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Bancários aprovam nova CCT; funcionários da Caixa aprovam greve

9 de Setembro de 2026, 16:02

Os bancários aprovaram a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que estabelece as regras das relações de trabalho nos bancos privados para os próximos dois anos. Ao mesmo tempo, empregados da Caixa Econômica Federal rejeitaram a proposta apresentada pelo banco e aprovaram uma greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (10). Leia em TVT News.

A nova CCT foi construída durante a Campanha Nacional dos Bancários e prevê reajustes salariais com aumento real, além da manutenção de direitos e benefícios da categoria. O acordo terá validade para 2026 e 2027 e abrange os trabalhadores dos bancos privados em todo o país.

A situação é diferente na Caixa porque, além das cláusulas gerais da CCT, os empregados possuem um acordo coletivo específico, negociado diretamente com o banco. Foi justamente essa proposta específica que acabou rejeitada nas assembleias.

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Nova CCT mantém direitos e prevê aumento real

A renovação da CCT representa o resultado das negociações entre a representação dos bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O acordo reúne regras sobre salários, benefícios, jornada e outras condições de trabalho aplicáveis aos funcionários dos bancos privados.

Segundo as entidades sindicais, a negociação preservou direitos conquistados pela categoria e garantiu aumento real nos reajustes previstos para os dois anos de vigência.

A CCT também serve de referência para a negociação dos trabalhadores dos bancos públicos. No Banco do Brasil e na Caixa, os empregados discutem ainda acordos específicos, que complementam as regras gerais estabelecidas para a categoria.

Os trabalhadores do Banco do Brasil aprovaram seu acordo específico. Na Caixa, porém, o resultado foi diferente e abriu caminho para uma nova mobilização.

Empregados da Caixa rejeitam proposta e aprovam greve

Os empregados da Caixa rejeitaram a proposta apresentada pela direção do banco e aprovaram greve por tempo indeterminado a partir de 10 de setembro. Entre os principais pontos de divergência estão questões relacionadas ao Saúde Caixa, à Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e às condições de trabalho.

Na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, cerca de 90% dos trabalhadores que participaram da votação foram contrários à proposta.

A Caixa solicitou uma nova rodada de negociação com a representação dos empregados para esta quarta-feira (9), véspera da data prevista para o início da paralisação. O encontro pode resultar em uma nova proposta e mudar os rumos da mobilização.

Assim, enquanto a categoria conseguiu concluir a negociação da CCT nacional, a campanha dos empregados da Caixa continua em aberto. O desfecho da nova rodada de negociação deve definir se a greve prevista para esta quinta-feira será mantida.

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Bancários rejeitam proposta da Fenaban e aprovam paralisação na quinta-feira, 20

18 de Agosto de 2026, 07:56

Os bancários rejeitaram, com 97,66% dos votos, a proposta apresentada pela Fenaban (federação dos bancos) na última quinta-feira 13, no âmbito da Campanha Nacional Unificada 2026. Decidiram ainda, com 89,34% dos votos favoráveis, por uma paralisação das atividades nesta quinta-feira, dia 20.

As deliberações ocorreram em assembleia virtual finalizada às 23h desta segunda-feira, 17, e os bancários acompanham a decisão no Sindicato dos Bancários de São Paulo

Antes, mais de 500 pessoas acompanharam virtualmente uma plenária – que também lotou o Auditório Azul do Sindicato –, por meio da qual foram dados informes, direito de voz e indicação de voto.

Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, fez um resgate de todos os debates realizados nas mesas de negociação com a Fenaban.

Luiza Hansen, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa); e Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) detalharam, respectivamente, os processos negociais com os bancos públicos.

Além de Neiva, Luiza e Fernanda, compuseram a mesa da plenária Lucimara Malaquias, secretária-geral do Sindicato; Aline Molina, presidenta da Fetec-CUT/SP (on-line); Sérgio Takemoto, presidente da Fenae; e Vívian Sá, presidenta da Apcef/SP.

Proposta inaceitável para a categoria dos bancários

A assembleia foi convocada após a sétima rodada de negociação, quando a Fenaban não apresentou proposta de índice de reajuste para salários e demais verbas, mesmo tendo assumido este compromisso na negociação anterior.

