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A Coroa Perfeita, Hotel Del Luna e mais: 5 doramas com IU para maratonar

27 de Abril de 2026, 19:00

Os doramas com IU são grande sucesso de público nos streamings. A idol é um dos nomes mais versáteis do entretenimento sul-coreano, transitando com facilidade entre a música e a atuação. Ao longo dos anos, a artista construiu uma filmografia marcada por personagens complexas e memoráveis em diferentes gêneros, desde fantasias românticas a dramas intensos. A nova protagonista da atriz é Sung Hui-ju, personagem de A Coroa Perfeita, um dos doramas mais aguardados do ano, que estreou em abril deste ano no Disney+. O nome da artista está em alta com frequência, seja pela música ou pela atuação. Para quem quer mergulhar no trabalho de IU nas telas, o TechTudo reuniu cinco doramas essenciais disponíveis no streaming. Veja, a seguir, boas sugestões de títulos para assistir com IU. 🎬 Veja 12 melhores doramas de romance para assistir online e se apaixonar 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Hotel del Luna está entre os doramas de fantasia e romance que valem a pena assistir Reprodução/Rakuten Viki 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo A Coroa Perfeita: influente, mas sem poder, uma herdeira decide buscar um casamento por contrato com um príncipe Hotel Del Luna: uma mulher está presa sob uma maldição a um hotel para almas perdidas e precisa encontrar um pecador maior para se libertar. Se a Vida Te Der Tangerinas: uma jovem rebelde luta pelos seus sonhos na década de 50, enquanto enfrenta perdas, decisões delicadas e um amor arrebatador. Meu Senhor: o caminho de duas pessoas de realidades se cruzam em meio a adversidade em suas vidas e constroem uma ligação inesperada. Sonhe Alto: uma adolescente se junta a uma escola de artes para se tornar uma cantora famosa e pagar as dívidas do pai. 1. A Coroa Perfeita A Coroa Perfeita é o trabalho mais recente de IU, atualmente com episódios semanais no Disney+. Ambientado em uma realidade em que a Coreia do Sul atual é governada por uma monarquia, IU vive Hui-ju, uma herdeira que apesar da enorme fortuna, não tem o título nobre da família real. Em busca da posição influênte e poderosa, a jovem vê no Príncipe Ian, vivido por Byun Wooseok (Adorável Corredora), uma oportunidade de um casamento por contrato. O elenco também é composto por Gong Seung-yeon (Karma), Noh Sang-hyun (Pachinko) e Lee Yeon (Kill Boksoon). Número de episódios: 12 Recepção: 8.4 (IMDb) Onde assistir: Disney+ A Coroa Perfeita é um K-drama estrelado pelo ator Byeon Woo‑seok e a idol IU Reprodução/IMDb 2. Hotel Del Luna A trama acompanha Jang Man-wol, uma misteriosa dona de um hotel que atende apenas espíritos. Em Hotel Del Luna, a protagonista vivida por IU é marcada por uma antiga maldição que a obriga a permanecer no hotel até encontrar alguém com um pecado maior. A chave para libertá-la parece estar em Goo Chan Sung, interpretado por Yeo Jin-goo (O Palhaço Coroado), um ex-gerente de hotel que é obrigada a trabalhar com Man-wol devido a um acordo do pai. Além de IU e Yeo Jin-goo, também compõem o elenco Lee Do-hyun (A Lição), Kang Mi-na (Dokgo Rewind) e P.O (Encounter). Número de episódios: 16 Recepção: 8.1 (IMDb) Onde assistir: Rakuten Viki e Netflix Hotel Del Luna é uma fantasia que prende o espectador durante os 16 episódios Reprodução/IMDb 3. Se a Vida Te Der Tangerinas Neste drama que atravessa o tempo, IU interpretada Ae-Sun e Yang Geum-Myeong, mãe e filha, alternando em períodos diferentes do núcleo familiar. Inicialmente, o dorama é ambientado na Ilha de Jeju nos anos 50, mostrando a juventude de Ae-sun, uma jovem rebelde, mas que sonha em se tornar uma escritora. Sempre ao seu lado está Gwan-Sik, interpretado por Park Bo-gum (Passarela dos Sonhos), um rapaz silencioso mas que faria qualquer coisa por ela. A partir da cotidiano da protagonista ao longo do tempo o dorama aborda temas como amadurecimento, luto e superação em uma narrativa que reflete sobre as escolhas da vida. Número de episódios: 16 Recepção: 9 (IMDb) e 100% (Rotten Tomatoes) Onde assistir: Netflix Se A Vida Te der Tangerinas diverte e emociona com as atuações de IU e Park Bo-gum Reprodução/Mydramalist 4. Meu Senhor Aqui, IU é Lee Ji-an, uma jovem marcada por dificuldades financeiras e emocionais, que precisa se manter firme para cuidar da avó doente. Ao lado está Park Dong-hoon, que apesar de um emprego aparentemente estável tem uma vida desajustada devido ao caso extraconjugal da esposa e a responsibilidade de sustentar os irmãos desempregados. Uma conexão inesperada surge entre eles quando seus caminhos se cruzam. O elenco conta com Lee Sun-kyun (Parasita), Lee Ji-ah (A Cobertura) e Park Ho-san (Prison Playbook). Número de episódios: 16 Recepção: 9 (IMDb) Onde assistir: Rakuten Viki Em My Mister, o público acompanha a jornada de afeto entre dois protagonistas totalmente diferentes Divulgação/Rakuten Viki 5. Sonhe Alto Um dos primeiros trabalhos de IU como atriz, a dorama aclamado na Coreia do Sul acompanha um grupo de estudantes da Kirin Arts High, uma escola de artes para aqueles que sonham em se tornar estrelas. IU interpreta Kim Pil-sook, uma jovem com um talento extraordinário para o canto. A trama se desenrola quando Go Hye-mi se junta a instituição após seu pai falir e se envolver com agiotas. Para proteger a irmã mais nova e pagar as dívidas, Hye-mi precisa treinar para se tornar uma cantora de K-pop e ganhar dinheiro. Além de IU e Suzy (Doona), que interpreta Hye-mi, o elenco é composto por outros nomes envolvidos na música como Taecyeon (Vincenzo), Wooyoung (O Milagre) e Eun-jung (Queen’s House). Número de episódios: 16 Recepção: 7.6 (IMDb) Onde assistir: Rakuten Viki Dream High é um dos clássicos do gênero Divulgação/Netflix Com informações de Rakuten Viki, AsianWiki e IMDb. 🎥 O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero Saiba mais Initial plugin text

Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria: entenda o final explicado do filme

27 de Abril de 2026, 18:30

O final do filme Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, disponível em locadoras digitais como as do Amazon Prime Video, Apple TV e Claro TV+, deixa mais perguntas do que respostas, o que tem intrigado boa parte do público. Escrito e dirigido por Mary Bronstein, o filme é estrelado por Rose Byrne (Vizinhos) e combina tensão psicológica com drama ao acompanhar a trajetória de uma mãe exausta. O longa aposta em um desfecho aberto e carregado de simbolismos, que possibilita diversas interpretações. No guia do TechTudo, você confere o final explicado de Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, com mais detalhes sobre o destino de Linda e sua filha, além de possíveis leituras para as metáforas construídas ao longo da narrativa. Continue lendo para saber mais. 🎬 O Homem Invisível: entenda final explicado do filme de suspense 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é estrelado por Rose Byrne, que foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz pelo papel Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo No guia do TechTudo com o final explicado de Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, você encontra: Sinopse Elenco Repercussão O que acontece no final de Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria? Qual é a mensagem do filme? Qual é a doença da filha de Linda? Linda morre ao final do filme? Qual é a explicação para o buraco no teto? Qual é o significado do nome do filme? Onde assistir ao filme? Vale a pena assistir? Filmes parecidos com Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria Sinopse Linda é uma psicóloga e mãe, totalmente exausta. Além de lidar com a sua vida profissional, ela precisa equilibrar a ausência do marido, que viaja a trabalho, com os cuidados da filha, que lida com uma doença complicada. Para piorar tudo, um enorme buraco aparece no teto de seu quarto, fazendo com que Linda e a menina precisem se mudar para um hotel. Com a vida desmoronando, a protagonista se vê cada vez mais ultrapassando seus limites. Elenco O longa é estrelado por Rose Byrne como Linda. Conan O'Brien (Truque de Mestre), Danielle Macdonald (O Turista) e Christian Slater (Atração Mortal) estão no elenco como o terapeuta de Linda, a paciente Caroline e o marido Charles. Além deles, ASAP Rocky (Luta de Classes) e Ivy Wolk (Anora) compõem o núcleo dos funcionários do hotel, como James e Diana. Por fim, Daniel Zolghadri (Oitava Série) e Ella Beatty (Monstros) são Stephen e Kate, pacientes de Linda, enquanto a própria diretora e roteirista Mary Bronstein (Você Não Vai Sentir Minha Falta) dá vida a Drª Spring, uma profissional que ajuda no tratamento da filha da protagonista. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é estrelado por Rose Byrne como Linda Reprodução/IMDb Repercussão O longa contém média de 6.6 pontos no IMDb. No Rotten Tomatoes, é aprovado por 92% da crítica, adquirindo o Selo Fresco, e conta com 79% de aprovação da audiência. Além disso, Rose Byrne concorreu ao Oscar de Melhor Atriz na última edição do prêmio pelo papel. Nas plataformas de review, o longa é elogiado pelo público, que considera a obra “surpreendente, obscura e engraçada”. Um dos usuários no Rotten Tomatoes aponta que o filme é “angustiante e nunca sabemos quando Linda irá surtar”. Peter Bradshaw, do The Guardian, avaliou Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria com quatro estrelas e afirma: “É uma comédia de terror psicológico sobre depressão pós-parto e o estresse da solidão parental. É um filme assustador com uma heroína filmada quase sempre em closes ameaçadores – mas em vez de aparições sobrenaturais, há simplesmente os problemas banais dos cuidados com os filhos”. Já Peter Debruge, da Variety, faz coro e exalta a atriz principal: “Rose Byrne está brilhantemente desequilibrada em um drama caótico sobre um colapso materno. A roteirista e diretora Mary Bronstein vê algo em Byrne que a indústria não percebeu, escalando a estrela no filme independente, ora estimulante, ora enlouquecedor”. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é considerada uma obra "surpreendente, obscura e engraçada" Reprodução/IMDb O TechTudo também explica 🔎 O Jogo do Predador: veja final explicado do novo filme de suspense Netflix O Grande Truque: entenda final explicado e 'plot twist' do filme Stranger Things Histórias de 85: entenda final explicado da série Netflix Os Casos de Harry Hole: veja final explicado da série de suspense Netflix Juntos: entenda final explicado do aclamado filme de terror O Refúgio Atômico: entenda final explicado da série Netflix Desobedientes: entenda final explicado da nova série de suspense da Netflix O que acontece no final de Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria? Enquanto está hospedada com a filha, Linda mergulha em uma rotina de exaustão e fuga: passa as noites comendo compulsivamente, bebendo vinho e fumando maconha. Em paralelo, desenvolve uma obsessão crescente pelo buraco no teto de sua casa, a ponto de caminhar sozinha até lá, deixando a criança apenas com uma babá eletrônica. O problema nunca parece se resolver, apesar das garantias do marido de que há profissionais cuidando disso. A situação da filha também se agrava. A menina segue sem se alimentar adequadamente, e Linda, cada vez mais desconfiada das abordagens médicas, decide interromper o tratamento profissional. Ao perceber que a remoção do tubo de gastrostomia é mais simples do que imaginava, começa a cogitar fazê-lo por conta própria. Após um encontro especialmente perturbador com uma de suas pacientes, Linda retorna ao hotel desestabilizada. Em um momento de descuido, derruba os fluidos de alimentação da filha. Exausta e já tomada por uma lógica própria, ela toma uma decisão radical: remove o tubo do estômago da criança. O silêncio repentino da máquina e a aparente “normalização” do corpo da filha dão a ela a sensação de que finalmente resolveu o problema. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria traz uma visão honesta e brutal sobre a maternidade Reprodução/IMDb Movida por essa falsa certeza, Linda corre até sua casa. Lá, encontra o marido, Charles, ao lado de pedreiros, informando que o buraco no teto foi consertado. Quando ele pergunta pela filha, Linda mente. Ao retornarem ao hotel, James está no quarto da criança e Linda finge que ele é a babá. O funcionário nega a informação e explica que foi até lá porque ouviu a criança gritando e percebeu que ela estava com a barriga machucada. Então, a protagonista percebe o que fez e vê que a lesão está longe de cicatrizar, como acreditava. O marido reage com horror e a confronta, mas Linda foge em direção à praia. Ali, ela tenta repetidamente entrar no mar para se afogar. Incapaz de sustentar o gesto, recua e se deita na areia, recorrendo aos exercícios de respiração que costuma ensinar aos pacientes. Em seguida, desmaia. Ao despertar, é chamada pela filha e, pela primeira vez, vemos o rosto da criança. O filme se encerra com Linda afirmando que, agora, vai ficar bem. Qual é a mensagem do filme? A premissa central do filme parte da ideia de que a maternidade pode ser profundamente exaustiva, a ponto de algumas mulheres simplesmente não desejarem esse caminho ou até fantasiarem escapar dele. “Existe uma ideia falsa, que muitas mulheres compram, de que se você teve um bebê, você saberá o que fazer, por instinto. Mães são seres humanos. Elas têm sentimentos de que não temos conhecimento e tudo bem. Mesmo assim, ter pensamentos e sentimentos e expressá-los pode ser bem assustador”, explica a criadora Mary Bronstein em entrevista ao Roger Ebert. Nesse sentido, o filme também expõe como, frequentemente, mães são tratadas como “amortecedores” de problemas, absorvendo tudo ao redor sem que lhes seja oferecido suporte real. Já em conversa com o veículo Mashable, Mary detalha alguns dos recursos narrativos utilizados para construir essa percepção. Um dos mais marcantes é a decisão de não mostrar o rosto da filha de Linda até o desfecho. Além de reforçar a identificação com a protagonista e evidenciar que a narrativa é baseada em seu ponto de vista, a diretora e roteirista sugere que essa escolha revela algo mais incômodo: para Linda, a filha deixa de ser percebida como sujeito e passa a ocupar o lugar de um fardo imposto a ela. Qual é a doença da filha de Linda? O filme não revela explicitamente o diagnóstico da filha de Linda. Ainda assim, uma das interpretações é a de que a criança possa estar dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre os sintomas, está a seletividade alimentar, característica que pode levar à recusa de comida. Em quadros mais graves, esse comportamento pode exigir intervenções como a gastrostomia — procedimento que permite a alimentação por meio de um tubo. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria: ao final do filme, Linda tenta se matar Reprodução/IMDb Linda morre ao final do filme? Não. Ao descobrir que arrancou o tubo de sua filha, colocando a vida da criança em risco, Linda tenta se matar ao se jogar no mar. Porém, ao final, é possível ver que ela sobrevive e poderá, enfim, contar com ajuda. Qual é a explicação para o buraco no teto? Existem diversas teorias sobre o buraco no teto, que dialoga com o buraco no estômago de sua filha. Não à toa, os dois são fechados ao mesmo tempo, na mente de Linda. Ainda em entrevista à Roger Ebert, Mary Bronstein diz que encara o buraco como um portal para os traumas da protagonista. “Para Linda, é um local assustador. Tem vozes e muitas coisas acontecendo ali. É uma parte dela da qual ela simplesmente não pode evitar. Quando você tem um trauma e tenta colocá-lo em outro lugar, ele vai pegar você. Vai continuar crescendo, como o buraco”, explica. Qual é o significado do nome do filme? A autora e diretora conta que já tinha o título em mente há anos, muito antes de desenvolver a história. Só ao finalizar o roteiro percebeu que a frase se encaixava perfeitamente no que queria expressar. O nome dialoga diretamente com a postura de Linda ao longo do filme: uma personagem que se mostra submissa diante dos problemas, com dificuldade de pedir ajuda, estabelecer limites e se posicionar de forma mais firme. Não por acaso, a primeira fala do longa vem da própria filha, que descreve a mãe como alguém “maleável” e fácil de controlar. Essa caracterização inicial funciona quase como uma chave de leitura para o restante da narrativa, sugerindo que o título não é apenas provocativo, mas também uma síntese do estado emocional e psicológico da protagonista. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria está disponível em streamings como Claro TV+ Reprodução/IMDb Onde assistir ao filme? Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria está disponível na Claro TV+. O filme também pode ser alugado no Amazon Prime Video, Youtube e Google Play Filmes. Vale a pena assistir? Sim, especialmente se você gosta de filmes incômodos, que mexem mais do que explicam. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria aposta em um clima sufocante, que pode deixar até quem é mais resistente com uma sensação de angústia, beirando a falta de ar, enquanto a narrativa embaralha os limites do que é real ou não. Embora muitas atitudes de Linda causem estranhamento, o filme constrói uma empatia inegável. É desconfortável reconhecer o quanto aquela exaustão faz sentido. Para mães, a identificação pode ser ainda mais direta, especialmente nos pensamentos que raramente são ditos em voz alta. Mas reduzir o filme a esse público seria pouco: ele funciona como uma provocação mais ampla sobre cuidado, sobrecarga e solidão. No fim, além de tudo isso, ainda é um filme muito bem sustentado por Rose Byrne, que carrega a narrativa quase sozinha, com uma atuação intensa. Filmes parecidos com Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria Longas que abordam a maternidade de forma honesta, bruta e única dialogam com o título. Alguns exemplos são Morra, Amor (2025), A Filha Perdida (2021), Tudo Sobre Minha Mãe (1999), Pieces of a Woman (2020) e Tully (2018). Para além disso, obras que trabalham a saúde mental feminina e os padrões sociais impostos às mulheres também podem ter a ver com Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria. Nesse sentido, vale conferir To The Bone (2017), Sorry, Baby (2025), As Virgens Suicidas (1999) e Garota, Interrompida (1999). A Filha Perdida (2021) é uma boa opção de longa sobre maternidade Reprodução/IMDb Com informações de Decider, IMDb, Mashable, Rotten Tomatoes, Robert Ebert, The Guardian, Variety 🎥 Qual filme todo mundo gosta MENOS você? Listamos 5 obras superestimadas! Qual filme todo mundo gosta MENOS você? Listamos 5 obras superestimadas! Mais do TechTudo Initial plugin text

Que horas sai o 5º episódio de The Boys? Confira resumo e dúvidas

27 de Abril de 2026, 18:00

A última temporada de The Boys estreia seu 5º episódio nesta quarta-feira (29) no Amazon Prime Video, trazendo as consequências dos eventos em Fort Harmony. Criada por Eric Kripke, a série acompanha um cenário cada vez mais instável, marcado pelo regime autoritário nos Estados Unidos e pelo uso da religião como ferramenta de manipulação. No episódio anterior, a trama levou os personagens até a instalação abandonada da Vought, onde a presença de um fungo alterou o comportamento do grupo, além de aprofundar a rivalidade entre Capitão Pátria (Antony Starr) e Soldier Boy (Jensen Ackles). Entre os pontos que mais chamaram a atenção, o episódio levanta questões sobre o que realmente é Fort Harmony e qual é a ligação entre Quinn e Soldier Boy. Pensando nisso, o TechTudo reuniu um guia com o cronograma de lançamento, o horário de exibição e um resumo do episódio anterior, além de esclarecer os principais pontos do capítulo. A seguir, confira! Vale lembrar que a matéria contém spoilers do episódio 4. 🎬 Gen V: veja elenco, trailer e onde assistir ao spin-off de The Boys 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Que horas sai o 5º episódio de The Boys? Confira resumo e dúvidas Divulgação/Prime Video 📝 Como faço para pagar o streaming da Netflix com pix? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista sobre The Boys, você encontra os seguintes itens: Sinopse da 5ª temporada Resumo do episódio 4 de The Boys O que é o composto V1? O que é o Fort Harmony e por que os vigilantes tentaram se matar lá? Quem é o “fungo humano” que aparece no episódio 4? O Super Planta (Quinn) é irmão de Soldier Boy? Que horas começa o 5º episódio de The Boys? Cronograma de lançamento Onde assistir dublado Sinopse da 5ª temporada de The Boys Inspirada nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, a série se passa em um universo onde super-heróis são tratados como celebridades e símbolos de justiça, mas atuam guiados por interesses próprios sob a influência de uma corporação poderosa. Na quinta temporada, The Boys apresenta um cenário distópico em que Capitão Pátria consegue manipular o governo dos Estados Unidos por meio de um presidente fantoche, impondo medidas autoritárias e perseguindo opositores. Enquanto isso, Luz-Estrela tenta organizar uma resistência clandestina com o apoio de Trem-Bala, reunindo forças contra o avanço do regime. Resumo do episódio 4 de The Boys Intitulado “King of Hell”, o quarto episódio da quinta temporada de The Boys acompanha a ida dos Rapazes até Fort Harmony, uma antiga instalação da Vought ligada aos primeiros testes com o Composto V. Enquanto Capitão Pátria passa a investir em uma narrativa religiosa para consolidar sua imagem como líder absoluto, Butcher (Billy Bruto) segue focado em encontrar uma forma de impedir o avanço do vilão, mesmo sem ter o vírus pronto. O episódio também alterna com a jornada de Annie, que revisita o passado ao reencontrar o pai, em meio ao clima de tensão política que domina o país. Annie consegue se reconciliar com seu pai Divulgação/IMDb Já dentro de Fort Harmony, o grupo começa a perceber que algo está errado quando encontram sinais de destruição e corpos espalhados pelo local. Aos poucos, Hughie, MM e Kimiko passam a agir de forma mais agressiva e impulsiva, até que Frenchie identifica a causa: um fungo presente na instalação, capaz de intensificar sentimentos como raiva e ressentimento. Imune aos efeitos, ele tenta manter o controle da situação enquanto os demais perdem completamente o filtro, entrando em conflito direto uns com os outros. Enquanto isso, Capitão Pátria e Soldier Boy também chegam ao local em busca do V1, o que aumenta ainda mais o risco de confronto. Durante uma discussão entre os dois, Soldier Boy decide agir e prende o Capitão Pátria dentro de um cofre contendo material radioativo, causando dor intensa no vilão e revelando sua disposição em impedir que ele tenha acesso ao V1 e a imortalidade. Frenchie descobre que Quinn é responsável pela contaminação em Fort Harmony Divulgação/Prime Video A situação atinge o limite quando Frenchie descobre que Quinn, um antigo experimento transformado em um híbrido coberto por fungos, é o responsável pela contaminação. Para encerrar o efeito, ele provoca Soldier Boy até que o super elimine Quinn com sua explosão de energia. Com a morte do “fungo humano”, os efeitos cessam e o grupo consegue se recompor. Capitão Pátria consegue escapar do cofre e encontra Soldier Boy em um momento de fragilidade, após ter eliminado Quinn, revelando um possível vínculo mais profundo entre os dois. Ao mesmo tempo, a disputa pelo V1 parece cada vez mais difícil. Soldier Boy parece sofrer após eliminar Quinn Divulgação/Prime Video Nos momentos finais do capítulo, durante um culto, Oh Father apresenta Capitão Pátria como o “profeta do senhor” da recém-criada Igreja Democrática da América, sob aplausos de uma plateia de seguidores, mostrando que o uso da religião como ferramenta de manipulação ganha ainda mais força, preparando o terreno para os próximos episódios. Confira o resumo do episódio 4 da 5ª temporada de The Boys Divulgação/IMDb O que é o composto V1? O Composto V1 é a primeira versão do Composto V, criada nos experimentos iniciais conduzidos por Frederick Vought durante a Segunda Guerra. Diferente das versões posteriores, essa fórmula original teria efeitos mais extremos, incluindo a possibilidade de prolongar a vida ou tornar o usuário praticamente imortal. Por ser instável e altamente perigoso, o V1 acabou sendo abandonado e substituído por versões mais controladas. Na quinta temporada de The Boys, o soro volta ao centro da trama como um recurso cobiçado, capaz de mudar o equilíbrio de poder entre os personagens. O Composto V1 é um dos temas centrais da última temporada de The Boys Divulgação/Prime Video O que é o Fort Harmony e por que os vigilantes tentaram se matar lá? Fort Harmony é apresentado como um antigo hospital militar que, décadas atrás, serviu como base para experimentos secretos conduzidos por Frederick Vought. O local funcionava como um centro de pesquisa voltado à criação de supersoldados, reunindo militares e voluntários em testes arriscados com versões iniciais do Composto V. The Boys - episódio 4 Divulgação/Prime Video Ao chegarem ao hospital em busca de pistas sobre a origem do composto, os integrantes dos The Boys acabam expostos a um tipo de esporos que se espalhou pelo ambiente. A infecção altera o comportamento do grupo, intensificando emoções negativas e fazendo com que percam o controle, a ponto de se voltarem uns contra os outros. Em meio ao caos, Frenchie é o único que não sofre os efeitos da contaminação, graças à sua tolerância a substâncias, e consegue agir a tempo de impedir que a situação termine em tragédia. Frenchie consegue salvar seus amigos no episódio quatro da temporada 5 de The Boys Divulgação/Prime Video Quem é o “fungo humano” que aparece no episódio 4? O “fungo humano” introduzido no quarto episódio da 5ª temporada é Quinn, um experimento antigo ligado às pesquisas conduzidas nas instalações da Vought em Fort Harmony. Submetido a testes ainda na época dos primeiros estudos com o Composto V, ele acabou se transformando em um híbrido entre humano e planta, permanecendo preso ao ambiente do antigo hospital. Abandonado por anos, Quinn sobreviveu de forma precária, com seu corpo integrado às estruturas do local. Ao entrarem em Fort Harmony, os integrantes dos The Boys entram em contato com os esporos liberados por Quinn. A substância afeta diretamente o comportamento do grupo, intensificando sentimentos como raiva e ressentimento até levá-los a se atacar. Esse efeito emocional faz do personagem uma ameaça indireta, já que seu poder não está na força física, mas na capacidade de desestabilizar quem entra em seu território. Quinn é interpretado por Kris Hagen (Kim’s Convenience). Vale destacar que Quinn não existe nos quadrinhos originais criados por Garth Ennis e Darick Robertson, sendo um personagem exclusivo da versão televisiva de The Boys, introduzido como um vilão secundário na temporada. O personagem é interpretado por Kris Hagen (Kim’s Convenience). O “fungo humano” de The Boys é Quinn, um Super-Planta que foi abandonado após os experimentos com a primeira versão do composto V Divulgação/Prime Video O Super Planta (Quinn) é irmão de Soldier Boy? A relação entre Quinn e Soldier Boy gerou especulações entre os fãs, especialmente após a revelação de que ambos passaram pelos mesmos experimentos no passado. A ideia de que os dois poderiam ser irmãos ganhou força nas redes, mas até o momento não há confirmação oficial dentro da série que sustente essa teoria. O que se sabe é que eles compartilham uma origem em comum dentro das pesquisas da Vought, o que já indica uma ligação indireta. A reação de Soldier Boy durante o confronto levanta dúvidas sobre a natureza desse vínculo, indicando que Quinn pode ter sido alguém importante em sua trajetória. Ainda assim, a série não esclarece se essa conexão é familiar ou apenas resultado do passado compartilhado nos experimentos. A relação entre Quinn e Soldier Boy gerou especulações entre os fãs Divulgação/Prime Video Cronogramas de lançamento A quinta temporada de The Boys chegou ao Amazon Prime Video em 8 de abril, com a estreia marcada por dois episódios disponibilizados simultaneamente. Após o lançamento inicial, a série passou a seguir um calendário semanal, com novos capítulos liberados sempre às quartas-feiras. A seguir, confira as datas completas de exibição. Já disponível: Episódios 1 e 2 - Quarenta Centímetros de Pura Dinamite; e Teenage Kix Já disponível: Episódio 3 - Cada um de Vocês, seus Filhos da P*ta Já disponível: Episódio 4 - Rei do Inferno 29/04/2026: Episódio 5 - One-Shots 06/05/2026: Episódio 6 - Though the Heavens Fall 13/05/2026: Episódio 7 - O Francês, a Mulher e o Homem Chamado Leite Materno 20/05/2026: Episódio 8 - Sangue e Ossos - Final Que horas começa o 5º episódio de The Boys? O quinto episódio da última temporada de The Boys será disponibilizado na próxima quarta-feira (22), a partir das 4h da manhã (horário de Brasília), no Amazon Prime Video. Onde assistir a The Boys dublado? A série está disponível com opção de dublagem no Amazon Prime Video. Na versão brasileira, Billy Bruto, interpretado por Karl Urban, tem voz de Reginaldo Primo (Supernatural). Já Capitão Pátria, vivido por Antony Starr, é dublado por Marcelo Garcia (Os Vingadores), enquanto Hughie Campbell, de Jack Quaid, ganha a voz de Thadeu Matos (Mindhunter). A temporada 5 de The Boys está disponível com opção de dublagem no Amazon Prime Video Reprodução/IMDb Com informações de IMDb (1) , Collider (1), Fandomwire (1) 🎥Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Mais do TechTudo Initial plugin text

Sem Salvação: entenda final explicado da série top 1 da Netflix

27 de Abril de 2026, 17:21

A nova série britânica Sem Salvação estreou na Netflix na última terça-feira (21) e assumiu o posto de mais vista no Brasil com estrelas como estrelada por Molly Windsor (Three Girls) e Asa Butterfield (Sex Education) no elenco. O suspense psicológico de seis episódios gira em torno de uma mulher que desafia a ordem de sua seita religiosa após encontrar um homem misterioso. Então, se você perdeu algum detalhe ou está curioso para descobrir o que acontece, o guia abaixo traz o final explicado da série, além de sinopse, elenco, repercussão na crítica e obras parecidas para assistir. O texto contém spoilers. 🎬 Conheça as 32 melhores séries de todos os tempos, segundo a crítica 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Sem Salvação: saiba tudo sobre a nova série que está fazendo sucesso na Netflix Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sem Salvação: entenda final explicado da série top 1 da Netflix Sinopse de Sem Salvação Elenco de Sem Salvação O que acontece no final? O que acontece entre Adam e Rosie? Como Sam se torna líder do culto? Por que Rosie decide sair do culto? Por que Sam deixa Rosie viva? Ele a ama? Sem Salvação é baseado em uma história real? Vale a pena assistir à Sem Salvação? Séries parecidas para assistir Sinopse de Sem Salvação Em Sem Salvação, Rosie (Molly Windsor) é uma jovem mãe que vive em uma comunidade cristã na qual as mulheres são submissas aos líderes masculinos. Enquanto Rosie enfrenta um relacionamento doloroso com seu marido, Adam (Asa Butterfield), Rosie embarca em uma relação arriscada com um estranho chamado Sam (Fra Fee), despertando desejos e questionamentos sobre o controle exercido pela Irmandade do Divino. Elenco de Sem Salvação O elenco principal de Sem Salvação conta com Molly Windsor (Three Girls) como Rosie, Asa Butterfield (Sex Education) como Adam e Fra Fee (Gavião Arqueiro) como Sam Devlin. Outros nomes importantes são Aston McAuley (Rocketman), Alexa Davies (Dead Pixels), Olivia Pickering (Firefly), Christopher Eccleston (The Leftovers) e Siobhan Finneran (Downton Abbey) como os líderes Phillips, além de Ethan Davidson (Bagface), Niccy Lin (Você) e Darren Strange (Ted Lasso). Confira o elenco da série Sem Salvação, liderado por Molly Windsor e Asa Butterfield Divulgação/Netflix O TechTudo também explica 🔎 O Jogo do Predador: veja final explicado do novo filme de suspense Netflix O Grande Truque: entenda final explicado e 'plot twist' do filme Stranger Things Histórias de 85: entenda final explicado da série Netflix Os Casos de Harry Hole: veja final explicado da série de suspense Netflix Juntos: entenda final explicado do aclamado filme de terror O Refúgio Atômico: entenda final explicado da série Netflix Desobedientes: entenda final explicado da nova série de suspense da Netflix O que acontece no final? Após suportar um casamento violento com Adam e descobrir o passado criminoso de Sam, Rosie decide terminar o relacionamento com ambos. Ela revela ao marido que o traiu. Apesar de estar irritado a notícia, ele concorda em manter segredo e levá-las de carro para fora do complexo, mas a família é interceptada por Sam debaixo de uma chuva torrencial. Adam é deixado por Rosie Divulgação/Netflix O criminoso domina Adam e vai atrás de Rosie, afogando-a em uma poça d'água. Porém, num momento de remorso, desiste de matá-la e deixa as duas escaparem. Então Adam surge por trás com uma arma e ordena que Sam não se mexa, mas tem um colapso após ser chantageado novamente com a gravação secreta dos dois fazendo sexo. No final, a série dá um salto de um ano para o futuro e revela que a Irmandade continua de pé. Sam agora é líder da comunidade cristã. Sam tenta afoga Rosie no final de Sem Salvação Reprodução/Netflix O que acontece entre Adam e Rosie? O casamento de Adam e Rosie é conturbado e se deteriora ao longo da série, sobretudo por conta da manipulação que Sam exerce sobre ambos. Rosie decide então terminar o relacionamento e fugir do culto com Grace. Ela também revela ao marido que está tendo um caso com Sam. Mesmo irritado, Adam ajuda as duas a irem embora, colocando-as em seu carro para levá-las para longe do complexo, mesmo que isso signifique nunca mais vê-las. Sem Salvação tem uma relação conturbada Divulgação/John Armour/Netflix Como Sam se torna líder do culto? A cena final de Sem Salvação se passa um ano após Sam ter quase afogado Rosie. Durante esse tempo, ele se infiltrou no topo da Irmandade e se tornou o líder dela, vestindo as roupas que o Sr. Phillips e Adam usavam. "Ele é um completo sobrevivente", disse a roteirista e criadora Julie Gearey ao Tudum. "É um grande manipulador, um sobrevivente, e esse é o poder dele como antagonista." Segundo a criadora, o fato de Sam chegar ao comando do culto lhe dá a jornada mais completa possível. "Você começa com ele escapando da prisão e ele termina onde termina na série", explicou. "Trata-se sempre de tentar dar aos personagens os maiores arcos ao longo da série, porque isso é realmente muito gratificante para o ator e, espero, também para o público." Sam se torna líder da Irmandade no final de Sem Salvação Reprodução/Netflix Por que Rosie decide sair do culto? A relação entre Rosie e Adam se torna marcada por desconfiança e distanciamento. Ela percebe o comportamento controlador do marido, ao mesmo tempo em que descobre as verdadeiras intenções de Sam e o seu passado criminoso. Além disso, Sam é flagrado agredindo o Sr. Phillips e ameaça Grace para que ela mantenha o que viu em segredo. Com isso, as duas se tornam alvos e precisam deixar a comunidade antes que seja tarde demais. Sem Salvação foge do culto para proteger a filha e a si mesma Divulgação/Justin Downing/Netflix Por que Sam deixa Rosie viva? Ele a ama? Segundo Fee, que interpreta o antagonista, ao tentar afogar Rosie na floresta, Sam está reproduzindo a mesma ação que o levou à prisão: o assassinato de sua namorada na adolescência. "Seja o reconhecimento de suas ações aos 16 anos, que lhe custaram a vida, seja a voz de Deus presente na comunidade, seja a voz de Rosie, algo consegue penetrar o ruído de sua mente e sua fúria." Mesmo tendo declarado amor por Rosie, isso não quer dizer que Sam realmente sente o que diz. Para Fee, existe uma área cinzenta em relação aos sentimentos dos dois. "Ambos precisavam de algo, e ambos representavam o que o outro precisava", diz ele. "era amor? Não tenho certeza, mas era uma necessidade e uma conexão. Acho que Rosie representava uma vida que ele havia perdido quando foi preso." Sam ama Rosie em Sem Salvação? Entenda Divulgação/Rekha Garton/Netflix Sem Salvação é baseado em uma história real? Mais ou menos. Embora Sem Salvação apresente um culto e personagens completamente fictícios, a história é inspirada em depoimentos de ex-membros que conseguiram escapar de seitas religiosas controladoras. Entre as referências a temas e acontecimentos reais, estão a dificuldade de Adam em conciliar sexualidade e religião e a cena em que os membros do culto usam álcool para punir Isaac (Aston McAuley). "Era importante tranquilizá-los ao máximo, garantindo que, em primeiro lugar, ninguém assistindo à série os reconheceria", explicou Gearey. "Independentemente do que tivessem a dizer sobre a experiência emocional de estarem envolvidos, tentaríamos respeitar e refletir da forma mais fiel possível na série", acrescentou. Sem Salvação é baseada em relatos de ex-membros de seitas Divulgação/Justin Downing/Netflix Vale a pena assistir à Sem Salvação? Vale a pena se você gosta de séries que tratam de temas como opressão religiosa e sexualidade reprimida. Dá para se divertir, mas não espere uma obra de arte. No Rotten Tomatoes, a recepção crítica de Sem Salvação é mista, com 57% de aprovação da crítica com base em sete avaliações, enquanto apenas 37% da audiência aprovou. No IMDb, a nota média é 6,2/10, reforçando que a série atraiu o interesse do público, apesar de não ser unanimidade. Críticos apontam que o drama pode ser previsível, mas elogiam o elenco. Lucy Mangan, do The Guardian, diz que a história poderia ser emocionante se o roteiro fosse "mais do que prático" e os personagens "mais do que peças de xadrez". Já Joel Keller publicou no Decider que Sem Salvação "é um pouco como The Handmaid's Tale‚ mas sem um monte de nuances". Sem Salvação tem repercussão dividida entre crítica e audiência Divulgação/Justin Downing/Netflix Séries parecidas para assistir Se você gostou de Sem Salvação, há outras séries que exploram temas semelhantes de seitas, manipulação e resistência feminina. Waco (2018), por exemplo, dramatiza o cerco real ao culto Ramo Davidiano nos Estados Unidos que terminou em tragédia, enquanto The Handmaid's Tale (2017) apresenta uma distopia em que mulheres são subjugadas por um regime religioso autoritário. Na produção espanhola Desobedientes (2025), da Netflix, o foco está em jovens internados que desafiam as regras rígidas de uma clínica terapêutica para adolescentes "problemáticos". Por fim, a série documental Wild Wild Country retrata a história real da seita de Osho nos EUA, revelando os conflitos entre ela e a comunidade local. Desobedientes é serie sobre clínica terapêutica que esconde degredos terríveis Divulgação/Mel Gibson/Netflix Com informações de Netflix (1, 2, 3 e 4), Time, NME, Poeple, Decider, The Guardian, Rotten Tomatoes e IMDb 🎥 Adaptações cinematográficas que NÃO precisavam ter existido! Adaptações cinematográficas que NÃO precisavam ter existido! Mais do TechTudo Initial plugin text l

Como fazer carteirinha de estudante em 2026 sem estar em uma faculdade

27 de Abril de 2026, 16:55

A carteirinha do estudante dá direito à meia-entrada e segue como um dos principais benefícios para quem estuda no Brasil, garantindo desconto em ingressos de cinema, eventos culturais e esportivos. Embora o direito esteja associado ao ensino formal, nem todos os beneficiários estão necessariamente em uma faculdade ou escola tradicional: alunos de cursos técnicos e outras formações vinculadas a instituições reconhecidas pelo Ministério da Educação também podem emitir a carteirinha e aproveitar o desconto. A seguir, confira o passo a passo para fazer a emissão por meio do site da UNE, entenda quem pode solicitar o documento em 2026 e veja como funciona o benefício na prática. 🔎 MEC Livros e MEC Idiomas: veja recursos dos apps anunciados pelo Governo 📲 Compare celulares: encontre o smartphone ideal Estudantes de cursos técnicos ou programas oferecidos por escolas ou universidades também têm direito ao benefício da meia-entrada; entenda Reprodução/UNE 📝 Vale a pena usar o ChatGPT para estudar? Veja no fórum do TechTudo Como fazer carteirinha de estudante em 2026? Passo 1. Acesse o site da UNE e selecione “Solicitar agora”. Em seguida, preencha seus dados pessoais, como nome completo, data de nascimento e CPF; Acessando o site da UNE Reprodução/Mariana Tralback Passo 2. Na página seguinte, você deverá cadastrar um endereço para receber a carteirinha. Para isso, comece inserindo o seu CPF – que preencherá automaticamente outros campos, como nome da rua e cidade. Depois disso, escolha um método de pagamento: PIX, cartão de crédito ou boleto bancário; Para receber a versão física da carteirinha, é necessário inserir o endereço de entrega e fazer o pagamento de R$ 55 Reprodução/Mariana Tralback Passo 3. Com o pagamento processado, chegou a hora de tirar uma selfie - é ela que será impressa na carteirinha. Quando estiver em um ambiente iluminado e com uma camiseta adequada, basta tocar em “Capturar Selfie”. Depois, você deverá fazer o upload da imagem de um documento de identificação (frente e verso), como RG ou CNH. Para isso, clique em “Enviar arquivo”. Abaixo do botão, também há alguns campos que você deve preencher; Selfie que será impressa na carteirinha deverá ser tirada no ato da emissão Reprodução/Mariana Tralback Passo 4. Por fim, selecione “Enviar arquivo” para fazer o carregamento do seu comprovante de matrícula. Também é necessário preencher informações acerca do curso, como período, número de matrícula e ano de conclusão. Dê o check em “Declaro que os dados e documentos enviados são verdadeiros” e pressione “Continuar” para finalizar o processo. Você receberá o documento em casa, no prazo estipulado pela plataforma. Documentos devem ser anexados, assim como a declaração de matrícula Reprodução/Mariana Tralback Quem tem direito ? A carteirinha de estudante válida para meia-entrada pode ser emitida por pessoas regularmente matriculadas em instituições que fazem parte do sistema educacional brasileiro. Isso inclui alunos da educação básica (infantil, fundamental e médio) e ensino superior, como graduação e pós-graduação, seja em cursos presenciais ou a distância (EAD). Assim, o critério principal é o vínculo com o ensino formal. Na prática, isso significa que a instituição e o curso precisam estar inseridos na estrutura oficial de ensino e seguir as diretrizes do MEC. Cursos livres como idiomas, preparatórios para vestibular e/ou especialização de curta duração (carga horária menor que 360 horas) não garantem o direito à carteirinha de estudante para fins de meia-entrada. Essas modalidades não fazem parte do ensino formal regulamentado pelo MEC e, por isso, ficam fora das regras previstas. Vale destacar, contudo, que há situações específicas em que cursos de curta ou média duração podem ser aceitos, mas apenas quando estão vinculados a instituições reconhecidas dentro do sistema educacional, como cursos técnicos ou programas oferecidos por escolas e universidades. Nesses casos, o que garante o direito não é o fato de ser um curso livre, mas sim o vínculo com uma instituição de ensino formal – e, com isso, você pode conseguir o benefício mesmo sem estar matriculado em uma escola ou faculdade. A carteirinha de estudante é gratuita? A emissão da carteirinha de estudante não é obrigatoriamente gratuita. O direito à meia-entrada é garantido por lei, mas o documento utilizado para comprovar a condição de estudante pode ter custo, dependendo da entidade emissora. No Brasil, o Documento Nacional do Estudante (DNE) é emitido por entidades estudantis autorizadas, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), além de UBES e ANPG. Essas organizações costumam cobrar uma taxa de emissão, que pode variar a cada ano — neste ano, a UNE cobra R$ 50, além do frete para envio da versão física. Após a solicitação e validação dos dados, o estudante geralmente já pode utilizar uma versão digital provisória, enquanto aguarda a entrega do documento físico. É importante ter atenção a sites não oficiais que oferecem carteirinhas sem vínculo com essas entidades, pois elas podem não ser aceitas para garantir o benefício da meia-entrada. Relatos no Reclame Aqui apontam que carteirinhas emitidas em outros sites podem não ser aceitas Reprodução/ReclameAqui Como funciona a meia-entrada? A meia-entrada é um benefício previsto na Lei nº 12.933/2013, que garante ao estudante o direito de pagar metade do valor em ingressos para eventos culturais, esportivos e de lazer. Isso inclui cinemas, teatros, shows, festivais, museus e jogos esportivos. Para utilizar o benefício, é necessário comprovar a condição de estudante no momento da compra ou na entrada do evento. A carteirinha estudantil válida, como o Documento Nacional do Estudante, é a forma mais comum de fazer essa comprovação. Mesmo sendo um direito garantido, existem algumas condições. Os estabelecimentos podem limitar a quantidade de ingressos de meia-entrada disponíveis, geralmente a até 40% do total. Além disso, o documento precisa estar dentro do prazo de validade, que costuma ir até o dia 31 de março do ano seguinte à emissão. Vale destacar que a versão digital da carteirinha também pode ser aceita, desde que esteja válida e possa ser apresentada no celular. Com informações de UNE e Planalto

180: veja o final explicado do novo filme de suspense da Netflix

27 de Abril de 2026, 16:07

O filme 180, recém-chegado à Netflix, vem chamando atenção do público com o final. Na história, um pai vê sua vida mudar drasticamente após um grave episódio de violência envolver seu filho, levando-o a uma jornada marcada por tensão, dor e decisões extremas. No elenco, estão Prince Grootboom (1802: Love Defies Time) e Noxolo Dlamini (O Atirador: A Última Batalha). O filme, atualmente, figura entre os mais assistidos da plataforma. Com um pouco mais de uma hora e meia de duração, a produção sul-africana conta ainda com direção assinada pelo cineasta Alex Yazbek (The Mating Game). O desfecho do longa, no entanto, deixou muitas dúvidas entre os espectadores e, para entender melhor o que acontece no final, vale a pena conferir, a seguir, a matéria completa do TechTudo que explica todos os detalhes. 🎬 Alguém Tem Que Saber: veja o final explicado da série de suspense da Netflix 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O filme sul-africano 180 é estrelado pelo ator Prince Grootboom Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Neste guia do TechTudo, você encontrará: Sinopse Elenco O que acontece no final? O que aconteceu com Mandla? Zak consegue se vingar? Zak morre no final? A reviravolta do filme explicada Onde assistir ao 180 dublado? Vale a pena assistir o filme 180? Filmes parecidos para assistir Sinopse de 180 Ambientado em Joanesburgo, o enredo deste suspense dramático gira em torno de Zak, um pai de família que vê sua vida sair do controle após presenciar com o filho pequeno, Mandla, um assassinato durante o trânsito. Durante o ocorrido, o menino acaba sendo baleado, deixando Zak devastado e consumido pela sensação de injustiça. E é diante da lentidão das autoridades, que ele decide agir por conta própria, embarcando em uma jornada intensa e perigosa em busca de vingança e justiça. Elenco de 180 Além dos atores Prince Grootboom e Noxolo Dlamini nos papéis dos protagonistas Zak e Portia, respectivamente, o elenco do filme 180 é composto por nomes como Danica Jones (Hunting Jessica Brok) dando vida à Layla, Warren Masemola (Cinco Dedos por Marselha) vivendo Lerumo, Desmond Dube (Como Acabar com o Natal) como intérprete de Floyd, Fana Mokoena (Protegendo o Inimigo) como Eezy e muitos outros mais. O suspense dramático conta ainda com direção assinada pelo cineasta Alex Yazbek Divulgação/Netflix O TechTudo também explica 🔎 O Jogo do Predador: veja final explicado do novo filme de suspense Netflix O Grande Truque: entenda final explicado e 'plot twist' do filme Stranger Things Histórias de 85: entenda final explicado da série Netflix Os Casos de Harry Hole: veja final explicado da série de suspense Netflix Juntos: entenda final explicado do aclamado filme de terror O Refúgio Atômico: entenda final explicado da série Netflix Desobedientes: entenda final explicado da nova série de suspense da Netflix O que acontece no final? No final de 180, Zak já está completamente consumido pela dor e pela sede de vingança, e avança sem medir consequências em busca dos responsáveis pela tragédia que tirou a vida de seu filho pequeno, Mandla. Ao longo do caminho, ele confronta e elimina alguns dos envolvidos, como o criminoso Lerumo, por exemplo, mergulhando cada vez mais em um ciclo de violência que o afasta de quem ele era antes. Além disso, o clímax do longa se dá quando ele chega até Eezy, que tenta se render, mas o confronto toma outro rumo com a chegada de policiais e a revelação de corrupção dentro da própria força, principalmente do detetive Floyd. O momento, então, se torna ainda mais caótico e expõe que o problema vai muito além de um único culpado, ampliando ainda mais a sensação de injustiça que move Zak. Agora, determinado a seguir até o fim, ele vai atrás de Karwas, que acredita ser o verdadeiro responsável por ter atirado em seu filho, para encerrar sua vingança de uma vez por todas. No entanto, durante o confronto, a presença do filho do vilão, Tsatsi, muda tudo, visto que ao ver o desespero do garoto tentando proteger o pai, Zak se vê refletido naquela situação e começa a questionar suas próprias ações, desistindo, enfim, de sua busca por vingança. O que aconteceu com Mandla? Durante o ataque no trânsito, Mandla acaba sendo atingido por um tiro e fica em estado grave. O menino sobrevive inicialmente, mas permanece hospitalizado em condição crítica, o que intensifica o desespero de Zak. No entando, Mandla não resiste aos ferimentos e acaba morrendo, e isso serve como principal motivação para a jornada de vingança e as decisões extremas que o protagonista toma ao longo da trama. Mandla, filho de Zak, acaba sendo baleado durante o ataque no trânsito Divulgação/Netflix Zak consegue se vingar? Não exatamente. O protagonista até tenta buscar vingança tomando atitudes cada vez mais extremas, como perseguir e eliminar alguns dos envolvidos. No entanto, ao chegar ao confronto final com Karwas e entender que a morte de Mandla não foi premeditada, sua perspectiva muda. E é neste momento que Zak percebe que continuar nesse caminho não trará seu filho de volta e apenas ampliaria o sofrimento, o que o leva a recuar no momento decisivo e interromper o ciclo de violência, principalmente após o filho pequeno de Karwas aparecer em cena. Zak morre no final? Não, o protagonista não morre no final. O desfecho de 180 opta por não dar uma resposta definitiva sobre o destino de Zak, deixando o destino dele em aberto e priorizando as consequências emocionais e morais de suas ações ao longo da trama, o que reforça o tom reflexivo e aberto da narrativa. 180 aborda temas como violência, vingança e redenção Divulgação/Netflix A reviravolta do filme explicada A reviravolta do filme está justamente na forma como ela desconstrói a ideia de vingança. Isso porque o enredo começa com a jornada de um pai em busca de justiça e se transforma, aos poucos, em um retrato do ciclo de violência e das consequências irreversíveis de decisões tomadas no calor da dor. Ou seja, a ironia aqui está no fato de que, ao tentar reparar uma injustiça, Zak acaba se aproximando da mesma brutalidade que condena, mergulhando em um caminho que só amplia o sofrimento e não oferece o alívio que ele buscava. Onde assistir ao 180? O filme 180 está disponível exclusivamente no catálogo da Netflix, que é a plataforma responsável por sua distribuição, e, no Brasil, o longa-metragem não conta no momento com a opção de dublagem em português, estando presente apenas no idioma original em inglês e em outras línguas. O filme 180 está disponível exclusivamente no catálogo da Netflix Divulgação/Netflix Vale a pena assistir o filme 180? Tendo mais de 9,5 milhões de visualizações ao redor do mundo, o filme 180 tem gerado bastante repercussão desde que chegou ao catálogo da Netflix, impulsionado principalmente pelo interesse do público. Mas mesmo aparecendo entre os mais assistidos do streaming, a recepção da produção sul-africana não é das melhores, visto que ela obteve no agregador IMDb uma pontuação de apenas 4.5, tendo como base 1,4 mil considerações. Já na plataforma Rotten Tomatoes, a obra nem sequer foi avaliada ainda. Ainda assim, 180 pode valer a pena se você gosta de histórias mais densas, com foco em consequências e dilemas morais, visto que o título entrega uma experiência intensa e desconfortável, que foge do suspense tradicional e prioriza o impacto emocional da história. Filmes parecidos para assistir E se você gostou da tensão e dos dilemas de 180, vale conferir produções como John Wick (2014), disponível na Netflix, que acompanha um homem movido pela vingança após uma perda devastadora; o longa Busca Implacável (2008), presente no Disney+, em que um pai enfrenta criminosos para resgatar a filha; e Your Honor (2020), série atualmente presente na Claro TV+ que mostra até onde alguém é capaz de ir para proteger o próprio filho após um crime. Busca Implacável acompanha um pai em busca da filha desaparecida Reprodução/20th Century Fox Confira o trailer de 180: Com informações de Fandom Wire, IMDb, Netflix e Rotten Tomatoes 🎥 Qual filme MUDOU a sua vida? Perguntamos para a redação do TechTudo! Qual filme MUDOU a sua vida? Perguntamos para a redação do TechTudo! Saiba Mais Initial plugin text

WhatsApp vai parar de funcionar nestes celulares Android; veja lista

27 de Abril de 2026, 15:45

O WhatsApp confirmou que vai deixar de funcionar em celulares com Android 5.0 e 5.1 a partir de 8 de setembro de 2026. Quem ainda usa um desses aparelhos vai precisar atualizar o sistema ou trocar de dispositivo para continuar no mensageiro. A mudança vale tanto para o WhatsApp comum quanto para o WhatsApp Business. Com o corte, o app passa a exigir no mínimo o Android 6. O Lollipop, versão anterior lançada em 2014, não recebe atualizações de segurança do Google há anos. O Brasil está entre os países afetados, já que aparelhos dessa geração ainda circulam por aqui. O TechTudo reúne tudo o que você precisa saber sobre a mudança. 🔍 Ligações no WhatsApp podem revelar sua localização — veja como se proteger 🔍 Aniversário do WhatsApp libera teclado arco-íris e mais? Confira mensagem falsa 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar WhatsApp vai parar de funcionar em celulares com Android inferior ao 6.0 Carolina Ochsendorf/TechTudo 📝 Como recuperar áudio apagado do WhatsApp? Veja no Fórum do TechTudo WhatsApp vai parar de funcionar em duas versões do Android O WhatsApp revisou os requisitos mínimos do app e deixará de operar em aparelhos Android mais antigos a partir de 8 de setembro de 2026. Segundo o WABetaInfo, os dispositivos afetados já estão sendo avisados sobre a data limite para o fim do suporte. Além disso, a página oficial de suporte a dispositivos foi finalmente atualizada com a nova data e informação. A Meta explica que esse tipo de decisão faz parte da evolução natural do aplicativo. Funcionalidades recentes do WhatsApp, como canais, comunidades e melhorias nas chamadas, exigem compatibilidade que sistemas antigos não conseguem mais oferecer. Manter suporte a essas versões travaria o próprio desenvolvimento do app. 🔎 Se você faz isso no WhatsApp, sua conta pode ser roubada hoje WhatsApp exibe aviso dentro do app informando que deixará de funcionar no dispositivo a partir de 8 de setembro de 2026 Reprodução/WABetaInfo Veja lista de celulares em que o WhatsApp vai parar de funcionar Os modelos abaixo reúnem os smartphones mais citados entre os afetados. Vale lembrar: o FAQ oficial do WhatsApp não lista aparelhos individualmente. A empresa informa apenas o requisito mínimo de sistema. Os modelos a seguir são os que rodam Android 5.0 ou 5.1 sem atualização disponível: Samsung: Galaxy S3, S4, S4 Mini, S5, Note 2, Core, Trend e J2; LG: Optimus L3, L5, L7, F5, L3 II Dual e L5 II; Motorola: Moto G e Moto E (ambos de primeira geração); Sony: Xperia Z2 e Xperia Z3; Huawei: Ascend Mate, Ascend G740 e Ascend D2; HTC: modelos da linha anterior ao Android 6. WhatsApp vai parar de funcionar no Android 5.0 e 5.1 Anna Kellen Bull/TechTudo Para os donos dos modelos listados, o primeiro passo é verificar se há atualização de sistema disponível nas configurações do aparelho. Se não houver, a troca de celular se torna inevitável. O WhatsApp costuma avisar dentro do próprio app antes do prazo, mas a data de 8 de setembro já está definida. Como atualizar o WhatsApp no Android, iPhone e PC? Veja o guia completo E para quem tem iPhone? Quem usa iPhone não precisa se preocupar. A mudança é exclusiva para Android e não afeta dispositivos com iOS 15.1 ou superior. 🔎 Usa WhatsApp GB? Mensageiro testa versão paga com funções personalizáveis Com informações FAQ oficial do WhatsApp e WABetaInfo. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: Como ler mensagens apagadas no WhatsApp pelo Android! Como ler mensagens apagadas no WhatsApp pelo Android!

Mercado Livre tem iPhone 17 Pro Max em até 27x sem juros; veja detalhes

27 de Abril de 2026, 13:57

O Mercado Livre, em parceria com a loja oficial da Apple, lançou uma nova campanha promocional que permite ao consumidor comprar o iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max com parcelamento em até 27 vezes sem juros no cartão Mercado Pago. A ação, que tem o nome de "Feito para Durar, com o Envio mais Rápido do Brasil", começou hoje e vai até o dia 17 de maio. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Câmeras do iPhone 17 Pro Amanda Zola/TechTudo 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Canal de ofertas no WhatsApp: confira promoções, descontos e cupons a qualquer hora Na loja oficial da Apple dentro do e-commerce, é possível encontrar modelos como iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, nas versões de 256 GB, 512 GB e até 1 TB. O modelo Air também está disponível, porém não conta com o parcelamento em até 27 vezes sem juros, embora ofereça envio rápido e frete grátis. Com a proposta de transformar a forma como os brasileiros compram online, a promoção é válida apenas para consumidores que já possuem o cartão do Mercado Pago com limite suficiente. Campanha promete entrega rápida para todo o Brasil Para completar, o Mercado Livre também oferece aos participantes da nova campanha promocional a entrega de produtos na categoria “FULL”, na qual os consumidores podem receber suas compras rapidamente em qualquer lugar do Brasil, com frete grátis. Vale destacar que, nessa modalidade, a entrega pode ocorrer em até 24 horas para produtos elegíveis, conforme informado no site. Para mais informações sobre as condições de entrega, basta acessar a aba FULL no site do marketplace. Com informações de Mercado Livre Mais sobre iPhone 🎥 Assista! iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Você usa IA? Descubra o que fazem com suas conversas sem você ver

27 de Abril de 2026, 12:00

Embora pareçam banais, os prompts enviados aos chatbots de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini Google, ajudam a alimentar os sistemas dessas ferramentas, que aprendem com os próprios usuários. Por isso, a popularização da IA no dia a dia das pessoas levanta debates sobre o que realmente acontece com as informações compartilhadas nessas conversas sobre vida pessoal ou profissional. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma matéria sobre o que as inteligências artificiais aprendem com os comandos enviados pelos usuários. Confira. 🔎 IA para professores: 4 opções para planejar aulas e economizar tempo 👉 Melhor IA para advogados: veja opções seguras e entenda riscos 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Você usa IA? Descubra o que fazem com suas conversas sem você ver Sandra Mastrogiacomo/TechTudo 📝Como proteger meus dados ao usar o ChatGPT? Descubra no Fórum do TechTudo O que as IAs aprendem com os dados enviados pelos usuários? Confira, abaixo, um índice com os tópicos que serão abordados nesta matéria: IA aprende com o que você escreve Seus dados viram “combustível” para a IA Riscos vão além do uso pessoal Big Techs já enfrentam processos Como usar IA com mais segurança? 1. IA aprende com o que você escreve Segundo um estudo do National Bureau of Economic Research (NBER) chamado “How People Use ChatGPT” ("Como as pessoas usam o ChatGPT"), os usuários acessam a ferramenta de IA para questões que ultrapassam a vida profissional. Por exemplo, mais de 70% das interações com o chatbot em 2025 não eram relacionadas ao trabalho, mas sim à vida pessoal, com comandos sobre aprendizado e tomada de decisões. O levantamento ainda revela que aproximadamente metade das conversas com a IA envolve usuários buscando orientação ou ajuda para estruturar problemas, destacando o papel desses chatbots como uma espécie de “copiloto cognitivo”. Esse tipo de interação constante também contribui para refinar as respostas oferecidas pelas ferramentas, já que os sistemas são projetados para reconhecer padrões de uso e linguagem, ajustando a forma como respondem aos comandos. Na prática, isso mostra que, ao mesmo tempo em que recorrem à IA para tomar decisões, os usuários também ajudam a moldar a forma como essas ferramentas respondem, reforçando seu papel como um sistema que se ajusta a partir das interações. 😃 20 prompts do ChatGPT que resolvem problemas do dia a dia em segundos Mais de 70% das interações com o ChatGPT em 2025 não eram relacionadas ao trabalho Reprodução/Freepik 2. Seus dados viram “combustível” para a IA O uso crescente das IAs na vida pessoal acende um alerta sobre o uso dos dados compartilhados nas conversas. Afinal, as empresas de tecnologia utilizam essas informações - que incluem textos, comandos, imagens, documentos, arquivos e outros dados - para treinar e aprimorar seus modelos. Na prática, os dados ajudam os algoritmos de aprendizado de máquina a identificar padrões, interpretar imagens, fazer análise preditiva, entender linguagens, personalizar experiências, otimizar processos e muito mais. Segundo Kenneth Corrêa, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista em dados, os usuários das ferramentas de IA podem estar fornecendo “combustível” a todo momento sem perceber, principalmente nas contas gratuitas, em que as conversas podem ser usadas para evolução dos sistemas. “Quando você se cadastra no ChatGPT, habilita o Gemini, ou mesmo se estiver usando o DeepSeek, lembre-se que na sua conta gratuita todos os conteúdos de conversa podem estar sendo utilizados para treinar novos modelos de inteligência artificial. Portanto, é preciso ter cuidado para não compartilhar dados confidenciais”, afirmou. Informações compartilhadas com IA ajudam a alimentar os sistemas dessas ferramentas Canva 3. Riscos vão além do uso pessoal Vale destacar que o estudo do National Bureau of Economic Research (NBER) também aponta que, no ambiente de trabalho, cerca de 80% das interações com IA estão voltadas à análise de dados e tomada de decisão. A pesquisa mostra que o uso da ferramenta está concentrado em atividades como coleta, análise e interpretação de dados, além de processos que envolvem resolução de problemas, aconselhamento e pensamento criativo. Esse resultado pode, portanto, gerar um compartilhamento expressivo de dados sensíveis de terceiros, como empresas parceiras e clientes. Neste sentido, Kenneth Corrêa relembra que o uso indevido de dados de terceiros pode violar a legislação que regula o tratamento de informações pessoais no Brasil. "É preciso lembrar da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), portanto dados pessoais de outras pessoas, outros usuários, também não devem ser compartilhados", afirma. 👀 IA pode se voltar contra humanos? Especialista explica os riscos reais Informações compartilhadas com IAs podem colocar em risco dados de terceiros Reprodução/Freepik 4. Big Techs já enfrentam processos O uso indevido de dados e a violação de direitos autorais são temas que colocam gigantes da tecnologia, como Microsoft, Meta e Nvidia, no alvo de ações judiciais em diversos países do mundo, sobretudo em processos relacionados ao treinamento de modelos de IA sem consentimento explícito. "As empresas de inteligência artificial foram treinadas sem uma autorização explícita dos websites e dos donos dos dados propriamente ditos. Inclusive, agora tem ações contra essas empresas, por conta de terem feito isso sem nenhum tipo de consentimento", aponta Kenneth. Segundo o site ChatGPT is eating the world, os Estados Unidos lideram com 51 ações contra essas empresas até setembro de 2025. O monitoramento se refere ao ChatGPT e à OpenAI, mas outras empresas como Microsoft, Perplexity AI, Tesla, Nvidia, Meta e Anthropic também aparecem na lista. Vale lembrar que, nos EUA, escritores já chegaram a abrir processo contra empresas como Meta, OpenAI e Anthropic, alegando que obras protegidas por direitos autorais estariam sendo utilizadas sem permissão. Além disso, uma ação coletiva também nos EUA acusou a Microsoft e a OpenAI de usarem quase 200 mil livros piratas no treinamento de seus modelos. Gigantes da tecnologia enfrentam ações judiciais sobre uso indevido de dados e a violação de direitos autorais Reprodução/Bloomberg 5. Como usar IA com mais segurança? Mesmo com riscos, é possível usar assistentes de IA de forma mais segura ao adotar medidas simples no dia a dia. A principal delas é evitar o compartilhamento de dados sensíveis, como CPF, endereço, informações bancárias ou médicas. Também é importante não expor dados confidenciais de terceiros e, sempre que possível, anonimizar informações. "Se você compartilhar sua biografia, currículo ou até fotos que já estão em redes sociais, essas informações provavelmente já foram utilizadas no passado para treinar esses modelos", explica Corrêa. O professor da FGV ressalta que versões pagas das ferramentas costumam oferecer ambientes mais protegidos, mas isso não elimina a necessidade de cautela. “Não quer dizer que você vai aparecer na próxima conversa do ChatGPT, mas, ainda assim, ninguém quer ter dados confidenciais expostos”, afirma. Outro ponto essencial é reforçar a segurança das contas, já que vazamentos muitas vezes acontecem por falhas básicas, como senhas fracas ou invasões a bancos de dados. A seguir, veja dicas para usar IA com mais segurança: Evite compartilhar dados sensíveis (CPF, endereço, dados bancários ou médicos) Não informe dados confidenciais de outras pessoas Anonimize informações, substituindo nomes por iniciais ou letras Dê preferência a conteúdos que já são públicos Use senhas fortes e ative a autenticação em dois fatores Compartilhe dados pessoais apenas com autorização explícita Com informações de ChatGPT e FGV Mais do TechTudo Veja também: IA não é terapia! Veja porque você nunca deve desabafar com chatbots IA não é terapia! Veja porque você nunca deve desabafar com chatbots

Quando saem os episódios de O Amor Não Está Esgotado? Veja datas do dorama

27 de Abril de 2026, 11:29

O Amor Não Está Esgotado é o novo dorama de comédia romântica da Netflix que estreou na última quarta-feira (22), com episódios lançados semanalmente. Em alta na plataforma e com boa recepção da crítica, a trama acompanha uma apresentadora de vendas que, em busca de uma promoção na TV, precisa fechar um acordo em uma vila isolada, onde acaba se envolvendo com um agricultor de personalidade difícil. Protagonizada por Ahn Hyo-seop (Pretendente Surpresa, Guerreiras do K-pop) e Chae Won-bin (Sweet Home), a produção tem direção de Ahn Jong-yeon (Seoul Busters). Com 12 episódios, a série sul-coreana aborda temas como saúde mental e rotina de trabalho exaustiva, além de belos cenários em meio à natureza. Pensando em quem não quer perder nenhum detalhe do romance, o TechTudo preparou um resumo com o enredo e um cronograma de lançamento dos episódios, incluindo datas e horários de exibição. A seguir, confira! 🎬12 doramas coreanos de época que você devia dar uma chance e assistir 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews O Amor Não Está Esgotado é a nova comédia romântica da Netflix Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse de O Amor Não Está Esgotado Ambientado entre o ritmo acelerado do comércio televisivo e a tranquilidade de uma vila rural, O Amor Não Está Esgotado acompanha Dam Ye-jin, uma apresentadora de sucesso que vive sob pressão constante para manter altos índices de vendas, mesmo à custa da própria saúde. Prestes a conquistar uma promoção importante, ela precisa fechar um acordo decisivo e viaja até uma região isolada, onde conhece Matthew Lee, um agricultor perfeccionista e empresário conhecido pela produção de um ingrediente raro para cosméticos. O encontro entre os dois começa com conflitos, mas evolui à medida que suas rotinas passam a se cruzar, revelando afinidades inesperadas em meio a interesses profissionais e segundas intenções. Movidos por interesses pessoais, dois jovens de personalidade distintas acabam se apaixonando em O Amor Não Está Esgotado Divulgação/Netflix Elenco de O Amor Não Está Esgotado O dorama é liderado por Ahn Hyo-seop (Pretendente Surpresa, Guerreiras do K-pop), que interpreta Matthew Lee, um agricultor e empresário ligado à produção de ingredientes raros para cosméticos, e Chae Won-bin (Sweet Home), no papel de Dam Ye-jin, uma apresentadora de TV ambiciosa que enfrenta os impactos de uma rotina exaustiva. O time de atuação ainda conta com Kim Bum (Ghost Doctor), como Seo Eric, um executivo do setor de cosméticos, e Go Doo-shim (Nosso Blues), que vive Song Hak-daek, figura influente nos bastidores da vila. O Amor Não Está Esgotado é protagonizado por Ahn Hyo-seop (Pretendente Surpresa, Guerreiras do K-pop) e Chae Won-bin (Sweet Home) Divulgação/Netflix Quando saem os episódios de O Amor Não Está Esgotado? O dorama tem lançamento semanal às quartas e quintas-feiras, seguindo esse cronograma desde a estreia em 22 de abril. Os novos episódios de O Amor Não Está Esgotado são disponibilizados na Netflix Brasil às 9h da manhã (horário de Brasília). Ao todo, a produção conta com 12 episódios, com duração média de cerca de 70 minutos, reunidos em uma única temporada. A previsão é de que a exibição seja concluída no dia 28 de maio. Calendário de episódios de O Amor Não Está Esgotado na Netflix: veja datas de lançamento Divulgação/Netflix Cronograma de lançamento de O Amor Não Está Esgotado Já disponível: Episódios 1 e 2 29/04/2026: Episódio 3 30/04/2026: Episódio 4 06/05/2026: Episódio 5 07/05/2026: Episódio 6 13/05/2026: Episódio 7 14/05/2026: Episódio 8 20/05/2026: Episódio 9 21/05/2026: Episódio 10 27/05/2026: Episódio 11 28/05/2026: Episódio 12 Vale a pena assistir? O Amor Não Está Esgotado estreou em alta na Netflix, ocupando o segundo lugar entre as séries mais vistas da plataforma. Além disso, os primeiros episódios tiveram boa recepção do público, com nota 7,7 tanto no IMDb quanto no MyDramaList. Para quem gosta de comédias românticas ambientadas no interior, com clima leve e dinâmica enemies to lovers, a série surge como uma ótima opção. A presença de Ahn Hyo-seop como um "agro-boy" é um atrativo a mais, especialmente para quem sente saudades do ator desde Pretendente Surpresa. Astro de Pretendente Surpresa e Guerreiras do K-pop, Ahn Hyo-seop vive um agricultor em O Amor Não Está Esgotado, novo dorama da Netflix Divulgação/Netflix Confira o trailer de O Amor Não Está Esgotado Com informações de IMDb (1), My Drama List (1), Netflix (1), Highonfilms (1) e Decider (1) 🎥 O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero Mais do TechTudo Initial plugin text

Pix na conta da Uber apresenta falha e bloqueia saques de motoristas

27 de Abril de 2026, 11:08

Pix na Uber Conta apresenta instabilidade e motoristas parceiros relatam dificuldades para acessar os valores recebidos pelas corridas. As queixas publicadas nas redes sociais e no Reclame Aqui mencionam indisponibilidade do Pix e impossibilidade de realizar saques diretamente pelo aplicativo Uber Contas. Segundo os parceiros da plataforma, o problema teria começado na tarde da última sexta-feira, dia 24. O TechTudo entrou em contato com a Uber. Em nota, a empresa afirmou que "a instabilidade técnica que afetou temporariamente saques e operações na Uber Conta, produto do Digio, banco digital do Bradesco, foi integralmente solucionada na data de hoje, 27 de abril. Em caso de dúvidas, os parceiros podem entrar em contato pelos canais de suporte oficiais da instituição". A seguir, entenda mais detalhes. 🔎 Uber começa a vigiar motos e pode BANIR motoristas; veja mudanças 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Pix da Conta Uber está indisponível e impede saques com ganhos de motoristas; veja Reprodução/X @wlsousa01 📝 O que precisa para ser Uber? Veja no fórum do TechTudo Falha no Pix da Uber afeta repasse de ganhos para motoristas parceiros Os primeiros relatos surgiram de forma pontual, mas rapidamente se espalharam por grupos de motoristas e fóruns online. Usuários afirmam que o saldo aparece normalmente no app, mas as opções de transferência via Pix ou saque estão indisponíveis ou apresentam erro ao serem acionadas. Initial plugin text Em registros publicados em plataformas como o Reclame Aqui, motoristas relatam que o problema persiste desde o último dia 24, impedindo o acesso ao dinheiro já recebido pelas corridas. Em alguns casos, a mensagem exibida no Uber Contas indica instabilidade no sistema de pagamentos. Usuário reclama do Pix indisponível da Uber Reprodução/Reclame Aqui Motoristas relatam impacto direto na rotina Para muitos motoristas, o bloqueio temporário dos saques vai além de um inconveniente técnico. Como parte significativa dos parceiros utiliza os repasses diários para custear combustível, alimentação e manutenção do veículo, a indisponibilidade do Pix compromete diretamente a operação. Initial plugin text t Nos relatos, há quem diga que precisou interromper as atividades por não conseguir acessar os valores acumulados. Outros apontam insegurança quanto à previsibilidade dos pagamentos, especialmente em um modelo que depende de liquidez rápida. Initial plugin text O que fazer agora, segundo a Uber Procurada pelo TechTudo, a Uber enviou uma nota dizendo que reconhece a falha e que está em contato direto com as equipes técnicas do Digio, banco digital do Bradesco responsável pelo serviço de pagamento aos motoristas parceiros, para solucionar o problema. A companhia também orientou que, se for de preferência do motorista parceiro, ele pode desativar o repasse automático para a Uber Conta diretamente no app Uber Driver. Para isso, basta seguir o caminho: Ganhos > Transferências > Forma de repasse de ganhos > Pausar o repasse de ganhos automáticos. Por fim, a Uber pede que os parceiros busquem informações no app do banco Digio ou nos canais oficiais da instituição financeira. O TechTudo também entrou em contato com a Digio, do Bradesco, que identificou um comportamento atípico em seus sistemas no dia 24 de abril de 2026 e, por precaução, suspendeu temporariamente o Pix e o Saque Digital. Segundo a empresa, não houve prejuízo financeiro nem vazamento de dados. Os serviços já foram restabelecidos, tanto no Digio quanto na Uber Conta, e funcionam normalmente. O banco afirma que segue disponível para atendimento e reforça o compromisso com a segurança e a transparência. Uber apresenta falha no Pix e bloqueia saques de motoristas Mariana Saguias/TechTudo Com informações de X e Reclame Aqui Mais do TechTudo

Como funciona o ar-condicionado? Entenda a diferença entre modelos

27 de Abril de 2026, 04:01

O ar-condicionado funciona absorvendo o calor do ambiente interno e expelindo-o para fora, deixando a sensação térmica do cômodo mais fria. Esse processo usa um fluido refrigerante que circula entre componentes internos e externos, mudando de estado líquido para gasoso e vice-versa para mover o calor de um lugar para outro. Marcas como LG, Samsung, Electrolux e Midea aplicam esse mesmo princípio em modelos de janela, split, portátil e inverter, levando em conta o ambiente e necessidade do consumidor. Esses formatos são pensados na finalidade da compra, já que o ar-condicionado split é mais silencioso, o de janela é mais compacto e o portátil busca a versatilidade ao ser transportado para vários cômodos. E foi pensando nisso que o TechTudo produziu este guia para sanar a dúvida sobre como o ar-condicionado funciona. Veja a seguir a diferença entre modelos e como é o processo de refrigeração. 🔎 5 coisas para não esquecer antes de comprar um ar-condicionado 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Veja como funciona o ar-condicionado e as diferenças de cada tipo Divulgação/Electrolux 📝Qual ar condicionado gasta pouca energia? Confira no Fórum TechTudo Tudo sobre o funcionamento do ar-condicionado Neste texto, explicamos como o ciclo de refrigeração funciona em cada tipo de aparelho, qual temperatura escolher para diferentes situações e o que cada símbolo do controle remoto significa na prática. Veja os tópicos abordados: Como é o funcionamento do ar-condicionado? Como funciona ar-condicionado split? Como funciona ar-condicionado de janela? Como funciona ar-condicionado portátil? Como escolher a temperatura ideal para o ar-condicionado? O que significam os símbolos do ar-condicionado? 1. Como é o funcionamento do ar-condicionado? O ar-condicionado funciona com três componentes principais: o evaporador, o compressor e o condensador. O ar quente do ambiente é puxado para dentro do evaporador, onde passa sobre bobinas frias preenchidas com fluido refrigerante. O refrigerante absorve o calor do ar e muda do estado líquido para o gasoso. Esse gás é comprimido pelo compressor, que aumenta sua pressão e temperatura, e segue para o condensador externo, onde o calor é liberado para fora. O refrigerante volta ao estado líquido e o ciclo recomeça, devolvendo ar resfriado ao ambiente. Os modelos com tecnologia inverter aplicam esse mesmo ciclo, mas com uma diferença no compressor. O motor convencional funciona apenas em dois modos: ligado na potência máxima ou desligado. O modelo inverter ajusta continuamente a velocidade do motor conforme a necessidade do ambiente, como o controle de cruzeiro de um carro que mantém a velocidade estável sem pisar fundo no acelerador. Isso elimina os picos de consumo do liga-desliga e pode economizar até 40% de energia em relação ao modelo convencional, além de manter a temperatura mais estável e operar com menos ruído. O ar-condicionado conta com diferentes tecnologias Reprodução/Carrier Os aparelhos com função quente invertem o ciclo de refrigeração. Em vez de absorver calor do ambiente interno e jogar para fora, o processo se reverte: o aparelho capta calor do ar externo e transfere para dentro do ambiente. Esse modo não consome mais energia do que o resfriamento normal e é mais seguro do que aquecedores elétricos ou a gás, pois filtra o ar antes de devolvê-lo ao ambiente, o que é especialmente importante no inverno quando portas e janelas ficam fechadas. 2. Como funciona ar-condicionado split? O split divide o ciclo de refrigeração em duas unidades separadas por tubulação de cobre. A unidade interna, instalada na parede do ambiente, abriga o evaporador e o ventilador. É ali que o ar quente do cômodo entra em contato com as bobinas frias do evaporador, perde o calor para o fluido refrigerante e volta ao ambiente já resfriado. O ventilador interno distribui esse ar pelo cômodo de forma contínua enquanto o ciclo funciona. A unidade externa abriga o compressor e o condensador. É nela que o refrigerante, já carregado com o calor do ambiente interno, é comprimido e liberado para o ar exterior. O compressor aumenta a pressão do gás para forçar a liberação de calor no condensador, onde um ventilador externo ajuda a expelir esse calor para fora. Depois de liberar o calor, o refrigerante resfria, volta ao estado líquido e segue pela tubulação de volta para a unidade interna. O ar-condicionado do tipo split é o mais usado nos lares brasileiros Reprodução / Freepik As duas unidades são conectadas por tubos de cobre isolados que passam por um furo na parede. Essa separação física é o que torna o split mais silencioso do que o ar de janela: o compressor, responsável pela maior parte do ruído, fica do lado de fora. A instalação exige um técnico licenciado para manusear o gás refrigerante e realizar as conexões elétricas, e a unidade externa deve ser posicionada em local sombreado e ventilado para maximizar a eficiência do sistema. 3. Como funciona ar-condicionado de janela? O ar-condicionado de janela reúne todos os componentes do ciclo de refrigeração em uma única caixa. Não há separação entre unidade interna e externa: o evaporador, o compressor, o condensador e os dois ventiladores estão no mesmo gabinete. O aparelho divide esse gabinete em duas metades funcionais: a parte que fica dentro do ambiente processa o ar frio, e a parte que fica do lado de fora expele o calor. Por isso ele precisa estar posicionado na janela, com uma seção voltada para dentro e outra para fora. No centro do aparelho há um loop de cobre com um compressor de um lado e uma válvula de expansão do outro. O refrigerante circula por esse loop: o compressor o pressuriza até virar líquido quente, que passa pelo condensador externo e libera o calor para fora. Quando o líquido chega à válvula de expansão, a pressão cai, o refrigerante evapora e resfria. Esse fluido frio passa pelo evaporador interno, onde absorve o calor do ar do ambiente, que volta resfriado para o cômodo. Modelo de janela conta com a unidade externa e interna integrados Divulgação/Consul A capacidade de resfriamento do ar de janela é medida em BTUs. A maioria dos modelos residenciais vai de 5.000 a 15.000 BTUs. Modelos acima de 15.000 BTUs geralmente exigem tomada dedicada de 220V. Como o compressor fica dentro do mesmo gabinete que entra no ambiente, o ar de janela tende a ser mais barulhoso do que o split, especialmente no momento da partida, quando o compressor exige mais energia para iniciar o ciclo. 4. Como funciona ar-condicionado portátil? O ar-condicionado portátil usa o mesmo ciclo de refrigeração dos modelos fixos, mas compacta todos os componentes em uma única unidade com rodas. O ar quente do ambiente entra pelo aparelho, passa por um filtro, flui sobre as bobinas do evaporador onde o refrigerante absorve o calor, e o ar resfriado é devolvido ao cômodo. O calor absorvido pelo refrigerante é expelido para fora por um duto flexível conectado a uma janela. A tomada padrão e o acesso a uma janela são os únicos requisitos para o funcionamento. Existem dois tipos de portátil: o de mangueira simples e o de mangueira dupla. O de mangueira simples usa o mesmo duto para entrada e saída de ar, o que cria pressão negativa dentro do ambiente e atrai ar quente de outros cômodos pelas frestas, reduzindo a eficiência. O de mangueira dupla tem dutos separados: um capta ar externo para resfriar o compressor e outro expele o ar quente. Sem pressão negativa, o resfriamento é mais eficiente e adequado para ambientes maiores ou climas mais quentes. Modelo portátil pode ser transportado para qualquer lugar Foto: Divulgação/Hisense A manutenção do portátil é mais simples do que a dos modelos fixos. Os filtros devem ser limpos a cada duas semanas com água corrente. O duto de exaustão precisa ser verificado regularmente para evitar dobras ou obstruções que reduzam o fluxo de ar. Em climas úmidos, o reservatório de condensado pode precisar ser esvaziado manualmente quando o sistema de autoevaporação não der conta de toda a umidade coletada. 5. Como escolher a temperatura ideal para o ar-condicionado? A ANVISA recomenda que ambientes fechados sejam climatizados entre 20°C e 26°C. Dentro dessa faixa, a temperatura mais confortável para uso geral fica entre 22°C e 25°C. Configurar o aparelho abaixo de 20°C não resfria o ambiente mais rápido: o tempo de climatização depende da quantidade de calor que o aparelho precisa remover, não da temperatura programada. Temperaturas muito baixas aumentam o consumo de energia, aceleram o desgaste do compressor e podem causar acúmulo de gelo no evaporador. Para dormir, especialistas em sono recomendam aproximadamente 18°C como temperatura ideal. O corpo humano precisa que a temperatura central caia para iniciar o estado de sonolência. Ambientes muito quentes impedem essa queda natural e comprometem a qualidade do sono REM, causando agitação noturna e cansaço pela manhã. Crianças e idosos são os mais sensíveis a temperaturas elevadas no quarto: em crianças, o calor excessivo pode causar dificuldades respiratórias, e em idosos aumenta o risco de problemas cardiovasculares durante a noite. Especialistas recomendam 18°C como temperatura ideal para dormir Reprodução/Freepik Para ambientes de trabalho, a faixa recomendada no verão é de 23°C a 26°C. Temperaturas abaixo de 20°C causam desconforto físico que reduz a produtividade, enquanto temperaturas acima de 26°C aumentam a fadiga cognitiva. A umidade relativa do ar também interfere no conforto: o ideal é manter entre 30% e 70%, evitando que caia abaixo de 50%, pois o ar-condicionado remove umidade ao resfriar e ambientes muito secos causam ressecamento das vias respiratórias e dos olhos. Confira mais informações: 👉 Qual é a temperatura ideal do ar-condicionado? 6. O que significam os símbolos do ar-condicionado? Os símbolos de modo e temperatura são os mais usados no dia a dia. O floco de neve indica o modo frio, o sol indica o modo quente, a gota de água representa o modo seco de desumidificação, o cata-vento simboliza o modo ventilação sem resfriamento, e as setas em círculo indicam o modo automático, onde o aparelho ajusta a temperatura e a velocidade do ventilador sozinho. A gota gera confusão porque parece representar umidade, mas na prática aciona o modo que remove umidade do ar. Os símbolos de fluxo de ar controlam a direção do vento. O swing vertical ajusta o ângulo das aletas para cima ou para baixo, e o swing horizontal move o ar da esquerda para a direita. Esses controles são importantes para distribuir o ar pelo ambiente sem que o vento fique direcionado diretamente para as pessoas, o que causa desconforto e ressecamento. Em escritórios com várias pessoas, ajustar o swing para distribuir o ar de forma ampla reduz reclamações de frio excessivo em quem fica mais perto do aparelho. Os símbolos de timer permitem programar o horário de ligar e desligar o aparelho. O sleep timer desliga o ar automaticamente após um período configurável de 30 a 240 minutos, útil para quem usa o aparelho para adormecer sem deixá-lo funcionando a noite toda. Ajustar a temperatura em apenas um grau para cima pode reduzir o consumo de energia em até 10%. Passar de 22°C para 25°C pode diminuir o consumo diário em mais de 20%, mantendo o conforto e reduzindo a conta de luz. Cool, swing e mais: o controle do ar-condicionado contém diversos símbolos que representam funções do aparelho Arte/TechTudo Com informações de Boxt, New Age Air, Cnet, Global Cool Air e TCL Mais do TechTudo VEJA O VÍDEO A SEGUIR: Cool, sleep e mais: saiba qual é o melhor modo para deixar o ar-condicionado Cool, sleep e mais: saiba qual é o melhor modo para deixar o ar-condicionado

Usa WhatsApp GB? Mensageiro testa versão paga com funções personalizáveis

27 de Abril de 2026, 04:01

A Meta iniciou testes para a versão paga do WhatsApp. Batizada informalmente de “WhatsApp Plus”, a novidade ainda está em fase inicial e, por enquanto, oferece apenas a possibilidade de mudanças estéticas. O foco em personalização não é exatamente novidade para usuários, já que o WhatsApp GB, uma versão modificada do mensageiro, explora esse tipo de recurso há anos — embora de forma paralela e com diversos riscos. O teste do WhatsApp Plus não apresenta funções inéditas, mas vai permitir que usuários personalizem a interface do aplicativo, com opções como cores diferentes, temas exclusivos e ajustes visuais mais avançados. Entenda mais detalhes a seguir. 🔎 Você PAGARIA para ver stories escondido? Meta testa Instagram Plus; entenda 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Curte WhatsApp GB? Mensageiro testa versão paga com funções personalizáveis Mariana Saguias/TechTudo 📝 Como vai funcionar os planos pagos do Instagram, Facebook e WhatsApp? Veja no fórum do TechTudo WhatsApp pago? Entenda o que está sendo testado Apesar do nome chamativo, o teste não significa uma virada completa para um modelo pago. O WhatsApp continua gratuito, e a assinatura premium aparece como um complemento opcional. Nesse primeiro momento, os usuários selecionados para o teste têm acesso a um pacote limitado de personalização e alguns ajustes de conveniência. Ou seja, nenhum dos recursos anunciados têm impacto direto em funcionalidades básicas como envio de mensagens, chamadas ou criptografia — pelo menos por enquanto. Entre as novidades estão: Alteração de cores e temas da interface com cerca de 18 novas opções, incluindo diferentes tons do verde tradicional do app; Ícones personalizados para o app permitindo mudar o visual do logo na tela inicial do celular; Figurinhas “premium” animadas incluindo adesivos maiores, que podem ocupar quase toda a tela; Toques exclusivos para chamadas com cerca de dez novas opções para ligações de voz e vídeo; Possibilidade de fixar até 20 conversas além do limite atual de três chats fixados; Criação e organização de listas de conversas com a possibilidade de agrupar chats em abas personalizadas. Novidades do WhatsApp Plus Reprodução/Threads 🔎WhatsApp GB ainda funciona em 2026? Saiba o que é o APK e seus perigos Quanto vai custar Até o momento, não há confirmação oficial de preços globais, mas os testes já indicam um modelo claro. Em mercados europeus, o plano aparece com valor de cerca de € 2,49 por mês (aproximadamente R$ 14,60), enquanto em outros países os preços são ajustados localmente — com registros de valores mais baixos, como cerca de R$ 8 para os testes no México. A cobrança segue o formato de assinatura mensal com renovação automática e pode incluir um período de teste gratuito antes da cobrança. Ainda não há previsão de preço no Brasil. Vale a pena pagar Por enquanto, a resposta tende a ser: depende do quanto você valoriza personalização. Se a ideia for apenas mudar o visual do app, muitos usuários podem considerar a mensalidade do WhatsApp Plus dispensável — principalmente se levar em consideração que o serviço sempre foi gratuito. Por outro lado, o teste abre caminho para um cenário em que recursos mais robustos possam ser incluídos no pacote premium no futuro, tornando a assinatura mais atraente. Entenda se vale a pena assinar Mariana Saguias/TechTudo ➡️Como colocar Pix no WhatsApp: veja passo a passo Como assinar o WhatsApp Plus Embora o WhatsApp Plus ainda não esteja oficialmente disponível para todos os usuários, o passo a passa para assinar a versão premium do mensageiro é o seguinte: Abra o WhatsApp no celular Android ou iPhone (iOS); Toque no ícone de três pontinhos no canto superior direito da tela; Acesse “Configurações”; Selecione “Assinaturas”; Toque em “WhatsApp Plus”. Com informações de TechCrunch Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como personalizar o WhatsApp? Como personalizar o WhatsApp?

