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Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)

23 de Abril de 2026, 17:30
Ilustração com a marca "Nu" cerca por placas de alerta
Nubank tem problemas em transferências (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Correntistas do Nubank disseram que transferências via Pix enviadas para suas contas não apareciam em seus extratos, apesar de debitadas das contas de origem. O problema começou no meio da tarde desta quinta-feira (23/04), por volta das 16h45. Às 19h30, usuários ainda enfrentavam dificuldades. Às 20h45, o problema estava praticamente resolvido.

O Nubank entrou em contato com o Tecnoblog e enviou o seguinte comunicado:

“O Nubank informa que a instabilidade já foi integralmente solucionada.”

O que aconteceu com o Nubank?

Segundo o DownDetector, site que monitora problemas em serviços online, foram mais de 300 reclamações no fim de tarde e mais de 500 no início da noite.

Gráfico de linha de reclamações do Nubank, mostrando um primeiro pico, menor, perto das 17h, e um segundo pico, maior, perto das 19h
Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Tecnoblog encontrou no X pelo menos 20 outros relatos de clientes com problemas no recebimento de pagamentos. Em posts recentes no Instagram, há correntistas indignados nos comentários.

Print do Instagram do Nubank. São exibidos quatro comentários feitos em um intervalo de um minuto. Os quatro reclamam de Pix não creditados
Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

meu pix pro nubank não caiu

— miloca (@anelimso) April 23, 2026

@nubank cadê meu dinheiro que fiz uma transferência Pix pra minha conta e até agora o dinheiro não caiu

— 𝑬𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐𝒏 (@eversonmateusx) April 23, 2026

eu entrando a cada momento no nubank pra ver se meu pix ja caiu, MAS N CAIU AINDA

eu to entrando em desespero!!!! e se a nubank tiver me assaltado???????

— sana (@_pjmxstars) April 23, 2026

Aparentemente, o problema não afetou outras funcionalidades da conta e do cartão. A questão ficou restrita ao Nubank: testamos o Pix em outros bancos, como C6 e XP, e não houve dificuldades.

Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

7 de Abril de 2026, 10:00
Imagem mostra um celular com o app do Nubank aberto na tela, exibindo a opção de cartões virtuais para pagamento por aproximação
Funcionalidade é nativa do app Nubank (imagem: divulgação)
Resumo
  • Nubank integrou Pix, débito e crédito ao pagamento por aproximação no app para Android.
  • Recurso permite pagar por NFC sem cartão físico e sem carteira digital.
  • O cliente poderá, inclusive, parcelar a compra no Pix em até 12 vezes.

O Nubank anunciou nesta terça-feira (07/04) a integração de Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação. Agora, clientes poderão pagar compras presenciais apenas aproximando o celular de maquininhas compatíveis com NFC, sem precisar do cartão físico.

Geralmente, é necessário abrir o app, escanear um QR Code ou digitar uma chave para pagar com o Pix em lojas físicas. Com a mudança, o Pix passa a funcionar de forma semelhante a um cartão no app do Nubank, direto na aproximação.

Imagem mostra uma pessoa aproximando o celular de uma maquininha de cartões, realizando o pagamento por aproximação
Integração permite pagar sem cartão físico (imagem: divulgação)

O recurso é nativo do aplicativo — ou seja, não exige o cadastro em uma carteira digital, como o Google Wallet — e será liberado gradualmente para usuários de Android. No momento do pagamento, o cliente também poderá escolher o Pix parcelado em até 12 vezes.

A configuração é automática: ao acessar a função, o aplicativo cria um cartão virtual tokenizado, sem outras exigências. No entanto, em qualquer modalidade, a transação exige autenticação por biometria ou senha do dispositivo.

Segundo o Nubank, essa tokenização impede o compartilhamento dos dados reais do cartão com o estabelecimento.

Como vai funcionar?

  • Acesse “Aproximar para pagar” em Meus Cartões ou “Pix por aproximação” na área Pix do aplicativo;
  • O app criará automaticamente um cartão virtual tokenizado;
  • Aproxime o celular da maquininha compatível para concluir o pagamento.

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

Banco gamer do Itaú vai encerrar atividades

24 de Fevereiro de 2026, 15:25
Foto do site do Player's Bank, mostrando o logo do banco digital e o logo do Itaú sobre um fundo preto
Player’s Bank foi aposta do Itaú em 2022 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Itaú vai encerrar o Player’s Bank em 31 de março, permitindo movimentação via Pix ou TED até essa data.
  • O produto oferecia cashback e descontos em jogos e hardware, além de atendimento via Discord.
  • Baixa adesão e simplificação de produtos do Itaú podem estar entre os motivos para a decisão.

O Itaú vai descontinuar os serviços do Player’s Bank, seu segmento de carteiras digitais voltado ao público gamer. A conta e o cartão de crédito serão encerrados no dia 31 de março.

Após contato do Tecnoblog, o Itaú informou que, até essa data, o dinheiro estará disponível para movimentação e transferência via Pix ou TED. Se houver saldo quando a conta for encerrada, o cliente deverá ir até uma agência do Itaú ou acessar o Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central.

“Todo esse movimento foi comunicado previamente aos clientes impactados e está sendo conduzido com cuidado para garantir um processo transparente e seguro”, afirmou a assessoria de imprensa do banco.

O que era o Player’s Bank?

O Player’s Bank era um segmento do Itaú voltado ao público gamer, oferecendo contas digitais com rendimento automático e cartão de crédito sem anuidade.

Os diferenciais, porém, estavam nos benefícios para quem gosta de jogar, como desconto e cashback na compra de games, PCs, peças de hardware, consoles e periféricos. Um exemplo disso era a devolução de 10% do valor gasto na loja digital do Xbox.

Imagem promocional do Player's Bank e do Xbox
Parceria com Xbox foi uma das ações do banco (imagem: divulgação)

Ainda havia algumas vantagens curiosas, como atendimento via Discord e cartão personalizado com personagens desse universo.

Por que o Player’s Bank será encerrado?

Em 2024, na Comunidade do Tecnoblog, já havia relatos de que o Player’s Bank encerraria a parceria com o Xbox e deixaria de oferecer cashback no plano gratuito, o que sugere que os cortes começaram há algum tempo.

O assunto chamou nossa atenção ao encontrarmos queixas de clientes no Reclame Aqui. Mesmo assim, elas são poucas, o que reforça a suspeita de que o serviço não teve muita adesão.

O Itaú vem passando por um processo de simplificação de seus produtos. As contas do banco digital Iti, por exemplo, foram migradas para a operação principal do banco. Além disso, houve a unificação de sete apps em um, e o próprio aplicativo atual do Player’s Bank era quase idêntico ao do Itaú.

