❌

Visualização normal

Received before yesterdayTecnologia

Tela magnética grava vídeos e faz selfies com a câmera traseira do celular

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Vivo (Jovi) apresentou um acessório que pode facilitar a vida de quem grava vídeos e selfies com o celular. Trata-se de uma tela touchscreen magnética que funciona como monitor remoto da câmera, permitindo ao usuário visualizar e controlar a gravação enquanto utiliza as câmeras traseiras do smartphone.

O acessório foi apresentado junto à nova linha de celulares topo de linha Vivo X500 e faz parte do kit de fotografia do X500 Pro Max. A tela também pode ser adquirida separadamente.

📱 Veja as melhores promoções de hoje no WhatsApp do CT Ofertas

A ideia é especialmente interessante para criadores de conteúdo. Como a tela espelha o aplicativo de câmera do celular, o usuário consegue acompanhar o enquadramento mesmo estando diante da câmera traseira, além de controlar por toque algumas configurações.

Isso permite deixar de lado a câmera frontal, que normalmente oferece qualidade inferior à dos sensores traseiros. No X500 Pro Max, o conjunto inclui uma câmera principal de 50 MP e uma telefoto de 200 MP, segundo as informações apresentadas sobre o aparelho.

vivo x500 pro max monitor

Tela AMOLED tem apenas 68 gramas

O monitor da Vivo aposta em dimensões compactas para facilitar o transporte. A tela utiliza um painel AMOLED de 3,92 polegadas, tem apenas 5,65 milímetros de espessura e pesa 68 gramas.

A conexão com o smartphone é feita por Bluetooth, eliminando a necessidade de um cabo entre o celular e o monitor. O acessório pode ser fixado magneticamente ao telefone ou utilizado de forma remota dentro do alcance da conexão sem fio. Esse formato também diferencia a solução de alternativas como a tela de monitoramento da Insta360, que utiliza uma conexão por cabo.

Apesar do sistema magnético, existe uma limitação para quem pretende utilizar o monitor. Os celulares da Vivo não possuem suporte nativo ao padrão MagSafe, o que significa que é necessário utilizar uma capa específica compatível com o acessório para realizar a fixação magnética.

Na China, o monitor tem preço de 699 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 537 em conversão direta. Ainda não há informações sobre um eventual lançamento internacional, então a tela permanece como uma solução exclusiva do mercado chinês.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Samsung é investigada na Índia por pagamento de imposto em TVs OLED

23 de Setembro de 2026, 14:33

A Samsung está sendo investigada pelas autoridades da Índia por uma possível irregularidade no pagamento de tarifas de importação de peças usadas na fabricação de TVs OLED. Uma investigação semelhante também foi aberta contra a LG, que importa componentes para montar televisores no país.

O caso envolve a classificação dos componentes importados pelas empresas. Segundo as autoridades indianas, Samsung e LG podem ter aplicado uma tarifa reduzida de 5%, quando os produtos destinados à fabricação de TVs OLED deveriam estar sujeitos a uma alíquota de 15%.

As peças são utilizadas na fabricação e montagem dos televisores vendidos no mercado indiano, avaliado em aproximadamente US$ 4,7 bilhões. A tarifa menor, segundo o entendimento das autoridades, seria destinada a componentes utilizados em modelos mais antigos com tecnologias LCD e LED voltados ao mercado de massa.

Tanto a Samsung quanto a LG estariam contestando a interpretação das autoridades indianas. A argumentação das empresas é de que a tecnologia OLED seria, essencialmente, uma evolução da tecnologia LED e, por isso, os componentes utilizados nesses televisores também poderiam se beneficiar da tarifa reduzida.

TV Samsung

Multa pode chegar a 100% do imposto

A Samsung afirmou, em comunicado, que está analisando o assunto e reforçou seu compromisso com as regras locais. O caso ainda está em investigação e não há uma decisão definitiva sobre eventual irregularidade cometida pelas empresas.

Caso as autoridades concluam que houve pagamento incorreto das tarifas, as multas podem chegar a 100% do valor do imposto supostamente não recolhido, além da cobrança relacionada à diferença entre as alíquotas.

Até o momento, não foi informado o valor que cada empresa poderia ter de pagar caso a interpretação das autoridades indianas prevaleça.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Harman aposta no luxo e lança caixas de som de até R$ 220 mil no Brasil

22 de Setembro de 2026, 17:10

Em evento realizado em São Paulo, a Harman apresentou sua nova aposta no mercado brasileiro de Luxury Audio, segmento voltado a sistemas de som residencial de alta fidelidade: a JBL Summit Series e a nova geração da Revel Performa4.

Os lançamentos são formados por caixas acústicas passivas, ou seja, modelos que não possuem amplificador integrado e precisam ser conectados a equipamentos externos. A proposta é atender consumidores e projetos residenciais de alto padrão nos quais o sistema de áudio também pode fazer parte da composição do ambiente.

Para demonstrar os produtos, a Harman montou duas salas de audição equipadas com eletrônicos da Arcam: uma dedicada à JBL Summit Series e a outra à Revel Performa4. As demonstrações destacaram características como precisão tonal, dinâmica, palco sonoro e naturalidade na reprodução musical.

“O Brasil tem um público cada vez mais interessado em experiências de alto padrão e vemos espaço para ampliar o contato desse público com o áudio de alta performance”, afirmou Rodrigo Kniest, vice-presidente sênior e diretor-geral de Lifestyle para a América do Sul e presidente da Harman do Brasil.

JBL Summit Series chega ao Brasil

A nova linha da JBL estreia no mercado brasileiro com os modelos Summit Ama e Summit Pumori. A família utiliza o driver de compressão JBL D2 e o guia de ondas HDI, além de soluções destinadas ao controle de distorções e ressonâncias.

A JBL Summit Ama é uma caixa bookshelf de duas vias equipada com woofer de 8 polegadas. O modelo também utiliza o crossover JBL MultiCap e aposta em dimensões mais compactas dentro da linha.

JBL Summit Series

Já a JBL Summit Pumori é uma caixa de piso de três vias, com woofer de 10 polegadas. A configuração foi desenvolvida para entregar maior escala sonora, presença nos graves e capacidade dinâmica em comparação à Ama.

No Brasil, a Summit Ama custa R$ 119.998 o par com pedestal incluso, enquanto a Summit Pumori sai por R$ 219.998 o par. Ambas estão disponíveis na cor Preto High Gloss.

