A Balio Studio anunciou recentemente Winx Club: Moonlight Quest, novo jogo de mundo aberto baseado no universo de Clube das Winx. O título chega em novembro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Switch 2 e PC, com mais de 30 minijogos e 24 personagens jogáveis.
A produção leva Bloom e outros personagens para uma aventura através da Dimensão Mágica, com exploração livre em locais já conhecidos da franquia. O jogo também combina voo, magia, combates e diferentes atividades paralelas.
Moonlight Quest foi apresentado oficialmente durante a Gamescom 2026, realizada na Alemanha na última semana, onde os visitantes puderam testar uma versão do game. Segundo o estúdio, o título também já ultrapassou 12 milhões de visualizações nas redes sociais após sua revelação. Confira o trailer!
Saiba mais sobre Moonlight Quest, o jogo de mundo aberto das Winx
Em Winx Club: Moonlight Quest, os jogadores poderão explorar diferentes regiões do universo das Winx com maior liberdade. Locais conhecidos da série estarão disponíveis para exploração, incluindo áreas que escondem segredos e outros elementos espalhados pelo mapa.
Bloom será a protagonista da aventura e poderá utilizar suas asas para percorrer o mundo aberto pelos céus. A personagem poderá se transformar e voar livremente, alternando entre a exploração terrestre e aérea.
A história terá como ponto central o misterioso Festival das Cem Luas. As celebrações não acontecem como planejado, levando Bloom a explorar a Dimensão Mágica, utilizar seus poderes e enfrentar diferentes ameaças durante a jornada.
A exploração será acompanhada por combates mágicos e outros momentos de ação. A proposta é permitir que os jogadores descubram o universo de Winx Club enquanto avançam pela aventura e enfrentam os desafios encontrados pelo caminho.
Jogo do Clube das Winx terá mais de 30 minijogos e 24 personagens jogáveis
Além da campanha principal, Moonlight Quest contará com 32 minijogos distribuídos em quatro modos de jogo. As atividades incluem desafios que envolvem habilidade, reflexos, velocidade e competição.
Os minijogos também poderão ampliar a experiência para além da história de Bloom, com atividades pensadas para serem aproveitadas por amigos e familiares. O título ainda terá diferentes formas de interação com o universo da franquia.
Ao todo, 24 personagens do universo de Winx Club serão jogáveis. A seleção permitirá controlar figuras conhecidas da série em diferentes momentos da experiência — além da protagonista.
Quando o jogo das Winx será lançado? Game teve forte adesão nas redes sociais
Winx Club: Moonlight Quest será lançado em novembro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC, via Steam e Epic Games Store. A Balio Studio ainda não revelou o dia exato da estreia.
A produção também esteve disponível para testes durante a Gamescom 2026, em Colônia, na Alemanha. O estúdio participou do evento em parceria com a Rainbow, responsável pela franquia Winx Club.
O anúncio de Moonlight Quest também teve forte repercussão nas redes sociais: segundo a Balio Studio, o vídeo de revelação passou de 12 milhões de visualizações em 24 horas, acompanhado por mais de 400 mil curtidas, 25 mil comentários e 200 mil compartilhamentos.
E você, quais são suas expectativas para Winx Club: Moonlight Quest? Conte para o Voxel nas redes sociais o que espera do novo jogo das Winx!
Uma das coisas mais legais no mundo do hardware é a capacidade da tecnologia surpreender os usuários. Lembro que na década passada era bem complicado e custoso adquirir um bom water cooler. Os tempos certamente mudaram e o Montech PureFlow ARGB 360 é uma prova disso. Eu me surpreendi com um water cooler de R$ 300.
A TerabyteShop me enviou um exemplar do Montech PureFlow de 360 mm, e pela segunda vez pude testar um produto da fabricante. Mesmo extremamente barato, esse aparente simples liquid cooler deixou o meu Ryzen 7 9800X3D literalmente gelado em quase todas as situações. O melhor? Ele é incrivelmente barato.
Eu sei como esse início de texto pode soar como uma publicidade disfarçada, afinal de contas, algumas coisas são boas demais para serem verdade. Este caso é uma exceção. O PureFlow é realmente um bom cooler. Claro, a Montech precisou fazer alguns cortes importantes para chegar ao valor desejado, mas o resultado compensa.
Nos últimos meses eu me tornei um exímio analista de coolers, em especial os que trabalham com líquidos para arrefecer processadores. Talvez o modelo mais barato que testei custasse uns R$ 700 em promoção. O mais caro fica na casa dos R$ 2,5 mil e tem uma tela OLED curvada embutida.
PureFlow da Montech é um modelo humilde, mas potente (Imagem: Felipe Vidal/Voxel)
Por isso, ao abrir a caixa do Montech PureFlow ARGB 360 eu tive uma surpresa. Primeiro, ela parecia uma caixa menor. Segundo, a caixa era leve. Terceiro, ao abrir a encomenda, percebi que as coisas eram bem simples. Na verdade, até mais simples do que eu pensava, mas que está totalmente dentro da proposta do produto.
O novo PureFlow tem dimensões padrão de um water cooler convencional, com 397 x 120 x 27 mm. Por algum motivo eu achei ele visualmente menor que outros modelos. O radiador, no entanto, se mantém firme com seus 2,7 cm de espessura, um número muito bom para modelos de entrada e extremamente utilizado em versões entusiastas.
A construção segue o formato em alumínio e eu senti esse water cooler bem levinho, mas isso não se tornou um ponto problemático. Melhores materiais na carcaça permitem maior durabilidade e melhor arrefecimento, mas aqui a Montech não fez nada que comprometesse a estrutura e qualidade do item.
Capa da bomba de resfriamento é básica (Imagem: Felipe Vidal/Voxel)
O time da Montech não detalha muito sobre a bomba presente no PureFlow ARGB 360, mas não parece um sistema mirabolante. Mesmo assim, ele foi capaz de segurar um Ryzen 7 9800X3D em atividades bem complexas, e é preciso dar créditos para a fabricante - mesmo que esse processador não seja o mais esquentadinho que temos.
Junto a ele a companhia envia uma estrutura única de ventoinhas para formar o clássico conjunto de 360 mm. São ventiladores simples e que funcionam no padrão ARGB, então os usuários podem customizar as cores por meio de softwares no PC. No meu caso, eu usei o Gigabyte Control Center.
Vale destacar que as mangueiras do PureFlow ARGB de 360 mm são relativamente médias, com 40 cm de extensão. Como esse é um produto de entrada, não vejo problemas, afinal de contas gabinetes compatíveis com essa faixa de preço também não são muito grandes. Mas isso pode ser uma questão se você for instalar a peça na parte frontal ou lateral, mais longe do processador.
Mangueira de 40 cm do Montech PureFlow ARGB 360 (Imagem: Felipe Vidal/Voxel)
Por falar na mangueira, a conexão dela com a bomba é muito dura para movê-la. É preciso fazer um esforço considerável para mover essa mangueira e corre o risco do usuário aplicar força demais e quebrar o componente.
Instalação tranquila?
O Montech PureFlow ARGB 360 é um water cooler simples, você já sabe disso. Por mais que isso não comprometa em nada no resfriamento do processador, a simplicidade do aparelho mostra seu lado ruim na montagem. Na verdade, nem se trata de algo exatamente ruim, mas é onde eu percebo que os cortes de custo foram feitos para esse cooler custar R$ 300.
Para esse water cooler, a companhia usa um cabo para a peça íntegra de ventoinhas, que se divide em um conector de energia, um ARGB macho e um fêmea. Dessa forma, é possível conectar o cabo fêmea na placa-mãe e depois o macho no conector ARGB da bomba, além dos respectivos conectores de energia.
Montech PureFlow ARGB 360 pode ser instalado em soquetes LGA 115x, 1200, 1700 e 1851, além do AM4 e AM5 (Imagem: Felipe Vidal/Voxel)
A grande questão é que esses conectores são um pouco menos resistentes do que os de outros modelos. Isso não chega a ser um grande problema, mas pode se tornar um caso o usuário force demais para encaixar. Claro, isso também mostraria uma grande parcela de culpa do consumidor, mas parece cair na mesma crítica da mangueira rígida demais.
Parte destacável da bomba do Montech PureFlow ARGB (Imagem: Felipe Vidal/Voxel)
Desempenho potente
Depois de elogios a respeito desse carinha, chegou o momento de ver como o Montech PureFlow ARGB 360 roda em games. A metodologia consistiu em usar o water cooler em sua configuração padrão, como muitos usuários fazem, com a pasta térmica de fábrica, parafusos presos em torque máximo e ambiente climatizado a 22ºC.
Ao começar pelos testes sintéticos, as primeiras impressões não poderiam ser melhores. O water cooler de R$ 300 deixa o Ryzen 7 9800X3D bem confortável em situações complicadas, como os testes do 3DMark. As temperaturas mais altas só chegam nos benchmarks mais pesados, como o Cinebench em modo multi-thread.
Em games, os resultados são ainda melhores. Por incrível que pareça, o Montech PureFlow ARGB 360 deixou uma série de títulos absurdamente gelados. A única exceção foi em Cyberpunk 2077, já que esses 66 °C já são bem quentinhos. Mesmo assim, para um cooler tão barato, é um baita resultado.
Vale a pena comprar o Montech PureFlow ARGB 360?
O Montech PureFlow ARGB 360 é um water cooler de R$ 300 surpreendentemente barato e com uma performance que muito boa para o que ele se propõe. Esse é um produto simples, mas que consegue fazer mágica com suas peças internas e entregar um alto nível de arrefecimento, mesmo para um Ryzen 7 9800X3D da vida.
A peça tem algumas questões menores, como restrições de conectores para a montagem, e uma mangueira com tamanho reduzido, mas nada que comprometa no uso. Ele é totalmente customizável via softwares e possui um tipo de keycap na bomba que possibilita rotacionar o símbolo da Montech conforme a orientação do componente.
PureFlow da Montech foi uma grata surpresa ao meu PC de testes (Imagem: Felipe Vidal/Voxel)
Por R$ 300, esse water cooler possui uma relação de custo e benefício absurda para quem não pode gastar muito dinheiro em um cooler. Combinar o PureFlow ARGB da Montech com processadores intermediários, como os Ryzen 5 e Core i5, pode ser uma baita pedida para quem não pode gastar tanto.
Já que o assunto é water cooler, recentemente eu testei um modelo da MSI com uma tela na bomba que me permitiu até assistir ao Brasil na Copa do Mundo. Siga o Voxel no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Os fãs de jogos musicais foram pegos de surpresa na cerimônia de abertura da Gamescom 2026. O estúdio RedOctane Games anunciou Stage Tour, sucessor espiritual do saudoso Guitar Hero — que, inclusive, tem alguns veteranos do clássico no desenvolvimento.
O jogo chega em 10 de dezembro de 2026, acompanhado de instrumentos de plástico e uma seleção de músicas com nomes como Blink-182, Paramore, Fall Out Boy, The Cure, Red Hot Chili Peppers e muitos outros.
O título resgata a proposta dos clássicos jogos musicais com periféricos e está sendo desenvolvido pela equipe responsável pelos primeiros jogos da franquia Guitar Hero. Além dos modos tradicionais, Stage Tour também terá opções como Julgamentos, Karaokê e Modo Tour.
Stage Tour trará músicas de respeito para jogar
Até o momento, 45 músicas foram confirmadas para Stage Tour, reunindo diferentes períodos e estilos do rock, metal e pop. A desenvolvedora também confirmou que novas faixas serão reveladas antes do lançamento.
Entre os destaques estão músicas de Metallica, Megadeth, Slipknot, Muse, Olivia Rodrigo, The Rolling Stones, Weezer e Avril Lavigne. Confira a lista completa das faixas anunciadas:
“Bite Me” — Avril Lavigne
“RATATATA” — BABYMETAL & Electric Callboy
“Just Pretend” — Bad Omens
“Blind and Frozen” — Beast in Black
“Red Flag” — Billy Talent
“Pump It” — Black Eyed Peas
“MORE THAN YOU KNOW” — blink-182
“Siren” — Castle Rat
“I Fought the Law” — The Clash
“Just Like Heaven” — The Cure
“I Believe in a Thing Called Love” — The Darkness
“Photograph” — Def Leppard
“Rio” — Duran Duran
“Bad Habits” — Ed Sheeran feat. Bring Me the Horizon
“Get the Funk Out” — Extreme
“Heartbreak Feels So Good” — Fall Out Boy
“Land of Confusion” — Genesis
“Square Hammer” — Ghost
“Mimi’s Delivery Service” — Good Kid
“Airhead” — Honey Revenge
“Grace” — Jeff Buckley
“The Unknowing” — Jfarrari
“Jane!” — The Long Faces
“The End” — Mammoth
“The Motherload” — Mastodon
“Tornado of Souls” — Megadeth
“Lux Æterna” — Metallica
“Kickstart My Heart” — Mötley Crüe
“Starlight” — Muse
“Ballad of a homeschooled girl” — Olivia Rodrigo
“Do Me Like That” — The Paradox
“For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic” — Paramore
“Just” — Radiohead
“Dani California” — Red Hot Chili Peppers
“Broken Dreams, Inc.” — Rise Against
“In the Stars” — The Rolling Stones
“Psychosocial” — Slipknot
“All Star” — Smash Mouth
“In the Meantime” — Spacehog
“Terminator Oscillator” — Static-X
“…Baby One More Time” — Tenacious D
“Shut Up and Dance” — Walk the Moon
“Island in the Sun” — Weezer
“Teenage Dirtbag” — Wheatus
“Sharp Dressed Man” — ZZ Top
Sucessor espiritual de Guitar Hero também trará instrumentos de plástico para as jogatinas
Assim como Guitar Hero e Rock Band, Stage Tour terá suporte a instrumentos de plástico, permitindo que os jogadores utilizem guitarra, bateria e microfone durante as partidas. O título também poderá ser jogado com teclado de PC e gamepad.
A RedOctane Games lançará periféricos oficiais junto com o jogo, incluindo uma guitarra Kramer, bateria e microfones com fio ou sem fio. Os preços anunciados no mercado britânico começam em £17,99 para o microfone USB, enquanto a guitarra custa £99,99 e a bateria sai por £179,99.
O jogo terá preço de £34,99, enquanto o pacote com Stage Tour e uma guitarra será vendido por £119,99. Também haverá guitarras Gibson licenciadas oficialmente, com valores a partir de £109,99. Os preços para o Brasil ainda não foram divulgados.
Além dos modos Partida Rápida e Prática, Stage Tour contará com Julgamentos, Karaokê e um novo Modo Tour roguelite, no qual as partidas apresentam diferentes escolhas e desafios. O jogo também terá multiplayer cooperativo local e online com suporte a crossplay.
Quando Stage Tour será lançado?
Stage Tour será lançado em 10 de dezembro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2. A RedOctane Games também promete uma experiência com diferentes instrumentos e modos de jogo, além das músicas já anunciadas. Novas faixas ainda serão reveladas antes da chegada do título.
E aí, quais são suas expectativas para Stage Tour? Conte nas redes sociais do Voxel se você pretende relembrar a era de ouro de Guitar Hero!
Não existe coisa mais linda do que uma partida de futebol. O esporte inventado na Inglaterra, mas revolucionado e dominado por nós, brasileiros, tornou-se parte da nossa identidade e cultura. Não é de se estranhar que Captain Tsubasa (ou Super Campeões, no Brasil) tenha sido um sucesso estrondoso por aqui, rivalizando em popularidade com outros clássicos dos anos 90. O anime, que também desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do futebol japonês, recebeu diversos jogos ao longo dos anos, de gachas a títulos no estilo TCG, sendo sua última grande entrada o ótimo Captain Tsubasa: Rise of New Champions.
Seis anos após o lançamento do título que mistura futebol com ação e os clássicos movimentos mirabolantes da franquia, como o surreal Skylab Hurricane dos irmãos Tachibana, temos a aguardada sequência: Captain Tsubasa 2: World Fighters. O jogo dá continuidade à história contada no primeiro título e recria o arco do Mundial Sub-19, com Tsubasa, agora jogando no São Paulo, reencontrando seus companheiros japoneses em mais uma jornada rumo à glória. Mas será que World Fighters faz jus à qualidade do primeiro game e à importância desse arco na história da série? Confira nossa análise a seguir.
Dentro das quatro linhas
Quando analisamos Captain Tsubasa, dois aspectos são fundamentais para determinar a qualidade do jogo: a jogabilidade e os modos de jogo. No primeiro quesito, fico feliz em afirmar que World Fighters é, na minha opinião, uma evolução do que vimos em Rise of New Champions, ainda que algumas decisões inexplicáveis tomadas pela Tamsoft impeçam que essa seja uma melhoria direta em todos os aspectos.
Uma das adições mais bem-vindas é a mudança no funcionamento dos goleiros, que, no primeiro título, atuavam praticamente como uma simples barra de vida. Felizmente, isso mudou nesta sequência. Agora os arqueiros também permitem que o jogador escolha a direção da defesa em reação ao chute adversário. Caso a decisão seja muito equivocada, o goleiro perde uma quantidade muito maior de resistência. Por outro lado, uma defesa perfeita garante que o gol não acontecerá, independentemente do estado físico do jogador.
Defender bem um chute pode ser a diferença entre vencer ou perder uma partida
Outra novidade interessante é o sistema de break, que ocorre quando um chute causa muito mais “dano” do que a resistência restante do goleiro. Nesses casos, além de vermos uma das clássicas animações de bola furando a rede, como no anime, a resistência máxima do arqueiro também é reduzida até o final da partida.
Outra novidade foi a adição dos super movimentos, habilidades que todos os jogadores em campo possuem e podem ativar após encher uma barra por meio de ações normais durante a partida. Esses especiais são divididos entre chutes, o clássico da franquia, dribles, passes, divididas, bloqueios e defesas milagrosas, no caso dos goleiros.
Embora seja divertido que cada jogador tenha sua oportunidade de brilhar, a frequência com que essas ações acontecem torna boa parte das partidas extremamente caótica, com uma abundância de carrinhos especiais praticamente impossíveis de evitar e dribles sucessivos. Além disso, como os chutes são executados quase instantaneamente, oferecendo apenas uma pequena janela para reação, sinto que parte da skill expression presente no jogo original acabou se perdendo. Afinal, uma das habilidades mais importantes era justamente saber carregar o chute até atingir o máximo de força possível para liberar esses especiais.
Prepara-se para ver muitos carrinhos assim
Além da confusão gerada pelos super movimentos, é preciso destacar uma mudança simplesmente inexplicável: em World Fighters não é possível realizar substituições nem acessar a formação da equipe durante a partida. Começou perdendo e gostaria de mudar para uma escalação mais ofensiva? Infelizmente, e reitero, inexplicavelmente, isso não é possível no jogo.
Para além das quatro linhas
Se a jogabilidade, apesar dos tropeços, representa uma leve evolução em relação ao seu antecessor, Captain Tsubasa 2: World Fighters falha, e feio, no segundo quesito que citamos anteriormente: os modos de jogo. Contando apenas com o modo história e partidas online ou offline contra o computador ou amigos, o jogo não oferece praticamente mais nada. Trata-se de um retrocesso considerável em relação a Rise of New Champions, que permitia a criação de torneios offline, disputas de pênaltis e até mesmo a montagem de um Dream Team com jogadores de diferentes seleções para utilização nesses modos, uma das opções mais divertidas do título anterior.
Além da quantidade, a qualidade também é um problema na sequência, com o modo história sendo consideravelmente mais simples. Se antes tínhamos diferentes rotas baseadas na escola que escolhemos, agora temos uma campanha totalmente linear, o que prejudica, e muito, o valor de revisitar a experiência. Vale lembrar que a história é, na prática, o principal modo de jogo do pacote. No fim das contas, a campanha, que faz uso excessivo de diálogos e frequentemente tem seu ritmo quebrado por telas de carregamento inexplicáveis, acaba sendo uma experiência capaz de agradar apenas os fãs mais dedicados da obra original.
Momentos icônicos da obra não são o suficiente para carregar o modo história
Além disso, outra mudança difícil de compreender é a remoção dos atributos individuais dos jogadores. Como consequência, o personagem criado pelo jogador também se torna incapaz de evoluir de forma significativa, limitando sua progressão à aquisição de novas habilidades especiais. Essa decisão prejudica diretamente a longevidade do título, já que elimina boa parte do incentivo para revisitar o modo história e criar novos atletas customizados com características diferentes.
Outro problema que impacta negativamente a experiência em World Fighters é a ausência de áudio ou legendas em português. A situação beira o absurdo quando lembramos que Rise of New Champions contava com localização em nosso idioma e que esta sequência, curiosamente, inicia sua campanha com uma série de partidas disputadas no Brasil. Ainda assim, o recurso foi simplesmente removido.
Vale a pena?
Mesmo com melhorias significativas na jogabilidade, que já era um dos pontos fortes do primeiro título, Captain Tsubasa 2: World Fighters acaba entregando um pacote muito mais pobre do que seu antecessor. As novidades dentro de campo são bem-vindas e ajudam a tornar as partidas mais dinâmicas, mas a falta de conteúdo fora delas pesa demais na experiência geral.
Com um modo história simplificado, pouca variedade de conteúdo e a ausência de recursos presentes em Rise of New Champions, fica difícil recomendar o jogo para qualquer público que não seja formado por fãs dedicados da saga de Oliver Tsubasa. No fim, World Fighters é uma sequência divertida quando a bola está rolando, mas que representa um claro passo atrás em praticamente todo o resto.
Nota do Voxel: 70
Pontos positivos (Prós): -Jogabilidade divertida e dinâmica -Ótimas animações e visual fiel ao anime
Pontos negativos (Contras): -Modo história linear, sem escolhas relevantes e com diálogos travados -Falta de modos de jogo e conteúdo complementar -Não permite alterar a formação ou realizar substituições durante as partidas
Uma cópia de Captain Tsubasa 2: World Fighters foi cedida pela desenvolvedora para a review do jogo no PC. O game também está disponível no PS5, Xbox Series S/X e Nintendo Switch.
O Olhar Estendido de GTA 6 finalmente foi divulgado na semana passada, mostrando o primeiro gameplay oficial de Jason e Lucia após os recentes vazamentos envolvendo o jogo. A apresentação revelou diversas atividades disponíveis em Leonida, incluindo esportes, interações e novidades do mundo aberto.
Entre os detalhes que chamaram a atenção está a possibilidade de fazer carinho em cachorros, em uma mecânica que remete muito às interações com animais de Red Dead Redemption 2. Os jogadores também poderão repreendê-los e realizar outras ações envolvendo os pets espalhados pelo mapa.
Mas uma interação específica foi além: segundo informações compartilhadas após a apresentação, será possível pegar um saco com fezes deixado por um cachorro e arremessá-lo contra outras pessoas. A situação não apareceu no vídeo oficial, mas foi confirmada pelo co-diretor da Rockstar North, Rob Nelson.
Jogar cocô de cachorro nos NPCs talvez seja a coisa mais hilária de GTA 6 até o momento
A informação foi compartilhada pelo YouTuber TGG, que visitou a Rockstar North e teve acesso a detalhes do jogo, embora não tenha jogado a sequência. Segundo o criador de conteúdo, a interação foi explicada por Rob Nelson durante uma conversa sobre as possibilidades do mundo aberto.
De acordo com TGG, Nelson afirmou: “Se alguém estiver passeando com o cachorro na rua e o cachorro fizer cocô, você pode esperar a pessoa recolher as fezes com um saquinho e então bater nela, fazendo-a derrubar o saquinho cheio de cocô de cachorro”.
A interação não termina aí. “Aí você pode pegar o saquinho e jogar nas pessoas”, teria explicado o co-diretor da Rockstar North, indicando mais uma das situações emergentes que poderão acontecer durante a exploração de Vice City e Leonida.
Além dessa possibilidade, GTA 6 também permitirá interações mais convencionais com os cachorros, como acariciá-los ou repreendê-los. A mecânica faz parte do conjunto de ações que amplia a quantidade de objetos, animais e personagens com os quais Jason e Lucia poderão interagir.
Pet de GTA 6 consegue prever números corretos na loteria do jogo, segundo diretor
Outra informação curiosa envolve um cachorro mostrado em uma das cenas do material de GTA 6. A sequência sugere que Jason e Lucia possuem um pet, ou convivem com alguém que tem um, e o animal aparentemente está ligado a uma situação envolvendo os números vencedores da loteria.
“Há todo um outro mundo em Red Dead Redemption 2, e GTA 6 segue essa mesma linha”, afirmou Nelson. “Há muita coisa que você descobre de forma emergente — coisas para as quais não estamos necessariamente guiando você por meio de objetivos, marcadores ou ícones no mapa”.
O executivo explicou que a exploração terá um papel importante na descoberta dessas interações. “Se você dedicar um tempo para explorar, será recompensado — e muito”, completou Nelson ao falar sobre a quantidade de atividades e situações presentes no mundo aberto.
Olhar estendido da Netflix de GTA 6 mostrou muito mais
Além das interações com cachorros, o Olhar Estendido de GTA 6 mostrou Jason e Lucia participando de diversas atividades fora das missões principais. O conteúdo inclui esportes, exercícios físicos, exploração e diferentes formas de se deslocar por Vice City e outras regiões de Leonida. A lista você pode conferir clicando neste link!
Entre as atividades confirmadas estão acariciar ou repreender cães, alimentar animais de rua, estudar espécies, participar de lutas clandestinas, andar de motocross e disputar corridas de rua. Os protagonistas também poderão utilizar patinetes elétricos, aerobarcos, caiaques, jet-skis e muito mais.
A lista ainda inclui mergulho, exploração do fundo do mar, paraquedismo, minigolfe, bilhar, basquete, exercícios físicos e visitas a baladas e clubes de strip-tease. Os jogadores também poderão navegar pelas redes sociais, ouvir conversas de NPCs, roubar lojas e realizar outras atividades espalhadas pelo mapa enquanto ouve uma playlist de respeito.
GTA 6 chega em 19 de novembro ao PS5 e Xbox Series X|S — mas rodará apenas a 30 FPS nos consoles. E você, o que espera encontrar no mundo aberto dessa nova Vice City? Conte para o Voxel nas redes sociais!
O cenário brasileiro de jogos independentes ganhou novos lançamentos ao longo de 2026, com produções de diferentes gêneros e propostas para os jogadores aproveitarem. E para celebrar o feriado de Dia da Independência, o Voxel preparou uma lista com 12 projetos para você conhecer.
Entre RPGs, aventuras, jogos de ação e experiências narrativas, a lista mostra a variedade presente na atual produção independente brasileira. Lembrando que o país também ampliou sua presença em eventos internacionais ao levar cerca de 78 estúdios e empresas brasileiras na Gamescom 2026, segundo a Prefeitura de São Paulo.
A seguir, o Voxel apresenta mais detalhes sobre cada um dos 12 jogos independentes brasileiros que selecionamos para esta lista, incluindo títulos já lançados e games que estão chegando em breve. Confira!
Capote: Truco e Boteco
Capote: Truco e Boteco leva os clássicos jogos de cartas brasileiros para um boteco virtual, com partidas para jogar com amigos ou outros jogadores. São três modos disponíveis: Capote Clássico, 21 da Bete e Truco, cada um com suas próprias regras e estratégias.
Gods of Sand é um jogo de gerenciamento de gladiadores que combina administração de um ludus com combates por turnos. O jogador deve treinar seus guerreiros, melhorar suas habilidades, disputar batalhas nas arenas e conquistar novos territórios em um cenário inspirado em Swords and Sandals.
A Investigação Póstuma é uma aventura investigativa ambientada em uma versão noir do Rio de Janeiro de 1937. Preso em um loop temporal, o jogador precisa solucionar o assassinato de Brás Cubas enquanto descobre uma trama marcada por intrigas, traições e acontecimentos que se repetem.
Ghetto Zombies: Graffiti Squad é um top-down shooter de ação em que o jogador enfrenta hordas de zumbis usando armas variadas e pouco convencionais. Enquanto sobrevive aos inimigos, a missão também envolve espalhar grafites pela cidade e transformar os cenários durante os combates.
Pimbolas transforma o tradicional pebolim em uma disputa multiplayer para até quatro jogadores. As partidas contam com power-ups, arenas e inimigos diferentes, criando confrontos rápidos que podem ser jogados entre amigos.
Neve é uma ficção interativa não linear na qual as escolhas do jogador podem alterar os rumos da história. Após a queda de uma nave, é preciso administrar a equipe, investigar os mistérios do acidente e tomar decisões enquanto o tempo para descobrir a verdade se esgota.
Briefcase é um jogo de quebra-cabeças focado na organização de inventário, com 50 fases criadas manualmente. O objetivo é posicionar armas e outros itens corretamente, usando lógica e atenção aos detalhes para encontrar a melhor configuração e avançar pelos desafios.
Outlive 25 é uma versão remasterizada do clássico jogo brasileiro de estratégia, trazendo campanhas, diferentes facções e partidas online. O multiplayer permite confrontos com até 16 jogadores simultaneamente, enquanto as campanhas apresentam batalhas e objetivos distintos.
Nested Lands é um RPG medieval de sobrevivência que combina construção de vilas, gerenciamento de comunidades e combates. O jogador deve reunir sobreviventes, estabelecer um assentamento, produzir equipamentos e desenvolver habilidades para enfrentar o mundo, sozinho ou em cooperação online.
Gaucho and the Grassland mistura aventura e farming sim em uma jornada ambientada em um mundo inspirado na cultura gaúcha — e também acaba de chegar ao mobile com o nome de Gaúcho Origins. É possível explorar pastagens, serras, praias e áreas mágicas enquanto ajuda habitantes e criaturas místicas a restaurar o equilíbrio da região.
AVIÃOZINHO DO TRÁFICO PRÉ 4 chega à Steam em 16 de setembro e é um FPS brasileiro inspirado nos boomer shooters clássicos, especialmente no primeiro Quake, e desenvolvido com a id Tech 2.
O jogo combina combates frenéticos, estética dos mods brasileiros dos anos 2000, referências à cultura nacional e uma campanha ambientada após os acontecimentos do terceiro título.
ABYSS X ZERO é um metroidvania 3D que está em desenvolvimento e combina exploração, masmorras e combates de ação. A aventura permite controlar dois personagens, Codinome A e Codinome Z, que possuem habilidades próprias e estilos diferentes para enfrentar inimigos e interagir com o ambiente.
Se você é fã de One Piece e Roblox, certamente já deve ter ouvido falar no Blox Fruits. Caso não conheça, este é o servidor inspirado no universo criado pelo mangaká Eiichiro Oda — e a boa notícia é que ele pode ser acessado totalmente de graça. Claro, o modo também possui códigos que garantem uma série de regalias e benefícios extras aos jogadores.
Criado pelo usuário mygame43 em 2019, oBlox Fruits tornou-se um dos servidores mais populares do Roblox. Por lá, os jogadores assumem papéis de piratas ou marinheiros em um expansivo universo inspirado no anime One Piece.
Aqui você deverá cumprir uma série de missões para subir de nível, adquirir armas poderosas e, claro, ir em busca das Akuma No Mi — frutas especiais do universo do anime que garantem habilidades das mais variadas aos usuários sobre a condição de nunca mais poder nadar.
Lista de códigos do Blox Fruits para setembro de 2026
Assim como todos os outros modos do Roblox, o servidor também conta com uma série de códigos que rendem inúmeras recompensas aos jogadores — como bônus de experiência, reset grátis de atributos, dinheiro e muito mais.
Se está em busca dessas regalias para facilitar a sua aventura, o Voxel preparou uma lista atualizada com todos os códigos do Blox Fruits de setembro de 2026 para você resgatar. Confira abaixo!
Códigos ativos para o Blox Fruits em setembro de 2026
EASTEREXP — 20 minutos de XP em dobro
LIGHTNINGABUSE — 20 minutos de XP em dobro
Chandler — Nenhuma recompensa
KITT_RESET — Reset de atributos
Sub2CaptainMaui — 20 minutos de XP em dobro
SUB2GAMERROBOT_RESET1 — Reset de atributos
Kittgaming — 20 minutos de XP em dobro
Sub2Fer999 — 20 minutos de XP em dobro
Enyu_is_Pro — 20 minutos de XP em dobro
Magicbus — 20 minutos de XP em dobro
JCWK — 20 minutos de XP em dobro
Starcodeheo — 20 minutos de XP em dobro
Bluxxy — 20 minutos de XP em dobro
fudd10_v2 — $2
FUDD10 — $1
BIGNEWS — Título dentro do jogo
THEGREATACE — 20 minutos de XP em dobro
SUB2GAMERROBOT_EXP1 — 30 minutos de XP em dobro
Sub2OfficialNoobie — 20 minutos de XP em dobro
StrawHatMaine — 20 minutos de XP em dobro
SUB2NOOBMASTER123 — 15 minutos de XP em dobro
Sub2UncleKizaru — Restituição de atributos
Sub2Daigrock — 15 minutos de XP em dobro
Axiore — 20 minutos de XP em dobro
TantaiGaming — 15 minutos de XP em dobro
Como resgatar os códigos do Blox Fruits no Roblox?
Não sabe como resgatar os códigos do Blox Fruits no Roblox? Bom, é muito simples. Basta baixar o modo no seu PC clicando neste link. Após entrar no servidor, no canto esquerdo da tela clique no símbolo de presente para aparecer uma barra de pesquisa.
Na aba de pesquisa, escreva os códigos do Blox Fruits de setembro de 2026 listados acima. Aguarde a mensagem de confirmação e pronto. Agora é só curtir a jogatina!
Lembrando que cada código do Blox Fruits pode ser resgatado apenas uma vez. Por outro lado, a boa notícia é que eles são cumulativos. Portanto: se você resgatar "TantaiGaming" e "Axiore", por exemplo, terá 35 minutos de XP em dobro para aproveitar nas jogatinas.
Curtiu a lista de códigos do Blox Fruits em setembro de 2026 para aproveitar no Roblox? Comente nas redes sociais do Voxel!
Mais uma semana que começa com a nossa lista de lançamentos, tudo para te ajudar a se programar para os próximos dias. O grande destaque dessa vez é Halloween: The Game, título que te coloca no controle do vilão Michael Myers em uma experiência que pode ser jogada de forma cooperativa ou em uma campanha solo.
Outro destaque é Valheim, game de sobrevivência inspirado na mitologia nórdica que, depois de um longo tempo em acesso antecipado, finalmente será lançado de forma oficial.Confira a lista completa de lançamentos da semana e os respectivos preços!
Tiny Eden - 7 de setembro
Plataformas: PC
Tiny Eden é um jogo de estratégia e construção que coloca o jogador no controle de um pequeno ecossistema. A dinâmica consiste em desenvolver e expandir esse ambiente ao longo da aventura, em uma proposta que combina gerenciamento de recursos, organização do espaço e decisões estratégicas, permitindo criar e aprimorar diferentes estruturas enquanto o cenário evolui.
A experiência aposta em uma abordagem acessível e relaxante, com desafios que exigem planejamento para aproveitar os recursos disponíveis da melhor maneira. Além disso, o game traz gráficos realistas que ampliam a imersão do jogador. O game ainda não tem um preço definido, mas já possui uma versão demo gratuita para download.
Halloween: The Game - 8 de setembro
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e PC
Halloween: The Game é um jogo de terror e sobrevivência inspirado na clássica franquia do cinema. Ele permite controlar o vilão Michael Myers em uma campanha solo ou em partidas multiplayer onde os demais jogadores precisam cooperar para sobreviver, cumprindo objetivos e encontrando uma maneira de escapar do assassino.
A proposta explora elementos tradicionais da franquia, incluindo a atmosfera sombria, perseguições e cenários inspirados no universo de Halloween. Os sobreviventes precisam trabalhar em equipe e utilizar os recursos disponíveis para evitar Michael Myers, enquanto o assassino conta com habilidades próprias para rastrear suas vítimas. O jogo já está em pré-venda a partir de R$ 124,99, sendo que quem adquirir a Deluxe Edition já pode conferir o título completo em acesso antecipado.
Mewgenics! - 8 de setembro
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e Nintendo Switch 2
Mewgenics! é um RPG tático desenvolvido pela equipe responsável por The Binding of Isaac, que se tornou um fenômeno no PC. O título coloca os jogadores no controle de uma equipe de gatos que precisa explorar um mundo repleto de perigos, participando de batalhas por turnos e enfrentando inimigos enquanto desenvolvem e personalizam seus companheiros felinos.
Um dos grandes diferenciais está na possibilidade de criar novas gerações de gatos por meio de cruzamentos, combinando características, habilidades e diferentes tipos de comportamento. Cada animal pode apresentar atributos únicos, tornando a formação da equipe parte fundamental da estratégia. O game ainda não possui um preço definido.
Valheim - 9 de setembro
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, Xbox One e Nintendo Switch 2 e PC
Valheim é um jogo de sobrevivência e exploração ambientado em um purgatório inspirado na mitologia nórdica. No papel de guerreiros vikings enviados por Odin, os jogadores precisam enfrentar criaturas sobrenaturais e derrotar poderosos chefes espalhados por diferentes biomas. Para sobreviver, é necessário coletar recursos, construir abrigos, fabricar equipamentos e explorar um mundo gerado proceduralmente.
A experiência pode ser aproveitada sozinho ou em servidores cooperativos com outros jogadores, permitindo construir grandes bases, navegar pelos mares e enfrentar inimigos em grupo. A progressão acompanha a exploração dos biomas, com novos materiais e equipamentos sendo liberados conforme os desafios aumentam. O jogo está em pré-venda a partir de R$ 89,99.
Hot Wheels: Infinite Rush - 10 de setembro
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, Nintendo Switch 2 e PC
Hot Wheels: Infinite Rush é um jogo de corrida baseado na tradicional coleção de carrinhos da Mattel. O título transporta os veículos para pistas cheias de loops, rampas, curvas e obstáculos, permitindo disputar corridas com carros inspirados em modelos clássicos e modernos da franquia.
Além das corridas tradicionais, o jogo aposta em diferentes possibilidades de personalização e progressão para os veículos, permitindo modificar o desempenho e a aparência dos carros. As pistas foram desenvolvidas para valorizar manobras e momentos de velocidade extrema, mantendo o espírito arcade característico da franquia. O game ainda não possui um preço definido.
E na sua opinião, qual o game mais esperado da semana? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!
Setembro de 2026 vai ficar conhecido na história como o mês que levou muitos fãs de videogame à falência. É o temido período do ano em que a carteira chora e a mãe não vê. Parte dessa culpa, obviamente, se deve ao fato de que todas as empresas do mundo estão antecipando seus produtos e fugindo de um fenômeno cultural chamado GTA VI. Compreensível, vai.
Em um mar de ótimos lançamentos, com opções para todos os gostos, Hot Wheels Infinite Rush é uma boa pedida para quem, desde o lançamento de Forza Horizon 6, anseia por mais corridas arcade. Falando na franquia mais prolífica da Microsoft, acima de Gears e Halo, Forza fez escola para muitos games do gênero, e agora Hot Wheels tem um Horizon para chamar de seu.
Produzido pela Milestone S.r.l., desenvolvedora PhD em títulos de corrida, como MotoGP e Ride, Hot Wheels Infinite Rush eleva o trabalho realizado em títulos anteriores e tem como grande trunfo suas quatro ilhas exploráveis, que operam, em formato e escopo, como pequenos mundos abertos. Apesar de trazer boas novidades, trata-se de mais um ótimo game de “brinquedo” sem grandes pretensões.
Horizon de brinquedo
Como eu vinha dizendo, os mapas abertos de Infinite Rush são um convite à exploração e estimulam o jogador logo de cara a desbravá-los em busca de atividades, desafios e uma infinidade de colecionáveis. Se você vem de Hot Wheels Unleashed, poucos minutos são necessários para perceber que a campanha estruturada em eventos foi completamente abolida.
Cada uma das quatro regiões do arquipélago possui um chefão, o Rush Master, que precisa ser vencido para que você avance para uma nova área e, por consequência, desbloqueie mais uma batelada de tarefas, desde atropelar o maior número de peças dentro de um limite de tempo até tirar fotos de pontos turísticos e disputar rachas contra gangues locais.
É nítido o empenho do estúdio em tentar diversificar ao máximo as atividades de um jogo de corrida que, bem, não se limita às corridas. Há, por exemplo, centenas de colecionáveis, incluindo engrenagens e grafites, que fazem alguns obstáculos se transformarem quase em uma experiência de plataforma 3D oriunda do PlayStation 2.
Playgrounds em formato de maquete
As ilhas são verdadeiros playgrounds de acrobacias e drifts, cada qual com uma temática visual única, com destaque para uma recriação miniaturizada do Japão e a arquitetura marcante de seus templos. A área repleta de areia, por sua vez, me remeteu às regiões desérticas dos Estados Unidos, como os vales secos de Nevada, cenário adequado para disputas off-road.
Ao contrário de outros games de carro, a graça aqui é justamente não ver o mundo reagir às suas ações, por mais estranho que isso possa soar. Como era para ser, o mundo parece mesmo uma maquete: você pode destruir qualquer composição sem ser penalizado por isso, como se estivesse literalmente brincando com carrinhos em miniatura.
Não houve um momento sequer ao longo da campanha de quase 20 horas que me fez querer parar de jogar pela repetição de coisas para fazer. É, na verdade, o oposto disso: queria ter feito muito mais das missões que estão disponíveis, mas chega um momento em que tudo o que sobra, depois de ter limpado o mapa, são as disputas multiplayer.
Ainda que as ilhas não sejam exatamente enormes, sinto que suas áreas poderiam ter sido melhor aproveitadas, talvez se a produtora contasse com um pouco mais de tempo no ciclo de desenvolvimento. Em outras palavras, há espaços subaproveitados que teriam rendido ótimos circuitos para outras corridas.
Satisfatório é pouco
A jogabilidade, o elemento fundamental de qualquer jogo de corrida, está mais refinada que nunca em Hot Wheels Infinite Rush. A arte de controlar carros de brinquedo foi dominada pela Milestone S.r.l. e, honestamente, não vejo mais como melhorar. São quatro tipos de veículo ao todo, cada um com suas particularidades, pontos fracos e fortes.
Trocar de miniatura se faz necessário para superar determinados desafios, uma vez que os terrenos exigem atributos diferentes. Ao cumprir objetivos de derrapagem, você naturalmente precisa de um carro mais, digamos, maleável na direção, próprio para drift, enquanto embates de velocidade pedem Speeders, cujo controle é mais rígido, apropriado para pilotar em ritmo frenético.
Os mais de 150 Hot Wheels disponíveis despertam o colecionismo que vive entre nós, e você pode comprá-los com as moedas adquiridas como recompensa nas atividades que cumpre. Mais que instigar o espírito colecionista, investir em novos modelos é a forma mais eficaz de, gradualmente, progredir, considerando os atributos de cada carrinho.
Derrapar é uma das sensações mais satisfatórias que se pode ter em Infinite Rush. Inclusive, você vai querer deslizar no drift até nos momentos inoportunos, o que não costuma custar caro nas corridas, dado o nível de dificuldade muito baixo do game, mesmo jogando no normal, o que parece uma tentativa clara de atrair públicos de outras faixas etárias.
O senso de velocidade é outro aspecto que me fez querer circular pelos mapas mesmo sem ter o que fazer, por pura terapia. Correr nas pistas de loop vertical, aquelas em que você fica de ponta-cabeça, com o carrinho energizado com um “imã” em sua base, é absolutamente cinema. O tipo de sensação que é difícil de transmitir com palavras, só jogando para ver.
A lição de casa para um Infinite Rush 2
O que me atrapalhou, no entanto, foram as telas excessivas de carregamento que, mesmo em um PS5 Pro, demoravam alguns bons segundos para me levar até o mundo aberto ao final de uma missão. Incompreensível para um título que não se propõe a ser técnico, tampouco é exigente em termos de hardware no PC.
Outro desconforto que senti foi a ausência de indicadores durante as corridas. Sim, existem ícones e marcadores pelos quais você tem que passar, mas é comum se perder em meio às distrações visuais que esse playground colorido promove. Você raramente vai precisar recomeçar uma prova pelo fator dificuldade, e sim por ter se desvirtuado sem querer da rota principal.
Vale a pena?
Hot Wheels Infinite Rush bebe da fonte de Forza Horizon para entregar a melhor representação dos carrinhos da Mattel nos videogames. A estrutura de mundo aberto parece feita sob medida para o playground de veículos de brinquedo, com atividades variadas que fazem bom uso das mecânicas acrobáticas e de drift, apesar de sua ambição ser miniaturizada quando o assunto é quantidade de conteúdo.
Nota: 80
Pontos positivos (Prós):
Estrutura em mundo aberto;
Atividades variadas espalhadas pelos quatro mapas;
Grande quantidade de miniaturas para desbloquear;
Dirigibilidade dos carrinhos no seu ápice;
Bom visual.
Pontos negativos (Contras):
Telas de carregamento excessivas;
Espaços subaproveitados dos mundos;
Sinalização confusa durante as corridas.
Uma cópia de Hot Wheels Infinite Rush foi gentilmente fornecida pela Milestone S.r.l. para fins de análise no PS5 Pro. O jogo está disponível par PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC.
A PlayStation divulgou uma nova política básica para combater casos de assédio contra seus funcionários. A medida estabelece comportamentos considerados abusivos e permite que a empresa restrinja ou suspenda o atendimento ao cliente em determinadas situações.
A política também chega em meio às críticas sobre o modelo digital da companhia e à discussão sobre a propriedade dos jogos adquiridos digitalmente. Segundo a Sony, porém, a nova regra é voltada especificamente para proteger seus funcionários contra comportamentos abusivos.
PlayStation pode acabar restringindo o suporte graças às novas políticas de assédio
De acordo com a página oficial da empresa, a Sony afirma que busca oferecer um serviço adequado aos consumidores e considera o feedback dos jogadores importante para melhorar seus produtos e serviços. Ao mesmo tempo, a companhia ressalta que a “dignidade e a segurança” de seus funcionários não devem ser ameaçadas.
“Nossa empresa se esforça para fornecer um serviço honesto para que nossos clientes possam usar nossos produtos e serviços com tranquilidade, e valorizamos o feedback dos clientes para aprimorar nossos serviços”, declarou a Sony.
A gigante japonesa também afirma que adotará uma “posição firme” diante de comportamentos que ultrapassem o que considera razoável. A política busca estabelecer uma relação considerada saudável e sustentável entre consumidores e funcionários.
Caso identifique uma situação de assédio, a PlayStation afirma que poderá “restringir ou suspender o atendimento ao cliente” para proteger seus funcionários. A companhia também diz que poderá colaborar com “a polícia, advogados, etc” quando houver necessidade de medidas adicionais.
Mas o que configura assédio nesse caso?
A PlayStation apresentou uma série de exemplos do que considera assédio por parte dos clientes. A relação inclui desde exigências consideradas excessivas até ameaças, discriminação e comportamentos direcionados especificamente contra funcionários. Entre os exemplos citados pela empresa estão:
Demandas persistentes, repetidas ou prolongadas;
Exigências excessivas ou descabidas de compensação ou pedidos de desculpas;
Linguagem abusiva, ameaças, difamação e comportamentos semelhantes;
Solicitações que não tenham relação com produtos ou serviços;
Atitudes intimidatórias ou coerção para forçar alguém a se prostrar;
Condutas discriminatórias ou de natureza sexual;
Ataques e exigências direcionados a funcionários específicos;
Visitas não autorizadas aos escritórios ou instalações da empresa, além de solicitações de reuniões ou assistência sem autorização.
A Sony destaca que a lista não é limitada aos exemplos apresentados na política. Dessa forma, outros comportamentos também podem ser classificados como assédio dependendo das circunstâncias.
PlayStation não voltará atrás com a mídia física
A nova política foi divulgada poucas semanas depois de a Sony confirmar que encerrará a fabricação de discos físicos para novos jogos de PlayStation a partir de janeiro de 2028. A decisão provocou críticas, manifestações e movimentos de boicote entre jogadores.
Durante uma apresentação de resultados financeiros, a diretora financeira da companhia, Lin Tao, reconheceu que muitos jogadores possuem uma relação afetiva com os discos físicos. “Pensamos muito sobre o futuro, analisamos essa questão cuidadosamente e chegamos a essa conclusão. Vamos seguir em frente com cautela”, afirmou.
A executiva também relacionou a estratégia à digitalização do mercado de entretenimento de forma mais ampla. Apesar de reconhecer as críticas, a Sony não sinalizou uma revisão do plano de encerrar a produção de mídias físicas.
E você, o que acha da nova política de assédio da PlayStation? Comente nas redes sociais do Voxel!
MARVEL Tōkon: Fighting Souls coloca alguns dos maiores personagens da Marvel em batalhas frenéticas entre equipes, combinando o estilo visual característico da Arc System Works com uma direção de arte cheia de personalidade. O jogo aposta em combates rápidos, personagens com golpes próprios e uma apresentação que mistura partidas tradicionais com uma campanha em formato de quadrinhos.
Além das lutas, Tōkon chama atenção pela sua apresentação. As animações são excelentes, a direção de arte é um dos grandes destaques e a abertura em estilo anime entrega uma primeira impressão bastante forte. Já no modo história, a proposta aposta em quadrinhos acompanhados por dublagem, evitando que a narrativa dependa exclusivamente da leitura dos balões de diálogo.
Mas será que essa preocupação com a apresentação também aparece quando o assunto é acessibilidade? Nesta análise, vamos conferir quais recursos MARVEL Tōkon: Fighting Souls oferece para tornar a experiência mais inclusiva, destacando os principais acertos encontrados durante os testes e também as limitações que podem dificultar a experiência de jogadores com diferentes deficiências.
Gostaria de ressaltar que a acessibilidade se aplica de maneira única para cada pessoa, e estas são as minhas impressões pessoais sobre o jogo como uma pessoa com baixa visão. Meu objetivo é destacar os recursos presentes em MARVEL Tōkon: Fighting Souls, explicar como eles funcionam na prática e mostrar de que forma contribuem ou não para tornar a experiência mais acessível e inclusiva para diferentes perfis de jogadores.
Interface, leitor de tela e navegação
Um dos principais destaques da acessibilidade de MARVEL Tōkon: Fighting Souls está no leitor de tela. O recurso está disponível em todos os idiomas oferecidos pelo jogo, inclusive em português, e a voz utilizada é bastante agradável.
Mais importante, porém, é a maneira como a ferramenta é apresentada ao jogador. Na primeira vez que o jogo é iniciado, o leitor de tela é ativado automaticamente. Isso elimina uma barreira bastante comum em jogos acessíveis: depender da visão para encontrar a configuração responsável por ativar o próprio recurso.
Na prática, o jogador já começa a experiência com uma ferramenta fundamental para navegar pelos menus, sem necessariamente precisar da ajuda de outra pessoa para configurar o jogo.
O leitor também acompanha os tutoriais e permite que os comandos e combos dos personagens sejam lidos nos menus. Esse é um ponto especialmente interessante, pois facilita o aprendizado dos golpes de cada lutador de forma mais autônoma.
Para jogadores com deficiência visual, ter acesso às informações dos comandos sem depender exclusivamente da leitura visual dos menus pode fazer uma diferença significativa. Porém, existe uma limitação importante durante os tutoriais.
Depois que uma instrução é narrada, o jogo não a repete novamente caso o jogador permaneça aguardando. Durante os testes, isso acabou causando uma situação problemática: em determinado momento, o leitor de tela do próprio PS5 passou por cima da narração do jogo.
Como a instrução não voltou a ser reproduzida, fiquei esperando que o tutorial repetisse a informação, algo que não aconteceu. Pode parecer um detalhe pequeno, mas para quem depende de áudio para acompanhar uma instrução, perder uma informação sem a possibilidade de ouvi-la novamente pode significar precisar reiniciar ou descobrir sozinho aquilo que deveria ter sido explicado pelo jogo.
Controles e assistência durante o combate
Na parte de acessibilidade motora, Tōkon oferece uma boa opção de remapeamento de controles. O jogador pode personalizar os comandos e adaptar o controle às próprias necessidades, algo especialmente importante em um gênero que exige combinações rápidas e repetidas de botões.
O jogo também permite inverter os eixos dos analógicos e modificar a velocidade dos movimentos horizontal e vertical da câmera. São ferramentas que não mudam a essência do combate, mas permitem que diferentes jogadores encontrem uma configuração mais confortável para interagir com o jogo. Outro elemento que pode funcionar como ferramenta de acessibilidade é o auto combo.
A mecânica pode beneficiar jogadores que possuem dificuldades motoras ou cognitivas para executar manualmente sequências de comandos. Porém, existe uma contrapartida importante: o auto combo causa menos dano do que um combo realizado manualmente.
Do ponto de vista do equilíbrio do jogo, a decisão é compreensível. Porém, sob a perspectiva da acessibilidade, ela cria uma situação curiosa. O jogador que precisa de uma ferramenta de assistência acaba recebendo uma penalização justamente por utilizá-la.
Em um jogo competitivo, equilibrar recursos de acessibilidade sem criar vantagens injustas é um desafio. No caso de Tōkon, porém, o resultado significa que alguns jogadores podem precisar escolher entre utilizar uma ferramenta que facilita a execução dos comandos ou obter o mesmo desempenho de quem consegue realizar os combos manualmente.
Áudio e acessibilidade sonora
O áudio é outra área na qual Tōkon demonstra uma preocupação interessante. Além do volume principal, é possível controlar individualmente música, efeitos sonoros, vozes e áudio ambiente. O jogo ainda possui uma opção de volume personalizado, permitindo ajustar elementos específicos, como a música de batalha e a música do treinamento. O mesmo acontece com os efeitos sonoros e vozes, possibilitando uma configuração mais detalhada do áudio.
Também é possível alterar a intensidade da vibração do controle, ativar ou desativar o recurso e escolher entre saída de áudio estéreo ou mono. O alcance dinâmico dos sons também pode ser configurado.
Esse conjunto de opções permite ao jogador adaptar melhor o áudio de acordo com suas necessidades, embora exista uma ausência que poderia ampliar ainda mais essa personalização: não há controle independente das frequências graves e agudas. É durante as batalhas, porém, que aparecem algumas das maiores limitações para jogadores cegos.
MARVEL Tōkon: Fighting Souls não oferece auxílios sonoros específicos para indicar a distância em relação ao adversário ou outras informações espaciais importantes durante o combate. Para quem depende do áudio para compreender o que acontece na tela, isso representa uma limitação significativa.
Em um jogo de luta, saber onde está o adversário é fundamental. Sem algum tipo de sinal sonoro adicional, o jogador cego acaba dependendo de um conjunto limitado de informações para compreender a posição do oponente. O jogo possui efeitos sonoros para golpes e outras ações, mas eles não substituem uma ferramenta dedicada a comunicar informações espaciais da batalha.
Acessibilidade visual
Embora o jogo conte com leitor de tela e várias configurações de áudio, a acessibilidade visual para jogadores com baixa visão ainda é bastante básica. Durante os testes, não foram encontradas opções de alto contraste, filtros para daltonismo ou configurações para alterar o tamanho da HUD.
As legendas também apresentam limitações nesse sentido. Apesar de estarem presentes nas batalhas e nas cenas de vitória, não há opções de customização mais avançadas para adaptar sua apresentação às necessidades do jogador.
Essa ausência pode ser especialmente problemática durante as lutas, quando vários efeitos visuais e sonoros acontecem simultaneamente. Em um gênero no qual velocidade e leitura visual são fundamentais, oferecer ferramentas para aumentar a legibilidade das informações poderia tornar a experiência mais confortável para jogadores com baixa visão.