Banco gamer do Itaú vai encerrar atividades

Player's Bank foi aposta do Itaú em 2022 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Fim do Will Bank: FGC deve pagar R$ 6,3 bilhões a clientes, mas há condições

22 de Janeiro de 2026, 11:56
Ilustração de banco digital will bank
Will Bank foi liquidado pelo Banco Central (imagem: divulgação/Will Bank)
Resumo
  • FGC estima restituir R$ 6,3 bilhões a clientes do Will Bank, mas há condições para o ressarcimento;
  • Clientes devem usar o aplicativo do FGC para solicitar o pagamento, que é limitado a R$ 250 mil por CPF/CNPJ;
  • FGC cobre contas correntes, poupanças, CDBs, LCIs e LCAs, mas não cobre ações, debêntures, criptomoedas, COEs e previdência privada.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estima que aproximadamente R$ 6,3 bilhões serão restituídos a clientes do Will Bank. Os pagamentos serão efetuados após a execução de uma série de procedimentos, mas há condições para isso. Existe a possibilidade, por exemplo, de clientes que também tinham conta no Banco Master não terem direito ao ressarcimento.

O Will Bank foi liquidado pelo Banco Central na quarta-feira (21/01). A instituição operava como um banco digital ligado ao Banco Master que, por sua vez, foi liquidado em novembro de 2025 devido a uma série de irregularidades.

Com a liquidação, o Will Bank deixou de operar, razão pela qual os clientes da instituição não conseguem mais movimentar suas contas ou usar cartões de crédito, por exemplo.

Quem tinha valores investidos no Will Bank pode reaver essas somas por meio da cobertura do FGC que, como já informado, estima que as restituições alcançarão R$ 6,3 bilhões. Porém, o montante exato ainda não foi determinado. A estimativa atual tem como base dados de um censo entregue pelo Will Bank em novembro de 2025.

Como vai funcionar o ressarcimento do FGC para clientes do Will Bank?

Os clientes do Will Bank precisarão baixar o aplicativo do FGC. No app, será preciso fazer um cadastro. Se não houver nenhum problema com esse procedimento, cada cliente verá o valor que tem a receber e, se estiver de acordo com ele, assinará digitalmente um termo de solicitação de pagamento.

Após o recebimento da assinatura, o FGC efetuará o ressarcimento em até 48 horas úteis na conta informada no momento do cadastro.

Porém, a fase de pagamento não começará imediatamente. O FGC precisa aguardar o liquidante (indicado pelo Banco Central) enviar à entidade a lista de clientes a serem beneficiados, bem como os valores que cada um tem a receber. Não há prazo definido para esse trabalho ser concluído.

Cartão do Will Bank
Cartão do Will Bank, já descontinuado (imagem: Facebook/Will Bank)

Além disso, é necessário levar em conta que há condições para o ressarcimento. Para começar, o FGC ressarce até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Quantias que passarem desse limite entram para os valores a serem recebidos pela massa falida.

Também é necessário levar em conta que, como o Banco Master e o Will Bank fazem parte do mesmo conglomerado, o FGC considera, para o limite de R$ 250 mil, que ambas formam uma única organização. Isso significa que não há um limite separado para cada um desses bancos.

Assim, o cliente que recebeu ou receberá uma restituição do Banco Master no valor de R$ 250 mil não terá direito ao pagamento do Will Bank. Se a pessoa recebeu ou receberá do Banco Master um valor inferior a R$ 250 mil, somente terá direito a um montante do Will Bank equivalente ao que sobrar do limite.

Por fim, convém destacar que o FGC cobre valores existentes em serviços ou produtos como conta corrente, conta poupança, CDB, LCI e LCA. Investimentos como ações, debêntures, criptomoedas, COEs e previdência privada não são cobertos.

Como recuperar o dinheiro no Will Bank?

Se você era cliente do Wil Bank e tem valores a receber da instituição, deve seguir estes passos:

  1. baixe e instale o aplicativo do FGC, disponível para Android e iOS;
  2. vá em “Não tenho cadastro” na tela inicial do app para fazer a sua inscrição, ou toque em “Entrar” se você já tiver uma conta;
  3. complete o seu cadastro, informando, inclusive, uma conta para receber a restituição;
  4. confira os valores a receber informados e, se estiver tudo certo, faça a sua assinatura digital para solicitar a restituição;
  5. em até 48 horas úteis, o montante será depositado na conta informada.

Esse passo a passo terá validade quando o FGC iniciar os pagamentos a clientes do Will Bank. Ainda não há prazo definido para isso, mas é possível que o processo comece ainda neste trimestre.

Fim do Will Bank: FGC deve pagar R$ 6,3 bilhões a clientes, mas há condições

Cartão do Will Bank, já descontinuado (imagem: Facebook/Will Bank)

Will Bank deixa de operar após ser liquidado pelo Banco Central

21 de Janeiro de 2026, 11:58
Ilustração de banco digital will bank
Aplicativo do Will Bank (imagem: divulgação/Will bank)
Resumo
  • Banco Central liquidou extrajudicialmente o Will Bank, antes controlado pelo Banco Master, devido a irregularidades e insolvência;
  • Will Bank estava em Regime Especial de Administração Temporária pelo Banco Central desde novembro de 2025, quando o Banco Master foi liquidado;
  • Cabe ao Fundo Garantidor de Créditos devolver valores a clientes, no limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

O Banco Central (BC) determinou, nesta quarta-feira (21/01), a liquidação extrajudicial do Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, que se posicionava como um banco digital e era conhecido como Will Bank. A instituição era controlada pelo Banco Master, também liquidado pelo BC devido a uma série de irregularidades.

As operações do Will Bank estavam em Regime Especial de Administração Temporária (Raet) desde novembro de 2025, quando o Banco Master foi liquidado.

Nessas circunstâncias, a instituição passa a ser controlada temporariamente pelo BC para que haja tempo de uma solução ser encontrada com o intuito de evitar o fechamento do negócio, o que causaria transtornos para clientes e para o próprio sistema financeiro do Brasil.

Uma das possíveis soluções seria a de o banco digital ser adquirido por outras instituições ou investidores, o que não se confirmou. Diante disso e do fato de o Will Bank não ter conseguido honrar pagamentos recentes com a Mastercard, o Banco Central entendeu que a instituição não tem mais condições de operar:

Tornou-se inevitável a liquidação extrajudicial da Will Financeira, em razão do comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse evidenciado pelo exercício do poder de controle do Banco Master S.A., já sob liquidação extrajudicial.

Banco Central do Brasil

O que acontece agora com o Will Bank?

Com a liquidação imposta pelo BC, o Will Bank não pode mais manter as suas operações. De certo modo, esse processo começou na terça-feira (20/01), pois, diante da falta de pagamentos, a Mastercard suspendeu as transações com os cartões do Will Bank emitidos com a sua bandeira.

