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Como domar cavalos em Crimson Desert: guia completo

26 de Abril de 2026, 14:00

Crimson Desert oferece um mundo enorme que sempre te tentado a explorá-lo, algo que é muito melhor de fazer ao voar ou ao cavalgar com seu cavalo. Embora você tenha acesso a um cavalo próprio desde o início, ter a chance de domar cavalos em Crimson Desert é uma das atividades mais legais do jogo. 

Afinal, além de escolher um animal selvagem especial que você gostou, também há o fator de procurar pelo cavalo, se aproximar e tentar domá-lo por si só.

Considerando que você pode melhorar sua relação com o animal, todo esse processo adiciona uma camada mais realista e divertida, já que dá para se apegar ao cavalo que vai acompanhar o jogador durante toda a jornada. O processo exige atenção, paciência e conhecimento de algumas mecânicas específicas. 

Por isso, preparamos um guia com todos os detalhes sobre como esse sistema funciona e quais cuidados para domar um cavalo em Crimson Desert. Confira!

Como funciona o sistema de cavalos em Crimson Desert?

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O vínculo entre o jogador e o animal também é importante: quanto mais você usa o cavalo, mais obediente e confiável ele se torna.. (Fonte: Reprodução/Pearl Abyss)

O jogo apresenta um sistema de cavalos que vai além de simplesmente montar e cavalgar. Há alguns diferentes tipos de cavalos e eles possuem atributos próprios, como estamina, saúde, ataque e defesa, que influenciam diretamente na sua experiência e uso. 

Além disso, os cavalos podem ser melhorados com equipamentos específicos, como selas e rédeas, que aumentam sua performance.

Há três raças diferentes no game atualmente, conhecidas como Brianto, Herspia e Priden. Elas contam com atributos diferentes no estágio inicial, que são os seguintes:

  1. Brianto: 300 de saúde, 150 de estamina, 7 de ataque, 30 de defesa;
  2. Herspia: 350 de saúde, 180 de estamina, 7 de ataque, 35 de defesa;
  3. Priden: 400 de saúde, 195 de estamina, 10 de ataque, 60 de defesa;

Você saberá a raça ao olhar o cavalo perto o suficiente, já que ela aparecerá junto com o botão para cavalgá-lo. Além desses stats iniciais, você poderá subir o nível do animal com algumas ações, o que vai liberar habilidades especiais dos cavalos. 

Isso acontece naturalmente ao jogar e as skills serão disponibilizadas sempre na mesma ordem, seu que você tenha escolher. Caso esteja curioso, as ações que pode realizar para subir o nível do seu companheiro são essas:

  • Fazer carinho: basta chegar perto do cavalo e apertar o botão de carinho, que é LB no controle do Xbox, R1 no DualSense e CTRL no teclado.
  • Alimentar: é possível alimentar seu cavalo pelo menos três vezes ao dia com cubos de açucar, beterrabas, maçãs ou qualquer outra comida que o agrade.
  • Cavalgar: é só andar com seu cavalo por tempo suficiente que isso também ajudará a subir de nível.

Bem simples, não é?! Sabendo de tudo isso, fica bem fácil de dominar o sistema de cavalos em Crimson Desert depois que você domar os seu favoritos.

Onde encontrar cavalos para domar em Crimson Desert

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Os cavalos selvagens aparecem em áreas abertas e campestres do mapa, geralmente longe de cidades e vilarejos. (Fonte: Reprodução/Pearl Abyss)

Regiões de planícies, campos e perto de rios são os locais mais comuns, mas alguns cavalos raros podem aparecer em zonas específicas, exigindo uma exploração mais cuidadosa. Nas partes leste e sul de Hernand, você definitivamente encontrará um bom grupo de cavalos, então vale a pena explorar por lá.

Nossa dica é que enquanto estiver explorando, você pode ficar de olho em locais onde encontrou cavalos naturalmente. Assim, quando quiser domar um cavalo, pode ser mais fácil de retornar para essas regiões e ver se há algum que te agrada. 

Além disso, observar o comportamento dos bichinhos à distância também pode te ajudar a identificar quais são mais dóceis e quais podem oferecer maior desafio na hora da captura.

Como capturar e domar cavalos em Crimson Desert

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Como em tantos outros jogos em que é possível domar cavalos, o processo em Crimson Desert também começa com uma aproximação cautelosa.(Fonte: Reprodução/Pearl Abyss)

Chegar correndo ou de forma brusca só vai assustar o animal, que pode fugir imediatamente. É necessário se chegar lentamente e, em alguns casos, utilizar itens que ajudam a acalmar o cavalo, como cenouras, maçãs ou cubos de açúcar, por exemplo. 

Basta segurar um desses alimentos na mão enquanto se aproxima devagar, o que manterá o interesse do cavalo e o impedirá de sair correndo.

Assim que estiver perto do cavalo desejado, inicie a interação de captura, que geralmente envolve uma sequência de comandos, como um minigame. Durante essa etapa, manter o equilíbrio e responder corretamente às ações do cavalo é essencial para não ser derrubado. 

No geral, o game pede que você use as teclas WASD do teclado ou botão analógico para sempre ficar alinhado com o rabo do cavalo, só que isso pode ser meio complicado e chatinho de fazer.

Uma boa dica é movimentar a câmera conforme o cavalo for se mexendo para sempre ficar com ela na traseira do animal, só precisando apertar o S no teclado ou apontar para baixo com o analógico. Minha sugestão é que tente fazer isso algumas vezes com cavalos que não liga muito para pegar o jeito e ver se prefere o método convencional ou se essa dica funciona para você. 

Após a captura bem-sucedida, o cavalo precisa ser levado até um estábulo para ser registrado e se tornar seu de forma oficial. 

Erros comuns ao tentar domar cavalos

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Um erro comum é: se você esquecer de levar o cavalo ao estábulo após capturá-lo, não poderá utilizá-lo depois. (Fonte: Reprodução/Pearl Abyss)

Um dos erros mais frequentes é a falta de paciência na aproximação. Muitos jogadores tentam correr até o cavalo, o que quase sempre resulta em fuga. Outro erro é não prestar atenção ao minigame de domar, apertando os comandos de forma aleatória e perdendo o controle. 

Por fim, alguns jogadores negligenciam o cuidado contínuo com o animal, deixando de alimentá-lo ou de reparar seus equipamentos, o que reduz sua eficiência e pode até levá-lo a se recusar a obedecer.

Se você seguir as nossas dicas, não só poderá conquistar o cavalo que quiser, como também subirá de nível bem rápido e terá acesso às melhores habilidades que o animal pode oferecer. Se quiser um bônus ainda melhor, também compre um equipamento de boa qualidade e coloque-o no seu companheiro!

Gostou de saber como domar cavalos em Crimson Desert? Deixe seu comentário nos dizendo se já conseguiu um novo companheiro para suas aventuras no jogo!

© Reprodução/Pearl Abyss

Diablo IV: Blizzard fala sobre mudanças trazidas na expansão Lord of Hatred

24 de Abril de 2026, 13:15

A Blizzard está prestes a lançar Diablo IV: Lord of Hatred, a segunda expansão de seu clássico ARPG, no dia 28 de abril nos consoles e PC. Nós já testamos o conteúdo e te contamos nossas impressões, mas a empresa também tirou um tempo para responder algumas das principais dúvidas e questões que nós e outros analistas tinham em relação à Lord of Hatred.

Para que você também possa aproveitar tudo o que Blizzard compartilhou conosco, separamos os principais tópicos que Zaven Haroutunian (Diretor Associado do Game), Colin Finer  (Diretor Associado, Game Designer) e Barry Morales (Diretor Associado de Produção) tinham a nos dizer sobre Lord of Hatred. Só tenha em mente que questões relacionadas à trama podem ter pequenos spoilers, embora nada importante tenha sido revelado. Confira!

Descubra: Diablo IV: saiba tudo sobre as classes e mecânicas do game

A direção da narrativa de Lord of Hatred

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Desde seu lançamento, Diablo IV esteve bem focado em contar uma história sobre Lilith, Mefisto, Lorath e Neyrelle, além das intervenções do nosso próprio personagem. Por isso, faz sentido que Lord of Hatred tenha o objetivo de trazer algum tipo de conclusão para esse arco específico, embora isso não signifique vimos o fim das tramas que o game ainda pode contar. Quando consideramos que o foco em Neyrelle e a narrativa vista em Vessel of Hatred não foi tão bem recebida, algumas pessoas tiveram dúvidas se a Blizzard levaria isso em conta no desenvolvimento da nova expansão.

Segundo Zaven Haroutunian, o feedback sobre a trama do DLC anterior não mudou a direção geral da história que seria contada, pelo menos não de forma fundamental. Ainda de acordo com ele, a intenção sempre foi construir a narrativa “em direção a um conflito centrado nos anjos e demônios, os Horadrim contra o Mal Supremo, o retorno de Lilith e o papel do Andarilho (nosso personagem) na história”.

Outro ponto interessante foi ver um desfecho para o arco que estava sendo contado do início do game base até agora, algo que nem sempre vemos na franquia. Sobre esse assunto especificamente, Barry Morales afirmou que “finalidade dentro de Diablo é frequentemente um termo altamente debatido. Nós já lutamos contra diferentes inimigos dentro da franquia Diablo várias vezes, incluindo os Males Supremos. No entanto, estamos encarando isso como o fim da era do ódio e da jornada dos jogadores com Mephisto”. 

Quando questionado sobre termos um destaque maior em Lorath desta vez, Morales comentou que “Diablo IV sempre esteve conectado aos jogos anteriores através da ordem Horádrica e de personagens como Tyrael”, mas  que eles não tiveram a oportunidade de entregar um arco forte e completo para certos personagens centrais. Ele continuou dizendo que “com Lord of Hatred, quisemos priorizar isso com Lorath. Ele esteve com o jogador desde o início de Diablo IV, servindo tanto como guia quanto como mentor”. 

Ainda segundo Morales, os desenvolvedores estão satisfeitos com o resultado e, quanto ao futuro, o foco estará em Lord of Hatred por enquanto, além do 30º aniversário da franquia e a Blizzcon deste ano. Por isso, ainda não há como saber o que aguarda Diablo IV nos próximos anos, mas é bem possível que ainda lancem outras expansões com novas classes, regiões e, quem sabe, um arco inteiramente inédito. Só nos resta adivinhar que grande mal enfrentaremos em seguida.

Novidades e novas classes

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Com a chegada de Lord of Hatred, estamos prestes a ver diversas mudanças em Diablo IV, tanto aquelas exclusivas à expansão quanto as que chegam de graça para todos que possuem o game base. Durante a conversa com a imprensa, a Blizzard comentou as melhorias, adições e sobre as duas novas classes que acompanham o DLC. Colin Finer, por exemplo, se disse muito empolgado para que os jogadores experimentem os Planos de Guerra, que servem como entrada mais direta para o conteúdo de fim de jogo, algo que ele acredita que funcionará bem tanto para os novatos como para os veteranos. 

Já Barry Morales comentou sobre o novo recurso de pescaria, uma “atividade pela qual a equipe de desenvolvimento tem sido bastante apaixonada há algum tempo”. Ele também mencionou que enquanto estavam testando elementos secundários do que os jogadores poderiam fazer em Skovos (nova região), “a pesca rapidamente se destacou como algo que traz uma mudança de ritmo em relação às atividades normalmente focadas em combate presentes no jogo. Ela também permite um momento para apreciar as belas paisagens da ilha, que são diferentes de qualquer ambiente que Diablo já apresentou antes”.

Quando questionados sobre as duas novas classes adicionadas nessa expansão, algo incomum (mesmo que não inédito) no histórico da franquia, os desenvolvedores comentaram que “desde o início, tudo em Lord of Hatred foi construído em torno da tensão central entre anjos e demônios, com a humanidade presa no meio” e que eles vieram as duas classes recém adicionadas como uma parte fundamental para expressar isso. Zaven Haroutunian mencionou que quiseram lançar as duas na mesma expansão porque, considerando a temática, "sem o Paladino, não existe o Bruxo. Essas duas classes são uma ótima representação da narrativa e do lore de Diablo".

O engame e a fase atual de Diablo IV

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Um dos aspectos que sempre levamos em consideração com grandes expansões ou updates de um ARPG é como isso pode afetar o endgame do título. Nessa nova fase de Diablo IV, além do já mencionado Planos de Guerra, também teremos a adição do Cubo Horádrico, que permite a realização de diversas receitas que podem modificar seus itens ou dar uso para aqueles itens repetidos pegando poeira no seu inventário. Quando questionado sobre a possibilidade de modificar os itens diversas vezes e se isso poderia “brickar” (estragar) algum item, Colin Finer respondeu que “depende muito da situação" e que "na maioria das receitas, o cubo irá executá-las quantas vezes você quiser, desde que tenha os materiais”.