Legendas e acessibilidade auditiva
As legendas estão presentes nas batalhas e nas cenas de vitória, permitindo acompanhar parte dos diálogos mesmo sem depender exclusivamente do áudio. Porém, o jogo não oferece um sistema de legendas ocultas, ou Closed Captions, que também identifique informações importantes presentes nos sons, como efeitos sonoros, ações e outros elementos sonoros relevantes durante a experiência.
Esse recurso é especialmente importante para jogadores surdos ou com deficiência auditiva, já que as legendas tradicionais normalmente se concentram apenas nos diálogos e não necessariamente comunicam tudo aquilo que está sendo transmitido pelo áudio. Em um jogo de luta, essa diferença pode ser relevante, já que os efeitos sonoros fazem parte da comunicação do que acontece durante as batalhas. A ausência de Closed Captions limita, portanto, a quantidade de informações que jogadores com deficiência auditiva conseguem obter por meio das legendas.
História e apresentação
Fora dos combates, o modo história apresenta uma solução bastante interessante. A narrativa utiliza um formato de quadrinhos, mas os diálogos também possuem dublagem. Isso evita que o jogador dependa exclusivamente da leitura dos balões para acompanhar a história. É uma escolha que ajuda bastante na acessibilidade da narrativa e funciona especialmente bem para quem possui dificuldades de leitura visual.
A dublagem também acaba trazendo alguns momentos curiosos, principalmente porque os nomes dos personagens aparecem em inglês mesmo dentro das falas em português. Em alguns momentos, isso torna determinadas frases um pouco engraçadas, mas não chega a comprometer a compreensão da história.
Por outro lado, existe uma limitação importante: as cenas não possuem audiodescrição. Tanto as sequências em estilo anime quanto os quadrinhos apresentam informações visuais que não são descritas em áudio. Dessa forma, embora os diálogos sejam acessíveis por meio da dublagem, parte da apresentação continua dependendo da visão do jogador.
Vale a Pena?
MARVEL Tōkon: Fighting Souls apresenta uma base interessante de acessibilidade, principalmente quando observamos o leitor de tela e as possibilidades de personalização. Ter o leitor de tela ativado automaticamente no primeiro acesso é um dos maiores acertos do jogo, já que elimina uma barreira logo no início da experiência. A ferramenta também é útil para navegar pelos menus, acompanhar tutoriais e consultar comandos e combos dos personagens.
O remapeamento de controles e as várias opções de áudio também ajudam a tornar o jogo mais adaptável. Ao mesmo tempo, as limitações ficam evidentes quando analisamos a experiência de jogadores cegos e com baixa visão durante as próprias lutas. A falta de alto contraste, filtros para daltonismo, ajustes da HUD, customização mais avançada das legendas e audiodescrição faz com que a acessibilidade visual fique atrás de outras áreas do jogo.
Já para jogadores surdos ou com deficiência auditiva, a ausência de Closed Captions limita a quantidade de informações que pode ser obtida por meio das legendas, especialmente durante as batalhas. Até mesmo o auto combo demonstra um desafio importante: uma função criada para facilitar a execução dos golpes pode acabar colocando o jogador em desvantagem por causar menos dano.
No fim, MARVEL Tōkon: Fighting Souls mostra que é possível construir uma experiência de jogo de luta com boas ferramentas de acessibilidade, mas ainda existem oportunidades claras para ampliar essa inclusão. O leitor de tela oferece uma base sólida, enquanto recursos adicionais voltados à percepção visual, espacial e sonora poderiam aumentar consideravelmente a autonomia de jogadores com deficiência visual e auditiva.
Para esta análise, minha experiência foi a de um jogador casual de jogos de luta. Por isso, ela não pretende substituir uma avaliação especializada sobre as mecânicas competitivas do gênero. Para quem busca uma análise ainda mais aprofundada sobre acessibilidade em jogos de luta, o trabalho do Wzy, do canal Blind Kombat, é uma referência interessante dentro desse tema.
The Sinking City 2 é a sequência do game de ação e investigação que foi lançado originalmente em 2019. O jogo usava elementos do universo cósmico de H. P. Lovecraft para criar uma trama que envolvia desde assassinatos e crimes comuns até a conjuração de forças de outro mundo.
Já o novo jogo busca criar uma identidade própria. Para isso, foca mais na ação, visando ser comparado com Alone In The Dark, The Evil Within, Silent Hill e outras referências no gênero. Mas será que essa mudança “drástica” deu certo? Confira o review completo.
Revitalização deixa o mundo de H. P. Lovecraft de lado e buscar criar o seu
Como dito anteriormente, The Sinking City 2 é uma espécie de recomeço para uma franquia que aposto que não terminará neste título. Curiosamente, o primeiro game não me agradou, mesmo sendo fã de jogos do universo de H. P. Lovecraft, como Call of Cthulhu e outros títulos bem ruins.
O que mais me incomodou na época foi a má utilização de um universo tão rico. Para ser mais específico, em vez de histórias envoltas na mitologia das obras do famoso autor, havia uma sequência de investigações que obrigava o jogador a percorrer uma cidade sem graça, tornando o jogo bastante repetitivo desde as primeiras horas.
Porém, a promessa foi a de uma reconstrução total em The Sinking City 2. Isso já ficou bem visível na campanha de divulgação do game, mostrando combates intensos contra diversas criaturas, em um estilo que lembra alguns clássicos do gênero, como Alone in the Dark, e com direito a um traje similar ao de Edward Carnby em seu título mais recente.
Já o universo, que antes bebia da fonte de Lovecraft e de suas icônicas obras, agora parece querer criar uma identidade própria. A simbologia ainda está por toda parte, indo das criaturas e seus tentáculos no melhor estilo Cthulhu até o ocultismo em seu enredo. Porém, ao longo da história, fica nítido o quanto o título busca originalidade, tanto em seus personagens como na forma como tudo acontece do início ao fim.
Depois de concluir a (curta) jornada do game, posso garantir que houve, sim, uma grande revolução. Mas a franquia ainda precisa percorrer um longo caminho para conquistar um dos gêneros mais populares dos games.
Um mundo sobrenatural em meio ao caos e água
Em The Sinking City 2, você assume o controle de Calvin Rafferty, uma espécie de detetive paranormal que precisa usar suas habilidades para salvar a esposa, Freye, a qual acabou presa em outro mundo depois que um ritual deu errado. Para isso, será necessário vasculhar a cidade de Arkham, que está totalmente inundada devido a eventos que envolvem outra dimensão e os seres que nela habitam.
A história começa bastante confusa, com uma série de informações jogadas na tela, o que inevitavelmente me deixou muito perdido. Entretanto, ao longo do jogo é possível notar que tudo isso é proposital, e serve até mesmo como um incentivo para recolher e montar pistas, que por sua vez são uma das principais dinâmicas paralelas do título.
Por meio de rascunhos, páginas de livros e outros elementos espalhados pelo cenário, é possível montar um quadro com informações interligadas. Para isso, é preciso decifrar os textos, traçando linhas entre tudo que pode ter relação e, ao mesmo tempo, encontrar a quantidade total de dados para fechar os casos. Embora divertida, a mecânica traz uma simplicidade que amaldiçoa o jogo, sobre a qual darei mais detalhes ao longo do texto.
Voltando à história principal, ao longo da jornada você se depara com flashbacks do que de fato aconteceu com o casal. São partes jogáveis, algumas delas até imensas, nas quais você descobre o que deu errado com Freye e a forma de reverter o problema. Para completar, ainda fazendo uma rápida comparação com o jogo anterior, os diálogos neste game são quase inexistentes. Dá para contar nos dedos a quantidade de NPCs que interagem com você em toda a história, e a sensação é de que, se eles não tivessem aparecido no meio do caminho, pouca coisa mudaria.
No fim das contas, mesmo com alguns problemas, a história acaba sendo uma das melhores coisas do game, tanto para criar um plano de fundo para tudo o que a jogabilidade propõe, como até mesmo para ampliar esse universo para futuros capítulos.
Jogabilidade se perde na simplicidade e na dificuldade forçada
Logo de cara, é possível notar o quanto o jogo é mais focado na ação do que na investigação como aconteceu no game anterior. Em poucos minutos, você precisa entrar em um pequeno barco com destino às regiões marcadas no mapa e começar a rotina de jogos do gênero: recolher itens para o personagem usar ou que servem para solucionar quebra-cabeças.
Ao mesmo tempo em que o título é ágil para mostrar que de fato tem uma jogabilidade refeita, não demora muito para o jogador perceber que ele criou outro problema: a simplicidade. Por exemplo, além de haver pouca variedade de armas, de nada serve o combate direto por meio de socos e chutes. Além de não causarem praticamente nenhum dano, é quase impossível acertar as criaturas com os golpes, especialmente as que se parecem com aranhas, já que, a qualquer movimento em direção a elas, as criaturas pulam na sua direção.
Derrubar um inimigo e pisoteá-lo até derrotá-lo, no melhor estilo Resident Evil? Isso não existe. Se não bastasse, em alguns casos ele simplesmente retorna à vida, graças a pequenas minhocas de outro mundo que consomem o respectivo corpo. Para piorar, o jogo impõe uma escassez de balas que não agrada nem um pouco. A sensação é de forçar a barra para criar uma dificuldade a mais, porém, isso só torna o game irritante e não desafiador, já que as próprias criaturas que assumem os corpos dos humanos possuem uma dinâmica na qual é preciso acertar uma espécie de alvo para derrotá-las.
O problema é que, em 90% das vezes, elas fazem um movimento para escapar, o que passa a sensação de ser acionado justamente na hora do tiro. Em outras palavras, não há como você aguardar ou flertar com um disparo para que isso seja feito. Afinal, os inimigos sempre farão esse movimento no tempo exato para que você perca as balas, que já são escassas.
Por conta disso, a melhor opção é sempre fugir dos confrontos. Isso faz com que salas nas quais você deveria gastar mais tempo em busca de itens, documentos ou outros recursos sejam conferidas o mais rápido possível para evitar esses embates.
A ameixa desse bolo ruim é a introdução de um ser que deveria ser uma espécie de Nemesis de Resident Evil 3. Na incursão no hospital, onde está o corpo de Freye, ele te persegue por algumas salas, e não há uma forma de derrotá-lo naquele momento. Porém, além de isso não acontecer em todos os lugares, também não há uma lógica em torno da sua aparição, que às vezes mais parece um bug do que um evento propositalmente aleatório.
Sendo assim, mesmo que The Sinking City 2 seja muito mais divertido de se jogar do que o seu capítulo de estreia, ainda assim há muita coisa para ser melhorada e corrigida para um eventual terceiro jogo da franquia.
Um mundo convidativo à exploração, mas preso à uma linearidade absurda
Repetindo o que eu disse anteriormente, nos primeiros minutos de jogo sou obrigado a pegar um barco e avançar por uma cidade alagada. A minha primeira impressão era a de uma exploração similar à de jogos como Silent Hill 2, em que é preciso adentrar algumas localidades e encontrar caminhos para ruas bloqueadas. Porém, essa foi só uma falsa impressão.
O motivo é o mesmo que assola o game do início ao fim: a sua linearidade. E isso não se limita apenas ao fato de não poder explorar um mapa livremente, mas também à forma como a campanha precisa ser concluída. Por exemplo: puzzles que deveriam quebrar a cabeça do jogador são fáceis de solucionar com pistas que, por sua vez, surgem ao longo do roteiro normal.
Para ser mais específico, no mesmo hospital onde se passa uma grande parte do jogo, você precisa descobrir sequências de símbolos. Eles aparecem no cenário com as cores de seus respectivos painéis, bastando colocá-los em uma ordem de três fileiras. Ainda nesse hospital, uma porta que tranca o progresso será facilmente aberta, já que a chave estará em uma sala localizada no próprio roteiro principal da campanha, tornando impossível ficar travado na história.
Para piorar, alguns acontecimentos também são roteirizados. Por exemplo, por diversas vezes você vai se deparar com a seguinte cena: o personagem visualiza um item-chave em uma sala bloqueada e, logo após entrar no local e pegá-lo, surgem diversas criaturas para atazanar a sua vida. Isso acontece da mesmíssima forma a todo momento, jogando por água abaixo qualquer elemento que pudesse contribuir com o “fator susto”.
E, por incrível que pareça, o jogo até ensaia algumas missões paralelas, como o desbloqueio de salas ocultas que revelam mais detalhes da história. Mas estas, por sua vez, também não são nada complexas de encontrar ou concluir, pois fazem parte de um roteiro extremamente linear.
Para completar, o jogo ainda conta com um sistema de habilidades que poderia facilmente ser descartado. A começar pela forma como elas evoluem e são desbloqueadas, as quais dependem de itens, e não de Pontos de Experiência. Em seguida, há tantas opções que é quase impossível liberar tudo em uma única campanha, necessitando começar um novo modo. Porém, diante de todos esses problemas citados anteriormente, fica muito difícil encontrar motivação para jogar tudo novamente.
Uma bela ambientação, povoada por personagens mal construídos
A ambientação de The Sinking City 2 merece elogios. A forma como toda Arkham foi construída e colocada debaixo d'água impressiona pelos detalhes, desde uma simples rua repleta de escombros até um enorme cargueiro atravessando a região. Esse mesmo capricho se expande para dentro de algumas localidades, indo de uma livraria e suas seções bem definidas a um enorme mercado com pequenas lojas.
E para a produção deste conteúdo, pude testar a versão para PC do game, em um computador com a seguinte configuração:
Placa de Vídeo: GeForce 4090
Placa Mãe: Asus Rog Strix Z790-h Gaming Wifi
Processador: Intel i7 14700k
Memória RAM: 32GB Kingston Fury Renegade
Com isso, pude rodar o jogo com as opções gráficas no Ultra, mantendo a taxa em 120 FPS sem problemas de travamento ou algo similar no seu desempenho.
Porém, esse capricho ficou devendo na hora de construir os personagens do jogo. Isso porque, dos protagonistas às criaturas pelo caminho, há uma notável falta de cuidado em relação à caracterização. Calvin, por exemplo, conta com expressões faciais que não condizem com seu estado emocional. Ou seja, tem horas em que o personagem parece sorrir quando deveria expressar desespero ou tristeza. O mesmo vale para sua esposa e os escassos NPCs pelo caminho.
Já as criaturas, além de não apresentarem uma grande variedade, ainda assim deixam a desejar em suas composições. Tirando as vestimentas de alguns zumbis, todas são exatamente iguais, o que prejudica na hora de saber se é a mesma criatura em confronto ou se é uma nova que surgiu no local.
Vale a pena?
The Sinking City 2 consegue ser melhor que o jogo anterior, mas ainda conta com uma série de problemas que o deixam longe de ser um título atrativo para os fãs do gênero. Mais focado na ação, o game aposta em poucos diálogos e em uma trama simples e fantasiosa, mas que diverte e se encaixa muito bem como plano de fundo para o que o título propõe.
Entretanto, o game esbarra em uma linearidade do início ao fim que acaba com elementos cruciais de títulos similares, como a exploração de áreas em busca de itens e chaves. Além disso, seu sistema de combate é repleto de falhas e conta com uma dificuldade artificial baseada em poucas balas e muitos monstros. Esse é o típico jogo que vale mais a pena esperar até que fique de graça em algum serviço de assinatura, mas ainda assim sem criar grandes expectativas em relação a ele.
NOTA FINAL: 70
Pontos positivos (Prós):
Mais divertido que o primeiro game
Enredo interessante e menos dependente do universo de Lovecraft
Sistema de construção de histórias através de pistas
Pontos negativos (Contras):
Linear demais
Curta duração e sem elementos que contribuam para o fator replay
Falta de capricho na caracterização de personagens
Jogabilidade simples e bastante falha
E quais suas expectativas para The Sinking City 2? Conte para a gente aqui nos comentários!
Lançado recentemente, Big Walk não demorou para conquistar milhares de jogadores com seu gameplay cooperativo divertido. O jogo reúne grupos de dois a doze amigos em uma grande ilha aberta, onde a proposta é caminhar, conversar e resolver puzzles em conjunto.
Os itens e ferramentas que podem ajudar vocês nessa expedição está completamente espalhado pelo mapa, escondido em construções, torres e áreas de quebra-cabeça. Justamente por isso, saber onde procurar ferramentas e como usá-las corretamente pode transformar uma exploração confusa em uma jornada bem mais tranquila.
Para te ajudar, preparamos um guia com todas as ferramentas do jogo, os itens importantes e algumas dicas essenciais para quem está dando os primeiros passos na ilha. Confira!
Onde encontrar todas as ferramentas de Big Walk?
Big Walk aposta na exploração de grandes ambientes e na interação entre jogadores durante a aventura. (Fonte: Divulgação/House House)
Antes de detalhar cada ferramenta, vale entender a lógica geral do jogo: praticamente todo o equipamento fica guardado dentro de construções azuis arredondadas espalhadas pela ilha, além de locais específicos como a Sala do Mapa e as bases das torres coloridas.
Vale a pena parar sempre que essas estruturas aparecerem no caminho, principalmente quando o grupo está com pouco espaço de inventário.
Mochila
A mochila é um dos itens mais versáteis do jogo, já que adiciona um slot extra de inventário e permite carregar objetos de tamanhos variados. Ela é encontrada dentro das construções azuis redondas espalhadas pela ilha, e costuma ser a primeira prioridade de qualquer grupo, já que amplia a capacidade de transporte de forma geral.
Cinto
Semelhante à mochila em função, mas voltada para itens menores, a bolsa de cintura oferece um espaço adicional ideal para carregar mapas, rádios e walkie-talkies. Também é encontrada nas construções azuis arredondadas pelo mapa, embora existam pequenas variações entre os modelos disponíveis.
Mapa
O mapa mostra o layout completo da ilha, destacando pontos de referência importantes e as áreas ligadas aos desafios das torres coloridas. Ele fica disponível na Sala do Mapa, um dos locais mais centrais do jogo para planejamento de rotas.
Bússola
Encontrada sobre uma mesa dentro da própria Sala do Mapa, a bússola indica os pontos cardeais e facilita bastante a comunicação entre os jogadores, já que permite dar direções precisas quando o grupo está separado.
Binóculos
Os binóculos permitem aproximar a visão de áreas distantes, ajudando a identificar construções, marcos geográficos e possíveis locais de quebra-cabeças. Costumam ser encontrados em torres com painéis de controle espalhadas pela ilha.
Luneta
Com função parecida à dos binóculos, a luneta oferece uma visão ainda mais próxima de alvos distantes e objetos ligados a desafios específicos. Ela geralmente aparece em plataformas de observação localizadas em áreas montanhosas, e seu uso costuma estar atrelado à resolução de puzzles.
Lanterna
Item essencial para quem pretende explorar a ilha durante a noite, a lanterna oferece uma fonte de luz constante. Pode ser encontrada logo na ponte que sai da área inicial, além de aparecer com frequência dentro das torres espalhadas pelo mapa.
Lâmpada esférica
A lâmpada esférica cria uma pequena área iluminada e tem a particularidade de poder ser levada e até chutada pelo cenário. É encontrada em diversos pontos da ilha e funciona como uma boa alternativa quando não há lanternas disponíveis por perto.
Walkie-talkie
Fundamental para grupos que se separam durante a exploração, o walkie-talkie permite conversar com outros jogadores fora do alcance normal do chat de proximidade. Costuma ser encontrado em uma plataforma abaixo da Torre Vermelha e no túnel vermelho situado logo abaixo dela.
Rádio
O rádio toca música que pode ser ouvida por outros jogadores, funcionando como uma forma sonora de guiar o grupo até a localização de quem o carrega. Ele aparece próximo ao local onde também se encontra a lanterna, ao longo da ponte vermelha.
Megafone
O megafone amplia a voz do jogador e estende o alcance da comunicação por proximidade. Pode ser encontrado em formas amarelas ao norte da Torre Amarela, além de aparecer na região de mata a leste da Torre Verde.
Sinalizador
Essa arma dispara um sinalizador brilhante no céu, revelando a localização aproximada de quem a utiliza. É um item valioso para reencontrar companheiros perdidos e costuma estar guardado em estruturas próximas a algumas áreas de solução de puzzles.
Laser
O laser cria um feixe visível que pode ser usado para indicar objetos e locais distantes com precisão. Ele é encontrado tanto na Sala do Mapa quanto no topo de cada uma das torres coloridas da ilha.
Quadro branco
O quadro branco permite deixar mensagens escritas, dicas e instruções para outros jogadores, sendo especialmente útil para marcar rotas seguras ou indicar a localização de itens escondidos. Está disponível na parede da Sala do Mapa e também próximo a alguns quebra-cabeças específicos.
Cortador de chaves
Essa ferramenta serve para moldar chaves em formatos utilizáveis, necessários para completar certos desafios das torres. Está associada diretamente às áreas de puzzle das torres Vermelha, Amarela, Azul e da ponte levadiça.
Os jogadores podem explorar o mundo de Big Walk juntos enquanto encontram diferentes desafios pelo caminho. (Fonte: Divulgação/House House)
Entre tantas opções espalhadas pela ilha, alguns itens se destacam como prioridades para praticamente qualquer grupo. A mochila costuma ser o item mais versátil, já que oferece um espaço extra de inventário sem restrição de tamanho, sendo indicada para carregar equipamentos de puzzle e ferramentas maiores. O cinto complementa bem essa função, guardando itens menores como mapas e dispositivos de comunicação.
Quando o objetivo é explorar em grupo, o mapa e a bússola se tornam praticamente indispensáveis, já que ajudam a planejar rotas e evitar que o time se perca sem necessidade. Assim que os jogadores começam a se dividir para cobrir mais terreno, o walkie-talkie ganha ainda mais importância, permitindo manter contato mesmo à distância. Durante a noite, ter ao menos uma lanterna no grupo faz toda a diferença para não ficar perdido no escuro.
Vale lembrar que Big Walk foi pensado para incentivar a cooperação: em vez de todo mundo carregar o mesmo item básico, costuma ser mais eficiente que um jogador leve uma mochila cheia de equipamentos úteis, enquanto os demais se especializam em outras ferramentas, dividindo as responsabilidades entre o grupo.
5 dicas essenciais para quem está começando em Big Walk
A exploração de Big Walk também passa por ambientes noturnos e momentos compartilhados entre os jogadores. (Fonte: Divulgação/House House)
Para quem está começando a jogar Big Walk, preparamos dicas essenciais que definitivamente vão te ajudar em suas expedições.
1. Use microfones
Jogos como Big Walk necessitam de comunicação por voz, então é muito importante que você e seus amigos usem microfones se for possível. O jogo é construído em torno da conversa, então grupos silenciosos acabam perdendo boa parte da graça da experiência.
2. Escolha o número correto de jogadores
Fique atento ao número de jogadores da sua sala antes de começar a explorar. Alguns quebra-cabeças exigem quatro participantes para sequer aparecerem no mundo, então um grupo de dois jogadores configurado incorretamente pode acabar encontrando desafios impossíveis de completar sozinho. Ajustar a contagem de jogadores no lobby de acordo com o tamanho real do grupo evita frustrações desnecessárias.
3. Fontes de luz são importantes
Priorize encontrar uma lanterna logo no início da jornada, já que áreas mais escuras aparecem com frequência e ficar sem luz pode dificultar bastante a navegação. Da mesma forma, vale a pena visitar a Sala do Mapa assim que possível, já que ela concentra vários itens fundamentais, como mapa, bússola, apontador laser e quadro branco, todos úteis para planejar o restante da exploração.
4. Tente diferentes ângulos
Quando alguém do grupo travar em um quebra-cabeça, uma boa prática é pedir para outro jogador se afastar cerca de trinta passos. Muitos desafios só revelam a solução quando observados de um ângulo diferente, já que a câmera muda bastante conforme a distância do objeto.
5. Use sinalizadores para se reagrupar
Como jogo nos incentiva a usar o sistema de comunicação próprio, ou seja, baseado na distância dos personagens, é preciso pensar em maneiras de se reagrupar sem apelar para o Discord ou outros aplicativos de voz. Nossa sugestão é usar os sinalizadores do game, já que seus amigos poderão ver de onde o sinal foi disparado para tentar te encontrar.
Gostou das nossas dicas sobre Big Walk? Deixe seu comentário nos dizendo se está gostando do game e quais outras dicas de sobrevivência daria a outros jogadores!
A semana está finalmente chegando ao fim, o que por tabela significa que vamos poder dar aquela boa descansada e curtir alguns dos nossos hobbies prediletos. Isto inclui, é claro, os videogames! E no caso dos fãs da Nintendo, tem muita coisa boa para conferir entre os jogos para Switch 1 e 2 em promoção na eShop, que nesta semana tem vários títulos com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque na família Switch temos games como Dispatch, Moonlighter 2: The Endless Vault, Persona 5 Royal, Red Dead Redemption e Overcooked! Special Edition, que está baratinho custando apenas R$ 11,99.
Sabia que você pode adquirir seu Nintendo Switch mais baratinho? É possível descolar opções do console comum, Lite ou até o Nintendo Switch OLED com desconto usando o cupom KaBuM! para jogar Mario, Zelda, Pokémon e muito mais gastando bem menos.
Parcelar compras no Nintendo Switch com cashback
Sabia que é possível parcelar as compras da eShop em 6x sem juros no cartão de crédito ou até 4x sem juros via PayPal? Para isto, basta usar os gift cards da Nuuvem.
É possível parcelar suas compras em até 3x sem juros no cartão com os gift cards da Nuuvem
No final da compra você ainda recebe cashback e resgata o valor total na loja digital da Nintendo, onde recebe o valor integral das moedas da eShop. Assim você garante mais descontos tanto na Nuuvem quanto na loja do Switch.
Sem contar que é possível comprar gift cards da eShop, jogos e até assinaturas do Nintendo Switch Online, tudo com cashback, e você ainda pode usar cupons de desconto que a Nuuvem libera aqui e ali.
Agora diz aí, vai aproveitar as promoções de jogos para Nintendo Switch para comprar algum título? Contra pra gente lá nas redes sociais do Voxel!
A plataforma Steam, da Valve, recebe centenas de novos jogos semanalmente e pode ser difícil dar conta de tudo que fica disponível para jogar. Só na última semana, segundo o SteamDB, a loja recebeu mais de 759 lançamentos de gêneros e escopos variados. Entre esses títulos, muitos são totalmente gratuitos para resgatar, baixar e curtir no seu ritmo — e costuma ter muita coisa interessante para descobrir!
Como já é de praxe, o Voxel foi a fundo nos lançamentos do Steam e separou uma lista com jogos gratuitos mais interessantes para você conhecer, baixar e se divertir sem precisar gastar um centavo sequer. Esta semana traz opções para quem busca jogos relaxantes para organizar estantes, plataforma 2D com foco em precisão, tiroteio no Velho Oeste e muito mais. Confira:
Nudge
Inspirado por Unpacking, Nudge é um jogo aconchegante em que você precisa organizar estantes e prateleiras para acomodar todos os seus itens — e às vezes os de outras pessoas invasivas. Há mais de 50 itens colecionáveis para descobrir, e toda a progressão é atrelada a fragmentos de história que mostram mais do protagonista e sua relação familiar.
Sands of Skullcreek é descrito como um jogo de tiro em primeira pessoa com estética retrô, trafegando entre os gêneros de ação shoot-em-up e combate tático com armas. Você precisa utilizar todas as armas que estiverem à disposição para lidar com inimigos persistentes, desde revólveres a facas de combate, incentivando a buscar a maior pontuação possível.
Se você busca um jogo de quebra-cabeças para passar o tempo, vale dar uma olhada em Folding Dungeon. Como o nome sugere, a premissa consiste em dobrar e arrastar partes do cenário para mudar a sua estrutura e criar novos caminhos para atravessar os andares de um misterioso calabouço.
Fall Queen é um jogo de plataforma focado em precisão e que subverte a premissa de sucessos como Jump King. É um jogo que brinca com o tropo da donzela em perigo. Aqui, em vez de subir uma torre como um cavaleiro, você precisa descê-la no controle de uma princesa que cansou de esperar pelo seu resgate. É um jogo interessante e que também chama a atenção pelo seu estilo artístico.
Roomballs é um jogo de roquei estrelado por robôs malucos e que lembra Rocket League. Com suporte para até oito jogadores online, é um jogo que oferece bastante margem para estratégia e jogadas precisas, além de contar com um sistema de personalização robusto para deixar seu time de robôs do jeitinho que você quiser.
E aí, curtiu a lista de jogos grátis do Steam nesta semana? Pretende baixar algum deles para testar? Deixe seus comentários nas redes sociais do Voxel e fique de olho no site para mais recomendações!
O beta de Call of Duty: Modern Warfare 4 começa nesta sexta-feira (21) para jogadores que garantiram acesso antecipado por meio da pré-venda ou de códigos promocionais. O Voxel recebeu códigos para distribuir à comunidade e, abaixo, você confere como participar, as datas e horários de cada etapa e o que é necessário para jogar no PC.
O primeiro fim de semana de testes é reservado ao acesso antecipado e acontece entre 21 e 25 de agosto. Já o Beta Aberto começa em 28 de agosto e fica disponível até 1º de setembro, incluindo jogadores do Nintendo Switch 2, sem necessidade de pré-compra ou código.
Além de servir como uma prévia deModern Warfare 4, o período de testes também será importante para a desenvolvedora coletar feedback antes do lançamento do jogo completo, marcado para 23 de outubro. A Activision também preparou algumas mudanças para esta edição, incluindo instalação separada do beta, pré-carregamento de shaders no PC e alterações na forma como determinadas atualizações são aplicadas.
Códigos para o beta de Call of Duty: Modern Warfare 4
O Voxel recebeu códigos de acesso antecipado ao beta de Call of Duty: Modern Warfare 4 para distribuir à comunidade. Os códigos permitem participar do primeiro fim de semana de testes, que começa nesta sexta-feira (21). Confira abaixo a lista para garantir o seu!
Confira os códigos disponíveis:
RGJE-VY219-1BNV
C6N9-QCKCN-1DH1
WZDW-J0WJR-XJ0E
76S0-948LM-F3VM
RTCK-VVCWK-8R56
JTP8-0SSH7-MCJH
YBK1-TTX1R-2QLF
PCCG-TLNEC-3KTR
VT52-Z5W84-CFDP
PDYY-6CJ8S-P18N
Vale lembrar que os códigos são destinados ao acesso antecipado e não são necessários para participar do Beta Aberto. Quem não conseguir utilizar um código ainda poderá jogar gratuitamente durante o segundo fim de semana, desde que esteja em uma das plataformas compatíveis.
Além disso, os códigos são limitados a um uso por pessoa. Logo, a dica é correr para resgatar, pois eles devem acabar rápido!
Como resgatar os códigos?
Para resgatar o código e participar do beta fechado, siga o passo a passo abaixo:
Acesse o site oficial de Call of Duty para resgatar seu código de Acesso Antecipado ao Beta de Call of Duty: Modern Warfare 4.
Em seguida, faça login ou crie uma conta da Activision.
Insira seu código, selecione a plataforma de sua preferência e informe a região em que reside. O código serve para qualquer plataforma!
Você saberá que o código é válido caso seja redirecionado para a página de confirmação.
A página de confirmação informará que você está registrado para o Acesso Antecipado do Beta de Call of Duty: Modern Warfare 4, mas não fornecerá um código específico da plataforma para baixar o Beta.
Um código específico para a plataforma escolhida será enviado para o e-mail cadastrado posteriormente.
Quando começa o beta de Modern Warfare 4?
O Beta de Modern Warfare 4 será dividido em dois períodos. O primeiro é o Weekend One, destinado ao acesso antecipado, enquanto o segundo será o Beta Aberto, liberado para todos os jogadores.
Acesso antecipado — primeiro fim de semana
O acesso antecipado começa às 15h (horário de Brasília) de 21 de agosto e segue até as 14h de 25 de agosto. Podem participar jogadores que fizeram a pré-compra ou pré-reserva do game nas plataformas elegíveis ou que tenham um código de acesso antecipado.
O primeiro fim de semana estará disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Xbox no PC, Steam e Battle.net. O Nintendo Switch 2 fica de fora desta primeira etapa e só poderá entrar no beta a partir do segundo fim de semana.
O beta começa logo após o Call of Duty Next, que aconteceu hoje, às 13h. Você pode assistir à transmissão, que traz mais detalhes do multiplayer, logo acima.
Beta Aberto — segundo fim de semana
O Beta Aberto começa às 14h de 28 de agosto e está previsto para terminar às 14h de 1º de setembro. Nesta etapa, não será necessário ter comprado antecipadamente Modern Warfare 4 nem possuir um código.
A fase aberta estará disponível para PS5, Xbox Series X|S, Xbox no PC, Steam, Battle.net e Nintendo Switch 2. Portanto, quem estiver no console da Nintendo poderá experimentar o jogo pela primeira vez durante o segundo fim de semana.
Onde jogar o beta de Modern Warfare 4?
O beta poderá ser baixado separadamente nas lojas digitais das plataformas participantes. Isso significa que não será necessário instalar ou atualizar o aplicativo principal de Call of Duty para acessar os testes de Modern Warfare 4.
No PS5, basta procurar por “Call of Duty: Modern Warfare 4 Beta” na PlayStation Store e realizar o download. No Xbox Series X|S, o processo é semelhante pela Microsoft Store, enquanto jogadores de PC podem encontrar a versão de testes no Steam, Battle.net ou Xbox no PC.
No Nintendo Switch 2, o download será feito pela Nintendo eShop a partir do início do período de pré-carregamento do segundo fim de semana. A Activision também reforça que o beta exige conexão com a internet e que, dependendo da plataforma, pode ser necessária uma assinatura para jogar online.
Requisitos de PC para o beta de Modern Warfare 4
A Activision também divulgou requisitos mínimos e recomendados específicos para o beta. Como se trata de uma versão de testes, as configurações podem ser diferentes das exigências da versão completa de Modern Warfare 4 no lançamento.
Requisitos mínimos:
Sistema operacional: Windows 10 64-bit (última atualização)
Processador AMD: Ryzen 5 1600
Processador Intel: Core i5-8400
Memória RAM: 12 GB
GPU AMD: Radeon RX 470
GPU NVIDIA: GeForce GTX 970 / GTX 1060
GPU Intel: Arc A580
Memória de vídeo: 3 GB
Armazenamento: SSD obrigatório
Internet: conexão de banda larga
Placa de som: compatível com DirectX
Requisitos recomendados:
Sistema operacional: Windows 11 64-bit (última atualização)
Processador AMD: Ryzen 5 3600
Processador Intel: Core i7-8700
Memória RAM: 16 GB
GPU AMD: Radeon RX 6700 XT
GPU NVIDIA: GeForce RTX 3060 Ti
GPU Intel: Arc B580
Memória de vídeo: 8 GB
Armazenamento: SSD obrigatório
Internet: conexão de banda larga
Placa de som: compatível com DirectX
Independentemente da configuração escolhida, o PC também precisa ser compatível com DirectX 12. A Activision exige ainda TPM 2.0 e Secure Boot ativados, medidas relacionadas aos sistemas de segurança e ao RICOCHET Anti-Cheat.
Os drivers recomendados para o beta são NVIDIA 610.47, AMD 26.7.1 e Intel 32.0.101.8861. Caso TPM 2.0 ou Secure Boot estejam desativados, o jogador não poderá participar do beta online até que os recursos sejam habilitados.
Beta de Modern Warfare 4 terá pré-carregamento de shaders
Uma das novidades técnicas do beta no PC é o Shader Preloading, recurso que prepara previamente os shaders necessários para a renderização do jogo. A ideia é reduzir o processamento que normalmente acontece durante a jogatina e, consequentemente, diminuir possíveis travamentos e problemas de desempenho.
No Battle.net, o recurso estará habilitado desde a primeira instalação do beta. No Steam, ainda será necessário realizar uma compilação de shaders na primeira inicialização, mas o pré-carregamento será utilizado posteriormente, incluindo a atualização entre o primeiro e o segundo fim de semana.
A Activision também está testando uma mudança na forma como atualizações são aplicadas em Modern Warfare 4. A proposta é reduzir a quantidade de situações em que uma atualização exige fechar e reiniciar o jogo antes de voltar para uma partida.
No PC, Xbox no PC, Battle.net e Steam, patches de dados não deverão exigir reinicialização na maioria das situações. No PS5, a mesma regra será aplicada na maior parte dos casos, enquanto o Xbox Series X|S e o Nintendo Switch 2 ainda terão mais limitações durante o beta.
Beta terá recompensas para levar ao jogo completo
A participação no beta também poderá render itens cosméticos que serão disponibilizados na versão completa de Modern Warfare 4. O progresso de nível, desbloqueios de armas e outras evoluções específicas do beta, porém, não serão mantidos depois do encerramento dos testes.
No primeiro fim de semana, será possível chegar ao nível 20 e desbloquear as cinco primeiras recompensas, incluindo a skin de Operador “Dread Tiger”, para Reece. No segundo fim de semana, o limite sobe para o nível 30, liberando as oito recompensas principais, incluindo o projeto de arma “Beta Forged” para a ISO Nightshade.
Quem acompanhar o Call of Duty: NEXT e transmissões participantes do beta na Twitch também poderá desbloquear recompensas cosméticas. Para isso, é necessário vincular a conta Activision à conta da Twitch antes de começar a assistir às transmissões elegíveis.
Durante o NEXT, os prêmios incluem o emblema “Gas Ready”, o cartão de visitas “Rapple Repel” e o amuleto “Ghost Helmet”. Já as transmissões do beta podem liberar o emblema “Get Tactical”, o cartão “Clearing House” e o amuleto “Action Ready”, seguindo os tempos de visualização definidos pela Activision.
Call of Duty: Modern Warfare 4 tem lançamento marcado para 23 de outubro. Até lá, o beta servirá como uma oportunidade para testar parte da experiência, encontrar eventuais problemas e ajudar a equipe de desenvolvimento a realizar ajustes antes da chegada da versão completa.
A Take-Two Interactive, empresa-mãe e controladora da Rockstar Games, entrou com múltiplas intimações para solicitar dados que ajudem a encontrar os responsáveis pelos vazamentos de Grand Theft Auto VI, o GTA 6. Essas solicitações foram enviadas especificamente para que a Microsoft e o Discord liberem dados sigilosos vinculados às contas que espalharam clipes do game.
Os documentos foram registrados em um Tribunal Distrital do Sul de Nova York ontem (20), quinta-feira, e se enquadram na lei de direitos autorais (DMCA). As intimações exigem formalmente que as companhias citadas entreguem os dados necessários para identificação dos suspeitos até 4 de setembro.
A notificação enviada à Microsoft demanda todos os registros investigativos internos associados ao grupo ou o cibercriminoso conhecido como “Cyberleek”. Isso inclui um conjunto de dados bem confidenciais, como acesso aos IDs das contas, emails de registro, IPs de login, números de telefone e identificadores de dispositivos. Também é demandado qualquer conteúdo relacionado a GTA, Rockstar e ao Cyberleek armazenado em contas de Xbox ou no OneDrive.
Para o Discord, a situação não é muito diferente, mas entra em alguns detalhes específicos para a plataforma de comunicação. A gigante do entretenimento solicita o registro de todos os usuários que se comunicaram em servidores específicos entre 1º de junho e o presente momento.
Vídeos vazados revelaram dirigibilidade de veículos terrestres e até de um avião (Imagem: Rockstar Games/divulgação)
A lista exata de alvos inclui os seguintes servidores: CYBERLEEK, CINEMATICROCKSTAR, Surfer24k e derivados, e o Ødyssey.gg. A indicação também contempla servidores do streamer de GTA V Matthew "Matt" Judge, conhecido como DarkViperAU.
O maior vazamento da história?
Nos últimos dias, as redes sociais foram inundadas com clipes vazados de GTA VI através da rede apelidada de Cyberleek. Não há informações concretas se esse é um grupo hacker, ou se é uma ação realizada por somente uma pessoa. Diversas especulações apontam para ex-funcionários, mas não há nada oficial sobre quem está por trás do perfil.
O que mais chama a atenção é que os vazamentos vieram acompanhados de um tipo de “manifesto” desse elemento. No conteúdo, era exigido o fim de práticas mercadológicas danosas à indústria de games, além de um pedido de desculpas por parte da Rockstar Games e das demais empresas envolvidas.
Ontem, um quinto vídeo de jogabilidade de GTA 6 foi vazado e pode ter provado que os envolvidos têm acesso à build do jogo. Isso significa que o grupo ou a pessoa literalmente tem uma versão totalmente jogável do material, embora não represente a versão final do produto desenvolvido.
Já nesta sexta-feira (21), o site usado pelo Cyberleek para divulgar os vazamentos está fora do ar há mais de 20 horas. Não há informações sobre os motivos que levaram ao desaparecimento da página, mas é de se imaginar que a Take-Two tenha tomado alguma medida cabível.
Até o momento da publicação desta reportagem, a Rockstar Games não comentou publicamente sobre a ofensiva legal ou sobre o impacto dos vazamentos recentes no cronograma de GTA 6. O game mais aguardado do ano ganhará um Olhar Estendido na próxima quinta-feira (27).
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O Checkpoint desta sexta (21) chega com ótimas notícias, principalmente aos fãs de Cyberpunk 2077. A Netflix confirmou que Cyberpunk: Edgerunners 2, chamada no Brasil de Mercenários, chega ao catálogo do streaming em outubro deste ano.
Em outras notícias, também tivemos boas atualizações para os fãs de James Bond. Em comunicado oficial, a IO Interactive confirmou que 007: First Light ultrapassou a marca de 4 milhões de unidades vendidas — consagrando o novo game do agente como um verdadeiro sucesso.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta sexta (21)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Cyberpunk Edgerunners 2 chega à Netflix em outubro
Cyberpunk: Edgerunners 2 estreia em 20 de outubro de 2026 na Netflix, conforme anunciado pela plataforma durante o Anime NYC. A sequência do anime inspirado em Cyberpunk 2077 também ganhou um novo trailer, que apresenta os quatro protagonistas da nova história.
Produzida novamente pelo Studio Trigger, a série terá 10 episódios e contará uma história independente, com personagens inéditos em Night City. Roman Carax, Weak “King” Kingsley, D e Talia Yang estão entre os nomes apresentados no novo material promocional.
007: First Light alcança 4 milhões de cópias vendidas e se torna um sucesso
007: First Light ultrapassou a marca de 4 milhões de cópias vendidas em menos de três meses após o lançamento, confirmou a IO Interactive. O desempenho coloca o jogo de James Bond entre os títulos de venda mais rápida de 2026.
Segundo o estúdio, os números reforçam a recepção positiva à nova aventura do agente secreto e o interesse pela franquia. 007: First Light ainda será lançado para o Nintendo Switch 2 no fim de 2026, o que pode ampliar ainda mais a sua base de jogadores.
Roblox deixa código aberto de três de suas ferramentas de segurança
A Roblox disponibilizou como código aberto três ferramentas de segurança baseadas em inteligência artificial por meio da ROOST, organização sem fins lucrativos voltada ao desenvolvimento de infraestrutura para segurança online.
Os modelos já são utilizados na plataforma para detectar riscos envolvendo informações pessoais, segurança infantil e comunicação por voz. Entre as ferramentas estão um classificador de informações pessoais identificáveis (PII), o Roblox Sentinel e um classificador de segurança para chats de voz em tempo real.
“Compartilhar esses modelos oferece a outras plataformas um ponto de partida sólido para treinar e aprimorar suas próprias ferramentas de moderação”, afirmou Naren Koneru, vice-presidente de engenharia de confiança e segurança da Roblox.
Próxima temporada de Fortnite pode ter colaboração com Five Nights at Freddy's
Fortnite pode receber uma colaboração com Five Nights at Freddy’s em uma próxima temporada. O rumor ganhou força após jogadores encontrarem uma construção semelhante à famosa pizzaria da franquia no mapa do Capítulo 7 Temporada 4.
O prédio ainda aparece em construção e possui até um palco em seu interior, enquanto o perfil oficial de Five Nights at Freddy’s publicou uma imagem que alimentou as especulações. A atual temporada de Fortnite está prevista para terminar em 31 de outubro, data que também pode marcar o início de um novo evento de halloween.
Novo A Plague Tale é crackeado e tem gráficos comprometidos uma semana antes do lançamento
Resonance: A Plague Tale Legacy teria vazado e sido crackeado cerca de uma semana antes do lançamento oficial, marcado para 27 de agosto. O novo jogo da franquia se passa 15 anos antes de A Plague Tale: Requiem e acompanha Sophia em uma aventura na Ilha do Minotauro.
O vazamento também permite que uma versão não oficial do jogo circule na internet antes da estreia — o que certamente pode acabar comprometendo a experiência dos fãs, já que spoilers também podem circular por aí.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
O suposto hacker Cyberleek voltou a publicar um novo vídeo de gameplay vazado de GTA 6, mostrando Jason dirigindo pelas ruas de Vice City durante a noite usando um carro do modelo Thrax. O material tem cerca de 2 minutos e 25 segundos e é mais um vazamento atribuído ao grupo, que continua divulgando conteúdos do jogo mesmo após seu site oficial sair do ar.
Desta vez, o vídeo mostra Jason roubando um carro esportivo que lembra modelos da Bugatti e fugindo pelas avenidas da cidade. O protagonista chega a receber duas estrelas de nível de procurado, mas consegue despistar a polícia — até passar novamente próximo de uma viatura, que aparentemente reconhece o veículo e faz o nível de procurado voltar.
O novo vazamento surge enquanto a identidade dos responsáveis pelo Cyberleek continua desconhecida. O site utilizado pelo grupo permanece fora do ar, mas o conteúdo continua sendo compartilhado por meio de um canal privado ligado aos responsáveis pelos vazamentos, enquanto a criptomoeda associada à campanha também permanece ativa.
Novo vazamento de GTA 6 mostra perseguição policial
O principal destaque do vídeo é justamente a maneira como o sistema policial reage ao veículo roubado. Após conseguir escapar da perseguição inicial e perder as duas estrelas, Jason volta a circular pela cidade e passa perto de outra viatura.
Nesse momento, os policiais aparentemente identificam novamente o carro e o nível de procurado retorna. O comportamento reforça elementos vistos em vazamentos anteriores, nos quais os policiais pareciam levar em consideração características como roupas, aparência do personagem e o veículo utilizado para identificar suspeitos.
A sequência também mostra Jason dirigindo em alta velocidade pelas avenidas de Vice City durante a noite. Como nos outros materiais atribuídos ao Cyberleek, não é possível determinar com precisão a idade da versão do jogo utilizada na gravação.
O novo vídeo foi divulgado em um canal privado utilizado pelos responsáveis pelos vazamentos, já que o site oficial do Cyberleek permanece indisponível. O grupo já havia publicado uma série de vídeos mostrando diferentes aspectos de GTA 6, incluindo combates, basquete, veículos, sistema de procurado e até uma sequência de Jason pilotando um avião.
A queda do site havia levantado especulações de que a Rockstar Games ou a Take-Two Interactive poderiam ter localizado os responsáveis. Até o momento, porém, nenhuma das empresas confirmou que realizou qualquer ação contra o grupo ou que identificou os responsáveis pelos vazamentos.
A criptomoeda associada ao Cyberleek também continua funcionando e sendo divulgada pelos responsáveis pela campanha. O ativo foi usado como parte da estratégia de divulgação dos vazamentos, embora ainda não esteja comprovado publicamente quem controla a moeda ou qual é a relação entre seus responsáveis e a pessoa ou grupo que obteve os arquivos de GTA 6. Segundo a OpenSea, mais de US$ 20 milhões já foram movimentados com a criptomoeda.
O novo vazamento chega poucos dias antes da primeira grande apresentação oficial de gameplay de GTA 6. A Rockstar confirmou que Grand Theft Auto VI: Um Olhar Estendido será exibido na Netflix em 27 de agosto, às 16h no horário de Brasília.
O especial também será disponibilizado posteriormente no canal oficial da Rockstar no YouTube e no site de GTA 6. A expectativa é que a apresentação finalmente revele uma versão muito mais atualizada do jogo — e ajude a separar o que ainda pode estar presente no título daquilo que ficou para trás durante seu longo desenvolvimento.
GTA 6 tem lançamento marcado para 19 de novembro de 2026, no PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Até lá, a Rockstar parece ter mais um desafio pela frente: manter o conteúdo oficial sob controle enquanto o Cyberleek continua aparecendo com novos materiais.
O site usado pelo grupo Cyberleek para divulgar os supostos vazamentos de GTA 6 está fora do ar há mais de 16 horas. A página havia se tornado o principal ponto de distribuição dos vídeos e imagens que começaram a circular nesta semana, incluindo cenas de gameplay e materiais que aparentavam mostrar uma versão antiga do aguardado jogo da Rockstar.
O desaparecimento do endereço rapidamente alimentou especulações entre fãs de GTA nas redes sociais. Uma das teorias é de que os responsáveis pelo vazamento teriam sido identificados pela Rockstar Games ou pela Take-Two Interactive, que vêm realizando pedidos de remoção de conteúdos publicados em plataformas como X e YouTube.
No entanto, na manhã desta sexta-feira (21), um novo vídeo de GTA 6 com dois minutos e meio de gameplay foi publicado por Cyberleek. Ou seja, mesmo com o site fora do ar, o responsável pelos vazamentos segue operante.
Até o momento, porém, Rockstar e Take-Two não confirmaram qualquer operação contra o Cyberleek. Também não há confirmação independente sobre a identidade dos responsáveis pelo vazamento. Enquanto isso, usuários continuam tentando rastrear o grupo, inclusive a partir de movimentações envolvendo a criptomoeda associada à campanha.
O endereço utilizado pelo Cyberleek para centralizar os vazamentos deixou de funcionar após uma sequência de publicações que incluiu vídeos de Jason jogando basquete, dirigindo, lutando contra NPCs e até pilotando uma aeronave sobre Vice City. O grupo também divulgou imagens que supostamente mostrariam partes da versão completa do mapa de Leonida.
Os materiais não foram oficialmente autenticados pela Rockstar. Ainda assim, os pedidos de remoção feitos pela Take-Two contra cópias dos vídeos deram força à percepção de que pelo menos parte do conteúdo pode ser legítima — embora isso não confirme a identidade de quem obteve os arquivos ou a idade da suposta build.
O site também era utilizado para promover a $CYBERLEEK, uma memecoin associada à campanha. O grupo afirma que os recursos seriam destinados a um suposto “projeto secreto” e à infraestrutura necessária para manter suas atividades, mas não revelou quem controla os fundos nem como eles seriam utilizados.
Fãs tentam descobrir identidade por trás dos vazamentos
Com o site fora do ar, usuários passaram a procurar pistas que possam revelar quem está por trás do Cyberleek. Uma pessoa chegou a afirmar nas redes sociais que teria identificado o responsável e que enviou informações para a Rockstar Games e para a Take-Two, mas essa alegação não foi confirmada pelas empresas.
Parte das investigações feitas pela comunidade envolve justamente o rastro deixado pelas transações de criptomoedas. Como operações em blockchains públicas podem ser acompanhadas, usuários tentam cruzar carteiras, movimentações e horários das transações para encontrar possíveis conexões.
É importante, porém, separar investigação de especulação: nenhuma identidade foi confirmada oficialmente até agora. Além disso, perfis que se apresentam como integrantes do Cyberleek já foram apontados pela própria comunidade como possíveis falsos representantes, o que torna ainda mais difícil determinar quem realmente está por trás dos vazamentos.
Criptomoeda Cyberleek continua ativa
Apesar da queda do site, a criptomoeda utilizada para promover a campanha continua sendo negociada. Segundo dados monitorados pelo OpenSea, o ativo digital já movimentou cerca deUS$ 20,9 milhões, mostrando que a repercussão dos vazamentos também gerou uma movimentação financeira significativa em torno do projeto.
Criptomoeda de Cyberleek segue ativa. Imagem: OpenSea.
A relação entre a memecoin e os vazamentos, entretanto, continua cercada de dúvidas. O Cyberleek afirma que o dinheiro será usado para financiar sua operação, mas não há comprovação pública sobre a utilização dos recursos nem evidências independentes de que o token esteja efetivamente ligado ao grupo responsável pela obtenção dos arquivos de GTA 6.
A campanha ganhou força justamente por coincidir com um dos momentos mais aguardados da divulgação do jogo. A Rockstar prepara para 27 de agostoo especial Grand Theft Auto VI: Um Olhar Estendido, que terá exibição na Netflix e posteriormente será disponibilizado no YouTube e no site oficial de GTA 6.
Enquanto a Rockstar se prepara para finalmente mostrar oficialmente mais detalhes do jogo, os vazamentos continuam criando especulações e, agora, uma corrida para descobrir a verdadeira identidade de Cyberleek. Por enquanto, a queda do site é apenas mais uma peça desse quebra-cabeça — e não uma confirmação de que o responsável pelo Cyberleek foi encontrado.
E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Deixe nos comentários!
Se você cresceu acompanhando as batalhas de Beyblade na TV Globinho, a Steam terá uma nova opção para matar a saudade ainda este mês. Slayblade chega ao PC em 20 de agosto, trazendo confrontos entre piões, visual inspirado no primeiro PlayStation e mais de 60 peças para personalizar seu equipamento.
Desenvolvido como um roguelite, o jogo permite montar diferentes combinações de peças, enfrentar adversários e usar o dinheiro conquistado nas batalhas para melhorar cada vez mais o seu pião. A proposta ainda inclui uma cidade com estética inspirada nos anos 2000 para explorar durante a jornada.
Além disso, quem quiser experimentar Slayblade antes do lançamento não precisa esperar tanto e nem gastar dinheiro. O jogo já conta com uma demo gratuita na Steam para você testar as batalhas e conhecer parte das opções de personalização disponíveis.
Let it rip! Conheça Slayblade
Revelado durante o Frosty Games Fest, Slayblade é desenvolvido por Oscar Brittain e publicado pela Henry's House — equipe responsável por Kardboard Kings. A proposta combina batalhas de piões com elementos de roguelite e progressão baseada nas peças coletadas.
Durante as partidas, os jogadores podem montar seu próprio Slayblade e enfrentar diferentes adversários. As vitórias rendem dinheiro, que pode ser utilizado para comprar novas peças e ampliar as possibilidades de personalização do pião.
Ao todo, são mais de 60 peças disponíveis, que permitem criar diferentes combinações de atributos e efeitos. A proposta é encontrar sinergias entre os componentes para construir um pião cada vez mais eficiente durante a jornada.
A experiência também inclui uma pequena cidade com visual inspirado no PS1, onde os jogadores podem andar de skate, encontrar desafios e avançar na aventura. Segundo a descrição oficial, o objetivo é “tornar-se o Rei das Ruas” enquanto o jogador enfrenta outros competidores.
Slayblade aposta em partidas rápidas, controles simples e uma estética lo-fi colorida, com músicas e personagens desenhados à mão. Apesar de não ter multiplayer nem uma campanha extensa, ele oferece diversos desbloqueáveis além das peças principais.
Slayblade roda no meu PC?
Outra boa notícia é que Slayblade é bastante acessível nos requisitos de sistema e ocupa apenas 500 MB de armazenamento. Confira abaixo as configurações!
Requisitos mínimos
SO — Windows 10
Memória — 8 GB de RAM
Placa de vídeo — 1080 GTX
Armazenamento — 500 MB de espaço disponível
Requisitos recomendados
SO — Windows 11
Memória — 16 MB de RAM
Placa de vídeo — RTX 4070 TI
Armazenamento — 500 MB de espaço disponível
O que você achou de Slayblade? Está ansioso para experimentar o jogo inspirado em Beyblade? Conte para o Voxel nas redes sociais!
Uma dúvida assombra muitos fãs de O Senhor dos Anéis durante mais de duas décadas, quando a trilogia de filmes da franquia foi lançada: afinal, por que Gandalf não pediu para as grandes águias levarem Frodo para a Montanha da Perdição para destruir o Um Anel? Bom, além de a artimanha matar toda a icônica jornada do hobbit nos cinemas, existem motivos declarados pelo próprio Gandalf em um jogo.