A página inicial do site do Will Bank já exibe um documento, em PDF, que informa sobre a sua liquidação extrajudicial pelo Banco Central.

Site do Will Bank com aviso de liquidação pelo Banco Central
Site do Will Bank com aviso de liquidação pelo Banco Central (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Agora, o BC deve conduzir procedimentos para levantamento de bens, carteiras de crédito, credores e afins, de modo a concluir a liquidação com os devidos ressarcimentos ou pagamentos necessários, dentro do possível.

Com relação aos clientes do Will Bank, caberá ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) devolver eventuais valores aplicados na instituição, dentro do limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ.

O Banco Central continuará tomando todas as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis.

Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição objeto da liquidação decretada.

Banco Central do Brasil

O Tecnoblog entrou em contato com o Will Bank pedindo um posicionamento sobre a liquidação, mas a instituição informou que não irá se pronunciar sobre o assunto.

Will Bank deixa de operar após ser liquidado pelo Banco Central

Site do Will Bank com aviso de liquidação pelo Banco Central (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Companhias aéreas proíbem uso de power banks em voos

15 de Janeiro de 2026, 17:18
Passageiros podem embarcar com baterias de até 100 Wh (imagem: divulgação/Grupo Lufthansa)
Resumo
  • Grupo Lufthansa proibiu o uso de power banks em voos por segurança, afetando todas as suas companhias aéreas.
  • Power banks devem ficar ao alcance do passageiro, não podem ser despachados e há limite de duas unidades por pessoa.
  • Outras companhias, como Air China e Emirates, têm regras semelhantes, restringindo o uso de power banks durante o voo.

A partir desta quinta-feira (15/01), o Grupo Lufthansa adota uma nova política de segurança para o transporte de baterias portáteis — os populares power banks. A medida proíbe o uso do acessório para recarregar smartphones, tablets ou laptops durante o voo, e vale para todas as companhias aéreas do conglomerado.

Além da própria alemã Lufthansa, integram a holding as companhias SWISS (Suíça), Austrian Airlines (Áustria), Brussels Airlines (Bélgica), Air Dolomiti (Itália), ITA Airways (Itália) e Eurowings (Alemanha). A nova regulamentação altera a logística dentro da cabine: os dispositivos não podem mais ser guardados nos compartimentos superiores (overhead bins).

Agora, eles devem permanecer ao alcance físico ou visual do passageiro durante todo o trajeto, seja no bolso do assento à frente, junto ao corpo ou em uma bagagem de mão posicionada embaixo do assento.

Segundo o comunicado, o objetivo é evitar que uma bateria superaquecida passe despercebida dentro de uma mala fechada no bagageiro. No começo da semana, noticiamos aqui no Tecnoblog o caso de um power bank que emitiu fumaça com gases tóxicos durante um voo.

Pelas novas regras, cada passageiro está limitado a levar no máximo duas baterias portáteis, e o despacho desses itens na bagagem de porão segue estritamente proibido. A decisão alinha os protocolos da empresa às recomendações mais recentes de autoridades internacionais, como a EASA (Europa) e a FAA (EUA), visando reduzir riscos de incêndio e garantir uma resposta rápida da tripulação em caso de incidentes.

Qual o risco das baterias externas durante o voo?

Assim como na Emirates, passageiros não poderão usar ou recarregar power banks a bordo (imagem: reprodução/Emirates)

A principal preocupação técnica é o fenômeno conhecido como “fuga térmica”. Esse processo ocorre quando as células de uma bateria de lítio entram em colapso devido a defeitos, danos físicos, curto-circuitos ou temperaturas extremas.

Quando a fuga térmica acontece, a bateria libera uma quantidade significativa de energia em segundos, gerando calor intenso, gases tóxicos e chamas. O fogo resultante é quimicamente complexo e difícil de ser extinto com os agentes convencionais disponíveis a bordo.

Ao proibir o uso durante o voo, a companhia elimina dois fatores de estresse para o componente: o calor gerado pela transferência de energia e o risco de sobrecarga. Além disso, a obrigatoriedade de manter o dispositivo próximo ao passageiro tem uma função estratégica: qualquer anomalia, como fumaça ou aquecimento, é percebida quase imediatamente.

Especificações e exceções

A nova política estabelece critérios técnicos claros para o embarque:

  • Até 100 Wh: permitido sem necessidade de aviso prévio (limite de duas por pessoa);
  • Entre 100 Wh e 160 Wh: o passageiro deve solicitar aprovação prévia da companhia aérea antes do embarque;
  • Acima de 160 Wh: proibido tanto na cabine quanto no porão.

Vale ressaltar que as mesmas regras de armazenamento e proibição de recarga se aplicam aos cigarros eletrônicos (vapes). Contudo, há uma exceção importante: dispositivos médicos essenciais que dependem de baterias externas continuam autorizados a funcionar durante o voo, sujeitos a verificação.

Outras companhias aéreas já fizeram o mesmo

Aeronave Airbus A380 da Emirates em voo, com o trem de pouso acionado, vista de baixo contra um céu azul.
Air China e Emirates também possuem restrições severas (imagem: divulgação/Emirates)

O movimento do Grupo Lufthansa não é isolado. Outras grandes empresas já possuem regras semelhantes ou até mais restritivas. A Air China, por exemplo, proíbe o uso de power banks durante todo o voo e é rígida na inspeção: exige que os dispositivos tenham a capacidade e voltagem claramente impressas na carcaça, sob pena de confisco.

A Emirates também veta o despacho e restringe o uso conectado durante etapas críticas do voo (decolagem e pouso). Na Europa, a TAP Air Portugal segue a linha de proibir o despacho e limitar a potência das baterias de mão.

Companhias aéreas proíbem uso de power banks em voos

Mais um power bank causa problemas durante voo

12 de Janeiro de 2026, 17:12
Fotografia em plano médio de um avião da companhia sul-coreana T'way Air em fase de pouso. A aeronave é branca com a cauda vermelha e traz a inscrição "t'way" em letras grandes e vermelhas na fuselagem. Na parte traseira, há uma ilustração colorida de personagens de desenho animado e a pergunta "Why?". O céu ao fundo é azul-escuro e, na parte inferior, veem-se tanques de combustível brancos e o topo de um edifício de aeroporto.
Superaquecimento aconteceu em avião da coreana T’way Air (foto: Takagi Masahiro/Wikimedia Commons)
Resumo
  • O power bank de um passageiro do voo TW634 da T’way Air superaqueceu, liberando fumaça e afetando oito pessoas, sem necessidade de pouso antecipado.
  • O Ministério dos Transportes da Coreia do Sul investiga se a bateria portátil cumpria as regras de segurança.
  • Companhias aéreas, como a Emirates, endureceram regras para power banks, proibindo o uso durante o voo devido a riscos de fuga térmica.