Como fazer carrossel infinito no Instagram pelo celular: veja 2 maneiras

27 de Abril de 2026, 03:01

O carrossel infinito do Instagram, também chamado de carrossel seamless ou carrossel contínuo, é aquele em que a imagem não termina em cada slide: ela continua do lado direito de uma foto para o lado esquerdo da próxima, criando um efeito panorâmico e aesthetic que prende a atenção de quem desliza o post. O formato faz sucesso no app por aumentar o tempo de interação com a publicação, o que favorece o alcance orgânico. A seguir, confira duas formas de fazer carrossel infinito. 🔎Instagram virou TikTok? O que achamos da novidade em teste da Meta 📲Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Exemplo de post no Instagram no formato de carrossel infinito feito no Canva Arte/TechTudo 📝Como entrar no Instagram sem senha? Veja no fórum do TechTudo Como fazer carrossel infinito pelo celular com o Panorama Scroll Carousel Maker O Panorama Scroll Carousel Maker é um app feito especificamente para esse tipo de post. Ele cria o efeito contínuo automaticamente sem que o usuário precise dividir a imagem e atende a demanda da maioria das pessoas no plano gratuito. A plataforma está disponível para celulares Android e iPhone (iOS). Para usar a ferramenta, baixe o aplicativo na Google Play Store ou App Store e siga o tutorial abaixo. O Panorama Scroll Carousel Maker ou Caro é gratuito e está disponível para Android e iOS na Google Play Store e App Store Reprodução/App Store Passo 1 — Abra o app e escolha um template Depois, abra o menu "Caro" para acessar a tela principal com os templates disponíveis em "Explore" e escolha uma das categorias de estilo. Então, toque no template que mais combina com o seu conteúdo. É posssível visualizar como o carrossel ficará antes de começar a editar. O Caro oferece quatro categorias de templates prontos Reprodução/Panorama Scroll Carousel Maker Passo 2 — Adicione suas fotos Dentro do template, toque no ícone "+" em cada slot para adicionar as fotos da sua galeria. Você pode usar uma única imagem panorâmica, o app a divide automaticamente, ou inserir fotos diferentes em cada slide. Use o gesto de pinça para redimensionar e reposicionar a imagem dentro do frame. Vale destacar que o Caro permite adicionar quantos slides quiser. Para incluir mais, toque no "+" ao lado do último slide e continue a criação do post. O app permite adicionar quantas fotos desejar usando o botão "+" em cada slot do carrossel Reprodução/Panorama Scroll Carousel Maker Passo 3 — Personalize texto, cores e elementos Com as fotos no lugar, personalize o carrossel usando a barra de ferramentas na parte inferior da tela, as opções são: Background: muda a cor das bordas ou do fundo de cada slide Photo: adiciona mais imagens ao seu template Stickers: adiciona elementos decorativos ou ícones Text (A): adiciona legendas ou títulos em cada slide. Permite escolher a fonte, tamanho e cor Desenho livre: lápis para fazer anotações à mão Logo: adiciona elementos da sua marca, se tiver, com o plano premium Para garantir o efeito infinito, coloque elementos, como uma linha, um gradiente ou uma frase, que comecem em um slide e terminem no seguinte. O app posiciona as imagens com continuidade automática se você usar a função panorâmica. A barra de ferramentas do Caro permite adicionar texto, stickers, mudar cor de fundo e mais Reprodução/Panorama Scroll Carousel Maker Passo 4 — Visualize e salve o carrossel Antes de exportar, toque no ícone de enviar, no canto superior direito, para ver como o carrossel vai aparecer no Instagram. Deslize entre os slides para confirmar que o efeito de continuidade está funcionando. Se algum elemento ficou descentralizado, volte ao modo de edição e ajuste. Com o post pronto, toque em "Save" ou "Export". O Caro salva automaticamente cada slide como uma imagem separada na sua galeria. Abra o Instagram, crie uma nova publicação, toque no ícone de múltiplas imagens e selecione os slides na ordem correta. Avance normalmente até publicar. A aba "Preview" mostra como o carrossel ficará no Instagram antes de exportar Reprodução/Panorama Scroll Carousel Maker 🔎Como manter a qualidade das fotos no Instagram? Veja o passo a passo Como fazer carrossel infinito pelo Canva O Canva não tem uma função nativa de carrossel infinito, mas é possível criar o efeito montando uma única imagem panorâmica e depois dividindo-a em slides. O processo tem mais etapas, porém oferece total liberdade de design. A edição pode ser feito pelo app do Canva no celular, mas criá-la usando a versão do aplicativo para computador pode ser mais intuitiva. Passo 1 — Crie um design com tamanho personalizado Abra o Canva (app ou site) e toque em "Criar um design" > "Tamanho personalizado" e defina as dimensões da seguinte forma: Altura: 1080 px (padrão Instagram) Largura: 1080 px (multiplicado pelo número de slides desejados) Por exemplo: para um carrossel de 3 slides, a largura será 3240 px (1080 × 3). Para 6 slides: 6480 px. Confirme tocando em "Criar novo design". Escolha o tamanho do design manualmente no Canva Reprodução/Canva Passo 2 — Ative as guias para visualizar os slides Acesse os três pontinhos (ou "arquivo" no computador)> Configurações> Adicionar Guias Ative as guias para saber a divisão dos slides Reprodução/Canva Para definir as divisões, vá em "personalizar", depois "coluna" e selecione a quantidade de slides que o carrossel terá de acordo com o tamanho. Deixe as opções de espaço e margem em 0px. Então, toque em "pronto". Defina a quantidade de slides no Canva Reprodução/Canva Passo 3 — Crie o design com elementos contínuos Crie o seu layout normalmente dentro da tela panorâmica, é possível usar templates da aba "modelos" ou adicionar fotos em "uploads" e editar como preferir. O segredo do efeito infinito é fazer elementos cruzarem as linhas de divisão entre os slides: uma linha horizontal, um gradiente, uma foto de fundo contínua, um texto que começa em um slide e termina no próximo. Crie seu design para montar carrossel infinito Reprodução/Canva Passo 4 — Baixe o design Vá em "Apps" na barra de ferramentas inferior, pesquise por "Image Splitter" e abra o aplicativo dentro do Canva. O canva tem uma ferramenta que salva cada slide individualmente Reprodução/Canva Clique em exportar design, selecione o arquivo em JPG. Para dividir, sempre selecione como apenas uma linha e a coluna equivale a quantidade de slides desejados, nesse caso 3. Depois, clique em Dividir imagem e Salve em Uploads. Etapas para dividir o design no Canva Reprodução/Canva Vá em Uploads, selecione as imagens do carrossel e baixe-as em seu dispostivo. Baixe as imagens no seu aparelho Reprodução/Canva Passo 6 — Publique no Instagram Com as imagens na galeria do celular, abra o Instagram, crie uma nova publicação, toque no ícone de múltiplas fotos e selecione os slides do carrossel na ordem correta (do slide 1 ao último). Avance e publique normalmente. Qual método escolher? O Panorama Scroll Carousel Maker é a opção mais prática: automático, com templates prontos e sem etapas extras. Ideal para quem quer criar rápido com bom resultado visual. O Canva oferece mais controle criativo e é a melhor escolha para quem já usa a ferramenta no dia a dia ou quer criar carrosséis com textos, infográficos ou uma identidade visual mais elaborada, só exige um passo extra de divisão pelo PineTools. Apps permitem criar carrossel de fotos infinito para o Instagram Mariana Saguias/TechTudo Com informações de Canva, Caro e TechTudo Mais do TechTudo 🎥Veja também: O INSTAGRAM VAI FICAR PAGO? Calma! Não é bem assim... O INSTAGRAM VAI FICAR PAGO? Calma! Não é bem assim...

Melhor câmera de segurança Wi-Fi custo-benefício: top 8 em 2026

27 de Abril de 2026, 03:00

Escolher a melhor câmera digital com Wi-Fi custo-benefício é essencial para monitorar a casa ou o trabalho com praticidade, sem pesar no orçamento. Atualmente, esses dispositivos se tornaram acessíveis, compactos e repletos de recursos que antes eram exclusivos de sistemas profissionais, como visão noturna colorida, áudio bidirecional, detecção de movimento inteligente e acesso remoto pelo celular. Para ajudar você a encontrar o modelo certo para cada necessidade, o TechTudo reuniu oito opções que se destacam em 2026, abrangendo desde soluções simples até alternativas com inteligência artificial. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as opções mais em conta da lista, a HW E27 custa a partir de R$ 53 no Mercado Livre. O modelo se conecta diretamente ao bocal de uma lâmpada comum, dispensa qualquer cabo e entrega resolução Full HD 1080p, visão noturna colorida, rotação de 360°, sensor de movimento e áudio bidirecional. No topo da lista, a Intelbras iM4C está disponível a partir de R$ 254 no mesmo site e traz recursos como rastreamento automático por inteligência artificial, campo de visão de 360°, sirene interna e visão noturna por infravermelho. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Melhor câmera de segurança Wi-Fi custo-benefício: top 8 em 2026 Divulgação/Intelbras 🔎 Quer uma câmera de segurança Wi-Fi? Tire dúvidas antes de comprar Initial plugin text Como escolhemos as melhores câmeras de segurança Wi-Fi? A seleção considerou volume de vendas nas principais plataformas do país, notas dos consumidores acima de 4,5, reputação das marcas e custo-benefício diante das especificações entregues. A prioridade foi para câmeras com conectividade Wi-Fi, resolução mínima de Full HD, visão noturna e acesso remoto via aplicativo, disponíveis por até R$ 235. Também levamos em conta os reviews e impressões do próprio TechTudo para modelos que já passaram pela nossa análise. Qual é a melhor câmera de segurança Wi-Fi? A resposta depende do perfil de uso e do orçamento. Para quem quer o máximo de praticidade por menos de R$ 60, a HW E27 resolve bem: basta rosquear no bocal da lâmpada e configurar pelo aplicativo. Para ambientes internos com necessidade de maior cobertura e mais recursos, a Intelbras iM3C e a iM4C são opções sólidas, com suporte da maior fabricante brasileira de eletrônicos de segurança. Já quem precisa de uma câmera externa com painel solar e resistência encontra na Idali Life CG6E uma alternativa interessante na faixa intermediária. O modelo ideal é aquele que equilibra preço, especificações e facilidade de uso conforme o cenário de monitoramento. O que observar antes de comprar uma câmera de segurança Wi-Fi? Antes de tomar uma decisão, vale analisar alguns pontos que fazem diferença no dia a dia. A resolução da imagem define a nitidez das gravações; câmeras com Full HD (1080p) ou superior garantem mais detalhes na identificação de pessoas e objetos. O tipo de visão noturna também importa: modelos com LEDs brancos entregam imagens coloridas no escuro, enquanto os de infravermelho gravam em preto e branco, mas com alcance maior. Verifique também se a câmera é para uso interno ou externo, pois as de uso externo precisam ter certificação de resistência à água e poeira (como IP65 ou IP66). Outros pontos relevantes são: Armazenamento: avalie se o modelo aceita cartão microSD ou depende exclusivamente de assinatura na nuvem. Detecção inteligente: câmeras com IA conseguem diferenciar pessoas, animais e veículos, reduzindo alertas desnecessários. Áudio bidirecional: permite ouvir e falar remotamente pelo aplicativo, útil para interagir com visitantes ou pets. Compatibilidade Wi-Fi: atenção ao fato de que a maioria dos modelos acessíveis opera apenas em redes de 2,4 GHz, não sendo compatíveis com redes de 5 GHz. Mensalidades: alguns modelos têm armazenamento em nuvem gratuito por período limitado; verifique antes os planos pagos necessários para funcionalidades completas. 📝Como escolher câmera de segurança? Confira no Fórum TechTudo As melhores câmeras de segurança com Wi-Fi integrado em 2026 HW E27 – opção ultrassimples para quem quer câmera no lugar da lâmpada JT-8178HJ – alternativa compacta com instalação na tomada Kodi V360 Pro-G4 – câmera de entrada com boa cobertura e app dedicado Coibeu A8 – modelo externo com resistência à água e PTZ TP-Link TC70 – câmera interna com rotação completa e integração com assistentes de voz Idali Life CG6E – opção externa com painel solar e visão noturna colorida Intelbras iM3 C – câmera interna com IA e suporte a DVR/NVR Intelbras iM4 C – modelo topo de linha com rastreamento automático e sirene integrada 1. HW E27 – a partir de R$ 53 Projetada para quem busca monitoramento sem complicações, a HW E27 tem um diferencial difícil de bater: a instalação consiste simplesmente em rosquear o dispositivo no bocal de uma lâmpada padrão E27, conectar ao Wi-Fi de 2,4 GHz e configurar tudo pelo aplicativo, sem furar paredes ou chamar técnico. A câmera oferece resolução Full HD 1080p, rotação de 360° com controle PTZ pelo app, visão noturna colorida e sensor de movimento com envio de alertas para o celular em tempo real. Compatível com Android e iOS, é indicada para residências, escritórios e qualquer ambiente que já tenha um bocal de lâmpada disponível, dispensando fiação adicional. Em termos técnicos, o modelo conta com áudio bidirecional via microfone e alto-falante embutidos, alcance de detecção de movimento de até 10 metros e suporte a cartão microSD para armazenamento local (não incluso). A conectividade é exclusivamente via Wi-Fi 2,4 GHz, portanto não funciona em redes de 5 GHz. Por ser um produto com homologação na Anatel, a HW E27 tem garantia de conformidade com as normas brasileiras, o que não é uma regra entre modelos de importação direta. A HW E27 pode ser encontrada a partir de R$ 52 no Mercado Livre e acumula nota 4,8 na plataforma. Quem comprou o produto elogia principalmente a qualidade de imagem tanto durante o dia quanto à noite, a facilidade de instalação e o bom desempenho do áudio, com relatos de que o microfone capta sons com clareza mesmo a distância. Entretanto, as avaliações negativas apontam instabilidade na conexão Wi-Fi. Prós: instalação sem fio ou cabeamento; visão noturna colorida; homologação Anatel ; valor acessível Contras: instabilidade na conexão Wi-Fi; sem cartão de memória incluso 2. JT-8178HJ – a partir de R$ 55 Com instalação igualmente descomplicada, a JT-8178HJ da Jortan se conecta a uma tomada comum, dispensando bocal de lâmpada ou cabeamento externo. O modelo foi desenvolvido para uso interno e entrega resolução Full HD 1080p, rotação panorâmica, visão noturna com infravermelho, detecção de movimento com notificação em tempo real e áudio bidirecional. O acesso remoto é feito pelo aplicativo Yoosee, disponível para Android e iOS, que também permite controle PTZ para direcionar a câmera remotamente para qualquer ponto do ambiente. Entre as especificações do dispositivo, o modelo aceita cartão de memória para armazenamento local e opera em rede Wi-Fi de 2,4 GHz. O formato compacto facilita o posicionamento em diferentes locais do ambiente sem chamar atenção, sendo indicado para monitoramento de crianças, idosos, pets e para vigilância discreta em comércios e escritórios. A Jortan é uma fabricante com presença consolidada nas principais plataformas brasileiras, com bom volume de vendas e histórico de avaliações positivas. A JT-8178HJ está disponível a partir de R$ 55 na Shopee e soma nota 4,8 na plataforma. As avaliações positivas destacam a qualidade de imagem, a facilidade de instalação e o manual em português, um diferencial em relação a modelos de importação direta que costumam vir apenas em outros idiomas. Por outro lado, os relatos negativos apontam dificuldades na configuração do aplicativo em alguns dispositivos, problemas de conexão ao Wi-Fi e ausência do cartão microSD na embalagem. Prós: instalação via tomada; áudio bidirecional; bom custo-benefício; manual em português Contras: sem cartão de memória incluso; instabilidade ocasional de conexão 3. Kodi V360 Pro-G4 – a partir de R$ 60 A Kodi V360 Pro-G4 é uma câmera de entrada com relação custo-benefício difícil de ignorar para quem busca cobertura ampla por menos de R$ 70. O modelo entrega resolução Full HD 1080p com ângulo de visão de 360°, visão noturna, controle PTZ via aplicativo e armazenamento de até 128 GB (não incluso). O gerenciamento é feito pelo app V360 Pro, disponível para Android e iOS, que permite monitoramento remoto em tempo real, reprodução de gravações, controle de movimento bidirecional e configuração de alertas por detecção de movimento. Do ponto de vista técnico, a câmera opera em rede Wi-Fi de 2,4 GHz e conta com áudio bidirecional por microfone e alto-falante integrados, além de opção de armazenamento em nuvem via plano do aplicativo. Além disso, o suporte a múltiplos dispositivos simultâneos é outro ponto prático para famílias que precisam que mais de uma pessoa monitore o mesmo ambiente. O dispositivo é indicado para uso interno em residências, escritórios e comércios de pequeno porte. A Kodi V360 Pro-G4 pode ser encontrada a partir de R$ 60 na Shopee e reúne nota 4,7 na plataforma. Consumidores elogiam o bom custo-benefício, a conexão rápida ao aplicativo e a facilidade de instalação. Já as críticas se concentram na qualidade de imagem abaixo do esperado, especialmente à noite em ambientes sem iluminação complementar, e no aplicativo V360 Pro com funções limitadas na versão gratuita e repleto de anúncios. Prós: resolução Full HD; cobertura 360°; suporte a cartão TF de até 128 GB; valor acessível Contras: dificuldade de configuração em alguns dispositivos Android; visão noturna com alcance limitado 4. Coibeu A8 – a partir de R$ 100 Com foco em uso externo, a Coibeu A8 é uma câmera dome PTZ Wi-Fi projetada para quem precisa de monitoramento além das paredes de casa. O dispositivo suporta rotação de 320° na horizontal e 110° na vertical, com controle remoto pelo aplicativo ICSee via celular, tablet ou computador. A resolução é de 2 MP com imagens em HD (1280 x 960p), infravermelho para visão noturna em escuridão total com quatro LEDs de alto brilho e alcance de até 15 metros. Além disso, aceita cartão de memória de até 128 GB e também pode ser conectada via cabo RJ45, o que garante opção com ou sem fio conforme a necessidade. A câmera dispensa DVR ou DynDNS para funcionar, o que simplifica bastante a configuração. Compatível com Android e iOS, permite visualização simultânea de até quatro câmeras no app e suporta até cinco usuários conectados ao mesmo tempo, prático para famílias maiores ou pequenos estabelecimentos. O design dome facilita a fixação em paredes ou tetos e o modelo acompanha fonte de energia, sistema de vedação para o cabo RJ45, parafusos e buchas. A Coibeu A8 está disponível a partir de R$ 100 na Amazon e acumula nota 4,6 na plataforma. Clientes elogiam a qualidade de imagem tanto de dia quanto à noite, a facilidade de configuração e o bom custo-benefício para o segmento. Entretanto, as avaliações negativas apontam problemas no sistema de gravação via cartão SD, com lentidão e erros de acesso frequentes, propagandas excessivas no aplicativo ICSee e relatos de falha após exposição à chuva, o que levanta dúvidas sobre a resistência à água declarada pelo fabricante. Prós: uso externo; conexão Wi-Fi ou cabo RJ45; sem necessidade de DVR Contras: resolução abaixo de Full HD; relatos de lentidão e falhas 5. TP-Link TC70 – a partir de R$ 168 A TP-Link TC70 é uma câmera interna Wi-Fi com rotação completa de 360° na horizontal e 114° na vertical, resolução Full HD 1080p e visão noturna infravermelha com alcance de até nove metros. O acesso remoto é feito pelo aplicativo Tapo, disponível para Android e iOS, com interface intuitiva que permite monitoramento em tempo real, controle PTZ, visualização de gravações, configuração de zonas de atividade e agendamento de gravações. Além disso, integra-se com Amazon Alexa e Google Assistente, tornando-a uma opção natural para quem já tem uma casa conectada. Entre os recursos técnicos, a câmera suporta cartão microSD de até 128 GB para armazenamento local, com capacidade de até 384 horas de gravação. Conta ainda com modo privado, que desativa a câmera completamente quando necessário, e sistema de criptografia WPA/WPA2-PSK com segurança AES de 128 bits para proteger a transmissão de dados. Ao contrário de muitos concorrentes na mesma faixa de preço, a TC70 é um produto de uma fabricante global com ampla rede de suporte no Brasil, o que adiciona confiabilidade à compra. A TP-Link TC70 está disponível a partir de R$ 168 na Amazon e acumula nota 4,8 na plataforma. Usuários destacam a boa qualidade de imagem, o amplo campo de visão e a facilidade de instalação como principais pontos positivos. Por outro lado, as críticas se concentram na perda de funcionalidades após 30 dias de uso gratuito do aplicativo, exigindo assinatura paga para recursos como rastreamento de movimento e acesso às gravações, além de relatos de instabilidade na conexão Wi-Fi e incompatibilidade com cartões microSD de alguns fabricantes. Prós: integração com Alexa e Google; suporte a cartão de 128 GB; aplicativo completo Contras: lentidão ocasional no controle remoto; configuração pode ser difícil para iniciantes 6. Idali Life CG6E – a partir de R$ 174 Diferente da maioria das câmeras da lista, a Idali Life CG6E chega com painel solar de 1,6 W integrado e bateria interna de 4.500 mAh, o que a torna totalmente sem fio para uso externo. Com certificação IP65 de resistência à água e poeira, pode ser instalada em qualquer ambiente externo sem preocupação com chuva. A câmera oferece resolução máxima de 2.304 x 1.296 pixels, visão noturna colorida com sistema de iluminação dupla (LED vermelho e branco), rotação de 115° na horizontal e 60° na vertical, e envio de alertas em até dois segundos após detectar movimento. Pelo aplicativo, é possível controlar todas as funções remotamente, incluindo rastreamento de movimento, intercomunicação bidirecional por full-duplex e visualização em tempo real. O armazenamento é feito em cartão microSD de até 128 GB ou via nuvem. Compatível com Wi-Fi de 2,4 GHz, opera em temperaturas entre -10°C e 45°C, o que garante funcionamento mesmo no inverno rigoroso das regiões sul e sudeste do Brasil. A Idali Life CG6E pode ser encontrada a partir de R$ 174 na Shopee e soma nota 4,8 na plataforma. As avaliações positivas destacam a qualidade de imagem, a facilidade de configuração e o manual em português. Já os relatos negativos apontam que o painel solar tem capacidade limitada de carregamento, mantendo a bateria funcional apenas com incidência direta de sol, além de queixas sobre o aplicativo Dafu Life, que restringe o acesso às gravações do cartão de memória sem assinatura paga. Prós: painel solar incluso; certificação IP65; visão noturna colorida; sistema de iluminação dupla Contras: capacidade limitada de carregamento; dificuldades com o aplicativo 7. Intelbras iM3 C – a partir de R$ 206 A Intelbras iM3 C é uma câmera interna Wi-Fi desenvolvida com foco em segurança doméstica inteligente e respaldada pela maior fabricante brasileira de eletrônicos de segurança. Com resolução Full HD 1080p, sensor CMOS de 2 megapixels, lente de 2,8 mm e ângulo de visão diagonal de 131°, o modelo entrega uma cobertura ampla sem precisar girar a câmera. A visão noturna infravermelha tem alcance de até 10 metros e zoom digital de 8x, com modo Day & Night automático que adapta a captura às condições de iluminação do ambiente. No campo da inteligência artificial, a iM3 C identifica e diferencia a presença de pessoas, disparando notificações específicas por detecção humana, além de contar com sirene interna que pode ser acionada remotamente. O acesso é feito pelo aplicativo Mibo Smart, com compatibilidade para Amazon Alexa e Google Assistente. O armazenamento aceita cartão microSD de até 256 GB, DVR/NVR com tecnologia Onvif ou nuvem via Mibo Cloud (plano pago). Por ser uma câmera fixa, sem PTZ, é mais indicada para ambientes menores ou pontos de entrada bem definidos. A Intelbras iM3 C está disponível a partir de R$ 206 na Amazon e acumula nota 4,8 na plataforma. Quem comprou elogia a qualidade de imagem, a facilidade de instalação e o bom desempenho da visão noturna. Já as críticas se concentram no aplicativo Mibo Smart, descrito como lento e instável, com câmeras que ficam offline com frequência, e na política de funcionalidades pagas, que exige assinatura para acesso ao histórico de gravações e a recursos como a função babá eletrônica em segundo plano, além da ausência do cartão de memória na embalagem. Prós: IA com detecção humana; integração com Alexa e Google; sirene integrada; pode se adaptar à iluminação ambiente Contras: câmera fixa sem rotação; visão noturna sem cores; nuvem paga separadamente 8. Intelbras iM4 C – a partir de R$ 254 O modelo mais completo da lista, a Intelbras iM4 C traz tudo o que a iM3 C oferece e acrescenta mobilidade panorâmica total. Com rotação horizontal de 355° e ângulo de visão diagonal de 105°, cobre praticamente todo o ambiente com uma única câmera. A grande novidade em relação ao modelo anterior é o Auto Tracking, recurso de rastreamento automático por inteligência artificial que acompanha qualquer objeto em movimento dentro do campo de visão, mantendo o alvo sempre em foco sem intervenção manual. Também com resolução Full HD 1080p e sensor CMOS de 2 megapixels, a iM4 C conta com visão noturna infravermelha com alcance de 10 metros, áudio bidirecional full-duplex, sirene interna, detecção de ruídos por IA e alertas instantâneos de movimento. O armazenamento pode ser feito em cartão microSD de até 256 GB (Classe 10), DVR/NVR via Onvif ou no serviço Mibo Cloud. Todo o gerenciamento é feito pelo aplicativo Mibo Smart, disponível para Android e iOS, com suporte a controle por voz via Alexa e Google Assistente. A Intelbras iM4 C custa a partir de R$ 254 no Mercado Livre e reúne nota 4,9 na plataforma. Os registros positivos destacam a excelente qualidade de imagem diurna e noturna, a facilidade de instalação e a utilidade do rastreamento automático para monitorar crianças, idosos e pets. Já as críticas se concentram na lentidão do controle de rotação via aplicativo, em relatos de câmera ficando offline com frequência e em problemas de compatibilidade com cartões microSD de outras marcas. Prós: amplo ângulo de visão; Auto Tracking com IA; visão 360°; sirene integrada; marca com suporte no Brasil Contras: cartão de memória e nuvem vendidos separadamente; lentidão no controle via aplicativo Com informações de Amazon, Casas Bahia, Coibeu, HW, Idali, Intelbras, Jortan, Kodi, Mercado Livre, TP-Link e Shopee Mais do TechTudo l 🎥TESTAMOS o NOVO DOBRÁVEL da Motorola na CES 2026! TESTAMOS o NOVO DOBRÁVEL da Motorola na CES 2026! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Os 10 melhores jogos de zumbi da história, segundo o Metacritic

27 de Abril de 2026, 02:02

Os melhores jogos de zumbis da história, segundo o Metacritic, são alguns dos mais populares nos videogames. As criaturas mortas-vivas que costumam se mover lentamente, mas podem também correr em alguns títulos, despertam a imaginação de jogadores com cenários de apocalipse zumbi ou a ideia de viver um filme de terror. Alguns dos exemplos de títulos que tratam desse tema são The Last of Us e a franquia Resident Evil. Pensando nisso, o TechTudo separou uma lista com os 10 melhores jogos de zumbis já lançados em todos os tempos segundo as notas do site Metacritic. Confira a lista completa a seguir em consoles como PS5, PS4, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2, PC e mais plataformas. 🎮Os 10 melhores jogos indies da década, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Resident Evil domina a lista de melhores jogos de zumbis segundo o Metacritic Reprodução/Steam ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. O que é o Metascore? Os números ao lado de cada título são as notas "Metascore" atribuídas pelo site Metacritic, uma ferramenta conhecida na indústria de games que agrega todas as análises dos principais veículos de imprensa e realiza uma média ponderada. Por meio de um algoritmo próprio, que atribui diferentes pesos de acordo com o prestígio de cada veículo, o site determina uma nota única, utilizada para comparar os jogos. Em caso de mesma nota, a posição superior fica com o título que conta com o maior número de análises. Esses são os 10 melhores jogos de zumbi, segundo o Metacritic 10. Resident Evil (1996) [91] 9. Resident Evil 3: Nemesis [91] 8. Resident Evil (2002) [91] 7. Inside [93] 6. Resident Evil 4 Remake [93] 5. Minecraft [93] 4. The Last of Us 2 [93] 3. Resident Evil Code Veronica [94] 2. The Last of Us [95] 1. Resident Evil 4 [96] 10. Resident Evil (1996) [91] Resident Evil foi um marco no PlayStation One, Sega Saturn e PC. O clássico jogo tinha uma atmosfera de filme de terror classe B e contava com uma abertura estrelando atores reais, elemento que não se repetiria em outros títulos da série. No comando dos agentes Chris Redfield ou Jill Valentine da equipe S.T.A.R.S., jogadores irão explorar uma misteriosa mansão em busca de vestígios de um time anterior que perdeu contato. Ao investigar, usuários encontrarão armadilhas, quebra-cabeças e principalmente zumbis, cadáveres que voltaram à vida por conta de um misterioso vírus criado pela empresa Umbrella. O game utilizava uma técnica curiosa para oferecer melhores visuais, apresentando cenários pré-renderizados, basicamente imagens 2D, com modelos em 3D se movendo por eles. Ao encontrar inimigos é possível atirar para eliminá-los com diferentes armas. Porém, a munição é escassa e sua sobrevivência depende de racionar itens. Resident Evil está disponível para PC pelas lojas digitais Steam e GOG a partir de R$ 57 e em sua versão Resident Evil Director's Cut para PlayStation 5 e PlayStation 4 por R$ 53,90. O jogo também está incluso na assinatura da PS Plus Deluxe. O clássico Resident Evil de 1996 foi um marco no gênero do terror e se tornou uma série aclamada até hoje Reprodução/Steam 9. Resident Evil 3: Nemesis [91] Resident Evil 3: Nemesis fazia parceria com Resident Evil 2, com trechos antes e depois do surto biológico do segundo jogo que atingiu a cidade de Raccoon City. Enquanto em RE2 os players controlavam Leon S. Kennedy e Claire Redfield, em RE3 a protagonista é Jill Valentine, com alguns trechos contando com o mercenário Carlos Oliveira que a ajuda. A personagem começa em uma investigação contra a empresa Umbrella e termina em uma jornada pela própria sobrevivência após a cidade ficar infestada de zumbis. O jogo seguia em boa parte o mesmo gameplay do segundo, ampliando seu cenário de uma mansão isolada para as ruas de Raccoon City. Entre algumas das novidades estava um sistema de escolhas que permitia percorrer diferentes caminhos durante o game e uma mecânica que permitia criar sua própria munição. Porém, o destaque ficava para o terrível vilão Nemesis que dá nome ao jogo, uma poderosa criatura Tyrant que persegue o player incansavelmente durante a aventura. Resident Evil 3: Nemesis está disponível para PlayStation 5 e PlayStation 4 por R$ 53,90 e PC pelas lojas digitais Steam e GOG a partir de R$ 57. O jogo também está incluso na assinatura da PS Plus Deluxe. Resident Evil 3: Nemesis seguia os moldes de Resident Evil 2, porém com mais ação Reprodução/Steam Resident Evil 3 (PS4) 8. Resident Evil (2002) [91] Poucos anos após o sucesso do primeiro Resident Evil, a Capcom assinou um período de exclusividade da série principal com a Nintendo para lançar seus jogos apenas no GameCube. O primeiro deles foi um impressionante remake de Resident Evil em 2002, que é considerado até hoje uma das melhores versões refeitas de games e talvez a versão definitiva do jogo. A história não mudou, ainda levando os jogadores para a mesma mansão, porém totalmente refeita. Apesar de estar disponível em um console mais poderoso, o jogo manteve o conceito de ângulos de câmera fixos e cenários pré-renderizados do PlayStation One. Isso permitiu que eles levassem o nível de detalhe dos ambientes, iluminação e modelos 3D dos personagens a um nível impressionante para a época. Em matéria de gameplay há algumas mudanças na mansão, novas salas, novos quebra-cabeças e mais elementos novos. Há a adição de itens de defesa e também a necessidade de queimar cadáveres de zumbis para que eles não retornem depois ainda mais poderosos como Crimson Heads. Resident Evil está disponível em sua versão Resident Evil HD Remaster para PlayStation 4 por R$ 83,50, Xbox One por R$ 62,04, Nintendo Switch por R$ 83 e PC pelas lojas digitais Steam e GOG por R$ 89. O game é jogável também no PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e Nintendo Switch 2 através da retrocompatibilidade. O remake de Resident Evil para o GameCube em 2002 impressionou com visuais incríveis Reprodução/Steam 7. Inside [93] Do mesmo criador de Limbo, o estúdio independente Playdead trouxe uma nova aventura com Inside, na qual jogadores encontrarão um tipo diferente de zumbis. Diferente dos tradicionais mortos-vivos, aqui a ameaça são pessoas que sofreram um tipo de lavagem cerebral e estão sob controle de uma espécie de consciência coletiva. Caso descubram que o jogador não é um deles, tentarão impedi-lo de seguir adiante em sua jornada. Assim como Limbo, este é um jogo focado em narrativa, mas sem diálogos, contando-a toda através de seu próprio gameplay. Ao longo da aventura, há desafios de plataforma e quebra-cabeças que precisam ser encarados para poder continuar seu progresso, tudo para chegar a um final que colocará jogadores para pensar. O título também conta com um final secreto, que questiona quem seriam os reais zumbis da história. Inside está disponível para PlayStation 4 por R$ 73,90, para Xbox One por R$ 72,45 e para Nintendo Switch e PC pelas lojas digitais Steam e Epic Games Store por R$ 72,99. O game é jogável também no PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e Nintendo Switch 2 através da retrocompatibilidade. Ele também está incluso na assinatura do Xbox Game Pass Essencial e PC Game Pass. Em Inside as pessoa se tornaram algo parecido com zumbis após sofrerem lavagem cerebral Reprodução/Steam 6. Resident Evil 4 Remake [93] Resident Evil 4 Remake é a atualização do título lançado para o GameCube, disponibilizado posteriormente também para PlayStation 2. O jogo atualizou visuais, introduziu novas mecânicas, como missões paralelas e a possibilidade de aparar golpes usando sua faca. No entanto, ele também condensou, editou e reimaginou muito do conteúdo do original, deixando a dúvida se é realmente a versão definitiva do clássico game. A história traz de volta Leon S. Kennedy, agora como um agente especial do governo, tendo que resgatar a filha do Presidente dos EUA de uma vila na Europa infestada por "zumbis" inteligentes, os Ganados. Diferente dos outros games da saga que focavam em horror e traziam cenários pré-renderizados com ângulos fixos, Resident Evil 4 focava na ação com uma câmera por cima do ombro que se tornou padrão para jogos modernos. Resident Evil 4 Remake está disponível para PlayStation 5 e PlayStation 4 por R$ 199,50, para Xbox Series X e Xbox Series S por R$ 196 e para PC pela loja digital Steam por R$ 169. Resident Evil 4 Remake reimaginou um dos games de terror mais aclamados de todos os tempos Reprodução/Steam Resident Evil 4 (PS4) Resident Evil 4 (PS5) 5. Minecraft [93] Minecraft é um jogo praticamente sem história, deixando o player para sobreviver em um grande mundo aberto sem explicar regras ou o que esperar. Porém, qualquer usuários experiente sabe que seu primeiro instinto deverá ser criar um abrigo, pois à noite monstros surgem para caçar quem andar ao relento. Os zumbis são grande parte de Minecraft até hoje, incluindo variações de outros biomas, como o Zumbi-múmia (Husk) no deserto ou os Afogados (Drowned), zumbis que ficaram tempo demais na água. Um dos pontos mais marcantes da presença dos mortos-vivos em Minecraft está em seus sons, que podem surgir de repente para o jogador enquanto explora o subsolo em busca de materiais. É possível ser enlouquecido por gemidos macabros de zumbis sem saber de onde estão vindo ou mesmo ter que aguentá-los batendo em sua porta de noite. Minecraft está disponível para PlayStation 5 por R$ 114,90, Xbox Series X/S e Xbox One por R$ 74,95, PlayStation 4 (PS4) por R$ 83,50, Nintendo Switch (jogável no Nintendo Switch 2) e PC pela loja digital Windows Store por R$ 99 e para Android e iPhone (iOS) por R$ 9,90. Ele também está incluso na assinatura do Xbox Game Pass Premium e PC Game Pass. Os zumbis sempre foram uma grande parte de Minecraft, prontos para caçar o jogador ao cair da noite Reprodução/Minecraft 4. The Last of Us Part 2 [93] The Last of Us Part 2 continua a jornada de Ellie e Joel após os acontecimentos do primeiro jogo. Após sua comunidade ser atacada, Ellie se torna uma pessoa incrivelmente agressiva em busca de vingança, embarcando em uma jornada perturbadora e violenta refletida também pelas ações de Abby. Enquanto o elemento humano é o grande destaque do enredo, os "zumbis" ainda são importantes no gameplay, exigindo que o jogador enfrente-os em grandes combates ou em trechos nos quais eles podem ser abatidos com ataques furtivos. Enquanto a humanidade esteve afastada, o fungo continuou evoluindo e gerando novos tipos de criaturas. Na franquia The Last of Us seus monstros são criados a partir de um fungo que domina seus cérebros, mas ainda se portam e têm um papel narrativo de zumbis. Boa parte da civilização foi destruída por um grande surto biológico e os poucos sobreviventes agora vivem em pequenas comunidades.The Last of Us Part 2 está disponível para PlayStation 4 por R$ 229,90 e em sua versão remasterizada com extras The Last of Us Part 2 Remastered para PlayStation 5 por R$ 284,90 e PC pelas lojas digitais Steam e Epic Games Store por R$ 199,90. Ele também está incluso na assinatura da PS Plus Extra. Em The Last of Us Part 2 o foco está voltado para os perigos humanos, mas os infectados "zumbis" continuam sendo uma ameaça Reprodução/PlayStation Store The Last of Us 2 Remastered (PS5) The Last Of Us Part II (PS4) 3. Resident Evil Code: Veronica [94] Resident Evil Code: Veronica foi lançado originalmente em fevereiro do ano 2000 exclusivamente para o Dreamcast, console da Sega que chegou um pouco antes do PlayStation 2. A escolha da plataforma foi um pouco polêmica na época, já que a série até então estava presente sempre no PlayStation One e o PlayStation 2 estava a um mês de ser lançado. Resident Evil Code: Veronica só chegou ao console da Sony em sua versão Code Veronica X, mais de um ano depois, em 2001. O jogo acompanhava Claire Redfield, que estava mais uma vez em busca de seu irmão Chris, mas acaba capturada pela Umbrella e deixada em uma ilha prisão quando um novo surto do vírus zumbi começa. Durante a aventura será possível controlar outros personagens em diferentes situações, incluindo Chris Redfield e um detento que ajuda Claire, chamado Steve Burnside. A principal novidade do game eram seus gráficos 3D em tempo real, deixando de lado os visuais pré-renderizados. Alguns ângulos de câmera ainda eram fixos, mas um pouco mais flexíveis, como em Dino Crisis. Resident Evil Code: Veronica X está disponível para PlayStation 4 por R$ 79,90. O game é jogável também no PlayStation 5 através da retrocompatibilidade. Resident Evil Code: Veronica trouxe algumas novidades para a série e por um tempo foi exclusivo do Sega Dreamcast Reprodução/PlayStation Store 2. The Last of Us [95] O primeiro jogo da saga The Last of Us, originalmente lançado no PlayStation 3 em 2013 pela Naughty Dog, deu início ao pesadelo do surto biológico causada pelo fungo Cordyceps, capaz de contaminar pessoas e transformá-las em "zumbis". Apesar de o termo não ser usado durante o jogo, os infectados começam a ter fungos crescendo em suas cabeças, tornam-se agressivos, podem perder a visão devido à obstrução dos olhos e viram mortos-vivos. Neste mundo devastado por este fungo, jogadores controlam Joel, um contrabandista especializado em trazer itens de alto valor para uma comunidade dominada por uma força paramilitar de sobreviventes. Ele é encarregado de escoltar o item de maior valor de sua vida, uma menina chamada Ellie que possui imunidade contra o Cordyceps e pode ser a fonte para a criação de uma vacina. Os dois se envolvem em uma grande jornada pelos Estados Unidos evitando perigoso pelos infectados e outros sobreviventes pelo caminho. The Last of Us Remastered está disponível para PlayStation 4 por R$ 99,50 e em sua versão remake com extras The Last of Us Parte 1 para PlayStation 5 por R$ 399,90 e PC pelas lojas digitais Steam e Epic Games Store por R$ 249,90. A versão Remastered também está inclusa na assinatura da PS Plus Deluxe enquanto o remake The Last of Us Parte 1 está incluso na PS Plus Extra. Em The Last of Us os "zumbis" são pessoas infectadas por fungos, mas que se comportam exatamente como mortos-vivos Reprodução/PlayStation Store The Last Of Us Part 1 (PS5) The Last Of Us Remasterizado (PS4) 1. Resident Evil 4 [96] A versão original de Resident Evil 4 da Capcom é considerada o melhor jogo de zumbis até hoje, algumas posições acima de seu próprio remake, provavelmente devido ao grande impacto que ele causou na série na época. O game trazia de volta Leon S. Kennedy de Resident Evil 2 como um personagem totalmente reformulado, saindo de um policial em seu primeiro dia para um agente do governo capaz de encarar uma vila inteira de "zumbis". Os Ganados apresentaram uma forma mais inteligente de inimigo, ainda com a inteligência limitada de um zumbi, porém com a capacidade de usar ferramentas, desde foices e forcados até uma terrível motosserra. A versão original conta com mais conteúdo em relação ao remake, que resumiu e cortou algumas partes que podem ser consideradas menos essenciais para a narrativa. Ainda assim, vale conhecer as duas versões, principalmente o jogo que mudou o rumo do gênero de jogos de zumbis. Resident Evil 4 (2005) está disponível para PlayStation 4 por R$ 149,99, para Xbox One por R$ 156,69, para Nintendo Switch por R$ 83 e para PC pela loja digital Steam por R$ 89. O game é jogável também no PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S e Nintendo Switch 2 através da retrocompatibilidade. Em Resident Evil 4 (2005) os Ganados são mais inteligentes que os zumbis tradicionais e conseguem usar ferramentas Reprodução/Steam Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026. Com informações de Steam (1, 2, 3, 4, 5, 6), PlayStation Store (1, 2, 3, 4), Resident Evil Fandom Mais do TechTudo Veja também: RESIDENT EVIL REQUIEM É BOM?? Testamos o game!! RESIDENT EVIL REQUIEM É BOM?? Testamos o game!!

Plástico pode ir no micro-ondas? Veja quais são seguros e como identificar

27 de Abril de 2026, 02:00

O uso de plástico no micro-ondas depende do tipo de material e das especificações do recipiente. Enquanto alguns potes são próprios para aquecimento, outros podem deformar ou até liberar substâncias prejudiciais quando expostos ao calor de aparelhos como os das marcas Electrolux, Brastemp e LG. Por isso, entender quais plásticos são seguros é essencial para evitar riscos e preservar a qualidade dos alimentos no dia a dia. Pensando nisso, o TechTudo preparou este guia, em que você vai entender o significado dos símbolos presentes nos plásticos, quais materiais são mais indicados e quais devem ser evitados, além de dicas práticas para usar o eletrodoméstico com mais segurança e eficiência. Confira, logo abaixo, todas as dicas. 🔎 2026 com menos trabalho: 7 eletrodomésticos que você PRECISA comprar 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Será que qualquer pote serve para ser levado ao micro-ondas? Descubra Reprodução/Freepik (IA) É seguro levar potes ao micro-ondas? Entenda Veja, a seguir, os tópicos que serão abordados neste matéria: Símbolos do plástico: como funcionam e para que servem? O que quer dizer cada símbolo do plástico? Como lembrar de cada símbolo do plástico? Qual é o melhor tipo de pote para micro-ondas? Quais potes não podem ir no micro-ondas? Quais potes podem ir no micro-ondas? 1. Símbolos do plástico: como funcionam e para que servem? Você já deve ter reparado nos símbolos que ficam em fundos de potes, vasilhas e embalagens plásticas. Eles não estão ali por acaso. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece uma série de regulamentações técnicas e normas de logística pensadas, principalmente, para segurança do consumidor. Os códigos numéricos, que variam de 1 a 7, indicam o tipo de plástico utilizado na fabricação. Já os símbolos possuem o objetivo de informar sobre quais materiais compõem esses produtos, se são seguros para armazenar alimentos, por exemplo, além de fornecer orientações sobre descarte e reciclagem. Essas informações são essenciais para evitar o uso inadequado e possíveis riscos à saúde. Os símbolos orientam os consumidores sobre composição, descarte e reciclagem Reprodução/Freepik 2. O que quer dizer cada símbolo do plástico? Entenda, a seguir, os significados dos símbolos numéricos dispostos nos diferentes tipos de recipientes plásticos: Número 1 (PET): o polietileno tereftalato (PET), amplamente conhecido como PET; é reciclável, resistente, versátil e seguro para reutilização, exceto se exposto à luz do sol, o que pode torná-lo tóxico. Número 2 (PEAD): o polietileno de alta densidade (PEAD) é atóxico e está presente em sacolas plásticas, óleo automotivo, entre outros; esse material pode ser reciclado. Número 3 (PVC): o policloreto de vinila (PVC) é bastante utilizado em tubulações em geral, além de mangueiras e garrafas de água e suco; sua reciclagem não se mostra viável por conta do alto custo. Número 4 (PEBD): reciclável e com uma estrutura molecular bem simples, o polietileno de baixa densidade é econômico, atóxico, resistente a altas temperaturas e flexível; costuma ser utilizado em embalagens, peças de computador, brinquedos e mais. Número 5 (PP): o polipropileno (PP) pode ser moldado em altas temperaturas e é indicado para as vasilhas usadas na cozinha, já que podem ser levadas ao micro-ondas; são recicláveis. Número 6 (PS): o poliestireno pode ser sólido ou espuma (isopor); é muito usado para produzir cabides, talheres e bandejas de produtos de supermercado, por exemplo. Número 7 (outros): refere-se aos materiais que não fazem parte de nenhuma categoria anterior; o polipropileno bi-orientado (BOPP) é um bom exemplo e pode ser encontrado nas embalagens de biscoitos e salgadinhos. Os símbolos encontrados nas variedades de recipientes plásticos servem para orientar e proteger o consumidor Reprodução/ChatGPT Além dos símbolos numéricos utilizados para especificar os tipos de plástico, o uso de símbolos com imagens também é comum e visa a facilitar o entendimento do consumidor em relação ao uso do produto. Confira: Floco de gelo dentro de um quadrado: significa que o pote pode ser armazenado no freezer. Imagem de um micro-ondas: pode ser levado ao micro-ondas. Taça e garfo dentro de um quadrado: é seguro para estar em contato com o alimento. Imagem de uma lava-louças: pode ser lavado no eletrodoméstico. BPA Free: indica que o produto não contém bisfenol A. Setas formando um triângulo com a sigla 5 PP: indica que o material é resistente a altas temperaturas. Alguns recipientes de plástico podem conter ilustrações informativas Reprodução/ChatGPT 3. Como lembrar de cada símbolo do plástico? Para não esquecer os significados dos códigos que informam sobre a composição do material, a dica é associá-los ao dia a dia. Por exemplo: Números 1, 2 e 5: os que mais aparecem em produtos usados na rotina da casa (refrigerantes, produtos de limpeza e comida, respectivamente). Números 1, 2, 4 e 5: os mais seguros para armazenar alimentos. Números 3 e 6: não devem ser expostos a altas temperaturas. Número 7: tudo o que não se encaixa nas numerações anteriores. Para decorar os códigos do plástico basta associar os números a tarefas do cotidiano Théo Cold/Pexels 4. Qual é o melhor tipo de pote para micro-ondas? O material mais indicado para uso no micro-ondas é o polipropileno (PP), identificado pelo número 5. Ele suporta altas temperaturas sem liberar substâncias nocivas. Mesmo assim, é importante que esses produtos não estejam avariados, com arranhões e outras deformidades, para que os alimentos não sejam contaminados com partículas de plástico. Além do plástico adequado, recipientes de vidro borossilicato, porcelana e cerâmica também são boas opções, já que suportam bem o calor e não interferem na qualidade da comida. O polipropileno (PP) é o material plástico mais indicado para ser levado ao micro-ondas Reprodução/Freepik 5. Quais potes não podem ir no micro-ondas? Embalagens e recipientes de materiais das categorias 3 (PVC), 6 (PS) e 7 (outros) não podem ir no micro-ondas. São eles, produtos descartáveis, de isopor e plástico-filme transparente, por exemplo. Esses plásticos não suportam altas temperaturas e podem acabar contaminando os alimentos, tornando-os impróprios para o consumo. Embalagens descartáveis e de isopor são alguns dos materiais impróprios para uso em micro-ondas Reprodução/Freepik 6. Quais potes podem ir no micro-ondas? Ao escolher seus potes, lembre-se de que os materiais mais indicados para micro-ondas são: vidro temperado, porcelana, cerâmica e plástico com certificação de segurança para uso em micro-ondas (microwave-safe). Potes de vidro e de plástico com certificado de segurança para uso em micro-ondas são opções viáveis para os usuários Reprodução/Freepik Com informações de Plasvale, Instituto de Logística Reversa - ILOG e Eureciclo. Mais do TechTudo: Vídeo: Os 5 MELHORES MICROONDAS para comprar SEM MEDO! Os 5 MELHORES MICROONDAS para comprar SEM MEDO!

10 prompts de ChatGPT para revisar conteúdo antes de provas e concursos

27 de Abril de 2026, 02:00

O ChatGPT da OpenAI pode ser um grande aliado na preparação para provas e concursos, especialmente na fixação de conteúdos. Além da leitura necessária nesse processo, é preciso um estudo mais ativo e estratégico. Por isso, a inteligência artificial pode ajudar na criação de questões, resumos focados no essencial e até simulados discursivos para treinar a argumentação. Assim, o estudante consegue testar o que sabe, identificar erros com mais clareza e direcionar melhor a revisão. A seguir, veja 10 prompts para estudar de forma mais eficiente com IA. 🔎 Melhores prompts para transformar reuniões em planos de ação com o ChatGPT 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 10 prompts de ChatGPT para revisar conteúdo antes de provas e concursos Mariana Saguias/TechTudo 📝 Tem como ganhar dinheiro com inteligência artificial? Veja no Fórum do TechTudo Índice Como usar IA para revisar conteúdos Como bons prompts fazem diferença na prática Prompt para criar questões Prompt para resumo estratégico Prompt para explicação simples Prompt para simulado discursivo Prompt para identificar o que mais cai Prompt para flashcards Prompt para plano de revisão Prompt para pegadinhas de prova Prompt para foco em concursos Prompt interativo Dicas para melhorar resultados com IA Vale a pena revisar com IA? Melhores prompts para entender qualquer assunto difícil rápido com o ChatGPT Como usar IA para revisar conteúdos A inteligência artificial pode otimizar a revisão de conteúdos ao ser usada de forma estratégica, com foco em resumos direcionados, perguntas e testes rápidos. Esses formatos ajudam a reforçar a memorização e avaliar o nível de conhecimento sem a necessidade de reler todo o material. A IA pode assumir diferentes funções no estudo: Revisão antes de provas, para relembrar conteúdos rapidamente; Preparação para concursos, com prática de questões e identificação de temas recorrentes; Pós-estudo, para fixar o conteúdo por meio de testes e perguntas. Essa abordagem funciona porque transforma a revisão em um processo ativo, facilitando a identificação de pontos fracos e aumentando a retenção. Além disso, a simulação de provas ajuda a ganhar familiaridade com o formato das avaliações, tornando o estudo mais estratégico e eficiente. Como bons prompts fazem diferença na prática A forma como o prompt é estruturado influencia diretamente a qualidade e utilidade das respostas da IA. Comandos genéricos tendem a limitar o potencial da ferramenta, enquanto instruções mais direcionadas tornam a revisão mais prática e eficiente. Na prática, prompts bem elaborados estimulam raciocínio ativo e aplicação do conteúdo, permitindo que o estudante vá além da leitura e realmente teste o que aprendeu. Isso contribui para identificar lacunas e consolidar o conhecimento de forma mais consistente. Exemplo prático: Ruim: “Resuma esse conteúdo” Bom: “Crie questões de prova com gabarito e explicação” 10 prompts para aprender programação sozinho no ChatGPT (copie e cole) 1. Prompt para criar questões Prompt : “Crie 10 questões de múltipla escolha sobre este conteúdo, com gabarito explicado: [texto]” ChatGPT cria questões de múltipla escolha com base em conteúdo apresentado à IA Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: Para usar o prompt, inseri um texto de biologia acerca das células procariontes e eucariontes. Depois, solicitei que o ChatGPT criasse 10 questões de múltipla escolha, com gabarito. Achei interessante a forma como a IA elaborou as questões - ela não gerou perguntas óbvias, cujas informações fossem encontradas facilmente no texto. Pelo contrário, era necessário conhecer o assunto de uma forma mais profunda para fazer a interpretação da maneira correta e chegar ao acerto. Ao final, a IA ainda sugeriu uma lista mais difícil, estilo ENEM. O que me incomodou, contudo, foi que as explicações sobre cada resposta foram vagas (apesar de claras) e o gabarito apareceu logo abaixo de cada pergunta, permitindo que a alternativa correta fosse vista instantaneamente. Acho válido solicitar que o gabarito seja apresentado somente ao final de todas as questões, caso você tenha interesse em testar seu conhecimento como em uma prova de verdade. Quando usar: Indicado para testar o conhecimento após estudar um tema, verificando o nível de acertos e identificando lacunas no aprendizado. Por que funciona: Simula o formato de uma prova real, exigindo raciocínio e aplicação do conteúdo em vez de apenas leitura. 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT 2. Prompt para resumo estratégico Prompt: “Resuma este conteúdo em tópicos-chave para revisão: [texto]” No segundo prompt, tópicos-chave foram apresentados com o intuito de auxiliar em uma revisão rápida Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: Ainda na biologia, solicitei que o ChatGPT criasse um resumo em tópicos-chave sobre os componentes das células eucariontes. A IA elaborou diferentes tópicos (citoplasma, membrana plasmática, citoesqueleto etc) e, para cada um deles, apresentou definições com poucas palavras – bem poucas, na minha opinião, já que o texto inserido no prompt foi extenso. Apesar disso, o comando pode ser eficiente para quem já tem todo o conteúdo em mente e deseja apenas um lembrete rápido antes de uma prova. Quando usar: Ideal para revisões rápidas antes de provas ou para retomar um conteúdo já estudado. Por que funciona: Destaca apenas o essencial, facilitando a retomada do conteúdo sem excesso de informação. 20 prompts do ChatGPT que resolvem problemas do dia a dia em segundos 3. Prompt para explicação simples Prompt : “Explique este conteúdo de forma simples, como para iniciantes: [tema]” Caso você esteja estudando um tema difícil, é possível pedir que a inteligência artificial forneça uma explicação para iniciantes Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: No terceiro prompt, usei um texto mais denso – ainda no campo da biologia. Ele continha, inclusive, citações de estudiosos. A inteligência artificial se saiu bem na explicação, tornando o assunto mais leve e “direto ao ponto”; o conteúdo realmente teve foco em iniciantes. Senti incômodo apenas com a quantidade de emojis apresentada, uma característica forte do ChatGPT. Entretanto, essa é uma questão de preferência pessoal, visto que muitos estudantes podem considerar que os símbolos proporcionam dinamismo à leitura. Quando usar: Útil quando há dificuldade de compreensão ou quando o conteúdo ainda não está claro. Por que funciona: Simplifica conceitos e torna o conteúdo mais acessível, facilitando o entendimento. 4. Prompt para simulado discursivo Prompt: “Crie 5 questões discursivas sobre este tema e depois avalie minhas respostas.” No formato "simulado discursivo", a IA analisou as respostas escritas e apontou equívocos Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: No quarto teste, também usei um conteúdo sobre citologia para que o ChatGPT criasse 5 questões discursivas. As respostas eram facilmente encontradas no texto – o que você pode pedir para que não aconteça, caso não seja do seu interesse e você queira um nível de teste mais elevado. Depois, respondi propositalmente de forma rasa e, em alguns casos, errada. A IA foi honesta: me deu um feedback alegando que fui superficial, sinalizando meus acertos e os problemas. Ela ainda me disse como melhorar e deu uma nota de 0 a 10. Quando usar: Indicado para treino aprofundado e desenvolvimento de argumentação. Por que funciona: Estimula a organização de ideias e treina a escrita, habilidades exigidas em provas discursivas. Como fazer um prompt para o ChatGPT? Aprenda e veja modelos prontos 5. Prompt para identificar o que mais cai Prompt: “Aponte os tópicos mais cobrados em provas sobre este assunto: [tema]” IA apresenta os assuntos que mais caem em provas e concursos, de acordo com o tema Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: Neste teste, pedi à inteligência artificial que ela apontasse os tópicos mais cobrados nas provas sobre citologia. Achei interessante que ela entregou uma separação com diferentes temas e subtemas, o que pode ser de grande utilidade nos estudos – assim, em vez de fazer a revisão de forma “bagunçada”, o estudante pode adentrar um tópico por vez, analisando todos os assuntos importantes que estão dentro dele. No final, o ChatGPT ainda deu dicas sobre como as provas costumam abordar os assuntos (interpretar imagens e esquemas, por exemplo). Quando usar: Ideal para direcionar o estudo e focar no que tem maior probabilidade de cobrança. Por que funciona: Ajuda a identificar padrões de cobrança sobre determinado tema, otimizando o tempo de estudo. 6. Prompt para flashcards Prompt: “Transforme este conteúdo em flashcards com perguntas e respostas: [texto]” Apesar de não apresentar flashcards visuais, ChatGPT distribui o conteúdo em tópicos que facilitam a memorização Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: No sexto prompt, solicitei flashcards mas não os recebi em formato de imagens, o que pode ter relação com o uso da versão free. O conteúdo foi transformado em diferentes tópicos textuais com perguntas e respostas bem diretas - no total, foram 26. Vale a pena usar o comando quando você deseja revisar o conteúdo de uma forma mais objetiva; ele também é bem-vindo para que amigos e familiares façam as perguntas para você. De forma geral, o ChatGPT cumpriu sua missão, ainda que não apresente os textos na forma de cartões. Quando usar: Indicado para decorar conceitos, definições e informações objetivas. Por que funciona: Facilita a revisão e reforça a memória por meio da repetição. 7. Prompt para plano de revisão Prompt: “Crie um plano de revisão de 30 minutos com base neste conteúdo: [texto]” Ao elaborar um plano de revisão, ChatGPT distribuiu os temas de acordo com o tempo proposto Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: Desta vez, usei um texto sobre Teoria Celular e pedi ao ChatGPT que criasse um plano de revisão de 30 minutos. A IA compactou o conteúdo dentro deste período, dando um intervalo maior para os temas mais complexos. Além da divisão, ela apresentou tarefas rápidas, como descrever princípios com palavras próprias e associar cada estrutura das células a uma função. Gostei do resultado, mas acredito que as respostas das perguntas sugeridas poderiam ser apresentadas – basta pedir, caso isso também seja um problema para você. Quando usar: Útil em momentos de pouco tempo disponível ou revisão de última hora. Por que funciona: Estrutura o tempo de forma objetiva, priorizando o que é mais importante revisar. 8. Prompt para pegadinhas de prova Prompt: “Liste possíveis pegadinhas sobre este tema: [assunto]” É possível pedir à IA que mostre as pegadinhas que mais caem nas provas Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: No oitavo prompt, pedi ao ChatGPT que listasse possíveis pegadinhas sobre citologia. Na minha visão, a IA focou mais em possíveis confusões que o estudante poderia fazer mentalmente – e não em “armadilhas” que poderiam aparecer nas provas. Apesar disso, o resultado apresentado também se mostrou uma boa forma de revisar o conteúdo, evitando confusões. Quando usar: Erros comuns costumam aparecer em formatos parecidos nas avaliações. Por isso, o comando realiza a identificação desses padrões. Por que funciona: Antecipar armadilhas ajuda a reduzir erros e melhora o desempenho na prova. 9. Prompt para foco em concursos Prompt: “Resuma este conteúdo focando no que é mais cobrado em concursos: [tema]” Estudantes podem usar prompts totalmente focados em concursos Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: Neste teste, pedi ao ChatGPT que me apresentasse o que é mais cobrado em concursos em relação a crimes ambientais. A IA cumpriu minhas expectativas: citou a base legal, reuniu tudo que mais cai nas provas e ainda apresentou pegadinhas que costumam aparecer. Entretanto, para quem deseja mais profundidade, é ideal ser bem específico no prompt, já que comandos muito curtos podem resumir os temas demasiadamente. Quando usar: Ideal para quem está estudando com foco específico em provas de concurso. Por que funciona: Filtra o conteúdo e prioriza o que realmente costuma aparecer nas provas. 10. Prompt interativo Prompt: “Me faça perguntas uma por vez sobre este conteúdo e aguarde minha resposta antes de corrigir: [texto]” Em comandos interativos, ChatGPT age como um "professor" que está auxiliando na revisão da matéria Reprodução/Mariana Tralback Minha experiência: Por fim, pedi para que o ChatGPT fizesse perguntas sobre DNA e RNA – e que aguardasse minha resposta antes de mandar as próximas questões. A IA corrigiu o conteúdo e fez apontamentos sobre equívocos. Logo depois, enviou outra pergunta. Gostei da dinamicidade proporcionada pelo prompt – foi como ser “testada” em tempo real por um professor. Caso as perguntas sejam muito básicas para você, indico apontar no prompt a complexidade desejada. Quando usar: Indicado para a realização de treinos contínuos sobre o conteúdo estudado. Por que funciona: Mantém o estudante engajado e transforma a revisão em um processo ativo, com feedback imediato. Dicas para melhorar resultados com IA Usar IA para revisar conteúdo pode trazer resultados satisfatórios, já que o estudo passa a ser voltado para a prática. Em vez de focar apenas em leituras extensas ou resumos, o ideal é priorizar comandos que estimulem a participação ativa, como a geração de perguntas e exercícios. Esse tipo de abordagem exige raciocínio; com a metodologia, o estudante consegue avaliar melhor o que realmente domina e o que ainda precisa de atenção. Os erros também têm um papel estratégico nesse processo. Em vez de serem ignorados, devem ser usados como base para novas revisões, ajudando a direcionar o estudo para os pontos mais "fracos”. Essa prática evita a repetição de falhas e melhora o desempenho ao longo do tempo. Em suma, combinar teoria e prática faz toda a diferença. Alternar entre explicações, resumos e exercícios ajuda a consolidar o conteúdo e torna o estudo menos repetitivo, facilitando a assimilação. Vale a pena revisar com IA? Como citado anteriormente, o uso de inteligência artificial na revisão de conteúdos é válido principalmente pela capacidade de transformar o estudo em prática. Em vez de apenas reler materiais, o estudante passa a interagir com o conteúdo, testar conhecimentos e receber feedback imediato, o que tende a tornar o processo mais eficiente. Além disso, ao identificar erros e padrões de dificuldade, a ferramenta ajuda a revelar lacunas que poderiam passar despercebidas em uma revisão tradicional. Por isso, depois de testar os 10 prompts, me senti satisfeita com esse modo de estudar. Ainda assim, é importante dizer que o uso da tecnologia não substitui disciplina. A eficácia depende de um conjunto que vai além dos prompts utilizados: consistência nos estudos e disposição para revisar lacunas. Assim, quando bem aplicada, a IA pode ser considerada apenas um complemento estratégico, capaz de tornar a preparação para provas e concursos mais produtiva. O esforço do estudante é fundamental, com ou sem o ChatGPT. Veja também: Essa é a IA mais humana lançada até hoje? Testamos a Manus — e vimos problemas Essa é a IA mais humana lançada até hoje? Testamos a Manus — e vimos problemas

Essas 5 cafeteiras expresso com moedor vão transformar a sua vida

27 de Abril de 2026, 02:00

Cafeteiras expresso já são práticas por si só, permitindo ao usuário preparar bebidas de maneira rápida e personalizada. Os modelos com moedor integrado, no entanto, são ainda mais úteis, pois dispensam a aquisição de aparelhos à parte para triturar os grãos. Pensando nisso, o TechTudo reuniu, na lista abaixo, cinco máquinas com esse recurso extra, de marcas renomadas do segmento. A Philips Walita EP1220, por exemplo, custa R$ 2.299. Ela oferece painel touch intuitivo, potência de 1.400 W e reservatório de água de 1,8 L, se posicionando como uma boa solução custo-benefício. Já a De'Longhi Magnifica S pode ser encontrada por R$ 3.364. O equipamento conta com 13 níveis de moagem, sistema super automático e personalização avançada de intensidade. Confira, a seguir, a lista completa de cafeteiras expresso com moedor à venda no e-commerce, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em abril de 2026. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Moedor integrado dispensa a aquisição de um aparelho à parte Divulgação/Philips 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Qual é a melhor marca de cafeteira? Veja comparativo e modelos à venda 📝 Verdade que 220 V economiza mais que 110 V? Veja no Fórum TechTudo Melhores cafeteiras expresso com moedor integrado em 2026 Philips Walita EP1220 – opção automática para preparo rápido e fácil. Oster Xpert Perfect Brew – indicada para quem busca controle manual. Philco PCF03A – para quem quer praticidade com preço mais acessível. Spidem Trevi – modelo compacto e funcional com bom desempenho. De'Longhi Magnifica S – para quem busca qualidade profissional. 1. Philips Walita EP1220 – a partir de R$ 2.299 Com funcionamento super automático, a Philips Walita EP1220 é a melhor escolha para quem busca praticidade total. Isso porque o modelo conta com painel touch intuitivo (com display My Coffee Choice) e opções que vão do expresso ao americano, além de vaporizador de leite. Ela funciona com pressão de 15 bar, potência de 1.400 W e moedor 100% em cerâmica que pode ser ajustados em 12 níveis. Além disso, tem reservatório de água de 1,8 L, temporizador, controle de temperatura e limpeza automática, tudo para facilitar e automatizar os preparos. A cafeteira pode ser encontrada por R$ 2.299 no Mercado Livre, onde é avaliada com 4,8 estrelas. Por lá, os compradores consideram que o aparelho é fácil de usar, intuitivo, prático e muito eficiente nos preparos. Elogiam, também, a boa qualidade dos cafés, a função de limpeza automática, as opções de moagem, o design elegante e o amplo reservatório. No entanto, alertam que é barulhenta, não acompanha filtro e tem material frágil. Prós: funcionalidades automáticas; bons cafés; 12 opções de moagem; design bonito; reservatório grande; fácil de usar; prática. Contras: não acompanha filtro; material não é resistente; faz bastante barulho. Philips Walita EP1220 2. Oster Xpert Perfect Brew – a partir de R$ 1.987 A Oster Xpert Perfect Brew é indicada para quem quer uma cafeteira com mais controle manual. Isso porque o modelo oferece ajuste de temperatura avançado, com tecnologia Thermoblock para extração perfeita e pré-infusor de água para expressos mais saborosos. Com moedor de 250 g integrado, é possível escolher entre 30 tipos de moagem. Além disso, graças à bomba italiana com pressão de 15 bar, é possível preparar até duas xícaras de expresso. O modelo conta ainda com reservatório de água de 2,8 L, material em aço inox e jarra de leite de 250 ml. Na Amazon, onde é avaliada com 4,6 estrelas, a cafeteira pode ser adquirida por R$ 1.987. Os compradores da plataforma elogiam, principalmente, sua boa funcionalidade, que entrega cafés de qualidade. Também exaltam o reservatório de água com ampla capacidade, o acabamento resistente, a facilidade de uso, o design bonito e a precisão do moedor. Por outro lado, existem relatos sobre vazamentos de água. Prós: ótimos cafés; 30 opções de moagem; fácil de usar; design moderno; ajuste de temperatura; acabamento de qualidade; reservatório grande; moedor preciso. Contras: pode vazar água. Oster Xpert Perfect Brew 3. Philco PCF03A – a partir de R$ 2.659 Ideal para quem deseja uma experiência de cafeteria profissional em casa, a Philco PCF03A é capaz de preparar expresso, cappuccino, latte e leite quente com dosagem automática. O equipamento funciona com potência de 1.400 W, pressão de 20 bar e moedor integrado — com cinco níveis de moagem — que garantem cafés encorpados. Já a capacidade de água de 1,2 L permite preparar até duas xícaras ao mesmo tempo, enquanto o reservatório de leite de 680 ml garante mais variedade de bebidas. O modelo também oferece ajustes personalizáveis de dosagem, temperatura e quantidade, além de sistema autolimpante. Disponível na Casas Bahia por R$ 2.659, o aparelho ainda não havia recebido avaliações de clientes até o fechamento desta matéria. Em outras varejistas, no entanto, usuários elogiam o bom desempenho, a facilidade de uso, o design moderno, as opções de personalização e a alta potência. Já as críticas se restrigem ao peso do produto, que é elevado e prejudica o transporte entre cômodos. Prós: prepara bons cafés; automática; design bonito; potente; fácil de usar; ajustes personalizáveis; tem reservatório de leite; display digital Contras: pesada. 4. Spidem Trevi – a partir de R$ 2.799 Indicada para quem quer uma cafeteira compacta e durável, a Spim Trevi otimiza o espaço na cozinha, além de incorporar recursos como desligamento automático e economia de energia. Super automática, conta com painel de controle digital com funções programadas (café expresso, longo e água quente), além de recipiente para leite e moedor de grãos com cinco níveis de moagem. Funciona, ainda, com bomba com pressão de 19 bar e tecnologia Thermoblock para aquecimento rápido e extração perfeita. Por fim, traz potência de 1.250 W e reservatório de água de 1,2 L. Com preços partindo de R$ 2.799 na Amazon, o aparelho é avaliada com 4,5 estrelas. Na aba de comentários do e-commerce, os clientes elogiam a praticidade de uso, a capacidade de fazer cafés gostosos, a facilidade de limpeza e a rapidez dos preparos. Porém, relatam que às vezes o equipamento apresenta travamentos. Prós: automática; silenciosa; faz bons cafés; fácil de limpar; uso simples; compacta; esquenta bem; moderna; rápida no preparo; desligamento automático. Contras: pode travar. Spidem Trevi 5. De'Longhi Magnifica S – a partir de R$ 3.364 A De’Longhi Magnifica S é voltada para quem quer qualidade profissional. Com funcionamento super automático, o painel de controle digital permite o preparo de qualquer tipo de café, com personalização de quantidade e intensidade — do gosto e do aroma. Também conta com espumador de leite e 13 opções de moagem, para preparar bebidas diversos. Além disso, tem reservatório de água de 1,8 L, temporizador, controle de temperatura, pressão de 15 bar e potência de 1.450 W. Na Amazon, onde é avaliada com 4,4 de 5,0 estrelas, a cafeteira pode ser encontrada por R$ 3.364. Nos comentários, os consumidores exaltam a alta qualidade do modelo, que entrega cafés saborosos. Também elogiam a facilidade de preparo, a limpeza simples, o aquecimento rápido, os recursos personalizáveis, o bom vaporizador de leite e o design moderno. Por outro lado, clientes consideram o ruído de funcionamento bem alto. Prós: qualidade profissional; preparos personalizáveis; vaporizador de leite; esquenta rápido; fácil de limpar; moderna; 13 opções de moagem. Contras: faz bastante barulho. De'Longhi Magnifica S Com informações de Philips Walita, Oster, Saeco Shop, Philco e De'Longhi Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e descubra qual aparelho gasta mais energia na sua casa Qual o eletrodoméstico que gasta mais energia em casa? Saiba calcular Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. 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Os 11 melhores games de mundo aberto da última década, segundo o Metacritic

27 de Abril de 2026, 01:01

Os melhores jogos de mundo aberto são aventuras indispensáveis para jogadores que amam explorar todos os cantos do mapa. Além de amados pelo público, o sucesso deles também é comprovado por suas altas notas no Metacritic, plataforma que reúne avaliações da crítica especializada sobre jogos. Alguns exemplos são Red Dead Redemption 2, Elden Ring e Forza Horizon 5. Os títulos se destacam por entregar mundos imersivos, cheios de segredos, missões principais e secundárias cativantes, e gráficos de tirar o fôlego. Pensando nisso, o TechTudo reuniu os 11 melhores games de mundo aberto da última década que merecem sua atenção segundo o famoso agregador, confira! 🎮15 jogos de PS5 para você dar uma chance em 2026, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Conheça os melhores jogos de mudo aberto da última década, segundo o Metacritic Divulgação/Rockstar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text 11 melhores games de mundo aberto da última década, segundo o Metacritic Red Dead Redemption 2 (97) The Legend of Zelda: Breath of the Wild (97) Elden Ring (96) The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (96) Metal Gear Solid V: The Phantom Pain (93) Forza Horizon 5 (92) The Witcher 3: Wild Hunt (92) Microsoft Flight Simulator (91) NieR: Automata - Game of the YoRHa Edition (91) Marvel's Spider-Man 2 (90) Death Stranding 2: On The Beach (89) 1. Red Dead Redemption 2 [97] Em Red Dead Redemption 2, da Rockstar Games, o jogador é transportado para o período do fim do Velho Oeste. A trama acompanha o fora da lei Arthur Morgan e a gangue Van der Linde, que são obrigados a fugir das forças da lei após um assalto dar errado na cidade de Blackwater. Com o cerco apertando cada vez mais enquanto buscam dinheiro, a gangue começa a sofrer com problemas internos constantes e Arthur passa a enxergar as coisas com mais clareza, principalmente após descobrir sobre sua doença. O mundo do jogo é extremamente detalhado, com NPCs que possuem rotinas próprias, muitos animais para caçar e é possível assaltar, caçar tesouros e explorar diversos mistérios espalhados pelo mapa. Os gráficos são de altíssima qualidade, o que proporciona cenários de tirar o fôlego e personagens bem detalhados. Além disso, o sistema de honra do game é parte fundamental da gameplay. Red Dead Redemption 2 sai por R$ 299,90 no PC (Steam), Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One, R$ 299 no PC (Epic Games Store) e R$ 271,73 no PS4/PS5. A jornada de redenção de Arthur Morgan em Red Dead Redemption 2 é um dos pontos altos do jogo Divulgação/Rockstar 2. The Legend of Zelda: Breath of the Wild [97] The Legend of Zelda: Breath of the Wild acompanha Link, que desperta sem memória após dormir por 100 anos em um reino completamente devastado. Depois de acordar de seu longo descanso, ele precisa partir em uma jornada para explorar as terras de Hyrule para recuperar suas lembranças e impedir que o local se perca nas sombras para sempre. Os cenários são bem trabalhados e ajudam bastante na imersão dos jogadores. Para explorar o mapa, é possível escalar montanhas, planar pelos céus e resolver quebra-cabeças complexos em diversos santuários. Os combates contam com uma enorme variedade de armas, exigem boas táticas e se atentar constantemente a vida. O jogo custa R$ 329,90 no Nintendo Switch e R$ 389,90 no Nintendo Switch 2. Recupere a memória de Link enquanto explora o mundo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild Divulgação/Nintendo 3. Elden Ring [96] Em Elden Ring, da From Software, os jogadores são levados para as Terras Intermédias, um mundo de fantasia que está próximo do colapso após o Anel Prístino ser quebrado. No controle de um Maculado, o objetivo é derrotar semideuses corrompidos para restaurar o Anel Prístino. Para isso, será necessário sobreviver em um mundo cheio de perigos e adversários poderosos. Com muitas masmorras para explorar, liberdade para escolher os personagens e combates com alto nível de dificuldade, Elden Ring proporciona uma experiência que exige atenção e paciência dos jogadores. Tudo isso acontece em um mundo com um design incrível e cenários belíssimos. Elden Ring está disponível por R$ 274,50 no PC e R$ 299,90 nos consoles da Sony e Microsoft. O mundo aberto de Elden Ring possui inúmeros inimigos desafiadores para enfrentar Reprodução/Steam 4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom [96] The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom é a sequência de The Legend of Zelda: Breath of the Wild e nele, Link e Zelda se encontram diante de uma nova ameaça. Após o despertar do Rei Demônio Ganondorf, que destrói a Master Sword e separa os heróis, o protagonista precisa explorar uma versão diferente de Hyrule em busca de aliados das diferentes raças locais para salvar o reino mais uma vez. Os visuais mantêm o estilo do game, mas têm melhorias em pontos como a iluminação, que o deixa ainda mais bonito. O mundo foi expandido com a chegada das ilhas flutuantes e áreas no subsolo. Outro ponto de mudança, foi a chegada de novas habilidades, que dão maior liberdade para explorar o mapa, e permite até mesmo criar veículos. O game pode ser comprado por R$ 389,90 no Nintendo Switch e R$ 439,90 no Nintendo Switch 2. Salve Hyrule mais uma vez em The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom Divulgação/Nintendo 5. Metal Gear Solid V: The Phantom Pain [93] Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, da Konami, leva os jogadores para a Guerra Fria, no ano de 1984, onde Venom Snake acorda de um coma de nove anos com sede de vingança. Após perder sua base e o braço em um ataque cruel no passado, o soldado reconstrói seu exército e parte em missões pela África e pelo Afeganistão para caçar o grupo XOF e o vilão Skull Face. O jogo dá liberdade para escolher qual será a abordagem do jogador em cada missão, com a furtividade sendo parte fundamental para alcançar o sucesso. O gerenciamento de recursos e a ajuda de aliados no campo de batalha são fatores que enriquecem ainda mais a experiência, assim como a excelente ambientação do jogo, que sai por R$ 129 no PC e PS4/PS5, e R$ 149 no Xbox Series X/S e Xbox One. Metal Gear Solid V: The Phantom Pain exige muita furtividade dos jogadores Reprodução/Steam 6. Forza Horizon 5 [92] Forza Horizon 5, desenvolvido pela Playground Games, permite aos fãs de velocidade correrem pelas pistas do México. No papel de um piloto experiente, o jogador é livre para explorar o maior mapa de toda a franquia, liderando expedições e correndo em biomas variados, como selvas, cidades e até na beira de um vulcão ativo. Com pegada arcade e foco na velocidade e diversão, as corridas oferecem disputas no asfalto e no off-road, permitindo adquirir e personalizar centenas de carros reais. O mundo aberto é transformado pelas constantes mudanças climáticas do jogo, o que proporciona eventos como tempestades de areia, que alteram completamente as condições e a visibilidade na pista. O jogo custa R$ 249 no PC, nos consoles da Microsoft e no PS5. Corra pelo México em Forza Horizon 5 Divulgação/Forza.net 7. The Witcher 3: Wild Hunt [92] The Witcher 3: Wild Hunt coloca o jogador no controle do bruxo Geralt de Rívia, que vive em um mundo devastado pela guerra. A narrativa se desenrola enquanto o portagonista busca por Ciri, que está sendo perseguida pela Caçada Selvagem. Para encontrá-la antes dos inimigos, ele deve enfrentar monstros e humanos e contar com a ajuda de aliados. A liberdade de exploração permite andar por florestas, ilhas e grandes cidades, onde cada escolha tomada ao longo da gameplay causa um impacto irreversível no mundo ao redor. No combate, o uso das espadas de aço para humanos, lâminas de prata para monstros e os famosos sinais de Geralt, são as formas de superar os inimigos. Vale destacar que o jogo conta com uma enorme variedade de excelentes missões secundárias, que expandem a narrativa do universo. The Witcher 3: Wild Hunt está disponível por R$ 129,99 no PC (Steam), R$ 99,96 na Epic Games Store, R$ 207,90 no PS4/PS5, R$ 143 no Xbox Series X/S e Xbox One, e R$ 179,99 no Nintendo Switch. Sobreviva aos perigos do grandioso mundo de The Witcher 3: Wild Hunt Reprodução/Steam 8. Microsoft Flight Simulator [91] Microsoft Flight Simulator, desenvolvido pela Asobo Studio, entrega uma experiência realista para quem sonha em pilotar todos os tipos de aeronaves pelo mundo. O simulador convida os jogadores a cruzar os céus de uma representação fotorrealista de todo o planeta Terra, reconstruída com dados reais e tecnologia avançada para um grande nível de precisão. Os gráficos são de alta qualidade, assim como os detalhes das aeronaves e a parte da simulação de voo, que proporciona uma experiência bem real de como tudo funciona. A imersão se completa com a simulação do clima e do tráfego aéreo acompanhando as condições do mundo real, permitindo decolar em mais de 37 mil aeroportos. O jogo pode ser comprado por R$ 249,95 no PC e Xbox Series X/S. Explore o mundo em Microsoft Flight Simulator Reprodução/Steam 9. NieR: Automata - Game of the YoRHa Edition [91] Em NieR: Automata, da Square Enix, a humanidade perdeu o controle da Terra e foi expulsa por máquinas invasoras vindas de outro mundo. A história mergulha os jogadores em um mundo visto pelos olhos dos androides 2B, 9S e A2, que formam a linha de frente para retomar o planeta e acabam descobrindo duras verdades sobre a existência e o seu mundo desolado. Os cenários reforçam o mundo destruído e caótico onde o game se passa. Os combates são frenéticos e, para se sair cada vez melhor durante eles, é possível melhorar as armas e contar com apoio de pequenos robôs, que também podem ser melhorados. É importante destacar que o jogo conta com inúmeros finais disponíveis e uma trilha sonora memorável. NieR: Automata sai por R$ 107 no PC e R$ 149,90 nos consoles da Sony e da Nintendo. Derrote as máquinas que tomaram conta da Terra em NieR: Automata Reprodução/Steam 10. Marvel's Spider-Man 2 [90] Marvel's Spider-Man 2 permite ao jogador controlar Peter Parker e Miles Morales enquanto eles tentam equilibrar suas vidas pessoais com a responsabilidade de proteger Nova York. Aqui, eles precisam enfrentar a ameaça de Kraven e do Venom, que colocam toda a cidade em perigo. O jogo foi desenvolvido pela Insomniac Games. Com um mapa muito maior em comparação aos jogos anteriores da série, além de gráficos impecáveis, o jogo introduz as asas de teia, que facilita o deslocamento pela cidade. É possível alternar entre os dois protagonistas e fortalecer ataques e habilidades de cada um dos aranhas para facilitar os combates. O game custa R$ 249,90 no PC e R$ 349,90 no PS5. Em Marvel's Spider-Man 2 você pode controlar Peter e Miles Reprodução/Steam 11. Death Stranding 2: On the Beach Death Stranding 2: On the Beach, desenvolvido pela Kojima Productions, leva os jogadores de volta ao misterioso e devastado mundo criado por Hideo Kojima, focando mais uma vez na jornada de Sam. Cerca de onze meses após os eventos do primeiro game, um evento traumático faz com que Sam largue o isolamento e embarque em uma aventura para conectar o México e a Austrália à rede quiral. Para isso, ele conta com antigos e novos aliados, além de precisar mais uma vez lidar com as ameaças de Higgs. Os visuais são cinematográficos e parte fundamental da exploração do grande mapa do game. O jogo conta com novas EPs e novos inimigos, como os robôs fantasmas. O combate foi reformulado e permite ao jogador escolher entre usar a furtividade ou partir para o confronto direto. No título, as rotas traçadas para as entregas às vezes precisam ser alteradas devido a eventos climáticos como enchentes e tempestades de areias. E claro, o modo multiplayer assíncrono segue presente e é um dos maiores diferenciais do jogo. Death Stranding 2 pode ser comprado por R$ 399,90 no PC e PS5. Enfrente novos inimigos em Death Stranding 2: On the Beach Reprodução/Steam Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026. Com informações de Metacritic Mais do TechTudo Veja também: GTA 6 já custou mais de 200 vezes o CRISTO REDENTOR! GTA 6 já custou mais de 200 vezes o CRISTO REDENTOR!