Revel Performa4 ganha nova geração

A Revel também apresentou a nova geração da linha Performa4, baseada em décadas de pesquisa da marca. A atualização traz uma arquitetura acústica renovada, novos alto-falantes e a sétima geração do Waveguide Revel, desenvolvida para aprimorar a precisão e o controle da dispersão sonora.

O modelo Performa4 F346 é uma caixa de piso de três vias, com três woofers de 6,5 polegadas com cones Micro Ceramic Composite (MCC), além de driver de médios de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada.

Revel Performa4

A Performa4 M146 adota formato bookshelf de duas vias, com woofer de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada. Já a Performa4 C245 foi projetada como canal central para sistemas de home cinema, com dois woofers de 5,25 polegadas e tweeter DCC.

Os preços sugeridos são de R$ 29.999 pela unidade da F346, R$ 23.999 pelo par da M146 e R$ 15.999 pelo par da C245. Os três modelos estão disponíveis na cor Walnut. Todos os produtos podem ser encontrados nos respectivos sites da JBL e da Revel.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Comparativo iPhone Duo x Galaxy Z Fold 8: qual celular dobrável é mais potente?

9 de Setembro de 2026, 16:18

O iPhone Duo finalmente coloca a Apple na disputa dos celulares dobráveis, justamente em um segmento no qual a Samsung praticamente domina. O rival direto é o Galaxy Z Fold8, que também inaugurou o design de passaporte na linha.

Em potência, a disputa é equilibrada no papel. O Duo traz o novo A20 Pro, enquanto o Fold8 usa o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Sem testes independentes de benchmark do iPhone, ainda não dá para cravar qual vence em desempenho bruto. Mas há diferenças claras no conjunto. Entenda:

Especificação

iPhone Duo

Galaxy Z Fold8

Processador

Apple A20 Pro

Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy

RAM

Não divulgada oficialmente

12 GB

Armazenamento

256 GB a 2 TB

256 GB, 512 GB e 1 TB

Tela externa

5,4"

5,5"

Tela interna

7,6"

7,6"

Taxa de atualização

ProMotion

120 Hz

Câmeras traseiras

48 MP + 48 MP

50 MP + 50 MP

Câmera frontal

12 MP

10 MP

Bateria

Dupla bateria

4.800 mAh

Peso

—

201 g

Espessura aberto

—

4,5 mm

Sistema

iOS 27

Android 17 / One UI 9

Preço no Brasil

a partir de R$ 21.999

a partir de R$ 12.599

Qual é mais potente?

O iPhone Duo tem vantagem potencial em desempenho bruto graças ao A20 Pro, chip desenvolvido pela Apple e também utilizado na linha iPhone 18 Pro. Entretanto, ainda faltam benchmarks independentes para comparar diretamente o processador com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy.

O Galaxy, por outro lado, leva vantagem na memória disponível: são 12 GB de RAM, algo importante para manter vários aplicativos abertos e explorar a proposta de multitarefa do Android.

Na prática, o Duo tende a ser a escolha mais interessante para quem prioriza desempenho otimizado dentro do ecossistema Apple, enquanto o Fold8 é mais versátil para produtividade e multitarefa.

Apple-iPhone-Duo-display-sizes-260909

Telas e design

Aqui há praticamente um empate. Os dois têm tela interna de 7,6 polegadas, mas adotam propostas diferentes.

O Duo tem tela externa de 5,4 polegadas e, aberto, funciona como um pequeno tablet. O aparelho também suporta Apple Pencil, recurso interessante para anotações, desenho e produtividade.

O Fold8 tem tela externa de 5,5 polegadas e painel interno de 7,6 polegadas, com proporções de 10:16 e 4:3, respectivamente. Por outro lado, o dobrável da Samsung não tem suporte a S Pen, então ponto para a Apple.

Câmeras: Galaxy leva vantagem em versatilidade

O Duo tem duas câmeras traseiras de 48 MP, uma principal e outra ultrawide. É um conjunto bastante forte, mas existe uma limitação importante: não há uma lente teleobjetiva dedicada.

O Fold8 também usa duas câmeras traseiras, mas ambas têm 50 MP: uma grande-angular com OIS e outra ultrawide. O aparelho ainda oferece zoom de qualidade óptica de 2x e até 10x digital.

Por isso, o Galaxy Z Fold8 vence em versatilidade fotográfica, enquanto o Duo aposta mais no processamento computacional da Apple (que segue sendo muito forte).

Bateria: Galaxy tem capacidade conhecida

A Samsung informa bateria de 4.800 mAh e até 26 horas de reprodução contínua de vídeo no Fold8.

No Duo, a Apple adotou uma arquitetura com duas baterias, mas a capacidade em mAh não é o melhor parâmetro para comparar diretamente os dois aparelhos. A eficiência do A20 Pro e do iOS 27 terá papel importante na autonomia real.

Assim, o Fold8 leva vantagem em capacidade declarada, mas ainda não é possível afirmar qual dura mais em uso cotidiano.

IMG20260811150645

E o preço?

Aqui está a maior diferença. O Galaxy Z Fold8 custa R$ 12.599 na versão de 256 GB, enquanto o iPhone Duo começa em R$ 21.999 – diferença de R$ 9.400, apenas para começar.

Isso muda bastante a conclusão: mesmo que o Duo consiga superar o Galaxy em desempenho, o Fold8 oferece uma relação entre hardware e preço muito mais agressiva.

O iPhone Duo parece ser o mais promissor em potência bruta, mas ainda precisa passar por benchmarks para confirmar essa vantagem. Já o Galaxy Z Fold8 é mais completo para quem valoriza multitarefa, câmeras versáteis, maior variedade de armazenamento e preço significativamente menor.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

iPhone dobrável tem câmera escondida embaixo da tela

9 de Setembro de 2026, 15:36

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e trouxe uma solução inédita para os smartphones da empresa: a câmera frontal da tela interna fica escondida embaixo do display. A tecnologia permite que o painel de 7,6 polegadas tenha uma área de visualização sem notch ou furo aparente.

A nova câmera FaceTime permanece oculta quando não está em uso, preservando a experiência de tela inteira. A solução faz parte da estratégia da Apple de aproveitar melhor o espaço do display interno, que também recebe acabamento em nanotextura para reduzir reflexos e tornar o vinco menos perceptível.

