Rumor indica que primeiro dobrável da Apple focará em multitarefa (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)Resumo
Apple pode lançar seu iPhone dobrável até o fim de 2026, com uma interface semelhante à do iPad e Touch ID integrado ao botão lateral.
O design incluiria uma tela interna widescreen semelhante ao iPad mini e uma externa compacta, segundo os rumores.
A durabilidade dos painéis flexíveis seria um dos focos para competir no setor, com tecnologia para reduzir vincos e reforçar a dobradiça.
Já parece quase certo que a Apple trabalha em um iPhone dobrável. Agora, novas informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o primeiro modelo pode chegar até o fim de 2026, com uma interface mais próxima da usada no iPad para facilitar o multitarefa e competir nesse segmento.
A chegada do iPhone Fold aconteceria sete anos após a sul-coreana Samsung apresentar a primeira geração da linha Galaxy Fold. Para compensar a entrada tardia na categoria, a Apple teria concentrado seus esforços na otimização do software para telas maiores e correção de falhas estruturais.
Esse design se distanciaria das proporções mais estreitas adotadas no recente Galaxy Z Fold 7, aproximando-se mais do visual e usabilidade do Google Pixel Fold original. A tela externa possuiria dimensões equivalentes às de um iPhone de tamanho compacto.
Apesar da semelhança visual com os tablets da companhia, o aparelho executaria a versão padrão do iOS, e não o sistema iPadOS. Na prática, o dispositivo não suportaria, por exemplo, o sistema de múltiplas janelas simultâneas presente no recente iPadOS 26.
Por outro lado, a Apple estaria reformulando seus principais programas nativos do iOS para incluir barras laterais na borda esquerda da tela, aproveitando o espaço do painel expandido. O sistema também permitiria a exibição de dois aplicativos lado a lado. Segundo Gurman, os desenvolvedores ganhariam ferramentas para adaptar aplicativos de iPhone à nova interface no modo paisagem.
iPhone Fold pode ter tela de proporções semelhantes às de um iPad mini (imagem: divulgação/Apple)
Touch ID de volta
Uma das alterações mais significativas de hardware seria a remoção do Face ID. O painel frontal do iPhone dobrável seria fino demais — a espessura lembraria dois “iPhone Air” unidos — para acomodar o complexo conjunto de sensores exigidos para o reconhecimento facial.
A solução da Apple, segundo Gurman, seria integrar o Touch ID ao botão lateral de energia. Esta mudança marcaria o primeiro lançamento de um iPhone com biometria digital desde o iPhone SE de terceira geração, lançado em 2022.
A tela externa também exibiria novidades. O clássico entalhe em formato de pílula daria lugar a um pequeno recorte circular para a câmera frontal, o conhecido “furo na tela”. Mesmo com essa alteração física, o software manteria a interface Dynamic Island ativa para a visualização de alertas do sistema e atividades em segundo plano.
Para o display interno principal, a empresa teria testado tecnologias de câmeras ocultas sob a tela. No entanto, a ideia teria sido descartada devido à baixa qualidade fotográfica. A traseira do smartphone, por sua vez, acomodaria duas câmeras, oferecendo um sensor a menos que as lentes triplas da linha Pro.
Durabilidade e preço alto
A durabilidade dos painéis flexíveis teria sido um dos principais empecilhos do projeto. A fabricante teria avaliado que os vincos na área de dobra são a maior deficiência dos dobráveis atuais.
Para contornar o problema, a Apple teria optado por uma tecnologia inédita que reduz a marca central de forma considerável. O esforço da engenharia também envolveria reforçar o mecanismo de dobradiça para aumentar o limite de aberturas e fechamentos antes de apresentar falhas.
Mesmo com um conjunto de câmeras mais modesto, o preço de lançamento do aparelho poderia ficar na casa dos US$ 2.000 (cerca de R$ 10,4 mil em conversão direta, sem impostos). Ou seja, se o produto realmente chegar ao mercado, não deve ser barato.
MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)Resumo
Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.
Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).
Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.
O que eles têm de novo?
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.
Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.
Preços dos novos MacBooks
MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999
iPad Air também está homologado
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).
Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.
Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
iPad dobrável continua em desenvolvimento nos bastidores da Apple, aponta rumor (imagem: reprodução/Apple)
A Apple estaria desenvolvendo um iPad dobrável de 18 polegadas, com previsão de lançamento para 2029. Segundo informações apuradas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o projeto busca entregar uma tela de Mac, mas mantendo a portabilidade de um tablet. O cronograma de desenvolvimento, no entanto, teria sofrido atrasos por obstáculos técnicos associados ao peso do aparelho e à tecnologia do display.