Esses 5 celulares chineses deixam o iPhone 'no chinelo' em bateria

27 de Abril de 2026, 01:00

Bateria virou um dos pontos mais disputados no mercado de smartphones, e a Apple já não reina sozinha quando o assunto é autonomia. Em 2026, modelos chineses de marcas como OPPO, realme, Nubia e Xiaomi passaram a aparecer à frente de iPhones em testes práticos de duração de carga, mostrando que a disputa ficou mais apertada também fora da ficha técnica. Em vez de olhar apenas para o número de mAh, rankings especializados ajudam a revelar quais aparelhos realmente conseguem ficar mais tempo longe da tomada em uso misto. Para esta lista, o TechTudo reuniu cinco celulares chineses lançados a partir de 2025 que superam iPhones no teste de bateria do portal especializado GSMArena, uma das referências nesse tipo de comparação. A seleção inclui aparelhos de perfis diferentes, mas todos têm algo em comum: entregam autonomia acima do padrão adotado pela Apple. Nas linhas a seguir, veja quais são eles, entenda o que explica essa vantagem e descubra qual iPhone ainda segura melhor a carga dentro da linha da marca. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎iPhone antigo vs Android intermediário: qual compensa em 2026? Com bateria de 7.500 mAh, OPPO Find X9 Pro aparece entre os destaques em autonomia Cecile Mendonça/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Como melhorar bateria do iPhone? Participe do Fórum do TechTudo Initial plugin text Esses 6 celulares chineses deixam o iPhone no chinelo em bateria O TechTudo reuniu seis celulares chineses lançados a partir de 2025 que aparecem à frente de iPhones no teste de bateria do GSMArena. A seguir, confira os principais tópicos abordados na matéria: Como escolhemos os celulares? OPPO Find X9 Pro realme GT 7 Redmagic 11 Pro realme 15 Pro Poco X8 Pro iPhone realmente ficou para trás em bateria? Qual iPhone tem a melhor bateria hoje? Como escolher um celular com boa bateria Vale a pena trocar iPhone por um celular com mais bateria? Initial plugin text Como escolhemos os celulares? Para montar esta lista, o TechTudo selecionou celulares chineses lançados a partir de 2025 por fabricantes já consolidadas no mercado. O principal critério foi o desempenho no Battery life test 2.0 do GSMArena, ranking que mede a autonomia dos aparelhos em uso misto e leva em conta cenários como chamadas, navegação na web, reprodução de vídeos e jogos. A partir desse recorte, entraram na seleção os modelos que aparecem à frente de iPhones na pontuação de uso ativo, indicador principal do teste. Além da colocação no ranking, o comparativo também considerou fatores que ajudam a explicar esse desempenho, como capacidade da bateria, eficiência do processador, tipo de tela e velocidade de carregamento. Veja abaixo os 20 celulares com melhor desempenho no Battery life test 2.0 , considerando a pontuação de uso ativo. realme P4 Power, 25h35 Xiaomi Poco X8 Pro Max, 25h22 OnePlus 15, 23h07 OPPO Find X9 Pro, 21h57 vivo iQOO 15, 21h47 Xiaomi 17, 21h46 OnePlus 15R, 21h36 Xiaomi 17 Ultra (China), 21h29 realme GT 7, 21h06 Xiaomi 17 Pro Max, 20h50 vivo V70 FE, 20h41 realme GT 8 Pro, 20h24 ZTE nubia Z80 Ultra, 20h13 OPPO Find X9 Ultra, 20h10 ZTE nubia RedMagic 11 Pro, 20h02 Xiaomi 17 Ultra, 19h09 Honor Magic8 Pro, 19h07 Xiaomi Poco F8 Ultra, 18h52 iPhone 16 Plus, 18h49 realme 16 Pro+, 18h18 OPPO Find X9 Pro Entre os celulares desta lista, o OPPO Find X9 Pro é o que mais chama atenção quando o assunto é bateria. Nos testes do GSMArena, o modelo registrou 21h57 de pontuação de uso ativo, ficando à frente de todos os iPhones presentes no ranking, incluindo o iPhone 16 Plus, com 18h49, e o iPhone 17 Pro Max, com 17h58. Na prática, isso coloca o topo de linha da Oppo em uma posição bastante confortável para quem quer passar mais tempo longe da tomada. Boa parte desse resultado vem da combinação entre bateria de 7.500 mAh e tecnologia de silício-carbono, solução que aumenta a densidade energética sem exigir um corpo exageradamente espesso. O aparelho ainda vem com chipset Mediatek Dimensity 9500, fabricado em 3 nanômetros e com frequência máxima de 4,21 GHz, e tela AMOLED, especificações que ajudam a maximizar a eficiência energética. CÂMERA DA APOLLO 11? Esse celular da OPPO promete disputar com gigantes! O carregamento entra como reforço nesse pacote: o aparelho suporta 80 W com fio, 50 W sem fio e 10 W de recarga reversa, combinação que amplia a sensação de folga no uso diário. Com preço sugerido de R$ 11.999 no Brasil, o OPPO Find X9 Pro ocupa a faixa mais premium do mercado e se destaca também em fotografia, com uma câmera teleobjetiva de 200 MP. realme GT 7 Quando o assunto é autonomia, o realme GT 7 aparece como um dos modelos mais competitivos desta lista. No teste do GSM Arena, o aparelho registrou 21h06 de pontuação de uso ativo, resultado que o coloca à frente de todos os iPhones presentes no ranking. Na prática, isso significa mais folga para encarar um dia pesado de uso sem depender tanto do carregador. Esse desempenho tem relação direta com a ficha técnica, já que o GT 7 traz bateria de 7.000 mAh, chip MediaTek Dimensity 9400e com litografia de 4 nanômetros e frequência máxima de 3,4 GHz, além de tela LTPO AMOLED de 6,78 polegadas e 120 Hz. O conjunto ajuda a equilibrar potência e eficiência, o que faz diferença em tarefas como navegação, vídeos, redes sociais e jogos ao longo do dia. realme GT 7 aposta em bateria de 7.000 mAh e recarga de 120 W Ana Letícia Loubak/TechTudo Outro ponto que reforça a proposta do aparelho é a recarga. Segundo a realme, o modelo suporta carregamento de 120 W, com promessa de chegar a 50% em 14 minutos e completar 100% em 40 minutos. Nos testes do GSMArena, o resultado foi até melhor: o celular atingiu 56% em 15 minutos, chegou a 91% em 30 minutos e completou a carga em 36 minutos. Para um smartphone com bateria tão grande, é um número bastante expressivo. No Brasil, o realme GT 7 aparece no Mercado Livre por a partir de R$ 4.799. Frente ao iPhone, o modelo da realme se destaca por combinar bateria muito acima da média com recarga veloz, entregando uma experiência mais tranquila para quem passa muitas horas longe da tomada. RedMagic 11 Pro O RedMagic 11 Pro mostra que celular gamer também pode entregar bateria de destaque. Nos testes do GSMArena, o modelo alcançou 20h02 de pontuação de uso ativo, também ficando à frente de todos os iPhones do ranking. O resultado chama atenção porque o aparelho combina proposta voltada para jogos com uma autonomia que também se destaca fora desse nicho. Parte dessa vantagem vem da ficha técnica. O smartphone traz bateria de 7.500 mAh, chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, fabricado em 3 nanômetros e com frequência máxima de 4,6 GHz, além de tela AMOLED de 6,85 polegadas com 144 Hz. Com hardware de ponta e painel voltado para fluidez, o conjunto conseguiu registrar tempos fortes em navegação na web e reprodução de vídeo nos testes do GSMArena, o que ajuda a explicar sua posição acima da Apple no ranking. RedMagic 11 Pro une bateria de 7.500 mAh e foco gamer em um pacote de alto desempenho Reprodução/REDMAGIC O modelo também tenta manter esse desempenho sob controle térmico mais estável. A Nubia aposta em um sistema de resfriamento que combina câmara de vapor, ventilador integrado e refrigeração líquida, solução pensada para segurar o rendimento em sessões longas de jogo. A recarga acompanha essa proposta: são 80 W com fio e 80 W sem fio, com carga completa em cerca de 55 minutos no teste do GSMArena. Frente ao iPhone, o Redmagic 11 Pro se diferencia por unir bateria muito grande, foco claro em desempenho e recursos pensados para uso intenso. No Mercado Livre, a versão de 256 GB do smartphone gamer aparece por a partir de R$ 6.149. realme 15 Pro O realme 15 Pro é uma opção voltada para quem quer muita bateria sem necessariamente entrar no grupo dos flagships mais caros. No teste do GSMArena, o aparelho registrou 17h04 de pontuação de uso ativo, resultado que o coloca à frente de vários iPhones do ranking, como iPhone 15 Plus (16h33), iPhone 15 Pro Max (16h01) e iPhone 17 (14h59). Por outro lado, ele ainda fica abaixo de modelos da Apple mais fortes em autonomia, caso do iPhone 16 Plus (18h49), do iPhone 17 Pro Max (17h58) e do iPhone 16 Pro Max (17h18). O bom desempenho faz sentido quando se olha para a ficha técnica. Isso porque o modelo combina bateria de 7.000 mAh com o chip Snapdragon 7 Gen 4, fabricado em 4 nanômetros e com frequência máxima de 2,8 GHz, além de tela OLED de 6,8 polegadas e taxa de atualização de 144 Hz. Mesmo sendo um intermediário premium, o aparelho conseguiu números fortes em chamadas, navegação e vídeo, o que ajuda a explicar sua posição acima de boa parte da linha iPhone no teste do GSMArena. realme 15 Pro aposta em bateria de 7.000 mAh para entregar mais folga no uso diário Ana Letícia Loubak/TechTudo A recarga também ajuda a reforçar o pacote. O realme 15 Pro suporta 80 W com fio, e o GSM Arena aponta que o aparelho chega a 61% em 30 minutos e completa a carga em pouco menos de uma hora. Para um celular com bateria tão grande, é um tempo competitivo e que aumenta a sensação de folga no uso diário, especialmente para quem passa muitas horas fora de casa. Hoje, o smartphone aparece no Mercado Livre por a partir de R$ 3.869. Frente ao iPhone, ele não chega a superar os modelos da Apple com melhor bateria, mas ainda entrega vantagem sobre uma parte relevante da linha ao combinar autonomia elevada, tela de alto nível e um conjunto mais equilibrado para quem quer bastante carga sem subir demais de preço. Poco X8 Pro Bastante popular no Brasil, a linha Poco fecha esta lista com o Poco X8 Pro, modelo que mostra como a Xiaomi também conseguiu avançar em bateria dentro da categoria premium. Nos testes, o aparelho registrou 16h52 de pontuação de uso ativo, resultado que o coloca à frente de vários iPhones do ranking, como o iPhone 15 Plus (16h33), o iPhone 15 Pro Max (16h01) e o iPhone 16 (15h42). Por outro lado, ele ainda fica abaixo dos modelos mais fortes da Apple em autonomia, caso do iPhone 16 Plus (18h49), do iPhone 17 Pro Max (17h58) e do iPhone 16 Pro Max (17h18). O Poco X8 Pro traz bateria de 6.500 mAh, chip Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nanômetros e com frequência máxima de 3,4 GHz, além de tela AMOLED de 6,59 polegadas com 120 Hz. Na prática, essa combinação ajuda a equilibrar potência e eficiência energética, algo que aparece no próprio teste do GSMArena, em que o modelo teve números consistentes em chamadas, navegação, vídeo e jogos. Poco X8 Pro Max se destaca como o modelo mais potente da linha, com processador entre os cinco melhores do mundo Reprodução/Xiaomi Além disso, o smartphone suporta 100 W com fio e, nos testes do GSMArena, chegou a 41% em 15 minutos, bateu 75% em 30 minutos e completou a carga em 41 minutos. Para um aparelho com bateria desse tamanho, é um resultado competitivo e que pesa a favor da experiência no dia a dia, especialmente para quem quer mais tranquilidade longe da tomada. O Poco X8 Pro já aparece no Mercado Livre por a partir de R$ 2.605. O modelo mira um público que busca desempenho forte, visual mais refinado e autonomia acima da média. Frente ao iPhone, ele não lidera o ranking, mas ainda se posiciona acima de uma parte importante da linha da Apple, mostrando como a disputa por bateria ficou mais apertada em 2026. iPhone realmente ficou para trás em bateria? Não de forma absoluta, mas a Apple fica para trás diante de muitas marcas chinesas. No teste de bateria do GSMArena, o iPhone mais bem colocado é o iPhone 16 Plus, com 18h49 de pontuação de uso ativo. O resultado continua forte, mas já aparece abaixo de celulares chineses recentes como OPPO Find X9 Pro (21h57), realme GT 7 (21h06), RedMagic 11 Pro (20h02) e Poco F8 Ultra (18h52). Isso mostra que o iPhone segue competitivo em bateria, mas já não reina sozinho nesse quesito. Nos últimos anos, marcas chinesas passaram a combinar baterias maiores, recargas mais rápidas e chips mais eficientes, o que reduziu a distância que a Apple costumava abrir sobre a concorrência em uso misto. Também é importante relativizar a comparação. Nem todos os celulares chineses superam todos os iPhones, e a própria Apple ainda tem modelos muito bem colocados no ranking. O que mudou, na prática, é que a disputa ficou mais equilibrada, e a vantagem da Apple já não é tão clara quanto em outras gerações. Qual iPhone tem a melhor bateria hoje? Por mais curioso que pareça, o iPhone com melhor autonomia hoje, dentro do recorte dos testes, é o iPhone 16 Plus. No ranking, ele marcou 18h49 de pontuação de uso ativo, à frente do iPhone 17 Pro Max, com 17h58, e do iPhone 16 Pro Max, com 17h18. O resultado chama atenção porque muita gente tende a imaginar que os modelos Pro Max sempre lideram nesse ponto, mas, na prática, a equação não depende só de potência ou de tamanho de tela. iPhone 16 Plus lidera entre os celulares da Apple no ranking de bateria do GSM Arena Divulgação/Apple O que ajuda a explicar a vantagem do iPhone 16 Plus é justamente o equilíbrio. Ele combina tela grande, bateria maior que a da geração anterior e o chip A18, que trouxe ganhos de eficiência. Ao mesmo tempo, não carrega o pacote mais pesado dos modelos Pro Max, que incluem câmeras mais avançadas e uma proposta mais agressiva em desempenho. No uso misto, isso faz diferença. O aparelho consegue entregar bastante fôlego sem exigir tanto da bateria em tarefas do dia a dia. Isso não quer dizer que o iPhone 17 Pro Max tenha bateria fraca. Muito pelo contrário. Ele continua entre os iPhones mais fortes em autonomia e segue como uma opção de alto nível para quem quer desempenho máximo. A questão é que, nesse comparativo específico, o iPhone 16 Plus se mostra mais eficiente no conjunto. É menos uma vitória por força bruta e mais um caso de melhor acerto entre bateria, chip, tela e consumo de energia. Como escolher um celular com boa bateria? Na hora de escolher um celular com boa bateria, olhar apenas para o número de mAh já não basta. É claro que capacidades maiores, como 6.000 mAh, 6.500 mAh ou 7.000 mAh, tendem a oferecer mais folga no uso diário, mas a autonomia real depende de um conjunto de fatores. Processador, sistema, tipo de tela, taxa de atualização e até o brilho máximo do display influenciam diretamente no consumo de energia. Em outras palavras, dois celulares com a mesma bateria podem entregar resultados bem diferentes no dia a dia. Por isso, vale prestar atenção também à eficiência do chip e à proposta do aparelho. Processadores mais novos, feitos em litografias menores, costumam gastar menos energia para executar as mesmas tarefas. A tela pesa bastante nessa conta: painéis grandes, muito brilhantes e com altas taxas de atualização tendem a consumir mais, enquanto tecnologias como LTPO ajudam a reduzir esse impacto ao ajustar a fluidez conforme o uso. O software também faz diferença, já que fabricantes com melhor otimização conseguem extrair mais autonomia mesmo sem baterias gigantes. Bateria de 6.500 mAh é um dos destaques do Poco X8 Pro Reprodução/Xiaomi Um celular com boa bateria fica ainda mais prático quando também oferece carregamento rápido, já que isso reduz o tempo na tomada e compensa melhor dias de uso intenso. No fim, o ideal é cruzar ficha técnica com testes práticos de autonomia e com o seu perfil de uso. Quem passa o dia em redes sociais, vídeos e apps bancários tem uma necessidade diferente de quem joga, usa 5G direto, grava vídeos ou depende de mapas o tempo todo. É essa combinação que mostra se um aparelho vai entregar tranquilidade real longe do carregador ou apenas um número chamativo no papel. Vale a pena trocar iPhone por um celular com mais bateria? Depende bastante do seu perfil de uso. Para o usuário intenso, a resposta tende a ser sim. Quem passa muitas horas no 5G, usa mapas com frequência, joga, grava vídeos, trabalha fora de casa, faz muitas chamadas e fica o dia todo alternando entre redes sociais, câmera e apps de produtividade pode sentir uma diferença real ao migrar para um celular com bateria de 6.500 mAh ou 7.000 mAh. Nesse cenário, a troca faz sentido porque a autonomia deixa de ser só um detalhe da ficha técnica e passa a impactar diretamente a rotina. Já para o usuário moderado, a resposta tende a ser talvez não. Se o iPhone atual ainda chega ao fim do dia com folga, a troca apenas por bateria pode não compensar. Isso vale especialmente para quem usa o celular de forma mais previsível, com redes sociais, mensagens, vídeos, apps bancários e navegação ocasional, sem exigir tanto do aparelho ao longo do dia. Nessa situação, o ganho de autonomia existe, mas pode não ser grande o suficiente para justificar a mudança de sistema. Para quem usa Mac, AirPods, Apple Watch, iCloud e recursos de continuidade entre aparelhos, sair do iPhone pode representar uma perda de integração que pesa mais do que a bateria extra. Muitas vezes, o usuário não troca só de celular, mas abre mão de uma experiência já encaixada no dia a dia. Por isso, antes de migrar, vale pensar se a principal dor é realmente a autonomia ou se o conjunto da Apple ainda entrega mais conforto no uso. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5 e 6), GSMArena, Oppo, realme (1, 2), Nubia, Xiaomi (1, 2) Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

Melhor IA para criar apresentações em 2026: testamos Canva, Gamma e Prezi

27 de Abril de 2026, 01:00

Criar slides com inteligência artificial em 2026 pode levar menos de dois minutos, mas a qualidade final ainda varia bastante entre as plataformas. Para descobrir qual IA para apresentações realmente entrega os melhores resultados, o TechTudo testou Canva, Gamma e Prezi usando o mesmo prompt . Cada resultado foi avaliado em quatro dimensões: estrutura do conteúdo, qualidade visual, nível de automação e tempo até a apresentação estar pronta para uso, sem ajustes adicionais. 🔎 10 prompts para aprender programação sozinho no ChatGPT (copie e cole) 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Melhor IA para criar apresentações em 2026: testamos Canva, Gamma e Prezi Reprodução/Freepik 📝Inteligência artificial é perigosa? Confira no fórum do TechTudo Índice Como escolhemos as IAs para criar slides? O que uma boa IA de apresentação precisa ter? Canva é bom para criar apresentações? Gamma é bom para criar apresentações? Prezi é bom para criar apresentações? Qual a melhor IA para criar apresentações em 2026: comparativo final Qual IA escolher para criar slides? 1. Como escolhemos as IAs para criar slides? A seleção das ferramentas considerou quatro critérios objetivos: popularidade e volume de busca no Brasil, promessa clara de criação automática de slides, facilidade para iniciantes e existência de plano gratuito. Para garantir comparação justa, usamos o mesmo prompt nas três ferramentas: "Crie uma apresentação sobre marketing digital para iniciantes com 10 slides" Testamos Canva, Gamma e Prezi com o mesmo prompt para comparar os resultados de forma justa TechTudo/Késya Holanda Cada resultado foi avaliado em quatro dimensões: estrutura do conteúdo, qualidade visual, nível de automação e tempo até a apresentação estar pronta para uso, sem ajustes adicionais. 2. O que uma boa IA de apresentação precisa ter? Antes de partir para os testes, vale entender o que realmente diferencia uma IA de apresentações eficiente de ferramentas que só parecem automáticas. Uma boa solução precisa ir além do básico e entregar resultados prontos para uso, com consistência e praticidade. Veja os critérios essenciais: Geração completa de slides: criação automática de apresentações inteiras, e não apenas um outline ou esqueleto que exige preenchimento manual. Coerência narrativa: os slides devem seguir uma lógica clara, com começo, meio e conclusão, evitando tópicos soltos ou desconexos. Design pronto para uso: o visual precisa ser funcional e apresentável sem exigir longos ajustes de formatação. Facilidade de edição: alterações devem ser simples e intuitivas, sem depender de conhecimento técnico em design. Exportação e compartilhamento: suporte a formatos padrão, como Microsoft PowerPoint e PDF, além de opção de compartilhamento por link. 3. Canva é bom para criar apresentações? O Canva gerou uma apresentação visualmente impactante, com o melhor design entre as três ferramentas testadas Reprodução/Canva Abrir o Canva e pedir uma apresentação com IA é uma experiência que começa com uma surpresa positiva: o resultado visual é, de longe, o mais bonito dos três. O Magic Design para Apresentações interpretou bem o prompt e gerou 10 slides com hierarquia visual clara, paleta de cores consistente e imagens relevantes já inseridas. A sensação foi a de receber um template premium pronto, não um rascunho para editar. O ponto que precisa de atenção é que o Canva não é 100% automático. O texto gerado pela IA precisa de revisão, alguns slides vieram com frases genéricas que funcionam mais como placeholders do que como conteúdo real sobre marketing digital, além de alguns elementos se sobreporem. O modelo sugere a estrutura e o visual, enquanto que o conteúdo aprofundado você ainda precisa trazer. Para quem tem o conteúdo na cabeça e só quer montar os slides rapidamente, isso funciona bem. Para quem esperava que a IA escrevesse a apresentação inteira sozinha, a expectativa fica em parte frustrada. A edição é o ponto forte da ferramenta: mudar textos, trocar imagens, ajustar cores e reorganizar elementos é tão intuitivo quanto qualquer app de edição moderno. O Canva também permite exportar em PPTX, PDF e apresentar diretamente pela plataforma. Acesso e preços: O plano gratuito oferece usos limitados do Magic Design por mês. O Canva Pro (a partir de R$ 54,99/mês) libera o Magic Design sem restrições, o Brand Kit completo e todas as ferramentas de IA premium; Quando usar: Usuários iniciantes que priorizam visual, quem precisa de apresentações profissionais para clientes ou uso corporativo, e quem vai revisar o conteúdo manualmente; Por que funciona: Combina IA com uma biblioteca enorme de templates e permite editar tudo com facilidade — o design já vem pronto para impressionar; Pontos fortes: melhor design da lista, interface mais intuitiva para edição, alta personalização e exportação completa; Pontos fracos: não é 100% automático em conteúdo, exige ajustes textuais, recursos completos de IA ficam atrás do paywall. 4. Gamma é bom para criar apresentações? Gamma foi o mais rápido: apresentação pronta em menos de 30 segundos, com conteúdo e imagens gerados automaticamente Reprodução/Gamma Se velocidade é o critério, o Gamma vence sem discussão. Do momento em que digitamos o prompt e escolhemos as opções de design até a apresentação aparecer completa na tela, menos de 30 segundos se passaram. E o resultado não foi apenas rápido, foi surpreendentemente completo: o Gamma gera um design único para a apresentação com base no tema escolhido, cuidando da hierarquia visual, do alinhamento e da distribuição dos elementos. Diferente do Canva, o Gamma não gerou um template para preencher, gerou uma apresentação sobre marketing digital de verdade, com texto estruturado, exemplos de ações, definições e uma conclusão com chamada para ação. Os slides vieram com imagens já integradas, relevantes ao conteúdo, e em um layout baseado em cards que funciona bem tanto para apresentações ao vivo quanto para compartilhamento via link. O trade-off é o design. Comparado ao Canva, o resultado é visualmente mais simples e menos personalizável. As opções de fontes, cores e layouts são mais restritas, e quem tem identidade visual definida vai precisar de um plano pago para aplicá-la. Mas para quem quer a apresentação pronta e funcional com o mínimo de trabalho, o Gamma entrega exatamente isso. Acesso e preços: o plano gratuito oferece 400 créditos iniciais de IA, uma apresentação usa cerca de 40 créditos, o que dá aproximadamente 10 apresentações completas no free. O plano Plus custa R$ 30/mês e o Pro, R$ 60/mês, com créditos ilimitados e recursos premium. Quando usar: Quem quer máxima rapidez, quem produz apresentações em escala (consultores, educadores, criadores de conteúdo) e quem não tem tempo para ajustes de design. Por que funciona: Gera estrutura e conteúdo automaticamente, com pouca necessidade de edição — o que economiza horas em comparação com ferramentas tradicionais. Pontos fortes: o mais rápido do teste, estrutura lógica consistente, conteúdo gerado com profundidade real, ideal para produtividade. Pontos fracos: design mais simples, menos controle visual, créditos gratuitos não são renováveis mensalmente. 5. Prezi é bom para criar apresentações? Prezi se diferencia com navegação não linear e foco em narrativa, ideal para pitches Reprodução/Prezi O Prezi é um caso à parte. Enquanto Canva e Gamma entregam slides no formato tradicional, o Prezi trabalha com um canvas visual navegável, ao invés de avançar slide por slide, a apresentação se move por um mapa de ideias com zoom e transições que conectam os conceitos. O resultado do nosso prompt foi uma apresentação sobre marketing digital que parecia mais uma aula do que um deck de slides: o conteúdo fluía de forma narrativa, cada bloco conectava ao seguinte de forma orgânica, e a estrutura visual tornava mais fácil para o público acompanhar o raciocínio. O ponto forte do Prezi é exatamente o storytelling. Dos três, foi o que gerou o conteúdo mais explicativo e bem construído narrativamente. O ponto fraco é o formato: ele não se encaixa em reuniões corporativas padrão, onde uma sequência linear de slides é o que o público espera. O formato também dificulta a exportação em PPT, já que a navegação não linear não se traduz bem em slides convencionais. A personalização visual também é mais limitada do que no Canva. Acesso e preços: O plano gratuito permite criar apresentações com marca d'água e funcionalidades básicas. O plano Plus (a partir de US$ 7/mês no plano anual) remove a marca d'água e libera apresentações privadas. O Premium (US$ 19/mês) adiciona suporte offline e recursos avançados. Quando usar: Pitches de produto ou startup, apresentações acadêmicas, palestras onde o storytelling importa mais do que o formato corporativo padrão. Por que funciona: O foco em narrativa e o formato de navegação não linear criam uma experiência mais envolvente para o público, diferente de qualquer slide tradicional. Pontos fortes: melhor storytelling do teste, conteúdo mais envolvente e explicativo, estrutura narrativa bem construída. Pontos fracos: formato não se adapta bem ao ambiente corporativo padrão, personalização visual limitada, exportação para PPT perde a essência da navegação. 6. Qual a melhor IA para criar apresentações em 2026: comparativo final Cada plataforma tem seu ponto forte e é única por si só Reprodução/Freepik O Canva se destaca em design e facilidade de edição, mas exige revisão de conteúdo e reserva os melhores recursos para o plano pago. O Gamma vence em automação e velocidade, gera conteúdo real com estrutura lógica em menos de 30 segundos, com plano gratuito funcional para até 10 apresentações. O Prezi é a ferramenta com melhor narrativa e formato mais diferenciado, mas o estilo não se encaixa em todos os contextos e a exportação para PPT é limitada. Em termos de design, o Canva é imbatível. Em automação, o Gamma está um passo à frente. Em storytelling, o Prezi não tem rival na lista. A facilidade de uso favorece o Canva para iniciantes e o Gamma para quem quer velocidade sem curva de aprendizado. 7. Qual IA escolher para criar slides? A resposta direta é que depende do seu objetivo. Confira a seguir para qual estilo cada ferramenta é mais adequada: Quer a apresentação mais bonita: Canva. Nenhuma outra ferramenta da lista chega perto do nível de design. Ideal para apresentações profissionais, pitches de clientes e qualquer situação em que o visual é tão importante quanto o conteúdo. Quer a apresentação mais rápida: Gamma. Trinta segundos do prompt à apresentação pronta, com conteúdo estruturado e imagens integradas. Perfeito para quem produz em escala ou tem pouco tempo. Quer contar uma história: Prezi. Para palestras, apresentações acadêmicas e pitches onde o formato pode ser um diferencial, o Prezi entrega uma experiência que nenhum slide convencional reproduz. Nenhuma dessas IAs entrega uma apresentação perfeita sem revisão. O melhor resultado vem de usar a IA para gerar a estrutura e aplicar ajuste humano para refinamento, especialmente no conteúdo textual, que pode ser genérico dependendo do prompt. Em 2026, o diferencial não é só criar slides: é adaptar o conteúdo ao público e ao contexto. A IA faz o trabalho pesado, no entanto, a inteligência sobre para quem você está falando ainda precisa ser sua. Com informações de Canva, Gamma e Prezi Mais do TechTudo Veja também: PowerPoint: dicas para usar melhor o programa PowerPoint: dicas para usar melhor o programa

iPhone 18 Ultra ou Fold: tudo sobre o celular dobrável da Apple

27 de Abril de 2026, 00:30

A Apple pode anunciar o iPhone Fold ou Ultra, seu primeiro celular dobrável, em setembro de 2026, se os rumores se confirmarem. Os jornalistas que acompanham de perto os produtos da Maçã acreditam que o aparelho pode ter uma tela com vinco quase “invisível”, uma grande obsessão da empresa e que poderia ser o diferencial desse celular em relação aos rivais com Android. Segundo os vazamentos mais confiáveis, o smartphone pode ter uma tela gigante de 7,8 polegadas quando aberto, e design com estrutura de titânio para maior durabilidade. Os rumores divulgados pela imprensa internacional também indicam que a fabricante teve que abrir mão de recursos como Face ID e câmera teleobjetiva para reduzir ao máximo possível a espessura do aparelho, que pode chegar aos 4,5 milímetros (mm). Ao que tudo indica, o aparelho será lançado no mesmo evento de apresentação da linha iPhone 18, que também pode incluir o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, como é habitual. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎iPhone 18 Pro inicia testes de produção; confira especulações do lançamento Suposta imagem mockup do iPhone Fold mostra como seria ele aberto Reprodução/GSMArena ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Galaxy S26 Ultra vs iPhone 17 Pro Max: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo Abaixo, o TechTudo reúne os principais rumores sobre o mais novo dobrável da Apple. Confira os tópicos abordados ao longo do texto. Data de lançamento do iPhone Ultra/Fold Design e construção Tela com vinco invisível Câmeras Sem Face ID Chip A20 Possível preço do iPhone Ultra/Fold Ficha técnica do iPhone Ultra/Fold 1. Data de lançamento do iPhone Ultra/Fold Até o momento, a imprensa internacional trabalha com duas hipóteses quanto ao lançamento do iPhone Fold. Enquanto parte dos sites de notícias afirmam que a data de estreia está garantida para setembro, mês em que a Apple tradicionalmente apresenta sua nova linha de celulares, outros jornalistas acreditam que o evento deve ser adiado devido a atrasos na parte final da cadeia de produção. Suposta imagem do iPhone Fold, divulgada pelo GSMArena, sugere a espessura do modelo Reprodução/GSM Arena Um dos mais renomados insiders do mundo Apple, o analista Ming-Chi Kuo disse em dezembro do ano passado que o novo celular deve sofrer com falta de estoque até 2027 e também com os desafios de uma produção tão específica. Já Mark Gurman, renomado jornalista da Bloomberg, acredita que o iPhone Fold deve ser revelado em setembro, na mesma apresentação do iPhone 18 Pro, mas suas vendas devem começar posteriormente. O site DigiTimes compilou vários rumores e vazamentos, e concluiu que o novo iPhone dobrável teve, sim, alguns atrasos na etapa de testes, mas que tende a cumprir o prazo determinado ao adiantar a fase de produção em massa. Esta deve começar entre julho e agosto deste ano, se as especulações estiverem corretas. 2. Design e construção Segundo especulações, o iPhone Fold será um celular dobrável em formato de “livro”, que pode ser usado tanto aberto quanto fechado. De acordo com rumores publicados pelo site Mashable, o modelo pode ter duas telas OLED, sendo uma com 5,5 polegadas, na parte externa, e outra com 7,8”, que se revela quando o aparelho está aberto. Há indícios de que essa tela não terá vinco visível. Supostos protótipos do iPhone Fold, aberto, no meio do iPhone 18 Pro Max e iPhone 18 Pro Reprodução/X/Sonny Dickson Vazamentos recentes também indicam que a Apple pode adotar dois tipos e materiais para a construção do iPhone Fold. As partes mais sensíveis do smartphone devem ser feitas de titânio, enquanto o alumínio deve ser usado em outras partes do dobrável, para manter a resistência, mas sem aumentar muito o peso final. O iPhone Fold ou Ultra deve ser o dispositivo da marca mais fino quando aberto, com 4,5 mm de espessura. Quando fechado, o modelo deve ficar entre 9 mm e 9,5 mm, conforme apurou o site Mashable. Na imagem acima, divulgada pelo influenciador Sonny Dickson em seu perfil no X (antigo Twitter), é possível ver os primeiros protótipos que podem revelar o tamanho real do iPhone Fold, do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max. 3. Tela com vinco “invisível” De acordo com rumores, na fase de desenvolvimento, a Apple investiu o que foi preciso para desenvolver uma nova patente que deixasse o vinco do display do iPhone Fold quase “invisível”. Algumas descrições divulgadas pela imprensa internacional dão conta de que a fabricante realmente conseguiu o seu objetivo. Esse pode ter sido um dos motivos que fizeram a empresa ficar mais tempo na fase de testes e, possivelmente, atrasar o lançamento. De acordo com o site MacRumors, a Apple escolheu a empresa Lens Technology para fornecer o vidro, por sua capacidade de cortar o vidro de forma precisa, sem rachaduras nas laterais, o que ajuda a reforçar a durabilidade do material. Além disso, a tela deve ser fornecida pela Samsung a partir de uma patente criada pela Apple que conecta os sensores de toque diretamente no display, o que pode reduzir a espessura em até 19%. Imagem renderizada mostra como pode ser o visual do iPhone Fold sendo aberto Reprodução/Mashable 4. Câmeras O conjunto de câmeras do iPhone Fold deve ter duas lentes, sendo uma principal e uma ultra grande-angular. Nesse caso, supõe-se que a marca não adotou uma lente teleobjetiva porque esta ocuparia um espaço maior do que a provável espessura do aparelho, que deve ser fina. Ambas as câmeras devem ter 48 megapixels (MP) de resolução, especificação já presente em modelos como o iPhone 17 Pro. Segundo os rumores, espera-se também que o novo iPhone dobrável tenha uma câmera frontal sob a tela, quando aberto, de 24 MP, o que seria algo inédito. Colocar uma câmera embaixo do display não é novo, mas a indústria nunca chegou nessa resolução, como indica o MacRumors. Quando fechado, o iPhone Fold ou Ultra também deve contar com outra câmera frontal, esta posicionada em um furo. Assim, o aparelho deve ter quatro lentes câmeras para compor seu conjunto fotográfico. Conjunto de câmeras do iPhone 17 Pro Amanda Zola/TechTudo 5. Sem Face ID Como o objetivo da Apple é entregar um smartphone fino quando aberto, não haverá espaço interno para uma câmera do tipo TrueDepth, característica da marca. Dessa forma, é possível que o iPhone Fold ou Ultra não tenha reconhecimento facial para destravar o sistema ou realizar compras. A tela principal, segundo o site MacRumors, até terá uma câmera selfie, mas servirá apenas para fotos e vídeos comuns. Os rumores mais confiáveis indicam que, para autenticação de impressão digital, o smartphone pode retomar o Touch ID, recurso que vinha ligado ao botão Home, que caiu em desuso nos iPhones atuais. Assim, o leitor de biometria deve ser instalado na lateral do celular, assim como acontece nos iPads, de acordo com a publicação. Face ID é o recurso de reconhecimento facial do iPhone Foto: Reprodução/FreePik 6. Chip A20 Segundo vazamentos apurados pelo MacRumors, o novo iPhone Fold (ou iPhone 18 Ultra) pode vir com o inédito chip A20, processador projetado pela Apple produzido pela empresa chinesa TSMC, como de costume. Pouco se sabe a respeito do componente, mas acredita-se que ele será fabricado sob o processo de 2 nanômetros, que pode entregar uma eficiência energética nunca antes vista. A memória RAM deve ser de 12 GB, enquanto o armazenamento deve variar entre 256 GB, 512 GB e 1 TB. Chip A20 da Apple deve adotar litografia avançada de 2 nm Reprodução/MacRumors Como explica o site, o novo chip deve ser feito com a tecnologia de encapsulamento Wafer-Level Multi-Chip Module (WMCM), que permite colocar a memória RAM junto com a CPU, a GPU e a Neural Engine. Isso deve viabilizar melhorias ainda maiores no desempenho geral, economia de energia e uso de IA. Para se ter uma ideia, vazamentos recentes indicam que o A20 deve ser até 15% mais rápido do que o A19, além de ser 30% mais eficiente ao gerenciar a energia. 7. Possível preço do iPhone Ultra/Fold De acordo com os rumores trazidos por Ming-Chi Kuo, o iPhone Fold ou Ultra deve custar entre US$ 2 mil e US$ 2,5 mil, algo em torno de R$ 10 mil ou R$ 12,5 mil, em conversão direta e sem a aplicação de impostos. Esse valor seria mais do que o dobro do preço do iPhone 17 Pro Max, o celular mais caro da Apple, nos Estados Unidos. Por outro lado, Mark Gurman, da Bloomberg, acredita que o preço do novo iPhone deve ficar entre US$ 1,8 mil e US$ 2 mil, mas esses valores podem aumentar de acordo com o tamanho do armazenamento. Dessa forma, o modelo com 1 TB de capacidade pode chegar ao valor de US$ 2,9 mil, ou cerca de R$ 14.530 pela cotação atual. 8. Ficha técnica do iPhone Ultra/Fold Veja abaixo a ficha técnica do iPhone Fold ou Ultra, se todas as informações vazadas se confirmarem. Vale ressaltar que, por enquanto, tudo isso deve ser encarado pelo leitor como rumor, uma vez que a Apple não confirmou as informações. Tela: 7,8" (interna); 5,5" (externa) Material da tela: OLED Processador: A20 Memória: 12 GB de RAM Armazenamento: 256 GB, 512 GB e 1 TB Câmeras principais: 48 MP + 48 MP Câmera selfie: 24 MP Cores: não há rumores sobre isso Preço esperado: entre US$ 2 mil e US$ 2,5 mil Com informações de MacRumors, Mashable, Tom's Guide 🎥 Confira tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 17 iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple

Melhor celular da Samsung segundo o TechTudo: 8 modelos testados e aprovados

27 de Abril de 2026, 00:01

O melhor celular da Samsung é aquele que combina alto desempenho, com um processador potente, câmeras avançadas com recursos de Inteligência Artificial (IA) e um design premium. A linha Galaxy é uma das mais populares entre os fãs da marca, abrangendo desde intermediários acessíveis até os dobráveis mais avançados do mercado, passando por flagships com câmeras de 200 MP e corpos ultrafinos. Pensando nisso, o TechTudo reuniu oito modelos que já passaram pelos testes da redação e se mostraram competentes em diferentes aspectos: câmera, desempenho, tela, bateria e custo-benefício. A lista inclui opções para todos os perfis e bolsos, dos mais econômicos aos que buscam o top absoluto da Samsung em 2026. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Techtudo testou diferentes modelos de celulares da Samsung entre 2025 e 2026, trazendo para a lista opções que variam de atributos e preços, atendendo a diferentes orçamentos e necessidades. A entrada mais acessível fica com o Galaxy A56, disponível a partir de R$ 1.996 nas Casas Bahia, que entrega tela Super AMOLED, processador Exynos 1580 e resistência IP67 num intermediário bem equilibrado. No extremo oposto está o Galaxy Z Fold 7, encontrado a partir de R$ 10.169 nas Casas Bahia, que carrega avaliação de 4,5 estrelas e representa o que há de mais avançado em dobráveis Samsung. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias Galaxy Z Fold 7 tela do Gemini Katarina Bandeira/TechTudo 🔎 Melhor celular segundo o TechTudo: 6 modelos testados e aprovados Initial plugin text 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Melhores celulares da Samsung testados pelo TechTudo Galaxy A57 (256 GB) — 4,6 ⭐ no review do TechTudo — intermediário refinado com design mais fino, IA mais rápida e resistência IP68 Galaxy S25 Edge (256 GB) — 4,5 ⭐ no review do TechTudo — o celular de barra mais fino da Samsung com câmera de 200 MP Galaxy Z Flip 7 (256 GB) — 4,5 ⭐ no review do TechTudo — dobrável compacto com tela externa expandida e design de impacto Galaxy Z Fold 7 (512 GB) — 4,5 ⭐ no review do TechTudo — dobrável premium com tela interna de tablet e desempenho máximo Galaxy A56 (256 GB) — 4,3 ⭐ no review do TechTudo — intermediário equilibrado com boa câmera e custo-benefício competitivo Galaxy S25 FE (256 GB) — 4,3 ⭐ no review do TechTudo — flagship acessível com desempenho de ponta e experiência premium Galaxy S25 Ultra (512 GB) — flagship topo de linha com câmera avançada e S Pen integrada Galaxy S26 Ultra (512 GB) — o modelo mais recente e poderoso da linha Galaxy S O que um bom celular da Samsung oferece? Atualizações de software: a Samsung oferece até 7 anos de atualizações em modelos mais recentes, garantindo segurança e longevidade ao aparelho. Resistência: IP67 protege contra submersão em água doce; IP68 oferece maior nível de proteção em profundidade e tempo. Bateria: modelos da linha A costumam trazer 5.000 miliampere-hora (mAh); a linha S varia — o S25 Edge tem apenas 3.900 mAh por conta do design ultrafino. Câmera: a resolução principal varia de 50 MP (intermediários) a 200 MP (flagships); a presença de lente teleobjetiva faz diferença para quem fotografa com zoom. Taxa de atualização: 120 Hz garante rolagem e navegação mais fluidas no dia a dia. Tela: painéis Dynamic AMOLED 2X oferecem melhor contraste, cores e brilho máximo; Super AMOLED é o padrão para intermediários. Processador: chipsets Snapdragon 8 Elite são os mais potentes da linha; o Exynos 1580 e o Exynos 1680 atendem bem o uso intermediário. Como escolhemos os melhores celulares Samsung? A seleção levou em conta exclusivamente modelos testados e avaliados pelo TechTudo, com nota mínima de 4,3 estrelas. Foram priorizados smartphones lançados entre 2025 e 2026, que se destacaram em aspectos como desempenho, câmera, tela, bateria e custo-benefício. Para comparação entre modelos, também foram consultados benchmarks de referência internacional, como AnTuTu, portais especializados em testes de laboratório que avaliam desempenho, câmera, bateria e resistência. Na lista em questão, a prioridade foi trazer uma seleção diversificada da linha Galaxy, cobrindo desde intermediários competentes até os dobráveis mais avançados da marca, com foco em modelos que entregam a melhor experiência possível dentro de cada faixa de preço. Qual é o melhor celular da Samsung? A Samsung é uma das marcas de smartphones que atendem a praticamente todos os perfis de consumidor. A série Galaxy A cobre os intermediários com boa relação custo-benefício; a linha Galaxy S reúne os principais modelos topo de linha da marca.; e os Galaxy Z Fold e Z Flip representam o segmento de dobráveis, unindo inovação e desempenho de ponta. O melhor celular Samsung vai depender do seu perfil e orçamento. Para quem busca um intermediário completo, o Galaxy A56 (R$ 1.996) e o Galaxy A57 (R$ 3.599) são as melhores portas de entrada. Para uso premium com câmera de alta resolução e design diferenciado, o Galaxy S25 Edge (R$ 4.999) e o Galaxy S25 Ultra (R$ 6.318) são os destaques. Já quem quer dobráveis vai encontrar no Galaxy Z Flip 7 (R$ 7.999) e no Galaxy Z Fold 7 (R$ 10.169) o que há de mais avançado da marca. A tela e o processador costumam ser os pontos mais decisivos, mas há outros aspectos na ficha técnica que merecem atenção. A maioria das informações está disponível nas seções "especificações" ou "descrição" nas páginas da Samsung e dos marketplaces. 1. Galaxy A57 256 GB (4,6 ⭐ no review do TechTudo) — a partir de R$ 3.599 Lançado em abril de 2026, o Galaxy A57 é o mais recente intermediário da Samsung e chega ao mercado como uma evolução pontual, mas bem-executada, do Galaxy A56. Nos testes do jornalista William Guido, do TechTudo, o aparelho se destacou em câmera, tela e desempenho, conquistando notas máximas nessas três categorias. O diferencial mais perceptível está no design: com apenas 6,9 mm de espessura e 179 g, ele entrega uma pegada notavelmente confortável para um celular com bateria de 5.000 mAh. A certificação IP68, um upgrade em relação ao IP67 do A56, garante maior resistência à submersão em água doce, em maior profundidade e por mais tempo. Review Galaxy A57: Vale a pena trocar o A56? | Análise A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de 120 Hz entregou cores vibrantes e boa fluidez nos testes, com brilho máximo de 1.900 nits que se mostrou suficiente até em uso na praia sob sol intenso. O processador Exynos 1680 atingiu 1.377.665 pontos no AnTuTu, resultado ligeiramente superior ao Galaxy A56, com desempenho consistente em multitarefas e jogos, sem travamentos perceptíveis. A câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) garantiu fotos nítidas e estáveis em condições diversas, com modo noturno que surpreendeu positivamente. O ponto de atenção fica com a bateria: embora a capacidade de 5.000 mAh seja adequada, o carregador incluso é de apenas 15 W, o que eleva o tempo de recarga completa para quase 1h45. Vista lateral do celular Samsung Galaxy A57 William Guido/ TechTudo Senti que o Galaxy A57 é bem fluido tanto em tarefas básicas quanto nas mais exigentes. Durante os testes, não percebi engasgos ou travamentos. Se há algo que me incomoda é celular que demora a responder aos comandos, e esse definitivamente não foi o caso do A57. Com nota final de 4,6 estrelas no TechTudo, o próprio review aponta que a compra no lançamento pode não ser a decisão mais vantajosa: o Galaxy A56 ainda entrega praticamente o mesmo conjunto de recursos por um preço menor, e a tendência é que o A57 tenha redução de preço nas próximas semanas. O Galaxy A57 está disponível a partir de R$ 3.599 nas Casas Bahia, na versão com 256 GB. Prós: design slim de 6,9 mm; certificação IP68; câmera principal com OIS consistente; 6 anos de atualizações garantidas até 2032 Contras: carregador incluso de apenas 15 W; sem slot para cartão de memória; melhorias limitadas em relação ao A56 2. Galaxy S25 Edge 256 GB (4,5 ⭐ no review do TechTudo) — a partir de R$ 4.999 O Galaxy S25 Edge é o primeiro celular de barra ultrafino da Samsung e chegou ao mercado em maio de 2025 com uma proposta clara: entregar desempenho de flagship num corpo de apenas 5,8 mm de espessura e 163 g. Nos testes de Miguel Roberto, do TechTudo, o aparelho se saiu bem em praticamente todas as categorias avaliadas, com notas máximas em design, tela, desempenho e sistema. O Snapdragon 8 Elite for Galaxy atingiu 2.143.514 pontos no AnTuTu, resultado muito próximo ao Galaxy S25 Ultra, e o modelo não apresentou engasgos nem em multitarefas pesadas nem durante sessões de jogos. A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas com resolução QHD+ e brilho máximo de 2.600 nits entregou cores vibrantes com reflexo mínimo mesmo em ambientes externos. Review Galaxy S25 Edge: testamos o celular ultrafino da Samsung A câmera principal de 200 MP, a mesma resolução do Galaxy S25 Ultra, foi aprovada nos testes, com fotos de alta nitidez e cores vivas, especialmente com boa iluminação. Há, porém, um ponto importante: o corpo ultrafino impediu a inclusão de lente teleobjetiva, recurso presente em todos os outros modelos da linha S25. O zoom de 10x é digital, com perda visível de qualidade em aproximações mais extremas. O sistema Android 15 com One UI 7 foi elogiado pela organização e fluidez, e o Galaxy AI traz recursos como remoção de objetos e eliminação de ruídos em vídeos que funcionam de forma prática e rápida. Interface do Galaxy S25 Edge Ana Letícia Loubak/TechTudo O Galaxy S25 Edge combina design premium, tela de alta qualidade e câmeras potentes em um corpo ultrafino e leve. Porém, a bateria de 3.900 mAh deixa a desejar: quem passa muito tempo fora de casa pode se frustrar com a necessidade de carregar o aparelho antes do fim do dia. A bateria de 3.900 mAh é o principal ponto de atenção do S25 Edge, e o review do TechTudo é direto quanto a isso: em uso moderadamente intenso, o aparelho não dura o dia todo. O carregamento de 25 W leva o celular a 55% em 30 minutos e completa a carga em cerca de uma hora. Com nota de 4,5 estrelas no TechTudo, o Galaxy S25 Edge está disponível a partir de R$ 4.999 nas Casas Bahia na versão de 256 GB. Para quem prioriza autonomia de bateria, o review aponta o Galaxy S25 Plus como uma alternativa mais equilibrada. Prós: design ultrafino de 5,8 mm; câmera principal de 200 MP; desempenho Snapdragon 8 Elite; tela QHD+ com 2.600 nits de brilho Contras: bateria de 3.900 mAh insuficiente para uso intenso; ausência de lente teleobjetiva; preço elevado para o conjunto oferecido 3. Galaxy Z Flip 7 256 GB (4,5 ⭐ no review do TechTudo) — a partir de R$ 7.999 O Galaxy Z Flip 7 é o dobrável compacto da Samsung lançado em julho de 2025 com mudanças pontuais, mas bem-vindas em relação ao modelo anterior. Nos testes da jornalista Katarina Bandeira, do TechTudo, o aparelho conquistou notas máximas em design, tela e sistema, consolidando-se como uma escolha premium para quem busca um dobrável bonito, prático e divertido de usar. O destaque visual mais imediato está na tela externa ampliada, que passou de 3,4 para 4,1 polegadas com bordas de apenas 1,25 mm, as mais finas já vistas na linha Galaxy, segundo a Samsung. O acabamento fosco da unidade testada agradou pela sensação antiderrapante e por evitar marcas de dedos na carcaça, além de transmitir robustez no manuseio. Review Galaxy Z Flip 7: dobrável recebe mudanças sutis, mas certeiras A tela interna de 6,9 polegadas com painel Dynamic AMOLED 2X, taxa de 120 Hz e som cristalino entregaram uma experiência imersiva para consumo de entretenimento. O Exynos 2500, processador próprio da Samsung, posiciona o Z Flip 7 como um dobrável voltado ao lifestyle e à praticidade, e não ao uso profissional intenso — diferença que o review aponta com clareza, já que o Galaxy Z Fold 7 e o S25 Ultra receberam o Snapdragon 8 Elite for Galaxy. Ainda assim, o desempenho foi consistente, sem engasgos em nenhuma atividade testada. A bateria de 4.300 mAh aguentou um dia e meio de uso moderado, e 30 minutos na tomada repõem cerca de 50% da carga com o carregador de 25 W incluso. Galaxy Z Flip 7 fechado Katarina Bandeira/TechTudo Apesar de não ser tão poderoso quanto outros modelos da Samsung, a experiência com o aparelho pode ser considerada premium, com o bônus de que ele faz sucesso sempre que aparece numa rodinha de amigos. Com nota final de 4,5 estrelas no TechTudo, o review ressalta que o upgrade a partir do Z Flip 6 não compensa: quase todos os recursos do modelo atual também estão disponíveis na geração anterior, agora atualizada com a One UI 8. A compra faz mais sentido para quem nunca teve um dobrável ou está no Z Flip 5 ou anterior. O Galaxy Z Flip 7 está disponível a partir de R$ 7.999 no Mercado Livre na versão de 256 GB. Prós: tela externa de 4,1" com bordas ultrafinas; design fosco antiderrapante; Galaxy AI completo; 7 anos de atualizações Contras: processador Exynos em vez de Snapdragon; carregamento de 25 W sem opção mais rápida; upgrade tímido em relação ao Z Flip 6 4. Galaxy Z Fold 7 512 GB (4,5 ⭐ no review do TechTudo) — a partir de R$ 10.169 O Galaxy Z Fold 7 chegou ao Brasil em julho de 2025 como o dobrável mais fino já lançado pela Samsung, com 8,9 mm fechado e 4,2 mm aberto, e foi acompanhado de perto por Ana Letícia Loubak, do TechTudo, desde o lançamento em Nova York até dois meses de uso. O resultado é um review completo de um produto que, nas palavras da jornalista, é genuinamente maduro. O design recebeu um dos maiores elogios: a combinação entre estrutura em titânio grau 4, dobradiça multitrilhos em formato de gota e vidros Gorilla Glass Victus 2 e Ceramic 2 resulta em um celular mais fino, mais leve, 215 g, contra 239 g do antecessor e com vinco na tela quase imperceptível no uso diário. As telas também evoluíram: a interna foi de 7,6 para 8 polegadas, e a externa de 6,3 para 6,5 polegadas, ambas com painel AMOLED Dinâmico 2X, 120 Hz e brilho máximo de 2.600 nits. Review Galaxy Z Fold 7: mais fino e leve, dobrável melhora em quase tudo O Snapdragon 8 Elite for Galaxy garantiu o desempenho mais robusto da lista, com 2.803.980 pontos no AnTuTu, resultado muito próximo ao Galaxy S25 Ultra e ao S25 Plus, os três ocupando as primeiras posições entre os smartphones mais potentes disponíveis no Brasil segundo o ranking da própria plataforma. O conjunto de câmeras triplo estreia a lente principal de 200 MP do Galaxy S25 Ultra, com fotos de excelente alcance dinâmico, contraste e nitidez, além de telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x. A One UI 8 com Android 16 traz o pacote Galaxy AI completo, com ferramentas como apagador de objetos e eliminador de ruídos que o review destaca como especialmente eficientes. A bateria de 4.400 mAh é o único ponto realmente crítico: mesma capacidade da geração anterior, insuficiente para uso intenso com as duas telas. Tela tela expandida do Galaxy Z Fold 7 tem 8 polegadas Ana Letícia Loubak/TechTudo O Galaxy Z Fold 7 não é um celular para todo mundo — e eu nem digo isso (só) pelo preço de cinco dígitos. Apesar de agora ter peso e dimensões mais próximas às de um celular de barra, ele ainda é um produto de nicho, focado em um público específico, que busca alta performance e recursos de produtividade em um formato inovador. Com nota final de 4,5 estrelas no TechTudo, o review é direto: o celular só faz sentido para quem realmente quer um computador de bolso com experiência multitarefa máxima, e é apontado como a única opção de dobrável do tipo livro que se justifica no Brasil. Para quem busca desempenho e câmeras de ponta em formato tradicional, o Galaxy S25 Ultra, a praticamente metade do preço, é a alternativa indicada pelo próprio TechTudo. O Galaxy Z Fold 7 está disponível a partir de R$ 10.169 nas Casas Bahia na versão de 512 GB. Prós: o dobrável mais fino da Samsung; câmera principal de 200 MP; Snapdragon 8 Elite; telas AMOLED 2X impecáveis; 7 anos de atualizações Contras: bateria de 4.400 mAh insuficiente para uso intenso; preço elevado; nicho de uso restrito 5. Galaxy A56 256 GB (4,3 ⭐ no review do TechTudo) — a partir de R$ 1.996 O Galaxy A56 é o intermediário premium da Samsung, lançado em março de 2025, e foi testado por meses por Katarina Bandeira, do TechTudo, em uso real com games, fotografia e análises de desempenho. O design ganhou um módulo de câmeras em pílula vertical em alto-relevo, com traseira de vidro fosco e laterais metalizadas que transmitem sensação de robustez e premium. A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução FHD+, taxa de 120 Hz e brilho máximo de 1.200 nits entregou cores vibrantes, pretos profundos e boa visibilidade mesmo sob o sol do Recife, cenário testado pela jornalista. O som estéreo com Dolby Atmos completou uma experiência de entretenimento acima da média para a categoria de intermediários. Review Galaxy A56: intermediário completo se destaca pelo custo-benefício No desempenho, o processador Exynos octa-core de 4 nm com 8 GB de RAM marcou 890.151 pontos no AnTuTu, resultado competitivo que supera concorrentes diretos como o Redmi Note 14 Pro 5G (624.265) e o Motorola Edge 60 Fusion (657.799). A câmera principal de 50 MP com OIS entregou fotos com boa nitidez, especialmente em condições de boa iluminação, e a gravação em 4K a 30 fps mostrou estabilidade satisfatória. A bateria de 5.000 mAh sustentou um dia inteiro de uso moderado, mas o carregador incluso é de apenas 15 W; o suporte a 45 W exige compra do adaptador separado, ponto de atenção levantado pelo review. A Samsung garante seis anos de atualizações de sistema e segurança, o que amplia muito a relação custo-benefício do modelo. Gemini no Galaxy A56 Katarina Bandeira/TechTudo No geral, a Samsung entregou um produto que deve satisfazer à maior parte das necessidades dos usuários que buscam um aparelho completo, mas sem precisar gastar demais para isso. Com nota final de 4,3 estrelas no TechTudo, o teste aponta que ele se destaca dos concorrentes principalmente em desempenho e longevidade, mas ressalva que o carregador lento e a câmera frontal com downgrade de 32 para 12 MP em relação ao A55 são pontos que podem decepcionar. Ainda assim, o intermediário da Samsung entrega uma experiência que satisfaz a maior parte dos perfis de uso sem exigir um investimento alto. O Galaxy A56 pode ser encontrado a partir de R$ 1.996 nas Casas Bahia na versão de 256 GB. Prós: tela Super AMOLED com Dolby Atmos; 6 anos de atualizações; desempenho acima dos concorrentes; resistência IP67 e Gorilla Glass Victus+ Contras: carregador de 15 W na caixa; câmera frontal com downgrade em relação ao A55; sem slot para cartão de memória 6. Galaxy S25 FE 256 GB (4,3 ⭐ no review do TechTudo) — a partir de R$ 3.998 O Galaxy S25 FE foi lançado em outubro de 2025 com a proposta da linha Fan Edition: trazer recursos dos flagships Galaxy S em um corpo com preço mais acessível. Testado por meses pelo Francisco Paulo, do TechTudo, o aparelho impressiona pela tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas com 120 Hz e brilho máximo de 1.900 nits, que entregou imagens vibrantes e boa visibilidade mesmo sob o sol, sem desconforto visual em sessões prolongadas. O design com estrutura em Armor Aluminum e proteção Gorilla Glass Victus+ em frente e traseira transmite construção premium, embora o tamanho de 6,7 polegadas e os 190 g possam tornar o uso com uma mão cansativo ao longo do dia, ponto levantado como o maior desconforto durante os testes. Galaxy S25 FE: Review completo do novo celular Samsung! O Exynos 2400 atingiu 2.034.576 pontos no AnTuTu, resultado muito superior ao Galaxy A56 e aos concorrentes diretos Motorola Edge 60 Pro e Redmi Note 14 Pro 5G. O desempenho foi consistente em jogos pesados como EA Sports FC Mobile e Free Fire, sem travamentos. O ponto negativo de destaque é o aquecimento: o celular esquentou rápido em usos mais exigentes, com aumento de 10°C durante partidas de jogos 3D. O conjunto de câmeras triplo, com principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP entregou bons resultados durante o dia, mas perdeu qualidade considerável à noite. A bateria de 4.900 mAh é a maior da linha Fan Edition e foi o ponto mais elogiado, sustentando o dia inteiro com folga e carregando completamente em 40 a 60 minutos com carregamento de 45 W. Galaxy S25 FE tem bom desempenho em jogos pesados Miguel Roberto e Francisco Paulo/TechTudo O Galaxy S25 FE é um celular intermediário premium que entrega ótimo desempenho, câmeras competentes — apesar das limitações à noite —, bateria eficiente e tela de alta qualidade. Por isso, é uma boa escolha para quem valoriza eficiência, qualidade de construção e longevidade, mas não está disposto a pagar o preço de um aparelho topo de linha. Com nota final de 4,3 estrelas no TechTudo, o review aponta que o modelo é uma escolha sólida para quem deseja performance avançada sem pagar pelo preço de topo de linha, mas ressalva que as diferenças em relação ao Galaxy S24 FE são pequenas, tornando o antecessor uma alternativa válida se estiver com preço mais atrativo. A Samsung garante sete anos de atualizações, uma das políticas de software mais longevas da indústria. O Galaxy S25 FE está disponível a partir de R$ 3.998 no Mercado Livre na versão de 256 GB. Prós: bateria de 4.900 mAh com carregamento de 45 W; Exynos 2400 potente; tela Dynamic AMOLED 2X brilhante; 7 anos de atualizações Contras: aquecimento rápido em uso intenso; câmera fraca à noite; tamanho pode ser grande para uso com uma mão 7. Galaxy S25 Ultra 512 GB — a partir de R$ 6.318 O Galaxy S25 Ultra é o flagship de barra da Samsung, lançado em fevereiro de 2025, e foi testado por meses pelo jornalista Rubens Achilles, do TechTudo, que acompanhou o lançamento oficial em janeiro e seguiu com avaliações em uso real. O design trouxe uma mudança importante em relação à linha Ultra: a Samsung abandonou o visual quadrado herdado dos Galaxy Note e adotou cantos arredondados, o que deixou o celular notavelmente mais confortável de segurar. O acabamento fosco em preto evita marcas de dedos, e o Corning Gorilla Armor 2 garantiu que a tela não apresentasse arranhões após meses de uso sem película. A tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com resolução Quad HD+ (3.120 x 1.440 pixels), 120 Hz e brilho máximo de 2.600 nits foi descrita como uma das experiências visuais mais completas testadas pelo revisor, com pixels praticamente imperceptíveis a olho nu. Galaxy S25 Ultra em review: celular repete acertos e traz foco em IA O conjunto de câmeras quádruplo foi o grande destaque do S25 Ultra. A principal mudança foi a câmera ultrawide, que passou a contar com sensor de 50 MP para fotos amplas com muito mais detalhe e capacidade de ampliação. As demais lentes repetem o S24 Ultra, mas continuam acima da média: a câmera de 200 MP gera fotos com alcance dinâmico, e o zoom de 30x ainda preserva boa riqueza de detalhes em ambientes bem iluminados. O eliminador de ruído via Galaxy AI foi destacado como o recurso de IA mais completo testado, separando canais de áudio com precisão. O Snapdragon 8 Elite for Galaxy, com até 4,47 GHz e 12 GB de RAM, sustentou o uso de todos os aplicativos e recursos de IA sem engasgos, e a bateria de 5.000 mAh aguentou um dia de uso relativamente intenso com eficiência. Traseira do Galaxy S25 Ultra Rubens Achilles/TechTudo Quem busca um smartphone premium com sistema Android deve encontrar no S25 Ultra uma excelente opção, principalmente se já tem outros aparelhos da Samsung em casa, como TVs e eletrodomésticos. A sul-coreana tem investido em ecossistema e o controle de casa inteligente acaba ficando ainda mais integrado para quem usa o sistema SmartThings. O review do TechTudo reforça que o aparelho é uma das melhores opções Android do mercado, especialmente para quem já tem outros dispositivos Samsung em casa e quer aproveitar o ecossistema SmartThings. Contudo, o jornalista aponta que o Galaxy S24 Ultra, disponível por valores menores no varejo, entrega grande parte dos mesmos recursos, tornando o antecessor uma alternativa válida para quem quer economizar sem abrir mão da experiência Ultra. O Galaxy S25 Ultra está disponível a partir de R$ 6.318 nas Casas Bahia na versão de 512 GB. Prós: câmera ultrawide de 50 MP; zoom de 30x com boa qualidade; tela Quad HD+ com 2.600 nits; Snapdragon 8 Elite; ecossistema Samsung integrado Contras: brilho automático exigiu ajustes manuais frequentes; desbloqueio facial fraco com pouca luz; poucas mudanças de hardware em relação ao S24 Ultra 8. Galaxy S26 Ultra 512 GB — a partir de R$ 8.789 O Galaxy S26 Ultra é o celular avançado da Samsung em 2026, apresentado em fevereiro durante o Galaxy Unpacked, e a equipe do TechTudo, viajou até São Francisco para acompanhar o lançamento e e passou cerca de 24 horas com o aparelho. O novo design abandona de vez as bordas retas das gerações anteriores em favor de cantos arredondados, com espessura de apenas 7,9 mm e peso de 214 g, tornando a pegada mais confortável para uma tela de 6,9 polegadas. O módulo de câmeras também ganhou formato de pílula integrada, substituindo as lentes flutuantes das gerações anteriores e conferindo um visual mais premium ao conjunto. A construção trocou o titânio pelo Armor Aluminum 2, decisão que pode dividir opiniões, mas que não compromete a sensação de robustez do aparelho. Galaxy S26 Ultra: passei 24 horas com o celular da Samsung; veja análise TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? O grande destaque do S26 Ultra é a tela de privacidade, recurso inédito no mercado que usa a tecnologia Flex Magic Pixel para limitar o ângulo de visão do display e impedir que outras pessoas vejam o conteúdo da tela. Na prática, o conteúdo permanece perfeitamente legível para quem está de frente, enquanto a visão lateral fica bastante restrita, com uma pequena redução de brilho percebida apenas no modo de proteção total. O recurso pode ser ativado por demanda ou restrito a aplicativos específicos, como apps bancários. As câmeras preservaram a configuração do S25 Ultra, mas ganharam lentes com abertura maior: a principal passou de f/1.7 para f/1.4, e a telefoto de 50 MP de f/3.4 para f/2.9, o que resultou em fotos muito bem iluminadas com bokeh mais natural. O Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy atingiu 3.681.138 pontos no AnTuTu, colocando o S26 Ultra entre os cinco smartphones mais poderosos do mundo no momento do teste. Galaxy S26 Ultra Ana Letícia Loubak/TechTudo No vídeo, o destaque vai para a superestabilização com bloqueio de horizonte. O recurso, que usa dados do acelerômetro e giroscópio, funciona de forma excepcional e consegue manter a imagem estável mesmo durante movimentos bem bruscos. Nas primeiras impressões do TechTudo, a bateria de 5.000 mAh manteve o mesmo patamar das gerações anteriores num momento em que fabricantes chinesas já avançam com tecnologias de maior densidade energética. O carregamento de 60 W é a maior potência já adotada pela Samsung na linha Ultra, mas o carregador incluso na caixa é de apenas 25 W, exigindo compra adicional para aproveitar a velocidade máxima. O Galaxy S26 Ultra está disponível a partir de R$ 8.789 no Mercado Livre na versão de 512 GB. Prós: tela de privacidade inédita; câmeras com maior abertura e melhor entrada de luz; Snapdragon 8 Elite Gen 5 líder no AnTuTu; design mais fino e leve Contras: bateria estagnada em 5.000 mAh; carregador de 60 W vendido separadamente; câmera frontal sem upgrade significativo Com informações de AnTuTU, Casas Bahia, Mercado Livre, Samsung e TechTudo Mais do TechTudo l 🎥 Galaxy Z Trifold: TESTAMOS o dobrável com TRÊS TELAS da Samsung; assista Galaxy Z Trifold: testamos o dobrável com três telas da Samsung Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

10 filmes de suspense tipo A Empregada, mas que são muito melhores

26 de Abril de 2026, 06:03

É certo que os filmes de suspense com reviravoltas e cenas sensuais voltaram a ganhar destaque após a estreia de A Empregada, com Amanda Seyfried e Sydney Sweeney. Mas, apesar do sucesso do longa, o cinema prova que o gênero pode oferecer histórias ainda melhores, com mais impacto e avaliações superiores tanto da crítica quanto do público. Entre os exemplos estão Garota Exemplar (2014) Casamento Sangrento (2019) e Vestida Para Matar (1980), disponíveis em plataformas como Netflix, Amazon Prime Video, HBO Max. Pensando em quem gostou do longa, o TechTudo selecionou 10 filmes de suspense no estilo de A Empregada que se sobressaem pela qualidade ou pelo peso cultural, além de proporcionarem experiências mais intensas e completas, de acordo com as notas no IMDb e no Rotten Tomatoes. Vale lembrar que o filme de Paul Feig tem notas 6.8 e 73%, respectivamente. A seguir, confira a lista! 🎬 15 filmes de viagem no tempo que vão prender a sua atenção 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Garota Exemplar recebeu uma indicação ao Oscar Divulgação/TMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista do TechTudo, você encontra os seguintes itens: O Homem Invisível (2020): Após fugir de um relacionamento abusivo, mulher passa a acreditar que o ex ainda a persegue. Garota Exemplar (2014): Desaparecimento da esposa expõe um casamento cheio de mentiras e torna o marido suspeito. A Colina Escarlate (2014): Uma escritora se muda para mansão isolada e descobre segredos sombrios da nova família. Casamento Sangrento (2019): Uma noiva entra em ritual da família do marido e precisa sobreviver a uma noite violenta. Segredos de Sangue (2013): Uma jovem se aproxima do tio recém-chegado e descobre segredos perturbadores da família. Vestida Para Matar (1980): Após uma série de assassinatos, um médico se envolve em uma trama de segredos e identidades ocultas. Lago dos Ossos (2024): Casais dividem casa isolada e convivência vira um jogo de tensão, desejo e violência. Desconhecidos (2023): Após encontro casual, mulher foge ferida enquanto tenta escapar de um assassino. Acompanhante Perfeita (2025): Relacionamento muda ao revelar que a parceira é uma androide fora de controle. Bônus: Dormindo Com O Inimigo (1991): Mulher foge de marido violento, mas precisa escapar quando ele descobre a verdade. 1. O Homem Invisível (2020) Iniciando a lista, O Homem Invisível surge como uma opção melhor ainda para quem gostou de A Empregada ao explorar uma relação abusiva que ganha contornos cada vez mais perigosos. A trama gira em torno de Cecilia, uma mulher presa a um casamento tóxico que acredita finalmente ter se libertado após o suposto suicídio do marido. No entanto, a tranquilidade dura pouco quando um homem, que ela acredita ser seu ex-companheiro, começa a persegui-la, mas ninguém confia em sua versão. Com direção de Leigh Whannell (Upgrade), o suspense é estrelado por Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale) e Oliver Jackson-Cohen (A Maldição da Mansão Bly). 🎬O Homem Invisível: entenda final explicado do filme de suspense Duração: 2h5m Direção: Leigh Whannell Notas: 7.1 no IMDb e 92% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Netflix, HBO Max, e Amazon Prime Video O Homem Invisível surge como uma opção melhor ainda para quem gostou de A Empregada Divulgação/Netflix 2. Garota Exemplar (2014) Indicado ao Oscar, Garota Exemplar acompanha o desaparecimento de Amy, que transforma seu marido, Nick, no principal suspeito. Enquanto nega qualquer envolvimento, ele passa a investigar o caso por conta própria, ao mesmo tempo em que a exposição do relacionamento revela mentiras, conflitos e versões que colocam tudo em dúvida. Com direção de David Fincher (Clube da Luta), o filme é estrelado por Ben Affleck (Argo) e Rosamund Pike (Eu Me Importo). 🎬 Onde assistir à Garota Exemplar? Veja enredo, elenco e trailer do filme Duração: 2h29m Direção: David Fincher Notas: 8.1 no IMDb e 88% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Disney+ e Amazon Prime Video Garota Exemplar (2014) é um clássico do suspense moderno Divulgação/IMDb 3. A Colina Escarlate (2014) A Colina Escarlate combina romance, mistério e elementos sobrenaturais ao acompanhar Edith, uma jovem escritora que se envolve com o enigmático Thomas Sharpe e se muda para sua mansão isolada. No local, ela passa a conviver com a cunhada Lucille e com acontecimentos estranhos ligados ao passado da família, enquanto a casa revela segredos que afetam diretamente sua sanidade. Com direção de Guillermo del Toro (O Labirinto do Fauno), o filme é estrelado por Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas), Tom Hiddleston (Loki) e Jessica Chastain (Interestelar). Duração: 1h 59m Direção: Guillermo del Toro Notas: 6.5 no IMDb e 72% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Amazon Prime Video (aluguel ou compra) A Colina Escarlate combina romance, mistério e elementos sobrenaturais Divulgação/TMDb 4. Casamento Sangrento (2019) Com uma proposta irreverente, Casamento Sangrento é um dos filmes mais elogiados entre o público e a crítica ao trazer uma trama que equilibra suspense e ironia. A história gira em torno de Grace, uma jovem que se casa com o herdeiro de uma família rica e acredita viver um conto de fadas. No entanto, na noite de núpcias, ela é obrigada a participar de um ritual tradicional que transforma um simples jogo em uma perseguição mortal na mansão. O longa tem direção de Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin e traz Samara Weaving (The Babysitter) e Mark O’Brien (Próxima Parada: Apocalipse) nos papéis principais. Duração: 1h 35min Direção: Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin Notas: 6.9 pontos e 89% no Rotten Tomatoes (com selo fresco) Onde assistir: Disney+ Casamento Sangrento é um dos filmes mais elogiados entre o público e a crítica ao trazer uma trama que equilibra suspense e ironia Divulgação/IMDb 5. Segredos de Sangue (2013) Também protagonizado por Mia Wasikowska, ao lado de Nicole Kidman (Scarpetta) e Matthew Goode (O Jogo da Imitação), o longa Segredos de Sangue acompanha India Stoker, uma jovem solitária que perde o pai no dia do seu aniversário de 18 anos. Sua vida muda com a chegada súbita de seu misterioso Tio Charlie, cuja existência ela desconhecia. À medida que a convivência com sua mãe instável se torna tensa, India desenvolve uma atração perigosa pelo tio, descobrindo segredos sombrios sobre sua linhagem familiar. O longa é dirigido pelo cineasta Park Chan-wook, conhecido por filmes aclamados no gênero como Oldboy e A Criada. Duração: 1h 39min Direção: Park Chan-wook. Notas: 6.8 no IMDb e 70% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Disney+ Segredos de Sangue é protagonizado por Mia Wasikowska e Nicole Kidman Divulgação/TMDb 🍿Curte filmes de suspense? A Empregada e mais: 6 filmes de suspense ideais para quem amou o longa 15 filmes de suspense e mistério muito bons que valem a pena assistir 15 filmes de suspense do Prime Video que valem a pena assistir 10 melhores filmes de suspense de todos os tempos, segundo o IMDb 12 filmes de suspense e ação que valem a pena assistir 12 filmes de suspense bons que você não pode deixar passar 12 filmes de suspense e mistério clássicos que você precisa assistir 12 filmes de suspense da Netflix com finais chocantes 12 filmes de suspense com romance que valem a pena assistir Veja os 30 melhores filmes de suspense de todos os tempos, segundo a crítica 6. Vestida Para Matar (1980) Considerado um clássico do suspense erótico, Vestida Para Matar acompanha uma série de assassinatos que passam a se conectar ao psicoterapeuta Dr. Robert Elliott após o brutal ataque a uma de suas pacientes. Enquanto tenta entender o que está por trás dos crimes, ele se vê envolvido em uma rede de segredos e identidades que colocam sua própria vida em risco. Sob direção de Brian De Palma (Os Intocáveis), o filme traz Angie Dickinson (Onde Começa o Inferno) e Nancy Allen (Um Tiro na Noite) nos papéis centrais. Duração: 1h 46min Direção: Brian De Palma Notas: 7 no IMDb e 83% no Rotten Tomatoes Onde assistir: MUBI, Amazon Prime Video e Apple TV (aluguel) Vestida Para Matar é um clássico do suspense erótico Divulgação/TMDb 7. Lago dos Ossos (2024) Marcado por tensão sexual e uma atmosfera inquietante, Lago dos Ossos acompanha dois casais que alugam, sem saber, a mesma casa de veraneio isolada à beira de um lago. O que começa como um erro de reserva e uma convivência forçada rapidamente se transforma em uma rede de mentiras, manipulações e conflitos. À medida que segredos vêm à tona, o retiro romântico dá lugar a um jogo perigoso de sobrevivência e violência. O time de elenco deste terror erótico é liderado pelo ator brasileiro Marco Pigossi (Cidade Invisível), ao lado da atriz norte-americana Maddie Hasson (Impulse) e do ator britânico Alex Roe (Forever My Girl). No momento, apesar da nota inferior A Empregada no IMDb, a produção é destaque com maior aprovação entre a crítica especializada no Rotten Tomatoes. Duração: 1h 34min Direção: Mercedes Bryce Morgan. Notas: 5.6 no IMDb e 84% no Rotten Tomatoes (com selo fresco) Onde assistir: Indisponível para streaming, no momento Lago dos Ossos (2024) é um terror cheio de suspense que combina tensão sexual e uma atmosfera inquietante Divulgação/TMDb 8. Desconhecidos (2023) Narrado em uma sequência não linear, Desconhecidos é um longa independente que aposta na tensão lenta e gradual, sendo uma surpresa para muitos espectadores que atribuíram notas altas ao longa, que atualmente supera A Empregada no IMDb. Depois de se envolver com um homem desconhecido, Sofia desperta em meio a notícias de assassinatos e passa a suspeitar que o encontro pode não ter sido tão casual quanto parecia. Ferida e isolada, ela atravessa as florestas do Oregon tentando escapar enquanto junta pistas sobre o que realmente aconteceu. O thriller conta com atuações de Willa Fitzgerald (Reacher), Kyle Gallner (Sorria) e Madisen Beaty (Era Uma Vez em Hollywood), que lideram o elenco principal da trama. Duração: 1h 32min Direção: JT Mollner. Notas: 7 no IMDb e 96% no RT (com selo fresco) Onde assistir: Prime Video (aluguel ou compra) e Telecine Desconhecidos é um longa independente que aposta na tensão lenta e gradual Divulgação/IMDb 9. Acompanhante Perfeita (2025) Misturando tecnologia e suspense, Acompanhante Perfeita se destaca como um dos melhores filmes de suspense de 2025 ao explorar relações moldadas pelo afeto artificial. A história acompanha Josh e Iris, um casal que se envolve rapidamente, mas cuja dinâmica muda quando vem à tona que ela é, na verdade, uma androide criada para atender aos desejos do parceiro. Durante uma viagem com amigos, o comportamento da inteligência artificial começa a fugir do previsto, transformando o encontro em uma situação cada vez mais perigosa. O filme conduzido pelo diretor Drew Hancock (My Dead Ex) tem Sophie Thatcher (Yellowjackets) e Jack Quaid (The Boys) como o casal principal. Duração: 97 minutos Direção: Drew Hancock Notas: 6.9 no IMDb e 93% no Rotten Tomatoes (com selo fresco) Onde assistir: HBO Max e Amazon Prime Video Acompanhante Perfeita mistura tecnologia e suspense Reprodução/IMDb 10. Bônus: Dormindo Com O Inimigo (1991) Apesar de não ter boas avaliações, Dormindo com o Inimigo reforça como histórias sobre relações abusivas já eram exploradas no suspense antes de títulos recentes. Na trama, Sara decide fingir a própria morte para escapar do marido violento e recomeçar a vida em outra cidade. O plano, no entanto, é colocado em risco quando ele descobre a farsa e inicia uma busca obsessiva para encontrá-la. Estrelado por Julia Roberts (Uma Linda Mulher) e Patrick Bergin (Jogos Patrióticos), o longa tem direção de Joseph Ruben (O Anjo Malvado). Duração: 1h 39min Direção: Joseph Ruben Notas: 6.3 no IMDb e 23% no Rotten Tomatoes Onde assistir: Disney+ Dormindo com o Inimigo reforça como histórias sobre relações abusivas Divulgação/letterboxd Com informações de IMDb (1), Rotten Tomatoes (1), Letterboxd, Cinemablind e Reddit. 🎥 Conheça os 10 melhores filmes de ação de todos os tempos segundo crítica Conheça os 10 melhores filmes de ação de todos os tempos segundo crítica Mais do TechTudo Initial plugin text