Para completar, os banqueiros colocaram na mesa propostas que atacam a unidade e os direitos da categoria: modelo de reajuste diferenciado em três faixas salariais (menores salários, salários intermediários e maiores salários); e congelamento do piso de ingresso.

Para Neiva Ribeiro, o resultado da assembleia reflete o sentimento da categoria bancária diante de uma proposta que representa retrocessos depois de terem construído um lucro de mais de R$ 124 bilhões só em 2025.

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Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo relata que os banqueiros colocaram na mesa propostas que atacam a unidade e os direitos da categoria. Foto: Spbancários

“Também reforça que a categoria não aceitará propostas sem avanços concretos em temas essenciais, como reajuste salarial, valorização da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e recomposição dos vales refeição e alimentação”, destaca a presidenta do Sindicato.

“Revela ainda que os bancários e bancárias estão mobilizados e sabem que são eles, ao lado do Sindicato, que fazem a Campanha Nacional. Vamos intensificar a mobilização e dar um grande recado na paralisação do dia 20”, finaliza a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.

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Bancários reivindicam aumento real, PLR e defesa dos bancos públicos

22 de Junho de 2026, 19:26

São Paulo, com informações do Sindicato dos Bancários – A categoria bancária definiu neste domingo (21) as reivindicações da Campanha Nacional Unificada que serão entregues à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) no dia 24 de junho.

Entre as prioridades apontadas pela categoria dos bancários estão:

  • o reajuste com reposição integral da inflação (INPC na data-base)
  • aumento real de 5%,
  • PLR maior,
  • valorização do vale-alimentação e vale-refeição,
  • ampliação do emprego e da rede de atendimento bancário,
  • combate às metas abusivas e
  • defesa dos bancos públicos.

Além disso, a categoria propõe a regulamentação do Sistema Financeiro Nacional, com maior controle social sobre o setor, ampliação do acesso ao crédito, redução das desigualdades e fortalecimento do papel dos bancos no financiamento do desenvolvimento econômico e social do país. E a importância de eleger um governo democrático e um Congresso que defenda a pauta dos trabalhadores.

A definição da pauta final de negociação começou no mês de abril, com a consulta aos bancários e os debates nas conferências estaduais. Neste fim de semana, durante a 28ª Conferência Nacional, em São Paulo, cerca de 630 delegados que representam trabalhadores de bancos públicos e privados de todo o país, definiram os itens para a Campanha Nacional Unificada 2026. São 450 mil bancários no país, organizados pelo Comando Nacional dos Bancários.

“Nossa campanha começou em abril, com a consulta à categoria, e em seguida as conferências estaduais e hoje finalizamos a Conferência Nacional. O resultado da consulta reflete a real necessidade da categoria. Nas cláusulas econômicas, as principais reivindicações foram por aumento real, PLR maior, e reajustes no vale-alimentação e refeição”, conta Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

“Entre as cláusulas sociais, a consulta apontou a manutenção dos direitos, emprego, plano de saúde e combate ao assédio moral. E destaca como a atual política dos bancos compromete a saúde dos empregados: Há um aumento no uso de medicamentos controlados, como antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes, nos últimos 12 meses. Além disso, a categoria aponta impacto negativo do ambiente bancário sobre a saúde mental, o que representa um problema estrutural de gestão, metas, pressão e intensificação do trabalho”, destaca Neiva.

“Também há uma preocupação crescente entre os trabalhadores, com o alto investimento dos bancos em tecnologia e IA e a categoria reivindica proteção ao emprego, qualificação, remuneração, revisão humana das decisões e limites ao monitoramento. Esse é um ponto fundamental da negociação coletiva no setor financeiro”.

Na Conferência, 630 delegados que representam trabalhadores de bancos públicos e privados de todo o país, definiram os itens para a Campanha Nacional Unificada 2026 dos 450 mil bancários no país, organizados pelo Comando Nacional dos Bancários

A coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, reforçou que a minuta de reivindicações expressa as preocupações da categoria, “como aumento real, valorização e proteção do emprego bancário, combate ao assédio moral, às metas abusivas, por um ambiente de trabalho saudável e para que as transformação estruturais do setor decorrentes da implementação das novas tecnologias resultem em benefícios para a categoria, não em fechamento de agências e postos de trabalho”, disse Juvandia.

