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Celular barato com NFC: 7 modelos até R$ 1.500 que valem a pena em 2026

13 de Maio de 2026, 17:29
Galaxy A36, smartphone com suporte ao NFC
Samsung Galaxy A36 é um exemplo de smartphone acessível com suporte ao NFC (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Suporte à tecnologia Near Field Communication (NFC) não é algo restrito a smartphones de ponta: você pode encontrar um celular barato com NFC para fazer pagamentos por aproximação, sem ter que recorrer a modelos premium.

É verdade que nem todos os modelos básicos têm NFC. No entanto, há celulares no mercado com especificações menos exigentes e com preços acessíveis, e que ainda trazem suporte a essa tecnologia de pagamento sem contato.

Neste guia, o Tecnoblog apresenta sete celulares baratos com NFC por até R$ 1.500, incluindo aparelhos da Samsung, Motorola, Realme e Xiaomi.

Galaxy A17 5G


Prós
  • Tela Super AMOLED
  • Suporte a 5G
  • Três câmeras traseiras (principal de 50 MP)
Contras
  • Máximo de 8 GB de RAM
  • Estrutura em plástico
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O Galaxy A17 é um smartphone de entrada da Samsung, alimentado pelo chip Samsung Exynos 1330 e por 4 GB ou 8 GB de RAM. Essa combinação de hardware faz com que o aparelho seja mais indicado para tarefas simples do dia a dia como navegar na internet, mexer nas redes sociais e enviar e-mails.

O celular também conta com tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, armazenamento de 128 GB ou 256 GB, três câmeras na traseira (com direito a grande-angular de 50 MP), bateria de 5.000 mAh, e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação.

Moto G35


Prós
  • Câmera traseira grava em 4K
  • Tela de 120 Hz
  • Suporte a 5G
  • Entrada P2 para fone de ouvido
  • Som estéreo
Contras
  • Tela IPS LCD (preto acinzentado)
  • 4 GB de RAM
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O Moto G35 é outro celular de entrada com NFC, com performance limitada a tarefas mais básicas devido ao system-on-a-chip Unisoc T760/T8100 combinado com apenas 4 GB de RAM.

Demais especificações incluem bateria com 5.000 mAh de capacidade, sistema de câmera principal formado por uma lente grande-angular (50 MP) e outra ultrawide (8 MP), suporte a 5G, armazenamento de 128 GB ou 256 GB, e tela IPS LCD de 6,72 polegadas.

Realme C75x


Prós
  • Tela com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Compatível com carregamento rápido de 45 W
Contras
  • Sem suporte a 5G
  • Tela com resolução limitada a 720×1604 pixels
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O Realme C75x é uma versão mais modesta do C75 original, que apresenta especificações inferiores de hardware para atingir um preço mais acessível.

Falando da parte externa, o aparelho conta com uma tela IPS LCD de 6,67″ e com taxa de atualização de 120 Hz, além de uma única lente grande-angular de 50 MP na traseira aliada a sensores auxiliares. Também temos os selos IP68 e IP69 contra água e poeira e a certificação militar MIL-STD-810H para mais resistência.

Já na parte interna, o Realme C75x inclui o chipset Mediatek Helio G81 Ultra, 6 GB ou 8 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento interno, bateria de 5.600 mAh, e suporte à tecnologia NFC.

Moto G75


Prós
  • Desempenho equilibrado
  • Câmera com sensor Sony
  • Grava em 4K
  • 5 anos de atualização do Android
  • Certificado MIL-STD-810H
Contras
  • Tela LCD peca em contrastes
  • Tela com resolução Full HD+
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O Moto G75 é um smartphone intermediário da Motorola com foco em resistência: além da certificação militar MIL-STD-810H, o celular inclui proteção IP68 contra água e poeira, e tela IPS LCD de 6,78″ (com taxa de atualização de 120 Hz) reforçada com o Corning Gorilla Glass 5.

Em termos de hardware, temos o SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, 8 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento, bateria íon-lítio de 5.000 mAh, e duas lentes na traseira (grande-angular de 50 MP e ultrawide/macro de 8 MP). O aparelho também traz suporte ao NFC.

Galaxy A36


Prós
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP com OIS
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos garantidos de atualizações Android
Contras
  • Não oferece carregamento sem fio
  • Acabamento de plástico é frágil contra quedas
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O Galaxy A36 é um celular intermediário da Samsung com boa relação custo-benefício. Ainda que vendido a um preço mais acessível, ele traz especificações interessantes, como suporte a 5G, NFC e Bluetooth 5.4.

O SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3 e as capacidades de RAM de 6 GB ou 8 GB conseguem lidar com tarefas intermediárias e jogos mais simples. E há versões com 128 GB ou 256 GB de memória interna.

O smartphone ainda apresenta tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e com taxa de atualização de até 120 Hz, três lentes na câmera principal (incluindo grande-angular de 50 MP), compatibilidade com recursos de inteligência artificial e bateria de 5.000 mAh que pode durar até 29 horas em reprodução contínua de vídeo.

Redmi Note 15


Prós
  • Tela AMOLED
  • Câmera principal de 108 MP
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Suporte a carregamento reverso
Contras
  • Estrutura em plástico
  • Não suporta 5G
  • Certificação IP64
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O Redmi Note 15 se destaca pela bateria de 6.000 mAh, que tem vida útil teórica de até seis anos e é compatível com carregamento reverso (18 W). Outro ponto forte do celular está no kit de câmera principal, que traz uma grande-angular de 108 MP, uma câmera de profundidade e sensores auxiliares.

O smartphone é alimentado pelo chip MediaTek Helio G100 Ultra, além de 6 GB ou 8 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. E o celular também inclui tela AMOLED de 6,77″ com taxa de atualização de até 120 Hz, suporte a tecnologia NFC, sensor infravermelho e certificação SGS.

Poco C85


Prós
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Conector P2 para fones de ouvido
  • Suporte a carregamento reverso (10 W)
Contras
  • Tela IPS LCD
  • Pode engasgar com jogos e apps mais exigentes
  • Câmeras razoáveis
  • Resistência apenas IP64
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O Poco C85 é um smartphone de entrada, mas que consegue equilibrar preço acessível com desempenho interessante para tarefas mais básicas.

O celular conta com o chip Mediatek Helio G81 Ultra, combinado com 6 GB ou 8 GB de RAM, e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. E dentre os destaques de hardware, está a bateria de 6.000 mAh, que promete autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo contínua.

Tela IPS LCD de 6,9 polegadas (com taxa de atualização de até 120 Hz), kit duplo de câmera (incluindo grande-angular de 50 MP), suporte ao NFC e Bluetooth 5.4 completam as especificações do smartphone.

É possível instalar NFC em celular que não tem?

Não de forma nativa. O Near Field Communication (NFC) é uma tecnologia dependente de hardware, que requer uma antena e um chip NFC instalados de fábrica no interior do dispositivo para funcionamento nativo. Portanto, é essencial que você confira a ficha técnica para saber se o celular tem NFC ou não antes de comprá-lo.

Até existem adaptadores NFC que podem funcionar em smartphones via cartão microSD ou USB OTG. Mas tenha em mente que se trata de uma “gambiarra”, com compatibilidade limitada e sem garantia de funcionamento. O método também não é prático, e exige que você carregue acessórios junto de seu celular.

O que pode substituir o NFC no celular?

A tecnologia Magnetic Secure Transmission (MST) da Samsung substitui o NFC em pagamentos por aproximação, ao emitir um sinal magnético que simula a tarja de um cartão físico. O único ponto é que o recurso é limitado a smartphones mais antigos da marca sul-coreana.

Compras com QR Code ou via Pix também são alternativas para pagamentos sem contato físico, embora exijam etapas manuais para concluir a operação. E você ainda pode colocar um cartão bancário contactless dentro da capinha de seu celular para pagar por aproximação.

Qual celular Xiaomi tem NFC?

Diversos celulares Xiaomi têm suporte à tecnologia NFC, incluindo modelos de entrada (como Poco C85 e Redmi 12), intermediários (a exemplo do Poco X7 Pro e Redmi Note 15 Pro) e os melhores celulares Xiaomi (como o Xiaomi 17 Ultra).

Mas é recomendável que você confira a ficha técnica e a versão do Xiaomi que está de olho, já que variantes vendidas no Brasil podem ter especificações diferentes dos modelos globais e vice-versa.

Todo celular 5G tem NFC?

Não necessariamente. NFC é uma tecnologia de transmissão de dados sem fio, usada principalmente em pagamentos por aproximação. Já 5G é a quinta geração de redes móveis, oferecendo velocidades mais rápidas para download e upload de dados. Ou seja, são tecnologias diferentes e com propósitos distintos.

E por não dependerem uma da outra, 5G e NFC podem ou não ser incorporados nos celulares, mediante escolha da fabricante. Logo, um smartphone pode ter suporte ao 5G, mas não vir com NFC, assim como um smartphone limitado apenas ao 4G pode ser compatível com a tecnologia NFC.

Celular barato com NFC: 7 modelos até R$ 1.500 que valem a pena em 2026

Quem inventou o celular? Conheça Martin Cooper e a história dos telefones móveis

13 de Maio de 2026, 08:42
imagem do enegenheiro Martin Cooper e o celular Motorola Dynatac 8000X
Martin Cooper e o celular Motorola Dynatac 8000X (Imagem: Rico Shen/Wikimedia Commons)

Martin Cooper é reconhecido como o inventor do celular: um dispositivo eletrônico portátil, capaz de fazer ligações telefônicas à distância, sem dependência de cabos ou de uma estação física.

O DynaTAC foi o primeiro protótipo de celular do mundo, apresentado em 1973, nos Estados Unidos. No entanto, o primeiro celular comercial da história só foi lançado em 1984, com nome de Motorola DynaTAC 8000X.

A criação do primeiro celular revolucionou a indústria, e serviu como pontapé para o lançamento de diversos aparelhos no final da década de 90. Com o passar dos anos, esses dispositivos ganharam mais capacidades, e passaram a ser chamados de “smartphones”.

A seguir, entenda melhor quem criou o celular, qual era o contexto da época, e como era o primeiro telefone celular do mundo.

Quem inventou o celular?

Martin Cooper é mundialmente conhecido como o inventor do celular portátil, já que liderou a equipe de engenharia da Motorola responsável pela criação do dispositivo móvel.

Mas é importante destacar que Cooper não criou o celular sozinho: além do time de engenheiros envolvidos no projeto, John F. Mitchell também teve papel importante no desenvolvimento, sob o cargo de engenheiro-chefe da divisão de comunicações móveis da Motorola na época.

Quem é Martin Cooper?

Martin Cooper é um engenheiro elétrico estadunidense, nascido em 26 de dezembro de 1928. Ele é considerado o “pai do celular”, por ter chefiado uma equipe de engenheiros da Motorola para a criação do primeiro celular do mundo.

Cooper trabalhou na Motorola por quase 30 anos, e cofundou diversas empresas no setor de telecomunicações. O engenheiro também introduziu a a Lei da Eficiência Espectral (conhecida como “Lei de Cooper”) que prevê o aumento da capacidade de redes sem fio ao longo do tempo.

Em 2024, Martin Cooper recebeu a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação (NMTI). A premiação é a maior honraria dos Estados Unidos por conquistas tecnológicas.

Martin Cooper, inventor do celular portátil
Martin Cooper é amplamente reconhecido como o inventor do celular (Imagem: Reprodução/Motorola)

Quando o celular foi inventado?

O celular foi inventado em 1973, nos Estados Unidos. Embora não exista uma data exata para a criação do dispositivo, 3 de abril de 1973 marca a primeira demonstração do celular em operação.

Nesse dia, Cooper apresentou o protótipo DynaTAC e fez uma ligação pública para a AT&T, que era rival da Motorola até então, para mostrar que o aparelho funcionava.

A Motorola seguiu desenvolvendo e aprimorando o protótipo para que ele finalmente se tornasse um produto. E isso só aconteceu em 1984, quando o DynaTAC 8000X, o primeiro celular portátil para consumidores, foi lançado oficialmente.

Por que o celular foi inventado?

A invenção do celular reflete o princípio de uma comunicação mais autônoma enxergada por Martin Cooper: na sua visão, não era cabível que pessoas ficassem “presas” a casas ou escritórios por conta de um telefone fixo, ou a carros por conta de celulares veiculares.

Diante disso, Cooper idealizou um telefone celular portátil, que pudesse ser transportado e operado de qualquer lugar, e sem a dependência de um determinado espaço físico para funcionamento.

Como era o primeiro celular do mundo

O primeiro celular comercial do mundo foi o DynaTAC 8000X, da Motorola: um dispositivo grande e pesado, com cerca de 33 centímetros de altura e pesando aproximadamente 794 gramas. O aparelho tinha uma bateria simples, com autonomia para até meia hora em ligação.

DynaTAC 8000X
Foto do DynaTAC 8000X (Imagem: Wikimedia Commons/sob licença CC BY-SA 3.0)

Qual foi o primeiro celular no Brasil?

O primeiro celular no Brasil foi o Motorola PT-550, em 1990. O aparelho pesava 348 gramas, tinha 22,8 centímetros de altura e vinha com uma tampa (estilo flip) para proteger o teclado numérico. Na época, o Motorola PT-550 custava cerca de 500 a 750 cruzados — algo equivalente a R$ 15 mil, em recortes mais atuais.

Motorola PT-550
Foto do Motorola PT-550 (Imagem: Reprodução/Museu de Tecnologias da UTFPR)

Qual é a linha do tempo dos celulares?

A linha do tempo de celulares pode ser resumida entre acontecimentos desde a criação do celular até a chegada dos smartphones. Confira os principais acontecimentos nesse intervalo de tempo.

1973: Martin Cooper e Motorola criam o primeiro protótipo funcional de um celular portátil;
1984: Motorola DynaTAC 8000X é oficialmente lançado, tornando-se o primeiro telefone celular comercial da história;
1994: surge o IBM Simon, considerado o primeiro smartphone da história, que trazia tela sensível ao toque;
1997: Siemens lança o S10, o primeiro celular com display colorido;
1999: a partir desse ano, marcas como Nokia, Sharp, Sony e Siemens ganharam notoriedade no mercado de celulares, com o lançamento de diversos modelos;
2002: Blackberry lança aparelhos com suporte a dados móveis, popularizando o uso de e-mail pelo celular;
2007: Apple lança o iPhone, dando início a uma nova era de smartphones.

Qual é a diferença entre celulares e smartphones?

Celular é um dispositivo eletrônico de consumo portátil criado para fazer chamadas telefônicas. Com o tempo, o aparelho ganhou capacidade de enviar mensagens de texto e executar ferramentas como calculadora e rádio FM, mas mantendo seu caráter mais básico.

smartphones combinam as funções de um telefone celular com as de um computador. Apesar de ter sido criado na década de 90, o smartphone ganhou força em 2007 com o lançamento do iPhone: um aparelho similar a um celular comum, mas sem teclado físico e com capacidade para executar apps via internet.

Mesmo com essas diferenças, celulares e smartphones são usados como sinônimos nos dias atuais — algo similar ao que acontece com os termos notebook ou laptop.

A criação do celular tem relação com a criação do smartphone?

Sim. A criação do celular permitiu que os engenheiros entendessem as capacidades do aparelho e desenvolvessem dispositivos cada vez mais tecnológicos.

Sem contar a evolução tecnológica gradual, todo o conhecimento descoberto com os celulares serviu como base para que empresas e personalidades da tecnologia concretizassem o que chamamos hoje de smartphones.

Em suma, o smartphone pode ser considerado como uma evolução do celular. Até porque os smartphones possivelmente não existiriam se não fossem os celulares.

Quem inventou o celular? Conheça Martin Cooper e a história dos telefones móveis

engenheiro Martin Cooper e o celular Motorola Dynatac 8000X (imagem: Rico Shen/Wikimedia Commons)

(Imagem: Reprodução/Motorola)

Guia de troféus e conquistas de Hollow Knight: Silksong

11 de Maio de 2026, 17:36
Captura de tela do jogo Hollow Knight Silksong
Hollow Knight: Silksong inclui diversas conquistas e troféus a serem conquistadas (Imagem: Reprodução/Team Cherry)

Hollow Knight: Silksong é um jogo estilo Metroidvania, lançado em setembro de 2025. Trata-se do segundo título da franquia Hollow Knight, que acompanha a jornada da antiga princesa Hornet após ela ter sido capturada e levada para o reino Pharloom.

Ao longo do game, os jogadores podem conquistar troféus e conquistas ao realizarem ações específicas, como derrotar um chefe ou concluir uma missão. Ao todo, Hollow Knight: Silksong conta com 34 troféus nos consoles PlayStation e 52 conquistas (incluindo conquistas ocultas) no Xbox, PC e Nintendo Switch.

Confira todos os troféus e conquistas de Hollow Knight: Silksong, e veja o que é necessário para platinar o game.

Dica

Use a combinação de teclas Ctrl + F em seu navegador para facilitar a localização da conquista desejada.

Troféus e conquistas de Hollow Knight: Silksong

Importante

Algumas conquistas abaixo não estão disponíveis para PlayStation, já que a versão de Hollow Knight: Silksong nos consoles de videogame da Sony tem menos troféus do que no Xbox, PC ou Switch.

Troféu ou conquistaAção ou ocorrência
Coração de Fiarlongo (somente no PlayStation)Obtenha todos os outros troféus
EquipadaAdquira sua primeira ferramenta
VínculoVincule sua primeira habilidade de seda
LiberadaDerrote a Besta dos Sinos
ConcedidoConceda seu primeiro desejo
Boas-vindas de FiarlongoDerrote Tessela nas Docas Profundas
ServoDerrote o Quarto Vozerio
ReivindicadoReivindique seu primeiro brasão
RestauradoAdquira 2 Fragmentos de carretel
FanáticaDerrote a Viúva
ProtegidaAdquira 4 fragmentos de máscara
JuízaDerrote a Última Juíza
Última DançaDerrote os Dançarinos Mecânicos
Caçadora HabilidosaConceda o desejo de Nuu
TrágicoDerrote Trobbio
Localizadora de PulgasResgate metade das pulgas perdidas de Fiarlongo
HarmoniosaAprenda a canção Tríplice da Cidadela
ResidenteAdquira seu próprio Campalar
Cavaleira BrancaDerrote Tessela no Berço
TransportadaAbra todas as estações ventrículas da Cidadela
ConectadasAbra todas as vias campanárias de Fiarlongo
GlutãoSacie o Grande Gourmand
Fim da TrilhaConceda o desejo de Shakra
PulgófilaResgate todas as pulgas perdidas de Fiarlongo e receba o presente final delas
RegeneradaAdquira todos os Corações de Seda
ConsumidaReivindique todos os brasões
TecidoVincule todas as habilidades de seda
CartógrafaAdquira um mapa de cada área
EstendidoAdquira todos os fragmentos de carretel
MascaradaAdquira todos os fragmentos de máscara
ArsenalAdquira todas as ferramentas
ConclusãoConsiga 100% de conclusão e termine o jogo
Verdadeira CaçadoraReceba o Memento de Nuu
VelocistaComplete o jogo em menos de 5 horas
Conclusão RápidaConsiga 100% de conclusão e termine o jogo em menos de 30 horas
Alma de AçoFinalize o jogo no modo Alma de Aço
Coração de AçoConsiga 100% de conclusão do jogo e finalize o jogo no modo Alma de Aço

Conquistas ocultas de Hollow Knight: Silksong

Alerta

A lista de conquistas abaixo envolve determinados chefes, áreas secretas e eventos importantes da história. Caso queira evitar spoilers, não leia os achievements abaixo.

Troféu ou conquistaAção ou ocorrência
VinculadaAprenda o Chamado dos Bestiotes
Fantasma CinzaDerrote a Fantasma
HeregeDerrote a Primeira Pecadora e vincule o poder dela
TiranoDerrote o Rei do Coral Khan
SementeDerrote Nyleth
DivaDerrote a Skarrcantora Carmelita
LamentadorDerrote os Dançarinos do Trevo
O Chamado da HeroínaDerrote o Garmond Perdido
Resolução FatalDerrote a Alfinista
EntrelaçadaVincule Eva
LembrançaReivindique a Flor Eterna de uma memória distante
Rainha TecelãDerrota a Grande Mãe Seda e vincule o poder dela
Seda EntrelaçadaDerrote a Grande Mãe Seda e entrelace-a com a Teia de Almas
Criança DeturpadaDerrote a Grande Mãe Seda enquanto estiver amaldiçoada
Irmã do VazioDerrote a Tessela Perdida e liberte Fiarlongo
Passagem da EraConceda o Desejo do Arauto

O Hollow Knight: Silksong para Nintendo Switch tem conquistas?

Sim, embora use um modo diferente: como o Nintendo Switch 1 e 2 não têm sistema universal de conquistas, a versão de Hollow Knight: Silksong nesses consoles inclui conquistas in-game (chamados de “Feats”).

É difícil platinar Hollow Knight: Silksong?

Sim. Hollow Knight: Silksong é considerado mais difícil do que o título anterior da franquia. E para conseguir todas as conquistas disponíveis, você terá de derrotar todos os chefes, coletar itens específicos e concluir o jogo mais de uma vez.

É aconselhável que você jogue o primeiro título antes de partir para o Silksong. Mas caso seja um tripulante de primeira viagem, vale conferir nossas dicas iniciais para jogar Hollow Knight.

Guia de troféus e conquistas de Hollow Knight: Silksong

(Imagem: Reprodução/Team Cherry)

Personalidades da tecnologia: conheça líderes que revolucionaram o mundo tech

11 de Maio de 2026, 11:17
Tim Berners-Lee, criador do protocolo HTTP
Tim Berners-Lee, criador do protocolo HTTP (Imagem: “Sir Tim Berners-Lee” por Knight Foundation sob CC BY-SA 2.0)

Personalidades da tecnologia são pessoas que tiveram papel fundamental na construção ou revolução do mundo tech que vivemos atualmente.

Alguns nomes são responsáveis por criar conceitos que são usados para a base da computação. Já outros criaram negócios tecnológicos que impactaram a forma como comunicamos e interagimos.

A seguir, confira as principais personalidades da tecnologia da história, incluindo figuras como Alan Turing, Ada Lovelace e Steve Jobs.

Alan Turing

Alan Mathison Turing foi um matemático britânico que é considerado como uma das pessoas mais importantes para a computação moderna. Ele nasceu em 23 de junho de 1912 e veio a falecer em 1954, por envenenamento.

Em 1936, Turing propôs um modelo matemático — conhecido como “Máquina de Turing” — sobre os potenciais da computação, estabelecendo que uma máquina poderia realizar qualquer tarefa computável a partir de instruções lógica. O modelo serviu como base para a computação e para a concepção do que chamamos de algoritmos.

O britânico também foi um dos pioneiros na inteligência artificial ao propor o Teste de Turing, e fez contribuições importantes para a criptografia, tendo quebrado códigos de máquinas usada por alemães na Segunda Guerra Mundial. E ao lado de Charles Babbage, Alan Turing também é reconhecido como um dos inventores do computador.

Foto de Alan Turing
Alan Turing contribuiu para diversas áreas da tecnologia (Imagem: Reprodução/The Alan Turing Institute)

Tim Berners-Lee

Tim Berners-Lee é um físico e cientista da computação britânico, nascido em 8 de junho de 1955. Conhecido como o “pai da internet”, ele fez diversas contribuições que resultaram no surgimento da web.

Dentre os principais feitos de Lee estão a criação da World Wide Web (WWW), do HyperText Markup Language (HTML) e Hypertext Transfer Protocol (HTTP), Uniform Resource Locator (URL), do primeiro navegador web e do primeiro servidor.

Ele também fundou uma organização internacional para padronização da rede, chamada de World Wide Web Consortium (W3C).

Foto de Tim Berbers-Lee
Tim Berners-Lee é amplamente reconhecido como o “pai da web” (Foto: Rafael Silva/Tecnoblog)

Ada Lovelace

Augusta Ada Byron King foi uma matemática e escritora britânica, nascida em 10 de dezembro de 1815. Conhecida apenas por Ada Lovelace, ela faleceu em 1852 devido a complicações de saúde.

Ada Lovelace foi a grande pioneira da linguagem de programação, sendo reconhecida como a primeira programadora da história. Na década de 40, ela criou um algoritmo capaz de ser processado por uma máquina analítica, mesmo que não existissem computadores na época.

Tal feito rendeu diversas premiações e homenagens até os dias mais atuais. Como exemplo, a Nvidia batizou a arquitetura de suas placas de vídeo RTX 40 como “Ada Lovelace”.

Ilustração de Ada Lovelace
Pintura de Augusta Ada Byron King, conhecida como Ada Lovelace (Imagem: Science Museum Group via Wikimedia Commons)

Linus Torvalds

Linus Torvalds é um cientista da computação finlandês, que nasceu em 28 de dezembro de 1969. E ele é tido como um dos principais nomes da história da tecnologia por ser o criador do kernel Linux.

O Linux é um sistema operacional versátil baseado em UNIX e MINIX, que ainda continua popular. Mais que isso: o sistema foi desenvolvido no modelo open source (código aberto), sendo disponibilizado de forma gratuita e de forma com que terceiros conseguissem colaborar com o desenvolvimento.

Ou seja, Linus Torvalds não só criou um sistema operacional alternativo que foi usado como base para grande parte da infraestrutura tecnológica atual, como também ajudou a consolidar um modelo colaborativo e gratuito que estimulou e aproximou entusiastas da computação.

Tux, o símbolo do Linux, e Linus Torvalds
Linus Torvalds disponibilizou um sistema operacional alternativo e fomentou o modelo open source (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg é um empresário estadunidense, que nasceu em 14 de maio de 1984. Ele é amplamente reconhecido por ser um dos cofundadores do Facebook, junto de outros quatro estudantes de Harvard (Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz, Chris Highes e Andrew McCollum).

Zuckerberg é tratado como uma das grandes personalidades do meio tech por ter moldado a presença e o comportamento em ambiente online com as redes sociais, já que ele é responsável por liderar as plataformas Facebook, Messenger, Instagram, WhatsApp e Threads.

Atualmente, ele é o CEO da Meta Platforms, e seus negócios também fomentam o desenvolvimento de outras áreas, como inteligência artificial (com a Meta AI) e metaverso.

Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (antigo Facebook) (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Larry Page e Sergey Brin

Larry Page é um cientista da computação estadunidense, nascido em 26 de março de 1973. Sergey Brin também é cientista da computação, mas nasceu na Rússia em 21 de agosto de 1973 e só depois tirou sua cidadania nos Estados Unidos. Page e Brin são responsáveis pela criação do Google.

O Google foi criado para organizar informações globais na internet, e é o principal motor de busca do mundo. O produto escalou tanto que a empresa expandiu para outras áreas, como serviços de geolocalização, plataformas de entretenimento (YouTube), sistemas operacionais móveis, IA e até fabricação de smartphones.

Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google
Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Bill Gates

Bill Gates é um empresário e filantropo estadunidense, nascido em 28 de outubro de 1955. Cofundador da Microsoft ao lado de Paul Allen, Gates é visto como uma das figuras importantes da tecnologia por ter revolucionado a computação pessoal com os sistemas operacionais MS-DOS e Windows.

Acontece que a empresa fundada por Bill Gates não se limita a apenas sistemas operacionais para computadores e notebooks. Hoje, a Microsoft também vende tablets e notebooks, é dona do Xbox, fornece aplicações de produtividade (como Word e Excel) e de IA (Microsoft Pilot) e ainda oferece serviços de computação em nuvem para empresas.

Em suma, todos os produtos da Microsoft contribuem para o mundo conectado de hoje. E a Microsoft só existe graças a Bill Gates.

Ilustração sobre o Windows com a versão jovem e mais velha do Bill Gates
Bill Gates revolucionou o mercado de sistemas operacionais para computadores (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Steve Jobs

Steve Jobs foi um empresário estadunidense, e um dos cofundadores da Apple, ao lado de Steve Wozniak. O executivo nasceu em 24 de fevereiro de 1955, e faleceu 56 anos depois, em 5 de outubro de 2011.

A Apple revolucionou o mercado de eletrônicos de consumo: apresentou novos computadores (como Apple I e II, e Macintosh) e dispositivos para reprodução de músicas (iPods), consolidou os smartphones com o lançamento dos iPhones, além de ter lançado tablets (iPads), relógios inteligentes (Apple Watch) e dispositivos de realidade mista (Apple Vision Pro).

Hoje em dia, a Apple é uma das empresas mais bem sucedidas do mercado tech. E isso é fruto de suas contribuições ao longo dos anos, que impactaram diretamente na forma com que nos comunicamos e interagimos.

ilustração sobre Steve Jobs
Conheça a história por trás do legado de Steve Jobs (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tim Cook

Tim Cook é um engenheiro industrial estadunidense, nascido em 1º de novembro de 1960. Ele é o atual CEO da Apple, e é reconhecido por ter elevado o valor de mercado da empresa ao patamar histórico.

Sob seu comando, a Apple diversificou seu portfólio de produtos com relógios inteligentes e fones de ouvido (AirPods), por exemplo. Mas suas maiores contribuições estão ligadas ao ecossistema de serviços da empresa da maçã, que ajudaram no impulsionamento da empresa.

Tim Cook assumiu como CEO da Apple em agosto de 2011, mas deixará o cargo em setembro de 2026. Após essa data, John Ternus vai suceder Cook depois de mais de 25 anos de carreira na empresa.

ilustração sobre Tim Cook, CEO da Apple
Tim Cook foi responsável por levar a Apple a outros patamares (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Elon Musk

Elon Reeve Musk é um empresário, físico e economista sul-africano (também com cidadanias americana e canadense), nascido em 28 de junho de 1971. O executivo é atualmente o homem mais rico do mundo.

Todas as empresas de Elon Musk são ligadas à tecnologia: SpaceX (exploração espacial), Tesla Motors (carros elétricos e energia limpa), Neuralink (interfaces cérebro-máquina), Starlink (internet via satélite) X (antigo Twitter), xAI (inteligência artificial) e The Boring Company (infraestrutura urbana moderna).

O poder aquisitivo do empresário e sua influência no mercado tech o colocam como um dos grandes nomes do setor na atualidade.

Elon Musk
Elon Musk lidera diversos negócios tech (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Jeff Bezos

Jeff Bezos é um empreendedor, engenheiro elétrico e cientista da computação estadunidense, nascido em 12 de janeiro de 1964. Ele figura como uma das pessoas mais ricas do mundo, e é reconhecido por ser o criador da Amazon, a gigante global de e-commerce e computação em nuvem.

Ele também lidera as empresas Blue Origin e Project Prometheus, contribuindo para os mercados de exploração espacial e inteligência artificial, respectivamente.

ilustração sobre Jeff Bezos, fundador da Amazon e da Blue Origin
Conheça a trajetória de Jeff Bezos como empreendedor que revolucionou o varejo online (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sam Altman

Samuel Altman é um empreendedor e investidor estadunidense, que nasceu em 22 de abril de 1985. O executivo entrou para os holofotes por ser um dos cofundadores da OpenAI, a empresa por trás do ChatGPT.

O ChatGPT popularizou a inteligência artificial generativa, tema que tem dominado praticamente todos os setores de tecnologia. E se a IA está como está hoje, isso se deve muito ao ChatGPT — e consequentemente, a Sam Altman.

Fora isso, o empreendedor também investe em negócios de fusão nuclear, biotecnologia, biometria digital, fintechs, aeronaves supersônicas e interfaces cérebro-computador. Todos eles dentro do universo tech.

ilustração sobre são Sam Altman, CEO da OpenAI
Sam Altman, CEO da OpenAI, foi responsável por popularizar a IA generativa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Existem mais mulheres influentes no universo da tecnologia?

Sim. Além de Ada Lovelace, a estadunidense Grace Hopper também foi uma das pioneiras em linguagem de programação, tendo desenvolvido a linguagem Flow-Matic.

Também temos as computadoras Kathleen McNulty Mauchly Antonelli, Jean Jennings Bartik, Frances (Betty) Snyder Holberton, Marlyn Wescoff Meltzer, Frances Bilas Spence e Ruth Lichterman Teitelbaum, conhecidas como “as seis do ENIAC”, que se tornaram desenvolvedoras e programadoras do primeiro computador do mundo.

Historicamente, a desigualdade de gênero limitou que mais mulheres tivessem acesso a estudo e cargos de liderança. E isso ajuda a explicar porque as grandes personalidades da tecnologia são majoritariamente homens.

Existem brasileiros com destaque no mundo tech?

Sim, apesar de não estarem no mesmo patamar dos nomes mencionados na lista. Eduardo Luiz Saverin é um dos brasileiros com relevância no mercado de tecnologia, com status de cofundador do Facebook ao lado de Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Chris Highes e Andrew McCollum.

Mike Krieger é outro brasileiro que teve papel importante para o mundo tech, sendo um dos cofundadores do Instagram.

Quais são as formações comuns das personalidades de tecnologia?

A maioria das personalidades da tecnologia se formaram como cientistas da computação. Também há nomes que se graduaram em engenharia, física ou economia, enquanto algumas personalidades não chegaram a concluir a universidade.

Por que alguns líderes de tecnologia abandonaram a faculdade?

Diversos líderes do mercado tech abandonaram a faculdade para dedicarem mais tempo aos negócios. Contudo, essas figuras já eram entusiastas de programação, desenvolvimento ou áreas correlatas, e seguiram aprimorando seus conhecimentos paralelamente enquanto trabalhavam.

Da nossa lista, quatro nomes não concluíram a universidade, e ainda assim se tornaram renomeados no mercado de tecnologia:

  • Mark Zuckerberg;
  • Bill Gates;
  • Steve Jobs;
  • Sam Altman.

Quais são as empresas mais relevantes do mercado de tecnologia?

As maiores empresas de tecnologia fazem parte de um grupo seleto, chamado “big techs“. Tratam-se de gigantes que lideram o mercado global em suas respectivas áreas.

Empresas como Apple, Alphabet (dona do Google), Amazon, Meta Platforms e Microsoft são bastante conhecidas, mas também há nomes como Alibaba, Nvidia, Samsung Electronics, Tencent e Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) que fazem parte desse grupo.

Personalidades da tecnologia: conheça líderes que revolucionaram o mundo tech

Tim Berners-Lee, criador do protocolo HTTP (Imagem: "Sir Tim Berners-Lee" por Knight Foundation sob CC BY-SA 2.0)

(Imagem: Reprodução/The Alan Turing Institute)

(Imagem: Science Museum Group via Wikimedia Commons)

Tux, o símbolo do Linux, e Linus Torvalds (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Saiba como a ideia de Bill Gates revolucionou o mercado de sistemas operacionais para computadores (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conheça a história por trás do legado de Steve Jobs (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Saiba como foi a trajetória de Tim Cook até chegar o cargo de CEO da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Elon Musk (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conheça a trajetória de Jeff Bezos como empreendedor que revolucionou o varejo online (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sam Altman, CEO da OpenAI, foi responsável por popularizar a IA generativa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

30 de Abril de 2026, 08:33
Ilustração de um avatar digital
Os avatares se tornaram mais populares à medida que as pessoas passaram a se comunicar em meios virtuais (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Avatar digital é uma representação gráfica de uma pessoa em ambiente virtual. Em outras palavras, trata-se de um modelo visual que personifica alguém em meios digitais.

Os avatares têm a função de facilitar a identificação de uma pessoa no universo virtual, sem a necessidade de ver o nome de usuário ou dados pessoais dela. Eles também habilitam interações com outros usuários dentro do ambiente digital.

Avatares digitais são comuns em redes sociais (como Instagram e Facebook), em jogos eletrônicos e metaverso. Mas praticamente qualquer aplicação no mundo virtual pode incorporá-los ao seu ambiente.

A seguir, entenda melhor o que são avatares, para que servem e quais os principais tipos.

O que é um avatar digital?

Avatar digital ou avatar virtual é uma representação gráfica do usuário ou de outra pessoa em ambiente virtual, a exemplo de redes sociais, jogos eletrônicos ou metaverso. Essa figura virtual costuma ser bidimensional (2D) ou tridimensional (3D), e ajuda a identificar o usuário em meios digitais.

O que significa avatar?

“Avatar” vem do sânscrito (originalmente “avatāra”) e significa “descida do céu à Terra”. A expressão foi criada pelo hinduísmo para representar a encarnação ou manifestação física de uma divindade na Terra.

Acontece que o termo foi ressignificado em meados de 1980: o desenvolvedor de videogame Ricardo Garriott é apontado como o principal responsável por atrelar “avatar” ao ser espiritual de alguém em um mundo fictício — que no caso, era o jogo Ultima 4.

Com o tempo, a expressão foi usada para representar a personificação de uma pessoa em ambientes virtuais.

Para que serve o avatar digital?

Um avatar tem a função de personificar alguém em ambiente digital por meio de uma representação gráfica. Isso ajuda, por exemplo, a reconhecer uma pessoa sem precisar ver o nome de usuário dela ou outros dados de identificação.

Além disso, os avatares digitais habilitam certos tipos de interação com terceiros nos meios virtuais: dependendo da aplicação em uso, só será possível conversar ou fazer gestos se ambos tiverem criado um avatar.

Avatar nos consoles de videogame da Nintendo
Um avatar pode ilustrar como uma pessoa seria em um jogo de videogame, por exemplo (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Quais apps ou serviços usam avatares digitais?

Os avatares digitais costumam ser vistos principalmente em:

  • Redes sociais: avatares digitais são populares em redes sociais; você pode criar um avatar no Facebook ou usar um avatar no Instagram para usá-lo em sua página de perfil ou para criar figurinhas personalizadas, por exemplo.
  • Jogos eletrônicos: em jogos, os avatares são representados por personagens personalizados ou predefinidos, que ilustram você ou qualquer outra pessoa (seja ela real ou fictícia).
  • Metaverso: o metaverso é um ambiente que pode integrar realidade virtual (VR) com realidade aumentada (AR), e baseia-se em avatares que representam os usuários dentro desse universo.
  • Chatbots de IA: chatbots de inteligência artificial podem usar avatares para humanizar seus respectivos serviços.
  • Criação de conteúdos: conteúdos visuais (como vídeos curtos ou longos ou propagandas) também podem incorporar avatares para dar mais dinâmica aos materiais.

Importante destacar que qualquer aplicação baseada em ambientes virtuais pode adotar avatares digitais, desde um simples sistema baseado em cadastros de usuários até um jogo de videogame.

Quais são os tipos de avatar digital?

Embora não exista uma classificação oficial, avatares digitais podem ser segmentados com base em suas dimensões gráficas, dinamismo e estética:

  • Avatares bidimensionais: modelos 2D mais simplistas, geralmente representados por ilustrações básicas.
  • Avatares tridimensionais: modelos 3D que conseguem ilustrar volumes, texturas e outros detalhes de qualquer ângulo.
  • Avatares estáticos: imagens ou figurinhas que não apresentam recursos dinâmicos.
  • Avatares animados: modelos capazes de executar movimentos (como aceno de mão ou poses para fotos).
  • Avatares cartunescos: representações gráficas com estética de desenho, sem tanto foco na fidelidade da pessoa ou elemento.
  • Avatares realistas: modelos gráficos que tentam replicar com fidelidade uma pessoa ou personagem.
Avatar da Nat Natura
A Nat Natura é um exemplo de avatar 3D, animado e com estética cartunesca (Imagem: Divulgação/Natura)

Qual é a diferença entre avatar e foto de perfil?

Avatar é uma representação gráfica de uma pessoa (real ou fictícia) em um ambiente virtual, podendo ser ilustrada visualmente em 2D ou 3D. Em outras palavras e de forma simplificada, avatares digitais são aqueles “bonequinhos” criados para representar você em redes sociais ou jogos eletrônicos.

Já a foto de perfil é a imagem escolhida para identificar o usuário. Fotos de perfil podem usar fotos reais, desenhos ou mesmo avatares digitais.

Qual é a diferença entre avatar e holograma?

Avatares digitais são representações visuais que personificam algo ou alguém em um meio virtual. Avatares não existem no mundo real, e só aparecem em ambientes como internet e metaverso.

Já hologramas são imagens tridimensionais projetadas no mundo real. Eles são baseados na projeção de luz para ilustrar algo do mundo virtual em um espaço físico, sem depender de telas.

E apesar de serem diferentes, os elementos podem se complementar: você pode criar um avatar para um ambiente virtual, e depois projetar o holograma desse avatar no mundo real.

O que é um avatar digital? Entenda sua função em ambientes virtuais

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Divulgação/Nintendo)

Celular com 256 GB: 15 modelos partir de R$ 800 para comprar em 2026

28 de Abril de 2026, 19:42
Foto mostra celular sobre mesa, exibindo bandeja de aplicativos com diversos ícones, como Instagram, Spotify e YouTube, entre outros
Celular com 256 GB é opção segura para armazenar apps, fotos e vídeos sem preocupação com espaço interno (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Celulares com 256 GB de armazenamento são uma escolha segura para quem não quer sofrer com memória cheia em 2026. Com esta quantidade de espaço interno, é possível guardar muitas fotos e vídeos, aplicativos e mais arquivos, seja o smartphone básico, intermediário ou premium.

Mas a especificação de 256 GB de memória não deve ser o único fator para a escolha de um bom smartphone: é preciso analisar o padrão de armazenamento, bem como entender se os demais recursos do celular atendem às suas necessidades.

Neste guia, o Tecnoblog traz 15 celulares com 256 GB de armazenamento para comprar a partir de R$ 800 no Brasil. Descubra qual deles é o melhor para o seu perfil de uso.

1. Galaxy A07


Prós
  • Atualizações do Android até 2031
  • Tela de 90 Hz
  • 8 GB de memória RAM
  • Aceita microSD de até 2 TB
Contras
  • Sem 5G e NFC
  • Tela PLS LCD (preto acinzentado)
  • Sem lente ultrawide
  • Sem Galaxy AI
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O Samsung Galaxy A07 4G é um smartphone de entrada indicado para tarefas mais básicas, como uso de mensageiros e navegação em redes sociais. O celular é alimentado pelo chip Mediatek Helio G99, e a versão de 256 GB traz 8 GB de memória RAM.

O padrão de armazenamento é UFS 2.2 (chegando a velocidades de leitura teóricas de 1.200 MB/s). Na prática, é um padrão menos veloz se comparado a modelos intermediários mais avançados, que trazem UFS 3.1 ou superior.

O celular também tem entrada para cartão microSD de até 2 TB para quem deseja mais espaço de armazenamento.

Outros destaques são a tela grande de 6,7″ com taxa de atualização de 90 Hz para maior fluidez gráfica, apesar de a tecnologia PLS LCD deixa a desejar em contrastes e cores, e a câmera com lente grande-angular de 50 MP.

2. Redmi 15C


Prós
  • Tela de 6,9 polegadas
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Suporte a microSD de até 1 TB
Contras
  • Tela HD (1600 x 720 pixels)
  • Processador de baixo desempenho
  • Câmera secundária de 0.3 MP
  • Sem 5G
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O Xiaomi Redmi 15C tem versões com 256 GB de armazenamento (padrão UFS 2.2), aliado a 4 GB ou 8 GB de memória RAM, sendo o conjunto de 256 GB + 8 GB mais indicado para evitar travamentos no dia a dia. O celular também suporta microSD de até 1 TB.

Fora isso, o smartphone básico da Xiaomi ainda inclui processador Mediatek Helio G81 Ultra, tela LCD de 6,9″ e com taxa de atualização de até 120 Hz, bateria de 6.000 mAh e câmera dupla traseira, com direito a uma lente grande-angular de 50 MP.

3. Moto G35


Prós
  • Câmera traseira grava em 4K
  • Tela de 120 Hz
  • Suporte a 5G
  • Entrada P2 para fone de ouvido
  • Som estéreo
  • Aceita microSD de até 1 TB
Contras
  • Tela IPS LCD (preto acinzentado)
  • 4 GB de RAM
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O Motorola G35 é classificado como um smartphone de entrada devido ao processador Unisoc T760/T8100 e seus 4 GB de RAM, sendo indicado para tarefas básicas. O padrão de armazenamento é UFS 2.2 e há suporte para cartão microSD de até 1 TB.

A ficha técnica inclui ainda tela IPS LCD de 6,7″ tem taxa de atualização de até 120 Hz, que contribui para sensação de fluidez gráfica, e bateria é de 5.000 mAh.

Já a câmera traseira se destaca por gravar em até 4K, o que é incomum para a categoria.

4. Galaxy A17 5G


Prós
  • Tela Super AMOLED
  • Suporte a 5G
  • Três câmeras traseiras (principal de 50 MP)
Contras
  • Máximo de 8 GB de RAM
  • Estrutura em plástico
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Ainda na categoria de smartphones de entrada, temos o Samsung Galaxy A17 5G que tem armazenamento no padrão UFS 2.2 e pode ser acompanhado de 4 GB ou 8 GB de RAM. O celular suporta cartão microSD de até 2 TB para quem deseja ainda mais espaço de memória.

Outras especificações do smartphone Samsung incluem câmera tripla com lente principal de 50 MP, tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, que entrega bons contrastes e cores, e o chip Exynos 1330, que oferece desempenho equilibrado para tarefas mais simples.

5. Galaxy A36


Prós
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP com OIS
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos de atualizações do Android
Contras
  • Sem carregamento sem fio
  • Sem entrada para microSD
  • Acabamento de plástico é frágil contra quedas
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O Samsung Galaxy A36 é um smartphone intermediário que também traz armazenamento no padrão UFS 2.2. Um ponto negativo, no entanto, é que ele não suporta expansão de memória com cartão microSD: são 256 GB de armazenamento e ponto final.

O celular da Samsung é indicado para quem quer câmera de qualidade para o dia a dia sem pagar muito por isso. Ele traz sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica de imagem (OIS), para evitar borrões, e tem integração com o Galaxy AI, para melhorias em fotos.

Demais especificações incluem processador Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, memória RAM de 6 GB ou 8 GB, display Super AMOLED de 6,7″ e com taxa de atualização de 120 Hz, bateria de 5.000 mAh e garantia de até seis atualizações do sistema operacional.

6. Moto G86


Prós
  • Tela POLED com alto brilho
  • Resistência IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
  • Aceita cartão microSD
  • Câmera de 50 MP com Moto AI
Contras
  • Atualização somente até o Android 17
  • Corpo em plástico
  • Câmera ultrawide básica
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O Moto G86 também traz 256 GB no padrão UFS 2.2 e aceita microSD de até 1 TB. Ele se destaca pela tela de qualidade e câmeras interessantes para o segmento, sendo o primeiro Moto G com display 1.5K POLED (6,67″). Já a lente grande-angular de 50 MP com sensor Sony LYTIA o coloca como uma das melhores opções de celular barato com câmera boa.

O smartphone conta ainda com certificação militar MIL STD 810H e proteção IP68/IP69 contra água e poeira. O chip Mediatek Dimensity 7300 junto a 8 GB de RAM promete bom desempenho para tarefas intermediárias.

7. Realme C85


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh
  • Resistência a nível militar
  • Tela com taxa de atualização de 144 Hz
  • Desempenho equilibrado para tarefas mais básicas
Contras
  • Falta de suporte para carregamento sem fio
  • Falta de suporte ao 5G (versão 4G)
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O Realme C85 é outro smartphone intermediário com variante de 256 GB de armazenamento (padrão UFS 2.2), e que dispõe de slot de cartão híbrido para um chip SIM adicional ou um cartão microSD.

O principal destaque do celular é a bateria de 7.000 mAh, que promete autonomia de 21 de reprodução contínua de vídeo. Além disso, o aparelho apresenta SoC Qualcomm Snapdragon 685, 8 GB de RAM, selos IP69K, IP69, IP68 e IP66 contra água e poeira, tela IPS LCD de 6,8″ com taxa de atualização de até 144 Hz, e câmera principal de 50 MP.

O Realme C85 também aparece em nosso guia de celulares com bateria de 7.000 mAh, sendo uma opção interessante da categoria de intermediários.

8. Galaxy A56


Prós
  • Bom desempenho com Exynos 1580
  • Câmera filma em 4K
  • Tela Super AMOLED com 120 Hz e HDR10+
  • Atualiza até o Android 21
  • Suporte ao Galaxy AI
  • Padrão de armazenamento UFS 3.1
Contras
  • Sem carregamento sem fio
  • Sem entrada para microSD
  • Carregador de 45 W não vem incluso na caixa
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O Galaxy A56 é uma das apostas da Samsung para a categoria de celulares intermediários-premium da marca. O smartphone utiliza o padrão UFS 3.1, que alcança velocidades de leitura de até 2.100 MB/s. Contudo, o smartphone não suporta cartão microSD para expansão de memória.

Seu processador é o Exynos 1580, que acompanhado por 8 GB de RAM entrega um desempenho consistente mesmo em tarefas mais complexas do dia a dia, como multi-tarefa e jogos.

A tela Super AMOLED de 6,7″ e com taxa de atualização de até 120 Hz reproduz boas cores e contrastes. Já o conjunto de câmeras inclui uma grande-angular de 50 MP. Essas especificações o classificam como um dos melhores celulares custo-benefício do mercado.

9. Xiaomi Redmi Note 15 Pro


Prós
  • Resistência IP68+IP69K
  • Gorilla Glass Victus 2
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Bateria de 6.580 mAh
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
  • Chip MediaTek 7400 Ultra engasga em tarefas muito complexas
  • Anúncios do HyperOS
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O Redmi Note 15 Pro é um smartphone intermediário da Xiaomi que conta com uma versão de 256 GB de armazenamento (padrão UFS 2.2), embora não suporte cartão microSD.

Testado pelo Tecnoblog, o celular se destacou principalmente pela resistência contra água, poeira e quedas, e pela bateria de silício-carbono duradoura com 6.580 mAh de capacidade.

Outros pontos fortes do Xiaomi Redmi Note 15 Pro incluem a tela AMOLED de 6,83″, sistema de câmera versátil com grande-angular de 200 MP, e o chip MediaTek Dimensity 7400-Ultra para desempenho eficiente no dia a dia.

10. Motorola Edge 60 Fusion


Prós
  • Grava em 4K
  • Suporte ao Moto AI
  • Certificações IP68 e IP69
  • Aceita cartão microSD de até 1 TB
Contras
  • Apenas três anos de atualizações do Android
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O Motorola Edge 60 Fusion de 256 GB é outro smartphone intermediário-premium com padrão de armazenamento UFS 2.2, além de compatibilidade com microSD de até 1 TB.

O celular é alimentado pelo SoC Mediatek Dimensity 7400 e traz 8 GB de RAM, o que deve ser o suficiente para executar os principais apps do dia a dia com folga, além de rodar jogos mobile sem grandes problemas.

A tela pOLED LTPO de 6,67″ promete fidelidade na reprodução de conteúdos, e a câmera traseira é dupla, fazendo grava em resolução 4K @ 30 fps.

11. Xiaomi Poco X8 Pro


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K
  • Armazenamento UFS 4.1
  • Compatível com o HyperIsland
Contras
  • Sem suporte a microSD
  • Sem carregamento sem fio
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Lançado como um forte concorrente da categoria mid-premium, o Xiaomi Poco X8 Pro obteve bons resultados em nossa análise: alta performance com o chip SoC MediaTek Dimensity 8500 Ultra e 12 GB de RAM, bateria de 6.500 mAh duradoura.

Apesar de não trazer suporte para cartão microSD, o celular tem capacidade mínima de 256 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1 (que entrega taxas de leitura de até 4.300 MB/s).

Outro destaque do Poco X8 Pro é a resistência a água e poeira, inclusive a jatos de alta pressão, devido à certificação IP69K.

As câmeras não são o foco desse smartphone, mas é possível obter capturas interessantes em boas condições de luz.

12. Galaxy S25


Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP grava em 8K
  • Tela AMOLED Dinâmico com brilho de até 2.600 nits
  • Atualizações garantidas até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh de capacidade
  • Carregamento com fio de 25 W
  • Sem suporte a microSD
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Entrando no segmento de celulares top de linha, temos o Samsung Galaxy S25: um celular com versão de 256 GB de armazenamento no padrão UFS 4.0 — que atinge taxas de transferência de até 4.200 MB/s. Entretanto, o aparelho não tem entrada para cartões microSD.

O chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite combinado com 12 GB de memória RAM entrega altíssimo poder de fogo para as tarefas mais complexas.

A tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas e o sistema triplo de câmeras, com assistência de inteligência artificial e gravações em até 8K, também estão entre os principais destaques desse celular.

13. iPhone 17e


Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
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O iPhone 17e está entre os melhores iPhones para comprar devido à sua boa relação de custo-benefício. O celular é alimentado pelo chip A19 modificado (com um núcleo de GPU a menos que o A19 padrão), tem 8 GB de RAM, tela Super Retina XDR de 6,1″, e um sistema de câmera Fusion de 48 MP.

O smartphone acessível da Apple tem capacidade mínima de armazenamento de 256 GB (padrão NVMe), e não suporta expansão com cartão microSD.

14. iPhone 17 Pro Max


Prós
  • Novo design
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
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O iPhone 17 Pro Max é um dos melhores smartphones da atualidade, trazendo chip A19 Pro para desempenho avançado, sistema de câmera Fusion Pro de 48 MP, tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas e design renovado como principais destaques.

A capacidade mínima de armazenamento do iPhone 17 Pro Max é de 256 GB (padrão NVMe), e o aparelho não é compatível com cartão microSD.

15. Galaxy S26 Ultra


Prós
  • Tela de privacidade
  • Câmera de 200 MP
  • Superestabilização em vídeos
  • Edição de imagens com IA via prompt
  • Chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy
Contras
  • Vem com carregador de 25 W
  • Construção deixou de ser em titânio
  • Tela com brilho, cores e ângulo de visão inferiores ao S25 Ultra
  • S Pen mais fina e sem Bluetooth
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Por fim, o Galaxy S26 Ultra se destaca como o atual smartphone top de linha da Samsung. O modelo de 256 GB tem padrão UFS 4.1 e acompanha 12 GB de RAM, mas não é compatível com cartão microSD.

O chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy entrega alta performance nas tarefas mais exigentes. Outro destaque é a Tela de Privacidade com painel AMOLED Dinâmico 2X e 6,9 polegadas.

O S26 Ultra tem um sistema quádruplo de câmeras com direito a uma grande-angular de 200 MP.

Essas especificações avançadas também colocam o Galaxy S26 Ultra como um dos celulares com melhor câmera de 2026, e como opção interessante de smartphone com carregamento por indução.

O que considerar ao escolher um celular de 256 GB?

Ao escolher um celular de 256 GB de armazenamento, você deve analisar especificações de hardware como:

  • Padrão de armazenamento: verifique o padrão usado na memória interna do celular, dando preferência para os mais atuais (como UFS e NVMe) e versões com leituras e gravações de dados mais rápidas.
  • Processador e GPU: dê preferência para CPUs e GPUs mais recentes e que atingem velocidades mais altas; se necessário, busque por conteúdos que mostrem a performance do celular em apps ou jogos que você costuma usar.
  • Capacidade de memória RAM: considere celulares com 8 GB ou mais de memória RAM, para que a navegação seja fluida mesmo com várias tarefas sendo executadas simultaneamente.
  • Sistema de câmeras: para saber se a câmera do celular é boa, você deve se atentar no número e na abertura das lentes, megapixels (MP), capacidades de zoom e recursos de estabilização; tenha em mente que dados de MP por si só não definem a qualidade da câmera.
  • Capacidade da bateria: escolha entre celulares com baterias de no mínimo 5.000 mAh para mais autonomia longe das tomadas, e, se possível, priorize aparelhos com suporte para carregamento rápido ou carregamento por indução eletromagnética.
  • Opções de conectividade: confira se o celular tem suporte ao 5G e dê preferência para modelos compatíveis com versões de Bluetooth mais recentes, NFC para pagamentos por aproximação, e conectividades adicionais (como protocolo Thread ou chip UWB).
  • Longevidade das atualizações: certifique-se de adquirir um celular com no mínimo quatro anos de suporte para atualizações de sistema operacional e de segurança, para não ter que comprar outro smartphone tão cedo.
  • Suporte a recursos extras: verifique também se o celular possui recursos extras, como suporte à inteligência artificial e comunicação offline.

Armazenamento interno de 256 GB é uma especificação interessante, mas é preciso se atentar a outras questões na hora de escolher um celular. E aqui vai uma dica: analise o seu perfil de uso e o orçamento disponível e, a partir disso, escolha a opção que mais se adequa para você.

Armazenamento de 256 GB é muito ou pouco para um smartphone em 2026?

A capacidade de 256 GB de armazenamento tornou-se quase que um padrão para os smartphones mais modernos. Essa quantidade costuma ser suficiente para armazenar capturas de vídeo ou foto, apps e conversas sem lotar a memória — considerando perfis de usuários comuns.

Mas caso você trabalhe com audiovisual ou tenha o costume de tirar muitas fotos e gravar vídeos em alta resolução, vale apostar em celulares com armazenamento de 512 GB ou superior para garantir espaço suficiente às mídias, sem ter que alocá-las na nuvem ou transferi-las constantemente para outros dispositivos.

Qual é o melhor celular Samsung de 256 GB em 2026?

O Galaxy S26 Ultra é atualmente o melhor celular Samsung com variante de 256 GB de armazenamento para você comprar em 2026. E caso precise de ainda mais armazenamento, saiba que o smartphone também têm versões com 512 GB ou 1 TB.

Qual celular Motorola de 256 GB é o melhor em 2026?

O Motorola Signature se destaca como o melhor smartphone Motorola com 256 GB de armazenamento da atualidade. O celular também conta com variantes de 512 GB ou 1 TB de armazenamento interno.

Celular Xiaomi com 256 GB: qual é o melhor em 2026?

O Xiaomi 15T Pro figura como o melhor celular Xiaomi à venda no Brasil — até o momento — com capacidade de 256 GB de armazenamento. No mercado, o smartphone também pode ser encontrado em variantes com 512 GB ou 1 TB de armazenamento. Entretanto, o Redmi Note 15 Pro 5G é uma versão com melhor custo-benefício.

Qual é o máximo de GB que um celular pode ter?

Não há como cravar uma capacidade máxima de armazenamento suportada por um smartphone, já que a descoberta e o desenvolvimento de novas tecnologias alteram esse limite constantemente.

Atualmente, o iPhone 17 Pro Max se destaca como um dos celulares com mais memória interna do mercado, com capacidade de até 2 TB de armazenamento. Mas em tese, as fabricantes já poderiam lançar smartphones com armazenamentos ainda maiores.

O ponto é que isso implicaria em custos mais altos e aparelhos possivelmente maiores. Até o momento, o limite de 2 TB parece atender aos padrões de uso do mercado, mas a capacidade máxima pode ser alterada a qualquer momento se novas demandas e tendências surgirem.

Celular com 256 GB: 15 modelos partir de R$ 800 para comprar em 2026

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Lista reúne celulares com 256 GB de marcas como Samsung, Motorola e Xiaomi, com opções baratas, intermediárias e premium para comprar em 2026

Celular com 256 GB é opção segura para armazenar apps, fotos e vídeos sem preocupação com espaço interno (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Quem é John Ternus? Conheça o sucessor de Tim Cook como CEO da Apple

27 de Abril de 2026, 12:10
John Ternus, futuro CEO da Apple
Com quase 25 anos de carreira na Apple, John Ternus será o futuro CEO da companhia (Imagem: Reprodução/Apple)

John Ternus é um engenheiro mecânico estadunidense que atualmente ocupa o posto de vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple. Ele foi escolhido para suceder Tim Cook no final de 2026.

Ternus ingressou na Apple em 2001, no time de design de produtos. O engenheiro conquistou cargos de liderança rapidamente até se tornar vice-presidente de Engenharia de Hardware em 2013. Já em 2021, Ternus foi nomeado como vice-presidente sênior da área.

Segundo o cronograma oficial, John Ternus vai se tornar CEO da Apple em 1º de setembro de 2026. A partir desta data, ele também vai integrar o conselho de administração da companhia.

A seguir, conheça melhor quem é John Ternus, e confira sua trajetória interna dentro da Apple.

Quem é John Ternus?

John Ternus é um engenheiro mecânico estadunidense, nascido em 1975 ou 1976. Ternus é o atual vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple, e vai assumir o cargo de CEO da empresa da maçã a partir de setembro de 2026.

Qual é a formação de John Ternus?

John Ternus tem bacharelado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos). Ele iniciou o curso em 1993 e formou-se quatro anos depois, em 1997.

Qual é a carreira profissional de John Ternus?

John Ternus acumula 29 anos de atuação na área de engenharia mecânica até o momento dessa publicação. E de acordo com seu perfil no LinkedIn, Ternus trabalhou em apenas duas empresas ao longo de sua carreira.

Em 1997, o engenheiro se formou e começou a trabalhar na Virtual Research Inc., uma empresa estadunidense especializada no fornecimento de telas para o mercado de simulação e realidade virtual (RV). Ternus trabalhou por cerca de quatro anos nessa empresa, de julho de 1997 até junho de 2001.

John Ternus entrou na Apple um mês após ter deixado a Virtual Research Inc., em julho de 2001. O estadunidense segue como profissional da big tech até os dias atuais, tendo acumulado quase 25 anos de experiência na empresa da maçã.

Qual é a trajetória de John Ternus na Apple?

John Ternus alia uma carreira de longa data com ascensão notável na Apple Inc. O engenheiro ingressou na equipe de design de produtos em 2001, trabalhando inicialmente em telas para Macs. Apenas três anos depois, Ternus se tornou gerente. E um ano após isso, ele já estava na liderança da equipe de engenharia dos iMacs.

O desenvolvimento acelerado de Ternus não parou por aí: em 2013, ele se tornou vice-presidente de Engenharia de Hardware e assumiu a supervisão de equipes de Mac e iPads. A partir daí, o engenheiro mecânico começou a participar do desenvolvimento de mais produtos da maçã e ganhar cada vez mais visibilidade internamente.

John Ternus, futuro CEO da Apple
John Ternus acumula quase 25 anos de estrada na Apple (Imagem: Divulgação/Apple)

Se Tim Cook ficou conhecido pelo desenvolvimento dos serviços da Apple, Ternus ganhou fama em contribuições técnicas e de hardware para produtos. Não à toa, o engenheiro mecânico liderou áreas de confiabilidade e durabilidade, e teve participação importante em praticamente todos os dispositivos da companhia — incluindo iPads, AirPods, iPhone, Mac e Apple Watch.

Toda essa expertise e contribuição ativa levaram Ternus a assumir o posto de vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware em 2021. Inclusive, seus trabalhos mais recentes deram luz a produtos como Macbook Neo, iPhone 17 Pro e Pro Max, além do moderno iPhone Air.

Em abril de 2026, Johh Ternus foi confirmado para suceder Tim Cook como CEO da Apple a partir de setembro. E se tudo correr conforme o planejado, a trajetória de Ternus na Apple ainda terá muitos capítulos a serem escritos.

Quando John Ternus vai assumir o comando da Apple?

John Ternus vai assumir o cargo de CEO da Apple em 1º de setembro de 2026, segundo o cronograma oficial da empresa. A decisão já foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, e faz parte do processo de planejamento de sucessão no longo prazo.

Nessa mesma data, Ternus também passará a integrar o conselho de administração da companhia. O conselho tem a missão de supervisionar o diretor executivo e outros membros da alta cúpula, além de garantir que os interesses de acionistas sejam atendidos.

Qual é a relação entre John Ternus e Tim Cook?

A relação entre Tim Cook e John Ternus é duradoura: considerando que Cook assumiu como CEO em 2011, já faz 15 anos que Ternus responde ao atual comandante da Apple. E nesse período, os executivos parecem ter conquistado apreço e confiança um pelo outro.

Sob a gestão Cook, Ternus passou a participar de mais projetos, ganhou mais visibilidade interna e foi promovido duas vezes. Além disso, o engenheiro mecânico declarou que Cook foi seu “mentor” ao longo de sua trajetória, no comunicado oficial sobre a sucessão.

John Ternus e Tim Cook
Cook e Ternus trabalham juntos há cerca de 15 anos na Apple (Imagem: Divulgação/Apple)

Talvez só os dois — e pessoas próximas a eles — saibam falar do nível de proximidade deles fora do escritório. Mas ao menos no âmbito profissional, a relação entre Tim Cook e John Ternus parece ser baseada em confiança no trabalho e trocas de conhecimento.

Quem é John Ternus? Conheça o sucessor de Tim Cook como CEO da Apple

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Divulgação/Apple)

Magnetômetro: o que é e qual a função do sensor no seu celular

24 de Abril de 2026, 13:24
Ilustração de magnetômetro
Magnetômetros são sensores que estão presentes na maioria dos smartphones atuais (Imagem: Reprodução)

Magnetômetro é um sensor capaz de medir a intensidade e direção de campos magnéticos para indicar orientações (como norte, sul, leste e oeste) em relação à Terra. Por isso, o magnetômetro também é conhecido como “bússola digital”.

O sensor tem papel importante em sistemas de navegação e geolocalização, mostrando para qual direção o dispositivo está apontando. Ele também costuma ser aplicado na detecção de minérios e metais.

Os magnetômetros compõem diversos tipos de dispositivos e veículos, incluindo smarthpones, relógios inteligentes, drones, aviões ou instrumentos de geofísica.

A seguir, entenda melhor o que é um magnetômetro e como ele funciona em seu celular.

O que é magnetômetro?

Magnetômetro é um componente de hardware do tipo sensor que mede a intensidade e direção de campos magnéticos, o que ajuda a indicar a direção e orientação do dispositivo em relação à Terra.

A bússola é um exemplo de magnetômetro, que detecta o campo magnético da Terra e indica direções como norte, sul, leste e oeste com base na posição em que ela está.

Para que serve um magnetômetro?

Um magnetômetro tem a função de medir a direção e intensidade de campos magnéticos, sejam eles da Terra ou gerados por ímãs e correntes elétricas.

Tratando-se de usos comuns, esse sensor serve como uma “bússola digital” para smartphones, tablets, smartwatches, entre outros eletrônicos: ele indica os pontos cardeais para otimizar ferramentas de geolocalização e também ajuda a alinhar elementos virtuais no ambiente real — no campo de realidade aumentada.

E por detectar campos magnéticos gerados por ímãs e correntes elétricas, um magnetômetro também pode ser usado como detector de metais, mapeando metais magnéticos na área de arqueologia ou identificando minas e submarinos em âmbito militar.

Ilustração de bússola digital para representar um magnetômetro
Magnetômetros são considerados “bússolas digitais” de smartphones e outros eletrônicos (Imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)

Como funciona o magnetômetro

O funcionamento de um magnetômetro é baseado na conversão de campos magnéticos em sinais elétricos. E para ilustrar melhor esse processo, podemos dividi-lo em três etapas: detecção, mapeamento e indicação.

No processo de detecção, componentes do magnetômetro reagem aos campos magnéticos da Terra ou de ímãs e geram variações elétricas. Essa alteração no fluxo de eletricidade do sensor representa a força do magnetismo no ponto exato em que o dispositivo se encontra.

A partir desses sinais, o magnetômetro analisa as variações elétricas em três eixos: X (para os lados), Y (para frente e trás) e Z (para cima e para baixo). Ao cruzar esses três sinais, é possível calcular a orientação do aparelho no espaço

Por fim, o sistema recebe, processa e traduz esses dados em informações úteis, como a direção do aparelho em um sistema de navegação ou geolocalização. E é por conta de todo esse processo, por exemplo, que o ponteiro do seu Waze ou Google Maps se mantém apontado para frente mesmo quando você muda de direção.

Onde fica o magnetômetro no celular?

O magnetômetro fica localizado no interior dos smartphones, e não pode ser visto sem que você abra o aparelho. A posição exata do sensor pode variar de modelo para modelo, mas engenheiros o posicionam estrategicamente para evitar interferências de ímãs e fluxos de correntes elétricas.

Ilustração de um magnetômetro dentro de um smartphone
Ilustração de um magnetômetro dentro de um smartphone (Imagem: K. Dill/NIST)

Quais dispositivos usam magnetômetro?

O sensor magnetômetro pode ser encontrado em diversos dispositivos ou veículos, a exemplo de:

Como saber se meu celular tem magnetômetro?

Você pode confirmar se seu celular tem ou não magnetômetro a partir de apps que mapeiam os sensor do seu smartphone, como CPU-Z e Sensor Box. Basta rodar essas ferramentas e buscar por “magnetômetro”, “magnetometer”, “campo magnético” ou “magnetic field”. Se encontrar alguma dessas opções, saberá que seu celular tem o sensor.

Importante destacar que praticamente todos os smartphones modernos contam com magnetômetro, mesmo que o sensor não seja mencionado na ficha técnica dos aparelhos. Mas alguns celulares de entrada podem não contar com o sensor por questões relacionadas a redução de custos.

Quais são os tipos de magnetômetro?

Os magnetômetros podem ser divididos em dois tipos, com base no que medem e em suas respectivas finalidades:

  • Magnetômetros vetoriais: medem a direção e intensidade do campo magnético em relação aos eixos X, Y e Z; são usados em sistemas de navegação e costumam integrar smartphones, drones e aviões.
  • Magnetômetros de campo total: focam na detecção de variações de campos magnéticos para mapear minérios e formações geológicas; geralmente compõem instrumentos geofísicos e satélites.

Qual é a diferença entre magnetômetro, giroscópio e acelerômetro?

Magnetômetro é um sensor que mede a intensidade e direções de campos magnéticos para indicar orientações (como norte, sul, leste e oeste) ao dispositivo. Em outras palavras, magnetômetro funciona como uma bússola digital.

giroscópio e acelerômetro são sensores responsáveis por identificar rotações e inclinações do dispositivo, respectivamente. Tratam-se de sensores comuns de smartphones, mas que focam na estabilização de vídeo mesmo quando o celular gira ou se inclina.

Qual é a diferença entre magnetômetro e GPS?

O magnetômetro indica as orientações para onde você está olhando ou para onde o dispositivo está apontando. Já o Sistema de Posicionamento Global (GPS) mostra sua localização, ou seja, onde você está no mapa.

Ambos os sensores se complementam em sistemas de navegação e geolocalização, mas com funções distintas: sem o GPS, o magnetômetro só indicaria pontos cardeais, sem saber exatamente onde você está; sem o magnetômetro, o GPS mostraria sua localização, mas sem detalhar se você está apontado para o norte ou sul.

Magnetômetro: o que é e qual a função do sensor no seu celular

(Imagem: Reprodução)

Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026

23 de Abril de 2026, 14:46
Mão segurando smartphone; tela mostra app AccuBattery com capacidade de bateria em 61%
Oppo Find X9 Pro apresenta bateria de 7.500 mAh; confira a lista completa (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Celulares com bateria de 7.000 mAh têm se tornado populares no mercado, já que podem armazenar mais energia do que smartphones mais básicos. Como consequência, esses aparelhos costumam ter mais autonomia de bateria, e passam mais tempo longe da tomada.

Mas analisar a capacidade da bateria de um celular não é tudo: também é preciso observar outras questões como tempo de autonomia, tecnologias que otimizam a eficiência energética do sistema e tipos de carregamento suportados.

Neste guia, confira sete celulares com bateria de 7.000 mAh para comprar em 2026, incluindo informações sobre carregamento e recursos voltados para energia.

1. Realme C85


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh
  • Resistência a nível militar
  • Tela com taxa de atualização de 144 Hz
  • Desempenho equilibrado para tarefas mais básicas
Contras
  • Falta de suporte para carregamento sem fio
  • Falta de suporte ao 5G (versão 4G)
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O Realme C85 é alimentado pela maior bateria da linha Realme C até o momento, com capacidade de 7.000 mAh e saúde da bateria teórica de seis anos. A bateria promete autonomia de 21 horas de reprodução contínua de vídeo, desempenho consistente mesmo em temperaturas entre -20 °C e 53 °C, e traz suporte para carregamento rápido de 45 W (cabeado) e carregamento reverso (10 W).

Outros especificações do smartphone incluem tela de 6,8″ com taxa de atualização de 144 Hz, certificação de resistência a nível militar, processador Snapdragon 685 Mobile (versão 4G) ou Mediatek Dimensity 6300 (versão 5G), 4 GB, 6 GB ou 8 GB de RAM, 128 GB ou 256 GB de armazenamento, além de uma câmera traseira com 50 MP.

2. Jovi Y31


Prós
  • Bateria com 7.200 mAh
  • Bateria com saúde teórica de seis anos
  • Certificação IP68, IP69 e IP69+
Contras
  • Tela com resolução HD+
  • Falta de suporte a carregamento sem fio
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A bateria de silício-carbono com capacidade de 7.200 mAh é um dos principais destaques do Jovi Y31. O componente foi desenvolvido para se manter saudável durante seis anos e pode durar até 45 horas em reprodução contínua de vídeo. A bateria ainda é compatível com carregamento rápido via cabo (44 W) e carregamento reverso (7,5 W).

Além da bateria, o Jovi Y31 tem proteção SGS contra quedas, certificação IP68, IP69 e IP69+ contra água e poeira, display de 6,75″ com taxa de atualização de 120 Hz, system-on-a-chip (SoC) Snapdragon 6s 4G Gen 2, 8 GB de RAM, 256 GB ou 512 GB de armazenamento e um kit duplo de câmeras na traseira com lente de 50 MP.

3. Jovi V70


Prós
  • Bateria com boa autonomia
  • Tela com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Câmera grande-angular de 200 MP com OIS
  • Desempenho equilibrado
Contras
  • Usa a interface OriginOS
  • Sem carregamento wireless ou reverso
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O Jovi V70 apresenta uma bateria de silício-carbono, com 7.000 mAh de capacidade e autonomia de até 43,8 horas de vídeos no YouTube. O celular é compatível com carregamento rápido de 90 W (com cabo) e leva cerca de 60 minutos para uma recarga de 1% até 100%, segundo a Jovi.

Ainda falando de bateria, o smartphone traz um circuito de alimentação inteligente e um sistema de resfriamento que ajudam a minimizar o calor e prolongar a vida útil do componente.

Processador Dimensity 7360-Turbo, capacidade de 8 GB RAM e 256 GB de armazenamento, recursos com assistência de inteligência artificial (IA) e lente ultra-angular de 200 MP na traseira completam as principais especificações do celular.

4. Oppo A6 Pro


Prós
  • Certificação IP69 contra água e poeira
  • Resistência de nível militar
  • Bateria com boa autonomia
  • Conectividade aprimorada com o AI LinkBoos 3.0
Contras
  • Não possui lente ultra-angular
  • Não é compatível com carregamento sem fio
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Lançado em setembro de 2025, o Oppo A6 Pro chegou ao mercado com uma bateria de 7.000 mAh de capacidade, com durabilidade teórica de cinco anos e autonomia de até 31 dias com o celular em stand by. A bateria ainda traz suporte para recarga reversa (5 V) e carregamento rápido cabeado de 80 W, levando 60 minutos para uma recarga completa.

A bateria de alta capacidade é um dos pontos fortes do smartphone, mas outros destaques incluem resistência IP69 contra água e poeira, câmara de vapor para dissipar o calor, processador Mediatek Dimensity 6300, além da combinação de 8 GB de RAM com 256 GB de armazenamento.

5. Realme 15 Pro


Prós
  • Performance avançada com o Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4
  • Bateria com capacidade de 7.000 mAh
  • Kit de câmeras interessante
Contras
  • Sem suporte para eSIM
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O Realme 15 Pro tem especificações de hardware interessantes, como Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 128 GB a 512 GB e sistema duplo de câmera com lentes de até 50 MP. Mas um dos principais diferenciais destaques do smartphone está na bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh.

A bateria promete autonomia de até 22 horas de reprodução contínua de vídeos no YouTube e suporta carregamento rápido de 80 W com fio, levando 61 minutos para uma recarga completa.

Também vale mencionar que a bateria conta com um chip de longa duração que previne danos ao componente, e o celular tem uma câmara de vapor para mitigar superaquecimentos em tarefas mais intensivas, como jogos.

6. Realme GT 7


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh com certificação TÜV Rheinland
  • Tela OLED com taxa de atualização de 120 Hz
  • Sistema de resfriamento 360º
Contras
  • Sem suporte para carregamento sem fio
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A bateria silício-carbono de 7.000 mAh é o principal destaque do Realme GT 7, tendo recebido a certificação TÜV Rheinland de bateria cinco estrelas.

O componente chega a uma autonomia da bateria de dois (uso moderado) a três dias (uso leve), mantém desempenho estável mesmo em temperaturas entre -20 ºC e 45 ºC, conta com chip que prolonga sua vida útil e traz suporte para carregamento ultra rápido de 120 W, demorando 40 minutos para uma recarga completa.

Internamente, o smartphone da Realme também apresenta um sistema de resfriamento total (360º) para mitigar superaquecimentos, SoC Dimensity 9400e, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 256 GB ou 512 GB, além de um sistema triplo de câmera com assistência de inteligência artificial.

7. Oppo Find X9 Pro


Prós
  • Sistema avançado com três câmeras
  • Sensor True Color com nove canais espectrais
  • Bateria duradoura de 7.500 mAh
Contras
  • Custo elevado
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Chegando ao fim da lista, Oppo Find X9 Pro traz uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.500 mAh — a maior entre os modelos mencionados nesse guia. O smartphone suporta carregamento rápido SUPERVOOC de 80 W, carregamento reverso (10 W) e é o único celular da lista compatível com carregamento sem fio (SUPERVOOC de 50 W).

A Oppo menciona autonomia suficiente para um dia inteiro, mas testes do Tecnoblog com o Oppo Find X9 Pro apontaram uma duração média ainda maior, de 40 horas e 20 minutos. Já a recarga completa levou cerca de 1 hora e 45 minutos, com o carregador de 80 W que acompanha o celular.

E a bateria robusta não é o único diferencial do celular: o aparelho ainda conta com chipset MediaTek Dimensity 9500, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, além do chip S1 que otimiza o sinal da rede. Além disso, o sistema triplo de câmeras (com direito a teleobjetiva de 200 MP) coloca o Oppo Find X9 Pro como um dos celulares com melhor câmera da atualidade.

Quais os prós e contras de celulares com bateria de 7.000 mAh?

Smartphones com baterias de 7.000 mAh apresentam diversas vantagens envolvendo autonomia e tecnologias de eficiência energética. Dentre os principais benefícios desses celulares, estão:

  • Baterias mais duradouras: baterias com 7.000 mAh de capacidade conseguem armazenar mais energia, e tendem a durar mais longe das tomadas.
  • Baterias com ciclos mais longos: por armazenarem mais energia, esses celulares têm ciclos de uso mais longos, o que prolonga a durabilidade da bateria.
  • Sistemas de resfriamento: smartphones com baterias de alta capacidade geralmente trazem sistemas de resfriamento avançados para evitar superaquecimentos.
  • Tecnologias em prol da durabilidade da bateria: diversos celulares apresentam recursos e tecnologias para estender a vida útil e a saúde de baterias com alta capacidade.