Ele ainda adicionou que “um grande objetivo para o cubo foi não apenas adicionar muita profundidade ao sistema de criação, mas também criar uma experiência ainda mais recompensadora”. Essencialmente,você pode remover afixos, adicionar afixos, ajustar os resultados, etc. Só que Finer também alertou que “existem receitas de maior risco, como a Transfiguração, que podem ter resultados incríveis, mas também terríveis”. Um item mediano com grande potencial pode ser perfeito para esse recurso, mas um item quase perfeito pode não valer o risco, por exemplo.

Ainda focando no engame, Finer aproveitou para comentar sobre as runas de Diablo IV, já que várias delas serão removidas no update. Segundo ele, a equipe percebeu que havia extremos com as runas, tanto para o lado muito fraco quanto para o lado excessivamente poderoso, o que estava dominando o sistema há algum tempo. O sentimento era que isso estava reduzindo a diversidade de builds, o que seria exacerbado com o Cubo, que ajudaria a caçar as runas necessárias com maior facilidade. Com isso em mente, a remoção de certas runas pode deixar o sistema mais saudável, especialmente porque isso é algo que a Blizzard quer evoluir futuramente, ainda mais agora que teremos o Cubo em mãos.

Por fim, considerando todas as alterações que ocorreram desde seu lançamento em 2023, especialmente para acomodar o feedback dos jogadores e as novidades que chegaram com suas atualizações, é possível ver a evolução positiva no gameplay de Diablo IV. Na opinião de Zaven Haroutunian, o estado atual do game, com Lord of Hatred em mente, é “o melhor que Diablo IV já esteve” e que essa é “a expressão suprema do jogo” até agora. Colin Finer encerrou dizendo que “muitas das funcionalidades são uma carta de amor para Diablo e seus jogadores" e que o trabalho na expansão e update mais recente "foi um enorme trabalho de dedicação e amor da equipe”. 

Gostou de saber mais sobre a perspectiva da Blizzard sobre Diablo IV: Lord of Hatred? Deixe seu comentário nos dizendo se planeja aproveitar a nova expansão e todas as suas novidades!

 

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Todos os jogos da franquia Alien lançados até agora

22 de Março de 2026, 14:00

Desde sua estreia no cinema em 1979, Alien: O Oitavo Passageiro conquistou fãs não só por se tratar de uma obra de ficção científica, mas por aproveitar o tema para explorar o terror que uma criatura desconhecida poderia impor aos passageiros de uma nave no meio do espaço. 

O impacto cultural da criatura criada por H. R. Giger e da narrativa de Ridley Scott foi tão grande que rapidamente ultrapassou as telas, chegando também ao universo dos videogames. Ao longo das décadas, a franquia Alien encontrou diferentes formas de se adaptar ao meio, oferecendo experiências que vão do horror psicológico à ação.

Como não são poucos títulos, nós listamos todos eles em ordem cronológica. Assim, você pode decidir quais acha que vale a pena experimentar. Confira!

Descubra: Alien Earth quebra regras clássicas dos Xenomorfos e surpreende público do Disney+

A franquia Alien nos videogames

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A franquia chegou aos videogames relativamente cedo e teve lançamentos frequentes ao longo dos anos. (Fonte: Divulgação/Sega)

Os jogos inspirados em Alien exploram principalmente dois elementos centrais: o medo constante de ser caçado por uma criatura implacável e a luta pela sobrevivência em ambientes hostis. Podemos que concordar que esses são elementos que combinam muito bem com os filmes. 

Inclusive, títulos como Alien: Isolation, destacam-se por recriar de forma bem fiel a tensão que sentíamos no primeiro filme, colocando o jogador em situações de vulnerabilidade, onde cada som pode significar perigo. Já outros jogos, como Aliens: Colonial Marines, apostam bem mais na ação, permitindo que você enfrente hordas de xenomorfos com armamento pesado, refletindo o tom do segundo filme da franquia

Como o universo Alien chegou aos jogos

A transição para os videogames começou nos anos 80, quando o sucesso dos filmes despertou o interesse de desenvolvedores em traduzir esse terror espacial nos consoles. O primeiro título oficial, Alien, de 1982, lançado para o Atari 2600, já trazia a ideia de escapar de uma criatura mortal em um ambiente fechado. 

A partir daí, a franquia foi se expandindo em diferentes plataformas e estilos, desde shooters em primeira pessoa até jogos de estratégia, sempre mantendo o xenomorfo como ícone central.

Essa presença constante nos games também mostra como o universo Alien se tornou tão versátil: às vezes enfatizando o horror e a sobrevivência, outras vezes explorando batalhas épicas contra as criaturas. Em todos os casos, a essência da franquia definitivamente permanece intacta.

Todos os jogos da franquia Alien lançados até agora

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Ter um xenomorfo te perseguindo é sempre uma receita assustadora para um jogo. (Fonte: Steam)

Agora que conhecemos mais sobre a história da franquia e sua transição para os games, é hora de conferir todos os jogos Alien lançados até agora!

Alien (1982)

O primeiro jogo da franquia foi lançado para o Atari 2600 e trazia uma jogabilidade inspirada em Pac-Man. O jogador precisava escapar de xenomorfos em um labirinto, coletando ovos e evitando ser capturado.

Apesar da simplicidade, foi um marco por introduzir o universo de Alien nos videogames, ainda em uma época em que adaptações de filmes eram raras.

Alien (1984)

Este título trouxe uma abordagem mais estratégica. O jogador controlava a tripulação da Nostromo e precisava sobreviver ao ataque de um único Alien dentro da nave. O jogo se destacava por tentar recriar a tensão do filme original, exigindo decisões rápidas e planejamento, algo incomum para a época.

Aliens (1990)

Produzido pela Konami, este clássico dos fliperamas era um beat ‘em up cooperativo baseado em Aliens (1986). Jogadores enfrentavam hordas de xenomorfos em fases cheias de ação, com armas poderosas e chefes desafiadores. Foi um dos jogos mais populares da franquia nos anos 90, trazendo o espírito explosivo do segundo filme.

Alien 3 (1992)

Inspirado no terceiro filme, este jogo apostava em ação simples e direta. O jogador controlava Ripley em cenários industriais, enfrentando inimigos com armas limitadas. Apesar das restrições técnicas, conseguiu transmitir a atmosfera sombria do longa.

Alien 3 (1993)

Uma versão mais elaborada e intensa, com gráficos detalhados e jogabilidade mais dinâmica. Aqui, Ripley enfrentava diversos xenomorfos em fases maiores e mais complexas. Foi bem recebido por fãs e é considerado uma das melhores adaptações da época.

Aliens Online (1998)

Um dos primeiros MMOs da franquia, permitia batalhas multiplayer entre Marines e Aliens. Apesar das limitações técnicas da época, foi inovador ao oferecer combates assimétricos, colocando jogadores em lados opostos da guerra contra os xenomorfos.

Aliens versus Predator (1999)

Este FPS se tornou um clássico, permitindo jogar como Marine, Predador ou Alien. Cada campanha oferecia uma experiência distinta: o suspense dos Marines, a caça dos Predadores e a brutalidade dos Aliens. Foi um dos jogos mais influentes da franquia, especialmente pela mistura entre esses universos.

 

Aliens: Thanatos Encounter (2001)

Um título portátil com visão de cima, onde o jogador controlava um esquadrão de Marines em missões contra xenomorfos. Apesar da simplicidade, oferecia ação rápida e desafiadora para os fãs.

Aliens: Extermination (2006)

Um shooter em primeira pessoa para fliperamas, com armas pesadas e hordas de inimigos. Era ideal para jogar em dupla, trazendo a sensação de combate intenso contra enxames de Aliens.

Aliens vs. Predator (2010)

Um reboot moderno que atualizou a fórmula clássica. Novamente, o jogador podia escolher entre três campanhas distintas, cada uma com estilo próprio. Apesar de críticas mistas, foi importante para manter a franquia viva na geração HD.

Aliens: Infestation (2011)

Um metroidvania portátil muito elogiado, que misturava exploração, combate e gerenciamento de equipe. Cada Marine tinha personalidade própria, e perder um deles era definitivo, aumentando a tensão. É considerado um dos melhores jogos da franquia em consoles portáteis.

Aliens: Colonial Marines (2013)

Prometido como uma continuação oficial de Aliens, acabou sendo duramente criticado por bugs, gráficos abaixo do esperado e jogabilidade repetitiva. Apesar disso, ainda atraiu fãs curiosos pela história expandida do universo.

Alien: Isolation (2014)

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Alien: Isolation ainda é um dos jogos mais assustadores da franquia. (Fonte: Steam)

Não há dúvidas de que esse é um dos jogos mais aclamados da franquia. Em Alien: Isolation, o jogador controla Amanda Ripley, filha de Ellen, em uma estação espacial infestada por um único Alien.

O foco é no terror psicológico e na furtividade, recriando a atmosfera sufocante do filme original. É considerado o ápice da franquia nos videogames.

Aliens: Fireteam Elite (2021)

Um shooter cooperativo em terceira pessoa, ideal para jogar em equipe contra hordas de xenomorfos. Com classes distintas e progressão de personagens, trouxe ação intensa e foco no trabalho em grupo, lembrando jogos como Left 4 Dead.

Aliens: Dark Descent (2023)

Um jogo de estratégia em tempo real, onde o jogador comanda um esquadrão de Marines em missões perigosas. Cada decisão é crucial, e perder soldados pode comprometer toda a campanha. É um título que aposta na tensão e no planejamento, oferecendo uma experiência diferente dentro da franquia.

Alien: Rogue Incursion (2024)

O jogo mais recente da franquia, Alien: Rogue Incursion, foi lançado inicialmente como uma experiência de realidade virtual, mas depois também recebeu uma versão que podia ser jogada sem um headset VR.

O game mistura elementos de ação e terror, com uma narrativa que se passa entre os eventos de Alien e Aliens. Ele foi bem recebido no geral, então é um dos que vale a pena conferir se quiser algo mais moderno.

Gostou de saber mais sobre todos os jogos da franquia Alien lançados até agora? Deixe seu comentário em nossas redes sociais nos dizendo o que achou da nossa lista e quais títulos te interessaram mais!

© Divulgação/Sega/Steam

20 jogos cooperativos para jogar com os amigos em 2026

21 de Março de 2026, 19:00

Os jogos cooperativos se tornaram uma das formas mais divertidas e populares de reunir amigos, seja de forma presencial ou online. Ao invés de competir, a proposta é unir forças para passar por desafios, completar missões ou só se divertir em grupo em grupo. 

Em 2026, essa tendência continua crescendo, com títulos que vão desde experiências casuais, partidas bem competitivas ou até aventuras cheias de surpresa.

Caso esteja com vontade de encontrar bons títulos cooperativos para se divertir com seus amigos, você pode conferir mais sobre esse tipo de jogo e quais opções mais valem a pena em 2026 logo a seguir!

20 jogos cooperativos para jogar em 2026

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Valorant é uma opção para quem gosta de algo mais desafiador entre amigos. (Fonte: Divulgação/Riot Games/Xbox)

Atualmente, temos uma seleção incrível de jogos cooperativos para jogar em 2026, afinal, eles estão cada vez mais populares. Para que você não tenha que ficar procurando algo novo para aproveitar com seus amigos, selecionamos nada menos do que 20 opções de jogos para multiplayer. 

1. Overwatch

Overwatch continua sendo um dos grandes jogos para se jogar com amigos, já que oferece partidas acirradas em diferentes modos e mapas. Independente do objetivo proposto em cada partida, você e sua equipe precisam trabalhar juntos, divididos entre papéis como Tanque, DPS e Suporte, para derrotar o time inimigo.

Embora seja totalmente possível jogá-lo apenas na companhia de estrahos, esse é um jogo bem mais divertido de aproveitar com amigos.

2. Overcooked! All You Can Eat

Partindo para um jogo mais casual, podemos recomendar Overcooked! All You Can Eat para praticamente qualquer pessoa. Ele coloca você e seus amigos no papel de chefs de cozinha que precisam coordenar suas ações para entregar os pratos requisitados pelos clientes.

Tudo precisa ser feito o mais rápido possível e vocês ainda contam o desafio extra imposto por fases caóticas. Essa versão conta com os dois jogos da franquia, então acaba sendo a melhor para quem ainda não os jogou.

3. Peak

Se você gosta de jogos cooperativos, é bem possível que pelo menos tenha ouvido falar Peak. Esse jogo extremamente popular nos coloca para escalar montanhas até chegar ao pico mais alto de cada um de seus mapas.

Apesar do conceito simples, o objetivo traz muitos desafios e requer bastante trabalho em equipe para que pelo menos um dos jogadores seja bem sucedido nessa tarefa. 

4. R.E.P.O

Outro jogo que fez bastante sucesso nos últimos meses foi R.E.P.O, que conta com um gameplay bem interessante e divertido. No papel de robôzinhos com almas de humanos, nosso trabalho é entrar em locais abandonados e recuperar objetos de alto valor.