Notícias do ano passado indicavam que a empresa havia pausado a iniciativa. Contudo, os novos rumores apontam que o projeto segue vivo, embora a meta original de lançamento tenha passado de 2028 para o final da década.
Como deve ser o iPad dobrável?
Quando fechado, o equipamento seria parecido com um MacBook, com exterior em alumínio e nenhuma tela externa. Ao ser desdobrado, ele atingiria proporções próximas às de um MacBook Air de 13 polegadas, só que operando pela tela sensível ao toque e sem um teclado físico integrado.
A ausência de teclas físicas tem gerado debates internos sobre a praticidade da digitação, um fator considerado crítico para a produtividade. Além disso, os protótipos atuais pesariam cerca de 1,6 kg. Isso tornaria o dispositivo bem mais pesado que os modelos atuais da linha iPad Pro, contrariando a premissa de ultraportabilidade dos tablets.
Apesar de Gurman afirmar que o dobrável é projetado como um “iPad puro” e não um dispositivo híbrido, as linhas entre os ecossistemas da Apple estão cada vez mais próximas. Rumores recentes apontam que o MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID. Com os Macs ganhando recursos de toque e os iPads ganhando telas de 18 polegadas, a estratégia da empresa parece ser unificar a experiência do usuário.
Fabricação e preço salgado
A tela OLED dobrável estaria sendo fabricada pela Samsung, com a Apple concentrando esforços de engenharia para minimizar o temido vinco central do display. A companhia deve utilizar o aprendizado da produção do aguardado iPhone dobrável — previsto para o final deste ano — para aperfeiçoar o tablet.
O custo de um painel flexível nessas proporções, no entanto, impactaria o bolso do consumidor. Estimativas apontam que ele poderia custar até três vezes mais que o atual iPad Pro de 13 polegadas, comercializado por US$ 1.299. Sendo assim, o valor final poderia alcançar US$ 3.900 (cerca de R$ 20.500 em conversão direta e sem impostos).
O iPad Air (128 GB) está disponível por R$ 5.559,90 no Pix no Magazine Luiza. O tablet da Apple com tela Liquid Retina de 11 polegadas e o poderoso chip Apple M3, lançado originalmente por R$ 7.499, recebe um desconto de 25% nesta oferta.
iPad Air traz tela de 11 polegadas, câmeras de 12 MP e autonomia de até 10 horas
iPad Air com chip M3 promete alto desempenho em diferentes tarefas (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Air tem tela Liquid Retina de 11 polegadas com revestimento antirreflexo, oferecendo uma ampla área para trabalho e entretenimento. O painel ainda conta com os recursos True Tone e brilho de 500 nits, reproduzindo imagens nítidas e com maior conforto para os olhos.
Com suporte ao Apple Intelligence, o tablet usa o chip de alto desempenho Apple M3 combinado com 8 GB de RAM. Entretanto, o modelo possui somente 128 GB de armazenamento interno, o que deve exigir o uso do serviço iCloud para ampliar a memória e sincronizar os arquivos na nuvem.
Outro destaque do iPad Air é a câmera frontal de 12 MP com recurso Center Stage, ideal para chamadas de vídeo ao manter o usuário sempre no centro da tela. Já a câmera traseira adota um sensor grande-angular de 12 MP com zoom digital de até 5x e registra vídeos em 4K.
iPad Air traz suporte ao Apple Intelligence e terá até 5 grandes atualizações do iPadOS (imagem: Divulgação/Apple)
O tablet da Apple tem apenas 6,11 mm de espessura e pesa 460 gramas, ideal para o transporte em bolsas e mochilas. O modelo ainda conta com uma autonomia de até 10 horas para navegação na internet via Wi-Fi.
Falando em conexões, o dispositivo oferece Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e uma porta USB-C para recarga ou transferência de dados. Na parte de software, ele vem de fábrica com o iPadOS 26 e deve receber cerca de 5 grandes atualizações do sistema operacional.
Fechando o pacote, o iPad Air (R$ 5.559,90 no Pix) traz uma série de apps pré-instalados, como o FaceTime, Apple TV e GarageBand. Vários outros softwares também podem ser baixados por meio da App Store da Apple.
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iPhone 17e deve chegar em breve (imagem: divulgação)Resumo
O iPhone 17e deve ser lançado no começo deste ano, com chip A19, suporte ao MagSafe e modems proprietários para conectividade.
Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o modelo seguirá o mesmo preço do antecessor: US$ 599.
Apple também pode lançar novos iPads e MacBooks com processadores atualizados nas próximas semanas.
A Apple se prepara para lançar o iPhone 17e neste começo de ano, dando início ao ciclo de produtos de 2026. O aparelho, que substituirá o iPhone 16e, deve trazer mudanças pontuais de hardware, incluindo a adoção do mesmo chip da linha principal, suporte ao MagSafe e a transição para chips próprios de conectividade.