No entanto, celulares dessa categoria também trazem limitações, como falta de suporte a carregamento wireless. As principais desvantagens de aparelhos com baterias dessa capacidade incluem:

  • Otimizados para fontes mais potentes: a recarga de smartphones com baterias de 7.000 mAh são otimizadas para fontes mais potentes; se você usar carregadores com potência inferior, o carregamento levará mais tempo.
  • Falta de suporte ao carregamento sem fio: muitos dos celulares com bateria de 7.000 mAh não trazem suporte a carregamento sem fio, devido ao excesso de calor gerado e eficiência de recarga menor no processo.
  • Custo mais elevado: apesar de não ser necessariamente uma regra, celulares com baterias de grande capacidade tendem a ser mais caros.

Quantas horas dura uma bateria de 7.000 mAh?

Celulares com bateria de 7.000 mAh costumam durar de dois a três dias. Contudo, a autonomia varia de modelo para modelo, com base no processador, na construção da bateria e hardwares de otimização do sistema.

Vale mencionar que a duração de uma bateria de 7.000 mAh também muda de acordo com o perfil de uso. Como exemplo, um smartphone usado para tarefas leves tende a durar mais que outro celular usado para jogos e tarefas mais intensas, com gráficos no máximo e todas as conexões ativadas.

Carregador carregamento celular Galaxy A54 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Perfil de uso, capacidade em mAh e recursos de otimização energética interferem na autonomia da bateria (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Celular com bateria de 7.000 mAh desgasta mais rápido?

Não necessariamente. A durabilidade das baterias atuais é baseada no número de ciclos, ou seja, quantas vezes o celular utilizou 100% da bateria (de forma contínua ou espaçada). E como baterias de 7.000 mAh armazenam mais energia que baterias com capacidades menores, elas tendem a durar mais, já que o ciclo de uso é mais longo.

O único ponto é que baterias com 7.000 mAh costumam ser de silício-carbono, e essa composição pode trazer riscos de degradação acelerada por conta da expansão volumétrica e natureza do silício. Felizmente, as fabricantes têm incorporado tecnologias que prolongam a saúde e vida útil desses componentes.

Celular com bateria de 7.000 mAh demora muito para carregar?

Smartphones com bateria de 7.000 mAh geralmente levam cerca de uma hora com adaptadores de 80 W ou superiores, mas o tempo pode se estender a aproximadamente duas horas com fontes menos potentes.

Apesar da lógica de que baterias com maiores capacidades precisam de mais tempo na tomada, a potência de carregamento utilizada e tecnologias de otimização durante a recarga também influenciam no tempo médio de recarga.

Celular com bateria de 7.000 mAh é melhor que 5.000 mAh?

Não necessariamente. Em teoria, celulares com bateria de maior capacidade são melhores porque conseguem armazenar mais energia. Mas a autonomia da bateria também depende da otimização de eficiência energética do smartphone.

Como exemplo, uma bateria de de 7.000 mAh pode durar menos que outra com capacidades inferiores se o sistema não for otimizado para lidar com essa alta capacidade energética.

Celular com bateria de 7.000 mAh tem carregamento por indução?

Geralmente não. Recargas por indução são menos eficientes do que carregamentos cabeados, e costumam suportar potências mais baixas. Isso significa que uma recarga por indução eletromagnética seria ainda mais lenta em uma bateria de 7.000 mAh, que armazena mais energia que componentes inferiores.

Além disso, celulares com carregamento por indução tendem a esquentar mais, já que o processo de indução magnética gera mais calor. E como altas temperaturas são grandes vilões das baterias, há riscos de degradação acelerada.

No entanto, é possível encontrar exceções no mercado como o Oppo Find X9 Pro, que é alimentado por uma bateria com 7.500 mAh e suporta carregamento sem fio de 50 W.

Close no módulo de câmeras do Oppo Find X9 Pro com 4 lentes e um flash
Oppo Find X9 Pro é um exemplo de celular com bateria de 7.000 mAh e com suporte para carregamento por indução (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Celular com 7.000 mAh ou carregamento rápido: o que priorizar?

A escolha entre maior capacidade de bateria (mAh) ou potência de carregamento rápido vai depender das suas necessidades e do seu perfil de uso.

Quem costuma passar o dia fora, sem fácil acesso a tomadas para recarga, deve focar nos limites de miliampere-hora do celular. Essa especificação influencia diretamente na quantidade de energia que a bateria pode armazenar, o que também impacta na autonomia. Em teoria, smartphones com maiores capacidades (em mAh) duram mais longe das tomadas.

Já usuários com acesso facilitado a tomadas podem priorizar a potência de carregamento rápido da bateria, mesmo que o hardware tenha uma capacidade menor. A lógica é simples: se você pode recarregar seu celular a qualquer momento, pode focar na potência suportada visando tempos da recarga mais curtos.

Vale destacar que praticamente todos os celulares com bateria de 7.000 mAh suportam carregamento rápido. Mas é o seu perfil de uso que vai definir qual dessas especificações deverá priorizar.

Existe celular com bateria de 10.000 mAh?

Sim. O Oukitel K10000 Pro chegou ao mercado em 2017 com bateria de 10.000 mAh, enquanto o Realme P4 Power é alimentado por uma bateria com capacidade de 10.001 mAh, por exemplo.

Contudo, smartphones com baterias de 10.000 mAh são vendidos para um público bem específico, já que o padrão dos celulares mais atuais costuma ficar entre 5.000 mAh e 7.000 mAh. E a disponibilidade desses aparelhos também é mais restrita, já que a procura é mais nichada.

Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026

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Guia reúne sete opções de celular com bateria de 7.000 mAh ou superior, indicadas para quem quer autonomia e menos frequência de carregamento

Oppo Find X9 Pro apresenta bateria de 7.500 mAh; confira a lista completa (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Carregador carregamento celular Galaxy A54 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Oppo Find X9 Pro tem câmeras Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Sensor de proximidade: o que é e qual sua função em smartphones

23 de Abril de 2026, 12:37
Ilustração de sensor de proximidade
Sensores de proximidade figuram entre os principais sensores de um celular (Imagem: Divulgação/Samsung)

Sensor de proximidade ou proximity sensor é um componente eletrônico que detecta a presença de objetos ou pessoas em uma curta distância.

Ao fazer o mapeamento, esse tipo de sensor consegue enviar sinais elétricos ao sistema para executar ações, como desligar a tela de um smartphone ou emitir alerta sonoro de um carro próximo à traseira do veículo.

Os sensores de proximidade são bastante populares em smartphones, e podem estar localizados na borda superior, nas áreas próximas à câmera de selfie ou na parte interna da tela.

A seguir, entenda melhor o que são e como funcionam os sensores de proximidade.

O que é sensor de proximidade?

Sensor de proximidade (ou proximity sensor, em inglês) é um componente de hardware que detecta a presença de objetos e pessoas dentro de uma curta distância. O termo “proximidade” se refere justamente à detecção de elementos físicos próximos (sem contato físico) a um dispositivo equipado com esse sensor.

Para que serve o sensor de proximidade?

Um sensor de proximidade tem a função de detectar a presença ou ausência de elementos físicos próximos a um dispositivo e, a partir desse mapeamento, automatizar tarefas — que variam de acordo com a finalidade.

Nos celulares, o sensor de proximidade desliga a tela quando você leva o aparelho ao ouvido para evitar toques acidentais. Já em smarwatches, esse sensor pode detectar quando o usuário está utilizando (ou não) o relógio inteligente.

Em outros casos de uso, um proximity sensor pode detectar a distância de veículos próximos durante uma baliza e ativar um sinal sonoro para alerta, abrir uma porta automaticamente ao mapear uma pessoa ou ligar uma torneira quando mãos se aproximarem do sensor, por exemplo.

Como funciona o sensor de proximidade do celular

O funcionamento de sensores de proximidade de smartphones e smartwatches pode ser explicado em duas etapas: detecção e ação.

No processo de detecção, o sensor de aproximação emite um feixe de luz infravermelha, que é invisível aos olhos humanos. Quando um objeto se aproxima, essa luz chega até a superfície (sem contato físico) e volta até o sensor, permitindo que o hardware identifique se o elemento está próximo ou não.

Sensor de proximidade
Dispositivos podem executar ações com base na detecção de aproximação (Imagem: Divulgação/Samsung)

A partir desse mapeamento, o sensor de proximidade envia um sinal elétrico para o sistema, que interpreta essa informação e executa ações automáticas com base em comportamentos configurados no celular.

Para ilustrar melhor, peguemos como exemplo um celular reproduzindo um áudio no viva-voz: se o usuário levar o smartphone à orelha, o sensor de proximidade vai detectar essa aproximação e enviará sinais elétricos para desligar a tela e trocar a reprodução para o alto-falante auricular. Essas ações vão evitar toques acidentais e garantir mais privacidade na reprodução do áudio.

Onde fica o sensor de proximidade no celular?

Os sensores de proximidade podem estar localizados na borda superior do smartphone, na parte superior da tela (no entalhe ou próximo à câmera de selfie) ou mesmo atrás da tela. A localização exata pode variar, de acordo com o padrão da fabricante e com o modelo de celular.

Sensor de proximidade da Samsung
Ilustração do sensor de proximidade de um celular Samsung, localizado na parte traseira da tela (Imagem: Divulgação/Samsung)

Dá pra calibrar o sensor de proximidade?

Sim, embora os comandos possam variar de acordo com o modelo do seu celular. Você pode calibrar o sensor de proximidade do celular ao ativar ou desativar sensores nas opções de desenvolvedor, via aplicativos proprietários das fabricantes (como Samsung Members) ou por meio de códigos como ##6484## na tela de ligação.

Se preferir, também é possível executar a calibragem com apps de terceiros, a exemplo da ferramenta Redefinir sensor proximidade.

É possível desativar o sensor de proximidade do celular?

Sim, dependendo do seu modelo de smartphone. Muitos celulares permitem a ativação ou desativação de sensores de proximidade por meio das opções de configurações avançadas ou no modo desenvolvedor.

No entanto, alguns modelos não oferecem essa configuração. Como exemplo, a Samsung afirma que aparelhos posteriores à série Galaxy S5 não podem ativar ou desativar o proximity sensor.

Qual é a diferença entre sensor de aproximação e sensor de movimento?

Um sensor de aproximação foca em detectar se algo está ou não próximo a ele. Já sensores de movimento detectam movimentos do próprio dispositivo: como exemplo, o acelerômetro identifica inclinações e gestos, enquanto o giroscópio mapeia rotações do aparelho.

Qual é a diferença entre sensor de aproximação e sensor de profundidade?

Sensores de aproximação são componentes mais simples, que detectam se um objeto está ou não dentro da distância mapeada. Eles costumam ser usados na automação de tarefas, como desligar a tela do aparelho ou trocar o alto-falante durante uma reprodução de mídia.

sensores de profundidade conseguem medir a distância entre objetos ou câmeras e a lente do aparelho. Isso permite a criação de mapas 3D, bem como o efeito bokeh (com fundo desfocado) em capturas no modo retrato.

Qual é a diferença entre sensor de aproximação e sensor de presença?

Sensor de aproximação detecta a presença de elementos em um curtíssimo alcance, e figura como um dos principais sensores de smartphone. O sensor de presença também detecta a presença de objetos e pessoas, mas tem um alcance maior e costuma ser usado em luzes automáticas e alarmes.

Sensor de proximidade: o que é e qual sua função em smartphones

(Imagem: Divulgação/Samsung)

O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

20 de Abril de 2026, 15:29
Ícone da App Store
App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A App Store é a loja digital de aplicativos para dispositivos da Apple. A plataforma funciona como um canal de distribuição e venda de aplicativos mobile e para desktop, além de permitir a atualização de ferramentas baixadas, e assinaturas de serviços do ecossistema da Apple.

Você pode usar a App Store gratuitamente por meio de um ID Apple, mas alguns apps ou serviços só são disponibilizados mediante pagamento. Já desenvolvedores de aplicativos precisam pagar uma assinatura para publicar na plataforma, e ainda dão uma fatia de comissão à big tech referente ao montante total de vendas.

A App Store é exclusiva para dispositivos da Apple, como iPhone (iOS), iPad (iPadOS) e Mac (macOS). Isso significa que usuários de Android não podem usar a plataforma, já que o sistema operacional não é compatível.

A seguir, entenda o que é a App Store, saiba como ela funciona, e confira em quais dispositivos a plataforma está disponível.

O que é App Store?

App Store é a plataforma de distribuição de aplicativos voltados para dispositivos Apple. Em outras palavras, App Store é a loja digital gerenciada pela empresa da maçã, que reúne apps para iPhone, iPad, Mac, Apple Watch, Apple TV, Apple Vision Pro e alguns modelos de iPod.

Para que serve a App Store?

A App Store tem a função de listar, comercializar e distribuir aplicativos e serviços voltados para o ecossistema Apple de maneira segura. Inclusive, a nomenclatura “App Store” significa “Loja de aplicativos” em tradução livre, o que reforça sua proposta como uma plataforma para descoberta, aquisição e download de apps.

Para usuários, a App Store serve como uma biblioteca virtual para descobrir novos apps, instalá-los em seu aparelho Apple, bem como atualizar ferramentas já baixadas. Na plataforma, também é possível comprar aplicativos pagos e assinar serviços digitais.

Já para desenvolvedores, a App Store serve como uma vitrine para que eles possam disponibilizar ou vender os aplicativos criados.

Como funciona a App Store

O funcionamento da Apple Store é baseado em algumas etapas, que vão desde a publicação de uma ferramenta até a experiência pós-instalação.

Tudo começa quando um desenvolvedor elegível envia o aplicativo criado para a Apple. A big tech então valida questões de segurança, usabilidade e diretrizes da ferramenta e, se tudo estiver em conformidade, o app será publicado na App Store.

Conforme esse processo se repete, a App Store passa a catalogar mais aplicações em sua vitrine. Isso faz com que a plataforma se transforme em uma vasta biblioteca virtual de aplicativos que atende aos diferentes sistemas da Apple — como o sistema operacional do iPhone (iOS) ou de Mac (macOS), por exemplo.

Ilustração da App Store para Mac
Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os usuários então acessam a plataforma e buscam pelo aplicativo desejado. Algumas ferramentas podem ser baixadas e instaladas gratuitamente, enquanto outras exigem compra ou assinatura — que são feitas dentro da própria App Store.

Na plataforma, usuários poderão ver os aplicativos baixados na App Store, atualizar ferramentas e gerenciar compras e assinaturas de serviços vinculados ao ID Apple. Também será possível avaliar os apps e deixar comentários com elogios, sugestões ou críticas.

Os feedbacks de usuários são analisados pela Apple, que pode retirar ferramentas da App Store, se necessário. A empresa também gerencia tudo que acontece na plataforma para mantê-la segura e intuitiva.

É preciso pagar para usar a App Store?

Não, desde que você seja um usuário. É possível usar a App Store gratuitamente, bastando fazer login com um ID Apple para validar o acesso à plataforma. Você só terá de pagar por aplicativos ou serviços pagos que deseja adquirir.

No entanto, as regras mudam para desenvolvedores: eles precisam pagar uma taxa anual para publicar qualquer aplicativo na App Store. E além disso, devs também precisam dar parte da comissão adquirida com vendas do app (ou dentro de seus aplicativos) para a Apple.

A App Store está disponível em quais dispositivos?

A App Store está disponível para os seguintes aparelhos da Apple:

  • iPhones;
  • iPads;
  • iPods touch;
  • Macs;
  • Macbooks;
  • Apple TV;
  • Apple Watch;
  • Apple Vision Pro.

Onde fica a App Store no iPhone?

A App Store vem pré-instalada no sistema operacional do iPhone (iOS), e fica localizada na biblioteca de apps dos celulares da Apple. A plataforma pode ser identificada pelo ícone azul com um “A” branco.

Caso não esteja localizando a plataforma, basta tocar no campo de pesquisa “Buscar” e digitar “App Store” para encontrar a ferramenta.

Ilustração da plataforma App Store
Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É possível baixar a App Store no Android?

Não. A App Store só funciona em dispositivos da Apple, e não pode ser baixada em aparelhos Android ou que usam sistemas operacionais diferentes de iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS e visionOS.

Qual é a diferença entre App Store e Google Play?

App Store é uma plataforma gerenciada pela Apple que distribui aplicativos exclusivamente para iPhones, iPads, Macs, entre outros aparelhos da marca. Somente donos de dispositivos da Apple conseguem usar a App Store para instalar os aplicativos oferecidos em seus aparelhos.

Já o Google Play é a plataforma de distribuição de apps voltados para dispositivos Android. A loja digital é bem similar à App Store, mas só está disponível para donos de smartphones, tablets, TVs, smartwatches e outros dispositivos que utilizem o sistema operacional Android.

Muitas vezes, um mesmo aplicativo pode ser encontrado tanto na App Store quanto no Google Play. Se a pessoa tiver um iPhone, terá de usar a App Store para baixá-lo. Mas caso ela tenha um smartphone Android, terá de instalar a ferramenta via Google Play.

Qual é a diferença entre App Store e Apple Store?

App Store diz respeito à loja digital de aplicativos e serviços compatíveis com o ecossistema da Apple. Já Apple Store é a loja (física ou online) que vende os eletrônicos e acessórios da Apple.

Para entender de vez e memorizar: se você precisa baixar um aplicativo em seu iPhone, terá de usar a App Store; se você quiser comprar um iPhone, vai ter que acessar o site da Apple Store ou ir até uma das lojas físicas.

Por que a App Store não funciona?

Há casos em que você talvez não consiga acessar a App Store e visualize uma mensagem “Não pode conectar”. Dentre os principais motivos que impedem o funcionamento correto da App Store, estão:

  • Interrupção de serviço: o sistema da App Store pode estar fora do ar, impedindo o funcionamento da plataforma.
  • Falha de conexão: problemas de conexão ao Wi-Fi ou rede móvel podem impactar o funcionamento da App Store.
  • Atualizações pendentes: pode ser necessário atualizar o sistema operacional para a versão mais recente para usar a App Store.
  • Data e hora errada: data e hora incorretas afetam o funcionamento de diversos apps, incluindo a App Store.

Posso desinstalar a App Store do celular?

Sim, dependendo de sua localidade. Usuários da União Europeia (UE) e Japão podem desinstalar a App Store de iPhones ou iPads, desde que instalem uma loja de aplicativos alternativa antes, e a definam como padrão para a instalação de apps.

Já usuários do Brasil e de regiões fora da UE ou Japão não podem excluir a App Store dos dispositivos Apple.

Consigo instalar aplicativos fora da App Store no meu iPhone?

Sim. Usuários Apple da União Europeia e Japão podem instalar apps no iPhone ou iPad de lojas de aplicativo alternativas. Nessas mesmas localidades, também é possível baixar e instalar ferramentas no iPhone ou iPad direto de um site, via navegador web.

Além desses meios, você pode instalar apps que não estão na App Store em um iPhone que sofreu jailbreak, estando em qualquer localidade. O processo é similar à instalação de arquivos .APK no Android, mas vale ressaltar que o processo de jailbreak remove algumas restrições de segurança do iOS, o que deixa o aparelho mais vulnerável.

O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que são roupas inteligentes? Veja exemplos de peças de vestuário tecnológicas

17 de Abril de 2026, 16:41
Ilustração de roupa inteligente
Roupas inteligentes podem ajudar em acompanhamentos clínicos (Imagem: Divulgação/Siren)

Roupas inteligentes ou smart clothes são peças de vestuário com tecnologias embarcadas, como chips, sensores de monitoramento e sistemas eletrônicos. Os produtos vão além da função de vestimenta, e buscam otimizar a qualidade de vida do usuário.

Como exemplo, existem camisetas que monitoram a frequência cardíaca e contabilizam as distâncias percorridas. Também há meias que ajudam na prevenção de doenças e até máscaras com luzes e microfone embutidos.

A maioria das smart clothes tem funcionamento baseado na coleta de dados de saúde e no envio dessas informações para outros dispositivos, como smartphones. Já peças mais simples exigem apenas o acionamento do recurso (como ligar a luz ou um ventilador)

A seguir, entenda o que são roupas inteligentes, saiba como elas funcionam e confira prós e contras desses wearables.

O que são roupas inteligentes?

Roupas inteligentes (ou smart clothes, em inglês) são peças de vestuário com tecnologias embarcadas, como chips, sensores de monitoramento e sistemas eletrônicos.

O rótulo “inteligente” atribuído às roupas estão relacionadas aos recursos tecnológicos e conectáveis, o que que permite diferenciá-las de peças de vestuário comuns.

Para que servem as roupas inteligentes?

As roupas inteligentes têm a função de oferecer recursos que ajudam a melhorar a qualidade de vida do usuário e facilitar o controle de aparelhos (como celulares e relógios inteligentes). Isso acontece por meio de feedbacks táteis, automação de temperatura, recursos de conectividade, além de coletas e análises de dados de saúde.

Em outras palavras, as smart clothes vão muito além do papel de vestir partes do corpo visto em roupas comuns: elas usam tecnologias para trazer benefícios à saúde e praticidade no dia a dia dos usuários, sem necessariamente focar em moda ou design estético.

Quais são exemplos de roupas inteligentes?

Existem diversas peças de vestuário inteligentes disponíveis no mercado, com propósitos e públicos específicos. A seguir, confira exemplos de roupas inteligentes e suas características.

  • Camisetas e tops: costumam trazer sensores para monitoramento de dados cardíacos e pulmonares, GPS para medir distâncias percorridas e sistemas que regulam a temperatura corporal; são bem populares no meio de esportes de alto rendimento.
  • Calças: podem incluir sensores de monitoramento e feedback tátil; como exemplo, a Wearablex vende calças voltadas para prática de Ioga, que vibram e se conectam ao app para smartphones.
  • Jaquetas: podem trazer funções para melhoria de saúde (como monitoramento de dados e ajuste de temperatura) ou recursos para quem quer se manter conectado; a Jaqueta Levi’s Commuter Trucker, por exemplo, tem suporte a gestos de punho, feedback tátil para mensagens recebidas no celular e pode controlar a reprodução de música nos dispositivos conectados.
  • Meias: regulam a temperatura, identificam o peso distribuído nos pés, contam passos e até ajudam na prevenção de diabetes; a Siren é uma das marcas de smart socks, cujas meias prometem identificar sinais de úlceras nos pés.
  • Máscaras: podem trazer sistemas de ventilação para melhorar a respiração, iluminação para facilitar leituras labiais e até microfones embutidos; como exemplo, a Razer chegou a anunciar um protótipo de máscara N95 para gamers em 2021.
  • Peças íntimas: já existem projetos de cuecas e calcinhas com dispositivos para a quantidade de flatulências para rastrear o hidrogênio presente nos gases.
Jaqueta inteligente da Levis e Google
Jaqueta Levi’s Trucker with Jacquard tem suporte a gestos de punho e feedback tátil (Imagem: Divulgação/ Levi Strauss)

Como funcionam as roupas inteligentes

O funcionamento das roupas inteligentes varia de acordo com o propósito, construção e tipo de peça de vestuário. Mas de modo geral, as smart clothes se baseiam na integração de sensores de monitoramento, conectividade e sistemas eletrônicos embarcados.

A maioria dessas peças conta com sensores integrados ao tecido que, em contato contínuo com a pele, se tornam capazes de monitorar dados de saúde dos usuários, como batimentos cardíacos, temperatura corporal, frequência respiratória e contagem de passos.

Sensor em camiseta inteligente
Sensores são acoplados às peças para monitoramento de dados de saúde (Imagem: Reprodução/Reben Technology Clothing)

Esses dados coletados são processados e enviados para PCs, smartphones e outros dispositivos móveis, já que as roupas inteligentes suportam conexões com aparelhos (geralmente via Wi-Fi e Bluetooth). Assim, os usuários conseguem analisar as métricas de saúde e usá-las para acompanhamento clínico ou de desempenho.

Há também smart clothes que não usam sensores de monitoramento, mas se enquadram na categoria por incorporarem sistemas eletrônicos (como iluminação ou ventilação) e pela capacidade de conexão com outros dispositivos para automatizar tarefas.

Quais são as vantagens de roupas inteligentes?

Smart clothes apresentam benefícios principalmente relacionados a melhorias de qualidade de vida e desenvolvimento do setor de tecnologia na saúde. Algumas das principais vantagens das roupas inteligentes incluem:

  • Melhoria da qualidade de vida: a maioria das smart clothes consegue detectar dados de saúde (como batimentos cardíacos), que podem ser usados para análises e planejamentos médicos ou nutricionais.
  • Funcionalidade 2 em 1: roupas inteligentes servem como peças de vestuário e ainda trazem os recursos tecnológicos para melhoria de saúde; ao menos no papel, elas eliminam a necessidade de comprar uma roupa comum e outro wearable de monitoramento, por exemplo.
  • Otimização de desempenho atlético: as roupas inteligentes são populares nos esportes de alto desempenho, já que podem melhorar o desempenho de atletas e facilitar a análise de métricas de saúde.
  • Integração da tecnologia com saúde: os dispositivos vestíveis tecnológicos contribuem para a área de health technology, responsável por englobar conhecimentos e técnicas que usam tecnologia para aplicações no setor de saúde.
Ilustração de top inteligente
Esportistas profissionais costumam usar roupas inteligentes para melhorias de desempenho (Imagem: Reprodução/Soccerbee)

Quais são as desvantagens de roupas inteligentes?

As roupas inteligentes também apresentam algumas limitações, ligadas a preços e segurança dos dados. Dentre os principais desafios das smart clothes, estão:

  • Violação de dados: assim como outros eletrônicos de monitoramento, as roupas inteligentes são suscetíveis a roubos ou violações de dados, o que compromete a privacidade de dados sensíveis de saúde.
  • Custos elevados: smart clothes geralmente custam muito mais do que roupas comuns, devido às tecnologias embarcadas.
  • Problemas de biocompatibilidade: o contato direto de sensores e sistemas eletrônicos com a pele pode resultar em problemas de saúde devido à falta de biocompatibilidade; já existem estudos que mencionam riscos de irritação cutânea, dermatite e inflamações na pele.
  • Limitações de design: uma das grandes reclamações de consumidores é que roupas inteligentes não trazem apelo estético, já que as peças comercializadas costumam ser simples, sem variações de design e pouco atrativas.

Qual é a diferença entre roupas inteligentes e wearables?

Roupas inteligentes ou smart clothes são peças de vestuário com tecnologias para melhorar a qualidade de vida do usuário. Esses produtos são classificados como wearables (“dispositivos vestíveis”, em tradução livre), já que precisam ser vestidos no corpo dos usuários.

Já wearables são dispositivos vestíveis com tecnologias embarcadas que abrangem diversos tipos de produtos. Além das roupas inteligentes, os dispositivos vestíveis também incluem fones de ouvido, relógios inteligentes (smartwatches), pulseiras fitness (smartbands), anéis inteligentes (smart rings) e óculos inteligentes (smartglasses).

Em resumo: toda roupa inteligente é um wearable, mas nem todo wearable é necessariamente uma roupa inteligente.

O que são roupas inteligentes? Veja exemplos de peças de vestuário tecnológicas

(Divulgação/Siren)

Esportistas profissionais costumam usar roupas inteligentes para melhorias de desempenho (Imagem: Reprodução/Soccerbee)

O que é bateria? Saiba para que serve o componente e quais os principais tipos

10 de Abril de 2026, 12:03
Bateria continua removível na GoPro Hero 9 Black (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Baterias são essenciais para o fornecimento de energia a aparelhos eletrônicos (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Bateria é um componente que armazena energia e converte energia química em corrente elétrica. Com isso, as baterias podem alimentar dispositivos sem a necessidade de uma fonte contínua de energia, como as tomadas.

Os tipos de bateria são categorizados pelos elementos químicos presentes nas células das bateria. Como exemplo, baterias de íon-lítio são compostas de óxido metálico de lítio e grafite, enquanto as baterias alcalinas são formadas por zinco e dióxido de manganês.

Independentemente dos elementos químicos de composição, o funcionamento da bateria segue um padrão: o ânodo fornece elétrons, que passam pelo circuito externo até chegarem ao cátodo. Esse fluxo de elétrons ilustra o que chamamos de corrente elétrica, de forma resumida.

A seguir, entenda melhor o que é a bateria, e confira as classificações, o funcionamento e as características desse componente.

O que é bateria?

Bateria é um componente com capacidade para armazenar e converter energia, transformando energia química em corrente elétrica. O hardware pode alimentar aparelhos eletrônicos, automóveis, entre outros dispositivos.

Para que serve a bateria?

A bateria tem a função de armazenar energia e fornecê-la na forma de corrente elétrica para alimentar dispositivos e aparelhos que dependem de energia para funcionamento.

Ao cumprirem esse papel, as baterias oferecem mais praticidade e portabilidade de uso, substituindo a necessidade de uma fonte de energia contínua como as tomadas.

Quais são as classificações das baterias?

As baterias são classificadas em duas categorias, com base em suas capacidades de recarga:

  • Baterias primárias: baterias que não podem ser recarregadas, e são descartadas após uma descarga completa; costumam alimentar dispositivos com consumo de energia baixo ou moderado, como brinquedos, controles e lanternas.
  • Baterias secundárias: baterias que podem ser recarregadas, e que possuem vida útil baseada em ciclos de uso; a capacidade de recarga faz com que esse tipo de bateria geralmente alimente dispositivos com alto consumo de energia, a exemplo de smartphones, notebooks e automóveis.


Quais são os principais tipos de bateria?

Além das classificações entre primária e secundária, as baterias podem ser categorizadas de acordo com os elementos químicos presentes internamente. Confira abaixo os principais tipos de bateria.

Bateria de níquel-cádmio (NiCd)

Bateria de níquel-cádmio usa hidróxido de níquel no cátodo e cádmio metálico no ânodo. Aguenta alto números de ciclos, mas se tornou obsoleta por ser relativamente maior e mais pesada que as baterias modernas, pela densidade de energia mais baixa, e por questões ambientais devido à toxicidade do cádmio.

Foi esse tipo de bateria que gerou o mito “efeito memória” ou “bateria viciada”, visto em casos raros e sob condições específicas.

Ilustração de bateria de níquel-cádmio
Ilustração de bateria de níquel-cádmio (Imagem: Reprodução/DirectIndustry)

Bateria de íon-lítio (Li-ion)

As baterias de íon-lítio costumam utilizar óxido metálico de lítio no cátodo e grafite no ânodo. Com o tempo, as baterias Li-ion substituíram as antigas baterias NiCd, pela alta densidade energética em um espaço menor e mais leve.

Atualmente, a bateria de íon-lítio é amplamente usada pelo mercado, sendo vista na maioria de smartphones, notebooks e carros elétricos.

Bateria de íons de lítio em celular (imagem: Unsplash/Tyler Lastovich)
Ilustração de bateria de íon-lítio (Imagem: Unsplash/Tyler Lastovich)

Bateria de silício-carbono (Si-C)

Baterias de silício-carbono têm cátodo formado por óxido metálico de lítio e ânodo composto por grafite e nanopartículas de silício no ânodo. Essa arquitetura aumenta a densidade energética da bateria e otimiza o carregamento mais rápido.

As baterias de Si-C são encontradas em smartphones e notebooks mais modernos, indicados para quem precisa de mais autonomia de uso. No entanto, há riscos de degradação mais acelerada devido a questões ligadas à expansão volumétrica.

ilustração de um celular com bateria de silício-carbono
Ilustração de uma bateria de silício-carbono (Imagem: Reprodução/Vivo)

Bateria chumbo-ácido

As baterias de chumbo-ácido utilizam chumbo esponjoso no ânodo e dióxido de chumbo no cátodo. Esse tipo de bateria consegue entregar descarga elétrica massiva em pouco tempo, mas costuma ocupar muito espaço e ser pesado pela densidade do chumbo.

Por conta disso, a bateria de chumbo-ácido é vista em carros, caminhões e sistemas de energia mais robustos.

Ilustração de bateria chumbo-ácido
Ilustração de bateria chumbo-ácido (Imagem: Vladimir Srajber/Pexels)

Bateria de polímero de lítio (Li-Po)

A bateria de polímero de lítio tem cátodo formado por óxidos metálicos de lítio e ânodo composto por grafite, bastante similar à estrutura de baterias de íon-lítio. A grande diferença é que baterias Li-Po usam polímero sólido ou gel fresco como eletrólitos.

Esse tipo de bateria é tratado como uma evolução da estrutura íon-lítio, e alimenta smartphones e notebooks com design mais finos e leves.

Ilustração de bateria de polímero de lítio
Ilustração de bateria de polímero de lítio (Imagem: Reprodução)

Bateria alcalina

Baterias alcalinas utilizam zinco no ânodo e dióxido de manganês no cátodo. Tratam-se daquelas baterias primárias (não recarregáveis) que costumamos encontrar em mercados e padarias.

Esse tipo de bateria é recomendável para aparelhos que não demandam muita energia. O ponto positivo é que elas perdem pouquíssima carga quando não estão em uso, embora sejam descartáveis pelo fato de não serem recarregáveis.

Ilustração de bateria alcalina
Ilustração de bateria alcalina (Imagem: Brett Jordan/Unsplash)


Como funciona uma bateria

O funcionamento de uma bateria se baseia na conversão de energia química em energia elétrica, devido a reações químicas de oxidação e redução que ocorrem no interior do componente. Isso é algo padrão, independente dos elementos químicos que compõem a bateria.

Dentro de cada bateria existem duas ou mais células, que são responsáveis pelo armazenamento de energia. E cada célula é composta por quatro componentes principais: ânodo (polo negativo), cátodo (polo positivo), eletrólito e separador.

O ânodo fornece elétrons para o circuito externo em um processo de oxidação. Os elétrons então percorrem o circuito externo até chegarem ao cátodo, onde ocorre o processo de redução. Entre esses dois polos, há o separador, que evita curtos-circuitos e superaquecimentos que ocorreriam se ânodo e cátodo se tocassem.

Para equilibrar o fluxo de elétrons, o eletrólito atua como um condutor que transporta íons entre os dois polos e compensa o acúmulo de carga elétrica formado durante as reações químicas.

Fluxo de funcionamento de bateria
Fluxo de funcionamento de bateria (Imagem: Reprodução/Australian Academy of Science)

Esse fluxo de elétrons ilustra o que chamamos de corrente elétrica, que fornece energia suficiente para que aparelhos funcionem corretamente.

Com o uso, as reações químicas que geram elétrons vão consumindo os materiais ativos dos eletrodos, diminuindo a força da corrente e o fornecimento de energia. Esse é o resumo do processo de descarga de um dispositivo.

Se a bateria for primária, ela precisará ser substituída após a descarga completa. Mas se a bateria for recarregável (secundária), a conexão a uma fonte de energia externa (como a tomada) vai forçar o fluxo de elétrons no sentindo contrário e fazer com que as reações químicas internas voltem ao estado inicial — o que chamamos de processo de recarga.


As baterias podem “viciar”?

Não. “Bateria viciada” ou “efeito memória” é um mito que surgiu na década de 60, quando baterias de níquel-cádmio de alguns satélites demonstraram perda de capacidade após serem constantemente carregadas de 25% até 100%. Esse fenômeno foi visto em casos raros, sob condições específicas e podia ser reparado.

O problema é que essa ocorrência específica gerou rumores de que todas as baterias viciam — o que não é verdade. Todas as baterias perdem capacidade com o tempo, e “bateria viciada” se tornou uma expressão popular para ilustrar uma bateria degradada, com potencial inferior ao estado original.

Quais são as características de uma bateria?

As baterias contêm diversas especificações, que indicam questões como capacidade, composição e ciclos de vida. Dentre as principais características do componente, estão:

  • Capacidade: indicador sobre a quantidade de carga que a bateria pode armazenar, geralmente medido em miliampere-hora (mAh); a capacidade nominal é o valor indicado pela fabricante sob condições específicas, enquanto a capacidade típica aponta para o valor médio em uso real.
  • Tensão: potencial energético da bateria, geralmente medida em volts (V); as especificações podem conter tensão nominal (valor padrão de operação), tensão máxima (valor quando a bateria está completamente carregada) e tensão mínima (limite mínimo e seguro de descarga).
  • Corrente: quantidade de fluxo de carga elétrica que uma bateria pode fornecer ou receber, medida em amperes (A).
  • Composição química: detalha os elementos químicos que compõem a bateria e indicam o tipo do componente; essa especificação costuma ser indicada como íon-lítio, silício-carbono e chumbo-ácido, por exemplo.
  • Ciclos de vida: indicador usado para determinar a vida útil da bateria, em que cada ciclo corresponde ao uso de 100% do componente (de forma contínua ou acumulada).
  • Temperatura de operação: faixa de temperatura indicada para um funcionamento seguro e adequado da bateria; pode incluir limites de temperaturas ideais, mínimas ou altas (picos).
  • Taxa de carga e descarga (C-rate): taxa de velocidade que a bateria leva para carregar ou descarregar em relação à sua capacidade, ilustrada pela letra “C” e por números; como exemplo, 1C representa a taxa de carga ou descarga que corresponde a uma corrente suficiente para carregar ou descarregar a bateria em uma hora.
  • Tecnologias de carregamento: suporte (ou a falta de) para diferentes tipos de recargas, como carregamento rápido, carregamento por indução, carregamento reverso ou carregamento GaN.

Qual é o prazo de vida útil de uma bateria?

O prazo de vida útil de uma bateria pode variar, dependendo das especificações de ciclos, da finalidade de uso e do nível de desgaste.

Baterias de smartphones e notebooks têm vida útil baseada em ciclos, ou seja, quantas vezes a bateria completou 100% de uso (de forma contínua ou espaçada). Essa métrica costuma aparecer de forma simplificada na seção “saúde da bateria”.

Como exemplo, a saúde da bateria de iPhones começa em 100% em um aparelho novo, e decai ao longo dos anos, devido aos ciclos de uso e desgastes químicos internos. Apple e outras marcas de celular sugerem que níveis abaixo de 80% indicam uma bateria degradada.

imagem de um iphone exibindo a página de saúde de bateria
iPhone oferece indicador sobre a saúda da bateria (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Já baterias automotivas podem duram entre três e cinco anos. E a vida útil desses componentes geralmente envolve tempo de uso e condições da peça — diferentemente da contagem de ciclos da maioria dos aparelhos eletrônicos.

Importante ter em mente que as informações das fabricantes indicam a vida útil teórica da bateria. Contudo, práticas de uso, manutenção e temperatura são fatores que encurtam ou prolongam a durabilidade do componente.

O que fazer quando a bateria chega ao fim da vida útil?

Se a bateria do seu dispositivo chegou ao fim da vida útil, a única saída será trocá-la por outra bateria. Lembre-se que a bateria vai se degradar com o tempo, e não há como consertar ou reverter o desgaste provocado pelas reações químicas e pelo uso.

Só certifique-se de trocar por uma bateria original para manter o pleno funcionamento do seu aparelho. E vale buscar assistências oficiais ou autorizadas pela fabricante para fazer a manutenção.

É possível prolongar a vida útil de uma bateria?

Sim. Fazer pequenas pausas durante usos intensivos, evitar carregamento por indução eletromagnética e utilizar fontes e cabos originais são práticas que reduzem as chances de calor excessivo, que é um dos principais inimigos das baterias. Também é recomendável não deixar o dispositivo descarregar até 0% para não aumentar o estresse do componente.

Essas “boas práticas” de uso vão reduzir a degradação da bateria, fazendo com que ela se mantenha saudável por mais tempo.

Qual é a diferença entre bateria e pilha?

Baterias são componentes que convertem energia química em corrente elétrica. Esses componentes são formados por várias células, de modo a oferecer voltagens maiores e atender a dispositivos que demandam mais energia.

As pilhas também fazem a conversão de energia química para corrente elétrica, mas é composta por uma única célula. Por conta disso, elas têm voltagem mais baixa e são mais indicadas para aparelhos com menor consumo de energia.

O que é bateria? Saiba para que serve o componente e quais os principais tipos

Bateria continua removível na GoPro Hero 9 Black (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Vivo)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

8 de Abril de 2026, 09:57
Ilustração de pessoa mexendo no notebook
Analisar o site evita que você navegue ou faça compras em páginas falsas (Imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Um site seguro é uma página da web legítima, de procedência confiável, e que inclui mecanismos de segurança para proteger dados pessoais, financeiros e de navegação do usuário.

A navegação em uma página da web segura reduz as chances de golpe para o internauta. Além disso, o usuário também fica mais protegido contra roubos e interceptações de dados que podem ser usados em outras fraudes cibernéticas.

O problema é que existem mais de um bilhão de URLs no mundo, e nem sempre é fácil saber se o site é seguro ou não. Por conta disso, você deve se atentar a alguns elementos específicos da página e usar verificadores de terceiros para analisar a segurança do site.

A seguir, confira 10 dicas para saber se o site é seguro ou apresenta aspectos suspeitos.

1. Confira a lista Evite esses Sites

Conferir a lista “Evite esses Sites” é um bom primeiro passo para verificar se o site é seguro ou não. A lista reúne páginas da web que acumulam reclamações registradas no Procon-SP e que foram notificadas pelo órgão, mas não responderam ou não foram encontradas.

Considere qualquer site listado nessa relação como um site inseguro. No entanto, tenha em mente que um domínio não deve ser considerado como seguro só por não estar na lista Evite esses Sites: será preciso analisar outros elementos — que abordaremos nos tópicos abaixo — para confirmar a confiabilidade da página.

Sites inseguros da lista do Procon-SP
Lista do Procon-SP reúne endereços web que devem ser evitados (Imagem: Reprodução/Procon-SP)

2. Analise a URL do site

Checar a URL da página web também é uma forma de saber se um site é verdadeiro, já que a análise ajuda a identificar se o domínio é legítimo ou não. Pense que cibercriminosos enganam vítimas criando URLs bem parecidas com as dos sites originais. Com isso, uma pessoa pode achar que está “segura” no site oficial, quando na verdade, está navegando em uma página falsa de golpe.

Para exemplificar o caso, vamos pegar o site do Tecnoblog, cuja URL corresponde a tecnoblog.net. Na ânsia de tentar enganar as vítimas, golpistas podem criar páginas como “tecnoblog.com” ou “tecno.blog.net”, por exemplo. Note que os endereços web são bem parecidos, mas pequenas variações levam o internauta para um ambiente diferente do oficial.

Se estiver em dúvida da veracidade da página, use o Google ou investigue em canais oficiais da empresa para acessar o site original e comparar as URLs. E caso ainda esteja receoso, entre no site oficial, e use o campo de busca da própria página ou navegue pelas seções para encontrar manualmente o produto ou conteúdo que está procurando.

Verificação da URL
Sempre verifique atentamente a URL da página e desconfie de caracteres adicionais ou suspeitos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Verifique se o site usa o protocolo HTTPS

Observar se o site usa o protocolo HTTPS é um indicador de que o site pode ser seguro. Afinal, o protocolo garante que o site apresenta certificados de segurança válidos e conta com criptografia para proteger a conexão entre seu navegador e a página web.

O ponto é que cibercriminosos podem criar um site fraudulento e conseguir um certificado SSL ou TLS para usar o HTTPS: por um lado, o protocolo atesta que a conexão está criptografada, passando a sensação de segurança; por outro, os dados de navegação ainda podem ser enviados ao golpista — mesmo que de uma forma segura.

Em resumo, sites que usam HTTPS são mais seguros do que páginas que utilizam o protocolo HTTP (sem criptografia). Mas o “HTTPS” antes do endereço ou o ícone de cadeado ao lado da URL não garante que a página é administrada por alguém confiável.

Ilustração do protocolo HTTPS
Protocolo HTTPS indica que o site criptografa a conexão, mas não informa se a página é confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Examine o design e estrutura do site

Analisar o design e estrutura da página também ajuda a identificar um site falso ou fraudulento. O processo exige atenção em detalhes e pode não ser suficiente para cravar se a página é oficial ou fake, mas faz sentido se considerarmos o modus operandi dos cibercriminosos.

Ao menos na teoria, a tendência é que sites falsos ou fraudulentos sejam derrubados rapidamente. Por conta disso, golpistas costumam criar sites simples e sem tantas seções ou conteúdos, para poupar esforços em algo que vai sair do ar muito em breve.

Portanto, desconfie de páginas “cruas” demais, sem seções como “Contato”, “Sobre” ou “Política de Privacidade”. Pode ser que se trata de uma página oficial pequena, que ainda está crescendo. Mas também pode indicar um site suspeito, criado às pressas, para aplicar golpes em um curto período de tempo.

5. Observe os conteúdos da página web

Revisar os conteúdos da página é outra forma de investigar se o site é seguro ou não. A lógica é bem parecida com a análise de design e estrutura do site abordada no tópico acima.

Erros de ortografia, imagens distorcidas ou genéricas demais, banners suspeitos e vários idiomas diferentes espalhados são indicadores de sites falsos que foram construídos sem o devido cuidado.

Vale também desconfiar de textos que trazem senso de urgência, como “promoções imperdíveis” ou “por tempo limitado”. Trata-se de uma tática comum de golpistas, que abusam desse apelo persuasivo para apressar as vítimas e reduzir o tempo de análise.

6. Consulte dados da empresa

Para saber se o site é confiável, também é válido consultar e checar os dados da empresa. Inclusive, o Decreto Federal nº 7.962/2013 estabelece que sites de comércio eletrônico devem disponibilizar o CNPJ, endereços físicos e meios de contato na própria página.

Caso não encontre essas informações, não prossiga com qualquer compra ou negociação na página. E mesmo que você encontre esses dados, vale usar a ferramenta Whois, pesquisar a URL e bater as informações umas com as outras.

7. Pesquise a credibilidade da empresa ou serviço

Checar a credibilidade da companhia ou serviço ajuda a saber se uma loja online é confiável, o que consequentemente auxilia na análise de segurança de um site. E para isso, é recomendável acessar o Reclame Aqui, que é a maior plataforma de solução de conflitos entre consumidores e empresas da América Latina.

Para consultar a empresa no Reclame Aqui, basta acessar a página oficial do serviço pelo navegador, e digitar o nome da companhia ou serviço no campo de busca localizado no topo da página.

Site do Reclame Aqui
Site do Reclame Aqui pode ajudar a analisar se uma empresa é legítima ou confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ao chegar na página da empresa, confira o nível de reputação e a porcentagem de respostas às queixas. Serviços bem avaliados tendem a ser seguros e mais confiáveis, enquanto empresas com baixa reputação ou com dados insuficientes para análise acendem um sinal de alerta referente à segurança do negócio.

Você também pode complementar essa etapa consultando feedbacks de outros clientes via redes sociais. Só tome cuidado com avaliações falsas ou robotizadas que não parecem fidedignas.

8. Verifique os meios de pagamento oferecidos

Um site seguro de compras geralmente vai oferecer diversas formas de pagamento, com o objetivo de ampliar o atendimento aos clientes, reforçar a segurança para os consumidores, e proteger a própria empresa contra pessoas má intencionadas.

Por isso, desconfie de sites que aceitem pagamentos somente via Pix, boletos ou transferências — meios de pagamento que dificultam o processo de reembolso —, ou que induzam o cliente a prosseguir com a compra em outros meios (como WhatsApp). Fique de olho também se os pagamentos via cartão são feitos na própria plataforma ou se levam a outras páginas suspeitas.

9. Cheque a confiabilidade do site

Você também pode usar um verificador de site seguro para checar a confiabilidade e proteção da página. Esse processo é um complemento à consulta no Reclame Aqui: a busca no RA avalia a credibilidade da empresa ou serviço, enquanto os verificadores de site vão checar selos de segurança, reputação e tempo de registro da página web.

SiteConfiável e Detector de sites confiáveis são exemplos de serviços que avaliam a confiabilidade de sites, bastando que o usuário insira o link no campo indicado e clique no botão de análise.

Ilustração do serviço SiteConfiável
Verificadores de terceiros ajudam a analisar se um site é seguro ou não (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

10. Use o verificador de status do site

Por fim, o serviço Status do site no Navegação segura, do Google, pode complementar a análise de segurança do site. A ferramenta analisa bilhões de URLs por dia e consegue detectar páginas com problemas de segurança ou websites legítimos que foram comprometidos.

Para usar o serviço, você só precisa inserir a URL do site suspeito no campo abaixo de “Verificar o status do site” e clicar no ícone de lupa. A ferramenta então vai apontar o status atual da página, e mostrar o resultado da varredura de conteúdos não seguros.

Ilustração do serviço Status do site no Navegação Segura do Google
Status do site no Navegação Segura do Google ajuda a identificar URLs com problemas de segurança (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quais são os riscos de sites inseguros?

Sites inseguros podem ser usados em crimes cibernéticos ou mesmo explorados por atacantes, comprometendo dados e as finanças dos internautas. Dentre os principais riscos de websites com problemas de segurança, estão:

  • Roubo de dados: sites inseguros criados por golpistas podem roubar dados inseridos ou cadastrados; isso cria um risco alto de que as informações roubadas sejam usadas em golpes de phishing ou engenharia social, por exemplo.
  • Interceptação de dados: a falta de segurança em um site pode permitir que atacantes interceptem os dados de usuários e utilizem essas informações para vazamentos ou vendas ilegais.
  • Golpes financeiros: golpes financeiros são um dos grandes riscos de websites inseguros; na maioria dos casos, as vítimas fazem o pagamento referente a um produto ou serviço, mas os cibercriminosos ficam com o dinheiro sem entregar o que é prometido.
  • Infecção do dispositivo: sites não seguros podem incluir arquivos maliciosos que comprometem o dispositivo da vítima; se os aparelhos ou dados sensíveis forem infectados, os criminosos então se aproveitam disso para aplicar outros tipos de fraude.
  • Sequestro de sessão: terceiros podem roubar a sessão de outros usuários e se passarem pelas vítimas, dependendo dos problemas de segurança do site.
  • Monitoramento não autorizado: em alguns casos, sites inseguros conseguem monitorar a navegação dos internautas e obter acesso a câmeras e microfones.

O que fazer ao detectar um site inseguro?

Ao detectar um site inseguro, você deve evitar qualquer tipo de interação com a página: não faça login, não insira nenhum tipo de dado, não prossiga com compras, não clique em links da página e não permita nenhuma solicitação. Caso já tenha digitado alguma informação, troque suas senhas o mais rápido possível, e ative mecanismos de cibersegurança, como autenticação de dois fatores ou biometria.

Depois de interromper a navegação no site, também é possível denunciar a página ao Google. Para isso, você terá de preencher um formulário, informando o tipo de ameaça, a URL da página insegura e mais detalhes para embasar sua queixa.

Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

Lista do Procon-SP reúne endereços web que devem ser evitados (Imagem: Reprodução/Procon-SP)

Sempre verifique atentamente a URL da página e desconfie de caracteres adicionais ou suspeitos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Protocolo HTTPS indica que o site criptografa a conexão, mas não informa se a página é confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Site do Reclame Aqui pode ajudar a analisar se uma empresa é legítima ou confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificadores de terceiros ajudam a analisar se um site é seguro ou não (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Status do site no Navegação Segura do Google ajuda a identificar URLs com problemas de segurança (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

10 celulares com carregamento por indução para comprar em 2026

3 de Abril de 2026, 12:22
Edge 60 Pro visto de frente, com tela pOLED de 6,7 polegadas e bordas curvas
Motorola Edge 60 Pro tem carregamento sem fio de 15 W (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um celular com carregamento por indução traz mais praticidade e versatilidade para a recarga, sem a necessidade de um cabo conectado à porta de entrada do aparelho.

A boa notícia é que o carregamento wireless não é restrito a smartphones premium: a funcionalidade também pode ser encontrada em celulares mais acessíveis e de nível intermediário.

Neste guia, o Tecnoblog reuniu 10 modelos de celular com carregamento sem fio para comprar em 2026. Conheça as especificações de cada um deles, incluindo a potência elétrica suportada, antes de decidir qual é o melhor smartphone para o seu dia a dia.

1. Motorola Edge 60 Pro


Prós
  • Memória RAM expansível até 24 GB
  • Tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits
  • Câmeras com resolução de 50 megapixels
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 90 W
  • Certificação IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Recebe atualizações apenas por mais dois anos
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O Motorola Edge 60 Pro é alimentado por uma bateria de 6.000 mAh que pode oferecer até 45 horas de autonomia. O smartphone suporta carregamento sem fio de 15W e com fio via adaptador de 90 W TurboPower. O celular também é compatível com carregamento reverso com fio de 5 W.

Além dessas especificações de bateria e carregamento, o Motorola Edge 60 Pro tem tela pOLED de 6,7″ e com taxa de atualização de 120 Hz, 12 GB de memória RAM e mais 12 GB de RAM Boost, versões com 256 ou 512 GB de armazenamento, processador Dimensity 8350 Extreme, e um sistema triplo de câmeras na traseira.

2. Motorola Edge 60 Neo


Prós
  • RAM de 12 GB expansível para até 24 GB com RAM Boost
  • Possui câmera teleobjetiva com zoom óptico de 3x
  • Tela POLED com taxa de atualização de 120 Hz
  • Suporte a carregamento sem fio
  • Certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Display menor comparado aos outros celulares da linha Edge 60
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O Motorola Edge 60 Neo conta com uma bateria de 5.200 mAh, que pode ser carregada com fio (até 68 W TurboPower) ou sem fio (até 15 W). Contudo, não há suporte para compartilhamento de energia (recarga reversa).

Demais especificações do smartphone incluem tela pOLED de 6,36″ com taxa de atualização de até 120 Hz, system-on-a-chip (SoC) MediaTek Dimensity 7400, 8 GB ou 12 GB de RAM LPDDR4X, 256 ou 512 GB de armazenamento, além de um conjunto de câmera principal formado por três lentes.

3. Motorola Razr 60


Prós
  • Dobradiça resistente feita de titânio
  • Tela interna de 6,9″ com 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits
  • 12 GB de + 12 GB de RAM Boost
  • Câmeras com suporte do Moto AI
Contras
  • Sistema de armazenamento UFS 2.2
  • Atualizações apenas até o 18
  • Sem lente teleobjetiva
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O Motorola Razr 60 tem suporte a carregamento sem fio de 15 W. A bateria de 4.500 mAh do celular também pode ser carregada com cabo (até 30 W Turbo Power), mas não é compatível com carregamento reverso.

O smartphone dobrável (estilo flip) é alimentado pelo SoC MediaTek Dimensity 7400X, tem 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, conta com uma tela principal pOLED de 6,9″ e um display externo de 3,6″, além de um sistema duplo de câmeras na traseira.

4. Galaxy S25 FE


Prós
  • Tela Dinâmico 2X de 6,7″ com taxa de 120 Hz
  • Conjunto de câmeras versátil com gravação em 8K
  • Suporte a carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Não conta com processador Snapdragon
  • Sem slot para expansão via microSD
  • Carregador na caixa de 25 W
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O Samsung Galaxy S25 FE tem uma bateria de 4.900 mAh, que promete até 28 horas de autonomia em reprodução contínua de vídeo. O smartphone é compatível com carregamento com fio (até 45 W), sem fio (de 15 W) e ainda suporta carregamento wireless reverso de aproximadamente 5 W.

Sem contar as questões de bateria e carregamento, o celular tem uma tela AMOLED Dinâmico 2X FHD+ de 6,7″, sistema triplo de câmeras, SoC Exynos 2400, além de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

5. iPhone 16e


Prós
  • Feito para Apple Intelligence
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
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O iPhone 16e conta com uma bateria de 4.005 mAh, que pode ser recarregada com fio (adaptador de 20 W ou superior) ou sem fio (7,5 W no padrão Qi). Contudo, o smartphone não tem MagSafe, o que limita a recarga sem fio para potências menores e dificulta o alinhamento correto no carregamento wireless pela ausência dos ímãs.

O smartphone acessível da Apple ainda possui tela Super Retina XDR de 6,1″, chip A18 (seis núcleos de CPU, quatro núcleos de GPU e 16 núcleos de motor neural), sistema de câmera dois em um, 8 GB de RAM, além de versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento.

6. Galaxy S25 Ultra


Prós
  • Tela avançada com AMOLED Dinâmico 2X de 6,9″
  • Chip Snapdragon 8 Elite de alto desempenho
  • Câmera principal de 200 MP com OIS e vídeos em 8K
  • Corpo em titânio e certificação IP68
  • Seis atualizações de sistema Android garantidas
Contras
  • Peso relativamente elevado de 218 g
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O Samsung Galaxy S25 Ultra tem uma bateria de 5.000 mAh, que pode aguentar até 31 horas de reprodução contínua de vídeo. O smartphone suporta carregamento cabeado (com adaptador de 45 W), carregamento wireless rápido (de 15 W) e recarga reversa de 4,5 W.

Outras especificações do celular incluem tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9″ com taxa de atualização de 120 Hz, sistema quádruplo de câmeras, 12 GB de RAM, 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento, e processador Snapdragon 8 Elite.

7. iPhone 16 Pro


Prós
  • Câmeras com ótima performance
  • Inclui modo noturno para capturas no modo retrato
  • Desempenho de ponta
Contras
  • Não suporta gravação dupla
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O iPhone 16 Pro é compatível com diferentes versões de recarga sem fio: até 7,5 W (padrão Qi), até 15 W (padrão Qi2) e até 25 W (MagSafe com adaptador de energia de 30 W ou superior). A bateria de 3.582 mAh também pode ser carregada com fio (com adaptador de 20 W ou superior) e suporta carregamento reverso cabeado de 4,5 W.

Tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas, chip A18 Pro, sistema de câmera Pro, 8 GB de RAM e armazenamento de 128 GB até 1 TB são algumas das principais especificações do smartphone.

8. Motorola Signature


Prós
  • Novo ultra premium da Motorola, com RAM de 12 GB e chip da Qualcomm
  • Quatro câmeras de 50 MP, três delas com sensores da Sony
  • Tela AMOLED de 6,8″, taxa de atualização de 165 Hz e brilho de até 6.200 nits
  • Promete ser atualizado até o Android 23
Contras
  • Processador é Snapdragon, mas não é Elite
  • Bateria de 5.200 mAh tem bastante capacidade, mas menos que o Edge 60 Pro
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O Motorola Signature possui uma bateria de 5.200 mAh, e suporta carregamento com fio (90 W TurboPower) e sem fio (50 W TurboPower). O smartphone também é compatível com carregamento reverso com fio (5 W) e sem fio (10 W).

Além disso, o celular também inclui especificações como SoC Snapdragon 8 Gen 5, 12 GB de RAM LPDDR5X, 512 GB de armazenamento, tela AMOLED de 6,8″, estrutura em alumínio de qualidade aeronáutica, além de um sistema triplo de câmera que pode gravar em até 8K Dolby Vision a 30 fps.

9. Galaxy S26 Ultra


Prós
  • Tecnologia de privacidade protege contra “espiadinhas” ne tela
  • Câmera quadrupla com sensor principal de 200 Mp e superestabilização em vídeos
  • AI com Now Nudge e edição de imagens via prompt
  • Processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy com 39% superior à do antecessor
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh pode ser limitada
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O Samsung Galaxy S26 Ultra é alimentado por uma bateria de 5.000 mAh, e tem suporte para carregamento com fio (com adaptador de até 60 W) e sem fio (até 25 W). O celular ainda é compatível com carregamento reverso sem fio de 4,5 W.

Demais especificações de hardware do S26 Ultra incluem SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 para Galaxy, tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9″, sistema quádruplo de câmeras com uma grande-angular de 200 MP, 12 GB ou 16 GB de RAM, além de opções de armazenamento de 256 GB, 512 GB ou 1 TB.

10. iPhone 17 Pro Max


Prós
  • Ganhou novo visual
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela com 120 Hz e brilho de até 3.000 nits
  • Processador promete maior desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Sem suporte ao modo Noite e modo Retrato em conjunto
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Por fim, o iPhone 17 Pro Max é outro smartphone com suporte para carregamento sem fio de 25 W (padrão MagSafe ou Qi2). O celular da Apple com bateria de 4.823 mAh também suporta carregamento com fio (com adaptador de 40 W ou superior), e carregamento reverso cabeado (de 4,5 W).

Design renovado, tela Super Retina XDR de 6,9″, capacidade de armazenamento entre 256 GB e 2 TB, 12 GB de RAM e chip avançado A19 Pro são outras características marcantes do smartphone.

Como funciona o carregamento sem fio no celular?

O carregamento sem fio de smartphones é baseado na recarga por indução eletromagnética, no padrão Qi. Inicialmente, outros tipos de recarga sem fio foram considerados — como o Power Matters Alliance (indução eletromagnética) e o Alliance for Wireless Power (ressonância magnética) —, mas o padrão Qi venceu a disputa e foi amplamente adotado pelo mercado mobile.

Fisicamente falando, a indução eletromagnética é um efeito que ocorre quando um campo magnético variável induz um campo elétrico para gerar corrente elétrica.

Para ilustrar esse fenômeno, considere que os carregadores sem fio e smartphones compatíveis com essa tecnologia contam com uma bobina cada. Quando essas duas bobinas são aproximadas, o campo eletromagnético variável induz uma corrente elétrica na bobina do celular, gerando energia para de recarregar o dispositivo.

E para que isso aconteça, o carregador precisa de uma fonte de energia. Ou seja, ele precisa estar conectado na tomada ou deve estar com o armazenamento de bateria interno carregado — como acontece com carregadores sem fio portáteis.

O que demora mais: carregamento por indução ou com fios?

O carregamento por indução tende a demorar mais que a recarga com fio, por ser um processo menos eficiente (em termos de energia) e por gerar mais calor.

No carregamento por indução eletromagnética, a corrente elétrica cria um campo magnético variável, que depois induz novamente uma corrente elétrica. Nesse processo, parte da energia é perdida pela geração de calor, tornando o processo menos eficiente.

Já a recarga via cabo é mais eficiente, já que o cobre presente no interior do fio é um ótimo condutor de eletricidade e tem baixa resistência. Isso também faz com que o carregamento com fio suporte mais watts sem superaquecimento, o que acelera a recarga.

Todo celular com recarga sem fio faz carregamento reverso?

Não, já que receber energia e enviar energia são práticas diferentes. Mesmo que um celular tenha componentes que habilitam a recarga sem fio, ele não necessariamente vai ter hardware que permite o envio de energia para outros aparelhos.

Inclusive, nossa lista inclui smartphones que suportam recarga sem fio, mas não são compatíveis com carregamento reverso, a exemplo de Motorola Edge 60 Neo, Motorola Razr 60 e iPhone 16e.

Carregador sem fio gera desgaste na bateria?

Sim, apesar de o desgaste ser variável. Pesquisadores da Universidade de Warwick (Reino Unido observaram que o carregamento por indução gera calor indesejado no carregador e no smartphone. A situação se torna ainda mais delicada ao considerarmos que a bobina receptora costuma ficar próxima da bateria dos celulares.

Além disso, como as baterias tendem a envelhecer mais rapidamente em temperaturas elevadas, o calor gerado pelo carregamento por indução pode impactar significativamente no estado de saúde e vida útil das baterias.

É verdade que smartphones mais modernos contam com sistemas de resfriamento avançados, e que a evolução do carregamento sem fio pode diminuir o calor gerado no processo de indução eletromagnética. Ainda assim, o estudo afirma que todas as questões levantadas se aplicam a “dispositivos portáteis atuais ou futuros que utilizam carregamento por indução”.

10 celulares com carregamento por indução para comprar em 2026

O que é CVE? Entenda o programa de vulnerabilidades e exposições comuns

25 de Março de 2026, 11:36
Ilustração de erro na tela de um notebook
CVE Program lista as principais vulnerabilidades que impactam o setor de cibersegurança (Imagem: Erik Mclean/Unsplash)

CVE ou Common Vulnerabilities and Exposures é um programa internacional que identifica e publica vulnerabilidades no meio de cibersegurança. A iniciativa é administrada pela MITRE Corporation, e conta com o apoio de autoridades estadunidenses e empresas de hardware, software, redes e sistemas.

Falhas de seguranças descobertas são relatadas ao programa CVE. Então, empresas autorizadas pelo CVE (chamadas de CNAs) analisam e rotulam a vulnerabilidade. Geralmente, as publicações sobre essas falhas acontecem após a correção, de modo a evitar explorações.

A listagem dessas falhas facilita a identificação de vulnerabilidades, permitindo que pesquisadores e empresas se comuniquem mais assertivamente. Isso também evita a publicação duplicada de vulnerabilidades que já foram descobertas anteriormente.

A seguir, entenda melhor o que é o programa CVE e como ele funciona.

O que é CVE?

CVE ou Common Vulnerabilities and Exposures é uma iniciativa internacional focada em identificar, padronizar e listar publicamente vulnerabilidades e falhas na área de segurança cibernética.

Em definições mais simplistas, CVE pode ser atribuído à lista (lista CVE), que cataloga e resume falhas de segurança em softwares, hardwares e sistemas digitais.

O que significa CVE?

CVE é a sigla de “Common Vulnerabilities and Exposures”, cuja expressão pode ser traduzida como “Vulnerabilidades e Exposições Comuns”. O significado do termo vai de encontro com o propósito do programa de listar brechas de segurança conhecidas no meio cibernético.

Qual é o papel do CVE?

O CVE Program tem a função de ajudar as empresas na gestão de vulnerabilidades, com a identificação e padronização de falhas de segurança. Em outras palavras, pode-se dizer que o CVE funciona como um “dicionário de vulnerabilidades e exposições conhecidas” para o setor de segurança da informação como um todo.

A listagem e padronização do programa permite que as empresas identifiquem melhor o problema e se comuniquem com mais clareza sobre a falha. Além disso, o CVE também cumpre um papel importante de transparência ao divulgar publicamente que existe uma vulnerabilidade em um determinado software, hardware ou sistema.

Como funciona o programa CVE

O programa CVE tem funcionamento baseado em três etapas: análise, padronização e publicação.

Tudo começa com o reporte de uma possível vulnerabilidade: profissionais de segurança, fornecedores ou pesquisadores independentes enviam um relatório ao detectar uma falha de segurança — envolvendo a área de cibersegurança — em um produto.

Esse reporte então chega a uma das CVE Numbering Authorities (CNAs) ligadas ao produto, que são empresas autorizadas pelo CVE Program para analisarem as solicitações e atribuírem identificadores de CVE (IDs CVE). Em uma primeira etapa, essas autoridades vão analisar se a vulnerabilidade realmente se enquadra como uma vulnerabilidade.

Se houver constatação da falha de segurança, a CNA responsável seguirá com o processo de identificação do CVE, incluindo o ano de atribuição do ID CVE, e um número sequencial único para facilitar o reconhecimento e comunicação. Já se o reporte não for considerado uma vulnerabilidade, ele será rejeitado.

Etapas do programa CVE
Etapas do programa CVE (Imagem: Divulgação/CVE Program)

Geralmente, o ID CVE só é publicado após empresa responsável pelo produto corrigir a falha (por meio de patches de atualização ou ajustes de sistema). Isso acontece para evitar que alguém possa explorar a vulnerabilidade antes da correção, mas casos de zero-day podem antecipar a publicação para alertar sobre os riscos.

E como o banco de dados CVE também é conectado a outros bancos de dados — a exemplo do National Vulnerability Database (NVD) —, o setor de cibersegurança como um todo consegue otimizar as informações com análises adicionais, incluindo atribuição de pontuações de riscos com o Common Vulnerability Scoring System (CVSS).

Quem administra o CVE?

A organização sem fins lucrativos MITRE Corporation é a administradora oficial do programa CVE. No entanto, o Department of Homeland Security (DHS) dos Estados Unidos atua como principal financiador, enquanto sua agência especializada Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA) também tem participação importante no ecossistema.

As CNAs também têm papel importante e mais prático, validando os reportes de vulnerabilidades e atribuindo IDs CVE. Atualmente, existem 498 CNAs de mais de 40 países diferentes no CVE Program, incluindo nomes como Amazon, Apple, Samsung, Microsoft, Meta Platforms, Google e Nvidia.

Quais são os critérios de qualificação de um CVE?

As vulnerabilidades identificadas pelo CVE devem corresponder ao que o programa entende como vulnerabilidade. E os critérios de vulnerabilidades do CVE Program abrangem:

  • uma instância de uma ou mais vulnerabilidades em um produto que pode ser explorada;
  • causar impacto negativo na confidencialidade, integridade ou disponibilidade do produto;
  • conjunto de condições ou comportamentos que permite a violação de uma política de segurança explícita ou implícita.

Também há outras questões nas regras operacionais do CVE para evitar confusões na hora da atribuição de uma vulnerabilidade. O documento completo está disponível na página de suporte do CVE.

Onde os CVEs são publicados?

Os CVEs são publicados na página oficial cve.org, administrada pela MITRE Corporation, e replicados pelo National Vulnerability Database em nvd.nist.gov.

As CNAs responsáveis pelo produto de cada CVE também costumam publicar as vulnerabilidades em seus próprios portais, com a descrição das falhas de segurança e das correções feitas.

Como ler identificadores e registros CVE

Cada vulnerabilidade registrada no programa CVE ganha um identificador (ID), que funciona como um rótulo para facilitar a identificação. Ao ler uma entrada CVE, você perceberá uma estrutura formada por três seções, separadas por hífen:

  1. Prefixo “CVE”;
  2. Ano de atribuição;
  3. Identificador sequencial.

Como exemplo, a entrada CVE-2026-4452 indica que a vulnerabilidade ganhou um identificador (ID) em 2026. Já os números sequenciais “4452” servem para diferenciar uma vulnerabilidade da outra, evitando confusões de registros.

Além disso, os registros podem indicar três estados diferentes:

  • Reservado: CVE que ainda não foi divulgado, e que se encontra em análise;
  • Publicado: CVE já publicado por uma CNA, que inclui os dados do ID CVE.
  • Rejeitado: CVE rejeitado, indicando que a vulnerabilidade não é válida.
Ilustração de um CVE publicado
Ilustração de um CVE publicado (Imagem: Reprodução/CVE Program)

Quais são os benefícios do CVE?

O programa CVE traz diversas vantagens, especialmente para gerir e facilitar a identificação de vulnerabilidades na área de cibersegurança. Dentre os principais benefícios do programa, estão:

  • Padronização de vulnerabilidades: a padronização de vulnerabilidades com IDs CVE facilita a identificação das falhas, bem como a comunicação entre empresas, entidades e profissionais de segurança cibernética.
  • Gera dados para histórico: a listagem de falhas de segurança cria registros históricos de produtos, permitindo análises e pesquisas mais aprofundadas.
  • Transparência com os usuários: apesar de o CVE focar em fornecedoras e pesquisadores, a publicação gera mais transparência aos usuários que adquiriram o produto relacionado à vulnerabilidade.
  • Divulgação pública: qualquer pessoa pode acessar o banco de dados do CVE Program e visualizar as vulnerabilidades listadas.

Quais são as limitações do CVE?

O programa CVE também inclui limitações, como:

  • Foco na descrição da vulnerabilidade: o programa CVE lista apenas os IDs das vulnerabilidades e suas respectivas descrições, sem informações aprofundadas sobre a falha.
  • Não inclui correções: o CVE lista e identifica a vulnerabilidade, mas os passos para as correções são de responsabilidade das CNAs, que podem usar diferentes canais de comunicação.
  • Escopo não cobre tudo: apenas falhas enquadradas como “vulnerabilidades” de acordo com os parâmetros do CVE são incluídos no programa.

Qual é a diferença entre vulnerabilidade e exposição?

Vulnerabilidade diz respeito a uma fraqueza que pode ser explorada em condições específicas. Uma vulnerabilidade traz um potencial risco de exploração (exploit), mas não necessariamente será explorada.

Já a exposição surge quando existem condições necessárias para a exploração da vulnerabilidade. Em resumo, a exposição é uma combinação da vulnerabilidade e das condições necessárias para a exploração.

Como exemplo, imagine que uma pasta protegida com senha tenha uma falha de segurança que libere acessos para qualquer senha digitada com quatro dígitos. Nesse caso, trata-se de uma vulnerabilidade: há potencial para exploração, mas nem todos vão tentar uma senha de quatro dígitos e garantir acesso.

Agora se essa pasta estiver em um ambiente de fácil acesso ou se houver pistas que facilitem a descoberta da falha de segurança, ocorre o que chamamos de exposição da vulnerabilidade.

Qual é a diferença entre CVE e CVSS?

O Common Vulnerabilities and Exposures (CVE) é uma iniciativa que foca em identificar, padronizar e listar vulnerabilidades e exposições no campo de segurança cibernética. O programa, no entanto, não tem o papel de definir o nível de risco das falhas de segurança.

Já o Common Vulnerability Scoring System (CVSS) é um padrão utilizado para avaliar o nível de risco de uma vulnerabilidade. Trata-se de um esquema de pontuação que ajuda desenvolvedores a priorizarem correções de falhas de segurança mais críticas.

E apesar de focarem em aspectos diferentes, CVE e CVSS trabalham de forma conjunta em prol da resolução de vulnerabilidades.

O que é CVE? Entenda o programa de vulnerabilidades e exposições comuns

(Imagem: Erik Mclean/Unsplash)

Etapas do programa CVE (Imagem: Divulgação/CVE Program)

Ilustração de um CVE publicado (Imagem: Reprodução/CVE Program)

O que é GrapheneOS? Confira a história e os recursos do sistema operacional

20 de Março de 2026, 18:32
Ilustração do logo do GrapheneOS
GrapheneOS é o sistema operacional móvel para quem deseja mais segurança ao usar o smartphone (Imagem: Reprodução/GrapheneOS)

O GrapheneOS é um sistema operacional móvel de código aberto que foca em recursos de privacidade e segurança. O sistema é baseado no Android Open Source Project, e tem sido desenvolvido desde 2014 pelo pesquisador e engenheiro de segurança Daniel Micay.

Combate à exploração de vulnerabilidades desconhecidas, execução do Google Play em ambiente isolado e desativação de sensores estão entre os principais recursos do GrapheneOS.

Devido às exigências rígidas de hardware e software, o sistema operacional é limitado a uma porção de smartphones Pixel, do Google. No futuro, o GrapheneOS também deve ganhar suporte por celulares da Motorola, por conta de uma parceria firmada entre ambas as partes.

A seguir, conheça história do GrapheneOS, confira os principais recursos do sistema operacional, e veja as vantagens e desvantagens de uso.

O que é GrapheneOS?

GrapheneOS é um projeto de sistema operacional móvel para smartphones e tablets, baseado no código-fonte aberto do Android (Android Open Source Project). O sistema foca em privacidade e segurança, além da usabilidade e da compatibilidade com aplicativos.

O que significa GrapheneOS?

O termo “Graphene” significa “grafeno” em tradução livre, enquanto “OS” é a abreviação traduzida de “sistema operacional”. Logo, “GrapheneOS” pode significar algo como “Sistema operacional Grafeno”.

O grafeno é conhecido por ser um elemento robusto e resistente, o que ajuda a explicar o foco em proteção contra vulnerabilidades vista no GrapheneOS.

Qual é a história do GrapheneOS?

A história do GrapheneOS começa em setembro de 2014, quando o pesquisador e engenheiro de segurança Daniel Micay iniciou um projeto solo focado em aumentar a privacidade e segurança do Android. A princípio, a ideia era de apenas desenvolver melhorias para o sistema operacional do Google.

No final de 2015, uma empresa foi lançada e tornou-se a principal patrocinadora do projeto, conhecido até então como CopperheadOS. O projeto avançou rapidamente nessa época, e a ideia de implementações específicas foi escalando para um ecossistema completo.

Contudo, divergências entre Micay e a patrocinadora começaram a surgir: Daniel Micay idealizou usar a empresa para sustentar financeiramente o desenvolvimento do projeto, enquanto a patrocinadora tinha intenção de comercializar o sistema, vendendo suporte, serviços sob contrato e variantes do sistema operacional.

Interface do GrapheneOS
Interface do GrapheneOS (Imagem: kettoshidesu/Reddit)

Essa desconexão de ideias fez com que Micay e a patrocinadora rompessem a parceria. O pesquisador então decidiu seguir com o projeto de forma paralela, renomeando a iniciativa para AndroidHardening em 2018. Um ano depois, em 2019, o projeto foi novamente renomeado para GrapheneOS, sob a mesma premissa inicial de ser um projeto independente e open source.

Desde então, o projeto GrapheneOS ganhou vários desenvolvedores em tempo integral e parcial, e segue como uma iniciativa de sistema operacional seguro baseado em Android, compatível com diversos smartphones Pixel.

E a expectativa é que o GrapheneOS se desenvolva ainda mais e se consolide como um sistema operacional completo para dispositivos móveis. Isso porque a Motorola anunciou uma parceria com a GrapheneOS Foundation em março de 2026, sugerindo que futuros smartphones da marca possam ser compatíveis com o SO.

Quais são os principais recursos do GrapheneOS?

O GrapheneOS inclui diversas funcionalidades novas ou melhoradas que não estão no Android, principalmente relacionadas a segurança e privacidade. Dentre os principais recursos do sistema operacional, estão:

  • Proteção contra ameaças: o GrapheneOS tem como foco proteger usuários contra explorações de vulnerabilidades desconhecidas (zero-day), e implementa uma série de configurações para mitigar ameaças remotas e físicas.
  • Google Play em ambiente isolado: o sistema roda o Google Play em um ambiente isolado (sandbox), eliminando acesso ou privilégio especial da plataforma do Google, e limitando a coleta de dados.
  • Privacidade reforçada: o sistema operacional não inclui aplicativos e serviços do Google por padrão para evitar a coleta de dados; o GrapheneOS também evita a inclusão de apps ou serviços que não estão alinhados com as ideias de privacidade e segurança do projeto.
  • Desativação de apps: usuários podem desativar aplicativos do sistema sem ter que desinstalá-los.
  • Correções mais amplas: a empresa alega que o sistema operacional inclui várias correções de vulnerabilidades que ainda não foram corrigidas no Android.
  • Permissões de rede: o GrapheneOS conta com opção de permissão de rede para bloquear acessos diretos e indiretos a qualquer rede disponível, além de proteger a rede local do dispositivo.
  • Permissões de sensores: há uma função para desabilitar sensores como câmera, microfone, acelerômetro, bússola, entre outros componentes.
  • Ampla disponibilidade de operadoras: o sistema operacional oferece suporte a mais operadoras do que o Android Open Source Project.
  • Perfis de usuários aprimorados: o GrapheneOS apresenta melhorias nos perfis de usuário do Android, como aumento do limite de perfis e encerramento de sessão facilitado.

Quais dispositivos são compatíveis com o GrapheneOS?

Até o momento, o GrapheneOS tem suporte oficial para os dispositivos listados abaixo. Mas é preciso destacar que esses aparelhos só vão ser compatíveis se forem desbloqueados — sem limitação de uso a operadoras específicas.

  • Pixel 10 Pro Fold;
  • Pixel 10 Pro XL;
  • Pixel 10 Pro;
  • Pixel 10;
  • Pixel 9a;
  • Pixel 9 Pro Fold;
  • Pixel 9 Pro XL;
  • Pixel 9 Pro;
  • Pixel 9;
  • Pixel 8a;
  • Pixel 8 Pro;
  • Pixel 8;
  • Pixel Fold;
  • Pixel Tablet;
  • Pixel 7a;
  • Pixel 7 Pro;
  • Pixel 7;
  • Pixel 6a;
  • Pixel 6 Pro;
  • Pixel 6.