A cada mapa bem sucedido, a cota de dinheiro a ser coletado sobe, sendo necessário tomar cuidado para não quebrar objetos valiosos e não ser atacado pelos monstros aterrorizantes que habitam cada área. Nem precisamos falar, mas o trabalho em equipe é extremamente essencial.

5. RV There Yet?

O RV There Yet? aposta no humor e na cooperação em uma viagem bem caótica em um trailer. Os jogadores precisam lidar com imprevistos e manter a viagem seguindo normalmente, não importa o que aconteça.

Embora ele tenha muitos momentos desafiantes, ele acaba sendo mais engraçado do que difícil na maior parte do tempo. Uma boa recomendação para quem quer algo mais leve. 

6. Split Fiction

Outro jogo incrível da Hazelight Studios, Split Fiction foi criado específicamente para ser jogado apenas de forma cooperativa. Quando você compra o game, até ganha uma outra cópia para dar para alguem com tenha a intenção de jogar à a distância, caso não possam fazer isso localmente.

A história é sobre duas escritoras que ficam presas em mundo virtual criado a partir das histórias que escreveram, sendo necessário passar por cada uma delas para escapar. O game precisa de constante cooperação e é um dos mais divertidos para quem quer algo para jogar em dupla.

7. Baldur's Gate 3

Baldur's Gate 3 é um daqueles jogos que nem precisa mais de introduções, especialmente para os fãs de RPG. O game foi muito aclamado pelo seu gameplay, narrativa, personagens e a incrível liberdade que os jogadores possuem na resolução de problemas ao longo da jornada.

O legal é que você pode jogá-lo inteiramente com seus amigos, o que é perfeito para quem sempre quis experimentar algo próximo de D&D nos videogames.

8. Valheim 

Valheim foi um daqueles jogos que fez muito sucesso entre as pessoas que procuravam algo para jogar com os amigos durante a pandemia do COVID-19, mas até hoje segue com uma comunidade fiel de jogadores. O game nos coloca em um mundo nórdico de sobrevivência.

Construir, explorar e enfrentar criaturas mitológicas em grupo são apenas algumas das coisas que te esperam nesse título.

9. Enshrouded

Enshrouded é outro jogo de sobrevivência muito divertido que você deveria experimentar.  bem único no gcombina elementos de RPG e sobrevivência em um mundo misterioso. A cooperação é essencial para explorar ruínas, enfrentar inimigos e desvendar segredos.

10. League of Legends

League of Legends é um daqueles jogos que não precisa de apresentações. Ele segue como um dos maiores MOBAs há anos e, apesar de competitivo, exige uma grande cooperação entre os membros da equipe para alcançar a vitória. Ele é gratuito, conta com dezenas de personagens diferentes e pode ser jogado incontáveis vezes sem ficar tedioso.

11. Diablo IV

Se você gosta de ARPGs, Diablo IV é uma aposta bem interessante. Você pode fazer a campanha sozinho para aproveitar a história, mas quando quiser jogar com amigos, basta aproveitar suas temporadas. 

O legal é fazer personagens de classes e builds totalmente diferentes a cada temporada, o que aumenta a longevidade e variedade que o game oferece aos seus jogadores. 

12. Elden Ring Nightreign

Elden Ring Nightreign é a indicação perfeita para quem adorou Elden Ring, mas quer uma forma mais direta de aproveitar esse universo com seus amigos. Vocês podem enfrentar diversos desafios juntos, incluindo chefes que podem levar várias tentativas.

Vale dizer que ele é bem diferente do estilo de Elden Ring, focando totalmente na parte cooperativa, então não espere algo igual ao jogo original.

13. Jackbox Party Pack

Se estiver com vontade de experimentar um jogo de variedades, Jackbox Party Pack pode ser o título ideal. A verdade é que existem vários jogos dessa franquia, então você pode comprar só um deles ou vários, já que eles costumam entrar em promoção com frequência. Eles possuem diversos minigames engraçados e bem caóticos, então é diversão garantida.

14. Mario Party Jamboree

Caso queira algo mais tradicional, podemos recomendar Mario Party Jamboree, o título mais recente da franquia. Ele conta com o mesmo esquema de tabuleiros e minigames de sempre, então é perfeito para quem já gosta dessa fórmula.

Embora ele seja mais competitivo do que cooperativo, a idea de usá-lo para reunir os amigos com partidas mais descontraídas acaba sendo o foco aqui.

15. Fortnite

Outro jogo online que já pode ser considerado um clássico é Fortnite, que ainda continua sendo um grande sucesso entre seus fãs.

Mesmo que você possa jogar sozinho contra os outros, esse acaba sendo um jogo ainda mais divertido de se aproveitar em um grupo de amigos, especialmente para coordenar as jogadas e tentar chegar com a equipe toda viva até o final.

16. Counter-Strike 2

Counter-Strike 2 é essencialmente uma atualização de Counter-Strike: Global Offensive, que reinou no seu gênero por muitos anos. Não dá para negar que a natureza do game é extremamente competitiva, mas ele ainda requer um grande trabalho em equipe para que vocês consigam derrotar o grupo inimigo em múltiplas rodadas.

17. Monster Hunter Rise

Há inúmeros títulos da franquia que podíamos recomendar, mas Monster Hunter Rise ainda se destaca por ser um título mais amigável e cheio de monstros incríveis a serem caçados.

Se você e seus amigos nunca jogaram um título da série, essa é a recomendação perfeita para começarem, especialmente porque ele oferece excelentes melhorias de qualidade de vida em relação ao popular Monster Hunter World. 

18. Don't Starve Together

Para quem gosta de jogos de sobrevivência pura, Don't Starve Together é uma opção bem interessante. Essa é a versão cooperativa do clássico Don't Starve, que é onde o trabalho de equipe é vital.

Assim como no jogo original, os jogadores precisam coletar recursos e enfrentar perigos constantes para permanecer vivos, mas pelo menos podem fazer isso juntos.

19. Valorant

Parecido com Counter-Strike no estilo de jogo, Valorant aposta em personagens que possuem habilidades bem únicas e distintas para oferecer algo diferente aos jogadores. Ele combina estratégia e precisão em suas partidas, também sendo necessário cooperar com seu time para superar os inimigos.

20. Stardew Valley

Stardew Valley é uma boa opção para quem curte um “cozy game” e quer ter a oportunidade de jogá-lo com amigos.

Vocês podem cuidar de sua fazendinha, mineirar, lutar contra os monstrinhos das cavernas, formar relacionamentos com os NPCs, etc. Essencialmente, tudo o que está no jogo no modo single player também funciona no modo cooperativo.

A tendência dos jogos cooperativos

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Nos últimos anos, os jogos cooperativos se tornaram ainda mais populares. (Fonte: Divulgação/Blizzard/Steam)

Nos últimos anos, os jogos cooperativos ganharam espaço por oferecerem experiências mais inclusivas e sociais. Enquanto os jogos puramente competitivos não agradam todo mundo pelo senso de seriedade, os cooperativos focam na colaboração, a comunicação e a uma sensação de conquista compartilhada. 

Isso os torna ideais para encontros entre amigos, festas ou até mesmo para quem procura um lugar em comunidades online. Além disso, o avanço das plataformas digitais e dos serviços de streaming de jogos ampliou o acesso a títulos cooperativos. 

Hoje, é possível jogar com pessoas em diferentes partes do mundo sem grandes barreiras técnicas. Essa democratização do acesso fortalece ainda mais a popularidade do gênero, que se adapta tanto a jogadores casuais quanto a veteranos em busca de desafios complexos.

Diferença entre cooperativo local e online

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Enquanto os jogos locais precisam que jogadores estejam juntos fisicamente, os online contam com maior liberdade. (Fonte: Divulgação/Team PEAK/Steam)

Quem não costuma jogar esse tipo de game, pode ter a clássica dúvida sobre qual a diferença entre cooperativo local e online. Essencialmente, o cooperativo local é aquele em que os jogadores compartilham o mesmo espaço físico, geralmente dividindo a tela ou jogando em consoles com múltiplos controles. 

Essa modalidade traz uma sensação nostálgica, lembrando os tempos em que amigos se reuniam em frente à televisão para jogar juntos. A proximidade física favorece a interação espontânea, as risadas e até as pequenas disputas amigáveis.

o cooperativo online conecta pessoas em diferentes lugares, permitindo que amigos distantes joguem juntos como se estivessem lado a lado. Essa modalidade se beneficia de servidores robustos e da comunicação por voz, possibilidando experiências bem divertidas. 

Embora falte a presença física, o online permite essa interação à distância para que grupos maiores se organizem e participem de partidas de todo tipo.

Gostou de conhecer nossa seleção dos 20 jogos cooperativos para jogar com os amigos em 2026? Não esqueça de deixar seu comentário nas nossas redes sociais nos dizendo o que achou das opções e quais te deixaram ansioso para experimentar em seguida!

© Divulgação/Electronic Arts/Steam

Review: Crimson Desert brilha na ambição, mas ofusca a si próprio com suas inspirações

18 de Março de 2026, 19:02

Crimson Desert é um daqueles títulos que impressiona bastante à primeira vista, especialmente por suas grandes ambições. Ao longo dos 7 anos desde seu anúncio, já vimos a Pearl Abyss mostrar e prometer muito nessa jornada que divide o mesmo universo de Black Desert Online, então não é de se estranhar que algumas dúvidas tenham surgido no meio do caminho. 

O título de ação e aventura em um enorme mundo aberto sempre pareceu focar bastante em exploração, resolução de puzzles e em um sistema de combate bem profundo, mas a questão nunca foi se ele seria capaz de entregar tudo isso, e sim se entregaria essas promessas com a qualidade de outras grandes franquias.

Eu tive a oportunidade de jogá-lo de forma antecipada e contamos todas as nossas impressões sobre Crimson Desert na análise a seguir. Confira agora a review completa do Voxel.

Alguns pontos importantes

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Antes do review em si, acho que vale mencionar alguns pontos para termos total transparência. Eu recebi uma cópia de Crimson Desert algum tempo após o esperado e tive 11 dias para jogar o máximo possível.

Como se trata de um jogo que pode passar das 100 horas para zerar sua campanha principal e fazer uma leve exploração secundária, é claro que não tive o tempo de ver tudo, mas sinto que nesse tempo foi possível ter uma noção muito boa do que o jogo tem a oferecer no geral. Durante esse período, eu encontrei alguns bugs e até crashes, mas a performance foi boa na maior parte do tempo, sendo possível notar que o estúdio se preocupou bastante com a otimização do título.

O que é importante saber é que o game rodará com o Denuvo no PC, o famoso anti-cheat que costuma ser bastante criticado por jogadores e que pode trazer uma queda de performance significativa em muitos títulos. 

Se isso for um problema para você, a minha recomendação é esperar relatos mais detalhados sobre como o anti-cheat pode impactar a performance do game em um PC com configuração mais parecida com o seu. Infelizmente, não tive como testar o jogo no console, então não sei como sua otimização está nessas plataformas.

Por fim, acho que também é bom dizer que o game possui localização de texto em nosso idioma, mas a Steam configurou o meu jogo em inglês desde o início e eu esqueci de trocar essa opção. Por isso, durante essa análise, vou usar os termos e nomes da forma que eles apareceram no jogo em inglês em vez da versão traduzida para o português.

A trama realmente importa?

É normal que a trama tenha um grande foco em jogos como Crimson Desert e fica claro bem cedo que esse parecia ser um ponto importante para o estúdio. Para a sorte de quem nunca jogou o MMO, o novo jogo não exige que você saiba nada sobre esse universo e funciona como uma história individual.

Essencialmente, acompanhamos o protagonista Kliff, que pertence ao clã dos Greymanes, depois que ele e seus companheiros são atacados em uma emboscada pelos seus inimigos do Black Bears. Apesar de ter sido morto nesse ataque, Kliff é ressuscitado por aliados misteriosos de uma terra nos céus, ganha poderes e se encarrega de reencontrar seus amigos para lidar com uma força maligna.

Ao longo dessa aventura, montamos nosso acampamento, ajudamos muita gente e até podemos encontrar novos personagens jogáveis, cada um com características e habilidades únicas de batalha. Infelizmente, não demora muito para percebermos que a trama não é o ponto forte de Crimson Desert. 

A história não é particularmente interessante e, em muitos momentos, parece que é mais um pano de fundo para vermos coisas legais acontecendo na tela. O mesmo pode ser dito de NPCs com quem você conversa ou missões secundárias que precisa realizar, o que eu acho uma pena, já que esse é um dos meus elementos favoritos em games como esse.

Eu até acho que isso melhora após algum tempo, mas não a ponto de eu ter sentimentos mais fortes pela história ou o que estava acontecendo com os personagens à minha volta. Se você não liga muito para a trama e quer focar mais na exploração, puzzles e combate, isso definitivamente não será um ponto negativo muito forte, já que o game entrega uma experiência bem melhor nesses três pilares.