Lançado em 2011, o game O Senhor dos Anéis: A Guerra do Norte foi relançado recentemente no PC, PS5, Xbox Series S/X e Nintendo Switch 2. O título traz uma história original que se passa dentro do universo dos filmes e acompanha o início da trajetória de Frodo, incluindo encontros com Aragorn e Gandalf.
E, durante uma dessas conversas, o jogo tira um tempo para justamente matar a curiosidade de muitos jogadores – algo que fica mais claro nos livros, mas nem tanto nos filmes. Afinal, por que Gandalf não aproveitou sua amizade com as águias para simplesmente colocar Frodo nas costas de um pássaro e deixá-lo diretamente na Montanha da Perdição?
Gandalf explica porque águias não poderiam levar Frodo até a Montanha da Perdição
Ao ser questionado pelo jogador sobre maneiras de pôr fim ao anel, Gandalf explica que diversos planos foram debatidos no Conselho de Elrond, incluindo simplesmente jogar o anel no mar e deixá-lo escondido nas profundezas do oceano. No entanto, ele diz que criaturas perigosas se escondem nas profundezas e poderiam tomar posse do item.
Além disso, o mago ressalta que terra e água costumam sofrer com mudanças ao longo do tempo, o que poderia trazer o Um Anel de volta no futuro e fazer a ameaça de Sauron retornar. “Não podemos pensar apenas em nosso tempo", diz o mago.
Por causa disso, o Conselho de Elrond decidiu que o anel precisava ser destruído, e o único local onde isso pode ser feito é a Montanha da Perdição, para onde Frodo deve carregar o Um Anel. Neste momento, o jogador pode questionar Gandalf a respeito das Grandes Águias.
Águias são independentes e não aguentariam combate contra Sauron
Pouco antes no gameplay, o jogador é auxiliado por Beleram, uma águia que entra em combate contra orques. Com isso, o protagonista questiona se as criaturas não poderiam ajudar na viagem de Frodo até seu objetivo.
Gandalf responde, em tom irônico, que a solução seria muito simples, mas elabora sua resposta logo em seguida. De acordo com o mago, existem múltiplos fatores que tornam esse plano inviável.
Apesar de as águias serem fortes, nem todas conseguiriam suportar a viagem e sobreviver em combate contra os servos de Sauron, o que poderia colocar todo o plano em risco. Como são criaturas grandes e majestosas, as águias não escapariam da visão do grande vilão, perdendo o elemento da furtividade.
Um exemplo que mostra como o plano poderia fracassar está no próprio jogo, já que a águia Beleram foi capturada por orques antes de ser libertada e lutar ao lado dos jogadores.
Além disso, Gandalf ressalta: “As Grandes Águias são obrigadas a obedecer às nossas ordens?”. Ou seja, as criaturas são seres independentes e não animais domesticáveis que podem ser usados como bucha de canhão durante a guerra.
Depois de dar um sermão no jogador, Gandalf diz para o protagonista que ele tem bom coração, mas não existe outra saída a não ser Frodo carregar o anel até Mordor. O mago também revela que até pensou em usar fogo de dragão para destruir o item mágico, mas apenas a Montanha da Perdição pode dar fim ao Um Anel.
O Senhor dos Anéis: A Guerra do Norte traz experiência multiplayer no universo de Lord of the Rings
Se você ficou interessado no game, O Senhor dos Anéis: A Guerra do Norte é um jogo de 2011 que foi lançado no PS3 e Xbox 360, mas acabou sendo ofuscado por Skyrim em sua estreia. Recentemente, o título retornou das cinzas em uma edição “Legado”, que trouxe remasterizações e melhorias de qualidade de vida no gameplay.
O título conta com multiplayer para até três jogadores online, que precisam enfrentar as ameaças de Sauron e ajudar Gandalf e seus aliados contra o grande vilão de O Senhor dos Anéis. O game não conta com crossplay entre diferentes plataformas, mas suporta tela dividida para dois jogadores.
Atualmente, O Senhor dos Anéis: A Guerra do Norte está disponível por valores partindo de R$ 53,99. O game conta com legendas e menus em português brasileiro, o que facilita acompanhar a narrativa ambientada no universo criado por Tolkien.
Dave Bautista foi oficialmente confirmado como o novo Kratos da série de God of Warproduzida pelo Prime Video. O ator, conhecido por trabalhos em Guardiões da Galáxia e Duna, assume o papel após Ryan Hurst deixar a produção por conta de uma lesão sofrida durante as gravações.
Hurst havia sido anunciado como o protagonista em janeiro de 2026, mas sofreu uma ruptura no bíceps enquanto realizava uma cena de ação no fim de junho. O ferimento exigiu cirurgia e faria com que o retorno das filmagens fosse adiado para 2027, levando Amazon e Sony a optarem pela troca do ator.
Com Bautista confirmado, a produção deve retomar os trabalhos em Vancouver em meados de outubro, começando novamente do zero. Segundo informações da imprensa internacional, nenhuma das cenas gravadas anteriormente com Hurst deve ser aproveitada, o que significa que o novo Kratos terá de refazer também os dois primeiros episódios.
Dave Bautista assume o papel de Kratos em God of War
A escolha de Bautista coloca no papel principal um ator que já tem experiência com personagens fisicamente exigentes. Antes de construir carreira em Hollywood, ele foi lutador profissional, além de ter trabalhado recentemente em projetos que exigiram mudanças físicas para seus personagens, como Drax em Guardiões da Galáxia.
A produção também terá pouco tempo para preparar o ator para o papel, já que as gravações estão previstas para começar no outono do hemisfério norte, a partir de setembro. Ainda assim, a experiência de Bautista com treinamento físico e sua participação em filmes como Highlander devem ajudar na preparação para interpretar o Fantasma de Esparta.
Série de God of War vai adaptar os jogos mais recentes
A série de God of War seguirá principalmente a história apresentada nos dois jogos mais recentes da franquia. A trama acompanha Kratos e seu filho Atreus em uma jornada para espalhar as cinzas de Faye, esposa do protagonista e mãe do garoto, enquanto os dois enfrentam figuras da mitologia nórdica.
Callum Vinson continua no elenco como Atreus, mas será substituído na segunda temporada. A produção também conta com Mandy Patinkin como Odin, Ed Skrein como Baldur, Ólafur Darri Ólafsson como Thor, Max Parker como Heimdall, Sonya Walger como Freya e Alastair Duncan como Mimir, entre outros nomes.
A adaptação recebeu uma encomenda inicial de duas temporadas, que continuam planejadas para serem filmadas consecutivamente. A série é comandada por Ronald D. Moore, conhecido por trabalhos como Outlander e Battlestar Galactica, que atua como roteirista, produtor executivo e showrunner.
Frederick E.O. Toye, responsável pela direção dos dois primeiros episódios da versão inicialmente gravada com Hurst, também retornará para comandar essa nova etapa. A produção é uma parceria entre Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, com participação da PlayStation Productions.
God of War e God of War Ragnarok estão disponíveis para jogar no PC, PS4 e PS5. Um novo título da franquia, chamado God of War Laufey, está previsto para chegar em 16 de fevereiro de 2027.
Já parou para pensar no que vai jogar nos próximos dias? Tem muita coisa legal nos consoles PlayStation para passar horas curtindo, desde aventuras e RPGs até jogos puzzles e jogos de tiro. E vários títulos destes gêneros estão entre os jogos em promoção na PS Store, que semana tem ótimos games de PS4 e PS5 com até 90% de desconto.
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O Checkpoint desta quinta-feira (20) chega com um aviso: o PSBlackout, iniciativa da comunidade em protesto contra o fim da mídia física de PlayStation, começa no domingo (23) e vai até o dia 30 de agosto.
Em outras notícias, a nova temporada de Fortnite em parceria com franquias famosas dos videogames finalmente está disponível, trazendo novidades como a Green Hill do Sonic, uma fenda inspirada em Tetris e muito mais.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quinta (20)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
PSBlackout, movimento contra o fim da mídia física de PlayStation, começa no próximo domingo (23)
O PSBlackout, movimento organizado por jogadores contra o fim da produção de mídias físicas do PlayStation, começa no próximo domingo (23) e seguirá até 30 de agosto. A proposta é que os participantes deixem de usar os consoles e evitem compras e serviços do ecossistema da Sony durante uma semana.
A mobilização ocorre após a Sony anunciar que pretende encerrar a fabricação de discos físicos para PlayStation em 2028. A empresa, porém, afirmou anteriormente ter observado “nenhum impacto” em seus negócios provocado por boicotes promovidos por jogadores nas redes sociais.
Nova temporada de Fortnite em parceria com franquias lendárias dos games já está disponível
A nova temporada de Fortnite, Capítulo 7 Temporada 4: Assuma o Controle, já está disponível e reúne colaborações com franquias clássicas dos games. Entre os destaques estão Sonic, Mega Man, Kingdom Hearts, Pac-Man, Persona 5 Royal, Cyberpunk: Edgerunners, Crash Bandicoot e Spyro.
A atualização também adiciona os Consoles de Sobrecódigo, novos equipamentos e Elementais, além de itens como a pistola Obra-Prima de Midas e o Mega Buster de Mega Man. Além disso, o Passe de Batalha tem Sonic como principal destaque, acompanhado do mascote Tails.
Aparentemente, vídeos vazados de GTA 6 são da versão de PC do jogo
Novos vídeos de gameplay de GTA 6 que circulam na internet aparentemente foram gravados na versão para PC do jogo. O material faz parte de uma série de cinco vazamentos recentes, embora o título esteja previsto inicialmente para PS5 e Xbox Series X|S.
As gravações também indicariam acesso a uma versão de desenvolvimento para PC datada de 2025, segundo os relatos. O conteúdo inclui uma referência a “LEEK” deixada pelo responsável pelo vazamento, enquanto a Rockstar e a Take-Two ainda não confirmaram oficialmente a origem dos vídeos.
Silent Hill: Townfall tem novo gameplay com trilha sonora de arrepiar
Silent Hill: Townfall ganhou um novo vídeo com cerca de 18 minutos de gameplay, revelando mais detalhes da ambientação, exploração e combate do próximo jogo da franquia. O material mostra Simon explorando a ilha de St. Amelia, na Escócia, enquanto a trilha sonora se destaca na construção da atmosfera de terror.
Além dos visuais sombrios, o vídeo chama atenção pelo trabalho de música e áudio, elementos importantes para a experiência de Silent Hill. Desenvolvido pela Screen Burn Interactive em parceria com a Konami e a Annapurna Interactive, o jogo chega ao PC e PS5 em 24 de setembro.
Neo Berlin 2087 ganha previsão para 2028 e terá novo trailer na Gamescom
Neo Berlin 2087 será lançado em 2028, segundo anúncio da Elysium Game Studio. O jogo também terá um novo trailer apresentado durante a Gamescom 2026, destacando a ambientação cyberpunk e os elementos de investigação da produção.
Desenvolvido na Unreal Engine 5, o título permitirá alternar entre primeira e terceira pessoa e colocará os jogadores no papel do detetive Nolan. A aventura combinará investigação, infiltração e combates, enquanto as escolhas durante diálogos e ações poderão influenciar o desenvolvimento da história.
Curator, RPG de aventura escrito pelo autor de Altered Carbon, é anunciado
Curator é o novo RPG de aventura cinematográfica da STRTL Games, escrito por Richard K. Morgan, autor de Altered Carbon. O jogo será lançado para PC, PS5 e Xbox Series X|S e coloca os jogadores no papel de Curator, personagem capaz de visualizar futuros possíveis e alterar acontecimentos.
Ambientado em um mundo pós-vitoriano marcado por corrupção política e tecnologia, o título trará tomadas de decisões que podem afetar personagens, relacionamentos e eventos da história. “Você faz as escolhas, altera os eventos futuros, você é o Curador”, afirmou Oleksii Plaksin, diretor de arte da STRTL Games.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
A Riot Games anunciou nesta quinta-feira (20) que 2XKO terá seu desenvolvimento ativo encerrado no fim de 2026. Apesar do fim da produção de novos conteúdos, o jogo de luta baseado no universo de League of Legends não será imediatamente desligado.
Segundo a desenvolvedora, os servidores continuarão funcionando e o título seguirá disponível gratuitamente para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. 2XKO ainda terá novidades sendo reveladas nos próximos meses, antes de entrar em uma espécie de modo de manutenção.
A decisão acontece após a Riot avaliar indicadores como retenção, chegada de novos jogadores, engajamento e receita ao longo de 2026. Vale lembrar que a companhia realizou demissões no time de 2XKO em fevereiro, pouco após o lançamento do game.
Segundo a empresa, mesmo grandes atualizações e momentos de destaque competitivo não foram suficientes para provocar uma mudança sustentável na trajetória do game, que continuou com uma base de jogadores abaixo do necessário para manter o projeto como um serviço em desenvolvimento constante.
Por que a Riot decidiu encerrar o desenvolvimento de 2XKO?
De acordo com a Riot, 2XKO conseguiu conquistar uma comunidade bastante engajada dentro do cenário de jogos de luta, mas esse interesse não se converteu em uma quantidade de jogadores recorrentes suficiente para sustentar o projeto. A empresa afirma que o jogo custa "substancialmente mais" para operar do que gera atualmente, enquanto o engajamento permaneceu relativamente estável mesmo após atualizações maiores.
A companhia também disse que avaliou alternativas como reduzir o tamanho da equipe, diminuir a frequência de atualizações e modificar o modelo de negócios. No fim, a conclusão foi de que continuar investindo no desenvolvimento ativo sem uma perspectiva clara de sustentabilidade não seria uma decisão responsável para os jogadores nem para a própria equipe.
“Para deixar bem claro: teríamos continuado o desenvolvimento ativo se visse qualquer futuro viável, mas o custo de operação do 2XKO é substancialmente maior do que a receita que ele gera, e o engajamento permaneceu relativamente estagnado, apesar das nossas atualizações de maior porte”, diz o comunicado.
O que vai acontecer com 2XKO?
O plano da Riot prevê uma mudança significativa no funcionamento de 2XKO a partir dos próximos meses. Em setembro, com o patch 1.3.1, todos os campeões serão liberados para os jogadores, enquanto sistemas como Battle Passes, temporadas, eventos, KO Points e Champion Tokens serão removidos; o modo Ranqueado também deixará de existir, com o matchmaking sendo concentrado nas partidas Casuais.
A atualização ainda adicionará Lux e um pacote chamado 2XKO Ultimate Bundle, enquanto itens cosméticos, personagens e outros conteúdos já adquiridos continuarão pertencendo aos jogadores. Em outubro, Samira será adicionada como o último campeão planejado, e o patch 1.3.3 será considerado a última grande atualização de conteúdo do game.
A Riot também anunciou um processo dereembolso para quem gastou dinheiro em 2XKO até20 de agosto de 2026. No PC, compras de KO Points e da Starter Edition realizadas até essa data serão devolvidas ao método de pagamento utilizado, enquanto jogadores de PlayStation e Xbox receberão os valores por meio das respectivas plataformas.
No caso dos jogadores de PC, a Riot espera distribuir a maior parte dos reembolsos nas próximas semanas e concluir o processo até novembro. A partir do patch de setembro, a empresa também pretende disponibilizar boa parte dos conteúdos cosméticos por meio da moeda obtida dentro do próprio jogo.
Servidores continuarão funcionando depois de 2026
O encerramento do desenvolvimento ativo não significa que 2XKO será retirado do ar em dezembro. A Riot afirma que os servidores continuarão funcionando depois de 2026 e que o jogo permanecerá disponível para download nas plataformas atuais, incluindo partidas online e o funcionamento do modo offline.
O cenário competitivo também continuará recebendo suporte até o fim do ano, com a última etapa da Competitive Series prevista para novembro. Depois disso, organizadores ainda poderão realizar torneios de 2XKO seguindo as diretrizes de competições da comunidade.
A Riot também confirmou a chegada de Lux em setembro e Samira em outubro, além de ajustes, correções e mudanças em sistemas do jogo. Já o último patch planejado para dezembro deverá ser focado principalmente em correções de bugs.
A Riot também disse que pretende usar o encerramento do projeto para avaliar os aprendizados obtidos antes de partir para novos experimentos no gênero. "No fim das contas, temos orgulho do jogo que esta equipe criou. Somos gratos a todos que fizeram do jogo o que ele é hoje e aguardamos com expectativa os lançamentos restantes deste ano — o que foi descrito acima reflete nosso plano atual, e poderemos fazer alguns ajustes nas datas e na comunicação ao longo do caminho", disse a companhia.
Até o momento, a Riot não comentou a respeito de possíveis demissões ligadas ao fim de 2XKO. No entanto, a empresa realizou layoffs em fevereiro, logo após o lançamento do game nos consoles: na época, cerca de 80 funcionários foram desligados da companhia.
A PS Plus está preparando a chegada de diversos games de peso ao seu catálogo ainda em agosto, incluindo sucessos como Helldivers 2. Mas quem não assina o serviço ou prefere garantir o acesso mesmo quando saírem de catálogo pode aproveitar os jogos em promoção na PS Store, que nesta semana tem diversos jogos de PS4 e PS5 muito legais com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque disponíveis na PS Store para você aproveitar estão títulos como Warhammer 40,000: Space Marine 2, o já citado Helldivers 2, Crusader Kings III, Blue Prince e Amazing Princess Sarah, que está custando apenas R$ 5,25.
Ainda não entrou na atual geração? Então se liga aqui: não compre seu PS5 pelo preço cheio, use o cupom KaBuM! para descolar seu novo PlayStation 5 com desconto e economize no seu hobby favorito!
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O Checkpoint desta quinta (13) chega com atualizações sobre o apoio da organização Stop Killing Games ao processo judicial holandês em defesa dos direitos do consumidor contra o monopólio da PS Store.
Em outras notícias, o Project Sirius, multiplayer ambientado no universo da franquia The Witcher, teve mais demissões na equipe. Segundo o Kotaku, nove desenvolvedores foram desligados e outros nove serão redistribuídos dentro da CD Projekt RED como parte de uma "mudança mais ampla na estratégia de desenvolvimento".
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quinta (13)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Stop Killing Games apoia o fim do monopólio da PlayStation Store
A iniciativa Stop Killing Games declarou apoio a um processo judicial na Holanda que questiona o domínio da Sony sobre a distribuição digital de jogos nos consoles PlayStation. A ação é movida pela organização de defesa do consumidor Stichting Massaschade & Consument (SM&C) em nome de cerca de 1,7 milhão de usuários holandeses.
O processo argumenta que a ausência de concorrência na distribuição digital pode prejudicar os consumidores, especialmente diante dos planos da Sony de encerrar a produção de jogos físicos para PlayStation a partir de 2028.
“Estamos apoiando integralmente o caso da SM&C no tribunal holandês”, afirmou o Stop Killing Games, que também divulgou a campanha com o slogan: “Chegou a hora de processar a Sony, junte-se a nós”.
Jogo multiplayer ambientado no universo de The Witcher tem 18 demissões confirmadas
O desenvolvimento do Project Sirius, jogo multiplayer ambientado no universo de The Witcher, teve uma nova redução na equipe. Segundo a CD Projekt Red, 18 profissionais foram afetados pela mudança, sendo que nove foram demitidos e outros nove serão transferidos para diferentes projetos da empresa.
Com a reestruturação, a equipe responsável pelo projeto passa de 83 para 65 integrantes. “Ajustamos o tamanho da equipe do Sirius para refletir as necessidades do projeto nesta fase de desenvolvimento”, afirmou a CD Projekt Red em comunicado ao Kotaku.
Super Mario Sunshine chega à biblioteca do GameCube através do Switch Online
Super Mario Sunshine chegou de surpresa e já está disponível na biblioteca de jogos de GameCube do Nintendo Switch Online para o Switch 2. O clássico de plataforma 3D pode ser acessado pelo aplicativo Nintendo Classics — como parte da assinatura Switch Online + Expansion Pack.
Com a chegada do jogo, a biblioteca de GameCube no Switch 2 passa a contar com 10 títulos. Entre eles estão F-Zero GX, Luigi's Mansion, The Legend of Zelda: The Wind Waker, Super Mario Strikers e Pokémon XD: Gale of Darkness — enquanto Pokémon Colosseum já foi confirmado para o serviço, mas ainda não tem data definida.
Fãs acreditam terem descoberto o nome completo de The Elder Scrolls 6
Após uma recente prévia de The Elder Scrolls 6, fãs acreditam ter encontrado uma pista que pode revelar o subtítulo do aguardado RPG da Bethesda. A teoria aponta para “Sentinel”, nome ligado a uma cidade de Hammerfell, que teria sido escondido em Starfield.
A especulação ganhou força depois que a CEO do Xbox, Asha Sharma, publicou uma imagem mencionando ter jogado uma versão de *The Elder Scrolls 6: *********, indicando um subtítulo com oito caracteres.
Fãs resgataram um detalhe do criador de personagens de Starfield que, ao ser interpretado de uma determinada forma, aparentemente forma a palavra “Sentinel”, enquanto o ex-funcionário da Bethesda Michael Kirkbride também teria apoiado a teoria.
Darksiders 4 e novo Kingdom Come Deliverance estão planejados para até março de 2028, segundo Embracer
A Embracer Group indicou que Darksiders 4 e um novo jogo da franquia Kingdom Come: Deliverance devem ser lançados entre abril de 2027 e março de 2028. Os dois títulos aparecem entre os projetos previstos pela empresa para o ano fiscal de 2027/28.
No relatório, a Embracer afirmou que espera o lançamento do próximo Kingdom Come, desenvolvido pela Warhorse Studios, e de Darksiders 4, da Gunfire Games, dentro do período. O novo jogo da série medieval ainda não foi anunciado oficialmente, mas uma marca registrada como Kingdom Come: Salvation foi identificada na União Europeia no mês passado.
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A Netflix decidiu reduzir novamente sua operação interna de games e anunciou o fechamento de dois estúdios responsáveis por projetos para a plataforma. A Night School, conhecida por Oxenfree e adquirida pela empresa em 2021, será encerrada, enquanto a Moonloot, de Helsinque, também será fechada.
A decisão acontece poucos dias depois de a Netflix anunciar uma parceria de destaque envolvendo GTA 6. Em 27 de agosto, a plataforma será responsável pela estreia inicial de Grand Theft Auto VI: An Extended Look, apresentação com gameplay estendido que também chegará posteriormente ao YouTube oficial da Rockstar Games e ao site de GTA 6.
O momento chama atenção porque a Night School lançou Unhinged há apenas seis semanas. O jogo de terror em primeira pessoa foi desenvolvido para ser transmitido diretamente pela Netflix em TVs e chegou a ser elogiado publicamente pelo co-CEO da companhia, Greg Peters, durante uma conversa com investidores.
Segundo informações do Game File, a Netflix afirmou que está reorganizando sua área de jogos para concentrar esforços em títulos infantis, jogos de festa, experiências guiadas por narrativa e projetos com apelo mais amplo. A companhia também confirmou cortes de empregos na equipe interna de games, mas não informou quantas pessoas serão afetadas.
A Night School foi fundada antes da aquisição pela Netflix e ganhou reconhecimento principalmente com Oxenfree, aventura narrativa sobrenatural premiada. Sob o comando da companhia, o estúdio também desenvolveu Oxenfree II: Lost Signals e um jogo mobile relacionado a um episódio de Black Mirror.
A mudança representa mais um recuo na estratégia de desenvolvimento interno da Netflix. Em 2024, a empresa encerrou a Team Blue, estúdio formado por veteranos de Call of Duty e Halo que trabalhava em um projeto de tiro em primeira pessoa de grande escala.
Em outubro do ano passado, a companhia também fechou a Boss Fight Entertainment, pouco depois de elogiar o trabalho do estúdio em Squid Game: Unleashed. Em dezembro, a Netflix vendeu a Spry Fox de volta aos seus fundadores, enquanto agora mantém a Next Games, também localizada em Helsinque, como seu principal estúdio interno dedicado a jogos.
Recentemente, a companhia também lançou um jogo de futebol em parceria com a FIFA, aproveitando a onda da Copa do Mundo. No entanto, apesar de o projeto ter sido revelado como um jogo em andamento, grande parte da equipe do estúdio por trás do game foi demitida.
Netflix muda estratégia para jogos
A estratégia da Netflix para games também mudou desde o início da iniciativa, em 2021. Depois de começar com jogos mobile oferecidos como benefício para assinantes, a empresa passou a investir em experiências transmitidas diretamente para TVs e PCs, com smartphones funcionando como controles.
O fechamento de estúdios indica uma preferência cada vez maior por trabalhar com desenvolvedoras externas, modelo semelhante ao adotado pela Netflix em filmes e séries. Ao mesmo tempo, a parceria com a Rockstar para a apresentação de GTA 6 mostra que a companhia continua interessada em usar jogos de grande apelo para fortalecer sua presença no mercado, mesmo reduzindo a quantidade de equipes próprias.
A parceria com a Rockstar também mostra uma relação crescente entre as duas companhias. Em 2024, a Netflix divulgou que os jogos da franquia GTA foram os mais baixados dentro do seu catálogo de games, movimentando milhões de downloads.
Até o momento, a Netflix não esclareceu o futuro de jogos como Oxenfree e outros games feitos pelos estúdios afetados pela nova decisão. Por enquanto, os títulos seguem disponíveis no PC, consoles e no catálogo do serviço de streaming.
Adições na biblioteca são sempre muito bem-vindas, não é mesmo? Se você é do time que acompanha o Voxel para jogar coisa nova sem gastar nada, saiba que cinco jogos pagos estão gratuitos por tempo limitado na Play Store. A oferta conta com títulos de diferentes gêneros para jogar no Android.
Um detalhe importante sobre esses jogos gratuitos na Play Store é que a plataforma não informou até quando a oferta estará ativa — por isso, o ideal é resgatá-los o quanto antes para não correr o risco de ficar sem.
Lembrando que, uma vez adicionados à sua conta, eles permanecem disponíveis para sempre, mesmo após o fim da oferta. Certamente, essa é uma boa chance para aumentar sua coleção de games gratuitos no Android e testar títulos que normalmente são pagos — incluindo opções offline e com conteúdo premium desbloqueado.
Quais jogos estão gratuitos na Play Store esta semana?
Os títulos podem ser baixados diretamente na Play Store pelos links oficiais e ficam para sempre na sua biblioteca após o resgate.
Lembrando mais uma vez que não ficou exatamente claro quando as ofertas serão encerradas — então aproveite clicando nos links a seguir para ir direto à Play Store.
King of Defense Premium
King of Defense Premium é um jogo de estratégia e tower defense em que você precisa posicionar torres, combinar unidades e criar diferentes estratégias para impedir o avanço dos inimigos. A versão Premium oferece uma experiência sem anúncios e reúne diferentes recursos para fortalecer suas defesas.
Em Grow Spaceship VIP, o objetivo é evoluir sua nave espacial, derrotar inimigos e melhorar continuamente seus equipamentos para enfrentar desafios cada vez maiores. O game combina progressão incremental com elementos de RPG e diferentes possibilidades de aprimoramento.
Tower Defense: Epic Turret Pro coloca o jogador no comando de uma linha defensiva contra ondas de inimigos. Para avançar, é preciso posicionar e aprimorar torres, escolher diferentes estratégias e utilizar os recursos disponíveis para impedir que os adversários atravessem o mapa.
King of Defense 2: TD Premium é um tower defense que amplia a fórmula do primeiro jogo com novas unidades, torres e inimigos. O jogador precisa combinar diferentes estruturas e habilidades para montar defesas capazes de resistir às ondas de adversários.
Exile: Wasteland Survival PRO é um RPG de sobrevivência ambientado em um mundo pós-apocalíptico. É preciso explorar o cenário, coletar recursos, fabricar equipamentos e construir estruturas enquanto enfrenta ameaças em um ambiente hostil.
Seguindo a sua tradição semanal, a Epic Games acaba de liberar nesta quinta (13) o jogo grátis da semana na plataforma de PC. O nome da vez é Caravan SandWitch, uma envolvente jornada cheia de aventuras baseada em narrativa.
Se você acompanha o Voxel semanalmente, provavelmente já tem uma biblioteca recheada na Epic Games só com os jogos gratuitos que indicamos por aqui.
Caso ainda não tenha esse hábito, fica o convite: aproveite para resgatar os games da semana e ampliar sua coleção sem gastar absolutamente nada!
Mais detalhes sobre o jogo gratuito da Epic Games desta semana
Quer saber mais sobre o título gratuito da vez? Logo abaixo você confere um trailer e uma breve descrição de Caravan SandWitch, que pode ser seu de forma permanente — mas por tempo limitado!
Caravan SandWitch
Caravan SandWitch é uma aventura narrativa de exploração desenvolvida pela Studio Plane Toast, na qual os jogadores percorrem um mundo de ficção científica inspirado na região francesa da Provence em busca de uma irmã desaparecida.
A jornada pode ser feita a pé ou a bordo de uma van, que recebe melhorias para liberar novos caminhos e áreas. O jogo aposta em uma experiência tranquila, sem combates, mortes ou limite de tempo, enquanto apresenta comunidades e personagens para interagir ao longo da viagem.
Como resgatar o jogo gratuito da Epic Games Store?
Lembrando que o título já se encontra disponível gratuitamente na Epic Games Store e ficará assim até a próxima quinta (20), às 13h (horário de Brasília).
Para resgatar Caravan SandWitch gratuitamente na Epic Games é muito simples. Primeiramente, claro, você precisa ter uma conta na plataforma.
Em seguida, clique no link abaixo, vá em "Obter" e pronto, ele já estará salvo em sua conta. Agora é só baixar e se divertir, então corre para aproveitar antes que se esqueça de salvá-lo na sua biblioteca!
Quem estava esperando uma boa oportunidade para conhecer um dos RPGs de ação mais comentados dos últimos anos ganhou uma chance interessante nesta semana. Black Myth: Wukong está em promoção na Steam com 30% de desconto, levando o preço do jogo para R$ 160,99, valor que representa o menor preço histórico registrado para a versão digital na plataforma.
A promoção começou em 12 de agosto e faz parte de uma campanha que também reduziu o preço do game em outras plataformas digitais, com o game saindo por R$ 209 no PS5 e Xbox Series S e X. A oferta nos consoles também marca o menor preço histórico do jogo nas plataformas, apesar do valor mais alto em comparação com o PC.
Segundo informações divulgadas sobre a oferta, a versão de PC fica com o desconto disponível até 25 de agosto, enquanto a PlayStation Store e Xbox devem manter a campanha até 27 de agosto.
Black Myth: Wukong está com menor preço histórico na Steam – e ainda menor na Nuuvem
Durante a oferta, a versão padrão de Black Myth: Wukongsai de R$ 229,99 porR$ 160,99, representando um desconto de 30%. O valor atual supera a marca anterior de desconto, que havia chegado a 25% em fevereiro deste ano, fazendo da promoção atual o menor preço já registrado para o jogo na Steam.
No Brasil, um desconto ainda maior está disponível na loja Nuuvem, que vende keys de games para PC e gift cards de consoles. Por tempo limitado, é possível garantir o jogo por R$ 149,49, um desconto de 35%, e ativá-lo na Steam.
O desconto era tão aguardado por jogadores do PC que o game se tornou um sucesso de vendas imediato. Apesar de o desconto ter começado no dia 12, o game já é o segundo mais vendido da Steam na semana, somando mais de 26 mil jogadores simultâneos no momento desta notícia.
Lançado em 2024 pela chinesa Game Science, Black Myth: Wukong chamou atenção por sua combinação de gráficos impressionantes, combates focados em chefes e elementos inspirados na mitologia chinesa e no clássico literário Jornada ao Oeste. O jogo também foi indicado a Jogo do Ano no The Game Awards 2024, além de conquistar diversos prêmios e alcançar 20 milhões de unidades vendidas em seu primeiro mês.
No game, o jogador assume o papel do Predestinado, um guerreiro com características do lendário Sun Wukong, e percorre diferentes regiões enfrentando criaturas e personagens inspirados na mitologia chinesa. A aventura combina combate com bastão, feitiços, transformações e equipamentos, enquanto apresenta histórias relacionadas aos inimigos encontrados durante a jornada.
Um dos principais diferenciais de Black Myth: Wukong é justamente sua relação com Jornada ao Oeste, um dos grandes clássicos da literatura chinesa. A Game Science utiliza personagens, conceitos e elementos da obra como ponto de partida para construir uma nova história, em vez de simplesmente adaptar o romance de forma direta.
A produção também teve impacto significativo na indústria chinesa de games, especialmente após alcançar números expressivos na Steam logo no lançamento. O título chegou a registrar cerca de 2,4 milhões de jogadores simultâneos na plataforma, tornando-se um dos maiores sucessos single-player da história do serviço.
Para quem pretende aproveitar a promoção no PC, vale conferir se a máquina consegue rodar o RPG, que é conhecido pelos gráficos rebuscados. A própria página do jogo recomenda o uso de SSD e tecnologias como DLSS, FSR ou XeSS para as configurações indicadas.
Anunciado em abril de 2025, o jogo independente Duskfade conquistou a atenção de muitos jogadores logo de cara com sua pegada nostálgica. O título foi revelado com visuais cartunescos em 3D, um protagonista de cabelo espetado com uma espada, que lembra uma chave, e um animal falante como parceiro, tudo com visuais no estilo da Pixar.
Com essas características, as comparações com títulos como Kingdom Hearts são inevitáveis, e o estúdio por trás da obra sabe disso. Produzido pelo time espanhol Weird Beluga e publicado pela Fireshine Games, o jogo indie é amplamente divulgado como uma carta de amor aos games de ação e plataforma 3D da era PS2.
Apesar de ter nascido no interior de uma cidade pequena no Rio Grande do Sul, eu tive o privilégio de crescer justamente tendo contato com esse tipo de jogo. Além de passar bons anos com clássicos como Spyro The Dragon graças a um PS1 de segunda mão, meu tio se aventurou em ter uma locadora de games por alguns anos, o que me permitiu conhecer produções como Maximo, Jak and Daxter e Conker no auge da infância.
Por causa desse histórico, acompanhei com curiosidade o desenvolvimento e divulgação de Duskfade, mas com uma pulga atrás da orelha. Afinal, estamos vivendo o auge da “indústria da nostalgia”, o que pode ser uma armadilha gigantesca para um projeto independente com recursos limitados.
Prova disso é Agefield High: Rock The School, que também chegou recentemente. O jogo tem a ambição de ser um sucessor espiritual de Bully, mas sem os recursos de um grande estúdio – o que garantiu uma entrega final questionável.
Após cerca de 10 horas explorando o mundo de Duskfade no PS5 Pro, a boa notícia é que o jogo entrega um resultado bastante positivo, sendo uma ótima pedida para velhos de guerra e quem está chegando no gênero de plataforma 3D agora. No entanto, algumas amarras ainda podem deixar o jogo limitado para alguns tipos de público.
Uma viagem no tempo com toques de modernidade
Como Duskfade chama a atenção logo de cara pelo seu gameplay e a proposta bem nostálgica, vale começar falando justamente sobre a jogabilidade. A melhor forma de definir o título é um lançamento da era do PS2, mas feito sob medida para a atual geração de consoles.
O trailer de anúncio do jogo é aberto com uma frase emblemática: “Se ficarmos sempre olhando para trás, vamos perder tudo que o presente possui para nos oferecer”. Felizmente, o time da Weird Beluga conseguiu encontrar o equilíbrio perfeito entre passado e presente na maioria do tempo.
O jogador acompanha o jovem Zirian, que precisa explorar diferentes partes do seu mundo para romper correntes gigantes e libertar sua irmã, que está presa em uma torre do relógio gigante. Aqui, o jogo mostra que a inspiração em Kingdom Hearts é mais estética que na jogabilidade.
Duskfade é praticamente um lançamento da era do PS2, mas feito sob medida para a atual geração de consoles.
Todo o gameplay remete a clássicos de plataforma 3D, com sistemas limitados de upgrades e combate. Não espere fazer combos gigantescos e cheios de firulas como em Kingdom Hearts, ou ficar equipando habilidades e personalizando builds.
Apesar da aparência de Kingdom Hearts, o gameplay está mais próximo de outros clássicos do PS2, como Maximo: Ghosts to Glory e Army of Zin. O jogo também está na mesma categoria de “clássicos modernos” que A Hat in Time e Yooka Laylee, que chegaram em 2017 e também deram um novo gás para os games de plataforma 3D.
Cada seção do jogo possui habilidades novas e desafios de plataforma específicos, o que garante uma progressão interessante na exploração de cada área. Essas habilidades também são divertidas de serem usadas, indo desde pulo duplo até esquiar por trilhos, bem na vibe clássica de PS2.
Outro detalhe que mostra a veia de plataforma do jogo são os chefes. Todos os combates principais incluem não só a pancadaria, mas também transições em que o jogador precisa realizar desafios de plataforma, como destruir objetos no cenário, para continuar o combate.
Mundo amplo e cheio de segredos
Cada região do jogo conta com ambientes únicos e desafios de plataforma que lembram clássicos do gênero no PS2. A grande diferença é que tudo é construído com a tecnologia atual em mente: além dos visuais rebuscados, as áreas são bem amplas, escondendo segredos e incentivando a exploração de cada canto.
A evolução das habilidades acontece por meio de cristais temporais espalhados pelo chão e a coleta de engrenagens, que podem ficar bem escondidas no mapa. Durante a jornada, o game também libera outros colecionáveis para buscar, como caixas de música, moedas e objetos para mudar o visual do personagem.
Os cenários também são montados com diferentes temas, como ilhas oceânicas, deserto e vulcão, dando bastante variedade para os visuais e desafios do gameplay. A escapa de cada seção do jogo também garante uma boa quantidade de tempo de entretenimento, sem causar uma carga de repetição.
A liberdade e o incentivo na exploração, no entanto, podem acabar pesando em algumas partes. O jogo não conta com indicadores de objetivo principal, apenas um sino que raramente aparece no gameplay e aponta um caminho. Para quem busca seguir a história com mais agilidade, isso pode atrapalhar, pois o jogador pode perder o foco durante a jornada.
Combate é limitado pela progressão
Quando o assunto é combate, a veia de plataforma também está altamente presente, o que inclui algumas limitações na pancadaria. O jogo conta com combos limitados no começo, mas permite que você desbloqueie novas habilidades durante o gameplay.
Além de ataques leves e pesados com a espada, o jogo conta com uma barra de especial que permite lançar ataques temporais. Essas skills, assim como combos mais elaborados, só vão sendo liberadas no decorrer da história.
Aqui, no entanto, está minha maior ressalva com o game, que prioriza a progressão e exploração ao invés de ferramentas para o jogador descer a lenha do seu jeito. Para liberar e evoluir certas habilidades, é necessário andar bastante pelo cenário para conseguir engrenagens de upgrade, o que deixa muitas skills interessantes presas para o fim do jogo.
Com isso, durante grande parte das lutas, você vai ter que se virar com combos básicos durante horas, ou então priorizar a exploração de cada canto do mapa em busca de engrenagens para evoluir suas habilidades e liberar golpes mais fortes.
Outra limitação está em como você realiza esses upgrades: para comprar as novas habilidades, sempre é necessário retornar para a Cidade Ponteiro, que funciona como um grande lobby. Enquanto existem portais que facilitam esse trajeto, seria mais interessante poder comprar habilidades a qualquer hora.
Por fim, vale ressaltar que alguns inimigos também são repetitivos. Enquanto o jogo conta com chefes bem trabalhados, outras ameaças possuem um design bem simples e te acompanham do início ao fim do game, com algumas partes simplesmente lotando a tela de adversários para te dar mais trabalho no gameplay.
História simples, mas que tem seu encanto
Na parte da narrativa, Duskfade conta com uma narrativa bem simples, lembrando justamente games de plataforma do tipo na era do PS2. Ainda assim, o jogo conta com uma mensagem importante em sua história, o que faz dele uma boa pedida principalmente para quem joga com os filhos.
A história começa com Zirian, o protagonista, perdendo seu avô e lidando com a tristeza de sua irmã, uma relojoeira. Após uma grande explosão, ela fica presa em uma grande torre que surge na Cidade Ponteiro, com o protagonista empunhando a espada Minuteira para quebrar as correntes da porta da prisão para libertá-la.
O jogo traz uma mitologia própria envolvendo tempo e sentimentos, o que dá um charme para o título. No entanto, o maior destaque fica para a abordagem de temas como luto e sentimentos reprimidos de uma forma simples e tocante, o que pode conversar bem com audiências mais novas.
O jogo também conta com múltiplos modos de dificuldade, indo desde opções mais desafiadoras até foco na história. Com isso, Duskfade serve muito bem como uma porta de entrada para novos gamers que estão começando a conhecer a mídia interativa.
É válido ressaltar que existem algumas limitações no orçamento, como o fato de grande parte da história ser contada por diálogos escritos e apenas cenas principais contarem com dublagem. Ainda assim, a experiência geral entregue na narrativa do jogo é bem competente, principalmente por contar com legendas em português brasileiro.
Vale a pena?
Duskfade é uma ótima surpresa para quem sente saudades dos jogos de plataforma 3D que marcaram a era do PS2. O projeto da Weird Beluga entende muito bem a proposta de resgatar esse estilo e consegue combinar exploração, plataformas e combate em uma aventura charmosa, que também funciona como porta de entrada para quem não viveu aquela época.
O maior mérito do jogo está justamente em não depender apenas da nostalgia para funcionar. O mundo é interessante de explorar, as habilidades ajudam a renovar a experiência e a narrativa aborda temas importantes de maneira simples, mas eficiente.
Por outro lado, algumas escolhas acabam segurando o potencial da aventura. O combate demora para evoluir, o design dos inimigos podia ser melhor e a ausência de indicadores claros de objetivos pode tornar a exploração confusa em determinados momentos.
Mesmo com essas limitações, Duskfade é uma experiência que vale a pena para fãs de plataformas 3D e para quem procura uma aventura mais leve e nostálgica. O jogo mostra que ainda existe espaço para esse tipo de produção no mercado atual, desde que a nostalgia venha acompanhada de ideias próprias e de uma boa dose de modernidade.
Para quem cresceu nos anos 2000 cercado de jogos do tipo e está com vontade de matar a saudade, ou possui filhos que estão entrando no mundo dos games, Duskfade é uma viagem no tempo que vale o embarque. E com o preço abaixo de R$ 100 no Brasil, a passagem está bem convidativa.
Nota do Voxel: 88
Pontos positivos
Ótima combinação entre nostalgia e elementos modernos
Fases amplas e cheias de segredos para explorar
Habilidades de plataforma variadas e divertidas
Narrativa simples, mas com temas relevantes como luto e sentimentos reprimidos
Boa opção para fãs do gênero e para novos jogadores
Legendas em português brasileiro
Pontos negativos
Combate limitado durante boa parte da campanha
Progressão das habilidades poderia ser mais dinâmica
Alguns inimigos são repetitivos
Uma cópia de Duskfade foi cedida pela Fireshine Games para review no PS5 Pro. O game já está disponível no PlayStation 5, PC, Xbox Series S e X, bem como no Nintendo Switch 2.
O retorno de The Lord of the Rings: War in the North aos consoles e PC pode ser apenas o começo de uma nova onda de relançamentos da franquia. A Aspyr, responsável pela nova Legacy Edition do RPG de ação de 2011, lançada de surpresa na terça, confirmou que pretende levar outros jogos clássicos de O Senhor dos Anéis para as plataformas atuais.
A informação apareceu de maneira discreta no anúncio da nova versão. A Aspyr descreveu War in the North como seu primeiro jogo de O Senhor dos Anéis e afirmou que os fãs podem esperar "ainda mais lançamentos clássicos" da franquia no futuro.
Por enquanto, o estúdio não revelou quais títulos estão na fila nem deu pistas sobre uma possível ordem de lançamento. Ainda assim, o anúncio abre espaço para vários candidatos, especialmente jogos publicados pela Warner Bros. Interactive durante os anos 2000 e 2010.
Aspyr confirma novos jogos de Senhor dos Anéis
A confirmação de que mais remasterizações da franquia estão em desenvolvimento veio junto ao lançamento de The Lord of the Rings: War in the North – Legacy Edition, que chegou de surpresa a PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Switch 2 e PC. A nova versão é desenvolvida e publicada pela Aspyr, com preços que partem de R$ 53,99.
Além de adaptar o RPG para sistemas atuais, a edição inclui algumas melhorias técnicas e de qualidade de vida. Entre elas estão suporte a 60 quadros por segundo — com exceção do Switch original —, sistema de travamento de inimigos, salvamento automático, mais espaços para arquivos de save e uma inteligência artificial aprimorada.
O multiplayer também foi preservado: há suporte para cooperativo local em tela dividida para dois jogadores e partidas online para até três pessoas. No Switch original, algumas dessas funções apresentam limitações em relação às outras plataformas.
Quais jogos de Senhor dos Anéis podem voltar?
A Aspyr ainda não revelou quais serão os próximos projetos que serão relançados, mas existe uma lista considerável de possibilidades. Entre os jogos publicados pela Warner Bros. Interactive em período semelhante estão Guardians of Middle-earth eThe Lord of the Rings: Aragorn's Quest.
Os dois jogos da série Middle-earth, que são mais recentes, aparecem como candidatos particularmente interessantes para uma atualização em plataformas atuais. Como a Aspyr tem experiência com ports para consoles da Nintendo, uma versão de Shadow of Mordor ou Shadow of War para o Switch 2 seria uma possibilidade natural — embora nada tenha sido confirmado.
Vale lembrar, porém, que relançar jogos antigos de O Senhor dos Anéis não depende apenas de questões técnicas. Os direitos envolvidos em títulos licenciados podem ser bastante complicados, principalmente quando diferentes empresas participaram da publicação e do desenvolvimento.
Fãs querem jogos clássicos da EA de volta
Entre os desejos mais recorrentes dos fãs estão os jogos de O Senhor dos Anéis publicados pela Electronic Arts no começo dos anos 2000, no auge do PS2. A lista inclui títulos baseados diretamente na trilogia de filmes de Peter Jackson, como The Lord of the Rings: The Return of the King.
Outro nome bastante lembrado é The Lord of the Rings: Conquest, lançado em 2009. Desenvolvido pela Pandemic Studios, o game seguia uma fórmula de ação multiplayer inspirada em Star Wars: Battlefront, mas transportava a estrutura para os campos de batalha da Terra-média.
Há ainda uma categoria que provavelmente despertaria enorme interesse caso pudesse ser recuperada: os jogos de estratégia The Battle for Middle-earth. Os títulos são considerados referências entre os games de estratégia em tempo real ambientados no universo de Tolkien e permanecem difíceis de acessar oficialmente nos sistemas atuais.
Direitos podem complicar os relançamentos
O problema é que nem todos esses jogos necessariamente estão disponíveis para a Aspyr relançar. Embora a Warner Bros. tenha os direitos relacionados à franquia, os acordos utilizados nos games antigos envolviam diferentes companhias, o que pode tornar cada projeto um caso separado.
Os jogos da EA, por exemplo, foram publicados pela própria Electronic Arts em uma época na qual a empresa possuía acordos específicos para desenvolver títulos baseados nos filmes. Por isso, não está claro se esses contratos permitem uma nova distribuição décadas depois ou se seria necessário renegociar os direitos.
A situação é semelhante à de outras franquias licenciadas que tiveram diversos jogos distribuídos por empresas diferentes. Na prática, recuperar um game antigo pode exigir uma verdadeira caça aos direitos antes mesmo de qualquer trabalho de remasterização começar.
Embracer também controla os direitos de Tolkien nos games
A situação fica ainda mais curiosa porque a própria Aspyr pertence à Embracer Group. O conglomerado também controla a Middle-earth Enterprises, empresa responsável pelos direitos exclusivos mundiais sobre determinados elementos de O Senhor dos Anéis e O Hobbit, incluindo nomes de personagens, locais, objetos e acontecimentos.
Isso coloca diferentes peças importantes da franquia dentro do mesmo grupo empresarial. Ainda assim, isso não significa automaticamente que todos os jogos antigos estejam liberados para relançamento, especialmente aqueles criados sob contratos específicos com outras publishers.
Por enquanto, portanto, o único projeto confirmado é War in the North. Ainda assim, a promessa pública da Aspyr deixa claro que o RPG de 2011 não deve ser o último jogo clássico da Terra-média a ganhar uma nova oportunidade nas plataformas modernas.
E aí, qual jogo da franquia você gostaria de ver retornando? Comente nas redes sociais do Voxel!
Aos jogadores de Nintendo que estão ansiosos por Crimson Desert, ótimas notícias no Checkpoint desta quarta (12). Embora os lucros da Pearl Abyss tenham caído após o hype do lançamento do game, o estúdio acaba de confirmar que seu RPG de ação chegará ao Switch 2 no primeiro semestre de 2027.
Em outras notícias, o diretor de tecnologia do Xbox, Scott Van Vliet, garantiu em declaração que as causas da recente queda no serviço do console, que tornou até mesmo jogos digitais e físicos totalmente inutilizáveis, foram totalmente corrigidas.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (12)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Crimson Desert chega em 2027 ao Switch 2
A Pearl Abyss confirmou que Crimson Desert está sendo preparado para chegar ao Nintendo Switch 2 no primeiro semestre de 2027. Segundo o estúdio, o RPG de mundo aberto já atingiu um “nível jogável” no console e passa por testes de otimização.
A empresa explicou que pretende preservar no Switch 2 os gráficos, o combate e a experiência de mundo aberto do jogo, em vez de realizar apenas uma conversão. “Embora seja necessária otimização, o jogo já é jogável em um nível básico”, afirmou a Pearl Abyss.
Além disso, o estúdio também reportou um segundo trimestre mais fraco em relação aos seus lucros, visto que o impacto inicial do lançamento de Crimson Desert em março diminuiu. Com isso, a receita operacional diminuiu em relação ao trimestre anterior, após um aumento de 419,8% nos ganhos do primeiro trimestre.
Xbox garante que resolveu os problemas de queda de serviço nos consoles
O Xbox afirmou ter corrigido o problema responsável pela grande interrupção de serviço ocorrida em julho, que chegou a impedir até o funcionamento de jogos em disco. Segundo a empresa, uma atualização do sistema já foi disponibilizada e será obrigatória a partir de 17 de agosto.
De acordo com Scott Van Vliet, diretor de tecnologia do Xbox, a falha estava relacionada a um serviço externo e a um erro separado nos sistemas de licenciamento da própria empresa. “Nossos engenheiros estão trabalhando ativamente para reforçar os serviços e a infraestrutura”, afirmou o executivo.
Meccha Chameleon vendeu nada menos que 20 milhões de cópias em apenas 2 meses
Apesar da desaceleração nas vendas, o título continua reunindo cerca de 22 mil jogadores diariamente na Steam, segundo dados do SteamDB. A desenvolvedora também mantém o game atualizado com novos conteúdos e correções — o que certamente prolonga ainda mais a sua vida útil.
MMORPG Throne and Liberty muda de publisher e será gerenciado pela antiga NCSoft
O MMORPG Throne and Liberty terá sua publicação global transferida da Amazon Game Studios para a NC (antiga NCSoft). A mudança será feita gradualmente, com a previsão de que a empresa assuma o gerenciamento de um único serviço online até o quarto trimestre de 2026.
A FirstSpark Games, subsidiária da NC, trabalhará com a Amazon na transição dos serviços técnicos e operacionais, mantendo o conteúdo e os recursos do jogo em todas as plataformas. “Este é o momento certo para assumirmos um papel mais direto no apoio ao jogo e na construção do seu futuro”, afirmou a NC em comunicado.
Ghost of Yotei ganhará DLC de história e modo roguelike em outubro
Ghost of Yotei receberá dois novos conteúdos em 1º de outubro: a expansão de história Echoes of Sekigahara e o modo roguelike de sobrevivência Most Wanted. Os conteúdos serão vendidos juntos por R$ 85,50 para quem já possui o jogo.
A Sony também anunciou uma Edição Completa de Ghost of Yotei por R$ 399,90, disponível a partir de hoje. Quem adquirir a edição ou reservar o DLC até 30 de setembro receberá antecipadamente a Armadura Sakai, inspirada na família de Jin Sakai em Ghost of Tsushima.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
O aguardado The Elder Scrolls 6 finalmente voltou aos holofotes graças a uma visita recente de Asha Sharma, à sede da Bethesda, mas a situação toda foi ofuscada por um protesto contra as recentes demissões no setor de jogos da Microsoft, com direito à presença de um enorme rato inflável. Deixando as polêmicas um pouco de lado, seguimos aproveitando os jogos empromoção na Microsoft Store, que nesta semana traz títulos com até 90% de desconto.
Por exemplo, entre as ofertas para Xbox em destaque temos games como Helldivers 2, Black Myth: Wukong, Cult of the Lamb, Coffee Talk Tokyo e We The Revolution, que está custando apenas R$ 7,49.
Vem com a gente conferir os jogos de Xbox no precinho e aproveite para aumentar o backlog com um monte de jogão em promoção.
Promoções de jogos para Xbox na Microsoft Store
A seguir, você confere a nossa lista com as principais promoções de jogos para Xbox One, Series S e Series X disponíveis nesta semana na Microsoft Store:
Ainda não tem seu Xbox? Então pare de marcar bobeira, aproveite as promoções e use o cupom KaBuM! para adquirir o seu Xbox Series S ou Series X novinho com desconto o quanto antes!
Economize e parcele suas compras no Xbox com a Nuuvem
Existe uma forma de aliviar um pouco as finanças e parcelar os jogos de Xbox que a gente tanto quer — e com direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem.
Você pode comprar gift cards e assinaturas do Xbox Game Pass na Nuuvem com cashback e opções de parcelamento
Na Nuuvem é possível parcelar a compra em até 4x sem juros no PayPal ou em até 6x sem juros no cartão de crédito. E o melhor: você ainda recebe cashback em forma de moedinhas na própria plataforma, que podem ser usadas em compras futuras e abater parte do valor do pagamento final.
Você pode comprar desde gift cards a cartões de assinaturas do Xbox Game Pass e, além do cashback, ainda pode usar cupons de desconto que vez ou outra são liberados pela galera da Nuuvem.
E aí, aproveitou para comprar algum dos jogos para Xbox em promoção? Nos conte nas redes sociais do Voxel!
A espera por Hogwarts Legacy 2 acaba de ganhar um capítulo importante: a Warner Bros. Discovery confirmou oficialmente que uma sequência do RPG está em desenvolvimento. A informação apareceu em uma carta enviada a acionistas da companhia, que cita diretamente o “segundo capítulo de Hogwarts Legacy” entre os projetos que fazem parte do futuro da divisão de games.
Até agora, a existência do jogo era sustentada principalmente por rumores, vagas de emprego e informações sobre os planos da Warner Bros. Games para a franquia. Embora a companhia já tivesse indicado anteriormente que uma sequência era prioridade, esta é uma das confirmações mais diretas sobre o projeto e coloca Hogwarts Legacy 2 oficialmente no cronograma da empresa.
A confirmação, no entanto, veio sem detalhes sobre plataformas, história, gameplay ou data de lançamento. Também não há, por enquanto, uma data definida para a primeira apresentação do jogo, mas a proximidade de grandes eventos da indústria, como a Gamescom 2026, naturalmente aumenta a expectativa por novidades.
Warner confirma Hogwarts Legacy 2 para acionistas
Na carta para os acionistas, a Warner Bros. Discovery destaca a importância dos games para os planos de crescimento de sua divisão de Studios e cita lançamentos recentes, como LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight e Game of Thrones: Dragonfire. Em seguida, a empresa afirma que espera uma contribuição maior dos games para a lucratividade do segmento à medida que seu catálogo de projetos cresce.