De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a nova versão está em fase final de preparação e deve manter o preço atual de US$ 599 nos Estados Unidos. No Brasil, o iPhone 16e chegou em fevereiro do ano passado, custando a partir de R$ 5.799.
Além do iPhone 17e, a Apple também planeja anunciar novos iPads, Macs e atualizações de software nas próximas semanas.
Quais as novidades?
Segundo a reportagem, o iPhone 17e marca a transição do modelo de entrada da linha para o chip A19, aproximando-o ao desempenho da geração principal do iPhone 17. O vazamento não detalha, entretanto, se o chip manterá as mesmas especificações de GPU em relação às versões mais caras.
Apesar de uma possível diferença no chip, o dispositivo deve corrigir um dos pontos negativos da geração passada ao incluir o MagSafe, introduzido lá no iPhone 12, o que amplia a compatibilidade com acessórios da empresa.
Por dentro, o iPhone 17e deve dar continuidade ao uso de modems proprietários para 5G, Wi-Fi e Bluetooth. Segundo Gurman, os componentes serão os mais recentes fabricados pela Apple. O portal 9to5macindica que o jornalista faz referência ao modem C1X — evolução do C1, introduzido no iPhone 16e — e um novo chip de rede chamado N1. Ambos foram usados na família iPhone 17 e no iPhone Air.
Não há menção a mudanças no conjunto de câmeras, no tamanho da tela ou no design em relação ao iPhone 16e. Rumores recentes, entretanto, apontam que a empresa pretende manter uma única câmera e adotar a Dynamic Island, que faz parte do design mais recente dos iPhones desde o 14 Pro.
Preço igual ao iPhone 16e
Segundo Gurman, a Apple pretende manter o preço do iPhone 17e nos Estados Unidos em US$ 599, repetindo a estratégia adotada na geração anterior. A empresa deve manter o aparelho como a opção mais acessível entre os iPhones vendidos oficialmente. Com isso, o objetivo seria voltar o dispositivo a mercados emergentes e ao segmento corporativo.
Apesar disso, vale lembrar que, mesmo com preços estáveis nos Estados Unidos, os aparelhos da Apple costumam chegar ao Brasil mais caros todos os anos. Desde 2023, a Apple só apresentou um iPhone mais caro no país de origem: no ano passado, a versão Pro subiu de US$ 999 para US$ 1.099.
Por aqui, a correção é anual: a versão base, por exemplo, saiu de R$ 7.299 no iPhone 15 para R$ 7.799 no iPhone 16 e R$ 7.999 no iPhone 17, um aumento que se repete em todos os modelos.
Apple prepara mais novidades
Apple prepara lançamentos do primeiro semestre (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Além do iPhone 17e, a Bloomberg afirma que a Apple prepara uma série de outros anúncios para as próximas semanas. Entre eles estão novos iPads, incluindo atualizações para o iPad de entrada e para o iPad Air, que devem receber novos processadores, enquanto o iPad Mini deve migrar para uma tela OLED.
Já para a linha Mac, a Apple pode lançar novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas com chip M4 por volta da semana de 2 de março, seguidos por uma atualização do MacBook Air com processador M5. Gurman ainda menciona um projeto de MacBook de baixo custo, com tela menor que 13 polegadas e chip de iPhone para competir com Chromebooks.
A agenda inclui atualizações de software, como uma primeira versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores já em 23 de fevereiro.
Stremio foi removido da App Store, mas tenta retorno (imagem: divulgação)Resumo
O Stremio lançou um aplicativo completo para iOS, disponível via sideloading, permitindo streaming de torrents sem add-ons.
O aplicativo não está na App Store devido às regras da Apple contra pirataria, exigindo instalação direta com um arquivo IPA.
O Stremio Lite foi removido da App Store em janeiro de 2026, provavelmente por políticas contra pirataria, mas uma nova versão está aguardando aprovação.
O serviço de streaming de torrents Stremio lançou um app completo para iPhones e iPads. No entanto (e como era de se esperar), ele não está disponível na App Store da Apple. O software precisa ser baixado e instalado diretamente no dispositivo, processo também conhecido como sideloading.
Antes disso, o Stremio chegou a oferecer, na loja oficial da Apple, um aplicativo Lite para iPhones e iPads. Para seguir as normas da Apple contra pirataria, ele vinha sem o servidor de torrents. Por isso, precisava de add-ons para funcionar como a versão padrão do app.
Como é o novo Stremio para iOS?
A nova versão tem mais recursos que a Lite anteriormente disponível na App Store. Ela se equipara ao Stremio para Android, podendo fazer streaming de torrents sem componentes adicionais.