O iPhone Duo tem duas telas Super Retina XDR: uma externa de 5,4 polegadas, utilizada com o aparelho fechado, e outra interna de 7,6 polegadas quando o dispositivo é aberto. É justamente sob o painel maior que a Apple posicionou a câmera frontal Center Stage.

O componente foi desenvolvido para ficar invisível durante o uso normal. Segundo a Apple, a câmera também consegue tirar fotos e vídeos automaticamente em diferentes orientações, sem que o usuário precise girar o aparelho para ajustar o enquadramento.

A tela interna mantém ainda recursos como ProMotion, Always-On e brilho máximo de até 3.000 nits em ambientes externos. A proporção das duas telas também é a mesma, permitindo que o conteúdo seja redimensionado de maneira proporcional ao abrir ou fechar o aparelho.

iPhone Duo transforma a câmera traseira em selfie

A câmera escondida não é a única novidade fotográfica do dobrável. O aparelho também permite usar a câmera traseira para tirar selfies em alta resolução, aproveitando a tela externa como visor para que o usuário consiga visualizar o enquadramento.

Outro recurso chamado Duo Preview permite que a pessoa que está sendo fotografada consiga acompanhar a prévia da imagem na tela externa antes do disparo.

iphone duo

 Há ainda o Smart Take, que utiliza inteligência artificial para identificar quando as pessoas estão posando e realizar automaticamente a captura. Para fotografar crianças, o Kid Cue exibe animações do Snoopy e de outros personagens de Peanuts no display externo para tentar chamar a atenção dos pequenos.

O conjunto também habilita o Duo FaceTime, que permite que outras pessoas próximas participem de uma videochamada utilizando a tela e a câmera externas.

Na traseira, o iPhone Duo traz uma câmera principal Fusion de 48 MP, capaz de registrar fotos de 24 MP por padrão e equipada com uma teleobjetiva integrada de 2x com qualidade óptica. O sistema promete ainda zero shutter lag, reduzindo o intervalo entre o toque no botão e a captura.

A segunda câmera é uma Ultra-Wide Fusion de 48 MP, destinada a fotografias com campo de visão mais amplo e imagens macro. O aparelho também grava vídeos em 4K a 120 quadros por segundo com Dolby Vision e permite ajustar efeitos cinematográficos depois que a gravação já foi realizada.

Design dobrável aposta em tela sem interrupções

A câmera sob o display combina com a proposta de design do iPhone Duo. Aberto, o aparelho é o iPhone mais fino já produzido pela Apple e oferece uma tela 50% maior que a do iPhone 18 Pro Max.

O iPhone Duo será vendido nas cores star white e night sky, com armazenamento de 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB. A pré-venda começa em 16 de outubro, inclusive no Brasil, e a disponibilidade geral está marcada para 23 de outubro. O preço inicial é de R$ 21.999.

Já no iPhone tradicional, a Apple também trouxe melhorias significativas na câmera da linha Pro.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

9 de Setembro de 2026, 14:53

A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta quarta-feira (9) com uma das maiores mudanças já feitas no sistema de câmeras da linha. Os novos celulares finalmente adotam abertura variável na câmera principal, recurso tradicionalmente associado a câmeras profissionais que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor.

A novidade coloca os modelos Pro mais próximos da experiência de uma câmera dedicada. Em vez de depender exclusivamente de processamento computacional para lidar com diferentes condições de iluminação, o usuário passa a contar com controle sobre a abertura da lente, permitindo adaptar a captura à situação.

A abertura de uma lente determina quanto de luz chega ao sensor e também influencia características como profundidade de campo. Em câmeras tradicionais, fotógrafos podem alterar esse parâmetro para adaptar a imagem à cena.

No iPhone 18 Pro, a Apple incorporou essa possibilidade à câmera principal de 48 MP. A abertura variável pode ajudar especialmente em situações de pouca luz, além de permitir maior controle sobre o resultado de fotografias com diferentes níveis de iluminação.

Na prática, isso representa uma mudança importante em relação aos iPhones anteriores, que utilizavam uma abertura fixa em suas câmeras. A abertura variável vinha sendo apontada como uma das principais novidades fotográficas da geração e agora foi confirmada pela Apple.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

iPhone ganha ferramentas de fotografia profissional

A evolução não está apenas no hardware. A Apple também prepara o sistema de câmera para oferecer controles mais avançados, aproximando o celular das ferramentas encontradas em equipamentos voltados a fotógrafos.

Entre os recursos anunciados para a nova geração estão ferramentas como histograma e waveform para análise de exposição, focus peaking para auxiliar na confirmação do foco e alertas de áreas superexpostas. Também foram citados controles de foco manual e correções de imagem baseadas na abertura utilizada.

Essas funções são particularmente interessantes para quem prefere ter maior controle sobre a captura em vez de deixar todas as decisões nas mãos dos algoritmos automáticos.

O focus peaking, por exemplo, destaca visualmente as regiões que estão em foco. Já histogramas e formas de onda ajudam a avaliar a distribuição de luz da imagem antes ou depois da captura, ferramentas comuns em fluxos profissionais de fotografia e vídeo.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.21.46

Mais controle sem abandonar a fotografia computacional

Apesar da aproximação com câmeras profissionais, a Apple não abandonou a estratégia de fotografia computacional que se tornou característica do iPhone.

O processamento de imagem continua responsável por combinar dados dos sensores, ajustar exposição e melhorar resultados em situações difíceis. A diferença é que o hardware passa a oferecer uma variável adicional para o fotógrafo controlar.

A abertura variável também pode contribuir para melhorar fotografias em ambientes escuros. Segundo a cobertura do lançamento, a câmera principal de 48 MP ganhou justamente esse mecanismo, com a proposta de ampliar a capacidade do aparelho em diferentes condições de iluminação.

Pro e Pro Max recebem foco nas câmeras

Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o posicionamento de aparelhos voltados a usuários que procuram o máximo em fotografia e vídeo dentro do ecossistema da Apple.

Além das câmeras atualizadas, os celulares são equipados com o novo chip A20 Pro de 2 nanômetros, que promete aumento de desempenho e eficiência energética. Os aparelhos também receberam melhorias no gerenciamento térmico e na autonomia, além de um recurso que identifica fotos criadas com IA.

