimento do setor e da empresa desde que IATA sediou pela última vez sua assembleia anual no continente, em 1999. Na quela ano, as aéreas da América do Sul tinham transportado 68 milhões de passageiros, o equivalente a 4% do mercado no mundo. No ano passado, foram 447 milhões, mais de 5% do total.
Pelo modelo de entrega dos serviços da Latam, que busca o mesmo tratamento aos passageiros independentemente da rota, Alvo disse não estar preocupado com notícias de uma possível maior concorrência na região de empresas estrangeiras. Eles destacou ainda que a Latam é a companhia aérea mais sustentável do Hemisfério Ocidental.
Sobre o impacto da guerra nos preços das passagens, por conta dos custos mais altos, o executivo acredita que eles seguirão altos, até um ajuste para baixo que deve acontecer no ano que vem. “A indústria como um todo se readaptou. É normal ver ajustes de capacidade. No final das contas, nós vamos ver um novo equilíbrio, com os preços baixando em 2027”, disse Alvo.
A companhia aérea brasileira Azul está intensificando cortes de capacidade em meio a preços mais altos do combustível de aviação, ligados à guerra no Irã, e a empresa continuará reduzindo voos para proteger o caixa em um ambiente incerto, disse o presidente-executivo, John Rodgerson.
Rodgerson disse à Reuters que as maiores empresas do setor vêm reduzindo capacidade para se alinhar melhor à demanda diante de níveis de custo mais altos, e a Azul seguirá o exemplo, indo além dos cortes anteriores à medida que o conflito se prolonga.
‘Quando fizemos nossos cortes iniciais, pensamos que a guerra já teria terminado’, disse ele em uma entrevista na sexta-feira, em preparação para uma reunião de líderes de companhias aéreas globais no Rio de Janeiro.
‘Mas ela continua, então vamos continuar a cortar algumas frequências de forma oportunista, certificando-nos de que estamos voando apenas coisas que fazem sentido.’
A maior parte das reduções da Azul no segundo trimestre ocorreu em rotas internacionais, com ajustes adicionais concentrados em frequências domésticas, em vez de retirar cidades inteiras, disse Rodgerson.
‘Você voa para Curitiba seis vezes por dia? Talvez, com esses preços de combustível, devessem ser quatro.’ A companhia aérea está priorizando seus principais hubs em Campinas, Belo Horizonte e Recife, acrescentou.
‘Ainda não retiramos cidades, mas isso está sempre em pauta. Mas primeiro você começa com a utilização e o corte de frequências.
‘Você não quer estar utilizando uma aeronave 13, 14 horas por dia quando os preços dos combustíveis dobram.’
Rodgerson disse que o balanço patrimonial da Azul, após uma grande reestruturação da dívida, colocou a empresa em uma posição mais forte do que alguns de seus pares para se adaptar. A companhia saiu do processo do Capítulo 11 em fevereiro com apoio da United Airlines e da American Airlines .
A Azul espera que os preços permaneçam sob pressão no segundo trimestre, sazonalmente mais fraco, mas vê espaço para que tarifas mais altas se sustentem à medida que a demanda se fortaleça no terceiro e quarto trimestres, disse ele.