Por outro lado, o login com Apple ID e o Handoff (para continuar tarefas em outros dispositivos) estão desativados, já que não podem ser usados em apps instalados via sideloading.
Apple removeu Stremio Lite da loja de apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Stremio está disponível para download em um arquivo IPA, como são chamados os pacotes de aplicativos do iOS. Instalar um arquivo desses, porém, não é uma tarefa tão simples.
Ao contrário do Android, do Google, que aceita instalação direta de arquivos baixados, o sistema da Apple é bastante fechado para esse tipo de procedimento. Basicamente, para fazer isso, é necessário usar um computador e programas adicionais. Ter uma conta de desenvolvedor (que custa US$ 99 anuais) também ajuda.
Vale dizer que, tanto no Android quanto no iOS, o sideloading é um processo mais perigoso que a instalação pela loja oficial. Apps baixados diretamente não passam pelos mesmos processos de revisão das plataformas das grandes empresas, o que representa um risco maior de segurança.
O que aconteceu com o Stremio Lite?
O Stremio Lite foi removido da loja em meados de janeiro de 2026. Apesar de não haver uma explicação oficial, a resposta é bastante óbvia: políticas contra pirataria. Por mais que não viesse com o recurso de download de torrents, a Apple pode ter considerado que essa era a finalidade do app, o que violaria suas regras.
De acordo com o texto publicado no blog do projeto, uma nova versão Lite do app foi enviada e está aguardando resposta.
Apple expande portfólio de serviços pagos com o Creator Studio (imagem: divulgação)Resumo
Apple lançou o Creator Studio, um plano de assinatura com os apps de criação da empresa.
O pacote inclui Final Cut Pro, Logic Pro e Pixelmator Pro para Mac e iPad, além de Motion, Compressor e MainStage para Mac.
No Brasil, o preço será de R$ 39,90 mensais, disponível para contratação em 28 de janeiro; estudantes e educadores têm preços reduzidos.
A Apple anunciou nesta terça-feira (13/01) o Creator Studio, uma nova assinatura que concentra os principais aplicativos de criação da empresa. A proposta é oferecer ferramentas profissionais para vídeo, áudio e design por um valor mensal mais acessível, todas disponíveis no mesmo pacote, ampliando o alcance para criadores independentes, estudantes e profissionais que já usam Mac, iPad e iPhone.
O serviço estará disponível na App Store em 28 de janeiro, com a possibilidade de um mês de teste gratuito. No Brasil, a assinatura vai custar R$ 39,90 por mês ou R$ 399 por ano. Estudantes e educadores pagam valores reduzidos: R$ 14,90 por mês ou R$ 149 anuais.
O que vem no Apple Creator Studio?
Assinatura custará R$ 39,90 por mês (imagem: reprodução)
O pacote dá acesso aos programas Final Cut Pro, Logic Pro e Pixelmator Pro, tanto no Mac quanto no iPad. Já o Motion, o Compressor e o MainStage ficam restritos ao Mac.
Além disso, a Apple incluiu recursos inteligentes e conteúdos premium nos aplicativos Keynote, Pages e Numbers, disponíveis no iPhone, iPad e Mac. O Freeform também receberá esses novos recursos posteriormente.
Segundo a empresa, a ideia é integrar criação visual, edição de áudio e produção gráfica em um fluxo contínuo. No comunicado oficial, o vice-presidente sênior de software e serviços de internet da Apple, Eddy Cue, afirmou que essa é uma maneira “flexível e acessível de começar a usar uma coleção poderosa de aplicativos criativos”.
Apesar do foco na assinatura, a Apple mantém a opção de compra avulsa no Mac. Final Cut Pro, Logic Pro, Pixelmator Pro, Motion, Compressor e MainStage continuam disponíveis como pagamento único na Mac App Store. No iPad, porém, esses aplicativos passam a existir apenas dentro do plano.
Apple vs Adobe vs Affinity
Apple Creator Studio reforça a estratégia de integração (imagem: divulgação)
A comparação com a Adobe é inevitável, já que a dona do Photoshop e Illustrator abandonou licenças perpétuas em 2013 e migrou totalmente para assinaturas. A Apple entra na competição por receitas recorrentes, mas, por enquanto, adota uma abordagem mais flexível, sem eliminar o modelo tradicional no Mac.
A Adobe ainda é líder no segmento profissional, mas perdeu popularidade desde a chegada da Affinity. Em novembro, em meio ao crescimento da rival do Canva no Brasil, a Adobe reduziu os preços do Creative Cloud por aqui.