“Saímos desta plenária revigorados, mais unidos e dispostos para seguir em frente na luta pela manutenção e avanço em direitos às bancárias e bancários de todo o país. A luta da categoria bancária é a luta de toda a classe trabalhadora. Quando nós avançamos, inspiramos toda a nossa classe a seguir avançando”, completou a dirigente.

Consulta Nacional dos Bancários 2026

A Consulta Nacional dos Bancários 2026 confirmou a disposição da categoria em participar da construção da pauta de reivindicações da Campanha Nacional. O levantamento, realizado entre 17 de abril e 31 de maio, recebeu 54.952 respostas.

Entre as cláusulas econômicas, a principal prioridade apontada pela categoria foi o aumento real de salário, indicado por 93% dos respondentes. Em seguida aparecem aumento da PLR, com 63%; aumento maior para o vale-alimentação e o vale-refeição, com 51%; aumento do piso da categoria, com 31%; Plano de Cargos e Salários, com 25%; igualdade salarial, com 10%; aumento da ajuda de custo para home office, com 3%; e aumento do auxílio combustível, com 2%.

Nas cláusulas sociais, a manutenção de direitos aparece como a principal prioridade, citada por 65% dos respondentes. Emprego foi indicado por 45%; plano de saúde, por 39%; combate ao assédio moral, por 35%; igualdade de oportunidades, por 24%; previdência complementar, por 19%; e impacto das inovações tecnológicas, por 17%.

A consulta também revelou que 40% dos consultados usaram medicamentos controlados, como antidepressivos, ansiolíticos ou estimulantes, nos últimos 12 meses. Além disso, 72,6% afirmaram que o ambiente de trabalho no banco em que atuam traz impactos negativos para a saúde mental dos trabalhadores e trabalhadoras. Apenas 14,3% disseram que não há impactos negativos e 12,6% responderam que não sabem.

Dados da categoria dos bancários

Emprego x agências

A defesa do emprego é uma das prioridades da Campanha 2026. A partir de 2020, com a intensificação da digitalização dos serviços financeiros, o setor bancário fechou 31,3 mil postos de trabalho até abril de 2026, dos quais aproximadamente 25 mil eram ocupados por mulheres (Novo Caged). As mulheres representaram 44,3% das admissões, mas 49,1% dos desligamentos no período. Somente em 2026 (janeiro até abril) foram fechados 5.410 postos de trabalho.

Entre 2024 e 2025, os cinco maiores bancos fecharam 1.345 agências, totalizando queda de 37% na rede física, considerando esse período. Mas reestruturação não reflete uma retração no setor, que teve lucro líquido de R$ 124 bilhões em 2025, mas sim uma mudança de estratégia para focar em alta renda e no atendimento digital.

Adoecimento

Em 2024, nos afastamentos por doenças “mentais e comportamentais”, os bancos múltiplos com carteira comercial ocuparam a 1ª posição entre os afastamentos acidentários por saúde mental do país, com 1.946 afastamentos e a 5ª posição entre os afastamentos previdenciários, com 8.345 ocorrências em 2024.

Em relação ao total de afastamentos por doenças mentais e comportamentais, a categoria bancária representa 25% dos afastamentos acidentários (que tem relação com o trabalho) e 3,3% dos afastamentos previdenciários no Brasil.

Tecnologia x lucro

O orçamento total em tecnologia do setor, para 2025, foi estimado em R$ 47,8 bilhões (alta de 13% ante 2024). Em 2025, somente os três privados, juntos (Itaú Unibanco, Bradesco e Santander), lucraram R$ 87,1 bilhões, com alta de 16,9%.

Com informações do Sindicato dos Bancários de São Paulo

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Fintechs e o mito da bancarização no Brasil

25 de Março de 2026, 18:21

Artigo da Presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Neiva Ribeiro, sobre o mito da bancarização. Leia o artigo em TVT News.

Por Neiva Ribeiro

Presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Nos últimos anos, as fintechs foram apresentadas como solução inovadora para ampliar o acesso da população ao sistema financeiro. Com discurso de inclusão, tecnologia e desburocratização, essas empresas prometeram levar serviços bancários a quem historicamente esteve à margem.

Mas, na prática, é preciso questionar: elas de fato promoveram a bancarização ou apenas ampliaram o alcance de serviços financeiros sem compromisso com inclusão real?