A lista deve ficar mais extensa, visto que a Motorola firmou uma parceria com o GrapheneOS em março de 2026. No entanto, ainda não sabemos se a parceria vai vingar, e nem quais linhas de celular da Motorola receberiam suporte ao sistema operacional.

Pixel 10 Pro Fold, smartphone dobrável que alterna entre modo de smartphone e modo de tablet, abrindo sobre uma superfície
Pixel 10 Pro Fold está entre os smartphones compatíveis com o GrapheneOS (Imagem: divulgação)

Posso instalar o GrapheneOS em qualquer smartphone?

Não. A página de FAQ do GrapheneOS até menciona que existem outros dispositivos (além dos citados na lista acima) que podem suportar o sistema operacional, mas a compatibilidade demandaria um “trabalho substancial” para chegar aos padrões exigidos.

Além disso, os desenvolvedores afirmam que os aparelhos compatíveis com o GrapheneOS são cuidadosamente selecionados com base em seus méritos, e que uma ampla compatibilidade contraria os objetivos do projeto porque desviaria o foco para melhorias de hardware e firmware ao invés da iniciativa original.

Quais são as vantagens do GrapheneOS?

O sistema operacional GrapheneOS oferece diversos benefícios de uso, incluindo:

  • Proteção reforçada: o GrapheneOS é conhecido pelos mecanismos de proteção contra ameaças e exploração de vulnerabilidades, o que reforça a segurança do aparelho e dos dados de usuários.
  • Mais privacidade de uso: o sistema operacional limita permissões de apps e pode desabilitar sensores para evitar coletas de informações dos usuários.
  • Foco em melhorias reais: como o foco está voltado para segurança e privacidade, os colaboradores podem voltar as atenções para esses temas, sem a necessidade de desenvolver recursos sem benefícios reais.
  • Maior controle de permissões: o GrapheneOS prioriza a decisão do usuário, e inclui opções de permissão que não são vistas em outros sistemas operacionais.
  • Projeto comunitário: o projeto de código-aberto estimula a comunidade para o desenvolvimento de melhorias e resolução de problemas.

Quais são as desvantagens do GrapheneOS?

Apesar de oferecer segurança e privacidade, o GrapheneOS também tem desvantagens de uso. Dentre as principais limitações do sistema operacional, estão:

  • Limitações de dispositivos compatíveis: pouquíssimos dispositivos são compatíveis com o GrapheneOS, devido às exigências rígidas do sistema operacional.
  • Ecossistema diferente do padrão: usuários acostumados com Android ou iOS podem encontrar dificuldades ao usar o sistema operacional diferente e com configurações mais complexas.
  • Dependência de colaboradores: a sustentabilidade do GrapheneOS dependerá da manutenção dos colaboradores; se todos desistirem do projeto, o futuro do sistema operacional pode ficar comprometido.

Existem alternativas ao GrapheneOS?

Sim. A exemplo do GrapheneOS, existem sistemas operacionais móveis com foco em segurança e privacidade do usuário, a exemplo de:

  • CalyxOS: sistema operacional baseado no Android Open Source Project com foco em privacidade digital; o projeto está paralisado, mas existem indícios de retorno para 2026.
  • ProtonAOSP: sistema baseado no Android Open Source Project, com design limpo, e opções que ajudam a manter os dados dos usuários privados.
  • iodéOS: sistema baseado no LineageOS, livre de rastreadores do Google, e que inclui apps que respeitam os ideais de privacidade do projeto.
  • CopperheadOS: sistema operacional desenvolvido para celulares criptografados e seguros, e com semelhanças ao GrapheneOS — já que surgiu do mesmo projeto.

Qual é a diferença entre GrapheneOS e Android?

O GrapheneOS é um sistema operacional móvel de código-aberto, baseado no Android Open Source Project. O sistema é compatível com poucos dispositivos e tem foco em privacidade e segurança, incluindo diversos mecanismos de proteção e permissões que não são vistos nos sistemas operacionais móveis mais populares.

Já o Android é o sistema operacional móvel mais popular do mundo, pertencente ao Google. O sistema tem ampla compatibilidade com diversos aparelhos, e prioriza a experiência do usuário com um ecossistema mais fácil de usar.

Qual é a diferença entre GrapheneOS e CopperheadOS?

O GrapheneOS é um sistema operacional móvel criado por Daniel Micay, que segue o princípio de ser um projeto independente e open source. Importante destacar que o GrapheneOS de hoje é resultado do antigo projeto CopperheadOS de 2015 a 2018.

Já CopperheadOS consiste em um sistema operacional móvel com propósitos comerciais, que também se baseia em recursos de segurança e privacidade como o GrapheneOS. No passado, o Copperhead foi o projeto que antecedeu o GrapheneOS, mas hoje segue como um sistema operacional da empresa Copperhead.

O que é GrapheneOS? Confira a história e os recursos do sistema operacional

Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

20 de Março de 2026, 10:57
Ilustração da lixeira do Files em um smartphone Android
Lixeira de arquivos armazena temporariamente itens excluídos do celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A lixeira do celular é um diretório nos arquivos do smartphone que armazena temporariamente arquivos excluídos. Trata-se de uma lixeira diferente da lixeira da galeria, que aloca mídias (fotos e vídeos), documentos de texto e outros tipos de arquivo (como PDF e planilhas).

A lixeira do iPhone fica localizada no app “Arquivos”. Já a lixeira de celulares Samsung se encontra na seção de “Armazenamento do aparelho”. Smartphones Xiaomi e Motorola não costumam ter lixeira nativa, mas podem usar a lixeira do app “Files”, que geralmente vem pré-instalado de fábrica.

A seguir, veja como encontrar a lixeira de arquivos em seu celular.

Importante

O texto abaixo mostra como encontrar a lixeira de arquivos do celular. Caso esteja procurando pela lixeira de mídias (fotos e vídeos) de smartphones, acesse nossa publicação sobre a recuperação de fotos e vídeos apagados em Android ou iPhones.

O que é lixeira do celular?

A lixeira do celular é uma pasta que armazena itens excluídos do smartphone por tempo limitado, antes da exclusão permanente. Fotos, vídeos, áudios, PDFs e documentos de texto são exemplos de arquivos que podem parar na lixeira de smartphones.

Onde fica a lixeira do iPhone?

Para acessar a lixeira do iPhone, basta abrir o app “Arquivos”, acessar a guia “Explorar” (localizada no canto inferior direito da tela), e selecionar a opção “Apagados”.

A seção “Apagados” funciona como uma lixeira de arquivos do iPhone, que armazena itens excluídos via app “Arquivos” por até 30 dias antes da exclusão permanente dos itens. Mas é importante destacar que arquivos excluídos fora do app “Arquivos” não vão para essa lixeira.

Acessando a lixeira do iPhone
Acessando a lixeira do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Onde fica a lixeira do Android?

A lixeira de smartphones Android pode variar de localização, devido às diferenças dos sistemas operacionais e interfaces. Veja a seguir onde fica a lixeira do celular Samsung, Xiaomi ou Motorola.

Como encontrar a lixeira de celulares Samsung

Para abrir lixeira do celular Samsung, acesse “Configurações”, vá em “Assistência do aparelho e bateria” e entre em “Armazenamento”. A lixeira então estará localizada abaixo dos dados de armazenamento, com seções divididas de acordo com o tipo de arquivo excluído.

Itens excluídos pelo gerenciador de arquivos da One UI vão ficar na lixeira por até 30 dias, antes de serem excluídos de forma permanente. Já fotos e vídeos apagados pela galeria vão para outra lixeira, que fica localizada na galeria nativa do celular.

Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola
Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira de celulares Xiaomi ou Motorola

Importante

O passo a passo abaixo ilustra como encontrar a lixeira do Files, que costuma vir pré-instalado de fábrica em smartphones Android. O método utiliza esse aplicativo porque nem todo smartphone Xiaomi ou Motorola conta com uma lixeira do gerenciador de arquivos nativo.

Você pode acessar a lixeira de celulares Xiaomi ou Motorola pelo app “Files”. Para isso, basta abrir o aplicativo “Files”, tocar no menu de três linhas (localizado no canto superior esquerdo da tela), e acessar a guia “Lixeira”.

Somente os arquivos excluídos via Files vão parar nessa lixeira, que aloca itens apagados por até 30 dias antes da exclusão permanente. Já mídias apagadas da galeria vão direto para a lixeira da galeria, enquanto arquivos excluídos via gerenciador de arquivos nativo (sem ser o Files) são eliminados de forma permanente do celular.

Como encontrar a lixeira do celular Samsung
Como encontrar a lixeira do celular Samsung (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que dá pra fazer na lixeira do celular?

Ao acessar a lixeira do seu celular, você poderá prosseguir com as seguintes ações:

  • Visualizar itens apagados: você pode entrar na lixeira para ver arquivos apagados do celular, de modo a analisar o gerenciamento de itens em seu smartphone.
  • Excluir arquivos permanentemente: é possível apagar itens individuais ou limpar a lixeira do celular para excluir todos os arquivos de forma permanente, liberando mais espaço de armazenamento no dispositivo.
  • Restaurar arquivos apagados: você pode restaurar arquivos que ainda estão na lixeira no Android ou iPhone caso tenha se arrependido da exclusão.

Posso restaurar itens apagados da lixeira?

Sim. Você pode restaurar da lixeira que foram apagados a menos de 30 dias, bastando selecionar os itens desejados e escolher opções como “Restaurar” ou “Recuperar”.

Caso o item tenha sido apagado permanentemente da lixeira, você pode tentar restaurar o backup no Android ou restaurar o backup no iPhone para um ponto anterior à primeira exclusão do arquivo. Mas tenha em mente que todos os dados, mídias e conversas pós-backup também vão ser apagados.

Outra saída é utilizar programas para recuperar arquivos deletados. No entanto, não há garantias que você vai recuperar os itens, já que a eficácia do processo leva em conta o tempo que se passou desde a exclusão, e se nenhum dado foi reescrito em cima dos dados apagados.

Qual é a diferença entre lixeira do celular e lixeira da galeria?

A lixeira do celular é uma pasta que aloca temporariamente itens excluídos do dispositivo, como mídias, arquivos em texto ou PDF. Trata-se de uma lixeira diferente da lixeira nativa da galeria, que abrange outros tipos de arquivos excluídos, e que costumam alocar temporariamente itens excluídos via gerenciadores de arquivos.

Já a lixeira da galeria é uma lixeira específica que armazena temporariamente fotos e vídeos excluídos da galeria nativa dos celulares. Diferentemente da lixeira do celular, a lixeira da galeria não armazena arquivos como PDFs, documentos de texto ou planilhas que foram apagados.

Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a lixeira do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira do celular Samsung (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Review do Poco X8 Pro: desempenho avançado com bateria de longa duração

17 de Março de 2026, 20:14
Imagem da traseira do Poco X8 Pro
(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Poco X8 Pro é um smartphone intermediário-premium da Xiaomi mais voltado para o público gamer, que se destaca pela boa autonomia de bateria e desempenho avançado.

O sucessor do popular Poco X7 Pro também chega com o sistema operacional HyperOS 3 de fábrica, apresenta novidades de design, e estreia o recurso de Comunicação Offline na linha Poco X Pro.

Mas além das especificações, é preciso entender como o Poco X8 Pro se comporta em tarefas diárias, em atividades mais intensas, e como é o desempenho em outros quesitos, como em câmeras.

O Tecnoblog analisou todos esses detalhes, e vamos passar ponto a ponto no review abaixo.

Assista ao Review do Poco X8 Pro no YouTube

Aviso de ética

Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O Poco X8 Pro foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Poco X8 Pro?

A caixa do Poco X8 Pro segue o design padrão da Poco, com as cores preto e amarelo. Quem já comprou produtos da marca pode estar acostumado com o visual, mas tripulantes de primeira viagem vão se deparar com uma embalagem moderna e estilosa.

No unboxing, nos deparamos com o Poco X8 Pro, uma chave para abertura da bandeja de chip SIM, um cabo USB-A para USB-C de aproximadamente um metro, um adesivo com informações básicas do aparelho, uma capinha cinza com texturas internas, além de um manual de segurança e outro da garantia de produto.

Ficamos decepcionados, já que a versão global recebida pelo Tecnoblog não incluiu a fonte de carregamento de 100 W. Ao menos, a assessoria da Xiaomi garantiu que a versão que chegará ao mercado brasileiro terá fonte incluída na caixa.

Conteúdo da caixa do Poco X8 Pro | Versão global
Conteúdo da caixa do Poco X8 Pro | Versão global (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Design: visual mais elegante e construção mais resistente

O design do Poco X8 Pro figura como um dos grandes destaques do smartphone. À primeira vista, lembra bastante seu antecessor, o Poco X7 Pro, lançado em 2025. Mas basta alguns minutos com o celular em mãos para notarmos as mudanças — positivas, por sinal.

Se o Poco X7 Pro trazia bordas em plástico, o Poco X8 Pro agora apresenta bordas em metal, com tom fosco. Isso torna o smartphone mais elegante e, de quebra, mais resistente. Podemos dizer que a mudança faz jus ao rótulo “intermediário-premium”, concedido ao aparelho.

Bordas em metal do Poco X8 Pro
Bordas em metal do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Partindo para a traseira, a carcaça composta por fibra de vidro agora é lisa, também em um tom fosco acompanhando o visual da moldura. Além disso, não há mais um módulo para abrigar a câmera principal: as lentes saltam diretamente da carcaça, e são envolvidas por anéis aparentemente de metal também.

Seguindo para a lateral direita, temos os botões de volume e o botão lateral liga/desliga. Já a borda superior conta com um sensor infravermelho e um microfone e alto-falante, enquanto a borda inferior inclui slot para dois chips Nano SIM, microfone, entrada USB-C para carregamento e transferência de arquivos, além de mais alto-falantes.

Carcaça do Poco X8 Pro
Carcaça do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A frente do smartphone traz uma câmera de selfie perfurada no centro da parte superior da tela, sem nenhum tipo de entalhe. A Xiaomi optou por manter o vidro Corning Gorilla Glass 7i para resistência contra quedas e arranhões. E para reforçar a proteção, o Poco X8 Pro já chega da caixa com uma película no display.

Por falar nisso, um pequeno risco surgiu no canto inferior direito da tela durante o período de testes. Ao que parece, o arranhão não chegou a afetar a tela em si, o que ajuda a atestar a proteção da película.

Close na câmera frontal do Poco X8 Pro
Design da câmera frontal do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ainda falando de construção, o Poco X8 Pro inclui as certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K de resistência contra água e poeira. Fizemos o teste de submersão do smartphone em água doce, e o aparelho continuou funcionando normalmente depois disso.

Todas essas especificações resultam em um celular com 157,53 mm de altura, 75,19 mm de largura e 8,38 mm de espessura, com peso de 201,47 gramas. Particularmente falando, as dimensões e peso se enquadram com minhas preferências, e aliam portabilidade com praticidade de uso no dia a dia.

Nossa análise foi baseada em um Poco X8 Pro na cor preta, mas o smartphone também é vendido nas cores branca e verde-menta.

Tela: display menor, mas com mais pixels

O Poco X8 Pro traz uma tela AMOLED de 6,59 polegadas, com resolução 1.5K (2756 x 1268 pixels), construída com painéis M10 de última geração. Quando comparado ao display do Poco X7 Pro (de 6,67″ e com resolução de 2712 x 1220 pixels), vemos que o novo smartphone tem cerca de 185 mil pixels a mais, mesmo com uma tela 0,08 polegada menor.

A maior densidade de pixels do Poco X8 Pro (460 ppi) significa mais detalhes concentrados em um mesmo espaço, embora seja difícil notar essa diferença a olho nu.

Tela do Poco X8 Pro
(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A profundidade de cor de 12 bit (com 68 bilhões de cores) aliada ao suporte a tecnologias como HDR10+ e Dolby Vision conseguem entregar cores vivas e vibrantes. Além disso, a visibilidade da tela performa bem mesmo sob luz direta do sol, devido ao pico de brilho de 3.500 nits e à tripla certificação TÜV Rheinland de proteção ocular. Já o brilho típico é de 800 nits.

A taxa de atualização de até 120 Hz também proporciona fluidez, seja na navegação geral do celular ou na reprodução vídeos. Aliás, dá pra fixar o nível de frequência da tela em 60 Hz ou em 120 Hz, ou usar o modo equilibrado que alterna a taxa de atualização de acordo com o conteúdo reproduzido.

Reprodução de vídeo no Poco X8 Pro
Reprodução de vídeo no Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O leitor de biometria (impressão digital) fica localizado sob a tela, na parte inferior do display. E aliado a isso, vale a menção da tecnologia Wet Touch, que aumenta a precisão de toque mesmo que a tela esteja molhada ou engordurada.

Ou seja: pode usar o celular perto da piscina ou na hora do almoço sem grandes preocupações.

Áudio: alto nível de som pra todos ouvirem

Em termos de áudio, os dois alto-falantes estéreo simétricos (1115F) com Dolby Atmos são potentes, e dispõem de um aumento de volume de 400% em configurações personalizadas.

No volume máximo, pudemos notar uma leve perda de qualidade, o que é natural. Mas o nível de som é alto e preenche todo o ambiente, chegando até em outros cômodos.

Nos testes de frequência, notamos graves sem tanto destaque, além de médios e agudos com boa sonoridade. Em resumo: o celular apresenta uma boa equalização de áudio.

Áudio do Poco X8 Pro
Reprodução de música no Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Software: sistema atualizado e com recursos de IA

O Poco X8 Pro chega de fábrica com o sistema operacional HyperOS 3, que é a versão mais atualizada do SO baseado no Android 16. Por falar nisso, a Xiaomi promete quatro anos de suporte para atualizações do sistema operacional e seis anos de updates de segurança.

A interface é intuitiva, mesmo para quem nunca teve um smartphone Xiaomi ou Poco. É certo que algumas funções podem estar com nomes diferentes ou em locais distintos, em comparação com outras interfaces baseadas em Android. Mas a tendência é que usuários se habituem rapidamente durante a navegação livre.

Sistema operacional do Poco X8 Pro
Sistema operacional do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O ponto negativo do sistema operacional fica na quantidade de apps pré-instalados: pouco mais de 70 aplicativos, que chegam a ocupar quase 40 GB de armazenamento. Alguns deles possivelmente serão usados pelos usuários, contudo, fazer um pente-fino e excluir as ferramentas indesejadas não é um processo agradável.

Acompanhando as tendências de mercado, o HyperOS 3 apresenta ferramentas nativas de inteligência artificial, incluídas no sistema HyperAI. Há apps para pesquisas, transcrições, traduções e edições, e todos eles dependem de internet. Ou seja, será preciso estar conectado ao Wi-Fi ou dados móveis.

Os aplicativos de transcrição e tradução baseados em IA tiveram boa performance. Contudo, a ferramenta inteligente de apagar objetos deixou a desejar, gerando objetos aleatórios (como xícaras e vasos de planta) no lugar do objeto removido. Ainda assim, são apps que podem facilitar tarefas rotineiras do dia a dia.

Outra grata surpresa é que o Poco X8 Pro é compatível com o recurso HyperIsland, introduzido no HyperOS 3. A função é bem parecida com a Ilha Dinâmica (Dynamic Island) de iPhones, e exibe um widget expansível próximo à câmera de selfie para indicar atividades em uso — como música tocando ou chamada em andamento.

HyperIsland do Poco X8 Pro
HyperIsland do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Câmeras: as mesmas do Poco X7 Pro

As câmeras do Poco X8 Pro são as mesmas vistas na geração anterior, o que pode decepcionar quem esperava por grandes atualizações. Mas as capturas são honestas e interessantes para o usuário médio.

Falando sobre especificações, o smartphone apresenta duas lentes para o kit de câmera principal (traseira) e outra para a câmera de selfie:

  • uma lente grande-angular de 50 MP (f/1.5);
  • uma lente ultrawide de 8 MP (f/2.2);
  • câmera frontal de 20 MP.

A câmera principal com estabilização óptica de imagem (OIS) e sensor Sony IMX882 consegue fazer boas capturas em ambientes iluminados. O zoom digital chega até 10x, mas é recomendável usar níveis menores para evitar perdas de nitidez no registro de fotos. Já em filmagens, o zoom provoca perda de qualidade considerável na imagem. Minha sugestão: evite zoom em filmagens ou use-o em níveis mínimos.

Câmeras traseiras do Poco X8 Pro
Lentes traseiras do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Por falar em gravações, as lentes traseiras conseguem gravar de maneira fluida em resoluções de até 4K a 60 fps. A câmera frontal é limitada a filmagens em até 1080p a 60 fps, mas o ponto positivo é que ela também apresentou resultados interessantes.

Para quem gosta de funcionalidades, existem os modos de captura dinâmica e captura de movimento. O primeiro facilita a escolha do melhor quadro de uma foto, enquanto o segundo otimiza registros de imagem com movimentação — a exemplo de um carro passando na rua.

Você pode conferir algumas imagens capturadas com o Poco X8 Pro logo abaixo:

Teste com a lente grande-angular do Poco X8 Pro
Imagem da grande-angular do Poco X8 Pro sem zoom (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Teste com a lente ultrawide do Poco X8 Pro
Imagem capturada com a lente ultrawide do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Teste com a Grande-angular com zoom do Poco X8 Pro
Imagem capturada com a grande-angular com zoom do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Imagem em formato vertical com a grande-angular do Poco X8 Pro
Imagem em formato vertical com a grande-angular do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Teste com a lente widescreen do Poco X8 Pro à noite
Captura com a lente widescreen do Poco X8 Pro à noite (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Conjunto de imagens tiradas com a câmera principal e de selfie do Poco X8 Pro
Modo retrato com câmera principal (esq.), câmera de selfie (centro), e câmera de selfie à noite (dir.) com o Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Além da ausência de novidades nas câmeras, outra ressalva se dá pela performance em capturas noturnas, incluindo ambientes com baixa luminosidade. O pós-processamento de imagem ajuda a melhorar a qualidade, mas dependendo do nível de luz do ambiente, dá pra notar granulações e perdas de nitidez.

Uma saída é encontrar um ponto de luz e usá-lo para iluminar a cena. Mas em capturas com a câmera de selfie, vale deixar o brilho da tela no máximo e usar a função “Luz de preenchimento”, fazendo com que o display funcione como um flash.

Desempenho: performance para uso diário ou tarefas complexas

Internamente, o Poco X8 Pro é alimentado pelo SoC MediaTek Dimensity 8500 Ultra, construído em litografia de 4 nanômetros, que atinge velocidades de até 3,4 GHz e inclui a GPU Mali G720. Trata-se de uma versão atualizada do Dimensity 8400 Ultra, visto no Poco X7 Pro.

De acordo com a Xiaomi, o novo processador do Poco X8 Pro oferece um aumento de 25% no desempenho de GPU e queda no consumo de energia, comparado com o smartphone antecessor.

Completando a lista de especificações, temos 8 GB ou 12 GB de memória RAM LPDDR5X, além de 256 GB ou 512 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1.

Navegação no Poco X8 Pro
Navegação no Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para analisarmos o desempenho do smartphone, fizemos testes de estresse no GeekBench 6. E as pontuações foram as seguintes:

  • 1.709 pontos single-core (CPU);
  • 6.406 pontos multi-core (CPU);
  • 14.964 pontos no teste Vulkan (GPU).

Trazendo comparações à mesa, a performance da CPU do Poco X8 Pro ficou próxima à do Galaxy S23, equipado com o Snapdragon 8 Gen 2. Já os resultados de GPU indicaram desempenho similar ao do Galaxy S24 Ultra, alimentado pela GPU Adreno 750.

Gameplay no Poco X8 Pro
Poco X8 Pro rodando Call of Duty: Mobile (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

As pontuações por si só já indicam performance avançada do SoC. E os testes práticos comprovaram isso: notamos um ótimo desempenho para tarefas simples ou atividades mais complexas, sem gargalos ou travamentos durante o uso do celular.

Mesmo em atividades mais pesadas como edição de vídeo ou jogos, o smartphone se comportou bem. Deu pra rodar jogos como Genshin Impact, Call of Duty: Mobile e EA FC 26 sem quedas de fps ou congelamentos.

Em resumo: o Poco X8 Pro tem desempenho avançado, e a performance é outro ponto forte do celular.

Bateria: autonomia que pode durar dias

No quesito bateria, há mais pontos para comemorar do que lamentar. Começando pelos aspectos positivos, o Poco X8 Pro vem com uma bateria de 6.500 mAh com boa autonomia.

A Xiaomi fala em até 66 horas e 25 minutos de duração, mas, claro, em condições muito específicas. Nos nossos testes, o smartphone durou cerca de três dias (sob parâmetros de uso diário) até precisar de uma recarga. Já em reprodução contínua, a bateria aguentou por volta de 20 horas com brilho no máximo e taxa de atualização em 120 Hz.

O fato da versão global do Poco X8 Pro não incluir uma fonte de carregamento impediu que explorássemos todo o potencial de recarga do celular. A alternativa foi usar uma fonte de 33 W com tecnologia HyperCharge de um Poco F3. Nessas condições, o Poco X8 Pro levou pouco mais de uma hora para a recarga completa, mas o prazo certamente será menor com a fonte correspondente.

Tempo de carregamento do Poco X8 Pro com fonte de 33 W
Tempo de carregamento do Poco X8 Pro com fonte de 33 W (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Importante destacar que o celular tem compatibilidade com carregamento reverso de até 27 W, podendo funcionar como um power bank para recarregar outros dispositivos. Contudo, não há suporte para carregamento sem fio, o que é algo a se lamentar.

Conectividade: Comunicação Offline surge como novidade

Já falando sobre conectividades, o Poco X8 Pro suporta rede 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação. O celular também conta com sensor infravermelho, podendo ser usado como um controle remoto para outros aparelhos eletrônicos.

O smartphone também é o primeiro da série X Pro que conta com a Comunicação Offline da Xiaomi, garantindo chamadas de voz mesmo sem rede celular.

Vale a pena comprar o Poco X8 Pro?

O Poco X8 Pro é rotulado como um smartphone intermediário-premium, recomendado para quem deseja boa autonomia de bateria, visual elegante, desempenho avançado e kit de câmeras honesto.

A Xiaomi ainda não divulgou os preços oficiais de lançamento para o Brasil e pode ser difícil cravar se vale ou não a aquisição do produto. Mas tendo em vista que o Poco X7 Pro (12 GB de RAM + 512 GB de armazenamento) foi lançado na faixa dos R$ 5.199, podemos esperar algo próximo disso.

Visual do Poco X8 Pro
Visual do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se você já possui um Poco X7 Pro ou smartphone similar, talvez não valha a pena comprar o novo smartphone, mas sim aguardar uma outra geração, já que as melhorias são incrementais.

Agora se você quiser sair de um celular mais básico para um smartphone intermediário-premium, o Poco X8 Pro surge como uma opção interessante, especialmente pelo desempenho avançado e câmeras interessantes para um aparelho dessa prateleira. A sugestão seria esperar até que os preços caiam para a faixa dos R$ 2.500.

Querendo ou não, tudo vai depender das suas necessidades e do orçamento disponível.

Mas me diga você: compraria ou não o Poco X8 Pro? Gostou dos recursos ou sentiu falta de algo? Concorda com o review? Vem continuar a conversa na Comunidade do Tecnoblog.

Review do Poco X8 Pro: desempenho avançado com bateria de longa duração

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Testamos o Poco X8 Pro, o novo smartphone intermediário-premium da Poco; confira os prós e contras do smartphone, e se ele cumpre o que promete

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Conteúdo da caixa do Poco X8 Pro | Versão global (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Reprodução de música no Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Sistema operacional do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

HyperIsland do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Navegação no Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Poco X8 Pro rodando Call of Duty: Mobile (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Tempo de carregamento do Poco X8 Pro com fonte de 33 W (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visual do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver a senha da Netflix pelo celular ou PC

16 de Março de 2026, 12:58
Ilustração com a tela de visualizar a senha da Netflix
É possível visualizar a senha da Netflix, se você a salvou antes em algum gerenciador de senhas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode ver a senha da Netflix pelo celular, ao acessar o gerenciador de senhas do Google ou o app Senhas do iPhone. Também é possível ver a senha da plataforma pelo PC, por meio do gerenciador de senhas do navegador.

Importante destacar que você só vai conseguir visualizar a senha da Netflix se tiver salvado a credencial anteriormente. Caso contrário, talvez seja necessário redefinir a senha para ter certeza de qual password está usando.

A seguir, saiba como ver a senha da Netflix pelo smartphone (Android ou iPhone) ou pelo PC.

Como ver a senha da Netflix no celular Android

Importante

O método abaixo só vai funcionar caso você tenha escolhido salvar a senha da Netflix em sua Conta Google anteriormente

1. Abra as configurações da Conta Google

Abra o aplicativo do Google em seu smartphone Android. Depois, toque no seu ícone de avatar (localizado no canto superior direito), e vá em “Gerenciar sua Conta do Google”.

Acessando as configurações da Conta Google
Acessando as configurações da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Acesse o gerenciador de senhas do Google

Entre na seção “Segurança e login”. Na tela seguinte, acesse a guia “Gerenciador de senhas”.

Entrando no gerenciador de senhas da Conta Google
Entrando no gerenciador de senhas da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Veja a senha da Netflix salva na Conta Google

Use o campo de pesquisa para facilitar a busca (se necessário) e escolha a opção da Netflix. Por fim, toque no ícone de olho para ver a senha da Netflix no celular.

Visualizando a senha da Netflix salva na Conta Google
Visualizando a senha da Netflix salva na Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver a senha da Netflix pelo iPhone

Importante

O passo a passo abaixo só vai dar certo se você escolheu salvar a senha da Netflix em seu iPhone anteriormente.

1. Abra o aplicativo Senhas em seu iPhone

Abra o app Senhas em seu iPhone. Em seguida, toque na seção “Todas” para abrir todas as senhas salvas na sua Conta Apple.

Acessando o app Senhas do iPhone
Acessando o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Selecione “Netflix” para ver a senha da plataforma

Selecione a opção “Netflix”. Depois, basta tocar uma vez no campo da senha para ver a senha da Netflix pelo iPhone.

Visualizando a senha da Netflix salva no iPhone
Visualizando a senha da Netflix salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver a senha da Netflix pelo PC

Importante

O processo abaixo só vai funcionar se você permitiu o salvamento da senha da Netflix no seu navegador anteriormente.

1. Acesse as configurações do seu navegador

No navegador de sua preferência, acesse as configurações do browser. No Google Chrome, basta clicar no menu de três linhas e acessar “Configurações”. Em outros navegadores, vale procurar pela opção ou ícone de configurações.

Acessando as configurações do navegador
Acessando as configurações do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Entre no gerenciador de senhas do browser

Digite “senha” no campo de busca e entre na seção do navegador que armazena senhas salvas. Vale destacar que o nome da guia pode variar de browser para browser.

Entrando nas senhas salvas do navegador
Entrando nas senhas salvas do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Procure por “Netflix” na lista de senhas salvas

Procure por “Netflix” e clique na opção da plataforma de streaming. Você pode fazer a busca manual ou usar o campo de pesquisa.

Acessando a senha da Netflix salva no navegador
Acessando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Confira a senha da Netflix salva no navegador

Clique no ícone de olho para descobrir a senha da Netflix já conectada em seu computador.

Visualizando a senha da Netflix salva no navegador
Visualizando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Por que não consigo ver a senha da Netflix?

Há casos em que você pode não conseguir visualizar a senha da Netflix, mesmo que já tenha feito login anteriormente ou que esteja logado na plataforma. Alguns dos principais problemas que impedem a visualização da credencial envolvem:

  • Senha não salva anteriormente: não será possível encontrar a senha da Netflix nos gerenciadores de senha se você escolher por não salvar a credencial anteriormente.
  • Login feito de outra forma: não há como salvar a senha da Netflix se o login foi feito via QR Code ou algum outro método que não exige a senha da conta.
  • Senha salva em outra conta ou navegador: verifique se está usando a mesma Conta Google, Conta Apple ou navegador em que salvou a senha da Netflix.

Posso ver a senha da Netflix pela TV?

Não. Diferentemente de smartphones, televisores não oferecem aplicativos que exibem senhas salvas no aparelho. Smart TVs podem adicionar login automático para a Netflix, mas não vão mostrar as credenciais para o usuário.

O que fazer se eu não visualizar a senha da Netflix?

Você terá que redefinir a senha da Netflix para ter certeza de qual é o password, caso não consiga visualizar a credencial a partir de gerenciadores de senha. O processo é simples, e envolve acessar o site da plataforma de streaming, usar o mecanismo “Esqueceu a senha?”, confirmar sua identidade e criar uma nova senha.

E se por acaso estiver com problemas para descobrir ou trocar sua senha, vale falar com o SAC da Netflix para buscar ajuda frente ao suporte da plataforma.

É possível ocultar a senha da Netflix salva?

Sim. Você pode ocultar a senha da Netflix na lista de senhas salvas ao abrir o gerenciador de senhas do seu smartphone ou navegador, e remover os dados da Netflix.

Vale destacar que essa ação vai remover a senha da Netflix do gerenciador de senhas, impedindo que você visualize a credencial posteriormente em caso de esquecimento.

Como ver a senha da Netflix pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Entrando no gerenciador de senhas da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visualizando a senha da Netflix salva na Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visualizando a senha da Netflix salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Entrando nas senhas salvas do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visualizando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Códigos e cheats de Pokémon Glazed

9 de Março de 2026, 13:34
Códigos e cheats de Pokémon Glazed / Leandro Kovacs / Foto

Pokémon Glazed é uma ROM hack baseada no Pokémon Emerald, de Game Boy Advance (GBA). Em outras palavras, Pokémon Glazed é um jogo não oficial, criado pela comunidade a partir de modificações do game Pokémon Emerald.

A maneira mais fácil de usar cheats em Pokémon Glazed é via emuladores de GBA. Mas alguns cartuchos flash também permitem códigos para jogatinas diretamente do console portátil.

Os códigos de Pokémon Glazed vão facilitar a gameplay, acelerando a obtenção de itens, recursos e até pokémon. No entanto, o uso de cheats também pode “quebrar” a jogatina, uma vez que habilita ou utiliza mecânicas que modificam o conteúdo original.

A seguir, confira os principais códigos de Pokémon Glazed para tornar sua jornada mais divertida.

Importante

Usar cheats em Pokémon Glazed pode provocar o crash do game, e é altamente recomendável fazer um backup do save para prevenir perda de dados. Vale também usar um cheat por vez: assim você evita problemas de incompatibilidade e consegue mapear individualmente códigos problemáticos.

Dica

Use o índice acima para encontrar conteúdos específicos. Vale também fazer a combinação das telas Ctrl + F em seu navegador para ajudar na busca por códigos específicos.

Cheats de pokémon em Pokémon Glazed

Encontrar pokémon selvagem

Importante

Você precisa ativar o Master Code antes de usar os códigos de pokémon.

Primeiro, você deverá utilizar o Master Code abaixo para habilitar os cheats de pokémon selvagens.

00006FA7 000A
1006AF88 0007

Feito isso, você poderá escolher qual Pokémon quer encontrar nas rotas ao usar o código 83007CF6 XXXX, substituindo o “XXXX” pelo código do Pokémon desejado. Confira abaixo a lista completa dos Pokémons em Pokémon Glazed e seus respectivos códigos.

PokémonCódigo (substituir no lugar de “XXXX”)
Bulbasaur0001
Ivysaur0002
Venusaur0003
Charmander0004
Charmeleon0005
Charizard0006
Squirtle0007
Wartortle0008
Blastoise0009
Caterpie000A
Metapod000B
Butterfree000C
Weedle000D
Kakuna000E
Beedrill000F
Pidgey0010
Pidgeotto0011
Pidgeot0012
Rattata0013
Raticate0014
Spearow0015
Fearow0016
Ekans0017
Arbok0018
Pikachu0019
Raichu001A
Sandshrew001B
Sandslash001C
Nidoran (fêmea)001D
Nidorina001E
Nidoqueen001F
Nidoran (macho)0020
Nidorino0021
Nidoking0022
Clefairy0023
Clefable0024
Vulpix0025
Ninetales0026
Jigglypuff0027
Wigglytuff0028
Zubat0029
Golbat002A
Oddish002B
Gloom002C
Vileplume002D
Paras002E
Parasect002F
Venonat0030
Venomoth0031
Diglett0032
Dugtrio0033
Meowth0034
Persian0035
Psyduck0036
Golduck0037
Mankey0038
Primeape0039
Growlithe003A
Arcanine003B
Poliwag003C
Poliwhirl003D
Poliwrath003E
Abra003F
Kadabra0040
Alakazam0041
Machop0042
Machoke0043
Machamp0044
Bellsprout0045
Weepinbell0046
Victreebel0047
Tentacool0048
Tentacruel0049
Geodude004A
Graveler004B
Golem004C
Ponyta004D
Rapidash004E
Slowpoke004F
Slowbro0050
Magnemite0051
Magneton0052
Oshawott0053
Dewott0054
Samurott0055
Seel0056
Dewgong0057
Grimer0058
Muk0059
Shellder005A
Cloyster005B
Gastly005C
Haunter005D
Gengar005E
Onix005F
Mienfoo0060
Mienshao0061
Krabby0062
Kingler0063
Giratina0064
Heatran0065
Skorupi0066
Drapion0067
Cubone0068
Marowak0069
Hitmonlee006A
Hitmonchan006B
Lickitung006C
Koffing006D
Weezing006E
Rhyhorn006F
Rhydon0070
Chansey0071
Tangela0072
Kangaskhan0073
Horsea0074
Seadra0075
Goldeen0076
Seaking0077
Staryu0078
Starmie0079
Manaphy007A
Scyther007B
Jynx007C
Electabuzz007D
Magmar007E
Pinsir007F
Tauros0080
Magikarp0081
Gyarados0082
Lapras0083
Ditto0084
Eevee0085
Vaporeon0086
Jolteon0087
Flareon0088
Porygon0089
Omanyte008A
Omastar008B
Kabuto008C
Kabutops008D
Aerodactyl008E
Snorlax008F
Articuno0090
Zapdos0091
Moltres0092
Dratini0093
Dragonair0094
Dragonite0095
Mewtwo0096
Mew0097
Chicorita0098
Bayleaf0099
Meganium009A
Cyndaquil009B
Quilava009C
Typhlosion009D
Totodile009E
Croconaw009F
Feligatr00A0
Sentret00A1
Furret00A2
Hoothoot00A3
Noctowl00A4
Ledyba00A5
Ledian00A6
Spinarak00A7
Ariados00A8
Crobat00A9
Chinchou00AA
Lanturn00AB
Pichu00AC
Cleffa00AD
Igglybuff00AE
Togepi00AF
Togetic00B0
Fraxure00B1
Haxorus00B2
Mareep00B3
Flaaffy00B4
Ampharos00B5
Axew00B6
Marill00B7
Azumarill00B8
Sudowoodo00B9
Politoed00BA
Hoppip00BB
Skiploom00BC
Jumpluff00BD
Aipom00BE
Scraggy00BF
Scrafty00C0
Yanma00C1
Wooper00C2
Quagsire00C3
Espeon00C4
Umbreon00C5
Murkrow00C6
Slowking00C7
Misdreavus00C8
Unown00C9
Wobbuffet00CA
Girafarig00CB
Pineco00CC
Forretress00CD
Dunsparce00CE
Gligar00CF
Steelix00D0
Snubbull00D1
Granbull00D2
Qwilfish00D3
Scizor00D4
Shuckle00D5
Heracross00D6
Sneasel00D7
Teddiursa00D8
Ursaring00D9
Slugma00DA
Magcargo00DB
Swinub00DC
Piloswine00DD
Corsola00DE
Remoraid00DF
Octillery00E0
Delibird00E1
Mantine00E2
Skarmory00E3
Houndour00E4
Houndoom00E5
Kingdra00E6
Phanpy00E7
Donphan00E8
Porygon 200E9
Stantler00EA
Smeargle00EB
Tyrogue00EC
Hitmontop00ED
Smoochum00EE
Elekid00EF
Magby00F0
Miltank00F1
Blissey00F2
Raikou00F3
Entei00F4
Suicune00F5
Larvitar00F6
Pupitar00F7
Tyranitar00F8
Lugia00F9
Ho-oh00FA
Celebi00FB
Treecko0115
Grovyle0116
Sceptile0117
Torchic0118
Combusken0119
Blaziken011A
Mudkip011B
Marshtomp011C
Swampert011D
Poochyena011E
Mightyena011F
Zigzagoon0120
Linoone0121
Snivy0122
Servine0123
Serperior0124
Leafeon0125
Yanmega0126
Turtwig0127
Grotle0128
Torterra0129
Chimchar012A
Monferno012B
Infernape012C
Nincada012D
Ninjask012E
Shedinja012F
Taillow0130
Swellow0131
Shroomish0132
Breloom0133
Spinda0134
Wingull0135
Pelipper0136
Cobalion0137
Terrakion0138
Virizion0139
Keldeo013A
Riolu013B
Lucario013C
Kecleon013D
Ambipom013E
Togekiss013F
Zorua0140
Zoroark0141
Sableye0142
Lickilicky0143
Rhyperior0144
Buizel0145
Floatzel0146
Magnezone0147
Feebas0148
Milotic0149
Gible014A
Gabite014B
Garchomp014C
Cresselia014D
Darkrai014E
Shaymin014F
Glaceon0150
Electrike0151
Manectric0152
Electivire0153
Magmortar0154
Electrode0155
Piplup0156
Prinplup0157
Empoleon0158
Uxie0159
Snorunt015A
Glalie015B
Victini015C
Voltorb015D
Mesprit015E
Shinx015F
Palkia0160
Zekrom0161
Reshiram0162
Kyurem0163
Gliscor0164
Mamoswine0165
Porygon Z0166
Gallade0167
Wynaut0168
Regigigas0169
Froslass016A
Azelf016B
Tepig016C
Pignite016D
Emboar016E
Croagunk016F
Toxicroak0170
Tangrowth0171
Dialga0172
Luxio0173
Luxray0174
Clamperl0175
Huntail0176
Gorebyss0177
Absol0178
Shuppet0179
Banette017A
Seviper017B
Zangoose017C
Mismagius017D
Aron017E
Lairon017F
Aggron0180
Castform0181
Honchkrow0182
Weavile0183
Lileep0184
Cradily0185
Anorith0186
Armaldo0187
Ralts0188
Kirlia0189
Gardevoir018A
Bagon018B
Shelgon018C
Salamence018D
Beldum018E
Metang018F
Metagross0190
Regirock0191
Regice0192
Registeel0193
Kyogre0194
Groudon0195
Rayquaza0196
Latias0197
Latios0198
Jirachi0199
Arceus019A
Deoxys019B

Encontrar pokémon shiny

DescriçãoCódigo
O próximo pokémon selvagem que você encontrar será shinyF3A9A86D 4E2629B4
18452A7D DDE55BCC

ou

A2A4317B 9817FF81
093ECE84 CE99DAF5
9045E027 05EA1143
A6A74710 82BD7E29
Box de pokémon em Pokémon Glazed
Box de pokémon em Pokémon Glazed (Imagem: Reprodução/bigweeks67)

Cheats de recursos

Dinheiro infinito

DescriçãoCódigo
Adiciona uma vasta quantidade de dinheiro à sua carteiraD8BAE4D9 4864DCE5
A86CDBA5 19BA49B3
A57E2EDE A5AFF3E4
1C7B3231 B494738C
C051CCF6 975E8DA1

XP infinita

DescriçãoCódigo
Recebe uma grande quantidade de experiência após vencer a batalha82000060 270F
82022D48 270F
82022F7C 270F
8202309C 270F
820241F0 270F

Cheats de itens em Pokémon Glazed

Obter qualquer item

Para obter itens em Pokémon Glazed, use o cheat 82005274 XXXX, substituindo o “XXXX” pelos códigos abaixo. Depois de ativar o cheat, vá até o Pokémart e compre o primeiro item — que pode estar com um nome diferente.

ItemCódigo (substituir no lugar de “XXXX”)
Potion000D
Antidote000E
Burn Heal000F
Ice Heal0010
Awakening0011
Paralyze Heal0012
Full Restore0013
Max Potion0014
Hyper Potion0015
Super Potion0016
Full Heal0017
Revive0018
Max Revive0019
Fresh Water001A
Soda Pop001B
Lemonade001C
MooMoo Milk001D
Energy Powder001E
Energy Root001F
Heal Powder0020
Revival Herb0021
Ether0022
Max Ether0023
Elixir0024
Max Elixir0025
Lava Cookie0026
Blue Flute0027
Yellow Flute0028
Red Flute0029
Black Flute002A
White Flute002B
Berry Juice002C
Sacred Ash002D
Shoal Salt002E
Shoal Shell002F
Red Shard0030
Blue Shard0031
Yellow Shard0032
Green Shard0033
Lantern0034
Shovel0035
Dome Fossil0036
Helix Fossil0037
Root Fossil0038
Claw Fossil0039
Sea Jewel003A
M. Ball Top003B
M. Ball Base003C
HP Up003F
Protein0040
Iron0041
Carbos0042
Calcium0043
Rare Candy0044
PP Up0045
Zinc0046
PP Max0047
Red Scale0048
Guard Spec0049
Dire Hit004A
X Attack004B
X Defend004C
X Speed004D
X Accuracy004E
X Special004F
Poké Doll0050
Fluffy Tail0051
Super Repel0053
Max Repel0054
Escape Rope0055
Repel0056
Mega Stone005C
Sun Stone005D
Moon Stone005E
Fire Stone005F
Thunder Stone0060
Water Stone0061
Leaf Stone0062
Shiny Stone0063
Dusk Stone0064
Dawn Stone0065
Trade Stone0066
Tiny Mushroom0067
Big Mushroom0068
Pearl006A
Big Pearl006B
Stardust006C
Star Piece006D
Nugget006E
Heart Scale006F

Obter itens de segurar

Para obter itens de segurar (hold items), use o cheat 82005274 XXXX, substituindo “XXXX” pelo código referente ao item desejado. Você então poderá adquirir o hold item ativado ao comprar o primeiro item no Pokémart, que possivelmente estará com um nome diferente.

ItemCódigo (substituir no lugar de “XXXX”)
Brightpowder00B3
White Herb00B4
Macho Brace00B5
Exp Share00B6
Quick Claw00B7
Soothe Bell00B8
Mental Herb00B9
Choice Band00BA
Kings Rock00BB
Silverpowder00BC
Amulet Coin00BD
Cleanse Tag00BE
Soul Dew00BF
Deep Sea Tooth00C0
Deep Sea Scale00C1
Smoke Ball00C2
Everstone00C3
Focus Band00C4
Lucky Egg00C5
Scope Lens00C6
Metal Coat00C7
Leftovers00C8
Dragon Scale00C9
Light Ball00CA
Soft Sand00CB
Hard Stone00CC
Miracle Seed00CD
Black Glasses00CE
Black Belt00CF
Magnet00D0
Mystic Water00D1
Sharp Beak00D2
Poison Barb00D3
Nevermeltice00D4
Spell Tag00D5
Twistedspoon00D6
Charcoal00D7
Dragon Fang00D8
Silk Scarf00D9
UpGrade00DA
Shell Bell00DB
Sea Incense00DC
Lax Incense00DD
Lucky Punch00DE
Metal Powder00DF
Thick Club00E0
Stick00E1
Red Scarf00FE
Blue Scarf00FF
Pink Scarf0100
Green Scarf0101
Yellow Scarf0102

Obter Mega Stones

Importante

Você deve usar os códigos de Mega Stone antes do encontro com o quinto líder de ginásio em Pokémon Glazed.

Você pode adquirir Mega Stones ao usar o cheat 82005274 00XX, substituindo “XX” pelos código referente à pedra desejada. Depois de aplicar o cheat, vá ao Pokémart e compre o primeiro item da lista — que pode estar com outro nome.

Meta StoneCódigo (substituir no lugar de “xx”)
Mega Stone X5A
Mega Ring5B
Mega Stone5C
Sun Stone5D
Moon Stone5E
Fire Stone5F
Thunder Stone60
Water Stone61
Leaf Stone62
Shiny Stone63
Dusk Stone64
Dawn Stone65
Trade Stone66

Rare candies infinitos

Você pode obter rare candies inifinitos ao utilizar o código abaixo. Depois, basta resgatar os rare candies no slot de seu PC.

DescriçãoCódigo
Adiciona uma vasta quantidade de rare candies ao slot no PC (in-game)BFF956FA 2F9EC50D

ou

82005274 0044

Master Ball de graça

O código abaixo deixará a Master Ball de graça no Pokémart. Depois de usar o cheat, basta ir até o Pokémart mais próximo e “comprar” o item.

DescriçãoCódigo
Deixa a Master Ball de graça no Pokémart.958D8046 A7151D70
8BB602F7 8CEB681A

Master Ball infinita no PC

Antes de tudo, será preciso usar o Master Code abaixo antes de fazer o código principal.

D8BAE4D9 4864DCE5
A86CDBA5 19BA49B3

Feito isso, basta adicionar o código abaixo. Você então poderá resgatar quantas Master Balls quiser no seu slot de PC.

DescriçãoCódigo
Adiciona Master Balls infinitas para resgate no slot do PC (in-game)128898B6 EDA43037
Itens em Pokémon Glazed
Itens em Pokémon Glazed (Imagem: Reprodução/PokemonCoders)

Cheats de golpes em Pokémon Glazed

Conseguir qualquer TM ou HM

Você pode conseguir TMs ou HMs ao utilizar o cheat 82005274 XXXX, substituindo o “XXXX” pelo código referente ao TM ou HM desejado. Depois de ativar o cheat, vá até o Pokémart e compre o primeiro item (que estará com nome diferente) para obter o TM ou HM.

TM ou HMCódigo (substituir no lugar de “XXXX”)
TM01 (Focus Punch)0121
TM02 (Dragon Claw)0122
TM03 (Water Pulse)0123
TM04 (Calm Mind)0124
TM05 (Roar)0125
TM06 (Toxic)0126
TM07 (Hail)0127
TM08 (Bulk Up)0128
TM09 (Bullet Seed)0129
TM10 (Hidden Power)012A
TM11 (Sunny Day)012B
TM12 (Taunt)012C
TM13 (Ice Beam)012D
TM14 (Blizzard)012E
TM15 (Hyper Beam)012F
TM16 (Light Screen)0130
TM17 (Protect)0131
TM18 (Rain Dance)0132
TM19 (Giga Drain)0133
TM20 (Safeguard)0134
TM21 (Frustration)0135
TM22 (Solar Beam)0136
TM23 (Iron Tail)0137
TM24 (Thunderbolt)0138
TM25 (Thunder)0139
TM26 (Earthquake)013A
TM27 (Return)013B
TM28 (Dig)013C
TM29 (Psychic)014D
TM30 (Shadow Ball)013E
TM31 (Brick Break)013F
TM32 (Double Team)0140
TM33 (Reflect)0141
TM34 (Shock Wave)0142
TM35 (Flamethrower)0143
TM36 (Sludge Bomb)0144
TM37 (Sandstorm)0145
TM38 (Fire Blast)0146
TM39 (Rock Tomb)0147
TM40 (Aerial Ace)0148
TM41 (Torment)0149
TM42 (Facade)014A
TM43 (Secret Power)014B
TM44 (Rest)014C
TM45 (Attract)014D
TM46 (Thief)014E
TM47 (Steel Wing)014F
TM48 (Skill Swap)0150
TM49 (Snatch)0151
TM50 (Overheat)0152
HM01 (Cut)0153
HM02 (Fly)0154
HM03 (Surf)0155
HM04 (Strength)0156
HM05 (Flash)0157
HM06 (Rock Smash)0158
HM07 (Waterfall)0159
HM08 (Dive)015A

Cheats de batalhas em Pokémon Glazed

Modificar level dos pokémon selvanges

Importante

Use o Master Code abaixo antes de adicionar o cheat de level para pokémon selvagem.

Para escolher o level de pokémon selvagens, utilize o Master Code abaixo.

B749822B CE9BFAC1
A86CDBA5 19BA49B3

Feito isso, basta adicionar o cheat referente ao level desejado (vide tabela abaixo).

Level do pokémonCódigo
Lv.165B97174 4A8FBA5C
Lv.2C1AEDD79 5939EF0C
Lv.34CDE397B EFF6E457
Lv.486CB4F01 FB39B8BA
Lv.5EDBF0C4A FA18FA9F
Lv.62C79FE38 E30F38FE
Lv.7A1EA0A38 A5E9063B
Lv.804756825 0807C6A1
Lv.9717DA41F 3FD37B40
Lv.10076F8D1D EE3C0CD9
Lv.11B69C8450 473A2A6A
Lv.12B3401E47 CF42C6B5
Lv.1346657519 7800204C
Lv.146E6EAE73 5F46BEDD
Lv.15A48D6017 E245D5ED
Lv.16E9D7E085 67756459
Lv.1761F31742 495EF9E6
Lv.188C48D400 C701EBD6
Lv.195D38792B D1EC3503
Lv.20B717825B 7A66F6A1
Lv.21C90DB070 BE358A19
Lv.22BFA8DF8D 806599B4
Lv.23E5125084 0C4E73CE
Lv.24308CCC86 A32374F3
Lv.258478EB4A 57D82CBB
Lv.262E3B86B4 1A2623D7
Lv.27792D8658 E6CD2F14
Lv.28DAABA89A CD8FD51E
Lv.29E4E4CA17 0386E75A
Lv.30640BC06E 716F7457
Lv.31D7C48346 0C094A48
Lv.32EF3658F0 6036495C
Lv.337E63F78B FD346BBC
Lv.3480548C01 6804F508
Lv.354376B266 5BEABEF3
Lv.3631A2B5C3 9B086C90
Lv.37FB3D5638 6665FC5A
Lv.38A983268B A4800A5D
Lv.39EF5C2FD1 979F146D
Lv.400DD48BFF CA04B434
Lv.410E183E24 7565CD99
Lv.42405D137B A9EA697E
Lv.43338BB970 618C9289
Lv.443D4129AD 3F389E0B
Lv.4578937EED BD8501FC
Lv.46843AEF6E EB4896DD
Lv.47E3E9EC3B ADD8FA82
Lv.489C2970FF 7954A215
Lv.4922A2A040 8618D6B6
Lv.5093C37C9C 0419D3FE
Lv.512B297F54 9510DB40
Lv.52A04A94AF 6479DACA
Lv.5356571931 747837C4
Lv.54569B7C43 6157E073
Lv.550ED659B3 0A74B037
Lv.561D6FDAFA E4DAF9FC
Lv.5706F84E22 833CC1F1
Lv.58F7503B2F 6481CAD7
Lv.59DAC5A494 F20312CD
Lv.609B96A548 FC6BDEF8
Lv.61A81962BA EA98B8D5
Lv.6242A11A06 BFA9A866
Lv.63E9681BC1 6F8839C3
Lv.646310815F 4890EAB8
Lv.65C2ACED85 878CBAEA
Lv.66EC997ADC 4D78B881
Lv.6755149812 50A4CD21
Lv.68BAEE7273 E708BFA6
Lv.69BAC64E2F D1147153
Lv.7092CEFA5B 8F95C77D
Lv.7164AA1C21 0FBF4CC8
Lv.72175BA46E 035419E1
Lv.73CB688E20 CC46D8CF
Lv.747602A075 72B4D087
Lv.758457FCFF 96956D3E
Lv.767775D0C5 B930F262
Lv.77B3CC9F71 DDB7ACAD
Lv.780850AF9F 31D9D9A1
Lv.790BB7C094 5CDC5554
Lv.80E5114176 8B9F8080
Lv.8145D3BD95 F1377F94
Lv.828BAF13F3 34CF7392
Lv.835DA165FA 4525BB59
Lv.841ADA323F DED65B38
Lv.855F443F91 FE6F4146
Lv.86E2C9E71B AA334D46
Lv.87B345CB03 F2C1D3AD
Lv.882A8ECD89 717B74BA
Lv.892F01B8D7 4C7A2A4D
Lv.90C6D0207B 40494F80
Lv.91C273D55A EDAA426E
Lv.92A9ACF54E 19FDC0F3
Lv.930D59D962 9B361B64
Lv.941F7214E8 96ECA8E0
Lv.95A6A1B407 393CE546
Lv.96A4B46892 A6FD7E0B
Lv.975BCCF641 1F14428F
Lv.989C45DC79 486E2DAE
Lv.993F175042 05B8A08D
Lv.10068770050 678B8139
Batalha em Pokémon Glazed
Batalha em Pokémon Glazed (Imagem: Reprodução/DylanimusRS)

Cheats de mecânicas de jogo em Pokémon Glazed

Chance de captura de 100%

Aumenta a chance de captura de um pokémon selvagem para 100%758497A6 E9A9CB7E
770FC250 90665A0D
758497A6 E9A9CB7E
7006BEA2 BB0BC5B6

Sem batalhas aleatórias

DescriçãoCódigo
Evita batalhas aleatórias em rotasB505DB41 6E39EA4E

Cheats de locomoção em Pokémon Glazed

Atravessar paredes

DescriçãoCódigo
Habilita andar pelo mapa atravessando paredes e obstáculos7881A409 E2026E0C
8E883EFF 92E9660D

ou

7881A409 E2026E0C
C56CFACA DC167904

Obter berries no PokéMart

Para conseguir qualquer berry em Pokémon Glazed, use o cheat 82005274 0XXX, substituindo “XXX” pelo código do berry desejado (vide lista abaixo). Depois, será preciso ir ao Pokémart e comprar o primeiro item da lista — que estará com um nome diferente.

BerryCódigo (substituir no lugar de “XXX”)
Cheri Berry085
Chesto Berry086
Pecha Berry087
Rawst Berry088
Aspear Berry089
Leppa Berry08A
Oran Berry08B
Persim Berry08C
Lum Berry08D
Sitrus Berry08E
Figy Berry08F
Wiki Berry090
Mago Berry091
Aguav Berry092
Iapapa Berry093
Razz Berry094
Bluk Berry095
Nanab Berry096
Wepear Berry097
Pinap Berry098
Pomeg Berry099
Kelpsy Berry09A
Qualot Berry09B
Hondew Berry09C
Grepa Berry09D
Tamato Berry09E
Cornn Berry09F
Magost Berry0A0
Rabuta Berry0A1
Nomel Berry0A2
Spelon Berry0A3
Pamtre Berry0A4
Watmel Berry0A5
Durin Berry0A6
Belue Berry0A7
Liechi Berry0A8
Ganlon Berry0A9
Salac Berry0AA
Petaya Berry0AB
Apicot Berry0AC
Lansat Berry0AD
Starf Berry0AE
Enigma Berry0AF

Códigos e cheats de Pokémon Glazed

Box de pokémon em Pokémon Glazed (Imagem: Reprodução/bigweeks67)

Batalha em Pokémon Glazed (Imagem: Reprodução/DylanimusRS)

O que é upscaling? Como funciona o recurso que aumenta a resolução de imagens

5 de Março de 2026, 18:43
ilustração sobre a tecnologia Nvidia DLSS
Upscaling cria pixels para aumentar a resolução de imagens (Imagem: Reprodução/Nvidia)

Upscaling de imagem é a técnica usada para aumentar a resolução de conteúdo (vídeo ou imagem). É a partir desse processo que uma smart TV com resolução nativa de 4K (3840 x 2160 pixels) consegue reproduzir um vídeo originalmente em HD (1280×720 pixels) sem maiores problemas, por exemplo.

O aumento da escala da imagem ocorre de duas formas: via interpolação ou com análise preditiva de IA. Em ambos os casos, os sistemas precisam criar novos pixels na imagem original para que a resolução dela aumente.

Smart TVs, televisores comuns e placas de vídeo estão entre os principais dispositivos que podem executar upscaling. Mas monitores e até smartphones também podem contar com suporte à técnica.

A seguir, entenda o que é e como funciona o upscaling, e confira vantagens e desvantagens desse processo.

O que é upscaling?

Upscaling de imagem é o processo de aumentar a resolução de uma imagem digital para que ela seja exibida em resoluções maiores. Em outras palavras, o upscaling é um método que amplia o número total de pixels de uma imagem, o que consequentemente aumenta a resolução do conteúdo.

O que significa upscaling?

“Upscaling” vem de “upscale”: uma junção dos termos “up” e “scale”, que podem ser traduzidos como “aumentar” e “escala”, respectivamente. Logo, a expressão “upscaling” refere-se ao aumento da escala ou tamanho de algo.

Nas áreas de computação e audiovisual, “upscaling” foi adotado para ilustrar a ampliação da resolução original de uma imagem para que ela possa ser reproduzida em telas com suporte a resoluções maiores.

Para que serve o upscaling?

O upscaling serve para que você consiga ver imagens com resoluções menores em dispositivos que suportam resoluções maiores. Isso é válido especialmente para quem gosta de uma experiência completa, em modo tela cheia (full screen).

Para ilustrar a função desse processo, imagine que você quer ver uma imagem HD (1280×720 pixels) em um dispositivo com suporte a resoluções Full HD (1920×1080 pixels): com o upscaling, a imagem vai se adaptar a essa nova tela para ocupar toda a área, sem bordas pretas para preenchimento nas laterais ou reprodução em uma janela menor.

Como funciona o upscaling

O upscaling tem funcionamento que se baseia em criar novos pixels de uma imagem para aumentar sua resolução. E isso pode ser feito de duas formas: via interpolação ou com auxílio de inteligência artificial (IA).

A interpolação é uma técnica matemática que estima valores desconhecidos a partir de dados existentes. No caso do upscaling, a interpolação calcula quais seriam as cores mais adequadas dos novos pixels que vão ser gerados, com base nas cores dos pixels vizinhos.

Nesse método, os pixels criados não adicionam nenhum dado novo que não esteja na imagem original.

Ilustração de upscaling via interpolação
Interpolação cria pixels baseando-se em pixels “vizinhos” da imagem original (Imagem:
Surya Teja Menta/Reprodução)

Já no upscaling com uso de IA, o algoritmo — treinado com diversos pares de imagem — analisa a cena original e tenta recriar objetos, pessoas e cenários originais em uma resolução maior, adicionando bordas, texturas e detalhes aos novos pixels.

Trata-se de um método muito mais complexo do que o de interpolação, capaz de adicionar novos elementos que não estão presentes nas cenas originais.

ilustração sobre a tecnologia DLSS da Nvidia
Upscaling com IA são mais complexos, já que recriam as cenas e adicionam novos elementos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A partir desses métodos, placas de vídeo ou processadores de sinais digitais de TVs e monitores conseguem aumentar a escala de imagem para otimizar a reprodução em dispositivos de saída com suporte a resoluções de imagem digital maiores.

É preciso ativar o upscaling?

Depende do tipo de upscaling e dos dispositivos. Smart TVs, monitores e placas de vídeo costumam aumentar a escala de imagem automaticamente ao usar o método de interpolação.

No entanto, o upscaling via inteligência artificial geralmente precisa ser ativado manualmente nas configurações do aparelho ou em softwares. Usando as placas de vídeo como exemplo, é preciso abrir os softwares das marcas correspondentes e ativar tecnologias como Nvidia DLSS ou AMD FidelityFX Super Resolution.

Quais dispositivos podem fazer upscaling?

Quase todos os dispositivos que conseguem reproduzir imagem também podem aplicar upscaling, incluindo:

Quais são as vantagens do upscaling?

O upscaling de imagem traz diversos benefícios, principalmente envolvendo adaptabilidade para diferentes conteúdos e melhorias no desempenho do sistema. Dentre as principais vantagens do processo tecnológico, estão:

  • Adaptação a resoluções maiores: adaptar imagens para a resolução nativa dos aparelhos eletrônicos é essencial para uma experiência mais completa, tendo em vista que existem diversos tipos de resolução que variam de vídeo para vídeo.
  • Aumento de desempenho: sistemas poupam energia e poder de processamento ao executar renderização de imagem em uma resolução menor e aumentar a escala via upscaling, o que pode resultar em mais taxa de quadros por segundo e mais autonomia de bateria.
  • Melhorias na imagem: o upscaling com inteligência artificial tende a reduzir ruídos e aumentar o contraste de imagens de baixa resolução, além de adicionar detalhes que melhoram a visualização dos conteúdos.
  • Solução mais prática: é mais fácil aplicar upscaling em um conteúdo, do que encontrar ou comprar um dispositivo que suporte a mesma resolução da imagem; se o seu aparelho já faz aumento de escala de imagem, não há custos envolvidos.

Quais são as desvantagens do upscaling?

A prática de upscaling também inclui desvantagens operacionais, incluindo:

  • Qualidade variável: o nível de qualidade do upscaling vai depender da imagem de entrada, e do poder computacional do sistema que vai ampliar a escala.
  • Perda na originalidade do conteúdo: o upscaling com IA recria objetos, pessoas e cenários com base nos dados de treinamento, e muitos conteúdos que não estão presentes na imagem original são gerados na reprodução final.
  • Problemas com delay: há casos de atrasos (input lags) na reprodução de conteúdos que sofreram upscaling com IA, já que os processadores e algoritmos precisam analisar a imagem original e recriar cenários em um curto período de tempo.

Qual é a diferença entre upscaling e downscaling?

Upscaling é o processo para aumentar a resolução de uma determinada imagem. Essa técnica pode ocorrer via cálculos matemáticos (interpolação) ou por análise preditiva de inteligência artificial que recria elementos da cena.

Já downscaling consiste na técnica para diminuir a resolução de uma imagem, via subamostragem ou filtros matemáticos. Trata-se de um processo inverso ao do upscaling: se o upscaling cria novos pixels para a imagem, o downscaling reduz os pixels para diminuir a resolução do conteúdo.

O que é upscaling? Como funciona o recurso que aumenta a resolução de imagens

Saiba o que é e como funciona a tecnologia de upscaling Nvidia DLSS (imagem: Reprodução/Nvidia)

Saiba o que é e como funcona a tecnologia de upscaling Nvidia DLSS (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Codiguin do Free Fire: confira os códigos de FF para resgatar em março

3 de Março de 2026, 18:42
Ilustração do Free Fire
Confira códigos de Free Fire para resgatar em março de 2026 (Imagem: Divulgação/Garena)

Free Fire é um jogo gratuito de battle royale disponível para Android e iOS. Lançado em 2017 pela Garena, o game figura como um dos títulos mais populares das plataformas móveis.

No jogo, os players podem resgatar códigos Free Fire (também conhecidos como codiguin FF), que são códigos alfanuméricos (geralmente de 12 a 16 caracteres) que garantem recompensas como skins, pacotes, emotes, entre outros itens.

O resgate do codiguin Free Fire é feito na página oficial de resgate de recompensas do jogo, administrado pela Garena. Contudo, o código precisa estar ativo para que você consiga usá-lo.

A seguir, confira a lista de códigos de Free Fire para resgatar em março e saiba como usá-los.

Importante

A maioria dos códigos de Free Fire expira rápido e só pode ser resgatada uma vez — quem pegar, pegou. Caso não consiga resgatar algum dos códigos abaixo, pode ser que ele já não está mais válido ou que já foi usado por outro jogador.

Codiguin do Free Fire para resgatar em março de 2026

Confira abaixo códigos do FF para resgate em março. Certifique-se de copiar o código sem espaços ou outros caracteres para evitar problemas na hora do resgate.

  • FM6N1B8V3C4X
  • FK3J9H5G1F7D
  • F7F9A3B2K6G8
  • 6KWMFJVMQQYG
  • K9QP6K2MNL8V
  • V3QJ1M9KRP7V
  • B6QV3LMK1TP
  • FL2K6J4H8G5F
  • UPQ7X5NMJ64V
  • D8MJ4Q6LVK2R
  • B3G7A22TWDR7X
  • FQ9W2E1R7T5Y
  • 4N8M2XL9R1G3
  • FJI4GFE45TG5
  • FU1I5O3P7A9S
  • FT4E9Y5U1I3O
  • S9QK2L6VP3MR
  • FR2D7G5T1Y8H
  • 4ST1ZTBZBRP9
  • FP9O1I5U3Y2T
  • FF6YH3BFD7VT
  • B1RK7C5ZL8YT
  • FZ5X1C7V9B2N
  • FFR4G3HM5YJN
  • FA3S7D5F1G9H
  • BR43FMAPYEZZ
  • H8YC4TN6VKQ9

Como resgatar um codiguin do Free Fire

Você pode resgatar códigos do Free Fire ao acessar a página reward.ff.garena.com, fazer login com sua conta, colar o código no campo de texto e confirmar o resgate.

Vale destacar que contas de convidados não podem resgatar códigos. Além disso, há códigos que são restritos apenas a determinados países ou localizações.

Codiguin do Free Fire: confira os códigos de FF para resgatar em março

(Imagem: Divulgação/Garena)

Códigos e cheats de Pokémon Crystal

2 de Março de 2026, 17:27
Pokémon Crystal
Arte oficial de Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Pokémon Crystal é um jogo da franquia Pokémon lançado em 2000 para Game Boy Color. Trata-se de uma versão expandida de Pokémon Gold e Silver, que introduziu animações durante os combates entre pocket monsters.

O game não tem suporte nativo para códigos. No entanto, você pode usar cheats ao jogar o título pelo emulador ou ao usar dispositivos físicos como GameShark ou Action Replay, por exemplo.

Ao usar cheats no Pokémon Crystal, você consegue facilitar sua jornada, podendo obter quaisquer Pokémon ou itens, vencer batalhas com um golpe, gerar dinheiro infinito, entre outras trapaças.

A seguir, confira os principais códigos de Pokémon Crystal.

Índice

Importante

Pokémon Crystal não tem suporte nativo para códigos, e usar os cheats abaixo pode crashar o seu jogo. Por isso, é importante salvar seu game antes de usar os cheats e ativar um código por vez. Assim, você consegue identificar um possível código problemático e desativá-lo individualmente, caso seja necessário.

Dica

Use o índice da página ou a combinação de teclas Ctrl + F no navegador para facilitar a busca por códigos específicos.

Cheat para completar a Pokedéx de Pokémon Crystal

DescriçãoCódigo
Todos os Pokémon na Pokédex910f99de
91ff9ade
91ff9bde
91ff9cde
91ff9dde
91ff9ede
91ff9fde
91ffa0de
91ffa1de
91ffa2de
91ffa3de
91ffa4de
91ffa5de
91ffa6de
91ffa7de
91ffa8de
91ffa9de
91ffaade
91ffabde
91ffacde
91ffadde
91ffaede
91ffafde
91ffb0de
91ffb1de
91ffb2de
91ffb3de
91ffb4de
91ffb5de
91ffb6de
91ffb7de
91ffb8de
91ffb9de
91ffbade
91ffbbde
91ffbcde
91ffbdde
91ffbede
91ffbfde
91ffc0de
91ffc1de
91ffc2de
91ffc3de
91ffc4de
91ffc5de
91ffc6de
91ffc7de
91ffc8de
91ffc9de
91ffcade
91ffcbde
91ffccde
91ffcdde
91ffcede
91ffcfde
91ffd0de
91ffd1de
91ffd2de
91ffd3de
91ffd4de
91ffd5de
91ffd6de
91ffd7de
910fd8de
Tela inicial do Pokémon Crystal
Tela inicial do Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Cheats para conseguir Pokémon em Pokémon Crystal

Encontrar qualquer Pokémon selvagem

Importante

Lembre-se de desativar o cheat após usá-lo.

Você pode escolher qual Pokémon quer encontrar nas rotas ao usar o código 91xx04D2, substituindo o “xx” pelo código do Pokémon desejado. Confira abaixo a lista completa dos Pokémons em Pokémon Crystal e seus respectivos códigos.

PokémonCódigo (substituir no lugar de “xx”)
Bulbasaur01
Ivysaur02
Venusaur03
Charmander04
Charmeleon05
Charizard06
Squirtle07
Wartortle08
Blastoise09
Caterpie0A
Metapod0B
Butterfree0C
Weedle0D
Kakuna0E
Beedrill0F
Pidgey10
Pidgeotto11
Pidgeot12
Rattata13
Raticate14
Spearow15
Fearow16
Ekans17
Arbok18
Pikachu19
Raichu1A
Sandshrew1B
Sandslash1C
Nidoran (fêmea)1D
Nidorina1E
Nidoqueen1F
Nidoran (macho)20
Nidorino21
Nidoking22
Clefairy23
Clefable24
Vulpix25
Ninetales26
Jigglypuff27
Wigglytuff28
Zubat29
Golbat2A
Oddish2B
Gloom2C
Vileplume2D
Paras2E
Parasect2F
Venonat30
Venomoth31
Diglett32
Dugtrio33
Meowth34
Persian35
Psyduck36
Golduck37
Mankey38
Primeape39
Growlithe3A
Arcanine3B
Poliwag3C
Poliwhirl3D
Poliwrath3E
Abra3F
Kadabra40
Alakazam41
Machop42
Machoke43
Machamp44
Bellsprout45
Weepinbell46
Victreebel47
Tentacool48
Tentacruel49
Geodude4A
Graveler4B
Golem4C
Ponyta4D
Rapidash4E
Slowpoke4F
Slowbro50
Magnemite51
Magneton52
Farfetch’d53
Doduo54
Dodrio55
Seel56
Dewgong57
Grimer58
Muk59
Shellder5A
Cloyster5B
Gastly5C
Haunter5D
Gengar5E
Onix5F
Drowzee60
Hypno61
Krabby62
Kingler63
Voltorb64
Electrode65
Exeggcute66
Exeggutor67
Cubone68
Marowak69
Hitmonlee6A
Hitmonchan6B
Lickitung6C
Koffing6D
Weezing6E
Rhyhorn6F
Rhydon70
Chansey71
Tangela72
Kangaskhan73
Horsea74
Seadra75
Goldeen76
Seaking77
Staryu78
Starmie79
Mr. Mime7A
Scyther7B
Jynx7C
Electabuzz7D
Magmar7E
Pinsir7F
Tauros80
Magikarp81
Gyarados82
Lapras83
Ditto84
Eevee85
Vaporeon86
Jolteon87
Flareon88
Porygon89
Omanyte8A
Omastar8B
Kabuto8C
Kabutops8D
Aerodactyl8E
Snorlax8F
Articuno90
Zapdos91
Moltres92
Dratini93
Dragonair94
Dragonite95
Mewtwo96
Mew97
Chicorita98
Bayleaf99
Meganium9A
Cyndaquil9B
Quilava9C
Typhlosion9D
Totodile9E
Croconaw9F
FeligatrA0
SentretA1
FurretA2
HoothootA3
NoctowlA4
LedybaA5
LedianA6
SpinarakA7
AriadosA8
CrobatA9
ChinchouAA
LanturnAB
PichuAC
CleffaAD
IgglybuffAE
TogepiAF
TogeticB0
NatuB1
XatuB2
MareepB3
FlaaffyB4
AmpharosB5
BellossomB6
MarillB7
AzumarillB8
SudowoodoB9
PolitoedBA
HoppipBB
SkiploomBC
JumpluffBD
AipomBE
SunkernBF
SunfloraC0
YanmaC1
WooperC2
QuagsireC3
EspeonC4
UmbreonC5
MurkrowC6
SlowkingC7
MisdreavusC8
UnownC9
WobbuffetCA
GirafarigCB
PinecoCC
ForretressCD
DunsparceCE
GligarCF
SteelixD0
SnubbullD1
GranbullD2
QwilfishD3
ScizorD4
ShuckleD5
HeracrossD6
SneaselD7
TeddiursaD8
UrsaringD9
SlugmaDA
MagcargoDB
SwinubDC
PiloswineDD
CorsolaDE
RemoraidDF
OctilleryE0
DelibirdE1
MaintainE2
SkarmoryE3
HoundourE4
HoundoomE5
KingdraE6
PhanpyE7
DonphanE8
Porygon 2E9
StantlerEA
SmeargleEB
TyrogueEC
HitmontopED
SmoochumEE
ElekidEF
MagbyF0
MiltankF1
BlisseyF2
RaikouF3
EnteiF4
SuicuneF5
LarvitarF6
PupitarF7
TyranitarF8
LugiaF9
Ho-ohFA
CelebiFB
EggFD

Adicionar qualquer Pokémon à sua equipe

Importante

Não esqueça de desativar o código após usá-lo.

Também é possível conseguir qualquer Pokémon ao substituir pocket monsters de sua equipe. Para isso, basta considerar a posição dos Pokémon em sua party, e substituir o “xx” pelo Pokémon desejado — vide tabela acima, no tópico anterior.

  • Mudar 1º Pokémon de sua equipe: 91xxD8DC
  • Mudar 2º Pokémon de sua equipe: 91xxD9DC
  • Mudar 3º Pokémon de sua equipe: 91xxDADC
  • Mudar 4º Pokémon de sua equipe: 91xxDBDC
  • Mudar 5º Pokémon de sua equipe: 91xxDCDC
  • Mudar 6º Pokémon de sua equipe: 91xxDDDC
Captura de gameplay do Pokémon Crystal
Captura de gameplay do Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Cheats para Pokémon shiny em Pokémon Crystal

Transformar Pokémon normal em shiny

DescriçãoCódigo
Transformar 1º Pokémon da equipe em shiny01EA3FDA
01AA40DA
01EAF4DC
01AAF5DC
Transformar 2º Pokémon da equipe em shiny01EA6FDA
01AA70DA
01EA24DD
01AA25DD
Transformar 3º Pokémon da equipe em shiny01EA9FDA
01AAA0DA
01EA54DD
01AA55DD
Transformar 4º Pokémon da equipe em shiny01EACFDA
01AAD0DA
01EA84DD
01AA85DD
Transformar 5º Pokémon da equipe em shiny01EAFFDA
01AA00DB
01EAB4DD
01AAB5DD
Transformar 6º Pokémon da equipe em shiny01EA2FDB
01AA30DB
01EAE4DD
01AAE5DD

Encontrar Pokémon shiny

Importante

Não esqueça de desativar o código após o uso para voltar com a aparição de pokémons normais (não shiny) nas rotas.

DescriçãoCódigo
Pokémon encontrado nas rotas sempre será shiny010730D2

Cheats para recursos em Pokémon Crystal

Dinheiro infinito

DescriçãoCódigo
Aumenta seus PokéDollars para o nível máximo910F4ED8
91424FD8
913F50D8

Adquirir todas as insígnias

DescriçãoCódigo
Adquire todas as insígnias de Johto91ff57d8
Adquire todas as insígnias de Kanto91ff58d8

Habilitar qualquer item na mochila

Para conseguir qualquer item, basta usar o cheat 91xx93D8 e substituir “xx” pelo código referente ao item, item-chave, TM ou HM desejado. O item então aparecerá no slot 1 de sua mochila.

Confira abaixo os respectivos códigos dos itens, TMs ou HMs.