É nesse contexto que Hogwarts Legacy 2 aparece oficialmente entre os próximos lançamentos da companhia. A menção é curta e não revela qualquer informação adicional sobre o projeto, mas serve como confirmação de que a sequência está efetivamente em produção.
O que se sabe sobre Hogwarts Legacy 2?
O primeiro Hogwarts Legacy chegou em 2023 e rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos da história da Warner Bros. Games. O RPG da Avalanche Software já ultrapassou a marca de 40 milhões de cópias vendidas mundialmente e gerou mais de US$ 1 bilhão em receita, números que ajudam a explicar por que uma continuação se tornou uma aposta tão importante para a empresa.
Ainda existem muitas perguntas sobre a sequência e poucas confirmações até o momento. Rumores anteriores apontaram para possíveis conexões com a futura série de Harry Potter da HBO, que chega em dezembro de 2026 e pode impulsionar as vendas do game.
Além disso, informações sobre contratações e desenvolvimento indicam que a Avalanche Software continua envolvida no projeto. Até que a Warner revele oficialmente o jogo, porém, detalhes sobre história, período em que a aventura será ambientada e novidades de gameplay continuam no campo das especulações.
Hogwarts Legacy 2 pode aparecer em breve?
A confirmação aos acionistas pode ser um sinal de que a Warner está se preparando para começar a falar publicamente sobre o projeto. Isso não significa, porém, que Hogwarts Legacy 2 esteja perto de ser lançado — e muito menos que ele chegará ainda em 2026.
Com a Gamescom 2026 se aproximando, o jogo certamente entra na lista de títulos que podem despertar expectativas para o evento. Outro evento que pode servir de palco para o título é o The Game Awards, que acontece em dezembro.
Eventos como o Game Awards e Gamescom podem servir de palco para revelação do jogo.
Caso a Warner decida apresentar um teaser ou trailer nos próximos meses, uma janela de lançamento em 2027 ou posteriormente seria mais plausível, mas a companhia ainda não confirmou qualquer previsão oficial. Por enquanto, a única certeza é que a continuação de um dos maiores sucessos recentes da Warner Bros. Games está em desenvolvimento.
Depois de anos de rumores, Hogwarts Legacy 2 finalmente deixou de ser apenas uma possibilidade e passou a fazer parte oficialmente dos planos da empresa. Resta agora esperar por mais novidades concretas sobre o jogo.
Enquanto isso, o primeiro jogo da franquia segue em alta. Além de ocasionalmente aparecer de graça no PC, Hogwarts Legacy está no catálogo da PS Plus Extra e no Xbox Game Pass. O título também está disponível no Nintendo Switch 2 atualmente em promoção por R$ 120.
Um dos RPGs de ação mais aguardados do ano está prestes a ganhar novidades fresquinhas. A Sony confirmou que Phantom Blade Zero terá um State of Play dedicado ainda este mês e trará cerca de 20 minutos de gameplay inédito. Além disso, o jogo entrou em pré-venda no PS5 e PC — enquanto os requisitos para computadores também foram divulgados.
A apresentação promete mostrar mais detalhes do combate, dos sistemas de progressão e do mundo de Phantom Blade Zero. A transmissão poderá ser acompanhada pelos canais oficiais da PlayStation nas redes sociais.
Além disso, vale destacar que a pré-venda de Phantom Blade Zero já está disponível em duas edições, Standard e Deluxe. O título tem lançamento marcado para 29 de outubro de 2026 no PS5 e no PC.
State of Play de Phantom Blade acontece semana que vem
O State of Play de Phantom Blade Zero acontece em17 de agosto, às 23h (horário de Brasília), e terá aproximadamente 20 minutos de novas cenas de gameplay. Segundo a equipe, a apresentação vai aprofundar os sistemas de combate e outros elementos do jogo.
A desenvolvedora também promete mostrar personagens importantes da história que ainda não foram revelados, além de diferentes possibilidades de builds. A transmissão estará disponível nos canais oficiais da PlayStation no YouTube e na Twitch.
Conheça Phantom Blade Zero
Caso não conheça o RPG chinês, saiba que em Phantom Blade Zero o jogador controla Soul, um guerreiro acusado de assassinar seu mestre. Após sofrer um ferimento grave, ele descobre que tem apenas 66 dias de vida e parte em busca de respostas enquanto tenta desvendar uma conspiração em Wulin.
A aventura se passa no chamado Phantom World, um universo inspirado na mitologia e na tradição chinesa de artes marciais. O cenário mistura elementos de wuxia com fantasia punk, combinando ruínas industriais, próteses mecânicas, armas tradicionais e uma estética inspirada no cinema chinês.
O combate é baseado em artes marciais e aposta em esquivas, bloqueios, contra-ataques e combinações rápidas. Os jogadores poderão utilizar mais de 30 armas principais, além de outras 20 Lâminas-fantasma obtidas ao derrotar inimigos. Tivemos a oportunidade de testá-lo na Gamescom Latam — e as impressões você pode conferir neste link!
Desenvolvido na Unreal Engine 5, o game também utiliza captura de movimento para reproduzir técnicas de kung fu. Donnie Yen atua como consultor criativo desde 2023 e participou da captura facial e de movimentos de Mó Yuan, pai do protagonista Soul.
Pré-venda de Phantom Blade já está disponível
Com o anúncio do State of Play, a Sony também aproveitou a deixa para abrir a pré-venda de Phantom Blade Zero no PS5 e PC, com as edições Standard e Deluxe. A compra antecipada garante acesso a alguns itens antes que eles possam ser obtidos normalmente durante a progressão.
Entre os bônus estão o acessório Bacia da Fortuna, que aumenta em 10% a obtenção de Poeira Vestigial, e a aparência Legado. Segundo a desenvolvedora, os dois conteúdos também poderão ser desbloqueados posteriormente jogando normalmente. Confira os preços!
Por fim, os requisitos para rodar Phantom Blade Zero no PC também foram divulgados — e são relativamente acessíveis. Quer saber se a sua máquina aguenta o tranco? Então confira abaixo as configurações!
Requisitos mínimos
Configuração — 1080p a 30 FPS (necessário SSD)
SO — Windows 10/11 64-bit
Processador — Intel Core i7-8700K ou AMD Ryzen 5 3600
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce GTX 1660 6GB ou AMD Radeon RX 5500 XT 8GB
Requisitos recomendados
Configuração — 1440p a 60 FPS (necessário SSD)
SO — Windows 10/11 64-bit
Processador — Intel Core i5-10600K ou AMD Ryzen 5 5600X
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti 8GB ou AMD Radeon RX 6700 XT 12GB
E aí, está ansioso para se aventurar no universo impiedoso de Phantom Blade Zero? Conte para o Voxel nas redes sociais o que espera do RPG chinês!
O catálogo do PlayStation Plus vem crescendo cada vez mais, já que mensalmente são adicionados diversos games por lá. Dito isto, a Sony anunciou nesta quarta (12), mais uma lista de jogos que chegará ao PS Plus Extra e Deluxe em agosto.
Os níveis mais robustos do PS Plus receberão mais 10 jogos na próxima terça-feira (18). Além de Helldivers 2, que já se encontra disponível no serviço, os jogadores também podem esperar por Hell is Us, Kingdom Come: Deliverance 2 e muito mais.
Jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto de 2026
Lembrando que o catálogo de clássicos também ficará um pouco maior com as adições de Onimusha: Dawn of Dreams e Disney’s Atlantis: The Lost Empire este mês. Confira a lista completa a seguir!
Jogos do PS Plus Extra
Helldivers 2 (PS5)
Kingdom Come: Deliverance 2 (PS5)
Vampire Survivors (PS4 e PS5)
Hell is Us (PS5)
Umamusume Pretty Derby – Party Dash (PS4)
Two Point Museum (PS5)
Metro Exodus (PS4 e PS5)
Dying Light 2 (PS4 e PS5)
PS Plus Deluxe
Onimusha: Dawn of Dreams (PS4 e PS5)
Disney’s Atlantis: The Lost Empire (PS4 e PS5)
Jogos do PS Plus Essential de agosto já estão disponíveis para resgate
Além dos games que chegarão aos níveis Extra e Deluxe na semana que vem, os títulos do PS Plus Essential de agosto também foram divulgados no início do mês — e já estão disponíveis para resgate. Os nomes da vez são:
Dying Light 2 Stay Human: Reloaded Edition (PS4 e PS5)
Big Walk (PS5)
Signalis (PS4)
Mais detalhes sobre os jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto
Ficou interessado na nova lista de jogos do PS Plus Extra e Deluxe de agosto? Então confira abaixo o trailer de cada um deles!
Helldivers 2 (PS5)
Kingdom Come: Deliverance 2 (PS5)
Vampire Survivors (PS4 e PS5)
Hell is Us (PS5)
Umamusume Pretty Derby – Party Dash (PS4)
Two Point Museum (PS5)
Metro Exodus (PS4 e PS5)
Dying Light 2 (PS4 e PS5)
Onimusha: Dawn of Dreams (PS4 e PS5)
Disney’s Atlantis: The Lost Empire (PS4 e PS5)
O que achou dos jogos de agosto do PS Plus Extra e Deluxe? Comente nas redes sociais do Voxel qual deles você jogará primeiro!
Desde 2020, comprar um processador se tornou algo mais complicado por conta do aumento na temperatura desses chips. Se o desempenho aumentou, a necessidade por soluções de resfriamento mais potentes também se tornaram uma questão central nessa equação. Talvez, eu tenha encontrado o equilíbrio ideal entre bom resfriamento e beleza em alguns coolers que tem até tela curva.
Você conhece a TRYX? Eu acho um pouco provável, a menos que você seja um rato de hardware, como eu. Nas últimas semanas eu recebi dois coolers dessa marca chinesa para testes e por mais clichê que isso soe: eu fiquei genuinamente impressionado. Quem diria que uma marca tão recente faria dois CPUs coolers tão competentes e chamativos.
Os dispositivos em questão são o TRYX Panorama SE e oTRYX Turris. O primeiro é esse water cooler exótico que possui uma tela AMOLED curvada como destaque na bomba. Já o segundo é um air cooler que também tem uma telinha e um desempenho que lembrou porque eu adoro air coolers.
Panorama SE é um monstro versátil
Se em janeiro alguém me dissesse que um water cooler AIO (all-in-one) da TRYX seria um dos melhores que eu já testei, eu honestamente mostraria meu Corsair Titan para encerrar a conversa. Esse modelo Panorama SE, que encanta pela tela curva, atingiu temperaturas impressionantes na minha máquina.
O TRYX Panorama SE usa ventoinhas com conectores em cadeia para facilitar e montagem e permir que somente um cabo seja conectado na placa-mãe (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Com exceção da tela, o Panorama SE é um liquid cooler aparentemente bem normal. A fabricante chinesa inseriu um radiador de 360 mm na versão testada, mas há variantes de 240 e 280 mm para montagens um pouco mais compactas ou menos exigentes. Desde a embalagem bem premium, a marca mostra que não veio para brincadeira.
Partindo do componente mais largo, o radiador desse water cooler tem um tamanho bem padrão, com algumas saliências nas pontas que podem torná-lo um tanto chato para inserir em gabinetes menores. Quanto à espessura, essa peça tem 27 mm para dissipar bem o calor que passa pelas aletas metálicas.
Da ponta direita saem as duas mangueiras em direção à bomba e é aqui que eu faço minhas primeiras pontuações. Essas mangueiras são grandes e tem 45 cm de comprimento, mas a conexão feita entre o radiador e os tubos me parece um tanto quanto frágil. É um tipo de conexão fina demais que embora não tenha dado indícios de que se soltaria, me deixou um pouco preocupado.
Todas as ventoinhas do sistema podem ser personalizadas em cores diferentes, mas também há uma versão sem luzes RGB desse cooler (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Quanto às mangueiras em si, esse componente é bem flexível e de fácil manipulação, além do tamanho propício para inúmeras montagens, inclusive na lateral do gabinete. Eu achei as mangueiras um pouco mais finas do que as de outros liquid coolers, mas isso não impacta a performance.
Das mangueiras, chegamos até a bomba, que conta com a tela curva em 3D, mas é facilmente removida. Atrás desse display, fica um pequena bombinha responsável por garantir o fluxo de ar, feita com tecnologia da Asetek e funcionamento de até 3.600 RPM. Parece que ela é gigantesca, mas esse é apenas o volume da telinha.
Encaixe do display é simples, mas pode ser um tanto quanto impeditivo, dependendo da posição (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Uma telinha absurda
Sim, o grande destaque do TRYX Panorama SE é o display AMOLED de 6,67 polegadas com essa curvatura em L. Telas em liquid coolers não são novidade, mas displays tão grandes e versáteis como esse ainda são um artigo de luxo nos PCs gamer.
Tela do Panorama SE dá um visual único para o computador (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
O primeiro ponto sobre o display é a facilidade de instalação. Ele é preso por alguns encaixes magnéticos na bomba e pode ser retirado a qualquer momento. Não exige esforço nenhum, então a chance de quebrar é bem baixa. Por outro lado, ele não fica incrivelmente firme, logo, é preciso ter cuidado mesmo assim.
Essa telinha é conectada à placa-mãe por um cabo USB fixo e eu gostaria muito que versões futuras incluíssem um cabo USB Tipo-C nessa tela. Dito isso, é preciso prestar atenção em como o usuário instala a posição da bomba, pois isso influencia na posição em que a tela ficará.
Tecnicamente, é possível colocar a bomba em L ou no formato vertical. O mais legal é o formato em L, mas para isso é preciso encaixar a bomba com os tubos virados para as laterais - o que acaba sendo mais trabalhoso. Instalar o Panorama SE pode ser complicado, então tente montá-lo sem pasta térmica primeiro e depois repita o processo com a pasta para garantir que você não vai desperdiçar esse condutor.
Aplicativo da TRYX possui alguns vídeos bem maneiros para deixar passando (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Agora, sobre a qualidade da tela, o TRYX Panorama SE é bizarro. Essa é uma tela com boa profundidade de cores, taxa de atualização de 60 Hz, 400 nits de brilho e ângulo ultrawide. Em outras palavras, essa telinha é melhor do que o meu monitor secundário.
O usuário pode colocar basicamente qualquer vídeo, imagem ou GIF nesse display por meio do software Kanali. Por incrível que pareça, esse software é bem responsivo e deixa inserir uma única e grande imagem, ou juntar duas imagens diferentes para cada banda da tela.
Há um teto de memória de imagens que você pode inserir, então não extrapole, mas basta excluir os que você não usa que tudo se resolve. Também há a possibilidade do usuário inserir até três itens para monitoramento, como temperaturas de CPU e GPU, frequências, consumo de RAM, etc.
Aplicativo Kanali é bem simples de usar e não apresentou bugs que comprometem a experiência (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Desempenho alto
Eu coloquei o TRYX Panorama SE no teste de fogo com um Ryzen 7 9850X3D da nossa bancada de testes, junto a um gabinete Corsair 5000D. A metodologia consistiu em usar o water cooler em sua configuração padrão, como muitos usuários fazem, com a pasta térmica de fábrica, parafusos presos em torque máximo e ambiente climatizado a 22ºC.
O resultado nos gráficos abaixo mostra que o TRYX Panorama SE é monstruoso. Battlefield 6, um dos títulos que mais demanda uso de CPU, ficou em uma média de 65 ºC e muitas vezes até menos do que isso. Em The Last of Us Part II, que também tem seu peso, o resultado é igualmente ótimo.
Isso mostra que a TRYX não veio para brincadeiras no mercado brasileiro, dado que o Panorama superou até mesmo o Corsair Titan RX que eu costumo usar. São resultados bem impressionantes para uma marca tão pouco conhecida no mercado brasileiro - e até mesmo no exterior.
TRYX Turris
Embora não seja o exato foco desta matéria de overview, eu preciso comentar sobre o TRYX Turris, o parrudo air cooler da fabricante. Diferente do meu Noctua NH-D15 chromax de guerra, esse Turris tem um design mais moderno que me lembra alguns modelos da Be Quiet e DeepCool.
Aspecto contemporâneo do Turris é um chamativo maneiro, mesmo para quem não curte air coolers (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Sim, esse cooler também tem uma telinha, mas é mais comedida. O display possui 5 polegadas com painel IPS na resolução HD e é bem maneiro. Ele também pode ser amplamente configurado pelo software Kanali e suporta pequenos vídeos, imagens estáticas e GIFs - é realmente bem fácil de configurar.
Claro que por ser uma tela reta e IPS, a riqueza de detalhes diminui, mas honestamente isso é apenas um apetrecho cosmético que não influencia no que mais importa: o desempenho. Ainda assim, é uma funcionalidade bem diferente que poucos air coolers possuem.
Por falar em desempenho, o TRYX Turris usa um coldplate largo que é conectado por 12 heatpipes (seis de cada lado) até chegar nas aletas de dissipação de calor. A construção é bem parruda e os componentes possuem uma qualidade notável, principalmente nas ventoinhas ROTA de até 1.850 RPM utilizadas.
Tela do TRYX Turris permite fazer algumas brincadeiras bem legais (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Algo maneiro das ventoinhas é que elas são inseridas por um sistema de encaixe próprio e não por meio de presilhas, como outros coolers fazem. É como se elas estivessem em uma gaiola para encaixar de forma deslizante na estrutura central do cooler. Por dentro, também há espaços para passar os cabos e fazer uma arrumação decente.
O projeto do TRYX Turris é bem fechadinho e me surpreendeu bastante, já que eu esperava pouco desse componente. Por falar em surpresa, as temperaturas desse air cooler também empolgam e tão ótima. Claro, o Panorama SE consegue resfriar mais, mas esse cooler aguenta até 280W de dissipação de calor.
TRYX segue o caminho certo
A TRYX não é uma marca tão conhecida ainda, mas pode se tornar popular caso continue com um padrão de qualidade alto desse jeito. Tanto o TRYX Panorama SE quanto o TRYX Turris mostram que há espaço para inovação e bom design sem que isso comprometa a performance das peças.
Cartão de visitas da Turris é promissor, mas carinho (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Nem tudo é perfeito, já que a instalação do Panorama SE pode ser meio difícil para alguns e o Turris não apeteça a todos por ser um air cooler. Ainda assim, é possível observar que a marca quis trabalhar com esmero nesses produtos e merece um voto de confiança - após o GameNexus trucidar um gabinete da companhia em um review.
A marca oferece dois anos de garantia para os itens e isso é pouco, uma vez que outras fabricantes oferecem quatro anos ou mais de suporte ao usuário. O fato de ser uma marca pouco conhecida também gera muita desconfiança, mas não parece ser uma marca branca qualquer e tem criado produtos interessantes, como o Panorama Stage, que usa uma tela 3D para inserir até bonecos.
A grande questão é que os coolers da TRYX são carinhos. O TRYX Panorama SE custa entre R$ 1,6 mil e R$ 1,8 mil no Brasil, ou seja, acima de modelos mais consagrados da MSI, AORUS, Cooler Master e Corsair, mas quase no mesmo valor da Lian Li e NZXT. Obviamente, a tela OLED encarece essa brincadeira.
Combo do Panorama SE + Turris é muito divertido e acabei bastante do air cooler da fabricante chinesa (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Eu não encontrei o Turris para vender em grandes varejistas, mas a expectativa é que ele chegue ao mercado em breve.
É difícil falar na totalidade, mas os dois coolers da TRYX me convenceram que temos um novo player no mercado de hardware que pode entregar bastante potência e um diferencial premium aos consumidores. No Brasil, o mercado se acirra não somente com essa marca, mas também com uma chegada forte da Thermalright - que tem um bom histórico no mercado internacional.
Nós também comentamos sobre o Cooler Master Core Nex Digital, um modelo que possui uma pequena telinha para mostrar informações do sistema e se sai muito bem no resfriamento da CPU. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.
Já não é novidade que os videogames são um hobby bastante caro para a realidade brasileira, com lançamentos aguardados custando mais de R$ 400 em algumas plataformas e dificultando o acesso a lazer e entretenimento. Até 2022, uma parcela considerável da população brasileira, 29,6%, vivia com renda de apenas meio salário-mínimo per capita segundo o IBGE — número que, à época, correspondia a 63,8 milhões de pessoas recebendo até R$ 606 ao mês.
Por isso, não é de se espantar que exista uma alta demanda por jogos gratuitos de todos os tipos, assim como outras iniciativas focadas na democratização de acesso ao entretenimento e cultura, como já cobrimos aqui no Voxel. Com isso em mente, continuamos com o nosso esforço semanal para recomendar jogos gratuitos para curtir o fim de semana no PC, consoles e até mesmo dispositivos móveis.
Nova Lands
Disponível gratuitamente na Epic Games Store por tempo limitado, Nova Lands é um jogo de construção de fábricas e gerenciamento de ilhas. Será preciso explorar um planeta recém-descoberto para coletar recursos, enfrentar perigos e revelar mistérios para fazer deste local o seu novo lar. O jogo entrega visuais em pixel art carismáticos e fica disponível para resgate até a próxima quinta-feira, dia 16 de julho.
Tattoo Tycoon
Tattoo Tycoon também é um jogo de gerenciamento, mas desta vez mais inspirado por jogos da série Two Point, da SEGA. A ideia é criar um estúdio de tatuagem e fazê-lo prosperar, encontrando clientes excêntricos e trabalhando manualmente nas artes solicitadas, exigindo bastante precisão. O jogo também está gratuito por tempo limitado na Epic Games Store, no PC.
NTE: Neverness to Everness
Um dos atuais colossos dos jogos gacha, NTE: Neverness to Everness pode ser descrito como um ambicioso GTA de anime. Disponível para PC, dispositivos móveis e PS5, o jogo agora também recebeu uma versão no Steam, a plataforma da Valve, tornando a jogatina ainda mais fácil para os usuários. Na história, o jogador faz parte de um grupo de caçadores de anomalias paranormais que se manifestam na cidade.
UFL
UFL é um dos novos jogos de futebol que estão chamando a atenção dos usuários, especialmente no embalo de empolgação pela Copa do Mundo. O jogo permite criar seu time dos sonhos, com jogadores licenciados e com habilidades distintas, para desenvolver um clube e desafiar outros adversários.
O gameplay busca privilegiar a habilidade individual, além de ter eventos sazonais, desafios e outras atividades que desbloqueiam conteúdos exclusivos. O jogo está disponível para PC, PlayStation 5, Xbox Series e dispositivos móveis.
Yoshi and the Mysterious Book
Um dos jogos exclusivos mais recentes do Nintendo Switch 2, Yoshi and the Mysterious Book acabou de ganhar uma versão de demonstração gratuita para dar a chance de conhecer a proposta do título. Com uma estética de conto infantil, o jogo traz o carismático dinossaurinho em um livro mágico para descobrir e catalogar diferentes criaturas em seus habitats coloridos — tudo embalado por um divertido gameplay de plataforma 2D.
A Ubisoft refez um dos seus melhores e mais bem avaliados games com Assassin's Creed Black Flag Resynced. O remake já está disponível para os computadores e pode fazer algumas placas de vídeo passarem mal ao subirem a bordo do navio. Mas quanto custa um PC para jogar o AC Black Flag Resynced?
O Voxel, como sempre, foi atrás das peças necessárias que você precisa comprar para se tornar um capitão pirata do século XVIII. Embora esteja pesadinho, não vamos precisar gastar tudo do nosso baú do tesouro para jogar com Edward Kenway mais uma vez enquanto exploramos Nassau e diversas ilhas.
Requisitos mínimos e recomendados para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced
Antes de seguir com a montagem, precisamos conversar sobre os requisitos mínimos desse jogo, e a Ubisoft foi bem conservadora. A companhia exige um Ryzen 5 3600 e uma GeForce GTX 1660 como o básico, além dos tradicionais 16 GB de RAM para rodar em 1080p com tudo no baixo.
Especificações de Assassin's Creed Black Flag Resynced (Imagem: Ubisoft/reprodução)
Há também uma predefinição de qualidade média que mantém o processador, mas sobe a placa de vídeo para uma RTX 3060 ou Radeon RX 6600 XT. Para Quad HD, que não é tanto nosso foco, a indicação pula para um Ryzen 5600X e até uma RTX 3080 e a nossa montagem vai se basear nessas especificações.
Processador
Como de costume, o ideal na hora de montar um PC gamer é sempre começar pelo processador, afinal de contas esse componente será o nosso capitão. Como os requisitos da Ubisoft já citam o Ryzen 5 5600, eu escolhi especialmente este modelo para integrar a máquina montada.
Vale notar que a companhia indica o modelo 5600X, mas ele é bem mais carinho. Por isso, vamos utilizar o Ryzen 5 5600 padrão. Este é um dos processadores recentes mais clássicos da AMD, junto ao saudoso Ryzen 5 3600X de algumas gerações passadas, e sempre está presente nas nossas indicações.
Ryzen 5 5600 já vem com cooler incluso na caixa (Imagem: AMD/reprodução)
Em Assassin's Creed Black Flag Resynced, o Ryzen 5 5600 vai funcionar bem para quem deseja uma experiência equilibrada. O modelo utiliza 6 núcleos e apresenta um bom custo-benefício. Quem prefere a Intel pode escolher o Core i5-12400F, outro queridinho dos meus textos, e que tem uma performance basicamente idêntica.
Placa-mãe
Com a perpetuação da crise de memórias RAM e armazenamento, adquirir placas-mãe do soquete AM4 ficou mais complicado por conta da falta de estoque. No momento em que este texto foi elaborado, a Gigabyte B550M K desponta como um componente bem interessante para esta e outras montagens.
Única desvantagem dessa placa-mãe é não ter conector USB Tipo-C (Imagem: Gigabyte/reprodução)
Essa é uma mainboard básica, mas que tem todos os atributos que o gamer precisa para montar um PC maneiro. O modelo apresenta quatro slots para configurações de memória RAM e dois slots M.2 para SSD, sendo um de 4ª geração e outro de 3ª geração. Na traseira, há quatro portas USB 3.2 Gen 1.
RAM
Como diria aquela famosa música “Andou na prancha, cuidado o tubarão vai te pegar”, o preço da RAM vai te pegar. Mesmo com os altíssimos preços das memórias, os usuários vão precisar tirar o escorpião do bolso para conseguir adquirir, pelo menos, 16 GB de RAM voltados para os games.
Gammix D35 é uma das melhores opções dos últimos meses (Imagem: XPG/reprodução)
A memória que escolhi é a XPG Gammix D35, uma vez que ela apresenta o menor valor entre as memórias encontradas no mercado. Esse modelo tem 3.200 MHz e é importante que o usuário adquira ela em dois pentes de 8 GB para formar os 16 GB. Isso assegura que o componente se comunicará melhor com o processador.
Armazenamento
Se com a RAM estava difícil, nosso PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced vai ficar ainda mais caro. Adquirir um bom armazenamento em 2026 é igual comercializar especiarias em Havana. Seja como for, não há muito para onde fugir, afinal de contas os games ficam cada vez mais pesados.
Modelo Blaze da Redragon tem boas velocidades por um preço um pouquinho mais acessível (Imagem: Redragon/reprodução)
O remake de AC Black Flag pesa algo entre 52 e 62 GB nos PCs, mas esses números costumam aumentar conforme o tempo. Diante disso, o Redragon Blaze é uma opção barata na versão de 512 GB e opera com velocidade de leitura de 7.050 MB/s e taxa de escrita de 4.200 MB/s.
Placa de vídeo
Assim como um belo baú lotado de ouro, a placa de vídeo é o que todos querem para ter um bom PC. As últimas semanas foram de promoções em diversas lojas e alguns estoques ainda estão disponíveis, então essa pode ser a oportunidade perfeita para fingir ser um pirata e pilhar essa mercadoria.
Para Assassin's Creed Black Flag Resynced, eu indicarei a Radeon RX 9060 XT de 8 GB, em especial um modelo da Gigabyte. Esse componente possui três ventoinhas e um design sóbrio, sem iluminação RGB, mas conta com uma construção bem interessante, principalmente pelo preço que é ofertado.
Radeon RX 9060 XT da Gigabyte parece grande demais, mas mede menos de 30 cm e vai caber na maioria dos gabinetes (Imagem: Gigabyte/reprodução)
Nós já analisamos essa placa de vídeo aqui no Voxel e o modelo tem uma boa performance para rodar games em Full HD. No novo Black Flag, essa GPU deve conseguir uma jogatina acima de 60 FPS com as configurações altas e Ray Tracing ativado, então é uma boa pedida para colocar no seu carrinho.
Fonte de energia
Como o nosso PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced não consome tanta energia, a fonte de alimentação não será problema. A recomendação vai para a MSI MAG A650BN, um modelo vendido por preços muito baixos e com 650W de potência.
MSI MAG A650BN tem um dos melhores preços de fontes de entrada do mercado (Imagem: MSI/reprodução)
Gabinete e periféricos
Há milhares de gabinetes disponíveis para compra, portanto não é fácil apontar um modelo específico para esse PC. O mesmo vale para periféricos como mouse, teclado e headset, que variam muito conforme a necessidade e o desejo do usuário.
Assim, você pode estipular um gasto adicional entre R$ 800 e R$ 1.000 para esses quatro componentes, além do monitor gamer — que geralmente custa na faixa dos R$ 1.000 em uma versão de 24 polegadas.
Quanto custa um PC para rodar Assassin's Creed Black Flag Resynced ?
Após o fim da montagem, o PC gamer para rodar e jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced custa R$ 5.325,97 no boleto bancário ou PIX, e até R$ 6.001,66 parcelado no cartão de crédito. Somados os custos de periféricos, o valor do computador com todos os acessórios pode beirar algo em torno dos R$ 6.800, dependendo das exigências do jogador.
Peças do PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced (Captura de tela: Felipe Vidal/TecMundo)
Para além de jogar o AC Black Flag, este PC conseguirá rodar qualquer game atual e os próximos lançamentos da indústria. A montagem é bem balanceada e entrega uma boa relação de custo-benefício para os próximos anos.
Onde comprar Assassin's Creed Black Flag Resynced?
Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível para compra por meio das principais lojas de games, como Steam, Epic Games Store e Ubisoft Store. O game é vendido por R$ 299 na versão padrão, ou por R$ 349 na edição Deluxe.
Curtiu essa montagem? Esperamos que a recomendação das peças tenha sido útil para te ajudar a montar um bom PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced e outros games. Não esqueça de continuar ligado no Voxel para acompanhar outros artigos como esse e não perder as principais informações da indústria de jogos.
Mais um final de semana finalmente chegou e podemos aproveitar o tempo livre para curtir nossos games favoritos. E se você está e busca de uma nova aventura, nada melhor do que conferir os jogos para Switch 1 e 2 em promoção na eShop, que nesta semana tem vários títulos com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque na família Switch temos games como Final Fantasy VII Rebirth, NieR:Automata The End of YoRHa Edition, Children of Morta, LEGO DC Super-Villains e Axiom Verge, que está baratinho custando apenas R$ 11,99.
Sabia que você pode adquirir seu Nintendo Switch mais baratinho? É possível descolar opções do console comum, Lite ou até o Nintendo Switch OLED com desconto usando o cupom KaBuM! para jogar Mario, Zelda, Pokémon e muito mais gastando bem menos.
Parcelar compras no Nintendo Switch com cashback
Sabia que é possível parcelar as compras da eShop em 6x sem juros no cartão de crédito ou até 4x sem juros via PayPal? Para isto, basta usar os gift cards da Nuuvem.
É possível parcelar suas compras em até 3x sem juros no cartão com os gift cards da Nuuvem
No final da compra você ainda recebe cashback e resgata o valor total na loja digital da Nintendo, onde recebe o valor integral das moedas da eShop. Assim você garante mais descontos tanto na Nuuvem quanto na loja do Switch.
Sem contar que é possível comprar gift cards da eShop, jogos e até assinaturas do Nintendo Switch Online, tudo com cashback, e você ainda pode usar cupons de desconto que a Nuuvem libera aqui e ali.
Agora diz aí, vai aproveitar as promoções de jogos para Nintendo Switch para comprar algum título? Contra pra gente lá nas redes sociais do Voxel!
Task Bar Hero se tornou um dos maiores fenômenos recentes da Steam ao combinar mecânicas idle, distribuição gratuita e a possibilidade de vender itens no Mercado da Comunidade para obter créditos na plataforma. Apesar do sucesso, o jogo também passou a ser alvo de polêmicas envolvendo bots e banimentos considerados injustos por parte da comunidade.
Lançado em maio deste ano, o título da Nugem Studio vem acumulando números expressivos de jogadores simultâneos e já figura entre os games mais populares da Steam. Ao mesmo tempo, reclamações sobre o sistema antitrapaça e problemas técnicos têm gerado avaliações mistas na plataforma.
Enquanto os desenvolvedores seguem implementando atualizações para conter abusos e melhorar os servidores, parte dos jogadores questiona as medidas adotadas e relata punições indevidas. Entenda abaixo por que o jogo virou sucesso — e também motivo de controvérsia.
Conheça Task Bar Hero, game idle gratuito que vem sendo um sucesso na Steam
Task Bar Hero é um RPG idle gratuito que roda diretamente na barra de tarefas do computador. Enquanto permanece aberto em segundo plano, pequenos heróis em pixel evoluem automaticamente, coletando equipamentos e recursos que podem ser administrados pelo jogador ao longo da partida.
O jogo chamou atenção por crescer rapidamente na Steam. Segundo o SteamDB, o título alcançou a marca de aproximadamente 546 mil jogadores simultâneos, superando nomes consolidados como Path of Exile 2, Apex Legends e Marvel Rivals — e ficando atrás apenas de gigantes como Counter-Strike 2, PUBG e Dota 2.
Parte desse sucesso está ligada ao sistema de itens colecionáveis. Alguns equipamentos obtidos durante a jogatina podem ser negociados no Mercado da Comunidade da Steam, permitindo que os usuários consigam créditos para gastar na própria plataforma.
Essa mecânica acabou atraindo tanto jogadores interessados no gameplay quanto pessoas em busca de obter itens com valor comercial, impulsionando ainda mais a popularidade do projeto.
Cheio de sucesso, mas também cheio de controvérsias
Ao mesmo tempo em que cresce em popularidade, Task Bar Hero também enfrenta críticas da comunidade. Uma das principais preocupações envolve a quantidade de dados coletados pelo jogo, que foi ampliada recentemente como parte das medidas para combater programas de trapaça.
As mudanças, porém, também geraram reclamações de jogadores que afirmam ter recebido punições sem utilizar cheats. Em fóruns e redes sociais, alguns usuários relatam que seus perfis da Steam foram marcados por supostas infrações mesmo alegando nunca terem burlado as regras.
Outro ponto bastante criticado são os bugs e problemas de servidores. Atualmente, o jogo possui avaliações mistas na Steam, com diversos relatos de perda de progresso e itens após atualizações destinadas a reforçar o sistema antitrapaça.
Também surgiram relatos de jogadores afirmando que o sistema pode aplicar punições ao detectar outros programas em execução no computador. Em uma discussão no Reddit, um usuário resumiu a situação dizendo: "Um idle game que te bane por rodar outro jogo... RIP".
Desenvolvedores baniram diversas contas do jogo
Diante da repercussão, a Nugem Studio confirmou que realizou uma série de banimentos contra contas identificadas utilizando cheats e outros programas não autorizados para obter vantagens dentro de Task Bar Hero.
Em comunicado recente, a equipe reconheceu que o crescimento acelerado do jogo trouxe desafios técnicos e pediu desculpas pelos problemas enfrentados pela comunidade.
Os desenvolvedores afirmaram que novas atualizações incluem correções de bugs, mudanças no Steam Market, coleta adicional de dados para identificar trapaças e ajustes nos Termos de Serviço.
Apesar das medidas, parte da comunidade segue questionando a eficácia do sistema antitrapaça — enquanto os desenvolvedores continuam trabalhando para reduzir fraudes sem prejudicar jogadores que estão, de fato, se divertindo no game.
E você, já conhecia Task Bar Hero? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel se pretende testar o fenômeno da Steam!
A plataforma Steam, da Valve, recebe centenas de novos jogos semanalmente e pode ser difícil dar conta de tudo que fica disponível para jogar. Só na última semana, segundo o SteamDB, a loja recebeu mais de 495 lançamentos de gêneros e escopos variados. Entre esses títulos, muitos são totalmente gratuitos para resgatar, baixar e curtir no seu ritmo — e costuma ter muita coisa interessante para descobrir!
Como já é de praxe, o Voxel foi a fundo nos lançamentos do Steam e separou uma lista com jogos gratuitos mais interessantes para você conhecer, baixar e se divertir sem precisar gastar um centavo sequer. Esta semana traz opções para quem busca jogos de RPG por turnos, FPS inspirado por clássicos como Half-Life e muito mais. Confira:
Bardo
Bardo é um jogo de blefe e dedução social em que até seis jogadores precisam jogar cinco dados em segredo, adivinhando ao fim quantos de uma mesma face têm na mesa ao fim da rodada. Quem adivinhar errado, perde um dado. O vencedor é definido quando sobrar apenas uma pessoa com dados. Também é possível personalizar as salas com regras malucas.
Com vibe de FPS das antigas, Syndeo-Complex é um jogo de ação e tiro em primeira pessoa em que os jogadores visitam cinco níveis em um mundo interconectado — cada um com seus respectivos inimigos, chefes, armas e mecânicas. Em termos de gameplay e estética, o jogo busca inspiração em clássicos como Half-Life e DOOM, então vale dar uma conferida.
Descrito como um jogo de ação furtiva narrativo, NAOS-01: The Quiet Sector colocará o jogador para se esgueirar por bases adversárias, repletas de tropas inimigas em um mundo futurista e tecnológico. Navegue pelas sombras, evite ser encontrado e envie sinais para os seus aliados que estão a caminho.
Sisyphus's Worst Day (again) é um carismático jogo de quebra-cabeças inspirado na mitologia grega — mais especificamente o mito de Sísifo, o mortal que enganou a morte e foi condenado a empurrar uma pedra gigantesca até o topo de uma montanha. O jogo brinca com esse conceito, colocando o jogador para equipar armadilhas e manipular o cenário isométrico de diferentes maneiras para evitar que Sísifo alcance seu objetivo.
Legends of Starkadia é um carismático RPG por turnos que traz exploração e comandos ritmados para atacar ou se defender. O jogo promete uma história rica e imersiva, além de um elenco de heróis improváveis com suas respectivas habilidades e atributos. No momento, o jogo ainda está em desenvolvimento, mas já garante algumas horas de jogatina para quem quiser conhecer.
E aí, curtiu a lista de jogos grátis do Steam nesta semana? Pretende baixar algum deles para testar? Deixe seus comentários nas redes sociais do Voxel e fique de olho no site para mais recomendações!
Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível para PC e consoles, trazendo uma versão totalmente modernizada da aventura de Edward Kenway para a nova geração. Em entrevista ao Voxel, o dublador Márcio Kieling, voz de Woodes Rogers no jogo original e também no remake, comentou como foi retornar ao personagem após mais de uma década.
Segundo Kieling, revisitar o papel foi uma experiência especial tanto pelo carinho dos fãs quanto pela oportunidade de trabalhar novamente com um personagem marcante da franquia. O ator também destacou que a nova versão preserva a essência da dublagem original.
Além de falar sobre o processo de redublagem, o ator também explicou as diferenças entre atuar em games e produções para cinema e televisão — além de deixar um recado para quem pretende embarcar novamente pelos mares do Caribe.
Linhas de diálogo do remake são bem parecidas com o original — e isso facilitou o processo de redublagem
Márcio Kieling contou ao Voxel que ficou surpreso ao descobrir o tamanho da comunidade que acompanha Assassin's Creed Black Flag. "Como ator e dublador, é muito gratificante perceber que um personagem continua vivo na memória das pessoas. Eu não sabia que o jogo tinha tantos fãs", afirmou.
O retorno ao personagem, no entanto, também trouxe desafios. Segundo ele, o longo intervalo entre as gravações exigiu um período de adaptação para reencontrar a interpretação original.
"O bom é que eu tinha a referência da intonação do personagem em inglês, isso facilita o processo", explicou. Kieling também destacou que "as falas foram fiéis ao original", o que tornou a experiência mais natural durante as gravações.
Para o ator, participar novamente do projeto foi motivo de orgulho. "Ter a oportunidade de revisitar esse projeto é algo que me deixa muito feliz e honrado", completou.
Dublagem de games é muito diferente do trabalho feito em filmes e séries
Durante a entrevista, Márcio Kieling também comentou as diferenças entre dublar um jogo e atuar em filmes ou séries de televisão. Parece um trabalho muito parecido, não é mesmo? Mas o ator garantiu que há muitas diferenças entre eles.
Segundo Kieling, o processo em games costuma ser mais direcionado pelos estúdios. "Na dublagem a gente fica mais 'engessado' por conta de ter um guia, uma referência do que eles querem para a personagem", explicou.
Já nas grandes produções para TV e cinema, o dublador afirma que tem muito mais liberdade criativa para atuar. "Na atuação em filmes e televisão nós temos um pouco mais de liberdade para a criação", concluiu.
Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível e dublador faz o convite
Com o remake já disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC, Márcio Kieling aproveitou para deixar um convite aos fãs da franquia que pretendem revisitar a aventura de Edward Kenway pelos mares caribenhos.
"Só digo uma coisa: se preparem porque o jogo tá bem legal e emocionante. Fora o nível de qualidade das imagens, que estão incríveis!", concluiu o dublador de Woodes Rogers.
E você, já está explorando os mares do Caribe em Assassin's Creed Black Flag Resynced? O que está achando da experiência? Conte para o Voxel nas redes sociais!
Assassin’s Creed Black Flag Resynced já está disponível para todos — e a lista de troféus e conquistas também. Com a estreia do game, muitos jogadores já podem conferir os objetivos necessários para alcançar 100% de progresso, incluindo tarefas ligadas à campanha principal, exploração e atividades secundárias espalhadas por essa grande aventura.
De acordo com as informações divulgadas, a jornada rumo à platina exige dedicação e planejamento, já que envolve não apenas concluir a história, mas também cumprir uma série de desafios específicos e coletáveis.
Entre os destaques, estão objetivos ligados a exploração do mapa, coleta de colecionáveis, missões extras e resolução de pequenos quebra-cabeças, que devem testar a consistência dos jogadores ao longo da experiência.
Black Flag Resynced tem quantos troféus?
No PlayStation 5, Assassin’s Creed Black Flag Resynced conta com 50 troféus ao todo, incluindo o troféu de platina. Já nas versões de Xbox Series X|S e PC (via Steam), o jogo possui 49 conquistas, mantendo praticamente a mesma estrutura de progressão entre as plataformas, com pequenas diferenças apenas por conta do sistema da Sony.
A lista é focada principalmente na conclusão de desafios e progresso geral, sem a presença de troféus perdíveis confirmados até o momento. Não é uma platina difícil, mas definitivamente demandará algum tempo da sua agenda.
Alguns objetivos específicos podem exigir atenção antecipada, especialmente aqueles ligados a determinadas atividades que podem não estar disponíveis após certos avanços na campanha.
Quanto tempo leva a platina de Black Flag Resynced?
Completar todos os troféus de Black Flag Resyncedpode levar entre 50 e 60 horas, segundo as estimativas iniciais. O tempo está diretamente relacionado ao tamanho do mapa, à quantidade de conteúdo secundário e à necessidade de concluir todos os desafios disponíveis no jogo.
Apesar da alta exigência, não há troféus vinculados a níveis de dificuldade, já que o título não possui opções nesse sentido. Em vez disso, o progresso depende principalmente da exploração nos mares caribenhos e na coleta de colecionáveis.
Entre os troféus mais desafiadores está o “Demônio do Caribe”, que exige destruir cinco navios lendários. No entanto, para isso você deve melhorar ao máximo o Jackdaw com Projetos Supremos e recrutar todos os oficiais para obter seus bônus.
Saiba como se preparar para a platina de Black Flag Resynced
Para conquistar a platina de Black Flag Resynced, os jogadores precisarão seguir um planejamento dividido em três etapas principais — que envolvem preparação inicial e progressão completa da campanha aliada aos desafios.
Etapa 1 — Conclua a história + troféus aleatórios baseados na sorte
A primeira etapa consiste em finalizar a campanha principal, explorando o conteúdo secundário sempre que possível. Após a “Sequência 04 – Missão 01: Esta Velha Enseada”, praticamente todo o mapa fica disponível para exploração, permitindo adiantar diversas atividades paralelas.
O principal objetivo nesse momento é começar a trabalhar nos troféus que dependem de sorte. O mais importante deles é o Diletante, que exige obter 19 Peças de Arte por meio das missões da Frota de Kenway. Para isso, o ideal é capturar ao menos cinco Brigs, conquistar Fortes e manter essas embarcações constantemente em missões de pirataria.
Outro troféu que merece atenção é o troféu Último a Sair, que depende de encontrar um raro evento de Navio em Chamas contendo uma cadeira. Como essas aparições acontecem aleatoriamente, a recomendação é verificar sempre que surgir um ícone branco no mapa durante a exploração.
Também vale aproveitar a campanha para avançar em troféus como Jogo da Forca, realizando eliminações furtivas com a corda, e Importância da Nutrição, consumindo alimentos encontrados no ambiente. Dessa forma, grande parte dos desafios será concluída naturalmente antes do fim da história.
Etapa 2 — Colete os colecionáveis
Com a campanha encerrada, todas as regiões e retratos estarão acessíveis, facilitando a busca pelos itens restantes. Esta é a etapa mais longa da platina e concentra boa parte do tempo total necessário para completar o jogo. Os itens colecionáveis necessários para os troféus são:
11 Retratos — Troféus Memória dos Meus Inimigos e Diletante
5 Oficiais — Troféu Todos a postos
8 Animais Amigáveis — Troféu Amigos dos Bichos
12 Planos Definitivos — Troféu Melhor, Impossível
57 locais (ícones "?") — Troféu Cartógrafo
41 Coleção de Arte: Obras de Arte (Coleções) — Troféu Diletante
9 Coleção de Arte: Pinturas (Coleções) — Troféu Diletante
20 Coleção de Arte: Modelos de Navios (Coleções) — Troféu Diletante
Quaisquer 18 espadas — Troféu Diletante
Quaisquer 12 pistolas — Troféu Amador
Entre os principais objetivos estão conquistar os 11 Fortes, explorar os 7 Naufrágios Subaquáticos, derrotar os 5 Navios Lendários e localizar todos os retratos, oficiais, animais amigáveis, planos definitivos e locais marcados com "?". Também será necessário reunir diversas peças da coleção de arte, modelos de navios, espadas e pistolas.
É altamente recomendado priorizar os Oficiais, já que eles liberam melhorias passivas para o Jackdaw. Em seguida, conquistar Fortes e explorar Naufrágios ajuda a acumular dinheiro suficiente para comprar as melhorias restantes da embarcação.
Outro objetivo importante é completar toda a decoração da Mansão de Grande Inagua, preenchendo praticamente todos os espaços com obras de arte, pinturas, modelos de navios, retratos, armas e outros itens colecionáveis obtidos ao longo da aventura.
Etapa 3 – Limpeza diversa pelo mapa
Por fim, após concluir todas as etapas anteriores, restará apenas finalizar os troféus pendentes. Dependendo da sorte durante a campanha, talvez ainda seja necessário obter mais Peças de Arte pela Frota de Kenway ou continuar procurando um raro Navio em Chamas com cadeira, além de concluir eventuais desafios de combate que tenham ficado para trás.
Lista de todos os troféus de Assassin’s Creed Black Flag Resynced
Abaixo você confere a lista completa com todos os troféus de Assassin’s Creed Black Flag Resynced. São muitos desafios, então boa sorte com eles!
Prêmios, Saques e Aventura! — Conquista todos os troféus abaixo para obter a Platina
Rei do Castelo — Tome todos os fortes
Memória dos meus Inimigos — Pendure todos os quadros de personagens na mansão de Grande Inagua
Diletante — Preencha todos os espaços de decoração na mansão de Grande Inagua
Governador — Restaure todos os edifícios no vilarejo de Grande Inagua
Desperdício Zero — Restaure um mapa a partir dos pedaços
Grão-mestre — Vença cada um dos diferentes jogos de taverna
Código de Conduta — Garanta a sobrevivência de todos os piratas em uma briga de rua
Entre Ladrões — Destranque um baú de contrabandista
Dá uma Força, Irmão — Conclua uma sequência de Caçada Templária
Os Sete Mares Mortais — Encontre todos os baús de tesouro em navios naufragados submersos
Silêncio! — Mate um guarda que estiver tocando um sino
Matador — Esquive-se de três investidas de um javali
O Predador Perfeito — Faça um arpoamento perfeito em um tubarão-branco
Um, Dois — Apare dois ataques de jaguatirica em sequência
Em posse — Conclua todas as atividades de um local
Jogo da Forca — Mate 10 inimigos com dardo e corda
Nevoeiro — Envolva ao menos 5 inimigos dentro de uma só bomba de fumaça
Pistoleiro — Use pistolas para matar 4 inimigos em sequência dentro de cinco segundos
Sem Saída — Mate um inimigo com uma incapacitação pela parede
Deixe-me Explicar — Após uma aparagem perfeita, faça 4 incapacitações
Exagero — Chute um inimigo ensandecido preso na fumaça para fora de um navio
A Vivaz Havana — Passeie por Havana (conclua a Memória 1 da Sequência 2)
Todos a Postos — Recrute todos os oficiais
Histeria Coletiva — Adicione um navio de cada tipo à frota de Kenway
Baixar Bandeiras — Aborde uma capitânia do comboio
Inafundável — Sobreviva ao impacto lateral de uma onda violenta
A Plenos Pulmões — Aprenda uma nova canção
Tudo o que Vai Volta... — Abalroe um brigue que tenha abalroado o seu navio
Caçando o Caçador — Derrote um Caçador de Piratas estando com o Nível de Procurado máximo
Demônio do Caribe — Derrote todos os navios lendários
Reforçado — Execute três defesas perfeitas no mar
Deem um Alô pro seu Amigão — Desbloqueie o modo de disparo secundário em uma arma do Gralha
Navio em Gala — Equipe ornamentos em cada um dos espaços cosméticos do Gralha
Artesanato de Primeira — Crie um item
Negócios e Prazer — Obtenha 50.000 Reales
Melhor, Impossível — Melhore o Jackdaw por completo
A Importância da Nutrição — Consuma 20 alimentos
Amigo dos Bichos — Interaja com todos os 7 animais amigáveis
Cacifo do Davy Jones — Nade até o ponto mais baixo do mapa
Cartógrafo — Visite todos os locais do jogo
Influência Felina — Destrua 50 vasos de plantas
Ed, o Mergulhador — Nade por um total de 1.000 m debaixo d'água (exceto em naufrágios)
Troféus secretos
Último a Sair — Sente-se em um navio em chamas
Um Maldito Pássaro — Capitaneie seu próprio navio (conclua a Sequência 2, Memória 6)
Paredes que Seguram o Vento — Se instale em um novo lar (conclua a Sequência 4, Memória 1)
Em um Mundo Sem Ouro — Testemunhe o fim de uma lenda (conclua a Sequência 8, Memória 1)
Uma Eterna Pedra — Impeça um complô templário (complete a sequência 12, memória 5)
Ressaca — Acorde em um palheiro
Derrubem o Homem — Abata todos os corpos pendurados em Long Bay
Já começou a sua jornada em Assassin’s Creed Black Flag Resynced? Conte nas redes sociais do Voxel se você pretende buscar a platina do jogo!
Falta pouco para a estreia de Assassin's Creed Black Flag Resynced. O remake da Ubisoft chega na próxima quinta (09) ao PS5, Xbox Series X|S e PC, trazendo melhorias gráficas, mudanças na jogabilidade e uma novidade muito bem-vinda: A possibilidade de ter animais de estimação a bordo da Jackdaw, incluindo gatos e até um macaco.
Além da campanha de Edward Kenway totalmente modernizada, os mascotes passam a acompanhar o capitão durante a aventura pelo Caribe. A novidade é inédita na franquia e promete dar ainda mais personalidade às viagens pelos mares do jogo.
Animais de estimação são uma novidade em Black Flag Resynced
Diferentemente do Assassin's Creed Black Flag original, lançado em 2013, o remake adiciona animais de estimação como companheiros permanentes na embarcação de Edward Kenway. Até o momento, foram revelados dois bichanos e um macaco, ambos exclusivos desta nova versão.
Além disso, os mascotes podem ser personalizados visualmente e também apresentam comportamentos próprios durante a aventura. Em determinadas situações, por exemplo, o primata pode ser visto balançando nas cordas da Jackdaw durante abordagens.
Infelizmente não é possível equipar mais de um pet ao mesmo tempo e até o momento não se sabe se outros animais serão adicionados futuramente. Por enquanto, a Ubisoft revelou apenas essas duas opções de companheiros para os jogadores.
Como conseguir os pets em Assassin's Creed Black Flag Resynced?
Os animais de estimação são desbloqueados por meio dos chamados Eventos Locais, pequenas atividades espalhadas pelo Caribe que envolvem objetivos rápidos, como derrotar inimigos, encontrar objetos ou ajudar personagens encontrados durante a exploração. Confira abaixo os mascotes confirmados e suas formas de desbloqueio:
Fuligem, o Gato
Conclua o Evento Local "Sistema de Distribuição de Gatos", liberado após desbloquear o Esconderijo ao final da missão "Um Solitário Louco", na Sequência 3.
Complete o Evento Local "Negócios de Macaco", localizado em um navio no sudeste de Havana.
Tom, o pet do navio
Disponível como um dos bônus para os jogadores que adquirirem a Deluxe Edition de Assassin's Creed Black Flag Resynced.
Pets de Black Flag Resynced também podem ser equipados com itens
Depois de desbloquear um mascote, basta equipá-lo no último espaço do menu Inventário. O jogador poderá trocar de companheiro sempre que desejar, sem qualquer limitação conhecida.
Com o pet equipado, ele passa a aparecer naturalmente durante a aventura, seja na mansão de Edward, dentro da cabine da Jackdaw ou descansando próximo ao timão enquanto o navio navega pelos mares do Caribe.
Gostou da novidade? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel se você pretende navegar os mares de Assassin's Creed Black Flag Resynced acompanhado de um pet!
A campanha internacional Stop Killing Games, que visa evitar que jogos sejam apagados pelas suas desenvolvedoras, ganhou um novo capítulo no Brasil. A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) apresentou na quinta-feira (9) o Projeto de Lei 3612/2026, que busca estabelecer regras para proteger consumidores de jogos eletrônicos e criar mecanismos para preservar títulos que dependem de servidores online para funcionar.
A proposta foi protocolada na Câmara dos Deputados e pretende complementar o Marco Legal para a Indústria de Jogos Eletrônicos, aprovado em 2024. Entre as medidas previstas estão obrigações para desenvolvedoras e distribuidoras quando decidirem encerrar os serviços de um jogo, além da criação de diretrizes voltadas à preservação do patrimônio cultural digital brasileiro.
Nas redes sociais, Jandira afirmou que a iniciativa foi inspirada diretamente pelo movimento Stop Killing Games. "Milhões de pessoas no mundo se mobilizaram para lutar pelo direito de continuar jogando os jogos que compraram e conviver com a comunidade que construíram. Agora, eu e o Márcio Filho trazemos essa luta ao Brasil", escreveu a parlamentar.
Projeto quer impedir que jogos deixem de funcionar após desligamento de servidores
O principal objetivo do PL 3612/2026 é impedir que consumidores percam completamente o acesso a jogos adquiridos quando editoras decidirem desligar seus servidores. O projeto traz diretrizes similares ao Stop Killing Games, que viralizou online e rendeu um movimento na Europa, mas não virou lei.