A combinação entre processamento mais potente e novo sistema óptico é importante porque muitos dos recursos avançados de fotografia dependem justamente da capacidade do aparelho de analisar e processar grandes quantidades de dados rapidamente.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível

9 de Setembro de 2026, 14:37

A Apple apresentou nesta quarta-feira (9) o Apple Watch Ultra 4 e o Apple Watch Series 12, novas gerações de seus relógios inteligentes. Embora tenham propostas diferentes, os dois modelos compartilham uma das principais novidades da geração: o Sistema de Sensoriamento de Saúde, que promete oferecer o monitoramento de frequência cardíaca mais preciso em um dispositivo vestível.

A tecnologia combina novos sensores ópticos e elétricos com o chip S11, permitindo medições mais recorrentes da frequência cardíaca e da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Os dados servem de base para novos recursos de saúde e condicionamento físico, incluindo a inédita pontuação de prontidão, que tenta indicar se o corpo está preparado para atividades mais intensas ou se precisa de recuperação.

Apple Watch Ultra 4 tem bateria para até 50 horas

O Apple Watch Ultra 4 mantém a proposta de ser o modelo mais resistente da família, com caixa de titânio disponível nas opções natural e preto. O relógio também ganhou melhorias direcionadas a atletas e aventureiros, incluindo o que a Apple classifica como o GPS integrado mais preciso em um relógio esportivo.

A autonomia é um dos principais diferenciais. O Ultra 4 promete até 50 horas de uso diário, podendo chegar a 84 horas no modo de pouca energia. Para atividades ao ar livre, o modo de treino estendido oferece até 25 horas de rastreamento com GPS completo, enquanto o modo de treino máximo estendido chega a 45 horas, com leituras de GPS a cada segundo.

A recarga rápida também evoluiu: 15 minutos na tomada podem adicionar até 18 horas de bateria.

Series 12 aposta em formato mais convencional

Já o Apple Watch Series 12 mantém a proposta de smartwatch tradicional, mas recebe o mesmo sistema de sensoriamento de saúde e o chip S11. O modelo mede a frequência cardíaca a cada cinco segundos ao longo do dia, utilizando LEDs verdes maiores e mais eficientes no sensor óptico.

A VFC passa a ser medida até 24 vezes mais frequentemente. A Apple divide o indicador em duas categorias: VFC de Recuperação, voltada para sinais diários de estresse e recuperação, e VFC Geral, direcionada a informações mais amplas sobre a saúde cardiovascular.

O Series 12 terá caixas de 42 mm e 46 mm, com opções de alumínio, titânio e cerâmica. Entre os acabamentos estão preto, ouro claro, cinza espacial, titânio natural, ouro radiante, branco pérola e azul noite.

A autonomia chega a 24 horas, enquanto 15 minutos de carregamento garantem até 12 horas adicionais de bateria. Em treinos ao ar livre, a Apple promete até 10 horas de uso.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.37.48

Prontidão transforma dados em uma nota de 0 a 10

Nos dois relógios, o novo recurso de prontidão reúne atividade recente, carga de treinamento, sinais vitais e pontuação de sono para gerar uma nota diária entre 0 e 10.

Em vez de apresentar apenas os números coletados pelos sensores, o sistema transforma as informações em recomendações como “Recuperar”, “Maneirar”, “Pronto” e “Vai com Tudo”. A pontuação pode mudar durante o dia conforme novos dados, como um treino intenso, são registrados.

A Apple também redesenhou o aplicativo Saúde do iPhone, que receberá no fim do ano uma nova aba Longevidade. Entre os recursos está a Idade de Saúde, que compara a evolução das métricas do usuário com sua idade real.

Apple Intelligence chega aos relógios

O chip S11 também amplia o uso de inteligência artificial nos relógios. Com o watchOS 27, a Apple Intelligence alimenta a Siri no Apple Watch, permitindo que a assistente compreenda melhor o contexto pessoal e utilize um conhecimento mais amplo.

Outro destaque é a Inteligência de Áudio. O microfone do relógio, combinado ao processamento do S11, permite identificar sons importantes como sirenes, alarmes, campainhas e choro de bebê.

O recurso Live Rewind também pode exibir em texto os últimos 15 segundos de uma conversa após um clique duplo na Digital Crown. Há ainda o Siri Recap, para resumir os principais pontos de conversas, e integração com o Shazam para identificar músicas.

O Apple Watch Series 12 parte de US$ 399 (cerca de R$ 2.036), enquanto o Apple Watch Ultra 4 começa em US$ 799 (R$ 4.078) nos Estados Unidos. A pré-venda dos dois modelos começa nesta quarta-feira (9), com disponibilidade prevista para 18 de setembro de 2026. 

Ainda não temos datas para pré-venda ou disponibilização no Brasil, mas a Apple já revelou que o novo Apple Watch Ultra 4 terá preços a partir de R$ 10.499, enquanto Apple Watch Series 12 parte de R$ 5.499 com várias versões. Veja os preços para cada variante:

Configuração Preço inicial no Brasil
Apple Watch Series 12 Alumínio a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 Titânio a partir de R$ 9.299
Apple Watch Series 12 Cerâmica a partir de R$ 11.899
Apple Watch Series 12 42 mm a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 46 mm a partir de R$ 6.099
Apple Watch Series 12 GPS a partir de R$ 5.499
Apple Watch Series 12 GPS + Cellular a partir de R$ 6.799

Durante a apresentação, a Apple também anunciou a nova geração do iPhone e dos seus fones AirPods.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Sony decide desafiar LG e Samsung com nova linha de TVs OLED

27 de Agosto de 2026, 17:04

A Sony anunciou a BRAVIA 6, nova TV OLED que chega aos Estados Unidos e Canadá para disputar espaço com modelos intermediários de Samsung e LG. Posicionada abaixo das linhas BRAVIA 8 e BRAVIA 8 II, a novidade aposta em preços mais competitivos sem abrir mão de recursos avançados.

A BRAVIA 6 utiliza painel OLED de 120 Hz e será vendida em cinco tamanhos: 48, 55, 65, 77 e 83 polegadas. A TV também conta com Triluminos Pro, Google TV com Gemini e compatibilidade com Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS:X.

Um dos principais diferenciais da BRAVIA 6 é a presença de quatro portas HDMI 2.1, característica que pode interessar especialmente a gamers que utilizam mais de um console ou PC. A Sony ainda não confirmou qual processador equipa a televisão.

A empresa também redesenhou o controle remoto, que ganhou um direcional maior e centralizado, além de uma nova disposição para os botões de serviços de streaming. O acessório ainda possui microfone integrado para comandos ao Gemini.