A Apple parece ter percebido o cenário de disputa e decidiu entrar na briga. Outro ponto relevante do novo plano de assinatura é a chegada do Pixelmator Pro ao iPad pela primeira vez, após a aquisição do aplicativo pela empresa em 2024. A versão foi redesenhada para uso com toque e Apple Pencil.
Os apps Pages, Numbers e Keynote continuam gratuitos em suas funções básicas, mas novos templates, bibliotecas de mídia e recursos baseados em inteligência artificial agora ficarão restritos aos assinantes do Apple Creator Studio.
O iPad lançado 2025 com 256 GB está saindo por apenas R$ 4.945 parceláveis em até 10x sem juros com o cupom PRIME300OFF na Amazon. A oferta com desconto de 13% (referência: R$ 5.699) é exclusiva para assinantes Amazon Prime. A ficha técnica com RAM de 6 GB, chip A16 e tela de 11″ destaca o tablet da Apple para trabalho e estudos.
iPad A16 tem tela de 11 polegadas e RAM de 6 GB
Redimensionar janelas ficou mais fácil no iPadOS 26 (imagem: reprodução)
A tela de 11″ e o chip Apple A16 Bionic com 6 GB de RAM são os dois principais destaques do iPad (2025). O display do tipo Liquid Retina tem brilho típico de 500 nits e resolução de 2.360 x 1.640 pixels. Isso garante boa visibilidade mesmo em ambientes claros e um espaço confortável para leitura, desenho e edição de documentos.
O processador A16 Bionic oferece desempenho suficiente para tarefas de trabalho ou estudo no tablet, além de edição de vídeo, jogos com gráficos complexos e uso multitarefa com vários apps em tela dividida. A presença de 6 GB de RAM ajuda a manter o desempenho fluido no iPadOS, especialmente ao alternar entre aplicativos.
A construção inclui laterais de alumínio e compatibilidade com Apple Pencil, que é vendida separadamente. O iPad possui câmera traseira de 12 MP e câmera frontal ultrawide de 12 MP com campo de visão de 122°, ideal para videochamadas. O sistema de áudio tem alto-falantes estéreo, mas não há conector de fones de 3,5 mm.
O iPad (11ª Geração) de 256 GB por R$ 4.945 em até 10x com cupom PRIME300OFF tem conectividade Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e porta USB-C 2.0. A bateria suporta recarga rápida de 45 W. O tablet pesa 477 g e tem apenas 7 mm de espessura, mantendo a portabilidade sem abrir mão do desempenho.
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)Resumo
A Apple lançou o chip M5 no iPad Pro e MacBook Pro de 14 polegadas, com preços a partir de R$ 12.499 e R$ 19.999, respectivamente.
O chip M5 possui CPU com até 10 núcleos, GPU com nova arquitetura de 10 núcleos e largura de banda de memória de até 153 MB/s.
O iPad Pro e o MacBook Pro mantêm o design anterior, mas têm melhorias em desempenho de IA, armazenamento e duração da bateria.
A Apple anunciou, nesta quarta-feira (15/10), o lançamento de seu novo chip M5, que fará sua estreia no iPad Pro (com preços a partir de R$ 12.499) e no MacBook Pro de 14 polegadas (preços a partir de R$ 19.999). O headset Vision Pro, que não é vendido oficialmente no Brasil, também ganhou uma versão atualizada com o componente.
Apple M5
Quinta geração dos chips da linha M da Apple, o M5 é fabricado com processo de litografia de 3 nm e tem inteligência artificial e gráficos como focos.
A GPU tem uma nova arquitetura com dez núcleos e um acelerador neural em cada um deles. Segundo a empresa, isso permite um desempenho até quatro vezes superior ao do M4 em tarefas de IA destinadas à GPU.
Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)
O Neural Engine (nome que a Apple dá à sua NPU) continua com 16 núcleos e teve melhorias, mas a empresa não especificou em números o salto de desempenho. A promessa é que tarefas da Apple Intelligence, como o Image Playground, ficarão mais rápidas.
Na CPU, o M5 oferece até dez núcleos, sendo seis de eficiência e até quatro de performance. Segundo a Apple, o desempenho é 15% mais rápido que o do M4. Além disso, a companhia afirma que o chip tem o núcleo de CPU mais rápido do mundo.
Por fim, a largura de banda da memória foi aumentada para até 153 MB/s, o que dá 30% a mais que o M4 e mais que o dobro do M1. O M5 tem suporte para até 32 GB de RAM.
iPad Pro M5
O iPad Pro é um dos primeiros produtos da Apple a receber o M5. O design é o mesmo do modelo com M4, com opções em 11 e 13 polegadas, e as novidades estão todas do lado de dentro do aparelho.