O texto brasileiro define que empresas deverão informar de forma clara, já na comercialização, se um jogo depende de conexão com servidores próprios para funcionar, inclusive no modo single-player. Além disso, também precisarão indicar qual será o prazo mínimo de suporte oferecido, que não poderá ser inferior a dois anos desde o lançamento no mercado brasileiro, salvo exceções previstas na proposta.
Deputada federal Jandira Feghali, autora do projeto.
Caso uma companhia decida encerrar os serviços de um jogo dependente de servidores, ela deverá avisar os consumidores com pelo menos 180 dias de antecedência. A comunicação deverá ocorrer dentro do próprio jogo, nas plataformas digitais onde ele é vendido, nos canais oficiais da empresa e, quando possível, por e-mail.
Depois do encerramento dos servidores, o projeto determina que a empresa deverá adotar pelo menos uma medida para preservar o acesso ao produto. Entre as alternativas previstas estão:
Disponibilizar uma atualização que permita jogar offline.
Liberar ferramentas para que comunidades possam manter servidores próprios
Reembolsar os consumidores de forma proporcional ao tempo de uso do jogo.
A proposta também estabelece que jogos comercializados no Brasil não poderão se tornar inutilizáveis após o encerramento oficial dos serviços sem que uma dessas alternativas seja oferecida. A regra, no entanto, não se aplicaria a jogos disponibilizados exclusivamente por assinatura contínua, títulos totalmente gratuitos ou games que já funcionem integralmente offline desde sua origem.
Servidores comunitários também fazem parte da proposta
Um dos pontos que mais dialoga com o movimento Stop Killing Games é a autorização para funcionamento de servidores comunitários. Segundo o texto, caso a empresa deixe de manter um jogo multiplayer, jogadores e comunidades poderão operar servidores próprios para preservar o funcionamento da experiência online, desde que respeitem uma série de requisitos.
Legislação prevê que empresas podem liberar servidores comunitários para o público em jogos encerrados.
Esses servidores poderão cobrar apenas valores destinados à manutenção da infraestrutura e dos custos operacionais, com limites de arrecadação e remuneração definidos pelo projeto. Também haverá obrigação de divulgar periodicamente relatórios financeiros e manter canais públicos de comunicação com a comunidade.
Além da proteção ao consumidor, o projeto dedica um capítulo inteiro à preservação dos jogos eletrônicos como patrimônio cultural digital. O texto prevê que jogos brasileiros ou considerados relevantes para a história, cultura ou tecnologia do país poderão integrar o patrimônio cultural digital nacional.
Caberia ao IPHAN, em conjunto com outros órgãos federais, promover ações de inventário, registro e preservação dessas obras. O projeto também prevê que atividades de preservação de games, como digitalização e disponibilização pública, podem receber apoio público por meio de iniciativas como a Lei Rouanet.
A proposta também autoriza que empresas depositem cópias completas de jogos — incluindo código-fonte, componentes de servidor e documentação técnica — junto à Fundação Biblioteca Nacional ou instituições credenciadas, exclusivamente para fins de preservação, pesquisa e uso não comercial.
Projeto também prevê multas e mudanças no Código de Defesa do Consumidor
Caso uma empresa encerre os serviços de um jogo antes do prazo mínimo previsto ou descumpra as novas obrigações, o projeto prevê punições. A sugestão de lei estabelece multas que poderão chegar ao maior valor entre R$ 500 mil ou 1% do faturamento bruto obtido pelo jogo no Brasil.
Além disso, o texto altera o Código de Defesa do Consumidor para adicionar uma definição envolvendo games. O projeto de lei classifica como prática abusiva vender jogos dependentes de servidores sem informar condições ou interromper o funcionamento do produto sem oferecer uma solução técnica ou reembolso proporcional.
Os recursos arrecadados com as multas seriam destinados a um futuro Fundo Nacional de Preservação e Fomento aos Jogos Eletrônicos, que apoiaria iniciativas de preservação, produção nacional, capacitação profissional e manutenção de servidores comunitários.
Movimento Stop Killing Games ganhou força após caso de The Crew
O projeto brasileiro cita diretamente o movimento Stop Killing Games como inspiração. A campanha surgiu após a Ubisoft encerrar os servidores de The Crew, impossibilitando que jogadores continuassem acessando o game, inclusive aqueles que haviam comprado cópias físicas.
Nos últimos meses, a iniciativa ganhou grande repercussão internacional ao reunir milhões de assinaturas em diferentes países. O objetivo do movimento era pressionar empresas e governos a discutir medidas que garantam a preservação de jogos digitais e impeçam que títulos comprados pelos consumidores se tornem inutilizáveis apenas por decisão das desenvolvedoras.
Segundo a justificativa apresentada por Jandira Feghali, a proposta busca adaptar esse debate à legislação brasileira, fortalecendo tanto os direitos dos consumidores quanto as políticas de preservação da memória digital do país.
Projeto ainda precisa percorrer toda a tramitação no Congresso
Apesar da apresentação do texto, o PL 3612/2026 ainda está no início de sua tramitação e não altera imediatamente as regras para a indústria de jogos. De forma resumida, um projeto de lei passa pelas seguintes etapas antes de virar lei:
Apresentação: o texto é protocolado na Câmara dos Deputados ou no Senado.
Análise pelas comissões: o projeto é distribuído às comissões temáticas, que avaliam mérito, constitucionalidade e outros aspectos.
Votação: caso seja aprovado, segue para votação na outra Casa do Congresso, que poderá aprovar, rejeitar ou modificar o texto.
Sanção presidencial: se aprovado por Câmara e Senado, o projeto é enviado ao presidente da República, que pode sancionar ou vetar a proposta, total ou parcialmente.
Como o projeto foi apresentado na Câmara dos Deputados, ele ainda deverá passar por todas essas etapas antes que qualquer uma das medidas previstas possa entrar em vigor. Ou seja, enquanto a ideia pode movimentar as redes sociais no Brasil e no mundo, ainda existe um longo caminho para a iniciativa virar lei - como foi o caso da Lei Felca.
Lançado menos de um mês atrás, em 9 de junho, Meccha Chameleon se tornou um dos maiores fenômenos de 2026 ao alcançar a marca de 15 milhões de cópias vendidas em menos de 30 dias de disponibilidade.
O título indie aposta em uma proposta inusitada de esconde-esconde, na qual os jogadores pintam o próprio corpo para se camuflar no cenário e enganar os adversários. Desenvolvido por um único criador japonês, o game desafia os participantes a usar observação, poses e criatividade para sobreviver às partidas.
Com visual simples e foco no multiplayer, Meccha Chameleon rapidamente conquistou espaço entre os jogos mais vendidos do ano, impulsionado principalmente pela popularidade entre os streamers.
Vale a pena jogar Meccha Chameleon?
A principal proposta de Meccha Chameleon é reinventar o clássico esconde-esconde. Em vez de apenas encontrar um esconderijo, os jogadores precisam pintar seus personagens de branco e modificar a aparência para reproduzir elementos do cenário, tornando a camuflagem parte essencial da estratégia.
As partidas colocam buscadores contra escondedores em mapas variados — e, certamente, criatividade e atenção aos detalhes fazem toda a diferença. O jogo também permite criar salas públicas ou privadas, com suporte para partidas entre amigos ou desconhecidos.
Na Steam, o título acumula quase 1.500 análises "Muito Positivas". Grande parte dos elogios é direcionada à proposta criativa e às partidas divertidas, embora muitos usuários também reclamem da otimização. "Eu pedi reembolso, mas pretendo comprar novamente. O jogo está muito pouco otimizado", escreveu um jogador na plataforma.
Mesmo com essas críticas, o baixo preço ajuda a explicar parte do sucesso. Atualmente, Meccha Chameleon custa R$ 23,49 na Steam, tornando-se uma opção acessível para quem busca um multiplayer divertido e bem diferentão.
Meccha Chameleon vendeu nada menos que 15 milhões de cópias
Um dos maiores feitos do jogo foi atingir 15 milhões de unidades vendidas em menos de um mês após o lançamento. O número coloca Meccha Chameleon como o jogo mais vendido de 2026 até o momento, superando lançamentos de franquias muito mais conhecidas.
O crescimento também foi extremamente acelerado. Depois de alcançar 10 milhões de cópias no fim de junho, o título adicionou mais 5 milhões de vendas em poucos dias, consolidando um desempenho raro para uma produção independente.
Além das vendas, o game mantém uma comunidade bastante ativa, com milhares de jogadores simultâneos e atualizações frequentes publicadas pelo desenvolvedor. O criador também agradeceu o apoio da comunidade e confirmou que novidades e colaborações estão previstas para as próximas semanas.
E você, pretende experimentar Meccha Chameleon? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel se esse fenômeno indie entrou na sua lista de jogos para jogar!
A polêmica envolvendo o anúncio da Sony sobre o fim do suporte aos jogos em mídia física a partir de 2028 continua, e parece que a empresa está na expectativa de que consumidores só se acostumem com o formato digital. Por falar nisso, tem vários títulos digitais mais baratinhos entre os jogos em promoção na PS Store, que semana tem ótimos games de PS4 e PS5 com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque disponíveis na PS Store para você aproveitar estão títulos como Horizon Forbidden West, Assassin's Creed Odyssey, Sniper Elite 5, Overcooked! 2 e Super Meat Boy Forever, que está custando apenas R$ 2,85.
Ainda não entrou na atual geração? Então se liga aqui: não compre seu PS5 pelo preço cheio, use o cupom KaBuM! para descolar seu novo PlayStation 5 com desconto e economize no seu hobby favorito!
Economize e parcele suas compras na PS com cashback
Já é possível parcelar compras na PS Store, mas o que você talvez não saiba é que há uma forma de não apenas pagar seus jogos do PlayStation na PSN em até 6x sem juros, mas também ter direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem.
Na Nuuvem você pode comprar gift cards da PlayStation Store com cashback e opções de parcelamento
Na Nuuvem você pode parcelar suas compras até 6x sem juros no cartão de crédito ou em até 4x sem juros no PayPal. E o melhor: no final da transação você ainda recebe cashback em forma de moedinhas para usar em compras futuras.
Lá é possível comprar gift cards da PSN de diversos valores para resgatar jogos e assinaturas da PlayStation Plus e, além do cashback, você ainda pode usar cupons de desconto que a turma da Nuuvem libera vez ou outra.
E aí, aproveitou alguma das nossas dicas de jogos para Playstation em promoção? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Uma entre as diversas vantagens em ser assinante do Prime é a possibilidade de resgatar mensalmente uma série de jogos gratuitos por meio do Amazon Luna (antigo Prime Gaming) — dando aos jogadores ainda mais opções para expandirem suas bibliotecas digitais. Nesta quinta-feira (09), por exemplo, teremos ainda mais adições ao catálogo de junho..
Este mês serão 12 jogos gratuitos até o dia 30 de julho. A lista é composta por jogos como CyClones, LoneStar, Symphony of War: The Nephilim Saga e muitos outros!
Como resgatar os jogos grátis do Prime Gaming?
Os jogos gratuitos do Prime Gaming estão inclusos na assinatura Amazon Prime, que também traz acesso ao Prime Video e frete grátis na loja Amazon. O serviço está disponível por valores que partem de R$ 19,90 mensais, mas é possível garantir um teste grátis de 30 dias.
Como a plataforma não exige assinatura recorrente para resgatar os jogos grátis, você pode obter todos os títulos da lista durante o teste grátis do serviço. Depois, é só cancelar a assinatura para não receber cobranças — ou seguir assinando e aproveitar todos os benefícios.
Você pode obter o teste grátis do Amazon Prime neste link criando uma conta com e-mail e cartão de crédito válido. Em seguida, vá até o site do Prime Gaming para resgatar os jogos grátis disponíveis.
Ficou interessado nos jogos gratuitos de julho do Prime Gaming? Então confira a lista completa logo abaixo!
Já disponíveis
CyClones — Resgate via GOG
LoneStar— Resgate via Epic Games Store
Symphony of War: The Nephilim Saga — Resgate via Epic Games Store
Disponíveis nesta quinta (09)
Still There — Resgate via GOG
Regular Factory: Escape Room — Resgate via GOG
Disponíveis dia 16 de julho
Poly Vita — Resgate via Legacy Games
Framed Collection — Resgate via GOG
Escape Academy — Resgate via Epic Games Store
Disponíveis dia 23 de julho
In Sound Mind — Resgate via app da Amazon Games
Mystic Academy: Escape Room — Resgate via GOG
Disponíveis dia 30 e julho
Zoria: Age of Shattering — Resgate via GOG
Weakless — Resgate via GOG
Mais detalhes sobre os jogos gratuitos de julho no Prime Gaming
A lista de jogos do Prime Gaming de julho trará algumas adições bacanas para a biblioteca. Quer saber mais sobre cada um deles? Então Confira abaixo seus respectivos trailers!
CyClones — Resgate via GOG
LoneStar — Resgate via Epic Games Store
Symphony of War: The Nephilim Saga — Resgate via Epic Games Store
Still There — Resgate via GOG
Regular Factory: Escape Room — Resgate via GOG
Poly Vita — Resgate via Legacy Games
Framed Collection — Resgate via GOG
Escape Academy — Resgate via Epic Games Store
In Sound Mind — Resgate via app da Amazon Games
Mystic Academy: Escape Room — Resgate via GOG
Zoria: Age of Shattering — Resgate via GOG
Weakless — Resgate via GOG
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O co-CEO da CD Projekt Red, Michal Nowakowski, afirmou que ainda não considera completo o processo de recuperação de imagem de Cyberpunk 2077. Segundo ele, The Witcher 4 terá um papel importante para reconquistar jogadores que perderam a confiança no estúdio após o lançamento problemático do RPG futurista em 2020.
Apesar da reviravolta vivida por Cyberpunk 2077 nos últimos anos, Nowakowski reconhece que parte da comunidade continua cética em relação à desenvolvedora. “Perdemos a confiança de algumas pessoas definitivamente, e isso é compreensível”, declarou o executivo durante o evento DevGAMM Gdánsk.
Para a liderança da CD Projekt, o próximo capítulo da franquia The Witcher representa uma oportunidade de fortalecer novamente a reputação da empresa e demonstrar os aprendizados adquiridos desde os problemas enfrentados com Cyberpunk 2077.
Cyberpunk 2077 ainda não alcançou seu “arco de redenção”, segundo CD Projekt
Quando chegou ao mercado em 2020, Cyberpunk 2077 se tornou um dos lançamentos mais conturbados da indústria recente. Após diversos adiamentos, o jogo estreou cercado por problemas técnicos, principalmente nos consoles da geração anterior.
A situação resultou em pedidos de reembolso, na remoção temporária do título da PlayStation Store e até em processos judiciais relacionados à comunicação da empresa com investidores. Meses depois, o RPG retornou à loja da Sony após uma série de atualizações corretivas.
Nos anos seguintes, a CD Projekt continuou investindo em melhorias e expansões. Atualmente, Cyberpunk 2077 acumula 88% de avaliações positivas na Steam e já ultrapassou a marca de 35 milhões de cópias vendidas — alcançando esse número mais rapidamente do que The Witcher 3: Wild Hunt.
Mesmo com esses resultados, Nowakowski acredita que a recuperação ainda não está completa. “Não estou 100% convencido de que percorremos todo o caminho da redenção”, afirmou, classificando o período de lançamento como “desolador” para o estúdio.
The Witcher 4 precisa recuperar a fé dos fãs no estúdio
Para o executivo, parte dos jogadores ainda associa a CD Projekt aos problemas enfrentados por Cyberpunk 2077. Por isso, a missão de The Witcher 4 vai além de entregar um novo RPG de grande escala.
Nowakowski afirmou que espera reconquistar os consumidores mais desconfiados por meio do próximo projeto da franquia. “Espero que possamos recuperar essa confiança — se não com The Witcher 4, então com o que vier depois”, declarou.
Segundo ele, o período turbulento também trouxe aprendizados importantes para a empresa. O executivo destacou que a equipe saiu da experiência com profissionais mais preparados para lidar com desafios complexos de desenvolvimento.
A expectativa em torno do novo jogo é alta, especialmente por marcar o início de uma nova fase da série protagonizada por Ciri. Ainda assim, a CD Projekt tem adotado um discurso cauteloso sobre o projeto.
Certamente, vale lembrar também que a CD Projekt confirmou uma última grande aventura para The Witcher 3. Chamada Songs of the Past, a nova expansão possivelmente prepara o terreno para Geralt passar o bastão para Ciri no quarto jogo.
The Witcher 4 tem mais de 500 desenvolvedores envolvidos no projeto, mas jogo não deve chegar tão cedo
Atualmente, 513 desenvolvedores estão trabalhando em The Witcher 4, segundo números divulgados pela própria CD Projekt. O projeto é, de longe, a principal produção em andamento dentro da empresa.
Apesar da equipe robusta, o estúdio já confirmou que o RPG não será lançado antes de 2027. A informação foi reforçada durante apresentações financeiras realizadas ao longo deste ano.
O diretor financeiro da companhia, Piotr Nielubowicz, explicou que o jogo não faz parte das metas previstas até o final de 2026 e que ainda não existe uma janela oficial de lançamento.
Com isso, fãs devem esperar mais alguns anos até retornarem ao Continente. Enquanto isso, a CD Projekt segue concentrada na produção do novo capítulo da franquia e no desenvolvimento de outros projetos paralelos.
O Checkpoint desta segunda (22) traz uma triste notícia para aqueles que jogavam exclusivos de PlayStation no PC. Segundo o relatório anual de negócios da Sony, a empresa removeu a menção ao lançamento de seus títulos para computadores — aparentemente confirmando uma grande mudança na sua política interna.
Em outras notícias, o diretor de Final Fantasy VII Revelation, Naoki Hamaguchi, afirma que a próxima aventura da Square Enix após a estreia da terceira parte não é um remake — mas sim um RPG de "grande escala".
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (22)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Exclusivos de PlayStation no PC estão com os dias contados
A estratégia da Sony para levar jogos exclusivos do PlayStation ao PC pode estar mudando. Um relatório fiscal recente da empresa removeu referências que mencionavam a expansão de títulos exclusivos para outras plataformas, alimentando especulações de que futuros lançamentos podem permanecer restritos ao PS5.
A mudança chamou atenção porque o documento anterior afirmava que a companhia pretendia “continuar seus esforços para lançar seus títulos exclusivos em múltiplas plataformas, como o PC”.
A ausência desse trecho reforça rumores recentes de que a Sony estaria priorizando novamente a exclusividade de seus jogos singleplayer nos consoles PlayStation, embora a empresa ainda não tenha anunciado oficialmente uma alteração em sua política de lançamentos.
Próximo jogo da Square Enix pode não ser um remake, mas sim um RPG de “grande escala”
Enquanto trabalha nos ajustes finais de Final Fantasy VII Revelation, previsto para chegar em 2027, o diretor Naoki Hamaguchi já começa a pensar em seu próximo projeto. Segundo o desenvolvedor, a ideia não é assumir outro remake, mas sim partir para um novo RPG de grande escala após concluir a trilogia de Final Fantasy VII.
Em entrevista à Game Informer, Hamaguchi afirmou que gostaria de enfrentar “um novo desafio com outro RPG”, seja dentro da franquia Final Fantasy ou em uma propriedade inédita da Square Enix.
O diretor também reforçou ao Bloomberg que seu próximo trabalho “não será um remake”, sugerindo interesse em projetos originais de grande porte ou até mesmo em uma nova franquia AAA.
Ex-gerente da Eidos Montreal afirma que indústria está muito mais focada no Excel do que na paixão por games
O veterano Stéphane D'Astous, ex-gerente da Eidos Montréal e ex-executivo da Ubisoft, criticou os rumos atuais da indústria de games. Em entrevista recente, ele afirmou que os principais tomadores de decisão do setor estão “muito mais focados no Excel do que na paixão”, apontando uma mudança significativa em relação ao cenário de 15 anos atrás.
Segundo D'Astous, a consolidação do mercado e a entrada de grandes investidores alteraram o perfil dos executivos da indústria. “Eles não têm o mesmo DNA dos tomadores de decisão de 15 anos atrás”, declarou. O ex-gerente também argumentou que investimentos excessivos durante o período da pandemia contribuíram para projetos pouco sustentáveis e para expectativas irreais em relação ao desenvolvimento de jogos.
God of War Laufey está em desenvolvimento há 10 anos
God of War Laufey está em desenvolvimento há cerca de dez anos, segundo novas informações reveladas após o State of Play de junho de 2026.
O jogo, que encerrou a apresentação com mais de 20 minutos de gameplay, marca uma mudança de foco dentro da franquia ao colocar Faye (Laufey) como protagonista, algo que já vinha sendo planejado internamente pela Santa Monica Studio há anos.
Em entrevista à Comic Games Magazine, a atriz Deborah Ann Woll afirmou: “Eu já sabia disso há quase dez anos”, comentando que teve acesso ao projeto ainda em fase inicial. Ela também destacou que, em 2018, Cory Barlog já apresentava artes conceituais do jogo, incluindo ideias como o personagem Phranque.
Suposto preço vazado de GTA 6 pode ser falso
O suposto preço de GTA 6que circula na internet não é oficial e pode não refletir o valor real do jogo, já que a Rockstar Games ainda não divulgou qualquer informação sobre preços. Apesar de uma reportagem sugerir que valores já estariam definidos, a ausência de confirmação da empresa mantém o cenário em aberto.
O insider Billbil-kun comentou as alegações e afirmou: “Esses SKUs são apenas marcadores, porque os códigos EAN não pertencem aos prefixos tradicionais da Take-Two. Portanto, esses preços são aleatórios”. Segundo ele, os valores vistos online são apenas estimativas, e o preço real de GTA 6 só saberemos na próxima quinta (25) com a abertura da pré-venda.
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Os celulares tornaram-se uma das plataformas de maior destaque para os jogos gratuitos — afinal, quem não tem um em mãos hoje em dia, não é mesmo? Através deles, é possível acessar uma ampla biblioteca de games em qualquer lugar e a qualquer momento para jogar experiências que vão desde títulos casuais até aquelas aventuras mais complexas.
Certamente, a Play Store traz milhares de ótimas opções para os usuários que possuem celulares com sistema Android. A plataforma do Google oferece um catálogo recheado de jogos gratuitos que podem atender as suas exigências.
O Voxel realizou mais uma curadoria para destacar os cinco melhores jogos gratuitos disponíveis na Play Store esta semana. A seleção oferece aos usuários de Android boas oportunidades para se divertir sem gastar absolutamente nada. Confira a seguir!
Pizza Ready
Finalmente lançaram um simulador para os amantes de pizza. Como o próprio nome sugere, em Pizza Ready você deverá gerenciar uma pequena pizzaria para se tornar "o mestre do seu próprio império da pizza".
Algumas das atividades em Pizza Ready incluem administrar o local, assim como cozinhar e montar uma grande variedade de pizzas, servir, limpar e até gerenciar o quadro de funcionários do estabelecimento.
Subway Surfers
Subway Surfers é um dos jogos de corrida infinita mais populares da Play Store, trazendo partidas rápidas e dinâmicas. O jogador deve correr pelos trilhos de trem, desviando de obstáculos e coletando moedas para desbloquear novos personagens e pranchas.
Com atualizações frequentes, o game recebe cenários temáticos em diferentes cidades do mundo, mantendo a jogabilidade sempre variada e divertida. É ideal para quem busca uma experiência leve e viciante no celular.
Block Crazy Robo World Craft
Block Crazy Robo World Craft é um jogo sandbox no melhor estilo Minecraft onde o jogador pode construir, minerar e explorar livremente o mapa.
O título oferece dois modos principais: criativo, com recursos ilimitados, e sobrevivência, que exige coletar materiais, fabricar itens e enfrentar inimigos.
Moto Wheelie 3D
A cultura de motocicletas é algo bastante presente entre os brasileiros, e Moto Wheelie 3D traz uma proposta que pode agradar os entusiastas do "grau". Aqui, os jogadores poderão fazer diferentes coisas com a moto, como cortar giro, drift e muito mais.
Além disso, o game traz boas opções de personalização. Portanto, você poderá estilizar não apenas o seu motorista, mas também mudar o estilo da sua moto com diferentes opções de escapamentos, capacetes e muito mais.
Clash Royale
O clássico Clash Royale, da Supercell, combina mecânicas de cartas, estratégia e confrontos em tempo real. Cada partida exige adaptação rápida ao que o adversário faz, montando o deck ideal para cada desafio.
O sucesso do jogo está na sua jogabilidade acessível, porém profunda, permitindo partidas rápidas, torneios e eventos sazonais que mantêm a comunidade ativa.
Curtiu a lista com os cinco jogos gratuitos do momento na Play Store? Comente nas redes sociais do Voxel qual deles você pretende jogar primeiro!
Na semana passada, a Rockstar Games confirmou que a pré-venda de GTA 6 começa nesta quinta-feira (25), nas lojas digitais e em varejistas selecionados. A Nuuvem, plataforma brasileira de venda de jogos, já se prepara para o grande lançamento e está oferecendo gift cards da PS Store e Xbox Store como forma de garantir o jogo com condições facilitadas de pagamento.
Entre as vantagens da compra pela Nuuvem, estão o parcelamento em até 6 vezes sem juros (ou de 7x a 12x com acréscimo), além de opções via PIX e boleto. A plataforma também oferece cashback para descontos em jogos futuros e cupons promocionais para os compradores.
A iniciativa da Nuuvem chega em um momento estratégico — com a pré-venda de GTA 6 marcada para esta semana e o lançamento do jogo previsto para 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S.
O processo de compra via gift card na Nuuvem foi desenhado para ser simples e sem riscos para a conta do jogador. A plataforma não trabalha com chaves de terceiros ou marketplaces paralelos — tudo é feito por canais oficiais parceiros da Take-Two, Sony e Microsoft.
O processo acontece em quatro etapas: primeiro, o jogador escolhe o valor do gift card correspondente à edição de GTA 6 desejada, para PS5 ou Xbox. Em seguida, finaliza a compra pelo método preferido — parcelado, PIX ou boleto.
Após a confirmação do pagamento, o código é disponibilizado diretamente na conta Nuuvem do comprador, e então é só resgatar o crédito na PlayStation Store ou Microsoft Store para concluir a pré-venda.
1 - Escolha o Gift Card
Selecione o valor da edição do GTA 6 que você quer (PS5 ou Xbox).
2 - Finalize a compra
Pague em 6x sem juros (ou 7x a 12x com acréscimo), PIX ou boleto.
3 - Receba o código
Código direto na sua conta Nuuvem assim que o pagamento for confirmado.
4 - Resgate a pré-venda
Use o crédito na PlayStation Store ou Microsoft Store e faça a pré-venda.
A compra via gift card é descrita pela própria plataforma como "a forma oficial mais barata de comprar jogos AAA no Brasil". O jogador paga em reais, dentro de uma loja parceira oficial, e resgata em uma loja certificada — sem riscos de bloqueio de conta ou problemas com chaves de procedência duvidosa.
Para quem pretende garantir GTA 6 na pré-venda e prefere distribuir o valor em parcelas, a modalidade oferece uma alternativa acessível sem abrir mão da segurança de uma transação oficial.
A Nuuvem é confiável para comprar GTA 6?
A Nuuvem opera no Brasil desde 2011 e já atendeu mais de 4 milhões de jogadores, com um portfólio de mais de 440 publishers parceiras — entre elas a própria Take-Two, a Sony e a Microsoft. Os gift cards comercializados na plataforma são oficiais e resgatados diretamente nas lojas das fabricantes.
A reputação da empresa é respaldada por indicadores públicos: a Nuuvem conquistou o Prêmio Reclame Aqui em 2021 e 2024 e mantém avaliação de 4,7 estrelas no Trustpilot. O atendimento ao cliente é feito por equipe humana em português, via chat e e-mail.
Para os jogadores brasileiros que buscam uma alternativa segura e parcelada para garantir GTA 6 na pré-venda, a plataforma se apresenta como uma opção dentro do ecossistema oficial das lojas digitais de console.
Quanto custa GTA 6?
A Rockstar ainda não revelou os preços oficiais de GTA 6. Rumores do insider DetectiveSeeds indicam que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda, entre versões digitais, físicas e bundles de console.
"Posso afirmar que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda: três digitais/físicas, que são os tipos de compra mais comuns; uma mais rara, com itens específicos; e duas vinculadas aos consoles (Pro e padrão), com um código digital para download", afirmou o insider. As edições principais seriam possivelmente Standard, Deluxe e Premium, além de uma quarta versão de colecionador.
Com base nas especulações da comunidade e de analistas do mercado, os valores devem variar entre US$ 60 e US$ 80 conforme a edição escolhida. A Take-Two afirmou apenas que o preço será "justo" para os jogadores, sem confirmar números até o momento — o que deve mudar com a abertura oficial da pré-venda nesta quinta (25).
Você vai garantir GTA 6 na pré-venda pela Nuuvem? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
A busca ganhou força nas redes sociais logo após a divulgação da arte. Em fóruns e comunidades dedicadas à série, jogadores passaram a comparar a personagem com pessoas reais, levantando teorias sobre uma possível modelo por trás da imagem.
Embora a Rockstar não tenha comentado o assunto, uma influenciadora venezuelana rapidamente se tornou o principal nome associado à misteriosa garota da capa de GTA 6.
Quem é a mulher na capa de GTA 6?
A principal aposta da comunidade é Gabriela Chiquin, influenciadora, DJ e modelo venezuelana conhecida nas redes sociais pelo nome Chiquin. A teoria surgiu em um tópico no Reddit e se espalhou rapidamente entre fãs da franquia.
As comparações ganharam força por conta de uma foto publicada pela modelo ainda em 2024. Na imagem, Chiquin aparece usando um top esportivo verde e exibe características físicas semelhantes às da personagem presente na capa oficial do jogo.
O fato de a publicação ser anterior à revelação da arte chamou atenção dos jogadores, já que afasta a possibilidade de uma recriação feita após o anúncio da Rockstar. Mesmo assim, não existe qualquer confirmação oficial ligando a influenciadora ao projeto.
A própria Chiquin entrou na brincadeira. Em uma publicação fixada em seu Instagram, ela alterou a legenda para escrever: “Dizem que eu pareço a morena de GTA 6”.
Em outra postagem, agradeceu a repercussão: “Quero agradecer a toda a comunidade de GTA por tanto amor. Nunca imaginei receber tantas mensagens, comentários e memes”.
Relembre a polêmica envolvendo Lindsay Lohan e a capa de GTA 5
A disputa chegou aos tribunais e se arrastou por anos. Lohan argumentava que uma das personagens presentes na divulgação do título era baseada diretamente em sua aparência.
No entanto, a decisão final foi favorável à Rockstar. A mais alta corte do estado de Nova York rejeitou o recurso apresentado pela atriz por unanimidade, encerrando o processo.
Por conta desse histórico, parte da comunidade acredita que a empresa tende a evitar referências diretas a pessoas reais sem autorização formal. Assim, a semelhança entre Chiquin e a garota da capa pode ser apenas uma mera coincidência.
Quando GTA 6 será lançado?
Enquanto as teorias seguem movimentando a comunidade, a Rockstar já confirmou que a pré-venda de GTA 6 começa em 25 de junho. O estúdio também revelou oficialmente a arte de capa e reforçou a campanha de marketing do jogo.
GTA 6 será lançado em 19 de novembro para PS5 e Xbox Series X|S. Até o momento, a Rockstar não confirmou uma versão para PC, embora rumores apontem para uma possível chegada na plataforma em fevereiro de 2027.
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A Valve revelou nesta segunda (22) os preços oficiais do Steam Machine, novo dispositivo da empresa que chega ao mercado em quatro versões diferentes — e valores que ultrapassam os US$ 1.000. O console será vendido em modelos de 512 GB e 2 TB, com opções que incluem ou não o novo Steam Controller no pacote.
Na conversão aproximada para o real, com base na cotação atual do dólar, os valores ficam em torno de: R$ 5.800 para o modelo de 512 GB (US$ 1.049), R$ 6.200 para a versão com controle, R$ 7.500 para o modelo de 2 TB (US$ 1.349) e cerca de R$ 7.900 para o pacote completo com Steam Controller (US$ 1.428). Confira abaixo!
Steam Machine de 512 GB — US$ 1.049 (cerca de R$ 5.800 na conversão direta sem impostos)
Steam Machine de 512 GB + Steam Controller — US$ 1.128 (cerca de R$ 6.240 na conversão direta sem impostos)
Steam Machine de 2 TB — US$ 1.349 (cerca de R$ 7.460 na conversão direta sem impostos)
Steam Machine de 2 TB + Steam Controller — US$ 1.428 (cerca de R$ 7.900 na conversão direta sem impostos)
Segundo a Valve, “o preço pelo qual vendemos nosso hardware é resultado direto do custo desses componentes”, justificando o valor mais alto. Além do armazenamento, as versões têm especificações idênticas — com o modelo de 2 TB trazendo ainda placas frontais extras em tecido vermelho e madeira de nogueira.
A empresa também informou que as pré-encomendas serão feitas por meio de uma fila aleatória, com inscrições abertas até 25 de junho, em um sistema criado para evitar bots e garantir maior equilíbrio na distribuição.
Quando o Steam Machine será lançado? Veja como funcionará a pré-venda
Além de revelar o preço, a Valve também confirmou que a abertura do período de registro de interesse pelo Steam Machine começa na próxima quinta-feira (25). Com isso, os usuários poderão se inscrever para qualquer uma das versões do aparelho, com os pedidos sendo distribuídos por um sistema de fila aleatória.
Diferente do Steam Controller, que foi vendido por ordem de chegada e acabou gerando casos de revenda por cambistas, o Steam Machine terá um modelo de distribuição baseado em sorteio e será lançado oficialmente no dia 30 de junho.
Segundo a Valve, a ideia é evitar que o sistema “recompense bots” e garantir uma chance mais equilibrada de compra, sem exigir que os usuários “organizem suas vidas em função desse momento”.
Após o encerramento do prazo em 25 de junho, ainda será possível realizar pré-encomendas, mas os pedidos entram automaticamente no final da fila. A empresa também reforçou que o preço final do Steam Machine ficou acima do esperado devido ao aumento nos custos de produção e componentes.
Steam Machine custa caro por conta da crise de componentes de PC
O Steam Machine chega ao mercado com preços acima de US$ 1.000, podendo ultrapassar US$ 1.400 nas versões mais completas, algo que a Valve classifica como “significativamente maior” do que o planejado inicialmente. A empresa já havia revelado que o valor final do hardware seria impactado pelo custo global dos componentes.
Segundo a Valve, a alta está diretamente ligada à crise recente na cadeia de suprimentos de hardware, com destaque para o aumento no preço de memórias RAM e dispositivos de armazenamento. A companhia afirmou que “o preço pelo qual vendemos nosso hardware é resultado direto do custo desses componentes”, reforçando o impacto do cenário global.
A empresa ainda explicou que, em alguns períodos, houve escassez de peças, o que também afetou a produção e o volume de unidades disponíveis para o lançamento.
De acordo com o engenheiro Yazan Aldehayyat, embora o preço original nunca tenha sido oficialmente divulgado, o valor final ficou acima do previsto devido à instabilidade do mercado de componentes.
Quais as especificações do Steam Machine?
O Steam Machine chega no dia 30 de junho como uma evolução direta do conceito introduzido pelo Steam Deck, mas em formato de mini PC projetado para rodar jogos de maneira estável em 4K.
A Valve confirmou que o dispositivo usa um processador AMD de arquitetura Zen 4 com 6 núcleos e 12 threads, alcançando até 4,8 GHz em um TDP de 30 W. A GPU também é uma solução personalizada da AMD, baseada em RDNA3 com 28 CUs, capaz de operar a 2,45 GHz.
Em termos de memória, o Steam Machine combina 16 GB de RAM DDR5 com 8 GB de VRAM GDDR6 — o que o coloca na mesma faixa de PCs gamers intermediários. O armazenamento será oferecido em duas configurações: 512 GB ou 2 TB, ambos em SSD NVMe. Há também entrada para cartão microSD de alta velocidade.
Na conectividade, o modelo conta com Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3, porta Gigabit Ethernet e múltiplas saídas de vídeo, incluindo DisplayPort 1.4 (4K/240 Hz ou 8K/60 Hz) e HDMI 2.0 (4K/120 Hz). A Valve destaca ainda a presença de uma barra frontal com 17 LEDs RGB, totalmente personalizável pelo usuário.
Além disso, o aparelho roda o SteamOS 3, baseado em Linux e com interface KDE Plasma, permitindo tanto o uso como console de sala quanto como PC tradicional. A inicialização rápida, suspensão instantânea e compatibilidade com toda a biblioteca Steam completam o pacote — incluindo títulos já aprovados no programa Steam Verified.
E qual o preço médio de um PC com as mesmas configurações do Steam Machine?
Para estimar o preço de um PC equivalente, é preciso considerar peças com desempenho similar ao conjunto Zen 4 + RDNA3 da Valve. Hoje, um desktop com CPU Ryzen 5 7600 (6c/12t), GPU Radeon RX 7600 XT, 16 GB de DDR5 e SSD de 1 TB custa, no mercado internacional, entre US$ 900 e US$ 1.200 — uma média de R$ 4.800 e R$ 6.500 na conversão atual, respectivamente.
Essa faixa representa a média encontrada em varejistas norte-americanos e reflete máquinas capazes de entregar 4K a taxas próximas de 60 FPS em diversos jogos, dependendo do nível gráfico.
Mas a pergunta que fica é: vale a pena um Steam Machine na estante da TV ou um PC gamer na escrivaninha do escritório?
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O Lumen Field, estádio localizado em Seattle que serve de base militar para a WLF em The Last of Us Part II, foi selecionado pela FIFA como uma das sedes oficiais da Copa do Mundo de 2026 — e sediará ao todo seis partidas da competição.
Na vida real, o estádio é a casa do Seattle Seahawks (NFL) e do Seattle Sounders (MLS), dois dos times mais tradicionais de suas respectivas ligas de futebol americano e futebol. Com capacidade para quase 69 mil torcedores, o Lumen Field é reconhecido internacionalmente como um dos estádios mais barulhentos do mundo por conta da sua arquitetura.
Para os fãs de The Last of Us Part II, acompanhar as partidas da Copa do Mundo no local terá um significado especial — afinal, trata-se do mesmo espaço que a Naughty Dog recriou como cenário central da jornada de Abby.
Conheça o Lumen Field
Em The Last of Us Part II, o Lumen Field é apresentado simplesmente como "O estádio" e funciona como quartel-general da Washington Liberation Front (WLF). Quando o jogador assume o controle no primeiro dia com a Abby, é recebido por uma estrutura colossal que foi completamente reaproveitada para abrigar uma sociedade sobrevivente no apocalipse.
O gramado verde deu lugar a tendas de alojamento, hortas e currais, enquanto as arquibancadas internas foram transformadas em refeitórios, academias, escolas e canis para os cães de patrulha da milícia. A adaptação do espaço é um dos elementos visuais mais marcantes do jogo e reflete o alto nível de organização da WLF.
A magnitude do cenário cria um contraste deliberado entre o mundo exterior destruído e a sociedade rigidamente estruturada que existe dentro das paredes do estádio. É justamente essa dualidade que torna o local um dos ambientes mais memoráveis de toda a franquia.
A fidelidade com que a Naughty Dog recriou o Lumen Field é notável — da arquitetura às proporções internas, o estádio virtual é facilmente reconhecível para qualquer pessoa familiarizada com a arena real de Seattle.
Quais jogos da Copa do Mundo o "estádio de The Last of Us" sediará?
O Lumen Field receberá ao todo seis partidas durante a Copa do Mundo de 2026, sendo quatro delas na fase de grupos e dois jogos do mata-mata.
A programação oficial, inclusive, já foi definida pela FIFA e será a seguinte:
15 de junho — Bélgica x Egito
19 de junho — Estados Unidos x Austrália
24 de junho — Bósnia-Herzegovina x Catar
26 de junho — Egito x Irã
1º de julho — Oitavas de final
6 de julho — Oitavas de final
O jogo entre Estados Unidos e Austrália, marcado para o dia 19 de junho, deve ser um dos mais aguardados no estádio, especialmente pelo fator casa da seleção americana diante de sua própria torcida.
Lumen Field também será palco para a nova temporada de The Last of Us na HBO
A relevância do Lumen Field para a franquia vai além dos games. A terceira temporada de The Last of Us na HBO, que abordará os eventos vividos por Abby, também trará o estádio como cenário central — desta vez recriado no formato live-action para apresentar ao público a base da WLF e o cotidiano da personagem.
Os fãs que acompanharam a segunda temporada da série já tiveram um gostinho da transição do estádio para a televisão. Com a terceira temporada, a expectativa é que o local ganhe ainda mais destaque na narrativa, consolidando o Lumen Field como um ponto de encontro entre os games, a TV e agora também o futebol mundial.
Você sabia dessa curiosidade sobre o estádio de The Last of Us Part II? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
No entanto, mesmo com a boa notícia, o estúdio não informou preços, edições disponíveis ou o horário exato de abertura da pré-venda, deixando muitos fãs brasileiros na expectativa.
"A pré-venda de Grand Theft Auto VI começa oficialmente em 25 de junho nas lojas digitais e em outras lojas selecionadas. Adicione Grand Theft Auto VI à sua lista de desejos hoje mesmo na PlayStation Store ou na Microsoft Store para receber uma notificação quando a pré-venda estiver disponível", informou a Rockstar em comunicado oficial.
Que horas começa a pré-venda de GTA 6?
A pré-venda de GTA 6 começa nesta quinta-feira, 25 de junho, na PS Store e Xbox Store, além das principais varejistas. Enquanto o horário não é confirmado, os jogadores já podem adicionar o título à lista de desejos nessas plataformas para receber uma notificação assim que a pré-venda abrir.
O horário exato de abertura não foi especificado pela Rockstar até o momento. No entanto, com base no histórico do estúdio, que costuma divulgar suas novidades pela manhã ou à tarde no horário de Brasília, é razoável esperar que a pré-venda seja aberta nesse intervalo do dia.
Há também uma pequena possibilidade de a pré-venda começar à meia-noite desta quinta (25), já que a página de GTA 6 na PS Store indica que o lançamento do jogo ocorrerá à meia-noite de 19 de novembro — o que pode sugerir um padrão similar para a abertura das pré-vendas. Isso, no entanto, é mera especulação por enquanto.
Para não perder o momento exato, a recomendação é adicionar GTA 6 à lista de desejos tanto na PlayStation Store quanto na Microsoft Store para ativar as notificações automáticas de ambas as plataformas. Os links estão logo abaixo!
A Rockstar ainda não revelou oficialmente os preços de GTA 6. Rumores divulgados pelo insider DetectiveSeeds, que tem um histórico relevante de acertos na indústria, indicam que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda, entre versões digitais, físicas e bundles de console.
"Posso afirmar que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda: três digitais/físicas, que são os tipos de compra mais comuns; uma mais rara, com itens específicos; e duas vinculadas aos consoles (Pro e padrão), com um código digital para download", afirmou o insider.
Além disso, as três versões principais seriam possivelmente Standard, Deluxe e Premium, assim como uma quarta edição descrita como "mais rara" — provavelmente uma edição de colecionador.
Com base nas especulações que circulam na comunidade e entre analistas do mercado, os preços devem variar entre US$ 60 e US$ 80 dependendo da edição. Um analista do Bank of America chegou a sugerir que a Rockstar precificasse o título a US$ 80 "pelo bem da indústria", enquanto a Take-Two afirmou apenas que o valor será "justo" para os jogadores — sem confirmar nenhum número até agora.
Quando GTA 6 será lançado?
Por fim, vale lembrar queGTA 6 está confirmado para o dia 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S, sem previsão de novo adiamento. A versão de PC, no entanto, não foi especificada — mas há rumores de que ela possa chegar em fevereiro de 2027.
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Lançado em 1998 para o Nintendo 64, The Legend of Zelda: Ocarina of Time é amplamente considerado um dos melhores jogos da história. Pioneiro na exploração 3D da franquia Zelda, o título revolucionou a indústria com sua jogabilidade, narrativa e trilha sonora, influenciando diversas gerações de desenvolvedores e jogadores.
Décadas depois, a obra-prima da Nintendo continua sendo um jogo que todo fã de videogame deveria experimentar ao menos uma vez. Mas afinal, onde é possível jogar Ocarina of Time hoje em dia? Seja em hardware antigo ou nas plataformas atuais, há algumas opções disponíveis, e vamos detalhar cada uma delas. Confira!
Onde jogar Ocarina of Time em hardware antigo?
Para quem ainda guarda consoles das gerações passadas ou está disposto a encontrar um mercado de usados, existem três formas clássicas de jogar Ocarina of Time em hardware original.
Nintendo 64
A forma mais autêntica de jogar o título é obviamente no próprio console em que foi lançado. O cartucho dourado do Nintendo 64 traz a experiência original exata, tanto nos pontos positivos como nos negativos. É claro que encontrar o game hoje exige busca em lojas de retrogames ou plataformas de venda de usados, mas é preciso estar preparado para o preço alto que o cartucho costuma ter.
Nintendo GameCube
O GameCube recebeu versões de Ocarina of Time de algumas formas diferentes. A mais conhecida é o disco bônus incluído com The Legend of Zelda: The Wind Waker, que trazia tanto a versão original quanto a Master Quest, uma versão com dungeons mais desafiadoras. Além disso, há o pacote promocional Zelda Collector's Edition, que reunia quatro jogos da série, incluindo os dois games de N64.
Os dois discos são itens mais raros hoje, o que os torna mais caros e desejados por colecionadores, mas não são itens impossíveis de comprar.
Nintendo 3DS
Quem busca uma versão mais moderna pode dar uma chance para The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D. Este é um remaster lançado para o 3DS com gráficos melhorados e alguns ajustes de jogabilidade, mas que mantém a integridade do jogo original. Como a a eShop do 3DS foi oficialmente encerrada, não é possível adquirir a versão digital. Felizmente, é bem fácil de encontrar a versão física, mas os preços variam bastante dependendo das condições.
Onde jogar Ocarina of Time nas plataformas atuais?
Para quem não tem acesso ao hardware antigo, a boa notícia é que Ocarina of Time também está disponível nas plataformas atuais da Nintendo. Para usuários do Switch, a melhor forma de jogar o clássico atualmente é pelo serviço Nintendo Switch Online + Pacote Adicional. Essa assinatura concede acesso a uma biblioteca de jogos de NES, Super Nintendo, Game Boy e Nintendo 64, incluindo The Legend of Zelda: Ocarina of Time. O jogo também é compatível com o Nintendo Switch 2, lançado em 2025, já que o serviço funciona nos dois consoles.
Em relação aos preços no Brasil, a Nintendo oferece o Plano Individual com Pacote Adicional por R$ 279 anuais e o Plano Familiar por R$ 439,90 por ano. É claro que é possível fazer a assinatura mensal ou dividir o valor com até 8 pessoas no plano família. Vale destacar que a Nintendo não disponibilizou Ocarina of Time para compra individual no Switch. Diferente de consoles anteriores, não há um Virtual Console no Switch, então a única forma de jogar o título na plataforma atual é por meio dessa assinatura.
O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Se você acha que a versão original ou o remaster de 3DS são datados demais para o seu gosto, a boa notícia é que a Nintendo anunciou o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time recentemente. Ainda não há muitos detalhes sobre o remake, mas é esperado que seja algo feito do zero, com gráficos atuais e um gameplay moderno e que deve se parecer mais com os jogos mais recentes da franquia, como Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.
Essa nova versão de Ocarina of Time tem uma janela de lançamento programada para 2026, embora ainda não haja uma data específica. O jogo também deve ser um exclusivo do Switch 2, levando em conta os lançamentos mais recentes da empresa.
Gostou de saber onde jogar The Legend of Zelda: Ocarina of Time? Deixe seu comentário nos dizendo se já jogou esse clássico ou se ainda está procurando a versão perfeita para experimentar essa jornada inesquecível de Link!
Mais uma semana que se inicia com a nossa lista de lançamentos da semana. O grande destaque não poderia ser outro além de Star Fox. O novo game para Nintendo Switch 2 marca o retorno de uma das maiores franquias da Big N, e é um dos jogos mais esperados do ano.
Outro destaque é Dead or Alive 6 Last Round. A chegada do novo título revive uma das franquias de luta mais famosas de todos os tempos, e ao mesmo tempo ganha a sua primeira versão para os consoles da atual geração e PC. Confira a lista completa de lançamentos da semana e os respectivos preços!
Dark Scrolls - 22 de junho
Plataformas: Nintendo Switch e PC
Dark Scrolls é um RPG de fantasia sombria, que leva os jogadores a um reino ameaçado por forças ancestrais e criaturas sobrenaturais. Na pele de um aventureiro em busca de respostas sobre antigos pergaminhos, será preciso explorar masmorras, enfrentar inimigos e desvendar segredos que podem mudar o destino do seu mundo.
O jogo combina exploração, progressão de personagem e combates em tempo real, oferecendo diferentes caminhos para evolução do protagonista. Já a parte visual conta com gráficos pixelados, que dão um ar de nostalgia para o game, remetendo aos jogos clássicos do passado. O game ainda não possui um preço definido.
Dimhaven - The Lost Source - 23 de junho
Plataformas: PC
Dimhaven - The Lost Source é uma aventura de ação, que é ambientada em um universo de fantasia onde antigas fontes de energia desapareceram misteriosamente. Os jogadores embarcam em uma jornada para descobrir a origem desse fenômeno, enquanto exploram regiões esquecidas e enfrentam ameaças cada vez mais perigosas.
A experiência aposta em exploração, resolução de enigmas e combate contra criaturas fantásticas espalhadas pelo mundo. Ele traz uma narrativa focada em descobertas e ambientação detalhada, oferecendo uma aventura envolvente para os fãs do gênero. O jogo ainda não possui um preço definido, mas conta com uma versão demo que pode ser baixada gratuitamente.
Dead or Alive 6 Last Round - 25 de junho
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e PC
Dead or Alive 6 Last Round marca o retorno da tradicional franquia de luta da Koei Tecmo. Essa edição expandida reúne conteúdos adicionais, melhorias visuais e de desempenho, além de todo o elenco principal da série. O título mantém seu estilo característico de combates rápidos, acessíveis e repletos de contra-ataques estratégicos.
Além dos modos tradicionais para um jogador, o game inclui opções competitivas online e sistemas de personalização para os lutadores. Por fim, ele conta com gráficos atualizados e ajustes de jogabilidade, adaptados para os consoles da atual geração e PC. O game já está disponível a partir de R$ 199,00.
Star Fox - 25 de junho
Plataformas: Nintendo Switch 2
Star Fox marca o retorno da clássica franquia da Nintendo, em uma nova aventura espacial protagonizada por Fox McCloud e sua equipe. A história acompanha o esquadrão Star Fox em uma missão para enfrentar uma nova ameaça galáctica, atravessando planetas, estações espaciais e campos de batalha repletos de inimigos.
Mantendo a tradição da série, o jogo combina combates aéreos de alta velocidade, com momentos de exploração e batalhas contra chefes gigantescos. Com gráficos renovados e novas mecânicas para o Nintendo Switch 2, o título promete revitalizar uma das franquias mais queridas da Big N. O jogo já está em pré-venda por R$ 279,90, e conta com uma demo disponível de graça.
E na sua opinião, qual o game mais esperado da semana? Conte para a gente aqui nos comentários!
Forza Horizon 6 chegou ao mercado em meados de maio de 2026 carregando consigo uma das polêmicas mais comentadas do ano, mas também se provou um ótimo lançamento da franquia. O título da Playground Games leva o festival Horizon para o Japão, com o maior mapa da franquia até hoje, mais de 550 veículos e sistemas que vão muito além das corridas tradicionais.
O jogo equilibra exploração de mundo aberto, personalização profunda de carros tunados e eventos variados. Para quem nunca pisou no acelerador de um Forza Horizon antes, a curva inicial pode intimidar. Para os veteranos, há nuances que fazem diferença na hora de ganhar créditos e subir de nível mais rápido.
O vazamento foi confirmado pela Playground Games. Em seguida, anunciou punições em dois níveis: banimento de toda a franquia Forza e banimento de hardware (HWID). Nem mesmo reinstalar o Windows removia a suspensão.
10 dicas para aproveitar melhor Forza Horizon 6
1. Aproveite os eventos de temporada
O lançamento oficial de Forza Horizon 6 deu vida aos eventos de temporada. O jogador pode concluir desafios diários e semanais para acumular créditos, principalmente para maximizar o dinheiro feito no jogo logo no começo do festival.
2. Tire uma foto no início de cada corrida
Assim como nos títulos anteriores, Forza Horizon 6 recompensa jogadores que fotografam os carros do jogo. O hábito de abrir o modo foto logo na largada e registrar os veículos na linha de partida é simples e rende recompensas extras ao longo do tempo. Faça disso uma rotina desde o começo.
3. A corrida está difícil demais? Altere a dificuldade a qualquer momento
Tal como nos jogos anteriores, Forza Horizon 6 permite ajustar a dificuldade das corridas a qualquer momento. Reduzir a dificuldade de uma disputa pode permitir que você avance na campanha, mas você ganha menos pontos ao ganhar. Use com sabedoria e moderação, para não deixar o jogo fácil demais.
4. Verifique sua coleção de carros com frequência
Conforme você vence eventos e completa desafios pelo Japão, recompensas são acumuladas no Diário de Coleção, mas não aparecem automaticamente no seu inventário. É preciso acessar o menu do Diário e resgatar manualmente. Créditos, carros rápidos e sorteios ficam parados lá até você abrir.
5. Aproveite as Músicas de Habilidade para acumular pontos rapidamente
Periodicamente, enquanto você explora o mundo aberto, uma rádio toca uma Música de Habilidade. Durante esse período, os pontos de habilidade acumulados são multiplicados, permitindo combos gigantescos. Assim que a música começar, pegue um carro rápido com boa performance em terreno off-road, faça drifts e saltos.
As Músicas de Habilidade podem garantir pontos extras. (Fonte: Reprodução/Microsoft)
6. Gerencie bem o seu dinheiro – venda o que não usa e aproveite descontos no mapa
Desde o começo do jogo, você pode vender os carros que não usa com frequência para acumular mais dinheiro. Essa grana acumulada pode ser gasta para comprar veículos novos, mas saiba pechinchar: existem descontos espalhados pelo mapa que colocam modelos caros com preços bem mais tentadores.
7. Experimente os carros
Forza Horizon 6 oferece um catálogo com centenas de veículos diferentes, e é uma boa ideia aproveitá-los. Mesmo dentro de uma mesma categoria, veículos podem ter características distintas e oferecer uma experiência melhor para uma determinada corrida ou percurso.
8. Explore para encontrar corridas de rua e carros do mercado paralelo
Parte do conteúdo de Forza Horizon 6 não aparece no mapa até você encontrá-lo fisicamente. As corridas de rua, frequentemente ambientadas à noite pelas ruas de Tóquio, só são reveladas quando você passa pelo ponto de ativação. Os carros do mercado paralelo também funcionam assim: ficam estacionados pelo mapa, já com upgrades pré-instalados e a preço mais baixo do que na loja.
O Mercado Paralelo pode ter opções interessantes para compor sua garagem. (Fonte: Reprodução/Microsoft)
9. Compre casas para desbloquear bônus permanentes
Ao longo do Japão, é possível adquirir casas que oferecem vantagens passivas. Uma delas libera um sorteio gratuito diário; outras aumentam os créditos ganhos em determinados tipos de evento. São investimentos que se pagam com o tempo, especialmente para quem está tentando acumular créditos mais rápido no início.