Com a nova televisão, a Sony amplia sua oferta de modelos OLED e passa a disputar diretamente uma faixa de preço ocupada por produtos como a LG C6 OLED e a Samsung S90H QD-OLED. A estratégia também complementa os recentes investimentos da fabricante em TVs com tecnologia LED RGB.

sony bravia 6

Preço da BRAVIA 6

A BRAVIA 6 já está disponível nos Estados Unidos e Canadá por meio da loja da Sony, Amazon, Best Buy e outros revendedores autorizados. Os preços sugeridos são:

  • 48 polegadas: US$ 1.299,99 (R$ 6.499,95);
  • 55 polegadas: US$ 1.499,99 (R$ 7.499,95);
  • 65 polegadas: US$ 1.999,99 (R$ 9.999,95);
  • 77 polegadas: US$ 2.999,99 (R$ 14.999,95);
  • 83 polegadas: US$ 3.999,99 (R$ 19.999,95).

Não há informações sobre lançamento da BRAVIA 6 no Brasil, uma vez que a marca desistiu de vender TVs por aqui após a chegada das coreanas.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Abajur da Xiaomi que mais parece um poste de luz sai por R$ 920

27 de Agosto de 2026, 15:44

A Xiaomi lançou na China uma nova luminária de estudo que chama atenção pelo tamanho e pelo tamnho formato pouco convencional: parece um poste de luz para você colocar dentro de casa. A Mijia Vertical Study Lamp 2C já está à venda no JD.com por 1.199 yuans, valor equivalente a R$ 920 em conversão direta.

Com aproximadamente 8,5 kg, o produto tem uma estrutura vertical e uma cabeça de iluminação de 80 cm de comprimento. A parte responsável pela emissão de luz fica a cerca de 1,3 metro da mesa, fazendo com que a luminária realmente lembre um pequeno poste de iluminação instalado ao lado da área de estudos.

O principal destaque do modelo é o enorme fluxo luminoso de 11.000 lúmens, suficiente para iluminar ambientes de até 14 m². A proposta é oferecer uma iluminação ampla e uniforme durante atividades como leitura e estudo.

A Mijia Vertical Study Lamp 2C utiliza um sistema de dupla fonte de luz. A iluminação superior fornece 8.000 lúmens, enquanto a inferior entrega outros 3.000 lúmens, seguindo uma proporção de brilho de 8:3.

A Xiaomi afirma que a combinação ajuda a complementar a iluminação do ambiente por meio de reflexão difusa. O formato alongado da cabeça também foi pensado para reduzir as sombras causadas pelas mãos, proporcionando uma área de trabalho mais uniforme.

Mijia Vertical Study Lamp 2C

A estrutura central da cabeça tem apenas 28 mm de espessura e conta com um sistema antitombamento de 11° para a parte frontal e traseira. A haste superior também possui botões sensíveis ao toque para alternar entre funções e modos.

Foco é reproduzir a luz natural

Outro diferencial está na reprodução de cores. A luminária possui índice de reprodução de cores Ra98 e temperatura de cor de 4.000 K. Segundo a fabricante, o espectro de luz é amplo, com GFC superior a 0,985, buscando reproduzir as características da luz solar.

O produto também atende ao nível RG0 de segurança contra luz azul, enquanto a Xiaomi afirma que o design praticamente elimina o ofuscamento, com índice UGR inferior a 13.

Por enquanto, não há informações sobre lançamento oficial fora da China.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Galaxy S26 FE x S25 FE: o que mudou e qual vale mais a pena?

27 de Agosto de 2026, 14:38

A Samsung resolveu não mexer em time que está ganhando com o Galaxy S26 FE, mas a nova geração chega com uma mudança importante em relação ao modelo do ano passado: o processador. Enquanto o Galaxy S25 FE utiliza o Exynos 2400, o modelo lançado nesta quinta-feira (27) aposta no Exynos 2500 de 3 nm, além de trazer Android 17 e One UI 9 de fábrica.

Fora isso, as diferenças são mais discretas. Tela, câmeras, bateria, carregamento e resistência permanecem praticamente iguais entre os dois modelos. Por isso, a escolha entre um e outro depende principalmente da diferença de preço e da importância que o usuário dá a desempenho e longevidade do software.

Galaxy S26 FE x S25 FE: o que realmente mudou?

Especificação Galaxy S25 FE Galaxy S26 FE
Tela 6,7" Dynamic AMOLED 2X, 120 Hz 6,7" Dynamic AMOLED 2X, 60/120 Hz
Resolução 1080 x 2340 FHD+
Brilho Até 1.900 nits Até 1.900 nits
Processador Exynos 2400, 4 nm Exynos 2500, 3 nm
RAM 8 GB 8 GB
Armazenamento 128/256/512 GB 128/256/512 GB
Câmera principal 50 MP, OIS 50 MP, OIS
Ultrawide 12 MP 12 MP
Telefoto 8 MP, 3x óptico 8 MP, 3x óptico, OIS
Frontal 12 MP 12 MP
Bateria 4.900 mAh 4.900 mAh
Carregamento com fio 45 W 45 W
Carregamento sem fio 15 W 15 W
Sistema Android 16 / One UI 8 Android 17 / One UI 9
Resistência IP68 IP68
Peso 190 g 193 g
Espessura 7,4 mm 7,4 mm

Exynos 2500 é a principal evolução

A maior mudança do Galaxy S26 FE está no coração do aparelho. O Exynos 2500 de 3 nm substitui o Exynos 2400 de 4 nm do S25 FE. Isso torna o S26 FE mais interessante para quem pretende usar o celular durante vários anos, especialmente em tarefas pesadas, jogos e aplicações que exigem mais processamento.

A quantidade de memória permanece em 8 GB de RAM, enquanto as opções de armazenamento continuam sendo 128 GB, 256 GB e 512 GB. Portanto, não há evolução nesse aspecto.

SCR-20260827-irkv

Tela continua praticamente igual

Os dois aparelhos possuem painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e brilho máximo de até 1.900 nits.

A principal diferença informada para o S26 FE é a indicação de taxa de atualização de 60/120 Hz, enquanto o S25 FE trabalha com até 120 Hz. Na experiência cotidiana, não há uma mudança significativa esperada na qualidade do display.

Para assistir a vídeos, navegar na internet ou jogar, os dois modelos continuam oferecendo uma tela bastante competente.