Item, TM ou HMCódigo (substituir no lugar de “xx”)
Master Ball01
Ultra Ball02
BrightPowder03
Great Ball04
PokeBall05
Teru-Sama06
Bicycle07
Moon Stone08
Antidote09
Burn Heal0a
Ice Heal0b
Awakening0c
Parlyz Heal0d
Full Restore0e
Max Potion0f
Hyper Potion10
Super Potion11
Potion12
Escape Rope13
Repel14
Max Elixer15
Fire Stone16
ThunderStone17
Water Stone18
HP Up1a
Protein1b
Iron1c
Carbos1d
Lucky Punch1e
Calcium1f
Rare Candy20
X Accuracy21
Leaf Stone22
Metal Powder23
Nugget24
Poke Doll25
Full Heal26
Revive27
Max Revive28
Guard Spec29
Super Repel2a
Max Repel2b
Dire hit2c
Fresh Water2e
Soda Pop2f
Lemonade30
X Attack31
X Defend33
X Speed34
X Special35
Coin Case36
Item Finder37
Exp Share39
Old Rod3a
Good Rod3b
Silver Leaf3c
Super Rod3d
PP Up3e
Ether3f
Max Ether40
Elixer41
Red Scale42
SecretPotion43
S.S. Ticket44
Mystery Egg45
Clear Bell46
Silver Wing47
Moomoo Milk48
Quick Claw49
PsnCureBerry4a
Gold Leaf4b
Soft Sand4c
Sharp Beak4d
PrzCureBerry4e
Burnt Berry4f
Ice Berry50
Poison Barb51
King’s Rock52
Bitter Berry53
Mint Berry54
Red Apricorn55
TinyMushroom56
Big Mushroom57
SilverPowder58
Blu Apricorn59
Amulet Coin5b
Ylw Apricorn5c
Grn Apricorn5d
Cleanse Tag5e
Mystic Water5f
TwistedSpoon60
Wht Apricorn61
Blackbelt62
Blk Apricorn63
Pnk Apricorn65
Blackglasses66
SlowPoketail67
Pink Bow68
Stick69
Smoke Ball6a
NeverMeltIce6b
Magnet6c
MiracleBerry6d
Pearl6e
Big Pearl6f
Everstone70
Spell Tag71
RageCandybar72
GS Ball73
Blue Card74
Miracle Seed75
Thick Club76
Focus Band77
EnergyPowder79
Enery Root7a
Heal Powder7b
Revival Herb7c
Hard Stone7d
Lucky Egg7e
Card Key7f
Machine Part80
Egg Ticket81
Lost Item82
Stardust83
Star Piece84
Basement Key85
Pass86
Charcoal8a
Berry Juice8b
Scope Lens8c
Metal Coat8f
Dragon Fang90
Leftovers92
MysteryBerry96
Dragon Scale97
Berserk Gene98
Sacred Ash9c
Heavy Ball9d
Flower Mail9e
Level Ball9f
Lure Balla0
Fast Balla1
Light Balla3
Friend Balla4
Moon Balla5
Love Balla6
Normal Boxa7
Gorgeous Boxa8
Sun Stonea9
Polka Dotaa
Up-Gradeac
Berryad
Gold Berryae
SquirtBottleaf
Park Ballb1
Rainbow Wingb2
Brick Pieceb4
Suf Mailb5
LiteBlueMailb6
PortraitMailb7
Lovely Mailb8
Eon Mailb9
Morph Mailba
BlueSky Mailbb
Music Mailbc
Mirage Mailbd
TM01 (DynamicPunch)bf
TM02 (Headbutt)c0
TM03 (Curse)c1
TM04 (Rollout)c2
TM05 (Roar)c4
TM06 (Toxic)c5
TM07 (Zap Cannon)c6
TM08 (Rock Smash)c7
TM09 (Psych Up)c8
TM10 (Hidden Power)c9
TM11 (Sunny Day)ca
TM12 (Sweet Scent)cb
TM13 (Snore)cc
TM14 (Blizzard)cd
TM15 (Hyper Beam)ce
TM16 (Icy Wind)cf
TM17 (Protect)d0
TM18 (Rain Dance)d1
TM19 (Giga Drain)d2
TM20 (Endure)d3
TM21 (Frustration)d4
TM22 (Solar Beam)d5
TM23 (Iron Tail)d6
TM24 (Dragonbreath)d7
TM25 (Thunder)d8
TM26 (Earthquake)d9
TM27 (Return)da
TM28 (Dig)db
TM29 (Psychic)dd
TM30 (Shadow Ball)de
TM31 (Mud Slap)df
TM32 (Double Team)e0
TM33 (Ice Punch)e1
TM34 (Swagger)e2
TM35 (Sleep Talk)e3
TM36 (Sludge Bomb)e4
TM37 (Sandstorm)e5
TM38 (Fire Blast)e6
TM39 (Swift)e7
TM40 (Defense Curl)e8
TM41 (Thunderpunch)e9
TM42 (Dream Eater)ea
TM43 (Detect)eb
TM44 (Rest)ec
TM45 (Attract)ed
TM46 (Thief)ee
TM47 (Steel Wing)ef
TM48 (Fire Punch)f0
TM49 (Fury Cutter)f1
TM50 (Nightmare)f2
HM01 (Cut)f3
HM02 (Fly)f4
HM03 (Surf)f5
HM04 (Strength)f6
HM05 (Flash)f7
HM06 (Whirlpool)f8
HM07 (Waterfall)f9

Maximizar item no slot 1

DescriçãoCódigo
Aumenta a quantidade do item no slot 1 da mochila para 99916394D8
Captura de batalha do Pokémon Crystal
Captura de batalha do Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Cheats de golpes e stats em Pokémon Crystal

Escolher golpes do Pokémon

Você pode modificar os quatro golpes do Pokémon que estiver na primeira posição de sua equipe. Para isso, basta inserir o código referente a um dos quatro golpes, e substituir o “xx” pela habilidade desejada.

  • Golpe 1: 91xxE1DC
  • Golpe 2: 91xxE2DC
  • Golpe 3: 91xxE3DC
  • Golpe 4: 91xxE4DC

Confira abaixo a lista completa de golpes em Pokémon Crystal, e seus respectivos códigos.

Golpe (skill)Código (substituir no lugar de “xx”)
Pound01
Karate Chop02
Double Slap03
Comet Punch04
Mega Punch05
Pay Day06
Fire Punch07
Ice Punch08
Thunder Punch09
Scratch0A
Vicegrip0B
Guillotine0C
Razor Wind0D
Swords Dance0E
Cut0F
Gust10
Wing Attack11
Whirlwind12
Fly13
Bind14
Headbutt15
Vinewhip16
Stomp17
Double Kick18
Mega Kick19
Jump Kick1A
Rolling Kick1B
Sand Attack1C
Slam1D
Horn Attack1E
Fury Attack1F
Horn Drill20
Tackle21
Body Slam22
Wrap23
Take Down24
Thrash25
Double-Edge26
Tail Whip27
Poison Sting28
Twineedle29
Pin Missle2A
Leer2B
Bite2C
Growl2D
Roar2E
Sing2F
Supersonic30
Sonic Boom31
Disable32
Acid33
Ember34
Flamethrower35
Mist36
Water Gun37
Hydro Pump38
Surf39
Ice Beam3A
Blizzard3B
Psybeam3C
Bubblebeam3D
Aurora Beam3E
Hyper Beam3F
Peck40
Drill Peck41
Submission42
Low Kick43
Counter44
Seismic Toss45
Strength46
Absorb47
Mega Drain48
Leech Seed49
Growth4A
Razor Leaf4B
Solar Beam4C
Poison Powder4D
Stunspore4E
Sleep Powder4F
Petal Dance50
String Shot51
Dragon Rage52
Fire Spin53
Thundershock54
Thunderbolt55
Thunder Wave56
Thunder57
Rock Throw58
Earthquake59
Fissure5A
Dig5B
Toxic5C
Confusion5D
Psychic5E
Hyponisis5F
Meditate60
Agility61
Quick Attack62
Rage63
Teleport64
Night Shade65
Mimic66
Screech67
Double Team68
Recover69
Harden6A
Minimize6B
Smoke Screen6C
Confuse Ray6D
Withdraw6E
Defense Curl6F
Barrier70
Light Screen71
Haze72
Reflect73
Focus Energy74
Bide75
Metronome76
Mirror Move77
Self-Destruct78
Egg Bomb79
Lick7A
Smog7B
Sludge7C
Bone Club7D
Fire Blast7E
Water Fall7F
Clamp80
Swift81
Skull Bash82
Spike Cannon83
Constrict84
Amnesia85
Kinesis86
Softboiled87
Hi-Jump Kick88
Glare89
Dream Eater8A
Poison Gas8B
Barrage8C
Leech Life8D
Lovely Kiss8E
Sky Attack8F
Transform90
Bubble91
Dizzy Punch92
Spore93
Flash94
Psywave95
Splash96
Acid Armor97
Crab Hammer98
Explosion99
Fury Swipes9A
Bonemerang9B
Rest9C
Rock Slide9D
Hyper Fang9E
Sharpen9F
ConversionA0
Tri AttackA1
Super FangA2
SlashA3
SubstituteA4
StruggleA5
SketchA6
Triple KickA7
ThiefA8
Spider WebA9
Mind ReaderAA
NightmareAB
Flame WheelAC
SnoreAD
CurseAE
FlailAF
Conversion2B0
Air BlastB1
Cotton SporeB2
ReversalB3
SpiteB4
Powder SnowB5
ProtectB6
Mach PunchB7
Scary FaceB8
Faint AttackB9
Sweet KissBA
Belly DrumBB
Sludge BombBC
Mud SlapBD
OctazookaBE
SpikesBF
Zap CannonC0
ForesightC1
Destiny BondC2
Perish SongC3
Icy WindC4
DetectC5
Bone RushC6
Lock-OnC7
OutrageC8
SandstormC9
Giga DrainCA
EndureCB
CharmCC
RolloutCD
False SwipeCE
SwaggerCF
Drink MilkD0
SparkD1
Fury CutterD2
Steel WingD3
Mean LookD4
AttractD5
Sleep TalkD6
Heal BellD7
ReturnD8
PresentD9
FrustrationDA
SafeguardDB
Pain SplitDC
Sacred FireDD
MagnitudeDE
DynamicpunchDF
MegahornE0
DragonbreathE1
Baton PassE2
EncoreE3
PursuitE4
Rapid SpinE5
Sweet ScentE6
Iron TailE7
Metal ClawE8
Vital ThrowE9
Morning SunEA
SynthesisEB
MoonlightEC
Hidden PowerED
Cross ChopEE
TwisterEF
Rain DanceF0
Sunny DayF1
CrunchF2
Mirror CoatF3
Psych UpF4
ExtremespeedF5
AncientpowerF6
Shadow BallF7
Future SightF8
Rock SmashF9
WhirlpoolFA
Beat UpFB

Deixar o Pokémon no level máximo

Para deixar o Pokémon de sua equipe no level máximo, basta fazer o código correspondente ao pocket monster com base em sua posição na party.

DescriçãoCódigo
Deixar 1º Pokémon no level máximo9164fedc
Deixar 2º Pokémon no level máximo91642edc
Deixar 3º Pokémon no level máximo91645edc
Deixar 4º Pokémon no level máximo91648edc
Deixar 5º Pokémon no level máximo9164bedc
Deixar 6º Pokémon no level máximo9164eedc

Aumentar os stats do Pokémon para o nível máximo

É possível deixar todas as estatísticas dos Pokémon de sua equipe no nível máximo. Para isso, basta usar os códigos abaixo, considerando a posição do pokémon em sua party.

DescriçãoCódigo
Deixar 1º Pokémon com status máximos910305dd
91e706dd
910307dd
91e708dd
910309dd
91e70add
91030bdd
91e70cdd
91030ddd
91e70edd
Deixar 2º Pokémon com status máximos910335dd
91e736dd
910337dd
91e738dd
910339dd
91e73add
91033bdd
91e73cdd
91033ddd
91e73edd
Deixar 3º Pokémon com status máximos910365dd
91e766dd
910367dd
91e768dd
910369dd
91e76add
91036bdd
91e76cdd
91036ddd
91e76edd
Deixar 4º Pokémon com status máximos910395dd
91e796dd
910397dd
91e798dd
910399dd
91e79add
91039bdd
91e79cdd
91039ddd
91e79edd
Deixar 5º Pokémon com status máximos9103c5dd
91e7c6dd
9103c7dd
91e7c8dd
9103c9dd
91e7cadd
9103cbdd
91e7ccdd
9103cddd
91e7cedd
Deixar 6º Pokémon com status máximos9103f5dd
91e7f6dd
9103f7dd
91e7f8dd
9103f9dd
91e7fadd
9103fbdd
91e7fcdd
9103fddd
91e7fedd

Modificar gênero do Pokémon inimigo

Importante

Esse cheat não vai funcionar para determinados Pokémon com apenas um gênero.

DescriçãoCódigo
Definir Pokémon oponente como fêmea010419D1 910430D2
Definir Pokémon oponente como macho010519D1 910530D2

Modificar felicidade do Pokémon

Você pode estipular o nível de felicidade dos Pokémon de sua equipe, bastando digitar os códigos com base em suas posições na part, e substituindo o “xx” pelos caracteres correspondentes ao nível desejado.

  • Mudar a felicidade do 1º Pokémon: 01xx45DA 91xxFADC
  • Mudar a felicidade do 2º Pokémon: 01xx75DA 91xx2ADD
  • Mudar a felicidade do 3º Pokémon: 01xxA5DA 91xx5ADD
  • Mudar a felicidade do 4º Pokémon: 01xxD5DA 91xx8ADD
  • Mudar a felicidade do 5º Pokémon: 01xx05DB 91xxBADD
  • Mudar a felicidade do 6º Pokémon: 01xx35DB 91xxEADD

Veja abaixo os níveis de felicidade acompanhados de seus respectivos cheats.

DescriçãoCódigo (substituir no lugar de “xx”)
Nível em que seu Pokémon não gosta de você00
Nível base de felicidade do Pokémon46
Nível necessário para evolução por felicidadeDA
Nível máximo de felicidadeFF

Liberar Pokérus nos Pokémon da equipe

DescriçãoCódigo
Infecta 1º Pokémon com Pokérus9101FBDC
Infecta 2º Pokémon com Pokérus91012BDD
Infecta 3º Pokémon com Pokérus91015BDD
Infecta 4º Pokémon com Pokérus91018BDD
Infecta 5º Pokémon com Pokérus9101BBDD
Infecta 6º Pokémon com Pokérus9101éBDD
Screenshot de gameplay do Pokémon Crystal
Screenshot de gameplay do Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Cheats de movimentação em Pokémon Crystal

Atravessar paredes

Importante

Esse cheat pode congelar o jogo em determinadas áreas do mapa. Portanto, salve seu progresso antes de ativar o código, e desative-o após o uso.

DescriçãoCódigo
Permite que você atravesse paredes e obstáculos do mapa010AA3CE
010AA4CE
010AA5CE
010AA6CE
9100FAC2
9100FBC2
9100FCC2
9100FDC2

Usar sempre a bicicleta

DescriçãoCódigo
Utiliza a bicicleta constantemente para se locomover no mapa010182D6 91015DD9

Cheats de mecânicas de jogo em Pokémon Crystal

Reduzir tempo de jogo

DescriçãoCódigo
Reduz o tempo do relógio que contabiliza horas e minutos jogados9100c5d4
9100c6d4

Reduzir o tempo para chocar ovos

É possível reduzir o tempo para chocar ovos que estão na sua equipe. Para isso, basta colocar o ovo na sua equipe, ligar o Gameshark, ativar o código, dar um passo, e desativar o Gameshark. O ovo então vai chocar depois de alguns passos dados.

DescriçãoCódigo
Chocar ovo na 1ª posição da equipe010145DA 9101FADC
Chocar ovo na 2ª posição da equipe010175DA 91012ADD
Chocar ovo na 3ª posição da equipe0101A5DA 91015ADD
Chocar ovo na 4ª posição da equipe0101D5DA 91018ADD
Chocar ovo na 5ª posição da equipe010105DB 9101BADD
Chocar ovo na 6ª posição da equipe010135DB 9101EADD

Cheats para batalhas em Pokémon Crystal

Derrotar Pokémon em um golpe

DescriçãoCódigo
Derrotar qualquer Pokémon inimigo com um único golpe910017D2

Ganhar XP infinita após batalha

DescriçãoCódigo
Aumenta o level do Pokémon até o nível 100 após ganhar uma batalha014432DA
014433DA
014434DA
9144E7DC
9144E8DC
9144E9DC

Escolher o level do pokémon oponente

Para definir o level do pokémon oponente, basta usar o cheat 91xx13D2, substituindo o “xx” pelo código referente ao nível desejado (vide tabela abaixo).

Level do pokémonCódigo (substituir no lugar de “xx”)
Lv.101
Lv.202
Lv.303
Lv.404
Lv.505
Lv.606
Lv.707
Lv.808
Lv.909
Lv.100A
Lv.110B
Lv.120C
Lv.130D
Lv.140E
Lv.150F
Lv.1610
Lv.1711
Lv.1812
Lv.1913
Lv.2014
Lv.2115
Lv.2216
Lv.2317
Lv.2418
Lv.2519
Lv.261A
Lv.271B
Lv.281C
Lv.291D
Lv.301E
Lv.311F
Lv.3220
Lv.3321
Lv.3422
Lv.3523
Lv.3624
Lv.3725
Lv.3826
Lv.3927
Lv.4028
Lv.4129
Lv.422A
Lv.432B
Lv.442C
Lv.452D
Lv.462E
Lv.472F
Lv.4830
Lv.4931
Lv.5032
Lv.5133
Lv.5234
Lv.5335
Lv.5436
Lv.5537
Lv.5638
Lv.5739
Lv.583A
Lv.593B
Lv.603C
Lv.613D
Lv.623E
Lv.633F
Lv.6440
Lv.6541
Lv.6642
Lv.6743
Lv.6844
Lv.6945
Lv.7046
Lv.7147
Lv.7248
Lv.7349
Lv.744A
Lv.754B
Lv.764C
Lv.774D
Lv.784E
Lv.794F
Lv.8050
Lv.8151
Lv.8252
Lv.8353
Lv.8454
Lv.8555
Lv.8656
Lv.8757
Lv.8858
Lv.8959
Lv.905A
Lv.915B
Lv.925C
Lv.935D
Lv.945E
Lv.955F
Lv.9660
Lv.9761
Lv.9862
Lv.9963
Lv.10064
Lv.10165
Lv.10266
Lv.10367
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Lv.214D6
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Lv.238EE
Lv.239EF
Lv.240F0
Lv.241F1
Lv.242F2
Lv.243F3
Lv.244F4
Lv.245F5
Lv.246F6
Lv.247F7
Lv.248F8
Lv.249F9
Lv.250FA
Lv.251FB
Lv.252FC
Lv.253FD
Lv.254FE
Lv.255FF

Obs.: apesar do level do pokémon, ele terá a mesma resistência dos pokémon que aparecem na rota local.

Roubar Pokémon do treinador inimigo

Rouba o Pokémon do treinador oponente91012DD2

Códigos e cheats de Pokémon Crystal

Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Tela inicial do Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Captura de gameplay do Pokémon Crystal (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)

Como funciona a Tela de Privacidade do Samsung Galaxy S26 Ultra

25 de Fevereiro de 2026, 15:15
Tela de privacidade do Samsung Galaxy S26 Ultra
Tela de Privacidade da Samsung foi introduzida no Galaxy S26 Ultra (Imagem: Reprodução/Samsung)

Tela de Privacidade (ou Privacy Display, em inglês) é um recurso proprietário da Samsung que bloqueia a visibilidade de conteúdos exibidos no display sob ângulos mais amplos. Em outras palavras, o recurso impede que pessoas ao lado do smartphone enxerguem a tela do aparelho, semelhante ao que faz uma película de privacidade.

O funcionamento da Tela de Privacidade é baseado em dois tipos de pixels do display: um que emite luz para a frente (narrow pixels), e outro que dispersa a luz para as extremidades (wide pixels). Quando o modo de privacidade está ativado, os wide pixels são atualizados para um nível mínimo, limitando a visibilidade sob ângulos laterais, por cima ou por baixo.

Até o momento, somente o Samsung Galaxy S26 Ultra é compatível com o Privacy Display. E ainda não se sabe se o recurso chegará a outros celulares da marca sul-coreana.

A seguir, entenda melhor o que é e como funciona a Tela de Privacidade da Samsung.

O que é a Tela de Privacidade da Samsung?

Tela de privacidade ou Privacy Display é um recurso proprietário da Samsung para impedir que terceiros vejam conteúdos exibidos na tela do Galaxy S26 Ultra quando estiverem próximos ao usuário.

Trata-se de uma alternativa às películas de privacidade, mas com melhorias de uso e que funciona de forma nativa — sem necessidade de aplicações à parte.

O que significa Privacy display?

“Privacy Display” significa “Tela de Privacidade”, em tradução livre. A expressão faz jus ao recurso de tela da Samsung introduzido no Galaxy S26 Ultra, que aumenta a privacidade do usuário ao dificultar a visibilidade do display a partir de ângulos laterais, por cima ou por baixo.

Para que serve a Tela de Privacidade?

A Tela de Privacidade da Samsung tem o objetivo de adicionar uma camada extra de privacidade ao Samsung Galaxy S26 Ultra, impedindo que terceiros visualizem conteúdos sensíveis exibidos na tela, como mensagens privadas, senhas, além de dados pessoais e bancários.

A funcionalidade torna-se útil principalmente em ambientes com grande concentração de pessoas (como ônibus, metrô e filas), já que pessoas podem acabar vendo o que está passando na tela do celular sem querer ou de forma consciente.

Como funciona a Tela de Privacidade da Samsung

O funcionamento do Tela de Privacidade da Samsung é baseada em aspectos de hardware e software. A começar pelas questões de hardware, o Samsung Galaxy S26 Ultra conta com uma tela formadas por dois tipos de pixels: narrow pixels e wide pixels.

Os narrow pixels são a fonte principal de luz e emitem luz diretamente para frente, enquanto os wide pixels dispersam a luz em ângulos amplos. Enquanto isso, a matriz escura (black matrix) presente no interior do celular estreita o caminho da luz emitida por cada pixel da tela, de modo a controlar a visibilidade para o usuário.

Narrow pixels e wide pixels
Diferentes tipos de pixels trabalham em conjunto para ajustar a visibilidade da tela (Imagem: Reprodução/Samsung)

A interface One UI da Samsung (software) então permite o controle desses pixels: quando o modo de privacidade é ativado, os narrow pixels mantêm a luz para o ângulo frontal, mas os wide pixels são atualizados para um nível mínimo, limitando a visibilidade lateral, e sob um ângulo superior ou inferior.

Por outro lado, desativar o modo de privacidade faz com que os dois tipos de pixels atuem de forma conjunta, no mesmo nível. Ou seja: narrow e wide pixels vão emitir a mesma quantidade de luz, fazendo com que a tela fique visível sob qualquer ângulo.

Como resultado dessa funcionalidade, o usuário (sob ângulo frontal em relação ao smartphone) consegue ver os conteúdos nitidamente. Simultaneamente, pessoas que estiverem próximas ao usuário não poderão ver o que está passando na tela, uma vez que os wide pixels vão dispersar menos luz em ângulos amplos.

Isso significa que usuários do Galaxy S26 Ultra poderão usar o celular em ambientes públicos sem o receio de que alguém pode estar bisbilhotando suas conversas, mídias ou dados sensíveis. E vale destacar que o recurso funciona tanto no modo retrato quanto no modo paisagem.

Tela de privacidade da Samsung (2)
Visibilidade lateral do Galaxy S26 Ultra com o modo privacidade ativado (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outro aspecto interessante de funcionamento do Privacy Display é que o usuário pode escolher como e quando utilizar o recurso. Citando exemplos, dá pra ativar a Tela de Privacidade somente em momentos de autenticação, em aplicativos específicos ou na área de notificações — geralmente localizada no topo do display.

E diferentemente do que acontece em películas de privacidade, a Tela de Privacidade pode ser ativada ou desativada com um simples toque. Sem contar que o recurso também não impacta em reduções de brilho ou nitidez durante a exibição dos conteúdos.

Preciso ativar a tela de privacidade?

Sim. Você pode ativar na seção “Tela de privacidade”, nas configurações do Galaxy S26 Ultra. Usuários também podem mapear a Tela de Privacidade à função de duplo clique lateral, para facilitar a ativação do recurso.

Tela de Privacidade da Samsung 3
Usuários podem configurar o recurso na seção de privacidade da tela (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais smartphones são compatíveis com a Tela de Privacidade?

No momento, somente o Samsung Galaxy S26 Ultra tem suporte para a Tela de Privacidade. Mas em coletiva captada in loco pelo Tecnoblog, o vice-presidente executivo de desenvolvimento de produtos estratégicos da Samsung, Moon Sung-hoon, declarou que a empresa sul-coreana “pode avaliar” levar o recurso para outros modelos.

Qual é a diferença entre a Tela de Privacidade da Samsung e películas de privacidade?

A Tela de Privacidade é um recurso proprietário da Samsung, que combina elementos de hardware e software para dificultar a visibilidade da tela do Galaxy S26 Ultra a partir de ângulos amplos. Trata-se de uma função nativa, que não diminui brilho e claridade do celular, permite uso flexível em determinados apps ou espaços do display, e que pode ser ativada ou desativada a qualquer momento.

Já películas de privacidade são acessórios vendidos separadamente, distribuídos por diversas marcas e voltados para diferentes modelos de celular. Essas películas têm função similar ao Privacy Display da Samsung, mas precisam ser aplicadas manualmente, costumam reduzir o brilho da tela, não contam com opções de personalização, e só podem ser “desativadas” se forem removidas.

Como funciona a Tela de Privacidade do Samsung Galaxy S26 Ultra

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A Tela de Privacidade do Samsung Galaxy S26 Ultra impede que pessoas próximas ao celular vejam os conteúdos exibidos no display

Tela de Privacidade da Samsung foi introduzida no Galaxy S26 Ultra (Imagem: Reprodução/Samsung)

Diferentes tipos de pixels trabalham em conjunto para ajustar a visibilidade da tela (Imagem: Reprodução/Samsung)

Visibilidade lateral do Galaxy S26 Ultra com o modo privacidade ativado (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Usuários podem configurar o recurso na seção de privacidade da tela (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é Dynamic Island? Veja como funciona a área dinâmica de iPhones

13 de Fevereiro de 2026, 16:01
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Dynamic Island combina hardware e software para oferecer mais interatividade em iPhones (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Dynamic Island ou Ilha Dinâmica é um recurso de iPhone que utiliza o recorte em formato de pílula de modelos compatíveis para permitir comandos touch screen e exibir notificações dinâmicas na tela.

Ao combinar o recorte na tela, o touch screen do display e o iOS dos iPhones, a Dynamic Island consegue interagir com ferramentas e oferecer experiências interativas para os usuários. Pixels em volta do recorte simulam a expansão da área, criando novas dinâmicas visuais e funcionais.

O aproveitamento do recorte em formato de pílula e a exibição reformulada das atividades ao vivo figuram entre as principais vantagens da Ilha Dinâmica. Contudo, o recurso está disponível apenas em determinados iPhones e certas versões de iOS.

A seguir, entenda melhor o que é a Dynamic Island e como ela funciona, e confira as diferenças entre o recurso e o notch padrão de smartphones.

O que é Dynamic Island?

Dynamic Island é um recurso que combina hardware e software para oferecer funcionalidades dinâmicas em iPhones compatíveis. Em outras palavras, trata-se de um recorte na tela em formato de pílula que abriga a câmera frontal e os sensores do Face ID, que exibe conteúdos visuais no topo da tela e habilita interações com a sensibilidade ao toque de áreas próximas.

O que significa Dynamic Island?

O termo “Dynamic Island” significa “Ilha Dinâmica”, em tradução livre. Por mais que a Apple não tenha feito nenhuma declaração oficial sobre, a expressão provavelmente associa o recorte em formato de pílula que fica “ilhado” no topo da tela dos iPhones, com as funções dinâmicas que o recurso habilita.

Para que serve a Dynamic Island?

A Dynamic Island tem a função de oferecer novas formas de interação do usuário com aplicações em seu iPhone, criando novas experiências de usabilidade. Esse recurso habilita algumas funcionalidades, como:

  • Visualização de notificações: você pode ver notificações e alertas compactadas, sem interromper o uso simultâneo em outros apps.
  • Monitoramento de atividades ao vivo: a Dynamic Island consegue exibir atividades em andamento (chamadas de “Atividades ao vivo”), como uma música tocando, o placar ao vivo de um jogo ou uma ligação ativa, por exemplo.
  • Controle de mídia ou ligações: é possível controlar a reprodução de mídias, bem como atender ou desligar chamadas pelo pop-up na Ilha Dinâmica do iPhone.
  • Interação com apps: a Dynamic Island também pode maximizar ou minimizar ferramentas, além de servir como atalho para ativar ou controlar uso de apps (como a lanterna, por exemplo).

Como funciona a Dynamic Island

O funcionamento da Dynamic Island combina aspectos de hardware e software do dispositivo. Começando pelo fator hardware, o recurso aproveita o recorte em formato de pílula no topo de certos modelos de iPhone. Esse espaço é uma área física recortada na tela, onde ficam localizadas a câmera de selfie e o Face ID.

Trata-se de uma área menor e muito mais discreta que o notch introduzido no iPhone X, visto em modelos mais antigos. Ainda assim, é um espaço que ocupa pixels de tela.

iPhone 14 Pro (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Recorte em formato de pílula da Dynamic Island aprimorou o aproveitamento de espaço na parte superior da tela (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para aproveitar essa “área morta”, a Apple decidiu integrar recursos de interatividade para esse recorte ao fazer com que o iPhone preencha pixels ao redor desse espaço. Visualmente falando, dá a impressão de que a área se expande e retrai. Mas na prática, o recorte está sempre ali, apenas com mais pixels em volta para causar esse impacto.

Combinada com determinadas versões do sistema operacional iOS e certos modelos de iPhones elegíveis, a Dynamic Island é capaz de usar a área do topo do dispositivo para exibir notificações e alertas de ferramentas interativas, que funcionam simultaneamente com outras atividades.

Além disso, o recurso aproveita do touch screen de pixels próximos ao recorte para habilitar funcionalidades com o toque ou deslizar dos dedos. É possível, por exemplo, trocar uma música, atender uma ligação ou acompanhar uma rota a partir desse mini widget exibido nos celulares da Apple.

Mão segurando celular
Controle de música na Dynamic Island do iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

E o resultado disso é uma nova experiência interativa para usuários de iPhone, seja apenas no aspecto visual ou a partir de comandos touch screen.

Consigo desativar a Ilha Dinâmica no iPhone?

Não completamente. É importante lembrar que a Dynamic Island do iPhone também envolve a questão de hardware, que no caso, trata-se de uma perfuração na tela em formato de pílula para abrigar e ocultar a câmera frontal e o Face ID. E não há como retirá-lo, já que ele é integrado à tela do celular.

Mas caso queira minimizar os recursos dinâmicos, basta deslizar o dedo nos widgets das atividades ao vivo, das extremidades para o centro.

Se preferir, você pode entrar nas configurações de aplicativos do iPhone e desabilitar as atividades ao vivo das ferramentas desejadas. No entanto, tenha em mente que isso também vai ocultar os pop-ups de atividade na tela bloqueada.

Quais iPhones contam com a Dynamic Island?

A Dynamic Island é atualmente suportado no iPhone 14 Pro e no iPhone 14 Pro Max, nos celulares das linhas numéricas iPhone 15, iPhone 16 e iPhone 17 — incluindo variantes Plus, Pro e Pro Max —, além do iPhone Air. Além da compatibilidade restrita a certos tipos de iPhone, o recurso também exige a versão 16 do iOS ou patches mais recentes.

Não há confirmação se todos os futuros modelos serão compatíveis com a Ilha Dinâmica, mas a tendência é que os próximos iPhones da linha numérica também suportem o recurso.

Tem Dynamic Island para Android?

Não. A Dynamic Island não está disponível para smartphones Android, já que trata-se de um recurso da Apple exclusivo para iPhones.

Contudo, existem soluções similares, como a Mini Cápsula vista em smartphones da Realme, por exemplo. Também há apps para Android que conseguem simular a Ilha Dinâmica em celulares, mesmo que os dispositivos não tenham o recorte em formato de pílula no topo do display.

Recurso Mini Cápsula, presente em certos smartphones da Realme
Recurso Mini Cápsula, presente em certos smartphones da Realme (Imagem: Reprodução/Realme)

Quais são as vantagens da Dynamic Island?

A Dynamic Island tem diversas vantagens, principalmente se comparada ao notch tradicional de iPhones mais antigos. Dentre os principais benefícios, estão:

  • Habilitar recursos interativos no iPhone: a Ilha Dinâmica oferece novos recursos dinâmicos ao iPhone, com a exibição de alertas e notificações, além de funcionar como atalho para controle de ferramentas.
  • Facilitar a visualização de atividades ao vivo: a Dynamic Island é capaz de exibir atividades ao vivo sem interromper demais atividades do usuário.
  • Suporte a diversas aplicações: o recurso é compatível com diversos apps que rodam no iOS.
  • Aproveitamento de espaço do recorte: trata-se de uma inovação para uma área que antes era destinada somente para abrigar o Face ID e a câmera frontal.

Quais são as desvantagens da Dynamic Island?

A Ilha Dinâmica de iPhones também apresenta desvantagens, como limitações de suporte. As principais desvantagens incluem:

  • Compatibilidade limitada: a Dynamic Island só está disponível para determinados iPhones e certas versões do iOS.
  • Sujeira e marca de dedos no recorte: devido aos recursos interativos com toque, a área que abriga o Face ID e a câmera frontal tende a ficar mais sujas e com marcas de dedos.
  • Exibição dinâmica só funciona com tela desbloqueada: a Ilha Dinâmica funciona apenas quando o iPhone está desbloqueado.

Qual é a diferença entre Dynamic Island e o notch padrão?

A Dynamic Island usa um espaço menor que o notch de smartphone tradicional, devido ao recorte em formato de pílula recortado na tela. E além de alocar câmera frontal e Face ID, o recurso traz funcionalidades dinâmicas com o uso de pixels ao redor da área, além de permitir comandos touch screen.

Já o tradicional notch de smartphone costuma ter apenas a função de alocar sensores e a câmera de selfie, além de ocupar uma área bem maior no topo da tela.

O que é Dynamic Island? Veja como funciona a área dinâmica de iPhones

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A Dynamic Island serve como um hub para exibir notificações e alertas, além de habilitar gerenciamento rápido de apps

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Dynamic Island deve chegar em toda a linha iPhone 15, incluindo modelos não-Pro (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Controle de música na Dynamic Island do iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como ver perfis e posts do TikTok anonimamente

12 de Fevereiro de 2026, 13:59
Como ver perfis e posts do TikTok anonimamente
Desabilitar o histórico de visualizações do TikTok vai permitir que você veja perfis e posts de forma anônima (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para visualizar perfis e posts do TikTok de forma anônima, você deve entrar nas configurações da plataforma pelo celular (Android ou iPhone), acessar a guia “Espectadores” dentro dos ajustes de privacidade, e desabilitar o histórico de visualizações.

Ao fazer isso, você poderá acessar perfis de outros usuários e visualizar posts de pessoas que você segue sem que o TikTok notifique os acessos. Trata-se de um recurso extra de privacidade ao utilizar a plataforma.

A seguir, veja como desabilitar o histórico de visualizações do TikTok para ver perfis e posts de outros usuários sem que eles saibam.

1. Abra o TikTok e vá na página de perfil

Abra o aplicativo do TikTok em seu smartphone (Android ou iPhone). Em seguida, toque no ícone “Perfil”, localizado no canto inferior direito da tela.

Acessando o perfil do TikTok pelo celular
Acessando o perfil do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Acesse o menu de três linhas do TikTok

Toque no menu de três linhas da rede social, que fica localizada no canto superior direito da tela.

Abrindo o menu do TikTok pelo celular
Abrindo o menu do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Vá em “Configurações e privacidade”

Selecione a opção “Configurações e privacidade” para acessar o menu de ajustes do TikTok.

Acessando as configurações do TikTok pelo celular
Acessando as configurações do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Entre nos ajustes de privacidade

No menu de configurações, acesse a guia “Privacidade” para prosseguir.

Entrando nos ajustes de privacidade do TikTok pelo celular
Entrando nos ajustes de privacidade do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

5. Acesse a guia “Espectadores” do TikTok

Desça a tela e abra a guia “Espectadores”. É nessa seção que você poderá desativar a visualização de perfil do TikTok.

Acessando a guia Espectadores do TikTok pelo celular
Acessando a guia Espectadores do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

6. Desative o histórico de visualizações

Desabilite a chave “Histórico de visualizações” para visualizar o TikTok anonimamente ao acessar perfis e posts de outros usuários.

Desativando o histórico de visualizações do TikTok
Desativando o histórico de visualizações do TikTok (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Posso desativar a visualização de perfil do TikTok pelo PC?

Não, já que as versões de navegador e app para desktop não permitem a configuração para ver o perfil do TikTok anonimamente. Só é possível desativar a visualização de perfis e posts pelo aplicativo para smartphone (Android ou iPhone) e, então, os ajustes serão replicados para as demais plataformas.

O que acontece ao desabilitar o histórico de visualizações?

Ao desativar o histórico de visualizações para ver o TikTok anonimamente, você:

  • poderá visualizar os perfis de outros usuários sem que a plataforma notifique os seus acessos;
  • vai conseguir ver posts de pessoas que você segue sem que elas saibam disso;
  • não poderá mais ver quem visualizou seu perfil e quais seguidores entraram em suas publicações.

E caso queira ainda mais privacidade, você pode tirar o online do TikTok. Com esse ajuste, ninguém saberá quando você está online na plataforma.

Consigo ver stories do TikTok de forma anônima?

Sim, com o uso de serviços de terceiros. Como exemplo, o SnapTik oferece uma ferramenta online que permite visualizar stories do TikTok de forma anônima a partir do link de perfil da pessoa na rede social.

Posso deixar de ver perfis e posts do TikTok anonimamente?

Sim. Você pode desabilitar o modo anônimo para a visualização de perfis e posts do TikTok ao entrar nas configurações do app via smartphone (Android ou iPhone), acessar a guia “Privacidade”, entrar na opção “Espectadores” e habilitar o histórico de visualizações.

Ao usar o TikTok com o histórico de visualizações ativado, você poderá ver pessoas que entraram no seu perfil e seguidores que abriram seus posts, desde que elas também estejam com o histórico de visualizações habilitado. Do mesmo modo, usuários com a função ativada poderão ver que você acessou os perfis delas.

Como ver perfis e posts do TikTok anonimamente

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o perfil do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o menu do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Entrando nos ajustes de privacidade do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a guia Espectadores do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Desativando o histórico de visualizações do TikTok (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que é GymRats? Saiba como funciona o app que estimula exercícios físicos

27 de Janeiro de 2026, 12:53
Ilustração do app GymRats exibido no smartphone
GymRats está disponível para smartphones Android ou iOS (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

GymRats é um aplicativo para estimular a prática de exercícios físicos, por meio de registros de treinos e desafios baseados em pontuação. A plataforma está disponível para dispositivos móveis Android ou iOS.

O app usa check-ins e dados do treino para comprovar que as atividades físicas foram realizadas. A partir dessas informações, os usuários ganham pontuações e competem entre si nos grupos.

Check-ins por selfie ou vídeo e sistemas de pontuações flexíveis são alguns dos principais recursos do GymRats. O aplicativo conta ainda com ferramentas de interação social e integração com outros dispositivos.

A seguir, entenda melhor o que é o GymRats, saiba como o app fitness funciona, e veja prós e contras da plataforma.

O que é GymRats?

O GymRats é um aplicativo móvel de Android e iOS voltado para praticantes de exercícios físicos, que registra treinos, permite conexões com outros usuários e estimula atividades como musculação, corrida, entre outras modalidades.

O que significa GymRats?

O nome “GymRats” significa “ratos de academia”, em tradução livre. E no caso, “ratos de academia” refere-se a pessoas que se dedicam e frequentam regularmente a academia, o que vai de encontro com o propósito da plataforma.

Para que serve o GymRats?

O GymRats tem a função de estimular o comprometimento dos usuários com as práticas físicas, a partir de registros de treinos (chamados de “check-ins”) que comprovam as atividades e desafios saudáveis entre usuários da plataforma. O próprio CEO da empresa, Mack Hasz, descreve o serviço como um “motivador social fitness e de saúde”.

Além disso, o aplicativo também serve como uma rede social em que usuários conseguem fazer novas conexões e interagir uns com os outros, a partir de posts, comentários ou chats de grupo.

Como funciona o GymRats

Primeiramente, é importante entender que o GymRats é um aplicativo móvel para Android e iOS, sem versões para navegadores. Para acessar a plataforma, você deve fazer um cadastro com seu e-mail ou usar uma Conta Google.

Depois de fazer o cadastro, você terá a opção de criar um grupo, entrar em um grupo a partir de um link de convite ou procurar por clubes ou desafios na aba “Rat Pack”. Mas independentemente da opção escolhida, a ideia é a mesma: conectar-se com outros usuários para iniciar uma competição saudável, baseada em pontos, para registrar exercícios físicos.

Desafios são competições com data de início e término, recomendáveis para estabelecer metas específicas. Já clubes são comunidades fitness contínuas e de baixa manutenção, cujas classificações são automaticamente rastreadas de forma semanal, mensal e anual.

Administradores do desafio ou clube vão estipular os prazos e sistemas de pontuação, que são as diretrizes para o ranqueamento.

Ilustração do app GymRats
Há diferentes desafios e clubes voltados para atividades físicas específicas ou gerais (Imagem: Divulgação/GymRats)

Após entrar ou criar um grupo, você poderá fazer check-ins das suas atividades físicas. Além de uma foto ou print para comprovar seu treino, será possível registrar dados como hora e local, tipo de atividade, e métricas como duração, distância calorias e passos. O registro então será contabilizado para o ranking do grupo, e poderá ficar marcado no seu perfil (caso queira).

Todas as pontuações são calculadas às 5h da manhã (horário de Brasília), e a pessoa com o maior número de pontos ficará no topo do grupo. Se houver empate para o primeiro lugar, o grupo do GymRats vai exibir um dos líderes de maneira aleatória.

Ilustração do aplicativo GymRats
O sistema de pontuação do GymRats ranqueia os membros do grupo de acordo com os pontos feitos no período (Imagem: Divulgação/GymRats)

Paralelamente ao desafio, a aba “Chat” dos grupos serve para interação de membros, permitindo troca de mensagens, fotos e menções.

Quais são os modos de pontuação do GymRats?

Os sistemas de pontuação do GymRats podem se basear em dias de treino, números de check-ins, rastreamento de métricas ou rankings personalizados:

  • Dias ativos: pontuação com base nos dias com ao menos um check-in de treino.
  • Pontos de hustle (hustle points): sistema de pontuação usado para criar uma contagem personalizada de diferentes tipos de exercícios, como corrida, caminhada, musculação, entre outros.
  • Contagem de check-in: score baseado no maior número de registros de treino no período, permitindo mais de um registro por dia.
  • Duração: pontuação com base no tempo de duração dos exercícios físicos.
  • Distância: ranking que leva em conta a maior distância percorrida nos treinos.
  • Passos: sistema de pontuação baseado na contagem de passos dados.
  • Calorias: score que ranqueia as calorias queimadas durante as atividades.

Vale destacar que desafios e clubes podem ter diferentes tipos de sistemas de pontuação, dependendo da modalidade escolhida pelos administradores dos grupos.

O GymRats é gratuito?

Sim. O GymRats possui uma versão gratuita com algumas limitações de uso, como participação em até dois grupos simultaneamente, exibição de anúncios, e menos opções durante a criação de grupos.

Recursos gratuitos do GymRats
Recursos gratuitos do GymRats (Imagem: Reprodução/GymRats)

Contudo, o app também oferece a versão Pro mediante assinatura, que oferece experiência sem anúncios, criação e participação de grupos de maneira ilimitada, acesso ao Rat Pack e personalização de temas.

Recursos do GymRats Pro
Recursos do GymRats Pro (Imagem: Reprodução/GymRats)

Quais são os principais recursos do GymRats?

Dentre os principais recursos do GymRats, estão check-ins de treinos, grupos de competição, formas de interação social e até integração com outros aparelhos. São eles:

  • Registro de treinos: o GymRats utiliza check-ins como forma de registrar e comprovar suas atividades físicas, que também ficam registrados em seu perfil para alcançar metas pessoais.
  • Desafios e clubes: os desafios e clubes estimulam competições saudáveis entre usuários da plataforma, incluindo alcance global (via Rat Pack com uma assinatura Pro).
  • Competições em equipe: além de competições individuais, é possível fazer competições em equipe para engajar mais pessoas.
  • Sistema de pontuação flexível: os sistemas de pontuação flexíveis permitem que praticantes de diferentes atividades ou níveis compitam em um mesmo grupo.
  • Interações sociais: você pode compartilhar textos e fotos nos chats de grupos, o que promove interação e novas conexões entre membros.
  • Integração com outros dispositivos: o GymRats pode se integrar a smartwatches e outros aparelhos, coletando dados de treinos de apps como Samsung Health, Garmin e Mi Fitness.

Quais são os benefícios do GymRats?

As vantagens do GymRats são principalmente ligadas ao propósito do app e funcionalidades de uso, incluindo:

  • Promoção de saúde e bem-estar: o principal objetivo do GymRats é estimular a prática de exercícios físicos, em prol de melhorar a saúde dos usuários.
  • Tem versão gratuita: não é preciso pagar para usar o aplicativo, já que ele tem versão gratuita de uso.
  • Aplicativo fácil de usar: o app é intuitivo e simples, e usuários conseguem registrar seus treinos em poucos passos.
  • Possui integração com dispositivos: o GymRats pode integrar-se a apps como Samsung Health e Strava, o que permite puxar dados de treino de outros dispositivos (como relógios inteligentes).
  • Permite novas conexões: o app também funciona como uma rede social, oferecendo opções de interação entre usuários, e permitindo a criação de novas conexões.

Quais são as desvantagens do GymRats?

O GymRats também tem limitações de uso. Dentre as principais desvantagens da plataforma, estão:

  • Limitações da versão gratuita: o uso gratuito do app tem exibição de anúncios, além de limitações de participações em grupos ao mesmo tempo e algumas funções; certos recursos só estão disponíveis na versão Pro, que é paga.
  • Não tem versão para navegador: o GymRats é um aplicativo que só pode ser acessado por dispositivos móveis (Android ou iOS), sem opção de acesso via navegador.
  • Pode estimular competitividade excessiva: por mais que apresente um sistema de gamificação saudável, o funcionamento baseado em pontuação pode motivar competitividade excessiva pelos usuários.

Quais apps são concorrentes do GymRats?

Assim como o GymRats, existem outras aplicações de health technology para smartphones que promovem atividades físicas em formato gamificado de competições saudáveis, a exemplo de Strava, Stridekick Activity Challenges, Challenges – Compete, Get Fit e Nike Run Club.

Importante mencionar que algumas dessas aplicações focam em atividades específicas (como corrida ou pedalada), apesar de terem funcionamento similar ao do GymRats.

O que é GymRats? Saiba como funciona o app que estimula exercícios físicos

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Divulgação/GymRats)

(Imagem: Divulgação/GymRats)

Recado para WhatsApp: o que é, quais frases colocar e como usar

7 de Janeiro de 2026, 11:11
Ilustração do recurso Recados do WhatsApp
Recado foi relançado no final de 2025, e agora traz novas limitações e formas de exibição (Imagem: Divulgação/WhatsApp)

O recado no WhatsApp é um recurso de compartilhamento temporário de uma mensagem curta com até 50 caracteres, que fica visível para outros usuários do mensageiro. A funcionalidade é similar ao recurso Notas, do Instagram.

Você pode usar o recado para compartilhar seu humor no dia, informar uma atividade que está fazendo, citar trechos de obras artísticas, ou avisar sobre suas férias.

Para usar o recurso, basta acessar as configurações do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS), tocar no campo de recado (localizado abaixo do seu nome), criar um texto e configurar o prazo de expiração.

A seguir, entenda melhor o que é o recado do WhatsApp, veja sugestões de quais frases colocar, saiba como usar o recurso, e confira características de funcionamento.

Índice

O que é recado do WhatsApp?

O recado do WhatsApp é um recurso para compartilhar uma mensagem temporária de no máximo 50 caracteres. Trata-se de uma funcionalidade atualizada da antiga seção “Sobre” no perfil do WhatsApp, mas que suporta menos caracteres, tem prazo de expiração, e pode ser exibida nos próprios chats.

Para efeito de comparação, o recado para WhatsApp é similar às notas do Instagram.

Onde fica o recado para WhatsApp?

O recado de WhatsApp fica localizado na sua página de perfil (logo abaixo do número de telefone), e próximo ao seu nome nas conversas individuais. Usuários com permissão para visualizar seu recado poderão ver o recurso nessas páginas.

Para que serve o recado para WhatsApp?

O recado do WhatsApp serve como um bloco de notas temporário para você compartilhar um sentimento, status, ação que está fazendo ou qualquer outra coisa que caiba em 50 caracteres.

A Meta sugere que você use o recurso para contar “o que está acontecendo na sua vida”, mas você pode usar o campo de texto para outras coisas, como compartilhar o trecho de uma música, citar uma frase icônica, ou lembrar a todos que é seu aniversário.

O que colocar no recado do WhatsApp?

Você pode usar frases para o recado do WhatsApp, informar ações que está fazendo, citar trechos de obras artísticas ou mesmo colocar avisos. Confira abaixo uma lista com sugestões de recado para colocar no WhatsApp.

  • Status predefinidos: status sugeridos pelo próprio WhatsApp, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Com amigos”.
  • Status personalizados: frases personalizadas (diferentes das sugestões do WhatsApp) de acordo com o que você deseja informar.
  • Estado de espírito: adjetivos como “triste”, “feliz” ou “doente”, informando como está seu humor ou estado naquele determinado momento.
  • Informativos profissionais: texto curto explicando o que seu negócio faz, endereço de e-mail ou página da web da empresa para contato ou slogan de seu empreendimento.
  • Aviso de férias: texto curto para informar o aviso de férias no WhatsApp, e evitar de ser incomodado durante o período de descanso.
  • Frases icônicas: citações de livros, filmes ou pensadores, seja para passar uma mensagem, causar reflexão ou por simplesmente gostar do trecho.
  • Letras de músicas: trechos de músicas que você admira ou que fazem sentindo para o período.
  • Emojis: ícones ou símbolos digitais que podem expressar humor ou ação, sem precisar de complementos em texto.

Como colocar recado no WhatsApp

Você só pode configurar um recado para WhatsApp por meio de dispositivos móveis (smartphones ou tablets), sejam eles Android ou iOS. Confira abaixo o tutorial.

1. Entre nas configurações do WhatsApp

Abra o app do WhatsApp em seu celular (Android ou iPhone). Em seguida, acesse as configurações do mensageiro de acordo com os passos correspondentes ao seu sistema operacional.

  • Android: toque no menu de três pontos e vá em “Configurações”.
  • iOS: aperte no ícone “Configurações”, localizado no canto inferior direito.
Entrando nas configurações do WhatsApp
Entrando nas configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Toque no campo de recado e crie um texto

Toque no campo de recado (localizado logo abaixo de seu nome). Na tela seguinte, use uma opção predefinida ou crie o seu próprio texto respeitando o limite de 50 caracteres. Caso queira, toque no ícone de emoji (à esquerda do campo de recado) para adicionar um ícone ou símbolo.

Criando um recado para WhatsApp
Criando um recado para WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Defina o prazo de duração do recado

Aperte em “Duração” e defina o prazo de duração do recado. Depois, vá em “Salvar” para guardar as alterações.

Configurando a duração do recado do WhatsApp
Configurando a duração do recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Finalize o post do recado do WhatsApp

Por fim, toque no símbolo verde de “check” para finalizar a mensagem para colocar no perfil do WhatsApp.

Postando o recado de WhatsApp
Postando o recado de WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Consigo mudar a letra do recado para WhatsApp?

Sim. Você pode criar recados com fontes diferentes no WhatsApp ao acessar serviços como invertexto.com, digitar o texto desejado, copiar o trecho com a fonte escolhida, e colar a seleção no campo “Recado”.

Vale destacar que esse mesmo processo também permite o uso de letras alternativas em outros campos do WhatsApp, como nome de exibição e chat de conversas.

Posso deixar o recado do WhatsApp invisível?

Sim. É possível deixar o recado do WhatsApp vazio ao colar o código Unicode “⠀” (sem as aspas) no campo de texto correspondente.

Como o recado é exibido no WhatsApp?

O recado é exibido de duas formas diferentes no WhatsApp. Em chats individuais com você, as pessoas vão visualizar o seu recado dentro de um balão, logo abaixo do nome de seu contato. Toda vez que alguém abrir a conversa com você, verá o recado — mesmo que já tenha visualizado o recurso anteriormente.

Recado do WhatsApp na conversa individual
Recado do WhatsApp na conversa individual (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outra forma de exibição do recado é na página de perfil: o conteúdo ficará visível logo abaixo do seu número de telefone, no mesmo campo que era ocupado pela seção “Sobre”.

Recado do WhatsApp na página de perfil
Recado do WhatsApp na página de perfil (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quem pode ver meu recado no WhatsApp?

Você pode definir quem poderá ver seus recados no WhatsApp ao acessar os ajustes de privacidade do WhatsApp e entrar na seção “Recado”. Então, será possível escolher entre as seguintes opções para visibilidade do recado:

  • Todos;
  • Meus contatos;
  • Meus contatos, exceto…;
  • Ninguém.

Posso esconder o recado de contatos específicos no WhatsApp?

Sim. Você pode ocultar o recado do WhatsApp para pessoas específicas ao entrar nas configurações do mensageiro, acessar a aba “Privacidade”, entrar em “Recado”, selecionar “Meus contatos, exceto…” e adicionar todos os contatos que não devem visualizar o seu recado.

Se preferir, também é possível apagar todos os contatos da agenda do seu smartphone que não devem ter acesso aos recados do seu WhatsApp. Depois, é só acessar as configurações do mensageiro, entrar em “Privacidade”, tocar na guia “Recado” e selecionar “Meus contatos”.

Por que o recado para WhatsApp da pessoa sumiu?

O recado do WhatsApp de outro usuário do mensageiro pode sumir pelos seguintes motivos:

  • Exclusão do recurso: o indivíduo pode ter apagado o recado manualmente antes do tempo de expiração.
  • Prazo de expiração: o período de duração do recado chegou ao fim, fazendo com que o campo de recado da pessoa desapareça automaticamente.
  • Alterações de privacidade: a pessoa pode ter alterado a visibilidade do recado.
  • Você foi apagado da agenda: se a pessoa deixou o recado visível apenas para os contatos dela e apagou seu número da agenda posteriormente, você não poderá mais visualizar a mensagem para recado do WhatsApp.
  • Caracteres invisíveis: o indivíduo pode estar usando caracteres invisíveis, passando a impressão de que não está compartilhando nenhum post de recado.

Quanto tempo dura o recado para WhatsApp?

O recado de perfil do WhatsApp tem diferentes prazos de duração, que podem ser estipulados durante a configuração do recurso. Você pode escolher entre as seguintes opções:

  • 1 hora;
  • 8 horas;
  • 1 dia;
  • 2 dias;
  • 1 semana;
  • Personalizada (de 1 minuto a 30 dias).

Se necessário você poderá prolongar o recado do WhatsApp para um período superior a 30 dias, configurando um novo recado pelo tempo desejado após o prazo de expiração do recado anterior.

O recado do WhatsApp some quando um usuário bloqueia um contato?

Não. Se você bloquear um contato, a pessoa continuará vendo seu recado do WhatsApp. Do mesmo modo, você continuará vendo o recado de uma pessoa no mensageiro mesmo que ela tenha te bloqueado.

O WhatsApp salva os recados postados?

Sim. Você pode visualizar todos os seus recados de WhatsApp que já expiraram ao acessar as configurações do mensageiro, tocar no campo de recado (localizado abaixo de seu nome), e rolar a tela.

Tocar em um dos atalhos expirados funcionará como um atalho para que você poste o mesmo conteúdo em um novo recado.

Qual é a diferença entre o antigo e o novo recado do WhatsApp?

O antigo recado do WhatsApp era um recurso de mensagem para colocar no perfil do WhatsApp. A funcionalidade era similar à nova versão do recado, mas suportava até 139 caracteres, não tinha tempo de expiração, e era exibida somente na página de perfil do usuário.

Já o novo recado do WhatsApp é uma versão atualizada da funcionalidade, que foi relançada no final de 2025. O recurso agora tem limite de 50 caracteres, permite configuração do prazo de expiração, e pode ser exibido tanto na página de perfil do usuário quanto no chat individual da pessoa.

Posso voltar com o antigo recado depois de habilitar a nova versão dos recados?

Não. Assim que você usar a nova versão do recado pela primeira vez, não poderá mais usar o modelo antigo, e sua mensagem vai sumir automaticamente após o prazo de expiração.

E quem decidiu criar uma conta no WhatsApp de novembro de 2025 até agora só terá acesso à nova versão dos recados do mensageiro.

Qual é a diferença entre recado e status do WhatsApp?

O recado do WhatsApp é um recurso usado para informar um estado de espírito, alerta importante ou qualquer outra coisa que caiba em 50 caracteres. Trata-se de uma versão atualizada do antigo campo “Sobre” dos usuários do mensageiro, e que tem prazo de duração de um minuto até 30 dias.

Já o status do WhatsApp é um formato de post temporário com suporte para fotos, vídeos, áudios ou texto. As postagens de status ficam na guia “Atualizações” do mensageiro, e se expiram automaticamente 24 horas após a publicação.

Uma curiosidade é que os recados tinham o nome de status anteriormente. Mas com a evolução da história do WhatsApp, “Status” foi designado para ilustrar os posts temporários estilo Stories do Instagram, enquanto “recado” se tornou o nome do antigo campo “Sobre” do WhatsApp.

Recado para WhatsApp: o que é, quais frases colocar e como usar

(Imagem: Divulgação/WhatsApp)

Entrando nas configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Criando um recado para WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Configurando a duração do recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Postando o recado de WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Recado do WhatsApp na conversa individual (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Recado do WhatsApp na página de perfil (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Aviso de férias no WhatsApp: veja 4 formas de informar sua ausência

23 de Dezembro de 2025, 16:11
Ilustração de aviso de férias no WhatsApp
Informar sobre as férias no WhatsApp evita contatos e solicitações profissionais no período de descanso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Existem duas formas principais de deixar um aviso de férias no WhatsApp: escrever uma mensagem no campo de Recado ou fazer uma publicação no Status do mensageiro. O Recado exibe uma mensagem em balão de texto no chat individual, enquanto o Status funciona como um post temporário que some após 24 horas.

Se preferir, você também pode mudar a foto de perfil para uma imagem que remeta à sua ausência. E caso use o WhatsApp Business, é possível configurar uma mensagem automática para períodos específicos.

Usar esses recursos ajudam a evitar contatos para demandas profissionais durante o seu período de descanso. Com isso, você pode aproveitar melhor a folga prolongada sem ser incomodado.

A seguir, saiba como configurar o aviso de férias no WhatsApp para evitar notificações indesejadas enquanto você está longe do trabalho.

1. Avise sobre as férias pelo recurso Recado

Uma das formas de colocar um aviso de férias no WhatsApp é pelo recurso Recado do mensageiro. O Recado é basicamente uma funcionalidade que deixa um texto de até 50 caracteres visível (por tempo limitado) na conversa individual e na página de perfil do usuário. É uma boa forma de avisar sobre sua ausência.

Para usar o recurso Recado no WhatsApp, entre nas configurações do mensageiro pelo celular (Android ou iOS), toque em cima do seu nome de usuário e vá em “Recado”. Depois, vale escrever um texto como “De férias”, colocar a duração da sua ausência (limite de até 30 dias) e salvar o Recado. Importante também entrar nos ajustes de privacidade e deixar o recado visível para “Todos”.

Durante o período estipulado, qualquer pessoa que abrir uma conversa individual com você verá um balãozinho com a mensagem de férias no WhatsApp. Logo, as pessoas não terão como afirmar que não sabiam da sua ausência, já que a mensagem será exibida no chat e na sua página de perfil.

Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp
Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Coloque uma foto de férias no perfil

Outra forma de avisar sobre suas férias é trocar a foto de perfil do WhatsApp para uma imagem que remeta a esse período de recesso. Para isso, basta acessar as configurações do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS) ou PC (WhatsApp Web ou WhatsApp Desktop), tocar em sua foto, selecionar “Editar” (pelo celular) ou “Mudar foto de perfil” (pelo PC), e carregar a imagem desejada.

Você pode baixar e usar uma foto de perfil de férias para WhatsApp achada na internet ou criar a sua própria arte. Mas é essencial que a imagem contenha “Férias” para deixar claro que você está no período de descanso e evitar de receber demandas do trabalho.

Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp
Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Informe sobre as férias pelo Status

Você também pode criar um Status de férias para WhatsApp para avisar seu contato que entrou de férias. O Status do WhatsApp funciona como um post de story do Instagram, com prazo de expiração de 24 horas, e que pode ter elementos como texto e figurinhas além da foto.

Para criar um Status de férias, vá na guia “Atualizações” do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS) ou PC (WhatsApp Web ou WhatsApp Desktop), selecione “Adicionar status”, e faça uma capture ou carregue uma foto. Vale também tocar no recurso “Aa” e adicionar texto, indicando o período de descanso e informações extras como número de telefone ou e-mail para as pessoas direcionarem as demandas.

Importante destacar dois pontos. O primeiro é que as pessoas só conseguem ver seu Status se elas estiverem salvas em sua agenda, e se elas também salvaram seu número como contato. E o segundo ponto é que o Status dura somente 24 horas antes de sumir automaticamente, logo, quem não visualizou o post não saberá que você está de férias.

Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp
Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Use a mensagem automática do WhatsApp Business

Por fim, você pode configurar uma mensagem automática de férias no WhatsApp Business. Mas vale ressaltar: a funcionalidade só está disponível para a versão Business do mensageiro, e não pode ser habilitada na versão padrão.

Para colocar mensagem de ausência no WhatsApp Business, entre no app do WA Business pelo celular (Android ou iOS), vá na guia “Ferramentas” e selecione “Mensagem de ausência”. Depois, ative a chave “Enviar mensagem de ausência”, escreva o texto desejado, configure “Enviar sempre” em “Horário”, e selecione “Enviar para todos” em “Destinatários”.

Ao fazer essa configuração, sua mensagem de férias no WhatsApp Business será enviada automaticamente quando uma pessoa te chamar no chat dentro do prazo estipulado. Contudo, seu celular precisará estar conectado à internet para que as mensagens sejam enviadas automaticamente.

Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business
Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para que serve o aviso de férias no WhatsApp?

O aviso de férias no WhatsApp serve para informar aos seus contatos do mensageiro que você está em período de descanso. Isso evita que pessoas te chamem para falar sobre questões profissionais enquanto você está de recesso.

E dependendo da forma escolhida para o aviso de férias no WhatsApp, clientes e colegas de trabalho não ficam sem resposta, e podem receber informações importantes sobre qual setor ou qual pessoa ficará responsável pelas demandas durante a sua ausência.

O que colocar na mensagem de férias do WhatsApp?

O conteúdo do aviso ou mensagem de férias para WhatsApp pode variar, dependendo da forma escolhida. Mas três pontos são essenciais para esse tipo de comunicado:

  • Destacar que está de férias: apesar de parecer algo óbvio, é importante destacar que o motivo da sua ausência é relacionado às suas férias para que terceiros entendam que você estará fora do trabalho por um tempo prolongado; na maioria das situações, um simples “férias” ou “de férias” pode explicar tudo.
  • Período de ausência: além de informar que está de férias, vale indicar até quando estará descansando ou a data de retorno.
  • Informações adicionais: por fim, vale adicionar contatos de colegas de trabalho ou de setores que vão cobrir suas demandas durante seu descanso, ou mesmo informar um contato adicional seu para casos urgentes — se necessário.

Mesmo que você vá avisar sobre suas férias por meio de uma foto de perfil, vale incluir essas informações na foto com algum editor de imagem.

Consigo tirar o aviso de férias do WhatsApp?

Sim, você pode remover o aviso de férias do WhatsApp independentemente do método adotado. No entanto, o processo vai variar de acordo com a forma escolhida.

  • Removendo o aviso de férias via Recado: entre nas configurações do WhatsApp, toque no seu nome, vá na seção “Recado” e selecione “Limpar”; outra maneira consiste em aguardar o prazo de duração estipulado durante a criação do Recado.
  • Tirando o aviso de férias via foto de perfil: vá nas configurações do WhatsApp, toque na sua foto de perfil, selecione “Editar” ou “Mudar foto de perfil”, e carregue uma nova imagem.
  • Excluindo o aviso de férias via Status: abra o seu post de Status, toque no menu de três pontos e escolha “Apagar”; outra maneira consiste em aguardar 24 horas após a publicação para que a postagem se expire automaticamente.
  • Removendo o aviso de férias via mensagem automática: acesse a guia “Ferramentas”, entre em “Mensagem de ausência”, e desmarque a chave “Enviar mensagem de ausência”.

Aviso de férias no WhatsApp: veja 4 formas de informar sua ausência

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Tecnologia na saúde: como a health technology impacta no avanço da medicina

18 de Dezembro de 2025, 17:43
Ilustração de tecnologia na saúde
Tecnologia na saúde se torna cada vez mais ampla à medida que a tecnologia como um todo se desenvolve (Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)

Tecnologia na saúde ou health technology engloba conhecimentos e técnicas que usam tecnologia, e que são aplicadas na área da saúde para resolver problemas do setor.

A tecnologia tem impacto direto na saúde, já que a busca por melhores condições de saúde e bem-estar segue como prioridade da humanidade. Cada nova descoberta tende a ser aplicada nas áreas médicas, seja de forma direta ou indireta.

Como resultado dessa relação, podemos observar o desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina, atendimentos à distância, dispositivos vestíveis com sensores de dados do corpo humano, bem como a aplicação de inteligência artificial em diagnósticos e tratamentos.

A seguir, entenda melhor o que é tecnologia na saúde, saiba como as áreas impactam umas nas outras, e confira os benefícios e riscos dessa relação.

O que é tecnologia na saúde?

Tecnologia na saúde ou health technology é o conjunto de conhecimentos, inovações tecnológicas e métodos voltados para o campo da medicina, em prol de solucionar questões da área e melhorar a saúde da população como um todo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a tecnologia na saúde como “a aplicação de conhecimento e habilidades organizadas na forma de dispositivos, medicamentos, vacinas, procedimentos e sistemas desenvolvidos para resolver um problema de saúde e melhorar a qualidade de vida”.

Como a tecnologia impacta a área da saúde

Os avanços tecnológicos estão diretamente ligados à área da saúde, já que a descoberta de novos conhecimentos e técnicas para prolongar a vida, combater doenças e melhorar as condições gerais de saúde da população sempre foi uma prioridade da humanidade. Trata-se de instinto de sobrevivência.

Para reforço dessa ideia, um artigo publicado pelo professor de economia da saúde João Yfantopoulos constatou como o avanço tecnológico — além de fatores socioeconômicos e médicos — contribuiu para o aumento da expectativa de vida humana: de aproximadamente 20 anos na Pré-História para cerca de 85 anos em 2023.

Essa importância da tecnologia na saúde é observada a partir de relações diretas ou indiretas.

Ilustração de uso de tecnologia em clínica
A aplicação de tecnologias foi essencial para o aumento da expectativa de vida humana (Imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)

Tratando-se de impactos diretos, há como citar métodos avançados para detecção de doenças e problemas relacionados à saúde, novas técnicas e máquinas para cirurgias com maior precisão, desenvolvimento de vacinas e medicamentos, redução de custos, aplicação de experimentos científicos, bem como o uso de dispositivos implantáveis — seja para substituir membros ou aumentar o potencial do corpo humano.

A tecnologia também impacta a saúde de forma indireta principalmente com medidas públicas, com novas formas para otimizar a infraestrutura de saneamento básico e descarte de resíduos, estudos sobre nutrição e alimentos, e métodos para preservação do meio ambiente. Todos esses aspectos também interferem na saúde e bem-estar da população.

Ilustração de máquina usada na medicina
A tecnologia impacta diretamente a área da saúde, de forma direta ou indireta (Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)

É difícil separar tecnologia e saúde, já que as áreas caminham juntas: cada novo conhecimento ou método descoberto tende a ser aplicado de alguma forma para melhorar a qualidade de vida humana. E essa relação também impacta e se origina da associação da tecnologia com outros campos, como o socioeconômico e de infraestrutura.

Quais são exemplos de health technologies?

Há diversos casos que ilustram como a tecnologia em saúde conseguiu otimizar processos da medicina e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Alguns exemplos de health technologies envolvem:

  • Interfaces cérebro-máquina: os avanços tecnológicos têm permitido o estudo e desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina, que são dispositivos implantáveis que estabelecem um canal de comunicação entre cérebro e máquinas externas.
  • Cirurgias automatizadas: a tecnologia aplicada na saúde habilitou a criação de robôs capazes de fazer cirurgias, ainda que com supervisão ou assistência humana.
  • Dispositivos vestíveis: aparelhos vestíveis (wearables) como smartwatches (relógios inteligentes), anéis inteligentes e pulseiras com sensores passaram a auxiliar no monitoramento de dados de saúde dos usuários.
  • Máquinas avançadas: máquinas voltadas para diagnósticos, monitoramento e tratamento se tornaram cada vez mais precisas e modernas, devido ao avanço tecnológico.
  • Atendimento à distância: o avanço das tecnologias para otimização das formas de comunicação deu espaço para a telemedicina, permitindo que certas consultas médicas sejam realizadas à distância.
  • Ferramentas de gestão: softwares que auxiliam no gerenciamento e gestão de dados médicos também têm sido aprimorados com a descoberta de novas tecnologias.
  • Assistência de IA: a inteligência artificial tem sido aplicada na saúde para atendimentos e triagens, diagnósticos, tratamentos ou pesquisas científicas.
  • Softwares ligados à saúde: aplicações de exercícios físicos, meditação e monitoramento do sono também são exemplos de health technologies, já que focam em melhorar a saúde e bem-estar dos usuários.
  • Healthtechs: startups que utilizam tecnologia para solucionar problemas da saúde são ótimos exemplos de health technologies.
  • Partes do corpo robóticas: a partir da robótica, partes do corpo implantáveis se tornaram soluções para determinados pacientes.
  • Softwares de controle digital: recursos como o Tempo de Uso do iOS ajudam a gerenciar e limitar o uso de aparelhos eletrônicos, em prol de mitigar o vício digital e problemas relacionados.
  • Tecnologias para telas: películas físicas ou softwares podem explorar o filtro de luz azul de dispositivos eletrônicos para reduzir a luz emitida pelas telas, que impacta no sono e descanso.
Ilustração de braço robótico
Próteses robóticas são exemplos de health technologies (Imagem: cottonbro studio/Pexels)

Quais são os benefícios da tecnologia na saúde?

A aplicação de tecnologia na saúde ajuda no desenvolvimento do setor como um todo. E dentre os benefícios da relação conjunta entre as áreas, estão:

  • Otimizações de diagnósticos e tratamentos: softwares atualizados, máquinas mais potentes e avanços na descobertas permitiram que a medicina consiga identificar e diagnosticar doenças mais assertivamente.
  • Mais acessibilidade para consultas médicas: as videoconferências e formas de atendimento digital deram espaço para consultas à distância, sem que o paciente tenha que se deslocar fisicamente para hospitais e clínicas.
  • Novas formas e dispositivos de monitoramento: o desenvolvimento de softwares e hardwares com sensores de dados médicos aprimoram o acompanhamento de informações de saúde do paciente.
  • Mais avanços em pesquisas científicas: o avanço de tecnologias e conhecimento permite que as áreas de saúde e ciência façam novas pesquisas científicas, e descubram novas soluções para o setor.
  • Desenvolvimento da área como um todo: a aplicação de tecnologia na área da saúde melhora os serviços de tecnologia do setor, fomenta a criação e desenvolvimento de novas empresas (como a Neuralink, de Elon Musk) e promove a área como um todo.

Quais são os riscos da tecnologia na saúde?

A tecnologia na saúde também traz riscos de uso, já que tratar da vida humana é algo delicado. Alguns dos principais desafios dessa relação incluem:

  • Falhas e erros tecnológicos: deve-se lembrar que softwares, hardwares, entre outros elementos tecnológicos também são suscetíveis a erros, mesmo que melhorem processos manuais.
  • Problemas de acessibilidade: sistemas e tratamentos de saúde mais avançados tendem a usar tecnologia de ponta, e podem ser acessíveis somente a uma parcela mais rica da população.
  • Tratamento de dados: como a gestão de dados dos pacientes tornou-se amplamente digital, há riscos de que ataques cibernéticos ou vazamentos exponham informações sensíveis das pessoas.
  • Tecnologia como “muleta”: o uso excessivo de sistemas tecnológicos pode causar dependência digital em processos que podem ser mais assertivos por meio do intelecto ou trabalho humano.

Quais são as tendências tecnológicas para a saúde?

A inteligência artificial (IA) é uma das principais tendências tecnológicas para a área da saúde. Aliada a modelos de machine learning, a IA tem sido amplamente usada para previsões, diagnósticos e mapeamentos de doenças, além de auxiliar no atendimento a pacientes.

Outra grande aposta envolve as interfaces cérebro-máquina, que traduzem sinais neurais em dados. Diversas empresas do setor têm desenvolvido suas próprias interfaces implantáveis em busca de ajudar pessoas com problemas motores ou lesões e doenças neurológicas.

Os atendimentos à distância também se tornaram populares, especialmente após a pandemia de Covid-19 iniciada em 2020. Enquanto isso, o setor de robótica tem desenvolvido próteses ou máquinas que conseguem operar dentro de clínicas, seja na produção de medicamentos ou na execução de cirurgias.

Dispositivos vestíveis também seguem como tendências tecnológicas de saúde, já que estão cada vez mais portáteis e com sensores melhores. Até mesmo a realidade virtual (RV) e aumentada (RA) podem auxiliar na análise de gêmeos digitais de seres humanos.

E não menos importante, a segurança cibernética segue — e seguirá — nos holofotes, à medida que dados, análises e processos se tornaram quase que 100% digitalizados. Com isso, cresce a responsabilidade de proteger essas informações contra ataques cibernéticos e vazamentos.

Tecnologia na saúde: como a health technology impacta no avanço da medicina

(Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)

(Imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)

(Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)

(Imagem: cottonbro studio/Pexels)

O que é o Copilot? Saiba como usar a IA generativa da Microsoft

11 de Dezembro de 2025, 17:20
Ilustração do app do Microsoft Pilot no celular
(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Microsoft Copilot é um assistente de inteligência artificial generativa (IA gen) com capacidade para criar novos conteúdos do zero, fazer buscas e automatizar tarefas.

O funcionamento do Copilot é similar ao de outros assistentes de IA generativa: basta inserir prompts de entrada no campo de chat e aguardar pelo retorno da busca ou criação. O diferencial se dá no modo “Work” do Microsoft 365 Copilot, que permite ações integradas a aplicações como Word, Excel e PowerPoint.

Você pode usar o Copilot para tirar dúvidas, criar textos, imagens ou áudios do zero, automatizar cargas de trabalho, organizar sua rotina profissional ou obter sugestões baseadas em análises da ferramenta.

A seguir, entenda melhor o que é o Microsoft Copilot, saiba como usar a ferramenta, e confira vantagens e desvantagens de uso.

O que é o Copilot?

O Copilot é um assistente de conversação baseado em inteligência artificial generativa (IA generativa), com capacidade para criar novos conteúdos (em texto, imagem ou áudio) e otimizar tarefas. Trata-se de uma ferramenta similar às de concorrentes como ChatGPT e Google Gemini.

O que significa Copilot?

O nome “Copilot” significa “copiloto” em tradução livre. Embora a Microsoft não tenha se pronunciado sobre a origem da nomenclatura, é possível associar o nome à função profissional dos auxiliares de aeronaves. Nessa analogia, a ferramenta de IA funciona como um braço direito do piloto — que no caso é o usuário.

Quem criou o Copilot?

O Microsoft Copilot foi criado a partir de um desenvolvimento colaborativo entre Microsoft e OpenAI. No caso, a OpenAI forneceu (e ainda fornece) modelos de IA para alimentar o Copilot da Microsoft, mas a aplicação é um produto proprietário da dona do Windows.

Vale destacar que também existe o produto GitHub Copilot, que é uma aplicação proprietária do GitHub desenvolvida em parceria com a OpenAI. No entanto, o Copilot geralmente é associado ao produto da Microsoft por questões de popularidade e adesão.

Para que serve o Microsoft Copilot?

O Microsoft Copilot tem duas funções principais: criar novos conteúdos e aumentar a produtividade. Sobre o primeiro ponto, você pode usar a ferramenta inteligência artificial da Microsoft para criar textos, imagens, vídeos e áudios, com base em instruções e prompts de entrada.

Já o aumento de produtividade do Copilot se dá por meio da automatização de processos e análises de dados, que tornam as tarefas muito mais velozes em comparação às mesmas demandas feitas de forma manual.

Como usar o Microsoft Copilot

Você pode usar o Microsoft Copilot de diferentes formas, já que a ferramenta pode ser acessada em plataformas distintas e de maneiras variadas. Confira abaixo como acessar e usar a ferramenta de IA da Microsoft.

Microsoft Copilot para PC

O Microsoft Copilot já vem instalado de fábrica em computadores mais recentes com Windows 11, e também foi disponibilizado em atualizações para o Windows 10. Mas você pode baixar manualmente o Copilot para Windows (via Microsoft Store) ou para macOS (via App Store).

No chat da aplicação, insira os prompts de entrada com instruções e aguarde pelos resultados. Os ícones próximos ao chat permitem compartilhamentos de arquivos ou da tela para refinar a busca, bem como o acionamento do comando de voz para as pesquisas.

Interface do app Microsoft Copilot para PC
Interface do app Microsoft Copilot para PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Microsoft Copilot para dispositivos móveis

A versão do Copilot para dispositivos móveis (disponível na Play Store para Android e na App Store para iOS) segue o mesmo funcionamento da versão para desktop: você deve adicionar instruções de busca ou para criação de novos conteúdos no campo de chat, e aguardar pelo retorno da ferramenta.

O app móvel traz ainda abas extras para descoberta de tópicos e temas, além de um espaço para armazenar imagens e criações feitas com o Microsoft Copilot.

App do Microsoft Copilot para dispositivos móveis
Interface do app Microsoft Copilot para dispositivos móveis (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Microsoft 365 Copilot

Para usar o Microsoft 365 Copilot, você deve ter uma licença do Microsoft 365 elegível. Então, você poderá usar a ferramenta de três maneiras: por meio do aplicativo Microsoft 365 Copilot (para Windows, Mac, Android ou iOS), pela versão web do Microsoft 365 Copilot ou diretamente pelos aplicativos do Microsoft 365.

Na versão app ou web do Microsoft 365 Copilot, você poderá alternar entre os modos “Work” ou “Web”, localizados no topo da tela. O modo “Web” funciona como um chat para criação de novos conteúdos e pesquisas na web em tempo real, enquanto o modo “Work” permite ações em documentos, planilhas, e-mails e aplicações do Microsoft 365 (como Word e Excel).