10. Use o Modo Drone como ferramenta de exploração
O Modo Drone do jogo vai além do registro visual. O dispositivo ser movimentado livremente ao redor do carro e usada para vasculhar os arredores em busca de celeiros ou outros segredos. Em vez de depender apenas do mapa ou do seu carro, usar o drone pode poupar tempo significativo na exploração do ambiente.
Há celeiros escondidos com carros valiosos, e é mais fácil encontrá-los com o drone. (Fonte: Reprodução/Microsoft)
Quer saber se Forza Horizon 6 vale o seu tempo e o seu dinheiro? Confira a análise completa do jogo no Voxel e fique por dentro de tudo que rola no mundo dos games.
Se existe um lugar que os fãs de carros sonham em visitar, esse lugar provavelmente é o Japão. Entre ruas iluminadas por néons, estradas montanhosas sinuosas e uma cultura automotiva que inspirou gerações de entusiastas ao redor do mundo — e alguns espectadores que assistiram Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio vezes demais — o país finalmente se torna o palco principal de Forza Horizon 6.
O novo título da Playground Games leva a tradicional fórmula de mundo aberto da franquia para sua ambientação mais aguardada pelos fãs. Com centenas de veículos licenciados, uma campanha focada na ascensão de um piloto novato dentro do Festival Horizon e um mapa que promete combinar áreas urbanas densas com paisagens rurais, o jogo busca entregar uma das experiências mais ambiciosas da série até agora.
Mas, em meio aos roncos dos motores, às curvas fechadas e à celebração da cultura automotiva japonesa, existe uma questão que vem ganhando cada vez mais importância dentro da indústria: quem pode participar dessa experiência?
Nos últimos anos, a Microsoft tem se destacado por tratar acessibilidade como parte essencial do desenvolvimento de seus jogos, e Forza Horizon 6 parece seguir essa mesma direção. Antes mesmo do lançamento, a comunicação oficial do título já deixa claro que a equipe pretende tornar o Festival Horizon mais acolhedor para diferentes perfis de jogadores.
Afinal, um mundo aberto desse tamanho só alcança todo o seu potencial quando mais pessoas conseguem explorá-lo. E é justamente nesse aspecto que Forza Horizon 6 chama a atenção para quem acompanha a evolução da acessibilidade nos videogames.
Antes de começar, gostaria de ressaltar que a acessibilidade é uma experiência individual e pode funcionar de maneiras diferentes para cada pessoa. As observações apresentadas nesta análise refletem minhas impressões pessoais como uma pessoa com baixa visão durante o período de testes. Meu objetivo não é determinar se o jogo é ou não acessível para todos os públicos, mas destacar os recursos presentes e discutir como eles contribuem para tornar a experiência mais inclusiva para diferentes perfis de jogadores.
Interface e primeiras impressões
Logo nos primeiros minutos de Forza Horizon 6 fica evidente que a Playground Games dedicou bastante atenção à acessibilidade. O jogo oferece uma quantidade impressionante de opções de personalização e praticamente todas as categorias importantes possuem algum tipo de ajuste voltado para inclusão.
Entretanto, a primeira impressão também revela uma limitação importante para jogadores cegos.
Diferentemente de alguns títulos recentes que ativam recursos de acessibilidade automaticamente durante a primeira execução, o leitor de tela de Forza Horizon 6 não inicia ligado. Ao abrir o jogo pela primeira vez, o jogador é recebido apenas pela música do menu principal e pelos elementos visuais da interface.
Existe uma opção para acessar as configurações de acessibilidade logo nessa tela inicial, mas o jogador precisa descobrir isso sozinho. Somente após pressionar o botão correspondente o leitor de tela é ativado e passa a narrar os menus normalmente.
Na prática, isso significa que um jogador cego provavelmente precisará de ajuda externa durante esse primeiro contato com o jogo. Considerando o nível de acessibilidade encontrado no restante da experiência, essa decisão parece estranha. Uma solução mais amigável seria iniciar o leitor de tela automaticamente na primeira execução e permitir que o jogador optasse por desativá-lo posteriormente.
Felizmente, após superar essa barreira inicial, a experiência melhora consideravelmente.
Leitor de tela
Uma vez ativado, o leitor de tela demonstra um nível de implementação bastante robusto. Durante meus testes, ele foi capaz de narrar menus, categorias, descrições de configurações e diversas informações importantes da interface. Também gostei de ver que o sistema recebeu localização completa para português, algo que ainda não é tão comum quanto deveria na indústria.
A personalização também merece destaque. O jogador pode escolher entre diferentes vozes, ajustar velocidade, tom e volume da leitura, além de configurar quais informações devem ser narradas durante as corridas.
Esse nível de controle ajuda a adaptar a experiência para diferentes perfis de usuários, especialmente aqueles que dependem do recurso por longos períodos.
Infelizmente, nem tudo funciona perfeitamente. Em alguns momentos da minha jogatina, o leitor simplesmente deixava de narrar determinadas áreas dos menus sem qualquer motivo aparente. Não consegui identificar exatamente o que causava o problema, mas encontrei situações em que a leitura era interrompida temporariamente.
Também existem limitações em algumas áreas específicas do jogo. O mapa do mundo aberto, por exemplo, não narra adequadamente os nomes das localidades, atividades ou eventos disponíveis.
Por se tratar de um jogo focado em exploração, essa ausência acaba sendo sentida.
Felizmente existe uma alternativa parcial. Ao pressionar a seta para baixo do controle, o jogador pode acessar rapidamente uma lista contendo as missões mais importantes para avançar na campanha. A solução não substitui completamente a leitura do mapa, mas ajuda bastante a manter a progressão acessível.
Também encontrei problemas nos menus que antecedem cada corrida. Opções como ajustes de dificuldade, configurações do evento, grid de largada e preparação dos veículos não são lidas adequadamente pelo sistema. A seleção de carros também apresenta limitações semelhantes, dificultando a compreensão das características de cada veículo disponível.
Não chega a tornar o jogo injogável, mas demonstra que ainda existem áreas da interface que poderiam receber mais atenção.
Legendas e compreensão da informação
As legendas também receberam uma atenção considerável por parte da Playground Games. Além dos ajustes tradicionais de tamanho e opacidade do fundo, Forza Horizon 6 oferece algumas ferramentas que vão além do básico e procuram tornar a leitura mais confortável para diferentes perfis de jogadores.
Um recurso que chamou minha atenção foi o destaque de palavras-chave dentro das legendas. Embora possa parecer uma mudança pequena à primeira vista, esse tipo de ferramenta pode beneficiar especialmente jogadores com dislexia ou dificuldades relacionadas à leitura, ajudando a identificar mais rapidamente as informações mais importantes transmitidas durante diálogos e instruções.
A personalização também permite adaptar a aparência das legendas de acordo com as necessidades individuais de cada jogador. Em um jogo de corrida onde diversas informações são apresentadas simultaneamente, ter controle sobre tamanho e contraste do texto faz diferença para garantir que mensagens importantes não passem despercebidas.
Durante meus testes, as legendas cumpriram bem seu papel de transmitir diálogos e informações narrativas. Somadas ao leitor de tela e às demais ferramentas de acessibilidade presentes no jogo, elas ajudam a construir uma experiência mais inclusiva para jogadores com deficiência auditiva, baixa visão e dificuldades de leitura.
Talvez o aspecto mais positivo seja justamente a filosofia por trás dessas opções. Em vez de oferecer apenas uma configuração padrão, Forza Horizon 6 permite que cada jogador encontre a combinação que melhor funciona para sua forma de consumir informação. Esse tipo de flexibilidade tem se tornado cada vez mais importante dentro da acessibilidade moderna e demonstra uma compreensão maior de que diferentes pessoas possuem necessidades diferentes.
Contraste e acessibilidade visual
Se existe uma área onde Forza Horizon 6 realmente impressiona, é na acessibilidade visual. O novo sistema de alto contraste é facilmente um dos mais completos que já encontrei em um jogo de corrida.
Muitos títulos oferecem apenas filtros pré-definidos que alteram toda a imagem. Aqui a abordagem é completamente diferente. Em vez de impor uma única solução para todos os jogadores, o sistema permite personalizar praticamente cada elemento importante da experiência.
É possível definir cores específicas para veículos, trânsito, colecionáveis, objetos interativos, adversários e diversos outros elementos espalhados pelo mundo aberto.
O mais interessante é que o jogador não precisa necessariamente transformar toda a imagem em uma composição de cores fortes. Também é possível utilizar apenas contornos ao redor dos objetos destacados ou selecionar exatamente quais elementos devem receber contraste adicional.
Durante meus testes, por exemplo, optei por destacar apenas alguns elementos específicos relacionados à navegação e orientação. Como ainda possuo visão residual suficiente para interpretar boa parte dos cenários, não sentia necessidade de modificar todo o ambiente.
Essa liberdade é extremamente importante porque baixa visão não é uma experiência única, afinal, o que funciona para mim pode não funcionar para outra pessoa. Poucos jogos entendem isso tão bem quanto Forza Horizon 6.
Além do sistema de contraste, o jogo também oferece filtros para diferentes tipos de daltonismo, ajustes de interface, opções para reduzir borrão de movimento e a possibilidade de desativar elementos visuais animados que possam causar desconforto. Ainda achei alguns textos pequenos mesmo utilizando os maiores tamanhos disponíveis, mas a presença do leitor de tela ajuda a compensar essa limitação.
Áudio espacial e radar de proximidade
Outro recurso que me chamou bastante atenção foi o radar de proximidade. Em vez de depender exclusivamente de informações visuais, o sistema utiliza áudio espacial para indicar a posição dos veículos ao redor do jogador. Na prática, funciona surpreendentemente bem.
Durante ultrapassagens e disputas mais acirradas, é possível perceber quando um carro está ao lado, atrás ou à frente apenas ouvindo os sinais sonoros emitidos pelo sistema.
O resultado é uma experiência muito mais confortável para jogadores com baixa visão e também uma ferramenta útil para reduzir colisões acidentais. Mesmo para jogadores sem deficiência visual, trata-se de um recurso que pode melhorar significativamente a consciência espacial durante as corridas.
Além disso, o jogo oferece uma quantidade impressionante de controles relacionados ao áudio. É possível ajustar individualmente volumes de veículos, pneus, diálogos, música, interface, leitura de tela, radar de proximidade, GPS e diversos outros elementos.
Também gostei de ver opções que permitem reduzir distrações sonoras, como locutores de rádio e algumas mensagens automáticas do GPS.
Assistências de direção e acessibilidade motora
O principal destaque entre as assistências de direção é o piloto automático. Na prática, o recurso permite que o veículo navegue sozinho por grande parte do mundo aberto, conduzindo o jogador até corridas, atividades e outros objetivos espalhados pelo mapa. Para pessoas com deficiência visual, especialmente jogadores cegos ou com baixa visão severa, a ferramenta reduz significativamente a barreira de exploração presente em um mundo aberto tão grande.
Durante meus testes, o sistema funcionou bem para deslocamentos entre eventos e atividades. Em muitos momentos, bastava selecionar um destino para que o carro realizasse boa parte da navegação de forma autônoma.
Entretanto, existem limitações importantes. O piloto automático não funciona durante as corridas propriamente ditas, ficando restrito aos deslocamentos pelo mapa. Também encontrei algumas situações específicas em que ele simplesmente não estava disponível, como em determinados trechos próximos à residência do jogador.
Essa decisão acaba gerando um contraste curioso. O jogo oferece uma excelente ferramenta para exploração do mundo aberto, mas remove essa assistência justamente quando o jogador entra nos eventos competitivos.
Foi impossível não lembrar de Forza Motorsport durante esses momentos. Enquanto o simulador da Turn 10 utiliza recursos sonoros avançados para auxiliar jogadores cegos dentro das corridas, Horizon 6 limita suas assistências principalmente à navegação entre eventos.
Ainda assim, o piloto automático representa uma adição extremamente positiva. Mesmo não oferecendo independência completa durante as provas, ele reduz significativamente uma das maiores barreiras de um jogo de corrida em mundo aberto: simplesmente chegar ao destino desejado.
Outro aspecto positivo é a quantidade de assistências de direção disponíveis. Logo ao iniciar uma nova campanha, o jogo pergunta se o jogador deseja utilizar algum nível de auxílio durante a condução.
A configuração pode ser completamente personalizada e alterada posteriormente a qualquer momento. Existem opções voltadas para frenagem, direção, aceleração e diversas outras áreas relacionadas ao comportamento dos veículos. Um recurso particularmente interessante é a possibilidade de reduzir a velocidade geral do jogo em partidas offline. Embora a função seja frequentemente associada à acessibilidade motora, ela também pode beneficiar jogadores com baixa visão. Em muitos momentos, ter alguns segundos extras para interpretar informações visuais ou reagir a uma curva pode fazer toda a diferença.
O jogo também oferece remapeamento completo de controles, ajustes avançados de zonas mortas, opções de alternância para diferentes comandos e diversas configurações relacionadas à vibração dos controles.
É um conjunto bastante sólido de ferramentas que permite adaptar a experiência para diferentes necessidades.
Uma ausência difícil de ignorar
Apesar de todas essas qualidades, existe uma comparação que inevitavelmente acompanha Forza Horizon 6: o jogo Forza Motorsport.
Desde seu lançamento, o simulador da Turn 10 se tornou uma referência em acessibilidade para jogadores cegos graças ao Blind Drive Assist, sistema que utiliza orientações sonoras para permitir que corridas sejam realizadas de forma independente.
Essa tecnologia não está presente em Horizon 6. Por esse motivo, jogadores cegos que acompanharam a evolução de Motorsport provavelmente encontrarão algumas limitações inesperadas aqui.
A ausência chama atenção porque as corridas continuam acontecendo em trajetos relativamente controlados. Embora Horizon seja um jogo de mundo aberto muito mais complexo do que Motorsport, ainda existem eventos disputados em circuitos fechados onde algum nível de assistência sonora mais avançada poderia ter sido implementado. Também senti falta da audiodescrição presente em Motorsport.
Forza Horizon 6 possui diversas cenas cinematográficas visualmente impressionantes que poderiam se beneficiar enormemente desse recurso. Sua ausência reforça a sensação de que, embora Horizon tenha evoluído bastante em acessibilidade, Motorsport continua sendo a referência da franquia para jogadores cegos.
Isso não significa que Horizon 6 seja um jogo pouco acessível. Na verdade, minha experiência como pessoa com baixa visão foi extremamente positiva.
A diferença é que Motorsport consegue oferecer um nível maior de independência para jogadores cegos, enquanto Horizon 6 parece ter concentrado seus esforços principalmente em acessibilidade visual, motora e cognitiva.
Conclusão: Vale a Pena?
Forza Horizon 6 representa uma evolução importante para a série quando o assunto é acessibilidade. A quantidade de opções disponíveis impressiona logo nos primeiros minutos e demonstra um compromisso genuíno da Playground Games com inclusão.
O sistema de alto contraste é excelente, o radar de proximidade adiciona informações valiosas através do áudio espacial e as inúmeras opções de personalização permitem que cada jogador adapte a experiência às próprias necessidades. Também gostei de ver recursos voltados para deficiência motora, cognitiva e auditiva.
As legendas oferecem opções de personalização que vão além do básico, incluindo destaque de palavras-chave que podem beneficiar jogadores com dificuldades de leitura e dislexia.
O jogo também tera uma atualização onde vai oferecer suporte à Língua Americana de Sinais (ASL) e à Língua Britânica de Sinais (BSL) durante as cenas cinematográficas, um recurso ainda raro na indústria. No entanto, vale destacar que não há suporte para Libras (Língua Brasileira de Sinais), o que limita o alcance dessa funcionalidade para parte da comunidade surda brasileira.
Por outro lado, algumas limitações impedem que o jogo alcance o mesmo patamar de Forza Motorsport. A primeira inicialização ainda poderia ser mais amigável para jogadores cegos, o leitor de tela apresenta inconsistências em determinados menus e a ausência do Blind Drive Assist e da audiodescrição certamente decepcionará parte da comunidade. Ainda assim, o saldo final é extremamente positivo.
Para jogadores com baixa visão, Forza Horizon 6 está entre os jogos de corrida mais acessíveis que já tive a oportunidade de testar. Talvez ele não seja o novo padrão de acessibilidade para jogadores cegos dentro da franquia Forza, mas demonstra que a Playground Games continua avançando na direção certa.
Embora ainda exista espaço para evolução, especialmente no suporte ao público cego e na localização de alguns recursos para o público brasileiro, Forza Horizon 6 entrega um conjunto de acessibilidade robusto, flexível e que beneficia diferentes perfis de jogadores com deficiência. E em um gênero que historicamente apresentou tantas barreiras para pessoas com deficiência, isso definitivamente merece ser celebrado.
Mais um domingo que começa com a nossa tradicional lista de indicações da semana, para te ajudar a escolher o que jogar nos próximos dias. E o grande destaque dessa vez é EA Sports FC 26, atual título da principal franquia de futebol do planeta, e que está de graça para assinantes do serviço Xbox Game Pass Ultimate.
Outro destaque é Red Dead Redemption. O icônico game, lançado originalmente para PS3 e Xbox 360 e que ganhou uma versão com melhorias recentemente, está em promoção para Nintendo Switch. A lista ainda tem jogos da franquia Final Fantasy de graça e em oferta, e muito mais. Confira a lista completa de indicações de games da semana!
PlayStation 4 - Final Fantasy VII Remake
Final Fantasy VII Remake é uma versão reimaginada de um dos mais influentes jogos da história dos videogames. Nele, acompanhamos Cloud Strife e o grupo Avalanche, em uma luta contra a poderosa corporação Shinra. O título expande os acontecimentos da aventura original, lançada originalmente em 1997, e traz gráficos modernos, novas cenas e um sistema de combate que combina ação em tempo real com elementos estratégicos.
No PlayStation 4, o título está em promoção na PS Store, saindo de R$ 149,50 por R$ 74,75, um desconto de 50%. Além disso, assinantes da PS Plus Extra e Deluxe podem jogá-lo sem custos adicionais enquanto ele permanecer disponível no catálogo do serviço.
PlayStation 5 - Final Fantasy XVI
Final Fantasy XVI leva a série da Square Enix para uma abordagem mais focada em ação. O game apresenta uma história épica ambientada no reino de Valisthea. Nela, o jogador controla Clive Rosfield em uma jornada marcada por guerras, vingança e conflitos envolvendo os poderosos Eikons, criaturas colossais que desempenham papel central na narrativa. O título se destaca pelos combates dinâmicos e pela atmosfera mais madura em relação aos jogos anteriores.
No PlayStation 5, o jogo está disponível gratuitamente para assinantes da PS Plus Extra e Deluxe. Essa é uma excelente oportunidade para conferir um dos jogos mais elogiados da franquia, sem pagar nada a mais por isso.
Xbox One - Digimon Survive
Digimon Survive mistura visual novel e RPG tático, para contar uma história mais sombria dentro do universo da famosa animação. A trama acompanha um grupo de adolescentes, que acaba preso em um mundo misterioso habitado por criaturas digitais. Uma vez lá, será preciso tomar decisões difíceis para sobreviver, onde as escolhas feitas ao longo da aventura influenciam os caminhos da narrativa, e até mesmo as evoluções dos Digimon.
No Xbox One, o título está disponível por R$ 44,85 na Xbox Store, um desconto de 85%. A oferta, por tempo limitado, é o momento ideal para adquirir um dos capítulos mais icônicos da série de criaturas digitais.
Xbox Series S / X - EA Sports FC 26
EA Sports FC 26 é o título mais recente da principal franquia de futebol da EA. Ele traz melhorias na jogabilidade, com dois modos distintos, novas animações e atualizações nos modos mais populares da série. O jogo conta com milhares de atletas licenciados, diversas Ligas oficiais, e recursos que buscam tornar as partidas mais realistas, tanto no modo offline quanto nas disputas online.
Nos consoles Xbox Series S e Xbox Series X, o título está disponível gratuitamente para assinantes do Xbox Game Pass Ultimate. Enquanto permanecer no catálogo do serviço, os jogadores poderão aproveitar a experiência completa sem custos adicionais.
Nintendo Switch - Red Dead Redemption
Red Dead Redemption acompanha a história de John Marston, um ex-fora da lei, que é forçado pelo governo a caçar antigos membros de sua gangue para reconquistar sua liberdade. Ambientado nos últimos anos do Velho Oeste, o jogo oferece um vasto mundo aberto repleto de missões, atividades secundárias e personagens memoráveis. A narrativa é considerada uma das melhores já produzidas pela Rockstar Games.
No Nintendo Switch, o título está disponível na eShop brasileira por R$ 149,50, um desconto de 50%. A promoção é uma boa oportunidade para conferir um dos maiores clássicos da Rockstar, e do gênero de mundo aberto.
PC (Steam) - The Witcher 3: Wild Hunt
The Witcher 3: Wild Hunt coloca os jogadores na pele de Geralt de Rívia, um bruxo caçador de monstros, que embarca em uma jornada épica para encontrar sua filha adotiva, enquanto enfrenta ameaças sobrenaturais e conflitos políticos. O RPG da CD Projekt RED conquistou o mundo com sua narrativa envolvente, centenas de missões secundárias e um mundo aberto rico em detalhes.
No PC, através da Steam, o jogo está disponível por apenas R$ 12,99, um desconto de cerca de 90%. A promoção é o momento ideal para conferir um dos melhores RPGs de todos os tempos, e que ganhará um conteúdo inédito no ano que vem.
E na sua opinião, qual seria uma boa indicação de games para essa semana? Conte para a gente aqui nos comentários!
A trilogia de Final Fantasy VII recebeu seu último anúncio, quando finalmente pudemos dar uma olhadinho no que vem por aí em Final Fantasy VII Revelation. Se o hype foi às alturas, é hora de revisitar os dois games anteriores que estão mais baratinhos entre os jogos em promoção na PS Store. Nesta semana, a loja online tem uma boa variedade de jogos de PS4 e PS5 com até 90% de desconto.
Entre as principais ofertas em destaque disponíveis na PS Store para você aproveitar estão títulos como Final Fantasy VII Rebirth, Avowed, Dishonored 2, Grand Theft Auto V e Lacuna, que está custando apenas R$ 10,49.
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Economize e parcele suas compras na PS com cashback
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A Nintendo anunciou uma ação especial para celebrar o período da Copa do Mundo, permitindo que jogadores de Nintendo Switch e Switch 2 experimentem o EA Sports FC 26 gratuitamente entre os dias 18 e 24 de junho. Durante a promoção, será possível baixar e acessar o jogo completo sem custo adicional.
Ao final do período de teste, o acesso ao título será encerrado, mas todo o progresso salvo permanecerá disponível caso o jogador decida adquirir a versão completa posteriormente.
A iniciativa acontece em um momento em que o futebol está em destaque, embora EA Sports FC 26 não possua os direitos oficiais da Copa do Mundo devido ao fim da parceria entre EA e FIFA.
Mesmo sem a licença do torneio, o game segue realizando eventos temáticos inspirados na competição e conta com seleções nacionais e uniformes oficiais licenciados.
EA Sports FC 26 também está disponível para jogar no PS Plus e Game Pass
Os jogadores do ecossistema Xbox, por outro lado, ainda terão uma oportunidade de acessar o título sem custo adicional nos próximos dias. A partir desta quinta (18), o jogo passa a integrar o catálogo do Xbox Game Pass, conforme anunciado pela Microsoft.
Com isso, assinantes do serviço poderão baixar e jogar EA Sports FC 26 normalmente enquanto o título permanecer disponível na biblioteca. A chegada ao Game Pass amplia ainda mais o alcance do jogo durante o período de maior atenção ao futebol.
EA Sports FC 26 está com o menor preço histórico nas plataformas
Quem preferir comprar EA Sports FC 26 também encontra uma oferta bastante agressiva nas principais plataformas digitais. O jogo recebeu descontos de até 80%, atingindo seu menor preço histórico desde o lançamento.
As promoções estão disponíveis por tempo limitado e variam de acordo com cada loja digital. Por isso, jogadores interessados devem ficar atentos às datas de encerramento das ofertas em suas respectivas plataformas. Confira abaixo!
Modo inspirado na Copa do Mundo já está disponível no EA FC 26
Por fim, vale lembrar que a atualização The World's Game, inspirada na Copa do Mundo, chegou ao EA Sports FC 26 no dia 28 de maio e trouxe uma série de adições ao jogo.
O principal destaque é um novo modo de torneio internacional com 48 equipes, disponível desde o dia 4 de junho, com 53 seleções nacionais totalmente licenciadas — incluindo 41 que competirão durante o verão.
O torneio segue o formato da Copa do Mundo real, com fase de grupos de três jogos e fases eliminatórias a partir das 32 melhores equipes classificadas, culminando na grande final.
Novos estádios também foram adicionados, incluindo o Gillette Stadium, o BMO Field e o Central Maw, criado especialmente para capturar a atmosfera do futebol internacional.
A atualização também integrou conteúdo ao modo Football Ultimate Team, com um Hub de Eventos dedicado e campanhas temáticas do Festival de Futebol.
Além disso, jogadores que fizerem login e jogarem FC 26 entre os dias 5 de junho e 24 de julho receberão um Pelé ÍCONE do Festival de Futebol com GER 93 e três Evoluções "Escolha Sua Jornada".
Para você, vale a pena aproveitar o clima da Copa para voltar aos gramados virtuais? Conte nas redes sociais do Voxel se pretende testar EA Sports FC 26 gratuitamente!
E as novidades não param por aí. Além da pré-venda e da nova arte de capa de GTA 6, a Rockstar também mostrou um novo vislumbre do por do sol em Vice City com uma imagem repleta de detalhes sobre a nova versão da cidade.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quinta (18)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Nova arte de GTA 6 divulgada pela Rockstar menciona o Brasil
A Rockstar anunciou uma enxurrada de novidades sobre GTA 6 nesta quinta, incluindo o início da pré-venda e a arte de capa do título — mas um detalhe pode ter passado batido por muitos fãs ansiosos.
Em uma das artes divulgadas, é possível ver Jason e Lucia abraçados, enquanto a protagonista segura uma pistola chamada “Nipper .38”. No entanto, ao dar um pouco mais de zoom na foto, é possível ver a frase “Made in Brazil” (fabricado no Brasil, em tradução) em baixo do nome da arma. Quem diria, não?
Novo vislumbre de Vice City revela riqueza de detalhes de GTA 6
Além de todas as informações mencionadas acima, a Rockstar também revelou uma imagem animada da nova versão de Vice City, revelando uma riqueza sem tamanho de pequenos detalhes.
A foto exibe o fim da tarde na cidade, mostrando o que há em torno do porto que os jogadores aparentemente também poderão explorar. Prédios gigantescos cheios de painéis de led, embarcações de diferentes tamanhos, uma roda gigante, helicóptero e aviões são apenas algumas das informações — enquanto o início da noite brilha em tons degradê ao fundo.
Diretor de Final Fantasy VII Revelation já zerou o jogo 40 vezes e chorou diversas vezes
O diretor de Final Fantasy VII Revelation, Naoki Hamaguchi, revelou que já concluiu o terceiro capítulo da trilogia cerca de 40 vezes durante o desenvolvimento e que uma cena específica o emocionou em todas elas.
Segundo Hamaguchi, o momento envolve uma importante reflexão de Cloud sobre sua própria identidade e sua relação com Zack e Aerith. “Há uma cena que é essencial para a história de Final Fantasy VII”, explicou o diretor, acrescentando que a forma como esse trecho foi retratado em Revelation ficou “muito boa”.
Ele também afirmou: “Já terminei de assistir Revelation umas 40 vezes, e todas as vezes aquela cena introspectiva com Cloud me fez chorar”.
E-mail da Sony sugere que God of War Laufey pode ser lançado muito em breve
Um novo e-mail promocional enviado pela Sony levantou especulações de que God of War Laufey pode estar mais próximo do lançamento do que muitos imaginavam. O spin-off estrelado por Faye foi anunciado recentemente no State of Play de junho de 2026, mas a mensagem destaca que o jogo chegará “em breve” ao PS5.
No material divulgado, a PlayStation descreve a aventura dizendo que “para Laufey (Faye), guerreira e esposa de Kratos, uma nova aventura está apenas começando”, convidando os jogadores a explorarem o Além em busca de salvar aqueles que ama.
O envio do e-mail acontece pouco depois de rumores apontarem que o título poderia estrear já no início de 2027, reforçando a percepção de que o projeto pode chegar antes do esperado.
Ports de Call of Duty Black Ops e Black Ops 2 chegarão ao PS4 e PS5 em julho
A Activision confirmou que Call of Duty: Black Ops e Call of Duty: Black Ops 2 ganharão versões para PlayStation 4 e PlayStation 5 em julho. O anúncio foi feito pela Treyarch, marcando a chegada dos dois clássicos da franquia a plataformas modernas da Sony pela primeira vez.
Em publicação nas redes sociais, o estúdio afirmou: “É oficial: os jogos originais Black Ops e Black Ops 2 serão lançados para PlayStation em julho, graças aos nossos parceiros da Iron Galaxy”.
Segundo as informações divulgadas, os títulos serão adaptações das versões originais, sem mudanças significativas de conteúdo, e ainda não há confirmação sobre possíveis lançamentos para Xbox ou PC — o que certamente é curioso, visto que a Activision pertence à Microsoft.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Junto do aguardado anúncio, o estúdio também revelou a arte oficial de capa de GTA 6, que trouxe uma série de elementos sugestivos sobre o que os jogadores podem esperar dessa nova Vice City.
Na imagem, é possível identificar os protagonistas Lucia e Jason, outros personagens já confirmados do jogo, além de veículos, animais e referências visuais que remetem à tradição da franquia. A capa gerou bastante discussão nas redes sociais desde a sua revelação.
7 detalhes importantes na capa de GTA 6
O Voxel destacou cinco elementos da arte que podem dar pistas sobre como será a experiência em GTA 6 — das mecânicas de jogo à fauna do cenário. Confira!
1. Jason e Lúcia: Os astros da edição
Certamente, a arte de capa de GTA 6 teria Jason e Lucia em destaque em algum lugar. Bem, o casal aparece aqui no canto superior bem em cima da logo do jogo, mas nenhuma informação tão relevante assim é revelada.
Além deles, outros personagens também aparecem, como o magnata de Vice City Boobie Ike e o ladrão de bancos Raul Bautista.
2. A garota da capa
Uma moça também é destacada ao lado esquerdo da capa, mas não está exatamente claro se ela é alguém da Real Dimez — dupla de rappers formada por Bae-Luxe e Roxy. No entanto, fica evidente que ela é “a garota da capa”, uma das tradições da franquia.
Apesar de sua identidade ser um mistério, ela aparece biquini tomando bebida e com um colar escrito “Sempre” em espanhol. Além disso, é possível ver a tatuagem “305” no pulso, que é o código de área de Miami – cidade que inspira Vice City. Ou seja, possivelmente teremos muitas referências latinas e da capital da Flórida no game.
Um detalhe que pode passar despercebido para quem não possui olhos de águia é a arma na mão de Lucia. O revólver "Nipper38" não existe no mundo real, mas traz um selo de “Made In Brazil”, indicando que foi fabricado nas nossas terras.
Ao que tudo indica, a arma é uma referência à Taurus, empresa brasileira que fabrica armas e é conhecida mundialmente. Um detalhe pequeno, mas que claramente mostra que a Rockstar está de olho no Brasil. Será que teremos GTA 6 dublado? Vamos esperar pra ver!
4. Helicóptero no canto superior esquerdo
Em todas as capas dos jogos anteriores da franquia, ou pelo menos na maioria delas, é possível ver um helicóptero no canto superior esquerdo da arte. A Rockstar manteve a sua tradição e colocou um modelo bem diferente e que talvez os fãs de GTA San Andreas conheçam bem: o Sea Sparrow.
Essa decisão artística da Rockstar nunca ficou muito clara, mas especulações nos fóruns sugerem que o helicóptero no canto superior esquerdo representa a perspectiva de cima dos jogos originais. Nada oficial, mas é uma informação bem intrigante.
5.Veículos de luxo marcam presença mais uma vez
Claro, um jogo de ladrão de carros teria um super esportivo de luxo na capa, não é mesmo? É possível ver um modelo parecido com a Tempesta de GTA 5 — confirmando novamente que teremos mais uma vez um veículo no estilo Lamborghini.
Um Iate de luxo também aparece na capa de GTA 6, sugerindo que os jogadores finalmente poderão nadar nas águas de Vice City — ou pelo menos navegar por elas. Vale lembrar que GTA Vice City não era possível nadar.
6. Motocicletas e manobras radicais?
Outra informação intrigante na capa de GTA 6 é a representação da motocicleta. Certamente, o veículo já faz parte do DNA da franquia há anos, mas parece que as coisas serão um pouco diferentes desta vez.
A arte, que exibe um motorista fazendo acrobacias com a moto, sugere que o jogo terá mecânicas nesse sentido, que possibilitarão algumas manobras diferentes sobre duas rodas. Nada confirmado, mas é possível especular essa informação por conta da posição do piloto.
7. Animais mais presentes
GTA 5 teve um grande diferencial que também foi muito bem explorado em Red Dead Redemption 2, que é a adição de animais. Em GTA 6, felizmente, também teremos bichos de diferentes espécies.
Pela primeira vez na franquia, dois animais são exibidos na capa do jogo: um jacaré e um flamingo, que destacam a fauna rica dos pântanos no sul da Flórida — cenário que inspira a cidade de GTA 6. Isso sugere que teremos ainda mais interações com os animais em seus diferentes habitats.
Quando GTA 6 será lançado?
Vale lembrar queGTA 6 está confirmado para o dia 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S, sem previsão de novo adiamento. O CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, reiterou o prazo durante a teleconferência de resultados financeiros realizada em 21 de maio.
A pré-venda do jogo no PS5 e consoles Xbox começa no dia 25 de junho. No entanto, o preço do jogo ainda não foi revelado.
O que você achou da arte de capa de GTA 6? Curtiu as informações sugestivas dela? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Chegamos a mais uma quinta-feira de 2026. Sabe o que isso significa? Que os novos jogos gratuitos da Epic Games Store já estão disponíveis para resgatar na plataforma.
Os destaques são Citizen Sleeper, um RPG em que você assume o papel de um trabalhador fugitivo, perdido em uma estação espacial sem lei; e Robobeat, um shooter rítmico em que você joga como Ace, um caçador de recompensas em uma missão para capturar o robô Frazzer.
Se você acompanha o Voxel semanalmente, provavelmente já tem uma biblioteca recheada na Epic Games só com os jogos gratuitos que indicamos por aqui.
Caso ainda não tenha esse hábito, fica o convite: aproveite para resgatar os games da semana e ampliar sua coleção sem gastar absolutamente nada!
Mais detalhes sobre os jogos gratuitos da Epic Games desta semana
Quer saber mais sobre os títulos gratuitos da vez? Logo abaixo você confere um trailer e uma breve descrição de Citizen Sleeper e Robobeat, que podem ser seu de forma permanente — mas por tempo limitado.
Citizen Sleeper
Citizen Sleeper é um RPG narrativo de ficção científica ambientado em uma estação espacial decadente, onde os jogadores assumem o papel de um Sleeper, uma consciência humana transferida para um corpo artificial.
Ao longo da jornada, é possível criar relacionamentos, encontrar aliados e definir o destino do protagonista em meio a disputas corporativas e desafios de sobrevivência. O jogo se destaca pela narrativa profunda, personagens marcantes e múltiplos caminhos que incentivam diferentes decisões.
Robobeat
Já Robobeat mistura tiro em primeira pessoa com ritmo musical, colocando os jogadores em combates frenéticos onde cada ação deve acompanhar a batida da trilha sonora. Quanto melhor o sincronismo com a música, maior o dano causado e mais eficientes se tornam os movimentos do personagem.
Além da ação acelerada, o game traz armas variadas, movimentação ágil e elementos roguelite que modificam cada tentativa. A proposta combina reflexos rápidos e precisão rítmica, criando uma experiência diferente para fãs de FPS e jogos musicais.
Como resgatar os jogos gratuitos da Epic Games Store?
Lembrando que os títulos já se encontram disponíveis gratuitamente na Epic Games Store e ficarão assim até a próxima quinta (25), às 12h (horário de Brasília).
Para resgatar Citizen Sleeper e Robobeat gratuitamente na Epic Games é muito simples. Primeiramente, claro, você precisa ter uma conta na plataforma.
Em seguida, clique no link abaixo, vá em "Obter" e pronto, eles já estarão salvos em sua conta. Agora é só baixar e se divertir, então corre para aproveitar antes que se esqueça de salvá-los na sua biblioteca!
Copa City, jogo de estratégia econômica em que grandes clubes de futebol colocam nas mãos do jogador a organização completa de suas partidas, já está disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC.
O título é desenvolvido pelo estúdio Triple Espresso S.A. e chega em um momento especial, com o clima de Copa do Mundo esquentando entre os fãs de futebol ao redor do mundo.
Para quem pretende jogar no computador, os requisitos de sistema já foram divulgados pelo estúdio — e a boa notícia é que as especificações são bastante acessíveis para a maioria das máquinas atuais.
Requisitos mínimos e recomendados para rodar Copa City no PC
Copa City exige no mínimo um Intel Core i7-8700 ou AMD Ryzen 7 2700X, 8 GB de RAM, placa de vídeo RTX 2060, AMD Radeon RX 5600 XT ou Intel Arc A770 8 GB, DirectX 11 e 15 GB de armazenamento, com Windows 10 de 64 bits. Confira abaixo os requisitos completos!
Requisitos mínimos
SO — Windows 10 64-bits
Processador — Intel Core i7-8700 ou AMD Ryzen 7 2700X
Memória RAM — 8 GB
Placa de vídeo — RTX 2060, AMD Radeon RX 5600 XT ou Intel Arc A770 (8 GB)
Armazenamento — 15 GB de espaço disponível
Requisitos recomendados
SO — Windows 10 64-bits
Processador — i5-12400F ou Ryzen 5 5600X
Memória RAM — 16 GB
Placa de vídeo — RTX 3070, AMD Radeon RX 6800 ou Intel Arc B580 (12 GB)
Armazenamento — 15 GB de espaço disponível
Mais detalhes sobre Copa City
Em Copa City, o jogador assume o papel de organizador de eventos esportivos, recebendo a missão de preparar cidades inteiras para receber partidas de futebol de alto nível.
O game conta com três cidades reais como cenário: Varsóvia (Estádio PGE Narodowy), Berlim (Estádio Olímpico) e Rio de Janeiro — cada uma com seus próprios marcos e desafios logísticos.
O título também apresenta seis clubes licenciados, incluindo Arsenal FC, FC Bayern München, Borussia Dortmund, Beşiktaş JK, Olympique de Marseille e Clube de Regatas do Flamengo.
Cada equipe traz cores, cantos e comportamentos únicos para seus torcedores, criando uma atmosfera que busca replicar a autenticidade de grandes eventos futebolísticos.
A jogabilidade gira em torno de decisões estratégicas. O jogador precisa construir estruturas temporárias como zonas de torcedores e praças de alimentação, designar rotas seguras até o estádio, posicionar equipes de segurança e gerenciar a venda de ingressos e publicidade. O equilíbrio entre satisfação dos fãs, segurança e rentabilidade é o núcleo da experiência.
Além disso, Copa City oferece três modos de jogo: o Modo Campanha, voltado para quem está chegando agora aos jogos de tycoon mas tem interesse em futebol; o Modo Partida Única, indicado para veteranos de simuladores que querem montar seu próprio cenário livremente; e um terceiro modo que ainda será anunciado pelo estúdio.
Quanto custa o Copa City?
Copa City está disponível em duas versões: Standard Edition e Deluxe Edition, comercializadas no PS5, Xbox Series X|S e PC. Os preços você confere abaixo!
Após muito tempo de silêncio, a Rockstar finalmente se pronunciou para revelar novidades sobre o jogo mais aguardado de todos os tempos nesta quinta (18), confirmando a notícia que muitos aguardavam ansiosos: a pré-venda de GTA 6 começa no dia 25 de junho, próxima quinta-feira.
Além disso, o estúdio também aproveitou o momento para revelar mais uma belíssima arte do jogo. Inspirada pelos grandes clássicos da franquia, a arte de capa de GTA 6 não seria diferente e é dividida em pequenos quadrinhos, que exibem personagens da sequência, além de animais, algumas interações com veículos e muito mais. Confira abaixo!
Pré-venda de GTA 6 começa no dia 25 de junho
Finalmente, caro leitor: a pré-venda de GTA 6 começará oficialmente no dia 25 de junho, próxima quinta-feira, nas lojas digitais e em varejistas selecionados. Em publicação no seu site oficial, a Rockstar também encoraja os jogadores a adicionar o título à lista de desejos na PS Store e Microsoft Store.
"Adicione GTA 6 à sua lista de desejos hoje mesmo na PlayStation Store ou na Microsoft Store para receber uma notificação quando a pré-venda estiver disponível", informou o estúdio.
O anúncio também reforça a data de lançamento do jogo em 19 de novembro, já que as plataformas digitais geralmente só permitem a abertura de pré-vendas quando falta menos de um ano para o lançamento.
Até o momento, a Rockstar não confirmou oficialmente quais serão as versões disponíveis na pré-venda, mas mais detalhes devem ser revelados na próxima quinta (25).
Rockstar também revelou a arte de capa de GTA 6
Junto com o anúncio da data de pré-venda, a Rockstar revelou a arte de capa oficial de GTA 6. Na imagem, é possível ver os dois protagonistas confirmados do jogo: Lucia e Jason, que dividem o centro da composição com outros personagens do título.
A arte também exibe uma variedade de veículos e elementos do universo do jogo, incluindo helicópteros, motocicletas, iates e carros esportivos. Um detalhe que chamou atenção dos fãs foi a presença de um jacaré na composição — animal que remete ao cenário de Leonida, o estado fictício inspirado na Flórida onde GTA 6 se passa.
A revelação da capa marca mais um passo na campanha de marketing do jogo, que o CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, havia confirmado que teria início durante o verão norte-americano — período que corresponde ao inverno brasileiro, entre junho e setembro.
Quanto custa GTA 6?
A Rockstar ainda não revelou oficialmente os preços de GTA 6. No entanto, rumores recentes divulgados pelo insider DetectiveSeeds, que tem um histórico de acertos na indústria, indicam que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda.
"Posso afirmar que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda: três digitais/físicas, que são os tipos de compra mais comuns; uma mais rara, com itens específicos; e duas vinculadas aos consoles (Pro e padrão), com um código digital para download", afirmou o insider em publicação nas redes sociais.
As três versões digitais e físicas seriam possivelmente Standard, Deluxe e Premium, além de uma quarta edição descrita como "mais rara" — provavelmente uma edição de colecionador.
Com base nas especulações que circulam na comunidade, os preços devem variar entre US$ 60 e US$ 80 dependendo da edição — o que estaria alinhado ao debate recente sobre a precificação do título. A Take-Two afirmou apenas que o valor será "justo" para os jogadores, sem confirmar nenhum número oficialmente até o momento.
Quando GTA 6 será lançado?
Por fim, vale lembrar queGTA 6 está confirmado para o dia 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S, sem previsão de novo adiamento. O CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, reiterou o prazo durante a teleconferência de resultados financeiros realizada em 21 de maio.
Você está ansioso para finalmente saber mais sobre GTA 6 na próxima quinta (25)? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Uma entre as diversas vantagens em ser assinante do Prime é a possibilidade de resgatar mensalmente uma série de jogos gratuitos por meio do Amazon Luna (antigo Prime Gaming) — dando aos jogadores ainda mais opções para expandirem suas bibliotecas digitais. Nesta quinta-feira (11), por exemplo, teremos ainda mais adições ao catálogo de junho.
Este mês serão 15 jogos gratuitos até o dia 25 de junho — e tem alguns nomes de peso vindo por aí. A lista é composta por jogos como MAFIA III: Definitive Edition, Tomb Raider IV-VI Remasterede muitos outros!
Como resgatar os jogos grátis do Prime Gaming?
Os jogos gratuitos do Prime Gaming estão inclusos na assinatura Amazon Prime, que também traz acesso ao Prime Video e frete grátis na loja Amazon. O serviço está disponível por valores que partem de R$ 19,90 mensais, mas é possível garantir um teste grátis de 30 dias.
Como a plataforma não exige assinatura recorrente para resgatar os jogos grátis, você pode obter todos os títulos da lista durante o teste grátis do serviço. Depois, é só cancelar a assinatura para não receber cobranças — ou seguir assinando e aproveitar todos os benefícios.
Você pode obter o teste grátis do Amazon Prime neste link criando uma conta com e-mail e cartão de crédito válido. Em seguida, vá até o site do Prime Gaming para resgatar os jogos grátis disponíveis.
Ficou interessado nos jogos gratuitos de junho do Prime Gaming? Então confira a lista completa logo abaixo!
Já disponíveis
Tomb Raider IV-VI Remastered — Resgate pela Epic Games Store
Mafia III: Definitive Edition — Resgate pela GOG
XCOM: Chimera Squad — Resgate pela GOG
Tested on Humans: Escape Room — Resgate pela GOG
Sin Slayers: Reign of the 8th — Resgate pela GOG
G.I. Joe: Wrath of Cobra — Resgate pela Epic Games Store
Paradise Killer — Resgate pela GOG
Disponíveis nesta quinta (18)
Between Time: Escape Room — Resgate pela GOG
Sugardew Island— Resgate pela GOG
Wargame Construction Set III: Age of Rifles 1846-1905 — Resgate pela GOG
Space Grunts 2 — Resgate pela GOG
25 de junho
Space Grunts: Chrono Shard — Resgate pela Epic Games Store
Please Touch the Artwork — Resgate pela Legacy Games
Terraforming Mars — Resgate pelo app da Amazon Games
Lost Eidolons: Veil of the Witch — Resgate pelo app da Amazon Games
Mais detalhes sobre os jogos gratuitos de junho no Prime Gaming
A lista de jogos do Prime Gaming de junho trará algumas adições bacanas para a biblioteca. Quer saber mais sobre cada um deles? Então Confira abaixo seus respectivos trailers!
Tomb Raider IV-VI Remastered — Resgate pela Epic Games Store
Mafia III: Definitive Edition — Resgate pelo GOG
XCOM: Chimera Squad — Resgate pelo GOG
Tested on Humans: Escape Room — Resgate pelo GOG
Sin Slayers: Reign of the 8th — Resgate pelo GOG
G.I. Joe: Wrath of Cobra — Resgate pela Epic Games Store
Paradise Killer — Resgate pelo GOG
Between Time: Escape Room — Resgate pelo GOG
Sugardew Island— Resgate pelo GOG
Wargame Construction Set III: Age of Rifles 1846-1905 — Resgate pelo GOG
Space Grunts 2 — Resgate pelo GOG
Space Grunts: Chrono Shard — Resgate pela Epic Games Store
Please Touch the Artwork — Resgate pela Legacy Games
Terraforming Mars — Resgate pelo app da Amazon Games
Lost Eidolons: Veil of the Witch — Resgate pelo app da Amazon Games
Curtiu a lista de jogos gratuitos de junho no Prime Gaming? Comente nas redes sociais do Voxel se você dará chance para algum deles!
Depois de um começo promissor, a liderança da nova CEO do Xbox vem causando bastante burburinho nos bastidores, com conversas sobre fechamentos de estúdios e até a confirmação de um “reset” da marca em breve. Enquanto vamos acompanhando o desenrolar da situação, vamos aproveitando para economizar com os jogos empromoção na Microsoft Store, que nesta semana traz títulos com até 90% de desconto.
Por exemplo, entre as ofertas para Xbox em destaque temos games como Resident Evil Requiem Deluxe Edition, Overcooked!, Fatal Fury: City of the Wolves, Monster Hunter Wilds e Moonlighter, que está custando apenas R$ 3,69.
Vem com a gente conferir os jogos de Xbox no precinho e aproveite para aumentar o backlog com um monte de jogão em promoção.
Promoções de jogos para Xbox na Microsoft Store
A seguir, você confere a nossa lista com as principais promoções de jogos para Xbox One, Series S e Series X disponíveis nesta semana na Microsoft Store:
Ainda não tem seu Xbox? Então pare de marcar bobeira, aproveite as promoções e use o cupom KaBuM! para adquirir o seu Xbox Series S ou Series X novinho com desconto o quanto antes!
Economize e parcele suas compras no Xbox com a Nuuvem
Existe uma forma de aliviar um pouco as finanças e parcelar os jogos de Xbox que a gente tanto quer — e com direito a cashback — usando os gift cards da Nuuvem.
Você pode comprar gift cards e assinaturas do Xbox Game Pass na Nuuvem com cashback e opções de parcelamento
Na Nuuvem é possível parcelar a compra em até 4x sem juros no PayPal ou em até 6x sem juros no cartão de crédito. E o melhor: você ainda recebe cashback em forma de moedinhas na própria plataforma, que podem ser usadas em compras futuras e abater parte do valor do pagamento final.
Você pode comprar desde gift cards a cartões de assinaturas do Xbox Game Pass e, além do cashback, ainda pode usar cupons de desconto que vez ou outra são liberados pela galera da Nuuvem.
E aí, aproveitou para comprar algum dos jogos para Xbox em promoção? Nos conte nas redes sociais do Voxel!
O Checkpoint desta quarta (17) traz boas notícias aos fãs dos monstrinhos de bolso mais famosos dos videogames. A mais recente atualização de Pokémon Champions já está disponível, trazendo uma série de novidades — além de uma versão gratuita para celulares Android e iOS.
Também tivemos más notícias no dia de hoje. O time responsável pelo jogo Luna Abyss, um novo título de terror cósmico lançado no dia 21 de maio, foi totalmente dissolvido. O motivo? A Kwalee, editora responsável pelo projeto, rompeu com a equipe.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (17)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Pokémon Champions ganha nova atualização e está disponível de graça nos celulares
Pokémon Champions recebeu uma nova atualização recentemente que adiciona dezenas de criaturas ao elenco jogável — além de marcar a estreia do game gratuito no Android e iOS. A Temporada M3 ficará disponível até 8 de julho e traz conteúdos inspirados na região de Hoenn para os jogadores.
Entre as novidades, estão Mega Raichu X e Y, além de cerca de 20 novos Pokémon, incluindo Mega Sceptile, Mega Blaziken, Mega Swampert e Mega Metagross.
O passe de batalha também recebeu recompensas inéditas, enquanto a desenvolvedora destacou que a temporada adiciona “a maioria dos Mega Pokémon que ainda faltavam no elenco”, ampliando as opções para as batalhas competitivas online.
Equipe responsável por Luna Abyss foi totalmente dissolvida após estreia do jogo
A equipe de desenvolvimento de Luna Abyss foi dispensada cerca de um mês após o lançamento do jogo, confirmou Hollie Emery, ex-CEO da Kwalee Labs. O estúdio, responsável pelo terror cósmico lançado em maio, foi encerrado pela Kwalee, resultando na saída de todos os profissionais envolvidos no projeto.
Em publicação no LinkedIn, Emery afirmou que a decisão esteve “completamente fora do nosso controle” e destacou que toda a equipe está disponível para novas oportunidades.
Apesar do fechamento, Luna Abyss teve uma recepção positiva, alcançando avaliações favoráveis na Steam e uma média de 81 pontos no Metacritic — tornando-se o único jogo desenvolvido pela divisão Kwalee Labs.
Xbox teria revelado Senua para atrair compradores para a Ninja Theory
A Microsoft teria usado o anúncio de Senua durante o Xbox Games Showcase como uma tentativa de aumentar o interesse de possíveis compradores pela Ninja Theory. Segundo informações do Game File, a estratégia já fazia parte dos planos da empresa antes mesmo do evento realizado em junho.
De acordo com a publicação, a expectativa era que “a promessa de um novo jogo anunciado ajudasse a atrair o interesse de investidores para o estúdio”.
Apesar disso, relatos recentes indicam que a Ninja Theory continua entre as equipes ameaçadas pelas mudanças internas promovidas pela divisão Xbox, enquanto outros estúdios ainda negociam alternativas para evitar o encerramento das atividades.
Bungie pode perder cerca de 400 funcionários em onda de demissão
A Bungie pode enfrentar uma nova rodada de cortes nos próximos meses, com cerca de 400 funcionários em risco de demissão. As informações foram divulgadas pelo jornalista Sylvain e indicam que até 50% da força de trabalho do estúdio, atualmente estimada em 800 pessoas, pode ser afetada durante o verão no hemisfério norte.
Segundo a fonte, a medida estaria relacionada ao cenário enfrentado pelos principais projetos da empresa. Enquanto Destiny 2 encerrou seu ciclo de grandes atualizações, Marathon teve um desempenho abaixo das expectativas.
“A Bungie deve esperar demissões em massa neste verão”, afirmou Sylvain, apontando que a reestruturação pode atingir uma parcela significativa da equipe caso o cenário atual se mantenha.
Sony patenteia controle de PlayStation que pode deixar botões duros ou até mesmo prender os dedos
A Sony registrou uma nova patente de controle para PlayStation que pode alterar a resistência dos botões em tempo real durante a jogatina. A tecnologia utiliza materiais inteligentes sensíveis a campos magnéticos, permitindo que os comandos fiquem mais rígidos ou macios para aumentar a sensação de imersão nos jogos.
Segundo a documentação, os botões poderiam endurecer ou suavizar de acordo com situações específicas da gameplay, como caminhar em terrenos difíceis ou escalar superfícies.
A patente também descreve um efeito de “agarramento com os dedos”, em que os botões “amolecem para permitir que os dedos afundem e depois endurecem para segurá-los”, simulando ações vistas na tela.
Dead by Daylight atinge maior pico de jogadores simultâneos 10 anos após lançamento
Dead by Daylight registrou seu maior número de jogadores simultâneos na Steam desde o lançamento, alcançando 125.820 usuários conectados ao mesmo tempo.
O novo recorde foi atingido pouco mais de dez anos após a estreia do jogo e coincide com a chegada do capítulo que adiciona Jason Voorhees ao elenco de assassinos, além das comemorações de aniversário do título.
Segundo dados divulgados, o jogo já havia registrado picos de aproximadamente 75 mil jogadores em 2019 e 105 mil em 2021, mas agora ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 125 mil usuários simultâneos na plataforma da Valve.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Adições na biblioteca são sempre muito bem-vindas, não é mesmo? Se você é do time que acompanha o Voxel para jogar coisa nova sem gastar nada, saiba que cinco jogos pagos estão gratuitos por tempo limitado na Play Store. A oferta conta com títulos de diferentes gêneros para jogar no Android.
Um detalhe importante sobre esses jogos gratuitos na Play Store é que a plataforma não informou até quando a oferta estará ativa — por isso, o ideal é resgatá-los o quanto antes para não correr o risco de ficar sem.
Lembrando que, uma vez adicionados à sua conta, eles permanecem disponíveis para sempre, mesmo após o fim da oferta. Certamente, essa é uma boa chance para aumentar sua coleção de games gratuitos no Android e testar títulos que normalmente são pagos — incluindo opções offline e com conteúdo premium desbloqueado.
Quais jogos estão gratuitos na Play Store esta semana?
Os títulos podem ser baixados diretamente na Play Store pelos links oficiais e ficam para sempre na sua biblioteca após o resgate.
Lembrando mais uma vez que não ficou exatamente claro quando as ofertas serão encerradas — então aproveite clicando nos links a seguir para ir direto à Play Store.
Sky Wings VIP: Pixel Fighters
Sky Wings VIP: Pixel Fighters é um jogo de tiro arcade com visual retrô em pixel art que mistura combates aéreos clássicos com elementos modernos. Os jogadores controlam diferentes naves e enfrentam ondas de inimigos, chefes desafiadores e cenários variados, podendo desbloquear melhorias para fortalecer seu esquadrão ao longo da campanha.