Um mundo de detalhes

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Não há dúvidas de que o mundo criado pela Pearl Abyss é enorme e cheio de coisas para você explorar e encontrar. Dá para perceber o nível de detalhes colocado até nas pequenas coisas, o esforço para que o mundo parecesse vivo e orgânico. 

Eu diria que ao mesmo tempo que isso funciona bem em certas áreas, em outras ele também transparece uma certa superficialidade. No entanto, acredito que isso aconteça muito mais pela escala incrível desse mundo do que pela falta de atenção do estúdio.

Alguns NPCs possuem uma rotina, mas outros ficam estáticos na mesma pose, não importando a hora do dia

Exemplos disso são que alguns NPCs possuem uma rotina, mas outros ficam estáticos na mesma pose, não importando a hora do dia. Objetos do cenário, como um tronco servindo de ponte de um rio, quebram quando você os ataca ou passa por cima, mas logo depois voltam a aparecer como se nada tivesse ocorrido.

Há muitos NPCs em tela fazendo coisas diferentes, mas de repente eles começam a apresentar a exata mesma animação se estão assustados ou prontos para brigar com você. Eu poderia citar inúmeros outros casos parecidos, mas acho que isso é o suficiente para entender esse ponto. Não é nada grave, mas são pequenos detalhes que não passam despercebidos em um game que exige tanto do seu tempo.

Falando nisso, o que me surpreendeu foi o quanto demora para Crimson Desert realmente se abrir ao jogador. Você pode passar por 20 ou 30 horas do game facilmente até sentir que ele está entregando o que você esperava. Dá para ficar muito mais tempo que isso só na primeira área do game aprendendo diferentes mecânicas, fazendo favores chatos para NPCs e lutando contra inimigos que mal precisam mais do que dois golpes para morrerem. Depois desse período é que o título realmente mostra seu potencial e fica bem mais divertido.

Na minha opinião, é exatamente nisso que ele pode perder alguns potenciais fãs, já que não é todo mundo que gosta de um ritmo mais lento e não são todos que possuem o tempo para se dedicar a um jogo dessa escala. Digo isso até porque a curva de aprendizado, especialmente em relação ao sistema de combate, pode ser bem punitiva e também requisitar alguma dedicação dos jogadores.

Caso você não tenha problemas com isso ou consiga vencer essa barreira inicial mais tediosa do jogo, Crimson Desert tem muito a oferecer. Se você quisesse, poderia passar horas e horas apenas explorando o mundo e encontrando puzzles difíceis para resolver, por exemplo. 

Por si só, isso já pode ser satisfatório, especialmente algo que se tornou tão raro encontrar um game desse que se sente confortável o suficiente para fornecer enigmas desafiadores sem ficar te oferecendo a resposta de alguma forma.

Uma colcha de retalhos

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Um aspecto conhecido mesmo na época em que só tínhamos trailers ou as prévias sobre o jogo é que Crimson Desert se inspira muito em outros games. Isso é perfeitamente normal e qualquer título atual faz isso, só aqui é até difícil de esquecer ou ignorar de onde vêm essas inspirações. 

Há mecânicas e elementos tirados diretamente de Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, Red Dead Redemption 2, Dragon’s Dogma, The Witcher 3 e alguns outros. Pode ser algo mais pessoal da minha perspectiva, mas eu senti que essa colcha de retalhos de diversas mecânicas de diferentes games estavam formando um verdadeiro Frankenstein em forma de jogo.

A colcha de retalhos de diversas mecânicas de diferentes games forma um verdadeiro Frankenstein em forma de jogo.

Isso me deixou com a sensação de que Crimson Desert nunca realmente apresentou sua própria personalidade, aquele elemento que o tornaria verdadeiramente único. Isso não necessariamente é ruim para o jogo, já que as mecânicas e elementos que ele usa, ainda funcionam para o gameplay e o deixam divertido. 

Acredito que meu problema com isso, além do que já falei, é que o jogo também nunca faz algo melhor ou mais inovador com essas mecânicas. Isso me traz novamente o senso de superficialidade que mencionei antes.

Claramente, há muito o que se ver e o que fazer, o que te deixa com uma quantidade absurda de coisas nas mãos. Só que a consistência na qualidade dessa quantidade é que deixa a desejar. 

Se você não jogou os games que eu mencionei ou até jogos independentes mais simples que focam em combate e sobrevivência, isso provavelmente nem será um fator na sua mente. Ainda assim, é um ponto a se considerar, já que eu acredito que Crimson Desert poderia pegar elementos emprestados e ainda oferecer uma perspectiva mais única em como abordar tudo isso.

Um combate profundo, mas não para todos

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Eu sei que um dos fatores que mais chamou a atenção do público foi o combate de Crimson Desert. Felizmente, nesse ponto, a Pearl Abyss realmente acertou bastante. O ritmo mais lento no início do game te permite aprender o básico e como inserir novos combos e habilidades aos poucos, especialmente ao enfrentar inimigos mais fracos ou chefes menos punitivos. Como há diferentes personagens jogáveis, você realmente precisa de um tempo extra para se acostumar com tudo e aprender a lutar de forma mais eficiente.

Pode parecer exagero dizer isso, mas acredite: os inimigos e chefes que aparecerão em seu caminho não estão ali para brincadeiras. Eles podem ser realmente desafiadores e exigir não só que você domine o sistema de combate, mas que também aprenda bem seus padrões de ataques. Eu não diria que os chefes são tão sofisticados como em jogos da From Software, mas definitivamente precisam de mais tempo que qualquer bicho que enfrentamos em outros jogos mais similares à Crimson Desert.

Minha única crítica é que o mundo ainda está repleto de inimigos tediosos, tanto no design como nas lutas. Alguns me lembraram dos inimigos que vemos em MMOs, o que não seria tão distante das origens da franquia, considerando Black Desert Online. Fora isso, alguns chefes ficavam repetindo sempre os mesmos dois ataques ou pareciam muito como uma esponja de dano, mas isso aconteceu até menos do que eu esperava para um jogo com 76 chefes.

Isso talvez também afaste pessoas que não gostem desse foco em bosses mais difíceis, algo que eu compreendo totalmente. Isso seria uma pena considerando que o game possui várias outras qualidades, mas exige que você enfrente esses inimigos mais parrudos para prosseguir.

Vale a pena?

Crimson Desert é um jogo muito complicado de apenas dizer se vale a pena ou não. A resposta mais simples que posso dar é que ele não é um jogo que vai funcionar para todo mundo, mas que pode ser o game da vida de alguém que ame o que outras pessoas podem considerar como seus defeitos ou deficiências. Se você não joga muitos games que misturam combate, sobrevivência e exploração, talvez se impressione por elementos que Crimson Desert possui, mas cuja execução possa parecer superficial ao grupo oposto de pessoas.

Crimson Desert não funciona para todo mundo, mas pode ser o jogo da vida de alguém.

É claro que além de tudo o que já foi mencionado, o jogo tem problemas chatinhos, como menus confusos e um sistema de inventário que precisa de melhorias, mas ainda é um jogo muito divertido e que merece sua atenção em 2026. Eu acredito que o que você precisa levar em consideração é se possui o tempo necessário para dedicar ao jogo, que como mencionei passa das 100 horas, e se gosta das mecânicas que ele oferece. E não há dúvidas de que ele realmente oferece muito, a minha dúvida é apenas se não seria melhor ter menos conteúdo e mais personalidade.

Nota do Voxel: 78

Pontos positivos:

  • Um mundo vasto, cheio de detalhes interessantes a serem explorados
  • Sistema de combate complexo e cheio de possibilidades
  • O jogo estava bem otimizado e performou bem ao longo de toda a aventura
  • Os puzzles são realmente difíceis e legais de se resolver

Pontos negativos: 

  • O game pega elementos de muitos jogos, mas nunca demonstra sua própria personalidade
  • Os menus são confusos de começo a fim, atrapalhando o ritmo do game
  • Trama e NPCs são sem graça, servem mais pano de fundo para o resto do jogo
  • O game demora para se abrir e precisa de uma dedicação de tempo que nem todo mundo tem

Crimson Desert estreia em 19 de março no PC, PS5  e Xbox Series S e X. Uma cópia da versão de computador foi cedida para review.

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7 jogos de tiro com mais de 100 horas de jogatina

16 de Março de 2026, 08:15

Ao longo dos anos, vimos os jogos de tiro evoluírem além da proposta simples de apenas atirar em tudo o que aparecia em nossa frente. Hoje, o gênero pode misturar narrativa, mundos abertos, sistemas de progressão mais complexos e modos online competitivos. 

Para quem busca experiências mais duradouras, há muitos títulos capazes de ultrapassar facilmente a marca das 100 horas de jogatina, seja explorando cada canto do mapa, completando missões secundárias ou disputando partidas online todos os dias.

Para que você encontre o seu próximo shooter favorito, separamos nada menos do que sete jogos de tiro que oferecem conteúdo de sobra para quem quer mergulhar de cabeça no gênero.

7 jogos de tiro com mais de 100 horas

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Fallout 4. (Fonte: Divulgação/Bethesda)

Sabemos que shooters de multiplayer são bem populares, mas nessa lista vamos focar tanto nos games focados em narrativa como os que também possuem funcionalidades online. 

Confira 7 jogos de tiro com mais de 100 horas:

1. Cyberpunk 2077

Cyberpunk 2077 é um dos exemplos mais marcantes de como um RPG de tiro em primeira pessoa pode oferecer dezenas de horas de conteúdo. Ambientado na vibrante e decadente Night City, o jogo coloca o jogador no papel de V, um mercenário em busca de fama e sobrevivência em um mundo dominado por megacorporações. 

A campanha principal já é extensa, mas o que realmente expande a experiência são as inúmeras missões secundárias, contratos, histórias paralelas e múltiplas possibilidades de desenvolvimento do personagem.

Com diferentes estilos de jogo, desde combate direto com armas pesadas até abordagens furtivas com implantes cibernéticos, cada nova partida pode ser bastante diferente da anterior. A expansão Phantom Liberty ainda amplia o universo, incentivando o retorno ao jogo por muitas e muitas horas.

2. Fallout 4

Fallout 4 segue uma linha semelhante, combinando tiro em primeira pessoa com elementos profundos de RPG em um vasto mundo aberto pós-apocalíptico. A Commonwealth é repleta de histórias emergentes, facções com objetivos próprios e locais secretos que recompensam a exploração cuidadosa. 

Além da campanha principal, o jogador pode investir tempo na construção e gerenciamento de assentamentos, na coleta de recursos e na personalização de armas e armaduras.

O sistema V.A.T.S. adiciona uma camada estratégica ao combate, enquanto as decisões tomadas ao longo da narrativa influenciam o destino do mundo ao redor. Somando DLCs e missões secundárias, ultrapassar 100 horas é algo bastante comum para quem decide explorar cada ruína e cada abrigo subterrâneo.

3. Destiny 2

Destiny 2 representa o poder da experiência online contínua. Como um jogo de tiro em primeira pessoa focado em ação cooperativa e competitiva, ele se destaca pelo modelo de temporadas, expansões regulares e eventos temporários. O jogador assume o papel de um Guardião, defendendo a humanidade contra ameaças alienígenas em diferentes planetas e dimensões.

Entre campanhas, missões semanais, assaltos, masmorras e raids complexas que exigem trabalho em equipe, o conteúdo parece sempre se renovar. Além disso, o modo PvP adiciona uma camada extra de desafio, mantendo a comunidade engajada. 

Para quem gosta de evoluir personagens, coletar equipamentos raros e enfrentar desafios cada vez mais difíceis, Destiny 2 pode facilmente se tornar um compromisso de longo prazo.

4. S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl

S.T.A.L.K.E.R. 2: Heart of Chornobyl traz uma proposta mais sombria do que os outros jogos da nossa lista. Ambientado na Zona de Exclusão de Chornobyl, o jogo combina tiro em primeira pessoa com elementos de sobrevivência e horror. 

A atmosfera é pesada e o mundo tomado por anomalias, criaturas mutantes e facções rivais. A exploração é livre, mas perigosa, com sistemas que valorizam a gestão de recursos e a atenção constante ao ambiente.

A narrativa não é linear, permitindo múltiplos caminhos e finais diferentes. Esse conjunto de fatores estimula o jogador a revisitar áreas, testar abordagens alternativas e descobrir segredos escondidos, tornando as 100 horas uma meta natural para quem se deixa envolver pela tensão e pela imprevisibilidade da Zona.

5. Borderlands 2

Borderlands 2 adota um tom completamente diferente, apostando bastante no humor ácido e no seu estilo visual único. Além disso, ele oferece profundidade impressionante. 

O jogo combina tiro frenético com mecânicas de RPG, especialmente no que diz respeito à progressão de habilidades e à infinidade de armas geradas proceduralmente. Cada personagem jogável possui árvores de habilidades únicas, incentivando múltiplas campanhas para experimentar diferentes estilos.