10 animes com histórias profundas que vão te fazer refletir sobre a vida

26 de Abril de 2026, 05:02

Diversos animes têm enredos profundos, já que nem toda produção do gênero se resume à ação ou uma fantasia escapista. Ao longo das décadas, várias animações acabaram explorando a fundo temas como propósito, identidade e relações humanas, se aproximando de reflexões que dialogam diretamente com a vida real. Títulos como Violet Evergarden (2018), Monster (2004) e Ghost in the Shell (1995), disponíveis nas plataformas de streaming Netflix e Crunchyroll, são exemplos de histórias que convidam o público a pensar um pouco mais. Pensando na complexidade dessas narrativas, o TechTudo reuniu 10 animes com histórias profundas que vão te fazer refletir sobre a vida. Veja, a seguir, mais detalhes sobre os títulos, com informações de sinopse, temporadas, episódios, notas da crítica e onde assistir. 🎬 10 melhores animes de ficção científica, segundo o IMDb 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Com temática voltada à cultura nórdica e guerras históricas, Vinland Saga (2019) faz sucesso com o público mais adulto Divulgação/Crunchyroll 📝 Como faço para pagar o streaming da Netflix com pix? Saiba no Fórum do TechTudo Nessa lista do TechTudo, você vai saber mais sobre os seguintes 10 animes: Assassination Classroom (2015): alunos tentam eliminar seu professor alienígena, ao passo que aprendem lições valiosas sobre ética e autoconfiança. Monster (2004): um neurocirurgião salva a vida de um menino, mas anos depois descobre que ele se tornou um serial killer cruel. Vinland Saga (2019): o jovem Thorfinn busca vingança contra o assassino do seu pai, enquanto testemunha invasões e disputas políticas. Violet Evergarden (2018): uma ex-soldada aprende sobre emoções e luto ao trabalhar escrevendo cartas que expressam os sentimentos alheios. Ghost in the Shell (1995): uma ciborgue persegue um hacker perigoso em um futuro distópico enquanto questiona sua própria alma e identidade. Parasyte: The Maxim (2014): um jovem vive em simbiose com um alienígena, enfrentando dilemas sobre a natureza humana e a sobrevivência. Cowboy Bebop (1998): caçadores de recompensas viajam pelo sistema solar em uma jornada melancólica sobre o passado e a sobrevivência. Death Note (2006): Light Yagami usa um caderno para matar criminosos, iniciando um duelo mental contra o detetive L por sua visão de lei. Serial Experiments Lain (1998): uma jovem se envolve em uma rede digital complexa, questionando as fronteiras entre o mundo real e o virtual. March comes in like a lion (2016): um jovem jogador de shogi luta contra a depressão e o isolamento, encontrando conforto em novas conexões humanas. 1. Assassination Classroom (2015) Para começar, temos o anime Assassination Classroom, baseado no mangá homônimo escrito por Yusei Matsui e que utiliza o absurdo para refletir sobre o sistema educacional e o potencial individual, além da importância de encontrar um propósito na vida. A trama apresenta uma premissa inusitada: os alunos da turma 3-E, considerados os piores de uma escola de elite, recebem a missão de assassinar seu novo professor, uma criatura tentacular que destruiu parte da Lua. No entanto, "Koro-sensei" se revela o melhor educador que eles já tiveram, ensinando lições de autoconfiança, resiliência e ética enquanto os treina como assassinos. Temporadas: 2 Episódios: 47 Notas da crítica: 7,9 pelo IMDb e 8.07 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Assassination Classroom combina humor e drama ao abordar crescimento pessoal e propósito por meio da relação entre alunos e professor Reprodução/IMDb 2. Monster (2004) Em seguida, vamos falar de Monster, anime que adapta o mangá de mesmo nome escrito por Naoki Urasawa e traz questões densas sobre o valor de uma vida e a origem da maldade humana. Na trama, Kenzo Tenma é um brilhante neurocirurgião japonês que vive na Alemanha e tem sua vida drasticamente alterada quando ele decide salvar a vida de um menino baleado em vez de operar o prefeito da cidade, seguindo seus princípios éticos. Por outro lado, Tenma descobre posteriormente que a criança que salvou se tornou um serial killer calculista e niilista. Se sentindo responsável, o médico inicia uma busca pela Europa para impedir o rastro de mortes. Temporadas: 1 Episódios: 74 Notas da crítica: 8,7 pelo IMDb e 8.89 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix e Amazon Prime Video (via Koiplay) Explorando dilemas morais, Monster é um dos animes de suspense mais celebrados entre os fãs do gênero thriller Reprodução/The Movie Database 3. Vinland Saga (2019) Reflexões sobre redenção, ciclo de abusos e a busca utópica por um desejo pessoal estão no enredo de Vinland Saga, baseado no mangá homônimo desenvolvido por Makoto Yukimura. O enredo se passa na era viking e segue Thorfinn, um jovem islandês que consome sua vida em busca de vingança contra Askeladd, o mercenário que matou seu pai, o lendário guerreiro Thors. Assim, enquanto o protagonista encara batalhas ferozes na invasão da Inglaterra, ele é forçado a confrontar o verdadeiro significado de ser um guerreiro e a possibilidade de existir um lugar livre de violência. 🎬Vinland Saga: conheça anime, personagens e onde assistir às temporadas Temporadas: 2 Episódios: 48 Notas da crítica: 8,8 pelo IMDb e 8.78 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix, Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Vinland Saga vai além da ação ao refletir sobre vingança e os impactos da violência na vida dos personagens Divulgação/IMDb 4. Violet Evergarden (2018) Adaptação da light novel de mesmo nome escrita pela mangaká Kana Akatsuki, Violet Evergarden se destaca por trazer mensagens sobre o valor da comunicação e como as palavras podem curar traumas profundos. Nessa história, Violet é uma jovem que foi criada como uma arma de guerra humana e agora tenta se reintegrar à sociedade após o fim do conflito. Sem compreender as emoções e o significado das últimas palavras de seu comandante ("eu te amo"), ela se torna uma Autômata de Automemória, escrevendo cartas para pessoas que não conseguem expressar seus sentimentos. Dessa maneira, por meio das histórias dos clientes, Violet aprende sobre afetos e arrependimentos. Temporadas: 1 Episódios: 13 Notas da crítica: 8,4 pelo IMDb e 8.69 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix Violet Evergarden é considerado um dos animes mais bonitos visualmente e mais emocionantes dos últimos anos Reprodução/Kyoto Animation 5. Ghost in the Shell (1995) O único filme da lista, Ghost in the Shell é um anime baseado no mangá homônimo escrito por Masamune Shirow e exibe um tom cyberpunk contemplativo, com o enredo sendo uma meditação profunda sobre a fusão entre homem e tecnologia. A narrativa se situa em 2029, num futuro onde a cibernética permite que seres humanos substituam partes do corpo por componentes robóticos. A Major Motoko Kusanagi, uma agente ciborgue da Seção 9, lidera a caçada ao Mestre das Marionetes, um hacker que invade e controla mentes conectadas à rede. Durante a investigação, Motoko enfrenta dilemas existenciais sobre o que define a alma e a individualidade em uma era de consciência digital. Duração: 1h 23m Direção: Mamoru Oshii (Patlabor) Notas da crítica: 7,9 pelo IMDb e 8.27 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix e Claro TV+ Ghost In The Shell é uma animação clássica da década de 1990 e seu estilo de montagem impactou a criação de outros filmes Reprodução/IMDb 🎬 Para quem adora animes: 7 animes 'ignorados' que são perfeitos e vão fazer você se apaixonar 12 animes populares que você precisa assistir pelo menos uma vez 12 animes incríveis, mas que traumatizaram todo mundo 12 animes com protagonistas femininas overpower para assistir agora 10 animes tão bons que deixam muitas séries famosas 'no chinelo' 12 animes adultos para assistir na Netflix agora mesmo 10 animes isekai que são praticamente perfeitos 15 animes +18 para assistir no Crunchyroll 15 animes sensuais cheios de violência que só maiores de idade podem assistir 10 melhores animes de ficção científica, segundo o IMDb 6. Parasyte: The Maxim (2014) Parasyte -the-maxim- adapta o mangá homônimo escrito por Hitoshi Iwaaki e usa um conflito biológico para questionar pontos envolvendo a humanidade: a moralidade, o instinto de preservação e, até mesmo, o lugar da espécie no ecossistema. No enredo, alienígenas parasitas chegam à Terra para dominar cérebros humanos e se alimentar da espécie. O jovem Shinichi Izumi consegue evitar que o parasita Migi chegue ao seu cérebro, resultando em uma simbiose onde a criatura passa a habitar sua mão direita. Juntos, eles precisam sobreviver aos ataques de outros parasitas hostis. Temporadas: 1 Episódios: 24 Notas da crítica: 8,2 pelo IMDb e 8.32 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Parasyte -the maxim- questiona o que define a humanidade ao colocar humanos e criaturas em um mesmo conflito por sobrevivência Divulgação/Netflix 7. Cowboy Bebop (1998) Cowboy Bebop é um anime original da lista e conta com uma história existencialista, convidando o espectador a refletir sobre a impossibilidade de fugir da nossa essência e a aceitação da consequência de escolhas antigas. A história se passa em um futuro onde a humanidade colonizou o sistema solar e acompanha os caçadores de recompensas da nave Bebop. Liderada pelo habilidoso Spike Spiegel, a equipe vive à margem da sociedade, enfrentando a escassez de recursos e os fantasmas de seus próprios passados. Nesse cenário, os caçadores confrontam traumas e decisões anteriores em meio às perseguições atrás de criminosos. Temporadas: 1 Episódios: 26 Notas da crítica: 8,9 pelo IMDb e 8.75 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix, Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Cowboy Bebop se destaca pela construção de personagens e pela narrativa que mistura diferentes gêneros ao longo dos episódios Divulgação/TMDb 8. Death Note (2006) Baseado no mangá homônimo produzido por Tsugumi Ohba, Death Note desafia o otaku a pensar sobre os limites da ética e se os fins realmente justificam os meios. A trama acompanha Light Yagami, um estudante exemplar que encontra um caderno misterioso capaz de matar qualquer pessoa cujo nome seja escrito nele. Nesse contexto, o protagonista decide usar o artefato para eliminar criminosos e criar um mundo ideal, o que o leva a ser conhecido como Kira. Contudo, tais atos chamam a atenção dos investigadores, especialmente do enigmático detetive L. Assim, desafiando um ao outro, Light e L iniciam uma disputa em que testam suas capacidades de realizar estratégias. 🎬 Quantos episódios tem Death Note? Veja lista completa com melhores e mais Temporadas: 1 Episódios: 37 Notas da crítica: 8,9 pelo IMDb e 8.62 no MyAnimeList Onde assistir: Netflix, Crunchyroll, HBO Max, Mercado Play e Amazon Prime Video (via HBO Max) Death Note se aprofunda em debates sobre justiça e poder ao apresentar um confronto intenso de ideologias Reprodução/Madhouse 9. Serial Experiments Lain (1998) Mais um anime original da lista, o cyberpunk psicológico Serial Experiments Lain explora temas como múltiplas identidades e a onipresença da tecnologia, indicando uma reflexão complexa sobre como a conectividade digital pode alterar nossa percepção da realidade. A obra foca em Lain Iwakura, uma adolescente solitária que se envolve com a Wired, uma rede de comunicação global semelhante à internet. Depois de receber e-mails de uma colega que cometeu suicídio afirmando estar viva na rede, Lain começa a questionar as fronteiras entre o mundo físico e o virtual. Temporadas: 1 Episódios: 13 Notas da crítica: 8,0 pelo IMDb e 8.10 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll Serial Experiments Lain aborda identidade e existência em meio à crescente influência da tecnologia na vida humana Reprodução/JustWatch 10. March Comes in Like a Lion (2016) Para encerrar a lista, temos March comes in like a lion, que adapta o mangá de mesmo nome escrito pela mangaká Chica Umino e trata sobre questões relacionadas ao luto, a cura através da amizade e a coragem necessária para enfrentar a própria vulnerabilidade. O enredo segue Rei Kiriyama, um jovem de 17 anos que é jogador profissional de shogi (xadrez japonês). Órfão e lidando com uma depressão profunda e isolamento social, sua vida começa a mudar quando ele conhece as irmãs Kawamoto, que o acolhem com calor familiar. Para além das competições, a jornada interna do protagonista passa por processar traumas e encontrar conforto em conexões humanas. Temporadas: 2 Episódios: 44 Notas da crítica: 8,2 pelo IMDb 8.37 no MyAnimeList Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Mais voltado ao drama, March Comes In Like A Lion foca na vida de um adolescente que enfrenta dilemas pessoais Reprodução/JustWatch Com informações de CBR, IMDb (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) e MyAnimeList (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) 🎥Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Saiba mais m Initial plugin text

Cabo HDMI grande interfere na qualidade da imagem? Entenda o que acontece

26 de Abril de 2026, 04:01

O comprimento do cabo HDMI pode interferir na qualidade da imagem por conta do tráfego de impulsos energéticos que podem sofrer resitência natural ao percorrer fios de cobres longos. Diferente da TV analógica antiga, que apresentava chuviscos graduais quando o sinal estava ruim, o HDMI sofre da perda de dados por distância. Isso significa que a imagem pode estar perfeita em um momento e, com apenas um metro a mais de cabo, falhar catastroficamente, resultando em telas pretas intermitentes, pontos brancos piscando ou perda total de áudio. Para quem planeja montar um home theater com projetor ou ligar o PC gamer na TV da sala, entender os limites da tecnologia é vital para não jogar dinheiro fora. E foi pensando nisso que o TechTudo produziu este guia sobre o tamanho do cabo HDMI e se ele impacta na qualidade da imagem. Veja a seguir, mais informações sobre modelos, quais são as gerações e o que fazer caso você precise utilizar em longas distâncias. 🔎 China lança novo cabo que promete desbancar HDMI e Thunderbolt; conheça 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Cabos HDMI compridos demais podem perder a qualidade Aricia Faria/TechTudo 📝 Cabos HDMI com problema: o que fazer? Confira no Fórum do TechTudo Tudo sobre cabos HDMI longos Você entenderá a física por trás da perda de sinal digital e conhecerá as tecnologias que permitem conexões de longa distância sem falhas. Veja os tópicos abordados: O que é e como funciona o HDMI? Gerações de HDMI O comprimento do cabo HDMI importa? Qual o alcance da transmissão de sinais HDMI? Para longas distâncias, qual é a solução? 1. O que é e como funciona o HDMI? A interface HDMI (High-Definition Multimedia Interface) é o padrão global para envio de áudio e vídeo digital não comprimido. O sistema opera através de pacotes de dados binários de alta velocidade trocados entre a fonte (console, PC) e o display (TV). Ao contrário dos cabos analógicos que usavam voltagem variável para desenhar linhas, o HDMI emprega protocolos rígidos de sinalização para definir a cor e o brilho exatos de cada pixel, além de carregar dados de internet e comandos de controle. As versões modernas utilizam o protocolo FRL (Fixed Rate Link) para suportar o volume de dados das resoluções 4K e 8K. O funcionamento assemelha-se a uma rodovia de dados com múltiplas faixas que exige sincronia perfeita. Cabos de má qualidade ou excessivamente longos desalinham esses dados devido à resistência elétrica. Se a TV não conseguir reorganizar os pacotes na ordem correta, a imagem não é formada. Os cabos HDMI funcionam através do envio de dados do remetente para o destinatário Reprodução/Fernando Braga O cabo também transporta o protocolo de proteção HDCP (High-bandwidth Digital Content Protection), responsável por evitar a pirataria de conteúdo. Esse sistema realiza verificações constantes de segurança entre os aparelhos conectados. A perda de dados em um cabo longo interrompe essa comunicação, o que faz a tela ficar preta ou exibir ruído estático, um sintoma que muitos usuários confundem com defeito nas entradas da televisão. 2. Gerações de HDMI A evolução do HDMI segue a demanda da indústria por maior largura de banda. As versões iniciais, como o HDMI 1.4, focavam no Full HD e precisavam trafegar apenas 10 Gbps. Cabos de cobre simples transportavam essa quantidade de informação por distâncias razoáveis sem perdas significativas. O padrão HDMI 2.0 subiu a exigência para 18 Gbps a fim de viabilizar o 4K a 60Hz e o HDR, começando a testar os limites físicos do cobre. O padrão atual HDMI 2.1 (Ultra High Speed) mudou o cenário ao exigir 48 Gbps. Essa capacidade é necessária para consoles como PS5 e Xbox Series operarem recursos como 4K a 120Hz, VRR (Taxa de Atualização Variável) e HDR Dinâmico. A quantidade massiva de dados trafegando em alta frequência torna o sinal elétrico extremamente frágil e suscetível à degradação em trajetos curtos. Identificar a geração do cabo é o primeiro passo para evitar problemas. O cabo atua como um condutor passivo com limites físicos. Um modelo longo que funcionava no seu antigo DVD player (HDMI 1.4) não possui a condutividade necessária para o fluxo de dados de um console moderno. O fio de cobre interno não consegue entregar os 48 gigabits por segundo à TV, causando falhas imediatas na exibição. Os cabos HDMI precisam de fios de cobre cada vez mais resistentes para grandes qualidades Reprodução/Reddit 3. O comprimento do cabo HDMI importa? O comprimento é o principal fator de degradação do sinal em conexões de cobre. A resistência elétrica do fio aumenta com a distância, o que deforma as ondas quadradas que representam os bits digitais (zeros e uns). Em cabos curtos, o chip da TV corrige essas deformações. Em cabos longos, a distorção ultrapassa a capacidade de correção do sistema e os dados tornam-se ilegíveis. A falha no sinal digital manifesta-se através do "Efeito Precipício Digital". Não existe imagem "meio ruim" ou chuviscada como no analógico. O sinal funciona perfeitamente até um ponto limite e então falha totalmente. Os sintomas visuais incluem "sparkles" (pontos brancos aleatórios piscando na tela), linhas horizontais, falhas no som ou a tela preta intermitente, que ocorre quando os aparelhos tentam renegociar a conexão perdida. Cabos longos podem causar interferência na imagem Barbara Mannara/TechTudo A espessura do fio interno (bitola), medida em AWG, influencia o alcance. Cabos com condutores mais grossos (menor número AWG, como 24) oferecem menos resistência e alcançam distâncias ligeiramente maiores. Contudo, a física impõe barreiras intransponíveis para as frequências altas do HDMI 2.1. Mesmo cabos grossos e caros falham ao tentar transmitir 4K a 120Hz por longas distâncias usando apenas cobre passivo. 4. Qual o alcance da transmissão de sinais HDMI? Sinais de resolução Full HD (1080p) exigem pouca largura de banda e possuem alta tolerância a falhas. Cabos HDMI passivos de cobre conseguem transmitir esse padrão por 15 a 20 metros de forma estável. Instalações antigas em auditórios e escritórios frequentemente utilizam essas metragens sem problemas, pois a baixa exigência de dados não estressa a condutividade do material. Para a resolução 4K a 60Hz (padrão HDMI 2.0), a distância segura cai para cerca de 5 a 7 metros. Cabos passivos acima desse comprimento começam a apresentar instabilidade, perda de HDR ou compressão de cores. Produtos vendidos como "4K Ready" com 10 metros ou mais frequentemente falham em entregar os 18 Gbps completos, resultando em telas que piscam ou perdem o sinal aleatoriamente. Maiores qualidades de exigem cabos mais robustos e menos compridos Reprodução/Freepik O limite é ainda mais rígido para o HDMI 2.1 (4K 120Hz ou 8K). Para sustentar 48 Gbps, o alcance máximo confiável de um cabo de cobre passivo é de apenas 3 metros. Estender essa conexão para 5 metros com um cabo comum causa falhas no VRR e impossibilita o uso de 120Hz. Para distâncias superiores a 3 metros nesta resolução, o cobre deixa de ser uma opção viável tecnicamente. 5. Para longas distâncias, qual é a solução? A solução para distâncias médias e longas é o Cabo Óptico Ativo (AOC). Esta tecnologia substitui o cobre por fibra óptica e integra microchips nos conectores. O chip na entrada converte a eletricidade em pulsos de luz (laser), que viajam pela fibra sem sofrer resistência ou interferência eletromagnética. Na outra ponta, o sinal é reconvertido para elétrico, permitindo conexões de até 100 metros com integridade total de dados. A instalação dos cabos AOC exige atenção pois eles são unidirecionais. Os conectores são marcados especificamente como "Source" (para o videogame/PC) e "Display" (para a TV). A inversão das pontas impede o funcionamento do cabo. Embora o custo seja superior aos modelos tradicionais, a fibra óptica é a única forma garantida de obter 48 Gbps estáveis em distâncias que o cobre não alcança. Instalações profissionais podem utilizar extensores HDBaseT, que convertem o sinal HDMI para trafegar via cabo de rede (Ethernet). Esses sistemas permitem alcances de até 100 metros e são comuns em ambientes corporativos. No entanto, equipamentos HDBaseT capazes de suportar a banda total do HDMI 2.1 sem compressão possuem custo proibitivo para uso doméstico, mantendo o cabo AOC como a escolha mais racional para gamers e entusiastas de home theater. Cabos AOC substituem HDMI para manter a qualidade em longas distâncias Reprodução/Mercado Livre Com informações de Akyga, Anker, AV Pro Global e Juiced Mais do TechTudo VEJA O VÍDEO: HDMI: configure o áudio após conectar o computador na TV HDMI: configure o áudio após conectar o computador na TV

12 séries da HBO Max que são boas do início ao fim

26 de Abril de 2026, 04:01

As séries da HBO Max que são boas do início ao fim incluem sucessos como Succession (2018), The Sopranos (1999) e Chernobyl (2019). A plataforma se consolidou como uma das principais redes de streaming ao reunir produções que se destacam pela qualidade narrativa e pela consistência ao longo de suas temporadas. Com isso, o catálogo do serviço conta com histórias que conseguem manter o mesmo nível do primeiro ao último episódio. Levando em conta essa biblioteca da HBO Max, o TechTudo listou 12 séries disponíveis na plataforma que são boas do início ao fim. A seguir, você confere mais detalhes sobre os títulos, com informações de sinopse, elenco, temporadas e notas da crítica. 🎬 12 melhores filmes originais da HBO Max para assistir agora 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos A minissérie Chernobyl (2019) foi uma das produções de grande destaque da HBO nos últimos anos Divulgação/Rotten Tomatoes 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Nessa lista do TechTudo, você encontra as seguintes séries da HBO Max: Six Feet Under (2001): uma família proprietária de uma funerária lida com o luto e crises existenciais após a morte repentina do patriarca. Succession (2018): os herdeiros de um império de mídia disputam o controle da empresa enquanto buscam a aprovação de seu rígido pai. The Leftovers (2014): três anos após o sumiço de 2% da população, os sobreviventes tentam encontrar sentido em um mundo tomado pelo trauma. Band of Brothers (2001): um retrato da trajetória de uma companhia de soldados estadunidenses, desde o treinamento até o fim da Segunda Guerra Mundial. The Wire (2002): um grupo de policiais usa escutas para combater o tráfico, enquanto a corrupção e o sistema dificultam a justiça. Objetos Cortantes (2018): uma jornalista investiga crimes na cidade natal e confronta traumas familiares e segredos perturbadores. Roma (2005): dois soldados vivenciam a ascensão e queda da República Romana em meio a conspirações políticas e guerras civis. The Sopranos (1999): um chefe da máfia busca terapia para lidar com ataques de pânico e conflitos entre o crime e sua vida familiar. I May Destroy You (2020): após sofrer um abuso, uma escritora reconstrói suas memórias e traumas em uma jornada sobre consentimento e cura. Chernobyl (2019): um relato dos erros e sacrifícios humanos durante a contenção do maior desastre nuclear da história na antiga URSS. Mare of Easttown (2021): uma detetive investiga um assassinato misterioso enquanto encara traumas pessoais e a pressão da comunidade. Watchmen (2019): em uma realidade alternativa, uma detetive investiga um grupo supremacista e descobre conspirações sobre o passado. 1. Six Feet Under (2001) Começamos a lista com Six Feet Under, que acompanha a vida da disfuncional família Fisher, proprietária de uma funerária em Los Angeles. A história se inicia com a morte súbita do patriarca, Nathaniel, forçando o retorno do filho prodígio, Nate, para ajudar no negócio familiar ao lado de seu irmão David e de sua mãe Ruth. Durante cada episódio, a ocorrência de uma morte serve de pano de fundo para as reflexões dos personagens sobre diversos assuntos, incluindo mortalidade, religião e relacionamentos. 🍿A Sete Palmos: veja sinopse e elenco da série da HBO que chegou na Netflix Temporadas: 5 Episódios: 63 Elenco: Peter Krause (Dirty Sexy Money), Michael C. Hall (Dexter), Frances Conroy (American Horror Story) e Lauren Ambrose (Servant) Notas da crítica: 8,7 pelo IMDb e 81% de aprovação no Rotten Tomatoes Six Feet Under (A Sete Palmos no Brasil) foi um sucesso dos anos 2000 e venceu o total de nove prêmios no Emmy Awards Divulgação/HBO 2. Succession (2018) Em seguida, temos a série Succession, que foca na família Roy, dona do conglomerado de mídia e entretenimento Waystar Royco, um dos maiores do mundo. Quando a saúde do patriarca Logan Roy começa a declinar, seus quatro filhos, Kendall, Siobhan, Roman e Connor, iniciam uma disputa implacável pelo controle da empresa. Com o passar do tempo, a dinâmica disfuncional entre os herdeiros é cada vez mais exposta, marcada por traições, alianças temporárias e a busca por aprovação paterna. 🍿Succession: conheça elenco e personagens da série do HBO Max Temporadas: 4 Episódios: 39 Elenco: Jeremy Strong (Maestro), Brian Cox (franquia X-Men), Sarah Snook (All Her Fault) e Kieran Culkin (Scott Pilgrim: A Série) Notas da crítica: 8,8 pelo IMDb e 95% de aprovação no Rotten Tomatoes Ao longo de quatro temporadas, Succession venceu um total de 19 prêmios Emmy, incluindo as 3 vezes como Melhor Série Dramática Reprodução/IMDb 3. The Leftovers (2014) Baseada no livro de mesmo nome escrito por Tom Perrotta, a história de The Leftovers se passa três anos após o desaparecimento repentino e simultâneo de 2% da população mundial, evento conhecido como a "Partida Repentina". Sem explicações científicas ou religiosas, os que ficaram precisam aprender a lidar com o luto coletivo e o surgimento de seitas misteriosas. A trama se centra na família do chefe de polícia Kevin Garvey, em uma pequena cidade de Nova York, enquanto eles tentam reconstruir suas vidas em um mundo onde a lógica se perdeu. Temporadas: 3 Episódios: 28 Elenco: Justin Theroux (Fallout), Carrie Coon (The White Lotus), Amy Brenneman (Fogo contra Fogo), Christopher Eccleston (True Detective) e Margaret Qualley (A Substância) Notas da crítica: 8,3 pelo IMDb e 91% de aprovação no Rotten Tomatoes A trama de The Leftovers se passa após um suposto arrebatamento que fez desaparecer 140 milhões de pessoas na Terra Reprodução/IMDb 4. Band of Brothers (2001) Adaptação do livro homônimo escrito por Stephen E. Ambrose, a minissérie Band of Brothers narra a trajetória da Easy Company, um regimento da 101ª Divisão Aerotransportada dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Durante os episódios, acompanhamos os soldados desde o treinamento intensivo até o desembarque na Normandia e a invasão da Alemanha. Por meio de relatos realistas e depoimentos de veteranos, são detalhados os horrores do combate e a camaradagem entre os homens, além dos sacrifícios exigidos no front. 🍿Band of Brothers: veja sinopse, elenco e trailer da série sobre a 2ª Guerra Temporadas: 1 Episódios: 10 Elenco: Damian Lewis (Era uma Vez em... Hollywood), Ron Livingston (Tully), Donnie Wahlberg (franquia Jogos Mortais) e Scott Grimes (The Orville) Notas da crítica: 9,4 pelo IMDb e 94% de aprovação no Rotten Tomatoes Band of Brothers venceu um total de seis prêmios Emmy na cerimônia de 2002, incluindo como Melhor Minissérie e Melhor Elenco em Minissérie Reprodução/IMDb 5. The Wire (2002) Situada em Baltimore, EUA, The Wire segue os passos do detetive Jimmy McNulty e do seu grupo de agentes, que empregam um sistema de escutas telefônicas que objetiva desarticular a corrupção institucional da cidade, além do domínio do tráfico. Nesse cenário, a trama alterna pontos de vista entre autoridades policiais, governantes, criminosos e jornalistas, expondo como cada setor influencia a engrenagem da estrutura social. Em contrapartida, mesmo com o esforço para desestruturar o crime, a morosidade administrativa e outras motivações ocultas barram o avanço das investigações. Temporadas: 5 Episódios: 60 Elenco: Dominic West (The Crown), Sonja Sohn (O Céu é o Limite), Lance Reddick (franquia John Wick) e Idris Elba (Sequestro no Ar) Notas da crítica: 9,3 pelo IMDb e 94% de aprovação no Rotten Tomatoes Lançada em 2002, The Wire é considerada por muitos como uma das melhores séries da história e está disponível para assistir na HBO Max Reprodução/HBO 6. Objetos Cortantes (2018) Objetos Cortantes é uma produção baseada na obra homônima produzida pela escritora Gillian Flynn. No enredo, Camille Preaker é uma jornalista com histórico de problemas psicológicos que retorna à sua cidade natal para investigar o assassinato de duas meninas. Ao se hospedar na mansão de sua mãe, a controladora Adora Crellin, Camille é forçada a confrontar traumas de infância e a morte prematura de sua irmã. O clima de tensão aumenta conforme os segredos da aristocracia local e as feridas emocionais da própria família começam a se manifestar. Temporadas: 1 Episódios: 8 Elenco: Amy Adams (Animais Noturnos), Patricia Clarkson (O Agente da Estação), Chris Messina (Air: A História por Trás do Logo) e Eliza Scanlen (Adoráveis Mulheres) Notas da crítica: 8,0 pelo IMDb e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes Objetos Cortantes é estrelada por Amy Adams e Patricia Clarkson Divulgação/HBO Quer mais opções de filmes e séries da HBO Max? 🍿 Como assinar a HBO Max com desconto? 5 formas de pagar mais barato 12 excelentes séries de suspense da HBO Max para maratonar sem dó 12 melhores filmes originais da HBO Max para assistir agora 10 séries com temática LGBTQIA+ na HBO Max para maratonar 12 minisséries excelentes para 'engolir' em apenas um dia Conheça as 15 melhores séries do HBO Max que você precisa assistir agora 20 melhores filmes do HBO Max que você não pode deixar de assistir 12 séries 18+ da HBO Max que valem a pena assistir 14 novelas turcas da HBO Max para conhecer e assistir agora mesmo 10 séries brasileiras originais da HBO Max para assistir agora mesmo 7. Roma (2005) Ambientada durante a transição da República Romana para o Império, Roma narra acontecimentos históricos por meio do ponto de vista de dois soldados: Lucius Vorenus e Titus Pullo. Enquanto figuras como Júlio César, Pompeu e Marco Antônio lutam pelo controle político de Roma, a vida dos soldados se entrelaça com as grandes conspirações e guerras civis da época. Dessa maneira, é abordado o cotidiano e os costumes da sociedade romana, mostrando como as decisões das elites afetavam a plebe e o exército. Temporadas: 2 Episódios: 22 Elenco: Kevin McKidd (Grey's Anatomy), Ray Stevenson (Ahsoka), Ciaran Hinds (Game of Thrones), James Purefoy (Sex Education) e Polly Walker (Bridgerton) Notas da crítica: 8,7 pelo IMDb e 86% de aprovação no Rotten Tomatoes Roma venceu um total de 7 prêmios Emmy ao longo de duas temporadas, incluindo as categorias Melhores Efeitos Visuais Especiais em uma Série e Melhor Cinematografia Divulgação/IMDb 8. The Sopranos (1999) The Sopranos gira em torno de Tony Soprano, um mafioso ítalo-estadunidense que tenta equilibrar sua vida familiar com sua função como o chefe da organização criminosa DiMeo em Nova Jersey. Essa realidade de Tony acaba lhe causando ansiedade e uma série de ataque de pânicos, o forçando a buscar ajuda profissional com a psiquiatra Jennifer Melfi. Assim, durante as sessões de terapia, o protagonista discute suas relações problemáticas e inseguranças, além da pressão de manter a autoridade em um mundo de crime que está sofrendo mudanças. Temporadas: 6 Episódios: 86 Elenco: James Gandolfini (À Procura do Amor), Edie Falco (franquia Avatar), Lorraine Bracco (Os Bons Companheiros) e Michael Imperioli (Oldboy de 2013) Notas da crítica: 9,2 pelo IMDb e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes The Sopranos (Família Soprano no Brasil) arrematou um total de 21 prêmios Emmy ao longo de seis temporadas, incluindo duas vitórias como Melhor Série Dramática Reprodução/HBO 9. I May Destroy You (2020) I May Destroy You é uma história que segue Arabella, uma escritora que tenta reconstruir as memórias de uma noite de abuso sexual após ter tido sua bebida batizada em um bar de Londres. Após essa ocasião, a protagonista passa a encarar as consequências emocionais do trauma e recebe o apoio de Terry e Kwane, seus melhores amigos. Nesse contexto, Arabella e seus amigos lidam com dilemas sobre suas identidades, com questionamentos sobre amizade, consentimento e exploração na era digital. Temporadas: 1 Episódios: 12 Elenco: Michaela Coel (Sr & Sra. Smith), Weruche Opia (Terra dos Sonhos), Paapa Essiedu (futura série de Harry Potter) e Marouane Zotti (Crystal Girl) Notas da crítica: 8,1 pelo IMDb e 98% de aprovação no Rotten Tomatoes I May Destroy You venceu dois prêmios Emmy na cerimônia de 2021, incluindo a categoria de Melhor Roteiro para Minissérie, Antologia ou Filme Reprodução/IMDb 10. Chernobyl (2019) A minissérie retrata os eventos reais em torno da explosão do reator nuclear de Chernobyl, na União Soviética, em 1986, com histórias menos conhecidas envolvendo o desastre sendo reveladas. O enredo detalha os erros humanos que levaram ao desastre, os esforços desesperados dos socorristas e as tentativas do governo soviético de minimizar a gravidade da situação. Desse modo, por meio de figuras como o cientista Valery Legasov e o político Boris Shcherbina, é ilustrado o custo humano e ambiental da catástrofe, somado à luta para conter a radiação. 🍿Chernobyl: relembre história, elenco e trailer da minissérie da HBO Max Temporadas: 1 Episódios: 5 Elenco: Jared Harris (Fundação), Stellan Skarsgård (Valor Sentimental), Emily Watson (Hamnet: A Vida Depois de Hamlet) e Paul Ritter (franquia 007) Notas da crítica: 9,3 pelo IMDb e 95% de aprovação no Rotten Tomatoes Chernobyl conquistou um total de dez prêmios no Emmy 2019, incluindo as categorias de Melhor Minissérie e Melhor Direção em Minissérie Foto: Divulgação/IMDb 11. Mare of Easttown (2021) A trama de Mare of Easttown conta a história de Mare Sheehan, uma detetive de uma pequena cidade na Pensilvânia que investiga um assassinato local enquanto sua própria vida pessoal se desintegra. Mare lida com o luto pelo suicídio do filho, uma disputa pela guarda do neto e a pressão da comunidade, que ainda a vê como a heroína de um jogo de basquete colegial de décadas atrás. Nesse cenário, a investigação revela os segredos obscuros e as conexões entre os moradores da cidade, onde todos parecem esconder algo. 🍿Onde assistir à Mare of Easttown? Veja sinopse da minissérie policial Temporadas: 1 Episódios: 7 Elenco: Kate Winslet (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças), Evan Peters (Dahmer: O Canibal Americano), Julianne Nicholson (Planeta Janet) e Jean Smart (Hacks) Notas da crítica: 8,4 pelo IMDb e 95% de aprovação no Rotten Tomatoes Mare of Easttown venceu 4 prêmios Emmy em 2021, incluindo as categorias de Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie (com Kate Winslet e Evan Peters, respectivamente) Reprodução/HBO 12. Watchmen (2019) Por fim, Watchmen é baseada nas histórias em quadrinhos, escrita por Alan Moore e serve como uma continuação da linha original. 34 anos depois dos acontecimentos da série literária, em uma realidade alternativa onde policiais usam máscaras para proteger suas identidades, a detetive Angela Abar investiga o ressurgimento de um grupo supremacista branco chamado Sétima Cavalaria. Com isso, a trama conecta o passado histórico dos Estados Unidos, incluindo o massacre de Tulsa, com conspirações tecnológicas e o legado de antigos vigilantes. Temporadas: 1 Episódios: 9 Elenco: Regina King (Se a Rua Beale Falasse), Jeremy Irons (franquia Duro de Matar), Jean Smart e Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman 2 - O Reino Perdido) Notas da crítica: 8,2 pelo IMDb e 96% de aprovação no Rotten Tomatoes Watchmen venceu impressionantes 11 prêmios no Emmy 2020, incluindo como Melhor Minissérie e Melhor Roteiro para Minissérie ou Filme Divulgação/IMDb Com informações de Collider, IMDb (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12) e Rotten Tomatoes (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12) 🎥 Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Saiba mais Initial plugin text r

Os 10 melhores games da Nintendo de todos os tempos, segundo os fãs

26 de Abril de 2026, 02:02

Os melhores jogos da Nintendo são difíceis de apontar, mas segundo as notas dos fãs do Metacritic, é possível ter um vislumbre. A empresa é uma das mais antigas na indústria de games e ganhou reconhecimento pelo alto nível de excelência em seus títulos, muito aclamados pela crítica e público. Ao longo de seus mais de 130 anos de existência, alguns projetos lançados conquistaram o pódio de obras- primas no universo dos jogos, como Metroid Prime e Pikmin 2. Pensando nisso, o TechTudo montou uma lista completa com aqueles que são considerados os 10 melhores jogos da Nintendo de todos os tempos com base nas maiores notas de usuários segundo o site Metacritic. Confira! 🎮15 melhores jogos de Nintendo Switch da história, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira os 10 melhores jogos da Nintendo de todos os tempos segundo notas de usuários no Metacritic Reprodução/Nintendo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. O que é o User Score no Metacritic? Diferente do Metascore, que traz uma média ponderada entre várias análises de veículos de imprensa, a nota dos usuários é livre para que qualquer pessoa com uma conta no Metacritic vote em seus games favoritos. Uma média é então extraída de milhares de notas de usuários e leva a um Top 10 que reflete gostos individuais do público e pode contrariar o senso comum estabelecido pelos críticos. 10 melhores games da Nintendo de todos os tempos, segundo nota dos fãs 10. Fire Emblem Awakening [9.0] 9. Astral Chain [9.0] 8. Super Mario Galaxy 2 [9.0] 7. The Legend of Zelda: The Wind Waker [9.0] 6. Banjo-Kazooie [9.0] 5. Pikmin 2 [9.0] 4. Pokémon Heart Gold & Pokémon Soul Silver [9.1] 3. The Legend of Zelda: Ocarina of Time [9.1] 2. Metroid Prime [9.1] 1. The Legend of Zelda: Majora's Mask [9.2] 10. Fire Emblem: Awakening [9.0] Fire Emblem: Awakening é o capítulo da franquia onde os jogadores puderam criar seu próprio personagem avatar chamado Robin e lutar ao lado do Príncipe Chrom contra a ameaça dos Risen, um exército de criaturas mortas-vivas. O jogo traz batalhas estratégicas em turnos, nas quais o jogador posiciona suas unidades, seja protegendo corredores, atacando de longe com magos e arqueiros e tomando cuidado para não deixar unidades mais fracas para trás. Pela primeira vez na série havia um modo casual no qual seus guerreiros não morriam permanentemente, algo que ajudou a popularizar a franquia. A série de RPG e estratégia Fire Emblem, desenvolvida pela Intelligent Systems e Nintendo, teve seu início muitos anos atrás no NES, mas o ocidente apenas conheceu a série no Game Boy Advance. Depois de alguns capítulos de sucesso, a franquia começou a decair em vendas, talvez pelo seu alto nível de dificuldade com morte permanente de personagens. Fire Emblem: Awakening foi criado para ser o último jogo da série, mas ao invés disso a revitalizou. Fire Emblem: Awakening era para ser o último jogo da série, mas ao invés disso a revitalizou Reprodução/Nintendo 9. Astral Chain [9.0] Astral Chain foi uma nova franquia de ação criada para o Nintendo Switch que traz o tradicional gameplay agitado do estúdio conhecido por Bayonetta. A história se passa em um futuro distante no qual a humanidade foi atacada por criaturas interdimensionais e apenas alguns sobreviventes ainda perduram em uma ilha flutuante. Uma força policial especial chamada Neuron é criada para lutar contras as criaturas. Os jogadores entram nessa história escolhendo entre protagonistas gêmeos, um irmão e uma irmã, e o personagem não escolhido fará parte da história no papel oposto. Ambos possuem uma das criaturas interdimensionais presas em uma corrente, a Astral Chain, transformando-as em uma ferramenta de combate chamada Legion. A criatura pode assumir diferentes formas que mudam o acervo de golpes disponíveis para o jogador e há também movimentos usando a própria corrente para prender inimigos. Astral Chain está disponível para Nintendo Switch por R$ 329,90 e pode ser jogado também no Nintendo Switch 2 por meio da retrocompatibilidade. Astral Chain traz combates frenéticos como os de Bayonetta com alguns elementos extras como investigação Reprodução/Nintendo 8. Super Mario Galaxy 2 [9.0] Super Mario Galaxy 2 conta a narrativa de uma forma simples em um formato de livro de histórias e a progressão através de fases também é mais intuitiva ao consultar um mapa clássico e uma espaçonave no formato da cabeça de Mario. Era preciso utilizar o observatório de Rosalina como um espaço entre as fases no jogo anterior. Assim como o primeiro jogo, Super Mario Galaxy 2 é um título de plataforma 3D no qual Mario salta entre planetoides enfrentando inimigos, resolvendo quebra-cabeças, descobrindo segredos e obtendo Estrelas. Um ponto curioso em relação a Super Mario Galaxy é que a sequência parece um pacote de expansão ao utilizar várias ideias que "sobraram" do original. Isso inclui o dinossaurinho Yoshi, novos Power-Ups como Cloud Mario, Rock Mario, Spring Mario e até um remake da fase Whomp's Fortress de Super Mario 64. Super Mario Galaxy 2 está disponível remasterizado no Nintendo Switch por R$ 219,90, além de estar na coletânea Super Mario Galaxy + Super Mario Galaxy 2, ambos remasterizados, por R$ 389,90 e pode ser jogado também no Nintendo Switch 2 através da retrocompatibilidade. Super Mario Galaxy 2 trouxe várias novas ideias que haviam ficado de fora do primeiro game, como o dinossauro Yoshi Reprodução/Nintendo 7. The Legend of Zelda: The Wind Waker [9.0] The Legend of Zelda: The Wind Waker é uma sequência direta de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, contando uma história em um futuro no qual o Reino de Hyrule se encontra submerso sob um grande oceano. Tudo porque o vilão Ganondorf havia retornado, mas o Herói do Tempo do jogo anterior estava desaparecido. Neste novo futuro, o jovem Link é uma reencarnação do herói de antigamente, o qual terá que lidar com o retorno de Ganon, que apesar do visual é o mesmo de Ocarina of Time. O jogo mistura momentos de navegação em seu barco, visitando ilhas isoladas por todo o oceano, com momentos de exploração de masmorras. Nestes locais, o player pode encontrar itens úteis como um Bumerangue ou Grapling Hook, resolver quebra-cabeças usando os novos equipamentos e enfrentar chefões com fraquezas relacionadas aos itens. The Legend of Zelda: The Wind Waker está disponível na assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote adicional para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 a partir de R$ 279,90 por ano. The Legend of Zelda: The Wind Waker trouxe belos visuais de desenho animado que foram divisivos entre fãs da franquia Divulgação/Nintendo 6. Banjo-Kazooie [9.0] Banjo-Kazooie foi criado em parceria com a Nintendo na época em que a desenvolvedora do jogo ainda estava sob comando da gigante japonesa, antes de ser vendida para a Microsoft, que detém os direitos atuais da franquia Banjo. O título foi um jogo de plataforma 3D para o Nintendo 64 que seguia em boa parte os moldes de Super Mario 64, mas expandia tudo que havia sido feito com fases maiores, mais conteúdo para explorar e um toque de humor. O jogo segue o urso Banjo e a ave Kazooie, que mora em sua mochila, em uma aventura para salvar a irmã Tooty do protagonista das garras da bruxa Gruntilda, que deseja roubar sua juventude. Ao longo do game a dupla de heróis precisa coletar peças de quebra-cabeça que funcionam como as Estrelas de Super Mario 64, oferecidas como recompensas ao terminar missões. Alguns são mais simples, como coletar 5 criaturinhas chamadas Jinjo espalhadas pela fase, enquanto outras irão envolver grandes confrontos, enigmas, novas habilidades a serem aprendidas e transformações de Banjo em outras criaturas. Banjo-Kazooie está disponível na assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote adicional para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 a partir de R$ 279,90 por ano, para Xbox 360 por R$ 30 e pode ser jogado no Xbox Series X, Xbox Series S e Xbox One através da retrocompatibilidade, além de estar na coletânea Rare Replay por R$ 99. Ambos os títulos estão disponíveis também na assinatura do Xbox Game Pass Premium e Xbox Game Pass Ultimate. Banjo-Kazooie era um clássico jogo de plataforma que expandiu conceitos de Super Mario 64 na época que a Rare ainda era da Nintendo Reprodução/Microsoft Store 5. Pikmin 2 [9.0] Em Pikmin 2, os jogadores controlam o destemido Capitão Olimar do primeiro game e também o novato Louie, retornando ao planeta em que ele havia caído com sua nave anteriormente, agora em busca de tesouros. Para coletá-los, ele contará com a ajuda dos Pikmins, criaturas planta diminutas de diferentes cores e habilidades que seguem suas ordens cegamente e ajudarão a carregar os itens para sua nave com prazer. O caminho, no entanto é repleto de perigos e será necessário jogar os Pikmins para que eles combatam inimigos como pássaros, larvas e outras criaturas, controlando o momento de atacar e recuar, sabendo que muitos morrerão em combate. O primeiro game da série Pikmin lançado para o GameCube foi o início de uma promissora franquia para a Nintendo, oferecendo um título de estratégia em tempo real, gênero que a empresa ainda não contava em seu catálogo. Porém, um dos grandes defeitos no primeiro jogo era uma contagem regressiva que não permitia curti-lo de uma forma mais descompromissada ou a longo prazo. A sequência consertou este problema e foi um dos motivos para ser mais aclamada, apesar de trazer um sistema de cavernas geradas aleatoriamente que não é tão aclamado pelos fãs. Também foram adicionadas novas variedades de Pikmin, um roxo mais forte e outro branco venenoso. Pikmin 2 está disponível remasterizado para o Nintendo Switch por R$ 164,90 e pode ser jogado no Nintendo Switch 2 através da retrocompatibilidade, além de estar na coletânea Pikmin 1+2, ambos remasterizados, por R$ 279,90. Pikmin 2 é um game de estratégia em tempo real que envolve controlar o grupo de criaturinhas em situações de exploração e combate Reprodução/Nintendo 4. Pokémon HeartGold & Pokémon SoulSilver [9.1] Pokémon HeartGold e SoulSilver são remakes bastante especiais da primeira sequência da série Pokémon. Os títulos lançados para o Nintendo DS eram versões refeitas e atualizadas de Pokémon Gold e Silver, originalmente do Game Boy e Game Boy Color, os capítulos que seguiram o estrondoso sucesso de Pokémon Red e Pokémon Blue conseguiram entregar uma aventura ainda mais incrível com os monstros lendários Ho-Oh e Lugia. Este capítulo segue um novo treinador no continente de Johto, onde há novas criaturinhas de bolso para capturar, 251 no total. Depois de escolher um grupo, os jogadores poderão levá-los em uma aventura para conquistar 8 Ginásios com treinadores poderosos e enfrentar a organização criminosa Equipe Rocket pelo caminho. A versão do Nintendo DS tem gráficos que misturam 2D e 3D com o mesmo estilo visual de Pokémon Diamond e Pearl, também no portátil. Os games incluíam também um acessório contador de passos, o PokéWalker, que oferecia vantagens no jogo ao andar com ele. Pokémon HeartGold e Pokémon SoulSilver no Nintendo DS trouxeram de volta um dos games mais aclamados do Game Boy Reprodução/Nintendo 3. The Legend of Zelda: Ocarina of Time [9.1] The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi lançado para o Nintendo 64 e é considerado uma das mais primorosas adaptações de uma série 2D para o 3D, captando todo o espírito de aventura dos games originais do NES e Super Nintendo em um mundo gigante para explorar repleto de segredos por toda parte.O jogo começa com o herói Link ainda criança, quando ele sofre com grandes revelações sobre seu passado e parte em busca da Princesa Zelda, ambos percebendo a sombra iminente do vilão Ganondorf. Após reunir três artefatos mágicos, Link obtém a espada capaz de banir todo o mal, a Master Sword, porém sua consciência é suspensa até que ele fique mais velho e possa lutar contra Ganon. A aventura leva o jogador a explorar todo o Reino de Hyrule, onde é possível interagir com personagens excêntricos, desbravar masmorras e alternar entre passado e futuro usando a Ocarina do Tempo, presente de Zelda. The Legend of Zelda: Ocarina of Time está disponível na assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote adicional para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 a partir de R$ 279,90 por ano. The Legend of Zelda: Ocarina of Time tem até hoje a melhor avaliação da imprensa entre todos os games do Metacritic Divulgação/Nintendo 2. Metroid Prime [9.1] Metroid Prime traz uma nova aventura da caçadora de recompensas Samus Aran, conhecida de títulos como Metroid para o NES e Super Metroid para o Super Nintendo, saindo de seu gameplay em 2D para se tornar um FPS em 3D. Mais precisamente, a Nintendo o classifica como um FPA, First Person Adventure (Aventura em primeira pessoa). A história se passa no planeta Tallon IV, onde Samus está perseguindo os Piratas Espaciais, que estão fazendo experimentos com um material chamado Phazon, responsável por transformar criaturas em seres perigosos. A jogabilidade oferece tudo que se esperaria de um game da saga Metroid, como muita exploração, enigmas, a Morph Ball, Power-ups escondidos e progressão não linear, na qual é preciso retornar em certas áreas com novas habilidades para acessar locais antes indisponíveis. Além de novos visores que permitem enxergar o mundo de maneiras diferentes, como visão térmica e de Raios-X que ajudam a encontrar segredos e abrir caminhos. Metroid está disponível remasterizado em sua versão Metroid Prime Remastered para o Nintendo Switch por R$ 219,90 e pode ser jogado no Nintendo Switch 2 através da retrocompatibilidade. Metroid Prime no GameCube foi uma das mais incríveis transições do 2D para o 3D já vistas Reprodução/Nintendo 1. The Legend of Zelda: Majora's Mask [9.2] The Legend of Zelda: Majora's Mask é a sequência sombria de The Legend of Zelda: Ocarina of Time que se passa no reino de Termina. Uma curiosidade é que o jogo reutiliza muitos personagens e gráficos do título anterior, como se fosse um mundo paralelo onde essas figuras têm outros papéis semelhantes, porém diferentes. A jornada, no entanto, é totalmente original e sombria, com áreas inéditas e novas masmorras. A história começa após Ocarina of Time, quando Link tem sua égua Epona roubada por um jovem Skull Kid com uma estranha máscara, a Máscara de Majora. Após encontrar um destino terrível, Link chega ao reino de Termina, uma cidade condenada a ser esmagada pela Lua em 3 dias pelo poder de Skull Kid. Usando a Ocarina do Tempo, é possível reviver esses dias várias vezes, acompanhando a rotina de cada personagem, descobrindo seus segredos e obtendo Máscaras com habilidades úteis. Entre elas, Máscaras de Deku, Goron e Zora que transformam Link em outras raças. The Legend of Zelda: Majora's Mask está disponível na assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote adicional para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 a partir de R$ 279,90 por ano. The Legend of Zelda: Majora's Mask trazia uma aventura sombria com um grande senso de urgência com seu ciclo de 3 dias Divulgação/Nintendo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026. Com informações de Nintendo (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) Mais do TechTudo Veja também: Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens! Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens!

Mito ou verdade? 8 curiosidades sobre air fryer que você ainda não sabe

26 de Abril de 2026, 02:00

Os mitos e verdades sobre a air fryer são curiosidades que vão desde a acusação do eletrodoméstico causar cancer, até a afirmação de que ela é a grande vilã da conta de luz. Modelos da Mondial, Electrolux e Philips são cohecidos pela popularidade do produto e custo-benefício, além de prometem frituras com pouco ou nenhum óleo. Junto com essa fama, sabemos que existem mitos que geram dúvidas sobre o funcionamento, segurança e limpeza da airfryer e o que é verdade pode passar de forma despercebida. Em meio a tantas opiniões, algumas baseadas em fatos, outras nem tanto, muitos usuários ainda não sabem exatamente o que é mito ou verdade sobre o uso da air fryer. Para esclarecer essas dúvidas, o TechTudo preparou um guia reunindo oito pontos importantes, entre mitos e verdades, que ajudam a entender melhor como utilizar o aparelho de forma segura e eficiente no dia a dia. Confira! 🔎 Inimigos da air fryer: 10 coisas que atrapalham o cozimento da fritadeira 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Aparelho popular e versátil, a air fryer já está presente em quase metade das casas brasileiras Divulgação/Britânia 📝 Pode usar cabo 220 V na tomada de 110 V? Descubra no Fórum TechTudo Veja a seguir 8 mitos e verdades sobre a air fryer: Ela pode causar câncer? Gasta muita energia? Entenda o que é verdade e o que é mentira sobre os impactos na saúde, segurança e uso do aparelho. Air fryer pode causar câncer? Air fryer é mais segura que fogão e forno? Pode colocar qualquer recipiente na Air Fryer? Air Fryer gasta muita energia? Air Fryer é facil de limpar? Air Fryer nunca precisa de óleo? Air Fryer é realmente mais saudável? Air Fryer não altera o saber da comida? 1. Air fryer pode causar câncer? A air fryer não causa cancer, esse é um dos mitos mais populares a respeito do funcionamento do eletrodoméstico, e está relacionado à possibilidade de formação de substâncias cancerígenas. Isso ocorre porque alimentos ricos em amido, quando expostos a altas temperaturas, podem formar compostos como a acrilamida. No entanto, esse processo não é exclusivo da air fryer, também acontecendo em frituras tradicionais e até no forno. Na prática, a air fryer pode até reduzir esse risco quando comparada à fritura por imersão, já que utiliza menos óleo e permite melhor controle da temperatura. O importante para evitar riscos á saúde ou contaminação é evitar o preparo excessivo de alimentos até o ponto de queimá-los. Veredito: É mito! A air fryer não causa câncer. ❌ A air fryer pode reduzir o risco de cancer por não utilizar grandes quantidades de óleo durante a fritura Reprodução/Shopee 2. Air fryer é mais segura que fogão e forno? Mesmo trabalhando com altas temperaturas, de modo geral, a air fryer é considerada mais segura do que métodos tradicionais de cocção. Isso porque o equipamento é fechado, reduzindo o risco de contato direto com superfícies quentes ou óleo fervente. Além disso, muitos modelos contam com sistemas de desligamento automático e controle de temperatura, o que diminui as chances de acidentes domésticos, como queimaduras e incêndios. Veredito: É verdade! A air fryer é mais segura que fogão e forno elétrico. ✅ Por ser um aparelho fechado, mesmo com as altas temperaturas, a air fryer é mais segura que o fogão e forno tradicional Divulgação/Freepik (imagem gerada com Inteligência Artificial) 3. Pode colocar qualquer recipiente na air fryer? Nem todos os recipientes são adequados para uso na air fryer. Materiais como plástico comum, papel alumínio ou manteiga, e utensílios que não suportam altas temperaturas podem derreter, liberar substâncias tóxicas ou até causar danos ao aparelho.O ideal é utilizar apenas recipientes próprios para altas temperaturas, como formas de metal, vidro refratário ou silicone resistente ao calor, sempre seguindo as recomendações do fabricante. Veredito: É mito! Não é recomendado colocar qualquer tipo de recipiente na air fryer. ❌ Pode colocar papel alumínio dentro da air fryer? Entenda se o material é um inimigo ou aliado da fritadeira de ar Reprodução//J Cooking Odyssey e Aluminium Magazine 4. Air fryer gasta muita energia? Apesar de atingir altas temperaturas rapidamente, a air fryer não necessariamente consome mais energia do que outros eletrodomésticos. Na verdade, ela costuma ser mais eficiente do que fornos elétricos convencionais, principalmente por aquecer mais rápido e exigir menos tempo de preparo. O consumo vai depender da potência do aparelho, do nível de eficiência energética e do tempo e forma de uso. Mas, de forma geral, em muitos casos, o gasto energético é considerado moderado. Veredito: É mito! A air fryer não consome tanto quanto as pessoas pensam. ❌ O consumo de energia da air fryer está relacionado ao modelo, nível de eficiência energética e hábitos de uso Mayara Souza com IA/TechTudo 5. Air fryer é fácil de limpar? Um dos grandes atrativos da air fryer é a facilidade de limpeza. Como utiliza pouco ou nenhum óleo, há menos resíduos de gordura acumulados. A maioria dos modelos possui cestos removíveis com revestimento antiaderente, o que facilita a higienização. Ainda assim, a limpeza deve ser feita regularmente para evitar acúmulo de sujeira e odores. Lembre sempre de limpar após o uso, mesmo que não tenha utilizado oléo. Veredito: É verdade! A fácil limpeza é um dos grandes atrativos da air fryer. ✅ Detergente neutro com água morna é o método de limpeza de air fryer mais indicado por fabricantes Letícia Rosa/TechTudo 6. Air fryer nunca precisa de óleo? Embora a proposta da air fryer seja reduzir o uso de óleo, isso não significa eliminá-lo completamente em todas as receitas. Alguns alimentos ficam mais saborosos e crocantes com uma pequena quantidade de gordura. Carnes magras, legumes e até batatas podem se beneficiar de uma leve camada de óleo para melhorar textura e sabor. E lembre-se use o óleo com moderação, não é recomendado colocar grandes quantidades de gordura na air fryer. Veredito: É mito! A air fryer pode precisar de óleo em algumas receitas, mas em pouca quantidade. ❌ Para algumas receitas, uma pequena quantidade de óleo é necessária para o preparo do alimento na air fryer Reprodução/Redes Sociais 7. Air fryer é realmente mais saudável? Em comparação com a fritura tradicional, a air fryer pode ser uma opção mais saudável, já que reduz significativamente o uso de óleo e, consequentemente, a ingestão de gorduras. No entanto, é importante lembrar que o valor nutricional também depende dos ingredientes escolhidos. Alimentos ultraprocessados ou com excesso de sódio ou gorduras continuam sendo menos saudáveis, mesmo preparados na air fryer. Veredito: É verdade! Fazer comida na air fryer é mais saudável. ✅ Air fryer é saudável, mas é necessário se ater aos alimentos preparados Reprodução/Fritadeira Eletrica 8. Air fryer não altera o sabor da comida? Embora o resultado não seja idêntico ao da fritura por imersão, a air fryer consegue proporcionar textura crocante e sabor agradável, muito próximo ao método tradicional. Na maioria dos casos, o sabor é mantido ou até valorizado, especialmente quando se utilizam temperos e pequenas quantidades de óleo. A diferença costuma ser mais perceptível para quem está acostumado com frituras mais gordurosas. Veredito: É verdade! A air fryer não altera o sabor da comida. ✅ Picanha suína com batatas feita na Air Fryer Arno AFI6; o prato ficou muito suculento e levou 30 minutos para ficar pronto a 195 °C Letícia Rosa/TechTudo Com informações da Electrolux, chowhound e vikhrolicucina Mais do TechTudo VEJA O VÍDEO: Limpar a Air Fryer assim pode fazer ela PEGAR FOGO! Limpar a Air Fryer assim pode fazer ela PEGAR FOGO!

Melhor TV para PS5: 8 modelos com HDMI 2.1 para arrasar nos jogos

26 de Abril de 2026, 02:00

Quem tem um PS5 sabe que aproveitar tudo que o console oferece depende diretamente da TV conectada a ele. Afinal, o console suporta resolução 4K, taxa de atualização de até 120 Hz, tecnologia VRR e sinal via HDMI 2.1. Isso significa que, caso o televisor não acompanhe essas especificações, parte do desempenho gráfico vai embora. Portanto, para ter uma experiência imersiva e uma jogatina que explore o potencial máximo do videogame, a televisão precisa ser escolhida a dedo – e é aí que o TechTudo entra para te ajudar. No guia abaixo, selecionamos as melhores TVs da atualidade para jogar PS5. Todas elas suportam resolução 4K, VRR e 120 Hz (nativos ou emulados), além de transmissão via HDMI 2.1. A TCL P7K, por exemplo, é uma solução acessível que custa R$ 2.184. Já no topo do segmento encontra-se a poderosa Samsung S90F, vendida a partir de R$ 10.598. Confira, a seguir, a lista completa de modelos com suas respectivas fichas técnicas, avaliações de compradores, prós e contras. Os preços citados na matéria foram apurados em abril de 2026, então pode ser que sofram alterações no momento da sua leitura. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Para extrair o máximo do PS5, a televisão deve ter HDMI 2.1 Freepik/Shpetim Ujkani 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Smart TV com Dolby Vision: 7 opções para ver filmes com mais qualidade 📝 Como transformar TV normal em smart? Confira no Fórum TechTudo Como escolhemos as melhores TVs para PS5 em 2026? A seleção levou em conta critérios objetivos: presença de HDMI 2.1 (porta essencial para aproveitar o PS5 em sua capacidade máxima), suporte a VRR e ALLM, taxa de atualização de ao menos 120 Hz, notas acima de 4,5 estrelas nas principais plataformas de marketplace e reputação das fabricantes no Reclame Aqui. A prioridade foi para modelos lançados a partir de 2024, com boa relação entre desempenho e preço e avaliados em até R$ 7.000. Sempre que disponível, as impressões do próprio TechTudo sobre os modelos também foram consideradas na curadoria. O que observar antes de comprar uma TV para PS5? HDMI 2.1: é o padrão de conexão do PS5 e suporta 4K a 120 Hz. Confirme se a TV possui ao menos uma porta com esse padrão completo, incluindo largura de banda de 48 Gbps; VRR (Variable Refresh Rate): sincroniza a taxa de atualização da TV com o console em tempo real, eliminando engasgos e rasgos de imagem em jogos; ALLM (Auto Low Latency Mode): aciona automaticamente o modo de jogo da TV ao detectar um console conectado, reduzindo o input lag sem exigir configuração manual; Tipo de painel: painéis OLED entregam preto absoluto e contraste infinito, enquanto Mini LED oferecem mais brilho e vida útil mais longa sem risco de burn-in; Taxa de atualização: 120 Hz é o mínimo recomendado para aproveitar os jogos otimizados do PS5. Modelos com 144 Hz ou mais garantem margem extra de fluidez; Suporte a HDR: procure por Dolby Vision Gaming, HDR10+ Gaming ou ao menos HDR10 para garantir cores mais ricas e alto contraste nos títulos compatíveis. Descubra qual é a melhor TV para você jogar PS5 em 2026 Reprodução/Freepik Melhores TVs para jogar PS5 em 2026 TCL 50P7K – opção acessível com QLED para entrar no universo gamer. TCL 55C6K – Mini LED com som Onkyo e 144 Hz de frequência. Samsung QN43QN90F – Neo QLED compacto com 165 Hz e VRR. Samsung QN55S85F – OLED com processador AI e design ultrafino. LG 55B5PSA – OLED de entrada da LG com imagem de excelência. TCL 65C7K – QD-Mini LED de 65 polegadas com áudio Bang & Olufsen. LG 55C5PSA – OLED evo com processador potente Alpha 9 AI. Samsung QN65S90F – QD-OLED premium com 144 Hz e quatro HDMI 2.1. 1. TCL 50P7K – a partir de R$ 2.184 A TCL 50P7K é a porta de entrada da lista e uma das melhores escolhas para quem quer conectar o PS5 a uma TV moderna sem gastar muito. O modelo traz tela QLED de 50 polegadas com resolução 4K UHD (3.840 x 2.160 pixels), painel HVA, suporte a Dolby Vision e HDR10+, além de sistema operacional Google TV com acesso a Netflix, Amazon Prime Video e outros serviços de streaming. Já o processador AiPQ otimiza cor, contraste e nitidez em tempo real, com a função Ai Clarity responsável por aprimorar conteúdos de baixa resolução automaticamente. Do ponto de vista gamer, os destaques ficam por conta do HDMI 2.1 (com eARC), do recurso Game Accelerator, que simula experiência de 120 Hz em games, e do suporte a VRR, para eliminar os engasgos das cenas. A conectividade inclui Wi-Fi Dual Band, Bluetooth 5.4, três entradas HDMI e uma USB. O áudio, por sua vez, é de 20 W com Dolby Atmos e DTS Virtual:X, enquanto o controle remoto permite acionamento por voz via Google Assistente. O design metálico sem molduras, por fim, completa a proposta de uma TV que entrega bem acima do que seu preço sugere. O televisor está disponível a partir de R$ 2.184 na Casas Bahia, onde acumula 4,8 estrelas de avaliação média. Compradores elogiam o custo-benefício, a qualidade de imagem para games com HDR e o sistema Google TV, que garante ampla compatibilidade com aplicativos. Nas críticas, há relatos de defeito na tela em poucos dias de uso e reclamações sobre a qualidade do áudio nativo, com avaliações apontando que os alto-falantes internos deixam a desejar. Prós: painel QLED com Dolby Vision; sistema veloz; HDMI 2.1 com VRR; design sem moldura. Contras: taxa nativa de 60 Hz; potência de áudio limitada para ambientes grandes. TCL 50P7K 50P7K 50P7K 50P7K 50P7K 2. TCL 55C6K – a partir de R$ 3.394 Com tecnologia Mini LED e 180 zonas de controle local de luz, a TCL 55C6K é uma das TVs mais bem equipadas da faixa de preço intermediária. Isso porque sua tela QLED de 55 polegadas com resolução 4K entrega brilho intenso, preto profundo e cores vivas, com suporte a Dolby Vision IQ, HDR10+ e HLG para aproveitar conteúdos HDR no PS5 com fidelidade máxima. O processador AiPQ Pro, por sua vez, é responsável por ajustes inteligentes de imagem em tempo real, ao passo que o recurso Ai Clarity melhora automaticamente conteúdos de resolução inferior. Para jogos, a TV oferece taxa de atualização de 144 Hz nativo, suporte a VRR (AMD FreeSync Premium), ALLM e duas entradas HDMI 2.1, garantindo a experiência de 4K a 120 FPS que o PS5 promete nos títulos otimizados. Já o Game Mode traz ajustes específicos como Dark Detail e Aim Assist para personalizar a jogabilidade. O áudio, vale dizer, é uma das maiores surpresas do modelo: o sistema Onkyo 2.1 de 40 W, com Dolby Atmos e DTS Virtual:X, entrega um som imersivo que dispensa soundbar no dia a dia – promete a fabricante. Por fim, o sistema operacional é o Google TV. A 55C6K está disponível a partir de R$ 3.394 no Mercado Livre, com nota média de 4,9 estrelas. Entre as opiniões positivas, clientes destacam a qualidade de imagem com contraste e brilho intensos, os 144 Hz nativos em 4K com VRR e a tecnologia ALLM como diferenciais para games. As críticas mais relevantes dizem respeito a dificuldades com a assistência técnica da marca. Prós: Mini LED com 144 Hz; VRR e ALLM; som Onkyo 2.1 imersivo; sistema veloz. Contras: interface com desempenho irregular; desempenho HDR em ambientes muito iluminados pode variar; dificuldades com a assistência técnica da marca. TCL 55C6K 55C6K 55C6K 55C6K 55C6K 3. Samsung QN43QN90F – a partir de R$ 3.416 Para quem joga em quartos menores ou prefere uma TV mais compacta sem abrir mão de desempenho, a Samsung QN43QN90F é uma das opções mais completas da lista. Com 43 polegadas e tecnologia Neo QLED com retroiluminação Mini LED, o modelo entrega alto contraste e uniformidade de imagem acima da média para sua categoria. A tela Matte, por sua vez, elimina reflexos, tornando a experiência de jogo mais confortável mesmo em ambientes iluminados, enquanto o painel 4K com resolução de 3.840 x 2.160 pixels exibe os gráficos do PS5 com boa fidelidade. Vale mencionar que o processador NQ4 AI Gen3 realiza upscaling inteligente de conteúdos abaixo de 4K, ajustando cor, contraste e nitidez de forma automatizada. Para games, o Motion Xcelerator de até 165 Hz garante fluidez real nas cenas mais intensas, com suporte a VRR via quatro entradas HDMI 2.1, HDR10+ e modo AI que identifica o gênero do jogo e aplica configurações específicas. O sistema Tizen com Samsung Vision AI completa o pacote, trazendo integração com Alexa e Google Assistente, Samsung Gaming Hub para jogos na nuvem e controle SolarCell sem pilhas. A Samsung QN43QN90F pode ser encontrada a partir de R$ 3.416 na Amazon, onde recebe 4,7 estrelas de classificação média. Os relatos destacam a qualidade de imagem como o principal ponto forte do modelo, com elogios ao brilho intenso, cores vibrantes, pretos profundos e ao antirreflexo da tela Matte, que mantém a qualidade visual mesmo em ambientes iluminados. Entre as críticas, há relatos de defeito de fabricação com faixa preta na tela e reclamações sobre a interface do sistema operacional, apontada como confusa e com navegação pouco intuitiva. Prós: Neo QLED com Mini LED; 165 Hz com quatro HDMI 2.1; tela Matte antirreflexo; AI Gaming. Contras: áudio interno aquém da imagem; interface confusa. Samsung QN43QN90F QN43QN90F QN43QN90F QN43QN90F 4. Samsung QN55S85F – a partir de R$ 4.749 Voltada para quem quer qualidade de imagem OLED com o design característico das TVs premium da Samsung, a QN55S85F é uma entrada elegante no universo das telas de alta gama. O painel 4K com processador NQ4 AI Gen2 entrega preto absoluto, contraste infinito e cores vibrantes em 55 polegadas, com suporte a HDR Quantum e upscaling inteligente. Já o design AirSlim tem apenas 14 mm de espessura na parte traseira, tornando o televisor discreto e sofisticado ao mesmo tempo. Para o PS5, a S85F conta com quatro entradas HDMI 2.1, taxa de atualização de até 144 Hz com VRR, Auto Game Mode (ALLM) e Gaming Hub, que permite acessar serviços como o Xbox Cloud Gaming e o GeForce Now sem necessidade de console extra. O sistema Tizen com Vision AI inclui Alexa e Bixby integrados, controle SolarCell e sete anos de atualizações de software garantidas. O áudio, por fim, conta com 40 W de potência, Dolby Atmos, Object Tracking Sound e Q-Symphony para sincronização com soundbars compatíveis. A S85F está disponível a partir de R$ 4.749 no Mercado Livre, onde acumula 4,9 estrelas de classificação média. Os elogios se concentram na qualidade de imagem OLED, com destaque para o contraste absurdo, o preto profundo sem vazamento de luz e as cores vibrantes, custo-benefício dentro da categoria e diversidade de recursos gamer. Quanto às críticas, consumidores relatam que a televisão pode exigir calibração manual e que o áudio não é tão nítido para a faixa de preço. Prós: painel OLED; quatro HDMI 2.1; Gaming Hub; 7 anos de atualização; design ultrafino Contras: calibração pode exigir ajustes manuais; áudio interno moderado. Samsung QN55S85F QN55S85F QN55S85F 5. LG 55B5PSA – a partir de R$ 5.399 A LG 55B5PSA é a porta de entrada da linha OLED 2025 da LG e representa uma das melhores propostas de custo-benefício entre os modelos com painel de pixel autoiluminado. Com 55 polegadas e resolução 4K, o display entrega preto absoluto, contraste perfeito e ângulos de visão de 180° sem degradação de cor. O processador Alpha 8 AI Gen2, por sua vez, realiza upscaling inteligente, ajustando imagem e som de acordo com o conteúdo exibido, enquanto o suporte a Dolby Vision, HDR10 e HLG garante compatibilidade com os principais formatos gráficos do PS5. Para gamers, o modelo traz quatro entradas HDMI 2.1, taxa de atualização de 120 Hz com VRR, G-Sync e FreeSync Premium, além de ALLM e modo Game Optimizer com ajustes individuais por título. O sistema operacional webOS com IA inclui Google Assistente, Alexa e ThinQ AI, com acesso a apps de streaming e canais da LG gratuitos. Por fim, o design slim é um dos mais elegantes da categoria, com bordas finíssimas e um apoio central discreto, ao passo que o áudio conta com 20 W em configuração 2.0 com Dolby Atmos. A 55B5PSA está disponível a partir de R$ 5.399 no Mercado Livre, onde ainda não havia recebido muitas avaliações de clientes até o fechamento desta matéria. Em outras varejistas, no entanto, clientes elogiam a qualidade de imagem OLED com pretos absolutos, cores precisas e brilho satisfatório mesmo em ambientes com luz natural, além do modo Filmmaker e do desempenho sólido para filmes, esportes e games em 120 Hz. Nas críticas, há um caso de TV que parou de funcionar em duas semanas, com relatos de dificuldade no atendimento da assistência técnica, e um comprador registrou manchas horizontais na tela. Prós: painel OLED com preto absoluto; quatro HDMI 2.1; G-Sync e FreeSync; webOS 25 com IA. Contras: som interno de apenas 20 W; sem suporte a Dolby Vision Gaming nativo. LG 55B5PSA 55B5PSA 6. TCL 65C7K – a partir de R$ 5.506 Dos oito modelos desta lista, a TCL 65C7K é a que mais impressiona pela relação entre tamanho de tela e tecnologia embarcada. Com 65 polegadas de painel QD-Mini LED, 2.048 zonas de controle local de luz e brilho de até 2.600 nits, ela entrega uma experiência visual que rivaliza com TVs bem mais caras. Sem falar que a resolução 4K com Dolby Vision IQ, HDR10+ e tecnologia Nano Antirreflexo garantem imagens precisas mesmo em ambientes iluminados. Já o processador AiPQ Pro, vale mencionar, cuida dos ajustes de cor e contraste em nível de pixel. A taxa de atualização chega a 144 Hz nativo com suporte a VRR de até 288 Hz em Full HD, o que significa que o PS5 vai rodar títulos compatíveis com fluidez máxima e sem rasgos de imagem. Ao todo, são quatro entradas HDMI 2.1 disponíveis, além de ALLM e tempo de resposta de 6,5 ms, parâmetros que posicionam o modelo entre as melhores opções gamer da lista. O sistema de som assinado pela Bang & Olufsen, de 45 W com Dolby Atmos e DTS Virtual:X, completa uma TV que surpreende pelo áudio tanto quanto pela imagem. O sistema operacional, por fim, é o Google TV com Google Assistente integrado. A 65C7K pode ser encontrada a partir de R$ 5.506 na Amazon, onde acumula nota de 4,6 estrelas. Por lá, usuários elogiam a qualidade de imagem com pretos intensos, brilho impressionante e uniformidade de cores, além do som potente de 40 W com woofer que, segundo vários relatos, dispensa o uso de soundbar. Entre as críticas negativas, há relatos de defeitos na tela após dois meses de uso e dificuldades para acionar a garantia e encontrar assistência técnica. Prós: QD-Mini LED com 2.048 zonas; 144 Hz com VRR; som Bang & Olufsen; quatro entradas HDMI 2.1. Contras: instalação sem a presença de um profissional pode ser difícil pelo peso do modelo; preço mais elevado em comparação a TVs OLED de 55 polegadas. TCL 65C7K 65C7K 65C7K 7. LG 55C5PSA – a partir de R$ 5.722 Considerada a melhor TV OLED de 2025 por diversos portais especializados, a LG 55C5PSA é o modelo mais indicado da lista para quem quer desempenho gamer de alto nível. Isso porque o painel evo de 55 polegadas foi desenvolvido com camadas adicionais de eficiência luminosa, entregando brilho superior à B5 e cores com 100% de volume DCI-P3 (certificação Intertek). O processador Alpha 9 AI Gen8, por sua vez, é responsável por upscaling de alta precisão, detecção de conteúdo e ajustes automáticos de áudio com separação de vozes, músicas e efeitos. Para o PS5, a C5 traz VRR de até 144 Hz, quatro entradas HDMI 2.1, tempo de resposta de 0,1 ms, G-Sync, AMD FreeSync Premium e certificação ClearMR 10.000, que atesta a fluidez de movimento. Já o Game Optimizer centraliza todas as configurações de jogo em um único menu, e o webOS 25 oferece acesso ao GeForce NOW diretamente na TV, sem a necessidade de hardware extra. O design, vale dizer, é ultrafino, enquanto o áudio, com 40 W e Dolby Atmos, já é um nível acima da B5, embora ainda possa ser complementado por uma soundbar. A C5 está disponível a partir de R$ 5.722 no Mercado Livre, com incrível nota máxima de 5,0 estrelas em mais de 170 avaliações. As opiniões são amplamente positivas: consumidores destacam os níveis de preto absolutos, as cores vívidas e a nitidez da imagem OLED como pontos que superam qualquer TV convencional, com muitos relatos de quem afirma ser a melhor televisão que já teve. O som interno recebe críticas pontuais, com alguns compradores recomendando o uso de soundbar para potencializar a experiência. Há também um relato isolado sobre o controle remoto e os materiais de acabamento serem considerados inferiores ao modelo anterior. Prós: OLED evo com brilho aprimorado; VRR 144 Hz; 0,1 ms de resposta; Alpha 9 AI Gen8. Contras: sistema de cabos pode ser trabalhoso; áudio interno não acompanha o nível da imagem. LG 55C5PSA 55C5PSA 8. Samsung QN65S90F – a partir de R$ 10.598 A S90F é o modelo mais sofisticado desta seleção e entrega uma experiência gamer sem concessões. Com painel QD-OLED de quarta geração e 65 polegadas de tamanho, a TV combina a tecnologia de pontos quânticos da Samsung com os pixels autoiluminados do OLED, resultando em cores mais vibrantes, brilho acima de 1.000 nits e o preto absoluto característico dos melhores displays do mercado. O processador NQ4 AI Gen3 com 128 redes neurais, por sua vez, faz upscaling em tempo real e ajusta imagem e som de acordo com cada cena, incluindo nos jogos. Para o PS5, são quatro entradas HDMI 2.1 disponíveis, todas suportando 4K a 144 Hz com VRR, FreeSync Premium Pro, G-Sync, ALLM e HDR10+ Gaming. O Gaming Hub centraliza Xbox Cloud Gaming, GeForce NOW e outros serviços na nuvem. Já o controle de gestos via Galaxy Watch e o controle SolarCell recarregável completam uma TV com sete anos de atualização de software garantidos. O som de 2.1 canais de 40 W com Dolby Atmos, por fim, é funcional e pode ser ampliado via Q-Symphony com uma soundbar Samsung compatível. A S90F de 65 polegadas está disponível a partir de R$ 10.598 no Mercado Livre, onde ostenta 5,0 estrelas de avaliação. As opiniões positivas destacam a qualidade de imagem OLED com brilho intenso, cores precisas e pretos absolutos sem reflexos, além do som surpreendentemente potente de 40 W com graves bem definidos. O suporte a 144 Hz, o controle carregado por célula fotoelétrica e a integração fluida com consoles também são elogiados com frequência. Entre as ressalvas, um comprador aponta que a IA de ajuste de luminosidade pode alterar o brilho de forma indesejada em cenas muito claras, e há um relato de defeito na imagem com 37 dias de uso, com a tela apresentando tonalidade esverdeada. Um comprador também alerta que o modelo não inclui suporte de mesa, exigindo aquisição separada. Prós: QD-OLED de quarta geração; quatro portas HDMI 2.1 com suporte a 144 Hz; processador NQ4 AI Gen3; Gaming Hub com nuvem; sete anos de atualização. Contras: painel OLED sensível a reflexos em ambientes claros; preço muito elevado. Samsung QN65S90F QN65S90F Qual é a melhor TV para PS5 em 2026? A melhor TV para PS5 vai depender do quanto você está disposto a investir e de qual aspecto do jogo é mais importante para você. Para quem prioriza qualidade de imagem absoluta, com preto profundo e contraste infinito, as opções LG C5 e Samsung S90F, ambas com painel OLED, são as mais indicadas. Já para quem busca o melhor equilíbrio entre preço e desempenho, os modelos TCL da linha C oferecem Mini LED com recursos gamer avançados por um custo bem mais acessível. É importante lembrar que todas as TVs desta lista possuem HDMI 2.1, mas podem variar no número de portas com esse padrão. Na hora de conectar o PS5, verifique sempre qual entrada específica do modelo suporta 4K a 120 Hz, VRR e ALLM, pois nem sempre todas as portas são iguais em especificação. Modelos Samsung e LG da linha premium, por exemplo, contam com todas as quatro entradas no padrão HDMI 2.1 completo. Com informações de TCL (1, 2, 3), Samsung (1, 2, 3) e LG (1, 2) Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e confira dicas para resolver problemas no cabo HDMI HDMI não funciona? Veja possíveis causas e como resolver Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

10 prompts do ChatGPT que transformam textos ruins em profissionais

26 de Abril de 2026, 02:00

É possível transformar textos ruins em materiais profissionais usando a inteligência artificial. A ferramenta permite que os usuários façam ajustes — dos mais básicos aos mais complexos — a partir de um único prompt. Para que a IA entregue o melhor conteúdo, o comando precisa ser bem detalhado e direcionado, já que instruções superficiais abrem margem para interpretações amplas e pouco precisas. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma matéria com dez prompts que transformam textos ruins em profissionais. Os testes foram feitos no ChatGPT, mas caso prefira outra IA, como Gemini Google ou Claude.AI, os prompts podem ser aproveitados também. 🔎 Melhores prompts para transformar reuniões em planos de ação com o ChatGPT 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 10 prompts que transformam textos ruins em profissionais Mariana Saguias/TechTudo 📝 Qual a melhor inteligência artificial para criar imagens? Veja no fórum do TechTudo Índice Como usar IA para melhorar textos Por que prompts fazem diferença Prompt para reescrita profissional Prompt para corrigir erros Prompt para organizar ideias Prompt para clareza Prompt para linguagem corporativa Prompt para reduzir texto Prompt para deixar mais persuasivo Prompt para versão formal Prompt para dividir em tópicos Prompt para revisão completa Dicas para melhorar resultados com IA Vale a pena usar IA para escrever melhor? Como usar IA para melhorar textos O uso da inteligência artificial para melhorar textos pode ser ajudar quando o conteúdo está confuso, mal estruturado ou com erros de escrita. A ferramenta também é útil para ajustar textos informais que precisam de mais clareza ou adequação, além de funcionar como uma etapa final de revisão antes de enviar mensagens importantes ou publicar conteúdos online. As ferramentas funciona bem porque automatizam tarefas que normalmente demandam tempo, como correção gramatical e organização de ideias. Além disso, a IA consegue adaptar o tom e a linguagem conforme a necessidade, deixando o texto mais claro, objetivo ou até mais formal, dependendo do contexto. O ganho está na agilidade e na padronização da qualidade do conteúdo. No entanto, para conseguir bons resultados, é importante fornecer instruções claras. Especificar o objetivo do texto, o público-alvo e o tom desejado faz diferença na resposta gerada. Com essas informações, a IA pode atuar como revisora, editora ou até redatora, entregando versões mais refinadas. Quanto mais contexto for incluído no pedido, mais profissional tende a ser o resultado final. Veja como usar IA para melhorar textos Andrea Piacquadio/Pexels Por que prompts fazem diferença A forma como o prompt é escrito faz diferença direta na qualidade do resultado gerado pela inteligência artificial. Isso porque comandos genéricos tendem a produzir respostas mais superficiais, com pouca profundidade ou direcionamento. Por outro lado, prompts mais específicos ajudam a IA a entender exatamente o que se espera, resultando em textos mais claros, bem estruturados e com aparência profissional. A diferença fica evidente na forma como o pedido é feito. Por exemplo: um comando simples como “melhore esse texto” abre margem para interpretações amplas e pouco precisas. Já uma instrução mais detalhada, como “reescreva esse texto com linguagem profissional, clara e objetiva”, orienta melhor a ferramenta e aumenta a qualidade da resposta. Quanto mais direcionado for o prompt, maior tende a ser o controle sobre o resultado final. Gerente do Google ensina a fazer prompt perfeito para gerar imagens com IA Como fazer um prompt para o ChatGPT? Aprenda e veja modelos prontos Entenda por que prompts fazem diferença Zíngara Lofrano/TechTudo 1. Prompt para reescrita profissional Prompt: “Reescreva este texto com linguagem profissional, clara e objetiva: [texto]” Experiência de uso: Ao testar, a IA elimina vícios de linguagem e organiza a mensagem automaticamente. Um texto informal e confuso passa a ter estrutura lógica, com começo, meio e fim, além de um tom mais adequado para ambiente profissional. Quando usar: O prompt da reescrita profissional pode ser usado para texto informal, comunicação de trabalho ou conteúdo mal estruturado. Por que funciona: Quando bem aplicado, o comando faz com que a IA ajuste o tom do texto automaticamente, além de servir para organizar ideias. Prompt para reescrita profissional Reprodução/Diego Cataldo 2. Prompt para corrigir erros Prompt: “Revise e corrija erros gramaticais e de concordância neste texto: [texto]” Experiência de uso: Na prática, o prompt funciona como um corretor avançado. Ele não só corrige erros básicos, mas melhora pontuação e concordância, deixando o texto mais fluido. Quando usar: O prompt para corrigir erros deve ser usado antes do envio de textos, como uma espécie de revisão final. Por que funciona: O comando funciona na correção gramatical do conteúdo e também melhora a fluidez do texto. Prompt para corrigir erros Reprodução/Diego Cataldo 3. Prompt para organizar ideias Prompt: “Organize este texto em uma estrutura lógica com começo, meio e fim: [texto]” Experiência de uso: Textos bagunçados passam a ter sequência lógica. A IA separa ideias, melhora a progressão e evita repetições desnecessárias. Quando usar: Este prompt deve ser usado para ajustar textos confusos ou com ideias soltas. Por que funciona: A partir do comando, a IA cria uma estrutura clara e melhora o entendimento do texto. Prompt para organizar ideias Reprodução/Diego Cataldo 🧠 Melhores prompts para entender qualquer assunto difícil rápido com o ChatGPT 4. Prompt para clareza Prompt: “Reescreva este texto para deixá-lo mais claro e fácil de entender: [texto]” Experiência de uso: A IA simplifica frases longas e substitui termos complicados, deixando o conteúdo mais acessível sem perder o sentido. Quando usar: O prompt deve ser usado em textos mais complexos, com comunicação ampla. Por que funciona: Quando bem aplicado, o comando simplifica a linguagem e aumenta a compressão do texto. Prompt para clareza Reprodução/Diego Cataldo 5. Prompt para linguagem corporativa Prompt: “Ajuste este texto para linguagem corporativa e formal: [texto]” Experiência de uso: O resultado é imediato: o texto ganha formalidade, elimina gírias e passa a ter um padrão mais profissional. Quando usar: Este prompt pode ser amplamente utilizado em e-mails, relatórios ou em outros conteúdos de comunicação interna. Por que funciona: O comando serve para padroniza linguagem, o que eleva o nível do texto final. Prompt para linguagem corporativa Reprodução/Diego Cataldo 6. Prompt para reduzir texto Prompt: “Resuma este texto mantendo as informações principais: [texto]” Experiência de uso: A IA corta excessos e mantém o essencial. Ideal para transformar textos longos em versões mais diretas. Quando usar: O prompt para reduzir texto deve ser usado em conteúdos longos onde há falta de objetividade. Por que funciona: Com ele, é possível remove redundâncias e focar somente no essencial. Prompt para reduzir texto Reprodução/Diego Cataldo 🖥️ 10 prompts para aprender programação sozinho no ChatGPT (copie e cole) 7. Prompt para deixar mais persuasivo Prompt: “Torne este texto mais persuasivo e direto, mantendo profissionalismo: [texto]” Experiência de uso: O conteúdo passa a ter mais impacto, com argumentos mais claros e linguagem mais convincente. Quando usar: Esta prompt é indicado para textos que envolvem negociação e precisam de forte argumentação. Por que funciona: Quando aplicado, ele aumenta impacto do conteúdo e melhora o convencimento. Prompt para deixar mais persuasivo Reprodução/Diego Cataldo 8. Prompt para versão formal Prompt: “Transforme este texto informal em uma versão formal e profissional: [texto]” Experiência de uso: A IA faz uma “tradução” de tom, mantendo a mensagem, mas elevando o nível da linguagem. Quando usar: O prompt deve ser usado para transformar um texto informal em um conteúdo formal, no contexto profissional. Por que funciona: O comando ajusta o tom do texto, mas mantém o conteúdo sem alterá-lo. Prompt para versão formal Reprodução/Diego Cataldo 9. Prompt para dividir em tópicos Prompt: “Organize este texto em tópicos e subtítulos claros: [texto]” Experiência de uso: O texto deixa de ser um bloco e passa a ser escaneável, facilitando leitura rápida. Quando usar: Ideal para ser explicado em textos longos com foco em conteúdo digital. Por que funciona: O prompt funciona porque melhora a leitura do texto e facilita a escaneabilidade. Prompt para dividir em tópicos Reprodução/Diego Cataldo 10. Prompt para revisão completa Prompt: “Faça uma revisão completa deste texto, melhorando clareza, gramática e estrutura: [texto]” Experiência de uso: Esse é o mais completo: a IA revisa tudo de uma vez, entregando uma versão pronta para uso. Quando usar: Este prompt deve ser usado antes de publicar um conteúdo. Ele realiza um pente fino e dá um polimento mais profissional para a versão final. Por que funciona: O comando funciona porque combina múltiplos ajustes que são aplicados e entregues no texto final. Prompt para revisão completa Reprodução/Diego Cataldo Dicas para melhorar resultados com IA Para melhorar resultados com IA, o primeiro passo é definir com clareza o objetivo do conteúdo, deixando explícito o que se espera da resposta. Também faz diferença indicar o tipo de texto — como um e-mail, resumo ou artigo — para orientar a estrutura e o formato da entrega. Outro ponto é especificar o tom desejado, seja ele mais formal, informal, técnico ou descontraído, garantindo que o texto final esteja alinhado ao contexto de uso. Mesmo com essas orientações, a revisão continua sendo indispensável: reler e ajustar o material antes de utilizar ou publicar ajuda a evitar erros e assegura que o resultado esteja realmente adequado. Veja dicas para melhorar resultado com IA Freepik Vale a pena usar IA para escrever melhor? Sim, o ChatGPT funciona bem, principalmente quando a proposta é revisar e aprimorar textos já prontos. Na prática, a ferramenta funciona como uma espécie de “editor rápido”, capaz de identificar falhas, sugerir melhorias e deixar a escrita mais clara e organizada em poucos segundos. Mais do TechTudo Veja também: Essa IA me fez conseguir um emprego! Conheça o Character.ai Essa IA me fez conseguir um emprego! 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Os 15 melhores jogos lançados para GameCube, segundo o Metacritic