Cooking Kawaii é um simulador de culinária casual focado em preparar pratos variados e atender clientes em restaurantes temáticos. Com visual colorido e mecânicas acessíveis, o jogo desafia os jogadores a gerenciar pedidos rapidamente, desbloquear novas receitas e expandir seu negócio gastronômico.
Dungeon Shooter: Dark Temple combina ação em primeira pessoa com exploração de masmorras repletas de monstros, armadilhas e tesouros. O título oferece um sistema de armas diversificado, progressão de personagem e combates intensos contra criaturas sombrias em ambientes inspirados em RPGs de fantasia.
Missile Dude RPG: Idle é um RPG incremental onde os jogadores utilizam mísseis cada vez mais poderosos para destruir inimigos e acumular recursos automaticamente. A versão VIP inclui benefícios extras e permite avançar mais rapidamente por meio de melhorias, habilidades especiais e sistemas de progressão contínua.
Por fim, Defense Zone 3 Ultra HD é um jogo de estratégia do gênero tower defense que coloca os jogadores no comando de uma linha de defesa contra exércitos inimigos. Com gráficos aprimorados, diversas torres e múltiplos níveis de dificuldade, o título exige planejamento tático para impedir o avanço das forças adversárias.
EA Sports UFC 6 é o novo game da franquia baseada no maior evento de MMA do mundo. Assim como nas versões anteriores, o jogo busca reproduzir as emoções do evento, trazendo não apenas as principais arenas ao redor do mundo, mas também todo o seu cartel de lutadores, além de estrelas do passado.
Entretanto, o título tem uma missão um tanto árdua: convencer o seu público de que vale a pena investir em um game que não vem inovando faz bastante tempo. E para isso, uma série de novidades foram anunciadas, como um Modo Foco, e até uma campanha com uma história com personagens. Mas será que tudo isso é suficiente? Confira o review completo!
A eterna busca pela jogabilidade perfeita no grappling
Desde que a poderosa EA adquiriu os direitos para a produção dos jogos do UFC, há uma uma espécie de batalha interna para fazer com que um esporte de movimentos tão variados, se encaixe de uma forma realista dentro dos comandos dos joysticks. Mais precisamente o sistema de grappling (luta agarrada ou luta no chão), e suas complexidades.
O sistema já tentou se reinventar diversas vezes. Desde uma espécie de “pique-pega” entre os jogadores, até uma mecânica que premiava quem era mais rápido no controle do que o seu lutador dentro do octógono virtual. Por conta disso, esse sistema de luta no chão sempre foi o calcanhar de Aquiles do game.
Um novo jogo chegou e posso adiantar: o problema não foi resolvido. Entretanto, parece que há uma luz no fim do túnel. Em outras palavras, o game ainda adota um sistema de posicionar o direcional para as funções desejadas, ou seja, para tentar uma finalização, passar a guarda, ou até mesmo levantar. Embora a velocidade com que isso é feito esteja longe do real, não vou entrar nesse ponto, afinal, é um jogo de videogame.
Contra a CPU, dependendo da dificuldade, é possível obter sucesso ao insistir em uma finalização, principalmente diante de um adversário mais exausto ou até mesmo mais ferido pelo decorrer da luta. Porém, quando o adversário é um jogador de verdade, é uma eterna briga de quem é mais rápido no joystick.
E isso acaba sendo injusto até mesmo com os lutadores do game. Por exemplo, em uma luta clássica entre Jon Jones contra Daniel Cormier, o primeiro finalizou com um certa facilidade seu oponente, justamente por estar no controle de um jogador com mais agilidade aos comandos. Algo que dificilmente aconteceria na vida real por conta de se tratar de estilos de luta totalmente opostos.
O jeito é torcer para que a próxima versão do game, ou até mesmo uma atualização nos moldes da franquia EA F1, faça com que um dos maiores diferenciais do esporte seja reproduzido de uma forma satisfatória. Nós, os fãs de MMA, merecemos.
Trocação continua afiada (e complexa)
Em contrapartida, o sistema de luta em pé, popularmente conhecido como “trocação”, continua sendo a parte mais realista do jogo. A mecânica imposta no game ainda se mantém bem acessível, onde um botão é direcionado para chutes, outro para socos, e por aí vai. Somado a isso, basta movimentar o direcional para uma certa posição para que os mesmos sejam desferidos de maneiras variadas, ou seja, na parte inferior, na altura do tronco, ou na cabeça de seu adversário.
Somada a essa mecânica, houve um trabalho de mapeamento dos movimentos de cada lutador, pelo menos dos mais populares. Ainda pegando Jon Jones como exemplo, as famosas cotoveladas giratórias saem com mais facilidade, assim como os socos fortes e preciso de Alex Poatam. É possível arriscar esses movimentos com outros atletas, mas tanto a força como a precisão não são como os “originais”.
Além disso, agora é possível ativar o Modo Foco durante as lutas, que é uma espécie de “especial” onde o lutador ganha mais precisão e velocidade por um curto momento. Para isso, é preciso encher uma barrinha, que por sua vez vai sendo preenchida à medida com que seus golpes são desferidos de forma certeira no adversário.
Mas, como nem tudo são flores, há também pontos que precisam ser criticados. O principal deles é o delay que ainda existe entre o acionamento do movimento no botão do joystick, e a aplicação do golpe. Mesmo já acostumado com esse problema, ainda sim isso gera um incômodo enorme, principalmente em momentos mais tensos do combate, como uma trocação franca, ou tentativa de nocautear seu oponentes.
Já outro problema que incomoda bastante, e que darei mais detalhes adiante, é em relação a plasticidade dos movimentos. Por exemplo, por muitas vezes, ao desferir um soco no oponente prestes a cair ou em posição defensiva, o mesmo esbarra em partes do corpo, fazendo com que o golpe saia “torto”. Embora quebre um pouco do realismo, pelo menos na jogabilidade eles não são afetados, ou seja, não perdem intensidade por ter esse contato. Mas a parte visual desliza bastante.
Visual com altos e baixos
Pegando o gancho do tópico anterior, EA Sports UFC 6 tem seus altos e baixos no que diz respeito aos gráficos. No modo geral, o game impressiona ao levar a ambientação do evento para os videogames. Desde a primeira luta, repleta de animações que replicam cenas que realmente aconteceram no octógono de verdade, até as expressões faciais e ferimentos dos atletas, tudo impressiona demais. E não seria exagero da minha parte dizer que nesse quesito o título é um dos mais realistas já visto entre os games de esporte.
Outro ponto que ajuda bastante é a reprodução de arenas reais ao redor do mundo, que incluem até mesmo a Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, e palco frequente do evento no Brasil. Entretanto, praticamente todas são recicladas de versões anteriores, e continuam com um número limitado de locais. Confesso que fiquei esperando pela inclusão da Sphere, de Las Vegas, e até mesmo uma reprodução do evento do UFC na Casa Branca, realizado no último domingo (14).
Já a parte negativa, começa com o problema citado anteriormente: a falta de plasticidade dos movimentos. Se na jogabilidade eles não interferem, na parte visual chegam a ser cômicos. A todo momento você vai se deparar com replays que mostram em câmera lenta socos desviando em ombros e outras partes do corpo do seu oponente, ao invés de irem diretamente de encontro ao adversário. Replay esse que também estraga a experiência de alguns movimentos, como cortes no rosto do lutador, que crescem de uma hora para a outra.
Para completar, EA Sports UFC 6 usa uma mesma estratégia controversa de outros jogos da empresa: privilegiar demais os astros da competição. Em outras palavras, enquanto Alex Poatam, Max Holloway, Jon Jones e outras estrelas do UFC possuem até mesmo suas tatuagens de forma ultra realista, outros lutadores e lutadoras foram criados sem capricho. Um dos maiores exemplos é brasileira Mackenzie Dern, atual campeão e detentora do cinturão do Peso Pena feminino, e que está irreconhecível no game.
Não sou lutador profissional, mas imagino o quanto deve ser frustrante estar no game oficial do seu esporte, e não terem tido um cuidado maior para reproduzir seu personagem no game. Além disso, se em EA Sports FC há uma “desculpa” de ser um game com um elenco grande demais para tanto cuidado com todos, o mesmo não podemos dizer de EA Sports UFC 6, cujo todo cartel de lutadores não chega nem perto da metade de atletas de qualquer liga de futebol licenciada pela mesma empresa.
Modos voltados para os fãs do UFC
Em relação aos modos de jogo, a grande novidade dessa versão é o Hall das Lendas. Como o próprio nome sugere, nele você percorre um cenário temático contando a historia de lendas do UFC que estão em atividade. Até o momento, apenas três lutadores aparecem nele: Max Holloway, Alex Poatan Pereira e Zhang Weili, mas me arrisco a dizer que é uma questão de tempo até que outros atletas sejam adicionados.
Além de funcionar como um museu e mostrar a história de vida de cada um deles, no fim de cada cenário é possível reviver uma luta história e adquirir itens extras, como roupas e acessórios para o Modo Carreira. Entretanto, para os fãs do UFC não há nada tão novo que outros documentários, ou reportagens pré-luta, já tenham mostrado sobre os lutadores.
EA Sports UFC 6 também conta com um mod0 chamado O Legado. Nele você controla Chris Carter, um lutador cujo pai foi muito famoso, e agora busca criar sua própria trajetória. O enredo clichê traz uma história que envolve rivalidade dentro da própria academia, e ao mesmo tempo mostra a ascensão do protagonista no MMA rumo ao UFC. É uma espécie de filme Sessão da Tarde que agrada, porém, ele simplesmente fica de lado no momento em que você entra no UFC e consegue a sua esperada revanche, sem mais spoillers.
Ou seja, a história que deveria ter um início e fim fica de lado e acaba sendo uma grande introdução para o Modo Carreira. Já que ao final dela, os elementos de ambos os modos são similares, ou seja, você precisa administrar as suas semanas que antecedem sua próxima luta, escolhendo entre dias de treinamento, ou atividades que aumentarão a sua fama fora do octógono, seja postando em redes sociais, ou até mesmo participando de ações do seu patrocinador.
Assim como nos jogos anteriores, a parte de treinamento continua sendo um momento para evoluir sua técnicas. Mas rapidamente se torna repetitivo, ao ponto de você querer simular os mesmos treinamento para poupar tempo. O mesmo vale para as ações para ampliar seus seguidores e fazer mais dinheiro. Pelo menos no caso destas não há qualquer animação ou algo que lhe faça gastar horas desnecessárias.
Já a parte de realismo, essa merece elogios. Principalmente no que diz respeito a acontecimentos no dia a dia da sua carreira. Por exemplo, há sempre um risco de você se machucar em um treinamento mais pesado e acabar ficando de fora de uma luta, obrigando sempre a analisar muito bem o que será feito nas semanas de preparação. o mesmo acontece com seus adversários, cabendo a você escolher um outro oferecido pelo próprio Dana White, e ganhar créditos com o chefão, ou simplesmente desistir e esperar a recuperação do oponente.
Há também outros elementos, como ajudar a sua academia adquirindo materiais para obras de melhorias, ou simplesmente pagando para ter um bom treinador para um determinado estilo de luta. Estilo esse que casa justamente com seu próprio adversário, ou seja, e a especialidade do oponente for a luta no chão, será oferecido um especialista em grappling para auxiliar. O Modo Carreira bebe da mesma fonte, porém você precisa criar o seu personagem, ou usar um atleta “pronto”, e escolher o estilo dele do zero.
Por fim, há o modo A Academia permite que você treine movimentos específicos para melhorar suas habilidades e ganhar pontos para subir no ranking. A cada novo progresso conquistado, você desbloqueia itens cosméticos para seus personagens no Modo Carreira. Além disso, seus feitos em outras modalidades, como o Luta Rápida, também geram esses pontos de experiência.
Vale a pena?
EA Sports UFC 6 continua sendo um jogo feito para agradar os fãs de MMA, mais precisamente do universo do UFC. O game acerta em cheio ao replicar a ambientação do evento, tantos nos cenários e caracterização dos principais astros da companhia, e ao trazer novos modos buscando também imitar o dia a dia de lutadores profissionais.
Entretanto, ele ainda apanha ao tentar adaptar a jogabilidade a um nível mais alto de realismo, tornando o game nada acessível para os novatos. Principalmente na luta de chão, que ainda sofre com comandos longe da realidade. Além disso, ele também deixa a desejar na falta de capricho com atletas que não são os astros da atualidade, bugs visuais, e elementos repetitivos nos principais modo de jogo.
NOTA FINAL: 80
Pontos positivos (Prós):
Ambientação incrível para os fãs do UFC
Gráficos realistas de arenas e astros do evento
Sistema de treinos e gestão de popularidade do Modo Carreira
Presença das principais arenas do evento
Pontos negativos (Contras):
Sistema de luta no chão ainda é muito irreal e complexo
Bugs visuais
Falta de capricho com lutadores menos populares
Elementos repetitivos no Modo Carreira
Uma cópia do game foi cedida pela Eletronic Arts para review no PS5. E na sua opinião, EA Sports UFC 6 será um dos jogos de esporte do ano? Conte para a gente aqui nos comentários!
A Rockstar Games anunciou que, a partir desta quinta (18), os jogadores poderão atualizar GTA 5 da geração anterior (PS4 e Xbox One) para o PS5 e Xbox Series X|S totalmente de graça — 13 anos após o lançamento original. A novidade foi divulgada pelo próprio estúdio e vale tanto para o Modo História quanto para GTA Online.
O upgrade gratuito chega para preparar os jogadores para a próxima grande atualização do GTA Online: o Golpe do Centro Kortz, nova missão prevista para chegar à plataforma em julho, mas sem data exata confirmada por enquanto.
Jogadores de PC também não ficaram de fora. Quem ainda utiliza a versão Legacy do jogo pode atualizar gratuitamente para a versão Enhanced, que conta com recursos exclusivos como oclusão ambiental com ray tracing e iluminação global.
Como vai funcionar o upgrade grátis de GTA 5 para a nova geração?
A partir desta quinta (18), quem possui qualquer versão física ou digital de GTA 5 para PS4, ou a versão digital para Xbox One, poderá migrar para as edições de PS5 ou Xbox Series X|S sem custo adicional. O objetivo é garantir que os jogadores aproveitem a melhor versão do jogo antes da chegada do Golpe do Centro Kortz.
As edições de nova geração de GTA 5 e GTA Online trazem melhorias técnicas significativas, além de migração facilitada do progresso tanto no Modo História quanto no Online. Entre os destaques estão novos veículos e melhorias de alta performance disponíveis na Obras Especiais de Hao, além de recompensas do sistema de Progressão na Carreira.
Membros do GTA+ também ganham um benefício extra: agora é possível acessar o Modo História de GTA 5 como parte da Biblioteca de Jogos da assinatura, junto ao GTA Online — uma novidade para os assinantes do serviço.
O upgrade não exige nenhuma compra adicional por parte dos jogadores que já possuem o jogo nas plataformas elegíveis. Basta acessar a loja da respectiva plataforma e realizar a atualização.
Como fazer a migração de GTA Online para a nova geração?
A migração do perfil de GTA Online também pode ser feita diretamente pela página inicial do título ou pelo menu de pausa, após fazer login na conta da Rockstar Games no console de destino. Ao acessar o online pela primeira vez no PS5 ou Xbox Series X|S, a tela de “Migração de Perfil” será exibida automaticamente.
Na tela de migração, o jogador escolhe o perfil da plataforma de origem e confirma a transferência. Um ponto de atenção importante: GTA$ comprados e não utilizados não podem ser transferidos entre plataformas diferentes — ou seja, de PS4 para Xbox Series X|S ou de Xbox One para PS5, por exemplo. Após a migração, uma tela de alerta confirmará a conclusão do processo.
Vale destacar que o progresso do GTA Online feito em gerações diferentes não será sincronizado após a migração, e o processo não está disponível entre consoles e PC.
Alguns perfis também podem não ser elegíveis para migração, como contas suspensas, banidas ou com progresso considerado ilegítimo ou insuficiente.
Upgrade gratuito prepara o terreno para novo golpe de GTA Online
O anúncio do upgrade gratuito está diretamente ligado à chegada do Golpe do Centro Kortz ao GTA Online em julho. Situado nas colinas de Pacific Bluffs, o Kortz Center é descrito pela Rockstar como um complexo cultural repleto de obras de arte internacionais de alto valor — e o objetivo do golpe é exatamente invadir a coleção da galeria em uma missão de várias etapas.
Para participar do novo golpe, os jogadores precisarão adicionar um Estúdio de Arte à sua Mansão e explorar o complexo antes de escolher a abordagem de infiltração e fuga.
Nas próximas semanas, o GTA Online também contará com eventos especiais com recompensas em GTA$ bônus, descontos e oportunidades de itens exclusivos via programa Colecionador de Belas Artes.
Membros do GTA+ ainda podem esperar um desconto de GTA$ 2.000.000 em propriedades da Prix Luxury Real Estate. Além disso, todos os jogadores podem aproveitar uma oferta por tempo limitado com 40% de bônus em GTA$ na compra de qualquer Shark Card.
Quando GTA 6 será lançado?
Por fim, vale lembrar queGTA 6 está confirmado para o dia 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S, sem previsão de novo adiamento. O CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, reiterou o prazo durante a teleconferência de resultados financeiros realizada em 21 de maio.
O marketing do jogo deve ter início nas próximas semanas. A Take-Two confirmou anteriormente que a campanha de divulgação começaria no verão norte-americano — janela que corresponde ao período entre o final de junho e setembro no Brasil.
Muitos jogos tentam, mas poucos conseguem reproduzir o formato clássico das dungeons de The Legend of Zelda: A Link to the Past com tanta exatidão. Goste ou não da franquia Zelda, a jornada do herói, tal como a conhecemos nos videogames, deve muito ao jovem Link e à Nintendo. Sejamos justos aqui.
Eu costumo evitar comparações diretas com outras obras logo no início das análises que produzo, mas The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, novo título da Square Enix dos criadores de Octopath Traveler e Bravely Default, clama por isso: é Zelda da cabeça aos pés. Para não ser injusto, há muito do DNA dos primeiros jogos da série Mana, sobretudo na maneira como a trama avança.
Em tempos em que cada vez mais desenvolvedoras recorrem a mecanismos complexos para aumentar a vida útil de seus jogos, o panorama parece ter mudado: destaca-se quem busca simplicidade. Num contraste entre tradição e modernidade, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é, em linhas gerais, uma aventura livre dos excessos dos RPGs atuais, o que, ao menos para mim, acaba sendo um alívio.
História com o carimbo do Team Asano
Apesar de ser um jogo com a estrutura de exploração de um Zelda, o enredo segue a cartilha das demais produções assinadas por Tomoya Asano, a mente criativa por trás do Team Asano. A história, portanto, é mais presente do que em outros títulos de ação e aventura, com diálogos mais elaborados e boa condução narrativa, mesmo sem textos em português do Brasil.
O protagonista, Elliot, encarna bem o arquétipo da jornada do herói: um jovem destemido, sempre em busca de aventuras no Reino de Huther, mas predestinado a um papel maior. Recrutado pelo Rei Hichard para uma tarefa aparentemente simples, Elliot logo descobre a existência de uma fenda que permite viajar entre diferentes eras do continente.
O personagem, então, é incumbido de evitar que um ex-aliado do reino distorça a linha temporal, o que pode levar ao fim da era em que vive. Acompanhado pela Princesa Heuria, filha do rei Hichard, com quem se comunica por meio dos brincos mágicos, e pela fada Faie (que é basicamente uma versão adaptada da Navi, de Zelda), Elliot transita entre passado e presente para, olha só, salvar o mundo. Faie, inclusive, pode ser controlada por outro usuário em modo cooperativo local, uma ótima adição para quem gosta de companhia.
A premissa está longe de ser inédita. Cá entre nós, já vimos o tema da viagem no tempo ser explorado em outros games da própria Square Enix, de Chrono Trigger a Live a Live, mas The Adventures of Elliot tem seus méritos por apresentar ótimos personagens e, como de praxe, reviravoltas que só Asano constrói com tanta carga emocional, explorando com maestria as forças e fraquezas de seus personagens.
O HD-2D em seu ápice
O estilo de arte característico do estúdio, que funde modelos 2D com cenários 3D, também contribui para intensificar o peso dramático. Há trechos de exploração repletos de natureza, que evidenciam a beleza das eras antigas, dos tempos em que o mundo ainda não havia sido devastado por magia, em oposição aos momentos de melancolia dos vilarejos tomados por desesperança.
Sei que o estilo gráfico HD-2D, amplamente elogiado quando foi apresentado no primeiro Octopath Traveler, já não é unanimidade e, para muitos, vem caindo na mesmice. Eu ainda sou do time que aprecia essa estética e consigo ver que The Adventures of Elliot se esforça para evoluir, trazendo ambientes mais densos e detalhados nos efeitos, principalmente na iluminação. É como um salto geracional em comparação a Octopath Traveler 0, por exemplo, o último grande título da produtora.
Concebido na Unreal Engine 5, vale lembrar que o projeto de The Adventures of Elliot não envolve só Tomoya Asano, mas também o produtor Naofumi Matsushita, atuante nos principais títulos HD-2D da Square Enix, bem como Shota Fukebaru, uma das peças-chave no desenvolvimento de Triangle Strategy e Octopath Traveler II. Ou seja, o time é formado pela nata do HD-2D.
Exploração acessível e menos RPG
Como esperado, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales cumpre praticamente todos os requisitos de um bom Zelda-like. Sem o sistema de níveis dos RPGs tradicionais, o jogo aposta na progressão baseada em itens para conduzir a experiência do jogador. Basicamente, Elliot consegue acessar áreas de Huther bloqueadas inicialmente à medida que encontra novas ferramentas.
Certos trechos, por exemplo, exigem que você use bombas para destravar caminhos interditados por rochas ou revelar paredes ocultas. O bumerangue e o arco, em contrapartida, são usados para abater oponentes de distâncias seguras, além de serem fundamentais na resolução de alguns quebra-cabeças (que não são muitos, na verdade).
Sobre a exploração, o mundo é 100% aberto e funciona nos moldes dos games clássicos de Zelda, num esquema parecido com o de The Legend of Zelda: A Link Between Worlds, um jogo que permite alternar entre Hyrule e sua versão sombria, Lorule. Já em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, podemos conhecer diferentes eras da mesma região, cada qual com seus desafios e objetivos, embora o layout do mapa seja sempre preservado.
As atividades opcionais são o grande trunfo do título e fazem valer cada minuto investido por quem busca uma aventura mais duradoura. A liberdade de explorar reforça o senso de descoberta e evita que a progressão seja guiada do início ao fim. Há masmorras aos montes espalhadas pelo mapa, até mesmo nos cantos mais improváveis, oferecendo testes de combate, plataforma e puzzle, que rapidamente nos remetem aos santuários de The Legend of Zelda: Breath of the Wild.
Dedicar-se ao conteúdo opcional é um exercício espontâneo ao longo das mais de 40 horas de jogatina que a aventura reserva, já que o jogador é recompensado por tudo o que faz. Dungeons não concedem apenas dinheiro para adquirir itens nos comerciantes da cidade, mas, sobretudo, fragmentos que, quando unidos, ampliam os cristais de vida de Elliot.
Combate sem excessos
O combate, por sua vez, é simples e exige a combinação de poucos botões, sendo um dedicado a ataques leves e outro aos pesados. Você ainda pode usar um escudo para se defender, mas os bloqueios são limitados por uma barra de vigor, o que introduz uma boa dose de estratégia. Atacar os inimigos é bastante prazeroso graças às animações e ao excelente feedback visual dos golpes, por mais básica que seja a jogabilidade.
As opções de armas são amplas, e o jogo exige que você intercale os equipamentos com certa frequência, a depender da criatura ou do desafio enfrentado. O sistema de batalha ganha profundidade com os Magicites, fragmentos que concedem bônus e atributos específicos ao personagem quando equipados, dando mais flexibilidade à formação de builds, ainda que não tenha a robustez mecânica de um RPG.
Meu único desapontamento em relação ao combate é a repetição exaustiva de inimigos. Mesmo que você viaje entre as diferentes fases da história, as tribos encontradas nelas são sempre as mesmas, sem qualquer distinção visual. Não há fator surpresa ou algo que constantemente convide o jogador a rever suas estratégias na hora de encarar os inimigos. Depois de um tempo, tudo fica meio batido e familiar até demais.
Veredito
Com direito a viagens no tempo, uma estrutura narrativa com influências de Mana e o combate e a exploração característicos de Zelda, The Adventures of Elliot: The Millennium Tales demonstra que o estilo HD-2D ainda tem muita lenha para queimar, inclusive em outros gêneros, e que amadureceu significativamente nos últimos games. Depois de anos refinando a fórmula em jogos de menor escopo, a Square Enix parece enfim ter encontrado um Zelda para chamar de seu.
Nota: 90
Pontos positivos (Prós):
Viagens no tempo agregam valor à história e à exploração;
Combate simples e prazeroso;
Ótimos atrativos no mundo aberto;
Senso de descoberta e progressão clássica por itens;
Um dos jogos mais bonitos no estilo HD-2D.
Pontos negativos (Contras):
Repetição exagerada de inimigos;
Ausência de localização para o português.
Uma cópia de The Adventures of Elliot: The Millennium Tales foi gentilmente cedida pela Square Enix para fins de análise no PS5 Pro. O jogo também está disponível para Nintendo Switch 2, Xbox Series S|X e PC.
O Checkpoint desta terça (16) traz mais uma má notícia para a indústria de games esta semana. Depois do Xbox cogitar encerrar as atividades de três estúdios, a Don't Nod, criadora de Life is Strange, também corre riscos de ficar sem financiamento este ano — a menos que consiga novos investimentos.
Em outras notícias, também tivemos a data de lançamento de Hellhaiser: Revival para outubro deste ano, juntamente de um trailer aterrorizante do game de terror.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta terça (16)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Estúdio de Life is Strange corre sérios riscos de ficar sem dinheiro
A Don't Nod, estúdio conhecido por criar a franquia Life is Strange, pode enfrentar dificuldades financeiras nos próximos meses. Segundo um relatório de auditores, a desenvolvedora francesa corre o risco de ficar sem caixa até novembro de 2026 caso não consiga novos investimentos para sustentar suas operações e projetos em andamento.
De acordo com o documento, a empresa possuía cerca de € 8,8 milhões em caixa no início de abril, mas as projeções indicam que esse valor pode se esgotar ainda neste ano.
A direção da companhia afirma estar buscando alternativas, como aumento de capital e novos parceiros de financiamento. O relatório também destaca que a Tencent, acionista minoritária da Don't Nod, "não manifestou interesse" em realizar novos aportes no curto prazo.
Hellraiser Revival chega em outubro e a tempo do Halloween
A Saber Interactive e a Boss Team Games confirmaram que Hellraiser: Revival será lançado em 8 de outubro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S e PC.
O anúncio veio acompanhado de um novo trailer e posiciona o jogo como uma das principais apostas do gênero de terror para o período de Halloween. Além da data de lançamento, as empresas revelaram detalhes das edições disponíveis.
Segundo as desenvolvedoras, o título terá versões padrão, deluxe e de colecionador, além de bônus de pré-venda. A edição mais completa, chamada Signed Pinhead Edition, será limitada a 1.500 unidades e incluirá itens exclusivos para os fãs da franquia criada por Clive Barker.
CEO da Moon Games, de Ori, afirma que Xbox estava muito focado no passado
O CEO da Moon Studios, Thomas Mahler, afirmou que a liderança do Xbox esteve “muito focada no passado” durante os anos em que o estúdio trabalhou nas franquias Ori and the Blind Forest e Ori and the Will of the Wisps.
Em publicação nas redes sociais, Mahler disse que o foco da empresa permanecia concentrado em franquias tradicionais como Halo, Gears of War e Forza.
Segundo ele, chegou a sugerir que a Microsoft transformasse Ori em um mascote de maior destaque para a marca, mas acredita que os executivos estavam “provavelmente muito focados no passado para que isso acontecesse”. Apesar das críticas, o desenvolvedor avalia que as mudanças atuais podem ajudar o Xbox a reorganizar suas prioridades para o futuro.
Forza Horizon 6 dará carro grátis a todos os jogadores
A Playground Games anunciou que todos os jogadores de Forza Horizon 6 receberão um carro gratuito como compensação pelos problemas causados no modo online The Eliminator.
A medida foi tomada após a remoção temporária da modalidade devido a uma falha que permitia a alguns usuários acumular grandes quantidades de Créditos dentro do jogo.
Como forma de retribuição à comunidade, o estúdio confirmou que entregará um McLaren Sabre 2021 para todos os jogadores assim que o modo The Eliminator voltar a ficar disponível.
Em comunicado oficial, a desenvolvedora afirmou que trabalha para “reintroduzir o Eliminator o mais rápido possível” por meio de uma atualização emergencial, enquanto ajusta os impactos causados pelo exploit descoberto recentemente.
Loja do Switch original foi aprimorada em nova atualização
A Nintendo lançou a atualização 22.5.0 para o Switch original e, segundo relatos de usuários, a eShop ficou significativamente mais rápida após o update.
A mudança acontece quase uma década após o lançamento do console e busca resolver uma das principais reclamações da comunidade: a lentidão da loja digital ao navegar entre jogos e páginas.
Além de um layout redesenhado, a atualização parece ter substituído a antiga estrutura baseada em navegador por uma aplicação nativa, semelhante à utilizada no Switch 2. Com isso, a eShop passou a oferecer melhor desempenho, suporte ao modo escuro e novos recursos de segurança, como a possibilidade de exigir PIN para acessar a loja e métodos de pagamento salvos.
Pokémon GO terá novo evento temático de festa junina
A Niantic anunciou que Pokémon GO receberá um novo evento temático de Festa Junina no Brasil. Chamado de Arraiá do Pokémon GO, o evento acontece entre os dias 23 e 29 de junho e trará desafios especiais, bônus temáticos e Pokémon exclusivos para os treinadores do país.
Entre os destaques da celebração está a possibilidade de obter um Tauros de Paldea da Espécie Aquática com um Fundo Especial inspirado na Festa Junina.
Além disso, o evento contará com o retorno do Snorlax com chapéu de caubói, que terá maior chance de aparecer em sua versão shiny. O mapa também ganhará decorações temáticas, fogos de artifício e bônus relacionados às tradicionais comidas juninas — incluindo maiores chances de encontrar maçãs ao utilizar Módulos Atrair Musgosos.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
Mais uma semana começou cheia de notícias, novidades e polêmicas. Em meio a tanta informação, às vezes só o que precisamos é de um bom descanso com jogos legais. Melhor ainda se der pra economizar, como no caso das ofertas de jogos para PC na Nuuvem, que nesta semana traz vários títulos de peso para comprar na plataforma e resgatar na Steam com até 96% de desconto.
Por exemplo, entre as principais ofertas em destaque na Nuuvem temos jogos como Pragmata, Elden Ring, LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight, Crimson Desert e Deponia, que está custando apenas R$ 0,78.
Então vem com a gente aproveitar as ofertas da Nuuvem e economizar em jogos de PC para resgatar na Steam!
Os melhores jogos da semana em promoção na Nuuvem
Logo abaixo você confere a nossa seleção alguns dos melhores jogos de PC em promoção para comprar com cashback na Nuuvem e resgatar na Steam, garantindo a gameplay enquanto você gasta bem pouquinho:
Além das ofertas acima, que tal descolar preços mais baixos em outros games disponíveis no site? Então se liga, aproveite agora o cupom Nuuvem para aplicar no final da compra e receber descontos exclusivos em jogos e assinaturas para PC, consoles e mobile!
Parcele suas compras e receba cashback comprando na Nuuvem
O orçamento apertou? Tá difícil de juntar grana para comprar aquele jogo tão aguardado? Uma boa forma de lidar com este empecilho é comprar seus jogos parcelados na Nuuvem.
Você pode parcelar suas compras sem juros e ainda receber cashback na Nuuvem
Com preços de jogos tão altos a ponto de lançamentos muitas vezes custarem em torno de R$400 a R$500, a possibilidade de parcelar suas compras em até 4x sem juros no PayPal ou em até 6x sem juros no cartão de crédito na Nuuvem vem muito a calhar.
Além disso, suas compras geram cashback em forma de moedinhas que podem ser utilizadas em transações futuras, gerando um desconto extra na hora comprar mais jogos. Aproveite!
Diante deste triste cenário, muitos jogadores têm se perguntado quantos estúdios fazem parte do ecossistema da empresa atualmente e quais equipes estariam mais ameaçadas.
Segundo informações divulgadas pelo Bloomberg, a revisão estratégica liderada pela CEO do Xbox, Asha Sharma, pode resultar em cortes dentro da operação. Entre os nomes citados nos bastidores estão Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory — estúdios responsáveis por alguns dos jogos mais elogiados do catálogo recente da marca.
Quais estúdios serão fechados pelo Xbox?
De acordo com o Bloomberg, diferentes equipes da divisão Xbox estariam avaliando alternativas para evitar o fechamento, incluindo a possibilidade de recuperar a independência e deixar a tutela da Microsoft. Até o momento, nenhuma decisão oficial foi anunciada pela empresa, mas as negociações estariam em andamento.
Os rumores surgem em meio a uma ampla revisão de prioridades conduzida por Asha Sharma desde que assumiu o comando do Xbox. A estratégia busca concentrar investimentos em franquias de maior alcance comercial, enquanto alguns estúdios com projetos bem avaliados pela crítica, mas com desempenho abaixo das expectativas de vendas, estariam sob análise.
Compulsion Games
Adquirida pela Microsoft em 2018, a Compulsion Games ficou conhecida por títulos como We Happy Few e, mais recentemente, South of Midnight. O estúdio canadense ganhou destaque pela forte direção artística e por experiências focadas em narrativa dentro do catálogo do Xbox.
Double Fine
Fundada por Tim Schafer, a Double Fine é responsável por franquias como Psychonauts e pelo aclamado Psychonauts 2. Nos últimos anos, o estúdio também lançou projetos menores e experimentais — incluindo Keeper e Kiln, reforçando sua tradição de jogos criativos e autorais.
Ninja Theory
A Ninja Theory é uma das equipes mais conhecidas da divisão Xbox — o que certamente deixou alguns fãs tristes com o possível desligamento da empresa.
O estúdio britânico, que está trabalhando em Senua atualmente, assinou produções como Hellblade: Senua's Sacrifice e Senua's Saga: Hellblade II, além de já ter trabalhado em franquias como DmC: Devil May Cry e Heavenly Sword antes da aquisição pela Microsoft.
Quantos estúdios o Xbox tem?
Atualmente, a Microsoft possui cerca de 26 estúdios distribuídos entre Xbox Game Studios, Bethesda (ZeniMax Media), Activision Blizzard e King.
No Xbox Game Studios estão equipes como The Coalition, Halo Studios, Obsidian, Playground Games, Rare, Mojang, Undead Labs e os próprios Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory.
Já o grupo Bethesda reúne estúdios como Bethesda Game Studios, id Software, MachineGames, Arkane e ZeniMax Online. A Activision Blizzard adiciona equipes como Infinity Ward, Treyarch, Raven Software, Sledgehammer Games e Blizzard Entertainment, enquanto a King completa a estrutura com seu foco em jogos mobile. Confira a lista completa!
Xbox Game Studios
The Coalition
Compulsion Games
Double Fine
Halo Studios
InXile Entertainment
Mojang Studios
Ninja Theory
Obsidian Entertainment
Playground Games
Rare
Turn 10 Studios
Undead Labs
World's Edge
Bethesda (ZeniMax Media)
Arkane Studios
Bethesda Softworks
Bethesda Game Studios
id Software
MachineGames
ZeniMax Online Studios
Activision Blizzard
Activision
Activision Shanghai Studio
Beenox
Demonware
Digital Legends Entertainment
Elsewhere Entertainment
High Moon Studios
Infinity Ward
Raven Software
Sledgehammer Games
Solid State Studios
Treyarch
Blizzard Entertainment
Blizzard Albany
Blizzard Boston
King
King
Mesmo com uma das maiores redes de estúdios da indústria, a Microsoft parece estar revisando a forma como distribui investimentos entre suas equipes. Agora, resta aguardar os próximos anúncios para entender quais mudanças realmente serão implementadas.
Ficou decepcionado com a possibilidade de o Xbox encerrar as atividades dos três estúdios? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
A Focus Entertainment e a Asobo Studio confirmaram durante o Xbox Games Showcase do último domingo (07) que Resonance: A Plague Tale Legacy será lançado em agosto deste ano.
O título, que é uma prequel, se passa 15 anos antes dos acontecimentos de Requiem e acompanha Sophia — uma nova protagonista que embarca em uma jornada para desvendar mistérios ligados ao seu passado.
Além da revelação da data, o trailer exibido no evento do Xbox também apresentou as primeiras cenas de gameplay do novo capítulo da franquia. O jogo chegará ao PS5, Xbox Series X|S e PC — além de integrar o catálogo do Game Pass já no lançamento. Confira o trailer!
Resonance terá nova protagonista na trama
Diferente dos títulos anteriores centrados nos irmãos Amicia e Hugo, Resonance coloca os jogadores no controle de Sophia, uma jovem saqueadora em fuga. Determinada a descobrir mais sobre suas origens, ela parte rumo à misteriosa Ilha do Minotauro, onde encontrará desafios, armadilhas e inimigos pelo caminho.
A aventura promete explorar uma nova faceta do universo de A Plague Tale, com maior foco em combate e exploração. Durante a jornada, Sophia precisará resolver quebra-cabeças, enfrentar soldados e sobreviver aos perigos escondidos na ilha enquanto busca respostas sobre o próprio passado.
Segundo a Asobo Studio, a proposta foi ampliar os horizontes da série sem abandonar seus elementos centrais. "Queríamos expandir e explorar o mundo de A Plague Tale com uma personagem que é muito querida para nós, mas dentro de uma experiência muito mais voltada para a ação", explicou David Dedeine, diretor criativo do estúdio.
O desenvolvedor também destacou que o projeto apresentará novos temas e desafios para a franquia. "Essa nova abordagem traz combates intuitivos e recompensadores, além de uma nova manifestação da Macula. Resonance abrange temas, lugares e épocas que nunca havíamos explorado antes", afirmou.
Pré-venda de Resonance: A Plague Tale Legacy já está disponível
A pré-venda de Resonance: A Plague Tale Legacy já foi liberada nas principais plataformas digitais. Os jogadores interessados podem garantir sua cópia antecipadamente antes da estreia oficial em agosto.
Além do acesso à compra, a pré-encomenda também oferece bônus exclusivos para os compradores, incluindo conteúdos adicionais que serão disponibilizados no lançamento do jogo. Confira os preços!
Resonance: A Plague Tale Legacy será lançado em 27 de agosto para PS5, Xbox Series X|S e PC. O título também estará disponível no Xbox Game Pass desde o primeiro dia, permitindo que assinantes joguem a nova aventura de Sophia sem custos adicionais.
E você, está ansioso para conhecer a nova história do universo de A Plague Tale? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!
O Roblox começou a liberar nesta terça (15) dois novos tipos de conta voltados para menores de 16 anos. A mudança será aplicada globalmente e divide os usuários entre Roblox Kids, para crianças de 5 a 8 anos, e Roblox Select, para jogadores de 9 a 15 anos. Usuários com 16 anos ou mais continuarão utilizando a versão padrão da plataforma.
A novidade chega após a empresa enfrentar questionamentos de autoridades em diferentes países, incluindo o Brasil, onde investigações apontaram a presença de jogos com apologia a facções criminosas e simulações de ataques a escolas. Com as novas regras, será necessário comprovar a idade por selfie para acessar conteúdos voltados ao público adulto.
Além de restringir jogos e recursos de comunicação, a atualização cria experiências adaptadas para cada faixa etária. Segundo a Roblox Corporation, menores de idade terão acesso apenas a conteúdos previamente analisados e aprovados para suas respectivas categorias.
Entenda como funciona o Roblox Kids e o Roblox Select
As contas Roblox Kids foram criadas para oferecer uma experiência mais protegida para crianças de 5 a 8 anos. Nessa modalidade, o chat permanece desativado por padrão, enquanto pais e responsáveis podem personalizar algumas configurações por meio dos controles parentais.
Já o Roblox Select é destinado a usuários de 9 a 15 anos e oferece acesso a conteúdos classificados como mínimos, leves ou moderados. O sistema também libera gradualmente alguns recursos de comunicação, mantendo filtros e mecanismos de segurança ativos.
Segundo a empresa, o objetivo é permitir que o nível de autonomia aumente conforme o jogador cresce. Ao mesmo tempo, os responsáveis continuam recebendo informações e ferramentas para acompanhar a atividade dos filhos na plataforma.
Para usuários com 16 anos ou mais, o Roblox passará a exigir verificação de idade por documento ou estimativa facial segura. “Essas novas contas proporcionam mais tranquilidade, combinando medidas de segurança integradas com ferramentas que ajudam os pais a se manterem conectados à experiência de seus filhos”, afirmou Leonardo S., membro brasileiro do Conselho Global de Pais do Roblox.
Quais jogos estarão disponíveis nessas duas novas versões do Roblox?
Todos os jogos publicados no Roblox já passam por sistemas de moderação e classificação indicativa. No entanto, títulos disponíveis para usuários Kids e Select serão submetidos a análises extras antes de serem liberados.
A empresa informou que desenvolvedores precisarão verificar suas identidades, ativar autenticação em dois fatores e cumprir requisitos adicionais para disponibilizar experiências voltadas ao público mais jovem. Além disso, avaliações em tempo real analisarão a jogabilidade e relatos da comunidade.
Jogos com recursos de interação social avançada, ferramentas de desenho livre ou temas considerados sensíveis não serão permitidos nos catálogos Kids e Select. No lançamento, o Roblox Moments também ficará indisponível nessas versões, enquanto links para redes sociais só poderão ser compartilhados por usuários com idade verificada acima de 16 anos.
Como conversar no Roblox Kids e Roblox Select? Veja as novas regras
A Roblox informou que usuários sem verificação de idade não poderão utilizar os recursos de chat, independentemente da faixa etária. Enquanto a validação não for concluída, o acesso ficará limitado às funcionalidades básicas da plataforma.
Após a verificação, cada jogador será direcionado automaticamente para o tipo de conta correspondente à sua idade. No Roblox Kids, o chat permanece desativado por padrão, enquanto no Roblox Select a comunicação é liberada gradualmente.
Além disso, conversas serão limitadas a usuários da mesma faixa etária ou a Amigos de Confiança. Filtros automáticos, reformulação de mensagens e monitoramento constante continuarão sendo utilizados para evitar situações de exploração infantil.
Roblox Kids (5 a 8 anos) — Jogos com classificação mínima ou leve, chat desativado por padrão e interface visual diferenciada para facilitar a identificação pelos pais.
Roblox Select (9 a 15 anos) — Jogos com classificação mínima, leve ou moderada e chat limitado a amigos de confiança e usuários de faixa etária semelhante.
Roblox padrão (16 anos ou mais) — Acesso a todos os jogos, exceto conteúdos classificados como restritos para maiores de 18 anos.
Roblox também teve mudanças nos controles parentais
A atualização também amplia as ferramentas disponíveis para pais e responsáveis dentro da plataforma. Agora será possível aprovar ou bloquear jogos para usuários de até 15 anos, ampliando o limite anterior — que era de 12 anos.
Para utilizar os recursos, os responsáveis precisarão vincular suas contas às contas das crianças ou adolescentes. A partir daí, será possível acompanhar atividades, gerenciar permissões e definir restrições específicas. Você pode fazer isso da seguinte maneira:
Acesse opção Configurações na conta da criança
Selecione a opção Controle dos pais
Selecione Adicionar pai/mãe
Insira seu e-mail
Siga as instruções na tela para vincular à conta
Além disso, os controles parentais continuam permitindo monitorar listas de amigos, tempo de uso da plataforma e gastos realizados dentro do ecossistema Roblox, oferecendo mais opções para acompanhar a experiência dos jovens jogadores.
O que você achou das mudanças implementadas pelo Roblox? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!
O catálogo do Xbox Game Pass continua recebendo grandes novidades — e ficará ainda maior na segunda metade de junho. A Microsoft revelou, nesta terça-feira (16), mais uma leva de jogos que chegará ao serviço de assinatura da casa ainda este mês, que inclui também o EA Sports FC 26.
Vale lembrar que a Microsoft também já disponibilizou alguns títulos de peso no início de junho, incluindo nomes como Persona 5 Royal, Solarpunk e muitos outros.
Novos jogos no Game Pass em junho
Quer ver a lista completa com os jogos da reta final de junho no Game Pass? Então confira abaixo os títulos que estão prestes a estrear no serviço da Microsoft!
Já disponível
Junkster— Nuvem, XBOX Series X|S, portátil e PC
Disponível dia 17 de junho
Call of Duty: Vanguard— Nuvem, consoles e PC
Disponível dia 18 de junho
EA Sports FC 26— Nuvem, consoles e PC
Disponível dia 25 de junho
Abyssus— Nuvem, XBOX Series X|S e PC
Disponível dia 30 de junho
RV There Yet?— Nuvem, XBOX Series X|S e PC
Disponível dia 2 de julho
Tony Hawks’s Pro Skater 3 + 4— Nuvem, consoles e PC
Disponível dia 6 de julho
Winds of Arcana: Ruination— Nuvem, consoles, portátil e PC
Mais 8 jogos deixarão o Xbox Game Pass em junho
Por fim, o comunicado no site oficial da Microsoft também revelou que mais oito jogos deixarão o catálogo do Xbox Game Pass no dia 30 de junho — além dos outros cinco que já saíram no dia 15. Confira abaixo a lista completa!
Deixaram o Game Pass no dia 15 de junho
Jurassic World Evolution 2 — Nuvem, consoles e PC
Lost in Random: The Eternal Die — Nuvem, consoles e PC
Scott Pilgrim vs. The World — Nuvem, consoles e PC
Warhammer 40K Space Marine: Master Crafted Edition — Nuvem, consoles e PC
Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge — Nuvem, consoles e PC
Intitulada Tiger's Den, a terceira temporada de Overwatch, que tem data confirmada para esta terça (16), trará uma temática cyberpunk japonesa ao shooter da Blizzard. Entre as novidades, estão uma nova heroína, um novo mapa, ajustes de balanceamento e uma colaboração especial com uma banda japonesa de J-Pop.
O pré-download da atualização já está disponível para PC e consoles, incluindo o Nintendo Switch 2, com cerca de 10 GB de tamanho. A temporada se estenderá até meados de agosto.
A Blizzard também confirmou que o evento Jogos de Verão retorna nesta temporada, junto com reformulações completas para os heróis Moira, Orisa e Reinhardt no modo Estádio.
Conheça Shion, a nova heroína de Overwatch
Shion é a grande estrela da terceira temporada e chega como a quinta heroína japonesa a integrar o elenco de Overwatch. A anciã do clã Hashimoto é uma DPS com um conjunto de habilidades voltado para flanqueamento e combate a curta distância.
Seu arsenal inclui duas pistolas semiautomáticas chamadas Pistolas Kira, uma habilidade de investida chamada Execução, que dispara uma saraivada em formato de X com dispersão controlável, e Evitar, que permite uma corrida rápida com recuperação temporária de saúde extra.
O grande destaque do kit de Shion é a mecânica Joyride, que permite que ela monte em uma motocicleta durante a partida e a lance contra inimigos desavisados ao desmontar. Sua ultimate, Farra de Satsuriku, avança três vezes em meio a uma chuva de balas em todas as direções.
O novo mapa da temporada se chama Neon Junction e é ambientado em Tóquio com uma estética cyberpunk marcada por cores e luzes brilhantes. O mapa é do tipo híbrido e representa uma adição aos três cenários japoneses já disponíveis no jogo.
Uma das principais características de Neon Junction é sua alta verticalidade, que favorece heróis com grande mobilidade. A chegada simultânea do mapa com Shion, heroína com duas ferramentas de deslocamento, sugere uma sinergia proposital entre os dois conteúdos.
Novo Passe de Batalha, novas skins e muito mais
Claro, a Temporada 3 também traz um novo Passe de Batalha de 80 níveis, com trilhas gratuita e premium para os jogadores progredirem ao longo da temporada. Entre os conteúdos Míticos confirmados, estão skins para Illari e Mauga e uma arma mítica para Hanzo, com mais detalhes a serem revelados pela Blizzard em breve.
No campo do balanceamento, a Blizzard confirmou ajustes na sinergia entre o Gato com Jetpack, o Bastion e a Cassidy. Segundo os desenvolvedores, "a penalidade de regeneração de combustível do Voo Frenético do Jetpack Cat será aumentada e o Escudo de Transporte perderá parte de sua eficácia", com o objetivo de limitar o impacto dessa combinação no meta competitivo.
Já no dia 30 de junho, a temporada ganhará uma colaboração especial com o duo de J-Pop Yoasobi, trazendo novas skins para Kiriko, Genji e Hanzo — além de uma nova música e um AMV temáticos do universo de Overwatch. A parceria marca uma das colaborações mais aguardadas da temporada.
Por fim, vale lembrar que a season também incluirá atualizações sobre o sistema de banimento de heróis e uma reinicialização do ranqueamento — com mais detalhes saindo com a estreia da nova temporada.
E você, curtiu as novidades da Temporada 3 de Overwatch? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
A Copa do Mundo 2026 começou na última quinta-feira (11). Desde então, o planeta entrou no clima da maior competição esportiva do mundo, respirando futebol nas próximas semanas. E com isso, muita gente recorre aos games para disputar partidas com seus amigos, ou até mesmo simular os jogos do torneio nos gramados virtuais.
E o que não faltam são opções, desde jogos oficiais que reproduzem o torneio com todos os países participantes, até outros onde é preciso controlar Mario e sua turma em partidas repletas de exageros. E para te ajudar a escolher, hoje o Voxel traz uma lista com 10 jogos de futebol para entrar no clima de Copa do Mundo. Confira!
1. EA Sports FC 26
Plataformas: PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 1 / 2 e PC.
A principal franquia de futebol do mundo é a melhor opção para quem busca um game do gênero. A começar pelo realismo imposto tanto na jogabilidade como nos gráficos. Além disso, há diversos modos, como o Carreira e Ultimate Team, que vão muito além das partidas nos gramados virtuais. E por fim, recentemente o jogo recebeu uma atualização com um modo com todas as seleções que participam da Copa do Mundo 2026, onde é possível até mesmo jogar a competição, mas sem os elementos oficiais do torneio.
2. EFootball
Plataformas: PS5, PS4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Swtich, PC, Android e iOS.
A franquia da Konami, que já se chamou Winning Eleven e Pro Evolution Soccer, hoje se chama eFootball. Atualmente, o game mais recente da série é de graça, e conta com um foco nas partidas online. Entretanto, ainda sim é possível jogar outros modos offline ou com seus amigos no mesmo console. Embora tenha mudado muito ao longo dos últimos anos, o título ainda é um dos mais realistas, principalmente em relação à jogabilidade.
3. World Cup Soccer 2026
Plataformas: PS5, Xbox Series S/X, Nintendo Switch e PC
Inspirado diretamente no maior torneio do planeta, World Cup Soccer 2026 coloca os jogadores na famosa competição internacional, com todas as seleções participantes, além de outras que ficaram pela fase de classificação para o torneio. Ele conta com uma jogabilidade acessível e um foco maior na experiência de torneio, sendo uma boa opção para quem deseja recriar a emoção da Copa do Mundo e, principalmente, para aqueles que não possuem muita habilidade no joystick.
4. UFL
Plataformas: PS5 e Xbox Series X|S.
Também conhecido como “o jogo do Cristiano Ronaldo”, UFL chegou ao mercado com a proposta de desafiar os gigantes do gênero. Para isso, além de um aporte financeiro do craque português no desenvolvimento do game, ele aposta em um modelo gratuito e competitivo, focado em partidas online. Além disso, ele traz um amplo sistema de personalização tanto para o seu time, como para os atletas do seu elenco. Perfeito para quem gosta de desafios online contra jogadores de todo o mundo.
5. GOALS
Plataformas: PS5, Xbox Series S/X e PC
Criado por veteranos da indústria dos games esportivos, GOALS busca entregar uma experiência mais moderna e competitiva de futebol online. Com foco em partidas rápidas, controles responsivos e forte presença do multiplayer, o projeto tem atraído atenção de quem procura uma alternativa aos nomes mais tradicionais do mercado, principalmente para aqueles que preferem um game com uma pegada mais arcade e menos realista.
6. Mario Strikers: Battle League
Plataformas: Nintendo Switch.
Misturando futebol e caos no melhor estilo Nintendo, Mario Strikers: Battle League transforma as partidas em confrontos cheios de movimentos especiais, itens inusitados e jogadas espetaculares. O game traz personagens como Mario, Luigi, Peach e Bowser para disputas divertidas e com uma boa dose de humor. Indicado para quem busca um jogo do gênero para rir e se divertir com amigos e familiares.
7. Dream League Soccer
Plataformas: Android e iOS.
Um dos jogos de futebol mais populares para celulares, Dream League Soccer permite criar um clube do zero, contratar atletas licenciados e disputar diversas competições. A combinação de gerenciamento, evolução da equipe e partidas rápidas, faz dele uma ótima escolha para quem quer levar a emoção do futebol para qualquer lugar.
8. Jaleco Sports: Goal!
Plataformas: PS5, Nintendo Switch e PC
Lançado originalmente no final dos anos 1980,Goal! é uma franquia clássica dos videogames, que marcou época entre os fãs de futebol nos consoles. Com visão aérea, partidas rápidas e controles simples, ele oferece uma experiência nostálgica que mostra como os jogos do gênero eram antes da chegada dos gráficos realistas e das licenças oficiais. Perfeito para jogadores nostálgicos que querem reviver as antigas emoções com os mais novos.
9. INAZUMA ELEVEN: Victory Road
Plataformas: PS5, PS4, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 1/ 2 e PC
Misturando futebol e RPG em uma fórmula bastante original, INAZUMA ELEVEN: Victory Road traz uma jogabilidade cujas partidas mesclam futebol com estratégia por turnos. Além disso, ele traz personagens carismáticos e uma narrativa digna de Captain Tsubasa. Uma excelente opção para quem busca um game de futebol cheio de emoções e com um apelo dramático.
10. Beat The Champions
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, Nintendo Switch 1/ 2 e PC
Beat The Champions aposta em uma abordagem mais casual do futebol. Com foco na diversão e em confrontos rápidos, ele é uma alternativa para quem quer apenas entrar no clima da Copa do Mundo, sem a complexidade dos simuladores mais avançados, e onde é possível abusar das entradas violentas em seus adversários sem qualquer punição.
E na sua opinião, qual o melhor jogo de futebol do momento? Conte para a gente aqui nos comentários!
Os celulares tornaram-se uma das plataformas de maior destaque para os jogos gratuitos — afinal, quem não tem um em mãos hoje em dia, não é mesmo? Através deles, é possível acessar uma ampla biblioteca de games em qualquer lugar e a qualquer momento para jogar experiências que vão desde títulos casuais até aquelas aventuras mais complexas.
Certamente, a Play Store traz milhares de ótimas opções para os usuários que possuem celulares com sistema Android. A plataforma do Google oferece um catálogo recheado de jogos gratuitos que podem atender as suas exigências.
Seguindo essa tendência, o Voxel realizou mais uma curadoria para destacar os cinco melhores jogos gratuitos disponíveis na Play Store esta semana. A seleção oferece aos usuários de Android boas oportunidades para se divertir sem gastar absolutamente nada. Confira a seguir!