Câmeras: pouca novidade

O conjunto fotográfico também permanece essencialmente o mesmo. O Galaxy S25 FE possui câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x. O S26 FE mantém essa configuração, mas a telefoto passa a ter OIS explicitamente listado nas especificações.

Na frente, ambos contam com câmera de 12 MP. Isso significa que quem já possui um S25 FE não encontrará no S26 FE uma revolução fotográfica. A evolução está mais relacionada ao processamento proporcionado pelo novo chip do que a uma mudança radical no hardware das câmeras.

Bateria também não mudou

A capacidade continua em 4.900 mAh nos dois aparelhos. O carregamento com fio chega a 45 W, enquanto o carregamento sem fio permanece em 15 W. No S26 FE, a Samsung indica até 69% de carga em aproximadamente 30 minutos utilizando um carregador de 45 W.

O novo modelo também mantém o Wireless PowerShare, recurso que permite compartilhar energia sem fio com dispositivos compatíveis. Portanto, não há um motivo forte para trocar o S25 FE pelo S26 FE apenas por causa da bateria.

Android 17 dá vantagem ao Galaxy S26 FE

Aqui existe uma vantagem importante para o modelo mais novo. O Galaxy S26 FE chega com Android 17 e One UI 9, enquanto o S25 FE parte do Android 16 com One UI 8.

Como ambos têm previsão de sete anos de atualizações de sistema e segurança, o S26 FE também leva vantagem em longevidade: por ter começado com uma versão mais recente do Android, ele tende a terminar seu ciclo de atualizações em uma versão posterior.

Para quem pretende ficar muitos anos com o mesmo aparelho, esse detalhe pode pesar bastante.

i1060789

Qual vale mais a pena?

O Galaxy S26 FE é a escolha mais completa entre os dois. O Exynos 2500 de 3 nm, o Android 17 e a One UI 9 são suas principais vantagens e tornam o aparelho mais interessante para quem busca desempenho e longevidade.

Por outro lado, o Galaxy S25 FE pode ser o melhor negócio na precificação atual. O preço oficial do S26 FE no Brasil ainda não foi revelado, mas o S25 FE já pode ser encontrado por menos de R$ 3.000.

Considerando que o preço de lançamento é alto, vai levar alguns meses até que o S26 FE seja encontrado por um valor mais justo.

Vale comprar o Galaxy S26 FE se:

  • Você quer o processador mais novo;
  • Pretende ficar vários anos com o aparelho;
  • Valoriza começar com Android 17;
  • A diferença de preço para o S25 FE for pequena.

Vale comprar o Galaxy S25 FE se:

  • Ele estiver consideravelmente mais barato;
  • Você não precisa do máximo desempenho;
  • Câmeras e tela são prioridades;
  • Você busca o melhor custo-benefício.

O Galaxy S26 FE é tecnicamente superior, mas não representa uma atualização radical em relação ao S25 FE. Se os preços estiverem próximos, escolha o S26 FE. Se o S25 FE estiver bem mais barato, ele continua sendo uma compra muito interessante.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Fim da bagunça: Curitiba vai enterrar fios de energia e telecom por R$ 1,2 bilhão

27 de Agosto de 2026, 13:38

Curitiba deu o primeiro passo para retirar parte da fiação aérea das ruas. A Prefeitura e o BNDES assinaram um protocolo de intenções para estruturar um projeto que prevê o enterramento de até 120 quilômetros de cabos de energia elétrica e telecomunicações na capital paranaense. O custo estimado é de R$ 1,2 bilhão.

A iniciativa será estruturada por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Neste momento, ainda não há obras em andamento: o acordo firmado entre as partes autoriza o desenvolvimento dos estudos de viabilidade e a preparação para uma futura contratação.

A intenção inicial é concentrar a implantação em vias pavimentadas do Centro de Curitiba e regiões próximas, priorizando áreas mais movimentadas, turísticas, históricas, densamente ocupadas ou que apresentem problemas relacionados à resiliência da infraestrutura.

O projeto deverá envolver empresas de energia e telecomunicações, incluindo operadoras de internet por fibra óptica. Também serão avaliadas questões regulatórias relacionadas a órgãos como Anatel e Aneel, já que diferentes empresas e infraestruturas serão afetadas pela mudança.

curitiba

Menos acidentes e apagões

Além de melhorar a aparência da cidade, o enterramento dos cabos tem objetivos de segurança e infraestrutura. Segundo a Prefeitura, a rede subterrânea pode reduzir riscos de acidentes, incêndios e furtos, além de proteger os equipamentos contra eventos climáticos que podem provocar apagões e interrupções nos serviços.

A mudança também deve contribuir para a requalificação da paisagem urbana e da acessibilidade, retirando das ruas a grande quantidade de fios e cabos atualmente instalados nos postes.

Um dos aspectos mais importantes do acordo é que Curitiba pretende utilizar o projeto como uma espécie de laboratório para um futuro marco regulatório nacional sobre o enterramento de fiação. De acordo com o BNDES, a experiência da capital paranaense poderá ajudar a definir regras para iniciativas semelhantes em outras cidades brasileiras.

A estimativa de R$ 1,2 bilhão corresponde ao enterramento dos 120 quilômetros previstos, mas o financiamento deverá depender da estruturação da PPP e da participação de empresas interessadas. Portanto, o valor ainda representa uma estimativa do projeto e não um investimento já contratado.

Se sair do papel, Curitiba poderá se tornar uma das primeiras grandes cidades brasileiras a adotar uma estratégia ampla para substituir a tradicional “teia” de fios nos postes por uma infraestrutura subterrânea, com impactos na segurança, conectividade e paisagem urbana.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Qual é a distância ideal entre o sofá e uma Smart TV de 70 polegadas?

13 de Agosto de 2026, 17:17

Uma Smart TV de 70 polegadas pode transformar sua sala em um verdadeiro cinema, mas o tamanho da tela exige atenção ao posicionamento do sofá. Ficar perto demais pode causar desconforto visual, enquanto uma distância muito grande reduz a sensação de imersão e faz com que parte da qualidade da imagem seja desperdiçada.

Assim como acontece com televisores de outros tamanhos, a distância ideal depende principalmente da resolução da tela e do campo de visão ocupado pelo aparelho. Nos modelos 4K, hoje predominantes no mercado, é possível sentar mais próximo da TV sem perceber os pixels, desde que a instalação siga uma proporção adequada.