26 de Abril de 2026, 01:01

Os melhores jogos paro o Nintendo GameCube marcaram uma geração. O console representou a transição da Nintendo para a sexta geração de consoles de mesa e ficou marcado por ter amadurecido diversas franquias clássicas, como Metroid e Resident Evil. Pensando nisso, o TechTudo separou os 15 melhores jogos lançados para o GameCube de acordo com o Metascore, métrica usada pelo Metacritic. Velha, a seguir, mais detalhes de enredo e gameplay desses clássicos. 🎮15 melhores jogos de Nintendo Switch da história, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Lançado em 2005, Resident Evil 4 se tornou um marco na história dos videogames Reprodução/Steam ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo O que é o Metascore? O Metascore é a principal métrica de avaliação do site Metacritic. Ele funciona como uma média ponderada das notas dadas por críticos profissionais (veículos especializados), transformada em uma escala de 0 a 100. Na prática, o Metacritic coleta reviews de diversos sites e publicações, converte todas as notas para um padrão comum (0–100) e aplica pesos diferentes para cada fonte, embora esses critérios não sejam totalmente públicos. O resultado final é o Metascore, que aparece como um número único para resumir a recepção crítica de um jogo, filme, série ou álbum. Os 15 melhores jogos lançados para GameCube, segundo o Metacritic Metroid Prime (97) Resident Evil 4 (96) The Legend of Zelda: Twilight Princess (96) The Legend of Zelda: The Wind Waker (96) The Legend of Zelda Collector's Edition (95) Madden NFL 2004 (94) SoulCalibur II (93) Viewtiful Joe (93) Super Smash Bros. Melee (92) Metroid Prime 2: Echoes (92) Eternal Darkness: Sanity's Requiem (92) Super Mario Sunshine (92) Prince of Persia: The Sands of Time (92) SSX 3 (92) Madden NFL 2003 (92) 1. Metroid Prime (97) Metroid Prime marcou a transição da caçadora de recompensas Samus Aran para o ambiente tridimensional. O jogo é uma aventura em primeira pessoa, priorizando a exploração e a resolução de quebra-cabeças ambientais ao invés do combate frenético comum aos shooters. Os gráficos definiram um novo padrão para o GameCube, apresentando efeitos visuais detalhados, como o reflexo do rosto de Samus no visor e gotas de chuva reagindo à armadura. A jogabilidade utiliza um sistema de escaneamento para expandir o enredo sobre a civilização Chozo no planeta Tallon IV. Além do console original, o título apareceu no Wii e recebeu uma versão remasterizada para o Nintendo Switch. Com um Metascore de 97, o game venceu o prêmio de Jogo do Ano na Game Developers Choice Awards de 2003. Metroid Prime trouxe a evolução da franquia no GameCube como um jogo em primeira pessoa Reprodução/Pure Nintendo 2. Resident Evil 4 (96) Resident Evil 4 é o jogo da Capcom lançado em 2005 que revolucionou o gênero de terror de sobrevivência e os jogos de ação em terceira pessoa ao introduzir a câmera sobre o ombro. Na pele de Leon S. Kennedy, o jogador viaja para uma vila rural na Europa para resgatar a filha do presidente dos EUA, enfrentando aldeões infectados por um parasita conhecido como Las Plagas. A jogabilidade foca na precisão do tiro e no gerenciamento de inventário, abandonando os cenários pré-renderizados por ambientes totalmente poligonais e dinâmicos. O clima é de tensão constante, equilibrando momentos de stealth com confrontos intensos contra chefes. Publicado inicialmente para GameCube, o jogo foi posteriormente portado para quase todas as plataformas modernas, incluindo PS2, PC, Nintendo Wii e consoles de última geração. Com nota 96 no Metascore, RE4 recebeu o prêmio de Jogo do Ano no Spike Video Game Awards e é citado como um dos jogos mais influentes da história. Em Resident Evil 4 (2005) os Ganados são mais inteligentes que os zumbis tradicionais e conseguem usar ferramentas Reprodução/Steam 3. The Legend of Zelda: Twilight Princess (96) The Legend of Zelda: Twilight Princess foi lançado no final do ciclo de vida do GameCube. O jogo trouxe uma estética mais sombria e madura para a franquia The Legend of Zelda. Desenvolvido pela Nintendo EAD, o jogo apresenta Link como um jovem fazendeiro que deve salvar o reino de Hyrule de uma dimensão paralela chamada Twilight Realm. A mecânica central permite que o portagonista se transforme em lobo, alterando drasticamente o estilo de gameplay, focando em sentidos aguçados e combate corpo a corpo. Os gráficos buscavam um realismo maior em comparação aos títulos anteriores, com um vasto mundo aberto para exploração a cavalo com a égua Epona. O jogo foi lançado simultaneamente para o Nintendo Wii, mas a versão de GameCube é valorizada por manter o layout original do mapa e os comandos tradicionais. Com Metascore de 96, o título foi amplamente premiado por seu design de masmorras e trilha sonora épica. The Legend of Zelda: Twilight Princess seguia a fórmula de sucesso de Ocarina of Time Divulgação/Nintendo 4. The Legend of Zelda: The Wind Waker (96) The Legend of Zelda: The Wind Waker adotou um estilo visual em cel-shading que gerou discussões na época, mas envelheceu como um dos jogos mais belos da biblioteca da Nintendo. A gameplay foca na exploração marítima, onde Link navega pelo Grande Mar a bordo do barco falante King of Red Lions. A jogabilidade utiliza o controle do vento para direcionar a navegação e resolver puzzles em ilhas variadas. A narrativa começa com o sequestro da irmã de Link, escalando para um conflito contra Ganondorf em um mundo submerso. Os combates são fluidos, introduzindo mecânicas de contra-ataque baseadas no ritmo. Desenvolvido e publicado pela Nintendo, o game chegou também ao Nintendo Wii U em uma versão HD. Com nota 96 no Metacritic, o título recebeu o prêmio de excelência em artes visuais em diversas publicações especializadas e é celebrado pela expressividade facial dos personagens e senso de aventura. The Legend of Zelda: The Wind Waker parecia um desenho animado em movimento (Foto: Reprodução/GameSpot) Reprodução/GameSpot 5. The Legend of Zelda Collector's Edition (95) The Legend of Zelda Collector's Edition, lançada em 2003, não é um jogo único, mas uma compilação histórica que serviu como item promocional para o GameCube. O pacote inclui as versões completas de The Legend of Zelda (NES), Zelda II: The Adventure of Link (NES), The Legend of Zelda: Ocarina of Time (N64) e The Legend of Zelda: Majora's Mask (N64), além de uma demonstração de 20 minutos de The Legend of Zelda: The Wind Waker. A coletânea permitiu que novos jogadores experimentassem clássicos que definiram o gênero de aventura com a fidelidade do hardware do GameCube. Os jogos mantêm suas características originais de gameplay, desde a exploração 2D vista de cima até a complexa gestão de tempo em Majora’s Mask. Por ser um item de tiragem limitada e oferecer quatro dos jogos mais influentes da indústria em um único disco, a compilação alcançou a nota 95 no Metascore. The Legend of Zelda Collector's Edition Divulgação/Nintendo 6. Madden NFL 2004 (94) Madden NFL 2004 da EA Sports fez com que a franquia de futebol americano atingisse seu ápice crítico com a edição de 2004. Desenvolvido pela EA Tiburon, o jogo introduziu o modo "Owner", permitindo que os jogadores gerenciassem finanças, estádios e preços de ingressos, além das táticas em campo. O gameplay ficou famoso pela inclusão da mecânica "Playmaker", que permitia ajustes de rota dos recebedores em tempo real durante a jogada. Os gráficos eram o estado da arte para simulações esportivas da época, com animações de colisão realistas e estádios detalhados. O jogo contava com Michael Vick na capa, cuja velocidade no game se tornou lendária entre os jogadores. Além do GameCube, Madden NFL 2004 foi lançado para PS2, Xbox e PC. Com um Metascore de 94, o título é frequentemente citado em listas de melhores simuladores esportivos de todos os tempos, ganhando o prêmio de Melhor Jogo de Esportes em diversos veículos em 2003. Madden NFL 2004 trazia novidades apresentadas na versão 2003 como presença de modo online, apenas no PlayStation 2 Divulgação/Electronic Arts 7. SoulCalibur II (93) SoulCalibur II é um jogo de luta focado no uso de armas brancas e a versão de GameCube é famosa por incluir Link, da série Zelda, como personagem convidado exclusivo. O sistema de combate utiliza oito direções de movimento (8-Way Run), permitindo uma fluidez tridimensional rara no gênero. O título apresenta diversos modos de jogo, como o "Weapon Master Mode", que funciona como uma campanha onde o jogador desbloqueia armas e equipamentos com diferentes atributos. Visualmente, o jogo apresentava cenários dinâmicos e modelos de personagens altamente detalhados para a época. Desenvolvido pela Project Soul e publicado pela Namco, o jogo também saiu para PS2 e Xbox, cada um com seu convidado especial. Com nota 93, o game foi indicado a Melhor Jogo de Luta no Interactive Achievement Awards. Soulcalibur ii é um jogo de luta focado no uso de armas brancas Divulgação 8. Viewtiful Joe (93) Viewtiful Joe é um jogo produzido pela Capcom e dirigido por Hideki Kamiya. O título segue a dinâmica de um beat 'em up lateral com visual estilizado que remete às histórias em quadrinhos e filmes de super-heróis japoneses. A mecânica principal gira em torno dos "VFX Powers", que permitem ao jogador desacelerar o tempo (Slow), acelerar os movimentos (Mach Speed) ou dar zoom na tela para aumentar o dano dos golpes. Essas habilidades são essenciais tanto para o combate quanto para a resolução de quebra-cabeças. O protagonista, Joe, deve resgatar sua namorada dentro de um mundo de cinema. O jogo é conhecido por sua dificuldade elevada e sistema de pontuação que incentiva o estilo. Originalmente exclusivo do GameCube, foi portado para o PS2 posteriormente. Recebeu uma nota 93 no Metacritic, além de diversas indicações a prêmios pelo seu design. Rashid e a roupa especial de Viewtiful Joe Divulgação/Capcom 9. Super Smash Bros. Melee (92) Super Smash Bros. Melee transformou a premissa de luta da Nintendo em um fenômeno cultural e competitivo que dura até hoje. Diferente de jogos de luta tradicionais, o objetivo é aumentar a porcentagem de dano do oponente para expulsá-lo da arena. O elenco reúne ícones da desenvolvedora japonesa como Mario, Link, Pikachu e Samus, totalizando 25 personagens jogáveis. O gameplay é extremamente veloz, permitindo técnicas avançadas de movimento que não foram replicadas nas sequências. Além do modo multiplayer para quatro pessoas, o jogo oferece o "Adventure Mode" e centenas de troféus colecionáveis que contam a história da Nintendo. Desenvolvido pela HAL Laboratory, o título permaneceu exclusivo do GameCube, tornando-se o jogo mais vendido da plataforma. Com nota 92, detém uma das comunidades mais fiéis da indústria e foi premiado como Melhor Jogo de Luta em 2001 pela GameSpy e segundo os leitores do site norte-americano, IGN. O sucesso de Super Smash Bros. Melee acompanhou o GameCube durante toda a sua vida útil Reprodução/Vice 10. Metroid Prime 2: Echoes (92) Metroid Prime 2: Echoes é a sequência direta de Metroid Prime e mantém a perspectiva em primeira pessoa com a exploração densa. Echoes introduziu a mecânica de dimensões paralelas, onde Samus viaja entre o mundo da luz e o mundo das trevas no planeta Aether. O ambiente sombrio drena a energia da protagonista, forçando o jogador a gerenciar recursos e buscar zonas de segurança. O combate foi expandido com novos sistemas de munição limitada para os feixes de luz e sombra, tornando o jogo mais desafiador que o antecessor. Outra novidade foi a inclusão de um modo multiplayer local para até quatro jogadores. Desenvolvido pela Retro Studios e publicado pela Nintendo, o título também faz parte da coletânea lançada para Nintendo Wii. Com Metascore de 92, o game foi elogiado por sua complexidade e atmosfera, recebendo indicações em prêmios pelo seu design de som e direção de arte. Metroid Prime 2: Echoes para Nintendo GameCube Divulgação/Nintendo 11. Eternal Darkness: Sanity's Requiem (92) Eternal Darkness: Sanity's Requiem é um jogo de horror psicológico que se destaca por sua narrativa épica abrangendo dois milênios. O jogador controla vários personagens em diferentes períodos históricos, desde a Roma Antiga até o presente, todos ligados pelo combate contra entidades ancestrais Lovecraftianas. A característica mais marcante é o "Sanity Meter"; conforme a sanidade do personagem cai, o jogo começa a pregar peças no jogador real, como simular erros na televisão, deletar arquivos de salvamento falsos ou distorcer a geometria dos cenários. A jogabilidade combina exploração em terceira pessoa, combate com armas de época e um sistema de magia baseado em runas. Exclusivo do GameCube, o título detém a nota 92 no Metacritic e venceu o prêmio de Melhor História no Game Developers Choice Awards. Eternal Darkness: Sanity's Requiem Rperodução/IMDb 12. Super Mario Sunshine (92) Super Mario Sunshine (92) é a única aventura solo do encanador bigodudo no GameCube. Ambientado na Ilha Delfino, o jogo introduz o FLUDD, uma mochila de água multifuncional que permite ao jogador flutuar, disparar jatos de alta pressão e se impulsionar como um foguete. A missão principal é limpar a sujeira espalhada por um impostor e recuperar os Shine Sprites. O gameplay foca intensamente na verticalidade e no uso criativo da água para interagir com o ambiente e derrotar inimigos. Os gráficos eram notáveis pela renderização da água e pela escala dos cenários tropicais. Embora tenha dividido opiniões por algumas mecânicas punitivas e níveis de plataforma "puros" sem o FLUDD, o jogo mantém o alto padrão de design da Nintendo. Com Metascore de 92, está disponível também na coletânea Super Mario 3D All-Stars para Nintendo Switch. Super Mario Sunshine do GameCube impressionava na época com seus gráficos de água que ainda são belos até hoje Reprodução/Nintendo Game Store 13. Prince of Persia: The Sands of Time (92) Prince of Persia: The Sands of Time é o título da Ubisoft que revitalizou a franquia clássica com um sistema de movimentação acrobática e manipulação do tempo. O jogador controla o Príncipe, que acidentalmente libera as Areias do Tempo, transformando a população em monstros de areia. A mecânica central permite retroceder o tempo por alguns segundos para corrigir erros em saltos ou combates, utilizando a Adaga do Tempo. O estilo de gameplay mistura parkour fluido, combate coreografado e quebra-cabeças ambientais complexos em um cenário de fantasia persa. Os gráficos eram elogiados pela iluminação e animações de personagens. Disponível para GameCube, PS2, Xbox e PC, The Sand of Time recebeu nota 92 no Metascore e foi o grande vencedor do prêmio de Jogo do Ano na Game Developers Choice Awards de 2004. Prince of Persia the Sands of Time Divulgação/Steam 14. SSX 3 (92) SSX 3 levou a série de snowboard para um novo nível ao apresentar um mundo aberto focado em uma única montanha gigantesca. O jogador pode descer do pico mais alto até a base sem telas de carregamento, participando de corridas, desafios de manobras (freestyle) e eventos de "Big Air". A jogabilidade é do tipo arcade, priorizando saltos impossíveis e o acúmulo de "Uber Tricks" para aumentar a pontuação e a velocidade. O jogo introduziu uma trilha sonora licenciada marcante e efeitos de neve e partículas que eram referências técnicas no GameCube, além de contar com modos de customização de personagens e equipamentos. Disponível também para PS2 e Xbox, o game alcançou a nota 92 e venceu o prêmio de Jogo de Esportes de Ação do Ano pela Academy of Interactive Arts & Sciences. SSX 3 trazia corridas, truques e uma montanha para explorar em um mundo aberto Divulgação/Electronic Arts 15. Madden NFL 2003 Madden NFL 2003 foi fundamental por introduzir o "Mini-Camp Mode", onde os jogadores podiam treinar habilidades específicas em minijogos divertidos. Foi também o ano em que a série começou a focar intensamente na apresentação televisiva, com comentários mais dinâmicos de John Madden e Al Michaels. A jogabilidade era sólida, com melhorias na IA defensiva e na física de tackles. Embora a versão de GameCube não tivesse o modo online presente no PS2, o desempenho gráfico e a fluidez das animações eram superiores em muitos aspectos no console da Nintendo. Publicado pela EA Sports, o jogo recebeu nota 92 no Metascore, e marcou o domínio da franquia Madden no mercado de simulações esportivas durante a sexta geração de consoles. Madden NFL 2003 foi fundamental por introduzir o "Mini-Camp Mode" Divulgação/EA Com informações de Metacritic. Mais do TechTudo Selecionar uma imagem Veja também: Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens! Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens!

Se você faz isso no WhatsApp, sua conta pode ser roubada hoje

26 de Abril de 2026, 01:00

Golpes no WhatsApp têm se tornado cada vez mais sofisticados — não necessariamente por falhas técnicas no aplicativo, mas pelo uso estratégico de comportamentos comuns dos usuários. Se você usa o WhatsApp todos os dias, há uma boa chance de estar repetindo hábitos que facilitam golpes sem perceber. Criminosos não precisam mais invadir o sistema do app: eles exploram configurações básicas, distrações e excesso de confiança para assumir contas em poucos minutos. Neste cenário, entender quais atitudes abrem brecha virou tão importante quanto qualquer ferramenta de segurança. Para isso, o TechTudo conversou com Thales Santos, Senior Sales Engineer da ESET no Brasil, sobre os principais erros que facilitam golpes no WhatsApp e como evitar cada um deles. 🔎 O WhatsApp avisa quando tira print? As maiores mentiras sobre o app 🔎 'Vote na filha de uma amiga': novo golpe pode sequestrar seu WhatsApp 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Se você faz isso no WhatsApp, sua conta pode ser roubada hoje Arte/TechTudo 📝 Como fazer figurinhas de vídeo no WhatsApp? Veja no fórum do TechTudo Erros que você comete no WhatsApp que podem te prejudicar Nesta lista, serão abordados erros comuns que podem facilitar o roubo de conta, como não ativar a verificação em duas etapas, clicar em links de ofertas ou promoções falsas, manter a foto de perfil visível para qualquer pessoa, não proteger backups de conversas na nuvem, exibir notificações na tela bloqueada, não configurar um e-mail de recuperação e até compartilhar o código de segurança. Também será explicado o que fazer caso a conta já tenha sido comprometida. Veja o índice a seguir: Não ativar a verificação em duas etapas Clicar em links de ofertas ou promoções falsas Manter a foto de perfil visível para qualquer pessoa Não proteger backups de conversas na nuvem Exibir notificações na tela bloqueada Não configurar e-mail de recuperação Compartilhar código de segurança O que fazer caso tenha a conta roubada? 1. Não ativar a verificação em duas etapas A verificação em duas etapas adiciona uma camada extra de proteção ao acesso da conta, exigindo um PIN além do código enviado por SMS. Sem essa configuração, qualquer pessoa que obtenha o código de verificação consegue registrar o número em outro aparelho. Esse é um dos pontos mais críticos porque está diretamente ligado à tomada da conta. “A ausência da verificação em duas etapas é um dos principais, porque, se o usuário compartilhar o código de verificação do WhatsApp, o criminoso consegue assumir a conta com muito mais facilidade”, explica Thales. Como evitar: ative a verificação em duas etapas nas configurações do aplicativo e cadastre um e-mail de recuperação. Prefira um PIN difícil de adivinhar e não reutilize senhas já usadas em outros serviços. Não ativar a verificação em duas etapas coloca o WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo 2. Clicar em links de ofertas ou promoções falsas Links maliciosos continuam sendo uma das principais portas de entrada para fraudes. Eles costumam chegar por mensagens com promessas de descontos exagerados, prêmios ou benefícios exclusivos. “Os criminosos usam principalmente engenharia social baseada em urgência e benefício imediato. Um exemplo comum são mensagens como ‘você ganhou um vale-presente’ ou ‘últimas unidades com 90% de desconto’, que levam a sites falsos muito parecidos com os oficiais”, afirma o especialista. 🔎 Golpe da renda extra: como funciona a promessa das 'tarefas remuneradas' Outro fator que aumenta a eficácia é quando a mensagem vem de um contato conhecido, o que pode indicar que a conta dessa pessoa já foi comprometida. 🔎 'Vote na filha de uma amiga': novo golpe pode sequestrar seu WhatsApp Como evitar: desconfie de ofertas muito vantajosas, evite clicar em links recebidos por mensagem e, sempre que possível, acesse serviços digitando o endereço oficial no navegador. Clicar em links de ofertas ou promoções falsas coloca o WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo 3. Manter a foto de perfil visível para qualquer pessoa A exposição da foto de perfil pode parecer um detalhe irrelevante, mas é frequentemente explorada em golpes de falsificação de identidade. Criminosos copiam a imagem e criam contas falsas com nome e aparência semelhantes aos da vítima. Esse tipo de golpe costuma ser direcionado a familiares e amigos, com pedidos urgentes de transferência de dinheiro. “Para quem recebe a mensagem, a foto correta ajuda a transmitir uma sensação de autenticidade”, afirma Thales. Como evitar: ajuste as configurações de privacidade para que apenas seus contatos possam ver sua foto de perfil e desconfie de mensagens inesperadas, mesmo que pareçam vir de pessoas conhecidas. 🔎 Como tirar a foto do perfil do WhatsApp? Saiba deletar para todos Manter a foto de perfil visível para qualquer pessoa coloca o WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo 4. Não proteger backups de conversas na nuvem Embora as mensagens no WhatsApp sejam protegidas por criptografia, os backups armazenados em serviços de nuvem podem representar um ponto de vulnerabilidade adicional. Caso a conta vinculada ao backup seja comprometida, o histórico de conversas pode ser acessado por terceiros, ampliando o impacto do ataque e expondo dados pessoais ou profissionais. Segundo Thales, esse é um risco muitas vezes subestimado: “Embora o aplicativo tenha criptografia, cópias de segurança armazenadas em serviços externos podem ficar vulneráveis se não estiverem devidamente protegidas.” Como evitar: ative a criptografia de ponta a ponta para backups (quando disponível) e proteja a conta de nuvem com senha forte e verificação em duas etapas. 🔎 Ligações no WhatsApp podem revelar sua localização — veja como se proteger Não proteger backups de conversas na nuvem colocam o WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo 5. Exibir notificações na tela bloqueada A visualização de notificações na tela bloqueada pode expor códigos de verificação e outras informações sensíveis, especialmente em golpes mais elaborados. “Em golpes com acesso remoto, como o da mão fantasma, o criminoso convence a vítima a instalar um aplicativo legítimo de suporte remoto e passa a acompanhar a tela em tempo real. Se nesse momento chega um SMS com código, ele pode visualizar esse conteúdo mesmo que a tela do dispositivo esteja bloqueada”, explica Thales. Como evitar: desative a exibição de conteúdo sensível na tela bloqueada e evite instalar aplicativos de acesso remoto a partir de orientações recebidas por mensagem ou ligação. Exibir notificações na tela bloqueada coloca o WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo 6. Não configurar e-mail de recuperação A ausência de um e-mail de recuperação não facilita diretamente a invasão, mas dificulta a retomada do acesso em caso de golpe. Sem esse recurso, o usuário pode enfrentar mais obstáculos para recuperar a conta, especialmente se o invasor ativar mecanismos adicionais de segurança. Como evitar: cadastre um e-mail de recuperação válido e atualizado nas configurações do aplicativo para agilizar o processo de recuperação. Não configurar e-mail de recuperação coloca o WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo 7. Compartilhar código de segurança Compartilhar o código de verificação é, na prática, autorizar o acesso de outra pessoa à conta — e esse é o ponto central da maioria dos golpes. O golpe costuma começar com uma abordagem que simula legitimidade — seja por meio de empresas conhecidas, suporte técnico ou até contatos próximos da vítima. “A partir daí, ele cria um pretexto plausível: confirmar um cadastro, validar uma promoção, corrigir um problema na conta ou impedir um suposto bloqueio”, explica Thales. O objetivo é gerar urgência e reduzir o tempo de análise da vítima. Com isso, o usuário acaba compartilhando informações ou realizando ações que permitem o acesso indevido. Em ataques mais sofisticados, o criminoso pode até acompanhar a tela da vítima em tempo real e orientar cada etapa da ação. Como evitar: nunca compartilhe códigos recebidos por SMS, mesmo que o pedido venha de um contato conhecido ou de suposto suporte. O WhatsApp não solicita esse tipo de informação por mensagem. Compartilhar código de segurança com terceiros coloca seu WhatsApp em risco Mariana Saguias/TechTudo O que fazer caso tenha a conta roubada? Perder o acesso ao WhatsApp pode ser o início de uma sequência de golpes — principalmente se o criminoso passar a usar o perfil para abordar contatos próximos. Por isso, agir rápido é essencial para tentar interromper o acesso indevido e reduzir os danos. “A primeira atitude é tentar recuperar o acesso imediatamente pelo próprio WhatsApp, solicitando um novo código de verificação para o número da conta. Isso importa porque o código mais recente invalida o anterior e pode interromper ou reverter o acesso indevido”, orienta Thales. Quanto mais rápido o usuário agir, maiores são as chances de impedir que o golpe avance. Mesmo em casos em que o invasor já tenha ativado camadas extras de segurança, iniciar o processo de recuperação ajuda a limitar o tempo de uso da conta. Além disso, é fundamental avisar amigos e familiares por outros canais, para evitar que novas vítimas sejam atingidas. Também vale revisar sessões ativas (como o WhatsApp Web) e encerrar acessos desconhecidos. O especialista alerta ainda para que a conversa com o criminoso seja encerrada imediatamente. “O que não se deve fazer é continuar interagindo com o golpista, seguir novas instruções, instalar outros aplicativos ‘de suporte’ ou acreditar que o problema vai se resolver sozinho", conclui. Veja o que fazer caso tenha a conta do WhatsApp roubada Freepik Com informações de ESET Mais do TechTudo 🎥 GOLPE DO SILÊNCIO no celular? Entenda e saiba como evitar! GOLPE DO SILÊNCIO no celular? Entenda e saiba como evitar!

8 teclados silenciosos com ótimo custo-benefício para comprar agora

26 de Abril de 2026, 01:00

Teclados silenciosos são ideais para quem busca conforto na digitação, seja no trabalho, nos estudos ou em casa. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com oito modelos que se encaixam nesse perfil e oferecem bom custo-benefício, priorizando opções bem avaliadas em e-commerces, com funcionamento estável e propostas variadas — desde modelos básicos até versões com recursos avançados. Também consideramos diferentes tipos de conexão e design para atender a diversos perfis de uso. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É uma boa escolha investir em um desses produtos, pois eles combinam preço acessível com boa experiência de uso, garantindo uma digitação suave e menos ruído no dia a dia. O modelo mais barato da lista é o Multi TC193, encontrado a partir de R$ 25 na Amazon, com teclas macias, conexão simples via USB e design compacto, enquanto o mais caro é o Royal Kludge RKR75, disponível por cerca de R$ 295 na Shopee, que se destaca por ser mecânico, trazer três camadas acústicas para reduzir o som e oferecer alta performance com iluminação personalizável. Vale ressaltar que os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em abril de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Conheça teclados silenciosos com ótimo custo-benefício para comprar agora Reprodução/Freepik 🔎 Quer um teclado mecânico? Veja cinco dicas para escolher o modelo ideal Initial plugin text 📝Teclado para PC (com fio ou Bluetooth): qual comprar? Descubra no Fórum TechTudo Teclados silenciosos com bom custo-benefício para comprar em 2026 Multi TC193 – ideal para tarefas básicas com o menor custo possível, focado em simplicidade e uso cotidiano Inova KEY-8382 – indicado para estudos e trabalho, com digitação confortável e proposta acessível TGT TGT-M16L-RBW01 – opção acessível com visual gamer e teclas silenciosas para iniciantes Logitech K120 – ideal para escritório, com foco em conforto e durabilidade Inova KV-800 – kit para home office com teclado e mouse sem fio, priorizando praticidade H'maston JP105 – voltado para portabilidade e uso com tablet ou celular, com conexão Bluetooth Multi TC268 – opção com visual moderno e iluminação, mantendo proposta básica para o dia a dia Royal Kludge RKR75 – ideal para gamers que buscam silêncio, iluminação personalizável e alta performance 1. Multi TC193 – a partir de R$ 25 Ideal para quem quer um teclado barato para tarefas básicas, o modelo da Multi (antiga Multilaser) promete combinar elegância, simplicidade e eficiência. O item é do tipo membrana e tem design clássico e compacto, com formato ergonômico, teclas macias e silenciosas e layout completo ABNT2, oferecendo mais praticidade e portabilidade na rotina. Além disso, funciona com conexão Plug & Play, na qual basta conectar o cabo USB, que mede 1,2 metros, ao aparelho escolhido. Além disso, é resistente a respingos de líquidos. Disponível na Amazon, este teclado pode ser encontrado por R$ 25, com classificação de 4,6 estrelas de 5 por parte dos compradores do site. Nos comentários, eles destacam que o item oferece teclas macias, digitação confortável e respostas rápidas por um ótimo preço. Também elogiam a facilidade de uso, o desempenho fluido, as teclas silenciosas e o design leve. No entanto, alertam que o cabo é curto, não possui tecla “fn” e as letras podem se apagar facilmente. Prós: fácil de usar; teclas macias e silenciosas; simples e funcional; design leve; fluido; ótimo custo-benefício Contras: sem tecla “fn”; cabo curto; material pode ser frágil 2. Inova KEY-8382 – a partir de R$ 42 Assim como o item anterior, o Inova KEY-8382 se destaca pelo bom custo-benefício, principalmente para quem busca um teclado para estudos e trabalho. Com layout ABNT2 e teclas macias, promete digitação precisa, silenciosa e confortável. A conexão é feita via Plug & Play, ou seja, basta conectar o cabo USB de 1,5 metros ao aparelho escolhido. O modelo, do tipo membrana, tem design clássico e leve, pesando cerca de 440 g, além de ser resistente a salpicos. O teclado pode ser encontrado por R$ 42 no Mercado Livre. Apesar de não haver avaliações nesse site, os usuários da Shopee classificam o item com 4,9 de 5 estrelas e apontam como principais pontos fortes a digitação silenciosa e o conforto das teclas. Além disso, também há elogios ao design leve e ao desempenho fluido, com respostas rápidas. Por outro lado, o material é considerado frágil. Prós: silencioso; confortável; digitação responsiva; design clássico e leve Contras: acabamento frágil 3. TGT TGT-M16L-RBW01 – a partir de R$ 46 Indicado para gamers iniciantes, o TGT TGT-M16L-RBW01 oferece visual com retroiluminação RGB colorida para uma experiência mais completa em jogos. Com layout ABNT2, este teclado de membrana promete toque suave e silencioso em um design leve e resistente — feito em plástico ABS —, proporcionando usabilidade confortável e imersiva. Quanto à conexão, funciona com sistema Plug & Play com conector USB. Por fim, possui vida útil de cinco milhões de pressionamentos. Na Shopee, o produto pode ser adquirido a partir de R$ 46. Os consumidores desse site avaliam o item com 4,9 de 5 estrelas e elogiam, principalmente, o visual proporcionado pela iluminação e as teclas macias e silenciosas. Também consideram pontos fortes o acabamento resistente, as teclas responsivas, o tamanho compacto e a boa conexão com outros aparelhos. Por outro lado, alertam que as cores são fixas e que as teclas “espaço” e “enter” fazem barulho. Prós: silencioso; teclas macias; retroiluminação RBG; resistente; boa conexão; responsivo Contras: teclas específicas podem fazer barulho; cores não alternam 4. Logitech K120 – a partir de R$ 65 O Logitech K120 é uma boa escolha para quem precisa de um teclado para trabalho e escritório, pois tem foco em conforto, confiabilidade e longa duração. O modelo oferece digitação confortável e silenciosa graças às teclas de perfil baixo e ao layout padrão ABNT2, com teclas F em tamanho normal. Além disso, tem altura ajustável, switch do tipo membrana, é resistente a derramamentos e funciona via conexão Plug & Play, com cabo USB de 1,5 m. Com valores a partir de R$ 65, este produto está disponível na Amazon. Os compradores desse site classificam o teclado com 4,8 de 5 estrelas e consideram que o conforto e o silêncio na digitação são os principais pontos positivos do item. Também elogiam o material resistente, a longa vida útil, as teclas com rápida responsividade e a boa distribuição — com tamanho padrão. No entanto, a tinta das teclas pode se desgastar com o tempo, e o modelo não responde bem a múltiplas teclas pressionadas simultaneamente. Prós: silencioso; digitação fluida; design confortável e ergonômico; bom espaçamento; resistente Contras: tinta das teclas pode se desgastar; não é ideal para jogos 5. Inova KV-800 – a partir de R$ 79 Acompanhado de mouse sem fio, o teclado Inova KV-800 é indicado para quem deseja montar um home office simples, mas funcional, com vida útil que promete cinco milhões de cliques. Do tipo membrana, o modelo se destaca pela praticidade do funcionamento sem fio, que opera via receptor USB e promete conexão estável em até 10 metros. Além disso, tem layout ABNT2, resistência à água, suporte ajustável ergonômico e teclas silenciosas e macias, segundo a fabricante. Por fim, o mouse que acompanha o teclado tem sensor óptico de 1.200 dpi, oferecendo precisão e agilidade. O produto pode ser encontrado na Shopee por R$ 79 e classificação de 4,9 de 5 estrelas por parte dos clientes do site. Nos comentários, os usuários destacam a fluidez dos itens e a digitação confortável e silenciosa, graças às teclas macias. Também apontam como pontos fortes o mouse ergonômico, o funcionamento sem fio, o design confortável e a boa conectividade. Até o momento da publicação, não foram encontrados comentários negativos. Prós: teclas macias e confortáveis; design ergonômico; desempenho fluido; silencioso; conexão estável; resistente à água Contras: depende de pilhas 6. H'maston JP105 – a partir de R$ 80 Ideal para quem prioriza portabilidade e versatilidade, o H’maston JP105 conta com conexão Bluetooth — com alcance de até 10 metros —, possibilitando o uso com tablets e celulares. Do tipo membrana portátil, o modelo tem design compacto, ergonômico e leve, com teclas silenciosas e bem distribuídas, além de touchpad integrado. Por fim, funciona com bateria que, segundo a fabricante, tem duração de até 40 horas de uso contínuo, com recarga de 1h30 via cabo USB-C. O produto pode ser adquirido na Shopee a partir de R$ 80. No site, é classificado com 4,9 de 5 estrelas pelos usuários que, nos comentários, destacam as teclas macias e a boa conexão Bluetooth. Também elogiam o tamanho compacto, a facilidade de configuração, o design leve e fino, o desempenho silencioso e a traseira em metal — ideal para capas magnéticas. Quanto às críticas, apontam que algumas teclas são mais duras e que o touchpad é barulhento. Prós: compacto e leve; silencioso; teclas macias; boa conectividade; fácil de configurar; traseira em metal; bateria duradoura Contras: touchpad faz barulho; pode ter teclas isoladas mais rígidas 7. Multi TC268 – a partir de R$ 94 Ideal para quem quer um teclado com visual mais moderno, mas sem sair do básico, o Multi TC268 entrega design slim com retroiluminação branca. Funcionando com switch Outemu Blue e layout ABNT2, o modelo promete praticidade e silêncio para a rotina, além de conforto, graças à regulagem de altura para maior ergonomia. A conexão com outros aparelhos é feita por meio de cabo USB de 1,7 metros e, além disso, o modelo conta com resistência à água. Com preço a partir de R$ 94, o Multi TC268 pode ser encontrado na Amazon. Os compradores desse site avaliam o produto com 4,1 estrelas de 5 e elogiam, sobretudo, a iluminação e a digitação confortável. Também ressaltam que é silencioso, leve, resistente e tem boa responsividade. Por outro lado, consideram que a tinta se desgasta rapidamente e que as teclas não são tão macias. Prós: boa iluminação; design ergonômico; desempenho fluido; leve e fino; resistente à água; cabo longo Contras: tinta pode se desgastar rapidamente; teclas podem ser mais rígidas 8. Royal Kludge RKR75 – a partir de R$ 295 O Royal Kludge RKR75 é um teclado mecânico voltado para gamers exigentes. Com layout 75% e botão de volume, mantém as teclas essenciais ao mesmo tempo em que libera espaço na mesa. O modelo conta com três camadas acústicas — espuma perfurada, almofadas de espuma IXPE e espuma de manga —, que contribuem para sons mais limpos e uma sensação mais confortável. A experiência é aprimorada pelas teclas feitas em material PBT com acabamento texturizado, enquanto a velocidade de resposta é garantida pelos switches Pro. Além disso, o teclado oferece 18 modos de retroiluminação RGB, oito opções monocromáticas, cinco níveis de brilho, cinco de velocidade e uma opção colorida, garantindo ampla personalização. Por fim, a conexão é feita via cabo USB-C removível. Na Shopee, o produto pode ser adquirido por R$ 295. Os consumidores desse site classificam o item com nota máxima de 5 estrelas. Os principais elogios destacam o desempenho confortável, silencioso e imersivo — especialmente para jogos. Também apontam como pontos fortes a construção de qualidade, a variedade de opções de iluminação, o design atraente e a alta velocidade de resposta. Por outro lado, mencionam que o software pode ser difícil de entender. Prós: teclas macias e texturizadas; três camadas acústicas; retroiluminação personalizável; design elegante; ótimo para jogos; fluido; material de qualidade; compacto Contras: software pode ser complicado para iniciantes Com informações de Amazon, Casas Bahia, H'maston, Inova, Logitech, Mercado Livre, Multilaser, Royal Kludge, Shopee e TGT Mais do TechTudo 🎥 Assista: Wave Keys é um teclado ergonômico e sem fio da Logitech; veja unboxing Wave Keys é um teclado ergonômico e sem fio da Logitech; veja unboxing Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Qual iPhone tem a melhor bateria em 2026? Veja 7 opções com boa autonomia

26 de Abril de 2026, 01:00

O iPhone com melhor bateria em 2026 é o iPhone 16 Plus, segundo o GSM Arena. Lançado em 2024, o smartphone lidera o ranking de autonomia do site especializado, seguido de perto pelo iPhone 17 Pro Max, atual flagship da empresa. Atualmente, ambos os celulares podem ser encontrados no Mercado Livre por a partir de R$ 6.578 e R$ 9.290, respectivamente. Durante muito tempo, a duração de bateria foi motivo de queixa entre usuários de iPhone e frequentemente colocada em desvantagem frente à concorrência. A Apple, entretanto, começou a investir em baterias de maior capacidade, aliadas a processadores mais avançados, o que elevou nível de eficiência energética de seus celulares e mudou esse cenário. A seguir, o TechTudo lista sete iPhones com maior duração de bateria para comprar em 2026. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Reis da autonomia: os 6 celulares com as melhores baterias do Brasil Mesmo após quase dois anos de lançamento, o iPhone 16 Plus segue liderando em autonomia no catálogo da Apple Divulgação/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Como desativar o modo perdido do iPhone? Pergunte no Fórum do TechTudo Initial plugin text A seguir, o TechTudo reúne os celulares da Apple com melhor autonomia. Confira nos tópicos abaixo. Como escolhemos os celulares? Como é feito o teste do GSM Arena? iPhone 16 Plus - 18:49h iPhone 17 Pro Max - 17:58h iPhone 16 Pro Max - 17:18h iPhone 15 Plus - 16:33h iPhone 15 Pro Max - 16:01h iPhone 16 - 15:42h iPhone 17e - 15:30h Como economizar bateria do iPhone Como escolhemos os celulares? Para a elaboração desta lista, utilizamos como referência o ranking do site GSM Arena, reconhecido por realizar testes minuciosos e padronizados de bateria em diversos smartphones, incluindo os iPhones. Além disso, priorizamos modelos mais recentes, lançados entre 2023 e 2026, para garantir uma seleção atualizada e alinhada às tecnologias mais avançadas disponíveis. Como é feito o teste do GSM Arena? O GSM Arena estrutura seu ranking de bateria com base em quatro pilares fundamentais: chamadas, navegação na web, reprodução de vídeo e jogos. Esses testes são conduzidos de forma padronizada, com o objetivo de consistência e comparabilidade entre os diferentes smartphones avaliados. A partir desses cenários, é calculada a chamada “Pontuação de Uso Ativo”, que estima por quanto tempo a bateria de um smartphone se mantém em funcionamento em um uso combinado dessas atividades. Nesse cálculo, há uma leve predominância para tarefas como navegação na internet e consumo de vídeos, refletindo hábitos comuns de utilização. Com as pontuações definidas, o site organiza os aparelhos em um ranking detalhado, ordenando-os da maior para a menor autonomia. Essa classificação é dinâmica e pode ser atualizada conforme novos modelos são testados, sendo expressa em horas de uso contínuo e considerando exclusivamente o uso ativo, sem incluir períodos em modo de espera. iPhone 16 Plus — 18:49h Lançado em setembro de 2024, o iPhone 16 Plus permanece como o modelo com melhor autonomia entre os smartphones da Apple. Equipado com uma bateria de 4.674 mAh, o aparelho alcançou 18h49 de Pontuação de Uso Ativo nos testes do GSM Arena. Entre os destaques estão as expressivas 33h20 em chamadas contínuas, 23h32 em reprodução de vídeo e 19h03 em navegação na internet, o que evidencia seu desempenho consistente em diferentes cenários de uso. No quesito recarga, o celular conta com suporte a carregamento rápido de 30 W, indo de 0 a 100% em aproximadamente 1h39, conforme os mesmos testes. Além da autonomia de destaque, o modelo também chama atenção pelo conjunto de tela e design. O display de 6,7 polegadas oferece uma área significativamente maior e apresenta resolução de 2.796 x 1.290 pixels, brilho máximo de 2.000 nits e suporte a HDR10. Apesar disso, mantém a taxa de atualização de 60 Hz, característica ainda presente em versões não Pro da marca naquela época. No Mercado Livre, o iPhone 16 Plus pode ser encontrado com preços a partir de R$ 6.578. iPhone 16 Plus disponível em cinco cores Divulgação/Apple Prós: suporte oficial por mais três anos, pelo menos; autonomia de bateria líder da marca; Contras: tela de 60 Hz, sem Always On Display; sem câmera teleobjetiva dedicada; Para quem vale a pena? Para quem busca a máxima autonomia oferecida pela Apple, sem precisar arcar com o custo elevado de um flagship mais recente. iPhone 17 Pro Max — 17:58h Lançado em setembro de 2025, o iPhone 17 Pro Max representa o smartphone mais avançado da Apple até o momento. No Brasil, o modelo foi equipado com uma bateria de 4.832 mAh, sem acesso à variante de maior capacidade disponível em outros mercados. Ainda assim, seu desempenho é expressivo: foram 17h58 de pontuação de uso ativo nos testes do GSM Arena, o que garantiu a segunda posição no ranking da marca. Em avaliações específicas, o aparelho se destacou especialmente na reprodução de vídeo, com 25h41 — mais de duas horas acima do líder —, além de 12h08 em jogos. No quesito recarga, o smartphone da Apple demonstrou eficiência ao atingir de 0 a 100% em aproximadamente 1h12. iPhone 17 Pro Max reúne as melhores câmeras e o desempenho mais avançado da Apple, mas ocupa a segunda posição em autonomia de bateria Rubens Achilles/TechTudo Além da autonomia consistente, o iPhone 17 Pro Max também se sobressai pelo avançado conjunto fotográfico, considerado um dos mais completos já desenvolvidos pela Apple. O sistema conta com três sensores de 48 MP, com destaque para a câmera principal, que tem abertura de f/1,78 e estabilização óptica de imagem (OIS). O conjunto inclui ainda uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 8x e uma ultrawide com campo de visão de 120°, o que amplia as possibilidades de captura em diferentes cenários. Na Shopee, o iPhone 17 Pro Max pode ser encontrado por a partir de R$ 9.290. Prós: tela OLED com Dolby Vision e HDR10; processador avançado de 3 nanômetros (nm); Contras: preço elevado; sem carregador incluso na caixa; Para quem vale a pena? Para quem busca aliar alta autonomia a recursos avançados de fotografia. iPhone 16 Pro Max — 17:18h Lançado em setembro de 2024, o iPhone 16 Pro Max posiciona-se como o modelo mais avançado da Apple em sua geração. Equipado com uma bateria de 4.685 mAh, o aparelho alcançou 17h18 de pontuação de uso ativo nos testes do GSM Arena. Entre os destaques estão as expressivas 30h54 em chamadas contínuas e 22h34 em reprodução de vídeo. Em contrapartida, o tempo de recarga completa chegou a 1h57, um número elevado considerando a capacidade da bateria. Além da autonomia consistente, o modelo se sobressai pelo conjunto técnico e pela qualidade de exibição. Sua tela de 6,9 polegadas oferece ampla área de visualização, com resolução de 2.868 x 1.320 pixels, taxa de atualização de 120 Hz, brilho máximo de 2.000 nits e suporte a HDR10 e Dolby Vision. O desempenho é impulsionado pelo processador A18 Pro, construído em litografia de 3 nanômetros, que atinge velocidades de até 4,05 GHz. No Mercado Livre, o iPhone 16 Pro Max pode ser encontrado por a partir de R$ 8.399. Flagship de 2024, o iPhone 16 Pro Max segue como um smartphone potente e atual em 2026 Brigida Nogueira/TechTudo Prós: segundo melhor sistema de câmeras da Apple; tela avançada; Contras: preço ainda elevado; carregamento lento; Para quem vale a pena? Para quem busca um flagship da Apple sem investir na versão mais recente e mais cara. iPhone 15 Plus — 16:33h Lançado em setembro de 2023, o iPhone 15 Plus vem com uma bateria de 4.383 mAh e apresenta um desempenho consistente em autonomia. Nos testes do GSM Arena, o modelo alcançou 16h33 de pontuação de uso ativo, com destaque para as 22h17 em reprodução de vídeo e 23h37 em chamadas contínuas. Já no quesito recarga, o aparelho completou o ciclo de 0 a 100% em aproximadamente 1h34, tempo competitivo para a categoria. Mesmo sendo um modelo de geração anterior, o iPhone 15 Plus ainda entrega bom desempenho graças ao processador A16 Bionic, construído em litografia de 4 nanômetros e capaz de atingir até 3,46 GHz. Embora não tenha suporte aos recursos de Apple Intelligence, o conjunto permanece equilibrado, reforçado por uma tela OLED de 6,7 polegadas com resolução de 2.796 x 1.290 pixels, brilho máximo de 2.000 nits e suporte a HDR10. No Mercado Livre, o iPhone 15 Plus pode ser encontrado por a partir de R$ 4.449. iPhone 15 Plus tem vidro resistente colorido por infusão e design em alumínio Reprodução/Amazon Prós: certificação IP68 contra água; atualizações até 2029, pelo menos; Contras: não conta com os recursos de Inteligência Artificial da Apple; tela com taxa de atualização de 60 Hz; Para quem vale a pena? Para quem busca um iPhone com tela grande e de alta qualidade, mesmo sem a fluidez dos painéis de 120 Hz. iPhone 15 Pro Max — 16:01h O iPhone 15 Pro Max, lançado em 2023, representa o flagship da Apple naquele ano e ainda se mantém competitivo em diversos aspectos. Equipado com uma bateria de 4.441 mAh, o modelo alcançou 16h01 de pontuação de uso ativo nos testes do GSM Arena. Em avaliações específicas, superou a variante Plus ao registrar 25h05 em chamadas e 22h36 em reprodução de vídeo, embora tenha ficado ligeiramente atrás nos demais cenários. No quesito recarga, o aparelho levou cerca de 1h49 para ir de 0 a 100%, um tempo relativamente elevado para sua capacidade. Além da autonomia, o modelo também se destaca pelo conjunto fotográfico e pelo desempenho avançado. De acordo com o DXOMARK, ele tem um dos sistemas de câmeras mais potentes da Apple, com sensor principal de 48 MP com estabilização óptica, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 12 MP com zoom óptico de 5x. O desempenho é impulsionado pelo processador A17 Pro, fabricado em 3 nanômetros e capaz de atingir até 3,78 GHz, o que garante fluidez e eficiência. No Mercado Livre, o iPhone 15 Pro Max pode ser encontrado por a partir de R$ 7.899. Mesmo em 2026, o iPhone 15 Pro Max se destaca pela tela de 120 Hz e pelo processador de 3 nm Mariana Saguias/TechTudo Prós: tela OLED de 120 Hz; câmeras poderosas; Contras: menos tempo de suporte que os modelos mais recentes da lista; Para quem vale a pena? Para quem busca um iPhone topo de linha sem precisar investir nas versões mais recentes e não faz questão dos recursos mais recentes de IA. iPhone 16 — 15:42h Lançado em setembro de 2024, o iPhone 16 chega com bateria de 3.561 mAh, a menor capacidade entre os modelos desta lista. Ainda assim, o aparelho apresenta desempenho consistente, com 15h42 de pontuação de uso ativo nos testes. Entre os destaques estão as 26h03 em chamadas contínuas e 20h00 em reprodução de vídeos, o que evidencia uma boa eficiência energética mesmo com dimensões mais compactas. No quesito recarga, o modelo completou o ciclo de 0 a 100% em aproximadamente 1h42, mantendo um desempenho equilibrado dentro da categoria. Além da autonomia satisfatória, o iPhone 16 também se sobressai pelo conjunto técnico bem otimizado. Sua tela de 6,1 polegadas oferece resolução de 2.556 x 1.179 pixels, brilho máximo de 2.000 nits e suporte a HDR10 e Dolby Vision, o que garante ótima qualidade de imagem mesmo em um formato mais compacto. iPhone 16 é opção custo-benefício em 2026 Ana Letícia Loubak/TechTudo O desempenho fica por conta do chip A18, construído em litografia de 3 nanômetros, que entrega velocidade e eficiência no uso diário. No benchmark AnTuTu, o modelo alcançou 1.910.545 pontos, superando inclusive as versões 16 Pro e 16 Pro Max. No Mercado Livre, o iPhone 16 pode ser encontrado por a partir de R$ 4.986. iPhone 16 é anunciado pela Apple com IA e mais; veja preços e detalhes Prós: tela compacta de qualidade; desempenho de ponta; Contras: tela de 60 Hz, sem opção Always On; sem câmera dedicada para zoom. Para quem vale a pena? Para quem prefere smartphones mais compactos, graças à sua tela de 6,1 polegadas e dimensões de 147,6 mm, que favorecem a ergonomia. iPhone 17e — 15:30h Lançado em março de 2026, o iPhone 17e é o modelo mais recente da Apple e chega com avanços consistentes em autonomia e desempenho. Equipado com uma bateria de 4.005 mAh, o aparelho alcançou 15h30 de pontuação de uso ativo nos testes do GSM Arena, posicionando-se próximo ao iPhone 16, mesmo com capacidade superior. Em comparações diretas, o 17e se destaca especialmente em chamadas, com 29h14 — superando com folga o modelo anterior —, além de apresentar melhor desempenho em jogos, com 9h25. No quesito recarga, o celular levou cerca de 1h34 para ir de 0 a 100%, um tempo competitivo dentro da categoria. IPHONE 17e É ANUNCIADO! Veja preço no Brasil Além da autonomia equilibrada, o iPhone 17e chama atenção pelo desempenho robusto, impulsionado pelo chip A19 de 3 nanômetros, capaz de atingir até 4,26 GHz. No benchmark AnTuTu, o modelo registrou 2.115.036 pontos, ficando atrás apenas dos iPhones 17 Pro e 17 Pro Max. O aparelho também conta com suporte à Apple Intelligence, ampliando seus recursos de IA. Em contrapartida, sua tela de 6,1 polegadas apresenta especificações mais simples, com resolução de 2.532 x 1.170 pixels e brilho máximo de 1.200 nits — diferenças que, embora perceptíveis, não comprometem a experiência no uso cotidiano. No Mercado Livre, o iPhone 17e pode ser encontrado por a partir de R$ 4.499. Prós: desempenho de ponta; suporte oficial até 2031, pelo menos; Contras: tela de 60 Hz, sem opção Always On; sistema de câmeras mais limitado; Para quem vale a pena? Para quem busca desempenho de ponta sem precisar investir nos valores elevados das versões Pro e Pro Max. Como economizar bateria do iPhone Para economizar bateria no iPhone e preservar sua vida útil, é fundamental controlar a temperatura do aparelho. Evite expô-lo a ambientes quentes, como sob luz solar direta ou dentro de carros fechados, já que o calor acelera o desgaste químico da bateria. Durante o carregamento, também é importante não utilizar capas muito espessas nem apoiar o celular em superfícies macias, como camas ou sofás, pois isso dificulta a dissipação de calor. Além disso, o uso do celular enquanto carrega deve ser evitado, já que eleva ainda mais a temperatura. Outro ponto essencial é adotar bons hábitos de carregamento. Manter a bateria em níveis equilibrados contribui para sua durabilidade, portanto, evite tanto cargas constantes em 100% quanto descargas completas frequentes. O carregamento sem fio, embora prático, tende a gerar mais calor por ser menos eficiente, podendo impactar negativamente a saúde da bateria se utilizado com frequência. Assim, sempre que possível, priorize métodos de carregamento mais estáveis e controlados. Por fim, manter o sistema sempre atualizado é uma prática recomendada, já que as atualizações trazem melhorias de eficiência energética e ajustes no gerenciamento da bateria. Para momentos em que é necessário economizar carga de forma mais imediata, ativar o modo de Pouca Energia pode ser uma solução eficaz, já que reduz o brilho da tela, limita animações e otimiza o desempenho geral. Com informações de Apple (1, 2) e GSM Arena Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

O que é ‘hypar’ um vídeo no YouTube? Entenda botão de hype

26 de Abril de 2026, 01:00

O botão de “hype” do YouTube ainda é pouco conhecido por muitos usuários, mas pode influenciar diretamente o alcance de vídeos na plataforma. A função permite sinalizar interesse em conteúdos, semelhante às curtidas, com o diferencial de poder impulsionar produções de canais menores. Vídeos que recebem muito “hype” têm mais chances de alcançar novos públicos e aparecer em recomendações. A seguir, o TechTudo preparou este guia para que você possa entender como participar desse movimento. 🔎 Onde ficam os vídeos salvos no YouTube? Veja como salvar e encontrar 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O Youtube foi criado há 20 anos e passou por diversas mudanças; o hype foi apenas a mais recente Reprodução/Pexels/freestocks.org 📝 É possível resetar minha conta do YouTube? Descubra no Fórum do TechTudo Índice O que é “hypar” um vídeo no YouTube? Como surgiu o botão de hype? Quando usar o botão de hype no YouTube? Vale a pena usar o hype no YouTube? 1. O que é “hypar” um vídeo no YouTube? “Hypar” um vídeo no YouTube é usar o botão de hype para impulsionar conteúdos de criadores menores, dando aos fãs um papel de protagonistas no sucesso dessas pessoas. Ao acionar o recurso, o usuário sinaliza forte interesse e ajuda o vídeo a ganhar destaque além das recomendações personalizadas, podendo subir em rankings semanais e alcançar novos públicos. Na prática, é uma forma direta de aumentar a visibilidade de canais em crescimento, assim fortalecendo a conexão direta entre a audiência e o canal. Hype é uma função pouco conhecida do YouTube Gabriel Mattos/TechTudo O termo vem do inglês “hype”, usado para indicar grande expectativa ou interesse por um conteúdo. Quando um filme ou série gera muita antecipação, diz-se que está “no hype”. No Brasil, a palavra foi adaptada para o verbo “hypar”, comum nas redes sociais. Embora a origem exata seja incerta, o uso mantém o sentido de engajamento elevado. Essa lógica é aplicada pelo YouTube ao permitir que usuários impulsionem vídeos de criadores em crescimento. 2. Como surgiu o botão de hype? O recurso foi apresentado oficialmente no evento global "Made on YouTube", em setembro de 2024, após um período de testes Beta bem-sucedido que incluiu o Brasil, Taiwan e a Turquia. Nestas quatro semanas iniciais de experimento, os usuários hyparam conteúdos mais de 5 milhões de vezes em cerca de 50 mil canais distintos, o que provou para a marca um interesse massivo na ferramenta. Os dados mostraram que o engajamento é real e diversificado, abrangendo nichos variados e provou que o público está disposto a atuar como um motor de descoberta para novos talentos digitais. Os filmes mais "hypados" levam multidões para os cinemas, como o YouTube espera fazer com seus vídeos Reprodução/ISTO É Dinheiro O recurso foi oficialmente implementado a nível global apenas em agosto de 2025. A proposta nasceu de uma tentativa de levar para os vídeos comuns, que chegam aos usuários em momentos distintos, o mesmo entusiasmo visto em transmissões ao vivo. Para isso, o YouTube estruturou um sistema de ranking semanal que equilibra a urgência de vídeos recém-lançados com a flexibilidade de consumo da plataforma. A ideia era promover mais variedade para o público de forma pouco invasiva. 3. Como e quando usar o botão de hype no YouTube? O botão de “hypar”, em nossos testes, aparece na versão Android e IOS do YouTube. Para que um vídeo possa ser hypado, ele deve ter sido publicado nos últimos 7 dias por um criador com 500 a 500 mil inscritos. Além disso, o canal precisa fazer parte do Programa de Parcerias (YPP) para se qualificar ao recurso. Esses critérios garantem que a função beneficie canais em crescimento, evite a concentração em grandes influenciadores e mantenha uma competição mais equilibrada na plataforma. Hypar pode impulsionar pequenos e médios criadores de diferentes nichos Gabriel Mattos/TechTudo O processo é simples: basta clicar no botão "Hype" abaixo do player ou acessar o ranking pelo menu Explorar. Usuários têm direito a três hypes gratuitos por semana no YouTube. A plataforma também testa o recurso “pagar para hypar”, que permite ampliar esse limite e pode gerar receita adicional aos criadores. Cada hype soma pontos em um ranking nacional com os 100 vídeos mais populares. Também é possível filtrar por categorias, como jogos e música, com listas dos 50 conteúdos mais hypados em cada tema, o que facilita a descoberta de novos nichos. 4. Vale a pena usar o hype no YouTube? A funcionalidade é mais vantajosa para quem tem forte conexão com um canal e quer incentivar novos conteúdos no YouTube. Para fãs de nichos específicos, o recurso ajuda a manter a renovação de vídeos de interesse. Já para criadores de pequeno e médio porte, o impacto pode ser decisivo: o hype aumenta o alcance com um bônus multiplicador automático, que concede mais pontos a canais com menos inscritos, ampliando suas chances de ganhar visibilidade. Lista de hypados pode ser separada até em categorias Gabriel Mattos/TechTudo Isso equilibra as chances contra canais maiores e facilita a entrada no ranking dos vídeos mais populares da semana. Estar presente nessa lista, ou nos filtros de tópicos específicos, expõe o trabalho do criador a uma audiência qualificada e totalmente nova, o que acelera a conquista de inscritos e fortalece a conexão com a base de fãs que o apoiou. Quem está cansado de ver vídeos feitos só para agradar o algoritmo tem na função de “hype” seu maior aliado. Esta é a forma mais efetiva de incentivar a criação de conteúdos mais orgânicos, sinceros e melhores. Com informações de YouTube Blog. Mais do TechTudo Veja também: TROQUEI o SPOTIFY pelo YOUTUBE PREMIUM! Vale a pena? Veja o comparativo! TROQUEI o SPOTIFY pelo YOUTUBE PREMIUM! Vale a pena? Veja o comparativo!

Celulares baratos que saem caros: 7 modelos que você deve evitar em 2026

26 de Abril de 2026, 00:30

Celulares baratos seguem entre os mais procurados em 2026, sobretudo com preços de modelos intermediários e premium continuam relativamente altos. Para manter valores mais baixos, porém, muitas fabricantes ainda recorrem a fichas técnicas com cortes que parecem discretos à primeira vista, mas podem pesar bastante no uso ao longo do tempo. Entram nessa conta escolhas como 128 GB de armazenamento, 4 GB de RAM, processadores mais básicos, ausência de 5G, proteção limitada contra água e poeira e telas grandes com resolução HD+. Na prática, essas concessões podem comprometer a experiência no dia a dia, reduzir a vida útil do aparelho e até afetar seu valor de revenda. Isso acontece porque os aplicativos estão maiores, fotos e vídeos ocupam mais espaço, as redes móveis evoluíram e o próprio Android passou a exigir mais do hardware. Nas linhas a seguir, o TechTudo separou sete fichas técnicas que ajudam a baratear a compra inicial, mas podem fazer o barato sair caro no longo prazo, além de alternativas mais interessantes para quem busca um celular com mais fôlego para durar. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎6 itens obrigatórios para escolher um celular com bom custo-benefício Celular barato pode sair caro com o tempo devido a limitações de desempenho e armazenamento Freepik/Reprodução ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual é o melhor celular com 8 GB de memória RAM? Participe do Fórum do TechTudo Celular barato pode sair caro? Veja 7 fichas que merecem atenção Nesta lista do TechTudo, você vai entender por que algumas especificações ajudam a derrubar o preço de entrada, mas acabam cobrando a conta depois. Confira, no índice a seguir, os tópicos abordados na matéria. Celular com 128 GB de armazenamento Celular com 4 GB de RAM Celular com processador básico Celular sem proteção IP67 ou superior Celular com tela grande e resolução HD+ Celular sem 5G Celular com poucas atualizações de sistema Afinal, o que vale priorizar para um celular durar mais? Celular com 4 GB de RAM A memória RAM é um dos componentes que mais afetam a fluidez do celular no dia a dia. Em tarefas básicas, como WhatsApp, redes sociais, navegação e vídeos, 4 GB ainda podem dar conta do recado. O problema real, no entanto, costuma aparecer com o passar do tempo, quando o sistema operacional recebe novos recursos, os aplicativos ficam mais pesados, e o usuário passa a alternar entre várias tarefas com mais frequência. Nessa situação, o smartphone tende a perder agilidade e apresentar travamentos antes do esperado. Por isso, 4 GB de RAM já representam um corte de custo bastante visível para quem pretende ficar mais de dois ou três anos com o mesmo aparelho. Mesmo em celulares de entrada honestos, essa quantidade de memória já oferece pouca margem para um uso prolongado. Realme Note 60 está disponível no Brasil com até 4 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento Divulgação/Realme O realme Note 60, por exemplo, entrega o essencial dentro dessa proposta mais básica, mas parte de versões com 3 GB ou 4 GB de RAM, o que reduz o fôlego do aparelho no médio prazo. Para quem quer uma compra mais segura, o Galaxy A17 com 8 GB de RAM e 256 GB é uma alternativa barata mais interessante. Isso porque, além de oferecer mais memória física, o modelo da Samsung também sobe o nível em armazenamento e longevidade de software. 👉 Veja as principais diferenças entre o realme Note 60 e o Galaxy A17. Celular com processador básico Ao escolher um celular barato, é comum que o processador fique em segundo plano diante de itens mais chamativos, como câmera, bateria e tamanho de tela. Só que o chip é um dos componentes que mais influenciam a longevidade do aparelho. Em um primeiro momento, modelos com processador básico conseguem lidar bem com tarefas simples, como WhatsApp, redes sociais e navegação na internet. A limitação costuma aparecer depois, quando o smartphone passa a lidar com atualizações do sistema, mais aplicativos instalados, multitarefa constante e usos um pouco mais exigentes. Com o passar do tempo, esse tipo de hardware tende a mostrar sinais de cansaço antes do esperado. Abertura mais lenta de apps, travamentos esporádicos e queda brusca de desempenho em jogos e edição de fotos se tornam mais comuns, principalmente quando o processador vem combinado com pouca RAM e armazenamento mais limitado. Motorola Moto G05 tem processador básico Divulgação/Motorola Por isso, optar por um chip muito básico pode até reduzir o preço inicial, mas também encurta o fôlego do celular no médio prazo. Na hora de avaliar a ficha técnica, vale olhar para pontos como litografia, frequência e quantidade de núcleos, mas sem se prender apenas aos números. Mais importante do que isso é entender se aquele processador realmente entrega bom desempenho no uso prático. O Moto G05, por exemplo, é equipado com o octa-core MediaTek Helio G81. O modelo atende ao básico, mas oferece menos margem para quem pretende passar vários anos com o mesmo aparelho ou quer um desempenho mais estável no dia a dia. Para quem busca uma compra mais segura, vale gastar um pouco mais e optar pelo Galaxy A36, que traz o processador Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, além de 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. Com isso, o celular da Samsung entrega um conjunto mais preparado para manter a fluidez por mais tempo. 👉 Compare o Moto G05 e o Galaxy A36 Celular sem proteção IP67 ou superior A certificação contra água e poeira já não pode ser tratada como um detalhe secundário na ficha técnica. Em 2025, esse tipo de proteção passou a ter peso real na durabilidade do aparelho, especialmente para quem pretende ficar vários anos com o mesmo celular. Modelos com resistência apenas básica contra respingos até suportam pequenos acidentes do dia a dia, mas continuam mais vulneráveis à chuva, à umidade e ao acúmulo de poeira com o passar do tempo. Na prática, um celular com IP67, IP68 ou até IP69 oferece uma margem maior de segurança em situações corriqueiras, como uso em dias chuvosos, e até em casos de acidentes mais perigosos, como quedas na piscina. Para quem busca longevidade, esse tipo de proteção deixou de ser luxo e passou a funcionar como um diferencial importante. Moto G86 é o primeiro da linha a contar com a certificação de resistência IP69 Reprodução/Motorola O Moto G85 entra nessa discussão porque, apesar do conjunto equilibrado, fica limitado à certificação IP54. Na prática, isso significa uma proteção mais simples contra respingos e poeira, distante do nível oferecido por aparelhos mais preparados para enfrentar o uso prolongado. Quem quiser mais segurança nesse ponto não precisa ir muito longe: a própria nova geração da linha, o Moto G86, já avança para a certificação IP69 e entrega resistência bem mais robusta à água e à poeira. 👉 Veja as melhorias do Moto G86 em relação ao G85 Celular com tela grande e resolução HD+ Entre as estratégias mais comuns para baratear um celular está a combinação de tela ampla com resolução HD+. À primeira vista, a ficha técnica parece atraente: painel grande, taxa de atualização de 90 Hz ou 120 Hz e preço competitivo. O problema é que, quando o tamanho da tela aumenta e a resolução não acompanha esse crescimento, a densidade de pixels fica menor. No dia a dia, essa diferença nem sempre salta aos olhos em tarefas mais simples, como responder mensagens ou navegar rapidamente pelas redes sociais. Ainda assim, ela tende a aparecer com mais clareza em situações como leitura prolongada, reprodução de vídeos em tela cheia e games com interface carregada, nos quais a perda de definição fica mais perceptível. Tela do Redmi 14C tem baixa densidade de pixels Ana Letícia Loubak/TechTudo O Redmi 14C representa bem esse tipo de escolha: chama atenção pela tela grande de 6,88 polegadas, mas a resolução HD+ limita a nitidez para um painel tão grande. Para quem quer um celular com display generoso sem abrir mão de melhor definição, o Galaxy A17 é uma melhor escolha. Ele mantém uma tela grande, de 6,7 polegadas, mas oferece resolução Full HD+ em um painel Super AMOLED, de 90 Hz, o que garante imagem mais refinada e uso mais confortável ao longo do tempo. 👉 Redmi 14C ou Galaxy A17? Saiba qual é melhor para você Celular sem 5G A ausência de 5G ainda é comum em parte dos celulares mais baratos, especialmente em versões 4G de linhas já conhecidas do público. Essa limitação pode até parecer um corte aceitável para reduzir o preço final. O problema é que muita gente compra um smartphone pensando em passar três, quatro ou até mais anos com o mesmo aparelho. Nessas condições, abrir mão da conectividade mais atual significa levar para casa um modelo que já nasce com menos fôlego para o futuro. Mesmo que o 4G ainda atenda bem boa parte dos usuários hoje, a falta do 5G tende a pesar mais com o passar do tempo. Além de limitar a conectividade em médio prazo, essa ausência também pode afetar a atratividade do aparelho no mercado de usados, já que versões mais completas costumam envelhecer melhor em ficha técnica e valor de revenda. Redmi Note 14 tem versões com 4G e 5G Reprodução/Xiaomi A própria linha Redmi Note 14 ajuda a mostrar bem essa diferença, já que o Redmi Note 14 4G pode até chamar atenção pelo preço mais baixo, mas o Redmi Note 14 5G é uma escolha mais interessante para quem busca maior longevidade. Além da conectividade mais moderna, a versão 5G entrega um pacote mais atual e faz mais sentido para quem quer investir em um celular com mais fôlego para os próximos anos. 👉 Além do 5G: veja o que muda entre as versões do Redmi Note 14 Celular com poucas atualizações de sistema A política de atualizações é um dos pontos menos visíveis da ficha técnica, mas tem impacto direto na vida útil do celular. Isso porque um smartphone com pouco tempo de suporte não deixa de funcionar de uma hora para outra, mas tende a envelhecer mais rápido em segurança, compatibilidade com novos recursos e até valor de revenda. Na prática, quanto menor o ciclo de updates, maior a chance de o aparelho parecer ultrapassado antes mesmo de o hardware realmente ficar para trás. Galaxy A17 tem seis anos de atualizações garantidos Divulgação/Samsung Por exemplo, embora o Moto G05 seja um modelo honesto para tarefas básicas, ele oferece apenas dois anos de atualizações de segurança. Já o Galaxy A17, que também atua em uma faixa mais acessível, surge como opção mais interessante nesse ponto, com promessa de até seis anos de atualizações de sistema e segurança. Para quem pretende passar vários anos com o mesmo smartphone, essa diferença pode pesar bastante na escolha. 👉 Em dúvida? Saiba tudo sobre o Moto G05 e o Galaxy A17 Afinal, o que vale priorizar para um celular durar mais? Não existe uma ficha técnica ideal para todo mundo, já que a escolha depende do perfil de uso e do orçamento disponível. Ainda assim, alguns pontos se tornaram mais importantes para quem quer evitar uma troca precoce em 2026. Entre eles, vale priorizar pelo menos 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento quando a intenção for passar mais tempo com o aparelho, conectividade 5G, tela Full HD+ em modelos com painel grande, certificação IP67 ou superior e uma política de atualizações mais ampla. Isso não significa que todo celular barato seja, automaticamente, uma compra ruim. O mais importante é entender quais concessões fazem sentido para o seu uso e quais podem virar dor de cabeça no médio prazo. Para quem busca um smartphone mais preparado para durar, vale olhar com mais atenção para modelos que ofereçam um conjunto equilibrado nesses pontos, em vez de apostar em aparelhos que economizam justamente nos itens que mais influenciam a durabilidade, o desempenho e a experiência de uso ao longo dos anos. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7), everphone, GSMArena e Honor 🎥 Pontos cruciais para se atentar se você pensa em trocar de celular Quer um CELULAR NOVO? 3 coisas — ALÉM DA CÂMERA — para ficar ATENTO! Mais de TechTudo

Celulares em promoção: 6 modelos para comprar agora e economizar

26 de Abril de 2026, 00:01

Alguns celulares estão em promoção nesta reta final de abril. A curadoria do TechTudo reuniu modelos bem avaliados, com preços que variam entre R$ 1.400 e R$ 4.986 nas principais lojas online. Para montar a lista, analisamos de perto as quedas de preço em varejistas como Amazon, Casas Bahia, Mercado Livre e Shopee, e selecionamos opções que vão do básico ao avançado. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as ofertas, o Moto G56 5G (256 GB) aparece como a opção mais em conta, saindo por R$ 1.400 na Shopee. O modelo chama atenção pela proposta mais resistente, com certificação militar MIL-STD 810H, pensada para suportar condições adversas. Já quem busca um celular mais avançado pode olhar para o iPhone 16 (128 GB), encontrado por R$ 4.986 no Mercado Livre. O aparelho da Apple traz o chip A18, que entrega alto desempenho e velocidade de até 4,05 GHz, garantindo fluidez nas tarefas do dia a dia e também em usos mais exigentes. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Galaxy A56 da Samsung na cor rosa Katarina Bandeira/TechTudo 🔎 Como tirar fotos profissionais com o celular? Fotógrafo dá dicas Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝Qual é o celular da Motorola que tem a melhor bateria? Opine no Fórum do TechTudo Celulares em promoção: 6 modelos para comprar agora e economizar Moto G56 5G (256 GB) — para quem busca um intermediário resistente — de R$ 1.999 por R$ 1.400 Samsung Galaxy A17 5G (256 GB) — um celular básico para as tarefas simples do dia a dia e para quem não quer gastar muito — de R$ 1.849 por R$ 1.562 Samsung Galaxy A56 5G (256 GB ) — para quem quer um bom intermediário com desempenho acima da média e conjunto de câmeras atraentes — de R$ 3.499 por R$ 1.998 Motorola Edge 60 5G (512 GB) — para quem quer um intermediário premium com tela excepcional — de R$ 2.249 por R$ 2.099 Samsung Galaxy S25 FE 5G (256 GB) — para quem quer uma experiencia de topo de linha sem gastar muito — de R$ 5.799 por R$ 3.779 Apple iPhone 16 (128 GB) — para quem busca ótimo desempenho e recursos de inteligência artificial — de R$ 7.799 por R$ 4.986 1. Moto G56 5G (256 GB) — de R$ 1.999 por R$ 1.400 O Moto G56 é um modelo intermediário, com recursos equilibrados para atividades de baixa e média intensidade. O principal destaque é a segurança, já que traz certificação militar MIL-STD 810H, que comprova a resistência após vários testes de nível extremo. Há, ainda, a as certificações IP68 e IP69, que garantem proteção contra poeira e resistência à água. Outro ponto positivo é o processador Dimensity 7060, que atinge velocidade de até 2,6 GHz, e os 8 GB de memória RAM, que, juntos, proporcionam boa fluidez de navegação. O aparelho também conta com bateria de 5.200 miliamperes-hora (mAh) e conjunto fotográfico com lente dupla traseira, sendo a principal de 50 megapixels (MP) e uma ultrawide de 8 MP, para fotos a longas distâncias. A frontal, por sua vez, é de 32 MP, e garante boas selfies. Já o display tem tela AMOLED de 6,72 polegadas tem resolução Full HD+ (2.400 x 1.080 pixels) e taxa de atualização até 120 Hz. De R$ 1.999, o Moto G56 5G 256GB pode ser encontrado por R$ 1.400 na Shopee, avaliado com 4,9 estrelas de 5. Os usuários elogiam a fluidez de navegação em tarefas de média intensidade, a eficiência das câmeras, especialmente da frontal, e o bom custo-benefício. A bateria, no entanto, não chega a durar um dia inteiro, segundo alguns relatos, e esquenta durante o uso, o que reduz a experiência de uso. Prós: eficiência das câmeras traseira e frontal; fluidez de navegação; custo-benefício Contras: bateria não dura um dia inteiro; aparelho aquece durante o uso Motorola Moto G56 5G (256 GB) Moto G56 5G (256 GB) 2. Samsung Galaxy A17 5G (256 GB) — de R$ 1.849 por R$ 1.562 Embora seja um modelo de entrada, o Samsung Galaxy A17 5G possui atributos que focam no custo-benefício. Ele conta, por exemplo, com sistema NFC, para pagamentos por aproximação, 8 GB de RAM, o que ajuda na fluidez de navegação, recursos integrados de Inteligência Artificial (IA), que otimizam a usabilidade, e o display com tela Super AMOLED de 6,7 polegadas, com resolução Full HD+ (2.340 x 1.080 pixels) e taxa de atualização de 90 Hz, que garante ótima imersão visual. O aparelho também traz processador Exynos 1330, de 2,4 GHz, bateria de 5.000 mAh e conjunto fotográfico com lente tripla traseira, sendo a principal de 50 MP, uma ultrawide de 5 MP e uma macro de 2 MP. A frontal é de 13 MP. De R$ 1.849, o Samsung Galaxy A17 5G (256 GB) está disponível na Amazon por R$ 1.562, e tem 4,7 estrelas de avaliação. Os usuários elogiam a fluidez de navegação, o custo-benefício, a eficiência do conjunto fotográfico para um modelo de entrada e a boa imersão visual. Por outro lado, alguns comentam que o celular pode travar esporadicamente, além da falta de entrada P2 para fone de ouvido. Prós: custo-benefício; conjunto fotográfico eficiente para um modelo de entrada; fluidez de navegação; boa imersão visual Contras: não possui entrada P2 para fone de ouvido; pode travar durante tarefas mais exigentes Samsung Galaxy A17 5G (256 GB) Galaxy A17 5G (256 GB) 3. Samsung Galaxy A56 5G (256 GB ) — de R$ 3.499 por R$ 1.998 De linha intermediária da marca sul-coreana, o Samsung Galaxy A56 5G se destaca pelos recursos de IA integrados, relatado no review do TechTudo. O principal é "Inteligência Absurda", que otimiza atividades do dia a dia, como edição de fotos, sistema de pesquisas, entre outros. Outros pontos positivos são a imersão visual proporcionada, através da tela AMOLED de 6,7 polegadas, com resolução Full HD+ (2.340 x 1.080 pixels), e da fluidez de navegação, com o processador Exynos 1.580, que atinge velocidade de até 2,9 GHz, e os 8 GB de RAM. TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! 😯 O aparelho também conta com bateria de 5.000 mAh e conjunto fotográfico com câmera tripla traseira, sendo a lente principal de 50 MP, uma ultrawide de 12 MP e uma macro de 5 MP. Já a frontal é de 12 MP. Assim como em outros modelos da Samsung lançados em 2025, o Galaxy A56 traz, entre seus destaques, os recursos do Galaxy AI. A sul-coreana tem apostado mais em software do que em hardware em seus aparelhos, e isso é visto também neste modelo. De R$ 3.499, o Samsung Galaxy A56 5G 256GB sai por R$ 1.998 na Amazon, no Mercado Livre e na Casas Bahia. Ele recebe 4,9 estrelas de 5, com elogios para o custo-benefício, imersão visual e pela fluidez de navegação. Em contrapartida, alguns compradores reclamam da falta de entrada P2 para fone de ouvido e da baixa qualidade de registros proporcionado pelo conjunto fotográfico. Prós: fluidez de navegação; design atraente; custo-benefício Contras: não possui entrada P2 para fone de ouvido; conjunto fotográfico deixa a desejar Samsung Galaxy A56 5G (256 GB) Galaxy A56 5G (256 GB) 4. Motorola Edge 60 5G (512 GB) — de R$ 2.249 por R$ 2.099 Intermediário com recursos de linha premium, o Motorola Edge 60 5G se destaca pela alta eficiência do conjunto fotográfico. São três lentes traseiras que garantem ótima experiência: uma principal e uma híbrida de 50 MP cada, além de uma teleobjetiva de 10 MP. A frontal também possui 50 MP. Outro ponto positivo é imersão visual, através da tela curva pOLED de 6,7 polegadas, com resolução Super HD (2.712 x 1.220 pixels). O smartphone também traz procesador Dimensity 7300, de 2,5 GHz, 8 GB de memória RAM, bateria de 5.200 mAh e certificação MIL-STD-810H, que atesta a resistência contra vários tipos de danos. De R$ 2.249, o Motorola Edge 60 5G 512GB é encontrado por R$ 2.099 em sites como Amazon, Casas Bahia e Mercado Livre. Recebe nota 4,9 e os elogios ficam por conta da ótima eficiência do conjunto fotográfico, da bateria duradoura e do design leve e atraente. Em contrapartida, as reclamações apontam para períodos de aquecimento extremo durante o uso e da baixa do sistema de áudio, o que deixa a desejar. Prós: ótimo conjunto fotográfico; bateria duradoura; design leve e atraente Contras: pode aquecer durante o uso; sistema de áudio deixa a desejar Motorola Edge 60 5G (512 GB) 5G (512 GB) 5. Samsung Galaxy S25 FE 5G (256 GB) — de R$ 5.799 por R$ 3.779 Ainda que seja a versão mais acessível da linha 25, o Samsung Galaxy S25 FE 5G traz recursos de linha premium, que promete ótimo desempenho. O principal é o processador Exynos 2400, também presente em modelos premium da Samsung, que atinge até 3,39 GHz de velocidade, e garante ótima fluidez de navegação, comprovada pelos testes do TechTudo em review completo. O celular executa jogos pesados sem comprometer a experiência, mantendo boa taxa de quadros e responsividade. Galaxy S25 FE tem bom desempenho em jogos pesados Miguel Roberto e Francisco Paulo/TechTudo O principal ponto negativo fica por conta do aquecimento: o celular esquentou muito, e muito rápido, em usos mais exigentes, como jogos pesados e gravações em alta qualidade. Por outro lado, o material do smartphone ajudou o aparelho a esfriar em um tempo aceitável, o que ameniza o problema. Outro ponto positivo é o display, com tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ (2.340 x 1.080 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz. O aparelho também conta com 8 GB de RAM, bateria de 4.900 mAh e conjunto fotográfico composto por uma câmera principal de 50 MP, uma ultrawide de 12 MP, uma telefoto de 8 MP e uma frontal de 12 MP. A frontal, por sua vez, é de 12 MP. De R$ 5.799, o Samsung Galaxy S25 FE 5G 256GB sai por R$ 3.799 na Casas Bahia. Ele é avaliado com 4,9 estrelas. Os usuários aprovam o design elegante, a boa imersão visual, o ótimo nível de processamento, ideal para jogos de alta demanda, a eficiência do conjunto fotográfico e o carregamento rápido de 45W. Em contrapartida, alguns reclamam da baixa autonomia da bateria. Prós: ótima fluidez de navegação, ideal para jogos; alta imersão visual; carregamento rápido; eficiência do conjunto fotográfico Contras: bateria de baixa autonomia Samsung Galaxy S25 FE 5G (256 GB) Galaxy S25 FE 5G (256 GB) 6. Apple iPhone 16 (128 GB) — de R$ 7.799 por R$ 4.986 Um dos principais topos de linha existentes no mercado, o iPhone 16 traz recursos de primeira linha. O principal destaque é o processador A18, que possui cinco núcleos, o que garante desempenho excepcional, com velocidade de até 4,05 GHz. O conjunto fotográfico também é outro ponto positivo, com lente principal de 48 MP e uma ultrawide de 12 MP, entregando fotos claras, detalhadas e em alta resolução. Já a tela de 6,1 polegadas de tecnologia OLED, com resolução Full HD+ (2.556 x 1.179 pixels), proporciona ótima imersão visual, embora a taxa de atualização tenha permanecido na casa de 60 Hz. O celular da Apple traz recursos Dynamic Island, que otimizam a praticidade de uso, e Modo Cinema, que aumenta a qualidade de gravação de vídeos. Já o MagSafe promove recarregamento acelerado, através de indução. De R$ 7.799, o Apple iPhone 16 (128 GB) está disponível por R$ 4.986 no Mercado Livre, onde recebe 4,9 estrelas de avaliação. Os elogios ficam por conta da ótima fluidez de navegação, a alta eficiência das câmeras traseira e frontal, a possibilidade de ser usado para fins profissionais e gamer, e a boa duração da bateria. Prós: ótima fluidez de navegação; alta eficiência do conjunto fotográfico; processamento excelente, para gamers e fins profissionais; bateria duradoura Contras: preço elevado no Brasil Apple iPhone 16 (128 GB) iPhone 16 (128 GB) Com informações de Amazon, Mercado Livre, Casas Bahia, Shopee, Apple, Samsung e Motorola Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