A Apple diz que a nova versão do tablet tem desempenho de IA 3,5x melhor que o modelo do ano passado. As velocidades de leitura e gravação de memória também aumentaram, e o portátil oferece suporte a carregamento rápido, capaz de atingir 50% da bateria em cerca de 30 minutos.
iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)
Além do M5, o iPad Pro recebeu outros chips, como o modem C1X para dados móveis e o chip N1 para Wi-Fi, Bluetooth e protocolo Thread.
No Brasil, os preços começam em R$ 12.499 (versão de 11 polegadas, Wi-Fi, CPU de 9 núcleos, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento) e vão até R$ 31.599 (versão de 13 polegadas com vidro nano-texture, Wi-Fi + Cellular, CPU de 10 núcleos, 16 GB de RAM e 2 TB de armazenamento). As vendas ainda não começaram.
MacBook Pro 14 M5
Outro aparelho a receber o M5 nessa primeira leva é o MacBook Pro de 14 polegadas. Assim como no iPad, o design é o mesmo da geração interior, com as novidades apenas em especificações técnicas.
Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)
Entre as melhorias do M5, estão desempenho gráfico 1,6x mais rápido e taxa de quadros até 1,6x maior em games. O armazenamento também ficou mais rápido, e a bateria agora dura até 24 horas, de acordo com a empresa. Outra mudança é a opção de 4 TB de armazenamento, que antes era restrita a notebooks com o M4 Pro.
No Brasil, os preços do MacBook Pro 14 M5 começam em R$ 19.990 (16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento) e podem chegar a R$ 40.999, excluindo acessórios e softwares adicionais. (32 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e tela nano-texture).
O iPad de 11ª Geração (128 GB) está saindo por apenas R$ 3.202 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% sobre o preço do tablet lançado em março de 2025, que é uma boa opção de presente para o Dia dos Pais. Apresentando boas configurações para desenho e estudos, como chip Apple A16 e a tela grande de 11 polegadas.
iPad (2025) tem chip A16 e tela de 11 polegadas
iPad atualizado traz chip A16 e até 512 GB de armazenamento (imagem: reprodução/Apple)
Equipado com o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM, o iPad (2025) oferece desempenho sólido para quem estuda e desenha. A fluidez do sistema permite usar apps como Procreate, tomar notas com stylus e alternar entre tarefas com agilidade, mesmo com múltiplos aplicativos abertos.
A tela Liquid Retina de 11 polegadas com resolução de 1.640 x 2.360 pixels oferece espaço e definição adequados para estudos e desenhos infantis. O brilho típico de 500 nits facilita o uso em ambientes internos bem iluminados, enquanto o suporte à caneta proporciona uma experiência interativa para escrita e ilustração.
O tablet ainda traz câmera traseira de 12 MP com gravação em 4K e câmera frontal ultrawide de 12 MP, ideais para videoaulas, chamadas e gravação de trabalhos escolares. O som estéreo integrado melhora a clareza em aulas online, enquanto a câmera traseira pode digitalizar textos e documentos com boa nitidez para estudos.
Por fim, a bateria do iPad (128 GB) por R$ 3.202 em oferta possui 28,93 Wh e suporta carregamento rápido de 45W, oferecendo autonomia suficiente para um dia de estudos ou atividades criativas. A conectividade inclui Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3, garantindo acesso estável a aulas online, compartilhamento de arquivos e uso de acessórios sem fio.
Quando é o Dia das Crianças?
O Dia das Crianças é em 12 de outubro, próximo domingo. E tablets para estudos ou desenho como o iPad padrão em promoção são uma boa opção de presente para a data. Porém, é bom não demorar muito para comprar, tanto para não perder o desconto, quanto para garantir que o produto chegue a tempo na sua casa.
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Saiba as diferenças entre os quatro modelos principais de tablet da Apple (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
A Apple oferece quatro modelos de iPad, cada um com foco em diferentes perfis de usuário. O iPad normal é a opção de entrada indicada para estudos e uso diário, enquanto o iPad Mini é ideal para quem busca máxima portabilidade e um dispositivo para leitura.
O iPad Air equilibra potência e design leve, sendo ideal para estudantes e profissionais que necessitam de mais desempenho em multitarefas e projetos criativos. Já o iPad Pro é o modelo mais avançado, dedicado a tarefas intensas como edição de vídeo e design gráfico.
A seguir, conheça as principais características de cada modelo de iPad. Também descubra quais modelos oferecem suporte ao Apple Intelligence e quais são as melhores opções para trabalho, estudos e de custo-benefício.