Como calcular a distância ideal

Uma das referências mais utilizadas por fabricantes consiste em multiplicar o tamanho da televisão, em polegadas, por 1,2. O resultado representa a distância mínima recomendada para obter uma experiência confortável e bastante imersiva. Aplicando essa fórmula:

70 × 1,2 = 84 polegadas

Convertendo esse valor para o sistema métrico, chega-se a aproximadamente 2,13 metros. Na prática, isso significa que o sofá deve ficar a cerca de 2,1 metros da tela para que a imagem ocupe uma área significativa do campo de visão sem exigir movimentos constantes da cabeça ou dos olhos. Essa distância costuma oferecer um bom equilíbrio entre conforto e imersão para filmes, esportes e jogos.

Também existe um limite máximo recomendado. Acima de aproximadamente 4,4 metros, a tela passa a ocupar uma parcela menor da visão do espectador, reduzindo a sensação de envolvimento proporcionada por uma TV desse porte. Esse valor é obtido mantendo a mesma proporção utilizada para outros tamanhos de tela.

91vtUB+87cL._AC_SL1500_

A resolução influencia na distância?

Sim. A resolução determina o quão perto é possível ficar da televisão antes que os pixels se tornem perceptíveis.

Em uma Smart TV 4K de 70 polegadas, esse limite costuma ficar significativamente abaixo da distância mínima recomendada para assistir com conforto. Isso significa que, na prática, a distância de aproximadamente 2,1 metros continua sendo a melhor referência para aproveitar a imagem sem perda de qualidade.

O mesmo vale para modelos 8K, cuja densidade de pixels permite uma aproximação ainda maior, embora isso normalmente não seja necessário em uma sala residencial. Já uma TV Full HD do mesmo tamanho exige um afastamento maior para preservar a nitidez da imagem, pois os pixels ficam perceptíveis a distâncias mais elevadas.

Por esse motivo, televisores grandes costumam oferecer melhor experiência quando possuem resolução 4K ou superior.

O tamanho da sala também faz diferença

Mesmo respeitando a distância mínima, é importante avaliar as dimensões do ambiente. Em salas pequenas, uma TV de 70 polegadas pode ocupar praticamente toda a parede, tornando a experiência cansativa durante longos períodos de uso. Já em ambientes mais amplos, ela consegue preencher melhor o campo de visão sem parecer desproporcional.

Outro cuidado importante é instalar o televisor na altura correta. O centro da tela deve ficar aproximadamente na linha dos olhos de quem está sentado no sofá, reduzindo a necessidade de inclinar constantemente o pescoço.

Também vale evitar reflexos provocados por janelas e fontes intensas de iluminação, que podem comprometer a qualidade da imagem independente da distância escolhida.

TV Samsung

Vale a pena comprar uma TV de 70 polegadas?

Para quem dispõe de uma sala com pelo menos 2,1 metros entre o sofá e a televisão, uma Smart TV de 70 polegadas oferece excelente nível de imersão para conteúdos em 4K. O tamanho é suficiente para criar uma experiência próxima à de um cinema sem exigir um ambiente muito grande.

Antes da compra, o ideal é medir a distância disponível e verificar se o móvel ou a parede acomodam o aparelho com folga. Alguns minutos com uma trena ajudam a garantir que o investimento seja aproveitado ao máximo, proporcionando conforto visual e toda a qualidade que uma tela grande pode oferecer.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Mais de 400 operadoras clandestinas são fiscalizadas no Brasil, revela Anatel

13 de Agosto de 2026, 11:01

A Anatel mantém 418 fiscalizações em andamento contra prestadoras clandestinas de banda larga fixa no Brasil. As operações já identificaram mais de R$ 620 mil em equipamentos roubados e resultaram em oito prisões.

Os números foram apresentados durante o VI Simpósio TelComp, realizado em Brasília. As ações fazem parte do Plano de Ação para Combate à Concorrência Desleal e Regularização da Banda Larga Fixa.

Além das operações contra empresas sem autorização, a agência realiza atualmente 49 fiscalizações em prestadoras que possuem outorga. Nesse caso, o trabalho é mais amplo, pois envolve a verificação de diferentes obrigações regulatórias, tributárias e trabalhistas.

As operações da Anatel não se limitam a verificar se uma empresa possui autorização para oferecer internet. Os fiscais também analisam dados de acessos, estações, situação tributária e documentação trabalhista, além da utilização de postes e da origem dos equipamentos encontrados nas redes.

A agência também passou a utilizar ferramentas de inteligência para identificar possíveis alvos. A Superintendência de Fiscalização agora pode iniciar ações de ofício a partir da análise de dados, sem depender exclusivamente de solicitações encaminhadas por outras áreas da Anatel.

Um dos problemas identificados é a subnotificação de assinantes. Em 2025, quando o plano foi aprovado, o Brasil tinha cerca de 21 mil operadoras, mas somente 10 mil apresentavam dados de acesso à Anatel. Apenas cerca de 7 mil forneciam informações econômico-financeiras e 5,5 mil tinham algum dado relacionado a postes.

poste

Equipamentos roubados podem gerar investigação criminal

A origem dos equipamentos utilizados nas redes também passou a receber atenção especial. Durante algumas fiscalizações, a Anatel encontrou equipamentos furtados de uma empresa instalados na rede de outra prestadora. Quando há indícios de crime, as informações podem ser encaminhadas às autoridades policiais.

A agência também está coletando informações sobre furtos e outros episódios de violência contra empresas de telecomunicações. A ideia é criar um mapa de ocorrências que possa ser compartilhado com órgãos de segurança pública para auxiliar no combate à criminalidade contra as redes.

O plano de fiscalização também alcança empresas que fornecem capacidade de rede no atacado. A Anatel alerta que, caso um provedor atendido esteja operando clandestinamente, o atacadista deve interromper a cessão de capacidade.

A agência trabalha na criação de um selo de regularidade para ajudar consumidores a identificar prestadoras que cumprem suas obrigações regulatórias.

Desde a implementação do plano, em junho de 2025, a Anatel recebeu 461 denúncias sobre irregularidades, mas apenas cerca de 10% delas deram origem a fiscalizações. A agência afirma que muitas denúncias não apresentam informações suficientes para orientar as operações.