A campanha principal é extensa e carismática, mas o verdadeiro diferencial está na rejogabilidade, nos modos adicionais e nas expansões que expandem o universo de Pandora. Para quem gosta de cooperativo online, a experiência pode durar ainda mais.

6. Far Cry 2

Far Cry 2, embora mais antigo, é lembrado por sua abordagem com carinho pelos fãs da franquia. Ambientado em um país africano fictício em meio a uma guerra civil, o jogo aposta em um sistema dinâmico de fogo, degradação de armas e uma inteligência artificial mais agressiva. 

A liberdade para abordar missões de diferentes formas incentiva experimentação, enquanto o mapa aberto convida à exploração constante.

A ambientação e a ausência de facilidades modernas tornam cada confronto imprevisível. Para jogadores que apreciam experiências mais realistas e estratégicas, Far Cry 2 pode render muitas horas de diversão, especialmente ao revisitar a campanha para testar novas escolhas e abordagens.

7. Counter-Strike 2

Counter-Strike 2 é um daqueles jogos que nunca poderia ficar de fora em uma lista como essa. Em vez de um mundo aberto ou campanha longa, ele oferece uma experiência competitiva infinita. Apesar do nome, ele é mais um update que aprimorou o visual e algumas mecânicas de Counter Strike: Global Offensive. 

Você encontrará os mesmos mapas, modos e estratégias de antes e título mantém o foco em partidas rápidas entre terroristas e contra-terroristas.

A curva de aprendizado é alta, mas esse também é um jogo que depende bastante do trabalho em equipe. Ultrapassar 100 horas aqui não depende de narrativa ou exploração, mas apenas da questão de tempo, já que esse é um jogo viciante mesmo para aqueles que não são tão bons competitivamente.

Jogos longos: RPGs são mais populares que shooters?

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S.T.A.L.K.E.R. 2 é um clássico com muitas avaliações positivas. (Fonte: Divulgação/GSC Game World/Steam)

Quando se fala em jogos com mais de 100 horas, os RPGs costumam dominar a conversa. Isso acontece porque o gênero tradicionalmente aposta em campanhas extensas, múltiplas escolhas, árvores de habilidades e mundos abertos recheados de conteúdo opcional. No entanto, a linha que separa RPGs e shooters está cada vez mais tênue.

Títulos como Cyberpunk 2077, Fallout 4 e Borderlands 2 mostram como o tiro em primeira pessoa pode incorporar sistemas profundos de progressão e narrativa complexa, aproximando-se da estrutura dos RPGs clássicos. 

Ao mesmo tempo, shooters online como Destiny 2 e Counter-Strike 2 demonstram que a longevidade não depende apenas de história, mas também da comunidade ativa e da constante atualização de conteúdo.

Campanha ou multiplayer: onde estão as horas de jogo?

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Counter-Strike continua sendo um dos maiores FPS multiplayer da história. (Fonte: Divulgação/Steam)

As mais de 100 horas podem vir de fontes bem diferentes. Em jogos focados em campanha, como Fallout 4 ou S.T.A.L.K.E.R. 2, o tempo é investido na exploração, na conclusão de missões secundárias e na descoberta de segredos. 

Já em experiências predominantemente multiplayer, como Destiny 2 e Counter-Strike 2, as horas se acumulam em partidas competitivas, eventos sazonais e desafios cooperativos.

Há ainda títulos híbridos, como Borderlands 2 e Cyberpunk 2077, que equilibram narrativa forte com sistemas que incentivam múltiplas jogadas. No fim, a escolha entre campanha e multiplayer depende do perfil do jogador,  mas em ambos os casos, o gênero de tiro prova que pode oferecer experiências profundas, envolventes e duradouras.

Gostou do conteúdo? Compartilhe nas suas redes sociais e fique de olho em outras listas de jogos que o Voxel preparou para você. Até a próxima!

© Steam

8 jogos de criação e construção no estilo Minecraft

14 de Março de 2026, 19:00

Desde o seu lançamento, Minecraft redefiniu a forma como encaramos jogos de criação e construção. Com um mundo aberto, liberdade quase total e um sistema de crafting mais do que completo, ele inspirou uma geração inteira de desenvolvedores. O resultado foi uma onda de jogos que expandiram esse conceito,  misturando construção com sobrevivência, RPG, automação e até narrativa.

Por isso, separamos oito jogos de criação e construção no estilo Minecraft, que oferecem experiências únicas, mas mantêm o espírito criativo que tornou o gênero sandbox tão popular. Confira!

Jogos de construção: o que é o estilo sandbox?

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Minecraft segue como um dos jogos mais populares já criados. (Fonte: Divulgação/Mojang/Amazon)

O termo sandbox geralmente é usado para definir jogos que oferecem grande liberdade ao jogador, sem impor caminhos ou objetivos obrigatórios. Em vez de seguir uma história linear, você decide como jogar, o que construir e quando explorar. Já ouvimos esse termo há anos para se referir a jogos como Grand Theft Auto, por exemplo, nos quais nós podemos explorar e interagir com o mundo de formas bem variadas em vez de fazermos missões.

Já nos jogos de construção sandbox, o mundo funciona como um grande conjunto de ferramentas e sistemas interconectados. Materiais, física, crafting e combate estão disponíveis desde cedo, permitindo que cada jogador crie sua própria experiência, seja erguendo grandes cidades, automatizando processos complexos ou simplesmente explorando o ambiente no próprio ritmo. 

Esse estilo se destaca principalmente pela liberdade criativa, já que não existe uma forma correta de jogar. As construções podem ser funcionais, estéticas ou totalmente experimentais. Os mundos costumam ser abertos e altamente interativos, reagindo às ações do jogador e incentivando a exploração constante. 

Em vez de missões fixas, os objetivos podem surgir de forma orgânica, a partir da curiosidade e das decisões tomadas ao longo do gameplay, o que contribui para uma rejogabilidade muito alta, já que cada experiência pode ser diferente da anterior. 

Minecraft é o exemplo mais conhecido desse estilo, mas jogos como Terraria, Valheim, Satisfactory e Raft mostram como o conceito sandbox pode ser combinado com diferentes gêneros para nos entregar resultados totalmente variados. É justamente essa flexibilidade que torna os jogos de construção tão envolventes, afinal, eles não impõem limites à imaginação, apenas oferecem o mundo e o resto fica por conta do jogador.

8 jogos de criação e construção no estilo Minecraft

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Enshrouded é uma excelente alternativa para quem gosta de construção e desafios. (Fonte: Divulgação/Keen Games/Steam)

Agora você sabe mais sobre o que são os games do gênero sandbox com foco em construção e criação, está na hora de apresentarmos os oito jogos mais parecidos com Minecraft. São todos muito divertidos e valem bastante a pena se você é já fã da grande obra da Mojang.

1. Dragon Quest Builders

Dragon Quest Builders combina o universo clássico de RPG da franquia Dragon Quest com mecânicas de construção em blocos, parecendo bastante com Minecraft nesse sentido. O jogo se destaca por ter uma história bem definida, algo que não é comum em jogos do gênero.

Além de coletar recursos e construir vilas, você ajuda NPCs, defende estruturas contra monstros e desbloqueia novas receitas. É uma ótima opção para quem gosta de construção, mas não abre mão de narrativa, personagens carismáticos e uma progressão mais nítida. Seu sucessor pode ser ainda melhor, mas recomendamos que comece pelo primeiro.

2. Terraria

Apesar de ser em 2D, Terraria é o game mais frequentemente comparado ao Minecraft. O jogo oferece um mundo gerado proceduralmente, repleto de biomas, inimigos, chefes e segredos. A construção é livre, mas o grande destaque está na exploração e no combate, com dezenas de armas, armaduras e acessórios.

Para quem curte essa pegada mais voltada para a ação, Terraria pode ser um prato cheio. O legal é que você pode jogar sozinho ou com seus amigos, o que torna sua jornada ainda mais divertida.

3. Valheim

Ambientado em um mundo inspirado na mitologia nórdica, Valheim mistura elementos leves de sobrevivência, exploração e construção com seu visual único. O jogo se destacou bastante nos tempos da pandemia como um dos grandes títulos sandbox para se jogar com amigos.

Um dos seus aspectos mais interessantes está em seu sistema de construção, já que as estruturas precisam de suporte adequado para não desmoronar. Isso tornava a parte criativa mais estratégica e mais satisfatória, não sendo apenas um recurso secundário do jogo. Além de construir bases impressionantes, também podemos enfrentar chefes épicos, explorar diferentes biomas perigosos e melhorar nosso equipamento constantemente. 

4. Enshrouded

O Enshrouded tem algumas similaridades com Valheim, mas definitivamente traz uma abordagem única e personalidade própria. Com gráficos realistas e elementos fortes de RPG de ação, o jogo conta com um mundo parcialmente coberto por uma névoa mortal, incentivando a exploração estratégica e o gerenciamento de recursos.

A construção é bem complexa, mas mais livre do que Valheim, permitindo criar castelos, vilas e fortalezas. Para quem busca algo mais próximo de um Minecraft “realista”, Enshrouded é uma excelente escolha.

5. Satisfactory

Diferente dos outros jogos da lista, Satisfactory foca menos na sobrevivência e mais na automação industrial. Aqui, o objetivo é explorar um planeta alienígena e construir fábricas gigantescas, interligadas por esteiras, tubos e sistemas complexos.

A construção exige planejamento e lógica, tornando o jogo quase um puzzle em grande escala. É o jogo ideal para quem ama otimização, eficiência e aquela sensação deliciosa de ver tudo funcionando perfeitamente.

6. Dinkum

Dinkum mistura criação e sobrevivência com elementos de simulação de vida, parecendo uma mistura de games como Story of Seasons, Minecraft e Animal Crossing. Ambientado em um cenário inspirado no interior da Austrália, o jogo é relaxante, colorido e bastante aconchegante.

Além de construir sua cidade, o jogador pode pescar, caçar, cultivar plantações e interagir com NPCs. É uma opção perfeita para quem prefere uma experiência mais tranquila e social dentro do gênero.

7. Raft

Raft é outra alternativa muito interessante, já que a construção acontece em um contexto bem diferente do usual: o jogador começa à deriva no oceano, em uma pequena jangada. A partir daí, é preciso coletar destroços flutuantes para expandir a base, criar ferramentas e sobreviver. O jogo mistura construção criativa com sobrevivência no meio da imensidão do mar, além de uma narrativa ambiental intrigante. 

8. Green Hell

Green Hell é uma recomendação para quem procura um sandbox de construção mais focado no lado mais realista e brutal. Ambientado na floresta amazônica, o jogo nos coloca em uma situação de sobrevivência extrema, com sistemas complexos de saúde física e mental. Há um sistema de criação e construção, mas ele é mais funcional do que criativo.

Com isso, abrigos, fogueiras e armadilhas são essenciais para se manter vivo. É um título perfeito para quem busca imersão, realismo e um desafio intenso. Há algum tempo, a opção para se jogar em multiplayer  foi liberada, deixando Green Hell ainda mais interessante.

Gostou de conhecer alguns dos melhores jogos de criação e construção no estilo Minecraft? Deixe seu comentário em nossas redes sociais nos dizendo o que achou das recomendações!

© Microsoft

15 heróis mais "apelões" em Overwatch; confira a lista

11 de Março de 2026, 08:15

Após quase uma década desde seu lançamento, Overwatch ainda reina no gênero de Hero Shooter, mas agora conta com ainda mais personagens, mapas e modos do que nunca. É claro que algo que nunca mudou nos últimos 10 anos foi o fato de que sempre há certos personagens considerados “apelões” que podem nos irritar só de serem escolhidos pelo time rival. 

O interessante é que, diferente de outros jogos similares, Overwatch não tem esses apelões apenas na categoria DPS, ou seja, os causadores de dano. Sem discriminar por categoria, o game oferece heróis poderosos mesmo no papel de tanque ou suporte.

Caso você seja uma das milhares de pessoas retornando ao game ou até o experimentando pela primeira vez, vale a pena se familiarizar com os heróis mais “apelões” em Overwatch. Para te ajudar, listamos todos os personagens que podem te causar problemas, o que eles fazem e como se proteger. Confira!

O retorno de Overwatch

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Overwatch se tornou um jogo mais maduro e equilibrado nos últimos anos. (Fonte: Divulgação/Blizzard)

Antes de qualquer coisa, muitos podem se perguntar o motivo de Overwatch ter sido tornado tão popular novamente, especialmente após alguns anos sendo deixado de lado. 

A realidade é que após um longo período trabalhando no equilíbrio dos personagens e adicionando conteúdo inédito, como heróis, mapas e modos, a Blizzard decidiu que era hora de deixar o nome Overwatch 2 de lado e fazer um tipo de “relançamento” do game

Com diversas mudanças, melhorias, mais foco na narrativa e 5 novos heróis lançados simultaneamente no início de 2026, Overwatch (agora sem o 2) chamou a atenção de muita gente que ainda sentia carinho pela franquia e por quem já estava desgostoso com o rumo de Marvel Rivals nos últimos meses. 