O power bank de um passageiro do voo TW634 começou a soltar fumaça enquanto o avião estava no ar no sábado (10/01). A tripulação submergiu o aparelho em água e o colocou em um contêiner especial, mas oito pessoas sofreram complicações por inalar gases tóxicos.

O Boeing 737-8 Max da T’way Air fazia o trajeto entre Sanya (China) e Cheongju (Coreia do Sul), levando 32 passageiros e seis tripulantes. Mesmo com o incidente, não foi necessário um pouso antecipado — a aeronave foi diretamente ao destino.

Apesar de o problema com o power bank ter sido controlado, os três membros da tripulação que isolaram o aparelho e cinco passageiros tiveram problemas devido à fumaça. Os trabalhadores foram levados a um hospital após o pouso, enquanto os passageiros voltaram para casa.

O Ministério dos Transportes da Coreia do Sul diz estar investigando a ocorrência e checando se a bateria portátil cumpria as regras de segurança exigidas.

Esse caso ocorreu dois dias depois de um episódio semelhante: um power bank pegou fogo em um avião da Asiana Airlines que ia de Seul (Coreia do Sul) a Hong Kong, deixando um passageiro ferido. O voo seguiu normalmente até o pouso em seu destino final.

Power banks podem sofrer fuga térmica

O principal risco envolvendo power banks é o fenômeno conhecido como fuga térmica, em que o calor gerado dentro de uma célula de bateria excede sua capacidade de dissipação, podendo causar incêndios, explosões e liberação de gases tóxicos.

Isso ocorreu no voo da T’way Air e também em um avião da KLM que fazia o trajeto de São Paulo a Amsterdã (Holanda) em agosto de 2025. O item superaqueceu e pegou fogo dentro da mochila de um passageiro. Segundo a companhia aérea, a tripulação controlou o problema e a aeronave prosseguiu até seu destino final.

Maskapai KLM memuji kru mereka yang mengikuti protokol dan memadamkan perangkat power bank yang terbakar. Untungnya penerbangan aman sampai mendarat di tempat tujuan yaitu Amsterdam. #detikcom pic.twitter.com/gLIiJQKX1v

— detikcom (@detikcom) August 9, 2025

Nos últimos meses, alguns problemas técnicos com baterias portáteis em aviões viralizaram, levando algumas empresas a adotar regras mais rígidas com esse tipo de aparelho.

A Emirates, por exemplo, proibiu o uso de power banks durante o voo. Passageiros ainda poderão levar esse tipo de produto na cabine, mas o uso para carregar outros aparelhos é vedado, bem como conectar a bateria portátil nas tomadas da aeronave para abastecê-la.

Vale lembrar que é proibido despachar power banks, justamente pelo risco de incêndio em um compartimento da aeronave ao qual a tripulação não tem acesso.

Com informações do Aeroin, Chosun, The Aviation Herald e Aviation Safety Network

Mais um power bank causa problemas durante voo

Nubank volta a funcionar normalmente após instabilidade nesta terça (23)

23 de Dezembro de 2025, 10:52
Ilustração com a marca "Nu" cerca por placas de alerta
Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Clientes do Nubank relataram nas redes sociais que o aplicativo da instituição financeira passou por instabilidade no fim da manhã desta terça-feira (23/12), com dificuldades no envio e recebimento de valores.

Às 14h22, a empresa entrou em contato com o Tecnoblog para informar que o problema já estava completamente solucionado.

O que aconteceu com o Nubank?

Durante o período de instabilidade, ao tentar fazer transações, o dinheiro chegava a ser debitado do saldo, mas o pagamento ou transferência não era concluído. Situação semelhante ocorria quando alguém mandava valores a um cliente do Nubank: a operação era dada como bem-sucedida pelo banco de quem enviava, mas não aparecia na conta de quem deveria receber.

Segundo o DownDetector, as reclamações começaram por volta das 10h20, chegando a um pico minutos depois. A queda foi gradual, a partir das 11h30, com o retorno ao nível habitual no início da tarde.

Gráfico do Nubank no DownDetector, mostrando a quantidade de reclamações ao longo de 24 horas. Há uma subida repentina perto das 11h, com uma queda mais gradual e suave até às 14h.
Problema começou a ser resolvido pouco antes do meio-dia (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No X, clientes reclamaram de não conseguir fazer Pix e não ter acesso a dinheiro resgatado das Caixinhas, como são chamados os investimentos da instituição.

@nubank devolvam meu dinheiro, fiz duas transferências que falharam e o dinheiro saiu da conta

— TV 🦋 (@euthaisv_) December 23, 2025

Nubank não tá devolvendo o dinheiro da caixinha essa salafrária!

— Arnaldo Gomes (@oarnaldogomes) December 23, 2025

Recebi um pix que simplesmente sumiu, não tá na conta, o problema é que recebi ONTEM, nubank eu quero meu pix

— usuário (@bitcheater666) December 23, 2025

Nubank volta a funcionar normalmente após instabilidade nesta terça (23)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Problema começou a ser resolvido pouco antes do meio-dia (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

9 de Dezembro de 2025, 09:00
Arte mostra uma mão segurando um cartão roxo com o logotipo do Nubank ao centro, em cor branca. O fundo da imagem é roxo. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Clientes do Nubank gastam média de R$ 92 por mês com assinaturas recorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Nubank lançou o Gerenciador de Assinaturas, que centraliza cobranças recorrentes como streaming e academias.
  • Cerca de 21 milhões de clientes têm assinaturas ativas, com gasto médio mensal de R$ 92 e ticket médio de R$ 38.
  • A ferramenta permite visualizar pagamentos, histórico e previsão de cobranças, mas não cancela serviços diretamente.

O Nubank lançou nesta terça-feira (9) o Gerenciador de Assinaturas, ferramenta que centraliza em um único lugar todas as cobranças recorrentes dos clientes, como serviços de streaming, academias e aplicativos.

A funcionalidade está sendo liberada de forma gradual para a base de clientes do Nubank no Brasil. Para acessar, é necessário entrar na seção de cartão de crédito e buscar pela área Minhas Assinaturas. Nela, é possível ver valores e nomes como Globoplay, Netflix, Vivo, Smart Fit e Spotify.

Cerca de 21 milhões de clientes têm alguma assinatura ativa, segundo dados internos coletados de outubro de 2024 a outubro de 2025. O gasto médio mensal é de R$ 92 por pessoa, com ticket médio de R$ 38 por transação. Os serviços como streaming, telecomunicações, bem-estar, academias, planos de saúde, ensino a distância e gaming lideram o ranking das diferentes categorias.