Interface do app Microsoft 365 Copilot
Interface do app Microsoft 365 Copilot (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Você também pode usar o Copilot dentro de aplicações como Word ou Excel: ao abrir uma das ferramentas do Microsoft 365, você verá um ícone “Copilot” no canto superior direito. Ao clicar no ícone, você terá acesso a diversos recursos específicos para a ferramenta de produtividade aberta.

Ilustração do ícone "Copilot" no Microsoft Excel
Ilustração do ícone “Copilot” no Microsoft Excel (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Microsoft Copilot no navegador

Para usar a versão web do Microsoft Copilot, basta acessar a página copilot.microsoft.com pelo navegador de sua preferência. Você então poderá inserir prompts de entrada no campo de chat para criar novas conteúdos, e deverá aguardar pelos resultados da ferramenta.

Na barra lateral, você pode acessar guias para descoberta de novos conteúdos em texto ou imagem, entrar na sua biblioteca para salvar ou visualizar conteúdos criados, e ainda experimentar recursos do Copilot Labs.

Interface da versão web do Microsoft Copilot
Interface da versão web do Microsoft Copilot (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Microsoft Copilot no Microsoft Edge

Para usar o Copilot integrado ao Microsoft Edge, basta abrir o navegador e clicar no ícone do Copilot localizado no canto superior direito da tela. Você então poderá digitar o prompt de comando desejado no campo de chat, além de conseguir enviar fotos e capturas de tela, e adicionar guias de navegação.

Importante mencionar que você pode usar o Copilot no Microsoft Edge normalmente enquanto navega na internet, já que o chat será fixado à direita do browser para não atrapalhar a visualização dos conteúdos.

Interface do Copilot integrado ao Microsoft Edge
Interface do Copilot integrado ao Microsoft Edge (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que dá pra fazer no Copilot?

O Copilot da Microsoft apresenta diversas capacidades, principalmente voltadas para otimização de cargas de trabalho. Dentre as principais ações que você pode fazer com a ferramenta, estão:

  • Criação de novos conteúdos: você pode usar o Copilot para criar textos, imagens, vídeos e áudios do zero, incluindo redação de e-mails e produção de apresentações.
  • Aumento de produtividade: a versão integrada a ferramentas de produtividade do Microsoft 365 é capaz de facilitar tarefas profissionais em aplicações como Word, Excel e PowerPoint.
  • Automatização de tarefas: o Copilot tem capacidade para automatizar tarefas repetitivas e cargas de trabalho, o que torna os processos mais ágeis.
  • Análise de dados: a ferramenta é capaz de analisar dados de gráficos e tabelas, de modo a auxiliar nas tomadas de decisão.
  • Geração de sugestões: o Copilot fornece análises preditivas, insights e recomendações assistidas por IA para otimizar processos e cargas de trabalho.
  • Otimização de processos: a integração com Outlook e Teams facilita o gerenciamento de projetos em prol de uma rotina mais organizada.

Preciso pagar para usar o Copilot?

Não necessariamente. Você pode usar o Copilot gratuitamente pelo site copilot.microsoft.com, pela versão de aplicativo (Windows, macOS, Android ou iOS) ou pela versão integrada ao navegador Microsoft Edge. Todas essas versões gratuitas têm limitações de uso.

No entanto, a versão do Copilot aprimorada e com integração a aplicações do pacote Office exige uma assinatura paga do Microsoft 365, seja em modalidades domésticas ou empresariais. E vale destacar que o Microsoft 365 Copilot tem funcionalidades superiores às das versões gratuitas.

Quais são as vantagens do Copilot?

O Copilot AI apresenta diversas vantagens de uso. E os principais benefícios da ferramenta de IA da Microsoft incluem:

  • Aumento de produtividade: a aplicação pode otimizar a produtividade ao automatizar processos e cargas de trabalho.
  • Potencial multiuso: apesar de ser indicado para tarefas profissionais e acadêmicas, o Microsoft Copilot também serve como um assistente de IA para usos domésticos.
  • Integração a apps da Microsoft: o Copilot tem compatibilidade com aplicações de produtividade da empresa Microsoft, a exemplo de Word, Excel e Teams.
  • Capacidade colaborativa: a ferramenta demonstra boa performance ao lidar em tarefas colaborativas, com várias pessoas acessando ou editando um mesmo arquivo.
  • Diferentes formas de acesso: é possível acessar o Microsoft Copilot em PCs com sistema operacional Windows ou macOS, via app de dispositivos móveis (Android ou iPhone), pelo site próprio da ferramenta ou por meio do Microsoft Edge.

Quais são as desvantagens do Copilot?

O Copilot da Microsoft também apresenta desvantagens de uso, incluindo:

  • Versão completa tem custo: apesar do Copilot ter modalidades gratuitas, a versão com maior capacidade e integração a aplicações do Microsoft 365 exige licenças pagas de uso.
  • Riscos de exposição de dados: o uso voltado para fins profissionais e acadêmicos pode expor conteúdos sensíveis e levantar problemas sobre privacidade de dados, especialmente envolvendo documentos empresariais.
  • Limitações offline: poucas ferramentas do Microsoft Copilot podem funcionar no modo offline, já que a aplicação precisa se conectar a servidores e serviços de nuvem.
  • Risco de dependência operacional: o uso excessivo do Copilot pode impactar no pensamento crítico e causar dependência operacional da ferramenta.

Qual é a diferença entre Microsoft Copilot e Microsoft 365 Copilot?

O Microsoft Copilot é uma ferramenta de IA generativa com capacidade de gerar novos conteúdos. A aplicação pode ser aplicada em diferentes áreas, e é mais indicada para contas pessoas pessoais — segundo a própria Microsoft.

Já o Microsoft 365 Copilot é uma aplicação baseada em IA voltada para profissionais, docentes e estudantes, cuja utilização depende de uma licença para essas categorias. A ferramenta também é mais indicada para produtividade, já que pode atuar de maneira integrada com Word, Excel, One Note, entre outros serviços do Microsoft 365.

Qual é a diferença entre Microsoft Copilot e ChatGPT?

O Microsoft Copilot é uma ferramenta de inteligência artificial da Microsoft. Seu uso é mais indicado para tarefas profissionais e acadêmicas, muito em função da integração com produtos do Microsoft 365, que é um dos seus principais diferenciais.

Já o ChatGPT é uma ferramenta de inteligência artificial generativa da OpenAI. A aplicação pode ser usada para usos domésticos ou profissionais, mas geralmente é caracterizada como um assistente geral. Além disso, a ferramenta não tem compatibilidade nativa com os apps de produtividade da Microsoft.

Qual é a diferença entre Microsoft Copilot e Google Gemini?

O Copilot da Microsoft é uma aplicação de IA generativa que usa modelos licenciados da OpenAI. A ferramenta se destaca pelo uso profissional e pela compatibilidade com apps Microsoft 365, como Word, Excel, PowerPoint, entre outros.

Já o Google Gemini é uma ferramenta de IA generativa do Google, baseado em modelos de inteligência artificial desenvolvidos pela própria big tech. A aplicação também é compatível com ferramentas de produtividade, mas do ecossistema Google (Google Docs, Planilhas, Apresentações, entre outras).

O que é o Copilot? Saiba como usar a IA generativa da Microsoft

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface do app Microsoft Copilot para PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface do app Microsoft Copilot para dispositivos móveis (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface do app Microsoft 365 Copilot (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Ilustração do ícone "Copilot" no Microsoft Excel (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Interface da versão web do Microsoft Copilot (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface do Copilot integrado ao Microsoft Edge (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que é YouTube? Conheça a história da plataforma de vídeos do Google

4 de Dezembro de 2025, 12:55
Ilustração do YouTube
YouTube possui um vasto catálogo por ser a maior plataforma de vídeos do mundo (Imagem: Lorenzi/Unsplash)

O YouTube é uma rede social considerada a maior plataforma de vídeos do mundo, que oferece serviços de hospedagem e reprodução de vídeos on-demand. O serviço é controlado pelo Google desde 2006, quando a big tech adquiriu a plataforma de vídeos por US$ 1,6 bilhão.

O funcionamento do YouTube é similar ao do buscador Google, mas a pesquisa retorna resultados em vídeo ao invés de texto. Qualquer usuário pode se tornar um criador de conteúdo ao carregar um vídeo em seu canal. Assim, os conteúdos são adicionados ao vasto catálogo da plataforma e podem ser visualizados por outros usuários.

Dentre os diferenciais do YouTube estão a compatibilidade com múltiplos dispositivos, assinatura paga (YouTube Premium) para recursos adicionais, facilidade de uso e diversas formas de monetização para criadores de conteúdo.

A seguir, entenda melhor o que é o YouTube, confira a história da plataforma, e veja vantagens e desvantagens do serviço.

O que é YouTube?

YouTube é uma rede social digital gratuita, considerada a maior plataforma de streaming de vídeo do mundo. Apesar do serviço ter como foco a descoberta, reprodução e compartilhamento de vídeos, o YouTube também funciona como rede social ao disponibilizar diversos recursos de interação, a exemplo de chats ao vivo, comentários e postagens de texto e fotos.

O que significa YouTube?

YouTube é uma junção das palavras “you” e “tube”, que podem ser traduzidas como “você” e “TV”, respectivamente. A combinação das palavras ilustra a plataforma criada para que qualquer um seja o seu próprio canal televisivo, a partir de uploads de conteúdos próprios.

O antigo slogan “Broadcast yourself” (“Transmita-se a si mesmo”, em tradução livre) também reforçava essa ideia de estimular a criação de conteúdos originais pelos próprios usuários da plataforma.

Quem criou o YouTube?

O YouTube foi fundado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Hurley estudou design na Indiana University of Pennsylvania, e é o único do trio que nasceu nos EUA. Já o taiwanês Chen e o alemão Karim cursaram ciência da computação na University of Illinois at Urbana-Champaign.

Os três criadores do YouTube se conheceram quando trabalhavam no PayPal, uma multinacional especializada em pagamentos online. Em 2002, o PayPal foi adquirido pela eBay por US$ 1,5 bilhão, resultando em uma debandada de diversos funcionários.

Dentre eles estavam Hurley, Chen e Karim, que deixaram o PayPal com a ideia de criar sua própria startup — que mais tarde se tornaria o YouTube.

Imagem dos cofundadores do YouTube
Da esquerda para a direita: Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim (Imagem: Wikimedia Commons sob licença CC BY-SA 3.0)

Quem é o dono do YouTube?

O Google é dono do YouTube desde 2006, quando comprou a plataforma de vídeos por US$ 1,65 bilhão em ações. Com a aquisição bilionária, a big tech assumiu o comando do YouTube no lugar de Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que mantiveram o status de cofundadores do negócio.

Em uma ótica mais ampla, é possível afirmar que a Alphabet também é dona do YouTube, já que a holding é considerada a “empresa-mãe” do Google. Mas o Google é conhecido como o verdadeiro dono do YouTube por ter adquirido a empresa e pelo controle direto sobre a plataforma de vídeos.

Quando o YouTube foi criado?

A fundação do YouTube ocorreu em fevereiro de 2005, mas a estreia oficial da plataforma só veio a acontecer em dezembro de 2005. Confira abaixo a série de eventos da criação da marca ao lançamento da plataforma:

  • Fevereiro de 2005: registro da marca, logo e domínio do YouTube.
  • Abril de 2005: primeiro vídeo carregado no YouTube (em versão beta).
  • Novembro de 2005: Sequoia Capital conclui investimento de US$ 3,5 milhões em rodada de financiamento série A do YouTube.
  • Dezembro de 2005: lançamento oficial do YouTube em versão pública.

Vale destacar que o primeiro vídeo carregado do YouTube ainda está disponível, e mostra o cofundador Jawed Karim em um zoológico falando sobre elefantes.

Para que serve o YouTube?

A principal função do YouTube consiste na hospedagem de vídeos, permitindo que usuários consigam publicar, encontrar e compartilhar vídeos alocados na plataforma. O serviço também oferece a função de transmissões ao vivo, amplamente usada por criadores de conteúdo, empresas e emissoras.

Importante destacar que o YouTube também funciona como uma rede social, já que os donos dos canais podem interagir com seus respectivos públicos (e vice-versa) por meio do chat, comentários e comunidades nichadas.

Como funciona o YouTube?

O YouTube tem um funcionamento parecido com o Google: você pesquisa pelo conteúdo por meio do campo de busca e obtém diversos resultados do tema pesquisado. Mas ao invés dos resultados serem em texto como no buscador, a página retorna com vídeos para que você explore os conteúdos assistindo às mídias.

Assim como em outras redes sociais, o YouTube tem um algoritmo adaptável que sugere novos conteúdos com base nos vídeos assistidos. Como exemplo, se você consumir diversos vídeos de culinária, o serviço vai entender que esse tema é relevante para você e lotará a sua home com vários conteúdos de cozinha. Quanto mais assistir, mais o algoritmo do YouTube vai refinar as sugestões.

Interface do YouTube
Interface do YouTube (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Mas apesar de ser uma plataforma para buscar e encontrar novos vídeos, o YouTube também é um tipo de rede social. A plataforma não suporta mensagens privadas, mas oferece recursos de interação como comentários, curtidas, inscrições, chats ao vivo durante lives, playlist colaborativa e comunidades.

Um ponto interessante é que qualquer usuário pode se tornar um criador de conteúdo ao carregar vídeos em seu canal, sem a necessidade de conta específica ou planos pagos. Dessa forma, a plataforma conecta telespectadores e criadores de conteúdo em um único ambiente para promoção de conteúdos originais.

Quais são os principais recursos do YouTube?

O YouTube é uma rede social que conta com diversos recursos, incluindo:

  • Acesso multiplataforma: é possível acessar o YouTube via PC, smartphones, consoles de videogame, smart TVs, relógios inteligentes, entre outros aparelhos compatíveis com o serviço.
  • Busca por conteúdos em vídeo: você pode usar a lupa para procurar conteúdos com base na sua busca.
  • Sugestões de vídeo: os vídeos recomendados do YouTube são sugeridos pelo algoritmo da plataforma, e são baseados nos seus conteúdos consumidos.
  • Comunidades de canais: canais podem criar comunidades para postar texto, fotos, enquetes, entre outros conteúdos para seus respectivos públicos; membros pagos do canal têm direito a conteúdos exclusivos.
  • Envio de vídeos: qualquer usuário pode enviar vídeos para seu próprio canal, incluindo vídeos longos ou vídeos curtos em orientação vertical (YouTube Shorts).
  • YouTube Studio: a ferramenta YouTube Studio permite que você monitore e gerencie o seu canal, e oferece recursos para visualização de métricas e ganhos monetários, além de funcionalidades para administração dos vídeos publicados.
  • Transmissões ao vivo: o YouTube permite transmissões ao vivo na plataforma, para que você grave e interaja com seu público em tempo real.
  • Recursos de interação: você pode interagir com criadores de conteúdos e outros telespectadores por meio dos comentários, curtidas, chat ao vivo em lives, inscrições em canais e compartilhamento de conteúdos.
  • Aluguel ou compra de conteúdos: o serviço oferece função para compra ou aluguel de alguns conteúdos, a exemplo de filmes e documentários.
  • Ferramentas do reprodutor de vídeo: o player de vídeo do YouTube tem recursos para avançar entre capítulos, ajuste de legendas, velocidade da reprodução e qualidade do vídeo, e ativação do modo teatro.
  • Opções de monetização: você pode ganhar dinheiro no YouTube por meio da monetização de vídeos, desde que atenda aos requisitos e não infrinja direitos autorais de terceiros.
  • YouTube Premium: a assinatura paga do YouTube oferece recursos exclusivos, como diminuição ou eliminação dos anúncios, modo de reprodução em segundo plano em smartphones e download de vídeos para reprodução offline na plataforma.
  • YouTube Kids: o YouTube conta com o app à parte YouTube Kids, destinado a crianças de até 13 anos de idade.
  • Experiência supervisionada: pais e responsáveis podem supervisionar as atividades de crianças e adolescentes no YouTube.
  • Transmissão em outros aparelhos: o YouTube oferece uma opção rápida de screen sharing, que pode reproduzir o vídeo tocado em um smartphone em smart TVs e monitores.

Qual é a diferença entre YouTube e YouTube Premium?

YouTube é a versão gratuita de uso da plataforma de vídeos, com ou sem login de uma conta Google. Essa modalidade inclui anúncios antes, durante e após a reprodução dos vídeos, não permite download dos vídeos para visualização offline, e não conta com o recurso para reprodução em segundo plano nos smartphones.

Já YouTube Premium é um plano de assinatura que dá benefícios extras aos usuários, como redução ou eliminação completa das propagandas, modo de reprodução em segundo plano nos celulares, opção de baixar vídeos para reprodução offline no app do YouTube, além da assinatura premium do YouTube Music.

Alguns benefícios podem variar de acordo com o tipo de inscrição (Premium ou Premium Lite). E é possível aderir ao YouTube Premium nos pacotes individual, família ou estudante.

Quais são as vantagens do YouTube?

O YouTube oferece diversas vantagens de uso e recursos por ser a maior plataforma de vídeos do mundo. Dentre os principais benefícios do serviço, estão:

  • Uso gratuito: o YouTube é uma rede social gratuita, que pode ser usada mesmo sem login de uma conta.
  • Facilidade de uso: a interface simples e intuitiva permite que qualquer usuário consiga utilizar a plataforma sem grandes problemas.
  • Serviço multiplataforma: o YouTube é compatível com diversos aparelhos, incluindo PCs, smartphones, tablets, consoles de videogame, smart TVs, entre outros dispositivos.
  • Biblioteca de conteúdos ampla: o YouTube é a maior plataforma de vídeos do mundo, e por isso conta com um catálogo extremamente amplo de conteúdos.
  • Recursos de monetização: criadores podem obter renda no YouTube de diversas formas, incluindo o programa de anúncios, super chat, doações, afiliações e programa para membros.
Ilustração de YouTube no tablet
Compatibilidade multiplataforma é um dos grandes diferenciais do YouTube (Imagem: CardMapr.nl/Unsplash)

Quais são as desvantagens do YouTube?

A plataforma do YouTube também apresenta algumas desvantagens, incluindo:

  • Anúncios em excesso: o uso gratuito do YouTube inclui anúncios antes, durante e após os vídeos, e mesmo a assinatura YouTube Premium Lite não elimina as propagandas em todos os vídeos.
  • Falhas na filtragem de conteúdos: a filtragem não impede que trechos inapropriados apareçam em alguns vídeos, o que pode ser nocivo para crianças e adolescentes.
  • Problemas relacionados a direitos autorais: apesar do sistema Content ID que bloqueia conteúdos protegidos por direitos autorais, há diversos vídeos reproduzindo conteúdos de terceiros sem a devida autorização.
  • Regras rígidas para criadores: existem casos de criadores de conteúdo que tiveram seus canais derrubados sem infração de nenhuma política, e há relatos de que a comunicação com o suporte do YouTube para a resolução desses casos é complicada e ineficiente.
Ilustração de ads no YouTube
Anúncios em excesso são uma das principais críticas ao YouTube (Imagem: Divulgação/YouTube)

Qual é a diferença entre YouTube e TikTok?

O YouTube é uma rede social focada em vídeos longos (de até 12 horas), mas que também oferece recursos para conteúdos verticais de até três minutos (Shorts). O serviço inclui loja, transmissões ao vivo, recursos de engajamento e formas de monetização, mas seu foco em vídeos longos o torna uma opção melhor para documentários, filmes e transmissões televisivas ininterruptas.

Já o TikTok é rede social com foco em vídeos curtos e conteúdo viral, embora também aceite vídeos mais longos de até uma hora. Por ser uma plataforma voltada para smartphones, a maioria dos vídeos alocados são na vertical (9:16). O TikTok também inclui loja, opções de monetização e engajamento, e suporte a transmissões ao vivo, mas o serviço foca em um público-alvo mais jovem.

Qual é a diferença entre YouTube e Facebook Watch?

O YouTube é uma rede social independente de vídeos, com seu próprio site e aplicativo. O serviço oferece compatibilidade com diversos dispositivos, incluindo smartphones, smart TVs, PCs, relógios inteligentes, entre outros aparelhos.

Já o Facebook Watch é uma plataforma de vídeos on-demand integrada ao Facebook, sem site ou aplicativo próprio. E por ser um serviço atrelado à rede social da Meta, o Facebook Watch tem acesso limitado a dispositivos que podem entrar no Facebook, como smartphones e computadores.

O YouTube é seguro para crianças?

Não totalmente. O YouTube até oferece opções personalizadas para diferentes faixas etárias, incluindo um app personalizado para crianças até 12 anos (YouTube Kids) e experiências supervisionadas na plataforma principal para jovens entre 13 a 17 anos. No entanto, esses recursos não estão imunes a falhas na filtragem de conteúdos.

Há diversos relatos de cenas inapropriadas — incluindo conteúdos violentos, sexuais ou de terror — que foram incorporadas em vídeos destinados a menores de idade. E mesmo vídeos com faixa etária livre podem conter temas ou trechos restritos ao público adulto.

O que é YouTube? Conheça a história da plataforma de vídeos do Google

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O YouTube é uma rede social com a função de facilitar a descoberta, reprodução e compartilhamento de conteúdos em vídeo

YouTube possui um vasto catálogo por ser a maior plataforma de vídeos do mundo (Imagem: Lorenzi/Unsplash)

(Imagem: Wikimedia Commons sob licença CC BY-SA 3.0)

Interface do YouTube (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: CardMapr.nl/Unsplash)

Black Friday: Galaxy Tab S10 FE Plus tem 58% OFF em até 12x sem juros

28 de Novembro de 2025, 17:56

Oferta encerrada 🙁
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O Galaxy Tab S10 FE Plus (128 GB) está com uma oferta imperdível de Black Friday, custando R$ 2.229 em até 12x sem juros com o cupom AEBRBF13 na loja do Magalu dentro do AliExpress. Com a promoção, o tablet que vem com 8 GB de RAM e S Pen está custando 57% a menos do que o preço de lançamento de R$ 5.299,99.

Galaxy Tab S10 FE Plus tem 8 GB de RAM e bateria duradoura

O Galaxy Tab S10 FE Plus traz acabamento em alumínio e bordas arredondadas, medindo apenas 6 mm de espessura. O dispositivo também conta com a certificação IP68, podendo ser imerso em água doce a uma profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos.

A frontal do tablet apresenta uma tela IPS LCD de 13,1 polegadas, com resolução de 2.880 x 1.800 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. Essas especificações garantem fluidez nas reproduções, imagens nítidas, além de um display robusto para quem gosta de uma visão ampla.

Galaxy Tab S10 FE Plus inclui caneta S Pen que permite circular objetos na tela
Design do Galaxy Tab S10 FE Plus (imagem: Divulgação)

O dispositivo é alimentado pelo processador Exynos 1580, que entrega desempenho equilibrado para tarefas cotidianas e também consegue lidar com apps de produtividade e jogos. O modelo em promoção combina 8 GB de RAM para processamento multitarefas e 128 GB de armazenamento para alocação de mídias, apps e arquivos.

Tratando-se das câmeras, o Galaxy Tab S10 FE Plus apresenta uma lente de 13 MP na traseira e uma lente ultra-angular de 12 MP para a câmera de selfie. Ambas as lentes conseguem gravar em até 4K a 30 fps, e lidam bem para videoconferências de estudo ou trabalho.

Um dos grandes destaques do tablet é a bateria de 10.090 mAh, que promete autonomia de até 21 horas na reprodução de vídeos. A bateria suporta carregamento de até 45 W, mas a Samsung envia somente um adaptador de 15 W na caixa do produto. Ao menos o tablet vem com capa protetora e S Pen inclusas no pacote.

Galaxy Tab S10 FE Plus
Tela de 13,” do Galaxy Tab S10 FE Plus (Imagem: Divulgação/Samsung)

Vale destacar que o Galaxy Tab S10 FE Plus vem com conexão 5G, Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e compatibilidade com o Galaxy AI, mas não é compatível com a tecnologia NFC. E a Samsung garante suporte para atualizações do sistema operacional Android até 2032.

Recapitulando: o Galaxy Tab S10 FE Plus com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento está saindo por R$ 2.229 em até 12x sem juros com o cupom AEBRBF13 na loja do Magalu dentro do AliExpress.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece nessa sexta-feira, 28 de novembro, conforme a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black Friday: Galaxy Tab S10 FE Plus tem 58% OFF em até 12x sem juros

Galaxy Tab S10 FE Plus (imagem: Divulgação)

Tela de 13," do Galaxy Tab S10 FE Plus (Imagem: Divulgação/Samsung)

Oferta relâmpago: Galaxy S24 FE (256 GB) com 55% OFF na Black Friday 2025

28 de Novembro de 2025, 11:15
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O Samsung Galaxy S24 FE com 256 GB de armazenamento está em promoção de Black Friday no Mercado Livre, custando R$ 2.474,10 no Pix com o cupom SOHOJE. Compatível com o Galaxy AI e alimentado pelo chip Exynos 2400e, o smartphone está custando 55% a menos que o preço de lançamento, de R$ 5.499.

Galaxy S24 FE (256 GB) tem tela AMOLED de 6,7″ e grava em até 8K

Lançado em setembro de 2024, o Samsung Galaxy S24 FE traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ com resolução de 1080 x 2340 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O display também abriga uma câmera de selfie grande-angular de 10 MP, que grava vídeos até 4K a 60 fps.

Essas especificações garantem boa fluidez das imagens em jogos e vídeos, enquanto o vidro Gorilla Glass Victus+ reforça a proteção frontal do aparelho. Por falar em proteção, o smartphone tem a classificação IP68 contra água e poeira, podendo ser imerso em água doce a uma profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos.

Galaxy S24 FE e sua caixa
Samsung comercializa Galaxy S24 FE em versões de 256 GB e 512GB (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Já a traseira do celular abriga um sistema de câmera tripla: uma lente grande-angular de 50 MP, uma teleobjetiva de 8 MP e uma ultra-angular de 12 MP. O trio de lentes tem capacidade para boas capturas, incluindo gravações de até 8K a 30 fps. A tecnologia Super HDR também consegue aprimorar as cores e o brilho das cenas.

O Galaxy S24 FE vem com o chip Exynos 2400e, com CPU de 10 núcleos, GPU Xclipse 940 e NPU AI Engine. Aliado aos 8 GB de RAM, o smartphone consegue lidar com tarefas do dia a dia e até jogos. O modelo em promoção traz 256 GB de armazenamento para salvar mídias, arquivos, entre outros dados.

A bateria do smartphone de 4.700 mAh promete reprodução de vídeo por até 28 horas e suporta carregamento de até 25 W. O smartphone conta ainda com 5G, tecnologia NFC para pagamentos por aproximação, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3, além de compatibilidade com o Galaxy AI para automatizações de tarefas.

Traseira do Galaxy S24 FE evidenciando o conjunto triplo de câmeras
Galaxy S24 FE tem três câmeras traseiras (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Vale lembrar que o Galaxy S24 FE na cor cinza-escuro está com desconto de 55%, saindo por R$ 2.474,10 no Pix com cupom SOHOJE no Mercado Livre.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece nessa sexta-feira, 28 de novembro, conforme a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Oferta relâmpago: Galaxy S24 FE (256 GB) com 55% OFF na Black Friday 2025

Samsung comercializa Galaxy S24 FE em versões de 256 GB e 512GB (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy S24 FE tem três câmeras traseiras (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Black Friday: Playstation 5 Pro (2 TB) em oferta com cupom na Amazon

28 de Novembro de 2025, 10:38

Prós
  • Desempenho otimizado
  • Ray Tracing aprimorado
  • Tecnologia Super-Resolução Espectral do PlayStation
  • 2 TB de armazenamento interno
Contras
  • Não possui leitor de disco
  • Não inclui suporte vertical
  • Nem todos jogos tiram proveito do poder do PS5 Pro
PIX Cupom
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O PlayStation 5 Pro com 2 TB de armazenamento está em oferta Black Friday na Amazon, saindo por R$ 5.199,91 no Pix com cupom MEUPS200. Com a promoção, o console de videogame com desempenho otimizado está custando 26% a menos que o preço de lançamento, de R$ 6.999.

PlayStation 5 Pro é o console para gamers exigentes

O PlayStation 5 Pro tem um design bastante similar à versão padrão do console (modelo FAT). A diferença fica na conta de um recorte com três riscos nas partes superior e inferior do aparelho. Vale destacar que o PS5 Pro inclui dois pés para posicionamento na horizontal, mas a base para deixar o console na vertical é vendida separadamente.

Imagem do console PlayStation 5 Pro e PlayStation 5
PlayStation 5 Pro ao lado PlayStation 5 padrão (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por ser uma variante superior ao console padrão, o PS5 Pro vem com hardware otimizado: a GPU tem processamento 67% superior e a memória está 28% mais rápida, permitindo uma renderização 45% mais veloz do que o PlayStation 5 versão padrão. Você pode conferir mais detalhes dessas melhorias no nosso review do PS5 Pro.

O Ray Tracing avançado aprimora o realismo dos efeitos de iluminação, sombras e reflexos. Enquanto isso, a tecnologia de upscalling Super-Resolução Espectral do PlayStation (PSSR) eleva a resolução de jogos para 4K ou até 8K, garantindo melhor experiência durante as jogatinas.

Outro grande diferencial é o armazenamento de 2 TB, que corresponde ao dobro de capacidade das versões padrão. Esse upgrade faz sentido, uma vez que games mais pesados da atualidade chegam a ocupar mais de 150 GB de armazenamento do console de videogame.

Imagem do console PlayStation 5 Pro
Design do PlayStation 5 Pro (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Um detalhe importante é que o PlayStation 5 Pro não tem leitor de mídia física, ou seja, você terá de comprar versões digitais dos jogos que já tem em versão física ou adquirir o leitor de mídia física à parte. Felizmente você poderá poupar dinheiro na aquisição do console, já que o PlayStation 5 Pro (2 TB) está custando R$ 5.199,91 no Pix com cupom MEUPS200 na Amazon.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece nessa sexta-feira, 28 de novembro, conforme a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

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Black Friday: Playstation 5 Pro (2 TB) em oferta com cupom na Amazon

PlayStation 5 Pro ao lado PlayStation 5 padrão (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

PlayStation 5 Pro (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Black Friday: iPhone Air tem menor preço desde lançamento no Mercado Livre

27 de Novembro de 2025, 17:48
R$ 10.49922% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o Chip A19 Pro
  • iPhone fino, com 5,6 mm de espessura
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3149 mAh
PIX Cupom
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O iPhone Air está com o menor preço desde o lançamento, saindo por R$ 8.144 no Pix com o cupom CUPOMDOMELI no Mercado Livre. Lançado em 2025 por R$ 10.499, o smartphone mais fino e leve já lançado pela Apple está com desconto de 22%.

iPhone Air traz potência em um design minimalista

O iPhone Air chama a atenção logo à primeira vista. Isso porque o smartphone tem apenas 5,64 mm de espessura e pesa somente 165 gramas. O design minimalista traz um ar de elegância e facilita a portabilidade e armazenamento do dispositivo.

O smartphone apresenta uma tela Super Retina XDR OLED de 6,5″, com resolução de 2736 x 1260 pixels a 460 ppp e pico de brilho de 3.000 nits. O display tem taxa de atualização adaptativa até 120 Hz com a tecnologia ProMotion, o que garante fluidez na exibição. Há também o Dynamic Island, que abriga a câmera frontal e traz recursos interativos.

Uma pessoa segura a lateral de um smartphone muito fino entre os dedos, o iPhone Air. A tela e a parte traseira são quase transparentes e se misturam com o fundo bege claro. À esquerda e à direita do aparelho, as letras estilizadas "A" e "R" são visíveis em um tom de cinza. Com o iPhone ao meio se forma a palavra AIR.
Design do iPhone Air (imagem: divulgação)

Apesar de ser extremamente fino e leve, o iPhone Air é potente por dentro: são 12 GB de RAM combinados com uma versão menos potente do SoC A19 Pro (CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos), que garantem alta performance em tarefas simples e complexas. E o modelo em promoção vem com 256 GB de armazenamento.

A traseira conta com um sistema de câmera simples com lente grande-angular (48 MP) e teleobjetiva 2x de qualidade óptica integrada (12 MP), enquanto a câmera de selfie traz uma grande-angular de 18 MP. Ambas as câmeras fazem um bom papel e conseguem gravar até 4K Dolby Vision a 60 fps.

Já a bateria de 3.149 mAh promete autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. A Apple afirma que a recarga de 0% até 50% leva 30 minutos com um adaptador de 20 W, e o celular também suporta recarga sem fio MagSafe (até 20 W) e Qi2 (até 20 W).

Quatro modelos de iPhone Air lado a lado
iPhone Air está disponível em diversas cores (imagem: divulgação)

O iPhone Air ainda conta com 5G, Bluetooth 6, Wi-Fi 7, tecnologia NFC para pagamentos por aproximação, tecnologia de rede Thread, chip N1 para rede sem fio, modem C1X, além do chip de banda ultralarga da Apple de segunda geração. Vale destacar que o smartphone também é compatível com o sistema de IA Apple Intelligence.

Recapitulando: o iPhone Air com 256 GB de armazenamento está custando R$ 8.144 no Pix com o cupom CUPOMDOMELI no Mercado Livre, disponível nas cores azul-céu, branco-nuvem, dourado-claro e preto-espacial.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28 de novembro, conforme a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Entretanto, diversas lojas estão antecipando ofertas e cupons especiais desde o início do mês. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

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Black Friday: iPhone Air tem menor preço desde lançamento no Mercado Livre

iPhone Air (imagem: divulgação)

iPhone Air é vendido em preto, cinza, dourado e azul (imagem: divulgação)

Black Friday: Garmin Forerunner 165 com 44% OFF em até 10x na Amazon

27 de Novembro de 2025, 15:57

Oferta encerrada 🙁
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O smartwatch Garmin Forerunner 165 (43 mm) está em oferta na Amazon, saindo por R$ 1.799 em até 10x sem juros. O relógio inteligente com GPS e monitor cardíaco de pulso foi lançado por R$ 3.249, mas a oferta de Black Friday reduz esse custo em 44%.

Garmin Forerunner 165 inclui GPS e monitor cardíaco

O Garmin Forerunner 165 é um smartwatch de entrada voltado para esportistas em geral, mas indicado principalmente para quem não dispensa uma boa corrida. Um dos principais pontos fortes do wearable consiste em uma bateria que promete até 11 dias de autonomia, o que é um período interessante antes de uma recarga.

Ilustração do visual do Garmin Forerunner 165
Design do Garmin Forerunner 165 (Imagem: Divulgação/Garmin)

A tela AMOLED tem apenas 1,2 polegada de exibição, o que pode ser considerado um ponto negativo. Em compensação, o dispositivo vem com monitor cardíaco na parte de trás da caixa, GPS, termômetro e diversos outros sensores que monitoram a taxa de respiração, nível de hidratação e dados de sono.

O Garmin Forerunner 165 é compatível com Android e iOS, mas alguns recursos só funcionam no sistema operacional móvel do Google. O relógio pode ler mensagens, e-mails e notificações quando emparelhado a um smartphone, e também conta com pagamentos por aproximação com o Garmin Pay.

Demais recursos do smartwatch incluem memória de 4 GB, suporte a conexões Bluetooth e ANT+, botões físicos, e mais de 25 aplicativos de GPS e esportes internos integrados.

Sensores do Garmin Forerunner 165
Sensores do Garmin Forerunner 165 (Imagem: Divulgação/Garmin)

O modelo básico do Garmin Forerunner 165 que está custando R$ 1.799 em até 10x sem juros na Amazon está disponível somente na cor branco.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28 de novembro, conforme a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Entretanto, diversas lojas estão antecipando ofertas e cupons especiais desde o início do mês. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

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Black Friday: Garmin Forerunner 165 com 44% OFF em até 10x na Amazon

Black Friday: Galaxy S25 (256 GB) fica 53% mais barato em promoção

27 de Novembro de 2025, 13:06

Prós
  • Desempenho de ponta com Snapdragon 8 Elite
  • Tela LTPO AMOLED Dinâmico com taxa de 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP e vídeos em 8K
  • Seis anos de atualizações garantidos
Contras
  • Bateria de 4.000 mAh
  • Carregamento limitado a 25 W
PIX Cupom
CUPOM DE R$ 300 OFF DA PáGINA R$ 3.513,94  Mercado Livre
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O Galaxy S25 com 256 GB de armazenamento está em promoção no Mercado Livre, saindo por R$ 3.513,94 no Pix com cupom de R$ 300 OFF da página. Com a oferta, o smartphone que traz o chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite e 12 GB de RAM está custando 53% a menos do que o preço de lançamento de R$ 7.499.

Galaxy S25 (256 GB) vem com 12 GB de RAM e suporte ao Galaxy AI

O Galaxy S25 apresenta estrutura de alumínio com bordas arredondadas e traseira em vidro (Gorilla Glass Victus 2), em um design leve e elegante. Já a proteção IP68 garante resistência contra água e poeira, permitindo imersão do dispositivo em água doce a uma profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos.

A frontal do aparelho traz uma tela AMOLED Dinâmico 2x de 6,2″com resolução de 2340 x 1080 pixels (FHD+) e taxa de atualização máxima de até 120 Hz, garantindo fluidez dos conteúdos. Há também uma câmera de selfie grande-angular de 12 MP perfurada na tela, que grava vídeos até 4K a 60 fps.

Galaxy S25 (imagem: divulgação)
Design do Samsung Galaxy S25 (imagem: divulgação)

Já a traseira conta com um sistema triplo de câmera, incluindo uma lente grande-angular (50 MP), uma teleobjetiva (10 MP) e uma ultra-angular (12 MP). A câmera tem capacidade para capturas de alta qualidade (incluindo gravações em 8K a 30 fps), enquanto o AI ProVisual Engine otimizado aprimora ainda mais as fotos e gravações.

O Galaxy S25 é alimentado por 12 GB de RAM e pelo SoC Qualcomm Snapdragon 8 Elite, que garantem bom desempenho para tarefas do dia a dia e atividades mais complexas (como jogos). O modelo em promoção vem com 256 GB de armazenamento para guardar mídias, apps e outros dados.

O suporte ao Galaxy AI é um dos destaques do smartphone, já que diversas tarefas podem ser otimizadas pelo sistema de inteligência artificial. Em contrapartida, a bateria de 4.000 mAh tem uma capacidade inferior às variantes mais premium da linha, e tem carregamento limitado a 25 W (com fio) e 15 W (sem fio no padrão Qi2).

Mão segurando Galaxy S25 com tela ligada mostrando perfil do Tecnoblog no TikTok
Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ / (imagem: Thássius Veloso – Tecnoblog)

O celular também conta com 5G, tecnologia NFC para pagamentos por aproximação, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, e suporte para atualização do sistema operacional Android até 2032. E vale destacar: o Galaxy S25 saindo por R$ 3.513,94 no Pix com cupom de R$ 300 OFF da página está disponível somente na cor azul marinho.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28 de novembro, conforme a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Entretanto, diversas lojas estão antecipando ofertas e cupons especiais desde o início do mês. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

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Black Friday: Galaxy S25 (256 GB) fica 53% mais barato em promoção

Galaxy S25 possui tela de 6,2 polegas com resolução Full HD+ / (imagem: Thássius Veloso - Tecnoblog)

Black Friday: Motorola Razr 60 tem 45% OFF na melhor oferta histórica

27 de Novembro de 2025, 11:45
R$ 5.49945% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O smartphone Motorola Razr 60 está em promoção, custando R$ 3.049 no Pix com o cupom C3POM4AQU1 no Mercado Livre. A oferta do dobrável com tela AMOLED de 6,9″ e 24 GB de RAM (12 RAM + 12 RAM Boost) deixa o celular no menor preço histórico, com desconto de 45% em relação ao custo de lançamento de R$ 5.499.

Motorola Razr 60 tem design dobrável e duas telas AMOLED

O smartphone Motorola Razr 60 traz uma tela principal AMOLED dobrável (estilo concha) de 6,9 polegadas e com taxa de atualização de 120 Hz. O celular também inclui uma pequena tela externa AMOLED de 3,6 polegadas, que pode ser usada para ações (como visualização de notificações) mesmo no modo compacto.

A traseira do smartphone apresenta um sistema de câmera dupla (uma lente grande-angular de 50 MP e outra ultra-angular de 13 MP), enquanto a frontal do aparelho inclui uma câmera de selfie grande-angular de 32 MP. Aliada às especificações de câmera, a tecnologia Ultra HDR habilita capturas em alta qualidade, com cores e detalhes otimizados.

Tela do Razr 60, com destaque para o ícone da Moto AI na lateral
Razr 60 aberto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Internamente, o Motorola Razr 60 conta com o processador MediaTek Dimensity 7400X, compatível com recursos de IA do Moto AI. O smartphone dobrável vem com 12 GB de RAM, mas chega até 24 GB ao usar o RAM Boost — que usa a memória de armazenamento. Por falar em armazenamento, o modelo em promoção vem com 256 GB para guardar mídias, arquivos, apps, entre outros dados.

A bateria de 4.500 mAh que promete mais de um dia inteiro de uso suporta carregamento turbo de 33 W ou carregamento sem fio de até 15 W. E o celular conta com o selo de proteção IP48 contra água e poeira, podendo ser imerso em água doce a uma profundidade máxima de 1,5 metros por até 30 minutos.

Traseira texturizada do Motorola Razr 60, na cor azul escuro.
Razr 60 no modo compacto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O celular ainda tem 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação. E vale destacar que a promoção do Motorola Razr 60 (256 GB) por R$ 3.049 no Pix com o cupom C3POM4AQU1 inclui os modelos nas cores azul-marinho, branco e verde.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no dia 28 de novembro, sexta-feira após o feriado de Thanksgiving nos EUA (Dia de Ação de Graças). Por aqui, as lojas brasileiras já estão adiantando ofertas como a Black November desde o início do mês. Acompanhe nossa cobertura da Black Friday 2025 para não perder nenhum desconto.

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Black Friday: Motorola Razr 60 tem 45% OFF na melhor oferta histórica

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Black Friday: Galaxy S25 Plus (256 GB) tem oferta pela metade do preço

27 de Novembro de 2025, 11:03

Prós
  • Tela de 6,7″ maior que a do S25 tradicional
  • Chip Snapdragon 8 Elite com 12 GB de memória RAM
  • Câmera principal de 50 MP com vídeos em 8K
  • Galaxy AI e Now Brief
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Sem entrada para cartão microSD
  • Câmeras menos potentes ao modelo Ultra
PIX Cupom
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O Galaxy S25 Plus com 256 GB de armazenamento está em oferta, saindo por R$ 4.255 no Pix na loja do Magalu dentro do AliExpress. Para garantir o desconto de 50%, você deve utilizar o cupom AEBRBF14 ao finalizar a compra no e-commerce chinês. O celular da Samsung se destaca pelo Snapdragon 8 Elite e sistema de câmeras triplo.

Galaxy S25 Plus (256 GB) traz chip e câmeras potentes

O Galaxy S25 Plus está entre os modelos topo de linha da Samsung. Isso é visto logo de cara pelo design premium, com estrutura de alumínio e bordas arredondadas para garantir um visual elegante e agora mais fino (7,3 mm de espessura). O modelo em promoção saindo pela metade do preço é da cor azul-marinho.

A tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas é um dos destaques do celular, com resolução de 3120 x 1440 pixels (Quad HD+), taxa de atualização máxima de 120 Hz e pico de brilho de 2.600 nits. Essas especificações garantem uma reprodução fluida dos conteúdos, com boa performance mesmo sob luz solar direta.

Comparativo entre telas do Galaxy S25, com 6,2 polegadas, e Galaxy S25 Plus, com 6,7 polegadas
Modelo Plus tem tela 0,5 polegada maior (imagem: divulgação)

Internamente, o Galaxy S25 Plus combina 12 GB de RAM com o chip Snapdragon 8 Elite for Galaxy para gararntir boa performance geral em tarefas mais simples ou complexas (como jogos). Os 256 GB de armazenamento do modelo em promoção também asseguram bom espaço para alocar dados, apps, mídias e arquivos.

O smartphone traz um sistema triplo de câmera formado por uma lente grande-angular (50 MP), uma teleobjetiva (10 MP) e uma ultra-angular de 12 (MP), além de uma câmera de selfie de 12 MP. O conjunto permite capturas de alta qualidade, incluindo gravações em 8K a 30 fps.

Galaxy S25 Plus (imagem: divulgação/Samsung)
Galaxy S25 Plus (imagem: divulgação/Samsung)

Além disso, a bateria de 4.900 mAh promete até 30 horas de reprodução de vídeo, e suporta carregamento rápido de até 45 W. O Galaxy S25 Plus também conta com suporte ao Galaxy AI e atualizações do Android até 2032, e ainda oferece conexão 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação.

Tudo isso por R$ 4.255 no Pix com o cupom AEBRBF14 no AliExpress.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no dia 28 de novembro, sexta-feira após o feriado de Thanksgiving nos EUA (Dia de Ação de Graças). Por aqui, as lojas brasileiras já estão adiantando ofertas como a Black November desde o início do mês. Acompanhe nossa cobertura da Black Friday 2025 para não perder nenhum desconto.

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Black Friday: Galaxy S25 Plus (256 GB) tem oferta pela metade do preço

Galaxy S25 Plus (imagem: divulgação/Samsung)

Black Friday: Smart TV 4K LG de 65″ tem 37% OFF com cupom no Mercado Livre

26 de Novembro de 2025, 17:54

Prós
  • Resolução suportada de (3.840 x 2.160 pixels)
  • Processador alpha 7 AI de 8ª geração
  • Compatível com diversos recursos de IA
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Painel DLED
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A smart TV 4K LG de 65 polegadas está em promoção no Mercado Livre, saindo por R$ 2.947,12 em pagamentos via Pix. A televisão foi lançada por R$ 4.699 e para garantir o desconto de 38% basta fazer a compra através do Pix.

Smart TV LG UHD AI UA75 suporta resolução 4K Ultra HD

A Smart TV LG UHD AI UA75 4K de 2025 traz uma tela de 65 polegadas e resolução 4K Ultra HD (3.840 x 2.160), com painel Direct LED (DLED). Essa tecnologia ilumina o display de maneira mais uniforme, mas aumenta a espessura do televisor — que mede 6,79 cm.

O processador alpha 7 AI de 8ª geração que alimenta a TV aprimora a resolução, brilho e nitidez das imagens, enquanto a tecnologia HDR 10 Pro garante contrastes com mais nitidez nas reproduções de conteúdo. O televisor é limitado a frequência de 60 Hz, mas há recursos voltados para games (como o Variable Refresh Rate) para melhorar a fluidez das cenas.

Smart TV LG UHD AI UA75 4K
Smart TV de 65″ da LG traz processador com recursos de IA (Imagem: Divulgação/LG Electronics)

Por ter um processador com inteligência artificial integrada, a Smart TV LG UHD AI UA75 4K inclui recursos de busca inteligente (com reconhecimento de voz), chatbot de IA, sugestões de palavras-chave, além de personalização de som e imagem com base em suas preferências.

O controle remoto AI Magic com sensor de movimento e que pode ser usado como mouse completa a experiência. E a LG Electronics ainda promete cinco anos de suporte para atualizações do sistema operacional webOS.

Smart TV LG UHD AI UA75
Televisor vem com tecnologias para aprimoramento das imagens (Imagem: Divulgação/LG Electronics)

Recapitulando: você pode garantir a Smart TV LG UHD AI UA75 4K de 2025 por R$ 2.947,12 via Pix no Mercado Livre.

Fique de olho na Black Friday 2025

A oferta do iPhone 16e é uma das várias oportunidades que antecedem a Black Friday! O evento ocorre sempre na última sexta-feira de novembro, caindo no próximo dia 28 neste ano. Você já pode aproveitar outras promoções antecipadas, com os melhores descontos.

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Black Friday: Smart TV 4K LG de 65″ tem 37% OFF com cupom no Mercado Livre

(Imagem: Divulgação/LG Electronics)

Galaxy S24 Ultra vs Galaxy S25 Ultra: o que muda entre os celulares Samsung?

26 de Novembro de 2025, 14:25
Ilustração dos smartphones Samsung Galaxy S24 Ultra e Galaxy S25 Ultra
Samsung Galaxy S24 Ultra e S25 Ultra são dois smartphones topo de linha da Samsung, com diferença de uma geração (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Galaxy S24 Ultra e Galaxy S25 Ultra são dois smartphones topo de linha da Samsung, que incluem os melhores hardwares e softwares de suas respectivas gerações.

Ambos os celulares têm desempenho similar, mas o S25 Ultra trouxe um novo design e apresentou melhorias nos processadores e nas câmeras. Ainda assim, o S24 Ultra bate de frente com o modelo mais recente, e por um preço menor.

Confira abaixo as especificações do Galaxy S24 Ultra e S25 Ultra, e veja vantagens e desvantagens de cada modelo para entender qual smartphone se encaixa melhor com seu perfil de uso e orçamento.

Ficha técnica: Galaxy S24 Ultra vs Galaxy S25 Ultra

Galaxy S24 UltraGalaxy S25 Ultra
LançamentoJaneiro de 2024Fevereiro de 2025
Preço de lançamentoa partir de R$ 9.999a partir de R$ 11.999
Tela6,8″ AMOLED Dinâmico 2x, resolução de 1440 x 3120 pixels (Quad HD+) a 505 ppi6,9″ AMOLED Dinâmico 2x, resolução de 1440 x 3120 pixels (Quad HD+) a 498 ppi
ProcessadorQualcomm Snapdragon 8 Gen 3 for GalaxyQualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Memória RAM12 GB12 ou 16 GB
Armazenamento256 GB, 512 GB ou 1 TB, sem entrada para cartão microSD256 GB, 512 GB ou 1 TB, sem entrada para cartão microSD
Câmera traseiraLente grande-angular de 200 MP (f/1.7), ultra-angular de 12 MP (f/2.2), lente teleobjetiva 5x de 50 MP (f/3.4) e teleobjetiva 3x de 10 MP (f/2.4)Lente grande-angular de 200 MP (f/1.7), ultra-angular de 50 MP (f/1.9), lente teleobjetiva 5x de 50 MP (f/3.4) e teleobjetiva 3x de 10 MP (f/2.4)
Câmera frontalLente grande-angular de 12 MP (f/2.2)Lente grande-angular de 12 MP (f/2.2)
Vídeo em atéUHD 8K @ 30 fpsUHD 8K @ 30 fps
BiometriaSensor de impressão digital sob a telaSensor de impressão digital sob a tela
BateriaCapacidade de 5.000 mAh; autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeoCapacidade de 5.000 mAh; autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo
Sistema de fábricaOne UI 6.1, baseada no Android 14One UI 7, baseada no Android 15
Conectividade5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-fi 7, Bluetooth 5.3, NFC, Ultra-wideband (UWB)5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-fi 7, Bluetooth 5.4, NFC, Ultra-wideband (UWB)
Resistência à águaSim, IP68 (profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos)Sim, IP68 (profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos)
Dimensões162,3 x 79 x 8,6 mm (A x L x E)162,8 x 77,6 x 8,2 mm (A x L x E)
Peso232 g218 g
CoresTitânio preto, titânio cinza, titânio violeta, titânio creme, titânio azul, titânio verde e titânio laranjaTitânio azul, titânio preto, titânio cinza, titânio prata, titânio preto intenso (JetBlack)

Qual é a diferença entre o Galaxy S24 Ultra e o Galaxy S25 Ultra?

1. Design e construção

O Samsung Galaxy S24 Ultra traz uma estrutura de titânio (grau 2), com quinas retas que formam um ângulo de 90º. A traseira do celular tem construção em vidro (Gorilla Glass Victus 2), enquanto a frontal do aparelho feita com Gorilla Armor apresenta uma câmera de selfie perfurada na tela, sem nenhum entalhe.

Já o Samsung Galaxy S25 Ultra conta com estrutura de titânio (grau 5), com bordas arredondadas nos cantos do aparelho. As partes frontal e traseira do smartphone são construídas em vidro Gorilla Armor 2 e Gorilla Glass Victus 2, respectivamente, e o celular também inclui câmera de selfie estilo punch hole (sem notch).

A moldura com quinas arredondadas do S25 Ultra refinou o modelo topo de linha da Samsung, substituindo as bordas retas vistas no S24 Ultra. Essa identidade estética mais refinada também resultou em um celular mais fino e leve do que o modelo antecessor:

  • Dimensões e peso do Galaxy S24 Ultra: 162,3 x 79 x 8,6 mm (A x L x E); 232 gramas
  • Dimensões e peso do Galaxy S25 Ultra: 162,8 x 77,6 x 8,2 mm (A x L x E); 218 gramas
Mão segurando smartphone, visto de frente e mostrando a tela inicial
Galaxy S24 Ultra tem tela de 6,8″ e vidro especial que reduz reflexos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Outra diferença estética é vista nas lentes da câmera principal: por mais que o Galaxy S24 Ultra já trouxesse anéis prateados ao redor das lentes, os anéis vistos no sucessor apresentam uma espécie de moldura extra.

As mudanças visuais foram acompanhadas por otimizações na durabilidade do aparelho. Como exemplo, a moldura de titânio de grau 2 (no S24 Ultra) passou para grau 5 (no S25 Ultra) para tornar a estrutura mais resistente. Além disso, o celular mais recente apresentou a nova geração do Gorilla Armor, reforçando a proteção frontal contra quedas e arranhões, e otimizando o tratamento antirreflexo da tela.

Na parte interna, o Galaxy S25 Ultra ainda traz uma nova estrutura de dissipação de calor, com uma câmara de vapor 40% maior e material de interface térmica (TIM) personalizado para melhorias na eficiência térmica.

Galaxy S25 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy S25 Ultra traz novo design, com cantos arredondados (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Importante destacar que ambos os celulares vêm com proteção IP68 contra água e poeira, e podem ser imersos em água doce a uma profundidade máxima de 1,5 metro por 30 minutos.

2. Tela

O Galaxy S24 Ultra apresenta uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,8″, com resolução de 1440 x 3120 pixels (Quad HD+), tecnologia HDR10+, taxa de atualização máxima de 120 Hz e pico de brilho de 2.600 nits. Já o S25 Ultra traz uma versão de 6,9″ do mesmo display do seu antecessor, com as mesmas especificações.

As únicas diferenças entre as telas incluem uma redução mínima na margem — localizada entre a tela e a moldura de titânio — do Galaxy S25 Ultra que provocou um aumento de 0,1 polegada, e uma versão reforçada do Gorilla Amor na tela do modelo mais recente para maior resistência contra quedas e arranhões.

Ilustração do refinamento na moldura da tela do S25 Ultra
(Imagem: Reprodução/Samsung)

De resto, a exibição dos conteúdos é a mesma nos dois smartphones, com direito a melhorias de tom e cor com a tecnologia Vision Booster, além de otimizações no brilho e saturação graças ao HDR10+.

3. Processador e memória RAM

O Samsung Galaxy S24 Ultra é alimentado por 12 GB de RAM e pelo System-On-a-Chip (SoC) da Qualcomm Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy (4 nm), que traz uma CPU de oito núcleos, a GPU Adreno 750, e a Unidade de Processamento Neural (NPU) Hexagon.

Já o Galaxy S25 Ultra apresenta o SoC Snapdragon 8 Elite for Galaxy (3 nm), que combina CPU de oito núcleos, uma GPU Adreno 830, e a NPU Hexagon. A versão global do smartphone conta com os mesmos 12 GB de RAM vistos no modelo antecessor, mas há ma versão de 16 GB de RAM voltada para o mercado asiático.

Ilustração do Snapdragon 8 Gen 3
Recursos do Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy (Imagem: Divulgação/Qualcomm)

O fato do Snapdragon 8 Elite for Galaxy ser construído com 1 nm a menos do que o Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy o torna mais eficiente no consumo de energia, e habilita mais poder de desempenho ao permitir uma quantidade maior de transistores na mesma área.

Por falar em salto de desempenho, o chip do S25 Ultra entrega 37% mais performance em CPU, 30% em GPU e 40% em NPU, em comparação ao SoC usado no Galaxy S24 Ultra.

Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Recursos do Snapdragon 8 Elite for Galaxy(Imagem: Divulgação/Qualcomm)

Para ilustrar essa otimização de performance, testes comparativos do NanoReview apontaram que o Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy pontuou 2.193 (Single-Core) e 7.304 (Multi-Core) no GeekBench 6, e 2.052.015 no AnTuTu 10; em contrapartida, o Snapdragon 8 Elite for Galaxy marcou 3.155, 9.723 e 2.723.036 nos mesmos testes, respectivamente.

Importante destacar que ambos os celulares têm desempenho avançado. Contudo, o Galaxy S25 Ultra conta com um conjunto de hardware mais potente, que eleva a performance em tarefas individuais ou multitask.

4. Câmeras

O Galaxy S24 Ultra e Galaxy S25 Ultra contam com as lentes grande-angular de 200 MP (f/1.7), teleobjetiva 5x de 50 MP (f/3.4) e teleobjetiva 3x de 10 MP (f/2.4). A diferença está na quarta lente da câmera principal: enquanto o S24 Ultra traz uma ultra-angular de 12 MP (f/2.2), o S25 Ultra apresenta uma ultra-angular de 50 MP (f/1.9).

A câmera de selfie dos dois smartphones da Samsung consiste em uma lente grande-angular de 12 MP (f/2.2).

Mão segurando smartphone, visto de trás
Galaxy S24 Ultra tem 4 câmeras, com zoom óptico de até 5x (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As especificações mostram que o S25 Ultra ganhou uma leve otimização na lente ultra-angular, que agora tem mais megapixels e maior abertura (entrada de luz). Ao menos no papel, a lente ultra-wide do celular consegue capturar mais detalhes e performar melhor em cenários noturnos e no modo macro, comparada à mesma lente do S24 Ultra.

E além do aprimoramento de hardware, os avanços no SoC e no conjunto de ferramentas alimentadas por inteligência artificial (chamado AI ProVisual Engine) otimizaram o Modo Noturno (Nightography), permitindo gravações noturnas com mais nitidez.

Galaxy S25 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Câmera ultrawide do Galaxy S25 Ultra foi otimizada, com mais MP e abertura (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ambos os smartphones dispõem de câmeras de alta performance, com capacidade para capturar fotos profissionais e gravações de até 8K a 30 fps. E em alguns casos a real diferença entre as lentes pode não ser tão perceptível.

5. Bateria e carregamento

Os dois smartphones trazem uma bateria de 5.000 mAh, mas a bateria do S24 Ultra promete até 30 horas de reprodução de vídeo, enquanto a bateria do S25 Ultra sugere autonomia de 31 horas de reprodução de vídeo.

Tanto o Galaxy S24 Ultra quanto o Galaxy S25 Ultra levam cerca de 30 minutos para uma recarga cabeada de 0% a 65% com adaptador de 45 W, suportam recarga reversa, além de carregamento rápido sem fio 2.0 e WPC. O S24 Ultra ainda tem carregamento com fio compatível com PC, enquanto o S25 Ultra suporta carregamento com fio compatível com QC2.0 e AFCPD.

6. Conexões e conectividade

O Galaxy S24 Ultra e S25 Ultra vêm com 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-fi 7, chip Ultra-Wideband (UWB), tecnologia NFC para pagamentos por aproximação, e versão USB 3.2 Gen 1. No entanto, o S24 Ultra suporta Bluetooth 5.3, enquanto seu sucessor traz compatibilidade nativa ao Bluetooth 5.4.

Outra diferença envolve a caneta S Pen embutida nos smartphones: somente a caneta do S24 Ultra tem Bluetooth, recurso que foi retirado da S Pen do S25 Ultra. De acordo com a Samsung, a funcionalidade foi removida por ser pouco utilizada pelos usuários.

7. Android e recursos

O S24 Ultra chega com a interface One UI 6.1 (baseada no Android 14) de fábrica, enquanto o S25 Ultra já vem com a One UI 7 (baseada no Android 15). Contudo, as atualizações permitem que o modelo mais antigo permaneça atualizado com a interface mais recente, acompanhando o S25 Ultra.

O mesmo acontece com alguns recursos de IA: funcionalidades do Galaxy AI como Now Brief e Ação Integrada entre Aplicativos só estavam disponíveis para o S25 Ultra, mas chegaram ao S24 Ultra após atualizações de software.

Mas é importante lembrar que o S25 Ultra foi lançado um ano após o S24 Ultra, e terá um ano a mais de suporte para atualizações de sistema operacional e de segurança. O modelo mais recente também conta com uma versão otimizada da suíte AI ProVisual Engine, que inclui melhorias no uso de recursos de inteligência artificial para processamento de imagem.

Mão segurando Galaxy S25 Ultra com tela mostrando facilidade de configuração com outro aparelho.
Lançado em 2025, Galaxy S25 Ultra terá mais tempo de suporte para atualizações do que o Galaxy S24 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S24 Ultra ou S25 Ultra: qual smartphone comprar?

O Galaxy S24 Ultra é um smartphone topo de linha com ótima relação custo-benefício, indicado para quem deseja alta performance, capturas de qualidade profissional e assistência de inteligência artificial, sem o mesmo preço de um “celular do ano”.

O aparelho está custando por volta de R$ 4.499*, o que significa uma queda de 55% em relação ao preço de lançamento de R$ 9.999.


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2x de 6,8″ com brilho de 2.600 nits
  • Snapdragon 8 Gen 3 e 12 GB de memória RAM
  • Conjunto quádruplo de câmeras com principal de 200 MP
  • Corpo em titânio promete alta durabilidade
  • Promessa de atualizações Android até 2031
Contras
  • Carregador incluso de 25 W
  • Peso de 233 g
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O Galaxy S25 Ultra também é sinônimo de desempenho avançado, câmera potente e compatibilidade com últimos recursos IA, trazendo pequenas melhorias em relação ao seu antecessor.

O modelo topo de linha pode ser encontrado em promoções a partir de R$ 5.779,15*, o que corresponde a um valor aproximadamente 52% menor do que o custo de lançamento de R$ 11.999.


Prós
  • Tela AMOLED de 2.600 nits com antirreflexo
  • Snapdragon 8 Elite com RAM de 12 GB
  • Câmera principal de 200 MP com OIS
Contras
  • Peso elevado de 218 gramas
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* Os preços foram consultados em 26 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S24 Ultra?

Os principais benefícios do Galaxy S24 Ultra envolvem bom desempenho de processadores, câmeras robustas, display com boas especificações e caneta S Pen com Bluetooth:

  • Alto desempenho: o S24 Ultra combina 12 GB de RAM com o SoC Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy para entregar alto desempenho, seja para tarefas simples ou mais complexas.
  • Câmeras potentes: o sistema quádruplo de câmeras otimizado por recursos de IA permite capturas e gravações de altíssima qualidade.
  • Tela OLED de 120 Hz: a tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,8″ com pico de brilho de 2.600 nits e taxa de atualização de até 120 Hz reproduz conteúdos com precisão e de maneira fluida.
  • S Pen com Bluetooth: a caneta S Pen do smartphone tem compatibilidade com Bluetooth, permitindo recursos extras de conexão e gestos.

Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S25 Ultra?

Dentre as principais vantagens do Galaxy S25 Ultra estão a performance geral avançada do celular, materiais resistentes, recursos de IA otimizados, e suporte para atualizações de segurança de sete anos. São elas:

  • Performance avançada: o S25 Ultra entrega alto desempenho de processamento, capturas e recursos assistidos por IA, devido ao seu hardware de ponta.
  • Durabilidade reforçada: o smartphone inclui vidro mais resistente em sua tela, além de estrutura em titânio mais reforçada.
  • AI ProVisual Engine otimizado: o sistema de IA no processamento de imagens foi aprimorado, de modo a otimizar ainda mais as capturas e gravações.
  • Suporte de atualizações até 2032: a Samsung prometeu suporte para atualizações de segurança até 2032, ano que também deve marcar a data limite para updates de sistema operacional.

Vale a pena trocar o Galaxy S24 Ultra pelo S25 Ultra?

Trocar o S24 Ultra pelo S25 Ultra pode fazer sentido se você tem costume de adquirir o modelo topo de linha a cada novo lançamento de série da Samsung. O upgrade também é justificado caso queira um ano a mais de suporte para atualizações de segurança e sistema operacional.

No entanto, o Galaxy S24 Ultra tem um desempenho geral muito próximo de seu antecessor, com poucas mudanças bruscas de software e hardware. Dada a diferença de preço entre os celulares, o S24 Ultra tem melhor custo-benefício que o S25 Ultra e também figura como um dos melhores celulares Samsung da atualidade.

Por isso, manter-se com o S24 Ultra talvez seja a melhor opção até a chegada da próxima geração.

Galaxy S24 Ultra vs Galaxy S25 Ultra: o que muda entre os celulares Samsung?

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S24 Ultra tem 4 câmeras, com zoom óptico de até 5x (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S25 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S25 Ultra tem tela AMOLED de 6,9 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Black Friday: Smart TV LG 4K QNED80 de 55” tem oferta histórica com 48% OFF

26 de Novembro de 2025, 12:59

Prós
  • Painel QNED 4K
  • Novas cores QNED dinâmicas
  • Processador alpha 7 AI de 8ª geração
  • Controle AI Magic Remote com recursos de IA e comandos por voz
  • 5 anos de atualizações de sistema webOS
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Saída de áudio de 20 W
PIX
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A Smart TV LG 4K QNED80 de 55 polegadas está em oferta, saindo por R$ 2.339,10 no Pix na Amazon. Com suporte a diversos recursos de inteligência artificial, o televisor inteligente da LG está com desconto de 48% comparado ao preço de lançamento de R$ 4.499 na semana de Black Friday.

Smart TV da LG tem resolução 4K e processador com IA

A Smart TV LG 4K QNED80 de 55″ apresenta um design super slim com apenas 29,7 mm de espessura, trazendo um aspecto de elegância e sofisticação para o ambiente. O televisor também inclui o Suporte Synergy, que pode abrigar uma soundbar mantendo o visual refinado.

Imagem da Smart TV LG 4K QNED80 de 55”
Smart TV LG 4K QNED80 de 55 polegadas apresenta design slim (Imagem: Divulgação/LG)

A TV da LG adota um painel QNED de 55 polegadas, com resolução 4K (3.840 × 2.160 pixels) e taxa de atualização de 60 Hz. O suporte à tecnologia HDR10 otimiza o brilho das imagens e tornas os pretos mais profundos, enquanto as novas cores QNED dinâmicas chegam para substituir o Quantum Dot e aprimorar a taxa de reprodução de cores.

Por falar em otimização de imagem, o dimerizador local avançado apresenta um controle de luz mais preciso, o que dá mais clareza aos detalhes. Enquanto isso, o processador alpha 7 AI de 8ª geração do televisor acelera o processamento e entrega imagens 4K com mais nitidez e profundidade.

O modelo 2025 da Smart TV LG 4K QNED80 de 55″ também integra diversos serviços de inteligência artificial, incluindo criações de imagens personalizadas com o Imagem Wizard, buscas com reconhecimento de fala via AI Search, chatbot AI, perfis para sons personalizados com o Som Wizard e suporte para pesquisas personalizadas com o AI Concierge.

Foto da Smart TV LG 4K QNED80 de 55”
Smart TV LG 4K QNED80 de 55″ é compatível com vários recursos de IA (Imagem: Divulgação/LG)

O televisor também inclui o controle remoto AI Magic, com sensor de movimento e reconhecimento por voz. E a LG ainda promete cinco anos de atualização para o sistema operacional webOS da marca. A TV LG QNED80 de 55″ está em oferta, custando R$ 2.339,10 no Pix na Amazon.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 ocorre no próximo dia 28 de novembro, sexta-feira, seguindo a tradição do Dia de Ação de Graças nos EUA. Contudo, os varejistas estão antecipando diversas ofertas especiais desde o início deste mês. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 para não perder os melhores descontos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black Friday: Smart TV LG 4K QNED80 de 55” tem oferta histórica com 48% OFF

(Imagem: Divulgação/LG)

Galaxy S25 Ultra vs iPhone 16 Pro Max: qual celular comprar?

25 de Novembro de 2025, 10:02
Ilustração do Galaxy S25 Ultra e iPhone 16 Pro
Galaxy S25 e iPhone 16 Pro Max são boas opções de smartphones premium (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S25 Ultra e iPhone 16 Pro Max são dois smartphones topo de linha das marcas Samsung e Apple, respectivamente. Ambos os celulares se destacam pelo design premium, desempenho avançado, câmeras de alta qualidade, além de suporte para sistemas de inteligência artificial.

A escolha entre um smartphone ou outro depende principalmente do sistema operacional do qual você está familiarizado: ambos os aparelhos têm performance e recursos equivalentes, mas o S25 Ultra roda a One UI baseada em Android, e o iPhone 16 Pro Max funciona no ecossistema iOS.

Confira abaixo a ficha técnica dos celulares, e saiba quais as principais características de cada um para escolher o smatphone certo para você.

Ficha técnica: Galaxy S25 Ultra vs iPhone 16 Pro Max

Galaxy S25 UltraiPhone 16 Pro Max
LançamentoFevereiro de 2025Setembro de 2024
Preço de lançamentoa partir de R$ 11.999a partir de R$ 12.499
Tela6,9″ AMOLED Dinâmico 2x, resolução de 3120 x 1440 pixels (Quad HD+) a 498 ppi6,9″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2868 x 1320 pixels a 460 ppp, True Tone
ProcessadorQualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy Apple A18 Pro (CPU de 6 núcleos, GPU de 6 núcleos e Neural Engine de 16 núcleos)
Memória RAM12 ou 16 GB8 GB
Armazenamento256 GB, 512 GB ou 1 TB, sem entrada para cartão microSD256 GB, 512 GB ou 1 TB, sem entrada para cartão microSD
Câmera traseiraLente grande-angular de 200 MP (f/1.7), ultra-angular de 50 MP (f/1.9), lente teleobjetiva 5x de 50 MP (f/3.4) e teleobjetiva 3x de 10 MP (f/2.4)Lente grande-angular de 48 MP (f/1.78) com teleobjetiva de 2x de 12 MP, lente ultra-angular de 48 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 5x de 12 MP (f/2.8); scanner LiDAR
Câmera frontalLente grande-angular de 12 MP (f/2.2)Lente grande-angular de 12 MP (f/1.9)
Vídeo em atéUHD 8K @ 30 fps4K Dolby Vision @ 60 fps
BiometriaSensor de impressão digital sob a telaReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepth
BateriaCapacidade de 5.000 mAh; autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeoCapacidade de 4.685 mAh; autonomia de até 33 horas de reprodução de vídeo
Sistema de fábricaOne UI 7, baseada no Android 15iOS 18
Conectividade5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-fi 7, Bluetooth 5.4, NFC, Ultra-wideband (UWB)5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, NFC, chip de banda ultralarga da Apple de 2ª geração, tecnologia de rede Thread
Resistência à águaSim, IP68 (profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos)Sim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)
Dimensões162,8 x 77,6 x 8,2 mm (A x L x E)163 x 77,6 x 8,25 mm (A x L x E)
Peso218 g227 g
CoresTitânio azul, titânio preto, titânio cinza, titânio prata e titânio preto intensoTitânio preto, titânio branco, titânio natural e titânio deserto

O que muda entre o Galaxy S25 Ultra e o iPhone 16 Pro Max?

1. Design e construção

O Samsung Galaxy S25 Ultra apresenta moldura de titânio com bordas arredondadas, com três botões laterais e uma caneta S Pen na parte inferior. A frontal do smartphone traz uma câmera de selfie perfurada na tela (sem notch), enquanto a traseira em vidro Gorilla Glass Victus 2 inclui lentes que saltam diretamente da carcaça.

Já o iPhone 16 Pro Max tem moldura de titânio de bordas arredondadas ao redor da estrutura, com cinco botões laterais ao todo. A câmera frontal do celular fica alocada na Dynamic Island, que é o notch dinâmico da Apple. Já a traseira do aparelho de vidro matte texturizado conta com uma moldura quadrada para abrigar as lentes da câmera principal.

Uma mão segura um smartphone Samsung de cor prateada contra um fundo azul. O aparelho possui um design premium com cantos retos e uma configuração de câmera traseira composta por quatro lentes dispostas verticalmente no canto superior esquerdo. O logo da Samsung está gravado na parte inferior traseira do dispositivo.
Design do Galaxy S25 Ultra traz um visual premium (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 Ultra e o iPhone 16 Pro Max apresentam diferenças visuais nas partes frontal, lateral e traseira. O celular da Samsung traz um pequeno furo sob a tela para abrigar a câmera de selfie, deixando mais pixels para exibição. Em contrapartida, a câmera frontal do smartphone da Apple fica no notch em formato de pílula, que consome alguns pixels a mais do display.

Na lateral direita, o S25 Ultra têm três botões (volume e liga/desliga); o iPhone 16 Pro Max conta com botão Ação e botões de volume na lateral esquerda, além do botão lateral e o Controle da Câmera na lateral direita.

Na parte traseira, o S25 Ultra conta com três lentes dispostas na vertical e outra lente ao lado desse kit. Já as lentes do iPhone 16 Pro Max têm visual triangular, com duas lentes na vertical e outra ao lado desse conjunto.

Design do iPhone 16 Pro Max
iPhone 16 Pro Max tem molduras em titânio e traseira em vidro (Imagem: Divulgação/Apple)

Além disso, o iPhone 16 Pro Max tem dimensões ligeiramente maiores que o Samsung Galaxy S25 Ultra, além de ser mais pesado:

  • Dimensões e peso do iPhone 16 Pro Max: 163 x 77,6 x 8,25 mm (A x L x E); 227 gramas
  • Dimensões e peso do Galaxy S25 Ultra: 162,8 x 77,6 x 8,2 mm (A x L x E); 218 gramas

Ambos os celulares têm proteção IP68 contra água, respingos e poeira. Mas o smartphone da Samsung pode ser imerso em água doce com profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos, enquanto o iPhone aguenta imersão em água doce com profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos.

2. Tela

A tela do Galaxy S25 Ultra tem 6,9 polegadas, é construída com a tecnologia AMOLED Dinâmico 2X criada pela Samsung, e tem a camada de proteção Corning Gorilla Armor 2 contra quedas e arranhões. O display ainda conta com taxa de atualização máxima de 120 Hz, resolução de 3120 x 1440 pixels (Quad HD+) e pico de brilho de 2.600 nits.

O iPhone 16 Pro Max tem também tela de 6,9″, mas com a tecnologia Super Retina XDR OLED da Apple e proteção Ceramic Shield. Além disso, o display tem taxas de atualizações adaptáveis de até 120 Hz, resolução de 2868 x 1320 pixels e pico de brilho de 2.000 nits.

Galaxy S25 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela do Galaxy S25 Ultra utiliza tecnologia AMOLED Dinâmico 2x da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ambos os celulares usam tecnologias customizadas baseadas em OLED, mas o AMOLED Dinâmico 2X tem suporte ao HDR10+ para otimização de cores e contrastes, enquanto a Super Retina XDR OLED traz compatibilidade com Dolby Vision e HDR10 para aprimorar cores, contrastes e saturação.

As especificações de pico de brilho indicam que o display do Galaxy S25 Ultra tem melhor visibilidade sob luz solar em comparação com a tela do iPhone 16 Pro Max. Além disso, o smartphone da Samsung possui mais pixels de reprodução, já que a perfuração para a câmera de selfie ocupa menos espaço que a Dynamic Island.

Outros diferenciais do S25 Ultra incluem uma camada antirreflexo na tela, sensor de impressão digital no display e compatibilidade com caneta (como a S Pen), recursos que não estão presentes no iPhone 16 Pro Max.

Tela do iPhone 16 Pro Max
Display do iPhone 16 Pro Max traz suporte às tecnologias Dolby Vision e HDR10 (Imagem: Reprodução/Apple)

3. Processador e memória RAM

O Galaxy S25 Ultra é alimentado pelo System-On-a-Chip (SoC) Snapdragon 8 Elite for Galaxy, que tem oito núcleos de CPU, GPU Adreno 830, e unidade de processamento neural (NPU) Hexagon. O smartphone possui 12 GB de RAM, mas também conta com uma versão de 16 GB de RAM restrita ao mercado asiático.

Já o iPhone 16 Pro Max vem com 8 GB de RAM e utiliza o chip Apple A18 Pro, que traz CPU de seis núcleos, GPU de seis núcleos e Neural Engine de 16 núcleos.

Chip Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Snapdragon 8 Elite for Galaxy equipa todos os modelos da série Galaxy S25 (Imagem: Divulgação/Qualcomm)

Nos comparativos do NanoReview, o Snapdragon 8 Elite for Galaxy pontuou 3.155 (Single-core) e 9.723 (Multi-core) no Geekbench 6, e 2.723.036 no AnTuTu; já o A18 Pro alcançou 3.582, 9.089 e 1.960.011 nos mesmos testes, respectivamente.

O benchmark aponta que o S25 Ultra tem melhor desempenho geral (considerando CPU, GPU e RAM) e multitarefas, considerando os 4 GB de RAM a mais que o iPhone 16 Pro Max. Em contrapartida, o smartphone da Apple se sai melhor na análise de performance dos núcleos individuais.

Chip A18 Pro
Chip A18 Pro da Apple apresenta bom desempenho para tarefas simples e atividades mais exigentes (Imagem: Reprodução/Apple)

Ambos os aparelhos apresentam desempenho avançado, seja para tarefas do dia a dia ou recursos mais exigentes — a exemplo de jogatinas. No entanto, o celular da Samsung leva a melhor para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo.

4. Câmeras

O Samsung Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmera principal formado por quatro lentes: lente grande-angular de 200 MP (f/1.7), ultra-angular de 50 MP (f/1.9), lente teleobjetiva 5x de 50 MP (f/3.4) e teleobjetiva 3x de 10 MP (f/2.4). Já a câmera de selfie apresenta uma lente grande-angular de 12 MP (f/2.2).

O iPhone 16 Pro Max tem um sistema triplo de câmera, com lente grande-angular de 48 MP (f/1.78) com teleobjetiva de 2x de 12 MP (f/1.78) integrada, lente ultra-angular de 48 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 5x de 12 MP (f/2.8). O dispositivo ainda conta com uma lente grande-angular de 12 MP (f/1.9) em sua frontal.

Lentes do Galaxy S25 Ultra
Sistema de câmera principal do S25 Ultra traz traz quatro lentes na traseira do celular (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As lentes grande-angular e ultra-angular do celular da Samsung têm maior abertura, o que otimiza as capturas em cenários de baixa luminosidade. Além disso, o aparelho leva vantagem para fotos a longas distâncias devido ao zoom digital de até 100x — o iPhone 16 Pro Max tem zoom digital de até 25x.

No entanto, os algoritmos avançados de pós-processamento do iPhone 16 Pro Max equiparam sua câmera com a do S25 Ultra, mesmo com a diferença de megapixels de algumas lentes. E o scanner LiDAR do celular da Maçã melhora o mapeamento 3D de capturas, além de acelerar o foco automático.

Importante destacar que o suporte a gravações até 4K Dolby Vision a 120 fps do iPhone 16 Pro Max não chega a ser um fator limitante para a maioria dos consumidores, já que a diferença para a resolução 8K suportada pelo S25 Ultra não é tão perceptível pelo olho humano.