Em dúvida? Veja 5 motivos para escolher o Galaxy A56 em vez do S25 FE

26 de Abril de 2026, 00:00

Galaxy A56 e Galaxy S25 FE estão entre os celulares da Samsung mais comparados por usuários no comparador de celulares do TechTudo. Embora o modelo da linha Fan Edition leve vantagem em desempenho, câmeras e recursos premium, o intermediário da marca ainda pode ser a compra mais inteligente em muitos casos. Os dois têm tela de 6,7 polegadas com 120 Hz, câmera principal de 50 MP, carregamento de 45 W e proposta de longa vida útil, mas a diferença de preço entre eles muda bastante a equação. A comparação ficou mais interessante porque a linha Galaxy A subiu de nível nos últimos anos e deixou mais nebulosa a fronteira em relação aos modelos FE. O Galaxy A56 já entrega design refinado, boa ficha técnica, recursos de IA e seis anos de atualizações, enquanto o Galaxy S25 FE aposta em mais potência, zoom óptico, construção mais sofisticada e sete anos de suporte. A questão é saber se os cerca de R$ 1.000 de diferença entre eles, na versão de 128 GB, realmente se traduzem em benefícios práticos para o usuário comum. A seguir, o TechTudo mostra cinco cenários em que o Galaxy A56 pode valer mais a pena do que o rival. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Review Galaxy A56: intermediário completo se destaca pelo custo-benefício Galaxy A56 foi considerado um dos melhores smartphones de 2025 pelo TechTudo Julia Rabaça/TechTudo ➡️Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual a diferença do S25 Ultra para o S26 Ultra? Pergunte no Fórum do TechTudo Em dúvida? Veja 5 motivos para escolher o Galaxy A56 em vez do S25 FE O TechTudo reuniu, a seguir, cinco cenários em que o Galaxy A56 pode fazer mais sentido do que o Galaxy S25 FE. Confira. Você prioriza bateria Você quer um design premium sem investir em um flagship Você busca um desempenho sólido para o dia a dia Você quer mais armazenamento Você prioriza custo-benefício Você prioriza bateria Se autonomia é um dos pontos mais importantes na sua escolha, o Galaxy A56 leva uma pequena vantagem. O intermediário da Samsung traz bateria de 5.000 mAh, contra 4.900 mAh do Galaxy S25 FE, além de também oferecer carregamento rápido de 45 W. Na prática, a diferença de capacidade não parece enorme no papel, mas ajuda a reforçar a proposta do A56 como um celular pensado para quem quer passar mais tempo longe da tomada sem gastar tanto. No review em vídeo do TechTudo, a editora Ana Letícia Loubak destacou que o Galaxy A56 aguenta bem um dia e meio e pode até chegar a dois dias em uso moderado, o que o coloca em uma posição bastante confortável para a categoria. Ele também foi elogiado pela eficiência energética e pela boa experiência no dia a dia. O ponto de atenção fica para o carregador de 15 W que vem na caixa, já que, para aproveitar toda a potência de 45 W, é preciso comprar um adaptador mais forte separadamente. TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! 😯 Outro ponto que joga a favor do Galaxy A56 é o desempenho em testes de autonomia. No ranking de bateria do GSMArena, o modelo aparece à frente do Galaxy S25 FE, reforçando que a combinação entre bateria de 5.000 mAh e chip Exynos 1580, fabricado em 4 nm e com frequência máxima de 2,9 GHz, entrega um consumo mais equilibrado para o usuário comum. Para quem quer menos preocupação com carga no fim do dia, esse detalhe pode pesar bastante na decisão. Você quer um design premium sem investir em um flagship Se a ideia é ter um celular com aparência sofisticada e construção mais caprichada sem pagar o preço de um topo de linha, o Galaxy A56 faz bastante sentido. A Samsung vem aproximando cada vez mais a identidade visual das suas linhas, e isso aparece com força no intermediário. O novo módulo de câmeras em formato de pílula, por exemplo, é uma mudança sutil, mas bem-vinda, porque dá ao aparelho uma cara mais premium e o aproxima visualmente de modelos como Galaxy S25 Edge e Galaxy Z Fold 7. Na prática, o A56 entrega boa parte dessa sensação de produto mais caro. O aparelho traz Gorilla Glass Victus+ na frente e na traseira, moldura de alumínio, espessura de 7,4 mm e certificação IP67. Isso significa que, embora não chegue ao mesmo nível do S25 FE em proteção, ele ainda oferece resistência contra poeira e água mais do que suficiente para o uso cotidiano. O Galaxy S25 FE, por sua vez, sobe um degrau com IP68 e estrutura em Armor Aluminum, mas essa diferença tende a ser pouco perceptível na rotina da maior parte dos usuários. Galaxy A56 da Samsung ganha novo entalhe para câmeras Katarina Bandeira/TechTudo Outro ponto importante é que os dois têm praticamente o mesmo porte. Ambos trazem tela de 6,7 polegadas e espessura semelhante, mas o S25 FE é um pouco mais leve, com 190 gramas (g), enquanto o A56 pesa 198 g. Ainda assim, essa diferença está longe de mudar a experiência de forma decisiva. O review do TechTudo mostra que o Galaxy A56, embora mais barato, passa sensação de robustez, tem cores atuais e acabamento convincente para a categoria. Você busca um desempenho sólido para o dia a dia Se o seu uso passa mais por redes sociais, streaming, fotos, vídeos, apps de banco, navegação e até alguma edição de conteúdo do que por jogos pesados, o Galaxy A56 pode ser a escolha mais racional. É verdade que o Galaxy S25 FE abre vantagem considerável em desempenho bruto: no AnTuTu, o A56 marca 1.235.720 pontos, enquanto o S25 FE chega a 2.006.294. Na prática, essa diferença tende a aparecer mais em games exigentes, multitarefa extrema e tarefas mais pesadas por períodos longos. Isso não significa, porém, que o A56 fique devendo para o usuário comum. O intermediário da Samsung traz o Exynos 1580, chip de 4 nm com frequência máxima de 2,9 GHz, aliado a 8 GB de RAM. Nos reviews do TechTudo, o aparelho foi descrito como um modelo equilibrado, com desempenho sólido e evolução perceptível em relação à geração anterior. Ele também foi elogiado por lidar bem com multitarefa, apps de edição, navegação e uso cotidiano. Exynos 1580, da Samsung Reprodução/Samsung Vale dizer que, sim, o Galaxy S25 FE é claramente mais potente e faz mais sentido para quem quer jogar com mais folga ou extrair o máximo do hardware. Mas, para quem não é gamer e procura um celular rápido o suficiente para gravar vídeos, editar no CapCut, usar redes sociais, assistir a séries e manter vários apps abertos sem sofrimento, o A56 já entrega uma das performances mais sólidas da categoria. Nesse cenário, a economia pode pesar mais do que a vantagem bruta do rival. Você quer mais armazenamento Se espaço interno é uma prioridade para você, o Galaxy A56 também pode fazer mais sentido. Na Amazon, o Galaxy S25 FE com 128 GB e 8 GB de RAM aparece por R$ 2.798, enquanto o Galaxy A56 com a mesma configuração sai por R$ 1.798,90. A diferença é de quase R$ 1.000 entre os dois modelos. Esse ponto pesa ainda mais porque nenhum deles oferece slot para cartão microSD. Ou seja, a versão escolhida na compra será a responsável por armazenar fotos, vídeos, aplicativos, downloads e arquivos ao longo dos próximos anos. Galaxy A56 não conta com entrada para MicroSD Katarina Bandeira/TechTudo Nesse cenário, o A56 acaba se tornando mais interessante para quem quer equilíbrio entre espaço e preço. Afinal, ele já entrega 128 GB com um custo bem menor, e a economia pode até ser usada para investir na versão de 256 GB, que continua mais acessível do que o S25 FE em muitos varejistas. Para quem quer mais folga no armazenamento sem gastar demais, esse cálculo pesa bastante a favor do intermediário. Você prioriza custo-benefício No fim das contas, este é o ponto em que o Galaxy A56 mais se fortalece. O modelo entrega uma combinação muito competente de tela, bateria, câmeras, design, recursos de IA e longevidade de software por um preço bem mais baixo que o do Galaxy S25 FE. Na prática, isso significa que ele consegue atender muito bem à maior parte das necessidades do usuário comum sem exigir o investimento de um celular mais avançado da linha Fan Edition. Galaxy A56 na cor preta Julia Rabaça/TechTudo Hoje, a diferença de preço ajuda a explicar esse cenário. Na Amazon, o Galaxy S25 FE de 128 GB e 8 GB de RAM aparece por R$ 2.712, enquanto o Galaxy A56 com a mesma configuração custa R$ 1.839 no Mercado Livre. Ou seja, o modelo da linha A sai cerca de R$ 1.000 mais barato. Para muita gente, essa economia pesa mais do que vantagens como o processador mais forte, a teleobjetiva e o acabamento ainda mais premium do FE. Em ambas análises do TechTudo, o Galaxy A56 foi definido como um intermediário equilibrado, com design refinado, tela de alta qualidade, recursos de IA e atualização garantida por anos. Em outras palavras, ele não tenta ser o mais potente da comparação, mas consegue entregar o essencial com bastante competência por um valor muito mais fácil de justificar. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4 e 5), YouTube, Samsung e GSMArena Mais de TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

Instagram não carrega? Usuários apontam instabilidade

25 de Abril de 2026, 15:54

O Instagram não está carregando para alguns usuários desde sexta (24). No portal Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços online, os usuários começaram a registrar o problema por volta das 4h da manhã do dia 24 com mais de 100 reclamações e o problema continua. No Google Trends, termos como "instagram fora do ar" e "instagram não carrega" apresentam crescimento. A solução tem sido utilizar o Instagram Lite . O TechTudo entrou em contato com a rede social. A matéria será atualizada assim que retornarem. Nas próximas linhas, confira os principais relatos sobre a falha no Instagram hoje. 🔎 É o novo Snapchat? Instagram testa Instants: app de fotos que somem em 24h 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Instagram apresenta instabilidade nesta terça-feira Mariana Saguias/TechTudo 📝 Como ganhar curtidas no Instagram? Veja dicas no Fórum do TechTudo Instagram fora do ar? Usuários apontam que app não carrega Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Usuários no Downdetector comentam que o Instagram não carrega Reprodução/Downdetector Mais do TechTudo Veja também: como fazer Photo Dumb no Instagram Como fazer Photo Dump no Instagram

30 melhores filmes de viagem no tempo da história, segundo o IMDb

25 de Abril de 2026, 06:03

Os melhores filmes de viagem no tempo, de acordo com os usuários do IMDb, incluem títulos consagrados como Interestelar (2014), além das sagas De Volta para o Futuro (1985) e O Exterminador do Futuro (1984). Porém, para além de ficções científicas, a lista também conta com comédias, animações e longas nacionais, disponíveis em streamings como HBO Max, Netflix e Amazon Prime Video. Se você quer saber os filmes de viagem no tempo com melhores avaliações no IMDb, continue lendo. O TechTudo separou os 30 títulos do gênero que se destacam no portal, com mais detalhes de enredo, elenco, repercussão e onde assistir a cada um deles. Confira, a seguir. 🎬10 melhores filmes de suspense de todos os tempos, segundo o IMDb 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos A saga De Volta para o Futuro ganha destaque entre os longas de viagem no tempo Reprodução/Universal Pictures 📝Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista do TechTudo com 30 melhores filmes de viagem no tempo, segundo o IMDb, você encontra: Interestelar (2014): um astronauta embarca em uma missão espacial de anos, sabendo que nunca mais poderá ver os seus filhos. O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991): um andróide deve proteger um jovem, que, no futuro, será um importante líder. De Volta para o Futuro (1985): um adolescente acaba no passado e, sem querer, interfere no casamento dos pais. Agora, precisa fazer de tudo para juntá-los. O Exterminador do Futuro (1984): um exterminador é enviado ao passado com o objetivo de matar uma mulher, que será mãe de um líder maligno. O Planeta dos Macacos (1968): após séculos em uma expedição, astronautas acabam em um planeta dominado por macacos, onde humanos são escravizados. Os 12 Macacos (1995): um prisioneiro deve voltar ao passado, a fim de descobrir o que levou o surgimento de um vírus mortal há muitos anos. Feitiço do Tempo (1993): um jornalista vai cobrir o Dia da Marmota e se vê em um looping temporal, revivendo sempre o mesmo dia, do começo ao fim. Donnie Darko (2001): um adolescente problemático é perturbado com a imagem de um coelho misterioso, que parece saber o que vai acontecer. Star Trek (2009): a tripulação da USS Enterprise deve impedir um vilão maligno, que deseja acabar com os humanos. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004): quando um presidiário, responsável por trair os pais de Harry, foge de Azkaban, o jovem bruxo se vê em perigo. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014): a consciência de Wolverine é enviada ao passado, onde assume seu corpo jovem. O objetivo é evitar a perseguição contra mutantes. No Limite do Amanhã (2014): em uma guerra contra alienígenas, um soldado fica preso em um looping temporal, se tornando mais forte a cada morte. Questão de Tempo (2013): um rapaz descobre que todos os homens de sua família viajam no tempo. Ele aproveita o dom, mas não demora a conhecer as consequências de seus atos. De Volta para o Futuro: Parte II (1989): um adolescente e um cientista devem viajar ao futuro, para o ano de 2015, a fim de salvar a família do jovem. Efeito Borboleta (2004): um adolescente volta ao passado e tenta consertar seus erros, mas toda vez que retorna ao presente percebe um novo problema. Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato (1996): o capitão Jean-Luc e sua tripulação devem lutar contra os Borgs, a fim de proteger a vida na Terra. A Garota que Conquistou o Tempo (2006): uma jovem no Ensino Médio percebe que consegue viajar no tempo e usa o dom para tentar melhorar o seu presente. De Volta para o Futuro: Parte III (1990): o adolescente Marty descobre que seu amigo cientista foi assassinado no passado e vai até o Velho Oeste para salvá-lo. A Máquina do Tempo (1960): um cientista acredita que a humanidade está mais unida no futuro, mas ao viajar no tempo, percebe que os humanos se dividiram em dois grupos. Durante a Tormenta (2018): ao tentar salvar um menino, que morreu há 25 anos na casa em que vive, uma mulher coloca em risco a sua própria família. Palm Springs (2020): um casal de convidados em um casamento se encontram presos em um looping temporal, ficando cada vez mais próximos. O Predestinado (2014): um agente temporal se prepara para a sua última missão, com o objetivo de prender um criminoso que realizou um atentado mortal no passado. Stargate - Linha do Tempo (2008): a tripulação intergaláctica entra em um mundo onde o antigo portal estelar não existe. Agora, devem correr contra o tempo para escapar. Looper: Assassinos do Futuro (2012): um assassino que viaja no tempo precisa lutar para sobreviver quando descobre que o seu chefe deseja eliminá-lo. Alta Frequência (2000): um rapaz, que perdeu o pai há 30 anos, conversa com um homem misterioso através de um rádio antigo. Seria o objetivo um portal para o passado? Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986): ao receberem uma mensagem de uma entidade, uma equipe intergaláctica precisa viajar no tempo para impedir a destruição da Terra. Em Algum Lugar do Passado (1980): um artista encontra uma senhora e, anos depois, percebe que ela pode ser uma enviada do passado com uma mensagem poderosa. Camisa de Força (2005): um soldado perde a memória e é preso. Quando é teletransportado para o futuro, precisa encontrar uma forma de mudar seu passado. O Homem do Futuro (2011): um cientista tenta reverter uma humilhação que sofreu no passado, mas acaba mudando mais do que deveria de seu presente. Click (2006): um arquiteto sobrecarregado usa um controle mágico para modificar o tempo, mas não demora para que as coisas saiam do controle. 1. Interestelar (2014) Um grupo de astronautas embarca em uma missão para analisar diversos planetas, a fim de avaliar a possibilidade de receberem humanos. A viagem é liderada por Cooper, que sabe que, ao aceitar o compromisso, nunca mais poderá ver seus filhos. Porém, com o passar dos anos, a sua própria filha parte em uma jornada para salvar os humanos. O longa é estrelado por Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas), Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada) e Jessica Chastain (A Grande Jogada), que interpretam os astronautas Cooper, Brand e a filha Murph. Disponível na HBO Max, Interestelar tem 8.7 pontos no IMDb e foi indicado a cinco prêmios no Oscar, levando um troféu para casa. A direção é assinada por Christopher Nolan. 🎬Interestelar: veja sinopse do filme dirigido por Christopher Nolan Gênero: Ficção científica Direção: Christopher Nolan Nota: 8,7 Onde assistir: HBO Max Interestelar é um dos principais filmes dirigidos por Christopher Nolan Divulgação/IMDb 2. O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991) A criança, que deverá guiar a humanidade, já nasceu. Porém, ela está longe do seu objetivo, já que a sua mãe biológica é considerada insana por insistir na vinda de um exterminador do futuro. Agora, o androide original do filme deve retornar para proteger o menino. Porém, modelos avançados de máquinas vão entrar no seu caminho. O elenco traz Arnold Schwarzenegger (O Predador), Edward Furlong (A Outra História Americana) e Robert Patrick (Pacificador). Dirigido por James Cameron, a continuação do longa de sucesso ganhou quatro prêmios no Oscar. Com 8.6 pontos no IMDb, o longa está disponível na Claro TV+. 🎬Onde assistir a O Exterminador do Futuro? Saiba a ordem correta dos filmes Gênero: Ação Direção: James Cameron Nota: 8,6 Onde assistir: Claro TV+ O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final é sequência de longa de sucesso Divulgação/Universal Pictures 3. De Volta para o Futuro (1985) Marty McFly é um jovem aventureiro que, por acidente, aciona uma máquina do tempo construída pelo cientista Dr. Brown. Assim, ele retorna aos anos 50 e conhece a sua mãe, que ainda não está com o seu pai. Para piorar, ela acaba se apaixonando por Marty, colocando a sua própria existência em risco. O elenco conta com Michael J. Fox (Caras e Caretas), Christopher Lloyd (Anônimo 2) e Lea Thompson (Alguém Muito Especial) como Marty, o cientista e a mãe, Lorraine. O primeiro filme da trilogia ganhou um prêmio no Oscar e é avaliado com média 8.5 no IMDb. O título está disponível na HBO Max e tem direção de Robert Zemeckis. 🎬Onde assistir à trilogia De Volta Para o Futuro? Veja história, elenco e mais Gênero: Ficção científica Direção: Robert Zemeckis Nota: 8,5 Onde assistir: HBO Max De Volta para o Futuro é o primeiro filme da trilogia de viagem no tempo Reprodução/IMDb 4. O Exterminador do Futuro (1984) No futuro, a guerra entre homens e máquinas é iniciada. Do lado da tecnologia, um andróide é enviado ao passado com o objetivo de matar Sarah, a mãe do jovem que irá se tornar um líder maligno. Porém, os humanos se prepararam e também enviaram um representante, chamado Kyle, para protegê-la no passado. O primeiro longa da saga conta com Arnold Schwarzenegger, além de Linda Hamilton (O Inferno de Dante) e Michael Biehn (Aliens: O Resgate) como Sarah e Kyle. O título de ação tem direção de James Cameron, acumulando 8.1 pontos nas avaliações do IMDb. O filme está disponível no catálogo do Amazon Prime Video. 🎬Onde assistir a O Exterminador do Futuro? Saiba a ordem correta dos filmes Gênero: Ação Direção: James Cameron Nota: 8,1 Onde assistir: Amazon Prime Video O primeiro filme de O Exterminador do Futuro foi lançado em 1984 Divulgação/Amazon Prime Video 5. O Planeta dos Macacos (1968) George Taylor é um astronauta que embarca em uma viagem em estado de hibernação. Após séculos no processo, ele e seus companheiros acordam em um planeta dominado por macacos. Lá, os seres humanos são escravizados, considerados grandes inimigos da espécie. Estrelado por Charlton Heston (Ben-Hur) como George, o elenco também tem Linda Harrison (Cocoon) e Roddy McDowall (A Hora do Espanto) como Nova e Cornelius. O filme, dirigido por Franklin J. Schaffner, foi indicado a dois prêmios no Oscar e tem 8 pontos no IMDb. O Planeta dos Macacos está disponível no Disney+ e no Plex. 🎬Planeta dos Macacos: veja ordem cronológica e onde assistir aos 10 filmes Gênero: Ficção científica Direção: Franklin J. Schaffner Nota: 8 Onde assistir: Disney+ e Plex O Planeta dos Macacos é um dos clássicos de viagem no tempo Reprodução/The Movie Database 6. Os 12 Macacos (1995) James foi condenado por um crime em 2035. Como forma de reduzir a punição, ele aceita embarcar para o passado, a fim de descobrir o que originou um vírus, que acabaria por destruir grande parte da população terrestre. Lá, ele conta apenas com o apoio de uma cientista, sendo tido como louco pela maioria das pessoas. Bruce Willis (O Sexto Sentido), Brad Pitt (Clube da Luta) e Madeleine Stowe (Vingança) estão no elenco como James, Jeffrey e Kathryn. Indicado a dois prêmios no Oscar, o título é dirigido por Terry Gilliam e acumula 8 pontos no IMDb. Os 12 Macacos está disponível no catálogo do Amazon Prime Video. Gênero: Ficção científica Direção: Terry Gilliam Nota: 8 Onde assistir: Amazon Prime Video Em Os 12 Macacos, um condenado deve voltar ao passado e impedir o surgimento de um vírus mortal Reprodução/IMDb 7. Feitiço do Tempo (1993) Phil é um meteorologista arrogante, que não se dá bem com a sua equipe. Tudo muda quando ele deve cobrir o Dia da Marmota e acaba preso em um looping temporal, tendo que reviver o mesmo dia até que mude suas atitudes. O título de romance é estrelado por Bill Murray (Encontros e Desencontros) e Andie MacDowell (Casamento Sangrento) como Phil e Rita. Dirigido por Harold Ramis, o longa tem 8 pontos no IMDb e está disponível no Amazon Prime Video. Gênero: Romance Direção: Harold Ramis Nota: 8 Onde assistir: Amazon Prime Video O Feitiço do Tempo é filme de romance com viagem no tempo Reprodução/IMDb 8. Donnie Darko (2001) Donnie é um jovem excluído, que não consegue se entender com os jovens de sua idade. Em um dia, começa a ter visões de Frank, um coelho gigante que só ele consegue ver e que parece saber o que está prestes a acontecer. Estrelado por Jake Gyllenhaal (O Abutre), o filme também traz Drew Barrymore (Como Se Fosse a Primeira Vez) como Karen. Dirigido por Richard Kelly, Donnie Darko tem 8 pontos no IMDb e está disponível no catálogo do Amazon Prime Video. 🎬Onde assistir a Donnie Darko? Veja sinopse, elenco e explicação do filme Gênero: Terror Direção: Richard Kelly Nota: 8 Onde assistir: Amazon Prime Video Donnie Darko é um filme de terror dirigido por Richard Kelly Reprodução/Flashstar Filmes 9. Star Trek (2009) Um jovem oficial, Kirk, e um vulcano, Spock, devem arranjar uma forma de impedir o comandante Nero, que está a bordo da USS Enterprise e tem como objetivo destruir a humanidade. O filme de ficção científica tem Chris Pine (A Qualquer Custo), Zachary Quinto (Mentes Extraordinárias) e Zoë Saldaña (Avatar) como Kirk, Spock e Uhura. A obra ganhou um prêmio no Oscar e é avaliada com 7.9 pontos no IMDb. Dirigida por J. J. Abrams, está disponível no Paramount+. Gênero: Ficção científica Direção: J. J. Abrams Nota: 7,9 Onde assistir: Paramount+ Star Trek é releitura de obra de sucesso, da década de 60 Reprodução/MUBI 10. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004) No terceiro ano de Harry Potter em Hogwarts, as coisas se complicam quando o criminoso Sirius Black escapa da prisão de Azkaban. Harry rapidamente se torna alvo, uma vez que Black é condenado por ter traído os pais do protagonista. Ao final do filme, Hermione auxilia o bruxo a voltar no tempo, para garantir que os verdadeiros culpados sejam punidos. O longa traz Daniel Radcliffe (Na Selva) e Emma Watson (Adoráveis Mulheres), como Harry e Hermione, além de Gary Oldman (Slow Horses) como Sirius. Dirigido por Alfonso Cuarón, o filme foi indicado a dois prêmios no Oscar. Ao todo, a terceira obra acumula 7.9 pontos no IMDb e está disponível na HBO Max. 🎬Harry Potter na ordem cronológica: veja como assistir aos filmes Gênero: Fantasia Direção: Alfonso Cuarón Nota: 7,9 Onde assistir: HBO Max Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é o terceiro filme da saga de magia Divulgação/Warner Bros. Pictures 11. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014) Para salvar os mutantes, a consciência de Wolverine é enviada em uma viagem no tempo, para os anos 70. Lá, ela ocupa o corpo do herói na época e deve encontrar os jovens Xavier e Magneto para impedir a perseguição e a morte dos mutantes no futuro. O filme foi indicado a um prêmio no Oscar e traz Hugh Jackman (O Rei do Show), Patrick Stewart (Macbeth) e Ian McKellen (O Senhor dos Anéis) como Wolverine, Charles Xavier e Magneto. Dirigido por Bryan Singer, a obra tem 7.9 pontos no IMDb e está disponível na Disney+. 🎬Ordem cronológica dos X-Men: veja quais filmes assistir primeiro Gênero: Ação Direção: Bryan Singer Nota: 7,9 Onde assistir: Disney+ Em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, Wolverine deve voltar ao passado Reprodução/IMDb 12. No Limite do Amanhã (2014) A Terra é dominada por alienígenas, fazendo com que Bill Cage deva ir até a linha de frente no confronto final. Para isso, ele conta com a ajuda da guerreira Rita Vrataski. Porém, inexplicavelmente, ele fica preso em um looping temporal, revivendo o mesmo dia. E, a cada vez que morre, consegue avançar mais no embate contra os alienígenas. No Limite do Amanhã é estrelado por Tom Cruise (Missão Impossível) e Emily Blunt (Um Lugar Silencioso) como Bill e Rita. O filme de ação é dirigido por Doug Liman, conta com 7.9 pontos no IMDb e está disponível no catálogo da HBO Max. Gênero: Ação Direção: Doug Liman Nota: 7,9 Onde assistir: HBO Max No Limite do Amanhã: a Terra é dominada por alienígenas e um looping temporal pode ajudar os humanos Divulgação/IMDb 13. Questão de Tempo (2013) Ao completar 21 anos, o pai de Tim revela ao jovem que todos os homens da sua família conseguem viajar no tempo. A princípio, ele usa o dom para conquistar Mary, mas logo percebe que as consequências de suas viagens podem ser imensas. Domhnall Gleeson (The Paper) e Rachel McAdams (Diário de uma Paixão) são creditados como Tim e Mary. Dirigido por Richard Curtis, Questão de Tempo tem 7.8 pontos no IMDb e está disponível na Claro TV+. Gênero: Romance Direção: Richard Curtis Nota: 7,8 Onde assistir: Claro TV+ Questão de Tempo é um longa de romance com viagem no tempo Reprodução/IMDb 14. De Volta para o Futuro: Parte II (1989) No segundo filme da saga, o cientista Brown e o jovem Marty levam a namorada do rapaz, Jennifer, para 2015. O objetivo é consertar uma questão familiar, que impacta o futuro de todos. Porém, Biff, um inimigo da família, fará de tudo para impedi-los. Christopher Lloyd e Michael J. Fox repetem seus papéis na saga ao lado de Elisabeth Shue (O Homem Sem Sombra), que dá vida a Jennifer. Com direção de Robert Zemeckis, o filme foi indicado a um prêmio no Oscar, tem 7.8 pontos no IMDb e está disponível na HBO Max. 🎬Onde assistir à trilogia De Volta Para o Futuro? Veja história, elenco e mais Gênero: Ficção científica Direção: Robert Zemeckis Nota: 7,8 Onde assistir: HBO Max Em De Volta para o Futuro: Parte II, Doc e Marty devem viajar até 2015 Reprodução/Universal Pictures 15. Efeito Borboleta (2004) Evan tenta lidar com os traumas ao escrever o que aconteceu. Porém, um dia, ele percebe que consegue, de fato, retornar ao passado e tenta mudar os acontecimentos, a fim de proteger seus amigos. Porém, a cada tentativa, novos problemas surgem no futuro. Estrelado por Ashton Kutcher (Sexo Sem Compromisso), o longa conta com Amy Smart (Apenas Amigos) e Elden Henson (Demolidor) como os amigos Kayleigh e Lenny. Escrito e dirigido pela dupla Eric Bress e J. Mackye Gruber, Efeito Borboleta tem 7.6 pontos no IMDb e está disponível na HBO Max. Gênero: Drama Direção: Eric Bress e J. Mackye Gruber Nota: 7,6 Onde assistir: HBO Max Efeito Borboleta é filme de viagem no tempo, estrelado por Ashton Kutcher Reprodução/IMDb Gosta de filmes de viagem no tempo? ⏳ 10 filmes de viagem no tempo incríveis, mas que traumatizaram todo mundo 10 bons filmes de viagem no tempo, mas que não são de ficção científica 12 melhores filmes de viagem no tempo, segundo a crítica 12 filmes de viagem no tempo engraçados que todo mundo devia assistir 12 filmes de ficção científica com viagem no tempo que valem a pena assistir 12 filmes de viagem no tempo que vão dar um nó na sua cabeça 10 filmes de viagem no tempo tristes que vão te fazer desidratar de chorar 12 filmes de romance com viagem no tempo que você precisa assistir 16. Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato (1996) O capitão Jean-Luc e sua tripulação na Enterprise têm uma nova missão: combater os Borgs, criaturas meio máquinas que querem destruir os humanos e alterar a história da Terra. Patrick Stewart, Jonathan Frakes (O Guardião 3) e Marina Sirtis (A Perversa) dão vida a Jean-Luc, Riker e Deanna Troi. Indicado a um Oscar, o filme é dirigido por Jonathan Frakes, acumula 7.6 no IMDb e está disponível para aluguel no Youtube, Google Play Filmes e Amazon Prime Video. Gênero: Ficção científica Direção: Jonathan Frakes Nota: 7,6 Onde assistir: aluguel no Youtube, Google Play Filmes e Amazon Prime Video Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato mostra uma importante missão do capitão Jean-Luc Reprodução/IMDb 17. A Garota que Conquistou o Tempo (2006) Makoto Kono é uma jovem, que está no terceiro ano do Ensino Médio e descobre que tem a capacidade de viajar no tempo. No começo, ela usa o dom para ajudá-la no presente, mas não demora a descobrir que alterar o passado pode trazer consequências drásticas no futuro. Riisa Naka (Zebraman) e Takuya Ishida (Sin and Evil) dublam Makoto e o amigo Chiaki na animação, dirigida por Mamoru Hosoda. Com 7.6 pontos no IMDb, A Garota que Conquistou o Tempo está disponível no Amazon Prime Video. Gênero: Animação Direção: Mamoru Hosoda Nota: 7,6 Onde assistir: Amazon Prime Video A Garota que Conquistou o Tempo é animação japonesa sobre viagem no tempo Divulgação/IMDb 18. De Volta para o Futuro: Parte III (1990) Marty recebe uma carta de Doc, dizendo que o cientista decidiu viver no Velho Oeste, em 1885. Porém, o jovem descobre que o amigo foi assassinado dias depois do envio da carta e decide voltar no tempo, mais uma vez, a fim de salvá-lo. Christopher Lloyd e Michael J. Fox retornam novamente ao papéis de Doc e Marty. Dirigido por Robert Zemeckis, o terceiro filme da saga tem 7.5 pontos no IMDb e também está disponível na HBO Max. 🎬Onde assistir à trilogia De Volta Para o Futuro? Veja história, elenco e mais Gênero: Faroeste Direção: Robert Zemeckis Nota: 7,5 Onde assistir: HBO Max De Volta para o Futuro: Parte III se passa no passado, no Velho Oeste Divulgação/Universal Pictures 19. A Máquina do Tempo (1960) O cientista George vive no século XIX e decide viajar ao futuro, certo de que a humanidade estará mais unida. Entretanto, lá encontra os humanos divididos em dois grupos: as pessoas pacíficas da superfície e os subterrâneos, que se tornaram canibais. Para piorar tudo, ele deve ir até os subterrâneos, a fim de recuperar a sua máquina e voltar ao seu tempo. Estrelado por Rod Taylor (Os Pássaros), o filme também conta com Yvette Mimieux (Luz na Praça) como Weena e ganhou um prêmio no Oscar. A direção ficou por conta de George Pal. O longa tem 7.5 pontos no IMDb e está disponível na Claro TV+. Gênero: Ficção científica Direção: George Pal Nota: 7,5 Onde assistir: Claro TV+ Em A Máquina do Tempo, um cientista decide ir ao futuro e encontra a humanidade dividida Reprodução/IMDb 20. Durante a Tormenta (2018) Uma falha no tempo espaço permite que Vera salve um menino que morou na sua casa, há 25 anos, e foi assassinado. Porém, a sua atitude altera diversas linhas do tempo, fazendo com que ela nunca conhecesse o seu marido e, consequentemente, sua filha nunca nascesse. Agora, ela precisa entender como recuperar a sua vida. Adriana Ugarte (Castelos de Papel) e Álvaro Morte (La Casa de Papel) estão no filme como Vera e David. O longa de suspense, disponível na Netflix, é dirigido por Oriol Paulo e tem 7.4 pontos no IMDb. Gênero: Suspense Direção: Oriol Paulo Nota: 7,4 Onde assistir: Netflix Durante a Tormenta, Vera acaba mudando a sua vida quando viaja ao passado para salvar um menino da morte Reprodução/The Movie Database 21. Palm Springs (2020) Nyles e Sarah são dois convidados de um casamento que, por algum motivo, se encontram presos em um looping temporal. Enquanto buscam uma forma de voltar ao normal, se veem cada vez mais próximos. O título é estrelado por Andy Samberg (Brooklyn 99) e Cristin Milioti (How I Met Your Mother) como Nyles e Sarah. Dirigido por Max Barbakow, o longa tem 7.4 pontos no IMDb e está disponível no Disney+. Gênero: Romance Direção: Max Barbakow Nota: 7,4 Onde assistir: Disney+ Em Palm Springs, dois estranhos se apaixonam durante um looping temporal Reprodução/IMDb 22. O Predestinado (2014) Um agente temporal, responsável por viajar no tempo caçando criminosos, deve realizar a sua última missão. Agora, ele precisa capturar um homem que realizou um atentado mortal, mas o desafio será muito maior do que esperava. Estrelado por Ethan Hawke (Antes do Amanhecer), o filme também traz Sarah Snook (Succession) como Jane. A ficção científica é dirigida pela dupla Michael Spierig e Peter Spierig e é avaliada em 7.4 pontos no IMDb. O longa está disponível para aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video. Gênero: Ficção científica Direção: Michael Spierig e Peter Spierig Nota: 7,4 Onde assistir: aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video Em O Predestinado, um agente temporal deve realizar a sua última missão Divulgação/IMDb 23. Stargate - Linha do Tempo (2008) Os membros do SG-1, comandados pelo General Jack O’Neil, partem em mais uma missão intergaláctica. Entretanto, eles acabam em um mundo onde o portal estelar, Stargate, ainda não existe, fazendo com que eles devam correr contra o tempo para resolver o problema e escaparem vivos. Richard Dean Anderson (MacGyver), Amanda Tapping (Children of Gods) e Ben Browder (Exércitos de Mercenários) estrelam como Jack O’Neil, Samantha e Cameron. Dirigido por Martin Wood, o filme tem 7.4 pontos no IMDb e está disponível para aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video. Gênero: Ficção científica Direção: Martin Wood Nota: 7,4 Onde assistir: aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video Stargate - Linha do Tempo acompanha a tribulação em uma missão intergaláctica Reprodução/IMDb 24. Looper: Assassinos do Futuro (2012) Em 2074, a viagem no tempo está proibida, usada apenas ilegalmente por mafiosos. Para eliminar um alvo, eles utilizam os Loopers, assassinados que aguardam o alvo no passado, pronto para matá-los. Joe é um dos loopers mais talentosos, mas se vê em uma encruzilhada quando seu chefe decide encerrar o seu ciclo e o envia ao passado para matar a si mesmo. Joseph Gordon-Levitt (500 Dias com Ela) e Bruce Willis dividem o papel de Joe, enquanto Emily Blunt dá vida a Sara. O filme tem direção de Rian Johnson, está disponível no Amazon Prime Video e tem média de 7.4 pontos no IMDb. Gênero: Ficção científica Direção: Rian Johnson Nota: 7,4 Onde assistir: Amazon Prime Video Em Looper: Assassinos do Futuro, um criminoso deve lutar para sobreviver Reprodução/IMDb 25. Alta Frequência (2000) John Sullivan tem um desejo: voltar ao dia 12 de outubro de 1969 e impedir um incêndio que matou o seu pai, um bombeiro talentoso. Um dia antes do aniversário de 30 anos da morte do parente, ele encontra um rádio velho na garagem do falecido. Através do aparelho, começa a se comunicar com um homem, que parece ter todas as características do seu pai. James Caviezel (Som da Liberdade) interpreta John, enquanto Dennis Quaid (A Substância) dá vida ao pai, Frank. O filme de ficção científica acumula 7.4 pontos no IMDb e tem direção de Gregory Hoblit. Alta Frequência está disponível para aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video. Gênero: Ficção científica Direção: Gregory Hoblit Nota: 7,4 Onde assistir: aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video Em Alta Frequência, John acredita ter a chance de salvar o seu pai, morto em um incêndio há 30 anos Reprodução/IMDb 26. Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1986) A tripulação da nave USS Enterprise decide voltar do tempo, a fim de conseguir uma forma de se comunicar com uma entidade misteriosa. A entidade, em questão, está ameaçando a vida na Terra e o objetivo é expulsá-la definitivamente da região. Indicado a quatro prêmios no Oscar, o longa conta com William Shatner (Justiça Sem Limites) e DeForest Kelley (Um Rosto no Espelho) como Kirk e McCoy. Dirigido e estrelado por Leonard Nimoy (Fronteiras), que interpreta Spock, o filme tem 7.3 pontos no IMDb e está disponível para aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video. Gênero: Ficção científica Direção: Leonard Nimoy Nota: 7,3 Onde assistir: aluguel na Apple TV e no Amazon Prime Video Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa segue um novo capítulo da tripulação intergaláctica Reprodução/IMDb 27. Em Algum Lugar do Passado (1980) Em 1972, Richard Collier conhece uma senhora na estreia de uma de suas peças. Sem falar nada, ela o entrega um relógio, em que é possível ler “Volte para mim”. Já em 1980, Richard se depara com um bloqueio criativo e decide viajar sem destino. Acaba no Grand Hotel e lá encontra um quadro antigo, do início do século, que mostra a atriz Elise McKenna. Porém, ele percebe que é a mesma senhora que lhe entregou o relógio. Christopher Reeve (Superman: O Filme) e Jane Seymour (Doutora Quinn) estrelam o longa como Richard e Elise. Indicado a um Oscar, o filme de romance é dirigido por Jeannot Szwarc, conta com 7.2 pontos no IMDb e está disponível no Plex. Gênero: Romance Direção: Jeannot Szwarc Nota: 7,2 Onde assistir: Plex Em Algum Lugar do Passado é um romance, que envolve personagens do passado e do presente Reprodução/LetterBox 28. Camisa de Força (2005) Depois de um acidente, em 1992, o soldado Jack Starks acorda em uma instituição para criminosos psiquiátricos. Sem lembrar do que aconteceu, ele é surpreendido quando consegue se teletransportar para 2007, onde conhece uma jovem que pode ajudá-lo a mudar o seu passado. O longa é estrelado por Adrien Brody (O Brutalista) e Keira Knightley (Orgulho e Preconceito) como Jack e Jackie. Disponível no Amazon Prime Video, Camisa de Força tem 7.1 pontos no IMDb e conta com direção de John Maybury. Gênero: Terror Direção: John Maybury Nota: 7,1 Onde assistir: Amazon Prime Video Em Camisa de Força, um soldado se vê preso ao perder a memória Reprodução/Prime Video 29. O Homem do Futuro (2011) João, conhecido como Zero, é um cientista que sofre por uma humilhação que aconteceu há 20 anos, fazendo com que perdesse Helena, o grande amor de sua vida. Agora mais velho, cria uma máquina que permite viajar no tempo. Decidido a mudar esse dia, embarca ao passado. Porém, ao chegar no presente, percebe que mudou mais do que desejava e precisa voltar novamente ao passado. O Homem do Futuro está disponível no Paramount+ e é estrelado por Wagner Moura (O Agente Secreto) e Alinne Moraes (Viver a Vida), como Zero e Helena. Com direção de Cláudio Torres, o longa nacional tem 7 pontos no IMDb e é considerado um dos melhores filmes de viagem no tempo pelo portal. Gênero: Comédia Direção: Cláudio Torres Nota: 7 Onde assistir: Paramount+ O Homem do Futuro é longa nacional, parte da lista de melhores filmes de viagem no tempo do IMDb Divulgação/Globo Filmes 30. Click (2006) Michael é um arquiteto casado, com filhos, mas frustrado por estar sempre trabalhando. Um dia, encontra um invento que lhe oferece um controle mágico, capaz de controlar o tempo. Porém, não demora para que Michael ultrapasse os limites e acabe perdendo momentos preciosos com sua família. Agora, ele deve reencontrar o inventor para resolver o problema. Estrelado por Adam Sandler (Esposa de Mentirinha), Click também traz Kate Beckinsale (Anjos da Noite) como a esposa, Donna. Indicado a um prêmio no Oscar, o longa é dirigido por Frank Coraci, tem 6.4 pontos no IMDb e está disponível na HBO Max. Gênero: Comédia Direção: Frank Coraci Nota: 6,4 Onde assistir: HBO Max Click é longa de comédia popular, estrelado por Adam Sandler Divulgação/IMDb Com informações do IMDb 🎥Filmes que mundo viu — menos você! Filmes que mundo viu — menos você! Mais do TechTudo Initial plugin text

12 melhores filmes lésbicos para assistir no Amazon Prime Video

25 de Abril de 2026, 05:02

Os filmes lésbicos do Amazon Prime Video provamque o cinema LGBTQIAPN+ vai muito além dos estereótipos, com tramas que combinam desejo, identidade e emoção em produções de diferentes épocas e gêneros. De clássicos cult como Carol (2015) e Retrato de Uma Jovem em Chamas (2019) a produções contemporâneas como Todo o Silêncio (2023) e Clube da Luta para Mulheres (2023), os títulos estão disponíveis para assistir em casa no streaming, seja no catálogo principal ou nos canais disponíveis na plataforma, como Telecine e MUBI. Pensando em reunir as narrativas mais poderosas com o protagonismo lésbico, seja na comédia ou no drama, o TechTudo selecionou 12 filmes disponíveis na Amazon Prime Video que atravessam gerações, estilos e abordagens narrativas. Entre romances intensos em contextos conservadores, tramas de autodescoberta e produções independentes premiadas, a lista mostra como o cinema lésbico evoluiu em diversidade temática e estética, provando a necessidade da visibilidade para estas produções de alta qualidade. 🎬 12 filmes de romance que são quase perfeitos, segundo a crítica 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Carol (2015) tem Cate Blanchett e Rooney Mara como um casal sáfico Divulgação/IMDB 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Veja no Fórum do TechTudo A seguir, veja a sinopse, elenco e repercussão das seguintes produções: Hot Milk (2025): Uma jovem viaja com a mãe doente para a Espanha em busca de tratamento alternativo. No local, ela passa a questionar a relação entre as duas ao despertar para o desejo de independência. Retrato de Uma Jovem em Chamas (2019): Uma pintora observa uma aristocrata em segredo para fazer um retrato antes de um casamento arranjado. A convivência aproxima as duas e dá início a um romance intenso e proibido. Carol (2015): Uma jovem atendente se envolve com uma mulher mais velha em processo de divórcio nos anos 1950. O romance enfrenta repressão social e conflitos ligados à guarda da filha. Amigas de Colégio (1998): Duas adolescentes vivem realidades opostas e se aproximam após um beijo inesperado. A relação desperta sentimentos e dúvidas em meio às pressões sociais da juventude. O Mau Exemplo de Cameron Post (2016): Uma adolescente é enviada a um centro religioso para “reverter” a sexualidade. No local, ela cria laços e passa a questionar o sistema enquanto entende a própria identidade. Todo o Silêncio (2023): Uma atriz começa a perder a audição e entra em crise ao enfrentar a nova condição. Ao mesmo tempo, vive um relacionamento intenso que se torna cada vez mais instável. Nunca Fui Santa (1999): Uma líder de torcida é enviada a um programa de “cura” da homossexualidade. Lá, ela se apaixona por outra garota e inicia um processo de autodescoberta. Clube do Desejo (2022): Uma jovem entra em um clube de strip e passa a explorar a própria identidade. No ambiente, ela vive um romance que desafia limites entre desejo e vida pessoal. The Watermelon Woman (1996): Uma cineasta lésbica e negra investiga a história de uma atriz negra esquecida pelo cinema. Rumo às Estrelas (2019): Duas adolescentes desenvolvem uma relação intensa em uma cidade conservadora dos anos 1960. O romance surge em meio à repressão social e à descoberta da identidade. Clube da Luta para Mulheres (2023): Duas estudantes criam um clube de luta para ganhar popularidade na escola. A ideia foge do controle e se transforma em um movimento caótico e violento. Alguém Avisa? (2020): Uma jovem planeja pedir a namorada em casamento durante o Natal. Os planos mudam ao descobrir que o relacionamento é mantido em segredo pela família conservadora. 1. Hot Milk (2025) O drama dirigido por Rebecca Lenkiewicz (Colette) e escrito em parceria com Deborah Levy (Swimming Home), o longa ambientado na costa espanhola acompanha a viagem de uma mãe doente e uma filha até Almería em busca de tratamento com um curandeiro, enquanto conflitos familiares surgem. A história segue Sofia (Emma Mackey), que vive sob a influência da condição clínica da mãe, Rose (Fiona Shaw), e encontra na viagem uma chance de mudança. O contato com Ingrid (Vicky Krieps), uma viajante livre e enigmática, desperta desejo de autonomia e provoca quebra na relação familiar. A convivência se torna tensa à medida que ressentimentos antigos vêm à tona. O longa conta com um elenco estrelado por Emma Mackey (Sex Education), Fiona Shaw (Killing Eve: Dupla Obsessão), Vicky Krieps (Trama Fantasma), Patsy Ferran (Mickey 17), Electra Sarri (Fruto da Memória) e Vincent Perez (O Corvo - A Cidade dos Anjos). O filme não foi bem recebido pela crítica e pelo público, somando apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 5,6 no IMDb. Ele está disponível para os assinantes da MUBI. Gênero: drama Direção: Rebecca Lenkiewicz Notas: IMDb: 5,6 | Rotten Tomatoes: 38% Onde assistir: MUBI Originalmente, o papel principal seria de Jessie Buckley, mas foi substituida por Emma Mackey devido a conflitos de agenda IMDb 2. Retrato de Uma Jovem em Chamas (2019) O longa escrito e dirigido por Céline Sciamma (Minha Vida de Abobrinha) é um drama francês que acompanha uma pintora contratada para retratar uma jovem aristocrata antes de um casamento arranjado, sem que a modelo saiba do trabalho. Ambientada no século XVIII e mostra Marianne (Noémie Merlant) observando Héloïse (Adèle Haenel) em segredo para concluir o retrato, ao mesmo tempo em que a convivência diária aproxima as duas e transforma a relação profissional em uma paixão intensa. O romance surge em meio à pressão social e ao tempo limitado antes do casamento. Clássico do cinema queer, o longa conta com Noémie Merlant (As Mulheres da Sacada), Adèle Haenel (A Jaqueta de Couro de Cervo), Luàna Bajrami (O Grito das Leoas), Valeria Golino (Rain Man) e Armande Boulanger (La Pièce manquante) no elenco. Elogiado pelas interpretações e descrito como “comovente e instigante”, o filme foi aclamado pela crítica especializada e pelo público, somando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 8 no IMDb. A produção está disponível no Telecine. Gênero: drama, romance Direção: Céline Sciamma Notas: IMDb: 8,0 | Rotten Tomatoes: 97% Onde assistir: Telecine Adèle Haenel e Noémie Merlant em cena de “Retrato de uma Jovem em Chamas” Divulgação/MUBI 3. Carol (2015) O drama dirigido por Todd Haynes (Segredos de Um Escândalo) acompanha o envolvimento entre uma mulher em processo de divórcio e uma jovem atendente nos Estados Unidos dos anos 1950, em um contexto de repressão social. Na trama, Therese Belivet (Rooney Mara) conhece Carol Aird (Cate Blanchett) em uma loja de departamentos e desenvolve uma paixão intensa. O romance avança durante uma viagem, mas enfrenta obstáculos ligados ao divórcio e à disputa pela guarda da filha de Carol. Além disso, por se tratar de um romance de época, a pressão social e legal tornam-se empecilhos para a relação das duas. Escrito por Phyllis Nagy (Call Jane), o longa adapta o romance homônimo de Patricia Highsmith. Aclamado pela crítica devido a atuação intensa, o filme conta com Cate Blanchett (O Curioso Caso de Benjamin Button), Rooney Mara (Maria Madalena), Sarah Paulson (Tudo É Justo), Kyle Chandler (Manchester à Beira-Mar) e John Magaro (Vidas Passadas) no elenco. Com seis indicações ao Oscar, o longa soma 94% de Rotten Tomatoes e nota 7,3 no IMDb. A produção está disponível na Amazon Prime Video e na Cindie. Gênero: drama, romance Direção: Todd Haynes Notas: IMDb: 7,3 | Rotten Tomatoes: 94% Onde assistir: assinatura padrão + Cindie (canal) Cate Blanchett como a elegante Carol Aird em Carol (2015) Divulgação/IMDb 4. Amigas de Colégio (1998) Escrito e dirigido por Lukas Moodysson (Nós Somos os Melhores!), o longa adolescente sueco se passa na cidade de Åmål e mostra Elin (Alexandra Dahlström), uma estudante popular insatisfeita com a rotina, e Agnes (Rebecka Liljeberg), uma jovem introvertida que nutre uma paixão silenciosa. Entretanto, tudo muda após um beijo impulsivo durante uma festa, que desencadeia mudanças na relação entre as duas e provoca dúvidas sobre sentimentos uma pela outra, em um momento de descoberta da própria identidade. A convivência entre elas passa a expor inseguranças, principalmente em meio às pressões sociais. O filme é estrelado por Alexandra Dahlström (Nosso Dia Chegará), Rebecka Liljeberg (Eva & Adam), Ralph Carlsson (Sleepwalker) e Maria Hedborg (Babels Hus). O longa foi aclamado pela crítica, sendo descrito como “uma representação naturalista da vida adolescente” e elogiado pela “atmosfera encantadora e autêntica”, somando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 7,5 no IMDb. Ele está disponível na Amazon Prime Video. Gênero: drama adolescente, romance Direção: Lukas Moodysson Notas: IMDb: 7,5 | Rotten Tomatoes: 93% Onde assistir: assinatura padrão O longa era a aposta da Suécia para a categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar, mas não foi selecionado na época IMDb 5. O Mau Exemplo de Cameron Post (2016) Dirigido por Desiree Akhavan (Uma Boa Menina), o drama acompanha uma adolescente enviada a um centro religioso após ser flagrada em uma relação com outra garota. Ambientado em um contexto de repressão nos anos 1990, Cameron Post (Chloë Grace Moretz) passa a conviver com outros jovens submetidos ao mesmo tipo de “tratamento” para “cura” da homossexualidade através de regras rígidas e práticas abusivas. No local, Cameron cria laços com colegas que estão passando pela mesma situação e começa a questionar o processo, buscando compreender a própria identidade. O longa escrito por Desiree Akhavan e Cecilia Frugiuele (Belas e Recatadas) adapta o livro de Emily M. Danforth, que descreve de forma ficcional a própria experiência no interior de Montana, nos Estados Unidos. Estrelado por Chloë Grace Moretz (Kick-Ass - Quebrando Tudo), Steven Hauck (Dirty Sexy Saint), Quinn Shephard (Influencer de Mentira), Kerry Butler (Mapplethorpe), Dalton Harrod (Uma Nova Chance) e Dale Soules (Orange Is the New Black), o filme é elogiado pela crítica, somando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e 6,6 no IMDb. Ele está disponível na Amazon Prime Video. Gênero: drama Direção: Desiree Akhavan Notas: IMDb: 6,6 | Rotten Tomatoes: 86% Onde assistir: assinatura padrão O Mau Exemplo de Cameron Post (2018) é um clássico quando se fala de filme sobre a temática LGBTQIAPN+ Reprodução/IMDb 6. Todo o Silêncio (2023) Dirigido por Diego del Rio (La gaviota), o longa mexicano acompanha Miriam (Adriana Llabres), uma atriz e professora de língua de sinais que enfrenta a perda gradual da audição. Ela mantém sua vida dividida entre o ensino da língua de sinais e o trabalho no teatro, ao mesmo tempo em que vive uma paixão avassaladora por Lola (Ludwika Paleta). Entretanto, essa relação toma rumos turbulentos após a descoberta da perda auditiva, uma vez que Miriam entra em uma crise interna devido a resistência em aceitar a nova condição. Escrito por Lucía Carreras (Tamara y la Catarina), o longa é estrelado por Adriana Llabres (Plantão Noturno), Ludwika Paleta (Carrossel), Vicky Araico (Zumbis: Os Mensageiros do Apocalipse 2), Enrique Arreola (Párpados Azules), Diana Bracho (Eternamente Apaixonados) e Montserrat Marañon (Todas as Sardas do Mundo). Com nota 7 no IMDb, a produção está disponível para os assinantes da Amazon Prime Video. Gênero: drama, romance Direção: Diego del Rio Notas: IMDb: 7,0 | Rotten Tomatoes: - Onde assistir: assinatura padrão Todo o Silêncio (2023) ganhou nove das 10 indicações à prêmios que recebeu IMDb 🍿 Quer conhecer mais opções de filmes lésbicos? 12 filmes lésbicos que todo mundo deveria assistir ao menos uma vez 10 filmes lésbicos da Netflix para assistir agora mesmo 12 filmes lésbicos com finais felizes para assistir no mês do Orgulho 30 melhores filmes sáficos de todos os tempos 12 filmes lésbicos de comédia romântica que valem a pena assistir 12 filmes de drama LGBTQ+ que todo mundo devia assistir 15 filmes LGBTQIA+ que todo mundo deveria assistir ao menos uma vez 12 filmes LGBTQ+ do Prime Video para assistir e curtir 15 filmes LGBT+ clássicos do cinema que todo mundo devia assistir Descubra 12 filmes LGBT+ felizes em que o casal fica junto no final 7. Nunca Fui Santa (1999) A comédia dramática dirigida por Jamie Babbit (O Preço do Silêncio) acompanha uma adolescente enviada a um centro de “reorientação sexual” após suspeitas da família de que ela é lésbica. Na trama, Megan (Natasha Lyonne), uma líder de torcida no auge da juventude, passa a questionar a própria identidade ao conviver com outros jovens no programa “True Directions”. O ambiente impõe regras rígidas e métodos caricatos para “modificar comportamento” e “curar” a homessexualidade da jovem. Entretanto, no local, Megan se apaixona por outra participante, criando conflitos internos e motivando um processo de autodescoberta. Escrito por Brian Peterson (A Super Agente) e Jamie Babbit, o longa conta com Natasha Lyonne (Boneca Russa), Clea DuVall (Prova Final), Michelle Williams (O Segredo de Brokeback Mountain), Brandt Wille (Citizen Athlete), Bud Cort (Ensina-me a Viver) e RuPaul (Stop! That! Train!) no elenco. A produção ganhou status cult ao longo dos anos, principalmente devido ao humor escrachado, somando 43% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 6,9 no IMDb. O filme está disponível no Telecine. Gênero: comédia dramática Direção: Jamie Babbit Notas: IMDb: 6,9 | Rotten Tomatoes: 43% Onde assistir: Telecine (canal) Nunca Fui Santa faz uma sátira da "cura gay" promovida por grupos ultraconservadores Reprodução/The Movie Database 8. Clube do Desejo (2022) O drama francês dirigido por Lucie Borleteau (Fidelio, a Odisséia de Alice) acompanha a entrada de uma jovem em um clube de strip em Paris, onde passa a explorar a própria identidade e sexualidade. A história segue Manon (Louise Chevillotte), que adota o nome artístico de Aurore ao ingressar no clube e aprende as dinâmicas do local com ajuda de Mia (Zita Hanrot), uma striper experiente e a favorita do clube, que trabalha nas noites parisienses em segredo de seu namorado. A rotina inclui apresentações, interação com clientes e limites entre vida pessoal e profissional. Ao longo das noites, no entanto, surge uma paixão avassaladora entre elas que fará Manon enfrentar questões sobre a sua sexualidade. Escrito por Lucie Borleteau, Clara Bourreau (Nino dans la nuit) e Laure Giappiconi (A Ama Perfeita), o longa conta com Louise Chevillotte (A Obra Perdida), Zita Hanrot (Amor Ocasional), Pedro Casablanc (O Enigma da Rosa), Sième Miladi (Golias) e Céline Fuhrer (Laranjas Sangrentas) no elenco. Com boa repercussão da crítica e do público, a produção conta com nota 6,1 no IMDb e está disponível para aluguel e compra na Amazon Prime Video e Apple TV. Gênero: drama Direção: Lucie Borleteau Notas: IMDb: 6,1 | Rotten Tomatoes: - Onde assistir: aluguel/compra (Amazon Prime Video, Apple TV) Clube do Desejo (2022) se passar em Paris, na França IMDb 9. The Watermelon Woman (1996) O drama independente dirigido por Cheryl Dunye (Surpresas Do Destino) e escrito em parceria com Douglas McKeown (O Retorno de Aliens - A Geração Mortal) acompanha uma jovem cineasta negra e lésbica que investiga a vida de uma atriz dos anos 1930 conhecida apenas por um apelido nos créditos. Cheryl (Cheryl Dunye) trabalha em uma locadora e decide produzir um documentário sobre uma atriz não creditada, identificada como “Watermelon Woman”, que interpretava o arquétipo de “mamãe”, um estereótipos impostos às mulheres negras que trabalhavam nas casas das famílias brancas como babás. Ao longo da busca, no entanto, a protagonista também enfrenta questões pessoais e afetivas, que acabam esbarrando com sua investigação. O elenco conta com Cheryl Dunye, Guinevere Turner (Psicopata Americano), Valarie Walker (Bad Bosses Go to Hell) e Cheryl Clarke (Living as a lesbian). Descrito como uma “estreia auspiciosa” para a diretora, o longa conquistou a crítica, somando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 7,1 no IMDb. As reviews ainda apontam o longa como “uma história nova em um estilo espirituosamente irreverente”. A produção está disponível para os assinantes da MUBI. Gênero: drama independente Direção: Cheryl Dunye Notas: IMDb: 7,1 | Rotten Tomatoes: 92% Onde assistir: MUBI The Watermelon Woman acompanha a jornada por autodescoberta de uma jovem lésbica Reprodução/MUBI 10. Rumo as Estrelas (2019) Ambientado nos anos 1960, o longa dirigido por Martha Stephens (Land Ho!) acompanha a relação entre duas adolescentes em uma pequena cidade rural, onde a paixão surge em meio a pressões sociais conservadoras. Iris (Kara Hayward), uma jovem isolada que enfrenta dificuldades de convivência, se encontra com Maggie (Liana Liberato), uma recém-chegada com postura mais livre. Elas se juntam em uma amizade intensa que evolui para sentimentos mais complexos, com as duas explorando mais a própria sexualidade, mesmo com a pressão conservadora que tenta reprimir os sentimentos das jovens. Escrito por Shannon Bradley-Colleary (Não Faça Tempestade em Copo D'Água: A Vida de Kristine), o longa conta com Kara Hayward (Moonrise Kingdom), Liana Liberato (O Melhor de Mim), Shea Whigham (Morte Fulminante), Tina Parker (Terra das Oportunidades), Jordana Spiro (Obsessão Fatal) e Lucas Jade Zumann (Anne with an E) no elenco. O filme foi aclamado pela crítica, somando 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 6,2 no IMDb. Ele está disponível na Looke. Gênero: drama, romance Direção: Martha Stephens Notas: IMDb: 6,2 | Rotten Tomatoes: 82% Onde assistir: Looke Rumo às Estrelas (2019) foi filmado simultaneamente em cores e em preto e branco IMDb 11. Clube da Luta para Mulheres (2023) Dirigido por Emma Seligman (Shiva Baby) e escrito em parceria com Rachel Sennott (Morte Morte Morte), o longa de comédia acompanha PJ (Rachel Sennott) e Josie (Ayo Edebiri), que inventam um clube sob o pretexto de defesa pessoal, mas com objetivo de ganhar popularidade e, acima de tudo, conseguir transar com a garota dos sonhos antes da faculdade. A iniciativa foge do controle quando outras alunas aderem e passam a lutar de forma intensa, além de formarem uma fraternidade que farão de tudo para se protegerem, inclusive matar se necessário. O longa de comédia é estrelado por Rachel Sennott e Ayo Edebiri (The Bear), porém conta com Ruby Cruz (Entre Nós - Uma Dose Extra de Amor), Havana Rose Liu (Sem Saída), Kaia Gerber (Palm Royale), Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul) e Miles Fowler (Viva! A Babá Morreu) no elenco. Elogiado pelo humor exagerado, o longa foi descrito como “um clássico instantâneo de comédia de ensino médio que parece atual e nostálgico”, somando 91% de aprovação da crítica e nota 6,7 no IMDb. Ele está disponível na MGM+ e na MUBI. Gênero: comédia Direção: Emma Seligman Notas: IMDb: 6,7 | Rotten Tomatoes: 91% Onde assistir: MGM+ (canal), MUBI Virginia Tucker, Zamani Wilder, Rachel Sennott, Kaia Gerber, Ayo Edebiri, Summer Joy Campbell e Havana Rose Liu em Bottoms Reprodução/Rotten Tomatoes 12. Alguém Avisa? (2020) A comédia romântica dirigida por Clea DuVall (Garota, Interrompida) e escrita em parceria com Mary Holland (A Vizinha da Mulher na Janela) acompanha Abby (Kristen Stewart), uma jovem que planeja pedir a namorada em casamento durante o Natal da família da amada. Entretanto, ela enfrenta situações desconfortáveis ao perceber que precisa esconder a relação durante a visita, pois o relacionamento é mantido em segredo diante da família conservadora. O longa conta com um elenco estrelado por Kristen Stewart (Crepúsculo), Mackenzie Davis (O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio), Mary Steenburgen (Do Jeito que Elas Querem), Victor Garber (Godspell - A Esperança), Alison Brie (Community), Mary Holland e Dan Levy (Schitt’s Creek). Com “atuações sinceras”, o longa conseguiu conquistar a crítica, somando 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 6,6 no IMDb. Ele está disponível para os assinantes da Sony One. Gênero: comédia romântica Direção: Clea DuVall Notas: IMDb: 6,6 | Rotten Tomatoes: 82% Onde assistir: Sony One Alguém Avisa? (2020) se passa durante um Natal em família Reprodução/IMDb Com informações do IMDb (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12), Rotten Tomatoes (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 11) e JustWatch (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12). 🎥 Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Leia também Initial plugin text

Você nunca mais vai esquecer a cafeteira ligada após ler esta notícia

25 de Abril de 2026, 04:02

Esquecer a cafeteira ligada na tomada pode causar incêndios, reduzir a vida útil do aparelho, além de potencializar o consumo de energia. Embora pareça um descuido comum na rotina, esse hábito pode produzir um superaquecimento na tomada do aparelho, causando o derretimento do cabo e gerando um curto-circuito na rede elétrica que pode se transformar em um incêndio. O problema acontece tanto nos modelos tradicionais de marcas como Electrolux e Mondial, assim como nas cafeteiras elétricas e máquinas de cápsulas Três Corações e Nespresso que não desligam automaticamente. Diante disso, essas marcas contam com sistemas de segurança, mas ainda assim exigem cuidados no uso diário do eletrodoméstico. Pensando em ajudar nessa missão, o TechTudo preparou um guia completo explicando os principais riscos de deixar a cafeteira ligada e como evitar problemas no dia a dia. Confira abaixo todas as dicas. 🔎 Como fazer café na cafeteira? Veja passo a passo em diferentes modelos 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Descubra se é seguro deixar a cafeteira ligada na tomada por um longo período Letícia Rosa/TechTudo 📝 Qual voltagem economiza mais, 220 V ou 110 V? Descubra no Fórum do TechTudo Esqueceu a cafeteira ligada? Veja os riscos que você pode estar correndo Esse descuido pode trazer riscos reais, como aumento no consumo de energia, desgaste do aparelho e até possibilidade de curto-circuito e incêndio. Entenda o que está em jogo e como evitar problemas no dia a dia. Risco de incêndio Cafeteira pode ser o vilão da sua conta de luz Esquecer a cafeteira ligada pode danificar o eletrodoméstico O que fazer se a minha cafeteira não desliga? Quais eletrodomésticos não devem ficar na tomada? 1. Risco de incêndio Manter a cafeteira ligada por longos períodos pode representar um risco real de incêndio, especialmente em modelos mais antigos ou com falhas internas. Isso ocorre porque o aparelho continua recebendo energia para manter a resistência em funcionamento, o que pode causar superaquecimento dos componentes. Com o tempo, esse calor excessivo pode desgastar a fiação interna ou provocar curto-circuito. Em situações mais graves, o problema pode evoluir para incêndios, colocando em risco a estrutura do imóvel e a segurança de moradores ou trabalhadores. Por isso, a recomendação é simples: desligue a cafeteira da tomada após o uso e, se quiser manter o café quente, utilize uma garrafa térmica. Incêndio em escritório foi provocado por curto circuito em uma cafeteira esquecida ligada Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina/Divulgação 2. Cafeteira pode ser o vilão da sua conta de luz Outro impacto pouco percebido de deixar a cafeteira ligada é o aumento no consumo de energia. Mesmo quando não estão preparando café, muitos modelos continuam funcionando em modo stand-by, consumindo eletricidade continuamente. Esse consumo, embora pequeno de forma isolada, pode se tornar significativo ao longo do mês. Por exemplo, uma cafeteira com potência entre 700 W e 1500 W, utilizada por cerca de uma hora por dia, pode consumir cerca de 4 a 5 kWh por mês em uso normal. Aparelho no stand-by pode provocar aumento significativo no valor da conta de luz Reprodução/Redes Sociais Por outro lado, ao permanecer ligada em stand-by, o consumo pode chegar a até 15 kWh por mês — o que representa um custo adicional de aproximadamente R$ 10 na conta de luz apenas com a cafeteira. Em tempos de tarifas elevadas, esse desperdício pode pesar no orçamento familiar, visto que a cafeteira é apenas um aparelho que você não vai utilizar o tempo inteiro comparado a ventiladores e ar-condicionado. 3. Esquecer a cafeteira ligada pode danificar o eletrodoméstico Além dos riscos externos, deixar a cafeteira ligada por muito tempo também prejudica o próprio equipamento. Componentes internos, como placas eletrônicas e sensores térmicos, são projetados para funcionar por períodos limitados. Quando expostos ao funcionamento contínuo, esses sistemas podem sofrer desgaste acelerado, reduzindo a vida útil do produto. Em alguns casos, isso pode levar a falhas permanentes, exigindo reparo ou até a substituição do aparelho. Outro ponto de atenção é a jarra de vidro: o calor excessivo, especialmente quando há pouco ou nenhum café, aumenta a chance de trincas ou até quebra. Em resumo, esse descuido não afeta apenas a segurança, mas também pode gerar prejuízos financeiros com manutenção ou a necessidade de adquirir um novo equipamento. Deixar a cafeteira ligada de forma initerrupta pode danificar a jarra e componentes internos Reprodução/Amazon 4. O que fazer se a minha cafeteira não desliga? Se a cafeteira apresentar falhas e não desligar corretamente, o ideal é interromper o uso imediatamente e retirar o aparelho da tomada. Esse tipo de problema pode indicar defeitos no botão liga/desliga ou em componentes internos. Além disso, evite realizar consertos improvisados, pois isso pode agravar o problema e aumentar o risco de acidentes. Caso o produto ainda esteja na garantia, o consumidor pode acionar o fabricante para reparo ou substituição. Já em modelos mais antigos, sem desligamento automático, a recomendação é redobrar a atenção e sempre retirar da tomada após o uso. Cafeteira Electrolux Reprodução/Amazon 5. Quais eletrodomésticos não devem ficar na tomada? A cafeteira não é a única “vilã” quando o assunto é consumo desnecessário de energia. Aparelhos de aquecimento com resistência, como torradeiras, air fryers, sanduicheiras, fornos elétricos e ferros de passar roupa, também devem ser retirados da tomada imediatamente após o uso. Isso é importante principalmente por questões de segurança, ajudando a evitar incêndios e queimaduras. Já em relação ao consumo de energia, micro-ondas, TVs e carregadores de celular são considerados “vilões silenciosos” quando permanecem em modo stand-by. Bombeiros controlam incêndio provocado por eletrodoméstico utilizado para aquecer ambiente Divisão de Investigação de Incêndio e Explosão do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina/Divulgação Com informações de southernliving.com, 43factory.coffee, thekitchn.com. Mais do TechTudo: Vídeo: Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!

10 séries pesadas da HBO Max para assistir somente uma vez

25 de Abril de 2026, 04:01

Algumas séries são tão pesadas e intensas que deixam marcas difíceis de esquecer, sendo até difícil assistir mais de uma vez. E no catálogo da HBO Max, existem produções que mergulham fundo em temas como trauma, violência, luto e colapso emocional, entregando histórias densas, impactantes e, muitas vezes, desconfortáveis, como é o caso dos títulos Mare of Easttown (2021), The Outsider (2020) e Chernobyl (2019), por exemplo. Se você gosta desse tipo de narrativa mais crua e quer descobrir outras produções que seguem essa mesma linha mais pesada, vale a pena conferir, a seguir, a lista completa do TechTudo, com sugestões que prometem mexer com o emocional e prender do início ao fim. 🎬 Como assinar a HBO Max com desconto? 5 formas de pagar mais barato 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Chernobyl é uma das melhores minisséries da HBO Foto: Divulgação/Rotten Tomatoes 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Nesta lista do TechTudo, você encontrará: The Leftovers (2014): Pessoas lidam com o desaparecimento inexplicável de parte da população; Chernobyl (2019): Drama relembra o desastre nuclear e suas consequências humanas e políticas; The Wire (2002): Submundo do crime e sistema urbano em Baltimore sob múltiplas perspectivas de detetives; Mare of Easttown (2021): Detetive investiga assassinato enquanto enfrenta dramas pessoais; True Detective (2014): Duplas de investigadores analisam crimes complexos em diferentes temporadas; Oz (1997): Detentos enfrentam violência e disputas de poder em uma prisão de segurança máxima; The Outsider (2020): Investigação de assassinato que mistura crime e elementos sobrenaturais; Game of Thrones (2011): Famílias nobres disputam poder em meio a guerras e intrigas; A Sete Palmos (2001): Família administra funerária enquanto lida com vida, morte e conflitos; Watchmen (2019): Detetive investiga crimes ligados a conspirações em realidade alternativa. 1. The Leftovers (2014) Começando a lista com esse suspense dramático, esta série mergulha em um mundo transformado após o desaparecimento inexplicável de parte da população. E é a partir desse misterioso evento que um grupo de pessoas comuns tenta reconstruir suas vidas enquanto lidam com o luto, a fé e a busca por respostas. O elenco principal de The Leftovers é composto por nomes com Justin Theroux (Cidade dos Sonhos) e Carrie Coon (A Idade Dourada). Temporadas: 3 Episódios: 28 Notas da crítica: 8.3 no IMDb/91% no Rotten Tomatoes A trama de The Leftovers se passa após um suposto arrebatamento que fez desaparecer 140 milhões de pessoas na Terra Reprodução/IMDb 2. Chernobyl (2019) Baseada em fatos reais, esta minissérie retrata um dos maiores desastres nucleares da história com uma abordagem realista e sufocante por conta de sua narrativa tensa e quase documental. Estrelada por nomes como Jared Harris (A Herança de Mr. Deeds) e Stellan Skarsgård (Gênio Indomável), a trama aqui mostra os bastidores do acidente de 1986, acompanhando cientistas, bombeiros e autoridades da antiga União Soviética na tentativa de conter uma tragédia de proporções globais. 🎬 Chernobyl: relembre história, elenco e trailer da minissérie da HBO Max Temporadas: 1 Episódios: 5 Notas da crítica: 9.3 no IMDb/95% no Rotten Tomatoes Chernobyl é uma minissérie lançada em 2019. Divulgação/HBO Max 3. The Wire (2002) Já este drama policial de construção lenta e extremamente realista, expõe as engrenagens sociais por trás do crime e da lei em Baltimore ao acompanhar o tenente Cedirc Daniels e um grupo de detetives encarregados de montar uma investigação complexa contra uma rede de tráfico de drogas na cidade utilizando escutas telefônicas para se infiltrar no submundo do crime do local. A série The Wire traz em seu elenco principal nomes como os dos artistas Dominic West (O Sorriso de Mona Lisa) e Idris Elba (Chefes de Estado). Temporadas: 5 Episódios: 60 Notas da crítica: 9.3 no IMDb/94% no Rotten Tomatoes Estrelada por Dominic West, The Wire é amplamente elogiada por crítica e público Reprodução/HBO 4. Mare of Easttown (2021) Aclamada pela crítica especializada, esta minissérie de suspense policial gira em torno da personagem-título, uma detetive de uma pequena cidade da Pensilvânia envolvida na investigação de um assassinato que abala a comunidade local. No entanto, é durante a investigação que ela também enfrenta pressões pessoais, luto e relações familiares fragilizadas. No time de atuação de Mare of Easttown destacam-se as artistas Kate Winslet (O Amor Não Tira Férias) e Julianne Nicholson (Álbum de Família). 🎬 Onde assistir à Mare of Easttown? Veja sinopse da minissérie policial Temporadas: 1 Episódios: 8 Notas da crítica: 8.4 no IMDb/95% no Rotten Tomatoes Em Mare of Easttown, Kate Winslet é uma investigadora que precisa desvendar um crime chocante Dovulgação/IMDb 5. True Detective (2014) Sucesso absoluto entre o público, este suspense policial antológico acompanha diferentes investigações criminais a cada temporada, sempre conduzidas por detetives marcados por casos complexos e emocionalmente desgastantes envolvendo geralmente casos de assassinatos que se estendem por anos. Com uma atmosfera sombria e narrativa fragmentada, True Detective traz ainda em seu cast nomes como Matthew McConaughey (Como Perder um Homem em 10 Dias) e Woody Harrelson (Truque de Mestre). Temporadas: 4 Episódios: 31 Notas da crítica: 8.8 no IMDb/78% no Rotten Tomatoes True Detective é uma das séries de investigação criminal mais populares da HBO Reprodução/The Movie Database Mais de HBO Max: Como assinar a HBO Max com desconto? 5 formas de pagar mais barato 12 excelentes séries de suspense da HBO Max para maratonar sem dó 12 melhores filmes originais da HBO Max para assistir agora 10 séries com temática LGBTQIA+ na HBO Max para maratonar 12 minisséries excelentes para 'engolir' em apenas um dia Conheça as 15 melhores séries do HBO Max que você precisa assistir agora 20 melhores filmes do HBO Max que você não pode deixar de assistir 12 séries 18+ da HBO Max que valem a pena assistir 14 novelas turcas da HBO Max para conhecer e assistir agora mesmo 10 séries brasileiras originais da HBO Max para assistir agora mesmo 6. Oz (1997) Neste drama ambientado na Penitenciária Estadual Oswald, o público pode acompanhar a história de detentos e agentes penitenciários que convivem em um ambiente marcado por violência, disputas de poder e alianças instáveis, e onde diferentes grupos lutam por controle e sobrevivência enquanto o sistema prisional expõe suas falhas e contradições. Protagonizam a série americana Oz nomes como Christopher Meloni (Mais um Verão Americano) e J.K. Simmons (Whiplash: Em Busca da Perfeição). Temporadas: 6 Episódios: 56 Notas da crítica: 8.7 no IMDb/93% no Rotten Tomatoes Oz é uma série que narra o cotidiano da prisão de segurança máxima Oswald e suas diferentes alas, incluindo Emerald City Divulgação/HBO 7. The Outsider (2020) Em uma mistura de thriller psicológico e terror, a narrativa aqui acompanha o detetive Ralph Anderson, que trabalha em uma investigação de um assassinato brutal de um garotinho de apenas 11 anos. À primeira vista, ele parece ter todas as provas indicando um culpado claro, mas novas evidências começam a contradizer a lógica do caso. Com Ben Mendelsohn (O Lugar Onde Tudo Termina) e Cynthia Erivo (Harriet - O Caminho para a Liberdade) no elenco principal, vale lembrar ainda que a série The Outsider é baseada no romance de mesmo nome do autor americano Stephen King. Temporadas: 1 Episódios: 10 Notas da crítica: 8.8 no IMDb/91% no Rotten Tomatoes A série The Outsider é baseada no romance de mesmo nome do autor americano Stephen King Reprodução/IMDb 8. Game of Thrones (2011) Considerada um verdadeiro fenômeno mundial, esta série de fantasia ganhou o público por sua narrativa épica repleta violência e cenas explícitas. Baseada na saga literária de mesmo nome de George R. R. Martin, a trama se passa em Westeros, um continente onde famílias nobres lutam pelo poder do Trono de Ferro em meio a muitas intrigas, traições e uma ameaça antiga que se aproxima, podendo mudar tudo. No elenco, estão Emilia Clarke (Como Eu Era Antes de Você) e Kit Harington (Como Treinar o Seu Dragão 2). 🎬 Os 15 melhores episódios de Game of Thrones, segundo o público Temporadas: 8 Episódios: 74 Notas da crítica: 9.2 no IMDb/89% no Rotten Tomatoes Game of Thrones contou com um vasto elenco de atores famosos da TV e do cinema Reprodução/The Movie Database 9. A Sete Palmos (2001) Protagonizado pela dupla de atores Peter Krause (O Quarto Oculto) e Michael C. Hall (Versos de um Crime), o enredo aqui gira em torno dos disfuncionais irmãos Fisher, que administram, juntos, a funerária da família em Los Angeles ao mesmo tempo que precisam lidar com perdas, conflitos pessoais e relações familiares complexas que se intensificam a cada nova morte que chega ao negócio deles. A série A Sete Palmos tem como showrunner Alan Ball (Beleza Americana). 🎬A Sete Palmos: veja sinopse e elenco da série da HBO que chegou na Netflix Temporadas: 5 Episódios: 63 Notas da crítica: 8.7 no IMDb/81% no Rotten Tomatoes A série americana A Sete Palmos tem como showrunner Alan Ball Reprodução/IMDb 10. Watchmen (2019) E para completar esta lista de séries pesadas da HBO Max, não poderíamos deixar de fora esta aqui que é estrelada por Regina King (Sem Medo no Coração) e Jeremy Irons (Duro de Matar 3: A Vingança). Ambientada em uma realidade alternativa de Tulsa, Oklahoma, a trama segue a detetive Angela Abar, que investiga uma série de crimes conectados a um passado marcado por violência, vigilantes mascarados e tensões raciais ainda latentes no presente causadas por um grupo de supremacistas brancos. Temporadas: 1 Episódios: 9 Notas da crítica: 8.2 no IMDb/96% no Rotten Tomatoes Regina King é a protagonista da minissérie Watchmen, uma continuação não oficial da HQ de Alan Moore Divulgação/HBO Com informações de Collider, IMDb e Rotten Tomatoes 🎥HBO MAX: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER! HBO MAX: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER! Saiba Mais Initial plugin text

Meta cria login único para Instagram, Facebook e mais; conheça o recurso

25 de Abril de 2026, 04:01

A Meta anunciou a Meta Account, novo sistema de login unificado que substituirá a Central de Contas e permitirá acessar serviços como Instagram, Facebook e WhatsApp em um único lugar. Disponível para Android e iPhone (iOS), a novidade também integra dispositivos como os óculos inteligentes da empresa. A migração será feita automaticamente ao longo do próximo ano para quem já usa a Central de Contas. Na prática, o recurso centraliza o gerenciamento de contas, dados pessoais e configurações em um único ambiente, além de incluir melhorias de segurança. O TechTudo explica a seguir o que muda com a nova Meta Account e suas diferenças. 🔍 Você PAGARIA para ver stories escondido? Meta testa Instagram Plus; entenda 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar A Conta Meta reúne apps como Instagram, Facebook, Threads e WhatsApp em um único login, centralizando o acesso e o gerenciamento de contas e serviços da empresa Reprodução/Meta 📝 Como colocar o Pix no WhatsApp? Veja no Fórum do TechTudo O que é a Meta Account? A Conta Meta (Meta Account) funciona como um ponto de entrada único para os serviços da empresa. Em vez de logins separados, o usuário acessa Instagram, Facebook, Messenger e outros produtos com uma só conta. O recurso substitui a Central de Contas e amplia a integração entre plataformas, incluindo serviços como Threads e Meta AI, além de dispositivos inteligentes, como óculos conectados. Conta Meta permite login único com senha ou biometria, como impressão digital, além de reforçar a segurança com novos sistemas de proteção contra acessos indevidos Reprodução/Meta Diferença entre Meta Account e Central de Contas A Central de Contas permite vincular perfis do Instagram, Facebook, WhatsApp e compartilha algumas experiências entre eles, mas tem funções mais limitadas. Já a Conta Meta vai além ao funcionar como um sistema completo de login unificado. O novo modelo reúne acesso, configurações e recursos de segurança em um único ambiente, além de incluir dispositivos e novos serviços da empresa, ampliando o controle do usuário sobre sua conta. O sistema unifica contas e integra apps como Instagram, Facebook, Threads e WhatsApp, permitindo gerenciar perfis e serviços da Meta em um único painel Reprodução/Meta Quando será lançado o Meta Account? A Meta informou que a Meta Account será liberada de forma gradual ao longo do próximo ano. A migração será automática para quem já utiliza a Central de Contas, sem necessidade de configuração manual. Segundo a empresa, a experiência nos aplicativos, como Instagram e Facebook não deve mudar de forma significativa. O login, porém, se torna mais simples e integrado. O WhatsApp terá integração opcional e pode continuar sendo usado separadamente, mantendo a criptografia de ponta a ponta. Com informações Meta. Mais do TechTudo 🎥 Veja também: O INSTAGRAM VAI FICAR PAGO? Calma! Não é bem assim... O INSTAGRAM VAI FICAR PAGO? Calma! Não é bem assim...