Gerenciador de Assinaturas do Nubank (imagem: Tecnoblog)

No período analisado, os clientes gastaram aproximadamente R$ 24 bilhões em assinaturas recorrentes utilizando cartão de crédito, débito e Pix, os meios de pagamento mais utilizados. Mais de 627 milhões de transações foram registradas nos últimos 12 meses.

A ferramenta permite visualizar no celular todos os pagamentos e assinaturas ativas e recorrentes no cartão de crédito, o valor de cada uma, histórico recente de pagamentos e previsão das próximas cobranças. É possível acessar o cartão cadastrado em cada assinatura (virtual, adicional ou físico), caso o cliente precise bloquear, trocar ou reutilizar.

O sistema oferece recursos de personalização, como opção de esconder assinaturas, editar frequência e submeter feedbacks para maior precisão dos gastos.

Apesar do nome, o Gerenciador de Assinaturas não permite cancelar serviços diretamente pelo aplicativo. A ferramenta funciona como uma planilha dos compromissos financeiros, para auxiliar no planejamento e evitar surpresas na fatura. Segundo Emilia Lopes, diretora-geral do Nubank, a funcionalidade traz transparência a uma área que muitos clientes consideram um “ponto cego” em suas finanças, de modo a eliminar a necessidade de planilhas ou aplicativos de terceiros.

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Cartão do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil

3 de Dezembro de 2025, 10:42
Ilustração da sede do Nubank
Sede do Nubank em São Paulo (foto: divulgação)

O Nubank anunciou hoje que tomará medidas para manter o nome inalterado no Brasil. Uma decisão recente do Banco Central impede o uso de termos associados a bancos por empresas que, a rigor, não possuem autorização para esse tipo de atividade – caso do Nubank.

De acordo com o Nubank, o objetivo é obter uma licença bancária no país em 2026, o que poderia ocorrer via solicitação direta ao Banco Central ou, conforme apurado pelo Tecnoblog, a partir da aquisição de alguma instituição financeira que possua a autorização. O caminho a ser seguido ainda não está definido.

Com isso, a instituição financeira mais valiosa da América Latina poderia continuar se chamando Nubank no país de origem, sem ter de migrar para algo como Nu, nome utilizado na Colômbia e no México. A marca também continuaria a mesma.

“A mudança pretendida não tem qualquer impacto para os clientes e todas as operações seguem normalmente. Hoje o Nubank tem mais de 110 milhões de clientes no país.”

O conglomerado declarou em comunicado que “segue sendo uma fintech, com a mesma missão de sempre, mas agora buscando a quarta licença de operação”. Hoje, ela tem autorização para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores.

Resolução Conjunta n° 17, de 28 de novembro de 2025, deu prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura. Ele deve incluir um cronograma de implementação.

Não custa lembrar: não há qualquer obrigação de abrir agências físicas ao se tornar oficialmente um banco.

No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil

Nubank é considerada a maior fintech do Brasil e da América Latina (Imagem: Divulgação/Nubank)

BC toma decisão final e Nubank avalia mudar de nome

1 de Dezembro de 2025, 11:12
Ilustração da sede do Nubank
Sede do Nubank (imagem: divulgação/Nubank)
Resumo
  • BC e CMN publicaram resolução que proíbe uso de “banco” e “bank” por instituições que não são bancos;

  • Nubank e PagBank estão entre as empresas que podem ter que ajustar seus nomes comerciais;

  • Instituições afetadas terão 120 dias para apresentar um plano e até um ano para concluir as mudanças.

Em uma reunião realizada na última quinta-feira (27/11), o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) definiram uma resolução conjunta que proíbe que termos como “bank” e “banco” sejam usados por instituições financeiras que não são bancos. Nubank e PagBank estão entre as empresas que poderão ser afetadas pela decisão.

De acordo com o BC, a resolução que trata de nomenclatura condiciona as instituições a utilizarem nome empresarial, nome fantasia, marca, meios de comunicação e até domínio de endereço na internet com termos que sejam condizentes com seus ramos de atividade.

Tomando o Nubank como exemplo, a empresa é autorizada pelo Banco Central a atuar no Brasil como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores. Apesar do “bank” no nome, o Nubank não é uma instituição bancária.

Outro exemplo vem do PagBank. A despeito do “bank” no nome comercial, a empresa opera junto ao Banco Central como uma instituição de pagamento, não como um banco.

Estima-se que cerca de 20 instituições financeiras estejam em situação semelhante aos casos do Nubank e PagBank, o que significa que todas terão que adotar nomes sem os termos “bank” ou “banco”.

A Resolução Conjunta n° 17 de 28 de novembro de 2025 dá um prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura, o que deverá incluir um cronograma de implementação. Esta última, por sua vez, deverá ser concluída em até um ano a partir da publicação das regras.

Em linhas gerais, a nova resolução surge com o propósito de permitir que cidadãos identifiquem mais facilmente instituições que são consideradas fintechs, sociedades de crédito, financeiras e semelhantes, de modo a evitar que elas sejam confundidas com bancos.

Vale destacar que a decisão foi divulgada agora, mas o BC vinha estudando implementar regras para o uso dos termos “banco” e “bank” desde o início do ano.

Símbolo do PagBank e celulares exibindo o app do serviço logo abaixo
PagBank também pode ter que mudar de nome (imagem: divulgação/PagBank)

O que diz o Nubank sobre a resolução do CMN e BC?

O Nubank enviou o seguinte posicionamento ao Tecnoblog:

O Nubank informa que está analisando a nova determinação do Banco Central sobre nomenclatura de instituições financeiras. Reforçamos nosso compromisso histórico e inegociável de seguir rigorosamente toda a legislação e regulamentação vigente no país, respeitando os prazos e as determinações da Autoridade Monetária.

O Nubank reforça, ainda, que a norma diz respeito apenas ao nome das instituições e não aos serviços prestados e que conta com todas as licenças necessárias para oferecer os produtos atualmente disponíveis em sua plataforma. Nossas operações e a oferta de nossos produtos e serviços seguem normalmente, sem nenhum impacto para os clientes.

Também em nota enviada ao Tecnoblog, o PagBank deu a seguinte declaração:

A regulamentação do BC não tem impacto para o PagBank, pois desde 2019 temos licença de banco múltiplo.

BC toma decisão final e Nubank avalia mudar de nome

Nubank é considerada a maior fintech do Brasil e da América Latina (Imagem: Divulgação/Nubank)

PicPay culpa Apple por falta de Pix por aproximação no iPhone

24 de Novembro de 2025, 12:21
Apple Pay habilita pagamento via NFC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O PicPay critica a Apple por impor obrigações onerosas que impedem a oferta do Pix por aproximação no iPhone, ao contrário do Android.
  • A Apple é acusada de criar dificuldades para emissores de cartões e carteiras digitais, impondo prazos, formas de pagamento e padrões técnicos.
  • O PicPay e outras entidades afirmam que a Apple cobra taxas por transação, dificultando a implementação de soluções como o Pix.