A Apple trabalha com quatro linhas principais de iPad: iPad normal, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini. Cada série é projetada para atender necessidades específicas dos usuários, desde o uso básico e para estudos até tarefas profissionais e criativas mais exigentes.
iPad
O iPad normal é o tablet de entrada da Apple, trazendo um equilíbrio entre desempenho e preço acessível. É ideal para tarefas do dia a dia, como navegar na web, assistir a vídeos, estudar e rodar jogos simples, sem a necessidade dos recursos avançados dos modelos Air e Pro.
Alimentados pelos chips da série A da Apple, os dispositivos trazem especificações robustas que o tornam uma escolha sólida para a maioria dos usuários. As últimas gerações do iPad trouxeram uma tela ampla Liquid Retina e câmeras frontal e traseira de 12 MP para fotos e vídeos chamadas.
A versão padrão do iPad é recomendada para uso doméstico, estudos e produtividade leve. Embora não inclua recursos avançados como telas ProMotion ou chip da série M, ele entrega uma experiência de tablet premium e é a porta de entrada para o ecossistema Apple.
iPad “normal” é a opção de entrada para tarefas simples do dia a dia (imagem: Divulgação/Apple)
iPad Air
O iPad Air é a opção de tablet intermediário da Apple, posicionando-se entre o iPad normal e o iPad Pro. Ele apresenta recursos avançados, alto desempenho e design premium a um preço mais acessível, garantindo capacidade superior para multitarefas.
A linha se destaca por usar chips da série M da Apple, os mesmos dos computadores Mac, assegurando a performance em aplicativos mais exigentes e tarefas complexas. O tablet ainda tem um corpo fino e leve em alumínio e a tela imersiva Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas.
É o tablet ideal para estudantes e profissionais criativos que precisam de mais potência, mas sem o investimento do modelo Pro. Além disso, a compatibilidade com a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard transforma o iPad Air em uma ferramenta versátil para produtividade e criação de conteúdo.
iPad Air usa chips da série M da Apple para maior desempenho (imagem: divulgação/Apple)
iPad Pro
O iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple, projetado para tarefas profissionais, criativas e de alta produtividade. Capaz de substituir um notebook em vários cenários, é a escolha ideal para trabalhos exigentes, como design gráfico, edição de vídeo e renderização 3D.
O amplo poder do dispositivo vem dos chips da série M, dos computadores Mac, que garantem alto desempenho e recursos avançados de Inteligência Artificial. As versões atuais apresentam telas OLED Ultra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas para uma experiência visual imersiva e com cores precisas.
Além do suporte a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard, a porta Thunderbolt amplia a versatilidade do tablet ao permitir se conectar a monitores externos. Assim, o iPad Pro é a ferramenta ideal para profissionais criativos, editores e designers que buscam a portabilidade de um tablet e a ampla potência de um PC.
iPad Pro é ideal para tarefas mais exigentes, como edição de imagem e design gráfico (imagem: Reprodução/Apple)
iPad Mini
O iPad Mini é o modelo mais compacto da Apple, oferecendo a experiência completa do iPad em um formato com máxima portabilidade. É a escolha ideal para quem precisa de um dispositivo potente e versátil que seja fácil de transportar e manusear com uma só mão.
Os dispositivos da linha adotam geralmente os chips avançados da série A Pro da Apple, garantindo um desempenho robusto para multitarefas e aplicativos mais pesados. As versões mais recentes adotam uma tela Liquid Retina com cores vivas e detalhes nítidos, além das câmeras frontal e traseira de 12 MP.
Em essência, o iPad Mini é um tablet extremamente portátil para leitura, jogos casuais, anotações rápidas e consumo de mídia. A combinação de poder e tamanho o torna um companheiro digital eficiente para quem está sempre em movimento.
iPad Mini 2024 tem um design mais compacto que os outros modelos da Apple (imagem: divulgação/Apple)
Qual é a diferença entre iPad, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini?