Os 10 melhores games da franquia Mario Kart, segundo o Metacritic

25 de Abril de 2026, 02:02

Os melhores jogos de Mario Kart ficaram na cabeça dos jogadores por gerações, visto que a série é uma das mais aclamadas e populares da Nintendo com o conceito de corrida com itens para atacar adversários. Desde então, cada novo console da empresa tem tido um novo título da franquia, sempre com novidades daquela versão que podem não aparecer em games posteriores da série. Tanto que, até hoje, games como Mario Kart Circuit e Mario Kart DS detém o carinho dos jogadores. Pensando nisso, o TechTudo separou os 10 melhores games da franquia ranqueados de acordo com as notas no site Metacritic, que englobam todos os jogos já lançados até agora. Confira, a seguir, com detalhes de enredo e gameplay. 🎮 Mario Kart: confira a evolução gráfica da divertida série de corrida 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Mario Kart é uma das franquias mais populares da Nintendo Reprodução/Nintendo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text O que é o Metacritic? O Metacritic é um site que agrega reviews dos principais veículos da imprensa de games e realiza uma média ponderada entre eles, na qual sites com maior prestígio têm peso maior, chegando a uma nota única, o "Metascore", informado ao lado de cada jogo. Todos os títulos da lista foram desenvolvidos pela Nintendo, com exceção de Mario Kart Live: Home Circuit, que contou com produção da Velan Studios, e Mario Kart: Super Circuit, da Intelligent Systems. Um detalhe que usuários podem perceber é a ausência de Super Mario Kart, a qual se deve ao fato que o Metacritic não cobre reviews tão antigas quanto as da época do Super Nintendo. 10 Melhores games da franquia Mario Kart segundo o Metacritic 10. Mario Kart Tour [59] 9. Mario Kart Live: Home Circuit [75] 8. Mario Kart Wii [82] 7. Mario Kart 64 [83] 6. Mario Kart 7 [85] 5. Mario Kart World [86] 4. Mario Kart: Double Dash [87] 3. Mario Kart DS [91] 2. Mario Kart 8 Deluxe [92] 1. Mario Kart: Super Circuit [93] 10. Mario Kart Tour [59] O primeiro game da franquia lançado para smartphones, Mario Kart Tour foi divisivo entre os players ao trazer uma experiência mais simplificada de gameplay. No game desenvolvido em parceria com a empresa mobile Dena Corp, os karts se dirigem sozinhos, acelerando e acompanhando o percurso, exigindo que o player ajuste a tela nas curvas, faça "Drift" e use itens para vencer as corridas. A jogabilidade não era muito profunda ou divertida apesar de algumas pistas chamarem atenção, como as que levaram Mario Kart pela primeira vez para o mundo real em locais como Paris, Tóquio e Los Angeles. O jogo teve um lançamento conturbado em 2019 e boa parte de suas notas mais baixas são dessa época quando o título lançou com um sistema de "Gacha" que envolvia sorteio de personagens, karts e planadores em troca de dinheiro real. Em 2022, os elementos Gacha foram retirados e adotou-se um sistema de compra direta com microtransações e a partir de 2023, foi anunciado que não haveria novos conteúdos adicionais. Mario Kart Tour está disponível gratuitamente para Android e iPhone (iOS) com microtransações. Mario Kart Tour traz a clássica fórmula da Nintendo simplificada para smartphones e tablets Reprodução/Rafael Monteiro 9. Mario Kart Live: Home Circuit [75] Uma presença curiosa na lista, desenvolvida pela produtora Velan Studios, Mario Kart Live: Home Circuit é mais um brinquedo do que um jogo, apesar de haver um game nele. Esta versão acompanha os karts de controle remoto reais de Mario e Luigi que trazem várias peças físicas que podem transformar qualquer local em pista. O próprio player pode pegar as peças, espalhar por sua casa e criar uma pista para competir conectando o kart ao seu Nintendo Switch e usando uma câmera no veículo para transmitir imagens para a tela. O jogo ainda tem os tradicionais itens de Mario Kart e os brinquedos vem equipados com capacidades como aceleração extra quando pegam um Cogumelo ou uma parada brusca quando são atingidos por cascos digitais. Mario Kart Live: Home Circuit está disponível em algumas lojas como Amazon e Mercado Livre. Ele exige também um Nintendo Switch para funcionar. Mario Kart Live: Home Circuit é um jogo de Mario para o Nintendo Switch mais parecido com um brinquedo, pois exige exige um kart de controle remoto Divulgação/Nintendo 8. Mario Kart Wii [82] No Nintendo Wii, console conhecido por seus controles de movimento, a Nintendo introduziu a possibilidade de usar o joystick do videogame, o Wii Remote, como se fosse um volante. A versão de Mario Kart nessa geração acompanhava o acessório em formato de volante, o Wii Wheel, que era apenas um revestimento de plástico onde o Wii Remote se encaixava e cuidava de todo o controle do carro. O título também foi o primeiro da série a introduzir motos, uma novidade que se tornou comum em outros jogos e partidas com até 12 jogadores, número que parecia alto e hoje é apenas metade dos competidores de Mario Kart World. Havia também multiplayer online, pela primeira vez nos consoles, uma continuidade do que havia começado em Mario Kart DS. Mario Kart Wii foi lançado no Nintendo Wii e está disponível somente em sua plataforma original. Mario Kart Wii foi o primeiro da série a introduzir motos ao gameplay Divulgação/Nintendo 7. Mario Kart 64 [83] Enquanto Super Mario Kart no Super Nintendo havia sido um grande sucesso, Mario Kart 64 elevou a experiência para um novo patamar com seus gráficos em 3D. O jogo também foi uma grande revolução para o multiplayer devido às quatro portas para joystick do console, permitindo o modo multiplayer em quatro pessoas pela primeira vez na série. Havia novas pistas curiosas como Toad's Turnpike, em que era preciso desviar do tráfego de carros e caminhões, e o modo de batalha ganhou mais profundidade com fases como Block Fort com quatro blocos coloridos gigantes interconectados. Este também foi o jogo da série que introduziu o famoso Casco Azul, um item que viria se tornar extremamente polêmico, mas na época ainda era raro. Mario Kart 64 está disponível no Nintendo Switch pela assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote adicional a partir de R$ 279,90 por ano. Mario Kart 64 trouxe um multiplayer incrivelmente divertido para quatro pessoas Reprodução/Nintendo 6. Mario Kart 7 [85] No Nintendo 3DS, a série apostou em uma transformação, literalmente, introduzindo transformações aquáticas e aéreas para os veículos. Em Mario Kart 7, as corridas podem se passar embaixo d'água graças a uma hélice que surge subitamente na traseira do kart e planadores que surgem para levar o kart pelos céus e de volta ao solo em segurança após saltar de rampas. Os planadores tornaram-se uma grande adição recorrente na série, retornando em Mario Kart 8, Mario Kart Tour e Mario Kart World. O jogo introduziu alguns itens novos como a Folha de Tanooki que permite atacar com a cauda de guaxinim e o Lucky 7, um power-up que oferecia 7 itens de uma única vez. O jogo foi lançado em 2011 e contou com auxílio da Retro Studios durante seu desenvolvimento. Mario Kart 7 foi lançado no Nintendo 3DS e apenas está disponível em sua plataforma original. Mario Kart 7 no Nintendo 3DS levou as corridas da série para os céus e debaixo d'água Divulgação/Nintendo 5. Mario Kart World [86] O mais recente game da série trouxe também sua maior revolução em Mario Kart World, acompanhando o lançamento do Nintendo Switch 2 em junho de 2025. Este foi o primeiro título da franquia a contar com um grande mundo aberto para disputar corridas e explorar, criando uma grande área para percorrer, incluindo cidades, grandes ruas que se conectam de norte ao sul e áreas de natureza. Espalhadas por este mundo estão diversas missões e oportunidades para desbloquear novas roupas para seus personagens, enquanto as longas estradas podem ser usadas também para novos modos como Knockout Tour. A jogabilidade básica também recebeu algumas novidades como a possibilidade de fazer "Grind", deslizando como em um jogo de skate, e correr pelas paredes para realizar manobras, cortar caminho e encontrar atalhos. O modo multiplayer por sua vez foi ampliado para permitir até 24 pessoas por corrida. Foi introduzido também suporte ao "Game Chat", serviço de conexão por voz e vídeo da Nintendo para jogar junto com amigos. Mario Kart World traz um grande mundo aberto para explorar, novos modos e corridas com mais participantes do que nunca Reprodução/Nintendo 4. Mario Kart: Double Dash [87] Um capítulo um pouco menos conhecido nas páginas da franquia foi sua passagem pelo GameCube com Mario Kart: Double Dash em 2003. A novidade desta versão é que o game colocava dois pilotos por kart e eles podiam alternar entre a posição de motorista ou atacante. A presença de dois personagens permitia que o jogador obtivesse dois itens de cada vez e este foi o primeiro título da série em que cada piloto contava com um item especial, como a Flor de Fogo para Mario ou um gigante Chain Chomp para Baby Mario. O GameCube não tinha uma rede online oficial da Nintendo, mas usando seu adaptador de banda larga, o Broadband Adapter, era possível conectar vários consoles em rede interna, possibilitando partidas com até 16 pessoas no total. Mario Kart: Double Dash foi lançado no GameCube e apenas está disponível em sua plataforma original. Mario Kart: Double Dash trouxe a mecânica de dois pilotos por kart com itens personalizados para cada um Reprodução/Nintendo 3. Mario Kart DS [91] O portátil de duas telas da Nintendo foi uma inesperada casa perfeita para a série Mario Kart, recebendo um dos títulos mais aclamados da série até hoje. Lançado em 2005, Mario Kart DS foi a primeira versão portátil com gráfico em 3D e usou muito bem o recurso para criar algumas das pistas mais criativas da série até então como a Airship Fortress, Waluigi Pinball e a Luigi's Mansion. A segunda tela não era tão útil em relação a outros games com usos criativos, apenas mostrando um mapa do percurso. Uma novidade que agradou bastante jogadores na época era o Mission Mode, um modo singleplayer dedicado a missões com todo tipo de desafio, até mesmo batalhas contra grande inimigos que pareciam contra chefes. Mario Kart DS também foi o primeiro título da franquia a contar com multiplayer online, se tornando um grande sucesso em sua época. Mario Kart DS foi lançado no Nintendo DS e apenas está disponível em sua plataforma original. Mario Kart DS foi o primeiro da série a incluir multiplayer online e oferecia pistas únicas com muita diversão Divulgação/Nintendo 2. Mario Kart 8 Deluxe [92] Curiosamente, Mario Kart 8 foi lançado primeiro para o Nintendo Wii U em 2014 e não teve um grande impacto devido à baixa popularidade do console, alcançado um Metascore de 88. Alguns anos depois em 2017, o game foi relançado para o Nintendo Switch como Mario Kart 8 Deluxe e se tornou o game mais vendido da franquia, considerado por muitos como uma edição definitiva da série, alcançando o Metascore 92. As principais novidades em Mario Kart 8 ficam por conta de suas mecânicas de antigravidade, nas quais os karts são capazes de andar até mesmo de ponta-cabeça. Porém, o que realmente destacou Mario Kart 8 Deluxe ao longo dos anos foram seus DLCs, incluindo pistas e personagens baseadas em outras franquias da Nintendo, como The Legend of Zelda, Animal Crossing e F-Zero. Além disso, o jogo ganhou uma expansão chamada Booster Course Pass que trouxe 48 pistas clássicas de outros games da série, até mesmo de Mario Kart Tour. Mario Kart 8 Deluxe está disponível para Nintendo Switch por R$ 329,90 ou com o Booster Course Pass incluso por R$ 469,80. Jogável também no Nintendo Switch 2 por meio da retrocompatibilidade. As corridas antigravidade de Mario Kart 8 Deluxe eram o destaque do game, mas ele ficou mais conhecido pelo longo suporte e pistas extras Divulgação/Nintendo 1. Mario Kart: Super Circuit [93] O game da série com maior pontuação é Mario Kart: Super Circuit, lançado originalmente em 2001 para o Game Boy Advance. Este título não foi produzido pela Nintendo, mas pela Intelligent Systems, e foi o primeiro da franquia a ficar disponível para jogar onde quiser, combinando perfeitamente com a proposta do portátil. Enquanto o Game Boy Advance não teve jogos de plataforma do Mario originais, relançando capítulos do Super Nintendo, Mario Kart: Super Circuit trazia uma experiência nova. Uma grande novidade que poucos jogadores lembram é que o Super Circuit trazia todas as pistas originais de Super Mario Kart para desbloquear, tendo sido o pioneiro no quesito de pistas retrô. Ele também tinha um incrível modo multiplayer para até quatro pessoas usando o novo Cabo Link do Game Boy Advance na época e todos podiam jogar com apenas um cartucho, porém com a limitação que players sem sua própria cópia jogassem sempre como Yoshi. Mario Kart: Super Circuit está disponível no Nintendo Switch pela assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote adicional a partir de R$ 279,90 por ano. Mario Kart: Super Circuit foi o primeiro game da franquia portátil e trazia multiplayer com apenas um cartucho Reprodução/Nintendo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026. Com informações de Metacritic, Nintendo (1, 2, 3), Google Play Store, IGN (1, 2) Nintendojo, Infinity Retro, Kotaku, Nintendo Life, Honest Gamers, RedBrick, Switch Player, Nintendo World Report Mais do TechTudo Veja também: Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens! Nintendo Switch 2 vale a pena mesmo? Veja vantagens e desvantagens!

JBL Sense Pro é bom? Testamos o fone open ear ideal para ouvir o ambiente

25 de Abril de 2026, 02:00

O JBL Sense Pro é um fone de ouvido open ear sem fio, que entrega boa qualidade de som e conforto para quem quer ouvir música sem se isolar do ambiente. Lançado em março de 2026, o modelo aposta em um formato que fica apoiado na orelha, o que pode ser ideal para corridas, ciclismo e uso nas ruas. A ficha técnica promete até 36 horas de bateria, certificação IP54 contra respingos de água e suporte a áudio de alta definição (Hi-Res). Para entender se o JBL Sense Pro realmente vale o investimento, testamos o modelo por algumas semanas em diferentes situações, como treinos, deslocamentos e trabalho. Ao longo deste review, você confere como o fone se comporta na prática, se o som vaza, como é o encaixe e quais são seus principais pontos fortes e limitações antes de decidir pela compra. Confira! 🔎 Qual melhor notebook gamer: Acer Nitro V15 ou Lenovo LOQ-e? Veja comparativo 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos JBL Sense Pro: confira avaliação do fone open ear Gisele Barros/TechTudo 📝 Qual fone de ouvido é mais durável? Veja opiniões no Fórum TechTudo Initial plugin text Veja abaixo todos os tópicos sobre o JBL Sense Pro Ficha técnica Design ⭐⭐⭐⭐⭐ Qualidade do som ⭐⭐⭐⭐⭐ Recursos extras ⭐⭐⭐⭐ Bateria ⭐⭐⭐⭐⭐ Vale a pena? Preço e onde comprar Concorrentes 1. Ficha técnica Driver dinâmico: 16,2 mm Resposta de Frequência Dinâmica: 20 Hz - 40 kHz Número de microfones: 4 Bluetooth: versão 6.0 Peso: 11,6 g (fones); 72 g (estojo) Bateria: 60 mAh (fones); 630 mAh (estojo) Autonomia: 8 h (fones); 30 h (estojo) Spatial Sound: sim Conexão multiponto: sim True Wireless: sim ANC: não Proteção: IP54 Cores: cinza ou preto Lançamento: março de 2026 Preço no Brasil: R$ 999 2. Design ⭐⭐⭐⭐⭐ O JBL Sense Pro tem um formato que não precisa ser introduzido no canal auditivo; o aparelho fica apenas apoiado na curvatura da orelha. Como foi a primeira vez que usei um modelo dessa categoria, confesso que estranhei o encaixe nos primeiros dias e tinha medo de o fone cair da orelha. O uso por dias seguidos, porém, demonstrou que ele é muito confortável para quem precisa usar fone por longos períodos. Não saiu do lugar durante meus treinos na academia e caminhadas, e não senti incômodo em usar com meus óculos. O gancho auricular gira levemente para cima ou para baixo para permitir mais ajustes no encaixe. É difícil cravar que o formato encaixa em qualquer orelha. No geral, não tenho problemas com fones de outros modelos, mas me parece uma boa opção para quem sofre com outros encaixes, já que você só precisa sobrepor, sem dificuldade. JBL Sese Pro tem design confortável que fica apenas apoiado na orelha Gisele Barros/TechTudo As cores disponíveis no Brasil são o preto e o cinza. Na minha opinião, o acabamento mais fosco contribui para o visual mais premium do acessório. Essa textura se repete na case, que acabou arranhada e ganhou manchas após o contato com outros objetos na minha bolsa. Ela é mais robusta e me parece resistente; só não fica com cara de nova por muito tempo. O JBL Sense Pro também possui proteção com certificado IP54, o que significa que o modelo pode barrar a entrada de poeira, mas não é totalmente vedado, e deve receber respingos d’água de todas as direções sem apresentar problemas. Case do JBL Sense Pro com marcas de uso Gisele Barros/TechTudo 3. Qualidade do som ⭐⭐⭐⭐⭐ Apesar de ter um formato que não precisa encaixar dentro da orelha, a sensação é de que o som realmente é projetado diretamente para dentro do ouvido, sem perdas de qualidade. A marca promete graves que podem se adaptar ao que está sendo tocado, dependendo da equalização e volume. A experiência foi ótima, um som profundo, detalhado, imersivo, sem distorções. O fone tem suporte para áudio de alta qualidade (Hi-Res Audio) com transmissão de até 24 bits, por meio do codec LDAC da Sony. Outro receio que eu tinha era sobre o som vazar muito, de forma que todos ao meu redor saberiam o que estou ouvindo ou escutariam uma conversa. Isso não acontece. Eu só consegui perceber vazamento de som em locais muito silenciosos (meu quarto com todas as portas fechadas), com o volume no máximo e chegando bem perto do aparelho. Testei com colegas na redação, por exemplo, e ninguém conseguiu identificar o que estava tocando. JBL Sense Pro tem áudio de alta qualidade Gisele Barros/TechTudo O modelo vem com quatro microfones integrados e recursos de IA para melhorar a transmissão de voz. Na prática, o dispositivo pode captar e anular o barulho ambiente para que as chamadas fiquem mais nítidas. Fiz chamadas usando-o, enquanto andava por ruas bem movimentadas, e o som continuou bastante nítido. 4. Recursos extras ⭐⭐⭐⭐ O JBL Sense Pro tem uma conexão multipontos, que permite parear por Bluetooth até duas fontes de áudio ao mesmo tempo, como o smartphone e um tablet, por exemplo. A conexão é muito rápida e o pareamento também. Por algumas vezes o fone conectou no meu celular, mesmo estando na case fechada. Foi algo que me irritou um pouco, mas não comprometeu a experiência. O Sense Pro tem suporte para o aplicativo JBL Headphones, que é gratuito e está disponível para Android e iOS. Além de checar a bateria do aparelho, consegui definir por lá os controles por toque e ativar o "modo vídeo" para assistir conteúdos mais longos. Acho que ele faz muita diferença. Percebi que há um atraso considerável entre a fala e a transmissão do som quando essa função não está ativa. O fono realmente é bom para atividade física ao ar livre, como se propõe, não para assistir conteúdos na internet em casa. JBL Sense Pro tem aplicativo compatível com celular Android e iPhone Gisele Barros/TechTudo O app tem ainda modos de equalização do áudio, ajustando o equilíbrio entre os componentes de frequência de som, som espacial, chamada de alta qualidade, otimizador de nível sonoro e até um modo de relaxamento que toca sons que remetem à natureza, como pássaros cantando, fogueira, chuva, entre outros. 5. Bateria ⭐⭐⭐⭐⭐ Os fones de ouvido têm uma bateria de 60 mAh de capacidade em cada um dos lados e 630 mAh no estojo de transporte. No total, a autonomia esperada é de até 8 horas nos headphones e até 30 horas no case, totalizando 38 horas de reprodução de música. No caso de conversação por voz, a estimativa de até 8 horas deve cair para apenas 3,5 horas, pois utiliza mais recursos do aparelho. Além disso, uma carga de 10 minutos pode garantir até 4 horas de reprodução. Essa estimativa, claro, é obtida em testes de laboratórios guiados pela própria fabricante, em ambientes controlados. De toda forma, a minha experiência com a duração da bateria foi extremamente positiva. Eu não uso fone todos os dias por um longo período de tempo. Estou com eles principalmente no transporte público e durante atividades físicas, o que significa de 30 a 60 minutos de uso. Em mais de duas semanas, eu só precisei carregar o aparelho uma vez. 38 horas de reprodução de música é um dos pontos fortes do JBL Sense Pro Gisele Barros/TechTudo 6. JBL Sense Pro: vale a pena? O Sense Pro vale muito a pena para quem precisa de um fone open ear e busca boa qualidade do som e quer investir em um modelo mais premium. Ele realmente é pensado para quem quer ouvir música sem se isolar totalmente do mundo e cumpre isso muito bem. É uma opção ótima para quem corre ou anda de bike na rua. Acho bacana também para quem malha com personal. Você vai conseguir ouvir as instruções e conversar com um som ambiente que reflita seu gosto musical. No escritório também é bem bacana para diminuir distrações, mas ainda assim estar disponível se alguém chamar por você. O preço de quase R$ 1.000 é realmente salgado, de forma que o aparelho perde pontos no custo-benefício. Por isso, só faz sentido para quem precisa muito de um modelo nesse estilo open ear e é exigente com qualidade de som. Caso você não faça muitas atividades ao ar livre, por exemplo, não compensa o alto investimento. No geral, minha experiência demonstrou que é um fone que cumpre o que promete e que tem tudo para ser um produto bastante durável. Fone JBL Sense Pro é um fone que cumpre o que promete Gisele Barros/TechTudo 7. Preço e onde comprar A página oficial do produto oferece o JBL Sense Pro por R$ 999, preço que pode ser parcelado em até seis vezes sem juros no cartão de crédito. Quem puder pagar à vista, no Pix, terá um desconto de 10% no valor. Como de costume, os produtos vendidos pela JBL tem um ano de garantia, além de frete e devolução gratuitos. Em nossa busca, não encontramos anúncios do modelo na Amazon, mas é possível comprá-lo no Mercado Livre a partir de R$ 861 em vendas de terceiros. No caso do perfil oficial da JBL dentro do marketplace, o preço é de R$ 999, porém, oferece frete grátis e parcelamento sem juros no cartão de crédito, enquanto o primeiro não. 7. Concorrentes Um dos principais concorrentes do JBL Sense Pro é o Soundcore V20i da Anker, fone de ouvido sem fio também da categoria open-ear que tem o preço de R$ 429 na Amazon. O modelo também tem ganchos ajustáveis, conexão multiponto e até 36 horas de bateria, mas supera o adversário no certificado IP55 de proteção. Isso significa que a proteção contra poeira é a mesma (nível 5), mas, enquanto o IP54 da JBL protege contra respingos de água todas as direções, o IP55 protege contra jatos de água de baixa pressão. Por outro lado, a conexão Bluetooth do Soundcore V20i é a versão 5.4. Com preço bem menor, o SoundPEATS PearlClip Pro tem características bem parecidas com os dois anteriores. O aparelho também possui Bluetooth 5.4, proteção IPX4 (não inclui resistência à poeira) e recurso que pode simular som 3D, mas peca por oferecer apenas 24 horas de autonomia de bateria no total. Por outro lado, o preço é o menor dos três rivais: apenas R$ 239,18. Nota final: 4,7 estrelas ⭐ Initial plugin text Com informações de Amazon (1, 2) e JBL. Mais do TechTudo: Vídeo: FONE ou BRINCO? Testamos esse fone diferentão da JBL! FONE ou BRINCO? Testamos esse fone diferentão da JBL! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

6 smart TVs 4K por menos de R$ 2.000 que cabem no bolso

25 de Abril de 2026, 02:00

Uma TV com resolução 4K pode transformar a forma como você assiste a filmes, séries ou qualquer tipo de obra audiovisual, pois a reprodução de imagens ganha um salto de qualidade absurdo. Muitas pessoas acreditam que modelos desse segmento são bem caros, mas a verdade é que eles estão se tornando cada vez mais acessíveis. Portanto, com o intuito de te ajudar a escolher o aparelho ideal para a sua casa, o TechTudo reuniu opções de marcas como LG, Hisense, Samsung e Philips que não te custarão mais de R$ 2.000. A Semp 43S62, por exemplo, custa R$ 1.665. Ela conta com 43 polegadas de tamanho, taxa de atualização de 60 Hz e compatibilidade com Google Assistente. Já a 50PUG7300, da Philips, oferece sistema de som turbinado com a tecnologia Dolby Atmos, painel LED e sistema operacional TitanOS. Interessados podem adquiri-la por R$ 1.984. Confira, a seguir, a lista completa de TVs 4K acessíveis para comprar e-commerce, assim como seus respectivos prós e contras. Vale mencionar, porém, que os preços citados na matéria foram verificados em abril de 2026, ou seja, estão sujeitos a alterações diárias. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Conheça modelos acessíveis de marcas como Samsung, LG e Philips Divulgação/Samsung 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Duck Hunt: a 'gambiarra' genial por trás do jogo que dependia da TV de tubo 📝 É melhor uma smart TV com webOS ou Android TV? Veja no Fórum TechTudo TVs 4K baratas para comprar em 2026 Semp 43S62 – design sem bordas e tecnologia HDR. Hisense 43Q6QV – traz modo gamer e painel QLED. LG 43AU801 – sistema de áudio com graves potentes. Samsung UN43U8100F – sistema com sete anos de suporte. Aiwa AWS-TV-50-BL-02-A – conectividade ampla e versátil. Philips 50PUG7300 – boa taxa de atualização para jogos. 1. Semp 43S62 – a partir de R$ 1.665 A 43S62 é o modelo 4K mais barato da Semp. Ela entrega tela de 43 polegadas, taxa de atualização de 60 Hz, suporte à HDR e painel LED básico. Além disso, se destaca por oferecer o Google TV como sistema operacional, que permite uma grande personalização e instalação de aplicativos. A TV também conta com duas portas USB e três entradas HDMI, junto de um design sem bordas e compatibilidade total com Google Assistente. O aparelho custa R$ 1.665 na Amazon, com 5,0 estrelas de avaliação. Em comentários feitos por consumidores em páginas de e-commerce no geral, os elogios se direcionam à qualidade de imagem e som, com destaques para o sistema operacional também. Apesar disso, ela recebe críticas por não possuir muitas opções de configurações. Prós: boa imagem e som; sistema operacional fluido. Contras: poderia ter mais opções de personalização. Semp 43S62 2. Hisense 43Q6QV – a partir de R$ 1.709 A Hisense 43Q6QV é a TV mais barata da lista. Ela possui uma tela de 43 polegadas, com suporte à tecnologia HDR, modo para jogos e 60 Hz de taxa de atualização, junto de tecnologia QLED (melhor que o LED tradicional) – a tornando uma ótima opção para quem não busca um aparelho gigante. Traz, ainda, duas portas USB e HDMI, junto do sistema operacional VIDAA – exclusivo da fabricante. O aparelho custa R$ 1.709 no Mercado Livre, com 4,9 estrelas de avaliação média. Por lá, a TV é elogiada pelo custo-benefício, bom som, suporte à recursos extras e modo para jogos, mas é criticada por possuir pouco ângulo de visão, graças ao seu painel. Prós: bom som; custo-benefício elevado. Contras: painel muda qualidade da imagem a depender do ângulo de visão. Hisense 43Q6QV 43Q6QV 43Q6QV 43Q6QV 43Q6QV 3. LG 43AU801 – a partir de R$ 1.719 A 43AU801 é a concorrente direta do modelo da Hisense. Ela dispõe de uma tela de 43 polegadas, o que não a torna nem tão grande, nem tão pequena – com 60 Hz de taxa de atualização. Além disso, conta com três portas HDMI, duas portas USB e se destaca por acompanhar o controle remoto AI Magic da LG, equipado com inteligência artificial embutida. A TV também possui o webOS como sistema operacional, junto de tecnologia HDR, Alexa integrada e painel LED tradicional. O televisor custa R$ 1.719 no Mercado Livre, com 4,9 estrelas de avaliação média. Ele é bastante elogiada pelos consumidores da varejista, que destacam a qualidade de imagem, sistema de som (com foco para os graves) e fluidez do sistema operacional. Com a quantidade de elogios, o aparelho praticamente não possui avaliações negativas nas varejistas, com as notas mais baixas sendo direcionados à entrega de modelo errado ou com tela quebrada. Prós: ótima imagem; graves de qualidade. Contras: painel LED tradicional. LG 43AU801 43AU801 43AU801 43AU801 43AU801 4. Samsung UN43U8100F – a partir de R$ 1.839 A UN43U8100F é um das TVs 4K mais acessíveis da Samsung atualmente. Assim como os modelos citados anteriormente, ela conta com tela de 43 polegadas, 60 Hz de taxa de atualização, tecnologia de LED e suporte à HDR. Além disso, seu sistema operacional é o Tizen, exclusivo da marca sul-coreana, que garante até sete anos de atualizações. O aparelho também traz porta USB, três entradas HDMI e acesso ao Xbox Gaming Hub, com o app Cloud Gaming incluso. O televisor custa R$ 1.839 na Shopee, com 5,0 estrelas de avaliação. Por lá, é muito elogiada pelo tamanho, custo-benefício, qualidade de imagem e recursos do sistema operacional, mas é criticada pela sua qualidade sonora – apontada como insatisfatória. Prós: custo-benefício; sistema operacional com ótimos recursos. Contras: qualidade de som poderia ser melhor. Samsung UN43U8100F UN43U8100F UN43U8100F UN43U8100F UN43U8100F 5. Aiwa AWS-TV-50-BL-02-A – a partir de R$ 1.871 Esse modelo de TV 4K da Aiwa conta com tela de 50 polegadas, bordas ultrafinas, suporte à HDR e taxa de atualização de 60 Hz. Além disso, traz sistema operacional Android TV, áudio com Dolby Atmos para efeito surround, três entradas HDMI, duas portas USB e suporte ao Google Assistente. Por fim, oferece uma tecnologia chamada Blue Protect, cuja função é reduzir em até 90% a emissão de ondas de luz azul, que são prejudiciais à visão humana. A TV custa R$ 1.871 no Mercado Livre, com 4,8 estrelas de avaliação média. No e-commerce, o aparelho é elogiado por sua qualidade de imagem, som e design ultrafino. Apesar disso, recebe críticas pelo tratamento de cores, que puxa mais para o vermelho do que o ideal. Prós: boa imagem; bom som; design bonito. Contras: tratamento de cores precisa de ajustes manuais. Aiwa AWS-TV-50-BL-02-A 6. Philips 50PUG7300 – a partir de R$ 1.984 A 50PUG7300, da Philips, traz uma tela um pouco maior – 50 polegadas. Além disso, oferece painel LED, suporte à tecnologia HDR10+ e 120 Hz de taxa de atualização, recursos que a torna uma ótima TV para gamers. O modelo possui ainda sistema de som com Dolby Atmos e DTS:X, três entradas HDMI e duas portas USB – junto da possibilidade de ser controlada através de comando de voz. Por fim, vale destacar que seu sistema operacional é o TitanOS. O aparelho custa R$ 1.994 na Amazon, com 4,2 estrelas de avaliação. Por lá, a TV é elogiada por possuir uma boa qualidade de imagem e de som, mas recebe críticas pelo seu sistema operacional, que é limitado em relação à quantidade de aplicativos extras que podem ser instalados. Prós: boa imagem e som; 120 Hz de taxa de atualização. Contra: sistema operacional não dá tanta liberdade para personalização. Philips 50PUG7300 50PUG7300 50PUG7300 Com informações de Amazon, Shopee e Mercado Livre Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

15 prompts prontos para usar no trabalho com ChatGPT (copie e cole)

25 de Abril de 2026, 02:00

Usar inteligência artificial no trabalho deixou de ser diferencial e virou necessidade em 2026. Profissionais que ainda escrevem e-mails do zero, montam apresentações sem estrutura ou entram em reuniões sem preparo perdem tempo e produtividade. Ferramentas como ChatGPT, Gemini Google e Microsoft Copilot permitem automatizar tarefas com comandos simples. O diferencial está em saber o que pedir. A seguir, o TechTudo 15 prompts prontos para e-mails, relatórios, reuniões e organização. 🔎 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Confira prompts que irão te ajudar nas demandas do trabalho TechTudo/Késya Holanda 📝Vale a pena usar o ChatGPT para estudar? Confira no fórum do TechTudo Índice Como usar os prompts corretamente? Prompts para escrita 2.1 Escrever e-mail profissional 2.2 Resumir texto longo 2.3 Melhorar um texto Prompts para produtividade 3.1 Criar lista de tarefas 3.2 Planejar a semana 3.3 Criar checklist Prompts para análise 4.1 Analisar dados simples 4.2 Comparar opções 4.3 Explicar tema complexo Prompts para comunicação 5.1 Criar apresentação 5.2 Preparar reunião 5.3 Simular conversa difícil Prompts avançados 6.1 Pedir revisão crítica 6.2 Criar múltiplas versões 6.3 Ajustar para público Dicas para melhorar resultados 1. Como usar os prompts corretamente? A maioria das pessoas que usa IA no trabalho comete o mesmo erro: trata o modelo como um mecanismo de busca. Digita uma pergunta vaga, recebe uma resposta genérica e conclui que a ferramenta "não funciona". O problema raramente está na IA, está no comando. Prompts bem construídos seguem uma lógica simples: quanto mais contexto você oferece, mais específica e utilizável será a resposta. Isso não significa escrever textos longos. Significa incluir as variáveis certas, o tema do pedido, o objetivo que você quer alcançar, o público que vai receber o resultado e, quando aplicável, o texto ou dado que a IA vai processar. Um prompt com essas quatro informações gera uma resposta aproveitável de imediato, enquanto um comando sem elas gera um rascunho que você vai precisar reescrever do zero. A diferença prática fica evidente quando se compara o mesmo pedido com e sem contexto em ferramentas como ChatGPT. Sem contexto, o modelo gera um e-mail genérico, com saudação padrão e conteúdo vago. Quando há instruções claras de tom, objetivo e limite de palavras, a resposta já vem praticamente pronta para envio. O ganho de tempo não está apenas na execução pela IA, mas na redução dos ajustes necessários depois. Regra prática Tema: Assunto específico do pedido Objetivo: O que você quer alcançar com o resultado Público: Para quem o conteúdo será dirigido Colar texto: O conteúdo que a IA vai processar 2. Prompts para escrita 2.1 Escrever e-mail profissional Redigir um e-mail parece simples até você perceber quanto tempo gasta ajustando o tom, cortando frases longas e garantindo que a mensagem não seja interpretada de forma errada. Em comunicações frequentes, como alinhar prazos com clientes, pedir informações a fornecedores ou dar retorno a colegas, esse tempo se repete e se acumula ao longo do dia. Testamos o prompt pedindo um e-mail sobre prazo de entrega de uma matéria, com tom formal e limite de 150 palavras. O ChatGPT entregou o texto em menos de dez segundos. Mais relevante do que a velocidade foi a adequação: a estrutura respeitou a hierarquia da comunicação corporativa, sem excessos de formalidade que soam artificiais nem informalidades que comprometem o registro. O único ajuste necessário foi trocar o nome genérico do remetente. Em termos práticos, o prompt eliminou cerca de 15 minutos de redação, tempo que, multiplicado por cinco e-mails por dia, representa mais de uma hora de trabalho recuperada. Prompt copiável: "Escreva um e-mail profissional sobre [assunto], com tom [formal/informal], objetivo de [ação desejada] e até 150 palavras." Quando usar: Para responder clientes, alinhar com colegas, comunicar decisões ou solicitar algo formalmente, sempre que você precisar de um e-mail rápido e bem escrito sem gastar 20 minutos pensando no tom certo. Por que funciona: Define o tom (formal ou informal) e o objetivo de ação no próprio prompt, assim eliminando as idas e vindas de ajuste. A IA entrega um rascunho já alinhado ao contexto, que precisa só de uma revisão rápida antes de enviar. 2.2 Resumir texto longo Ler um documento extenso para extrair dois ou três pontos relevantes é uma das tarefas mais custosas em termos de tempo e concentração. O problema é que esse tipo de leitura raramente pode ser delegado, quem toma a decisão precisa ter absorvido o conteúdo, não recebido um resumo de terceiro. Colamos um longo estudo filosófico sobre a percepção de tempo e pedimos o resumo em até cinco tópicos objetivos. O resultado capturou os pontos centrais sem perder as nuances críticas para a argumentação do texto. O que levaria cerca de 20 minutos de leitura ativa, com marcações, releitura e síntese, ficou disponível para consulta em segundos. O formato em tópicos também facilitou o uso direto: as informações já estavam estruturadas para embasar uma decisão ou repassar para alguém da equipe que não tinha lido o original. Prompt de resumo extrai o essencial de qualquer documento em segundos Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Resuma o texto abaixo em até 5 tópicos objetivos, destacando os pontos mais importantes: [colar texto]" Quando usar: Relatórios extensos, artigos técnicos, atas de reunião ou qualquer documento que você precisa entender rápido sem ler tudo. Funciona bem também para preparar alguém da equipe que não participou de uma reunião. Por que funciona: Ao limitar a resposta a cinco tópicos objetivos, o prompt força a IA a filtrar e priorizar, em vez de gerar um resumo que é só uma versão mais curta do original. O resultado é acionável, não apenas condensado. 2.3 Melhorar um texto Há uma diferença entre um texto que transmite a informação e um texto que convence. A maioria dos profissionais produz o primeiro com facilidade; o segundo exige revisão de estilo, ajuste de tom e eliminação de ruído, habilidades que demandam tempo e distância crítica do próprio texto. Colamos uma mensagem escrita de forma coloquial, sem registro adequado para o ambiente corporativo. A versão devolvida pelo ChatGPT manteve o conteúdo original intacto, nenhuma informação foi alterada ou suprimida, mas o texto ficou mais formal, direto e fácil de ler. A versão melhorada reduzia a possibilidade de interpretações ambíguas e passava uma imagem mais profissional de quem assina. O processo levou menos de 15 segundos. Prompt de melhoria refina linguagem sem reescrever do zero Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Melhore este texto deixando mais claro, direto e profissional: [colar texto]" Quando usar: Quando você já escreveu algo mas sente que está confuso, repetitivo ou com tom inadequado. Funciona para e-mails, relatórios, textos de apresentação, descrições de projetos e até mensagens de WhatsApp corporativo. Por que funciona: Pedir melhoria em vez de reescrita preserva a estrutura e o conteúdo que você já construiu, ajustando apenas clareza, fluidez e profissionalismo. É mais rápido do que partir do zero e mantém a sua voz no texto. 3. Prompts para produtividade 3.1 Criar lista de tarefas A paralisia para tomar uma decisão no início do dia é muito comum e tem um custo real, já que quando você não sabe por onde começar, inicia pela tarefa mais familiar - não pela mais importante. O resultado é um dia tecnicamente ocupado, mas pouco produtivo. Reorganizar prioridades exige energia mental que, usada nessa etapa, faz falta nas tarefas que realmente importam. Jogamos uma lista bagunçada de sete atividades sem indicação de prioridade ou dependência entre elas. O ChatGPT reorganizou tudo por urgência e impacto, agrupando tarefas similares e separando as que precisavam de outros insumos para avançar. O processo levou menos de cinco segundos, e o resultado era funcionalmente superior ao que um profissional produziria em dez minutos de organização manual, porque a IA aplica critérios consistentes sem ser influenciada por preferências pessoais ou pelo que parece mais fácil de resolver primeiro. IA prioriza tarefas automaticamente com base no que você descreve Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Crie uma lista de tarefas priorizada para hoje com base nestas atividades: [listar tarefas]" Quando usar: No início do dia ou da semana, quando você tem várias atividades na cabeça e não sabe por onde começar. Também funciona quando a agenda muda e você precisa reorganizar prioridades rapidamente. Por que funciona: A IA aplica critérios de priorização (urgência, impacto, dependências) que você provavelmente faria de forma intuitiva, mas leva mais tempo. O resultado é uma lista estruturada que reduz a paralisia de decisão. 3.2 Planejar a semana Planejar a semana na sexta à tarde costuma parecer desnecessário, e na segunda de manhã, com reuniões empilhadas e demandas acumuladas, parece indispensável. O problema não é falta de vontade, mas de método: distribuir tarefas pelos dias de forma equilibrada, sem sobrecarregar nenhum período e reservando espaço para imprevistos, é um exercício cognitivo que exige mais do que uma lista no papel. Testamos o prompt com um conjunto variado de tarefas, algumas pontuais, outras que exigiam blocos de tempo maiores. O planejamento gerado distribuiu as atividades de forma equilibrada pelos dias, reservou os períodos da manhã para as tarefas que demandam mais foco e deixou as tardes com entregas menores e reuniões. A lógica era coerente: o modelo considerou o horário de trabalho informado e organizou a carga de forma que nenhum dia ficasse inviável. O resultado funcionou como ponto de partida real, não como uma planilha ideal que abandona no primeiro imprevisto. Planejamento semanal gerado pela IA distribui tarefas por dia respeitando o horário informado Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Monte um planejamento semanal equilibrado considerando estas tarefas: [listar tarefas] Horário de trabalho: das [horário de início] às [horário de término]." Quando usar: Na sexta ou no domingo, para estruturar a semana seguinte. Também útil quando a semana começa com muitas demandas acumuladas e você precisa de um plano realista para não se perder. Por que funciona: Ao informar o horário de trabalho junto com as tarefas, a IA distribui as atividades de forma equilibrada, evitando sobrecarga em um único dia e reservando tempo para imprevistos. É mais prático do que montar o planejamento em uma planilha do zero. 3.3 Criar checklist Processos repetitivos parecem simples até que uma etapa esquecida cause retrabalho. Onboarding de cliente, publicação de conteúdo, fechamento de relatório mensal, são fluxos que qualquer profissional experiente "sabe de cabeça", mas que na prática são executados de forma diferente cada vez - dependendo do dia, da pressa e do quanto o profissional está sobrecarregado. Pedimos um checklist para o onboarding de um cliente em uma empresa de design. O ChatGPT listou 12 etapas, incluindo revisão de SEO, verificação de links quebrados e otimização de imagens, algumas das quais equipes costumam pular quando o prazo aperta. O diferencial não foi apenas a quantidade de itens, mas a cobertura: o modelo incorporou boas práticas da área que não foram mencionadas no prompt, porque fazem parte do padrão de qualidade esperado naquele tipo de entrega. O resultado pode ser usado diretamente como documento de processo ou adaptado para uma ferramenta de gestão de tarefas. Checklists gerados pela IA cobrem etapas que você pode esquecer em processos repetitivos Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Crie um checklist passo a passo para [tarefa], considerando boas práticas." Quando usar: Para processos que se repetem com frequência, onboarding de novos membros, publicação de conteúdo, fechamento de relatório mensal, revisão de proposta comercial. Qualquer fluxo que precisa de consistência se beneficia de um checklist. Por que funciona: A IA incorpora boas práticas da área ao gerar o checklist, o que significa que itens que você normalmente esqueceria aparecem como etapas obrigatórias. Reduz erros por omissão sem precisar consultar documentação. 4. Prompts para análise 4.1 Analisar dados simples Dados em planilha são informação em estado bruto. Transformá-los em insight, identificar padrões, anomalias e o que aqueles números significam para uma decisão, é o trabalho real, e é exatamente onde a maioria das pessoas trava. Abrir uma ferramenta de BI para analisar uma tabela de 30 linhas é excesso de processo; fazer isso manualmente é lento e sujeito a viés de confirmação. Copiamos uma tabela com dados de pesquisa sobre estudantes diretamente do Google Planilhas e colamos no ChatGPT. O modelo não apenas descreveu os dados, identificou correlações que não eram óbvias em uma leitura linear, apontou uma inconsistência em uma das colunas e sugeriu dois recortes adicionais que agregariam valor à análise. Para uma equipe sem analista de dados disponível, esse tipo de leitura rápida pode ser a diferença entre tomar uma decisão embasada e adiá-la por falta de tempo para "olhar os números com cuidado". IA traduz números em insights acionáveis sem precisar de fórmulas complexas Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Analise os dados abaixo e destaque padrões, insights e possíveis melhorias: [colar dados]" Quando usar: Quando você tem dados de uma planilha simples, vendas, métricas de desempenho, resultados de pesquisa, e precisa de uma leitura rápida sem abrir ferramentas de BI. Funciona bem com tabelas copiadas diretamente do Excel ou Google Sheets. Por que funciona: Em vez de descrever os dados, a IA identifica padrões e anomalias que passariam despercebidos em uma leitura manual rápida. O formato "padrões + insights + melhorias" estrutura a análise de forma direta e acionável. Limitação importante: A IA não acessa arquivos diretamente, você precisa colar os dados em formato de texto. Para análises complexas ou bases grandes, ferramentas especializadas de dados são mais indicadas. 4.2 Comparar opções Tomar decisões é fácil quando os critérios são claros. O problema é que, na maioria das situações profissionais, eles não são, e a tendência natural é escolher a opção mais familiar ou a que foi apresentada primeiro, não necessariamente a mais adequada. Estruturar uma comparação real, com custo, benefício e risco lado a lado, exige tempo e disciplina que nem sempre estão disponíveis. Pedimos a comparação entre trabalho remoto e presencial considerando esses três eixos. O ChatGPT entregou uma análise equilibrada que não favorecia nenhuma das opções, o que, por si só, já é relevante, porque a maioria das comparações feitas sob pressão tende a confirmar a opção que já estava sendo considerada. O resultado não substituiu uma avaliação pessoal do contexto, mas ofereceu uma base estruturada para a decisão inicial e, igualmente importante, um rascunho pronto para apresentar à liderança com argumentos organizados. Prompt de comparação estrutura decisões com custo, benefício e risco lado a lado Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Compare [opção A] e [opção B] considerando custo, benefício e risco." Quando usar: Em qualquer tomada de decisão com duas ou mais alternativas — escolha de fornecedor, ferramenta, abordagem de projeto, estratégia de comunicação. Especialmente útil quando você precisa justificar a decisão para outra pessoa. Por que funciona: A estrutura de prós, contras e riscos força uma análise balanceada, e evita que você tome uma decisão com base apenas no que é mais familiar ou conveniente. O resultado também funciona como rascunho para apresentar a escolha à liderança. 4.3 Explicar tema complexo Há uma habilidade profissional frequentemente subestimada: conseguir explicar um assunto técnico para alguém sem background na área sem simplificar demais nem perder precisão. É o que separa quem domina um tema de quem consegue comunicá-lo e, em ambientes corporativos, comunicar bem vale tanto quanto saber. Testamos com "explique o que é bitcoin". A resposta usou a analogia de uma carteira digital descentralizada, sem banco intermediário, com transações registradas em um livro público que ninguém controla sozinho. Clara o suficiente para repassar em uma reunião com gestores sem formação em tecnologia, sem perder os elementos que tornam o conceito relevante. O prompt funciona igualmente bem para termos jurídicos, conceitos de gestão, metodologias de projeto ou qualquer assunto que você precisa absorver rápido para usar logo em seguida. IA simplifica conceitos técnicos sem perder o conteúdo essencial Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Explique [tema] de forma simples, como se fosse para um iniciante." Quando usar: Quando você precisa entender rapidamente um assunto novo, uma tecnologia, um conceito de gestão, um termo jurídico ou financeiro, sem tempo para ler uma documentação extensa. Também funciona para preparar uma explicação que você vai dar para outra pessoa. Por que funciona: O enquadramento "como se fosse para um iniciante" instrui a IA a priorizar clareza sobre precisão técnica, e a usar exemplos e analogias em vez de jargão. O resultado é assimilável em minutos. 5. Prompts para comunicação 5.1 Criar apresentação Montar uma apresentação do zero tem dois momentos distintos: decidir o que vai entrar e como vai se organizar, e depois criar os slides de fato. O segundo é mecânico; o primeiro é onde as pessoas travam. Definir o fluxo narrativo, o que vem antes, o que sustenta o quê, onde a argumentação precisa ser reforçada, consome mais tempo do que qualquer ferramenta de design economiza. Pedimos uma estrutura de dez slides sobre bitcoin para 2026. O ChatGPT entregou títulos, subtítulos e três tópicos por slide em formato linear, com uma progressão narrativa que fazia sentido do início ao fim: contexto, problema, solução, dados, perspectiva futura. O resultado estava pronto para ser importado diretamente no Google Slides ou Microsoft PowerPoint como esqueleto. Economizamos pelo menos 30 minutos de organização antes de começar a montar os slides de fato, que é justamente a parte que consome energia sem gerar resultado visível. IA gera a estrutura de apresentação em segundos, você só precisa preencher os slides Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Crie uma estrutura de apresentação com 10 slides sobre [tema], incluindo título e tópicos por slide." Quando usar: Quando você recebe um pedido de apresentação com pouco tempo e precisa de uma estrutura inicial para não partir do zero. Funciona para apresentações internas, pitches, treinamentos e relatórios em formato de slides. Por que funciona: A IA define o fluxo narrativo e os tópicos de cada slide com base no tema — o que costuma tomar mais tempo do que criar os slides em si. Com a estrutura pronta, você só precisa preencher o conteúdo e ajustar o design. 5.2 Preparar reunião Entrar em uma reunião sem preparação não é apenas desconfortável, é custoso. Perguntas relevantes que não foram feitas, pontos que escaparam no calor da conversa, decisões tomadas sem informação suficiente: tudo isso tem consequência prática. O problema é que preparar uma reunião bem exige tempo que, na correria do dia a dia, simplesmente não existe. Usamos o prompt antes de uma call de alinhamento com cliente. O ChatGPT gerou os principais pontos de pauta e quatro perguntas estratégicas que não havíamos considerado, entre elas, uma sobre dependência de terceiros que, se não fosse levantada na reunião, teria gerado retrabalho na semana seguinte. A preparação levou menos de dois minutos e resultou em uma reunião mais objetiva, com menos idas e vindas depois. O modelo não substitui o conhecimento de quem conduz a reunião, mas funciona como um segundo par de olhos que não está sobrecarregado com as urgências do dia. Prompt de preparação de reunião organiza pensamento e evita esquecer pontos importantes Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Liste os principais pontos e perguntas para uma reunião sobre [tema]." Quando usar: Antes de calls importantes, alinhamento com cliente, reunião de feedback, discussão estratégica ou negociação. Também funciona para preparar perguntas quando você vai participar de uma reunião como ouvinte e quer contribuir com qualidade. Por que funciona: Ao estruturar os pontos e perguntas com antecedência, você entra na reunião com mais clareza e confiança, e reduz o risco de esquecer algo relevante no calor do momento. O output funciona como um roteiro flexível, não um script rígido. 5.3 Simular conversa difícil Conversas difíceis têm uma característica em comum: a ansiedade que antecede costuma ser pior do que a conversa em si. Parte disso é a imprevisibilidade, não saber como a outra pessoa vai reagir impede qualquer preparo real. O resultado é que muita gente entra nessas situações com o argumento certo na cabeça e o perde no primeiro sinal de resistência. Testamos com uma situação hipotética de feedback sobre mudança de abordagem em um projeto. O ChatGPT simulou três reações possíveis do interlocutor: defensiva, receptiva e passiva-agressiva. Para cada uma, sugeriu como conduzir a conversa sem perder o fio, quais argumentos reforçar, o que evitar, como lidar com o silêncio. Não é um roteiro para seguir à risca: o real nunca segue o script. Mas o exercício de antecipar objeções e preparar respostas reduziu a ansiedade e deixou a argumentação mais sólida. A conversa foi mais curta e mais produtiva do que teria sido sem a preparação. Simular a conversa antes de ter ela reduz ansiedade e melhora o resultado Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Simule uma conversa difícil sobre [situação], com possíveis respostas e soluções." Quando usar: Antes de conversas de feedback, pedidos de aumento, negociações com fornecedores ou qualquer situação onde a reação da outra pessoa é imprevisível e o resultado importa. É uma forma de ensaio que reduz a ansiedade e melhora a argumentação. Por que funciona: A IA antecipa possíveis respostas e objeções, o que permite preparar contra-argumentos antes da conversa real. Não substitui a inteligência emocional necessária no momento, mas estrutura o raciocínio com antecedência. 6. Prompts avançados 6.1 Pedir revisão crítica Receber feedback qualificado sobre um conteúdo antes de publicar ou apresentar é um privilégio que a maioria dos profissionais não tem com frequência. Pedir revisão para um colega resulta em comentários de estilo; pedir para alguém da área exige disponibilidade que raramente existe na hora certa. Colamos uma estratégia de divulgação de criptomoedas e pedimos revisão como especialista em marketing digital. O ChatGPT identificou três problemas concretos: uma promessa de retorno que poderia ser interpretada como garantia, o que é juridicamente problemático, uma ausência de segmentação de público que tornava a mensagem genérica, e um CTA (chamada para ação) posicionado tarde demais no fluxo. As sugestões vinham acompanhadas de exemplos de como ajustar cada ponto. O nível de especificidade da crítica foi comparável ao de uma revisão feita por alguém com experiência real na área, não porque a IA "sabe marketing", mas porque o prompt calibrou o quadro de referência da resposta. Revisão crítica com papel de especialista entrega feedback acionável, não genérico Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Analise este conteúdo como um especialista em [área] e sugira melhorias práticas: [colar texto]" Quando usar: Quando você quer feedback qualificado sobre um conteúdo antes de publicar, apresentar ou enviar, e não tem um especialista disponível para revisar rapidamente. Funciona para textos, estratégias, propostas e planos de ação. Por que funciona: Instruir a IA a assumir o papel de especialista em uma área específica muda o quadro de referência da resposta. Em vez de uma revisão genérica de estilo, você recebe críticas e sugestões alinhadas às expectativas reais daquela área de conhecimento. 6.2 Criar múltiplas versões A dificuldade de comunicação raramente está no conteúdo, está na forma. A mesma informação pode cair bem ou mal dependendo de como é dita, para quem, e em qual contexto. Encontrar o tom certo na primeira tentativa é exceção; o normal é escrever, reler, ajustar e ainda não ter certeza. Pedimos três versões de uma mensagem orientando sobre a melhor abordagem para divulgar criptomoedas. A primeira saiu formal e institucional, com vocabulário técnico e estrutura de documento. A segunda foi direta e orientada a ação, com frases curtas e CTA claro. A terceira teve tom mais próximo e conversacional, como uma mensagem entre colegas. Nenhuma das três era perfeita isoladamente, mas a combinação de elementos da segunda com o tom da terceira produziu exatamente o que precisávamos, em menos tempo do que qualquer uma das versões teria levado para escrever do zero. Três versões do mesmo conteúdo permitem escolher a abordagem certa para cada contexto Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Crie 3 versões diferentes para [conteúdo], com estilos distintos." Quando usar: Quando você não tem certeza do tom ou abordagem mais eficaz, para um e-mail, uma mensagem, um post ou qualquer comunicação onde a forma de dizer importa tanto quanto o conteúdo. Também útil para testes A/B rápidos. Por que funciona: Gerar alternativas em uma única chamada economiza tempo e expande o repertório de possibilidades. Muitas vezes a melhor versão não é nenhuma das três, mas uma combinação dos elementos mais eficazes de cada uma. 6.3 Ajustar para público Comunicar bem para públicos diferentes é uma das competências mais valorizadas em ambientes corporativos, e uma das mais difíceis de executar consistentemente. O mesmo relatório que convence um diretor financeiro não necessariamente funciona para a equipe operacional. A mesma explicação técnica que faz sentido para um engenheiro precisa ser traduzida para um gestor sem formação na área. Pedimos ao ChatGPT para adaptar os e-mails produzidos nos prompts anteriores para mensagens de WhatsApp. O resultado não foi apenas uma versão mais curta: o modelo trocou termos técnicos por linguagem direta, eliminou saudações formais desnecessárias para o canal e reorganizou a informação para o formato de leitura rápida. A adaptação levou menos de um minuto e produziu algo que soava natural para o canal, não como um e-mail compactado. Mesmo conteúdo, públicos diferentes: IA adapta tom e linguagem sem perder a mensagem Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt copiável: "Adapte este conteúdo para o público [perfil], mantendo clareza e objetividade: [colar texto]" Quando usar: Quando você precisa comunicar a mesma informação para públicos com perfis diferentes, técnico e executivo, cliente e equipe interna, especialista e leigo. Também funciona para adaptar conteúdo de um canal para outro (relatório para apresentação, e-mail para post). Por que funciona: A IA ajusta vocabulário, nível de detalhe e ênfases conforme o perfil descrito, mantendo a mensagem central intacta. O resultado reduz ruído de comunicação e aumenta a chance de a mensagem ser bem recebida pelo destinatário. 7. Dicas para melhorar resultados Prompts prontos são atalhos, mas o diferencial está em saber adaptá-los. Algumas configurações simples melhoram consistentemente o resultado. A seguir, confira algumas dicas: Defina o tom: Acrescente "em tom formal", "direto e objetivo" ou "com linguagem acessível" ao final de qualquer prompt. O resultado muda significativamente; Limite o tamanho: Pedidos como "em até 150 palavras" ou "em até 5 tópicos" impedem respostas longas demais que você vai precisar cortar depois; Peça o formato: Especificar "em forma de lista", "em tabela" ou "como tópicos com bullets" entrega um output já pronto para uso — sem precisar reformatar; Adicione contexto profissional: Uma linha como "sou gerente de marketing em uma empresa de e-commerce" ou "escrevo para uma equipe técnica de engenharia" calibra a resposta para o seu contexto real; Regra de ouro: quanto mais contexto, melhor a resposta. Tamanho de prompt não indica complexidade, um pedido curto, mas bem detalhado, costuma render mais do que um prompt longo sem foco claro. Quem usa IA bem no trabalho não é quem "sabe perguntar", é quem sabe ajustar o pedido à necessidade real de cada situação. Com informações de OpenIA. Mais do TechTudo Veja também: ChatGPT anuncia novo modelo que pode conversar por voz e vídeo ChatGPT anuncia novo modelo que pode conversar por voz e vídeo

15 jogos de PS1 que foram esquecidos, mas mereciam continuações

25 de Abril de 2026, 01:01

Os jogos do PS1 (ou Playstation One) ficaram gravados na memória de muitos jogadores, sobretudo quando consideramos que o console da Sony era uma terceira via em uma época que o mercado era dominado apenas por Nintendo e Sega. Apesar de Parasite Eve, Dino Crisis e outras sagas terem marcado época, várias dessas franquias desapareceram e até hoje fãs esperam que algumas possam ressurgir com novos títulos que façam valer a espera. Pensando nisso, o TechTudo desenvolveu uma lista com 15 jogos do console que acabaram esquecidos, mas mereciam uma continuação. Para essa lista, vale apontar que estamos falando de continuações em plataformas modernas e plenamente jogáveis, não sequências da época, nem coletâneas e remasterizações. 🎮Os 10 melhores jogos indies da década, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Dino Crisis é um dos jogos clássicos do PlayStation One que acabaram esquecidos Divulgação/Capcom ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo 15 jogos de PS1 que foram esquecidos, mas mereciam continuações T.R.A.G. Tactical Rescue Assault Group - Mission of Mercy Akuji the Heartless Fighting Force Jade Cocoon: Story of the Tamamayu Parasite Eve Rival Schools: United by Fate Legend of Dragoon Tomba! Brave Fencer Musashi Gex Apocalypse Looney Tunes: Sheep Raider Future Cop LAPD Silent Bomber Dino Crisis 1. T.R.A.G. Tactical Rescue Assault Group - Mission of Mercy Um título pouco conhecido da Sunsoft, T.R.A.G. Tactical Rescue Assault Group tinha o mesmo estilo visual de Resident Evil com personagens em 3D e cenários pré-renderizados com câmeras fixas, porém com um gameplay de ação. O jogo se passa no ano de 2046 quando uma equipe de resgate especial é enviada para retomar um prédio invadido por terroristas e resgatar um importante professor que foi feito de refém. Os players controlam inicialmente Alex e Michelle, membros restantes da força de resgate, e depois recebem ajuda também do detetive Burns Byford e da filha do professor, Rachel. O mais curioso é que o jogo não é de terror e apesar de haver armas de fogo, o combate normalmente é realizado corpo a corpo. Resident Evil perdurou até hoje, mas T.R.A.G, nunca mais foi visto. T.R.A.G. Tactical Rescue Assault Group - Mission of Mercy tinha visual parecido com Resident Evil, mas combates corpo a corpo Divulgação/Sunsoft 2. Akuji the Heartless Quase todo jogador de PlayStation One teve uma chance de conhecer Akuji the Heartless. O título teve uma produção de ninguém menos que a Crystal Dynamics e Eidos Interactive, nomes que estavam envolvidos com Gex, Legacy of Kain: Soul Reaver e a série Tomb Raider. O jogo segue um guerreiro e sacerdote vodu chamado Akuji que é assassinado por seu irmão e enviado para o mundo dos mortos. Agora, ele precisa obter a alma de seus ancestrais e derrotar os guardiões do submundo para retornar à vida. A jogabilidade traz umadinâmica de ação em terceira pessoa na qual Akuji pode usar garras para atacar inimigos e também magia vodu, tudo com uma alta quantidade de violência e sangue. Muitas séries da Crystal Dynamics hoje são lembradas com nostalgia, mas poucos jogadores se lembram de Akuji. Akuji the Heartless era um jogo de ação que muitos jogadores conheceram no PlayStation One Reprodução/Crystal Dynamics 3. Fighting Force A Core Design, estúdio responsável pela série Tomb Raider, tentou oferecer para a Sega a proposta de um novo game da franquia Streets of Rage em 3D, mas quando a produtora de Sonic recusou o jogo foi reimaginado como Fighting Force. O gameplay adaptou a tradicional fórmula dos Beat'em Ups do Super Nintendo, Mega Drive e Fliperamas para o mundo em 3D do PlayStation, sem perder algumas mecânicas, como usar objetos do cenário para atacar. Seu elenco conta com quatro personagens diferentes, cada qual com seu próprio estilo de luta: Hawk, Mace, Ben e Alana, todos contra o sindicato do crime do Dr. Zeng. A série chegou a ter uma sequência, porém apenas com Hawk e em um gênero diferente, focado em furtividade. Um terceiro jogo para PlayStation 2, GameCube e Xbox foi cancelado durante o desenvolvimento. Fighting Force 1 e 2 estão disponíveis na coletânea Fighting Force Collection para PlayStation 5 (PS5), PlayStation 4 (PS4) e Nintendo Switch (jogável no Nintendo Switch 2) a partir de R$ 114,90 e para PC pela loja digital Steam por R$ 84,99. Fighting Force adaptou perfeitamente a fórmula dos Beat'em Ups para o 3D Reprodução/Core Design 4. Jade Cocoon: Story of the Tamamayu Seguindo a febre de séries como Pokémon, o estúdio japonês Genki trouxe seu próprio RPG de capturar monstros para o PlayStation One com Jade Cocoon: Story of the Tamamayu. O jogo seguia a história de Levant, um jovem "Cocoon Master" que precisava dominar o processo de captura e treino de monstros para salvar sua vila de ataques de demônios. Assim como a maioria dos jogos do gênero na época, como Final Fantasy 7, o game utilizava cenários pré-renderizados e assim podia investir mais nos modelos 3D do jogo durante suas batalhas em turnos. Os monstros também podiam se fundir, evoluindo de uma maneira completamente diferente da série Pokémon. Algo que também chamava bastante atenção em seu visual era o design de personagens bastante carismático, cortesia do artista Katsuya Kondo do famoso estúdio de animação Ghibli. O game chegou a receber uma sequência no PlayStation 2, porém ambos os títulos são pouco conhecidos. Jade Cocoon: Story of the Tamamayu é um jogo de captura de monstros que lembra Pokémon, mas com um estilo próprio Divulgação/Genki 5. Parasite Eve Um dos clássicos da Square Enix, na época Squaresoft, a série Parasite Eve para PlayStation One trouxe um RPG de ação muito diferente do tradicional, não ambientado em um mundo de fantasia, mas em uma Nova York contemporânea. O game, baseado em um livro japonês pouco conhecido no ocidente do autor Hideaki Sena, conta sobre o surgimento de uma consciência nas mitocôndrias, escondida nas células durante bilhões de anos, agora despertando como "Eve". No papel da policial Aya Brea, que consegue controlar sua energia Parasite, jogadores terão que enfrentar criaturas mutantes enquanto tentam impedir o fim do mundo. As batalhas são um misto de ação e RPG nas quais é possível se movimentar durante o combate, mas é preciso esperar seu turno para poder atacar. A série teve dois jogos no PSOne e uma sequência chamada The 3rd Birthday no PSP, mas não teve mais títulos depois. Muitos fãs gostariam que a franquia recebesse um remake nos moldes de Final Fantasy 7 Remake ou Resident Evil 2 Remake. Parasite Eve foi um clássico RPG da Square Enix para o PlayStation One que não tem mais games lançados atualmente Divulgação/Square Enix 6. Rival Schools: United by Fate Em todas as gerações os jogos de luta da Capcom impressionavam, mas um dos que ficou para trás através dos anos foi Rival Schools: United by Fate, apresentado nos fliperamas e no PlayStation One. Este título de luta em 3D se passava em uma escola e todos os personagens eram alunos e professores com estilos de combate específicos. Alguns deles até eram baseados em esportes, como beisebol, vôlei e futebol, com o lutador Roberto Miura, além de haver uma participação especial de Sakura. Os combates em si lembravam o estilo da séries Vs. da Capcom como X-Men vs. Street Fighter e Marvel vs. Capcom com golpes especiais, combos aéreos e combates em dupla. Não havia troca de personagens no meio da batalha, mas seu parceiro podia auxiliar em golpes especiais. O ocidente ficou sem um grande disco de extras exclusivo do Japão com minigames e um modo estilo Romance Visual, o qual seria muito bem-vindo atualmente. O jogochegou a ter uma sequência chamada Project Justice, no fliperama e Dreamcast, mas desde então nenhum novo título foi produzido. Rival Schools: United by Fate era um jogo de luta 3D da Capcom em que professores e alunos tinham poderes especiais Divulgação/Capcom 7. Legend of Dragoon Um RPG de grande custo de produção da própria Sony, Legend of Dragoon parecia uma resposta à série Final Fantasy da Squaresoft, que foi um dos maiores sucessos do PlayStation One. Neste RPG os usuários seguem a história do espadachim Dart que está em busca do monstro que matou seus pais, até que sua vila é atacada e sua amiga de infância é raptada por um exército inimigo. Este é um modo de fantasia e magia com dragões e pessoas que podem se transformar em uma criatura híbrida de dragão, os Dragoons. Os visuais seguiam o estilo tradicional dos RPGs da época com fundos pré-renderizados detalhados e personagens em 3D durante a exploração e nos combates, com belas cenas em computação gráfica pontuando momentos marcantes. Durante as batalhas, causadas por encontros aleatórios, o sistema de combate em turnos exige que além de escolher a opção de atacar o jogador também fique atento a um minigame rítmico para continuar atacando e causar mais dano. Supostamente, o jogo custou caro demais e apesar de uma sequência ter iniciado sua pré-produção, seu lançamento foi canelado. Legend of Dragoon está disponível para PlayStation 5 e PlayStation 4 por R$ 56,90 ou como parte da assinatura da PS Plus Deluxe por R$ 76,90 ao mês. The Legend of Dragoon foi um RPG de grande escala da Sony para o PlayStation One Reprodução/PlayStation Store 8. Tomba! Uma das maiores surpresas do PlayStation One, Tomba! era uma franquia totalmente original que teve dois jogos, o primeiro em 2D com cenários em 3D e o segundo totalmente em 3D, ambos com jogabilidade lateral como Mario ou Sonic. Desenvolvido pela extinta Whoopee Camp, o jogo seguia os passos do menino-fera de cabelos rosas Tomba que após ser atacados por terríveis feiticeiros Porcos do Mal se lança em uma aventura para derrotá-los e recuperar um bracelete de ouro que era de seu avô. O gameplay era um misto de plataforma e aventura no qual Tomba pegava missões ao se deparar com certas situações ou conversar com pessoas e ganhava pontos de experiência ao completá-las. Espalhados pelo game havia diversos itens que precisavam ser obtidos para completar missões ou acessar novas áreas, exigindo que o jogador viajasse por todo o mundo e tentasse coisas diferentes. Apesar de aclamado por fãs, o estúdio fechou após o segundo game e apenas recentemente a franquia retornou em versões remasterizadas. Tomba está disponível como Tomba! Special Edition para PlayStation 5 por R$ 99,50, PlayStation 4 por R$ 114,90, Nintendo Switch 2 por R$ 114,95, Nintendo Switch por R$ 113,41 e PC pela loja digital Steam por R$ 59,99. Tomba! 2: The Evil Swine Return Special Edition está disponível para PS5, Nintendo Switch 2 e Nintendo Switch a partir de R$ 114,90 e para PC pelo Steam por R$ 84,99. Tomba! é um curioso jogo de plataforma e aventura com diversas missões e uma longa jornada Reprodução/Steam 9. Brave Fencer Musashi Brave Fencer Musashi é um jogo que se passa em um mundo de fantasia e magia medieval no Reino de Allucaneet, sob ameaça iminente do Império Thirstquencher. Sem opções, a Princesa Fillet usa um ritual para invocar um herói de um mundo paralelo, o pequeno samurai Musashi. O título foi fruto de uma aventura da Square Enix (ainda Squaresoft) em diversos gêneros como jogos de luta, nave e também games de ação e aventura. Inicialmente relutante, o protagonista terá que salvar o reino, resgatar a princesa e obter cinco pergaminhos mágicos para derrotar o império, passando por diversas fases de ação. O pequeno samurai está equipado com duas espadas mágicas, Fusion e Lumina, as quais utiliza para derrotar inimigos e também absorver suas habilidades, usando-as para resolver pequenos quebra-cabeças durante os estágios. O jogo recebeu uma sequência no PlayStation 2 chamada Musashi: Samurai Legend, porém bem diferente do original. Brave Fencer Musashi trazia uma divertida aventura com o lendário espadachim produzida pela Square Enix Divulgação/Square Enix 10. Gex Um personagem que fez bastante sucesso nos anos 90 e subitamente desapareceu foi Gex, uma lagartixa que adora assistir televisão e acaba entrando em seus programas favoritos para derrotar seu arqui-inimigo, o maligno ser digital Rez. Criado pela Crystal Dynamics, inicialmente como um jogo de plataforma 2D para o PlayStation, Saturn, 3DO e PC, o personagem ganhou destaque ao se aventurar no mundo do 3D em seu segundo game, Gex: Enter the Gecko, e no terceiro jogo, Gex 3: Deep Cover Gecko. Em 3D, Gex seguia uma fórmula semelhante a Super Mario 64, na qual precisava atravessar fases extensas tentando completar uma missão para obter um Controle Remoto, necessário para progredir no game. Como uma lagartixa, Gex tinha alguns poderes curiosos, como andar pelas paredes e se agarrar na borda de plataformas com sua língua. Porém, ele era mais lembrado por suas falas, sempre fazendo piadas e comentários sobre filmes. Planos para um Gex 4 e Gex Jr. chegaram a existir, mas a série desapareceu após o PSOne. A trilogia Gex está disponível remasterizada na coletânea Gex Trilogy para PlayStation 5, Xbox Series X, Xbox Series S, Nintendo Switch e PC pelas lojas digitais Steam e GOG a partir de R$ 169,90. Gex se envolvia em várias aventuras entrando em filmes de terror, desenhos animados e mais Reprodução/Steam 11. Apocalypse Durante a era do PlayStation One, a série de filmes Duro de Matar estava em alta e o console chegou a receber um game inspirado na obra, mas o que ninguém esperava era um jogo original estrelando o astro dos filmes de Bruce Willis. Apocalypse foi desenvolvido pela Neversoft Entertainment, mesmo estúdio responsável por Spider-Man e Tony Hawk’s Pro Skater no console, e trazia o ator no papel de Trey Kincaid, o único homem capaz de impedir um apocalipse criado por um reverendo enlouquecido. O gameplay era de ação pura, focado apenas em andar e atirar em tudo pelo caminho com explosões pelo cenário e projéteis voando em sua direção para desviar. Um ponto curioso da jogabilidade é que todos os botões são usados para atirar, mas em diferentes direções, como Triângulo para atirar em frente, Quadrado para a esquerda, Círculo para a direita e X para baixo, com diagonais ao combinar botões. O jogo é também cheio de frases de efeito com a voz do próprio Bruce Willis. O final dava a entender que haveria uma sequência, mas a série ficou só neste único game. Apocalypse era um jogo de pura ação estrelando Bruce Willis Divulgação/Neversoft Entertainment 12. Looney Tunes: Sheep Raider Este game licenciado dos Looney Tunes produzido pela Infogrames surpreendeu jogadores com uma experiência incrivelmente bem produzida. O choque foi ainda maior para os players brasileiros por ser um dos raros jogos do PlayStation One em português, chegando a também ser dublado em português na sua versão para PC. Tudo isso com gráficos e animações em 3D detalhados que representam perfeitamente um desenho animado. Looney Tunes: Sheep Raider é um game baseado nos desenhos do coiote Ralph e do cachorro Sam em que o personagem tenta roubar um rebanho de ovelhas, o qual não deve ser confundido com o semelhante Wile E. Coyote que persegue o Papa-Léguas. O jogo, apresentado como um Game Show por Patolino, desafia o player a roubar as ovelhas furtivamente por meio de diversas fases, lidando com obstáculos e a vigilância do cachorro Sam, usando truques e alguns itens da ACME encomendados pelo correio. Há muito tempo não há jogos tão relevantes sobre os Looney Tunes e um retorno à fórmula seria interessante. Looney Tunes: Sheep Raider era um incrível jogo licenciado com visuais de desenho animado Divulgação/Infogrames 13. Future Cop LAPD Criado pela Electronic Arts, que na época era mais conhecida pela série Need for Speed no console, Future Cop LAPD era um jogo de ação futurista sobre um veículo de polícia que se transformava, chamado X1-Alpha. Em um mundo distópico em Los Angeles no ano de 2098, as forças policiais confiam neste novo veículo para combater o crime, usando sua capacidade de se transformar em um carro flutuante e um robô bípede de assalto, ambos com armamentos pesados. Uma das maiores qualidade do game é seu modo multiplayer que permite jogar cooperativamente com um amigo durante a campanha "Crime War" ou enfrentá-lo competitivamente no modo "Precint Assault". Mesmo no modo competitivo é possível jogar sozinho contra um oponente exclusivo controlado pela CPU. Esta modalidade é incrivelmente divertida pois dá a cada player uma base onde é possível invocar unidades para atacar seu oponente e há canhões pelo mapa que podem ser usados como seus. Ao destruir unidades e defesas do seu adversário você ganha pontos para aumentar sua ofensiva. Este é um jogo com muito potencial moderno atual com multiplayer online. Future Cop LAPD era um jogo de ação com um ótimo multiplayer Divulgação/Electronic Arts 14. Silent Bomber Talvez a maior joia escondida do PlayStation One, Silent Bomber da produtora CyberConnect (hoje CyberConnect2) era uma espécie de versão modernizada do clássico Bomberman, muito antes do fracasso de Bomberman: Act Zero no Xbox 360. A história segue os passos de Jutah, um soldado treinado que se rebelou após receber ordens que feriram civis. Mas agora, o militar parte em uma missão desesperada para destruir a nave espacial Dante que está a caminho de seu planeta natal para destrui-lo. O que mais chama atenção em Silent Bomber é seu gameplay completamente inspirado em Bomberman, no qual Jutah pode colocar bombas e explodi-las, mas não deve ficar no alcance de suas explosões. A jogabilidade é bem veloz combinando diferentes sistemas, como um "Lock-on" que permite plantar bombas diretamente em inimigos e um "Boost" que oferece impulsos no ar para desviar do perigo. Ao considerar como a jogabilidade de Silent Bomber funciona bem e como há espaço para expandi-la, é estranho pensar que ele nunca viu uma sequência. Silent Bomber era um game de ação que modernizou perfeitamente o gameplay estilo Bomberman Divulgação/CyberConnect 15. Dino Crisis Enquanto a série Resident Evil tem apreciado grande sucesso durante seus 30 anos, outro game da Capcom que nasceu no PlayStation One não teve tanta sorte: Dino Crisis. A série de zumbis cunhou o termo Survival Horror, enquanto Dino Crisis tentou criar o Survival Panic, colocando jogadores tendo que fugir de grandes ameaças, como um Tiranossauro Rex. Os dois primeiros games da série acompanhavam uma gente especial chamada Regina lutando contra dinossauros usando diversos tipos de armamento. O gameplay de tiro era semelhante ao de Resident Evil, mas diferente de seu predecessor, Dino Crisis era totalmente em 3D, o que dava mais liberdade para a ação e ângulos de câmera. A série se encerrou após um terceiro jogo controverso no Xbox original, mas fãs da franquia sonham até hoje com um remake nos moldes de Resident Evil 2 Remake. Dino Crisis está disponível para PlayStation 5 e PlayStation 4 por R$ 53,90 e para PC pelas lojas digitais Steam e GOG Galaxy a partir de R$ 57. No PC também está disponível sua sequência Dino Crisis 2 nas mesmas lojas pelo mesmo preço. Dino Crisis era uma das grandes franquias da Capcom no PlayStation One, mas a série ficou esquecida depois disso Divulgação/Steam Com informações de GameFaqs, Infinity Retro, Sunsoft Fandom, Giant Bomb, Fighting Force Wiki, Internet Archive, The Jade Cocoon Wiki, Braving the Backlog, Street Fighter Fandom, The Retro Perspective, IGN, Tomba! Fandom, RPG Gamer, James Software Co Fandom, Steam (1, 2), Strike-Series Fandom, Dino Crisis Fandom Mais do TechTudo Selecionar uma imagem Veja também: PS5 vs. PS5 Pro: o que muda? Veja lançamento, preço e especificações PS5 vs. PS5 Pro: o que muda? Veja lançamento, preço e especificações

Vírus bancário ataca celulares e sequestra Pix em tempo real; saiba se proteger

25 de Abril de 2026, 01:00

Um novo vírus bancário para Android está mirando usuários brasileiros e explorando o sistema Pix para desviar dinheiro em questão de segundos. Segundo relatório da empresa de segurança Zimperium, o malware identificado como PixRevolution é capaz de sequestrar transferências em tempo real, atuando no exato momento em que a vítima realiza o pagamento. Para entender mais sobre a ameaça, o TechTudo conversou com Fernando Serto, Field CTO para a América Latina na Akamai, que explicou como o ataque funciona, por que ele é difícil de detectar e quais cuidados podem evitar prejuízos. 🔎 Testamos métodos para esconder app de banco; veja o que eles de fato evitam 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Vírus bancário ataca celulares e sequestra Pix em tempo real; saiba se proteger Getty Images/SOPA Images 📝 Como remover trojan Android do celular? Veja no fórum do TechTudo Vírus bancário ataca celulares e sequestra Pix em tempo real Neste guia, será explicado o que é o vírus bancário, como ele atua na prática e de que forma esses ataques podem acontecer em tempo real. Também será detalhado como o malware consegue infectar celulares Android, por que esse tipo de golpe costuma passar despercebido e quais são as principais medidas para se proteger. A seguir, veja um índice da matéria: O que é esse vírus bancário? Como o vírus bancário ataca na prática Ataque é feito em tempo real Como vírus infecta o celular Android Por que é difícil perceber o golpe? Como se proteger O que é esse vírus bancário? De acordo com a Zimperium, o malware identificado, chamado PixRevolution, faz parte de uma nova geração de trojans financeiros desenvolvidos especificamente para explorar o Pix no Brasil. O relatório classifica a ameaça como um “agent-operated Android trojan”, ou seja, um vírus operado por um agente que pode acompanhar e interagir com o dispositivo da vítima em tempo real. 🔎 O que é o 'Golpe da Mão Fantasma' no Pix? Saiba riscos e como se proteger A análise também mostra que a campanha mira aplicativos de instituições financeiras amplamente utilizados no país, incluindo Nubank, Itaú Unibanco S.A., Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander Brasil, PicPay, PagSeguro, Sicredi e XP Investimentos, aumentando as chances de sucesso ao atingir serviços populares entre os usuários. “O pagamento via Pix já é utilizado por 82% dos clientes de bancos digitais e 55% dos clientes de bancos tradicionais", contextualiza Fernando Serto. Fluxo de ataque do malware bancário Reprodução/Zimperium Como o vírus bancário ataca na prática O ataque combina técnicas de espionagem com manipulação ativa do dispositivo. Segundo a Zimperium, o malware utiliza, entre outros recursos, permissões de acessibilidade do Android para ler o conteúdo da tela, acompanhar interações do usuário e até executar comandos automaticamente dentro dos aplicativos. 🔎 O que apps podem ou não acessar? Veja o que seu celular sabe sobre você Com isso, o vírus consegue observar o comportamento da vítima e intervir diretamente no funcionamento do aplicativo bancário. Entre as estratégias utilizadas estão a sobreposição de tela, captura de credenciais, interceptação de notificações e automação de interações dentro do app. A Zimperium aponta que a infecção costuma começar com aplicativos maliciosos que se passam por versões falsas de serviços legítimos. Entre os exemplos identificados na campanha estão apps que imitam nomes conhecidos — como Expedia, Sicredi, Correios, Superior Tribunal de Justiça e AVG — além de outros como Reconhecimento XP, Caçamba Central, Paraná Caçambas e PilateseEmCasa. Esses nomes são usados como isca para enganar o usuário e induzir à instalação do trojan no dispositivo, sem qualquer relação com os aplicativos oficiais dessas instituições. 🔎 Oficial de justiça entra em contato por WhatsApp? STJ alerta para novo golpe Na prática, isso significa que o malware não apenas espia, mas também pode agir. Em alguns casos, ele é capaz de navegar dentro do aplicativo bancário, preencher dados e confirmar ações, executando etapas da transação sem que o usuário perceba. Serto detalha esse comportamento ao afirmar que “malwares financeiros são projetados para monitorar o comportamento do usuário e só são ativados quando identificam uma ação sensível, como a abertura de um aplicativo bancário ou até mesmo durante o início de uma transação via Pix.” Apps falsos solicitam acesso às configurações de acessibilidade do Android Reprodução/Zimperium Ataque é feito em tempo real Um dos pontos mais críticos destacados pela Zimperium é a execução do golpe em tempo real. No caso do PixRevolution, isso acontece porque o malware permite que um operador acompanhe a atividade no dispositivo da vítima e atue exatamente durante a transação. Isso significa que, enquanto o usuário realiza o Pix dentro de aplicativos de bancos ou carteiras digitais, um agente pode observar a tela e interferir no processo no momento da confirmação, redirecionando valores ou alterando informações da transferência. Segundo Fernando Serto, essa característica torna o golpe particularmente perigoso. “Como o Pix é um método de pagamento instantâneo, o ataque acontece dentro de um tempo muito curto, reduzindo as chances de reversão”, explica. O especialista também ressalta que a detecção é difícil porque o ataque ocorre dentro de um fluxo legítimo. “Os ataques partem do dispositivo da própria vítima e utilizam credenciais válidas, dentro de um fluxo esperado, reduzindo os sinais de anomalias”, afirma. Malware permite que um operador acompanhe a atividade no dispositivo Divulgação/Freepik (master1305) Como o vírus infecta o celular Android Apesar da sofisticação, a infecção ainda depende, na maioria dos casos, da ação do usuário. Segundo o relatório da Zimperium, os criminosos utilizam principalmente engenharia social para enganar as vítimas. Isso inclui aplicativos falsos que simulam bancos ou serviços populares, links maliciosos enviados por mensagens e contatos que se passam por suporte técnico ou instituições financeiras, muitas vezes com tom de urgência. “Hoje já é possível uma combinação dos dois modelos, mas a infecção inicial ainda depende muito de engenharia social", reforça Serto. 🔎 Hackers adoram vítimas fáceis: 10 dicas para você não ser a próxima Entenda como o vírus infecta o Android Reprodução/FellowNeko/Shutterstock Por que é difícil perceber o golpe? A dificuldade em identificar o ataque está no fato de que ele ocorre durante uma ação legítima do usuário. Segundo Serto, muitos desses malwares permanecem inativos até detectar o momento exato da transação. “Por exemplo, o comportamento do usuário hoje está cada vez mais orientado por velocidade e fluidez, que inclusive a nossa pesquisa mostra que são os principais fatores na escolha de um banco. E os ataques se aproveitam justamente dessa dinâmica”, explica. Como o acesso ocorre com credenciais reais e dentro do próprio aparelho, sistemas de segurança têm mais dificuldade para identificar a fraude. Mesmo assim, alguns indícios podem indicar infecção, como lentidão do aparelho, aplicativos desconhecidos, pedidos incomuns de permissões, telas sobrepostas inesperadas e movimentações financeiras não reconhecidas. Veja por que é difícil perceber o golpe Reprodução/Shutterstock Como se proteger A proteção contra esse tipo de golpe passa principalmente por hábitos seguros no uso do celular. Com base na análise da Zimperium e nas orientações do especialista da Akamai, é fundamental evitar instalar aplicativos fora de lojas oficiais, desconfiar de links recebidos por mensagens e revisar permissões antes de concedê-las — principalmente as relacionadas à acessibilidade do sistema. Manter o aparelho sempre atualizado também é essencial. Durante transações via Pix, a recomendação é redobrar a atenção. Qualquer comportamento fora do padrão pode ser um indicativo de interferência maliciosa. Com informações de Zimperim Mais do TechTudo 🎥 GOLPE DO SILÊNCIO no celular? Entenda e saiba como evitar! GOLPE DO SILÊNCIO no celular? Entenda e saiba como evitar!