Bem mais maduro do que antigamente, o game está bem divertido, equilibrado e seu time de desenvolvido parece bem empenhando em ouvir a comunidade e agir rapidamente quando necessário, além de oferecer constantes incentivos para que os jogadores continuem voltando para ele.

Os heróis mais “apelões” em Overwatch

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Todos já encontramos personagens “apelões” nas partidas de Overwatch. (Fonte: Divulgação/Blizzard)

Como mencionamos antes, Overwatch está realmente bem mais equilibrado do que antigamente, com a Blizzard oferecendo atualizações constantes para ajustar certos heróis, seja por eles estarem mais fracos ou fortes do que o esperado. 

Desta forma, não temos heróis “quebrados” ou “apelões”, mas você ainda encontrará personagens que podem te causar problemas. Isso acontece especialmente quando ainda se está aprendendo sobre o game e seus personagens ou quando você só não sabe como lidar contra os heróis que estão te perturbando. 

Levando isso em conta, separamos personagens de todas as categorias que geralmente dão alguma dor de cabeça para os novatos e jogadores que estão voltando à franquia.

Heróis apelões na categoria de dano

Normalmente, até os jogadores veteranos podem sofrer com os heróis da categoria de dano, ou seja, os personagens de DPS. No geral, esses são os que podem te irritar com mais frequência:

Vendetta

Uma das personagens mais recentes do jogo, Vendetta gosta de atacar de perto e pode causar muito dano ao emendar seus ataques básicos com habilidades. Ela tem causado uma dor de cabeça até para quem joga há mais tempo, então é uma que vale a pena ficar de olho. No modo competitivo, ela costuma ser banida com frequência, mas é difícil de evitar confrontos com a personagem no modo casual.

Para lidar com ela, você pode escolher personagens que tem uma boa forma de escapar facilmente (Moira e Kiriko), alta mobilidade (Juno e Lucio) ou uma habilidade que possa atordoá-la (Brigitte e Cassidy) ou pará-la de outra forma (Sigma, Mei, Ana e Sombra). Se interromper seus combos, ela ficará mais vulnerável e seu time poderá matá-la mais rápido.

Junkrat

Um dos heróis originais de Overwatch, Junkrat é um mestre em matar inimigos sem nem olhar em quem está acertando. Sua munição principal consiste de bombas que podem ser arremessadas uma atrás da outra e as outras habilidades também envolvem explosivos. 

Ele ainda tem alta mobilidade e jogadores mais experientes podem ser extremamente letais e cirúrgicos em seus ataques. Para lidar com ele, é melhor escolher heróis que possam ficar em distância mais longa ou que tenham alta mobilidade para evitar o spam de bombas, o que inclui o Soldado 76, Ashe, Widowmaker, Pharah, Ana, Echo ou Juno.

Se você joga de tanque, será o maior alvo de Junkrat, então vale escolher uma D.Va para anular as bombas com sua matriz, uma Zarya para absorver o dano com suas bolhas ou um Winston para oferecer escudos grandes para o time e ainda ter como pular rapidamente para longe dos ataques. Vale mencionar que a habilidade suprema de Junkrat, um pneu explosivo que ele controla à distância, pode ser quebrado por qualquer heróis que cause dano suficiente a ele.

Sombra

A Sombra sempre teve um conceito muito legal e diferente dos outros personagens de Overwatch, já que ela pode ficar invisível, hackear pacotes de cura e heróis inimigos, além de se teletransportar para outros locais rapidamente. 

Isso também a faz ser especialmente irritante para os novatos ou jogadores que costumam escolher heróis mais frágeis ou com pouca mobilidade. Quem joga com a Sombra tende a ficar invisível para invadir a linha de fundo para hackear personagens de suporte ou um DPS de longo alcance, tentando matá-los logo em seguida.

Apesar de ser uma estratégia irritante, é bem simples de lidar com Sombra na maior parte das vezes, especialmente porque ela costuma ser uma personagem fraca e só tem um bom uso na mãos de jogadores experientes. 

Para lidar com ela, escolha heróis que tenham boa mobilidade, habilidades para atordoar ou maneiras de causar dano com facilidade, incluindo Brigitte, Moira ou Cassidy. No caso de tanques, vale a pena ficar com D.Va ou Winston, já que eles podem salvar o suporte ou DPS rapidamente e causar bastante dano na hacker.

Hanzo

Houve um tempo que Hanzo nem precisava mirar direito para matar diversos personagens de uma vez, mas desde que seu kit de habilidades foi retrabalhado, ele se tornou um personagem mais equilibrado. Ainda assim, quando encontramos um bom Hanzo no time inimigo, não é surpreendente que ele consiga matar os DPS e heróis de suporte com uma ou duas flechadas.

Ele pode ser muito irritante e difícil para personagens de suporte, então para lidar com ele, recomendamos que você fique atrás de escudos ou paredes. Já quem joga com heróis de dano ou tanque podem pegar personagens de alta mobilidade e de flanco para pegá-lo em curta distância, já que ele não se dá tão bem com esses duelos. Recomendamos Tracer, Genji, Winston e D.Va na maioria dos casos.

Pharah

Se você começar a ver foguetes caindo do céu, pode ter certeza que há uma Pharah voando e pronta para te matar. Essa personagem já foi muito mais opressora quando a suporte Mercy contava com uma cura mais expressiva antigamente, mas hoje esse combo pode ser destruído com maior facilidade. No geral, quem sofre mais são os heróis de suporte ou novatos no game, que possuem menos formas ou conhecimento de como lidar com ela.

A recomendação é sempre a mesma desde que o jogo foi lançado: pegue um herói de hitscan, como Ashe, Cassidy, Soldado 76 ou Widowmaker para acabar com a Pharah rapidinho. É preciso ter uma mira levemente decente, mas isso já esperado de quem joga com esses personagens. 

Se você se deparar com uma Pharah menos habilidosa, até mesmo uma Moira ou uma Mei podem matá-la facilmente hoje em dia. Quando se trata de tanques, a D.Va pode pressioná-la em questão de segundos, enquanto qualquer outro personagem com escudo pode proteger seu suporte e DPS.

Bastion

Entre todos os heróis de dano de Overwatch, Bastion de destaca por dois fatores: seus ataques são simples e causam muita dor de cabeça para os inimigos. Enquanto seu set de habilidades não é complexo quando comparado a outros heróis, isso acaba se tornando uma vantagem, principalmente para quem está começando a jogar Overwatch em 2026.

As habiliades de Bastion giram em torno de dano direto com tiros usando metralhadoras, o que garante uma cadência rápida de tiros. Quando combinado com outros heróis defensivos no mesmo time, o personagem se torna uma ameaça para qualquer adversário, pois pode tirar muita vida se o jogador tiver boa mira. 

Para derrotá-lo, a melhor alternativa é garantir defesa contra seus tiros rápidos. Isso pode ser feito com heróis rápidos e bons para flanquear, como é o caso de Reaper ou Tracer. Outra possibilidade é usar tanques que segurem a onda de disparos e consigam contra-atacar, como é o caso de Sigma.

Heróis apelões na categoria de suporte

Diferente de outros jogos do gênero, Overwatch conta com personagens de suporte que realmente são autossuficientes e fazem muito mais do que apenas curar. Por isso, você também tem que ficar de olho nos heróis dessa categoria que também podem parecer apelões durante suas partidas:

Moira

Se você fizesse uma rápida pesquisa sobre os personagens mais odiados de Overwatch, temos certeza que a Moira estaria no pódio. Seu design consiste em dar dano, curar e escapar com facilidade, sendo um bom personagem para quem não quer depender tanto do time para sobreviver ou para se livrar dos inimigos. 

Ela também não quer que sua mira seja muito precisa e pode causar dano à uma distância considerável, o que torna duelos favorável à cientista quando ela está contra pessoas que ainda não atiram tão bem sob pressão.

Ela não é tão forte no geral e é difícil se deparar com jogadores que realmente sabem balancear o uso da cura e do dano, então é fácil de lidar com a maioria das Moiras que encontrar em Overwatch. Você pode usar uma D.Va para anular os orbes de dano com a matriz ou um Genji para refleti-los para o time inimigo. Além disso, é melhor evitar conflitos direto se não tirar uma boa mira ou usar personagens que possam atordoá-la.

Kiriko

Mesmo que não pareça à primeira vista, Kiriko pode causar um dano bem considerável se ela tiver uma boa mira. No geral, quem joga com essa personagem costuma mandar um spam de ataques em ângulos não contestados, sem necessariamente mirar em um alvo específico. Se o jogador for experiente, ele pode ganhar duelos rapidamente com Kiriko, então vale a pena escolher suas batalhas com cuidado.

Para lidar com ela, aconselhamos que espere que ela use sua habilidade de teletransporte e o “Suzu de Proteção”, o que a deixará bem mais vulnerável e sem forma fácil de escapar. 

Personagens de hitscan, como Soldado 76, Cassidy e Ashe, podem ajudar com uma explosão de dano, enquanto heróis de flanco, como Genji e Tracer podem forçar as habilidades de Kiriko. Na categoria de tanques, você pode usar Winston, Ramattra e D.Va para aplicar mais pressão nela.

Zenyatta

Outro personagem clássico do jogo, Zenyatta é um curandeiro secundário que costuma ficar bem na linha de fundo colocando seus orbes da discórdia (que permitem dano extra no alvo) e atacando com seus projéteis de longe com bastante dano. Ele tende ser um peso morto nas mãos de jogadores que não utilizam bem o seu potencial, mas é extremamente letal com jogadores que o conhecem bem. 

Ele também pode anular habilidades supremas de alto dano com sua própria suprema que aplica uma cura altíssima aos seus aliados mais próximos.

Para lidar um bom Zenyatta, sua melhor aposta são os personagens de flanco, incluindo Tracer, Genji ou Sombra, já que eles podem pegá-lo desprevenido na linha de fundo. Para quem joga de tanque, o melhor é apostar em quem pode oferecer escudos consistentes ou pular no personagem para matá-lo cedo, como Winston, D.VA ou Doomfist.

Ana

A Ana é bem parecida com o Zenyatta no sentido de não ter tanta mobilidade e ser vulnerável à flancos, especialmente quando o jogador ainda não tem muita experiência com essa personagem.

Só que ela tem um kit de habilidades de alto valor, podendo curar ou causar dano à longa distância, colocar os inimigos para dormir e até aplicar uma granada de anti-cura nos inimigos. Nas mãos certas, ela pode fazer jogadas que mudam o rumo de uma batalha sem nem ter que chegar perto de outros heróis.

Para lidar com ela, você deve misturar a abordagem que falamos sobre Kiriko e Zenyatta:  force suas habilidades e pule nela com um heróis de flanco ou tanque de alta pressão. Por isso, as recomendações são as mesmas, use um Genji, Tracer, Sombra, Winston, D.Va ou Doomfist.

Jetpack Cat

Uma das principais adições da nova temporada, o gato de mochila a jato está causando dores de cabeça para muitos jogadores. Além de conseguir curar, o personagem se destaca pela movimentação livre, o que permite atacar por diferentes ângulos e alturas.

Somado a isso, Jetpack Cat ainda possui uma habilidade final que pode ser devastadora: usando um gancho, o personagem consegue levantar um inimigo, o que pode ser usado para jogar o adversário para fora da arena. Um detalhe interessante é que o gancho também pode ser usado a qualquer momento para alçar aliados, fazendo com que qualquer personagem consiga voar.

Com sua mobilidade e poder de cura, o gato pode ser um adversário complicado de lutar, mas existem formas de derrotá-lo facilmente. A melhor maneira é apostar em personagens de alto dano e que possuem foco em precisão. Assim, você consegue focar os tiros no Jetpack Cat e eliminá-lo antes que ele se torne uma ameaça mais incômoda. 

Heróis apelões na categoria de tanque

No modo principal do jogo, que consiste de um 5v5 onde só há um tanque, Overwatch precisou balancear os heróis dessa categoria para que eles fossem fortes o suficiente para aguentar a luta inteira sem depender de um tanque secundário, como é de costume no modo 6v6. Desta maneira, também temos alguns apelões com os quais você precisa ter mais cuidado:

Doomfist

Antigamente, Doomfist era um DPS em Overwatch, mas já faz alguns anos que ele teve seu kit de habilidades levemente modificado e foi reposicionado como um tanque no game. Ele costuma ser altamente agressivo, muito móvel e pode aplicar combos letais contra personagens frágeis na linha de fundo. Além disso, quem tem Doomfist como seu personagem principal costuma ser muito dedicado à ele, então espere jogadores mais experientes quando o encontrar.

Para lidar com ele, você pode utilizar personagens com habilidades para atordoá-lo ou pará-lo de outras formas, seja com um Cassidy, Brigitte, Sombra ou Ana. Também vale a pena considerar heróis que possam escapar rapidamente de seus combos, como Kiriko, Moira ou Juno. 

