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IBM adquire Instana para desenvolver nuvem híbrida

19 de Novembro de 2020, 13:28
A IBM anunciou que está adquirindo a Instana, uma startup de gerenciamento de desempenho de aplicativos. A operação enfatiza a transição da Big Blue de softwares e serviços para uma empresa focada no gerenciamento de soluções de nuvem, concentrando-se em nuvem híbrida, big data e recursos de IA. À medida que as empresas começaram a usar sistemas distribuídos mais complexos, por meio de nuvens públicas, privadas e locais, a aquisição da IBM fornece aos clientes uma maneira de gerenciar ambientes híbridos e multi-nuvem. "Nosso público se depara com um cenário complexo de tecnologia, cheio de aplicativos e dados que são executados em uma variedade de ambientes de nuvem híbrida", diz Rob Thomas, vice-presidente sênior de nuvem e plataforma de dados da companhia. "A aquisição da Instana é mais um passo importante que estamos dando para fornecer às empresas o portfólio mais completo de soluções automatizadas de IA e ajudar a prevenir incidentes de TI que podem custar muito caro em receita perdida e reputação." LEIA MAIS: IBM lança computação em nuvem para operadoras de telefonia Com sede em Chicago e centro de desenvolvimento na Alemanha, a Instana foi fundada em 2015 por Mirko Novakovic, Pete Abrams, Fabian Lange e Pavlo Baron. "Com a responsabilidade adicional de garantir a qualidade de construção e execução do software que desenvolvem, as equipes de DevOps precisam de uma nova geração de monitoramento de desempenho de aplicativos e recursos de observação para ter sucesso", diz o cofundador e CEO Novakovic. Para ele, "os produtos da Instana combinados com a automação com base em IA da IBM, em ambientes de nuvem híbrida, darão aos clientes uma visão completa do desempenho de seus aplicativos para otimizar as operações". A empresa levantou US$ 57 milhões ao longo de sua trajetória, sendo US$ 30 milhões na rodada mais recente, uma Série C em 2018.
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Microsoft vai investir US$ 1 bi na OpenAI

22 de Julho de 2019, 15:22
A Microsoft informou hoje (22) que está investindo US$ 1 bilhão na OpenAI e que as duas empresas formaram uma parceria para desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial por meio do serviço de computação em nuvem Azure, da gigante do software. LEIA MAIS: Microsoft tem resultado trimestral acima do esperado A OpenAI foi fundada em 2015 como uma entidade não lucrativa e com US$ 1 bilhão em financiamento dos investidores do Vale do Silício Sam Altman, Peter Thiel e Reid Hoffman, cocriador da rede social LinkedIn. O grupo depois criou uma entidade voltada ao lucro para poder receber investimentos externos. Desde sua fundação, a OpenAI utilizou pesquisadores de inteligência artificial para avançar no campo, como ensinar uma mão robótica a executar tarefas humanas por meio de utilização apenas de software, o que reduz o custo e o tempo para se treinar robôs. O grupo também está focado em segurança e nas implicações da tecnologia de inteligência artificial, pesquisando como os computadores podem gerar reportagens realistas com pouco mais que sugestões de manchetes e alertando pesquisadores a considerar como seus trabalhos e algoritmos podem ser usados com implicações negativas antes das descobertas serem publicadas. A OpenAI afirmou que o investimento da Microsoft vai ajudar o grupo a pesquisar "inteligência artificial geral", ou AGI, na sigla em inglês. A tecnologia AGI é o santo Graal do campo e significa que um sistema de computação pode dominar um assunto tão bem ou melhor que humanos, e também dominar mais campos do conhecimento que um humano. "Acreditamos que é crucial que a AGI seja desenvolvida de maneira segura e que os benefícios econômicos disso sejam amplamente distribuídos", disse Altman. As duas partes não responderam perguntas da Reuters sobre os termos do acordo. Quando a OpenAI criou a estrutura com fins lucrativos em março, afirmou que os investidores que colocarem dinheiro na nova entidade terão seus retornos limitados e que a missão da parte não lucrativa da entidade teria precedência sobre a área voltada ao lucro. VEJA TAMBÉM: Microsoft e AT&T fazem parceria de mais de US$ 2 bi As duas empresas também negaram dizer se o investimento da Microsoft será feito em dinheiro ou se vai envolver créditos para utilização do serviço de computação em nuvem Azure. Serviços de computação em nuvem são uma grande fonte de custo para a OpenAI, que gastou US$ 7,9 milhões na atividade no ano fiscal de 2017, ou cerca de um quarto de suas despesas naquele ano, segundo dados da Receita Federal dos Estados Unidos.
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