Block Crazy Robo World Craft
Inspirado em jogos de construção e sobrevivência como Minecraft, Block Crazy Robo World Craft permite explorar mundos pixelados, coletar recursos e criar estruturas com total liberdade. Com elementos de ação e aventura, o jogo é ideal para quem gosta de construir, explorar e enfrentar inimigos em um ambiente aberto e criativo.
Jogos relaxantes são um dos grandes destaques na Play Store — e esta semana tem um novo game em alta por lá. Em Cookingdom os jogadores deverão criar pratos com uma grande variedade de ingredientes, assim como cortar alimentos e aproveitar o processo relaxante de cozinhar.
No melhor estilo Fall Guys, Stumble Guys é um multiplayer caótico onde até 32 jogadores competem para alcançar a linha de chegada enquanto enfrentam obstáculos hilários.
A experiência coloca os jogadores em uma série de mapas desafiadores, desde plataformas escorregadias até bolas gigantes e rampas inclinadas — assim como no game das jujubinhas coloridas. Vale a pena dar uma conferida caso você não o conheça!
Free Fire
Atraindo um grande público nos últimos anos, o Free Fire tornou-se um sucesso inquestionável entre a garotada. Publicado pelo Garena, o battle royale conquistou o coração dos brasileiros com suas mecânicas simples, requisitos acessíveis e constantes atualizações de conteúdo — que os jogadores certamente adoram.
Enquanto muitos jogadores brasileiros já possuem o game instalado em seu celular, Free Fire voltou a figurar entre os apps mais baixados da Play Store de smartphones. Ou seja, mesmo após muitos anos de estrada, o battle royale segue mais vivo do que nunca!
Roblox
Por fim, o Roblox é uma das maiores plataformas de criação e jogos online do mundo, permitindo que jogadores desenvolvam e explorem mundos criados por outros usuários. Com milhões de experiências disponíveis, o aplicativo é uma combinação de comunidade, criatividade e diversão em constante expansão. Vale a pena dar uma conferida!
O Checkpoint desta segunda (15) começa com boas novidades para quem joga Free Fire. O shooter acaba de receber o modo“BRzin na Quebrada”, um modo com mapa inédito inspirado nos tradicionais campos de várzea das periferias brasileiras.
Em outras notícias, também tivemos a possível data de lançamento de Clair Obscur: Expedition 33, o GOTY de 2025, para o Switch 2. Segundo as informações, a estreia pode acontecer ainda este ano no console da Nintendo.
Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (15)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!
Free Fire recebe mapa inédito inspirado nas favelas brasileiras
O Free Fire acaba de receber o modo “BRzin na Quebrada”, nova experiência da Oficina de Criação que traz um mapa inspirado em campos de várzea e cenários urbanos das periferias brasileiras.
A nova modalidade segue o formato Mini Battle Royale em duplas, mas adiciona eventos aleatórios que alteram o andamento das partidas e incentivam diferentes estratégias.
A ambientação combina estruturas típicas de bairros periféricos e campos de futebol de comunidade, reforçando a identidade local dentro do game. Segundo o Garena, a proposta é oferecer uma experiência mais conectada às referências brasileiras em um período marcado pelas férias escolares e pelas festividades ligadas ao futebol.
Clair Obscur pode chegar ao Switch 2 ainda este ano
Clair Obscur: Expedition 33 pode ser lançado no Switch 2 ainda em 2026, segundo um novo rumor divulgado pelo insider NateTheHate. O RPG da Sandfall Interactive, que já está disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC, ainda não foi anunciado oficialmente para o console da Nintendo, mas a fonte afirma que a adaptação chegará ao novo portátil antes do fim do ano.
Ao ser questionado sobre o assunto nas redes sociais, NateTheHate respondeu de forma direta: “Chegará ao SW2 este ano”. Apesar da informação não ter sido confirmada pela desenvolvedora ou pela Nintendo, a possibilidade ganha força diante do sucesso comercial e de crítica do jogo.
Craig Duncan, chefe do Xbox Game Studios, deixa empresa 18 meses após assumir o cargo
Craig Duncan deixará o comando da Xbox Game Studios apenas 18 meses após assumir a liderança da divisão. Segundo informações divulgadas pelo The Game Business, o executivo deixará a Microsoft ainda esta semana, e os estúdios da empresa passarão a se reportar diretamente ao diretor de conteúdo do Xbox, Matt Booty, até que um substituto seja definido.
Em mensagem enviada aos funcionários, Duncan afirmou que seu objetivo era “servir nossos estúdios, nossas equipes e as pessoas que criam nossos jogos”, destacando que a equipe conseguiu realizar “muitos lançamentos impecáveis” durante sua gestão.
A saída acontece em meio a um período de reestruturação na divisão de games da Microsoft, que também deve resultar na saída de Louise O'Connor, ex-chefe de gabinete do Xbox Game Studios e antiga colega de Duncan na Rare.
Diretor do filme de Dead by Daylight é confirmado
A adaptação cinematográfica de Dead by Daylight acaba de ganhar um novo passo importante em sua produção. Durante a transmissão comemorativa de 10 anos do jogo, a Behaviour Interactive confirmou que o diretor islandês Thordur Palsson comandará o longa baseado no game de terror.
O anúncio foi feito por Jason Blum, fundador da Blumhouse, que afirmou: “Thordur é o cineasta em quem confiamos para levar Dead by Daylight da tela em que você joga para a tela grande”.
Já Palsson destacou que seu objetivo é reproduzir a sensação vivida pelos jogadores, explicando que deseja capturar “o pavor, a tensão e o medo do que espera na Névoa”. O filme foi anunciado originalmente em 2023 e segue em desenvolvimento pela Blumhouse e Atomic Monster.
Rambo pode chegar ao Fortnite em breve
Rambo pode ser o próximo personagem a entrar para a lista de colaborações de Fortnite. Segundo vazamentos compartilhados por conhecidos leakers da comunidade, como Wenso, a Epic Games estaria preparando a chegada do icônico personagem ainda este mês, embora o crossover não tenha sido confirmado oficialmente até o momento.
De acordo com as informações divulgadas, a colaboração incluiria uma skin com três estilos visuais diferentes, além de itens cosméticos inspirados no personagem, como a Faca de Sobrevivência, um acessório baseado em suas flechas explosivas e um planador em formato de helicóptero.
Caso os rumores se confirmem, Rambo se juntará à extensa lista de participações especiais da atual temporada de Fortnite, que já recebeu franquias e personagens de diferentes universos do entretenimento.
Presidente da Capcom revela receita para o sucesso da empresa nos últimos anos
O presidente da Capcom, Haruhiro Tsujimoto, revelou que o sucesso da companhia nos últimos anos está ligado à mudança de um modelo de desenvolvimento centrado em criadores individuais para uma estrutura baseada em equipes.
Segundo o executivo, a estratégia permitiu que franquias consagradas continuassem evoluindo sem depender da visão de apenas uma pessoa. Em entrevista à Famitsu, Tsujimoto explicou que a empresa decidiu abandonar o conceito de séries atreladas a um único desenvolvedor.
“Propusemos a ideia de que cada título deveria ser essencialmente reconstruído do zero”, afirmou. O presidente também destacou que a força atual da Capcom está na colaboração entre diferentes departamentos, acrescentando que “nossa força reside no fato de sermos capazes de trabalhar juntos como um só, não como indivíduos, mas como uma equipe”.
E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!
A Microsoft pode estar prestes a promover uma das maiores reestruturações da história recente da divisão Xbox. Segundo informações publicadas pela Bloomberg, diversos estúdios da marca estão negociando alternativas para evitar o encerramento de suas operações, incluindo a possibilidade de se tornarem empresas independentes novamente.
Entre os nomes citados estão Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory, equipes responsáveis por títulos elogiados pela crítica, mas que não alcançaram o desempenho comercial esperado pela companhia. A situação acontece em meio a uma ampla revisão de estratégias liderada por Asha Sharma, nova CEO do Xbox desde fevereiro deste ano.
As movimentações também surgem poucos dias após relatos de que a Microsoft prepara uma nova rodada significativa de demissões na divisão de games. Além disso, a saída de Craig Duncan do comando do Xbox Game Studios, nesta segunda (15), reforça a percepção de que mudanças profundas estão em andamento dentro da empresa.
De acordo com a Bloomberg, os seguintes estúdios estariam em negociações para evitar o fechamento:
Compulsion Games (South of Midnight e We Happy Few)
Double Fine Productions (Psychonauts, Keeper e Kiln)
Ninja Theory (Hellblade e Senua's Saga: Hellblade II)
Outros estúdios da divisão Xbox que ainda não tiveram seus nomes revelados também estariam na mira para possíveis cortes e um eventual fechamento. Segundo a reportagem, alguns desses times receberam autorização para buscar novas oportunidades de emprego enquanto a Microsoft define os próximos passos.
Fontes afirmam que o cenário ainda está em constante mudança e que nenhuma decisão definitiva foi anunciada oficialmente. Até o momento, a Microsoft também não anunciou demissões ou cortes nos estúdios.
Uma das alternativas discutidas seria permitir que determinadas equipes recomprassem sua independência e deixassem o guarda-chuva do Xbox. Ainda assim, mesmo em um cenário de separação amigável, a expectativa é que ocorram cortes de funcionários durante o processo.
O caso da Compulsion Games chama atenção por acontecer logo após o lançamento de South of Midnight, um dos projetos mais elogiados do catálogo recente do Xbox. O jogo conquistou reconhecimento por sua narrativa e direção artística, chegando a receber prêmios importantes e indicações em eventos da indústria.
A situação se torna ainda mais curiosa porque o estúdio estava expandindo suas operações recentemente. Há poucos meses, a empresa divulgou vagas para profissionais de programação, arte e design para trabalhar em uma nova propriedade intelectual ainda não anunciada.
Já a Double Fine é um estúdio renomado que possui jogos icônicos em seu catálogo, como o premiado Psychonauts 2. O jogo mais recente da companhia é Kiln, um multiplayer que chegou direto no Game Pass e não teve números expressivos na Steam.
A Ninja Theory é o estúdio de mais renome entre os três e produz a franquia Hellblade. Durante o último Xbox Showcase, inclusive, a companhia revelou o trailer de Senua, seu mais novo jogo da série.
As possíveis medidas fazem parte de uma reestruturação mais ampla conduzida por Asha Sharma. Na última semana, a executiva enviou uma mensagem interna aos funcionários destacando que a divisão enfrenta dificuldades financeiras e que o modelo atual de operação não pode continuar da mesma forma.
Relatos apontam que a nova estratégia pretende concentrar investimentos nas maiores franquias da companhia. Jogos como Call of Duty, Minecraft e outras marcas consolidadas devem receber prioridade enquanto a empresa busca recuperar crescimento e melhorar margens de lucro.
Asha Sharma assumiu o comando do Xbox neste ano.
Essa mudança de direção pode afetar especialmente estúdios conhecidos por criar experiências autorais e projetos de menor escala comercial. Embora muitos desses jogos sejam bem avaliados pela crítica, eles nem sempre geram o retorno financeiro esperado por grandes corporações.
Saída de Craig Duncan reforça clima de incerteza
O cenário ficou ainda mais delicado após a confirmação da saída de Craig Duncan, chefe do Xbox Game Studios, nesta segunda (15). O executivo havia assumido o cargo em novembro de 2024 e era responsável por supervisionar todos os estúdios internos da marca.
Segundo informações divulgadas pelo The Game Business, Duncan deixará a Microsoft nesta semana. Até que um substituto seja escolhido, os estúdios passarão a responder diretamente para Matt Booty, diretor de conteúdo do Xbox.
Louise O'Connor, chefe de gabinete do Xbox Game Studios e veterana da Rare, também deixará a companhia.
Mesmo após compras bilionárias, Xbox busca rentabilidade
As notícias chamam atenção porque surgem poucos anos depois de a Microsoft investir dezenas de bilhões de dólares para expandir sua presença no mercado de games. O maior exemplo foi a aquisição da Activision Blizzard por US$ 69 bilhões, concluída em 2023.
Apesar das compras históricas e do crescimento do catálogo do Game Pass, executivos da companhia têm sinalizado preocupação com a rentabilidade do negócio. Nos bastidores, a percepção é que a empresa busca reduzir custos e concentrar recursos em projetos considerados mais seguros financeiramente.
Por enquanto, a Microsoft não comentou oficialmente os rumores envolvendo possíveis fechamentos. Com negociações ainda em andamento e relatos conflitantes sobre o destino de alguns estúdios, o futuro de equipes como Compulsion Games, Double Fine e Ninja Theory permanece indefinido.
E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente agora!
As loot boxes voltaram ao centro das atenções no Brasil. A Justiça do Distrito Federal condenou algumas das maiores empresas de tecnologia e jogos do mundo ao pagamento de R$ 298 milhões por danos morais coletivos, incluindo donas de plataformas como Steam, PlayStation e Xbox.
A sentença foi proferida pela 1ª Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal e envolve empresas como Apple, Google, Microsoft, Sony, Tencent, Nintendo, Valve, Riot Games, Ubisoft, Konami e Electronic Arts. O processo foi movido pela Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (ANCED), que questionou o uso de sistemas de recompensas aleatórias em jogos acessados por menores de idade.
Segundo o entendimento da Justiça, as chamadas loot boxes apresentam características semelhantes às de mecanismos de apostas ao incentivar compras repetidas baseadas em sorte. A decisão também destaca preocupações relacionadas à transparência das probabilidades e à exposição de crianças e adolescentes a práticas consideradas potencialmente prejudiciais.
Empresas condenadas e valores das multas
As indenizações foram distribuídas de acordo com o porte e a participação de cada empresa nos ecossistemas analisados pela ação. Os valores deverão ser destinados ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal após o trânsito em julgado do processo.
A Apple, a Microsoft e a Tencent receberam as maiores condenações individuais, cada uma no valor de R$ 50 milhões. Em seguida aparecem Google e Sony, ambas condenadas a pagar R$ 40 milhões.
Confira os valores definidos pela Justiça:
Apple (dona da App Store) — R$ 50 milhões
Microsoft (dona do Xbox) — R$ 50 milhões
Tencent (responsável por PUBG Mobile e outros jogos) — R$ 50 milhões
Google (dona da Play Store) — R$ 40 milhões
Sony (dona da PlayStation) — R$ 40 milhões
Electronic Arts (responsável por EA FC e Apex Legends) — R$ 20 milhões
Riot Games (responsável por League of Legends e Valorant)— R$ 15 milhões
Ubisoft (responsável por Rainbow Six Siege) — R$ 10 milhões
Valve (dona da Steam) — R$ 10 milhões
Konami (responsável por eFootball) — R$ 8 milhões
Nintendo (responsável por franquias como Mario e Zelda) — R$ 5 milhões
O que motivou a condenação das empresas?
As loot boxes são caixas virtuais que podem ser adquiridas com dinheiro real ou moedas compradas dentro dos jogos. Ao abrir uma dessas caixas, o jogador recebe recompensas aleatórias, sem garantia de obter os itens mais raros ou desejados.
Na decisão, a magistrada responsável pelo caso apontou que esse modelo de monetização utiliza o chamado "reforço intermitente", mecanismo psicológico que estimula o usuário a repetir compras na expectativa de receber recompensas mais valiosas. Para a Justiça, essa dinâmica pode favorecer comportamentos compulsivos, especialmente entre crianças e adolescentes.
Além da multa, a Justiça determinou uma série de adequações técnicas que deverão ser implementadas pelas empresas envolvidas. Entre as exigências estão:
A divulgação clara das probabilidades de obtenção dos itens
Avisos explícitos sobre o caráter aleatório das recompensas
Mecanismos mais robustos de verificação de idade
Sistemas de reembolso para compras realizadas por menores.
A movimentação chega logo após o ECA Digital, também conhecido como Lei Felca, entrar em vigor no Brasil. O Estatuto da Criança e do Adolescente Digital prevê a proibição de caixas de recompensas para menores de 18 anos, o que causou movimentações no mercado de games.
A Riot Games, por exemplo, aumentou a classificação indicativa de League of Legends e começou a realizar verificação de idade para manter as loots boxes em seus games evitar problemas com o ECA Digital. Já a EA Games disse que estava avaliando como proceder com a franquia EA FC, que possui o modo Ultimate Team, amplamente dependente de caixas de recompensa.
Crianças e adolescentes poderão pedir indenização, mas empresas podem recorrer
Além da condenação coletiva, a decisão abre caminho para que usuários afetados possam buscar compensações individuais. Crianças e adolescentes que compraram ou utilizaram loot boxes nos jogos citados poderão solicitar reparação própria na Justiça.
Para isso, será necessário comprovar a relação com os sistemas questionados e demonstrar os prejuízos sofridos. Cada caso deverá ser analisado individualmente em uma fase posterior do processo.
Apesar da repercussão da condenação, o caso ainda não está encerrado. As empresas condenadas podem recorrer da decisão nas instâncias superiores, o que significa que os pagamentos não ocorrerão de forma imediata.
Os valores definidos pela Justiça somente deverão ser depositados após o trânsito em julgado do processo, quando não houver mais possibilidade de recursos. Até o momento, as empresas envolvidas não comentaram sobre o assunto.
Domingo é dia da nossa tradicional lista de lançamentos da semana, para que você possa organizar a sua agenda gamer. E o grande destaque dessa vez é EA UFC 6, novo game da franquia baseada no maior evento de MMA do mundo, que chega com visual repaginado e uma série de novidades.
Outro destaque é Copa City, esperado simulador de gerenciamento de clubes de futebol, que vem chamando atenção pela sua variedade de opções, e presença de clubes brasileiros. A semana ainda temPokémon Champions chegando para plataformas mobile e muito mais. Confira a lista completa e os respectivos preços!
Copa City - 16 de junho
Plataformas: PC, PS5 e Xbox Series X / S
Copa City traz uma proposta bastante diferente dos simuladores esportivos tradicionais: colocar os jogadores na função de organizadores de grandes eventos de futebol. Sendo assim, ao invés de controlar atletas dentro de campo, a missão é preparar toda a infraestrutura necessária para receber milhares de torcedores antes de partidas decisivas, como organizar trajeto das torcidas ao estádio, e até mesmo organizar eventos para arrecadar fundos.
O jogo mistura estratégia e gerenciamento, exigindo planejamento de transporte, segurança, entretenimento e serviços para garantir o sucesso dos eventos. Com licenças oficiais de clubes e foco nos bastidores do esporte, o título oferece uma perspectiva inédita sobre o universo do futebol. O game ainda não possui um preço definido.
Pokémon Champions - 17 de junho
Plataformas: iOS e Android
Pokémon Champions é uma experiência competitiva focada exclusivamente nas batalhas entre treinadores, que chega agora para smartphones. Ele reúne criaturas de diferentes gerações da franquia em confrontos onde a estratégia prevalece. O game foi desenvolvido para atender tanto jogadores casuais quanto competidores veteranos, oferecendo sistemas de batalha familiares para os fãs da série.
Além dos modos online, o título conta com recursos de formação de equipes, personalização de estratégias para torneios, e partidas ranqueadas. Com foco no cenário competitivo, o game busca se tornar uma das principais plataformas para duelos entre treinadores Pokémon. O jogo será lançado de graça para iOS e Android.
R-Type Tactics I - II Cosmos - 18 de junho
Plataformas: PC, PS4, PS5, Xbox Series X / S, Nintendo Switch e Switch 2
R-Type Tactics I - II Cosmos reúne versões modernizadas dos dois jogos de estratégia da clássica franquia de ficção científica. Diferente dos tradicionais shooters da série, os títulos colocam os jogadores no comando de frotas espaciais. em batalhas táticas por turnos ambientadas em uma guerra interplanetária.
A coletânea traz gráficos atualizados, melhorias na interface e conteúdos adicionais para modernizar a experiência. Além disso, ela traz dezenas de unidades para comandar e campanhas extensas com dezenas de horas de duração. O pacote promete agradar tanto os fãs de guerra entre naves, como os de jogos de estratégia por turnos. O game ainda não possui um preço definido.
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales - 18 de junho
Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, PC e Switch 2
The Adventures of Elliot: The Millennium Tales é um RPG de ação, que acompanha um jovem aventureiro, em uma jornada épica através de um continente, que por sua vez é marcado por lendas antigas e segredos esquecidos. Ao lado de aliados, Elliot explora ruínas, enfrenta monstros e busca respostas sobre acontecimentos que podem mudar o destino do mundo.
O título combina exploração, combate em tempo real e progressão de habilidades. Tudo isso em uma aventura inspirada nos RPGs clássicos, com visual detalhado, e uma narrativa focada em descobertas e crescimento dos personagens. O jogo já está em pré-venda a partir de R$ 339,90, e conta com uma demo disponível gratuitamente.
EA Sports UFC 6 - 19 de junho
Plataformas: PS5 e Xbox Series X / S
EA Sports UFC 6 chega com a promessa de entregar a representação mais realista do MMA já vista na franquia. O jogo reúne atletas das principais categorias do UFC, além de trazer melhorias na física dos golpes, animações mais naturais e sistemas aprimorados de combate em pé e no solo.
Os modos carreira e multiplayer retornam com novidades, permitindo construir a trajetória de um lutador desde os primeiros combates até a disputa por cinturões. Além disso, ele conta com reprodução das transmissões oficiais, e um modo Hall da Fama onde é possível conhecer a histórias de lendas do esporte. O game já está em pré-venda a partir de R$349,00.
E na sua opinião, qual o principal lançamento da semana? Conte para a gente aqui nos comentários!
Após a revelação no State of Play no início do ano,Castlevania Belmont's Curse finalmente ganhou data de lançamento durante o Summer Game Fest na semana passada.
O título chega ao PC, PS5, Xbox Series X|S e Switch 2 no dia 15 de outubro, com a confirmação vindo acompanhada de novas cenas de jogabilidade em 2D no estilo metroidvania clássico da franquia.
O jogo é desenvolvido pela Evil Empire e pela Motion Twin, estúdios conhecidos por Dead Cells, em parceria com a Konami. O projeto foi criado para celebrar o 40º aniversário da franquia Castlevania e marca o retorno da série após um longo período sem novos títulos principais. Confira!
A Konami aproveitou a ocasião para deixar claro que Belmont's Curse é apenas o ponto de partida de planos maiores para a franquia. "Este é o início de inúmeros novos produtos relacionados a Castlevania", afirmou a empresa.
Conheça Castlevania Belmont's Curse, uma carta de amor aos fãs da franquia
Castlevania Belmont's Curse acompanha Rose Belmont, jovem descendente da lendária família de caçadores de monstros, em uma aventura ambientada em Paris no ano de 1499.
A cidade está tomada por criaturas monstruosas que surgem das sombras, e Rose parte com seu pai, Trevor Belmont, para combater a ameaça com o icônico chicote Vampire Killer.
Diferentemente de seus antecessores, a protagonista é apresentada como uma personagem mais ágil, com movimentação que explora amplamente as mecânicas do chicote — incluindo deslocamentos aéreos semelhantes aos de uma trapezista. O jogo também promete oferecer mais liberdade de exploração em relação aos títulos anteriores da série.
O jogo apresenta ainda o Sistema Arcanos, em que os chefes derrotados são aprisionados nas cartas de tarô de Rose e transformados em habilidades especiais utilizáveis em combate.
Como será o gameplay de Castlevania Belmont's Curse?
O gameplay exibido no trailer mais recente indica a presença de elementos leves de RPG, com números de dano visíveis durante o combate. Resta saber em que medida esses sistemas definirão a experiência final, especialmente se comparados à profundidade de títulos anteriores como Symphony of the Night, que priorizava níveis e itens.
A personalização do estilo de combate também é um dos pilares do título, com equipamentos distribuídos em sete categorias de armas e Relíquias que ativam efeitos especiais de ataque e defesa.
Além disso, o refinado estilo artístico e os visuais foram bastante elogiados nos materiais divulgados, mantendo a estética gótica característica que ajudou a conquistar tantos fãs para a franquia.
Claro, entre os chefes confirmados, estão figuras clássicas da franquia como a Morte, a Medusa e Carmilla, além da inédita Joana d'Arc.
Pré-venda de Belmont's Curse já está disponível nas plataformas
A pré-venda de Castlevania Belmont's Curse já está ativa nas plataformas em duas versões: Standard Edition e Midnight Edition. Quem realizar a pré-encomenda receberá como bônus um Traje Estilo Alucard para uso dentro do jogo.
A Midnight Edition inclui o jogo completo, uma Galeria de Arte e Som Digital e três itens bônus exclusivos: o Traje Estilo Trevor, o Traje Estilo Sypha e a Relíquia Agraciamento da Família. Confira os preços!
Para rodar Castlevania Belmont's Curse no PC, a configuração mínima exige Windows 11, processador Intel Core i5 8400, 16 GB de RAM, placa de vídeo GeForce GTX 1650 e 8 GB de armazenamento disponível.
Já a configuração recomendada substitui o processador por um Intel Core i5 10400 e a GPU por uma GeForce RTX 3060, mantendo os demais requisitos iguais. Confira!
Requisitos mínimos
SO — Windows11
Processador — Intel Core i5 8400
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — Nvidia GeForce GTX 1650
Armazenamento — 8 GB de espaço disponível
Requisitos recomendados
SO — Windows11
Processador — Intel Core i5 10400
Memória — 16 GB de RAM
Placa de vídeo — Nvidia GeForce RTX 3060
Armazenamento — 8 GB de espaço disponível
E você, está ansioso para voltar ao universo de Castlevania com Belmont's Curse? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!
Sabemos que o mundo dos games conta com inúmeros heróis e vilões que desafiam os limites da nossa imaginação; mas você sabe quais são os personagens mais fortes dos games?
Alguns deles se destacam não apenas por suas habilidades únicas, mas também pela forma como representam poder absoluto dentro de suas respectivas franquias. Seja pela força física, pela magia ou pela pura determinação, esses personagens se tornaram ícones e exemplos de poder quase ilimitado, mas quais seriam os mais poderosos?
Para descobrir isso, fizemos uma lista com os personagens mais fote dos games. Confira!
Pode até não parecer pelo visual, mas Kirby tem um poder realmente incrível (Fonte: Reprodução/Nintendo)
Com tantos poderes e habilidades diferentes, é complicado fazer comparações e definir os personagens mais fortes dos games, mas acredito que a nossa seleção seja bem justa.
1. Kirby
Apesar de sua aparência fofa e inofensiva, Kirby é um dos personagens mais poderosos já criados. Sua habilidade de absorver inimigos e copiar seus poderes o torna extremamente versátil, capaz de enfrentar qualquer desafio e puzzle com criatividade. Além disso, Kirby já demonstrou feitos cósmicos, como derrotar entidades divinas e salvar universos inteiros, provando que sua força vai muito além da superfície adorável.
Kirby também é praticamente indestrutível: sua resistência e capacidade de flutuar pelo ar lhe dão vantagem em qualquer batalha. Ele representa o paradoxo perfeito entre inocência e poder absoluto, mostrando que não é preciso ter uma aparência intimidadora para ser uma força imparável.
2. Akuma (Street Fighter)
Akuma é a personificação da luta sem limites. Dentro do universo de Street Fighter, ele é temido por dominar o Satsui no Hado, uma energia obscura que lhe confere força devastadora. Sua técnica mais famosa, o Raging Demon, é considerada uma das mais letais do mundo dos jogos de luta, capaz de destruir o adversário em questão de segundos.
Além disso, Akuma vive em busca de se tornar o guerreiro supremo, recusando qualquer forma de fraqueza ou compaixão. Sua filosofia de combate e sua aura de destruição o colocam como um dos personagens mais fortes e temidos dos videogames, sendo um verdadeiro símbolo da força bruta e da disciplina marcial.
3. Mewtwo (Pokémon)
Criado artificialmente a partir do DNA de Mew, Mewtwo é um dos Pokémon mais poderosos já concebidos. Sua força psíquica é tão intensa que pode controlar mentes, criar campos de energia e até mesmo se comunicar telepaticamente. Dentro da franquia, ele é retratado como uma criatura que transcende os limites da ciência e da natureza.
Mewtwo também carrega uma profundidade emocional rara: sua busca por identidade e propósito o torna um personagem complexo, além de poderoso. Essa combinação de força mental e física o coloca entre os mais fortes do universo dos videogames, sendo praticamente uma divindade entre os Pokémon.
Dá para dizer que o Doomslayer é a definição de fúria implacável. Conhecido por sua luta eterna contra demônios, ele é uma máquina de destruição que nunca recua diante do perigo em uma das maiores franquias de FPS dos games. Armado com um arsenal variado e força sobre-humana, o personagem é capaz de enfrentar hordas infernais sozinho, sempre com brutalidade e precisão.
Sua lenda vai além da força física: o Doomslayer é temido até pelos próprios demônios, que o veem como uma força inevitável de vingança. Ele representa o poder humano elevado ao extremo, transformando a luta contra o inferno em uma missão pessoal e interminável.
5. Bayonetta
Bayonetta é uma bruxa que combina estilo, poder e sensualidade na mesma medida. Suas habilidades mágicas, somadas ao domínio das artes marciais e ao uso de armas, fazem dela uma combatente quase invencível. Ela invoca demônios gigantes, manipula o tempo com o poder Witch Time e enfrenta inimigos celestiais com confiança absoluta.
Além da força, Bayonetta se destaca pela atitude: sua personalidade carismática e ousada a tornam uma das protagonistas mais memoráveis dos videogames. Sua mistura de elegância e poder brutal cria um contraste fascinante, consolidando-a como uma das personagens mais fortes e icônicas.
6. Dante (Devil May Cry)
Dante é um caçador de demônios que combina humor irreverente com poder devastador. Filho de Sparda, um lendário demônio, ele possui habilidades sobre-humanas, como regeneração, força extrema e domínio de armas variadas. Sua capacidade de alternar entre estilos de combate e liberar formas demoníacas o torna praticamente imparável.
O que torna Dante ainda mais impressionante é sua atitude despreocupada diante do perigo. Ele enfrenta inimigos colossais com sarcasmo e confiança, mostrando que sua força não está apenas em suas habilidades, mas também em sua mentalidade destemida. Dante é o equilíbrio perfeito entre poder e carisma.
7. Alucard (Castlevania)
Alucard, filho de Drácula, é um dos personagens mais fascinantes da série Castlevania. Dotado de poderes vampíricos, ele pode se transformar em névoa, morcego e lobo, além de possuir habilidades mágicas e força sobre-humana. Sua luta contra o próprio pai simboliza a batalha interna entre luz e escuridão.
Alucard também é marcado por sua elegância e melancolia, características que reforçam sua aura de poder. Ele não apenas enfrenta monstros e forças sobrenaturais, mas também carrega o peso de sua herança, tornando-o um dos personagens mais fortes e complexos dos videogames.
8. Amaterasu (Okami)
Amaterasu é a deusa do sol reencarnada em forma de lobo branco. No jogo Okami, ela utiliza o Celestial Brush, uma habilidade que permite alterar o mundo ao seu redor, desenhando elementos que se tornam realidade. Essa capacidade a coloca em um patamar divino, capaz de recriar e restaurar a própria natureza.
Além de sua força espiritual, Amaterasu é símbolo de esperança e renovação. Sua jornada não é apenas de combate, mas também de restauração da harmonia no mundo. Como personagem, ela representa o poder absoluto da criação, se consolidando como uma das figuras mais fortes e inspiradoras dos videogames.
Gostou de conhecer mais sobre os personagens mais fortes dos games? Deixe seu comentário nos dizendo se concorda com a nossa seleção ou se acredita que há outros personagens ainda mais poderosos que não apareceram por aqui!
Após um longo período sem grandes novidades, The Lost Wild, game de dinossauros no melhor estilo Dino Crisis, finalmente voltou a aparecer durante o Summer Game Fest da semana passada com um novo trailer de gameplay. Com isso, mais novidades do título também começaram a circular online.
Anunciado originalmente em 2022 pela Annapurna Interactive, o survival horror em primeira pessoa tem lançamento previsto para 2027 — embora a data exata não tenha sido compartilhada nesta ocasião
Desenvolvido pela Great Ape Games, o título aposta em uma proposta que lembra muito o clássico jurássico da Capcom ao colocar os jogadores em um ambiente dominado por dinossauros perigosos. A nova prévia mostrou mais da atmosfera tensa do game, que mistura exploração, sobrevivência e fuga em um mundo jurássico hostil.
Conheça The Lost Wild, game de dinossauros no melhor estilo Dino Crisis
Descrito pelos desenvolvedores como um "jogo de dinossauros imersivo e cinematográfico", The Lost Wild busca retratar essas criaturas como animais selvagens reais, com comportamentos próprios e hábitos observáveis. A proposta é transmitir tanto a admiração quanto o medo que esses predadores inspiram.
Na aventura, os jogadores assumem o papel de Saskia, que desperta em uma ilha misteriosa tomada por criaturas pré-históricas. Enquanto tenta sobreviver, a protagonista também precisa investigar os segredos do local e entender seu papel dentro daquela realidade.
A exploração será um dos pilares da experiência. Durante a jornada, será possível vasculhar instalações abandonadas, coletar suprimentos e encontrar ferramentas que aumentem as chances de sobrevivência diante das ameaças constantes.
Além de correr e se esconder, os jogadores poderão utilizar recursos não letais para lidar com os predadores. Entre eles está uma pistola de sinalização, capaz de intimidar algumas criaturas e criar oportunidades de fuga em momentos de perigo.
The Lost Wild terá gameplay em primeira pessoa
Diferentemente de Dino Crisis, The Lost Wild será totalmente jogado em primeira pessoa. A câmera aproxima ainda mais os jogadores da ação e reforça a sensação de vulnerabilidade diante dos dinossauros que habitam a ilha.
Segundo os desenvolvedores, a experiência foi construída para inverter a tradicional fantasia de poder presente em muitos jogos de ação. Aqui, o jogador é a presa e precisa agir com cautela para evitar se tornar alvo dos predadores.
O ciclo de gameplay gira em torno de observação, paciência e planejamento. Criar distrações, utilizar o ambiente a seu favor e escolher cuidadosamente cada movimento serão fatores essenciais para permanecer vivo durante a aventura.
Quando The Lost Wild será lançado?
The Lost Wild tem lançamento previsto para 2027 no PS5 e PC. A Annapurna Interactive e a Great Ape Games ainda não divulgaram uma data específica para a chegada do jogo.
Ansioso para explorar o mundo de The Lost Wild e enfrentar dinossauros em uma experiência inspirada em Dino Crisis? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!
Mais um domingo que se inicia com a nossa lista de indicações de games da semana, para te ajudar a escolher o que jogar nos próximos dias. E o grande destaque dessa vez é Resident Evil 4 Remake, versão modernizada de um dos capítulos mais icônicos da franquia da Capcom, e que está em promoção na PlayStation Store.
Outro destaque é Persona 5 Royal. O aclamado RPG da Atlus está de graça para assinantes do serviço Xbox Game Pass Ultimate. A lista ainda tem outros games em promoção ou de graça nos serviços por assinatura. Confira a lista completa de indicações de jogos da semana!
PlayStation 4 - Broken Sword: Shadow of the Templars Reforged
Broken Sword: Shadow of the Templars Reforged é uma versão modernizada do clássico game de aventura dos anos 90. A história acompanha George Stobbart, um turista americano que presencia um atentado em Paris e acaba envolvido em uma conspiração ligada aos Cavaleiros Templários. Com personagens carismáticos, quebra-cabeças desafiadores e uma narrativa repleta de mistérios, o jogo continua sendo uma referência para o gênero.
No PlayStation 4, o título está disponível gratuitamente para assinantes da PS Plus Extra e Deluxe. Esse é o momento perfeito para conferir um dos melhores jogos de aventura de todos os tempos, sem pagar nada a mais por isso.
PlayStation 5 - Resident Evil 4 Gold Edition
Resident Evil 4 Gold Edition reúne o aclamado remake do clássico da Capcom, junto com os conteúdos adicionais lançados posteriormente. A aventura acompanha Leon S. Kennedy, em uma missão para resgatar a filha do presidente dos Estados Unidos em uma vila dominada por uma ameaça misteriosa. A nova versão traz gráficos de última geração e jogabilidade refinada, sem perder a atmosfera de terror e ação.
No PlayStation 5, a edição está em promoção na PS Store, saindo de R$ 249,50 por R$ 74,85, um desconto de 70%. A oferta é uma excelente oportunidade para conferir a versão atualizada de um dos jogos mais aclamados da franquia.
Xbox One - Persona 5 Royal
Persona 5 Royal é uma versão expandida do aclamado RPG da Atlus. Ele coloca os jogadores no papel de um estudante que leva uma vida dupla como integrante dos Phantom Thieves. Durante o dia, ele frequenta a escola e constrói relacionamentos; à noite, invade mundos sobrenaturais para mudar o coração de pessoas corruptas. O game traz combate em turnos e elementos de simulação social, que o tornam um dos RPGs mais elogiados de sua geração.
No Xbox One, o título pode ser jogado gratuitamente por assinantes do Xbox Game Pass Ultimate. Enquanto estiver disponível no catálogo do serviço, os jogadores terão acesso completo a um jogo que facilmente ultrapassa a marca de 100 horas de conteúdo.
Xbox Series S / X - Street Fighter 6
Street Fighter 6 é o game mais recente da lendária franquia de luta da Capcom. Ele traz gráficos renovados, novos sistemas de combate e uma grande variedade de personagens clássicos e inéditos. Além dos tradicionais modos competitivos, o game introduz o World Tour, uma campanha focada em exploração e progressão de personagem, ampliando o conteúdo para jogadores de todos os perfis.
Nos consoles Xbox Series S e Xbox Series X, o título está com um desconto de 50% na Xbox Store, custando apenas R$ 95,50. A promoção, por tempo limitado, é uma excelente oportunidade para conferir um dos jogos de luta mais populares da atualidade.
Nintendo Switch - Dragon Ball FighterZ
Dragon Ball FighterZ reúne dezenas de personagens icônicos da franquia, em batalhas por equipes de três lutadores. O game recria combates clássicos, com visuais extremamente fiéis à animação original. Graças ao seu sistema de combate acessível, ele se transformou em um dos principais jogos de luta dos últimos anos.
No Nintendo Switch, o título está disponível na eShop brasileira por R$ 54,38, um desconto de cerca de 84%. A promoção é uma ótima oportunidade para adquirir um dos melhores games de Dragon Ball por um preço bem acessível.
PC (Amazon Luna) - G.I. JOE: Wrath of Cobra
G.I. JOE: Wrath of Cobra é um beat ‘em up inspirado nos clássicos dos fliperamas dos anos 90. O game coloca os heróis da equipe G.I. Joe, que no Brasil se chamavam Comandos em Ação, contra as forças da organização Cobra. O jogo aposta em ação cooperativa, visual retrô e personagens conhecidos da franquia, recriando confrontos contra inimigos e chefes emblemáticos.
No PC, o título está disponível gratuitamente para assinantes do Amazon Luna. Enquanto permanecer entre os jogos oferecidos pelo serviço, os usuários poderão resgatá-lo diretamente para suas respectivas contas no serviço Epic Games.
E na sua opinião, qual seria uma boa indicação de games para essa semana? Conte para a gente aqui nos comentários
Além da possibilidade de obter jogos na plataforma de PC sem precisar gastar nada, os jogadores também podem resgatar títulos totalmente de graça através do app da Epic Games nos celulares Android. A boa notícia aqui, no entanto, é que Guild of Dungeoneering Ultimate Edition já está disponível para resgate.
Se você está ligado aqui no Voxel, com certeza deve estar com a biblioteca da Epic Games no PC cheia de opções para jogar, e sem precisar ter gastado nada por isso.
Agora, todas as semanas também traremos as ofertas disponíveis no app da plataforma no Android — então deixamos aqui o convite para vir resgatar os títulos gratuitos por lá também!
Mais detalhes sobre o jogo gratuito no app da Epic Games nos celulares
Quer saber mais detalhes sobre o jogo gratuito disponível no app da Epic Games Store para celular? Então confira abaixo um trailer e uma breve descrição de Guild of Dungeoneering Ultimate Edition!
Guild of Dungeoneering Ultimate Edition
Guild of Dungeoneering Ultimate Edition é um RPG com elementos de estratégia e construção de masmorras que coloca o jogador no comando de uma guilda de aventureiros. Em vez de controlar diretamente os heróis, você influencia suas jornadas ao posicionar salas, monstros, armadilhas e tesouros pelo mapa, moldando o caminho que eles seguirão.
A edição Ultimate reúne todo o conteúdo lançado para o jogo, incluindo expansões, novas classes, missões e desafios adicionais. Com visual desenhado à mão e uma abordagem diferente dos RPGs tradicionais, o título combina gerenciamento, exploração e combate por turnos em uma experiência focada em planejamento e tomada de decisões.
Como resgatar o jogo gratuito no app da Epic Games Store na Play Store?
Lembrando que o título já se encontra disponível gratuitamente no app da Epic Games na Play Store e ficará assim até o dia 18 de junho, às 12h (horário de Brasília).
Assim como acontece no programa semanal de jogos gratuitos na versão de PC, todos os games reivindicados por meio do app da Epic Games Store nos celulares também são gratuitos e ficarão salvos para sempre em sua conta.
Veja abaixo o guia de como resgatar o jogo gratuito no app da Epic Games no Android!
Acesse o site oficial da Epic Games Store pelo navegador do seu celular ou no PC neste link do site oficial da empresa.
Toque no botão para baixar o instalador do aplicativo ou, no computador, escaneie o QR Code que baixa o executável.
Seu dispositivo pode exibir um aviso informando que o arquivo pode ser potencialmente perigoso. Isso acontece porque o app não está na Google Play Store.
Toque em "Baixar mesmo assim" para continuar.
Conclua a instalação e faça login na loja para pegar seus jogos grátis!
Curtiu o jogo gratuito da Epic Games no celular? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!
Existem muitos games que te dão total controle de situações diversas, seja do destino de múltiplos personagens, do seu próprio negócio ou até mesmo do mundo inteiro à sua volta. Inclusive, alguns jogos te permitem controlar o mundo.
Esses jogos podem ser muito divertidos, mas também muito diversos em relação ao gênero, estilo de gameplay e os objetivos que você tem como jogador. Se estiver com vontade de experimentar alguns desses tipos de títulos, pode confiar nas nossas recomendações logo a seguir. Confira!
Pokopia te deixa ser bem criativo ao mudar o mundo ao seu redor. (Fonte: Reprodução/Nintendo)
Para que você encontre as melhores alternativas, separamos jogos que deixam você dominar o mundo de maneiras bem diferentes. Alguns te deixarão responsável pela vida de pessoas, outros te entregaram uma cidade e há alguns que permitirão que você mude absolutamente tudo à sua volta.
1. SimCity
SimCity foi uma das primeiras experiências de muita gente criando e gerenciando uma cidade inteira, então é claro que não podia deixar de aparecer em nossa lista. Apesar de não vermos um novo game da série da Maxis há mais de uma década, os títulos antigos ainda são muito divertidos e alguns são até mais complexos do que simuladores de cidades mais atuais.
Podemos recomendar os jogos mais clássicos se não ligar para um gameplay mais datado, mas os que realmente valem mais a pena são SimCity 4 Deluxe e SimCity (2013).
2. The Sims
Outra excelente franquia criada pela Maxis, The Sims é uma boa opção para quem quer controlar o mundo e as pessoas vivendo nele. Na maior parte dos games da série, você pode criar e decorar qualquer tipo de lote, casa ou estabelecimento, além de criar e gerenciar seus próprios Sims.
Embora seja possível comprar e jogar qualquer um dos principais jogos da série atualmente, recomendamos que você experimente The Sims 2 para a melhor experiência geral, The Sims 3 se quiser o mundo aberto ou The Sims 4 se preferir algo mais moderno.
3. Tropico
O conceito de Tropico é meio diferente do outros jogos da nossa lista, já que te coloca no papel de um governante de uma ilha tropical. Na essência, o game é um construtor de cidades, mas além de fazer e cuidar das estruturas, você também deve criar políticas, fazer alianças com outros países e ficar de olho nas necessidades e humor dos habitantes da ilha.
Muitos fãs afirmam que Tropico 4 é o melhor jogo da série, então vale muito a pena experimentá-lo, mas se quiser algo mais atual, dá para jogar Tropico 5 ou Tropico 6 e ainda ter uma experiência muito divertida.
4. Minecraft
Considerando que você pode desmontar e montar o mundo de Minecraft exatamente da forma que quiser, é claro que ele não poderia deixar de estar na nossa lista.
O jogo está disponível em diversas plataformas, incluindo o Switch e dispositivos mobile, e sempre pode te oferecer aventuras bem diferentes. É possível jogar apenas o modo criativo, o modo de sobrevivência ou até mesmo o hardcore, sendo que tudo pode ser feito sozinho ou com seus amigos.
5. Cities Skylines
Considerando que SimCity está em um limbo atualmente, uma das melhores alternativas a se testar é Cities Skylines. Essa franquia oferece um gameplay mais moderno e cheio de recursos e mecânicas que deixam a construção e gerenciamento de cidades ainda mais divertidas e com bastante variedade.
Embora seja bem tentador de comprar Cities Skylines 2, nós recomendamos que você espere uma promoção e pegue o primeiro jogo e algumas DLCs, já que pode tirar um proveito maior dele.
6. Medieval Dynasty
Medieval Dynasty não te dá total controle do mundo como alguns jogos da nossa lista, mas permite que você colete recursos e construa sua própria vila e dinastia do zero e com suas próprias mãos. O legal é que você pode continuar esse trabalho ao longo de várias gerações, sempre assumindo o papel do novo herdeiro quando a hora certa chegar.
Vale dizer que o jogo continua a receber boas atualizações de conteúdo e com melhorias de qualidade de vida mesmo após seu lançamento oficial (além do acesso antecipado).
7. Town to City
Town to City é um construtor de cidades com um foco diferente de SimCity e Cities Skylines. A ideia não é tentar fazer uma cidade realista na qual você precisa se preocupar com encanamentos, eletricidade ou trânsito, por exemplo.
Em vez disso, o game te dá as ferramentas para criar uma cidade bonita e que seja agradável para os seus residentes, oferecendo empregos, entretenimento e algo para suprir suas necessidades básicas. O estilo visual é muito fofinho, o que dá ainda que dá mais ênfase para sua criatividade.
Bastante inspirado por Minecraft e Dragon Quest Builders, Pokopia é um jogo perfeito para adora controlar o mundo e ainda interagir com os monstrinhos da Nintendo.
Embora exista uma história e missões principais para se seguir, você ainda pode alterar o mundo como desejar, especialmente para tornar os cenários ainda mais agradáveis para o Pokémon à sua volta.
9. Animal Crossing: New Horizons
Por fim, também não dava para deixar de recomendar o excelente Animal Crossing: New Horizons. Embora os games anteriores também sejam incríveis, é inegável que New Horizons é o único que realmente te deixa controlar o mundo do jogo praticamente sem restrições.
Além de decorar sua ilha, você também pode modificá-la da forma que quiser, o que permite mais controle e criatividade.
Gostou de conhecer alguns jogos que te permitem controlar o mundo à sua volta? Deixe seu comentário nos dizendo o que achou das nossas recomendações!
A Cooler Master é uma das marcas de periféricos e componentes que mais permite personalização e eles mostraram isso novamente durante a Computex 2026. Na feira, a companhia taiwanesa especializada em coolers, gabinetes e fontes revelou os novos cases Qube 300L e Qube 340L, dois gabinetes feitos para quem gosta de personalização.
Mesmo antes do anúncio, a Cooler Master Brasil já havia me enviado duas unidades desses gabinetes para alguns testes. Mais uma vez, a companhia entrega um gabinete sólido e recheado de opções para várias montagens e setups diferentes. No entanto, eles possuem alguns errinhos que irritam um pouco.
Antes de prosseguir, vale notar que este não é um texto de análise aprofundada e está mais para um overview/hands-on. Esses modelos suportam até placas-mãe m-ATX e infelizmente eu estou sem modelos desse tipo, apenas com versões ATX grandonas. Por esse motivo, eu não consegui montar uma máquina nesses carinhas para rodar minha bateria de benchmarks.
A linha Qube da Cooler Master nunca me encheu tantos os olhos, afinal de contas eu sempre observava os modelos MasterFrame, MasterBox e HAF. Eu geralmente sou uma pessoa 8 ou 80 para gabinetes: ou gosto dos super compactos, como o NR200P ou um HAF 500 da vida.
Gabinetes Qube 340 e Qube 300L podem ser usados em pé ou deitados (Imagem: Felipe Vidal/TecMundo)
Mas quando eu recebi os Qube 340 e Qube 300L eu entendi o interesse dos consumidores por eles. São gabinetes fofinhos, bem compactos, com uma facilidade para montar e que parecem ter um ótimo sistema para o fluxo de ar. Há muitas possibilidades com esses carinhos e isso me deixou animado.
Esses dois modelos são parentes da linha Qube 500, maiores e com alguns acessórios extras embutidos. No caso da linha Qube 300, os gabinetes são modelos que ficam entre o segmento compacto e médio e com um tamanho amigável para todas as mesas e espaços. Confira as dimensões abaixo:
Qube 340 (preto): 386 x 230 x 429
Qube 300L (branco): 386 x 230 x 388
Esses carinhas são bem pequenos e geralmente vão ficar um pouco abaixo da altura do seu monitor. O preto, que é o Qube 340, é levemente maior, mas no lado a lado eu nem notei a diferença. O branco, Qube 300L (de Lite), é ainda mais compacto e achei mais bonito que a versão escura.
Vários filtros de mesh permitem uma limpeza mais simples para esses gabinetes da linha Qube (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Vale notar que somente o Qube 340 vem com essas duas alças metálicas no topo para ajudar no transporte - e como eu queria que todo gabinete desse suporte nativo para isso. Como esse é um case pequeno, carregar ele de um cômodo para outro, em dias de limpeza ou arrumação, é uma mão na roda.
Todo furadinho
Você já deve ter percebido que os Qube 300L e Qube 340 tem uma construção e design diferente dos demais gabinetes, pelo menos no topo, frontal e inferior. Eles são todos furadinhos em pequenos círculos, recebendo um design bem único e que ainda facilita consideravelmente a passagem de ar.
Espaço interno dos cases permite uma montagem bem potente para muitos (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
O interior e exterior dos novos gabinetes da Cooler Master é construído por meio de uma mistura de plástico, aço galvanizado e uma tampa de vidro temperado - como já era esperado. Em quase toda a estrutura desses modelos, a fabricante revestiu com filtros mesh imantados para manter a sujeira de fora.
Por falar em tampa, os dois novos Qube possuem um mecanismo que trava a tampa de vidro quando ela for aberta. Não há necessidade de parafusos, pois ela abre e fecha por pressão. Mas quando aberta, ela fica suspensa na lateral e não cai imediatamente, adicionando uma camada de segurança que todos os gabinetes deveriam ter.
Tampa de vidro temperado bamba ou com pouca margem de segurança é um perigo para os usuários (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Em contrapartida, as tampas laterais para realizar a passagem e arrumação dos cabos é bem chata. Como esses gabinetes parecem um quadrado (embora sejam um retângulo), fechar a tampa lateral sempre foi um desafio. Não há nenhuma setinha ou indicação do modo certo de fechá-la, então você pode passar um tempo se frustrando nesse desafio enfadonho.
Como você já deve ter percebido, o Qube 340 e Qube 300L são gabinetes bem simples e isso é legal, mas um ponto específico me incomoda. Nestes modelos não há uma cobertura para a fonte, que serve não somente para esconder a PSU, como também seus cabos. Eu acho bem feias as montagens em gabinetes que não tem esse cover, afinal de contas eu quero ver a menor quantidade de cabos possível.
Novos Qube 300L e Qube 340 acompanha um cooler preto de 140 mm na região traseira para ajudar no arrefecimento (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Altamente modular
Um dos grandes destaques da linha Qube é a capacidade dessa série de gabinetes em apresentar soluções distintas ao público, especialmente à comunidade do DIY (Do It Yourself, Faça Você Mesmo, em tradução literal). Os furinhos espalhados por toda a carcaça não são à toa, aliás.
O melhor exemplo prático da modularidade é a possibilidade de inserir essas alças no computador, mas também um suporte de fone de ouvido. No Qube 340 a Cooler Master envia um pequeno tubinho branco que pode ser encaixado no frame frontal do gabinete e lá você pendura seu headset.
Suporte de headset que acompanha o Qube 340 poderia ser na mesma cor do gabinete (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Um dos objetivos da companhia é tornar esse tipo de case bem atrativo para moders e pessoas com uma boa imaginação. Eu particularmente achei a pecinha do headset bem feia, mas quem tem uma impressora 3D pode fabricar basicamente o que quiser e encaixar nos furinhos. A tela mesh é maleável, então basta um estilete para recortar e encaixar da maneira que preferir.
Se eu tivesse uma impressora 3D, talvez eu tentaria imprimir um suporte de carregamento para o meu mouse reserva, que pudesse ficar preso nessa parte frontal enquanto é conectado por um cabo USB do painel. São dezenas de furinhos espalhados, então o céu é o limite para os modders.
Por falar em personalização, é legal notar que você pode retirar aquele painel de conectores frontal da parte inferior e colocá-lo na parte superior. Na verdade, no Qube 300L é possível encaixá-lo até mesmo lá no topo, como muitos gabinetes fazem. É uma premissa bem divertida.
Hub de conexões dos Qube 340 e Qube 300L fica bem disfarçado na parte frontal (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Aliás, esse HUB de conexões conta com duas portas USB Tipo-A 3.2 Gen 1, um USB Tipo-C 3.2 Gen 2x2 e um combo de fone e microfone. No meio, fica o botão de liga e desliga, que também adota a função de reset.
As especificações
Pequenos, modulares e aparentemente simples, os Qube 300L e Qube 340 ainda têm algumas cartas na manga que me surpreenderam. A primeira delas está no suporte ao resfriamento, que na parte dos liquid coolers é padrão: radiadores de no máximo 240 mm tanto na frontal quanto no topo, além de um 120 mm na traseira.
Isso significa que o usuário pode inserir até duas ventoinhas de 120 ou 140 mm em todos os lados e fazer um sistema bem bacana. Agora, o que surpreende é a altura máxima permitida para um air cooler: 178 cm. Isso é maior do que muitos gabinetes grandes por aí e fazem caber o meu pesado Noctua NH-D15 e até o TRYX Turris com sua telinha. Impressionante.
Parte traseira dos novos Qube não tem tanto espaço assim, então o cover de PSU seria excelente para a arrumação dos cabos (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Dentre outros pontos que valem uma atenção extra está o espaço horizontal permitido para a placa de vídeo, que é de até 366 mm sem a ventoinha frontal instalada. No lado da fonte de alimentação, o espaço máximo do componente é de 200 mm, então PSUs normais vão caber facilmente. Confira as specs abaixo:
Placas-mãe suportadas: Mini-ITX e Micro-ATX;
Altura máxima para CPU Cooler: 178 mm;
Tamanho máximo de fonte de energia: 200 mm;
Tamanho máximo de GPU: 366 mm (sem a ventoinha frontal);
HUB de conexões: 2x USB A 3.2 Gen 1, 1x USB Tipo-C 3.2 Gen 2x2, combo fone e microfone;
Garantia: 2 anos.
Donos de SSDs terão espaço para inserir seus modelos SATA sem problemas (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)
Será que vale a pena?
Os Qube 340 e Qube 300L têm o espírito da Cooler Master e agradam com suas especificações, especialmente para quem deseja um gabinete repleto de possibilidades. Ele tem alguns pontos que não me agradam, como uma das tampas laterais e a falta de cobertura para a fonte, mas não são impeditivos para o uso.
Esses são alguns que podem se popularizar bastante no mercado brasileiro quando forem lançados por aqui, assim como já acontece no MasterBox Q500L, que segue uma premissa ligeiramente similar.
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