Já os tanques que podem ajudar são Orisa, Roadhog e Sigma, considerando que eles tem habilidades capazes de interrompê-lo.

Zarya

A Zarya pode ser bem intimidante e opressora em diversas ocasiões, até porque ela possui uma habilidade que a torna mais poderosa quando você a ataca, algo que jogadores novatos não percebem logo de cara. Sempre que ela usa uma bolha, seja nela mesma ou em aliados, e essa bolha é atacada, Zarya recebe mais poder de ataque e pode causar um dano imenso em seus adversário.

Para lidar com ela, recomendamos o uso de personagens que podem atacar a linha de fundo diretamente e sem alimentar as bolhas.  Além disso, lembre-se de parar de atacar sempre que as bolhas estiverem ativadas e tente atacar rapidamente quando ela estiver sem essa habilidade disponível. 

No geral, tanques como Reinhardt, D.Va (que pode comer a suprema de Zarya com sua matriz) e Winston funcionam bem contra ela. Já no quesito de DPS, um Reaper, Sombra ou Ashe podem ajudar bastante a atacar por trás ou de longe, respectivamente.

D.Va

Você já deve ter percebido que a D.Va é uma recomendação constante nesse guia, então deve imaginar que ela seja bem forte. A verdade é que, atualmente, está bem balanceada e possui fraquezas que podem ser exploradas, mas isso não significa que ela não seja opressiva nas mãos certas. 

Ela é especialmente boa em invadir a linha de fundo para matar o suporte e DPS mais frágeis, além de absorver habilidades, muito dano e até habilidades supremas com sua matriz defensiva. Sua própria habilidade suprema pode ser letal para os desavisados ou jogadores que se encontram em posições desfavoráveis, sendo uma bomba gigante capaz de matar qualquer personagem de uma vez.

Nossa recomendação é ter mais noção de seu posicionamento, aplicar muito dano explosivo para tirá-la de seu mecha e evitar usar habilidades supremas quando ela estiver com seu mecha e com a matriz defensiva disponível. Personagens como Zarya e Symmetra podem ser boas escolhas, já que seus raios de dano ignoram a matriz totalmente. 

Sigma

Um dos personagens mais c ompletos e diversos de Overwatch, Sigma traz um pacote de habilidades que não deixa os jogadores na mão. Equipado com um escudo, uma pedra gigante que tira muito dano e tiros que explodem em área, o personagem é uma boa pedida tanto para iniciantes quanto para gamers experientes retornando ao game.

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Sigma se destaca por equilibrar ataque forte e defesas resistentes. 

Além de conseguir atacar e defender com maestria, Sigma ainda conta com uma habilidade de buraco negro que transforma tiros de inimigos em escudo. Sua habilidade final também levanta todos os personagens em um raio para o céu, o que é ótimo para impedir ataques orquestrados.

Para derrotar Sigma, a dica é manter a calma e ser estratégico. Quando o buraco negro que absorve dano está ativado, por exemplo, evite dar tiros no tanque. Além disso, o personagem é lento, o que o torna um alvo fácil para heróis com mais agilidade e capazes de desviar de seus ataques e escudos.

Gostou de conhecer alguns dos heróis mais apelões em Overwatch? Deixe seu comentário nos dizendo o que achou da lista e se algum personagem irritante ficou de fora da seleção!

© Divulgação/Blizzard

5 jogos da franquia Power Rangers para você morfar

8 de Março de 2026, 14:00

Desde o início da década de 90, os Power Rangers se tornaram em um verdadeiro fenômeno cultural que transcendeu a televisão e invadiu várias outras formas de entretenimento, incluindo os videogames. É claro que isso não foi uma grande surpresa, já que a premissa de jovens comuns que se transformam em heróis coloridos para lutar contra monstros gigantes é um material perfeito para o mundo interativo.

Ao longo das décadas, a franquia passou por diversas gerações de consoles, evoluindo de simples pixels em 2D para combates tridimensionais com mecânicas mais complexas, mas sempre mantendo a essência da cooperação e do espírito heróico que define a marca. 

Por isso, relembramos nada menos do que cinco jogos da franquia Power Rangers. Confira!

Power Rangers nos videogames

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Não demorou para que os heróis coloridos chegassem aos videogames. (Fonte: Divulgação/Digital Eclipse/Steam)

A trajetória dos Power Rangers nos videogames é marcada por uma forte presença na era dos 16-bits. Durante os anos 90, os jogos clássicos focavam principalmente no gênero beat 'em up, permitindo que os jogadores avançassem pelas fases derrotando inimigos mais fracos antes de enfrentarem chefes icônicos.

No Super Nintendo e no Mega Drive, esses títulos eram perfeitos para quem gostava de jogar algo cooperativo, além de capturarem a estética da série. Com o passar dos anos, a franquia explorou outros gêneros, como luta e até corrida, mas os clássicos de plataforma e pancadaria permanecem como os mais memoráveis para os fãs veteranos.

Já a transição para o 3D também trouxe novos desafios, mas a nostalgia pelos sprites coloridos e trilhas sonoras sintetizadas continua a inspirar os lançamentos mais recentes, que buscam resgatar justamente essa sensação de arcade dos anos 90.

Qual é o primeiro jogo de Power Rangers?

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A série se tornou um fenômeno mundial durante os anos 1990. (Fonte: Divulgação/Hasbro)

O primeiro título oficial a carregar o nome da franquia foi lançado em 1994, intitulado simplesmente Mighty Morphin Power Rangers. Este jogo teve versões distintas para diferentes plataformas da época. 

O jogo de Super Nintendo, desenvolvido pela Natsume, é frequentemente citada como a mais marcante, onde o jogador começava a fase como um adolescente comum e se transformava no Ranger pouco depois.

Já a versão para Mega Drive, lançada no mesmo ano, optou por um estilo de luta competitiva, focando nos duelos entre os heróis e os vilões mais famosos da primeira temporada. Embora ambos compartilhem o mesmo título, eles ofereciam experiências bem diferentes como deu para perceber.

5 jogos da franquia Power Rangers

Sabendo mais sobre a origem da franquia nos videogames, vale a pena se aprofundar melhor para relembrarmos de outros clássicos. Você confere nossa seleção de cinco jogos de Power Rangers logo a seguir!

1. Mighty Morphin Power Rangers: The Movie

Lançado em 1995 para várias plataformas, Mighty Morphin Power Rangers: The Movie foi um marco por acompanhar o sucesso do primeiro filme dos heróis. No Super Nintendo, ele se destacou por permitir que dois jogadores lutassem simultaneamente em planos diferentes do cenário, uma mecânica inovadora para a época. 

O título apresentava fases que passavam pelas ruas e até planetas distantes, mantendo a clássica progressão de derrotar hordas de inimigos antes de chegar ao chefe.

Já a versão de Mega Drive novamente seguiu um caminho diferente, focando mais na história da série do que do filme, incluindo a transição dos poderes de Jason, Zack e Trini para os novos Rangers Rocky, Adam e Aisha. Além disso, incluía combates entre Megazords e monstros gigantes em um formato de arena de luta.

2. Power Rangers: Super Legends

Power Rangers: Super Legends foi lançado em 2007 como parte das comemorações de 15 anos da franquia, funcionando como uma grande homenagem a diversas eras dos Rangers. A trama envolve o Ranger Ômega do futuro, que precisa reunir guerreiros de diferentes linhas do tempo para impedir o retorno de Lord Zedd. 

O jogo mistura elementos de plataforma com ação, permitindo que os jogadores executem combos aéreos e utilizem armas especiais de longo alcance contra os inimigos.

O grande atrativo de Super Legends é o seu elenco, que inclui personagens de Mighty Morphin, Tempestade Ninja, Patrulha S.P.D. e Galáxia Perdida. No PlayStation 2 e PC, a jogabilidade focava em combates com gráficos 3D, enquanto a versão de Nintendo DS oferecia um sistema de gestos na tela sensível ao toque para realizar golpes especiais. É um dos poucos jogos que tentou criar uma narrativa unificada para o multiverso da série.

3. Power Rangers: Battle for the Grid

Considerado por muitos fãs como o melhor jogo de luta moderno da franquia, Battle for the Grid foi lançado em 2019 e trouxe uma abordagem competitiva mais séria. O game utiliza um sistema de combate em trios, muito similar ao estilo de Marvel vs. Capcom, por exemplo. 

Para quem não conhece esse clássico, os jogadores podem trocar de personagem rapidamente ou chamá-los para assistências, criando uma jogabilidade mais complexa.

A história do jogo é inspirada no arco "Shattered Grid" dos quadrinhos, apresentando o vilão Lord Drakkon, uma versão maligna e alternativa de Tommy Oliver. O game oferece cross-play entre quase todas as plataformas, permitindo que usuários de consoles e PC lutem entre si. 

Outro detalhe legal é que, através de DLCs, o game recebeu personagens como Ryu e Chun-Li (da franquia Street Fighter) devidamente transformados em Rangers.

4. Power Rangers: Legacy Wars

Originalmente lançado para smartphones em 2017, Power Rangers: Legacy Wars é um jogo de luta em tempo real que se tornou um grande sucesso inesperado. Ele utiliza um sistema de combate baseado em cartas de habilidades e energia, onde o timing para atacar, defender ou quebrar a guarda do adversário é essencial.

A jogabilidade foca em duelos estratégicos contra outros jogadores online, exigindo reflexos rápidos e uma boa composição de equipe para ganhar. O diferencial de Legacy Wars é a quantidade de personagens disponíveis, que abrange quase todas as temporadas de Power Rangers e até possui vilões jogáveis.

5. Mighty Morphin Power Rangers: Rita’s Rewind

O lançamento mais recente desta lista segue exatamente o que falamos mais cedo, já que Mighty Morphin Power Rangers: Rita's Rewind é um beat'em up clássico e no visual 16-bits. A história apresenta a "Robo Rita", que viaja no tempo para se aliar à sua versão mais jovem e mudar o curso da história. 

O game permite até cinco jogadores simultâneos, onde cada Ranger possui movimentos especiais únicos inspirados na série original. Além do combate tradicional, Rita’s Rewind surpreende ao incluir sequências de jogo variadas, como perseguições de moto e combates de tiro em primeira pessoa dentro do cockpit do Megazord.

O jogo ainda revisita momentos icônicos da primeira temporada com novas reviravoltas, funcionando tanto como um tributo quanto como uma nova aventura. É a escolha perfeita para quem deseja reviver a nostalgia da infância com uma pegada moderna ao mesmo tempo.

Bônus: Chroma Squad 

Uma menção obrigatória para qualquer fã do gênero é o nosso querido Chroma Squad, desenvolvido pelo estúdio brasileiro Behold Studios. 

O jogo é uma carta de amor ao estilo Super Sentai e Power Rangers. Nele, o jogador gerencia seu próprio estúdio de dublês de TV, precisando contratar atores, comprar equipamentos e gravar episódios de uma série de heróis coloridos.

O combate ocorre em turnos táticos e o sucesso nas batalhas aumenta a audiência do programa e atrai novos patrocinadores. Os jogadores podem personalizar seus uniformes, o robô gigante e até as frases de efeito dos personagens. Chroma Squad é uma aposta certa para quem adorava essas séries de TV, então fica aqui a nossa recomendação.

Gostou de conhecer mais sobre os jogos da franquia Power Rangers? Deixe seu comentário nas nossas redes sociais dizendo quais desses títulos já tinha jogado!

© Divulgação/Digital Eclipse/Steam

Saros: história, gameplay, data de lançamento e mais

7 de Março de 2026, 19:00

O estúdio Housemarque, conhecido especialmente por Returnal, está prestes a lançar o seu novo projeto: Saros, um jogo que já vem chamando atenção desde o seu anúncio no State of Play de fevereiro de 2025. Desde então, os desenvolvedores liberaram algumas novidades, trailers e até trechos de gameplay, o que nos deixou ainda mais ansiosos pela chegada do título. 

Esse exclusivo de PS5 tem tudo para ser um dos grandes jogos de ação de 2026, ainda mais se seguir o mesmo nível de qualidade de Returnal. Como sua data de lançamento, prevista para abril, está se aproximando, decidimos te contar tudo sobre Saros. Isso inclui sua história, informações sobre o gameplay, sua data exata de chegada às lojas e os detalhes que foram confirmados até agora. Confira!

O que é Saros?

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Saros terá muito em comum com Returnal, mas é uma IP totalmente inédita. (Fonte: Divulgação/Housemarque/PlayStation)

Para quem ainda não sabe muito sobre o jogo, Saros pode ser considerado um tipo de sucessor espiritual de Returnal, já que a Housemarque afirmou que queria utilizar o mesmo estilo de gameplay e narrativa em uma IP totalmente nova. Por isso, você pode esperar por um game repleto de ação e exploração em um mundo estranho e hostil ao nosso protagonista. 