Fotografia de um iPhone 16 Pro Max sendo segurado em uma mão numa loja da Apple nos Estados Unidos.
Sistema de câmera tripla do iPhone 16 Pro Max habilita capturas de alta qualidade (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ambos os smartphones contam filtros exclusivos, modo macro e modo noturno, além de estabilizadores para capturas.

5. Bateria e carregamento

O Galaxy S25 Ultra vem com uma bateria de 5.000 mAh, com capacidade para até 31 horas de reprodução contínua de vídeo. O carregamento com fio do smartphone de 0% a 65% demora 30 minutos com adaptadores de até 45 W, e o aparelho é compatível com recarga sem fio de até 15 W. Vale mencionar que o celular também pode carregar outros dispositivos (como fones de ouvido) a até 4,5 W no modo wireless.

Em contrapartida, o iPhone 16 Pro Max conta com uma bateria de 4.685 mAh, com autonomia de até 33 horas de reprodução de vídeo. A recarga com fio de 0% a 50% leva cerca de 30 minutos via adaptador de energia 20 W ou superior, e o smartphone traz suporte para carregamento sem fio MagSafe de até 25 W, além de carregamento wireless padrão Qi (até 7,5 W) e Qi2 (até 15 W).

Testes do GSMArena apontaram que a bateria do iPhone 16 Pro Max dura quase cinco horas a mais em navegação web e cerca de três horas a mais em reprodução de vídeos. Em compensação, a recarga total do Galaxy S25 Ultra feita em 59 minutos é quase a metade dos 117 minutos necessários para carregar o iPhone 16 Pro Max completamente.

6. Conexões e conectividade

O Galaxy S25 Ultra inclui conectividades como 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 7, tecnologia NFC para pagamentos por aproximação, chip Ultra-Wideband (UWB), Bluetooth 5.4 e versão de USB 3.2 Gen 1.

Já o iPhone 16 Pro Max traz suporte a 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, tecnologia NFC, chip Ultra-Wideband de segunda geração, tecnologia de rede Thread e versão de USB 3.2 Gen 2.

O celular da Samsung tem suporte a uma versão mais recente de Bluetooth, o que melhora a estabilidade e eficiência da conexão sem fio. Em compensação, o smartphone da Apple é compatível com uma geração mais atual de USB, acelerando as transferências de dados por cabo.

Além disso, o iPhone 16 Pro Max conta com o protocolo Thread para melhorar a comunicação sem fio voltada para dispositivos IoT, e suporte à conexão magnética MagSafe para compatibilidade com acessórios magnéticos e otimizações durante as recargas sem fio.

7. Sistema operacional e recursos

O Galaxy S25 Ultra roda o One UI, que é uma interface exclusiva da Samsung baseada no sistema operacional Android. O aparelho também é assistido pelo Galaxy AI, que é o sistema de inteligência artificial proprietário da marca sul-coreana com integração a modelos do Gemini.

Já o iPhone 16 Pro Max funciona no sistema operacional iOS exclusivo de iPhones. O celular traz suporte para o Apple Intelligence, que é o sistema de IA da Maçã.

A One UI do S25 Ultra é mais indicada para quem está acostumado com o ecossistema Android e Windows. A interface traz recursos exclusivos da Samsung, como sistema de segurança Samsung Knox, a plataforma colaborativa Samsung Members, Cadeado Galaxy para bloqueio remoto do aparelho, e a Pasta Segura para alocar mídias e arquivos com proteção redobrada.

Android no S25 Ultra
Ilustração do sistema iOS rodando no S25 Ultra (Imagem: Divulgação/Samsung)

Em contrapartida, o iOS é mais voltado para quem já está familiarizado com o sistema da Apple e já tem aparelhos da marca. O sistema conta com recursos e serviços exclusivos, incluindo o armazenamento em nuvem no iCloud, compartilhamento via AirPlay, App Tracking Transparency para limitar a coleta de dados, além de funcionalidades dinâmicas do Dynamic Island.

iOS no iPhone 16 Pro Max
Ilustração do iOS rodando no iPhone 16 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)

Ambos os sistema de IA são equivalentes, com funções de edição de imagem, tradução e transcrição automática, e automação de tarefas. Contudo, o Galaxy AI parece estar um passo à frente do Apple Intelligence por integrar-se a mais aplicações e por ter mais tempo em atividade.

Galaxy S25 Ultra ou iPhone 16 Pro Max: qual é o melhor celular?

O Samsung Galaxy S25 Ultra é voltado para quem busca um smartphone de ponta baseado no sistema operacional Android. O aparelho apresenta bom desempenho geral, câmeras de alta qualidade e suporte ao Galaxy AI para automações de tarefas cotidianas.

Vale destacar que o celular têm sido encontrado por R$ 5.999* em algumas ofertas, o que corresponde a uma queda de 50% em relação ao seu custo inicial (de R$ 11.999).


Prós
  • Tela AMOLED de 2.600 nits com antirreflexo
  • Snapdragon 8 Elite com RAM de 12 GB
  • Câmera principal de 200 MP com OIS
Contras
  • Peso elevado de 218 gramas
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Já o iPhone 16 Pro Max está entre os smartphones mais premium da Apple, indicado para quem está acostumado ao ecossistema iOS. O celular também entrega alta performance, conjunto potente de câmeras, além de assistência do sistema Apple Intelligence.

O smartphone está custando cerca de R$ 8.399*, o que corresponde a um preço 32% menor do que o custo inicial de R$ 12.499.


Prós
  • Câmera tripla com dois sensores de 48 MP
  • Processador A18 Pro e RAM de 8 GB
  • Tela OLED com taxa de atualização de 120 Hz
  • Construção em titânio com proteção IP68
Contras
  • Celular mais pesado que outros modelos da série
  • Preço elevado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

* Os preços foram consultados em 24 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S25 Ultra?

O Galaxy S25 Ultra se destaca pelo desempenho avançado, câmeras e telas de qualidade, além de suporte ao sistema de inteligência artificial da Samsung. Dentre os principais benefícios do celular, estão:

  • Alta performance: a combinação de 12 GB de RAM e o SoC Snapdragon 8 Elite for Galaxy dão potência de sobra para o S25 Ultra, que está entre os melhores celulares da Samsung em 2025.
  • Câmeras potentes: as câmeras do celular permitem capturas de alta qualidade, incluindo gravações em 8K a 30 fps.
  • Tela de alta qualidade: a tela de 120 Hz e pico de brilho de 2.600 nits oferece fluidez e boa visibilidade dos conteúdos, mesmo sob luz solar direta.
  • Suporte ao Galaxy AI: o aparelho é compatível com o sistema de inteligência artificial da Samsung, o que pode otimizar e automatizar tarefas do dia a dia.

Quais são as vantagens do iPhone 16 Pro Max?

As principais vantagens do iPhone 16 Pro Max incluem sua alta performance, o bom conjunto de câmeras, a autonomia de bateria e a construção reforçada do aparelho:

  • Desempenho avançado: o iPhone 16 Pro Max consegue entregar alto desempenho com o chip A18 Pro e os 8 GB de RAM, o que o torna um dos melhores iPhones para a Black Friday 2025.
  • Bom kit de câmeras: o sistema de lentes triplas e a câmera de selfie conseguem fazer capturas e gravações de altíssima qualidade.
  • Bateria duradoura: a bateria de 4.685 mAh pode aguentar até 33 horas de reprodução de vídeo, por conta da eficiência de energia do celular.
  • Construção premium e reforçada: o smartphone tem construção em titânio e vidro, e pode ser imerso em água doce com profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos.

Galaxy S25 Ultra vs iPhone 16 Pro Max: qual celular comprar?

Galaxy S25 e iPhone 16 Pro Max são boas opções de smartphones premium (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S25 Ultra é o principal lançamento da Samsung no primeiro semestre (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Divulgação/Qualcomm)

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Divulgação/Samsung)

Black Friday: Nintendo Switch OLED tem desconto imperdível com cupom

24 de Novembro de 2025, 17:39

Prós
  • Tela OLED de 7 polegadas
  • Versão digital do Mario Kart 8 Deluxe
  • 3 Meses de
  • Dobro de memória em relação ao modelo padrão
Contras
  • Sem suporte para resolução 4K na TV
PIX Cupom Somente no APP
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O Nintendo Switch OLED está em oferta e saindo por R$ 1.759 no Pix com o cupom APP100OFF no aplicativo da Amazon para dispositivos móveis. Além do desconto de 35% em comparação com o preço de lançamento do console (de R$ 2.699), a promoção também inclui o jogo Super Mario Bros. Wonder e três meses de assinatura Nintendo Switch Online.

Bundle inclui Nintendo Switch OLED, jogo e três meses de Switch Online

O Nintendo Switch OLED é a versão do Nintendo Switch com tela OLED de sete polegadas, oferecendo mais contraste e cores mais vibrantes do que o modelo padrão do console com tela LCD. Esse diferencial garante uma experiência visual com mais qualidade para os jogadores.

O console vem com 64 GB de armazenamento interno e suporta cartões microSD HC ou XC de até 2 TB para estender a memória. As jogatinas no modo portátil rodam a 720p, mas você pode conectar o console em uma TV ou monitor (via HDMI) para jogatinas a 1080p (Full HD). E a bateria do aparelho promete de quatro a nove horas de autonomia no modo portátil.

A caixa inclui o Nintendo Switch OLED (R$ 3.079 no Pix com o cupom BLACKCEM no app da Amazon), uma dock para conectar o console à TV, um par de controles Joy-Con e carregador.

Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Além do console de videogame, o bundle também inclui o jogo Super Mario Bros. Wonder, e três meses de assinatura do Nintendo Switch Online para jogatinas conectadas à rede e acesso a biblioteca de jogos antigos das plataformas Nintendo. Tudo isso por R$ 1.759 no Pix com o cupom APP100OFF no aplicativo da Amazon.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28 de novembro, sexta-feira após o feriado de Thanksgiving (Dia de Ação de Graças) nos EUA. Contudo, várias lojas já estão adiantando ofertas e cupons especiais nesta semana. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e não perca nenhum desconto.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black Friday: Nintendo Switch OLED tem desconto imperdível com cupom

Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Black Friday: iPhone 16e tem 44% OFF em oferta com cupom na Amazon

24 de Novembro de 2025, 16:46

Prós
  • Desempenho elevado com e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
PIX
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O iPhone 16e está saindo por R$ 3.228 no Pix, em uma oferta de Black Friday na Amazon. O preço à vista do novo smartphone de entrada da Apple com suporte ao Apple Intelligence corresponde a um valor 44% mais barato que o custo inicial do aparelho, de R$ 5.799.

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e traz chip da Apple a um preço mais acessível

Com design simples e compacto, o iPhone 16e traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ e com taxa de atualização de 60 Hz, incluindo proteção reforçada do Ceramic Shield. O display tem resolução de 2.532 x 1.170 pixels a 460 ppi, pico de brilho de 1.200 nits, e apresenta entalhe tradicional na parte frontal para abrigar a câmera de selfie.

Por falar em câmeras, o smartphone da Apple traz uma lente grande-angular de 12 MP (f/1.9) na frontal, além de um sistema de câmera 2 em 1 na traseira que combina uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva 2x de 12 MP (f/1.6) integrada. Ambas as câmeras conseguem grava em 4K a 60 fps.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e é alimentado por 8 GB de RAM e por uma versão menos potente do chip Apple A18, com CPU de seis núcleos, GPU de quatro núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. O celular tem versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, e o modelo com 128 GB está em promoção, custando R$ 3.079 no Pix com o cupom BLACKCEM na Amazon.

O celular é o smartphone mais acessível da Apple com suporte ao Apple Intelligence, que é o sistema de inteligência artificial da Maçã. Com ele, você pode automatizar tarefas do dia a dia, como transcrever ou traduzir mensagens com apenas poucos toques na tela.

A bateria do iPhone 16e (por R$ 3.128 no Pix) tem capacidade de 4.005 mAh, com autonomia para até 26 horas de reprodução de vídeo. A recarga de 0% a 50% leva cerca de 30 minutos com adaptador de energia de 20 W ou superior, e a recarga sem fio suporta apenas carregadores padrão Qi.

Quando é a Black Friday 2025?

A Black Friday 2025 acontece no próximo dia 28 de novembro, sexta-feira após o feriado de Thanksgiving (Dia de Ação de Graças) nos EUA. Contudo, várias lojas já estão adiantando ofertas e cupons especiais nesta semana. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e não perca nenhum desconto.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black Friday: iPhone 16e tem 44% OFF em oferta com cupom na Amazon

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Melhor iPhone em 2026: qual modelo comprar e quais evitar?

3 de Janeiro de 2026, 18:30
iPhone 16e é o smartphone atual da Apple com preços mais acessíveis (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16e é o smartphone atual da Apple com preços mais acessíveis (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quem busca economia ao comprar um iPhone em 2026 deve dar preferência a modelos das linhas iPhone 15 e iPhone 16. Esses são celulares relativamente recentes, com boas especificações e preços em queda.

Já modelos muito antigos, como o iPhone 12 e anteriores, devem ser evitados, devido a configurações ultrapassadas e falta de compatibilidade com recursos atuais.

Por outro lado, os consumidores que estão atrás de descontos na nova linha iPhone 17 também devem ter que aguardar mais um tempo para conseguir boas promoções, devido aos altos preços praticados pela Apple no último lançamento.

Para te ajudar a encontrar as melhores ofertas, o Tecnoblog listou os modelos de iPhone para comprar e evitar em 2026. Confira o artigo antes de decidir qual é o melhor smartphone para o seu dia a dia.

Qual iPhone comprar em 2026?

iPhone 16e: alto desempenho com preço mais acessível

O iPhone 16e traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ protegida por Ceramic Shield, além de estrutura em alumínio e traseira em vidro. O celular também inclui botão Ação em sua lateral, selo IP68 contra respingos, água e poeira, e notch tradicional (introduzido no iPhone X).

O smartphone é alimentado por uma versão menos potente do chip A18 (CPU de seis núcleos, GPU de quatro núcleos e NPU de 16 núcleos), mas tem 8 GB de RAM, sistema de câmera 2 em 1 com lente grande-angular de 48 MP (f/1.6), bateria de 4.005 mAh, e inclui suporte para o Apple Intelligence.

Lançado em 2025, o iPhone 16e é um smartphone de entrada e figura como a opção mais barata dentre os modelos compatíveis com o sistema de inteligência artificial da Apple. Seu preço mais acessível na faixa dos R$ 3.496* garante uma ótima relação custo-benefício, e sua bateria tem a maior autonomia entre iPhones com telas de 6,1 polegadas.


Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
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iPhone 16 Pro: câmeras “Pro” com maior desconto

O iPhone 16 Pro oferece ainda mais poder de fogo com chip A18 Pro e 8 GB de memória RAM. Além disso, esse é um modelo indicado para quem busca versatilidade e qualidade nas fotos e vídeos. Ele tem câmera traseira tripla formada por uma lente grande-angular de 48 MP, uma ultrawide de 48 MP e uma pericópica de 12 MP. O conjunto consegue registrar imagens com zoom óptico de 5x e vídeos em 4K 120 fps.

Outro destaque é a tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com tecnologia ProMotion (120 Hz) e Dynamic Island.

O smartphone da Apple tem construção em titânio, com acabamento traseiro em vidro Matte texturizado e proteção Ceramic Shield na parte da frente. Ao contrário do iPhone 16e, o iPhone 16 Pro tem suporte ao MagSafe.


Prós
  • Câmera tripla com principal e ultrawide de 48 MP
  • Processador Apple A18 Pro de alto desempenho
  • Tela Super Retina OLED com brilho até 2.000 nits
  • Suporte a MagSafe
Contras
  • Sem carregamento de 45 W
  • Lente teleobjetiva inferior ao iPhone 17 Pro
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iPhone 16: modelo base com suporte ao Apple Intelligence

O iPhone 16 apresenta moldura de alumínio anodizado, conta com uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com Ceramic Shield, traseira em vidro colorido por infusão, e tem o selo IP68 contra água, respingos e poeira. As laterais contam com o botão Ação para acesso rápido a ferramentas, além do botão Controle da Câmera que serve como atalho para capturas.

O conjunto de hardware do celular combina 8 GB de RAM, o chip A18 (CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e NPU de 16 núcleos) e uma bateria de 3.561 mAh. Já a câmera traseira traz uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e uma lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2), incluindo modo Macro e capturas de fotos e vídeos espaciais.

Lançado em 2024, o iPhone 16 é compatível com novos filtros de captura e o sistema Apple Intelligence, e já integra os botões físicos laterais adotados pela Apple. Com isso, o celular se torna uma boa opção para quem preza por boas capturas, alto desempenho e assistência de IA no dia a dia. Além disso, o smartphone teve uma queda de preço de 44%, e está na faixa dos R$ 4.364*.


Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
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iPhone 15: modelo acessível para quem dispensa IA

O iPhone 15 tem estrutura em alumínio e conta com o selo IP68 contra água, respingos e poeira. A frontal do aparelho apresenta uma Super Retina XDR OLED de 6,1″ com Ceramic Shield, enquanto a traseira é construída por vidro colorido por infusão que aloca duas lentes: uma grande-angular de 48 MP (f/1.6) e uma ultra-angular de 12 MP (f/2.4).

Internamente, o smartphone conta com o chip A16 Bionic (seis núcleos de CPU, cinco núcleos de GPU, e 16 núcleos de NPU), 6 GB de RAM, além de uma bateria com capacidade de 3.349 mAh. O hardware consegue entregar boa performance para multitarefa, embora o smartphone não seja compatível com Apple Intelligence.

O iPhone 15 se mostra vantajoso por estar cerca de 45% mais barato em relação ao custo inicial, com preços a partir de R$ 4.017*. O dispositivo consegue fazer boas capturas, traz bom desempenho, e figura como opção interessante para quem dispensa o uso de assistentes de inteligência artificial para automação de tarefas.


Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR OLED
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip A16 Bionic sem suporte ao Apple Intelligence
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Qual iPhone evitar em 2026?

iPhone 12: perto de perder suporte a atualizações

O iPhone 12 conta com 4 GB de RAM e o chip A14 Bionic (CPU de seis núcleos, GPU de quatro núcleos e NPU de 16 núcleos): um conjunto de hardware que pode não atender a demandas mais exigentes nos dias atuais. O sistema de câmera dupla (grande-angular de 12 MP f/1.6 e ultra-angular de 12 MP f/2.4) também ficam aquém das lentes oferecidas em modelos mais recentes.

Também é preciso lembrar que o iPhone 12 foi lançado em 2020, já não é mais fabricado, e deve ter suporte para atualizações de iOS somente até 2026 ou 2027. E mesmo o preço de R$ 1.845* no mercado de usados não compensa a aquisição de um aparelho que está prestes a perder o suporte para updates do sistema operacional.

iPhone 12 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
iPhone 12 deve perder suporte para atualizações do iOS muito em breve (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

iPhone SE (3ª geração): modelo descontinuado

Lançado em 2022, o iPhone SE de terceira geração foi descontinuado e já não é mais fabricado pela Apple. Há poucos modelos novos disponíveis no mercado, e as opções usadas (na faixa dos R$ 2.350*) trazem preocupações sobre a saúde da bateria dos iPhones.

O iPhone SE (3ª geração) já foi uma opção de entrada interessante anos atrás, mas seu conjunto de hardware formado por 4 GB de RAM, chip A15 Bionic e sistema de câmera única (grande-angular de 12 MP f/1.8) é considerado ultrapassado em comparação com o padrão dos iPhones atuais.

Apple iPhone SE (2022) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Apple iPhone SE (2022) já não tem a mesma relação custo-benefício do passado (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

iPhone 17: preço alto no lançamento

O iPhone 17 é o modelo padrão mais atual e potente da Apple, mas ainda está relativamente caro (cerca de R$ 7.198*) por ter sido lançado em setembro de 2025.

A tendência é que o smartphone baixe de preço após a estreia do iPhone 18, em 2026. Mas por ora, vale mais a pena investir em modelos das linhas iPhone 15 e iPhone 16 (incluindo o iPhone 16e), que estão custando bem menos do que seus respectivos preços iniciais de lançamento.

iPhone 17 na cor azul-névoa apoiado na própria caixa
iPhone 17 ainda está relativamente caro em 2025 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como escolher o melhor iPhone para comprar em 2026?

A escolha pelo melhor iPhone em 2026 deve ser baseada principalmente nas suas necessidades e no preço que você está disposto a pagar por um novo smartphone.

Depois de filtrar todos os modelos de iPhone que se encontram dentro da faixa de preço estabelecida, confira as fichas técnicas para analisar as especificações e ver o que muda de um modelo para outro. Você deve observar configurações de processador e memória, quantidade de armazenamento, autonomia de bateria e compatibilidade com recursos recentes e previsão de atualização de software.

Modelos antigos podem ter preços mais baixos, mas trazer configurações defasadas ou pouco tempo de suporte para atualizações, o que os torna obsoletos rapidamente. Já os iPhones mais recentes têm preço muito alto no lançamento, o que pode ser um impeditivo para muitos consumidores.

Importante destacar que a escolha pelo “melhor iPhone” é algo relativo, que varia de acordo com as necessidades e orçamento disponível.

iPhone 13 ainda vale a pena em 2026?

Depende do preço e condição do smartphone. Quem busca um iPhone com preço acessível costuma recorrer a modelos antigos, como o iPhone 13. No entanto, com o lançamento do iPhone 16e em 2026, essa pode não ser a melhor opção.

O iPhone 13 sai por R$ 3.250* no varejo, preço próximo ao do iPhone 16e, que tem um processador mais avançado, suporte ao Apple Intelligence e melhor autonomia de bateria. O iPhone 13 se destaca por trazer suporte ao MagSafe e câmera ultrawide, recursos indisponíveis no modelo mais recente.


Prós
  • Tela OLED com suporte a HDR10 e Dolby Vision
  • Câmeras com boa estabilização e gravação em 4K
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Atualizado com a versão recente iOS 26
Contras
  • Taxa de atualização 60 Hz
  • Pouca memória RAM de 4 GB
  • Entrada Lightning permite menos flexibilidade
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É possível encontrar modelos seminovos e usados do iPhone 13 por aproximadamente R$ 2.699* no mercado de segunda-mão, o que pode valer a pena caso o aparelho tenha sido pouco usado. Mas o custo pode não se justificar se a saúde da bateria estiver comprometida (principalmente em níveis inferiores a 80%).

Além disso, o suporte para atualizações do iOS no iPhone 13 não deve durar muito: considerando o lançamento em 2021, o smartphone deve deixar de receber updates do sistema operacional entre 2026 e 2028. Isso significa que o celular não é recomendável para quem busca um aparelho para longos anos de uso.

Qual iPhone terá maior desconto em 2026?

As linhas de iPhone 15 e iPhone 16 devem receber os maiores descontos em 2026, uma vez que foram lançadas há mais de um ano — ciclo em que iPhones geralmente começam a baixar o custo. Inclusive, ambos os smartphones já vêm aparecendo com preços reduzidos em ofertas que divulgamos no Achados do TB.

Qual é o melhor iPhone em 2026?

O iPhone 17 Pro Max é o melhor modelo de iPhone até o momento, em 2026. O celular traz o chip A19 Pro (CPU e GPU de seis núcleos, além de Neural Engine de 16 núcleos), 12 GB de RAM, sistema de câmera tripla (grande-angular + ultra-angular + teleobjetiva) de 48 MP, e bateria com autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo, com preços a partir de R$ 7.198*.

* Os preços foram consultados em 03 de janeiro de 2026 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

Melhor iPhone em 2026: qual modelo comprar e quais evitar?

iPhone 16e é o smartphone atual da Apple com preços mais acessíveis (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 12 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Apple iPhone SE (2022) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A traseira do iPhone 17 continua de vidro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é emulador de jogos? Saiba como emuladores simulam consoles de games

14 de Novembro de 2025, 16:11
Ilustração de console emulador de jogos
Emuladores de jogos ajudam a preservar o legado de games clássicos (Imagem: Caleb Oquendo/Pexels)

Emulador de jogos consiste em um software ou hardware que consegue simular o comportamento de um console ou aparelho que roda videogames. Isso permite que você possa jogar títulos de uma plataforma a partir de um dispositivo diferente que não tem compatibilidade nativa com a versão do jogo.

Emuladores de hardware têm funcionamento parecido com o de consoles originais, já que usam peças programáveis que simulam o sistema emulado com fidelidade. Já emuladores de software adaptam o comportamento dos aparelhos emulados com base nas especificações do aparelho hospedador.

O Brasil permite a emulação de jogos sob duas condições: utilizar um emulador com código-fonte diferente do console ou aparelho original, e possuir uma cópia original (física ou digital) do jogo emulado.

A seguir, entenda melhor o que são emuladores de videogames, saiba como eles funcionam, e confira vantagens e desvantagens de uso.

O que é emulador de jogos?

Emuladores de jogos são softwares ou hardwares que simulam o sistema de determinados dispositivos capazes que rodam games. Em outras palavras, emuladores de jogos consistem em programas ou aparelhos eletrônicos que se comportam como outros dispositivos reprodutores de videogames.

Esse tipo de emulador costuma ser usado para que o usuário consiga jogar um título de determinada plataforma mesmo sem ter o console ou dispositivo original. Como exemplo, uma pessoa pode jogar videogames de PlayStation 1 diretamente do seu PC, por meio de programas que replicam o sistema do console.

Como funciona um emulador de jogos

O funcionamento de um emulador de videogame varia de acordo com sua natureza, uma vez que os modelos de hardware e software atuam de maneiras diferentes. Emulador de consoles de hardware garante uma emulação mais fiel mas depende da compra do dispositivo, enquanto emular via software é uma prática mais popular e, muitas vezes, gratuita.

Emuladores de hardware são dispositivos físicos que replicam o sistema de consoles e outros aparelhos de games com mais fidelidade. Esses emuladores não têm necessariamente o mesmo tamanho e formato do dispositivo emulado, mas usam peças programáveis que conseguem replicar o comportamento e desempenho de circuitos e componentes.

Modelos com entrada para CDs ou cartuchos têm funcionamento similar ao de consoles: o sistema lê e reproduz os dados da mídia física, rodando o jogo normalmente. Já outras versões precisam ler as cópias digitais do game — arquivos ROM (de cartuchos) ou arquivos ISO (de CDs) — para executar os jogos. Costuma-se usar pen drives, cartões microSD ou SSDs para salvar os arquivos ROM ou ISO.

Você pode criar o seu próprio emulador de hardware a partir da montagem de peças físicas e da programação do sistema, ou comprar o aparelho já pronto para uso. Importante destacar que determinados emuladores de hardware podem ultrapassar o preço de consoles originais.

Ilustração de circuito baseado em FPGA
Grande parte dos emuladores de hardware usa circuitos baseados em tecnologia FPGA (Imagem: Divulgação/Ultimate MISTer FPGA)

Já emuladores de software criam modelos virtuais dos componentes de videogame para replicar o sistema: ao invés de usarem peças físicas similares como os emuladores de hardware, usam linhas de código para reinterpretar o ecossistema do dispositivo emulado no ambiente utilizado.

Esses emuladores costumam ser gratuitos, e têm funcionamento baseado na leitura das cópias digitais dos jogos para rodar os videogames. Como os programas não contam com hardware equivalente ao do aparelho emulado, é comum que ocorram bugs, problemas de compatibilidade, e atrasos (de vídeo ou de resposta a comandos) maiores.

Interface do emulador Dolphin
Interface do Dolphin, que é um emulador de jogos via software (Imagem: Divulgação/Dolphin Emulator)

Importante destacar que emuladores de software são totalmente dependentes da potência do dispositivo que os roda. Isso significa que um PC com processador fraco e sem GPU talvez só consiga emular jogos de consoles mais simples, como Super Nintendo ou PlayStation. Assim como smartphones de ponta podem ter capacidade suficiente para emular games de PC e PSP.

É possível emular jogos de qualquer console ou sistema?

Não. Para emular um console, é preciso conhecimento profundo do funcionamento de seu sistema, incluindo particularidades de hardware, arquiteturas e tecnologias. Acontece que as fabricantes têm se esforçado cada vez mais para proteger essas informações, de modo a evitar que suas propriedades intelectuais sejam violadas.

Por isso, é comum encontrar emuladores de consoles e jogos antigos que já não são mais vendidos oficialmente, a exemplo de Super Nintendo, Mega Drive e PlayStation 1. Em compensação, é muito difícil descobrir todo o funcionamento de consoles como PlayStation 5 e Xbox Series S, e criar emuladores para eles.

Quais são exemplos de emuladores de jogos?

Há diversos emuladores de jogos no mercado, de hardware ou de software. Dentre os principais exemplos de emuladores de videogames de hardware, estão:

  • Mister FPGA: hardware programável que utiliza a tecnologia Field-Programmable Gate Array (FPGA) para clonar consoles como PlayStation 1, Mega Drive e Super Nintendo.
  • RetroUSB AVS: dispositivo com design bastante similar ao do NES, que emula NES e Famicom; roda jogos a partir de cartuchos originais ou alternativos.
  • Super Nt: emulador de Super Nintendo e Super Famicom, com visual minimalista do consoles SNES; compatível com mais de 2.200 cartuchos de jogos dos consoles emulados.
  • Analogue Pocket: emulador multiplataforma, capaz de simular o sistema de consoles como Game Boy, Atari e Neo Geo Pocket; tem suporte para adaptadores de cartuchos originais de diferentes plataformas.
Ilustração do emulador Super Nt
Super Nt tem design inspirado no clássico Super Nintendo (Imagem: Divulgação/Analogue)

Já emuladores de jogos via software incluem programas como:

  • RetroArch: emulador multiplataforma de código aberto, capaz de emular consoles como Atari, Super Nintendo, Dreamcast e PlayStation; compatível com PCs, smartphones e consoles, e consegue rodar jogos a partir de CDs originais.
  • PCSX2: emulador de código aberto que roda jogos de PlayStation 2 em PCs (Windows, Mac e Linux).
  • Dolphin: emulador dos consoles GameCube e Nintendo Wii; compatível com computadores Windows, Mac e Linux.
  • BlueStacks: emulador do sistema operacional Android, que consegue rodar jogos do ecossistema do Google em computadores (Windows e Mac).
Interface do emulador RetroArch
Interface do RetroArch rodando em um PSP (Imagem: Reprodução/LibRetro)

Quais são os benefícios de emuladores de jogos?

Emuladores de videogames trazem diversos benefícios, principalmente ligados a democratização de jogos e preservação de obras culturais. Dentre as principais vantagens, estão:

  • Preservação cultural: a emulação de games ajuda a preservar o legado de obras e a estender a vida útil de videogames que já não estão mais disponíveis no mercado.
  • Maior acessibilidade: emuladores permitem que você possa rodar jogos de determinados consoles mesmo sem ter os aparelhos em questão, o que ajuda a democratizar as jogatinas.
  • Mais opções de otimização: a emulação de videogames consegue otimizar a experiência devido à adição de recursos com novas tecnologias, e abre espaço criativo com as modificações não oficiais.
  • Objeto de estudo: entusiastas podem usar a emulação de jogos para aprofundar estudos voltados para o desenvolvimento de games e consoles de videogame.

Quais são as desvantagens de emuladores de jogos?

As principais desvantagens dos emuladores envolvem impasses técnicos e questões legais de uso:

  • Desafios técnicos: apesar dos avanços tecnológicos, a indústria carece de emuladores de consoles mais atuais pela falta de acesso a informações desses aparelhos e pela complexidade técnica envolvida.
  • Problemas de compatibilidade: a simulação de comportamento em aparelhos com sistemas e hardwares diferentes pode causar diversos problemas que interferem na fluidez e experiência dos videogames.
  • Questões legais: a legalidade em torno da emulação de jogos é um assunto complexo, com entendimentos que variam de acordo com as legislações de cada país.

A emulação de jogos é uma atividade legal?

A emulação de jogos pode ser legal ou ilegal, dependendo da legislação de cada país. No Brasil, a emulação de videogames pode ser legal, mediante algumas condições específicas amparadas pela Constituição.

Primeiro, é preciso entender a legalidade da emulação. O artigo 12 da Lei nº 9.609/98 entende que há violação de direitos autorais de um software se houver “reprodução, por qualquer meio, de programa de computador, no todo ou em parte, para fins de comércio, sem autorização expressa do autor ou de quem o represente”.

Isso significa que um emulador torna-se ilegal se apenas copiar e usar o mesmo código-fonte de um console de videogame. Mas o parecer não se aplica a emuladores cujos códigos-fonte foram construídos “do zero” — seja a partir de desenvolvimento próprio ou de técnicas como engenharia reversa —, que são entendidos como novos softwares.

Portanto, um emulador se enquadra como legal se utilizar um código-fonte que não foi meramente copiado do console original.

Ilustração de código de emulador
Emuladores não podem usar mesmo código-fonte de consoles para serem legais (Imagem: Markus Spiske/Pexels)

Já o segundo ponto se baseia no uso dos emuladores. O artigo 29 da Lei nº 9.610/98 dispõe que a distribuição e a reprodução (parcial ou integral) de softwares dependem de autorização expressa do autor. Logo, não se pode simplesmente baixar a cópia digital de jogos e rodá-los nos emuladores, já que a distribuição e uso de ROMs e ISOs não são expressamente autorizados e podem configurar pirataria digital.

Contudo, é permitido rodar jogos via emulação se você possui uma cópia (física ou digital) original dos videogames. Isso está amparado no inciso I do art. 6º da Lei de Software, sob o entendimento de que não há violação de direitos de software na “reprodução, em um só exemplar, de cópia legitimamente adquirida, desde que se destine à cópia de salvaguarda ou armazenamento eletrônico, hipótese em que o exemplar original servirá de salvaguarda”.

Descrição sobre o inciso 1 do Art 6º da Lei de Software
Legislação brasileira permite reprodução de ROMs, desde que o usuário tenha uma cópia original do game (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Em resumo, você pode emular jogos a partir de emuladores que não usam os códigos-fonte originais de consoles, e se tiver uma cópia original do videogame emulado. Qualquer situação diferente disso pode ser enquadrada como violação à legislação brasileira.

Existem emuladores oficiais de jogos?

Sim. O PlayStation Classic é um exemplo de console proprietário da Sony Interactive Entertainment que emula jogos do PlayStation 1. A Nintendo também lançou aparelhos de emulação, a exemplo do NES Classic Edition (que emula jogos de NES) e Super NES Classic Edition (que emula videogames de SNES).

Também existem softwares de emulação oficiais que conseguem rodar jogos de gerações mais antigas (como Nintendo Entertainment System para Nintendo Switch), além de consoles com sistema nativo de retrocompatibilidade que executam games de consoles antecessores, vide PlayStation 3.

Qual é a importância da emulação para a indústria de jogos?

A emulação de jogos tem papel fundamental para a preservação de obras culturais: diversos games — especialmente os mais antigos — já não estão mais disponíveis para o público, e a emulação pode ser a única forma para que jogadores consigam jogá-los.

A emulação também pode estimular o crescimento de fãs de uma franquia, bem como agregar mais valor à marca de uma plataforma. Como exemplo, um jogador que jogou o primeiro título de Pokémon em um emulador de Game Boy pode se apaixonar pela série, passar a idolatrar a Nintendo, e comprar todos os consoles da marca para jogar os videogames subsequentes da franquia.

Além disso, emuladores de jogos eletrônicos também ajudam a democratizar o acesso a videogames, rodando títulos sem a necessidade de possuir determinado console ou dispositivo. E em algumas situações, a emulação pode ser uma porta de entrada para que o indivíduo se torne fã de jogos, passe a consumir produtos, e fomente a indústria gamer.

Qual é a diferença entre emuladores e emuladores de jogos?

Emuladores são softwares ou hardwares de uso versátil, com capacidade de simular o comportamento e funcionamento de sistemas, dispositivos, componentes e programas (como jogos).

Já emuladores de jogos consistem em programas ou hardwares voltados para a emular o funcionamento de aparelhos e sistemas que rodam videogames, com foco na execução dos jogos.

Em suma, todo emulador de jogos também é um emulador, mas nem todo emulador é necessariamente um emulador de jogos.

O que é emulador de jogos? Saiba como emuladores simulam consoles de games

(Imagem: Caleb Oquendo/Pexels)

(Imagem: Divulgação/Ultimate MISTer FPGA)

(Imagem: Divulgação/Dolphin Emulator)

(Imagem: Divulgação/Analogue)

(Imagem: Reprodução/LibRetro)

(Imagem: Markus Spiske/Pexels)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

iPhone 16e vs iPhone 15: qual é a diferença entre os celulares da Apple?

14 de Novembro de 2025, 13:50
Ilustração comparativa entre iPhone 16e e iPhone 15
Comparativo: iPhone 16e e iPhone 15 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

As diferenças entre o iPhone 16e e o iPhone 15 envolvem preço, desempenho, autonomia de bateria, recursos de tela, câmeras e design. Enquanto o primeiro foi lançado como uma opção melhor em custo-benefício para quem busca desempenho avançado, o segundo é mais completo em câmeras, tem design mais atual e suporta recarga sem fio via MagSafe.

Para saber qual é a melhor opção para você, é preciso analisar seu perfil de uso, suas necessidades e o orçamento disponível para compra. Também é importante averiguar todas as especificações e recursos presentes no iPhone 16e e iPhone 15 para chegar a um veredito.

A seguir, saiba o que muda entre o iPhone 16e e iPhone 15, e confira as principais vantagens de cada celular da Apple.

Ficha técnica: iPhone 16e vs iPhone 15

iPhone 16eiPhone 15
LançamentoFevereiro de 2025Setembro de 2023
Preço de lançamentoa partir de R$ 5.799a partir de R$ 7.299
Tela6,1″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2532 x 1170 pixels a 460 ppp, True Tone6,1″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp, True Tone
ProcessadorApple A18 (CPU de 6 núcleos, GPU de 4 núcleos, Neural Engine de 16 núcleos), fabricado com litografia de 3 nanômetrosApple A16 Bionic (CPU de 6 núcleos, GPU de 4 núcleos), Neural Engine de 16 núcleos
Memória RAM8 GB6 GB
Armazenamento128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem entrada para cartão microSD128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem entrada para cartão microSD
Câmera traseiraLente grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva de 2x de 12 MP integradaLente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e lente ultra-angular de 12 MP (f/2.4)
Câmera frontalLente grande angular de 12 MP (f/1.9)Lente grande-angular de 12 MP (f/1.9)
Vídeo em até4K Dolby Vision @ 60 fps4K Dolby Vision @ 60 fps
BiometriaReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepthReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepth
BateriaCapacidade de 4.005 mAh; autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeoCapacidade de 3.349 mAh; autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo
Sistema de fábricaiOS 18.3iOS 17
Conectividade5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC, modem C1 da Apple para celular5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC e chip de banda ultralarga da Apple de 2ª geração
Resistência à águaSim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)Sim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)
Dimensões146,7 x 71,5 x 7,8 mm (A x L x E)147,6 x 71,6 x 7,8 mm (A x L x E)
Peso167 g171 g
CoresPreto e brancoPreto, azul, verde, amarelo e rosa

1. Design e construção

O iPhone 16e traz uma moldura em alumínio anodizado de borda reta ao redor da estrutura, traseira em vidro, e notch tradicional na parte frontal. O botão Ação na lateral esquerda e sistema de câmera principal simples também caracterizam o design do celular, que é está disponível nas cores branco e preto.

Já o iPhone 15 tem estrutura em alumínio anodizado de bordas arredondadas, Dynamic Island na parte frontal, traseira em vidro colorido por infusão, e está disponível nas cores preto, azul, verde, amarelo e rosa. A lateral esquerda do smartphone apresenta a chave física para ativar ou desativar o modo silencioso, e a câmera principal conta com módulo quadrado para abrigar o sistema de lente dupla.

Celulares vistos de frente e de costas
iPhone 16e vem com borda reta e notch com entalhe (Imagem: Divulgação/Apple)

O iPhone 16e e o iPhone 15 têm diferenças nas partes frontal, traseira e laterais. A começar pela frente do aparelho, o iPhone 16e traz o entalhe tradicional introduzido no iPhone X, enquanto o iPhone 15 apresenta o notch interativo em formato de pílula, chamado de Dynamic Island.

A falta do Dynamic Island no iPhone 16e limita certos recursos dinâmicos do celular, mas possivelmente está ligado ao preço mais acessível do aparelho.

A moldura com bordas arredondadas do iPhone 15 revela um design mais moderno do que a estrutura de bordas retas presente em modelos como iPhone 16e, iPhone 13 e iPhone 12. Em compensação, o iPhone 16e já vem com o botão de Ação — usado como atalho para ferramentas básicas — no lugar da chave do modo silencioso, que ainda está presente no modelo base da linha iPhone 15.

Na parte traseira, o iPhone 16e apresenta uma única lente que salta diretamente da carcaça, enquanto o iPhone 15 traz uma moldura quadrada que aloca as duas lentes da câmera principal dispostas em orientação diagonal. Além disso, a construção em vidro colorido por infusão do iPhone 15 permite que o aparelho seja vendido em diversas cores.

Cinco celulares vistos de costas e um celular de frente
O iPhone 15 está disponível nas cores preto, azul, verde, amarelo e rosa (Imagem: Divulgação/Apple)

Ambos os dispositivos compartilham das mesmas dimensões de 146,7 mm de altura, 71,5 mm de largura e 7,8 mm de espessura, e têm a mesma proteção IP68 contra respingos, água e poeira, podendo ser imersos em água com profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos.

No entanto, o iPhone 16e pesa 167 gramas — 4 gramas mais leve que o iPhone 15, que tem peso de 171 gramas.

2. Tela

O iPhone 16e vem com tela Super Retina XDR OLED protegida pelo Ceramic Shield, com resolução de 2532 x 1170 pixels a 460 ppp e taxa de atualização de 60 Hz. O display tem proporção de contraste 2.000.000:1, brilho típico de 800 nits e pico de brilho de 1.200 nits.

O iPhone 15 também apresenta uma tela Super Retina XDR OLED de 60 Hz protegida pelo Ceramic Shield, mas com resolução levemente superior de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp. A proporção de contraste de 2.000.000:1 é a mesma do iPhone 16e, mas a tela tem brilho típico de 1.000 nits e pico de brilho de 2.000 nits.

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
Tela do iPhone 16e tem resolução menor e menos brilho do que o display do iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As especificações mostram que o iPhone 15 tem uma tela com níveis mais altos de brilho em comparação com o display do iPhone 16e. Na prática, isso significa que a tela do iPhone 15 tende a oferecer melhor visibilidade, especialmente em condições sob luz solar direta.

Como dito anteriormente, outra diferença diz respeito aos notches usados nos aparelhos. O iPhone 16e vem com o entalhe maior e fixo, popular em iPhones mais antigos. Já o iPhone 15 traz a Ilha Dinâmica, que apresenta um entalhe menor em formato de pílula, e que suporta recursos interativos do ecossistema da Apple. O formato reduzido do Dynamic Island também faz o iPhone 15 ganhar pixels a mais de tela.

Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela do iPhone 15 vem com Dynamic Island e traz melhor visibilidade sob luz solar (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

3. Desempenho

O iPhone 16e é alimentado por uma versão menos potente do chip Apple 18 (lançado em 2024), com CPU de seis núcleos, GPU de quatro núcleos (com ray tracing acelerado por hardware) e Neural Engine de 16 núcleos. O dispositivo também conta com 8 GB de RAM para lidar com as tarefas.

Já o iPhone 15 apresenta 6 GB de RAM e traz o chip A16 Bionic (lançado em em 2022), cujo System-on-a-Chip (SoC) é composto por seis núcleos de CPU, cinco núcleos de GPU e Neural Engine de 16 núcleos.

No comparativo de performance, o iPhone 16e leva vantagem em relação ao iPhone 15 mesmo com um núcleo a menos de GPU. Isso se deve ao fato do A18 apresentar núcleos mais rápidos e mais eficientes no consumo de energia em comparação com os núcleos do A16 Bionic.

Testes de benchmark do Geekbench Browser ilustram essa diferença de desempenho: o iPhone 16e pontuou 3.230 (Single-Core) e 7.915 (Multi-Core) nos testes de CPU, e marcou 23.885 no teste de GPU; enquanto o iPhone 15 alcançou pontuação de 2.545, 6.322 e 22.883 nos mesmos testes, respectivamente.

Ilustração do iPhone 16e rodando jogos
Hardware do iPhone 16e permite que o celular rode jogos AAA (Imagem: Reprodução/Apple)

As especificações mostram que o iPhone 16e é mais veloz e mais potente que o iPhone 15, seja para tarefas básicas diárias ou demandas mais exigentes como jogos. E vale destacar que o iPhone 16e também tem 2 GB a mais de memória RAM do que o iPhone 15, o que o torna melhor para multitarefas.

4. Câmeras

O iPhone 16e apresenta um sistema de câmera 2 em 1 em sua traseira, com uma única lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva de 2x de 12 MP (f/1.6) integrada, e um sensor de 1/2.55″. A câmera de selfie (TrueDepth) traz uma lente grande-angular de 12 MP (f/1.9).

Em contrapartida, o iPhone 15 tem sistema de câmera dupla, com uma grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva de 2x, além de uma lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2) e sensor de 1/1.56″. A câmera frontal do dispositivo tem as mesmas especificações da câmera de selfie do iPhone 16e.

Por mais que o iPhone 16e seja um aparelho mais recente, sua câmera é inferior comparada ao iPhone 15. O sensor reduzido do aparelho gera mais ruídos em fotos com baixa luminosidade. Além disso, a falta de uma lente ultra-angular limita a amplitude em cenas mais abertas (zoom em 0,5x).

Ambos os dispositivos gravam em 4K a 60 fps, mas só o iPhone 15 conta com o modo Cinema para efeito de profundidade nas imagens, e com o Modo Ação para estabilização das filmagens em movimento intenso.

Quanto às demais especificações, os dois iPhones têm suporte ao Modo Noite, Estilos Fotográficos, Photonic Engine e HDR Inteligente 5 para melhorias na hora da captura. E nenhum deles possui o scanner LiDAR, que figura em modelos Pro e Pro Max.

iPhone 15 tem duas câmeras
Sistema de câmera dupla do iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Na prática, o iPhone 15 consegue capturar fotos e vídeos com mais qualidade e tem mais recursos fotográficos. A única vantagem do iPhone 16e refere-se a funções do Apple Intelligence na edição das imagens, embora esse benefício esteja atrelado ao pós-processamento, e não ao processo de captura.

5. Bateria e carregamento

A bateria do iPhone 16e tem capacidade de 4.005 mAh e autonomia de até 26 horas em reprodução de vídeo, mostrando-se mais potente e duradoura. Já o iPhone 15 possui uma bateria com 3.349 mAh e autonomia de até 20 horas em reprodução contínua de vídeo.

Por outro lado, o iPhone 15 suporta recarga sem fio MagSafe de até 15 W, enquanto o iPhone 16e não tem MagSafe e só é compatível com recarga sem fio (padrão Qi) de até 7,5 W. Ambos os aparelhos são recarregados de 0% até 50% em aproximadamente 30 minutos, via adaptador de energia de 20 W ou superior.

Ilustração da bateria no interior do iPhone 16e
Interior do iPhone 16e foi projetado para comportar uma bateria maior (Imagem: Reprodução/Apple)

6. Conexões e conectividade

Tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 15 apresentam conexões e conectividades similares, incluindo porta USB-C, 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação. Mas as diferenças entre os dispositivos envolvem o modem C1 da Apple no iPhone 16e, além do chip Ultra Wideband (UWB) e compatibilidade com a conexão magnética MagSafe no iPhone 15.

O chip C1 otimiza as conexões 5G do iPhone 16e e melhora consideravelmente a eficiência energética do aparelho. Por outro lado, o iPhone 15 consegue rastrear objetos compatíveis com mas precisão graças ao chip UWB, e aproveita do MagSafe para conexões magnéticas com capas, carteiras, carregadores wireless, entre outros acessórios.

7. Outros recursos

O iPhone 16e tem suporte oficial para o Apple Intelligence, o sistema de inteligência artificial da Apple que promete automatizar tarefas, auxiliar na edição de mídias e uma versão da Siri mais otimizada. Já o iPhone 15 não traz suporte à suíte de IA.

Por ter sido lançado no início de 2025, o iPhone 16e já saiu de fábrica com o iOS 18.3, enquanto o iPhone 15 foi lançado em 2023 com o iOS 17.

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

8. Preço

O iPhone 16e chegou ao mercado com preço a partir de R$ 5.799, e já pode ser encontrado na faixa de R$ 3.499*. Já o iPhone 15 foi lançado custando a partir de R$ 7.299, mas aparece na casa dos R$ 4 mil em algumas promoções.

A diferença de preço entre os dispositivos chegou a bater a casa dos R$ 1.500 considerando seus respectivos preços de lançamento, mas atualmente diminuiu para cerca de R$ 750.

* Os preços foram consultados em 14 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

iPhone 16e ou iPhone 15: qual smartphone comprar?

O iPhone 16e surge como um dos modelos de iPhone com melhor relação custo-benefício. Mas tudo depende do momento em que você vai comprar o aparelho. A câmera ultra-angular e os modos Cinema e Ação fazem falta para as capturas, mas o celular consegue registrar fotos e vídeos de alta qualidade. Além disso, o iPhone 16e tem desempenho avançado, vem com uma bateria otimizada, é compatível com o Apple Intelligence, e tem preço mais acessível.


Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
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Já o iPhone 15 é uma opção mais indicada para quem deseja uma câmera com mais recursos e opções de captura, além de uma tela com mais brilho. O celular também apresenta boa performance computacional e gráfica — ainda que inferior à do iPhone 16e —, e a falta de suporte para o Apple Intelligence não deve ser um grande problema, visto que a suíte de IA da Apple ainda não se mostrou um grande diferencial.


Prós
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
  • Tela OLED de até 2.000 nits de brilho
  • Chip A16 Bionic com ótimo desempenho
Contras
  • Não tem câmera telefoto
  • Taxa de atualização de tela de 60 Hz
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Quais são as vantagens do iPhone 16e?

Os principais benefícios do iPhone 16e envolvem a performance avançada a um preço mais acessível, além de suporte ao sistema de IA da Apple e bateria mais duradoura:

  • Custo reduzido para um iPhone: o iPhone 16e apresenta ótima relação custo-benefício, e é considerado atualmente como a melhor opção de entrada entre os modelos de iPhone.
  • Desempenho avançado: a combinação de 8 GB de RAM e da versão menos potente do chip A18 fornece bom desempenho geral para o celular, mesmo em tarefas como jogos mais pesados.
  • Compatível com Apple Intelligence: a compatibilidade com o Apple Intelligence expande a capacidade de recursos do iPhone 16e, seja em edições de mídias ou em automação de tarefas.
  • Bateria com boa autonomia: a bateria é um dos destaques do aparelho, apresentando a maior autonomia entre os iPhones com tela de 6,1″.

Quais são as vantagens do iPhone 15?

Dentre as principais vantagens do iPhone 15, estão o bom desempenho geral do celular, a presença de uma lente ultra-angular, e o suporte ao Dynamic Island e MagSafe:

  • Tem lente ultrawide: a presença da lente ultrawide permite que o iPhone 15 consiga capturar cenários abertos com mais amplitude.
  • Performance interessante: o chip A16 Bionic lançado em 2022 ainda demonstra bom desempenho geral (computacional e gráfico) para o uso diário.
  • Conta com Dynamic Island: a Ilha Dinâmica do iPhone 15 proporciona diversos recursos interativos, incluindo controle para reprodução de mídias e visualização de alertas e notificações.
  • Compatível com MagSafe: o suporte ao MagSafe habilita recargas sem fio com adaptadores mais potentes, além de compatibilidade da conexão magnética com acessórios.

iPhone 16e vs iPhone 15: qual é a diferença entre os celulares da Apple?

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Compare a ficha técnica e os recursos do iPhone 16e e do iPhone 15 antes de decidir qual modelo vale mais a pena

Comparativo: iPhone 16e e iPhone 15 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

iPhone 16e conta com processador Apple A18 (imagem: divulgação)

Linha do iPhone 15 nas cores preto, azul, verde, amarelo e rosa (Imagem: Divulgação/Apple)

iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Apple)

Câmera iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Apple)

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é ENIAC? Conheça a história do primeiro computador do mundo

12 de Novembro de 2025, 14:27
Foto do computador ENIAC
Primeiro computador do mundo ocupava uma sala de 135 m² (Imagem: U.S. Army Photo sob domínio público)

ENIAC é considerado o primeiro computador eletrônico da história, apresentado oficialmente em 1946. A nomenclatura é uma abreviação de Electronic Numerical Integrator and Computer (“Computador e Integrador Numérico Eletrônico”, em tradução livre).

Os estadunidenses John Mauchly e J. Presper Eckert foram responsáveis pela criação do ENIAC, tendo liderado todo o projeto. No entanto, um grupo de seis mulheres programadoras foram fundamentais para a concepção, construção e programação da máquina. Elas ficaram conhecidas como “as seis do ENIAC”.

Apesar de ser grande e complexo, o ENIAC provou que era possível criar um computador com capacidade operacional. E com o avanço tecnológico, as máquinas foram ficando cada vez menores e mais potentes, alcançando o design que ganhou nome de computador pessoal (PC).

A seguir, confira a história do ENIAC, e saiba como o primeiro computador do mundo funcionava.

O que é o ENIAC?

ENIAC foi uma máquina eletrônica criada na década de 40, e é considerado o primeiro computador da história. O dispositivo tinha fins militares, e foi usado para executar cálculos matemáticos mais rapidamente do que um ser humano equipado com uma calculadora.

O que significa ENIAC?

ENIAC é a abreviação de Electronic Numerical Integrator and Computer, que pode ser traduzido como “Computador e Integrador Numérico Eletrônico”.

Qual é a história do ENIAC?

A história do primeiro computador remonta à década de 40, em meio à Segunda Guerra Mundial. Naquela época, um grupo de mulheres estadunidenses trabalhava com equações matemáticas complexas para calcular velocidades e trajetórias de bombas e mísseis, de modo a ajudar as tropas norte-americanas. Essas trabalhadoras eram chamadas de “computadoras”.

Acontece que cálculos de trajetórias balísticas são extremamente variáveis — já que mudam de acordo com o clima e altitude —, e a criação de novas armas também complicava as operações. E com o acúmulo de demandas, o governo dos Estados Unidos observou a necessidade de um novo método que acelerasse a execução dos cálculos.

Foi então que o físico John Mauchly e o engenheiro J. Presper Eckert propuseram uma máquina capaz de executar cálculos muito mais rapidamente que um ser humano. Em 1943, eles firmaram um contrato com o Laboratório de Pesquisa Balística (BRL) das Forças Armadas dos EUA, que deu aval ao início do projeto ENIAC na Escola Moore de Engenharia Elétrica da Pensilvânia.

Foto de ENIAC e seus criadores
Mauchly e Eckert encabeçaram o projeto ENIAC (Imagem: U.S. Army Photo sob domínio público)

Mauchly era físico e focou no uso de tecnologias mecânicas e de válvulas eletrônicas. Já Eckert atuou como chefe de engenharia e atuou para garantir a confiabilidade das válvulas durante as operações. Ambos lideraram uma equipe formada de eletricistas, programadores e desenhistas.

Seis computadoras — conhecidas como “as seis do ENIAC” — também foram essenciais para a conclusão do projeto: Kathleen McNulty Mauchly Antonelli, Jean Jennings Bartik, Frances (Betty) Snyder Holberton, Marlyn Wescoff Meltzer, Frances Bilas Spence e Ruth Lichterman Teitelbaum. As funcionárias civis antes faziam cálculos à mão, mas se tornaram desenvolvedoras e programadoras da máquina.

Ilustração do ENIAC sendo programado
As computadoras foram essenciais para a conclusão e operação do primeiro computador eletrônico (Imagem: U.S. Army Photo sob domínio público)

Em 14 de fevereiro de 1946, o ENIAC foi oficialmente anunciado como uma máquina capaz de executar cálculos matemáticos complexos com velocidades eletrônicas. Mas seu reconhecimento como o primeiro computador eletrônico da história só veio a acontecer anos mais tarde.

Apesar de ter sido lançado após o fim da Segunda Guerra Mundial, o ENIAC foi utilizado para diversos cálculos por nove anos, até ser completamente desativado em 1955.

O computador ENIAC ainda existe?

Sim, mas apenas parcialmente. O ENIAC foi desativado e desmontado em 1955, mas parte de seus painéis originais está em exposição no Edifício Moore, na Universidade de Pensilvânia (EUA), onde foi construído. Outras partes foram enviadas para instituições como o Instituto Smithsonian (Washington D.C.) e a Academia Militar dos EUA (West Point).

Como era o ENIAC

O ENIAC computer era robusto e ocupava uma sala de aproximadamente 135 m². Especialistas afirmam que a máquina tinha um tamanho comparável ao de uma baleia azul (que mede aproximadamente 30 metros), com peso de 30 toneladas (30 mil kg).

Seus 40 painéis dispostos em forma de “U” tinham aproximadamente 24 metros de comprimento, e abrigavam 18 mil válvulas eletrônicas, 70 mil resistores, e 10 mil capacitores. Todas essas peças resultavam em um gasto de energia de 150 quilowatts.

Imagem do ENIAC em operação
ENIAC era grande e extremamente pesado (Imagem: U.S. Army Photo sob domínio público)

Como o computador ENIAC funcionava

Antes do ENIAC computar algo, as programadoras levavam semanas para mapear todas as instruções no papel. Depois da validação dos testes, era necessário ajustar switches e conexões cabeadas da máquina para que o computador seguisse as instruções corretamente.

Depois, um aparelho da empresa IBM chamado “leitor” lia os cartões perfurados contendo números e variáveis para o cálculo. Esse dispositivo conseguia traduzir a linguagem matemática para a “linguagem do ENIAC” e vice-versa.

A máquina então processava os cálculos por meio de impulsos elétricos. A “memória interna” era formada por vinte acumuladores de 10 dígitos, além de seis mil interruptores e cabos, acumuladores e transmissores constantes.

Em poucos segundos, os resultados eram impressos em cartões perfurados de saída. Todo o processo se repetia a cada novo cálculo, uma vez que o ENIAC tinha de ser reprogramado manualmente para cada operação.

Quais eram as capacidades do ENIAC?

O ENIAC era restrito a cálculos de soma, subtração, multiplicação e divisão. No entanto, ele era capaz de realizar 5.000 adições por segundo, e podia resolver cálculos balísticos que levavam 12 horas em uma calculadora em apenas 30 segundos.

Vale destacar que o primeiro computador da história focou em cálculos de velocidades e trajetórias de bombas, mas seu campo de aplicação também envolveu previsão do tempo, estudos de raios cósmicos e números aleatórios, cálculos de energia atômica, ignição térmica, entre outros usos científicos.

Quais eram as limitações do ENIAC?

A principal limitação do ENIAC estava em sua memória interna, que podia armazenar apenas cerca de 20 números de 10 dígitos. Apesar de ser mais veloz do que qualquer ser humano, essa capacidade se mostra bem aquém quando comparada aos hardwares de hoje em dia.

Além disso, o ENIAC demandava reprogramações manuais a cada novo cálculo. E esse processo levava semanas, considerando o mapeamento no papel, e os ajustes de switches e conexões dos cabos antes da operação.

Ilustração de operação do ENIAC
Limitação de memória e complexidade eram as principais desvantagens do ENIAC (Imagem: U.S. Army Photo sob domínio público)

Qual foi o primeiro programa executado no ENIAC?

O primeiro programa executado pelo ENIAC simulou explosões termonucleares. Vale destacar que a máquina não rodou um software efetivamente, e foi apenas programada manualmente para executar cálculos de fissão nuclear.

Qual foi a importância do ENIAC para a evolução dos PCs?

O ENIAC foi essencial para a evolução dos computadores, provando que era possível construir uma máquina eletrônica com capacidade operacional para automatizar tarefas antes feitas à mão. Sua concepção serviu de pontapé para a era computacional, em meio à uma época com detratores e pessimistas de tecnologias da computação.

Apesar do funcionamento complicado e de seu tamanho, o ENIAC serviu de inspiração para outros computadores desenvolvidos posteriormente. Com o tempo, a indústria conseguiu criar máquinas menores, melhores e mais baratas, a exemplo do Kenbak-1. Foi então que os computadores deram lugar aos computadores pessoais (PCs) de caráter comercial.

O avanço tecnológico então popularizou os computadores e abriu espaço para a exploração e descoberta de softwares, redes de conexão (como a internet), mais poder de operação, expansão de funcionalidades, além de novos dispositivos eletrônicos.

Qual é a diferença entre ENIAC e Kenbak-1?

O ENIAC é considerado o primeiro computador eletrônico do mundo, oficialmente apresentado em 1946. A máquina tinha cerca de 24 metros de comprimento, pesava 30 toneladas, e tinha operação baseada em ajustes de switches e conexões de cabos.

Já o Kenbak-1 é considerado o primeiro computador pessoal (PC) da história, criado em 1971. O PC podia ser operado em uma mesa por ser muito menor e mais leve que o ENIAC, tinha um processador de oito bits, e focava no uso pessoal devido ao seu caráter comercial.

O que é ENIAC? Conheça a história do primeiro computador do mundo

(Imagem: U.S. Army Photo/Wikimedia Commons) | Domínio Público

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iPhone 15 vs iPhone 16: o que muda entre os celulares da Apple?

10 de Novembro de 2025, 19:04
Imagem mostra iPhone 15 na cor rosa e iPhone 16 na cor azul, lado a lado, em comparativo
Comparativo: iPhone 15 vs iPhone 16 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O iPhone 15 e o iPhone 16 apresentam diferenças de design, desempenho, câmeras, baterias e recursos adicionais. O iPhone 16 leva a melhor em todos os pontos citados, mas seu antecessor se mostra como uma opção interessante, mesmo sendo mais modesto.

Lançado em 2023, o iPhone 15 traz um chip com boas configurações de performance, e se destaca pela captura de fotos e vídeos em alta qualidade. Já o iPhone 16 estreou em 2024, e tem desempenho mais rápido e com menos consumo de energia, além de ser compatível com o Apple Intelligence.

A seguir, confira o que muda entre o iPhone 15 e o iPhone 16, e entenda qual celular atende melhor às suas necessidades.

Ficha técnica: iPhone 15 vs iPhone 16

iPhone 15iPhone 16
LançamentoSetembro de 2023Setembro de 2024
Preço de lançamentoa partir de R$ 7.299a partir de R$ 7.799
Tela6,1″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp, True Tone6,1″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp, True Tone
ProcessadorApple A16 Bionic (CPU de 6 núcleos, GPU de 4 núcleos), Neural Engine de 16 núcleosApple A18 (CPU de 6 núcleos, GPU de 5 núcleos), Neural Engine de 16 núcleos
Memória RAM6 GB8 GB
Armazenamento128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem entrada para cartão microSD128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem entrada para cartão microSD
Câmera traseiraLente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e lente ultra-angular de 12 MP (f/2.4)Lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2)
Câmera frontalLente grande-angular de 12 MP (f/1.9)Lente grande-angular de 12 MP (f/1.9)
Vídeo em até4K Dolby Vision @ 60 fps4K Dolby Vision @ 60 fps
BiometriaReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepthReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepth
BateriaCapacidade de 3.349 mAh; autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeoCapacidade de 3.561 mAh; autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo
Sistema de fábricaiOS 17iOS 18
Conectividade5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC e chip de banda ultralarga da Apple de 2ª geração5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, NFC, tecnologia Thread, e chip de banda ultralarga da Apple de 2ª geração
Resistência à águaSim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)Sim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)
Dimensões147,6 x 71,6 x 7,8 mm (A x L x E)147,6 x 71,6 x 7,8 mm (A x L x E)
Peso171 g170 g
CoresPreto, azul, verde, amarelo e rosaPreto, branco, rosa, verde-acinzentado e ultramarino

Qual é a diferença entre o iPhone 15 e o iPhone 16?

1. Design e construção

O iPhone 15 tem estrutura de alumínio anodizado de bordas arredondadas, com traseira em vidro colorido por infusão. O dispositivo traz a icônica chave física para ativar ou desativar o modo silencioso, e o módulo quadrado da câmera traseira abriga as lentes dispostas na diagonal.

O iPhone 16 também traz estrutura de alumínio anodizado de bordas arredondadas, além de vidro colorido por infusão na traseira do aparelho. As diferenças em relação ao antecessor ficam por conta do botão de Ação no lugar da chave física de modo silencioso, o botão físico Controle da Câmera e um módulo em formato de pílula para abrigar as lentes traseiras em orientação vertical.

iPhone 15 no evento da Apple
Design frontal do iPhone 15, lançado em 2023 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A lateral do iPhone 16 com mais botões do que a do iPhone 15 revela o design usado para alocar dois novos recursos que não estavam disponíveis anteriormente: o botão de Ação funciona como um atalho para ações rápidas, enquanto o Controle da Câmera inclui controle tátil para inicializar a câmera e acessar recursos fotográficos.

Além disso, as lentes da câmera principal do iPhone 16 são orientadas na vertical para adequação com as capturas espaciais — algo que vai além de uma mera novidade visual. O iPhone 15 traz lentes da câmera principal em diagonal, e por isso não é compatível com os recursos de captura espacial.

O design interno do iPhone 16 também leva vantagem em comparação com seu antecessor, já que foi reprojetado para acomodar uma bateria maior e para otimizar a dissipação do calor.

Em novas cores, iPhone 16 tem corpo de alumínio (imagem: reprodução/Apple)
iPhone 16 tem corpo de alumínio foi disponibilizado em várias cores (Imagem: reprodução/Apple)

Tanto o iPhone 15 quanto o iPhone 16 compartilham das mesmas dimensões (147,6 mm de altura, 71,6 mm de largura e 7,8 mm de espessura) e praticamente do mesmo peso — o iPhone 15 pesa 171 g, enquanto o iPhone 16 pesa 170 g. Os dois aparelhos também contam com certificação IP68 contra respingos, água e poeira, e podem ser imersos em água a uma profundidade de seis metros por até 30 minutos.

2. Tela

O iPhone 15 e o iPhone 16 possuem a mesma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″, com taxa de atualização de 60 Hz, resolução de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp, brilho típico de 1.000 nits e pico de brilho de 2.000 nits (em ambiente externo). Portanto, a exibição de conteúdos será a mesma nos dois aparelhos.

A única diferença é que a tela do iPhone 16 traz uma versão do Ceramic Shield 50% mais resistente do que a camada de vidro reforçada vista no display do iPhone 15. Isso torna a parte frontal do iPhone 16 mais protegida contra quedas e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela do iPhone 16 é mais resistente que a do iPhone 15 devido à nova geração do Ceramic Shield (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

3. Desempenho

O iPhone 15 tem 6 GB de memória RAM e chip A16 Bionic, construído na litografia de 4 nanômetros. O System-on-a-Chip (SoC) conta com seis núcleos de CPU, cinco núcleos de GPU, além de Neural Engine (NPU) de 16 núcleos.

Já o iPhone 16 vem com 8 GB de RAM e usa o chip Apple A18 (3 nm), que estreou em 2024. O SoC apresenta o mesmo número de núcleos de CPU, GPU e NPU do A16.

O processo de 3 nanômetros torna o A18 menor e mais eficiente (no consumo de energia) do que o A16 Bionic. O chip do iPhone 16 também se mostra mais rápido do que sua versão antecessora:

  • a CPU de seis núcleos do A18 é 30% mais rápida e eficiente no consumo de energia do que o A16 Bionic;
  • a GPU de cinco núcleos é até 40% mais rápida e 35% mais eficiente no consumo de energia do que o A16 Bionic;
  • o Neural Engine pode rodar modelos de machine learning até duas vezes mais rápida que o A16 Bionic.
Desempenho do Apple A18 (imagem: reprodução/Apple)
Desempenho do Apple A18 (imagem: reprodução/Apple)

Para ilustrar essa diferença, testes de benchmark do CPU-Monkey mostraram que o A16 Bionic atingiu pontuação de 2.531 no Geekbench 6 Single-Core, 6.299 no Geekbench 6 Multi-Core, e 1.789 no iGPU Single-precision GFLOPS. Já o A18 marcou 3.384, 8.430 e 2.150 nos mesmos testes, respectivamente.

Vale ainda mencionar que o iPhone 16 tem 2 GB de memória RAM a mais do que o iPhone 15, agilizando o acesso do processador a dados temporários e otimizando o desempenho para multitarefas. E o iPhone 16 também conta com ray tracing acelerado por hardware que aprimora jogatinas, recurso que não está presente no seu antecessor.

4. Câmeras

O iPhone 15 é equipado com um conjunto de câmeras traseiras formado por uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva de 2x, e uma lente ultra-angular de 12 MP (f/2.4). Na frente, a câmera de selfie (TrueDepth) traz uma lente grande-angular de 12 MP (f/1.9).

O iPhone 16 também apresenta uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva de 2x na traseira, mas a lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2) permite fotos em ângulos mais abertos, vem com modo Macro, e captura até 2,6x mais luz do que a ultrawide do iPhone 15. A câmera de selfie tem as mesmas configurações de seu antecessor.

iPhone 15 tem duas câmeras
Sistema da câmera principal do iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Enquanto o iPhone 15 traz lentes da câmera principal em orientação diagonal, o iPhone 16 retorna com o design antigo do iPhone 12 ao colocar as lentes em alinhamento vertical, uma embaixo da outra. Quando o iPhone 16 é segurado na horizontal, as lentes ficam orientadas uma ao lado da outra, na mesma disposição dos olhos humanos.

Essa orientação permite que o iPhone 16 faça fotos e vídeos espaciais (em 3D), que podem ser reproduzidos no Apple Vision Pro. Já o iPhone 15 não tem direito ao recurso espacial, já que as lentes permanecem em orientação diagonal quando o aparelho é segurado horizontalmente.

Mão segurando iPhone 16 com as duas câmeras traseiras em foco
Sistema da câmera principal do iPhone 16 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Além disso, usuários do iPhone 16 podem utilizar o botão Controle da Câmera, que não está presente no iPhone 15. Esse botão com sensor tátil é localizado na parte inferior da lateral direita do celular, e permite acesso rápido à câmera e a recursos fotográficos, como zoom, exposição e profundidade.

Vale destacar que os dois aparelhos conseguem gravar em até 4K a 60 fps, mas somente a câmera do iPhone 16 é compatível com a nova geração de Estilos Fotográficos da Apple e traz suporte ao modo Macro. Os dois celulares também vêm com Modo Noite e carecem do scanner LiDAR visto nos modelos Pro e Pro Max.

5. Bateria e carregamento

O iPhone 15 traz uma bateria com capacidade de 3.349 mAh, com autonomia para reprodução de vídeo de até 20 horas. Já o iPhone 16 apresenta uma bateria maior, com mais capacidade (3.561 mAh) e que aguenta até 22 horas de reprodução contínua de vídeo.

Além de ter mais capacidade, a bateria do iPhone 16 suporta recarga sem fio MagSafe até 25 W, enquanto o iPhone 15 só pode ser recarregado com MagSafe até 15 W. Os dois aparelhos levam cerca de 30 minutos para recarga cabeada de 0% até 50% com adaptador de 20 W ou superior.

6. Conexões e conectividade

Os dois iPhones contam com 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, tecnologia NFC para pagamento por aproximação, Bluetooth 5.3, porta USB-C, e o chip de banda ultralarga de segunda geração (chip Ultra Wideband).

A diferença é que o iPhone 16 vem com Wi-Fi 7, permitindo conexões mais rápidas e com menos latência em comparação com o Wi-Fi 6 do iPhone 15. E somente o iPhone 16 vem com a tecnologia de rede Thread, que otimiza a comunicação entre dispositivos Internet das Coisas (IoT).

Mão segurando celular
iPhone 15 foi o primeiro iPhone a trazer a porta USB-C (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

7. iOS e recursos

O iPhone 15 foi lançado em 2023 e vem com o iOS 17 de fábrica, enquanto o iPhone 16 estreou em 2024 e chega às prateleiras com o iOS 18. Desse modo, o iPhone 16 deve receber mais atualizações que o iPhone 15, já que a Apple costuma oferecer de cinco a seis anos de update para o sistema operacional iOS.

Outra diferença importante é que o iPhone 16 é compatível com o sistema de inteligência artificial da Apple (Apple Intelligence), recurso que não é visto no iPhone 15. O Apple Intelligence automatiza tarefas, ajuda na produtividade e na edição de mídias, e impulsiona a Siri, tornando-a mais natural e prestativa.

Também é importante lembrar que o iPhone 15 não vem com o botão de ação, presente no iPhone 16. O botão físico localizado na lateral esquerda do celular permite acesso rápido a diversos recursos, como lanterna, gravador, câmera, entre outras ferramentas.

Lateral do iPhone 16
Botão de ação do iPhone 16 substitui a famosa chave para ativar ou desativar o modo silencioso (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

8. Preço

O iPhone 15 estreou com preço de lançamento a partir de R$ 7.299, mas já pode ser encontrado custando R$ 3.900*. Já o iPhone 16 chegou ao mercado com custo a partir de R$ 7.799, e aparece em algumas promoções na faixa de R$ 4.459*.

Importante observar que a diferença próxima dos R$ 500 entre os aparelhos permanece até os dias atuais.

* Os preços foram consultados em 07 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

iPhone 15 ou iPhone 16: qual smartphone comprar?

O iPhone 15 segue como opção interessante para quem deseja um modelo de iPhone com bom desempenho e câmeras interessantes. Usuários que não estão acostumados com automação de tarefas e ferramentas de IA podem não sentir falta da não compatibilidade com o Apple Intelligence.


Prós
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
  • Tela OLED de até 2.000 nits de brilho
  • Chip A16 Bionic com ótimo desempenho
Contras
  • Não tem câmera telefoto
  • Taxa de atualização de tela de 60 Hz
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Já o iPhone 16 é mais indicado para quem gosta de recursos ao tirar fotos ou gravar vídeos, preza por acesso rápido a ferramentas básicas, e quer desfrutar de um celular com inteligência artificial embarcada. Apesar de ser um aparelho mais caro, a diferença de preço em relação ao iPhone 15 pode ser compensada pelos recursos mais atuais.


Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
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Quais são as vantagens do iPhone 15?

As principais vantagens do iPhone 15 incluem bom desempenho geral e das câmeras, além do notch interativo e suporte para conexão USB-C. São elas:

  • Boa performance: o iPhone 15 oferece bom desempenho para tarefas gerais, devido ao chip A16 Bionic e os 6 GB de RAM.
  • Capturas de qualidade: o conjunto da câmera principal do aparelho permite capturas de alta qualidade, incluindo gravações em 4K a 60 fps.
  • Dynamic Island: o iPhone 15 foi o primeiro smartphone da Apple em versão padrão a trazer o notch interativo, que antes era restrito a modelos Pro e Pro Max.
  • Porta USB-C: o dispositivo conta com a porta USB-C de entrada, que é uma conexão mais popular e universal no mercado de eletrônicos.

Quais são as vantagens do iPhone 16?

Dentre os principais benefícios do iPhone 16 estão as otimizações de desempenho e consumo de energia do aparelho, o suporte ao Apple Intelligence, e a adição de botões de atalho:

  • Desempenho otimizado: o iPhone 16 teve um salto de performance em relação ao iPhone 15, com melhorias de CPU, GPU, NPU e de câmeras em relação ao seu antecessor.
  • Eficiente no consumo de energia: o aparelho foi otimizado para gastar menos energia, mesmo com os avanços de desempenho.
  • Tem botões de atalho: o dispositivo conta com o botão de Ação e o Controle da Câmera, que oferecem acessos rápidos a ferramentas cotidianas.
  • Dynamic Island: a linha iPhone 16 mantém o notch interativo na versão base.
  • Porta USB-C: o iPhone 16 tem porta USB-C, conexão mais popular do que a Lightning vista em modelos antigos.
  • Suporte ao Apple Intelligence: o iPhone 16 traz suporte ao Apple Intelligence, suíte de IA da marca.

Vale a pena trocar o iPhone 15 pelo iPhone 16?

Não. A diferença de recursos entre as gerações não justifica uma troca, tendo em mente a relação de custo-benefício. O iPhone 15 continua sendo um ótimo aparelho em termos de desempenho, câmeras e design. Apesar do iPhone 16 sair de fábrica “preparado para IA”, os recursos do Apple Intelligence não são tão indispensáveis ao dia a dia da maioria das pessoas.

Se você tem um iPhone 15 e quer um upgrade real, é mais indicado migrar para uma versão Pro da linha iPhone 16 ou 17, ou aguardar até o lançamento do iPhone 18 para avaliar uma possível troca.

iPhone 15 vs iPhone 16: o que muda entre os celulares da Apple?

Comparativo: iPhone 15 vs iPhone 16 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

iPhone 15 no evento da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em novas cores, iPhone 16 tem corpo de alumínio (imagem: reprodução/Apple)

iPhone 16 na Apple Store (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Desempenho do Apple A18 (imagem: reprodução/Apple)

Câmera iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

iPhone 16 e iPhone 16 Plus têm câmera traseira de 48 MP (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Porta USB-C no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e vs iPhone 16: qual é a diferença entre os celulares da Apple?

7 de Novembro de 2025, 15:24
Imagem comparativa mostra iPhone 16e e iPhone 16 lado a lado
Comparativo: iPhone 16e e iPhone 16 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O iPhone 16e e o iPhone 16 apresentam diferenças em preço, construção, processamento e funções adicionais. Equanto o iPhone 16e é um celular com recursos reduzidos, para equilibrar o preço mais acessível, o iPhone 16 oferece performance avançada e compatibilidade com ferramentas fotográficas mais recentes da Apple.

A escolha entre os dois smartphones vai depender das suas necessidades e do orçamento disponível. Por isso, é preciso entender os pontos fortes e fracos de cada um dos celulares, e analisar qual dispositivo se encaixa melhor com o seu perfil de uso.

A seguir, entenda as diferenças entre o iPhone 16e e iPhone 16, e confira os prós e contras de cada modelo.

Ficha técnica: iPhone 16e vs iPhone 16

iPhone 16eiPhone 16
LançamentoFevereiro de 2025Setembro de 2024
Preço de lançamentoa partir de R$ 5.799a partir de R$ 7.799
Tela6,1″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2532 x 1170 pixels a 460 ppp, True Tone6,1″ Super Retina XDR OLED, resolução de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp, True Tone
ProcessadorApple A18 (CPU de 6 núcleos, GPU de 4 núcleos, Neural Engine de 16 núcleos), fabricado com litografia de 3 nanômetrosApple A18 (CPU de 6 núcleos, GPU de 5 núcleos, Neural Engine de 16 núcleos), fabricado com litografia de 3 nanômetros
Memória RAM8 GB8 GB
Armazenamento128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem entrada para cartão microSD128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem entrada para cartão microSD
Câmera traseiraLente grande-angular de 48 MP (f/1.6) com teleobjetiva de 2x de 12 MP integradaLente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2)
Câmera frontalLente grande angular de 12 MP (f/1.9)Lente grande angular de 12 MP (f/1.9)
Vídeo em até4K Dolby Vision @ 60 fps4K Dolby Vision @ 60 fps
BiometriaReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepthReconhecimento facial pela câmera frontal TrueDepth
BateriaCapacidade de 4.005 mAh; autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeoCapacidade de 3.561 mAh; autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo
Sistema de fábricaiOS 18.3iOS 18
Conectividade5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC, modem C1 da Apple para celular5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, NFC, tecnologia Thread, e chip de banda ultralarga da Apple de 2ª geração
Resistência à águaSim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)Sim, IP68 (profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos)
Dimensões146,7 x 71,5 x 7,8 mm (A x L x E)147,6 x 71,6 x 7,8 mm (A x L x E)
Peso167 g170 g
CoresPreto e brancoPreto, branco, rosa, verde-acinzentado e ultramarino

Qual é a diferença entre o iPhone 16e e o iPhone 16?