Bancarizar não é simplesmente abrir contas digitais ou oferecer cartões de crédito. Bancarização significa garantir acesso a crédito em condições justas, com taxas compatíveis com a renda da população, além de serviços que promovam estabilidade financeira e desenvolvimento econômico. Trata-se de inclusão.

Dados de 2024 do Banco Central indicam que o crédito no Sistema Financeiro Nacional segue fortemente concentrado nos grandes bancos, que respondem por 81% do total, percentual praticamente inalterado há mais de uma década. Em seguida, aparecem as cooperativas, com 7%, os bancos de desenvolvimento e as financeiras, com 5%, enquanto as fintechs, majoritariamente instituições de pagamento, ainda detêm participação bastante reduzida, de apenas 1%.

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80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, sendo que 29,6% possuem dívidas em atraso e 12,6% não terão condições de quitá-las. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O que se observa, no entanto, é que muitas fintechs expandiram sua atuação justamente entre as camadas mais vulneráveis da população, oferecendo crédito fácil, porém com juros elevados. Esse modelo tem contribuído para o aumento do endividamento das famílias mais pobres, que encontram nessas plataformas uma das poucas alternativas disponíveis, mas acabam presas em ciclos de dívida.

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) indicam que 80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, sendo que 29,6% possuem dívidas em atraso e 12,6% não terão condições de quitá-las.

Esse quadro se agrava diante do elevado patamar das taxas de juros no país: com a taxa Selic em 14,75%, as operações de crédito para pessoa física apresentam custos bastante elevados, como no cheque especial (138,73% ao ano), no crédito pessoal (118,13%) e, de forma ainda mais crítica, no rotativo do cartão de crédito (424,49%). A promessa de democratização do crédito se transforma, assim, em mais um mecanismo de exploração financeira.

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Em 2024, o movimento sindical bancário protocolou no Ministério da Fazenda uma proposta de regulamentação mais rígida para o setor de fintechs. Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O crescimento acelerado das fintechs no Brasil reforça essa contradição. Impulsionadas por investimentos robustos e por um ambiente regulatório mais flexível, essas empresas ampliaram sua base de clientes rapidamente.

No entanto, a proposta inicial — de criar uma rede mais acessível, com custos menores e juros reduzidos — não se concretizou na escala prometida. Em muitos casos, as taxas praticadas são tão altas quanto, ou até superiores, às dos bancos tradicionais.

A exclusão aumenta quando os bancos fecham agências e privilegiam setores de alta renda, para aumentar seus lucros. Um levantamento feito pelo Dieese mostra que tivemos a redução de 37% das agências em 10 anos, chegando a pouco mais de 14 mil unidades. São 8,5 mil agências a menos no país entre 2015 e 2025, Somente em 2025, 30 agências foram fechadas a cada semana.

Quase metade dos municípios não possuem agências bancárias. O fechamento de agências tem um impacto direto sobre a população, especialmente em cidades menores, afetando milhões de pessoas. Isso dificulta o acesso ao crédito, ao atendimento presencial e a serviços essenciais, sobretudo para idosos, população de baixa renda e pessoas com pouca familiaridade digital. O resultado é um processo de exclusão financeira e territorial.

Os bancos são uma concessão pública. Isso significa que os bancos têm responsabilidade social e obrigação de atender toda a população, não apenas os segmentos de alta renda. O fechamento de agências, a redução do atendimento presencial e a concentração de serviços voltados aos clientes mais rentáveis contrariam esse princípio e aprofundam desigualdades.

Se queremos, de fato, falar em bancarização, é preciso ir além da retórica da inovação. É necessário enfrentar o problema dos juros abusivos, proteger os consumidores mais vulneráveis e reafirmar o papel social das instituições financeiras. Caso contrário, continuaremos assistindo à expansão de um modelo que, sob o discurso da inclusão, reproduz e aprofunda desigualdades.

Sobre a autora

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Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários

Neiva Ribeiro é a atual presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. É formada em Letras pela Universidade Guarulhos, pós-graduada em Gestão Pública pela Fesp-SP, e em Gestão Universitária pela Unisal. É funcionária do Bradesco desde 1989. Ingressou na direção do Sindicato em 2000.

Foi diretora-geral da Faculdade 28 de Agosto de Ensino e Pesquisa, secretária de Formação e secretária-geral da entidade. 

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