O PicPay criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. De acordo com a fintech, a empresa da maçã detém amplo poder econômico em mercados relevantes, de modo a impor obrigações onerosas aos emissores de cartões e às carteiras digitais. Isso impediria a oferta do Pix por aproximação, ao contrário do que ocorre no Android.

A manifestação do PicPay ocorre no inquérito administrativo 08700.002893/2025-17 do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A autarquia federal avalia se a Apple age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos, com foco especial no NFC do iOS. A mais recente movimentação foi uma contribuição do PicPay para a discussão. O documento foi enviado em 8 de outubro e divulgado em 21 de novembro.

Quais as críticas do PicPay?

No documento, o PicPay afirma que o NFC é a tecnologia para pagamentos por aproximação com maior escala e mais casos de uso. Dá para usar em smartphones, relógios e pulseiras, por exemplo. Além dos pagamentos, também viabiliza funções de transporte público, controle de acesso, identificação pessoal, passaporte eletrônico e marketing interativo.

O PicPay afirma que não há barreiras para que um banco ofereça ferramentas de pagamento nas carteiras digitais Google Pay e Samsung Wallet (ambos no Android). Por sua vez, o ambiente da Apple estaria repleto de dificuldades. Por exemplo, a Apple faria a imposição de prazos e formas de pagamento, obrigações acessórias e padrões técnicos de implementação. “Há uma clara assimetria”, conclui a fintech.

PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De acordo com o PicPay, outras carteiras digitais não cobram taxas por transação, observação que se repete nas colocações do Nubank, Mercado Pago, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e associação Zetta, que representa iFood, 99 Pay, Cora, Agibank, Caju e RecargaPay, entre outros.

“O próprio Banco Central depara-se atualmente com entraves para implementar sua agenda regulatória e dar amplo acesso às modalidades disponíveis do Pix, com cumprimento aos requisitos regulatórios, por conta dessas limitações e particularidades estabelecidas pela Apple.”

– PicPay, em resposta ao Cade

Apple afirma não possuir posição dominante

Em outras ocasiões, a defesa da Apple argumentou que o iPhone representa uma parcela pequena do mercado de smartphones (cerca de 10%) e que não possui posição dominante no Brasil. Também sustenta que terceiros podem se integrar à plataforma NFC & SE, que permitiria, por exemplo, o Pix por aproximação, desde 2024. É cobrada uma taxa pelo uso da tecnologia. Os valores não foram divulgados.

PicPay culpa Apple por falta de Pix por aproximação no iPhone

Capa - Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nubank abandona trabalho remoto e terá modelo híbrido a partir de 2026

6 de Novembro de 2025, 16:03
Logotipo do Nubank
Nubank é a empresa mais valiosa da América Latina (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Nubank adotará modelo híbrido de trabalho a partir de julho de 2026, com transição até 2027, para fortalecer a cultura organizacional e acelerar a inovação.
  • Escritórios em São Paulo, Cidade do México e Bogotá serão expandidos, com novos espaços em várias cidades, enquanto algumas funções permanecerão remotas.
  • O Nubank cresceu de 59 milhões para 122 milhões de clientes durante o trabalho remoto, atingindo lucro líquido de US$ 637 milhões no segundo trimestre de 2025.

O Nubank anunciou hoje que adotará o modelo de trabalho híbrido a partir de julho de 2026, encerrando cinco anos de operação remota. O fundador e CEO da empresa, David Vélez, comunicou a controversa decisão aos funcionários nesta quarta-feira e estabeleceu um período de transição de oito meses para permitir ajustes.

O executivo justificou a mudança com base em três pontos: fortalecimento da cultura organizacional, aceleração da inovação por meio de interações presenciais e melhoria da excelência operacional. Segundo Vélez, as maiores inovações da história do banco nasceram da colaboração entre pessoas na mesma sala. Ele afirmou que o trabalho remoto otimiza a conveniência individual, mas geralmente “compromete” a produtividade coletiva.

Vélez mencionou que o ambiente remoto tem benefícios óbvios, mas custos invisíveis.

Transição até 2027

A transição ocorrerá em fases: funcionários trabalharão presencialmente dois dias por semana a partir de julho de 2026 e três dias semanais a partir de janeiro de 2027.

O Nubank expandirá e melhorará os escritórios-sede em São Paulo, Cidade do México e Bogotá. A empresa também investirá em novos espaços para equipes específicas em Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Buenos Aires, área metropolitana de Washington D.C., Miami e Palo Alto, além dos hubs existentes em Berlim, Montevidéu e Durham. Aproximadamente 70% das equipes trabalharão presencialmente em um ou mais escritórios designados.

Funcionários que moram a menos de 50 km de um escritório oficial podem escolher trabalhar a partir dele, mesmo que não seja o designado para sua equipe. Quem mora a mais de 50 km deve comparecer ao escritório designado.

Foto de uma mulher e dois homens sentados em uma estrutura com assentos de tecido roxo e base de compensado. O grupo sorri, posando em um escritório moderno com iluminação indireta.
Cristina Junqueira, David Vélez e Edward Wible, os fundadores do Nubank (imagem: divulgação)

O Nubank informou ainda que oferecerá auxílio-realocação aos trabalhadores que precisarem se realocar para mais perto do escritório designado, com o objetivo de mitigar os impactos da mudança.

Algumas funções permanecerão em modelo remoto devido à natureza do trabalho, incluindo Investor Help, Ouvidoria, Data Labeling, Financial Crime Investigation, Regulatory Solutions e Talent Acquisition. Os funcionários podem solicitar exceção ou extensão pessoal da transição com base em critérios como senioridade, desempenho, distância do escritório e situações médicas específicas.

Durante os cinco anos de operação remota, o Nubank cresceu de 59 milhões para 122 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia. A empresa alcançou lucro líquido de US$ 637 milhões e faturamento recorde de US$ 3,7 bilhões no segundo trimestre de 2025.

Trabalho presencial, agências online

A notícia sobre o retorno – ainda que parcial – aos escritórios do Nubank causou um misto de reações na internet. Diversos usuários apontaram a ironia de uma instituição 100% digital, sem nenhuma agência física para atendimento aos correntistas, mas que exige a ida dos funcionários numa periodicidade elevada.

Diante da repercussão, a equipe de comunicação do Nubank me assegurou que não há planos de abrir agências físicas.