1. Design e construção

O iPhone 16e traz uma estrutura de alumínio anodizado de borda reta e traseira em vidro, e está disponível nas cores preto fosco e branco fosco. O dispositivo tem proteção IP68 contra respingos, água e poeira, e pode ser imerso em água em profundidade máxima de seis metros por até 30 minutos.

Já o iPhone 16 apresenta moldura de alumínio anodizado de bordas arredondadas em toda a estrutura, além de uma traseira em vidro matte texturizado. A versão traz mais opções de cores (incluindo preto, branco, rosa, verde-acinzentado e ultramarino), e tem o mesmo certificado IP68 contra respingos, água e poeira do modelo 16e.

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
Tela do iPhone 16e conta com o notch tradicional similar ao do iPhone X (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Além das diferenças citadas, o iPhone 16e vem com o entalhe tradicional (notch introduzido no iPhone X) na parte superior da tela, e a câmera traseira surge diretamente da carcaça, sem nenhum tipo de módulo adicional.

Em contrapartida, o iPhone 16 apresenta o Dynamic Island, que é o notch em formato de pílula com recursos interativos. A parte traseira traz uma pequena estrutura em formato de pílula para abrigar o conjunto de câmeras, e a lateral direita do aparelho introduz o botão Controle da Câmera, que não está presente no iPhone 16e.

Tela do iPhone 16
iPhone 16 vem com o Dynamic Island, recurso que ficou de fora do iPhone 16e (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e também é ligeiramente menor e mais leve que o iPhone 16:

  • Dimensões e peso do iPhone 16e: 146,7 x 71,5 x 7,8 mm (A x L x E); 167 gramas
  • Dimensões e peso do iPhone 16: 147,6 x 71,6 x 7,8 mm (A x L x E); 170 gramas

2. Tela

O iPhone 16e conta com tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ e com taxa de atualização de 60 Hz, protegida com o Ceramic Shield. O display tem resolução de 2532 x 1170 pixels a 460 ppp, brilho típico de 800 nits e pico de brilho de 1.200 nits.

O iPhone 16 também dispõe de uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ e com 60 Hz de taxa de atualização, mas a tela tem resolução de 2556 x 1179 pixels a 460 ppp, brilho típico de 1.000 nits e pico de brilho de 2.000 nits. Além disso, a tela é protegida por uma versão mais atual do Ceramic Shield, que é 50% mais forte em comparação com a versão do iPhone 16e.

Isso significa que a tela do iPhone 16 tem melhor visibilidade sob luz solar em comparação ao display do iPhone 16e, além de ser mais resistente contra danos e arranhões.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela do iPhone 16e é similar à do iPhone 16, mas tem menos brilho e é menos resistente (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

3. Desempenho

Tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 16 utilizam o chip Apple A18, lançado em 2024. No entanto, o iPhone 16e usa uma versão menos potente do A18, com cinco núcleos de GPU em vez dos seis núcleos gráficos vistos no A18 “padrão”.

Especificações dos chips do iPhone 16 e iPhone 16e
Chip A18 do iPhone 16e tem um núcleo de GPU a menos do que o A18 do iPhone 16 (Imagem: Reprodução/Apple)

Essa diferença de núcleo de GPU coloca o iPhone 16 uma prateleira acima do iPhone 16e em termos de desempenho gráfico: testes comparativos revelados pelo canal chinês Geekerwan revelaram que o iPhone 16 pontuou 4.588 no 3DMark Wild Life Extreme, enquanto o iPhone 16e alcançou pontuação de 3.862.

Por ter um núcleo gráfico a mais, o iPhone 16 apresenta performance superior em tarefas que exigem mais da GPU, a exemplo de jogos de alta performance ou edição de vídeo. Mas essa diferença pode não causar tanto impacto em tarefas mais simples que não dependem de recursos gráficos.

Em novas cores, iPhone 16 tem corpo de alumínio (imagem: reprodução/Apple)
iPhone 16 tem poder gráfico superior em comparação com o iPhone 16e (Imagem: reprodução/Apple)

Ambos os smartphones têm performances similares em desempenho computacional, já que contam com 8 GB de RAM, CPU de seis núcleos, e Apple Neural Engine (NPU) de 16 núcleos.

4. Câmeras

O iPhone 16e possui um sistema de câmera traseira 2 em 1, com uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e uma teleobjetiva de 2x de 12 MP (f/1.6) integrada, além de um sensor de 1/2.55”. Já a câmera de selfie (TrueDepth) apresenta uma lente wide de 12 MP (f/1.9).

Em contrapartida, o iPhone 16 traz um conjunto de câmeras principais formado por uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e uma lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2), e o sensor de 1/1,56”. A câmera de selfie tem as mesmas especificações que à do iPhone 16e.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e traz um sistema de câmera 2 em 1 com lente única na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apesar de fazer boas fotografias, a câmera traseira do iPhone 16e leva desvantagem em relação à do iPhone 16. A ausência de uma lente ultrawide limita a amplitude de enquadramentos mais abertos, e elimina a função Macro da câmera. O sensor menor do aparelho também gera mais ruídos nas imagens em condições de baixa luminosidade.

O iPhone 16 também performa melhor em gravações: ambos os dispositivos conseguem gravar em 4K a 60 fps, mas só o iPhone 16 conta com o Modo Cinema, o recurso Estilos Fotográficos (de última geração), o Modo Ação, além do botão físico Controle da Câmera (localizado na lateral direita) para recursos interativos de captura.

Recursos como Flash True Tone, Deep Fusion, HDR Inteligente 5 e Modo Noite estão presentes nos dois iPhones. Vale destacar que nenhum dos dispositivos conta com o scanner LiDAR, que está disponível nos modelos Pro e Pro Max.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
IPhone 16 apresenta um conjunto de câmera principal formado por duas lentes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

5. Bateria e carregamento

A bateria do iPhone 16e tem capacidade de 4.005 mAh, com autonomia de até 26 horas em reprodução de vídeo. Já o iPhone 16 é alimentado por uma bateria de 3.561 mAh, podendo reproduzir até 22 horas de vídeo sem parar. Colocando na ponta do lápis, a bateria do iPhone 16e teoricamente dura 18% mais em reprodução contínua de vídeo.

Por outro lado, o iPhone 16 suporta mais potência na hora da recarga sem fio. Ambos os iPhones recarregam de 0% até 50% em 30 minutos com um adaptador cabeado de 20 W ou superior, mas o iPhone 16 é compatível com carregadores wireless de até 25 W, enquanto o iPhone 16e só suporta carregadores wireless de até 7,5 W.

Inclusive, somente o iPhone 16 suporta carregamento por indução magnética MagSafe, o que garante mais potência na hora da recarga sem fio.

6. Conexões e conectividade

O iPhone 16e inclui conectividades como 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, tecnologia NFC para pagamento por aproximação, Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6, e compatibilidade com USB 2 (até 480 Mb/s). O aparelho também introduz o chip C1, que é um modem da Apple para otimização de eficiência energética e de conexões 5G.

O iPhone 16 também tem 5G (sub-6 GHz), 4G, 3G, Bluetooth 5.3, tecnologia NFC, e o mesmo suporte para USB 2 do iPhone 16e. Contudo, o celular conta com o protocolo de rede Thread, Wi-Fi 7, chip Ultra Wideband (UWB) para rastreamentos precisos, e suporte para conexão magnética MagSafe, que não estão disponíveis no modelo 16e.

O modem C1 tem grande impacto na eficiência energética, fazendo com que o iPhone 16e tenha um consumo de bateria mais equilibrado. Por outro lado, o iPhone 16 performa melhor em frequências congestionadas com o Wi-Fi 7, e usufrui da comunicação wireless do chip UWB para rastrear objetos compatíveis com maior precisão.

7. Outros recursos

O iPhone 16e vem com o sistema operacional iOS 18.3 de fábrica, enquanto o iPhone 16 chega com a versão 18 do iOS. No entanto, não se trata de uma diferença considerável ou impactante, uma vez que ambos os dispositivos devem receber atualizações por pelo menos cinco anos.

Vale destacar também que tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 16 têm acesso completo aos recursos do Apple Intelligence (sistema de inteligência artificial da Apple), seja para edições de fotos, pesquisas ou otimizações de tarefas do dia a dia.

Celular na mão
Recursos do Apple Intelligence no iPhone 16e (Imagem: Divulgação/Apple)

8. Preço

A Apple anunciou o iPhone 16e com preços a partir de R$ 5.799, mas o aparelho pode ser encontrado atualmente na faixa dos R$ 3.499*. Já o iPhone 16 foi lançado custando a partir de R$ 7.799, mas já aparece em algumas promoções com preço de R$ 4.549*.

A diferença de preço entre os aparelhos chegou a bater a casa dos R$ 2.000, mas está próximo dos R$ 1.000 atualmente: um valor considerável, mas bem menor do que já foi há um tempo.

* Os preços foram consultados em 05 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

iPhone 16e ou iPhone 16: qual smartphone comprar?

O iPhone 16e é uma boa opção para quem deseja a qualidade de um iPhone moderno, mas sem ter que pagar o preço de um modelo premium. Por mais que o dispositivo tenha recursos reduzidos na GPU e na câmera, ele já conta com o modem C1 da Apple e é totalmente compatível com o Apple Intelligence.

Além disso, o dispositivo pode ser encontrado na casa dos R$ 3.499, o que corresponde a um preço quase 40% mais barato em relação ao custo inicial de lançamento.


Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lentes ultrawide e teleobjetiva
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Já o iPhone 16 surge como opção mais robusta que o iPhone 16e, atraindo usuários que buscam performance avançada, bom conjunto de câmeras, e recursos atuais da Apple — a exemplo do botão físico Controle da Câmera e suporte à nova geração dos Estilos Fotográficos.

Apesar de ser mais caro que o iPhone 16e, o iPhone 16 está custando por volta de R$ 4.449. Considerando a queda de preço desde o lançamento e todos os recursos oferecidos, o aparelho também se torna uma opção interessante e mais barata do que modelos de iPhone Pro e Pro Max.


Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
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Quais são as vantagens do iPhone 16e?

Os principais benefícios do iPhone 16e estão ligado à sua relação custo-benefício, bom desempenho e autonomia de bateria. São eles:

  • Preço mais acessível: o iPhone 16e figura como uma opção de entrada interessante dentre os smartphones da Apple, com boa relação custo-benefício.
  • Performance avançada: o aparelho apresenta bom desempenho devido ao chip A18, mesmo com um núcleo de GPU a menos do que o hardware original.
  • Bateria mais duradoura: a bateria de 4.005 mAh oferece a maior autonomia entre os iPhones com tela de 6,1″.
  • Suporte ao Apple Intelligence: o iPhone 16e é totalmente compatível com o Apple Intelligence, e tem acesso a todos os recursos de inteligência artificial do serviço da Apple.

Por que o iPhone 16e é mais barato?

O iPhone 16e é mais barato que as demais variantes da família devido a cortes de recursos. Vale lembrar que o aparelho não conta com lente ultra-angular, não tem MagSafe, carece do botão de Controle de Câmera e de outros recursos vistos no iPhone 16, o que reduz o custo do aparelho.

Tudo indica que modelos de iPhone “e” vão suceder os iPhones SE. Se isso acontecer, os futuros modelos também serão mais baratos e terão menos recursos que variantes da família, atendendo a um público que busca um iPhone de entrada.

Quais são as vantagens do iPhone 16?

Dentre as principais vantagens do iPhone 16, estão a performance computacional e gráfica, compatibilidade com recursos fotográficos atuais, além de suporte a funcionalidades interativas e de carregamento:

  • Performance avançada completa: o chip A18 sem modificações oferece bom poder computacional e gráfico para o dispositivo.
  • Botão Controle da Câmera: o recurso recente da Apple está presente no iPhone 16, e otimiza a experiência de capturas e filmagens pelo usuário.
  • Compatível com recursos de captura: além do botão Controle da Câmera, o iPhone 16 tem suporte para a nova geração de Estilos Fotográficos, para o Modo Cinema, e para o Modo Ação, diversificando as opções de captura.
  • Tem MagSafe e Dynamic Island: o dispositivo é compatível com MagSafe para carregamento sem fio com potência de 25 W, e conta com notch interativo que explora recursos adicionais do ecossistema da Apple.

iPhone 16e vs iPhone 16: qual é a diferença entre os celulares da Apple?

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Descubra por que o iPhone 16e é mais barato; comparativo mostra o que muda em câmeras, design e desempenho

Comparativo: iPhone 16e e iPhone 16 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16 na Apple Store (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Apple)

Em novas cores, iPhone 16 tem corpo de alumínio (imagem: reprodução/Apple)

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple Intelligence no iPhone 16e (imagem: divulgação)

Galaxy A56 vs Galaxy S24 FE: qual celular Samsung comprar?

4 de Novembro de 2025, 16:47
Imagem mostra dois celulares lado a lado: Galaxy A56 na cor cinza e Galaxy S24 FE na cor azul
Comparativo detalha ficha técnica e recursos do Galaxy A56 e Galaxy S24 FE (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Galaxy A56 e Galaxy S24 FE são smartphones da Samsung com focos diferentes: o A56 é um celular intermediário com boa relação custo-benefício, enquanto o S24 FE faz parte da linha premium da marca e se destaca por gravações em alta qualidade e bom poder de processamento.

Para saber qual dos dois modelos comprar, você deve considerar suas necessidades e orçamento disponível. Depois, é preciso avaliar os prós e contras de cada um para analisar qual smartphone atenderá melhor às suas demandas.

A seguir, confira as principais diferenças entre o Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE, e descubra qual é a melhor opção para você.

Ficha técnica: Galaxy A56 vs Galaxy S24 FE

Samsung Galaxy A56Samsung Galaxy S24 FE
LançamentoMarço de 2025Outubro de 2024
Preço de lançamentoa partir de R$ 2.999a partir de R$ 5.499
Tela6.7″ Super AMOLED, resolução de 1080 x 2340 (FHD+) e taxa de atualização máxima de 120 Hz6.7″ AMOLED Dinâmico 2X, resolução de 1080 x 2340 (FHD+) e taxa de atualização máxima de 120 Hz
ProcessadorExynos 1580 (CPU de 8 núcleos, GPU Samsung Xclipse 540) e NPU AI Engine (NPU de 6 mil MAC)Exynos 2400e (CPU de 10 núcleos, GPU Samsung Xclipse 940) e NPU AI Engine (17 mil MACs, 2 GNPUs, 2 SNPUs)
Memória RAM8 GB8 GB
Armazenamento128 GB ou 256 GB, sem espaço para microSD128 GB, 256 GB ou 512 GB, sem espaço para microSD
Câmeras traseirasLente grande angular de 50 MP (f/1.8), lente ultra-wide de 12 MP (f/2.2) e lente macro de 5 MP (f/2.4)Lente grande angular de 50 MP (f/1.8), lente ultra-wide de 12 MP (f/2.2) e lente teleobjetiva de 8 MP (f/2.4)
Câmera frontalLente grande angular de 12 MP (f/2.2)Lente grande angular de 10 MP (f/2.4)
Vídeo em atéAté UHD 4K @ 30 fpsAté UHD 8K @ 30 fps
BiometriaReconhecimento facial e impressão digital na telaReconhecimento facial e impressão digital na tela
BateriaCapacidade de 5.000 mAh; autonomia de até 29 horas de reprodução de vídeoCapacidade de 4.700 mAh; autonomia de até 28 horas de reprodução de vídeo
Sistema de fábricaOne UI 7 baseado no Android 15One UI 6.1 baseado no Android 14
Conectividade5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC e PC Sync5G, 4G, 3G, 2G, Wi-Fi 6e, Bluetooth 5.3, NFC e PC Sync
Resistência à águaSim, IP67 (profundidade máxima de um metro por até 30 minutos)Sim, IP68 (profundidade máxima de um metro e meio por até 30 minutos)
Dimensões162,2 x 77,5 x 7,4 mm (A x L x E)162 x 77,3 x 8 mm (A x L x E)
Peso198 g213 g
CoresGrafite, cinza, verde e rosaAzul, grafite, cinza e verde

Qual é a diferença entre o Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE?

1. Design e construção

As principais diferenças de design e construção entre o Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE envolvem dimensões, detalhes no módulo da câmera traseira e proteção contra água e poeira, embora os celulares tenham aspectos visuais bem similares.

Imagem mostra mão segurando celular Samsung Galaxy A56, exibindo a parte de trás do aparelho na cor cinza; ao fundo, mesa de trabalho desfocada
Traseira do Samsung Galaxy A56 na cor cinza (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

O Galaxy A56 é mais alto e mais largo que o Galaxy S24 FE, mas também é mais leve:

  • Dimensões e peso do Galaxy A56: 162,2 x 77,5 x 7,4 mm (A x L x E); 198 gramas
  • Dimensões e peso do Galaxy S24 FE: 162 x 77,3 x 8 mm (A x L x E); 213 gramas

Apesar dessas pequenas diferenças, ambos os smartphones da Samsung contam com acabamento em vidro na parte traseira (proteção do Gorilla Glass Victus+), além de uma estrutura lateral de alumínio.

Design do Samsung Galaxy A56
Design do Samsung Galaxy A56 (Imagem: Divulgação/Samsung)

Mas uma das maiores diferenças entre os celulares envolve o conjunto de câmeras traseiras: as lentes do Galaxy A56 são envolvidas por uma moldura que dá um toque mais premium ao aparelho, enquanto as lentes do Galaxy S24 FE surgem da carcaça traseira sem nenhum tipo de proteção.

Design do smartphone Galaxy S24 FE
Design do smartphone Galaxy S24 FE (Imagem: Divulgação/Samsung)

E por falar em proteção, o Galaxy A56 vem com proteção IP67 contra água e poeira, podendo ser imerso temporariamente em água com profundidade máxima de um metro por até 30 minutos. Já o Galaxy S24 FE conta com proteção IP68, e pode ser imerso continuamente em água com profundidade máxima de um metro e meio por até meia hora.

2. Tela

O Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE têm tela 6,7 polegadas, com resolução máxima FHD+ (1080 x 2340 pixels), taxas de atualização de até 120 Hz e pico de brilho de 1.900 nits. Mas a grande diferença está na tecnologia utilizada em cada um dos displays.

O Galaxy A56 possui uma tela Super AMOLED com taxa de contraste de 100.000:1. Isso garante responsividade e fluidez dos conteúdos, além de imagens vibrantes mesmo durante uso sob luz intensa.

Contudo, o Samsung S24 FE traz um display AMOLED Dinâmico 2X, que é uma tecnologia sucessora do Super AMOLED. Como resultado do avanço tecnológico, a tela AMOLED Dinâmico 2X tem contraste de 2.000.000:1, consegue reduzir o cansaço visual dos níveis de brilho, e é capaz de reproduzir cores com muito mais precisão do que uma tela Super AMOLED.

Mão segurando o celular Galaxy S24 FE
Tela AMOLED Dinâmico 2X do S24 FE tem mais contraste e reproduz cores com mais precisão (Imagem: Tecnoblog)

3. Processador e memória RAM

A comparação de processamento entre o Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE talvez seja o ponto com maior disparidade entre ambos os celulares.

O Galaxy A56 é alimentado por 8 GB de RAM (UFS 3.1) e pelo SoC Exynos 1580 (4 nm), que traz uma CPU com clock de 2,9 GHz e GPU com clock de 1,3 GHz. Essas configurações fazem com que o smartphone apresente um bom desempenho para tarefas do dia a dia, como navegação na web, reprodução de streaming e até jogos mais exigentes.

Foto mostra tela do celular Samsung Galaxy A56 com contrastes intensos e preto profundo
SoC do Samsung Galaxy A56 oferece bom desempenho, mas fica atrás do chip do S24 FE (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Já o Galaxy S24 FE traz componentes superiores em termos de desempenho: 8 GB de RAM (UFS 3.1 OU UFS 4.0), além de SoC Exynos 2400e (4 nm) com CPU de clock máximo de 3,1 GHz e GPU de clock máximo de 1 GHz. Em suma, o S24 FE oferece mais potência para usuários que exigem desempenho superior no cotidiano.

Para ilustrar essa diferença em performance, o A56 atingiu pontuações em testes de benchmark de 1.364 (Geekbench 6 single-core), 3.899 (Geekbench 6 multi-core) e 912.582 (AnTuTu 10). Enquanto isso, o S24 FE pontuou 2.147, 6.825 e 1.759.341, respectivamente, com performance superior de quase 93% em determinados aspectos.

4. Câmeras

O Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE entregam bons resultados em fotos e vídeos. Ainda assim, o Galaxy S24 FE se sai melhor em alguns aspectos, já que conta com lente teleobjetiva na traseira, com zoom óptico de 3x, o que resulta em fotos com zoom de melhor qualidade em comparação com o A56, que só conta com zoom digital.

Imagem mostra mão segurando Samsung Galaxy A56 na cor, com a parte de traz à mostra. Traseira cinza exibe módulo preto com câmera tripla.
Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Além disso, o Galaxy S24 FE pode gravar e 4K a 120 fps ou 8K a 30 fps, enquanto o A56 se limita a gravações em 4K a 30 fps.

Outra diferença se dá pelos recursos de inteligência artificial na hora das capturas. O Galaxy A56 até conta com recursos do Galaxy AI para otimização de capturas e edições em fotos, incluindo recursos para apagar objetos e melhorar expressões em movimento. Contudo, o S24 FE dispõe de recursos extras como sensor Adaptive Pixel, otimização de cores em Super High Dynamic Range (HDR), e modo Instant Slow-mo.

Mão esquerda segurando Galaxy S24 FE com a parte traseira voltada para a pessoa
Galaxy S24 FE consegue fazer gravações de até 8K a 30 fps (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

5. Bateria e carregamento

Na autonomia de bateria, o Galaxy A56 tende a levar vantagem em relação ao Galaxy S24 FE. Isso ocorre devido à menor capacidade de carga e ao processador mais exigente do S24 FE. Segundo a Samsung, os números são:

  • Galaxy A56: bateria de 5.000 mAh; autonomia máxima estimada de 29 horas em reprodução de vídeo
  • Galaxy S24 FE: bateria 4.700 mAh; autonomia máxima estimada de 28 horas em reprodução de vídeo.

Além disso, o Galaxy A56 é compatível com carregamento de até 45 W via cabo, enquanto o S24 FE se limita a carregamentos cabeados de até 25 W. Por outro lado, o S24 FE é compatível com recarga wireless, recurso que não está presente no A56.

6. Conexões e conectividade

Apesar de ambos os smartphones apresentarem conexões e conectividades similares, o Galaxy S24 FE consegue operar nas bandas de Wi-Fi 2.4 GHz, 5 GHz e 6 GHz, enquanto o Galaxy A56 só tem suporte para as frequências 2.4 GHz e 5 GHz, que costumam ser mais congestionadas.

O modelo S24 FE conta ainda com GPS aprimorado, possui sensores barômetro e de efeito Hall (que não constam no Galaxy A56), e tem suporte para USB 3.2 Gen 1, cuja conexão é mais veloz do que a versão USB 2.0 suportada no A56.

7. Android e outros recursos

O Galaxy A56 e o Galaxy S24 FE também diferem em quantidade de atualizações previstas para o sistema operacional. A Samsung prometeu até seis atualizações de versão do Android para o A56, e até sete para o S24 FE. Na prática, ambos devem ser atualizados até o Android 21.

Já nas atualizações de segurança, o A56 vai mais longe: até 31 de março de 2032, enquanto o S24 FE chega até 31 de outubro de 2031.

Importante mencionar também que o Galaxy S24 FE tem acesso a diversos recursos do Galaxy AI, seja na edição de fotos, pesquisas e recursos do cotidiano. Já os recursos de IA no Galaxy A56 são limitados, e mais restritos a ferramentas básicas de edição de fotos.

Foto de smartphone na tela inicial, com ícones de apps e widgets
Galaxy A56 terá atualizações de segurança até março de 2032 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy A56 ou Galaxy S24 FE: qual smartphone comprar?

O Galaxy A56 é a melhor opção para quem quer gastar menos de R$ 2 mil em um novo smartphone. Ele foi eleito como um dos melhores celulares em custo-benefício, apresentando boas especificações e desempenho a um preço mais acessível — a versão com armazenamento de 128 GB já foi vista em promoções por R$ 1.699*.


Prós
  • Tela Super AMOLED com taxa de 120 Hz
  • Câmera tripla com lente principal de 50 MP
  • Bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido de 45 W
  • Mais seis anos de atualizações Android
Contras
  • Sem slot para cartão microSD
  • Câmera frontal inferior ao Galaxy A55
  • Não suporta carregamento sem fio
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Já o Galaxy S24 FE tem preço mais alto (a partir de R$ 2.599*), mas pode ser mais indicado para quem precisa de mais performance no dia a dia, e deseja capturar fotos e vídeos com mais qualidade.


Prós
  • Exynos 2400e com 8 GB de RAM
  • Tela Dynamic AMOLED de 120 Hz
  • Bateria grande de 4.700 mAh
Contras
  • Sem slot para cartão microSD
  • Sem suporte a carregamento 45 W
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Em geral, os dois aparelhos apresentam vantagens e desvantagens. E cabe à você considerar esses prós e contras para ver qual smartphone se encaixa melhor para atender às suas necessidades e ao seu bolso.

* Os preços foram consultados em 04 de novembro de 2025 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

Quais são as vantagens do Samsung Galaxy A56?

Dentre as principais vantagens do smartphone Samsung Galaxy A56, estão o preço, suporte a atualizações e a autonomia de bateria:

  • Boa relação custo-benefício: o Galaxy A56 consegue apresentar boas especificações de hardware a um preço mais acessível.
  • Suporte duradouro para atualizações: a Samsung prometeu atualizações para até seis gerações de sistema operacional, e updates de segurança até 2031.
  • Recursos de IA básicos para edições: o A56 é um dos poucos smartphones da linha A da Samsung a receber funcionalidades de inteligência artificial para otimizar capturas.
  • Bateria com autonomia interessante: o dispositivo tem bateria com capacidade de 5.000 mAh, o que pode ser uma ótima opção para quem busca autonomia para um dia completo de uso.

Quais são as vantagens do Samsung Galaxy S24 FE?

Alguns dos principais benefícios do Samsung Galaxy S24 FE incluem câmeras, desempenho e recursos de IA. São eles:

  • Capturas com boa qualidade: o Galaxy S24 FE se destaca por capturas de fotos e vídeos em alta qualidade, podendo gravar em 8K a 30 fps.
  • Boa performance multitarefas: o poder de processamento do smartphone é capaz de lidar com tarefas mais exigentes, incluindo multitask, jogos, e edições de mídias.
  • Acesso amplo aos recursos do Galaxy AI: ao adquirir o Galaxy S24 FE, você tem acesso a diversos recursos de inteligência artificial, seja para pesquisas e navegação ou edições de mídias.
  • Suporte a conexões rápidas: o aparelho suporta bandas de Wi-Fi de 6 GHz, bem como portas USB 3.2 Gen 1, o que pode acelerar a transmissão de dados.

O Galaxy S24 FE é um celular top de linha?

Não. O Galaxy S24 FE é a variante mais básica da linha Galaxy S da Samsung, e apresenta componentes e recursos inferiores às versões padrão, Plus, Edge e Ultra da linha Galaxy S.

Em suma, o Galaxy S24 FE faz parte da melhor linha de smartphones da Samsung, mas não é considerado top de linha porque a variante FE não é a mais poderosa dentro da linha Galaxy S.

Galaxy A56 vs Galaxy S24 FE: qual celular Samsung comprar?

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Comparativo entre Galaxy A56 e S24 FE mostra o que muda entre os smartphones da Samsung; descubra qual é o ideal para seu dia a dia

Comparativo detalha ficha técnica e recursos do Galaxy A56 e Galaxy S24 FE (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Traseira do Samsung Galaxy A56 na cor cinza (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Design do Samsung Galaxy A56 (Imagem: Divulgação/Samsung)

Design do smartphone Galaxy S24 FE (Imagem: Divulgação/Samsung)

Tela inicial do Galaxy S24 FE / (Imagem: Tecnoblog)

Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Galaxy S24 FE: versão de entrada do topo de linha da Samsung (Imagem: Giovanni Santa Rosa / Tecnoblog)

Galaxy A56 possui novo One UI 7 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é a Neuralink? Conheça a empresa de chip cerebral do Elon Musk

4 de Novembro de 2025, 13:39
Logo da empresa Neuralink
Neuralink quer ser pioneira no desenvolvimento de interfaces cérebro-computador (Imagem: Reprodução/Neuralink)

Neuralink é uma empresa de neurotecnologia cofundada por Elon Musk que desenvolve interfaces cérebro-máquina (ICMs) implantáveis no crânio humano. Esses dispositivos são capazes de traduzir sinais neurais em ações, permitindo que indivíduos controlem máquinas a partir do pensamento.

A princípio, a Neuralink prevê que sua interface neural poderá expandir a capacidade de pessoas com deficiência ou que tiveram lesões neurológicas. Mas a ideia da empresa é que seu dispositivo se torne um produto comercial no futuro, proporcionando imersão digital ao integrar humanos e máquinas.

Chamado de N1, o chip da Neuralink funciona mediante cirurgia para o implante neural. Uma vez que o dispositivo é implantado, fios ultrafinos da interface se conectam a células cerebrais, captam as mensagens dos impulsos elétricos, e enviam as informações para sistemas externos de IA e machine learning.

A seguir, entenda melhor o que é e o que faz a Neuralink, e confira detalhes sobre o funcionamento da interface neural da empresa.

O que é a Neuralink?

Neuralink é uma empresa norte-americana do segmento de neurotecnologia. Fundada no dia 21 de junho de 2016, a companhia busca ser a pioneira no desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina (ICM ou BCI, em inglês): chips cerebrais implantáveis que podem traduzir sinais neurais em ações.

Quem é o dono da Neuralink?

O empresário e bilionário Elon Musk é reconhecido como o dono da Neuralink, por ser cofundador e sócio majoritário da empresa. O cofundador e atual presidente da Neuralink, Dongjin “DJ” SEO, também tem participação ativa nas diretrizes da companhia, embora o status de “dono” seja atribuído a Musk.

Vale destacar que não há dados públicos que indiquem a porcentagem da participação de Musk sobre a Neuralink, e nem detalhes sobre outros possíveis acionistas que possam integrar o quadro societário da empresa.

O que a Neuralink faz?

A Neuralink investe em pesquisas e experimentos de tecnologia neural para o desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina (ICMs) implantáveis no crânio de pessoas com deficiência ou que sofreram graves lesões que comprometeram a fala, o movimento ou a visão.

A ideia é que esses dispositivos possam traduzir sinais neurais em ações, permitindo que indivíduos consigam controlar PCs, braços robóticos e outros tipos de máquinas apenas com o pensamento.

Ilustração de chip da Neuralink
Interface neural da Neuralink busca traduzir sinais neurais em ações (Imagem: Reprodução/Neuralink)

Quais são os objetivos da Neuralink?

O objetivo da Neuralink consiste em validar uma interface cérebro-computador implantável capaz de expandir a capacidade de pessoas com deficiência ou com lesões neurológicas. Diversas empresas estão trabalhando nessa frente, mas a Neuralink de Elon Musk quer despontar como a pioneira a colocar o produto nas prateleiras.

Mas apesar dos discursos com propósitos voltados para a área da saúde, a Neuralink também foca em um objetivo meramente tecnológico. Inclusive, Musk chegou a dizer no passado que uma interface neural permitiria uma “simbiose” entre humanos e máquinas, de modo a evitar que pessoas se tornassem “gatos domésticos” com o avanço da inteligência artificial.

Portanto, a Neuralink parece focar (no curto e médio prazo) em um chip neural que pode expandir a capacidade de pessoas com deficiência ou lesões. Mas no futuro (longo prazo), a empresa pode levar o produto para outros públicos, permitindo que pessoas se conectem a máquinas para maior imersão digital.

Como funciona o chip cerebral da Neuralink?

O chip da Neuralink funciona como um sistema de comunicação bidirecional entre o cérebro do usuário e dispositivos externos. Esse funcionamento permite que os sinais neurais captados do usuário consigam controlar máquinas sem qualquer ação adicional da pessoa.

Tudo começa com uma cirurgia para o implante neural. Em suma, uma máquina robótica abre um pequeno buraco no crânio do usuário para a inserção da interface da Neuralink, chamada de N1. A N1 mede cerca de 23 mm de diâmetro e tem 8 mm de espessura, e é formada por alguns componentes físicos (hardwares): um invólucro biocompatível, bateria, chips e eletrônicos, além de fios de eletrodos ultrafinos.

Ilustração do chip da Neuralink
Ilustração da interface neural da Neuralink (Imagem: Reprodução/Neuralink)

Depois que o chip é implantado, os fios de eletrodos se conectam com até mil células cerebrais diferentes, e se tornam capazes de detectar as mensagens transmitidas entre neurônios pelos impulsos elétricos. De acordo com a Neuralink, usuários podem ter até 10 chips N1 implantados.

O chip então se comunica (sem fio) com máquinas externas (como um PC), e os sinais são interpretados via software. Com a ajuda de modelos de inteligência artificial e machine learning, o sistema passa a compreender os sinais do usuário, transformando essas mensagens em ações. Com o tempo, o usuário pode usar máquinas a partir de seus pensamentos.

Funcionamento do chip da Neuralink
Sinais neurais podem ser interpretados para fazer ligações, navegar no PC e até jogar (Imagem: Reprodução/Neuralink)

Cases de ensaios clínicos mostraram que pacientes com a interface N1 implantada puderam jogar, mexer no computador, e até escrever seu nome.

A Neuralink é segura?

Sim, embora existam ressalvas. Neuralink é uma das empresas de Elon Musk, que atingiu um valor de mercado de US$ 9 bilhões em 2025. Apesar de valuation não validar nada e de polêmicas e contradições éticas do bilionário, presume-se que a empresa tenha capacidade de investir em tecnologias experimentos científicos de ponta.

Além disso, a Neuralink recebeu aval da Administração Federal de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos em 2023 para iniciar ensaios clínicos da interface cérebro-máquina em humanos.

No entanto, vale frisar que os chips neurais envolvem diversos riscos. Implantes neurais são processos delicados, que exigem máximo cuidado antes, durante e após a cirurgia.

E por ainda estar em fase de ensaios clínicos, não há certezas sobre problemas ou possíveis sequelas no médio e longo prazo. Como exemplo, relatórios recentes mostraram que 85% dos fios do primeiro implante da Neuralink foram desconectados do cérebro do paciente, o que acende o alerta para questões de segurança e eficácia.

Qual é a diferença entre Neuralink e outras empresas de interface neural?

A principal diferença entre Neuralink e outras empresas de interface neural está no propósito. Players como Synchron e Paradomics deixam claro que suas interfaces cérebro-máquinas são voltadas para necessidades médicas. Já a Neuralink enxerga a BCI no longo prazo como um dispositivo tecnológico de consumo.

Esse propósito também implica em questões de durabilidade. A Paradomics cita que a Neuralink utiliza uma interface com prazo de validade próximo a dois anos, devido aos materiais em polímeros e à necessidade de manutenções. Em contrapartida, a própria Paradomics utiliza materiais como metais e cerâmicas, o que faz com que os dispositivos possam durar décadas.

O que é a Neuralink? Conheça a empresa de chip cerebral do Elon Musk

(Imagem: Reprodução/Neuralink)

(Imagem: Reprodução/Neuralink)

(Imagem: Reprodução/Neuralink)

(Imagem: Reprodução/Neuralink)

O que são jogos eletrônicos? Confira a história e os gêneros dos videogames

29 de Outubro de 2025, 10:35
Ilustração de videogame
Videogames se consolidaram no mundo todo como produtos culturais e de entretenimento (Imagem: Onur Binay/Unsplash)

Jogos eletrônicos ou videogames são softwares baseados em dois pilares: interações dos jogadores (players) e reprodução dos conteúdos em um dispositivo com tela.

O primeiro videogame surgiu em 1947, como fruto de um experimento tecnológico. Depois de servir como objeto de estudo por mais alguns anos, os jogos eletrônicos se consolidaram como produto comercial e foram incorporados ao cotidiano.

Existem diversos gêneros de videogames, que exploram diferentes mecânicas e atendem a públicos distintos. E dentre os gêneros mais populares, estão Role-playing game (RPG), Massive Multiplayer Online (MMO), shooters, jogos de luta e Multiplayer Online Battle Arena (MOBA).

A seguir, saiba o que são e para que servem os jogos eletrônicos, conheça a história e os principais gêneros de videogames, e confira suas vantagens e riscos.

O que são jogos eletrônicos?

Jogos eletrônicos ou videogames são jogos em formato de softwares, baseados na interação dos jogadores a partir de controladores, e na reprodução de áudio e vídeo.

Em outras palavras, jogos eletrônicos são programas audiovisuais com interação direta do jogador, e que rodam em dispositivos eletrônicos (como consoles de videogame, computadores (PCs) e smartphones) mediante saída de vídeo e áudio.

Qual é a função dos jogos eletrônicos?

Os jogos eletrônicos são principalmente conhecidos pela função de entretenimento, servindo como produtos para momentos de lazer e descontração. Mas fato é que os videogames têm diversas outras funções.

Jogos eletrônicos têm uma função cultural importante, uma vez que são obras artísticas e podem registrar ensinamentos, contextos ou histórias (sejam elas reais ou não). Os produtos também podem ter cunho educacional, funcionando como mecanismo para aprendizado e estímulo do intelecto.

Já no contexto social, videogames podem facilitar a colaboração em equipe e até novas conexões com outros indivíduos. E por estarem em constante desenvolvimento, jogos eletrônicos também fomentam o progresso tecnológico, à medida que novas pesquisas e descobertas em inovação surgem no mercado.

Qual é a história dos jogos eletrônicos?

A história dos videogames tem início em 1947, durante o período Pós-Guerra Mundial. Naquele ano, os físicos Thomas T. Goldsmith Jr. e Estle Ray Mann solicitaram uma patente para o dispositivo eletrônico analógico Cathode-Ray Tube Amusement, que viria a ser considerado o primeiro videogame da história.

O dispositivo trazia um jogo de funcionamento simples, baseado no direcionamento de mísseis aos alvos, com alguns níveis de dificuldade. A interface era bem similar à de um radar militar, o que ilustrava a ideia de um protótipo mais voltado para experimentos tecnológicos.

Cathode-Ray Tube Amusement Device nunca chegou a ser oficialmente lançado, por rodar em uma máquina grande e extremamente cara. Os mesmos motivos fizeram com que os videogames subsequentes como Nimrod Computer (1951), OXO (1952) e Tennis for Two (1958) nunca chegassem aos ambientes domésticos.

Mas com a chegada da década de 70, a história dos jogos eletrônicos começou a mudar: videogames surfaram na onda do entretenimento comercial, e passaram a ganhar espaço nas casas e bares.

Em 1972, o engenheiro Ralph Baer (conhecido como “pai dos videogames”) lançou o primeiro console de videogame doméstico chamado de Magnavox Odyssey. O aparelho contava com controles, cartuchos de jogos esportivos, e filtros plásticos que eram colados nas telas das TVs para simular cenários.

Curiosamente naquele mesmo ano, os engenheiros Nolan Bushnell e Ted Dabney fundaram uma empresa chamada Atari, focada em videogames. E ainda em 1972, Bushnell e Dabney lançaram o game de arcade Pong, considerado o primeiro videogame lucrativo da história.

Pong abriu espaço para a indústria de videogames expandir, e popularizou os arcades (também conhecidos como fliperamas). E depois de um período de saturação do mercado gamer no começo da década de 80, o segmento voltou a crescer nos anos seguintes com a chegada de novos consoles (como o Nintendo Entertainment System) e a popularização dos jogos para PC.

Foto de videogames arcade
Fliperamas marcaram o início da era comercial de videogames (Imagem: Joey kwok/Unsplash)

Inclusive, a consolidação dos jogos para computador deu luz aos motores gráficos de jogos (game engines): estruturas de software que facilitavam o desenvolvimento de games com bibliotecas de pacotes básicos, o que eliminava o processo de criação de cada jogo “do zero”.

Com isso, a indústria de jogos se consolidou em PCs e videogames, sob domínio das marcas Nintendo, Sony e Microsoft. A chegada dos smartphones nos anos 2000 também levou os jogos eletrônicos para os dispositivos móveis, complementando a experiência móvel que já havia sido introduzida em consoles portáteis e celulares.

Desde então, os jogos eletrônicos se tornaram um produto culutural e de entretenimento multiplataforma, para praticamente qualquer dispositivo eletrônico com tela. E o avanço tecnológico tem permitido que desenvolvedores consigam produzir títulos cada vez mais realistas e imersivos, mas que exigem hardwares mais potentes para as jogatinas.

Como funcionam os jogos eletrônicos

Jogos eletrônicos são softwares que funcionam a partir da leitura e execução de suas linhas de código. Em outras palavras, o funcionamento dos videogames depende de dispositivos de hardware ou software específicos para a execução e reprodução dos conteúdos.

Por ser um programa, um jogo eletrônico é desenvolvido por linhas de código, seja via motor de jogos ou programação “do zero”. Logo, cada elemento do jogo (a exemplo de personagens, objetos, cenários e texturas) é definido por um conjunto de instruções que “dizem” ao hardware como os conteúdos devem ser reproduzidos e como as interações devem acontecer.

Para ler e executar os videogames, os hardwares (como consoles, PCs ou smartphones) precisam ter capacidade adequada. Como exemplo, se um jogo exige alto poder computacional e gráfico, será preciso um dispositivo equipado com peças de alta performance para que o game inicialize e rode sem maiores problemas.

Ilustração de Xbox Series S
Jogos eletrônicos dependem de consoles ou outros eletrônicos com capacidade para rodar videogames (Imagem: Anthony/Unsplash)

Há também questões de compatibilidade de plataforma: se a versão do jogo é voltada para computadores, apenas PCs poderão rodar o game. Por conta disso, é comum que videogames recebam diferentes versões para rodar em dispositivos distintos, incluindo versões em mídias físicas específicas (como CD e cartucho).

Em alguns casos, é possível burlar a questão de compatibilidade com emuladores de jogos. Em suma, emuladores são softwares que simulam um hardware de videogame. Isso permite, por exemplo, que um computador consiga rodar um jogo de PlayStation a partir de uma mídia física ou digital.

Vale destacar que atualmente, o funcionamento dos videogames está atrelado à conexão com internet, seja para conexão com uma plataforma de jogos, salvamento, acesso a conteúdos online ou outros recursos. Isso significa que você precisará conectar-se à rede para desfrutar da experiência completa dos jogos eletrônicos mais recentes.

Em quais dispositivos dá para jogar videogames?

Os videogames rodam em diversos dispositivos, incluindo:

  • Consoles de videogame;
  • Fliperamas (arcades);
  • PCs ou notebooks;
  • Smartphones e tablets;
  • Smart TVs com serviços de jogos;
  • Dispositivos vestíveis (como relógios inteligentes ou óculos virtuais).

Vale mencionar que existem outros eletrônicos de consumo com tela capazes de rodar jogos, mediante adaptações dos códigos de jogo. Exemplo disso é o jogo Doom, que já foi executado em calculadoras, testes de gravidez e até cigarros eletrônicos.

Quais são os principais gêneros de jogos eletrônicos?

Existem diversos gêneros de jogos eletrônicos, que exploram diferentes temas e mecânicas e são voltados para públicos distintos. Dentre os principais gêneros de videogames, estão:

  • Arcade: tipos de jogos com estética pixel art e que costumam ter versões para máquinas de fliperama, como Pac-Man, Pong e Space Invaders.
  • Aventura: videogames focados em explorações, incluindo missões e combates durante a trama; o gênero abrange jogos de mundo aberto (como Red Dead Redemption) e jogos lineares (a exemplo de God of War).
  • Battle Royale: games com vários players jogando simultaneamente, em que há apenas um jogador ou uma equipe sobrevivente; Fortnite e Call of Duty: Warzone são exemplos do gênero.
  • Card gaming: jogos eletrônicos baseados em cartas e geralmente em turnos de jogadas, como Pokémon TCG, Heartstone e Balatro.
  • Co-op: videogames focados em gameplays colaborativas com mais de um jogador, a exemplo de It Takes Two ou A Way Out; em alguns títulos, o multiplayer (local ou online) é algo obrigatório.
  • Esportes: jogos baseados em modalidades esportivas, incluindo corridas; EA Sports FC, NBA, Mario Kart e Forza Horizon são exemplos de títulos do gênero.
  • Estratégia: títulos focados em planejamentos e tomadas de decisão; podem ser baseados em turnos (a exemplo de Total War) ou do tipo Real-Time Strategy (como Starcraft).
  • Shooters: videogames com foco em combate de armas de fogo e outros tipos de projéteis, geralmente do tipo First-Person Shooter (FPS) ou Third-Person Shooter (TPS); o gênero abrange títulos como Doom, Counter-Strike e Medal of Honor.
  • Luta: jogos eletrônicos de luta em fases, cenários ou arenas; alguns dos principais fighting games envolvem franquias como Super Smash Bros., Street Fighter, The King of Fighters e Mortal Kombat.
  • Massive Multiplayer Online (MMO): videogames com uma quantidade massiva de players jogando simultaneamente em um mesmo mundo online, a exemplo de World of Warcraft (WoW), Diablo e Path of Exile.
  • Multiplayer Online Battle Arena (MOBA): jogos de equipes, conhecidos pelo fator competitivo (que inclui colaboração e estratégia) e pelo objetivo de destruir a fonte ou base inimiga; League of Legends e Dota 2 são dois dos maiores exemplos do gênero.
  • Plataforma: videogames que mesclam ação com aventura, incluindo saltos entre plataformas e desvio de obstáculos; Super Mario Bros, Hollow Knight e Donkey Kong são títulos característicos do gênero.
  • Puzzle: jogos com ênfase na exploração do raciocínio lógico para a resolução de quebra-cabeças, como Tetris, Portal e Candy Crush.
  • Role-playing game (RPG): gênero bastante popular, que envolve progresso do personagem e tomadas de decisão que influenciam o desenrolar da trama; o gênero tem games característicos como Final Fantasy, Pokémon e Baldur’s Gate.
  • Roguelike: jogos baseados no título Rogue, tendo mortes permanente como a principal característica; Rogue (que deu origem ao gênero) e ADOM são exemplos do gênero.
  • Roguelite: gênero similar ao roguelike, com mortes permanentes, mas manutenção de algumas habilidades ou recursos pós-morte; exemplos do gênero incluem títulos como The Binding of Isaac e Hades.
  • Rítmico ou musical: videogames cujas mecânicas dependem do ritmo de músicas ou batidas, a exemplo de Guitar Hero e Beat Saber.
  • Sandbox: títulos que exploram a criatividade, liberdade e criação dos jogadores, além do caráter escalável; Minecraft e Roblox são dois dos nomes mais populares do gênero.
  • Simulação: jogos focados em simular situações da vida real ou fictícia, como rotina do dia a dia, tarefas profissionais ou vida sob a ótica de animais; o gênero conta com jogos famosos como The Sims, RollerCoaster Tycoon e Flight Simulator.
  • Soulslike: gênero inspirado na franquia Dark Souls, que tem como características alto nível de dificuldade e esquivas durante o combate; Dark Souls, Elden Ring e Sekiro: Shadows Die Twice são exemplos de jogos do gênero.
  • Terror: videogames cujas tramas envolvem suspense ou terror (principalmente psicológico), a exemplo de Silent Hill e Resident Evil.
  • VR: gênero à parte dos videogames, que envolvem títulos voltados para dispositivos de realidade virtual; Half-Life: Alyx e Resident Evil Village são exemplos do gênero.

Importante mencionar que os videogames podem ser classificados em mais de um gênero, dependendo dos temas, mecânicas e recursos usados.

Quais são os tipos de jogos eletrônicos?

Os videogames também podem ser classificados segundo a forma com que são executados e acessados. Neste sentido, os jogos eletrônicos podem ser do tipo:

  • Online: jogos que dependem de conexão com a internet para serem executados;
  • Offline: títulos que podem rodar sem conexão com internet;
  • Em nuvem: videogames online carregados e executados diretamente da nuvem, sem a necessidade de download ou instalação.

Vale destacar que a maioria dos jogos atuais solicitam conexão com a internet, seja para inicialização, carregamento do save ou acesso a recursos online.

Quais são os principais jogos eletrônicos da história?

Videogames se tornaram uma das atividades de entretenimento mais famosas no mundo inteiro. De acordo com um mapeamento de 2025 do veículo GameSpot, exemplos dos jogos eletrônicos mais vendidos da história incluem (em ordem):

  1. Tetris
  2. Minecraft
  3. GTA V
  4. Wii Sports
  5. Mario Kart 8 Deluxe
  6. Red Dead Redemption II
  7. PUBG: Battlegrounds
  8. The Elder Scrolls V: Skyrim
  9. The Witcher 3: Wild Hunt
  10. Super Mario Bros.
Ilustração do game Tetris
Lançado em 1984, Tetris ainda figura como o videogame mais vendido da história (Imagem: Tom Tang/Unsplash)

Quais são os benefícios dos videogames?

Videogames podem apresentar benefícios para indivíduos, desde que sejam usados de maneira controlada. Dentre as principais vantagens dos jogos eletrônicos, estão:

  • Estímulo cognitivo e cerebral: estudos apontam benefícios cognitivos de videogames e desenvolvimento cerebral.
  • Estímulos de coordenação motora: jogos que estimulam movimentação corporal podem beneficiar jogadores sem hábito de atividades físicas ou movimentos no dia a dia.
  • Sensação de bem-estar: jogos eletrônicos podem auxiliar na saúde mental de indivíduos, quando usados de forma moderada.
  • Impacto cultural: jogadores podem descobrir mais sobre determinadas regiões, povos e culturas apresentadas em jogos.
  • Finalidades educacionais: videogames podem estimular o aprendizado de outras línguas e temas variados.
  • Benefícios interpessoais: jogos multiplayer ou cooperativos podem estimular relações com outras pessoas.

Quais são os riscos dos jogos digitais?

Apesar de benefícios, jogos eletrônicos também apresentam riscos, principalmente envolvendo fatores psicológicos. Alguns dos principais riscos dos jogos digitais envolvem:

  • Vício em jogos: a OMS já reconheceu o vício em jogos como transtorno, que pode impactar em áreas pessoais, familiares, sociais, educacionais e ocupacionais dos indivíduos.
  • Prejuízos financeiros: o vício em jogos também pode desencadear em prejuízos financeiros, especialmente quando envolve videogames baseados em microtransações.
  • Fuga da realidade: o uso exagerado de jogos eletrônicos pode afastar o indivíduo da realidade e das relações interpessoais da vida real.

Qual é a diferença entre jogos e jogos eletrônicos?

Jogos abrangem um conceito mais amplo, já que reúnem atividades recreativas físicas ou que envolvem meios digitais. Jogos podem envolver tanto jogos com interações físicas (como xadrez, pôquer ou amarelinha) quanto jogos eletrônicos que dependem de hardwares.

Já jogos eletrônicos ou videogames são jogos baseados na interação do jogador e na reprodução de conteúdos de vídeo a partir de dispositivos eletrônicos. Isso significa que para jogar videogames, é necessário de um dispositivo capaz de ler e executar o game, a exemplo de PC ou console de videogame.

Em suma, todos os jogos eletrônicos são jogos, mas nem todo jogo é necessariamente um jogo eletrônico.

O que são jogos eletrônicos? Confira a história e os gêneros dos videogames

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Além de serem produtos voltados para entretenimento, videogames também têm grandes impactos culturais, sociais, econômicos e tecnológicos

(Imagem: Onur Binay/Unsplash)

(Imagem: Joey kwok/Unsplash)

(Imagem:
Anthony/Unsplash)

(Imagem: Tom Tang/Unsplash)

Prompt injection: entenda a vulnerabilidade nas IAs generativas

24 de Outubro de 2025, 17:41
Ilustração de arte da ameaça prompt injection
Prompt injection explora vulnerabilidades de IAs generativas baseadas em LLMs (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Prompt injection ou injeção de prompt é uma ameaça que mira Modelos de Linguagem em Grande Escala (LLMs), de modo a enganar essas aplicação para a execução de comandos não autorizados pelas vítimas.

Modelos de inteligência artificial generativa têm dificuldade de diferenciar regras de desenvolvedores e prompts de entrada de usuários. Cibercriminosos então exploram essa brecha ao enviar códigos maliciosos para que LLMs mudem o comportamento e executem ações não autorizadas.

Qualquer aplicação baseada em LLM é vulnerável a um ataque de prompt injection. Nesse contexto, IAs generativas (como ChatGPT e Google Gemini) ou mesmo navegadores de IA generativa (a exemplo do ChatGPT Atlas ou Comet) são os principais alvos dessa ameaça.

A seguir, entenda melhor o que é e como funciona o prompt injection, e confira os principais riscos desse vetor de ataque.

O que é prompt injection?

Prompt injection ou injeção de prompt é uma ameaça que explora vulnerabilidades de Modelos de Linguagem em Grande Escala (LLMs), de modo a induzir com que ferramentas de inteligência artificial generativa ignorem as instruções originais e executem comandos não autorizados pelo usuário.

Como funcionam os ataques de prompt injection?

Para entender o funcionamento de um ataque de prompt injection, é necessário compreender uma vulnerabilidade em IA generativa que é explorada no processo.

Basicamente, Modelos de Linguagem em Grande Escala são treinados com conjuntos de instruções para padronização de comportamento diante das entradas dos usuários. O grande problema é que IAs generativas não conseguem distinguir a autoria de regras de comportamento, prompts de usuários e conteúdos externos, já que todos têm o formato de texto em linguagem natural.

Sabendo disso, invasores e hackers encontram meios (diretos ou indiretos) para enviar instruções maliciosas às ferramentas de IA. As instruções geralmente são confundidas com regras de comportamento legítimas, fazendo com que as LLMs sigam as ordens e executem os comandos.

Abaixo, segue uma demonstração de ataque prompt injection em um navegador com IA, divulgada pela equipe de cibersegurança da Brave.

Esses comandos maliciosos geralmente envolvem vazamentos de dados sensíveis ou ações de nível de administrador. E como resultado dos ataques de injeção de prompt, os cibercriminosos podem coletar dados das vítimas e alterar o comportamento da IA generativa, sem que as LLMs entendam as instrução como ilegítimas.

Quais são os tipos de prompt injection?

Os ataques de injeção de prompt são classificados de acordo com os métodos utilizados no processo. Os principais tipos dessa ameaça abrangem:

  • Injeção direta: nesse tipo de ataque, o cibercriminoso insere um prompt malicioso no campo de entrada de uma ferramenta de IA; se a ação for bem-sucedida, o prompt será entendido como instrução do sistema, e a aplicação ficará comprometida; a ferramenta de IA generativa então vai executar comandos ou gerar respostas específicas com base nas regras impostas pelo prompt malicioso.
  • Injeção indireta: no ataque de injeção de prompt indireto, hackers ocultam instruções maliciosas em páginas da web, fotos, PDFs e outros documentos; quando um usuário pede para a IA generativa ler esses documentos, essas instruções maliciosas são interpretadas e comandos não consentidos são executados.
  • Injeção de código: nesse ataque, o cibercriminoso utiliza e manipula as próprias LLMs para que elas gerem e executem códigos maliciosos; o hacker então pode coletar dados acessíveis pela IA, executar comandos à distância ou explorar níveis mais restritos da ferramenta, dependendo dos casos.
  • Injeção recursiva: exploração de sistemas que usam múltiplos LLMs ou vários processamentos em sequência; depois que o prompt malicioso é injetado na primeira camada, as saídas apresentam novas instruções ou comandos maliciosos que enganam os LLMs ou processamentos subsequentes.

Quais ferramentas são vulneráveis ao prompt injection?

Qualquer aplicação baseada em Modelos de Linguagem em Grande Escala (LLMs) são vulneráveis ao prompt injection, uma vez que a ameaça explora brechas no entendimento de linguagem natural por essas ferramentas.

Logo, as aplicações vulneráveis ao prompt injection envolvem ferramentas de inteligência artificial generativa (como ChatGPT e Google Gemini), navegadores com IA embarcada (a exemplo do ChatGPT Atlas, Comet e Fellou), e qualquer outro software ou API com integração a IAs generativas.

Quais são os riscos do prompt injection?

A entidade Open Web Application Security Project (OWASP) classifica o prompt injection como a principal vulnerabilidade de LLMs. E dentre os riscos desse tipo de ataque, estão:

  • Manipulação do modelo de IA: injeções de prompt são capazes de modificar as regras de desenvolvedor das ferramentas de IA, de modo a alterar o comportamento das aplicações diante de situações específicas.
  • Roubo de dados: ao interpretar o código malicioso, a ferramenta de IA pode revelar credenciais, senhas bancárias, e outros dados sensíveis.
  • Execução de códigos à distância: cibercriminosos podem abusar da injeção de código para a execução de comandos e programas maliciosos.
  • Propagação de ameaças: em determinadas situações, ataques de prompt injection podem executar comandos não consentidos para disseminar arquivos infectados com malware ou outras ameaças.
  • Vazamento de prompts: dependendo da injeção de prompt utilizada, a LLM pode expor prompts do sistema e facilitar a criação de novos códigos maliciosos com base nas informações obtidas.
Ilustração de ataque prompt injection
Cibercriminosos podem abusar de vários métodos maliciosos a partir de um ataque prompt injection (Imagem: Towfiqu barbhuiya/Unsplash)

Um ataque de prompt injection pode roubar meus dados?

Sim. Em um ataque prompt injection, um código malicioso pode ser interpretado como um simples prompt em IA generativa seu, e fazer com que a LLM envie seus dados sensíveis para um diretório do cibercriminoso.

Nessas situações, é comum que o código malicioso contenha regras para ignorar quaisquer instruções anteriores, e enviar senhas salvas, credenciais e outras informações para um e-mail, por exemplo.

Tem como identificar um ataque de prompt injection?

Sim. Respostas desconexas, ações inesperadas (e não consentidas) e comportamentos estranhos de LLMs são indícios de que você foi ou está está sendo alvo de um ataque de prompt injection. Se os comportamentos inadequados persistirem por um tempo e mesmo após o reinício das aplicações, as chances são ainda mais evidentes.

Nessas situações, vale interromper o uso da LLM e contatar técnicos ou especialistas de segurança em modelos de linguagem. Vale também entrar em contato com os desenvolvedores da aplicação para reportar o caso e solicitar ajuda nas investigações e possíveis resoluções do caso.

É possível se proteger de um ataque de prompt injection?

Sim. Para reforçar a proteção contra prompt injection, é recomendável que você desconfie de links e documentos desconhecidos, e evite de solicitar que a aplicação de IA leia esses tipos de arquivos. Lembre-se que os comandos maliciosos podem estar ocultos, e você não necessariamente conseguirá vê-los.

Vale também evitar o envio de textos com formatações estranhas ou prompts externos dos quais você não é capaz de analisar às LLMs. Isso sem contar a recomendação de não compartilhar dados sensíveis (como número de documento, senhas, dados bancários, entre outras informações) com a aplicação de IA.

É importante ter em mente que essas recomendações podem ajudar na proteção contra ataques prompt injection, mas as principais ações devem partir das próprias desenvolvedoras. São as donas das LLMs que devem encontrar maneiras de reforçar a segurança de suas aplicações e assegurar seus usuários contra injeção de prompt ou quaisquer outras ameaças.

Qual é a diferença entre prompt injection e jailbreak?

O prompt injection é uma ameaça em que instruções maliciosas interpretadas por LLMs se disfarçam de prompts de entrada legítimos ou regras de desenvolvedor. Com isso, LLMs executam comandos não autorizados, achando que as instruções foram orientadas pelos usuários ou pelos desenvolvedores do sistema.

Já o jailbreak é um tipo de ataque que tenta persuadir a LLM a reduzir ou desativar suas camadas de segurança cibernética. Nesses casos, cibercriminosos induzem a aplicação de IA generativa a atuar sem regras ou sistemas de proteção, o que facilita a execução de diferentes tipos de ataques.

Prompt injection: entenda a vulnerabilidade nas IAs generativas

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Ataques de injeção de prompt miram usuários de IAs generativas, e são capazes de roubar dados, propagar ameaças e executar códigos remotamente

Prompt injection explora vulnerabilidades de IAs generativas baseadas em LLMs (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Towfiqu barbhuiya/Unsplash)

O que são plataformas de jogos? Conheça as principais lojas de videogames

23 de Outubro de 2025, 17:14
Ilustração de uma plataforma de games no Steam Deck
Atualmente, cópias digitais de jogos são distribuídas via plataformas de games (Imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Plataformas de jogos ou gaming platforms são ambientes digitais usados para a distribuição e gestão de games. Em outras palavras, trata-se de um hub que reúne catálogos de jogos à venda, biblioteca de títulos adquiridos, conexões, e serviços online.

Em uma analogia, as plataformas de games funcionam como as plataformas de streaming, e os jogos atuam como filmes e séries do catálogo. A diferença é que os games precisam ser adquiridos individualmente ou resgatados por meio de assinaturas ou disponibilizações gratuitas.

Steam, Epic Games Store e GOG figuram como as plataformas de jogos mais populares para computadores. Já consoles de videogames contam com suas próprias gaming platforms, como PlayStation Network para PlayStation e eShop para consoles Nintendo.

A seguir, entenda o que são e para que servem as plataformas de jogos, e confira os principais ecossistemas de games online do mercado.

O que são plataformas de jogos?

Plataformas de games ou gaming platforms são ambientes digitais para distribuição de jogos, que reúnem catálogos de games para compra, biblioteca de jogos adquiridos, serviços online, fóruns de discussões, entre outros recursos voltados para a comunidade gamer.

Em alguns casos, o termo “plataformas de jogos” pode ser confundido com “plataformas”, que refere-se aos dispositivos (como PC, PlayStation, Xbox, entre outros) usados para jogar. Por conta disso, as plataformas de jogos também são chamadas de “loja de jogos online” ou “biblioteca de jogos”, para evitar confusões.

Para que servem as plataformas de games?

As plataformas de games funcionam como um ecossistema digital de jogos, atuando como um hub de entretenimento para facilitar a compra, inicialização e gestão de jogos e recursos online.

Dentre as principais funções dos ecossistemas de jogos, estão:

  • Compras de games e conteúdos: as plataformas de jogos online fornecem o catálogo de títulos e conteúdos extras (DLCs) para que você adquira uma cópia digital.
  • Inicialização da sessões de jogos: você pode abrir seus jogos diretamente das gaming platforms; há casos em que as plataformas de jogos serão abertas automaticamente, mesmo se você abrir os títulos por atalhos.
  • Instalação e atualização de jogos: a instalação dos jogos é feita diretamente das plataformas de jogos online; por padrão, as plataformas de games atualizam os títulos automaticamente quando são abertas.
  • Organização de jogos adquiridos: os ecossistemas de jogos digitais guardam todos os jogos e conteúdos extras adquiridos, e oferecem filtros para que você encontre os games facilmente na biblioteca.
  • Acesso a serviços online de games: plataformas de games também dão acesso a serviços, como assinaturas e jogos via nuvem (cloud gaming).
  • Sincronização dos saves em nuvem: os ambientes digitais tratam de salvar seus jogos em nuvem, bem como guardar possíveis conquistas desbloqueadas durante as jogatinas.
  • Conexão com outros jogadores: as plataformas também permitem adicionar e conversar com outros jogadores, além de dar acesso a fóruns de discussão.

Preciso baixar uma plataforma de games para jogar?

Sim, na maioria dos casos. Nos dias atuais, os jogos são distribuídos nas plataformas de games. Isso significa que você precisará baixar a plataforma correspondente e criar uma conta para poder comprar, instalar e jogar o game.

E mesmo se você utilizar mídias físicas (CDs ou cartuchos, por exemplo), os jogos podem se conectar à plataforma de jogos para validações e sincronizações de sessão, acesso a recursos online, e atualizações de patches.

Quais são as principais plataformas de games?

Existem diversas plataformas de games disponíveis no mercado, com seus respectivos catálogos de jogos. Abaixo, seguem os principais ecossistemas de jogos utilizados pelo público gamer.

Steam

Steam é uma das plataformas de games mais populares da atualidade, disponível para PC e Steam Deck. Criada e administrada pela Valve, a plataforma Steam possui um catálogo com aproximadamente 30 mil jogos, permite conexões com outros jogadores, e oferece opções de transmissão online diretamente pelo ecossistema.

Interface da Steam
Interface da Steam (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Epic Games Store

Epic Games Store é a plataforma de jogos da Epic Games voltada para PCs, e tida como a principal concorrente da Steam. Além da distribuição de jogos e apoio a desenvolvedores para a publicação de jogos, a plataforma se destaca com a oferta de jogos gratuitos para resgate a cada semana.

Interface da Epic Games Store
Interface da Epic Games Store (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

PlayStation Network (PSN)

PlayStation Network é a gaming platform para donos de consoles PlayStation. O ecossistema dá acesso diversos a serviços como PS Store (para adquirir e gerenciar jogos) e PS Plus (para jogar online e acessar catálogos exclusivos).

Interface da PlayStation Store
Interface da PlayStation Store no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Xbox

A plataforma Xbox consiste em um ecossistema de jogos digitais disponível para consoles Xbox, computadores e celulares. Além da ampla compatibilidade, a plataforma se destaca pelo serviço de assinatura com catálogos exclusivos (Xbox Game Pass) e pelo serviço de jogos que rodam via nuvem (xCloud).

Interface da plataforma Xbox no PC
Interface da plataforma Xbox no PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nintendo eShop

Nintendo eShop é a loja de jogos e DLCs do ecossistema Nintendo. Além da oferta de games, a plataforma também permite atualizações de títulos, gerenciamento dos jogos e acesso ao Nintendo Switch Online para jogatinas online.

Interface da Nintendo eShop
Interface da Nintendo eShop (Imagem: Reprodução/Nintendo)

Google Play Games

Google Play Games é uma plataforma de jogos disponível para dispositivos móveis Android e PC. O ecossistema é baseado na sua Conta Google usada no Google Play Store, oferece catálogo de games, além de jogos que podem rodar sem a necessidade de download ou instalação.

Interface do Google Play Games no PC
Interface do Google Play Games no PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

GOG

Good Old Games (popularmente chamada de GOG) é uma plataforma de games para computadores. O ambiente digital não é tão popular quanto Steam ou Epic Games, mas traz um catálogo de jogos clássicos até os mais recentes.

Interface da plataforma GOG
Interface da plataforma GOG (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como funcionam as plataformas de jogos

As plataformas de jogos online funcionam como hubs personalizados para cada jogador. Para iniciar a sessão, é preciso criar uma conta (gratuita) na plataforma: a criação de um perfil validará o acesso no ecossistema, e permitirá vinculações de jogos adquiridos, serviços assinados, conquistas desbloqueadas e salvamentos.

Depois que você fizer login com sua conta, terá acesso aos catálogos de jogos e conteúdos extras à venda. Todos os conteúdos serão disponibilizados em sua biblioteca de games, cuja seção permitirá a instalação e inicialização dos jogos.

As plataformas de jogos para PC não precisam de nenhum pacote de serviços para jogar online: depois de adquirir e instalar o game, basta inicializá-lo. Contudo, as plataformas de consoles exigem assinaturas pagas (como PlayStation Plus, Xbox Game Pass ou Nintendo Switch Online) para jogatinas online.

É possível comprar ou resgatar conteúdos, acessar a biblioteca de jogos, inicializar games, adicionar amizades, entrar em tópicos de discussão diretamente pelas plataformas. Mas recursos como jogos via nuvem e catálogos rotativos exclusivos só ficam disponíveis mediante assinatura paga.

Vale destacar que você poderá acessar sua conta e catálogo de jogos por qualquer navegador. Porém, só será possível jogar pelo app nos dispositivos correspondentes (exemplo: jogar via Steam pelo PC ou Steam Deck; jogar via PSN em um PlayStation, jogar via Xbox em um Xbox ou PC; e assim por diante).

Quais são os tipos de plataformas de jogos?

As plataformas para jogos podem ser classificadas de acordo com o dispositivo usado para as jogatinas, já que não existe uma tipificação oficial. Nesse contexto, é possível dizer existem os seguintes tipos de gaming platforms:

  • Plataformas de jogos para PC: plataformas voltadas para notebooks, PCs ou PCs gamer, a exemplo de Steam, Epic Games Store e GOG.
  • Plataformas de jogos para console: plataformas específicas de consoles de videogame, como PlayStation Now e Nintendo eShop.
  • Plataformas de jogos híbridas: plataformas para jogar disponíveis em diferentes dispositivos (PC, console e smartphone), como o hub Xbox.

Além desse tipo de classificação, também é possível enquadrar as plataformas de jogos com base em como elas rodam os games: a maioria delas exige instalação do título no dispositivo, mas existem plataformas como a GeForce Now que rodam os games diretamente da nuvem ao simular uma máquina virtual com hardware gamer.

Posso usar mais de uma plataforma de games?

Sim. Como existem diferentes plataformas de games com catálogos de jogos distintos, há casos em que você só vai conseguir comprar e jogar títulos em plataformas específicas (como o que acontece com serviços de streaming). Logo, você não só pode, como talvez precise ter contas em diferentes serviços.

Mas é importante destacar que as plataformas de games são independentes e geridas por diferentes empresas: você pode usar quantas plataformas quiser, mas terá de criar uma conta para cada serviço.

Qual é a diferença entre plataforma de jogos e jogos de plataforma?

Plataformas de jogos são hubs que reúnem lojas e bibliotecas de jogos, além de serviços para games online. Atualmente, as plataformas de jogos funcionam como vitrines para que as desenvolvedoras e publicadoras de jogos disponibilizem seus conteúdos para o público.

Já jogos de plataforma consistem em um gênero de videogames que mescla ação com aventura. O gênero envolve jogos em que o player precisa saltar entre plataformas, desviar de obstáculos e abater inimigos. Super Mario Bros, Donkey Kong e Hollow Knight são exemplos de jogos de plataforma.

O que são plataformas de jogos? Conheça as principais lojas de videogames

(Imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Interface da Steam (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface da Epic Games Store (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface da PlayStation Store no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface da plataforma Xbox no PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface da Nintendo eShop (Imagem: Reprodução/Nintendo)

Interface do Google Play Games no PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Interface da plataforma GOG (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que é um PC gamer? Saiba o que um computador para jogos precisa ter

22 de Outubro de 2025, 16:29
Ilustração de PC gamer
Computadores gamer têm hardwares para bom desempenho em jogos (Imagem: Abdullah Abid/Unsplash)

PC gamer ou gaming PC é um computador com capacidade para oferecer boa performance em jogos. E assim como existem jogos dos mais básicos aos mais exigentes, há PCs gamer de entrada até máquinas capazes de lidar com games mais pesados.

Um PC gamer possui a maioria dos hardwares vistos em PCs comuns, mas com especificações mais robustas. Além disso, placa de vídeo dedicada, fonte de alimentação adequada, sistema de resfriamento e periféricos voltados para jogos são essenciais em um setup gamer.

Importante destacar que computadores gamer podem ser usados para outras finalidades devido à potência dos componentes, e por isso são mais caros. Já PCs comuns não são necessariamente capazes de rodar jogos por possuírem peças voltadas para usos básicos do dia a dia.

A seguir, saiba o que é um PC gamer, confira quais hardwares são essenciais nessas máquinas, e veja vantagens e desvantagens de um computador voltado para jogos.

O que é um PC gamer?

PC gamer (ou gaming PC, em inglês) é um computador voltado para jogos. Trata-se de um PC com hardware e periféricos de performance superior ao de um PC tradicional, e com poder computacional e gráfico suficientes para garantir bom desempenho em games.

O que um PC gamer precisa ter?

Um PC gamer precisa ter componentes e periféricos que ajudem para uma boa performance em jogos. Não existe uma regra geral sobre quantos megabytes (MBs), gigabytes (GBs) ou terabytes (TBs) determinados componentes precisam ter para o setup ser considerado “gamer”.

Inclusive, a maioria dos componentes de um PC gamer são encontrados em um PC comum. A diferença é que esses componentes costumam ter especificações melhores nos setups para jogos, e algumas peças são mais comuns apenas em computadores voltados para jogatinas.

De modo geral, um PC gamer precisa ter:

Importante ressaltar que esses componentes não são necessariamente obrigatórios: um PC não vai deixar de ser gamer se não tiver algum desses hardwares. Contudo essas peças são comuns em setups gamer por beneficiar a experiência em jogos.

Componentes de um PC gamer
PCs gamer costumam ter componentes superiores aos de computadores comuns (Imagem: Andrey Matveev/Pexels)

Um PC com placa de vídeo é considerado gamer?

Não necessariamente. Placa de vídeo dedicada é um dos componentes fundamentais para que um computador seja classificado como gamer, mas todo o resto do setup (incluindo processador, memória RAM, sistema de resfriamento e periféricos) precisa ter boa performance para atender a demanda de jogos.

Como exemplo, um computador com placa de vídeo ultrapassada pode não garantir performance suficiente para rodar jogos. Assim como um setup formado por uma boa placa de vídeo e hardwares para uso básico talvez não consiga alcançar potência suficiente para se enquadrar como um PC voltado para jogos.

Em muitos casos, marcas e fabricantes podem vender computadores com o rótulo “gamer” apenas por um processador de boa performance ou um conjunto de luzes. Mas é preciso avaliar a performance como um todo, considerando todos os componentes, para classificar o PC como gamer ou não.

Quais são as categorias de PCs gamer?

PCs gamer podem ser classificados em níveis baseados na performance e preço, assim como categorizações feitas com smartphones e outros eletrônicos. De modo geral, podemos classificar os computadores para jogos nas seguintes categorias:

  • PCs gamer de entrada: setup de baixo orçamento, composto por hardwares mais básicos, e voltado para quem está entrando no universo de jogos; geralmente consegue rodar apenas games mais leves que não exigem tanto poder computacional ou gráfico.
  • PCs gamer intermediários: PCs com componentes intermediários, mais potentes que computadores básicos, porém, inferiores aos setups de ponta; costumam rodar jogos intermediários e até mais pesados, mas geralmente com resolução máxima de 1080p e com configurações mínimas ou médias de vídeo.
  • PCs gamer high-end: computadores extremamente potentes, com processadores e placas de vídeo de última geração, além de monitores com altas taxas de atualização e periféricos de ponta; esses setups são caros e podem rodar qualquer tipo de jogo com as melhores configurações gráficas.

Quais são as vantagens de um PC gamer?

Os PCs gamer possuem vários benefícios devido aos componentes de bom desempenho. As principais vantagens dos computadores voltados para jogos incluem:

  • Hardwares avançados: PCs gamer costumam ter hardwares com especificações superiores aos de computadores comuns.
  • Bom desempenho em jogos: computadores voltados para jogos rodam games com desempenho muito superior em comparação a computadores que não são focados em jogatinas.
  • Compatibilidade com tecnologias gamer: setups gamer costumam ter compatibilidade com alguns recursos voltados para jogos, como DLSS da Nvidia e AMD FidelityFX.
  • Versatilidade de uso: apesar de serem voltados para jogos, PCs gamer atendem a outras funcionalidades devido à boa capacidade de processamento.

Quais são as desvantagens de um PC gamer?

Computadores voltados para jogos têm desvantagens, principalmente tratando-se de custos elevados. Dentre as principais vantagens desses eletrônicos de consumo, estão:

  • Custo elevado: os componentes de um computador para jogos são mais caros quando comparados a peças de um PC comum.
  • Necessidade de atualização: à medida que a indústria se desenvolve e os jogos se tornam mais exigentes, pode ser necessário atualizar peças com determinada frequência para manter compatibilidade com jogos mais recentes.
  • Espaço dedicado: alguns componentes de alta performance e com tamanhos robustos exigem gabinetes grandes, e será necessário ter espaço suficiente na bancada para alocar o computador e seus periféricos.
Ilustração de um setup gamer
Setups gamer são mais caros que setups de uso diário (Imagem: Atahan Demir/Unsplash)

Um PC gamer serve para estudo ou trabalho?

Sim. Um PC gamer serve para estudar ou para trabalhar além da finalidade de jogatinas, já que tem poder computacional e gráfico suficiente para lidar com pesquisas, navegação na web, ferramentas de produtividade e até aplicações profissionais mais pesadas.

Contudo, a situação inversa nem sempre se aplica: computadores para estudo ou trabalho têm hardwares para atender a tarefas mais básicas, e por isso não costumam apresentar boa performance em jogos.

De modo geral, um PC gamer quase sempre poderá ser usado para estudo ou trabalho, mas computadores para estudo ou trabalho geralmente não vão servir para jogatinas.

Qual é a diferença entre um PC gamer e um PC comum?

Um PC gamer é um computador voltado para bom desempenho em jogos, mas que pode atender a outras necessidades pelas configurações de alta performance. Essas máquinas possuem componentes físicos (hardwares) superiores aos de PCs comuns e, consequentemente, têm custos mais elevados.

Já um computador pessoal (PC) comum é uma máquina voltada para usos básicos diários, como navegação na internet e reprodução de conteúdos. PCs simples até podem rodar alguns jogos leves, mas podem ter a experiência comprometida por não serem projetados para games.

Posso transformar um PC comum em um PC gamer?

Sim. Computadores são estruturados de modo com que você possa trocar uma ou mais peças, seja de uma vez ou gradualmente. Logo, você pode substituir hardwares por componentes mais potentes, transformando o seu computador de uso básico em um PC gamer.

Mas é importante destacar que pode ser necessária uma reformulação robusta, dependendo da performance e dos componentes do seu computador. E em alguns casos, a transformação de um PC comum para um PC gamer pode exigir a troca de todos os componentes do computador, incluindo os periféricos.

Qual é a diferença entre um PC gamer e um notebook gamer?

Um PC gamer é um dispositivo que costuma ficar em lugares fixos, devido ao seu porte. As peças desses aparelhos costumam ser mais potentes que as de notebook e são vendidas separadamente, o que aumenta as possibilidades de expansão. Além disso, PCs para jogos exigem periféricos, como monitor, mouse e teclado.

notebooks ou laptops gamer são portáteis, facilitando o transporte de seus usuários. Notebooks gamer não precisam de monitores ou teclados à parte como os PCs gamer, mas algumas peças são soldadas na placa de circuito e dificultam expansões. Laptops gamer também costumam ter especificações inferiores aos de PCs gamer, devido ao espaço reduzido para componentes.