A Anatel afirma que o objetivo inicial é regularizar as empresas e não simplesmente aplicar punições. Sanções podem ocorrer quando uma prestadora continua descumprindo as regras, mesmo após ser notificada e receber oportunidade para se adequar.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Wi-Fi perde espaço para celulares após decisão da Anatel; veja impacto em roteadores

13 de Agosto de 2026, 09:56

A Anatel aprovou uma mudança que limita a operação do Wi-Fi na faixa de 6 GHz no Brasil a partir de 2027. A decisão reserva a parte superior do espectro, entre 6.425 MHz e 7.125 MHz, para telefonia móvel, enquanto os equipamentos Wi-Fi ficarão restritos à faixa de 5.925 MHz a 6.425 MHz.

A medida foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Diretor da agência em 11 de agosto e formalizada pelo Acórdão nº 203 e pelo Ato nº 10.400. Embora os novos requisitos já estejam em vigor, a aplicação obrigatória começa em 1º de março de 2027, criando um período de transição para equipamentos já certificados.

Na prática, a decisão reduz o espectro disponível para equipamentos classificados como sistemas de acesso sem fio em banda larga para redes locais. Isso inclui pontos de acesso internos, dispositivos de potência muito baixa e equipamentos que utilizam a faixa de 6 GHz.

Impacto em roteadores

A mudança pode ter impacto especialmente sobre roteadores mais recentes compatíveis com Wi-Fi 6E e Wi-Fi 7, tecnologias que passaram a utilizar a faixa de 6 GHz para ampliar a capacidade das redes sem fio. Com menos espectro disponível, fabricantes precisarão adequar os equipamentos às novas regras brasileiras.

Os produtos que já foram certificados e homologados para operar em toda a faixa de 6 GHz não serão simplesmente retirados do mercado. Segundo a Anatel, aqueles cujos certificados continuarem válidos depois de março de 2027 deverão ser adaptados durante a manutenção periódica da certificação.

A restrição não vale indistintamente para todo equipamento que utiliza frequências entre 6.425 MHz e 7.125 MHz. A regra é direcionada especificamente aos produtos classificados como sistemas de acesso sem fio para redes locais.

i1114297

 

Faixa de 6 GHz será usada por redes móveis

O motivo da mudança é preparar a porção superior da faixa de 6 GHz para o Serviço Móvel Pessoal (SMP), categoria que engloba redes celulares. A destinação dessa faixa para serviços de interesse coletivo já havia sido definida na atualização do plano brasileiro de frequências, aprovada em janeiro de 2025.

A Anatel afirma que a decisão foi baseada em testes de laboratório, avaliações de campo e simulações sobre a convivência entre Wi-Fi e sistemas móveis. Os estudos apontaram problemas de interferência quando as duas tecnologias utilizavam o mesmo canal ou frequências parcialmente sobrepostas.

Em um dos cenários avaliados, a taxa de transmissão do Wi-Fi apresentou perda superior a 90%, enquanto o sistema móvel teve degradação de até 25%. Em outra configuração, a perda chegou a 100% para o Wi-Fi e a 30% para o sistema móvel.

Por isso, o entendimento da agência foi de que a separação entre as tecnologias é, neste momento, a alternativa mais segura para evitar interferências e permitir a expansão das redes móveis.

Apesar da restrição, a decisão não fecha completamente a porta para que o Wi-Fi volte a utilizar a faixa superior de 6 GHz no futuro. A Anatel prevê a criação de um ambiente regulatório experimental, conhecido como sandbox, para testar novas formas de convivência entre Wi-Fi e redes móveis.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

"Matador de Galaxy" nunca lançado pela Microsoft vaza 12 anos depois; veja fotos

13 de Agosto de 2026, 09:18

Um protótipo de smartphone da Microsoft que poderia ter chegado ao mercado em 2014 surgiu na internet 12 anos depois. Conhecido pelo codinome “Raven”, o aparelho seria um Windows Phone da linha Surface e chama atenção pelo visual que, para a época, poderia colocá-lo como concorrente de modelos como Galaxy S5. Na época, era acreditava-se que a Microsoft poderia competir de igual para igual com a Samsung no topo do mercado de tops de linha com seu "matador de Galaxy".

A imagem do protótipo foi compartilhada pelo Windows Central e mostra um aparelho com formato tradicional, sem as telas duplas que marcariam os futuros celulares Surface. O dispositivo teria sido desenvolvido entre 2013 e 2014, mas nunca chegou a ser lançado comercialmente.

O suposto Surface “Raven” teria rodado o Windows Phone 8.1 e utilizado um processador Qualcomm. O modelo exato do chip não foi revelado, mas o aparelho estaria equipado com uma tela de resolução 720p e teclas físicas de navegação na parte frontal.

Na traseira, o protótipo apresenta o logotipo da Microsoft, além de uma única câmera acompanhada por flash LED. A estrutura também conta com uma moldura metálica prateada, semelhante à utilizada pela empresa em outros produtos Surface lançados na mesma época.

O visual chama atenção principalmente quando comparado aos smartphones que estavam disponíveis em 2014. O aparelho apresenta linhas relativamente discretas e um acabamento que seguia a identidade visual adotada pela Microsoft em seus produtos.

surface raven

Microsoft mudou os planos após comprar a Nokia

A história do projeto está ligada à tentativa da Microsoft de entrar no mercado de smartphones. A empresa já trabalhava em um Windows Phone próprio desde pelo menos 2012, mas adquiriu a divisão de Dispositivos e Serviços da Nokia em 2013.

Depois da aquisição, a estratégia mudou. Em vez de apostar imediatamente em um smartphone Surface próprio, a Microsoft passou a trabalhar com a Nokia, dando origem à linha de celulares Lumia sob sua marca.

Anos depois, a companhia finalmente apresentou um smartphone próprio da família Surface: o Surface Duo, lançado em 2020. Ele adotou um conceito completamente diferente do protótipo Raven, contando com duas telas conectadas por uma dobradiça.

A Microsoft também lançou o Surface Duo 2, mas os dispositivos enfrentaram problemas relacionados à experiência de software. Somados às vendas abaixo do esperado, tudo isso contribuiu para o fim da linha Surface.

O protótipo Raven, por outro lado, seguiria uma abordagem mais convencional. Por isso, a possibilidade de um smartphone Surface em formato tradicional poderia ter permitido à Microsoft competir de maneira diferente no mercado de celulares daquela época.

Não há indicação de que a Microsoft planeja voltar ao mercado de smartphones atualmente. O protótipo mostra como a empresa chegou a considerar uma estratégia bem diferente antes de apostar nos aparelhos de duas telas.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

❌