Nubank abandona trabalho remoto e terá modelo híbrido a partir de 2026

Nubank (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De Made in a Created in: os países do BRICS+ estão moldando uma nova economia criativa

30 de Outubro de 2025, 12:47
Mesa de debate cinco participantes sentados, em um palco iluminado em tons de azul. Uma das pessoas está com microfone em mãos, fazendo uma intervenção. A tela ao fundo mostra o nome do evento “RICs – Russian International Creative Seasons” e o tema da discussão sobre IA, blockchain e novas economias. Flores decoram a parte frontal do palco.
Painel discute indústria criativa e tecnologia nos países do BRICS+ (imagem: divulgação)

Os países do BRICS+ podem se tornar centros de desenvolvimento de soluções criativas baseadas em tecnologias inovadoras. Essa é a avaliação de Vladislav Kreinin, vice-presidente sênior e diretor do departamento de marketing e comunicação do Sberbank, da Rússia.

Kreinin abriu uma sessão intitulada “Created in BRICS+”, que aconteceu no dia 9 de outubro durante o Fórum Internacional RICS, em São Petersburgo (Rússia). “Estamos prestes a passar da lógica do ‘Made in’ para a lógica do ‘Created in’ – para a criação de valor e significados em primeiro lugar”, comentou o executivo na abertura do debate.

Participantes de diversos países da aliança discutiram como a inteligência artificial, a blockchain e as indústrias criativas podem se tornar a base de uma nova estrutura econômica.

Uma mesa de discussão em um palco de evento, com cinco participantes sentados em poltronas, olhando para o público. Uma das pessoas fala ao microfone. Ao fundo, há uma tela grande com o título da sessão em russo e inglês sobre criatividade, inteligência artificial e blockchain no BRICS+. A plateia aparece desfocada na frente.
Evento aconteceu em outubro de 2025 na cidade de São Petersburgo (imagem: divulgação)

As indústrias criativas crescem em um ritmo 15% maior que os demais setores da economia, formando um mercado global de mais de US$ 1,6 trilhão. A nova economia supera a noção de capacidade de produzir bens físicos, voltando-se para a geração de ideias, conteúdos, design e códigos culturais.

Esse é um setor que já contribui com mais de 4% para o PIB mundial, número que tende a aumentar nos próximos anos. Para os países do BRICS+ – muitos dos quais têm sido historicamente vistos como exportadores de matérias-primas ou locais de produção –, essa é uma oportunidade para reformatar e mudar o seu papel na economia global.

Sber investe em tecnologia própria

Nos últimos anos, a Sber transformou-se em uma empresa de TI capaz de desenvolver seu próprio ecossistema de ferramentas de inteligência artificial e blockchain. A companhia conta com três redes neurais emblemáticas: GigaChat, Kandinsky e SymFormer. Juntas, elas formam um conjunto de soluções totalmente adequado às indústrias criativas.

O GigaChat é capaz de gerar texto, responder a perguntas e criar códigos de programação. Recentemente, ele ganhou a habilidade de criar apresentações por meio da análise de prompts e estruturação de conteúdos.

Já o Kandinsky gera imagens, animações e pequenos vídeos a partir dos pedidos em texto dos usuários. Por fim, o SymFormer é especializado em música, sendo capaz de processar descrições de texto e convertê-las em faixas de música, além de aperfeiçoar partituras e criar trilhas sonoras.

IA e humanos caminham juntos rumo ao futuro da arte

A colaboração entre a tecnologia e os seres humanos permite transformar em realidade produtos criativos marcantes para a comunidade global. Um exemplo disso é a primeira ópera do mundo concluída com a ajuda da IA: Mandrágora.

Mandrágora é baseada em uma ideia de Pyotr Tchaikovsky e Sergei Rachinsky. Ela foi recriada e concluída com a ajuda do compositor russo contemporâneo Pyotr Dranga e das redes neurais da Sber. O GigaChat escreveu o libreto, o SymFormer finalizou a música e o Kandinsky criou os efeitos visuais.

A ópera foi apresentada no Novo Palco do Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, em junho de 2025. Além disso, ela entrou no repertório do teatro, tornando-se uma obra artística de pleno direito e marcando uma nova etapa no desenvolvimento da síntese da arte e da tecnologia.

Blockchain pode ajudar indústria criativa

Não é somente a IA que pode fomentar o desenvolvimento de produtos criativos. A tecnologia blockchain pode contribuir em outra etapa do processo.

O Laboratório de Blockchain do Sberbank é responsável pela pesquisa das cadeias de blocos existentes, bem como pelo desenvolvimento de novos sistemas. As soluções usam como base a própria plataforma de blockchain da Sber, que permite a implementação de contratos inteligentes e a emissão e negociação de ativos digitais (DFA) sem programação.

Para as indústrias criativas, isso significa licenciamento transparente, controle da utilização de conteúdos e automatização dos pagamentos de royalties, formando novos modelos de colaboração.

“O ecossistema da Sber pode constituir a base para uma infraestrutura para as indústrias criativas interagirem”, sublinha Vladislav Kreinin, do Sberbank. “Isso vai desde a IA generativa e a blockchain até os serviços de proteção de propriedade intelectual e a promoção de conteúdos.”

De Made in a Created in: os países do BRICS+ estão moldando uma nova economia criativa

ChatGPT Go chega ao Brasil; clientes do Nubank têm acesso grátis

28 de Outubro de 2025, 07:30
Marcas do Nubank e do ChatGPT sobre fundo abstrato nas cores roxa e verde
Nubank anuncia parceria com OpenAI para promoção do ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O ChatGPT Go oferece limites de mensagens e imagens dez vezes maiores que o plano gratuito e custa R$ 39,99 por mês.
  • Clientes do Nubank têm acesso gratuito ao ChatGPT Go por até 12 meses, dependendo do relacionamento com o banco.
  • O Brasil possui cerca de 50 milhões de usuários mensais do ChatGPT, sendo um dos países com maior participação na plataforma.

Os adeptos do ChatGPT no Brasil passam a contar com uma versão mais completa da inteligência artificial: o ChatGPT Go, com limite de mensagens dez vezes maior para o GPT-5 do que a opção gratuita. Eu o apelidei de “ChatGPT econômico premium”, já que melhora um pouco, mas não chega ao patamar do ChatGPT Plus. Ele custa R$ 39,99 por mês.

Como parte dos esforços de lançamento, o Nubank vai liberar a ferramenta de graça para seus clientes. A mordomia vale por até um ano, a depender dos produtos que o usuário possui com o banco.

O que é o ChatGPT Go

Ilustração com o logo do ChatGPT ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
ChatGPT Go chega ao Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O ChatGPT Go é uma versão do ChatGPT com recursos adicionais, especialmente relevantes porque o GPT-5, modelo mais recente e poderoso da OpenAI, possui limitações de uso no plano gratuito.