O que é um PC gamer? Saiba o que um computador para jogos precisa ter

(Imagem: Abdullah Abid/Unsplash)

(Imagem: Andrey Matveev/Pexels)

(Imagem: Atahan Demir/Unsplash)

Linhas de notebook Dell: saiba a diferença entre Dell, Dell Pro e Dell Pro Max

17 de Outubro de 2025, 12:04
Ilustração de notebooks da Dell
Portfólio de notebooks da Dell conta com quatro linhas ao todo (Imagem: Divulgação/Dell)

A Dell possui um portfólio de notebooks formado pelas linhas Dell, Dell Pro, Dell Pro Max e Dell Alienware. Cada uma das séries foca em usos e públicos diferentes.

A linha Dell foca em atividades básicas de uso diário, e pode ser usada para estudos, trabalho e jogos. Já a série Pro é especificamente voltada para o segmento empresarial, com foco em produtividade e segurança.

Os modelos de notebook Dell Pro Max são indicados para cargas complexas de trabalho, como renderização e modelagem. A Dell Alienware fecha o portfólio da marca, com laptops voltados para o público gamer.

A seguir, confira toda a linha de notebooks da Dell e conheça suas principais características.

Quais são as linhas de notebook Dell?

A Dell agora tem um portfólio de notebooks formado por três linhas principais: Dell, Dell Pro e Dell Pro Max. Todas as séries incluem aparelhos com recursos de inteligência artificial, e variantes para diferenciação de modelos.

A marca também conta com a Alienware, que é uma subsidiária e linha destinada ao público gamer.

Confira abaixo as características das linhas de notebook Dell.

Dell

Dell agora é a linha mais básica da marca, que incorporou as antigas linhas Dell Inspiron, Dell XPS e Dell Vostro. A série tem a melhor relação custo-benefício em notebooks da marca, foca na simplicidade de tarefas diárias, e é recomendada para estudos, jogos e trabalho.

A variante Plus apresenta modelos de notebook Dell com otimização de performance da IA, visuais mais elegantes (em alumínio), e versões 2 em 1 para uso no modo tablet.

Já a versão Premium dá continuidade à antiga série XPS, e oferece os laptops com IA mais finos e leves da linha Dell.

Linha Dell de notebooks
Dell é a linha mais básica do portfólio de laptops da marca (Imagem: Reprodução/Dell)

Dell Pro

A linha Dell Pro é voltada para produtividade a nível profissional, incluindo recursos de gerenciamento e de segurança exigidos no segmento corporativo. E além de um visual moderno com materiais duráveis e mais confiáveis, a série se destaca por apresentar os menores e mais leves laptops da categoria.

Ao todo, a linha inclui quatro variantes:

  • Dell Pro Essential: laptops empresariais com recursos essenciais de segurança e gerenciamento.
  • Dell Pro: notebooks da Dell com boa durabilidade, portabilidade e recursos de IA, para garantir produtividade e segurança robusta.
  • Dell Pro Plus: aparelhos com performance escalável, experiências de conectividade e colaboração, e design elegante em alumínio; personalizável para atender a diferentes demandas profissionais.
  • Dell Pro Premium: família com design e mobilidade premium, desenvolvida para uso portátil e silencioso; telas nítidas e baterias com boa capacidade são destaques da categoria.

Vale destacar que a linha Dell Pro dá continuidade ao legado das antigas séries Dell Latitude e Dell OptiPlex.

Linha Dell Pro
Dell Pro é a série mais indicada para o mercado corporativo (Imagem: Reprodução/Dell)

Dell Pro Max

Já a Dell Pro Max reúne os notebooks de alto desempenho da marca, representando a antiga linha Precision. Com processadores de ponta e placas de vídeo dedicadas, os laptops da série são capazes de lidar com tarefas pesadas, como animação e renderização, inferências de IA ou mesmo ajustes de modelos de linguagem.

A versão padrão oferece desempenho essencial para tarefas empresariais e ferramentas de design de nível básico. Já a variante Dell Pro Max Plus reúne os aparelhos mais escaláveis e otimizados para cargas de trabalho com IA, enquanto a família Dell Pro Max Premium oferece design robusto, alto desempenho e chassi reduzido.

Linha Dell Pro Max
Dell Pro Max é composta por notebooks que lidam com tarefas complexas de trabalho (Imagem: Reprodução/Dell)

Dell Alienware

Por fim, a Dell Alienware apresenta laptops voltados para o público gamer. Os aparelhos da linha vêm com ótimas configurações de hardware (incluindo CPUs de alta performance e placas de vídeo dedicadas), sistemas de resfriamento otimizados, design premium, teclados iluminados, além de telas de até 240 Hz.

Os modelos de notebook Alienware Aurora focam em versatilidade e recursos essenciais para jogos, enquanto a categoria Area-51 entrega máxima performance para o público gamer.

Linha Dell Alienware
Alienware é a linha da Dell voltada para o público gamer (Imagem: Divulgação/Dell)

O notebook Vostro ainda é vendido pela Dell?

Não. A linha Vostro deixou de ser vendida em 2024, quando foi incorporada pela série Inspiron (que agora foi absorvida pela linha Dell). Logo, a Dell não comercializa mais notebooks sob a nomenclatura Vostro.

Qual é a diferença entre os notebooks Dell, Dell Pro e Dell Pro Max?

A diferença entre as linhas Dell, Dell Pro e Dell Pro Max envolvem públicos-alvo distintos e recursos voltados para finalidades específicas. Essas peculiaridades podem fazer a diferença na hora de escolher um notebook da marca.

A linha Dell reúne notebooks intermediários, focados na simplicidade e tarefas básicas do dia a dia. Em outras palavras, a série oferece notebooks para estudar, trabalhar (atividades básicas) e para jogos leves

Já a Dell Pro apresenta notebooks para trabalho remoto ou presencial, uma vez que a linha é voltada para o segmento empresarial. A linha conta com recursos de IA para aumentar a produtividade, além de ferramentas para reforçar a segurança de dados.

Por fim, a Dell Pro Max é a melhor opção para quem lida com tarefas robustas, como renderização e modelagem 3D. Para lidar com isso, os laptops são equipados com CPUs potentes, placas de vídeo dedicadas, e boas especificações dos demais hardwares.

Linhas de notebook Dell: saiba a diferença entre Dell, Dell Pro e Dell Pro Max

(Imagem: Divulgação/Dell)

(Imagem: Reprodução/Dell)

(Imagem: Reprodução/Dell)

(Imagem: Reprodução/Dell)

(Imagem: Divulgação/Dell)

Linhas de notebook da HP: confira as séries para estudo, trabalho ou jogos

15 de Outubro de 2025, 12:04
Notebook da HP
HP possui uma linha diversificada de notebooks para estudo, trabalho e jogos (Imagem: Divulgação/HP)

A Hewlett Packard (HP) possui um portfólio de notebooks formado por seis linhas: OmniBook, EliteBook, ZBook, Omen, Victus e Chromebook. Essas séries se diferenciam por apresentar especificações diferentes e públicos-alvo distintos.

OmniBook conta com diversas variantes, e é voltada para usos gerais de consumo. A linha EliteBook também é formada por várias famílias, mas foca em usos profissionais no mercado corporativo. Já a linha ZBook inclui máquinas super potentes, conhecidas como workstations móveis.

Omen e Victus são as linhas de laptops gamer da HP: a linha Omen tem design premium e foca em alta performance, enquanto a Victus oferece modelos mais acessíveis. Já a linha Chromebook apresenta notebooks básicos para usos simples.

A seguir, confira as características de todas as linhas de notebooks HP.

Quais são as linhas de notebooks da HP?

Em 2024, a Hewlett Packard (HP) remodelou seu portfólio de notebooks, incorporando linhas mais antigas (como Essential, Pavilion, entre outras) a novas famílias. Por mais que a mudança ainda não tenha sido refletida no Brasil e em outras regiões, a expectativa é que o rebranding torne-se global gradualmente.

Abaixo, confira as características das linhas de laptops HP, considerando a remodelação do portfólio.

OmniBook

OmniBook é a linha que reúne os notebooks de consumo da HP. Em outras palavras, trata-se de uma família que apresenta laptops para tarefas do dia a dia, seja para uso doméstico ou no escritório, para estudo ou mesmo para criação de conteúdo.

E para diferenciar cada modelo da linha OmniBook, a marca escolheu números e sufixos específicos.

Portfólio de notebooks de consumo da HP
Portfólio de notebooks de consumo da HP (Imagem: Divulgação/HP)

OmniBook 3

A família OmniBook 3 é similar à antiga linha Essential, e apresenta notebooks básicos, focados em uma boa relação custo-benefício. A marca recomenda essa categoria para estudantes, usos básicos diários, e multitarefas de baixa performance.

Os notebooks OmniBook 3 são equipados com processadores intermediários (incluindo modelos com suporte à IA), e costumam ter a partir de 8 GB de RAM.

Laptop OmniBook 3
OmniBook 3 é a família mais básica da linha HP OmniBook (Imagem: Divulgação/HP)

OmniBook 5

Já a categoria OmniBook 5 foca em versatilidade e portabilidade: além de design fino para facilitar o transporte em mochilas e bolsas, há variantes Flip 2 em 1 para uso no modo laptop ou modo tablet. Os aparelhos da família se assemelham às antigas linhas HP Pavilion e Pavilion x360.

Além de processadores de boa performance, vale destacar a boa capacidade da bateria em alguns modelos, que prometem até 32 horas de reprodução de vídeo local em algumas telas.

OmniBook 5 da HP
A linha OmniBook 5 conta com variantes Flip para modos versáteis de uso (Imagem: Divulgação/HP)

OmniBook 7

A família OmniBook 7 atua como substituta das linhas Envy, Envy x360 e Pavilion Plus, e é voltada para usuários que precisam de laptops com desempenho aprimorado. Os aparelhos da categoria podem lidar com projetos de design, renderizações 3D mais básicas, entre outros tipos da tarefas.

Os notebooks da categoria possuem CPUs de alta performance (incluindo modelos com recursos de IA), podem ter Unidade de Processamento Neural (NPU) e placas de vídeos dedicadas. Os aparelhos também têm durabilidade à nível militar, incluindo proteções contra quedas, umidade e temperaturas extremas, por exemplo.

OmniBook 7 da HP
Alguns modelos OmniBook 7 podem contar com NPU e placa de vídeo dedicada (Imagem: Divulgação/HP)

OmniBook X

A categoria de laptops OmniBook X se assemelha às antigas linhas HP Envy e Envy x360, e tem duas características marcantes: design ultrafino (ultrabooks) combinado com alta performance. Além da versão padrão, há modelos Flip com curvatura de 360º para uso no modo tablet.

Os modelos da família podem ter processadores de alta performance, NPU, e boas capacidades de memória RAM e armazenamento interno.

OmniBook X da HP
OmniBook X se destaca como uma das famílias mais potentes da linha OmniBook (Imagem: Divulgação/HP)

OmniBook Ultra

Por fim, a última família da linha OmniBook é voltada para quem alterna a rotina entre trabalho e jogos casuais, e deseja boa performance no geral.

Os notebooks da categoria têm processadores de ponta e boas especificações de memória RAM e armazenamento. E além da versão padrão, há a variante Flip, que também pode atuar no modo tablet.

Apesar de serem indicados para jogos, os laptops HP OmniBook Ultra não contam com placa de vídeo dedicada. Logo, os aparelhos só conseguem rodar jogos básicos e intermediários, muitas vezes com configurações baixas de vídeo.

OmniBook Ultra da HP
OmniBook Ultra é vendido nas versões padrão e Flip (Imagem: Divulgação/HP)

EliteBook

A EliteBook agora é a linha de notebooks empresariais da HP, integrando as submarcas HP EliteBook e HP ProBook. A série traz modelos voltados para trabalho e ambientes corporativos, com foco em produtividade e segurança.

E assim como a OmniBook, a EliteBook também categoriza os modelos de notebook HP de sua linha, identificados por números e sufixos diferentes.

Portfólio de notebooks comerciais da HP
Portfólio de notebooks comerciais da HP (Imagem: Divulgação/HP)

ProBook 2

A ProBook 2 é a família mais básica de laptops comerciais da HP. Segundo a marca, trata-se de uma categoria com boa relação custo-benefício para pequenas e médias empresas.

ProBook 4

A categoria HP ProBook 4 também apresenta notebooks de entrada para trabalho (incluindo as séries 400 e 405), mas está um nível acima da família ProBook 2 no ranking do portfólio comercial devido ao poder de processamento e de memória. Inclusive, alguns modelos contam com placas de vídeo dedicadas.

Vale ressaltar que diversos da família ProBook 4 vêm com o HP Wolf, que é um sistema de segurança baseado em hardware e software para proteção extra dos aparelhos.

ProBook 4 da HP
ProBook 4 também abrange os laptops das séries 400 e 405 da HP (Imagem: Divulgação/HP)

EliteBook 6

A família EliteBook 6 é a categoria mais básica dos modelos EliteBook, voltada para profissionais de alto nível que buscam desempenho, segurança e design. A categoria também reúne os modelos mais antigos das séries 600 e 605.

CPUs de boa performance e capacidades de memória RAM a partir dos 16 GB são alguns dos principais destaques da categoria. E a maioria dos aparelhos da família vêm com a licença do Windows 11 Pro.

EliteBook 6 da HP
Maioria dos notebooks EliteBook 6 vem com licença do Windows 11 Pro (Imagem: Divulgação/HP)

EliteBook 8

A categoria EliteBook 8 traz laptops profissionais superiores ao da família 6: aparelhos com CPUs mais potentes e com suporte para recursos de inteligência artificial, recursos de segurança, além de modelos flexíveis (que funcionam como tablet) e opções para personalização de hardware.

Vale destacar que além dos notebooks atualizados com a nomenclatura da família, a categoria também abrange laptops mais antigos das séries 800 e 805 da HP.

EliteBook 8 da HP
EliteBook 8 também contempla laptops HP mais antigos das séries 800 e 805 (Imagem: Divulgação/HP)

EliteBook X

Já a categoria EliteBook X é sinônimo de notebooks potentes, com design fino e leve (incluindo a variante Flip) para facilitar a portabilidade. A série também destaca o suporte à inteligência artificial e unidades de processamento neural, que ajudam a otimizar a produtividade.

A segurança de dados também é um dos destaques da família. Por conta disso, os laptops vêm com proteção HP Wolf, recurso de login com tecla única (com sensor de impressão digital), sensor de proximidade que bloqueia o aparelho ao se afastar, entre outras funcionalidades de proteção.

EliteBook X da HP
EliteBook X oferece notebooks potentes com design fino e leve (Imagem: Divulgação/HP)

EliteBook Ultra

Por fim, a família EliteBook Ultra apresenta notebooks com IA de geração avançada. Apesar de semelhanças com modelos EliteBook X, os notebooks HP EliteBook Ultra têm visuais ultrafinos, e focam em eficiência energética por conta das integrações com inteligência artificial.

Falando de configurações de hardware, os modelos vêm com processadores como Intel Core Ultra de série 2 ou Snapdragon X Elite, além de 16 GB a 32 GB de RAM e armazenamento de 512 GB (em média). Consumidores também podem optar por versões customizáveis para adequar especificações com as demandas.

EliteBook Ultra da HP
EliteBook Ultra se destaca pelos recursos de IA pelo visual ultrafino (Imagem: Divulgação/HP)

ZBook

Paralelamente à linha EliteBook, a série ZBook reúne notebooks profissionais com capacidade de lidar com tarefas pesadas, como modelagem e renderização 3D. Inclusive, a HP classifica os aparelhos como “workstations móveis”, e os recomenda para fotógrafos, designers, engenheiros e profissionais criativos no geral.

Existem diversas variantes dentro da linha ZBook, classificadas de acordo com propósitos e especificações.

  • ZBook 8: recomendada para fluxos de trabalho 2D e 3D simples; modelos contam com processadores de alta performance, placas de vídeo ou GPUs dedicadas, e altas capacidades de memória RAM.
  • ZBook X: sugerida para modelagem 3D avançada e edição de vídeos 1080p; laptop com processador Intel de alto desempenho, e placa de vídeo dedicada.
  • ZBook Ultra: variante recomendada para executar vários fluxos de trabalho (incluindo de design) ao mesmo tempo; laptop com processadores Ryzen com suporte a IA, GPU integrada, e capacidade de RAM de até 128 GB.
  • ZBook Studio: sugerida para fluxos de trabalho complexos e edição de vídeo em 4K; notebook com processadores Intel de alta capacidade e placas de vídeo dedicadas da Nvidia.
  • ZBook Fury: versão mais potente da linha, recomendada para diversos fluxos de trabalho simultâneos; modelos são alimentados por CPUs de alto desempenho, placas de vídeo para atividades intensivas, e podem ter até 192 GB de RAM e armazenamento máximo de 16 TB.
HP ZBook
ZBook reúne notebooks com potência equivalente a desktops (Imagem: Reprodução/HP)

Omen by HP

A Omen representa a linha de notebooks gamer de alta performance, reunindo aparelhos com CPUs e placas de vídeo de ponta, além de telas de até 240 Hz. A marca também é conhecida pelo acabamento premium e elegante dos laptops.

Versões Slim apresentam notebooks mais finos, sem comprometimento de performance ou sistema de resfriamento. Já variantes Omen Max são vendidas com opções de hardware mais potentes, incluindo upgrades para CPU, placa de vídeo, memória RAM, armazenamento, tela, teclado, entre outras especificações.

Laptops HP Omen
A linha Omen da HP é voltada para gamers que desejam alta performance (Imagem: Divulgação/HP)

Victus by HP

A Victus é uma submarca e linha de notebooks da HP que abrange notebooks gamer de entrada e intermediários. Trata-se de uma categoria mais acessível que a série Omen, mas com aparelhos capazes de rodar jogos que não exigem tanto poder computacional e gráfico.

Os laptops Victus são alimentados por CPUs de alta performance, placa de vídeo dedicada, e boas configurações de memória RAM e armazenamento. Já as telas costumam ter taxa de atualização de até 144 Hz.

Laptop HP Victus
Victus oferece notebooks gamer com preços mais acessíveis que da linha Omen (Imagem: Divulgação/HP)

Chromebook

A linha Chromebook fecha o portfólio de notebooks da HP, reunindo laptops portáteis, leves e com preços mais acessíveis. A HP recomenda essa categoria de notebooks para estudantes ou usuários que buscam um aparelho apenas para navegação na web, pesquisas e reprodução de conteúdos streaming.

Vale frisar que Chromebooks rodam no sistema operacional ChromeOS. Nem todas as ferramentas do Windows estão disponíveis no sistema operacional, mas você pode usar as ferramentas de produtividade em nuvem por questões de compatibilidade e para otimizar o desempenho.

Chromebook da HP
Chromebooks são opções para quem quer um notebook apenas para uso básico (Imagem: Divulgação/HP)

Quais são as linhas de notebook HP para estudo?

A HP recomenda a linha Omnibook para estudantes, devido ao bom desempenho e design portátil. Aparelhos notebooks da família Chromebook também podem atender a necessidades acadêmicas, desde que as tarefas sejam mais básicas.

Quais são as linhas de notebook HP para trabalho?

Todas as famílias da linha EliteBook são voltadas para trabalho, já que a série é voltada para usos profissionais. Já para tarefas mais intensivas como remodelagem ou renderização, vale apostar em laptops da linha ZBook.

Quais são as linhas de notebook HP para jogos?

Omen e Victus são as linhas de notebook HP voltada para jogos. Victus podem rodar jogos leves ou intermediários, enquanto a linha Omen é direcionada para gamers hardcore e títulos que exigem grande poder computacional e gráfico.

Linhas de notebook da HP: confira as séries para estudo, trabalho ou jogos

Portfólio de notebooks de consumo da HP (Imagem: Divulgação/HP)

(Imagem: Divulgação/HP)

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Portfólio de notebooks comerciais da HP (Imagem: Divulgação/HP)

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(Imagem: Divulgação/HP)

(Imagem: Reprodução/HP)

(Imagem: Divulgação/HP)

(Imagem: Divulgação/HP)

(Imagem: Divulgação/HP)

Linhas de notebook Lenovo: as diferenças entre LOQ, IdeaPad, ThinkPad e outras séries

9 de Outubro de 2025, 15:37
Lenovo Ideapad 320
Confira todas as linhas de notebook da Lenovo e suas principais características (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

A Lenovo possui um portfólio formado por oito linhas globais de notebooks: LOQ, IdeaPad, ThinkPad, Legion, Yoga, ThinkBook, Série V e Chromebook. Há também a linha Xiaoxin, que é comercializada somente no mercado chinês.

A IdeaPad é a linha básica da Lenovo, indicada para diferentes tipos de uso. Já as séries ThinkPad, ThinkBook e Série V são indicadas para ambiente corporativo, já que os notebooks apresentam boa performance, portabilidade e recursos de segurança.

Legion e LOQ reúnem os notebooks gamer da marca, enquanto a linha Yoga é recomendada para profissionais que trabalham com criatividade ou design. A linha Chromebook fecha o portfólio global, oferecendo notebooks básicos a um preço mais acessível.

A seguir, conheça as linhas de notebooks Lenovo, e confira suas respectivas características.

Quais são as linhas de notebooks da Lenovo?

A Lenovo inclui diversas linhas de notebooks, com propósitos e públicos-alvo diferentes. Confira abaixo os conceitos de cada uma das séries da marca.

LOQ

LOQ é a linha de notebooks gamer de entrada da Lenovo, focada em preço mais acessíveis ao invés de configurações topo de linha. O termo “LOQ” é derivado de “lock” (“trancar”, em tradução livre), e visa ilustrar uma espécie de elo inquebrável após a ligação dos jogadores com a linha.

Por ser uma linha voltada para jogos, a LOQ dispõe de laptops com placas de vídeo a partir da série RTX 30 da Nvidia. Processadores Intel Core (a partir da 12ª geração), memória RAM de 16 GB, SSD para armazenamento rápido e telas WVA de 15,6 polegadas completam as especificações da linha.

Modelos com melhor relação custo-benefício apresentam design leve e elegante. Já variantes mais potentes prometem operação silenciosa e com bom sistema de resfriamento, além de desempenho otimizado devido ao sistema de inteligência artificial Lenovo AI Engine+.

Linha LOQ da Lenovo
LOQ é uma linha de notebooks gamer recomendada para jogadores de primeira viagem (Imagem: Divulgação/Lenovo)

IdeaPad

A linha Lenovo IdeaPad é diversificada, e atende a diferentes necessidades de usos diários. A série se destaca por notebooks de entrada com preços acessíveis, mas também inclui aparelhos intermediários em seu portfólio.

De modo geral, a IdeaPad se divide em três categorias:

  • Série 1: família de notebooks de entrada, com processadores Intel Core (12ª ou 13ª geração) ou AMD Ryzen (série 7000), memória RAM entre 4 GB e 8 GB, GPU integrada, e SSD a partir dos 256 GB.
  • Série 3: série de notebooks IdeaPad intermediários, com CPUs Intel de 13ª geração, GPU integrada, memória RAM entre 8 GB e 16 GB, e SSD a partir dos 512 GB.
  • Série 5: família com os laptops mais potentes da linha IdeaPad, incluindo configurações como CPUs Intel ou AMD de última geração (incluindo modelos com IA), 16 GB de RAM, SSD a partir dos 512 GB, e webcam de 1080p.

Vale destacar que os notebooks IdeaPad também podem se enquadrar nas seguintes variantes: Pro (modelos com desempenho aprimorado), Slim (notebooks ultrafinos), e 2 em 1 (laptops que também funcionam como tablet).

Lenovo Ideapad Flex 5i (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Lenovo Ideapad é uma linha versátil, que atende a diferentes demandas (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

ThinkPad

Lenovo ThinkPad é a linha de noteboooks carro-chefe da marca, voltada para ambientes corporativos. A linha tornou-se bastante famosa pelo TrackPoint: um pequeno botão vermelho localizado entre as teclas G, H e B, usado para mover o cursor do mouse.

As configurações dos laptops ThinkPad variam, devido às variantes. Mas de modo geral, os aparelhos contam com poder de processamento e podem ou não incluir placas de vídeo dedicadas.

Abaixo seguem todas as variantes da linha ThinkPad e suas respectivas características:

  • ThinkPad X1: família ultrapremium da linha ThinkPad, que apresenta notebooks potentes, leves, e modelos 2 em 1 (incluindo variantes dobráveis).
  • ThinkPad Z: série de laptops da Lenovo focada em sustentabilidade, com modelos fabricados a partir de materiais reciclados.
  • ThinkPad P: família que combina o desempenho de um workstation com a portabilidade dos laptops;
  • ThinkPad X: classe que reúne notebooks de alto desempenho, mas com tamanhos reduzido para facilitar o transporte.
  • ThinkPad T: série carro-chefe da linha ThinkPad, que reúne notebooks ultrafinos (ultrabooks) com recursos focados em produtividade e segurança.
  • ThinkPad L: família focada em notebooks com baixo consumo de energia, e construídos com materiais pós-reciclados.
  • ThinkPad E: classe com laptops voltados para o segmento empresarial, mas com preços mais acessíveis.
  • ThinkPad 2 em 1: série que apresenta notebooks com tela giratória 360º, permitindo funcionamento como laptop ou tablet.
Notebook sobre mesa de cor vermelha
Thinkpad é voltada para trabalho, e está entre as linhas mais populares da Lenovo (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Legion

A linha Legion reúne notebooks Lenovo com placa de vídeo dedicada para alta performance em jogos. Trata-se de uma linha gamer acima da LOQ, voltada para jogadores hardcore.

Os modelos padrão de laptops Lenovo Legion contam com processadores Core Ultra ou AMD Ryzen de última geração, placas de vídeo Nvidia da série RTX 50, memória RAM entre 16 e 32 GB, SSD de 1 TB, e telas OLED de 165 Hz.

Já as versões Pro trazem notebooks ainda mais potentes: CPUs Intel Core Ultra ou AMD Ryzen de última geração, placas de vídeo RTX 50 de até 24 GB, memória RAM entre 32 GB e 64 GB, SSD de 2 TB, e telas OLED entre 165 Hz e 240 Hz.

Ilustração de laptop Lenovo Legion
A linha Legion da Lenovo é a mais recomendada para alta performance em jogos (Imagem: Divulgação/Lenovo)

Yoga

A linha Yoga da Lenovo tem como principal característica a oferta de notebooks flexíveis que podem atuar como tablets ou notebooks. Outro ponto chamativo em termos de design se dá pelo visual elegante, ilustrado por modelos finos e leves, e com bordas arredondadas.

A Lenovo sugere a Yoga principalmente para editores, designers e profissionais criativos. Isso porque os notebooks contam com recursos audiovisuais imersivos, e com telas touchscreen compatíveis com a Lenovo Stylus Pen para criações.

Em termos de hardware, os laptops da linha são alimentados por processadores Intel Core Ultra de última geração ou Snapdragon X Elite, GPUs Intel Arc ou Qualcomm Adreno integradas, 32 GB de RAM (em média), e SSD de 512 GB para cima.

Não menos importante, é válido frisar que existem três variantes: os modelos Slim reúnem os notebooks Lenovo ultrafinos da linha Yoga; as variantes 2 em 1 podem atuar como notebook ou tablet; e os modelos Book apresentam duas telas para estimular a criatividade dos usuários.

Lenovo Yoga 9i (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Lenovo Yoga traz laptops ultrafinos e com design elegante (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

ThinkBook

Assim como a ThinkPad, a ThinkBook também é uma linha de notebooks voltada para trabalho. Contudo, a linha ThinkBook apresenta aparelhos menores e mais acessíveis, por conta de especificações inferiores. É por isso que a Lenovo recomenda a linha para freelancers e pequenas empresas.

A maioria dos modelos ThinkBook traz CPUs Intel Core de 13ª geração, GPUs integradas, memória RAM de 16 GB e SSD de 512 GB. Também existem modelos equipados com processadores Intel Core Ultra, e há opções personalizáveis para que você escolha as configurações de hardware.

E sem contar as versões padrão, as variantes Plus trazem funcionalidades e design exclusivos, incluindo modelos com display extra na tampa do laptop, tela integrada ao lado do teclado, bem como telas expansíveis (roláveis) que aumentam a exibição de conteúdos.

Fotografia colorida mostra o Lenovo ThinkBook Plus Gen 6 Rollable de cor cinza sobre uma mesa de madeira.
Variantes Plus da linha ThinkBook apresentam laptops com recursos exclusivos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Série V

A linha V Series também é focada para pequenos e médios empreendedores. A questão é que a Série V apresenta notebooks com design simples, ou seja, foca mais em desempenho do que em um visual premium.

Em termos de configurações de hardware, a linha é bastante similar à ThinkBook: processadores Intel Core até a 13ª geração ou Ryzen série 7000, até 16 GB de RAM, e SSD M.2 de até 512 GB.

Linha Lenovo V Series
V Series é a linha de notebooks profissionais para demandas básicas e intermediárias (Imagem: Reprodução/Lenovo)

Chromebook

Por fim, a Lenovo também inclui uma linha de chromebooks em seu portfólio. Os notebooks rodam o sistema operacional ChromeOS e têm grandes limitações de hardware, podendo lidar com tarefas simples de navegação na internet.

De modo geral, os laptops da linha são equipados com processadores Intel Celeron, têm memória de 4 GB, e armazenamento eMMC entre 32 GB e 64 GB.

Ilustração de chromebook da Lenovo
A linha Chromebook traz laptops simples, com configurações básicas e preços mais acessíveis (Imagem: Divulgação/Lenovo)

A Lenovo tem linhas de notebook só para a China?

Sim. Na China, a Lenovo possui uma linha de notebooks regional chamada Xiaoxin, que foca na portabilidade, alto desempenho e boa relação custo-benefício.

A marca também oferece laptops da linha Savior, que é o nome local da linha gamer Legion.

Quais são as linhas de notebook Lenovo para estudo?

A IdeaPad é a linha mais recomendada para estudantes. Isso porque ela traz notebooks da Lenovo com performance intermediária para lidar com a maioria das tarefas acadêmicas, modelos versáteis que ajudam na portabilidade, além de uma boa relação custo-benefício.

Já para cursos mais voltados para design ou outras tarefas mais exigentes, vale apostar nas linhas ThinkPad e Yoga. Essas séries apresentam laptops com performance superior à linha IdeaPad, e incluem modelos ultrabook Lenovo e variantes com tela touchscreen ou duas telas.

A linha Chromebook também pode suprir necessidades básicas de estudo. Mas vale destacar que os modelos só são recomendados para navegação na web, reprodução de áudios e vídeos, além de uso de ferramentas em nuvem.

Quais são as linhas de notebook Lenovo para trabalho?

Os notebooks das linhas ThinkPad, ThinkBook e Série V são oficialmente voltados para trabalho. Além de boas performances, essas linhas também possuem recursos voltados para o segmento empresarial, incluindo funcionalidades para videoconferências e para maior segurança dos dados.

Série V e ThinkBook são mais indicados para pequenos e médios empreendedores. Já a linha ThinkPad é a opção mais recomendada para alta performance no segmento corporativo.

Quais são as linhas de notebook Lenovo para jogos?

As linhas LOQ e Legion da Lenovo são indicadas para jogos. Ambas as séries têm bom poder de processamento, placas de vídeo dedicadas e outras configurações de hardware que otimizam as jogatinas.

A linha LOQ tem modelos mais acessíveis, e pode atender a games de baixa e média performance. Já a linha Legion é a principal recomendação para alta performance em jogos robustos e que exigem muito poder de processamento.

Quais notebooks Lenovo são vendidos no Brasil?

Todas as linhas de notebooks da Lenovo são vendidas no Brasil, com exceção da linha Xiaoxin (que só está disponível na China). Logo, você pode escolher notebooks das linhas LOQ, IdeaPad, ThinkPad, Legion, Yoga, ThinkBook, Série V e Chromebook em território brasileiro.

Mas vale destacar que a Lenovo pode adicionar ou excluir linhas de notebook do mercado brasileiro a qualquer momento. E determinadas linhas podem ficar temporariamente indisponíveis, por questões de estoque e frequência de atualizações para o Brasil.

Quais são as concorrentes das linhas de notebook Lenovo?

Os notebooks da Lenovo têm diversos concorrentes no mercado. Abaixo, segue a lista com as linhas que rivalizam com IdeaPad, LOQ, Legion, ThinkPad, ThinkBook, Série V, Yoga e Chromebook da Lenovo.

Linhas de notebook da AcerLinhas de notebook da SamsungModelos de MacBookLinhas de notebook da AsusLinhas de notebook da PositivoLinhas de notebook da Avell
IdeaPadAspireGalaxy BookAsusVision
LOQNitroTUF GamingStorm
LegionPredatorROGStorm
ThinkPadTravelMateMacBook ProMasterIon e HYB
ThinkBookExtensaExpertBookMotionB.On
Série VExtensaExpertBookMotionB.On
YogaSwiftGalaxy Book ProMacBook AirProArt Studiobook
ChromebookChromebookChromebookChromebookChromebook

Importante frisar que cada marca é responsável por definir as características e especificações de suas linhas de notebooks. Isso significa que podem existir diferenças de hardware e preços de produtos entre linhas, mesmo que elas atendam a públicos ou necessidades similares.

Linhas de notebook Lenovo: as diferenças entre LOQ, IdeaPad, ThinkPad e outras séries

(Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

(Imagem: Divulgação/Lenovo)

Lenovo Ideapad Flex 5i (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Thinkpad T14s Gen 6 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Divulgação/Lenovo)

Lenovo Yoga 9i (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Lenovo divulgou o ThinkBook Plus Gen 6 Rollable com tela OLED rolável que expande de 14 para 16,7 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Lenovo)

(Imagem: Divulgação/Lenovo)

Linhas de notebook da Acer: veja as características de cada série da marca

7 de Outubro de 2025, 18:10
Ilustração de notebooks Acer
Acer possui uma série de linhas de notebook em seu portfólio (Imagem: Reprodução/Acer)

A Acer atualmente conta com sete linhas de notebooks em seu portfólio: Nitro, Aspire, Swift, Predator, Extensa, TravelMate e Chromebook.

As linhas Aspire e Swift reúnem notebooks versáteis para diferentes finalidades, enquanto Nitro e Predator apresentam laptops gamer com placa de vídeo dedicada.

Já TravelMate e Extensa são séries de notebooks Acer voltadas para trabalho. E a linha Chromebook fecha o portfólio de notebooks da marca com aparelhos básicos para tarefas leves.

A seguir, conheça as linhas de notebook da Acer e confira as principais características de cada série.

Quais são as linhas de notebooks da Acer?

O portfólio de notebooks da Acer reúne aparelhos para uso diário, para jogos, e para trabalho ou estudo. Confira abaixo as características de cada linha.

Nitro

A Nitro é a linha de notebooks gamer básicos e intermediários da Acer: dispositivos com especificações de hardware interessantes, mas com carcaças geralmente de plástico para baratear os custos.

Os notebooks Acer Nitro são alimentados por processadores Intel (Intel Core ou Intel Core Ultra de geração avançada) ou AMD (Ryzen 5, 7, 9 ou Ryzen AI de última geração), placas de vídeo Nvidia das séries RTX 20, 30, 40 ou 50, e têm modelos a partir de 8 GB de RAM e armazenamento mínimo de 256 GB.

As variantes numéricas reúnem os modelos mais potentes, enquanto os modelos Nitro V trazem configurações levemente inferiores. Os laptops alimentados por CPUs Ryzen AI têm “AI” na nomenclatura, e versões mais finas são ilustradas pelo “S” (de slim).

Vale destacar que a linha conta com modelos de 14 a 18 polegadas, e os números na nomenclatura dos notebooks Nitro correspondem ao tamanho das telas.

Aspire V Nitro
Linha Nitro é voltada para rodar jogos leves e intermediários (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Aspire

A linha Aspire da Acer reúne notebooks versáteis para uso diário, que atendem de demandas mais simples até tarefas mais exigentes. Um dos diferenciais da linha envolve o conceito sustentável, visto em designs dos laptops feitos com materiais reciclados pós-consumo, além de embalagens 100% recicláveis.

Os notebooks Acer Aspire apresentam CPUs Intel (de 10ª a 13ª geração ou Intel Core) ou AMD (Ryzen série 7000 ou 8000), memória RAM de 8 GB ou 16 GB, além de SSD de 128 GB a 1 TB. Modelos mais básicos contam com GPUs integradas, enquanto alguns notebooks mais potentes vêm com placas de vídeo de entrada ou intermediárias.

Além dos modelos padrão, a linha Aspire conta com algumas variantes:

  • Aspire Go: notebooks com processadores menos potentes dos que os modelos padrão, e com GPU integrada.
  • Aspire Spin: notebooks Acer com touch screen, com dobradiça para curvatura de 360º, e que podem alternar entre o modo tablet ou notebook.
  • Aspire 2 em 1: modelos que funcionam como laptops ou como tablets.
  • Aspire AI: variantes equipadas com processadores que fornecem tecnologias e recursos assistidos por inteligência artificial.
  • Aspire Lite: variantes leves e finas, com ampla gama de designs e tamanhos.
  • Aspire Vero: notebooks altamente sustentáveis, com chassis fabricados a partir de conchas de ostras, além de plásticos reciclados pós-consumo (PCR) na composição de componentes do aparelho.
Aspire Vero tem material reciclado (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Acer Aspire inclui variantes para diversas finalidades (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Swift

Swift é a linha de laptops Acer com design ultrafino (ultrabooks). A série se destaca por apresentar notebooks leves, com boa portabilidade, e com boa performance para atender a diferentes necessidades.

Os modelos padrão e Go vêm com processadores Intel Core ou AMD Ryzen, enquanto variantes AI contam com processadores com tecnologias de inteligência artificial. Os ultrabooks Acer topo de linha são os Swift X, que apresentam CPUs de última geração, placa de vídeo dedicada, e memória RAM entre 16 GB e 32 GB.

Linha de notebooks Acer Swift
Swift é a linha de notebooks ultrafinos da Acer (Imagem: Reprodução/Acer)

Predator

Se a Nitro reúne notebooks gamer da Acer básicos e intermediários, a linha Predator apresenta os melhores laptops da marca voltados para jogos, com chassis reforçados, sistemas de refrigeração otimizados, e hardware potente.

Por falar em especificações, os notebooks Predator são alimentados por CPUs Intel Core e Intel Core Ultra de última geração, placas de vídeo Nvidia a partir da série RTX 30, memória RAM entre 16 GB e 64 GB, além de modelos com até 2 TB de armazenamento.

Vale destacar que a linha Predator tem duas famílias: Helios e Triton. Os modelos Triton são mais leves e finos, voltados para gamers que estão sempre em movimento. Já a família Helios é composta por laptops com especificações que batem de frente com desktops.

Acer Predator Helios 300 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Acer Predator é a melhor opção para gamers hardcore (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Extensa

Extensa é uma linha de notebooks Acer para trabalho, com foco em produtividade e portabilidade. A série apresenta modelos compactos e com telas de 14 e 15 polegadas.

As especificações de hardware incluem processadores Intel Core entre 10ª e 13ª geração, memória RAM de até 32 GB e SSD para armazenamento rápido. Os notebooks mais robustos contam com a placa de vídeo MX550 para demandas gráficas mais básicas.

Por ser uma linha voltada para trabalho, os notebooks Extensa também incluem webcam de 720p para videoconferências e portas de múltiplas conexões. Determinados modelos também possuem trava Kensington para garantia de segurança em ambientes corporativos.

Linha Acer Extensa
Linha Extensa é uma opção interessante para trabalho ou estudo (Imagem: Reprodução/Acer)

TravelMate

A série TravelMate também é uma linha voltada para o segmento corporativo, mas que figura como boa opção para estudos. Recursos para videoconferências, segurança e privacidade, além de chassi reforçado contra quedas são algumas das principais características da linha.

As configurações seguem o padrão da Acer, com processadores Intel Core ou AMD Ryzen de boa performance, GPUs integradas, e memória RAM a partir dos 8 GB. Alguns modelos contam com o Intel vPro, que é um hardware especificamente voltado para fins corporativos.

Falando sobre destaques, os recursos PurifiedView e PurifiedVoice otimizam o vídeo e áudio dos laptops em videoconferências. Além disso, há funcionalidades como leitor de impressão digital, proteção de dados com criptografia e até sensores de detecção que bloqueiam o aparelho quando você sair do local.

Os modelos AI são alimentados por processadores com tecnologias de inteligência artificial para aumentar a produtividade. Já modelos Spin reúnem os notebooks Acer 2 em 1 da linha TravelMate, com função de laptop e tablet.

Linha Acer TravelMate
TravelMate é uma linha de notebooks da Acer voltada para o segmento corporativo (Imagem: Reprodução/Acer)

Chromebook

Por fim, a Acer também possui uma linha de Chromebooks em seu portfólio. Tratam-se de notebooks que rodam o sistema operacional ChromeOS, e que possuem configurações de hardware mais básicas para chegar em preços mais acessíveis.

Esses laptops contam com processadores Intel Celeron, i3 ou AMD Ryzen simples, média de 4 GB a 8 GB de RAM, e SSD de 128 GB ou 256 GB. As configurações são voltadas para navegações na web, reprodução de vídeos ou uso de ferramentas em nuvem.

Acer Chromebook C733 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Acer Chromebook inclui laptops simples para usos básicos (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Quais são as linhas de notebook Acer para estudo?

As linhas TravelMate e Extensa são boas opções de notebooks Acer para estudar, devido às suas configurações intermediárias, e foco em portabilidade.

A linha de chromebooks da Acer também pode lidar com demandas acadêmicas, mas apenas envolvendo tarefas mais básicas por conta das limitações de hardware.

Quais são as linhas de notebook Acer para trabalho?

TravelMate e Extensa são as duas linhas da Acer oficializadas como séries para ambiente corporativo. Isso se dá pelas especificações intermediárias de hardware, recursos de segurança e privacidade, e modelos de IA que podem aumentar a produtividade.

No entanto, as linhas Aspire e Swift também podem ser usadas para trabalho, já que atendem a diferentes demandas.

Quais são as linhas de notebook Acer para jogos?

Predator e Nitro são as duas linhas de notebook Acer voltadas para jogos. A série Nitro consegue atender a games leves e intermediários, enquanto os aparelhos Predator são mais indicados para jogos pesados (AAA), que exigem mais poder computacional e gráfico.

Quais linhas de notebooks Acer são vendidos no Brasil?

Atualmente, a loja da Acer no Brasil oferece as seguintes linhas de notebooks:

  • Aspire;
  • Nitro;
  • Predator;
  • TravelMate;
  • Swift.

Importante mencionar que a Acer pode adicionar ou remover linhas de notebook do mercado brasileiro a qualquer momento, seja temporariamente ou por tempo indefinido. E ao escolher um laptop da marca, vale pesquisar em lojas e e-commerces de confiança para ver se há outras linhas à venda.

Quais são as concorrentes das linhas de notebook Acer?

As séries de notebook da Acer concorrem com linhas de outras marcas do segmento. Abaixo, confira concorrentes das linhas Aspire, Swift, Nitro, Predator, Extensa, TravelMate e Chromebook da Acer.

Linhas de notebook da SamsungModelos de MacBookLinhas de notebook da PositivoLinhas de notebook da Avell
AspireGalaxy BookVisionIon e HYB
SwiftGalaxy Book ProMacBook Air
Nitro
PredatorStorm
Extensa
TravelMateMasterB.On
ChromebookChromebookChromebook

Vale destacar que cada marca define as características e especificações de suas linhas de notebooks. Logo, podem existir algumas diferenças relacionadas a hardware e preços de produto, mesmo que os aparelhos atendam a públicos e necessidades similares.

Linhas de notebook da Acer: veja as características de cada série da marca

Acer possui linhas de notebook para uso diário, trabalho, estudo ou jogos (Imagem: Reprodução/Acer)

Aspire V Nitro

Aspire Vero tem material reciclado (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Acer)

Acer Predator Helios 300 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Acer)

(Imagem: Reprodução/Acer)

Acer Chromebook C733 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Notebooks da Positivo: veja as linhas para estudo ou trabalho

6 de Outubro de 2025, 15:19
Notebook Positivo Duo C464D (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Positivo tem linhas de notebooks para uso diário ou fins profissionais (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Positivo Tecnologia conta cinco linhas de notebooks: Vision, Motion, Master, Duo e Chromebook. Todas essas séries são classificadas com base nas especificações de hardware e públicos-alvo.

As linhas Vision e Master reúnem os melhores notebooks da marca, com foco em uso profissional. Já as séries Motion, Duo e Chromebook apresentam laptops com configurações mais modestas, e costumam ser visadas por estudantes.

Vale destacar que a Positivo também é responsável pela fabricação de laptops da Vaio e Compaq aqui no Brasil. Mas os modelos fabricados continuam sendo das marcas parceiras, e não fazem parte do portfólio da Positivo, efetivamente.

A seguir, confira as principais características das linhas de notebook Positivo, e veja quais modelos são indicados para estudo ou trabalho.

Quais são as linhas de notebooks da Positivo?

A Positivo conta com linhas de notebooks de entrada e intermediárias, mais voltadas para usos diários e tarefas profissionais que não exigem tanto poder de hardware. A seguir, confira as características das linhas e os principais modelos de notebook Positivo.

Vision

A Vision é uma das principais linhas de notebook da Positivo. De acordo com a marca, trata-se de uma linha versátil que apresenta boa performance para fins comuns (uso diário), profissionais e acadêmicos.

Os aparelhos mais básicos da linha (Vision C) vêm com processador Intel Celeron, LEDs de iluminação para aprimorar videoconferências, memória RAM de 8 GB e armazenamento de 128 GB com possibilidade de expansão.

Já os modelos mais robustos (Vision R) são equipados com processadores Ryzen da série 5000, GPU integrada, memória RAM de 8 GB ou 16 GB, e 512 GB de armazenamento (em média). O destaque da linha é o Vision R15M, que apresenta uma pequena tela integrada e personalizável.

Ilustração de notebook da linha Vision
R15M é o notebook carro-chefe da linha Vision da Positivo (Imagem: Reprodução/Positivo)

Motion

A Positivo posiciona a linha Motion como uma série de notebooks voltada para trabalho. Mas vale ressaltar que os laptops da linha têm limitações de hardware, e as capacidades podem lidar apenas com tarefas profissionais mais básicas.

A maioria dos notebooks Motion tem processadores de entrada, 4 GB de memória RAM em média, e armazenamento entre 128 GB e 256 GB. Os modelos Motion Q vêm com CPUs Intel Atom, enquanto as variantes Motion C são equipadas com processadores Celeron.

Linha Positivo Motion
Linha Motion reúne notebooks de entrada para trabalho ou estudo (Imagem: Reprodução/Positivo)

Master

Os notebooks Positivo da linha Master são aparelhos voltados para o segmento empresarial, com foco em alta performance e preço competitivo. A linha também é projetada para apresentar laptops mais duráveis e seguros, devido a carcaças mais robustas e recursos como leitor de impressão digital e Trusted Plataform Module (TPM).

Os modelos mais básicos (como o notebook Positivo Master N4340) contam com processadores Intel Core de 10ª e 11ª geração, memória RAM de 8 GB, SSD M.2 NVMe de 256 GB, e webcam com resolução 720p. Tratam-se de configurações modestas, para atividades profissionais mais básicas.

Já os modelos Master mais parrudos apresentam CPUs mais recentes (Intel Core de 13ª geração e Intel Core Ultra), tecnologias de segurança como Intel vPro, suporte para até 64 GB de memória RAM, além de tecla de atalho para o assistente de inteligência artificial Copilot.

Linha Positivo Master
Master é a linha de notebooks empresariais da Positivo (Imagem: Reprodução/Positivo)

Duo

A Duo é a linha de notebooks da Positivo do tipo 2 em 1: aparelhos que têm funcionamento de tablet ou de laptop, dependendo da necessidade.

Os notebooks Duo da Positivo têm configurações inferiores em comparação com as outras linhas, como processadores Intel Celeron ou Dual Core, memória RAM de apenas 4 GB, e armazenamento flash de até 128 GB. Tratam-se de especificações mais alinhadas a tablets do que de notebooks.

Os principais destaques da linha abrangem telas sensíveis ao toque, design fino e leve, e relação custo-benefício para quem deseja tarefas básicas como navegar na internet.

Notebook Positivo Duo C464D (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Notebooks Positivo Duo podem funcionar como laptops ou como tablets (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Chromebook

Os notebooks do tipo Chromebook da Positivo envolvem laptops de configuração básica, com preços acessíveis, e que rodam o sistema operacional ChromeOS.

Falando de especificações, os laptops contam com processador Intel Celeron (dual ou quad core), memória RAM de 4 GB ou 8 GB, além de armazenamento eMMC de até 128 GB. Tratam-se de laptops para usos básicos, como navegação na internet ou reprodução de vídeos.

Chromebook da Positivo
Chromebooks são laptops voltados para tarefas básicas do dia a dia (Imagem: Divulgação/Positivo)

Quais são as linhas de notebook Positivo para estudo?

Os laptops Positivo voltados para estudo contemplam as linhas Duo e Chromebook. Essas linhas são compostas por notebooks de configuração básica, capazes de lidar com navegação na web, reprodução de vídeos, e execução de ferramentas simples de produtividade.

Além disso, os notebooks Positivo Duo e Chromebook possuem recursos interessantes para fins acadêmicos, como telas giratórias e facilidade no transporte.

Quais são as linhas de notebook Positivo para trabalho?

As linhas Master, Vision e Motion da Positivo são as mais indicadas para fins profissionais. Mas a escolha pela linha certa vai depender das suas necessidades.

A linha Motion é indicada para demandas que não exigem tanto poder computacional, já que traz aparelhos com configurações básicas. Pode ser uma opção viável para quem costuma trabalhar com plataformas e serviços via navegador, por exemplo.

Já as linhas Master e Vision são capazes de lidar com softwares mais pesados. Nenhuma das duas linhas possuem placa de vídeo dedicada, mas os aparelhos mais robustos apresentam bons processadores e memória RAM suficiente para atividades profissionais mais exigentes.

A Positivo tem uma linha de notebooks voltada para jogos?

Não. A Positivo chegou a lançar a marca gamer 2AM em 2018, mas a linha foi descontinuada ou está inativa no momento.

Caso queira escolher um notebook da Positivo para jogar, vale considerar modelos da linha Vision R com 16 GB ou variantes mais potentes da linha Master. Importante destacar que nenhuma dessas linhas tem placa de vídeo dedicada, logo, tendem a rodar somente jogos leves e de média performance.

Quais notebooks Positivo são vendidos no Brasil?

Todas as linhas de notebook da Positivo são no Brasil, visto que a marca é brasileira. E paralelamente às linhas próprias Vision, Motion, Master, Duo e Chromebook, a Positivo também é responsável por vender dispositivos notebooks das marcas Vaio e Compaq aqui no Brasil.

Quais são as concorrentes das linhas de notebook Positivo?

As linhas de notebook da Positivo concorrem com séries de entrada e intermediária de marcas concorrentes. Abaixo seguem algumas linhas de laptops que concorrem com as séries Vision, Motion, Master, Duo e Chromebook da Positivo.

Linhas de notebook da AvellLinhas de notebook da Samsung
VisionIon e HYBGalaxy Book
MotionGalaxy Book Go
MasterB.On
DuoGalaxy Book 360
ChromebookChromebook e Chromebook Go

Vale destacar que cada marca é responsável por definir as características de suas linhas de notebooks. Portanto, podem existir diferenças de especificações e preços dos produtos, mesmo que eles atendam a públicos ou propósitos parecidos.

Notebooks da Positivo: veja as linhas para estudo ou trabalho

Notebook Positivo Duo C464D (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

R15M é o notebook carro-chefe da linha Vision da Positivo (Imagem: Reprodução/Positivo)

Linha Motion reúne notebooks de entrada para trabalho ou estudo (Imagem: Reprodução/Positivo)

Master é a linha de notebooks empresariais da Positivo (Imagem: Reprodução/Positivo)

Notebook Positivo Duo C464D (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Chromebooks são laptops voltados para tarefas básicas do dia a dia (Imagem: Divulgação/Positivo)

Notebooks da Avell: conheça todas as linhas da marca brasileira de laptops

2 de Outubro de 2025, 18:50
Ilustração de notebooks da Avell
O portfólio da Avell inclui linhas de notebook para estudo, trabalho e jogos (Imagem: Divulgação/Avell)

A Avell conta com quatro linhas de notebooks em seu portfólio: Storm, Ion, HYB e B.On. Cada uma delas tem especificações distintas e propósitos diferentes.

A série Storm é a linha gamer da Avell, que reúne os notebooks mais potentes da marca. A linha Ion também conta com notebooks de alta performance, mas as configurações são inferiores à da Storm.

Já a linha HYB agrupa notebooks de 13ª e 14ª geração da Intel, além de placas de vídeo RTX da série 30. Por fim, a B.On apresenta laptops de performance intermediária para estudos ou tarefas moderadas.

A seguir, confira as linhas de laptops da Avell, e veja quais modelos da marca brasileira de notebook são indicados para estudo, trabalho ou jogos.

Quais são as linhas de notebooks da Avell?

O portfólio da Avell inclui linhas de notebooks voltadas para diferentes públicos e necessidades. Confira abaixo cada uma das características das séries de laptops da marca brasileira.

Storm

Avell Storm é uma das linhas mais famosas da marca, e inclui notebooks voltados para o público gamer. Em outras palavras, trata-se de uma série de laptops com processadores de alta performance e placas de vídeo potentes.

Modelos como Storm 350 e 450 vêm com CPUs Intel de 13ª geração, placas de vídeo Nvidia RTX 3050 e 4050 de até 6 GB, memória RAM a partir dos 8 GB, e SSD M.2 NVMe de 256 GB ou mais. Os laptops podem obter boas taxas de quadros por segundo (FPS) em jogos como League of Legends, Counter-Strike e Valorant.

Já modelos mais robustos como o Storm 580 e 590X são mais indicados para jogos mais pesados (AAA). Isso porque esses notebooks Avell gamer são equipados com Intel Core Ultra 9 de Série 2, placas de vídeo RTX 50 de até 24 GB, memória RAM a partir dos 32 GB, e telas com taxa de atualização entre 240 Hz e 300 Hz.

Notebook gamer Avell Storm Two (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Linha Storm da Avell é especificamente voltada para o público gamer (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Ion

A Avell Ion é uma linha de notebooks de alta performance da marca, atendendo tanto a profissionais que fazem uso de softwares mais pesados, quanto jogadores.

Tratando-se de especificações, a linha Ion conta com placas de vídeo RTX 4050 (6 GB) e processadores Intel de 14ª geração na maioria dos modelos. SSDs M.2 NVMe, displays WVA e teclados retroiluminados são outras características dos notebooks da linha.

Alguns dos principais laptops da série Ion incluem modelos como Ion A60i 9, 70i 9 e A65i.

Ilustração da linha Avell Ion
Laptops Avell Ion podem lidar com jogos ou fins profissionais (Imagem: Reprodução/Avell)

HYB

A linha Avell HYB reúne notebooks de produtividade para uso versátil, seja para trabalho ou jogos. “HYB” é abreviação de “híbrido”, e foi usada para ilustrar os primeiros notebooks da marca a usarem as CPUs de arquitetura híbrida da Intel, introduzidas na 12ª geração.

Por falar em processadores, o único laptop da linha atualmente disponível (Avell HYB A52i) conta com CPU Intel Core i7 de 13ª geração. Placa de vídeo dedicada Nvidia RTX 3050 (6 GB), memória RAM a partir dos 16 GB, tela WVA e SSD M.2 NMVe para armazenamento completam as especificações do aparelho.

O notebook HYB A52i é vendido nas opções padrão, Pro ou personalizada (com opções de escolha para RAM, armazenamentos e sistema operacional).

Notebooks Avell Hyb (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Notebooks Avell HYB contam com placas de vídeo dedicadas para processamentos gráficos (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

B.On

B.On é a linha de notebooks empresariais da Avell, indicada para trabalhos que não exigem tanto desempenho computacional, bem como uso acadêmico. A linha traz aparelhos de performance intermediária, com design ultrafinos (estilo Ultrabooks) para facilitar a portabilidade da casa para o escritório.

Os notebooks B.On incluem CPUs Intel Core de 12ª geração, placas de vídeo integradas, telas do tipo TFT, SSD M.2 NVMe, e podem ter unidades de processamento neural. Alguns modelos contam com variantes Pro ou opções de personalização com mais memória RAM, mais armazenamento, e sistema operacional de fábrica.

Notebooks como B.On Lite new i7 e B.On Smart são alguns dos destaques da linha.

Avell B.On (Imagem: divuglação/Avell)
Avell B.On traz modelos com desempenho intermediário e foco na portabilidade (Imagem: Divulgação/Avell)

Quais são as linhas de notebook Avell para estudo?

A B.On é a linha mais indicada para quem está procurando um notebook para estudos: além da performance intermediária para lidar com pesquisas na web, reprodução de vídeos e ferramentas como Word, a linha traz laptops com design fino que facilitam o transporte para escola ou faculdade.

Mas para cursos que demandam softwares mais pesados (como arquitetura e design), a Avell recomenda notebooks das linhas Ion ou HYB.

Quais são as linhas de notebook Avell para trabalho?

As linhas de notebook Avell para trabalho seguem os mesmos princípios da série para estudos. A B.On figura como uma boa opção de notebook profissional para atividades básicas e moderadas, com o fator portabilidade como um grande diferencial.

No entanto, as linhas Ion e HYB podem ser opções mais indicadas para profissionais que utilizam programas mais pesados no dia a dia.

Quais são as linhas de notebook Avell para jogos?

Os laptops Avell Storm são os mais indicados para quem deseja escolher um notebook para jogos. Isso porque os aparelhos da linha contam com conjuntos de processador e memória para um bom desempenho, além de placas de vídeo dedicadas para lidar com as tarefas gráficas.

Modelos como Storm 350 podem rodar jogos mais básicos (a exemplo de League of Legends) com boa performance. Mas para gamers hardcore que costumam jogar títulos mais pesados, vale apostar em modelos mais parrudos da linha Storm com placas de vídeo RTX da série 50.

Todos os notebooks da Avell são de alta performance?

Nem todos. Apesar da Avell ser uma marca brasileira de notebooks voltados para alta performance, a empresa também oferece laptops intermediários em seu portfólio. Os notebooks da linha B.On, por exemplo, não contam com placa de vídeo dedicada, e têm desempenhos inferiores aos aparelhos de linhas como Storm e Ion.

Quais notebooks Avell são vendidos no Brasil?

Todas as linhas de dispositivos notebooks da Avell são vendidas no Brasil, visto que a Avell é uma marca brasileira. As linhas tendem a ser atualizadas com novos modelos constantemente, à medida que novas gerações de CPUs e placas de vídeo surgem no mercado.

Quais são as concorrentes das linhas de notebook Avell?

As linhas de notebook da Avell concorrem com séries de outras marcas do segmento de laptops. Confira abaixo as linhas concorrentes da Storm, Ion, HYB e B.On da Avell.

Linhas de notebook da SamsungLinhas de notebook da Positivo
StormGalaxy Book Ultra
Ion
HYB
B.OnGalaxy BookVision

Importante destacar que cada marca escolhe as características de suas linhas de notebooks. Logo, podem existir algumas diferenças relacionadas a especificações e preços de produto, mesmo que os aparelhos atendam a públicos e necessidades similares.

Notebooks da Avell: conheça todas as linhas da marca brasileira de laptops

O portfólio da Avell inclui linhas de notebook para estudo, trabalho e jogos (Imagem: Divulgação/Avell)

Notebook gamer Avell Storm Two (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Laptops Avell Ion podem lidar com jogos ou fins profissionais (Imagem: Reprodução/Avell)

Notebooks Avell Hyb (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Linhas de celular Jovi (vivo): conheça os modelos de smartphone da marca chinesa

29 de Setembro de 2025, 17:01
Smartphones da vivo (Jovi)
A fabricante vivo tem um portfólio amplo com diversas linhas de celulares (Imagem: Divulgação/vivo)

A Jovi (vivo) conta com três linhas principais de smartphone: X Series, V Series e Y Series, que reúnem celulares topo de linha, intermediários e básicos, respectivamente. Já as linhas T Series e iQOO Series são vendidas apenas em mercados específicos.

No Brasil, a Jovi oferece smartphones das linhas V e Y. Da V Series, estão disponíveis os modelos V 50 e V50 Lite 5G. Os brasileiros também podem comprar modelos Y29, Y29s 5G e Y19s, da linha Y.

Importante destacar que Jovi é apenas um nome alternativo da vivo para atuação no Brasil, para que não haja confusão com a operadora de telecomunicações. Logo, Jovi e vivo são a mesma empresa.

A seguir, conheça todas as linhas de celulares da Jovi (vivo), e confira as principais características de cada série.

Quais são as linhas de celular Jovi (vivo)?

A Jovi (vivo) tem um portfólio com diversas linhas de smartphone, destinada a públicos e necessidades diferentes. A seguir, confira as principais características de cada uma das séries.

X Series

A série X da Jovi é a linha que reúne os celulares topo de linha da marca. A linha busca a combinação de design simples e elegante ao mesmo tempo, incluindo capacidades fotográficas a nível premium e desempenho geral que corresponda ao status de smartphones high-end.

Falando de especificações, os celulares X Series contam com processadores Snapdragon ou Dimensity de alta performance, memória RAM de 8 GB para cima, e baterias com capacidade de até 6.500 mAh. Há diversas opções de conjuntos de câmeras, e modelos mais potentes têm lentes de até 200 MP.

Os modelos de celular Jovi da linha X Series contam com as seguintes variantes:

  • Pro: versão ligeiramente maior do que o modelo padrão, com mais memória RAM e espaço de armazenamento.
  • Pro+: modelo disponível apenas para determinados dispositivos, e que traz melhorias na câmera principal em comparação à versão Pro.
  • Ultra: versão maior que o modelo Pro, com processador de maior capacidade e câmeras mais otimizadas.
  • s: versão similar ao modelo padrão, mas com processador otimizado, mais memória RAM, e bateria de maior capacidade.
  • mini: modelo bem parecido com o padrão, mas com dimensões e telas reduzidas.
  • Fold: versão de smartphone dobrável, com dobra na vertical (estilo livro).
  • Fold Pro: modelo superior ao fold padrão, mas com processador mais atualizado, e bateria de maior capacidade.
  • Flip: modelo de smartphone dobrável, com dobra na horizontal (estilo concha).
Smartphones X Series da Jovi (vivo)
A linha X reúne os smartphones topo de linha da vivo (Imagem: Divulgação/vivo)

V Series

A linha V Series reúne os aparelhos intermediários da Jovi. Uma das principais características é o design sofisticado dos aparelhos, incluindo conjuntos únicos de cores inspirados na natureza, moda e dia a dia. Na China, a linha recebe o nome de S Series, com esquema numérico de gerações diferente.

Os aparelhos V Series apresentam processadores intermediários, além de memória RAM entre 8 GB e 12 GB. Mas o grande destaque da série envolve câmeras robustas, com capacidade para registrar capturas noturnas e selfies de alta qualidade. Para isso, a Jovi oferece lentes e sensores das marcas Sony e Zeiss.

Dentre as variantes da linha V, estão:

  • Lite: variante com bateria superior ao modelo normal, mas que apresenta câmeras e processador menos potentes.
  • Pro: versão similar ao modelo padrão, mas com processador ligeiramente superior, e mais recursos de câmera.
  • e: modelo com processador e bateria ligeiramente inferiores, e que tem menos combinações de memória RAM e espaço de armazenamento.
Celulares V Series da Jovi (vivo)
V Series é uma das linhas disponíveis para o mercado brasileiro (Imagem: Divulgação/vivo)

Y Series

Já a série Y da Jovi é considerada a linha de smartphones de entrada da marca. Trata-se de uma linha com bom custo-benefício, mais focada em lidar com tarefas básicas do dia a dia.

Internamente, os smartphones Y da Jovi contam com processadores básicos, e memória RAM de até 8 GB. No entanto, as baterias podem chegar a até 6.500 mAh em alguns modelos, de modo a garantir boa autonomia para uso diário.

A linha Y conta com as seguintes variantes:

  • Pro: variante com processador atualizado, e câmera de selfie mais potente.
  • Pro+: modelo com processador mais otimizado que a versão Pro, e com bateria de maior capacidade.
  • GT: variante maior do que a versão normal, com CPU superior, e bateria de alta capacidade.
  • t: versão similar ao modelo GT, mas com tela menor, além de processador e bateria inferiores.
  • i: versão similar à padrão, com processador atualizado e câmera de selfie menos potente.
  • m: variante parecida com o modelo padrão, mas com menos opções de memória RAM.
  • s: versão com tela maior em comparação ao modelo padrão, mas com câmera de selfie inferior.
Celulares Y Series da Jovi (vivo)
Y Series é a linha de entrada da vivo (Imagem: Divulgação/vivo)

T Series

Anunciada em 2022, a T Series oferece smartphones ao público gamer com preços acessíveis, mas apenas em mercados específicos.

Apesar de hardware comparáveis a modelos básicos ou intermediários, o rótulo “gamer” é ilustrado por um algoritmo de IA da linha capaz de otimizar o desempenho, pelo modo dinâmico Ultra Game (modo exclusivo para jogos), além de um bom sistema de dissipação de calor para evitar superaquecimento durante as jogatinas.

Além da versão padrão, a T Series conta com variantes x, que possuem processador ligeiramente superiores, mas câmeras (principal e de selfie) menos potentes.

Vivo T Series
Celulares T Series são encontrados apenas em algumas regiões (Imagem: Divulgação/vivo)

iQOO Series

A iQOO Series é uma submarca da vivo, similar à relação da Poco com a Xiaomi. Embora tenha surgido inicialmente como uma linha de smartphones, a iQOO Series evoluiu para tornar-se uma submarca da vivo, inspirada no automobilismo.

Smartphones iQOO apresentam chipsets de alta performance, memória RAM a partir de 8 GB e bons conjuntos de câmera. A linha numérica tradicional é a série principal da iQOO, enquanto a série Z traz melhorias no processador e nas câmeras, e a linha Neo completa o portfólio com especificações de ponta.

Linha iQOO da Jovi (vivo)
As linhas iQOO fazem parte do catálogo de smartphones da vivo na China (Imagem: Divulgação/vivo)

Quais são os celulares Jovi (vivo) vendidos no Brasil?

Atualmente, a Jovi oferece duas linhas de smartphones no Brasil: Y Series (de entrada) e V Series (intermediária). Os modelos vendidos no mercado brasileiro limitam-se aos smartphones V 50, V50 Lite 5G, Y29, Y29s 5G e Y19s.

Os modelos de smartphone Jovi e vivo são iguais?

Sim. Celulares inteligentes de Jovi e vivo (fabricante de celular) são iguais, pois tratam-se da mesma marca: a fabricante chinesa vivo Mobile Communication Co. adotou o nome de Jovi aqui no Brasil apenas para evitar confusões com a operadora de telecomunicações de mesmo nome.

Isso significa que os smartphones da vivo são idênticos aos aparelhos vendidos no Brasil como Jovi. A única mudança se dá pelos nomes diferentes (Jovi ou vivo) gravados na traseira dos celulares.

O que significam as letras e números dos celulares Jovi (vivo)?

As letras na nomenclatura dos celulares Jovi (vivo) indicam a linha da qual o aparelho pertence. E nesse sentido, a única linha que teve a origem explicada foi a série iQOO: deriva de “I Quest On and On”, ilustrando a busca contínua por exploração e inovação.

Já os nomes ao fim do produto indicam as variantes de smartphone dentro de uma mesma linha, como explicado nos tópicos mais acima. Como exemplo, um X200 Pro é mais potente do que um X200, mesmo que ambos os aparelhos façam parte da mesma linha (X Series).

Por fim, existem os números que ilustram a geração dos modelos de celular. Há certas divisões específicas em dezenas ou centenas, mas tenha em mente que quanto maior o número, mais recente será o aparelho.

Com que frequência a Jovi (vivo) lança novos celulares?

A vivo lança novos celulares anualmente, com estreias inicialmente na China antes da distribuição em outros mercados globais. No Brasil, a Jovi (vivo) ainda é uma marca recente, e não está claro com qual frequência lançará novos modelos.

Quais linhas de celular da Jovi (vivo) recebem mais atualizações?

A X Series e Y Series são as linhas que mais ganham atualizações pela Jovi (Vivo), devido ao número de variantes presentes nas séries. Em outras palavras, as duas linhas são as que mais oferecem modelos atualizados, e são boas opções ao escolher um celular da marca.

Quais são as concorrentes das linhas de celular da Jovi (vivo)?

As linhas de smartphones da Jovi (vivo) rivalizam com séries de diversas outras fabricantes de celular do mercado. A seguir, confira as linhas concorrentes das séries Y, T, V, X, iQOO e dos modelos dobráveis da vivo.

Linhas de celulares da MotorolaLinhas de celulares da XiaomiLinhas de celulares da RealmeLinhas de celulares da SamsungModelos de iPhoneLinhas de celulares da HuaweiLinhas de celulares da Oppo
Y Series e T SeriesMoto ERedmiC SeriesGalaxy MEnjoyA Series
V SeriesMoto GPocoNumber SeriesGalaxy AiPhone SEPura Series e nova SeriesReno Series
X Series e iQOO SeriesMoto EdgeXiaomiGT SeriesGalaxy SiPhoneMate SeriesFind X
X Fold e X FlipMoto RazrMix Flip e Mix FoldGalaxy ZPocket e Mate X/XTFind N

Importante mencionar que cada uma das marcas define o seu próprio nicho de celulares. Logo, podem existir diferenças relacionadas a capacidades e preços dos smartphones, mesmo que eles atendam a públicos similares.

Linhas de celular Jovi (vivo): conheça os modelos de smartphone da marca chinesa

A fabricante vivo tem um portfólio amplo com diversas linhas de celulares (Imagem: Divulgação/vivo)

A linha X reúne os smartphones topo de linha da vivo (Imagem: Divulgação/vivo)

V Series é uma das linhas disponíveis para o mercado brasileiro (Imagem: Divulgação/vivo)

Y Series é a linha de entrada da vivo (Imagem: Divulgação/vivo)

Celulares T Series são encontrados apenas em algumas regiões (Imagem: Divulgação/vivo)

As linhas iQOO fazem parte do catálogo de smartphones da vivo na China (Imagem: Divulgação/vivo)

Celulares da Huawei: saiba a diferença entre as linhas vendidas pela fabricante

25 de Setembro de 2025, 12:57
Smartphones da Huawei
Linhas de smartphones da Huawei focam em propósitos e níveis diferentes (Imagem: Divulgação/Huawei)

As principais linhas de smartphones da Huawei incluem nova Series, P Series e Mate Series, com distribuição a nível global. A marca chinesa também conta com as linhas Pocket e Enjoy, que são vendidas apenas na China.

A linha Enjoy é a única que inclui celulares de entrada. P Series e nova Series são linhas intermediárias, mas a primeira foca mais em desempenho, e a segunda tem câmeras superiores. Já a linha Mate reúne os smartphones topo de linha da Huawei, incluindo versões dobráveis.

Atualmente, apenas os modelos Mate X6 e Mate XT Ultimate estão disponíveis para o mercado brasileiro.

A seguir, confira as principais diferenças entre as linhas de celular da Huawei.

Quais são as linhas de smartphones da Huawei?

A Huawei conta com três linhas principais de smartphones: nova Series, P Series e Mate Series. Essas três séries globais são vendidas em diferentes mercados, embora existam alguns modelos restritos a regiões específicas.

A Huawei tem outras linhas de smartphone?

Sim. A Huawei também conta com as linhas Enjoy (smartphones de entrada) e Pocket (celulares dobráveis), mas a distribuição é restrita ao mercado chinês.

No passado, a marca chinesa contou com as linhas Y, P e G, que foram incorporadas pelas séries Nova, Pura e Mate, respectivamente.

Quais são as diferenças entre as linhas de smartphone da Huawei?

As três linhas principais de celulares da Huawei focam em propósitos diferentes, e apresentam aspectos de design distintos. Há variantes dentro das séries que também diferenciam especificações de modelos similares.

Abaixo, confira as principais diferenças entre as linhas nova, P e Mate da marca chinesa.

nova Series

Criada em 2016, a nova Series é uma linha de celulares intermediários da Huawei. A série também chegou a incorporar alguns modelos da antiga linha Y, que contemplava aparelhos mais básicos da marca.

A nova Series apresenta celulares com processadores intermediários e memória RAM, ROM ou RAM + ROM, e foca na qualidade de capturas de fotos e filmagens. Inclusive, o grande diferencial da linha está no conjunto de câmeras, com lentes de até 108 MP (câmera principal) e até 50 MP (câmera de selfie).

Dentre as variantes das linhas, estão os modelos:

  • Padrão: versão padrão dos modelos numéricos, com telas de aproximadamente 6,7″, e com baterias em torno de 4.500 mAh.
  • i: modelo com menos memória RAM do que a versão padrão, mas com conjunto de lentes principais mais robusto do que a versão regular e Pro.
  • Pro: modelos com display ligeiramente maiores do que a versão padrão, mais capacidade de bateria, e câmera de selfie mais robusta do que a versão i.
  • Ultra: versão bastante similar ao modelo Pro, mas com processador mais potente.
  • SE: celulares com telas menores que a versão padrão, menos memória RAM e espaço para armazenamento, e com conjunto de lentes traseiras melhor do que a do modelo normal.
  • Y: modelos com telas TFT LCD, processadores inferiores, e que rodam versões mais antigas do EMUI.
  • Ys: versões mais recentes dos modelos Y, com displays IPS LCD, processadores superiores, e que rodam versões mais recentes do sistema operacional EMUI.
  • Flip: versão dobrável da linha nova, com dobra na horizontal (estilo concha).
Ilustração de smartphones nova Series da Huawei
Smartphones da linha nova focam em fotos a nível profissional (Imagem: Divulgação/Huawei)

Pura Series

A Pura Series é outra linha intermediária de celulares inteligentes da Huawei, e considerada uma das linhas mais importantes da marca chinesa. Anteriormente chamada de P Series, a série foi rebatizada para Pura Series em 2024.

A Pura Series apresenta celulares com processadores superiores aos modelos da versão nova Series, com maior foco em desempenho. Em compensação, a série tem menos variantes, e conta com câmeras inferiores às da linha nova.

Ilustração de smartphones Huawei Pura 80 Pro
Modelos Pura Series complementam o porfólio de celulares intermedíários da Huawei (Imagem: Divulgação/Huawei)

Além da versão numérica padrão, a linha Pura inclui modelos Pro, Pro+ e Ultra. As variantes Pro têm telas maiores e baterias com mais capacidade do que as da versão regular; os modelos Pro+ contam com mais memória RAM do que as variantes Pro; e os modelos Ultra têm baterias e câmeras aprimoradas em relação às variantes Pro+.

Na China, a Pura Series também conta com o Pura X: um smartphone com display mais largo que a maioria dos celulares (91mm de comprimento), e que se dobra na horizontal (estilo concha).

Mate Series

Homem segura celular dobrável
XT Ultimate é um dos smartphones Huawei vendidos no Brasil (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Mate Series é considerada o carro-chefe da Huawei, e reúne os melhores smartphones da marca. A linha surgiu em 2013 com nome de Ascend Mate, mas foi rebatizada e perdeu o “Ascend” dois anos depois, em 2015.

Por tratar-se de uma série de smartphones top de linha, a Mate Series apresenta celulares elegantes e com design premium. No quesito capacidade, os aparelhos contam com processadores de última geração, combinação de memória RAM e ROM, além de conjuntos de câmeras potentes para fotos e gravações profissionais.

Uma curiosidade é que a linha Mate abrange celulares padrão e smartphones dobráveis. Smartphones comuns são vendidos na versão padrão ou em variantes Pro, Pro Plus e RS. Já os dobráveis da linha contam com as letras “X” ou “XT” na nomenclatura, a exemplo do Mate X6 e Mate XT Ultimate (únicos smartphones da Huawei vendidos no Brasil).

O que significam as letras e números dos celulares Huawei?

A Huawei costuma nomear seus celulares com base nas linhas, variantes e gerações. Tratando-se de linhas, apenas duas delas foram explicadas de maneira oficial:

  • Pura: a palavra vem de “purity” (“pureza”, em tradução livre), e ilustra umua linha de smartphones com design estético e estilo único.
  • nova: é originada da palavra “nova estrela” (em tradução livre), e simboliza um “brilho inato que não pode ser diminuído”.

Sobre as variantes, a Huawei não divulgou os significados de letras e sufixos. Mas sabe-se que “X”, “XT” e “Flip” ilustram smartphones dobráveis, e que “Pro”, “Pro+” e “Ultra” são versões superiores aos modelos padrão.

Em relação aos números, considere que números maiores ilustram os celulares mais recentes de uma determinada linha.

Com que frequência a Huawei lança novos celulares?

A Huawei têm lançado novos celulares anualmente de suas três principais linhas: nova Series, P Series e Mate Series. E vale destacar que os lançamentos ocorrem inicialmente na China, e só depois há a distribuição dos novos smartphones para demais regiões.

Quais linhas de celular da Huawei recebem mais atualizações?

Os celulares Huawei das linhas P, nova e Mate são os que mais recebem atualizações, já que se tratam das três principais séries de smartphones da Huawei. Contudo, a nova Series tende a ser atualizada com mais modelos, já que é a linha com mais variantes.

Quais são as concorrentes das linhas de celular da Huawei?

As linhas de celular da Huawei concorrem com séries de diversas marcas de smartphones do mercado. A tabela abaixo indica linhas de competidores comparáveis às series Enjoy, Pura, nova, Mate, Pocket e Mate X/XT da Huawei.

Linhas de celulares da MotorolaLinhas de celulares da XiaomiLinhas de celulares da RealmeLinhas de celulares da SamsungModelos de iPhone
EnjoyMoto ERedmiC SeriesGalaxy M
Pura Series e nova SeriesMoto GPocoNumber SeriesGalaxy AiPhone SE
Mate SeriesMoto EdgeXiaomiGT SeriesGalaxy SiPhone
Pocket e Mate X/XTMoto RazrMix Flip e Mix FoldGalaxy Z

Vale mencionar que cada uma das marcas define o seu próprio nicho de celulares. Portanto, podem existir diferenças relacionadas a capacidades e preços dos smartphones, mesmo que eles atendam a públicos similares.

Celulares da Huawei: saiba a diferença entre as linhas vendidas pela fabricante

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P Series, nova Series e Mate Series são as três principais linhas de celulares da Huawei, com distribuição em diversas regiões

Smartphones da linha nova focam em fotos a nível profissional (Imagem: Divulgação/Huawei)

Modelos Pura Series complementam o porfólio de celulares intermedíários da Huawei (Imagem: Divulgação/Huawei)

Modelo trifold da Huawei roda EMUI 14.2 no Brasil e restante da América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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