No geral, será uma boa aposta para quem curte uma mistura de ficção científica e elementos psicológicos, além da já esperada mecânica de loop temporal para justificar as múltiplas partidas. Também é de se imaginar que o game seja mais desafiador, então é bom ter isso em mente. Caso você não tenha gostado tanto de Returnal, talvez seja melhor esperar pelo lançamento e assistir um pouco do gameplay antes de comprá-lo.

História e personagens de Saros

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Arium Devraj será o nosso protagonista em nossa aventura por Carcosa. (Fonte: Divulgação/Housemarque/PlayStation)

Pelo o que se sabe até agora, a trama de Saros gira em torno da sobrevivência e da busca por respostas em Carcosa por parte de seu protagonista, Arium Devraj. Durante nossa exploração, o planeta está sempre passando por um eclipse meio sinistro e Arium claramente está procurando por alguém ou algo que desconhecemos. É aí que entra a parte do loop temporal, já que cada vez que o protagonista morre, sua aventura recomeça, mas ele mantém algumas de suas novas forças e habilidades.

Os desenvolvedores também já referiram à Carcosa como um “planeta que muda de forma”, o que pode significar que cada partida conta com áreas diferentes do que foi visto previamente, algo comum em jogos roguelike. Fora Arium, por enquanto só se sabe de outra personagem, Nitya Chandran, mas a Housemarque garantiu que há um elenco inteiro que conheceremos ao longo do game.

Jogabilidade e mecânicas de combate

Conforme mencionamos anteriormente, o gameplay de Saros segue o estilo da Housemarque com Returnal, com combates desafiadores e frenéticos, o que pode te deixar sem muito tempo para pensar. 

O jogo aposta em um tiro em terceira pessoa, além de trazer elementos roguelike, uma combinação que geralmente funciona bem. Pelo o que deu para ver no trailer de gameplay, o combate exige reflexos rápidos e, possivelmente em partes mais difíceis, algumas estratégias para não acabar morrendo precocemente.

O legal é que nosso protagonista contará com algumas habilidades bem únicas em combate, então você não terá que se contentar em apenas correr e atirar por diversas horas. O aspecto roguelike também permitirá que você sempre volte mais forte, então não precisa se preocupar com aquele sentimento de jogo repetitivo e com ritmo mais lento.

Customização e ajustes de desafio

Por se tratar de um jogo com um personagem bem definido, você não terá como custimizá-lo da forma que é possível em RPGs, por exemplo. O que você poderá customizar é a dificuldade do game, diferente do que vimos em Returnal, que tinha um nível de desafio mais fixo e que gerou algumas reclamações por parte de jogadores que acharam a experiência exaustiva e excessivamente punitiva. 

Isso acaba sendo um ponto muito positivo para atrair tanto os fãs do game anterior como os jogadores que sempre tiveram curiosidade, mas que evitavam o game da Housemarque pela dificuldate alta.

Saros: data de lançamento e plataformas

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O game conta com algumas habilidades bem interessantes e que deixam o combate mais dinâmico. (Fonte: Divulgação/Housemarque/PlayStation)

Inicialmente previsto para março de 2026, Saros teve sua data de lançamento ajustada para 30 de abril de 2026. Por enquanto, essa data se mantém e firme e não deve sofrer com novos adiamentos. O jogo será lançado exclusivamente para PlayStation 5, incluindo uma versão aprimorada para o PlayStation 5 Pro, aproveitando ao máximo os recursos gráficos e de desempenho da nova geração.

É claro que o jogo deve seguir a tendência de outros games exclusivos de PS5 e ser lançado para o PC após algum tempo, talvez demorando de 1 a 3 anos para isso acontecer. Com Returnal, por exemplo, o tempo de espera para o lançamento de PC foi de apenas 2 anos.

Pré-venda e preços de Saros no Brasil

Como qualquer outro grande jogo de PS5, a pré-venda de Saros já está disponível na PlayStation Store, incluindo as edições especiais com bônus cosméticos inspirados em outros títulos da PlayStation Studios. No Brasil, os preços seguem a faixa padrão dos lançamentos AAA atuais, com a edição básica custando em torno de R$ 349,90 e versões especiais podendo ultrapassar os R$ 399,90, dependendo dos conteúdos adicionais oferecidos.

Sabemos que essa faixa de preço pode ser bem salgada para a nossa realidade, então talvez valha a pena esperar uma promoção. Como referência, podemos lembrar que Returnal já chegou a ter pelo menos 60% de desconto de seu preço normal durante promoções na Steam e na PS Store aqui no Brasil.

Gostou de saber tudo sobre Saros, incluindo sua história gameplay e data de lançamento? Então deixe seu comentário em nossas redes sociais nos dizendo se está ansioso para o novo game da Housemarque e já aproveitou Returnal anteriormente!

© Divulgação/Housemarque/PlayStation

8 jogos de RPG ocidentais tão bons quanto JRPGs

4 de Março de 2026, 08:15

Quando se fala em RPGs, muita gente pensa automaticamente nos clássicos japoneses, ou seja, aquelas histórias épicas, personagens marcantes, trilhas sonoras que te emocionam e batalhas difíceis. Franquias como Final Fantasy, Persona e Dragon Quest ajudaram a consolidar o estilo definitivo do que conhecemos como JRPGs ao longo dos anos, se tornando referências no gênero.

Mas isso não significa que o Ocidente fique para trás com seus RPGs. Ao longo dos anos, diversos estúdios ocidentais criaram RPGs tão complexos, emocionantes e memoráveis quanto seus equivalentes japoneses, ainda que com abordagens diferentes. 

Levando isso em conta, não só vamos entender melhor essas diferenças, como também vamos aproveitar para listar 8 RPGs ocidentais tão bons quanto JRPGs. Confira!

Existe diferença entre RPG ocidental e JRPG?

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Undertale teve sua criação inspirada diretamente em um JRPG. (Fonte: Divulgação/tobyfox/Steam)

Para quem ainda está começando a se aventurar pela gênero, a questão de se existe diferente entre o RPG ocidental e o JRPG é comum. A resposta é que, sim, existem diferenças claras entre RPGs ocidentais e JRPGs, mas elas estão muito mais ligadas ao estilo do que à qualidade dos jogos. 

Tradicionalmente, os JRPGs tendem a apresentar histórias mais lineares e bem dirigidas, com protagonistas silenciosos e um grande foco em narrativa e emoção. O visual costuma ser estilizado, muitas vezes inspirado em animes, e o jogador acompanha uma jornada divertida e que, muitas vezes, acompanha a temática da amizade de um grupo.

Já os RPGs ocidentais costumam apostar em liberdade e exploração. O jogador tende a criar seu próprio personagem, tomar decisões que afetam diretamente o mundo ao redor e explorar mapas abertos ou semiabertos. 

As histórias frequentemente se ramificam de acordo com escolhas morais, alianças e atitudes ao longo da campanha, reforçando o conceito de interpretação de um papel, que é de onde vem o nome do gênero: Role Playing Game.

Com o passar do tempo, essas diferenças ficaram menos rígidas, já que muitos RPGs ocidentais passaram a investir mais em narrativa e personagens, enquanto vários JRPGs incorporaram mundos mais abertos e sistemas mais complexos. Atualmente, você ainda encontra jogos que seguem cada estilo de forma tradicional, mas é bem mais comum vermos uma mistura das práticas ocidentais com as asiáticas.

8 jogos de RPG ocidentais tão bons quanto JRPGs

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Skyrim permanece como um dos RPGs ocidentais mais influentes do mundo. (Fonte: Divulgação/Bethesda/Steam)

Agora que já sabemos mais sobre as diferenças que costumamos ver ou perceber em games japoneses e ocidentais, chegou a hora de conferir a lista com os 8 jogos de RPG ocidentais tão bons quanto JRPGs. 

É claro que existem inúmeros games que poderíamos colocar nessa lista, mas optamos por aqueles que realmente se destacam e sempre são lembrados por trazer experiências marcantes e inovadoras no gênero. 

1. Baldur's Gate 3

É claro que não dava para fazer uma lista de RPGs ocidentais tão bons quanto JRPGs sem mencionar o verdadeiro marco moderno do gênero que é Baldur’s Gate 3. Esse jogo combina uma liberdade quase absurda de escolhas, personagens extremamente bem escritos e um sistema de combate tático incrível e baseado em Dungeons & Dragons. 

Suas decisões realmente importam e o jogo te dá praticamente todas as possibilidades que possa imaginar, abrangendo seu escopo de forma surreal e permitindo múltiplas partidas totalmente diferentes. Ele foi considerado como o Jogo do Ano de 2023 por um excelente motivo, então não deixe de conferi-lo se ainda não o  jogou.

2. Undertale

Inspirado diretamente por um dos melhores JRPGs já feitos, o clássico Earthbound, Undertale conquistou o mundo de uma forma que poucos jogos indies tinham conseguido até então. Seu escopo é pequeno, o conceito é simples e o visual minimalista, mas sua trama, personagens e trilha sonora são mais do que o suficientes para marcar a vida de qualquer pessoa que o jogue. 

Isso vale especialmente para quem faz a partida pacifista para ver o final verdadeiro, algo capaz de tirar lágrimas de qualquer um. 

3. The Elder Scrolls V: Skyrim

Quem é fã veterano da franquia The Elder Scrolls nunca diria que Skyrim deveria ser o representante da série em uma lista como essa, provavelmente dando preferência para Daggerfall, Morrowind ou Oblivion. Só que não podemos ignorar o fato de que Skyrim quebrou sua bolha de tal forma que até hoje permanece como um dos RPGs mais rentáveis de todos os tempos, com nada menos do que 60 milhões de cópias vendidas. 

Além disso, após quase 15 desde seu lançamento, o game ainda é relançado em novas plataformas e jogado até hoje, um marco que poucos games single player conseguem. 

4. The Witcher 3: Wild Hunt

Outro RPG ocidental que também alcançou a marca das 60 milhões de unidades vendidas é The Witcher 3: Wild Hunt. Mesmo sendo terceiro game da franquia, esse foi o título que mais chamou atenção, especialmente por ter um gameplay bem melhor em relação aos seus antecessores e um visual de tirar o fôlego até hoje, mesmo após 10 anos de seu lançamento. 

Em questão de narrativa, quest e exploração de mundo, esse é um RPG que bate de frente com os JRPGs de maior sucesso, então é claro que ele merece figurar em nossa lista.

5. Star Wars: Knights of the Old Republic

Quando se fala de RPGs ocidentais, Star Wars Knights of the Old Republic é um daqueles jogos tão marcantes que nunca pode ficar de fora da discussão. Conhecido também apenas como KOTOR, esse é um clássico absoluto e até hoje conta com uma história memorável, personagens icônicos e um grande plot twist, mesmo após quase 23 anos. 

É claro que seu gameplay e outros elementos não envelheceram tão bem em comparação aos jogos mais modernos do gênero, mas esse é um obstáculo fácil de esquecer com um título tão bom quanto esse.

6. Transistor

Embora hoje a Supergiant Games seja amplamente reconhecida pelo sucesso de Hades, alguns anos antes o estúdio já havia lançado outra obra-prima menos conhecida: Transistor. Com a mesma excelência em arte, música e narrativa, o jogo se destacou por um sistema de combate singular, no qual o jogador programava ataques que remetiam a funções computacionais e os executava em sequência. 

Diferente dos JRPGs tradicionais, que costumam alternar turnos de forma rígida, Transistor mesclava planejamento estratégico com ação em tempo real, criando uma experiência híbrida e inovadora e que apesar das diferenças vale demais a pena conferir.

7. Fallout: New Vegas

A franquia Fallout sempre foi um primor quando se pensa em RPGs ocidentais, mas Fallout: New Vegas é um dos títulos modernos que mais consolidou essa reputação. Embora ele tenha alguns problemas técnicos em decorrência de seu curto tempo de desenvolvimento, esse título conta com excelentes missões, personagens, facções e escolhas que podem moldar sua experiência. 

Apesar da franquia já pertecer à Bethesda nessa época, quem cuidou desse foi projeto foi a Obsidian, que na época contava com boa parte das pessoas que criaram Fallout originalmente.

8. South Park: The Stick of Truth

Quando South Park: The Stick of Truth foi anunciado, muitos acreditaram que esse seria um jogo voltado apenas para o lado humorístico e que não teria um gameplay realmente interessante ou de qualidade. Só que o game foi desenvolvido pela Obsidian, um estúdio mestre em fazer excelentes RPGs, e ainda contou com o envolvimento direto de Trey Parker e Matt Stone, os criadores e roteiristas de South Park. 

Dessa forma, eles conseguiram passar exatamente o queriam para os desenvolvedores, deixando Stick of Truth com a carinha e humor exatos do desenho. O gameplay de combate em turnos também foi excelente e o game permanece como  um dos melhores RPGs ocidentais até hoje.

Gostou de conhecer alguns dos RPGs ocidentais tão bons quanto JRPGs? Então deixe seu comentário em nossas redes sociais nos dizendo quais desse mais te chamou a atenção e quais outros RPGs colocaria nessa lista!

© Divulgação/Larian Studios/Steam

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