De acordo com a empresa, os assinantes do ChatGPT Go terão:

  • Limites de mensagens 10 vezes maiores com o GPT-5
  • 10 vezes mais geração de imagens por dia
  • 10 vezes mais uploads de arquivos ou imagens por dia
  • 2 vezes mais memória para respostas personalizadas

O Go representa uma economia de 65% em relação ao ChatGPT Plus, que custa US$ 19 por mês e oferece recursos mais completos.

Benefício no Nubank

O Nubank está junto da OpenAI no lançamento da novidade, que inicialmente estava disponível apenas na Índia. O benefício depende do relacionamento com o cliente, conforme apresentado na tabela abaixo.

ModalidadeBenefício
Nubank1 mês grátis
Nubank+3 meses grátis
Nubank Ultravioleta12 meses grátis

“Estamos posicionando o Nubank como uma porta de entrada para inovações que tornam a vida dos nossos clientes melhor e mais fácil”, declarou em nota Ali Ahearn, vice-presidente do Nubank Ultravioleta.

Não custa lembrar: o benefício é limitado a quem nunca teve acesso pago ao ChatGPT.

50 milhões de brasileiros

O ChatGPT tem cerca de 50 milhões de usuários mensais no Brasil, segundo dados oficiais, o que faz do país um dos que mais participam da plataforma. Também estamos no top 3 de nações que mais interagem com o GPT.

A OpenAI tem se aproximado do mercado doméstico. A empresa recentemente anunciou a abertura de um escritório em São Paulo e firmou uma parceria com a Claro para oferecer acesso gratuito ao ChatGPT a parte dos consumidores, conforme revelado em primeira mão pelo Tecnoblog.

ChatGPT Go chega ao Brasil; clientes do Nubank têm acesso grátis

Nubank anuncia parceria com OpenAI para promoção do ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT, da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Caixa, Itaú, Nubank e outros bancos sofrem instabilidade nesta segunda

6 de Outubro de 2025, 14:50
Bancos fora do ar em 6 de outubro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Clientes de diversos bancos brasileiros estão com dificuldades para realizar transações no Pix nesta segunda-feira (06/10). A lista é longa, mas inclui Caixa, Itaú, Nubank, Bradesco e Inter, de acordo com monitoramento da plataforma DownDetector, especializada em serviços digitais.

Ainda não se sabe o motivo do problema. No entanto, já se tornou uma tradição que as operações digitais de grandes bancos sofram um engasgo em datas próximas do quinto dia útil do mês – que cai justamente hoje, segunda-feira.

Ainda de acordo com o DownDetector, as seguintes instituições também estão com problemas: C6 Bank, Santander, Sicredi, Cora, Banco Pan, Sicoob, Picpay, Banrisul e BRB. Esta ferramenta se baseia em relatos dos próprios consumidores na internet.

O Banco Central declarou ao Tecnoblog que os seus sistemas “funcionam normalmente” e que não se manifesta sobre entidades supervisionadas. A resposta foi recebida às 17h.

Caixa, Itaú, Nubank e outros bancos sofrem instabilidade nesta segunda

Bancos fora do ar em 6 de outubro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nubank melhora a maioria dos planos do NuCel; veja o que muda

2 de Outubro de 2025, 12:14
NuCel é a marca de telefonia do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Nubank lançou NuCel, operadora virtual de telefonia móvel, em outubro de 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Nubank aumentou a franquia de internet dos planos do NuCel: o plano de R$ 45 passou de 20 GB para 25 GB, e o de R$ 70 foi de 35 GB para 40 GB.
  • O plano intermediário foi alterado de 25 GB por R$ 55 para 30 GB por R$ 60, reduzindo o custo por GB de R$ 2,20 para R$ 2.
  • Clientes dos planos de 20 GB e 35 GB serão migrados para as novas ofertas com 5 GB adicionais; clientes do plano de 25 GB terão uma redução de R$ 5 na mensalidade.

O Nubank anunciou novos planos do NuCel, sua operadora móvel, com mais internet em comparação aos atuais. A oferta mais barata, de R$ 45 mensais, passou de 20 GB para 25 GB. O mesmo acréscimo aconteceu com o plano mais caro, de R$ 70 mensais, que foi de 35 GB para 40 GB.

O plano intermediário, por sua vez, foi substituído por um mais caro e com mais internet: sai a oferta de 25 GB por R$ 55, entra a oferta de 30 GB por R$ 60. Na ponta do lápis, é uma vantagem: o preço por GB passa de R$ 2,20 para R$ 2.

O Nubank explica que clientes atuais serão migrados para a melhor oferta disponível. Isso significa que os assinantes dos antigos planos de 20 GB e 35 GB receberão 5 GB adicionais.

Já clientes do pacote de 25 GB não serão migrados para o plano de 30 GB, que tem recarga mais alta. Em vez disso, haverá uma redução de R$ 5 no valor pago.

Vale lembrar que os planos não têm fidelização, podendo ser cancelados ou trocados pelo cliente. O pagamento pode ser feito com o cartão de crédito ou o saldo da conta do Nubank.

Nova mudança após três meses

Cartão SIM roxo em posição inclinada com brilho ao fundo. O cartão possui um chip dourado ao centro, encaixado dentro de um desenho estilizado de chip em branco. No canto superior esquerdo do cartão, está o logotipo "nu" em branco. O fundo da imagem é um degradê em tons de roxo com raios de luz centralizados. Logomarca do Tecnoblog no canto inferior direito.
NuCel ganhou chip físico de telefonia em julho de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O NuCel tinha alterado seus planos pela última vez em julho de 2025, quando a empresa desfez a política de uma franquia separada para redes sociais, liberando esses dados para uso geral.

No mesmo mês, a operadora do Nubank passou a contar com chip SIM físico. Até então, o serviço operava apenas com chip virtual eSIM, que é compatível com um número muito menor de aparelhos, geralmente mais caros do que a média do mercado.

NuCel oferece benefícios

Além da internet móvel, os planos do NuCel oferecem benefícios de conectividade e também financeiros, atrelados à conta do Nubank:

  • Ligações ilimitadas para todo o Brasil.
  • WhatsApp ilimitado, inclusive para chamadas de voz e vídeo.
  • Acesso ao app do Nubank sem descontar da franquia.
  • Investimento de até R$ 10 mil com rendimento de 120% do CDI, em uma Caixinha exclusiva.

O NuCel é uma operadora virtual de telefonia móvel. O serviço usa a rede da Claro, com cobertura em 93% do território nacional e acesso 5G.

Nubank melhora a maioria dos planos do NuCel; veja o que muda

Nubank lançou NuCel, operadora virtual de telefonia móvel (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

NuCel ganha chip físico de telefonia em julho de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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