Essas são as principais diferenças entre iPad normal, Mini, Air e Pro baseado nos últimos modelos disponíveis no mercado:
iPad (11ª Geração – 2025)
iPad Mini (7ª Geração – 2024)
iPad Air (7ª Geração – 2025)
iPad Pro (7ª Geração – 2024)
Tela
Liquid Retina de 11 polegadas
Liquid Retina de 8,3 polegadas
Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas
Ultra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas
Processador e Desempenho
A16
A17 Pro (Alto desempenho)
M3 (Desempenho potente)
M4 (Máximo desempenho)
Armazenamento
128 GB, 256 GB e 512 GB
128 GB, 256 GB e 512 GB
128 GB, 256 GB, 512 GB e 1 TB
256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB
Peso
480 gramas
295 gramas
460 gramas
450 gramas
Câmeras (Traseira)
12 MP (Grande Angular)
12 MP (Grande Angular)
12 MP (Grande Angular)
12 MP (Grande Angular)
Câmeras (Frontal)
12 MP (Horizontal e Center Stage)
12 MP (Center Stage)
12 MP (Horizontal e Center Stage)
12 MP (Horizontal e Center Stage)
Segurança
Touch ID no botão superior
Touch ID no botão superior
Touch ID no botão superior
Face ID
Bateria (internet e vídeos no Wi-Fi)
Até 10 horas
Até 10 horas
Até 10 horas
Até 10 horas
Apple Intelligence
Não
Sim
Sim
Sim
Suporte a Apple Pencil
Apple Pencil (1ª Geração)
Apple Pencil Pro
Apple Pencil Pro
Apple Pencil Pro
Suporte a MagicKeyboard
Magic Keyboard Folio
Magic Keyboard
Magic Keyboard para iPad Air
Magic Keyboard para iPad Pro
Preço
Mais acessível
Intermediário
Intermediário Alto
Mais Alto
Qual é o modelo de iPad com melhor custo-benefício?
O iPad normal é o tablet da Apple com o melhor custo-benefício, oferecendo um excelente equilíbrio entre preço, desempenho e tamanho de tela. Ele é recomendado para tarefas como navegar na internet, assistir a vídeos, ler e-books e realizar tarefas leves de produtividade.
No entanto, o iPad Mini pode ser uma alternativa com ótimo custo-benefício se a pessoa busca por mais portabilidade. O dispositivo compacto é fácil de transportar e tem bom desempenho para consumo de mídia e anotações rápidas.
Qual modelo de iPad é melhor para estudar?
O iPad Air é o modelo de tablet ideal para estudantes que buscam alto desempenho e recursos avançados. Devido aos chips da série M da Apple, a linha oferece potência superior combinado com uma tela maior e suporte à Apple Pencil Pro para multitarefas e aplicativos mais exigentes.
Por outro lado, o iPad normal se destaca por ser uma opção mais acessível para estudos. Ele oferece excelente desempenho para a maioria das atividades educacionais, como pesquisa e leitura, sendo especialmente recomendado para crianças e adolescentes.
iPad Air pode ser uma opção para estudos devido à tela mais ampla e suporte para apps mais exigentes (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Qual modelo de iPad é melhor para trabalhar?
O iPad Pro é o modelo ideal para profissionais criativos como designers, editores de vídeo e ilustradores. Os chips da série M da Apple combinados com telas Liquid Retina ou Ultra Retina XDR e o suporte à Apple Pencil garantem desempenho superior em softwares pesados e precisão absoluta.
O modelo também é a melhor escolha para quem busca um dispositivo compacto para produtividade e multitarefa. Com opções de tela de 11 ou 13 polegadas e suporte ao Magic Keyboard, o iPad Pro se transforma em um pequeno notebook capaz de gerenciar projetos, escrever e-mails e editar documentos em qualquer lugar.
Quais modelos de iPad têm suporte ao Apple Intelligence?
Estes são os modelos e gerações de iPad que possuem suporte aos recursos de inteligência artificial Apple Intelligence:
Quais modelos de iPad não recebem mais suporte da Apple?
É essencial saber quais iPads não recebem mais suporte antes de escolher um tablet da Apple. Veja os modelos e gerações que não terão mais atualizações do sistema operacional iPadOS:
iPad: 4ª geração (2014) e antecessores;
iPad Air: 2ª geração (2014) e antecessores;
iPad Pro: 2ª geração (2017) e antecessores;
iPad Mini: 4ª geração (2015) e antecessores.
iPads muito antigos podem deixar de receber suporte da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Samsung?
O iPad é uma série de tablets da Apple conhecida pelo hardware otimizado, interface intuitiva e integração com o ecossistema Apple. Seu foco está em oferecer uma experiência premium e de alto desempenho com o sistema operacional iPadOS para entretenimento, estudos e tarefas de criatividade e produtividade.
Os tablets da Samsung utilizam o sistema operacional Android, permitindo maior personalização e flexibilidade. A marca se destaca pela ampla variedade de modelos e preços, atendendo diferentes necessidades e orçamentos, além de incluir acessórios como a caneta S Pen na caixa.
Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Xiaomi?
O iPad é uma linha de tablets da Apple, que utiliza o sistema iPadOS. Eles são famosos pela integração com o ecossistema Apple, o hardware premium e a vasta biblioteca da App Store com aplicativos de alta qualidade otimizados especificamente para esses dispositivos.
Os tablets da Xiaomi usam o sistema Android, para maior flexibilidade de personalização e acesso aos aplicativos da Google Play Store. Geralmente, eles são dispositivos que focam em oferecer alto desempenho e recursos premium a um preço acessível, representando um forte custo-benefício no mercado.