Smartwatch à prova d’água: conheça 5 opções para usar na piscina

25 de Abril de 2026, 01:00

Um smartwatch com resistência à água pode ser uma grande vantagem para quem busca um acessório completo, que pode ser utilizado para exercícios, uso casual e até mesmo durante o lazer. Pensando nesse diferencial, o TechTudo preparou uma lista com cinco opções, do baratinho ao topo de linha, de marcas renomadas como Samsung, Huawei e Xiaomi. A seleção considerou especificações dos smartwatches, opiniões dos consumidores e testes da própria equipe de especialistas do TechTudo. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Com foco em custo-benefício, o Redmi Watch 5 Active, disponível por R$ 220 no Mercado Livre, é indicado para quem pratica exercícios físicos casualmente, contendo mais de 140 modos de atividades integradas. Destaque entre os topos de linha, por outro lado, Samsung Galaxy Watch Ultra pode ser encontrado por R$ 2.159 na Casas Bahia e é indicado para quem busca alta performance em vários esportes, além de resistência à água premium. Vale ressaltar que os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em abril de 2026. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Xiaomi Redmi Watch 5 Active marca sua frequência cardíaca a cada minuto Cecile Mendonça 🔎 Melhor smartwatch já testado pelo TechTudo: 5 modelos para investir em 2026 Initial plugin text 📝Relógio fitness: vale a pena comprar? Descubra no Fórum TechTudo 5 smartwatches à prova d’água para usar na piscina Redmi Watch 5 Active – modelo de entrada para quem busca uma ótima autonomia de bateria Samsung Galaxy Fit 3 – ideal para usuários Samsung, com monitoramento básico e modo natação Huawei Band 10 – opção intermediária com foco em custo-benefício, conforto e monitoramento eficiente Samsung Galaxy Watch7 – intermediário-premium para monitoramento avançado, qualidade visual e modo natação Samsung Galaxy Watch Ultra – para quem busca alta performace e recursos premium 1. Redmi Watch 5 Active – a partir de R$ 220 Para quem não quer gastar muito com monitoramento de saúde, o Redmi Watch 5 Active é um modelo de entrada eficiente para quem pratica atividades físicas. Ele tem resistência à água com classificação 5 ATM (equivalente a 50 metros de profundidade por 10 minutos), sendo indicado para uso em piscinas e banhos rasos. Além de monitoramento de oxigenação do sangue e batimentos cardíacos, ele conta com mais de 140 modos de exercícios integrados, mas não traz modos de treino para gravar esportes aquáticos. Outro ponto relevante é a bateria, que, segundo a fabricante, tem autonomia de até 18 dias com uma carga. Ele também conta com conectividade via Bluetooth, que permite fazer chamadas de qualquer lugar, e tela LCD de 2 polegadas com brilho máximo de até 500 nits. Redmi Watch 5 Active é bom? Veja preço e ficha técnica A jornalista e editora de Softwares do TechTudo, Cecile Mendonça, avaliou o Redmi Watch 5 Active com 3,5 estrelas. Para ela, ele se destaca pela bateria duradoura, construção ultra-leve, chamadas Bluetooth, resistência à água e variedade dos modos de treino. No entanto, pontos como a tela grande para pulsos finos e fraca para uso sob o sol, falta de GPS integrado e NFC, design em plástico e sistema operacional fechado podem ser limitações importantes. O smartwatch é ideal para quem quer um relógio leve e confortável para uso 24/7, com boa autonomia de bateria e voltado para treino em academia. No Mercado Livre, o aparelho está disponível por R$ 220. Prós: bateria duradoura; construção ultra-leve; chamadas Bluetooth; resistência à água; variedade dos modos de treino; Contras: tela grande para pulsos finos; brilho fraco para uso sob o sol forte; falta de GPS integrado; sem NFC; design em plástico; e sistema operacional fechado. 2. Samsung Galaxy Fit 3 – a partir de R$ 236 Modelo de entrada da fabricante, o Samsung Galaxy Fit 3 é uma opção custo-benefício, indicado para quem busca sistemas de monitoramento simplificados. Ele traz análises sobre qualidade de sono, oxigenação, níveis de estresse, entre várias outras funções durante o dia a dia, além de 100 modos de exercícios integrados. Destaca-se também a tela AMOLED de 1,6 polegadas, e a bateria, que pode, segundo a fabricante, sustentar até 13 dias de uso. Ele é resistente a água até 50 metros de profundidade por 10 minutos sob a classificação 5 ATM, não sendo adequado atividades aquáticas de alta pressão. Também com classificação IP68, oferece proteção contra entrada de poeira e água doce até um máximo de 1,5 metro por até 30 minutos. Ele tem modo de treino de natação. Galaxy Fit 3: veja preço, ficha técnica, se tem GPS e é à prova d'água Vale ressaltar que o smartwatch funciona apenas com celulares Android, sendo melhor otimizado com aparelhos Samsung. Para a jornalista Taís Aparecida, redatora de Celulares & Tablets do TechTudo, o smartwatch ainda vale a pena em 2026. Ele se destaca pelos recursos variados para monitoramento de saúde, treinos e outras atividades do dia a dia, além de permitir integração completa com outros dispositivos Samsung. Entre os pontos negativos, no entanto, faz falta a integração com GPS e NFC, além da autonomia de bateria inferior ao prometido e a imprecisão em alguns registros de atividades físicas. Ele também não conta com microfone. Taís avaliou o Fit 3 com nota 4,3. Ele está disponível por R$ 236 na Amazon. Prós: design leve e confortável; bateria duradoura; boa qualidade visual, superior a outros modelos de entrada; Contras: não possui sistemas NFC e GPS. 3. Huawei Band 10 – a partir de R$ 298 O Huawei Band 10 é uma boa opção para quem prioriza um smartwatch para prática de atividades físicas. Os mais de 100 modos de exercícios integrados trazem esportes como natação, ciclismo, corridas e caminhadas. Também traz a certificação 5 ATM, que atesta a segurança para imersão em água de até 50 m. Há, ainda, análise da qualidade de sono, frequência cardíaca, oxigenação no sangue, estresse e variabilidade da frequência cardíaca. Outros destaque são a bateria, que, segundo a fabricante, sustenta entre oito e 14 horas de uso, com recarga completa em apenas 45 minutos, e a tela AMOLED de 1,47 polegadas. Huawei Band 10 é boa? Veja preço e ficha técnica da smartband O Huawei Band 10 sai por R$ 298 na Amazon, e tem classificação de nota 4,8 estrelas de 5. Os elogios apontam para a eficiência dos sistemas de monitoramento, do conforto de uso e do custo-benefício. Já as lamentações ficam por conta da dependência do smartphone para algumas funções e das transições entre telas e funções confusas. Prós: eficiência dos sistemas de monitoramento; custo-benefício; conforto de uso; Contras: funções e transições entre telas são confusas; dependência de um smartphone. 4. Samsung Galaxy Watch7 – a partir de R$ 1.259 Indicado para a prática de esportes ao ar livre, o Samsung Galaxy Watch 7 conta com atributos interessantes, como, por exemplo, a tela Super AMOLED de 1,5 polegadas, com resolução 480 x 480 pixels, de fácil visualização mesmo em ambientes bem iluminados, e o processador Exynos W1000, que, segundo a fabricante, faz com que o aparelho seja três vezes mais rápido que o Galaxy Watch6, seu antecessor. Ele ainda conta com recursos de Inteligência Artificial (IA), que otimizam as funções de monitoramento do sono e frequência cardíaca, GPS, 32 GB de armazenamento interno, 2 GB de RAM e sistema NFC, para pagamentos e outras atividades por aproximação. Galaxy Watch 7 é bom? Veja preço e ficha técnica Assim como o Galaxy Fit 3, o Samsung Galaxy Watch7 é resistente a água por até 50 metros de profundidade por 10 minutos sob a classificação 5 ATM. Também é IP68, tendo proteção contra entrada de poeira e água doce até um máximo de 1,5 metro por até 30 minutos. Ele tem modo de treino de natação. Está disponível na Amazon e na Casas Bahia por R$ 1.259. Ele tem, respectivamente, classificação de 4,7 e 4,9 estrelas. Os compradores elogiam a ótima qualidade visual, o conforto de uso e a eficiência dos sistemas de monitoramento. Em contrapartida, outros reclamam da bateria, que dura menos de dois dias no uso econômico, enquanto o carregamento lento também deixa a desejar. Prós: conforto de uso; ótima qualidade visual; eficiência do sistema de monitoramento; Contras: bateria de baixa autonomia; carregamento lento. 5. Samsung Galaxy Watch Ultra – a partir de R$ 2.159 Modelo de linha premium, o Samsung Galaxy Watch Ultra foi projetado para quem busca alta performance e resistência. Os principais destaques são a construção com caixa de titânio de 47mm, com certificação militar MIL-STD-810H, o que garante segurança contra testes extremos, e resistência à imersão em água de 10 ATM, ou seja, em até 100 m. Também conta com IP68. Não é adequado para atividades aquáticas de alta pressão e mergulho, mas pode ser usado para atividades em águas rasas, como nadar em uma piscina ou no mar. Galaxy Watch Ultra é bom? Veja preço e ficha técnica do smartwatch Outros pontos positivos são a independência de smartphones, os sistemas de GPS de dupla frequência, de ótima precisão, a tela Super AMOLED de 1,5 polegadas, com resolução 480 x 480 pixels, e os sistemas de monitoramentos eficientes, de frequência cardíaca, oxigenação no sangue, pressão arterial, temperatura da pele, bioimpedância e qualidade do sono. Já a bateria de 590 mAh promete até 100h de autonomia no modo economia de energia, e 48h em modo exercício. Há, ainda, alerta de emergência, 32 GB de armazenamento interno, 2 GB de RAM e processador Exynos W1000. Na Casas Bahia, o Galaxy Watch Ultra está disponível por R$ 2.159, e tem classificação de nota 5. Considerando avaliações de outras varejistas também, os compradores elogiam a fluidez de navegação, a ótima qualidade da tela, a construção robusta, que fornece segurança, a eficiência dos sistemas de monitoramento e a versatilidade para vários tipos de esportes. Alguns reclamam do preço alto e da bateria, que dura menos que o indicado pela fabricante. Prós: ótima qualidade visual; fluidez de navegação; eficiência dos sistemas de monitoramento; versatilidade para vários esportes; construção robusta e segura; Contras: preço alto; bateria dura menos que o indicado. Com informações de Amazon, Mercado Livre, Casas Bahia, Shopee, Samsung, Huawei e Xiaomi. Mais do TechTudo 🎥 Smartwatch: conheça 4 funções que podem salvar vidas Smartwatch: conheça 4 funções que podem salvar vidas Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Onde assistir futebol ao vivo online em 2026: guia completo por campeonatos

25 de Abril de 2026, 01:00

Assistir a futebol ao vivo pela Internet em 2026 ficou mais fácil — e ao mesmo tempo mais fragmentado. Com os direitos de transmissão divididos entre diferentes plataformas, como Globoplay, Disney+ e HBO Max, o torcedor precisa saber onde cada campeonato é exibido para não perder os jogos do seu time. Neste guia, o TechTudo mostra onde assistir à CONMEBOL Libertadores e à UEFA Champions League online, quais serviços transmitem cada torneio e o que considerar na hora de escolher a melhor opção para acompanhar futebol no celular, PC ou smartTV. 🔎 Sem Futemax e Multicanais? Confira opções para assistir futebol online grátis 🤳 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Onde assistir futebol ao vivo online em 2026: guia completo por campeonatos Reprodução/Pexels/JESHOOTS.com 📝 Onde assistir futebol ao vivo grátis? Veja no fórum do TechTudo Índice Onde assistir a Champions League online em 2026? Onde assistir Libertadores ao vivo online? Dá para assistir futebol ao vivo grátis na Internet? Como escolher a melhor plataforma para assistir futebol online? FAQ 1. Onde assistir a Champions League online em 2026? Diferente do Brasileirão, que costuma ter direitos divididos entre várias plataformas, a UEFA Champions League tem uma distribuição mais centralizada no Brasil. Atualmente, o torneio pertence ao grupo Warner Bros. Discovery, responsável pelas transmissões via TNT Sports. Na prática, isso significa que o principal destino para assistir aos jogos online é o HBO Max, que transmite todas as partidas da temporada 2025/26, incluindo fases eliminatórias e final. A concentração facilita para o torcedor que quer acompanhar tudo sem precisar alternar entre vários serviços — por outro lado, exige assinatura. HBO Max oferece todos os jogos da Champions League Reprodução/Diego Cataldo Para quem prefere não pagar, há uma alternativa gratuita: o SBT, que exibe um jogo por rodada na TV aberta e também via streaming no +SBT. No entanto, não é possível escolher a partida — a emissora define qual confronto será transmitido. Além da cobertura completa, o HBO Max aposta em recursos extras para diferenciar a experiência. Entre eles está o mosaico, que permite assistir a até quatro jogos simultaneamente na mesma tela, além de clipes em tempo real com lances importantes e a opção de alternar entre narradores durante a transmissão. A qualidade de imagem começa em Full HD (1080p) no plano mais básico, inclusive na versão com anúncios. Já o 4K UHD com Dolby Vision e Dolby Atmos fica restrito ao plano mais caro. Um ponto importante: transmissões ao vivo exibem anúncios em todos os planos disponíveis no Brasil. SBT/+SBT oferece uma partida de graça por rodada Reprodução/TechTudo 1.1 Onde assistir — por canal HBO Max: Todos os jogos ao vivo, com recursos como mosaico, clipes em tempo real e troca de narração. Exclusivo no digital; TNT Sports: Exibe partidas selecionadas na TV por assinatura. TV fechada; SBT / +SBT: Um jogo por rodada, geralmente às terças. Gratuito. 1.2 Planos do HBO Max Básico com anúncios: R$ 22,90/mês / Full HD · 2 telas · Com anúncios Standard: R$ 34,90/mês / Full HD · 2 telas · Sem anúncios em filmes e séries Platinum: R$ 44,90/mês / 4K UHD · Dolby Atmos · 4 telas · Downloads Os planos anuais reduzem o valor mensal. Ainda assim, vale reforçar: jogos ao vivo têm anúncios em todos os planos. Cofira planos da HBO Max para assistir a UEFA Champions League Reprodução/Diego Cataldo 1.3 Resumo de onde assistir a Champions League 2026 Plataforma principal: HBO Max transmite todos os jogos da Champions League; Opção gratuita: SBT / +SBT exibem um jogo por rodada; Preço: planos a partir de R$ 22,90 por mês; Qualidade: Full HD no plano básico; 4K disponível no plano mais caro; Diferenciais: mosaico com múltiplos jogos, clipes em tempo real e troca de narração; Atenção: transmissões ao vivo têm anúncios em todos os planos; Compatibilidade: funciona em celulares (Android e iOS), smartTVs, consoles e navegadores. 2. Onde assistir Libertadores ao vivo online? Diferente da Champions League, que tem um único endereço no streaming, a CONMEBOL Libertadores 2026 é um campeonato de múltiplas plataformas — e isso complica a vida de quem quer acompanhar todos os jogos. Os direitos estão divididos entre três grupos de comunicação diferentes: Globo, Disney (ESPN) e Paramount. Na prática, dependendo de qual jogo você quer assistir, pode ser necessário alternar entre dois ou três serviços diferentes ao longo da semana. Disney+ oferece a maior oferta de jogos da Libertadores Reprodução/Diego Cataldo 😀 Sites para assistir jogos ao vivo: veja opções oficiais e seguras O modelo é híbrido por design: a Globo garante cobertura gratuita de jogos selecionados de brasileiros — e o ge tv no YouTube replica esse sinal sem custo. Mas uma parcela relevante dos confrontos, principalmente os que não envolvem times brasileiros e os jogos exclusivos do Paramount+, só aparecem nas plataformas pagas. Quem quiser cobrir 100% dos jogos de um único clube ao longo da fase de grupos provavelmente vai precisar de pelo menos dois serviços. Paramout+ é outra alternativa para assistir a Libertadores Reprodução/Diego Cataldo Outro ponto importante é a chamada “divisão de praça”. Durante a fase de grupos, a TV Globo transmite jogos diferentes dependendo da região. Em São Paulo, por exemplo, a emissora prioriza clubes locais; no Rio de Janeiro, o foco costuma ser nos times cariocas. Isso pode fazer com que o torcedor não consiga assistir ao próprio time na TV aberta, mesmo com jogo disponível em outra região. 2.1 Como funcionam as transmissões por fase? Fase de grupos (abril a maio) TV Globo / ge tv no YouTube: jogos gratuitos, com divisão regional; ESPN / Disney+: maior volume de partidas por rodada; Paramount+: jogos exclusivos. Mata-mata (a partir de agosto) TV Globo: passa a exibir um jogo por rodada para todo o Brasil; ESPN / Disney+: mantém cobertura ampla; Paramount+: segue com jogos exclusivos. ge tv é outra plataforma com transmissão da Libertadores Reprodução/Globoplay 2.2 Plataformas e o que cada uma oferece TV Globo / ge tv (YouTube): Jogos gratuitos, geralmente com clubes brasileiros. Pode haver divisão de praça. Globoplay: Espelha a transmissão da TV aberta, dependendo da disponibilidade regional. ESPN / Disney+: Maior número de partidas por rodada, incluindo confrontos importantes. Paramount+: Exibe jogos exclusivos, principalmente de grupos sem times brasileiros. Veja o que cada plataforma oferece William Guido/TechTudo 2.3 Resumo de onde assistir Libertadores ao vivo online Grátis: YouTube (ge tv) e Globoplay transmitem jogos exibidos pela Globo; Cobertura mais completa: Disney+ (via ESPN) concentra o maior número de partidas; Para ver tudo: é preciso combinar Disney+ e Paramount+; Divisão de praça: jogos da Globo variam por região na fase de grupos; Mata-mata: transmissão aberta fica mais unificada, mas serviços pagos seguem necessários; Limitação: não existe uma única plataforma com 100% dos jogos. 3. Dá para assistir futebol ao vivo grátis na Internet? Sim, é possível assistir a jogos de futebol ao vivo gratuitamente na Internet, mas com algumas limitações importantes. Diferente do que muitos sites prometem, não existe um cenário de “acesso total grátis” aos principais campeonatos. As transmissões gratuitas disponíveis hoje são, em geral, pontuais, com catálogos limitados e vinculadas a plataformas oficiais. Entre as opções legais, tem o Globoplay (em jogos abertos da TV Globo), o YouTube (com transmissões de canais oficiais e federações), a CazéTV, que costuma exibir partidas de competições específicas, ge tv e até a Twitch, que eventualmente recebe direitos pontuais. Além disso, a RecordPlus e o +SBT também oferecem futebol ao vivo grátis. CazéTV no YouTube oferece partidas gratuitas Mariana Saguias/TechTudo 👉Apps para assistir futebol online grátis: opções para o ao vivo no celular As transmissões incluem jogos de campeonatos como estaduais, torneios internacionais com direitos alternativos (como Copa do Mundo FIFA em alguns ciclos), amistosos e competições de menor apelo comercial. Já ligas mais populares, como Brasileirão (série A) e Champions League, normalmente ficam restritas a serviços pagos. Outro ponto importante são as limitações: transmissões gratuitas podem ter qualidade inferior, instabilidade, menor número de partidas e presença de anúncios. Além disso, os jogos disponíveis variam bastante conforme acordos de direitos de transmissão, que mudam com frequência. +SBT, streaming gratuito da emissora, oferece jogos grátis Divulgação/SBT Vale destacar também os riscos dos sites piratas. Plataformas ilegais podem até prometer acesso a qualquer jogo, mas frequentemente oferecem baixa qualidade, travamentos, excesso de publicidade invasiva e risco de golpes, como roubo de dados e instalação de malware. Por isso, o mais seguro é sempre optar por canais oficiais. 3.1 Onde é possível ver grátis Globoplay (jogos transmitidos na TV aberta); YouTube (canais oficiais e transmissões pontuais); RecordPlus (jogos transmitidos na TV aberta); +SBT (jogos transmitidos na TV aberta); CazéTV (eventos específicos); Twitch (parcerias ocasionais). Twitch transmite partidas ocasionais Reprodução/Twitch TV 3.2 Principais limitações Catálogo restrito de jogos; Nem todos os campeonatos estão disponíveis; Presença de anúncios; Qualidade de transmissão pode variar; Jogos sujeitos a mudanças de direitos; 3.3 Alertas de segurança Evite sites piratas com promessas de “todos os jogos grátis”; Cuidado com links suspeitos e pop-ups; Risco de vírus, golpes e roubo de dados; Prefira sempre plataformas oficiais. Veja alerta de risco contra plataformas ilegais Reprodução/Unsplash/Gustavo Ferreira 👀 Futemax: como funciona o site que transmite futebol grátis 4. Como escolher a melhor plataforma para assistir futebol online? Escolher a melhor plataforma para assistir futebol online depende diretamente do perfil do usuário e dos campeonatos que ele quer acompanhar. Hoje, o mercado brasileiro é dividido entre serviços pagos e transmissões gratuitas pontuais, cada um com vantagens e limitações. Entre as principais plataformas pagas estão o Premiere, focado no Brasileirão, o SporTV (disponível via TV por assinatura e streaming), Disney+, que reúne diversas ligas internacionais, e a HBO Max, casa da Champions League. Para quem é fã casual, pode valer a pena combinar opções gratuitas com serviços mais baratos ou até dividir assinaturas. Já quem acompanha vários campeonatos simultaneamente provavelmente vai precisar de mais de uma plataforma. Veja como escolher melhor plataforma Divulgação/Freepik Outro critério essencial é a compatibilidade: a maioria dos serviços funciona em celulares, smartTVs e navegadores, mas a experiência pode variar bastante. Além disso, qualidade de imagem (Full HD ou 4K), estabilidade e recursos extras (como replays e múltiplas câmeras) também fazem diferença na escolha. No fim, não existe uma única “melhor” plataforma — a escolha ideal depende do tipo de torcedor e do quanto ele está disposto a pagar. 4.1 Melhor para quem quer um campeonato específico Brasileirão/Copa do Brasil: Premiere/Globoplay e Amazon Prime Video (1 jogo exclusivo); Competições europeias: ESPN/Disney+; Champions League: TNT Sports/HBO Max; Jogos gratuitos e eventos específicos: CazéTV. 4.2 Melhor custo-benefício Disney+ (variedade de ligas + catálogo extra); HBO Max (todos os jogos da Champions League exclusivos); Globoplay (maior oferta de jogos do Brasileirão). 4.3 Melhor qualidade SporTV/Premiere/Globoplay (transmissão em 4K). Entenda benefícios de cada plataforma Mariana Saguias/TechTudo FAQ Onde assistir futebol ao vivo hoje? Depende do campeonato. O ideal é consultar plataformas de streaming esportivo ou guias atualizados. Qual app tem todos os jogos? Nenhum reúne tudo — os direitos são divididos entre diferentes serviços. Dá para assistir futebol no celular? Sim. A maioria das plataformas oferece apps para Android e iPhone. Com informações de Globoplay, Disney+ e HBO Max Mais do TechTudo Veja também: Melhor site para assistir futebol ao vivo grátis: veja 5 opções Melhor site para assistir futebol ao vivo grátis: veja 5 opções

Melhor smart TV 43 polegadas em 2026: 9 opções compactas e de qualidade

25 de Abril de 2026, 00:01

A melhor smart TV de 43 polegadas pode ser o ponto de equilíbrio ideal entre tamanho, qualidade de imagem e preço em 2026. Perfeitas para quartos, áreas externas, salas menores ou como segunda televisão em casa, esses modelos já contam com sistemas operacionais robustos como Roku TV, Google TV e webOS, além de suporte a serviços de streaming como Netflix, Prime Video, Disney+ e Globoplay. Além disso, elas unem Dolby Audio e compatibilidade com diferentes consoles, como PS5 e Xbox, prometendo gameplays de alta performance. Pensando nisso, o TechTudo montou uma lista com 10 modelos que estão em alta este ano. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Na ponta mais acessível da lista está a Britânia B43CRA, encontrada a partir de R$ 1.256 na Shopee. O modelo roda Roku TV, tem painel DLED Full HD, HDR10 e Dolby Audio com 20 W RMS, sendo uma escolha sólida para quem quer entrar no universo das smart TVs sem pesar no bolso. Já a Samsung LH43BETMLGGXZD, modelo mais caro desta seleção, pode ser encontrada a partir de R$ 1.725 no Mercado Livre e traz a tecnologia Business TV, voltada para ambientes empresariais. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Melhor Smart TV 43 polegadas em 2026: 9 opções compactas e de qualidade Divulgação/TCL 🔎Melhor TV até R$ 2.000: 5 modelos baratos para comprar Initial plugin text Como escolhemos as melhores smart TVs de 43 polegadas? Para montar esta lista, o TechTudo considerou os modelos com maior volume de vendas e melhor desempenho nos principais marketplaces do Brasil, como Mercado Livre, Shopee e Amazon, priorizando produtos com avaliação acima de 4 estrelas. Também levamos em conta a reputação das fabricantes no Reclame Aqui, o custo-benefício em relação às especificações técnicas e, sempre que possível, as impressões e análises realizadas pela própria equipe do TechTudo. A seleção priorizou modelos de 43 polegadas com resolução Full HD, lançados a partir de 2023, que entreguem boa experiência de streaming, sistema operacional fluido e conectividade Wi-Fi integrada. O recorte de preço ficou entre R$ 1.256 e R$ 1.886, com todos os modelos disponíveis nas principais lojas online do país. Qual é a melhor smart TV de 43 polegadas? A melhor smart TV de 43 polegadas depende do uso que você pretende fazer e do quanto está disposto a gastar. Para quem quer praticidade e um ecossistema de streaming organizado, modelos com Roku TV, como a Britânia B43CRA, a AOC 43S5155/78G e a Multi TL082E são ótimas opções de entrada. Para quem prefere a flexibilidade do Google TV, a Semp 43S42 e a TCL 43S5K se destacam, sendo que a TCL ainda traz o diferencial do painel QLED com cores mais vibrantes. Já para usuários que valorizam um sistema mais completo e integração com assistentes virtuais, a LG 43LR67 (webOS) e a Samsung F6000F (Tizen) são as mais recomendadas. A LG se sobressai pelo processador AI e suporte ao AirPlay 2, enquanto a Samsung impressiona pelos sete anos de atualização de software e pelo acesso ao Gaming Hub com Xbox Cloud Gaming. O que observar antes de comprar uma smart TV de 43 polegadas? Além da resolução da tela, que na maioria dos modelos de 43 polegadas é Full HD (1920 x 1080), existem outros aspectos técnicos que influenciam diretamente na experiência de uso e merecem atenção na hora da compra. Confira os principais: Sistema operacional: determine qual plataforma se adapta melhor ao seu uso. Roku TV é mais simples e direta; Google TV oferece integração com o ecossistema Google; Tizen e webOS têm interfaces mais sofisticadas com suporte a assistentes virtuais. Tipo de painel: TVs com painel DLED ou VA tendem a oferecer melhor contraste e pretos mais profundos, enquanto painéis IPS garantem ângulo de visão mais amplo. O painel QLED, presente na TCL 43S5K, adiciona maior riqueza de cores com cristais quânticos. HDR: a maioria dos modelos desta faixa de preço suporta HDR10, que melhora contraste e brilho cena a cena. Modelos Samsung trazem HDR10+, com ajuste dinâmico ainda mais preciso. Conectividade: verifique a quantidade de portas HDMI e USB. Para quem usa videogame, soundbar e outros dispositivos ao mesmo tempo, ter ao menos três portas HDMI é um diferencial importante. Taxa de atualização: todos os modelos desta lista operam em 60 Hz, suficiente para streaming, filmes e séries. Para jogos mais exigentes, vale considerar modelos com taxa mais alta em compras futuras. Assistentes virtuais: confira se a TV é compatível com Alexa, Google Assistente ou ambos, especialmente se você usa outros dispositivos de casa inteligente. Consumo de energia: preste atenção à classificação ENCE; modelos classe A são os mais eficientes e ajudam a reduzir a conta de luz no longo prazo. 📝Como transformar TV normal em smart? Confira no Fórum TechTudo As 9 melhores smart TVs de 43 polegadas em 2026 Britânia B43CRA – opção acessível com Roku TV, HDR10 e Dolby Audio para quem busca custo-benefício AOC 43S5155/78G – design sem bordas, Roku TV e AirPlay 2 com boa conectividade Philco P43KRA – Full HD com Roku TV, HDR10 e áudio de 20W em acabamento Space Gray Multi TL082E – Roku TV com Bluetooth 5.0 e ampla conectividade para diferentes usos Semp 43S42 – Google TV com HDR10, Dolby Audio e design sem bordas da fabricante nacional LG 43LR67 – webOS 23 com processador AI a5 Ger6, AirPlay 2 e Otimizador de Jogos TCL 43S5K – painel QLED com Google TV, HDR10, Chromecast integrado e Bluetooth Samsung F6000F – modelo 2025 com Tizen, Gaming Hub, Xbox Cloud Gaming e sete anos de suporte Samsung LH43BETMLGGXZD – Tizen com Dolby Digital Plus, SmartThings e modo Business TV 1. Britânia B43CRA – a partir de R$ 1.256 A Britânia B43CRA é uma escolha direta para quem procura uma smart TV de entrada sem abrir mão de um sistema operacional organizado. O modelo roda Roku TV e traz uma interface intuitiva com acesso imediato a plataformas como Netflix, Prime Video, Disney+, Apple TV e YouTube, além de milhares de canais disponíveis na Roku Store. Com tela DLED Full HD de 43 polegadas, resolução de 1920 x 1080, HDR10 e frequência de 60 Hz, a TV entrega imagens nítidas com cores equilibradas para o uso cotidiano em sala ou quarto. O processador Quad Core e o Wi-Fi Dual Band complementam a proposta de fluidez no streaming. No quesito de áudio, a B43CRA conta com 20 W RMS em sistema 2.0 com tecnologia Dolby Audio, garantindo som com mais presença e clareza de diálogos. A conectividade inclui três entradas HDMI (com uma porta ARC), duas entradas USB e Wi-Fi integrado, porém o modelo não conta com Bluetooth. O controle por voz é feito via app Roku no smartphone, com compatibilidade com Alexa e Google Home. Por fim, o design conta com acabamento de bordas finas e o painel tem ângulo de visão de 178°, o que favorece a visualização de diferentes pontos da sala. Na Shopee, a Britânia B43CRA está disponível a partir de R$ 1.256 e acumula 4,9 de 5 estrelas nas avaliações dos compradores. Os compradores destacam a nitidez impressionante da imagem, o som imersivo com graves potentes e a entrega rápida e bem embalada, com relatos sobre o Roku fácil de usar e o tamanho generoso da tela, que surpreende positivamente. Usuários elogiam ainda a qualidade geral, comparável a TVs premium. No entanto, a resolução HD pode limitar detalhes em conteúdos de alta definição, além da ausência de portas HDMI 2.1, restringindo suporte a recursos avançados como 4K a 120 Hz em games. Prós: sistema Roku intuitivo; HDR10; três entradas HDMI; 20 W de áudio com Dolby; valor acessível Contras: sem Bluetooth; brilho limitado em ambientes muito claros 2. AOC 43S5155/78G – a partir de R$ 1.284 O design sem bordas é o primeiro diferencial que chama a atenção na AOC 43S5155/78G: a tela DLED de 43 polegadas ocupa praticamente toda a frente do aparelho, proporcionando uma sensação visual mais imersiva. Com resolução Full HD (1920 x 1080) e painel IPS com ângulo de visão de 178°, o modelo garante boa consistência de cores mesmo para quem assiste de posições laterais. A frequência de 60 Hz e o tempo de resposta abaixo de 8 ms complementam a experiência para streaming e uso geral. O sistema operacional é o Roku TV, com navegação simples, acesso a milhares de apps e suporte a Netflix, Prime Video, Disney+, Apple TV e mais. Um destaque técnico do modelo é a compatibilidade com AirPlay 2, Apple Homekit, Google Assistant e Alexa, o que o torna uma opção interessante para quem tem um ecossistema de casa inteligente. A conectividade inclui três portas HDMI (com ARC na primeira), USB 2.0, Wi-Fi Dual Band, Ethernet RJ-45 e saída óptica SPDIF. O áudio é entregue em 16 W RMS com Dolby Digital em sistema 2.0. Por fim, o controle por voz funciona via app Roku Mobile no celular Android ou iOS. Na Shopee, a AOC 43S5155/78G está disponível a partir de R$ 1.284 e conta com 4,9 de 5 estrelas. A maioria dos relatos destaca a imagem Full HD nítida, a navegação fluida no Roku e a conectividade Wi-Fi estável, com elogios frequentes à embalagem segura e entregas ágeis. No entanto, algumas críticas de usuários apontam áudio baixo mesmo no máximo, travamentos iniciais em apps, linhas na tela e necessidade de apps pagos para canais abertos. Prós: design sem bordas; AirPlay 2; compatibilidade com múltiplos assistentes; três entradas HDMI Contras: controle remoto sem botão de voz integrado; áudio baixo 3. Philco P43KRA – a partir de R$ 1.329 Com acabamento Space Gray e base em preto, a Philco P43KRA tem um visual mais refinado que o padrão da faixa de entrada, o que a torna uma boa opção para quem quer uma TV compacta com um toque de sofisticação no ambiente. Além da estética, o modelo entrega um painel DLED tipo IPS de 43 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080), suporte a HDR10 e frequência de 60 Hz. O sistema operacional Roku TV garante acesso a um catálogo amplo de aplicativos, com navegação simples e atualizações automáticas, enquanto o Wi-Fi Dual Band assegura uma conexão estável com a internet. O áudio é um dos pontos altos do P43KRA: com 20 W RMS total em dois canais e tecnologia Dolby Audio, o som é mais encorpado do que o de outros modelos na mesma faixa. As conexões incluem três portas HDMI (1 ARC), duas USB 2.0, saída óptica, entrada LAN (RJ-45) e Wi-Fi Dual Band. O controle por voz é feito via app Roku no celular, com compatibilidade com Alexa e Google Assistente. Cabe destacar que o modelo não conta com Bluetooth nativo no aparelho, diferentemente de alguns concorrentes. Nas Casas Bahia, a Philco P43KRA está disponível a partir de R$ 1.329, embora haja poucas avaliações. Já na Shopee, o mesmo modelo pode ser encontrado com nota 4,9 de 5 estrelas. Nos comentários, compradores exaltam a imagem nítida, som envolvente via Dolby Audio e entregas velozes com embalagem intacta. Entretanto, relatos isolados criticam a ausência de Bluetooth, imagem inferior em navegação web e casos raros de danos na chegada ou instalação tricky dos pés. Prós: design Space Gray; 20 W Dolby Audio; três HDMI; HDR10; Wi-Fi Dual Band Contras: sem Bluetooth; lentidão em apps mais pesados 4. Multi TL082E – a partir de R$ 1.374 Para quem busca uma smart TV de 43 polegadas com boa conectividade e facilidade de integração com outros dispositivos, a Multi TL082E é uma opção a ser considerada. O modelo traz o sistema Roku TV em um painel DLED Full HD de 43 polegadas, com processador Quad Core e Wi-Fi dual band. Além disso, a interface da Roku reúne, em um só lugar, serviços como Netflix, Disney+, Apple TV, HBO Max, Amazon Prime Video, Globoplay, Paramount+ e muitos outros disponíveis na loja oficial da plataforma. O suporte a HDR garante imagens com mais contraste e cores mais vivas. Um dos diferenciais do TL082E em relação a outros modelos com Roku TV é a presença de Bluetooth 5.0, que permite parear fones de ouvido e caixas de som sem fio diretamente pelo aparelho. A conectividade inclui três portas HDMI (com ARC), duas USB, saída óptica, entrada Ethernet, entrada AV e saída P2 para fone de ouvido. O áudio é de 16 W RMS com Dolby Audio. Por fim, o modelo é compatível com Alexa e Google Home, e o comando de voz funciona via app Roku no celular. Na Shopee, a Multi TL082E pode ser encontrada por preços a partir de R$ 1.374, com nota 4,9 de 5 estrelas. No site, os usuários destacam principalmente a imagem nítida em Full HD, a rapidez do sistema Roku, com apps fluidos, e o design fino, além de entregas ágeis e embalagem bem protegida. Contudo, comentários negativos recorrentes apontam áudio fraco e abafado, falhas precoces, como linhas na tela ou travamentos, além de baixa saturação de cores e dificuldades com o Bluetooth. Prós: Bluetooth 5.0; três entradas HDMI; Roku TV fluido; compatível com Alexa e Google Home Contras: lentidão ao alternar apps; potência de áudio moderada 5. Semp 43S42 – a partir de R$ 1.425 A Semp 43S42 representa a entrada da TCL SEMP no segmento de smart TVs com Google TV, trazendo para a faixa de preço acessível uma das plataformas mais completas do mercado. Com design sem bordas e tela LED Full HD de 43 polegadas, o modelo entrega imagens em 1920 x 1080 com suporte a HDR10, que melhora contraste e vivacidade de cores, especialmente em filmes e séries. O sistema Google TV organiza o conteúdo com recomendações personalizadas, suporte ao Google Assistente integrado por voz e acesso direto ao Google Play para download de aplicativos. O áudio é entregue em 20 W RMS com Dolby Audio, um bom nível para uma TV de 43 polegadas. A conectividade inclui Wi-Fi integrado, Bluetooth 5.0, Google Cast, além de entradas HDMI, USB, LAN, saída óptica e entrada AV. Frequência de 60 Hz e tempo de resposta de 6,5 ms completam a ficha técnica. A Semp tem 77 anos no mercado e é reconhecida como uma das primeiras fabricantes de televisores no Brasil, o que agrega confiança na hora da compra e no suporte técnico pós-venda. No Mercado Livre, a Semp 43S42 está disponível a partir de R$ 1.425 e nota 4,8 de 5 estrelas. Consumidores exaltam a imagem Full HD vibrante com bom brilho, o sistema Google TV intuitivo e rápido para uso básico, além do design fino e leve que dá ar moderno. No entanto, há relatos recorrentes ao áudio fraco e sem graves, controle remoto básico sem comando de voz nativo, discrepâncias nas portas anunciadas e relatos isolados de lentidão ou falhas precoces, como linhas na tela. Prós: Google TV completo; HDR10; Bluetooth 5.0; 20 W Dolby Audio Contras: número reduzido de entradas HDMI e USB 6. LG 43LR67 – a partir de R$ 1.472 Entre todos os modelos desta lista, a LG 43LR67 é a que mais se destaca em termos de processamento inteligente. O aparelho conta com o processador AI alpha 5 de 6ª geração, que automaticamente melhora nitidez, contraste e som conforme o conteúdo exibido, trazendo uma experiência mais refinada sem que o usuário precise ajustar manualmente as configurações. A resolução é Full HD (1920 x 1080) e o suporte a HDR10 Pro, versão proprietária da LG baseada no padrão HDR10, garante brilho e contraste otimizados cena a cena. O sistema operacional webOS 23 é amplamente reconhecido como um dos melhores do mercado para smart TVs, com interface fluida, perfis personalizados e Quick Cards para acesso rápido. A 43LR67 é compatível com Apple AirPlay 2, Apple Homekit, Alexa (via controle Smart Magic, vendido separadamente) e conta com LG ThinQ AI para integração com dispositivos de casa inteligente. O som em sistema 2.0 com 20W RMS traz suporte a som virtual 5.1 e AI Sound, que adapta o áudio automaticamente ao tipo de conteúdo. A conectividade inclui duas entradas HDMI (com eARC na segunda), USB, Wi-Fi 5, Ethernet e saída óptica. O modelo ainda oferece Otimizador de Jogos com Painel de Jogos, útil para quem usa consoles. No Mercado Livre, a LG 43LR67 pode ser encontrada a partir de R$ 1.472 e conta com nota 4,9 de 5 estrelas. Compradores elogiam a nitidez da imagem Full HD com processador A5 Gen6, o áudio potente e o webOS 23 fluido com suporte a ThinQ AI e Alexa, destacando durabilidade comprovada e configuração simples. Contudo, relatos isolados questionam lentidão no sistema, bordas largas, controle básico sem microfone dedicado e casos de defeitos como linhas horizontais após meses. Além disso, o modelo apresenta bordas grossas e largura maior que concorrentes slim, ocupando mais espaço. Prós: processador AI; webOS 23; compatível com AirPlay 2; HDR10 Pro; Otimizador de Jogos; AI Sound Contras: ocupa mais espaço; relatos pontuais de lentidão e defeitos 7. TCL 43S5K – a partir de R$ 1.639 A TCL 43S5K se diferencia de todos os outros modelos desta lista por ser o único com painel QLED: a tecnologia de cristais quânticos (Colorful Quantum Crystal) proporciona cores mais vivas, maior fidelidade cromática e melhor aproveitamento de luz em comparação aos painéis DLED e LED convencionais. A tela HVA de 43 polegadas com resolução Full HD (1920 x 1080) e suporte a HDR10 entrega imagens com contraste ampliado e detalhes mais nítidos tanto em cenas escuras quanto em cenas de alta luminosidade. Além disso, o sistema Google TV organiza o conteúdo de forma personalizada com recomendações baseadas no histórico do usuário, e o Chromecast embutido facilita o espelhamento direto do celular. O áudio da 43S5K é entregue em 20 W com Dolby Audio, com suporte a múltiplos modos de imagem como Game, Sports, Movie e Standard para otimizar a exibição conforme o tipo de conteúdo. A conectividade inclui Wi-Fi Dual Band, Bluetooth integrado, duas entradas HDMI, USB, entrada LAN, saída óptica, entrada AV e saída P3 para fone de ouvido. O input lag é de aproximadamente 9,5 ms, adequado para jogos casuais. Por fim, o design sem bordas com acabamento metálico completa o visual compacto e moderno do aparelho. Na Shopee, a TCL 43S5K pode ser encontrada a partir de R$ 1.639 e nota máxima de 5 estrelas. Usuários elogiam a qualidade superior de imagem QLED Full HD, som potente com Dolby Audio e sistema Google TV ágil para apps personalizados, com estrutura leve e configuração intuitiva. Já no Mercado Livre, relatos reforçam o custo-benefício elevado, mas ressaltam que o aparelho pode apresentar áudio agudo sem graves profundos e controle sem voz nativa, interferindo na experiência do usuário. Prós: painel QLED; Google TV; HDR10; Chromecast; Bluetooth; design sem bordas Contras: graves podem deixar a desejar 8. Samsung F6000F – a partir de R$ 1.662 Lançada em 2025, a Samsung F6000F é o modelo mais recente desta seleção. Com sistema operacional Tizen atualizado, a TV oferece acesso ao Samsung Gaming Hub integrado, que permite jogar diretamente nas plataformas Xbox Cloud Gaming e Nvidia GeForce Now sem precisar de console, um diferencial difícil de encontrar em TVs de 43 polegadas nessa faixa de preço. A resolução é Full HD (1920 x 1080), com suporte a HDR10+ e tecnologia PurColor da Samsung para reprodução de cores mais fiéis e naturais. Além disso, o painel VA opera a 60 Hz com Micro Dimming Pro para melhor controle de contraste local. O áudio conta com 20 W RMS em dois canais e tecnologia Som em Movimento Virtual, que simula um efeito 3D mais imersivo. A conectividade inclui duas entradas HDMI 1.4, USB 2.0, Wi-Fi, Bluetooth 4.2, saída óptica e suporte a Apple AirPlay. Um dos maiores destaques da F6000F é a garantia de sete anos de atualização de software pelo sistema One UI Tizen, o maior compromisso de suporte desta lista. Compatível com Alexa e Bixby, o modelo permite controle por voz via app SmartThings. Na Amazon, a Samsung F6000F pode ser encontrada a partir de R$ 1.662 e alcança nota 4,6 de 5 estrelas. Em diferentes marketplaces, consumidores elogiam a qualidade geral do produto, as entregas rápidas na maioria dos casos e os canais gratuitos integrados, com configuração simples para uso em cozinhas ou ambientes menores. Contudo, relatos isolados criticam o áudio, com falta de graves profundos e som mais agudo em volumes altos, especialmente sem uma soundbar externa. Prós: Gaming Hub; Xbox Cloud Gaming; 7 anos de atualizações; HDR10+; AirPlay; Tizen Contras: poucas entradas HDMI; sem graves profundos 9. Samsung LH43BETMLGGXZD – a partir de R$ 1.725 A Samsung LH43BETMLGGXZD é um modelo com uma proposta diferente das demais TVs desta lista: concebida para uso corporativo e hoteleiro, ela traz a tecnologia Business TV que permite configurar a interface tanto para o modo residencial quanto para ambientes empresariais, com controle de conteúdo e personalização avançada via aplicativo. Para uso doméstico, o modelo funciona plenamente como uma smart TV convencional, com sistema operacional Tizen, acesso a apps de streaming como Netflix, YouTube e Prime Video, e suporte a Alexa e SmartThings para casa inteligente. Na ficha técnica, o modelo conta com painel LED Full HD de 43 polegadas, resolução 1920 x 1080, frequência de 60 Hz, HDR, processador Hyper Real e brilho de 300 nits, um dos mais altos desta seleção. O áudio é de 20 W RMS com Dolby Digital Plus em 2 canais. A conectividade inclui duas entradas HDMI, USB, Wi-Fi, Ethernet RJ-45, saída óptica e entrada AV. O design é slim, com padrão VESA 200x200 para fixação na parede, o que é um diferencial para quem pretende instalar em ambientes compactos. No Mercado Livre, a Samsung LH43BETMLGGXZD está disponível a partir de R$ 1.725 e registra 4,8 de 5 estrelas. Usuários frequentemente exaltam a imagem nítida em Full HD com cores vibrantes, o som alto e imersivo de nível cinema e o Tizen OS intuitivo para apps como Netflix e YouTube, com configuração simples e espelhamento via SmartThings. No entanto, críticas pontuais mencionam ausência de Bluetooth, travamentos esporádicos e volume que sobe sozinho. Prós: brilho de 300 nits; Tizen; Dolby Digital Plus; 20 W; SmartThings; Business TV para empresas Contras: poucas entradas HDMI; posicionamento corporativo pode limitar apps residenciais Com informações de AOC, Amazon, Britânia, Casas Bahia, LG, Mercado Livre, Philco, Samsung, TCL e Shopee Mais do TechTudo 🎥 Assista: Seis coisas que você não deve fazer com a sua smart TV Seis coisas que você não deve fazer com a sua smart TV Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Esse produto é o maior orgulho de Tim Cook na Apple, segundo o próprio

25 de Abril de 2026, 00:01

Em entrevista ao site Bloomberg, Tim Cook revelou que o Apple Watch é o maior orgulho da sua carreira como CEO da Apple. A primeira geração do smartwatch foi lançada em abril de 2015 e logo tornou-se referência de wearable para fabricantes do mundo todo, que seguiram o plano de incluir diversos recursos ligados à saúde, como monitoramento da frequência cardíaca em tempo real e detecção de queda, por exemplo. O executivo revisitou os seus erros e acertos à frente da empresa pouco depois de anunciar que deixará o cargo em setembro deste ano. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Melhor smartwatch 2026: veja opções poderosas e custo-benefício Anunciado em setembro de 2014, o Apple Watch chegou às lojas dos Estados Unidos apenas em abril do ano seguinte. Na ocasião, a sua principal funcionalidade era a detecção de batimentos cardíacos, que prometia funcionar com mais exatidão do que os concorrentes da época. "Lembro de ter recebido a primeira mensagem de um usuário do Apple Watch dizendo que o relógio salvou sua vida", disse Cook, ao lembrar-se de um dos seus momentos mais marcantes. Apple Watch agora envia alertas de pressão alta no Brasil em uma mais uma função ligada a saúde Reprodução/Shutterstock ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual smartwatch é bom e barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Apple Watch: relembre trajetória e marcos do produto A primeira versão do Apple Watch foi lançada em 2015 ainda com poucos recursos, mas como uma proposta visual e de sistema diferente de tudo o que havia sido feito na época. A tela inicial, em vez de ter ícones organizados em fileiras, como é comum nos celulares, trouxe uma ordenação em forma de colmeia, com ícones redondos e navegação livre. O monitoramento dos batimentos cardíacos era a principal função do relógio inteligente, além dos recursos de mídia e produtividade. Um dos recursos mais importantes do relógio, o eletrocardiograma (ECG) foi implementado nos modelos Apple Watch Series 4 e Series 5. A inclusão da funcionalidade foi um dos primeiros passos para transformar o dispositivo em um assistente completo para a saúde do usuário, foco do Tim Cook e dos executivos da época. A função chegou ao Brasil apenas em setembro de 2020, após homologação da Anvisa. Apple Watch 4 introduziu recurso de eletrocardiograma Divulgação/Apple O relógio foi acumulando ferramentas a cada lançamento. Em 2020, durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, o smartwatch da Apple foi um dos primeiros a receber o recurso que verifica a oxigenação no sangue, com a chegada do Apple Watch 6. Dois anos depois, o recurso teve a sua precisão comprovada por pesquisadores da Universidade Técnica de Praga, que testaram o produto em diversas situações. O recurso de detecção automática de queda, introduzido no Apple Watch 4, e detecção de apneia do sono, disponível a partir do Apple Watch 9, são outros dois marcos de lançamento do produto, e que seguem disponíveis nos relógios mais recentes, ajudando a salvar vidas. O maior erro de Tim Cook na Apple Na mesma entrevista, Tim Cook também pontuou um dos maiores arrependimentos de sua gestão como CEO: o Apple Maps. O aplicativo de mapas chegou ao iOS em 2012 e não funcionou como deveria, pois apresentava nomes trocados de ruas e locais e até direções erradas para os usuários. Na maior parte do mundo, como no Brasil, o sistema parecia incompleto, muito inferior ao Google Maps. Como lembra o site The Straits Times, esse episódio provocou a primeira grande reformulação de profissionais na gestão de Cook, que resultou na demissão de Scott Forstall, engenheiro de software muito próximo de Steve Jobs. "O produto não estava pronto, e pensávamos que era porque estávamos testando mais recursos locais", disse Cook durante uma reunião com a equipe. Apple Maps melhorou muito ao longo dos anos, mas teve problemas no começo Divulgação/Apple Por que Tim Cook deixou o cargo de CEO? Tim Cook anunciou, na última segunda-feira (20), que deixará o cargo de CEO da Apple após 15 anos, em uma transição gradual que vai culminar em 1º de setembro, um pouco antes do lançamento da linha iPhone 18. Ele deixa o cargo no auge financeiro da empresa e assume a posição de chairman, mantendo influência nas decisões estratégicas. A cadeira de CEO será ocupada pelo executivo John Ternus, atual vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple. Segundo analistas de mercado, a transição ocorre para reposicionar a Apple em um contexto de mercado desafiador, marcado pela corrida no desenvolvimento de inteligência artificial (IA). Ao passo que rivais como Google e Microsoft vêm avançando rapidamente com soluções baseadas em IA generativa, a Apple ainda não entregou uma Siri mais inteligente, prometida em 2024. Com informações de Bloomberg e The Straits Times 🎥 Conheça o relógio inteligente da Huawei Tudo sobre o novo relógio inteligente Huawei Fit 4

Quando lança o iPhone 18? Veja expectativas sobre design, preço e mais

25 de Abril de 2026, 00:01

A linha iPhone 18 deve ser lançada em setembro de 2026, embora ainda não haja confirmações oficiais por parte da empresa. Mesmo assim, o histórico recente de lançamentos no mês, mantido desde 2021, reforça as expectativas em torno da nova geração e alimenta especulações sobre possíveis novidades, incluindo a chegada do primeiro iPhone dobrável. Ainda que o lançamento esteja distante, o mercado já começa a se movimentar com vazamentos, análises e previsões de especialistas. Diante desse cenário, o TechTudo reuniu as principais informações disponíveis até agora, abordando pontos como possíveis cores, estimativas de preço, novos processadores e outros detalhes que podem marcar a próxima geração. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎iPhone 18 Pro inicia testes de produção; confira especulações do lançamento iPhone 18 Pro deve abandonar o polêmico “laranja cósmico” lançado em 2025 Reprodução/Macworld ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Pergunte no Fórum do TechTudo Quando lança o iPhone 18? Veja expectativas sobre design, preço e mais Embora o lançamento do iPhone 18 ainda esteja distante, já surgem especulações sobre a nova geração. O TechTudo reuniu seis pontos para esclarecer as principais dúvidas. No índice a seguir, veja os destaques abordados neste guia. Quando deve ocorrer o lançamento do iPhone 18? Design e cores do iPhone 18 Chip A20 Vem aí o iPhone Fold? Possíveis preços Outros rumores 1. Quando deve ocorrer o lançamento do iPhone 18? Segundo informações preliminares do site norte-americano Bloomberg, o lançamento da nova geração de iPhones deve ocorrer em dois momentos distintos. A primeira fase está prevista para o outono de 2026, entre 23 de setembro e 21 de dezembro, com a chegada do iPhone 18 Pro, do iPhone 18 Pro Max e de um novo modelo dobrável. Cerca de seis meses depois, a Apple deve apresentar o iPhone 18, o iPhone 18e e, possivelmente, uma versão atualizada do iPhone Air. O site também indica que esse formato tende a se consolidar nos próximos anos, com a empresa lançando entre cinco e seis modelos por geração. 2. Design e cores do iPhone 18 Segundo o site CNET, o design dos iPhones costuma passar por mudanças sutis a cada geração, e os rumores indicam que essa tendência deve se manter. As especulações apontam que o iPhone 18 básico poderá ter um módulo de câmera mais discreto em relação ao antecessor, enquanto os modelos Pro e Pro Max devem preservar a base mais ampla para acomodar o conjunto triplo de lentes traseiras. Além disso, as dimensões gerais não devem sofrer alterações relevantes, já que as telas tendem a manter os mesmos tamanhos das gerações anteriores. Após o impacto causado pelo “laranja cósmico” no iPhone 17 Pro, a Apple estaria testando uma nova opção de cor para a próxima geração. Segundo informações recentes do site Macworld, a escolha deve ser menos vibrante, mas ainda marcante: o tom “dark cherry”, ou cereja escura, cotado para o iPhone 18 Pro. Tom “cereja escura” deve substituir o “laranja cósmico” como destaque da Apple em 2026 Reprodução/Macworld Além dessa possível novidade, a fabricante também avalia incluir opções como azul claro, cinza escuro e uma variante prateada. Ainda assim, as cores seguem em fase de desenvolvimento, e como o iPhone 18 Pro não entrou em produção em massa, há margem para mudanças até o lançamento. 3. Chip A20 Seguindo o padrão das gerações anteriores, a linha iPhone 18 deve estrear o chip A20, novo processador desenvolvido pela Apple. Segundo o site MacRumors, o componente pode ser produzido em um avançado processo de 2 nanômetros e deve equipar os modelos iPhone 18 e iPhone 18e, enquanto as versões Pro e Pro Max devem receber uma variante ainda mais potente, possivelmente chamada de A20 Pro. Já o site CNET aponta que os novos chipsets podem adotar o processo “Wafer-Level Multi-Chip Module”, uma abordagem que integra CPU, GPU, Neural Engine e memória no mesmo wafer. Na prática, isso elimina a necessidade de conexões tradicionais entre componentes, reduz a latência, melhora a eficiência energética e eleva o desempenho geral dos celulares. Seguindo a tradição, processador A19 deve dar lugar ao novo e mais avançado A20 Reprodução/Apple 4. Vem aí o iPhone Fold? De acordo com um vazamento do australiano Sonny Dickson em sua conta no X (antigo Twitter), o chamado “iPhone Fold” pode, de fato, se tornar realidade. O leaker compartilhou imagens de maquetes que indicam o possível tamanho final do smartphone, além de também revelar detalhes relacionados ao iPhone 18 Pro e ao iPhone 18 Pro Max. Embora o formato dobrável já esteja consolidado no mercado, especialmente com a linha Galaxy Z Fold, o modelo da Apple deve adotar uma proposta distinta, com proporção de tela mais ampla, próxima de 4:3, o que pode favorecer o consumo de conteúdo e a produtividade. Os protótipos ainda sugerem semelhanças com o Huawei Pura X, mas é importante ressaltar que tanto o nome “iPhone Fold” quanto o design final permanecem não confirmados oficialmente pela fabricante. Initial plugin text 5. Possíveis preços Apesar da pressão enfrentada pela indústria com a escassez de memória RAM, impulsionada pela crescente demanda por processamento de IA generativa, a Apple deve buscar conter aumentos de preço, especialmente nos modelos de entrada. Segundo o analista Ming-Chi Kuo, a estratégia da empresa é manter os valores tão estáveis quanto possível, repetindo o preço inicial de US$ 799 visto no iPhone 17 também no iPhone 18. No caso do aguardado modelo dobrável, ainda não confirmado oficialmente, as estimativas variam de acordo com analistas do mercado. Ming-Chi Kuo projeta um preço entre US$ 2.000 e US$ 2.500, enquanto Mark Gurman, da Bloomberg, sugere uma faixa semelhante; já analistas da UBS apontam valores entre US$ 1.800 e US$ 2.000. Em conversão direta, isso representaria algo entre R$ 8.970 e R$ 12.459, embora seja importante destacar que esses números não refletem necessariamente o preço final no Brasil. 6. Outros rumores De acordo com o site MacRumors, com base em informações do analista Tim Long, o lançamento do iPhone 18 deve incluir também o iPhone 18e, como já mencionado anteriormente. No entanto, o terceiro modelo ainda gera incertezas, podendo ser um iPhone 18 Plus ou até mesmo um possível iPhone Air 2. A hipótese de um modelo “Plus” chama atenção, já que, até o momento, não há outros rumores consistentes que reforcem essa possibilidade. Já o site PhoneArena aponta para possíveis ajustes no botão de controle da câmera. Embora rumores iniciais indicassem que a Apple poderia remover completamente o recurso, vazamentos mais recentes sugerem uma abordagem diferente, com modificações em vez de eliminação. Segundo o informante Instant Digital, a empresa pode substituir o sensor capacitivo por sensores de pressão, o que permitiria interações mais precisas, como distinguir toques leves, pressões firmes e gestos de deslizar. Por fim, há indícios de mudanças na Ilha Dinâmica dos próximos iPhones. Tanto o jornalista Mark Gurman quanto o informante Digital Chat Station afirmam que a Apple pode reduzir o tamanho do recurso nos modelos da linha iPhone 18. Com isso, o design poderia evoluir para um recorte menor e mais discreto para a câmera, enquanto os sensores do Face ID seriam posicionados sob a tela, ampliando a área útil do display. Com informações de Bloomberg, CNET, MacRumors, Macworld e PhoneArena 🎥 Veja pontos cruciais se você pensa em trocar de celular! Quer um CELULAR NOVO? 3 coisas — ALÉM DA CÂMERA — para ficar ATENTO!

15 filmes picantes para assistir em 2026 e sentir calor

24 de Abril de 2026, 18:30

Os filmes picantes podem ser ótimas opções para quem gosta de histórias quentes, intensas e que exploram diferentes lados da sexualidade. Muito além do romance, os filmes que contam com tramas picantes também podem agradar quem gosta de outros gêneros como suspense, romance e comédia. Disponíveis em streamings como Netflix, Amazon Prime Video e Apple TV, produções como o brasileiro Ato Noturno (2026), o polêmico O Morro dos Ventos Uivantes (2026) e o divertido e sexy Rivais (2024) são algumas do tipo que podem ser assistidas online. Pensando em quem curte produções picantes e assistir filmes de porta trancada, o TechTudo separou 15 filmes para assistir ainda em 2026. A seguir, confira a lista completa com sinopse, elenco, repercussão e mais. 🎬 30 filmes picantes da Netflix que só maiores de idade podem assistir 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Babygirl é um romance erótico que acompanha a relação de uma CEO e seu estagiário Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista de filmes picantes para assistir em 2026, você encontra: Ato Noturno (2026): Um ator novato e um político que esconde sua sexualidade se veem envolvidos e exploram juntos um fetiche que pode colocá-los em perigo. Pillion (2026): Colin é um jovem tímido, até que ele conhece o charmoso e dominador Ray, de quem aceita ser submisso e o leva a conhecer um novo mundo. Night Nurse (2026): Em uma clínica para aposentados, uma enfermeira novata se envolve com um paciente e se vê presa em uma teia perigosa. O Morro dos Ventos Uivantes (2026): Nova adaptação do clássico de Emily Bronte, traz uma perspectiva erótica sobre o romance trágico de Heathcliff e Cath. Bight (2026): Quando dois casais decidem explorar mais sua vida sexual e abrem seus relacionamentos, todos acabam envolvidos em ciúmes, traição e amargura. Quero Você (2025): Durante uma viagem para descobrir mais sobre o noivo de sua irmã, uma jovem alemã se apaixona intensamente por um homem que pode colocá-la em perigo. On the Road (2025): Um andarilho e um motorista acabam viajando juntos e vivendo uma relação intensa e cheia de segredos. Emmanuelle (2025): Ao viajar a trabalho, uma empresária decide explorar sua sexualidade e desejos e acaba apaixonada por um homem misterioso. Babygirl (2025): Romy é uma CEO de sucesso e vive uma vida aparentemente feliz, até que ela se envolve com seu estagiário, um homem muito mais novo, e pode colocar tudo a perder. Pretty Thing (2025): Sophie é uma empresária de sucesso que acaba se envolvendo com Elliot, um garçom muito mais novo, e os dois vivem uma relação sexy, mas rodeada de obsessão. Um Verdadeiro Cavalheiro (2024): Um acompanhante de mulheres ricas se vê em uma rotina superficial, até que se apaixona e acaba sendo levado a questionar como vê a vida. Rivais (2024): Uma treinadora e seu marido acabam reencontrando uma pessoa importante do passado e a rivalidade das quadras é deixada de lado entre quatro paredes. Um Clímax Entre Nós (2023): Insatisfeita com a vida sexual que tem com seu namorado, uma jovem sugere que os dois tentem algo novo com uma terceira pessoa, mas ela acaba se envolvendo demais. O Lado Bom de Ser Traída (2023): Depois de descobrir uma traição de seu noivo, Babi decide viver novas aventuras e conhece o misterioso Marco, com quem vive uma relação intensa. Jogo Justo (2023): Um casal que trabalha na mesma empresa esconde o seu relacionamento, até que uma promoção inesperada pode colocar tudo a perder. 1. Ato Noturno (2026) Produção nacional, o longa acompanha Matias, um jovem ator, e Rafael, um político que esconde sexualidade. Quando os dois se encontram, uma química inebriante surge entre eles, e juntos eles exploram o fetiche de fazer sexo em locais públicos. Conforme a carreira de Matias caminha e Rafael se destaca na política, os dois se colocam cada vez mais em risco pelo prazer. Estrelado por Gabriel Faryas e Cirillo Luna (Reis) e com direção da dupla Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (Tinta Bruta), Ato Noturno mistura suspense e drama com elementos do erótico. A produção, que está disponível no Apple TV, garantiu nota 6.6 no IMDb e 85% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Gênero: Suspense Direção: Marcio Reolon e Filipe Matzembacher Nota IMDb: 6.6 Aprovação RT: 85% Onde assistir: Apple TV Ato Noturno é suspens erótico nacional dirigido por Marcio Reolon e Filipe Matzembacher Reprodução/IMDb 2. Pillion (2026) Colin é um jovem tímido e leva uma vida de indecisão, até que conhece Ray, um homem charmoso e misterioso. Conforme os dois se aproximam, Colin aceita ser submisso de Ray, que o apresenta a uma comunidade queer e um universo de fetiches, o que leva o jovem a questionar como quer continuar vivendo. Com direção de Harry Lighton (Pompeii), Pillion é estrelado por Alexander Skarsgård (O Homem do Norte) e Harry Melling (Harry Potter), e ainda não está disponível no streaming, mas deve chegar aos cinemas em maio deste ano. O longa recebeu 6.9 no IMDb, além de 99% de aprovação da crítica no RT. Gênero: Romance Direção: Harry Lighton Nota IMDb: 6.9 Aprovação RT: 99% Onde assistir: Por enquanto, indisponível no Brasil. Pillion é um filme erótico que explora o universo dos fetiches e BDSM Reprodução/Rolling Stone 3. Night Nurse (2026) Com Cemre Paksoy (Asas da Ambição) e Bruce McKenzie (Dr. House) no elenco, a trama acompanha Eleni, uma enfermeira que trabalha em uma clínica de aposentados. Enquanto uma série de golpes perturba a tranquilidade do lugar, ela acaba se envolvendo em um perigoso jogo de manipulação sexual e psicológica com um de seus pacientes. Dirigido por Georgia Bernstein (Anything That Moves), Night Nurse é mais um suspense erótico que prende o público até o último minuto. No IMDb, o longa ficou com nota 6.2. Já no Rotten Tomatoes, 78% de aprovação dos especialistas. Gênero: Suspense Direção: Georgia Bernstein Nota IMDb: 6.2 Aprovação RT: 78% Onde assistir: Mubi Night Nurse é um suspense erótico com Cemre Paksoy e Bruce McKenzie Reprodução/Sundance Film Festival 4. O Morro dos Ventos Uivantes (2026) Dirigido por Emerald Fennell (Saltburn) e estrelado pelos astros Margot Robbie (Barbie) e Jacob Elordi (Frankestein), o longa é uma nova adaptação do clássico de Emily Bronte e dividiu opiniões. O enredo se passa na Inglaterra do século XVIII e acompanha o romance trágico de Heathcliff e Catherine Earnshaw, que gera um ciclo de amargura, ressentimento e obsessão. Na versão de Fennell, a produção explora outro lado da obra, trazendo eroticididade e sensualidade para a história de Cath e Heathcliff. Disponível no Apple TV, o longa garantiu nota 6.1 no IMDb e 57% de aprovação da crítica no RT. 🎬Onde assistir ao O Morro dos Ventos Uivantes? Veja data de estreia no streaming Gênero: Drama Direção: Emerald Fennell Nota IMDb: 6.1 Aprovação RT: 57% Onde assistir: Apple TV Onde assistir ao O Morro dos Ventos Uivantes? Veja data de estreia no streaming Reprodução/IMDb 5. Bight (2026) Com Cameron Cowperthwaite (Shameless), Mark Hapka (A Grande Jogada) e Maiara Walsh (Good Trouble) no elenco, que também dirige a produção, Bight é um suspense erótico que acompanha dois casais, decididos a se aventurarem em relacionamentos abertos. Apesar do prazer que isso desperta, logo eles se veem em uma espiral de ciúmes e traição. Bight recebeu avaliação de 6.9 no IMDb e 100% de aprovação do público no RT. Gênero: Suspense Direção: Maiara Walsh Nota IMDb: 6.9 Aprovação RT: 100% Onde assistir: No momento, indisponível no Brasil Bight acompanha dois casais que levam seus relacionamentos ao extremo Reprodução/Entertainment Focus 6. Quero Você (2025) Ao viajar para uma ilha na Espanha, Lili descobre que sua irmã está noiva de um francês charmoso e misterioso. Desconfiada, ela decide investigar as verdadeiras intenções do homem, o que a leva a cruzar o caminho de Tom, o gerente de um clube. Lili logo se vê envolvida por uma paixão ardente e cheia de desejo, o que acaba a colocando em perigo. Com direção de Sherry Hormann (Uma Mulher Extraordinária), Quero Você é um suspense erótico alemão estrelado por Svenja Jung (Criminosos) e Theo Trebs (Uma Mulher Inesquecível), que estreou em alta na Netflix. Apesar disso, a produção garantiu apenas 4.7 no IMDb e 38% de aprovação do público no RT. 🎬Quero Você: veja sinopse e elenco do filme picante de sucesso da Netflix Gênero: Suspense Direção: Sherry Hormann Nota IMDb: 4.7 Aprovação RT: 38% Onde assistir: Netflix Quero Você é um romance alemão que se passa em uma ilha na Espanha Divulgação/Netflix 7. On the Road (2025) Produção mexicana estrelada por Victor Prieto e Osvaldo Sanchez (Correr para Viver), o enredo gira em torno de Veneno, um andarilho rebelde que passa os seus dias em restaurantes à beira da estrada e dormindo com caminhoneiros. Quando ele precisa fugir, acaba conhecendo Muñeco, um motorista solitário e com um passado conturbado. Conforme os dois viajam juntos, logo se veem envolvidos em uma relação íntima e intensa, mas a situação se torna perigosa quando pessoas do passado de Veneno aparecem. Do cineasta David Pablos (A Escolhida), On the Road é uma produção premiada, chegando a levar o Queer Lion Award no Festival de Veneza 2025. No IMDb, o longa levou nota 7.1. Gênero: Suspense Direção: David Pablos Nota IMDb: 7.1 Onde assistir: No momento, indisponível no Brasil On the Road é uma produção mexicana premiada e marca a estreia do ator Victor Prieto Reprodução/IMDb Quer conhecer outras opções de filmes quentes? 🔥 12 filmes picantes perfeitos do início ao fim 30 filmes picantes para assistir online e sentir calor 22 filmes quentes para quem gosta de histórias picantes 7 filmes de monstro picantes para quem curtiu Nosferatu 10 filmes picantes de 2025 que vão deixar o seu fim de ano mais quente 12 melhores filmes picantes com cenas quentes para assistir e sentir calor 12 filmes tão quentes que é melhor assistir longe dos pais Gostou de Mea Culpa? Conheça outros 10 filmes picantes para assistir online 12 filmes picantes que deixam 50 Tons de Cinza 'no chinelo' 8. Emmanuelle (2025) Baseado no romance de Emmanuelle Arsan, o longa francês segue Emmanuelle, uma mulher que viaja a Hong Kong por conta de sua empresa. Sozinha no lugar, ela vê a situação como uma oportunidade de explorar mais o seu corpo e seus desejos, levando Emmanuelle a ter diferentes experiências sexuais, até que ela conhece Kei, um homem misterioso por quem acaba apaixonada. Estrelado por Noémie Merlant (Retrato de Uma Jovem em Chamas) e Will Sharpe (Amadeus), Emmanuelle tem direção de Audrey Diwan (O Acontecimento). Disponível no Globoplay e Telecine, o longa garantiu apenas 4.1 no IMDb e 18% de aprovação dos especialistas no RT. Gênero: Romance Direção: Noémie Merlant Nota IMDb: 4.1 Aprovação RT: 18% Onde assistir: Globoplay e Telecine Emmanuelle é um drama erótico francês baseado no romance homônimo de Emmanuelle Arsan Reprodução/IMDb 9. Babygirl (2025) Estrelado por Nicole Kidman (Big Little Lies), o enredo gira em torno de Romy, uma mulher bem sucedida na sua vida profissional e pessoal. Tudo muda quando ela se envolve com Samuel, seu novo estagiário e um homem bem mais jovem, o que pode acabar colocando tudo que Romy construiu em risco. Produção da cineasta Halina Reijn (Morte, Morte, Morte), o elenco também conta com Antonio Banderas (A Lenda do Zorro) e Harris Dickinson (Beach Rats). Disponível no Prime Video, a produção recebeu avaliação de 5.8 no IMDb e 76% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Gênero: Romance Direção: Halina Reijn Nota IMDb: 5.8 Aprovação RT: 76% Onde assistir: Prime Video Babygirl é um suspense erótico estrelado por Nicole Kidman Reprodução/IMDb 10. Pretty Thing (2025) Estrelado por Alicia Silverstone (As Patricinhas de Beverly Hills) e Karl Glusman (Motorista de Fuga), o enredo gira em torno de Sophie, uma empresária de sucesso que acaba se envolvendo com um jovem garçom chamado Elliot. Dessa relação rodeada por desejo, logo o casal se vê envolto por obsessão, ciúmes e manipulação psicológica. Com direção de Justin Kelly (King Cobra), Pretty Thing recebeu nota 4.2 no IMDb. Já no Rotten Tomatoes, ficou com 47% de aprovação da crítica. Gênero: Suspense Direção: Justin Kelly Nota IMDb: 4.2 Aprovação RT: 47% Onde assistir: No momento, indisponível no Brasil Alicia Silverstone vive um romance intenso em Pretty Thing Reprodução/Prime Video 11. Um Verdadeiro Cavalheiro (2024) Saygin é um acompanhante que atende mulheres ricas e bem-sucedidas. Apesar de uma vida rodeada por luxos, ele sente que sua rotina é fútil e superficial, até que ele conhece a encantadora Nehir. Diante do amor verdadeiro, Saygin se vê desafiado a repensar a forma como vê e leva a vida. Produção turca, Um Verdadeiro Cavalheiro tem direção de Onur Bilgetay (UFO) e conta com Çağatay Ulusoy (O Famoso Alfaiate) e Ebru Şahin (Hercai: Amor e Vingança) no elenco. Disponível na Netflix, o filme recebeu nota 4.1 no IMDb. Gênero: Romance Direção: Onur Bilgetay Nota IMDb: 4.1 Onde assistir: Netflix Um acompanhante de luxo começa a questionar sua vida depois de se apaixonar em Um Verdadeiro Cavalheiro Divulgação/IMDb 12. Rivais (2024) Estrelado por Zendaya (Euphoria), Mike Faist (Clube dos Vândalos) e Josh O'Connor (A História do Som), o longa acompanha Tashi, uma treinadora de tênis que convence seu marido, Art, a participar de um campeonato menor depois de uma série de derrotas. Lá, os dois reencontram Patrick, ex-melhor amigo de Art e ex-namorado de Tashi, e apesar da rivalidade que ressurge, os três acabam envolvidos por uma tensão sexy e quente. Dirigido por Luca Guadagnino (Queer), Rivais se tornou um queridinho do público, o que lhe rendeu nota 7 no IMDb e 88% de aprovação da crítica no RT. Pode ser assistido no Amazon Prime Video. Gênero: Drama Direção: Luca Guadagnino Nota IMDb: 7 Aprovação RT: 88% Onde assistir: Amazon Prime Video Rivais é mais uma produção do diretor Luca Guadagnino Divulgação/IMDb 13. Um Clímax Entre Nós (2023) Luna e Mink estão comemorando um ano de namoro. Só há um problema: Luna está infeliz com a vida sexual do casal e finge orgamos desde o início do relacionamento. É então que ela decide propor uma experiência diferente para o namorado, o que os leva a passar uma noite com Eve. Luna só não esperava que isso mudaria tudo. Com Gaite Jansen (Traição), Martijn Lakemeier (Máxima) e Joy Delima (Disque Prazer) no elenco, Um Clímax Entre Nós é da cineasta Joosje Duk (Heavy Feathers) e explora de forma madura a vida sexual e poligamia. A produção está disponível e garantiu nota 5.3 no IMDb, além de 57% de aprovação da crítica no RT. Gênero: Comédia Direção: Joosje Duk Nota IMDb: 5.3 Aprovação RT: 57% Onde assistir: Netflix Um Clímax Entre Nós acompanha as experiências a três de um casal insatisfeito Reprodução/The Movie Database 14. O Lado Bom de Ser Traída (2023) Baseado no romance erótico de Sue Hecker, O Lado Bom de Ser Traída é uma produção nacional e original da Netflix que acompanha Babi, que após descobrir uma traição do noivo, decide embarcar em novas aventuras. Ela acaba conhecendo Marco, um juiz charmoso e misterioso, e juntos eles vivem uma relação intensa. Estrelado por Giovanna Lancellotti (Dona de Mim) e Leandro Lima (Vale Tudo), o longa é do diretor Diego Freitas (Depois do Universo). O Lado Bom de Ser Traída tem nota 4.2 no IMDb e 87% de aprovação do público no RT. 🎬O Lado Bom de Ser Traída: veja sinopse, elenco e trailer do filme da Netflix Gênero: Suspense Direção: Diego Freitas Nota IMDb: 4.2 Aprovação RT: 87% Onde assistir: Netflix O Lado Bom de Ser Traída é baseado no best-seller de Sue Hecker Divulgação/Netflix 15. Jogo Justo (2023) Dirigido por Chloe Domont (Prazeres Proibidos), a trama acompanha Emily e Luke, um jovem casal que trabalha na mesma empresa e vive um romance que vai contra as regras. Os dois conseguem manter a relação em segredo, até que Emily é promovida repentinamente e os dois começam a sofrer ameaças que podem afetar mais do que o seu namoro. Estrelado por Phoebe Dynevor (Bridgerton) e Alden Ehrenreich (Han Solo: Uma História Star Wars), Jogo Justo é mais um suspense erótico da Netflix. O longa recebeu avaliação de 6.4 no IMDb e 86% de aprovação da crítica no RT. Gênero: Suspense Direção: Chloe Domont Nota IMDb: 6.4 Aprovação RT: 86% Onde assistir: Netflix Jogo Justo é um suspense erótico da Netflix estrelado por Phoebe Dynevor e Alden Ehrenreich Divulgação/Netflix Qual é o código de categorias quentes da Netflix? A Netflix disponibiliza uma série de códigos para que os usuários encontrem filmes e categorias secretas na plataforma. Essas sequêcias numéricas podem ser adicionadas às urls da barra de pesquisa da plataforma, no estilo "https://www.netflix.com/browse/genre/xxxxx" com o número da categoria substituindo o x. Para acessar as categorias quentes da plataforma, o código é 35800. Com informações de Netflix, Amazon Prime Video, Apple TV, IMDb e Rotten Tomatoes. 🎥Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Saiba Mais Selecionar uma imagem Initial plugin text m

12 séries da Netflix que são verdadeiras 10/10 e você devia dar uma chance

24 de Abril de 2026, 18:00

Encontrar boas séries no catálogo da Netflix pode parecer tarefa simples diante da quantidade de opções disponíveis, mas nem todas conseguem equilibrar narrativa envolvente, bons personagens e consistência ao longo dos episódios. Ainda assim, algumas produções se destacam justamente por reunir esses elementos e conquistar tanto o público quanto a crítica. Títulos como Arcane (2021), Dark (2017), Mindhunter (2017) e sucessos mais recentes como Adolescência (2025) são exemplos de séries 10/10 - ou seja, perfeitas - que se tornaram referência em seus gêneros. Pensando nos assinantes do streaming que procuram obras-primas para assistir, o TechTudo selecionou 12 séries originais da Netflix que entregam histórias bem construídas e valem acompanhar até o fim. A seguir, confira a lista completa, com enredo e elenco de cada produção. 🎬 Conheça as 32 melhores séries de todos os tempos, segundo a crítica 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Atualmente Dark (2017) ocupa a 97ª posição no ranking de melhores séries de todos os tempos do IMDb Divulgação/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista de séries da Netflix que são verdadeiras 10/10, você encontra os itens: Arcane (2021): Duas irmãs em lados opostos de um conflito entre cidades rivais enfrentam um passado que alimenta uma guerra. Adolescência (2025): Um garoto de 13 anos é acusado de assassinar uma colega, dando início a uma investigação que revela a influência do discurso de ódio no crime. A Maldição da Residência Hill (2018): Irmãos voltam à antiga mansão da família e enfrentam traumas e eventos sobrenaturais do passado. Castlevania (2021): Após perder a esposa, Drácula inicia uma vingança contra a humanidade enquanto um caçador tenta detê-lo. Samurai de Olhos Azuis (2023): Uma espadachim vive disfarçada enquanto busca vingança contra homens ligados ao seu passado no Japão feudal. Better Call Saul (2015): Antes de virar Saul Goodman, Jimmy McGill enfrenta escolhas que o aproximam do mundo do crime. Derry Girls (2018): Adolescentes vivem situações caóticas na escola em meio aos conflitos da Irlanda do Norte dos anos 1990. A Queda da Casa Usher (2023): Uma família poderosa enfrenta segredos e consequências quando uma entidade começa a atingir seus herdeiros. Dark (2017): O desaparecimento de crianças revela segredos familiares e eventos que atravessam diferentes linhas do tempo. Mindhunter (2017): Agentes do FBI entrevistam assassinos para entender padrões e avançar em investigações criminais. The Good Place (2020): Uma mulher vai parar no “Lugar Bom” por engano e tenta esconder sua identidade enquanto aprende sobre moralidade. Treta (2023): Um incidente no trânsito dá início a um conflito obsessivo que passa a dominar a vida de dois desconhecidos. 1. Arcane (2021) Ambientada no universo de League of Legends, Arcane constrói uma narrativa densa sobre desigualdade social e laços familiares ao acompanhar as irmãs Vi e Jinx em lados opostos de um conflito entre as cidades de Piltover e Zaun. Enquanto uma tenta resistir à opressão, a outra mergulha em um caminho cada vez mais instável após traumas do passado. A animação desenvolvida pela Riot Games em parceria com o estúdio Fortiche se destaca pelo cuidado visual e pela complexidade emocional dos personagens. Com vozes de Hailee Steinfeld (Bravura Indômita) e Ella Purnell (Fallout), a série steampunk mantém aprovação altíssima entre o público e a crítica especializada nos principais agregadores. 🎬 Arcane: relembre personagens e elenco de vozes da animação da Netflix Gênero: Drama e Ficção Científica Temporadas: 2 Episódios: 18 Notas: 9.0 no IMDb e 100% no Rotten Tomatoes Uma das séries mais aclamadas da Netflix nos últimos anos Reprodução/Riot Games 2. Adolescência (2025) Vencedora de seis prêmios no Emmy 2025, incluindo Melhor Minissérie, Adolescência se destaca como um dos dramas mais impactantes recentes ao explorar um caso que abala uma comunidade inteira. A trama acompanha Jamie Miller, um garoto de 13 anos acusado de assassinar uma colega de escola, enquanto a investigação revela camadas mais complexas por trás do crime. Ao longo de quatro episódios, a série aborda as consequências do caso, mostrando não apenas o trabalho da polícia, mas também as motivações do jovem. Com atuações de Owen Cooper e Stephen Graham (Boiling Point), a produção se sobressai pela forma direta com que aborda temas como violência e vigilância familiar. 🎬 Adolescência: veja final explicado e quem é o culpado na série da Netflix Gênero: Drama e Suspense Temporadas: 1 Episódios: 4 Notas: 7.5 no IMDb e 99% no Rotten Tomatoes Lançada em 2025, Adolescência é um dos grandes sucessos mais recentes da Netflix Reprodução/Netflix 3. A Maldição da Residência Hill (2018) Considerada uma das melhores séries de terror da Netflix, A Maldição da Residência Hill acompanha a família Crain em duas linhas temporais. Anos após viverem traumas na casa da família, marcados pela morte da filha caçula, os irmãos retornam ao local e são forçados a encarar os segredos sombrios por trás da mansão. Criada por Mike Flanagan (Doutor Sono) e protagonizada por Michiel Huisman (O Convite) e Carla Gugino (Watchmen), a produção é frequentemente lembrada como uma referência moderna do gênero. Gênero: Terror Temporadas: 1 Episódios: 10 Notas: 8.5 no IMDb e 93% no Rotten Tomatoes A Maldição da Residência Hill é uma das séries mais conceituadas da Netflix Divulgação/Netflix 4. Castlevania (2017) Uma das adaptações de games mais bem-sucedidas da Netflix, Castlevania acompanha a queda de Vlad Dracula Țepeș após a execução brutal de sua esposa pela Inquisição, o que desencadeia uma guerra contra a humanidade. Em resposta, o vampiro libera criaturas demoníacas que passam a devastar vilarejos, instaurando um cenário de medo e destruição na Europa medieval. Criada por Warren Ellis (FreakAngels), a série combina fantasia sombria com ação intensa, acompanhando Trevor Belmont em sua jornada para enfrentar o caos espalhado pelo vampiro. Com vozes de Richard Armitage (A Grande Ilusão) e Graham McTavish (House of the Dragon), a produção se consolidou como uma das animações adultas mais relevantes do catálogo. Gênero: Fantasia sombria Temporadas: 4 Episódios: 32 Notas: 8.3 no IMDb e 94% no Rotten Tomatoes Um grupo de caçadores se une contra as criaturas de Drácula em Castlevania Reprodução/IMDb 5. Samurai de Olhos Azuis (2023) Ambientada no Japão do período Edo, Samurai de Olhos Azuis acompanha Mizu, uma espadachim de origem mista que vive disfarçada enquanto segue em busca de vingança. Marcada por uma infância de rejeição, ela parte em uma jornada para encontrar os responsáveis por sua origem, enfrentando não apenas inimigos poderosos, mas também as limitações impostas às mulheres na época. Criada por Amber Noizumi e Michael Green (Logan), a animação combina ação intensa com um drama de identidade e pertencimento. No elenco de vozes estão Maya Erskine (Sr. & Sra. Smith) e Masi Oka (Heroes), em uma produção que se destacou pela abordagem madura dentro do gênero. Gênero: Drama de época Temporadas: 1 Episódios: 9 Notas: 8.7 no IMDb e 97% no Rotten Tomatoes Samurai de Olhos Azuis é uma das séries animadas mais bem avaliadas da Netflix Divulgação/Netflix 6. Better Call Saul (2015) Uma das produções mais premiadas da lista, Better Call Saul se tornou uma obra-prima ao construir uma trajetória própria que acompanha a transformação de Jimmy McGill, um homem honesto, em Saul Goodman, o advogado conhecido por atuar à margem da lei. Ambientada antes dos eventos de Breaking Bad, a série mostra como decisões aparentemente pequenas levam o personagem a se envolver com o submundo do crime. Criado por Vince Gilligan, nome por trás de Breaking Bad, e Peter Gould, o drama se destaca pela construção gradual do protagonista, pelo enredo consistente e pelos conflitos morais. Estrelada por Bob Odenkirk (Fargo), Better Call Saul ocupa a 25ª posição no ranking de Melhores Séries no IMDb, tem seis indicações no Golden Globes e venceu três Critics Choice Awards. Gênero: Drama Temporadas: 6 Episódios: 63 Notas: 9.0 no IMDb e 98% no Rotten Tomatoes Better Call Saul (2015) é um dos dramas mais marcantes da Netflix Divulgação/Netflix Quer saber mais sobre os melhores séries e filmes da Netflix? Melhores filmes da Netflix em 2026: 30 destaques do 1º trimestre para assistir Melhores filmes da Netflix em 2026: 10 opções para assistir em fevereiro Melhores filmes da Netflix em 2026: 10 opções para assistir em março O que assistir na Netflix em abril de 2026? 15 boas opções de filmes e séries 10 filmes novos de romance da Netflix que você devia dar uma chance 15 filmes de suspense da Netflix que você precisa assistir agora Melhores séries da Netflix em 2026: 30 destaques do primeiro trimestre do ano Melhores séries da Netflix em 2026: 10 opções para maratonar em março Melhores séries da Netflix em 2026: 10 opções para maratonar em fevereiro 10 séries recentes da Netflix ideais para maratonar nas férias 7. Derry Girls (2018) Uma das séries mais subestimadas que merecem atenção é Derry Girls. Nela, a trama acompanha um grupo de adolescentes em um colégio católico na Irlanda do Norte dos anos 1990, vivendo situações caóticas enquanto crescem em meio aos conflitos políticos da região. Misturando comédia e contexto histórico, a série teen se destaca pelo humor afiado e pelas situações do cotidiano. Criada por Lisa McGee (How to Get to Heaven from Belfast), a produção é protagonizada por Saoirse-Monica Jackson (Upgrade: As Cores do Amor) e Nicola Coughlan (Bridgerton). Gênero: Comédia e drama teen Temporadas: 3 Episódios: 19 Notas: 8.5 no IMDb e 99% no Rotten Tomatoes A série Derry Girls combina nostalgia dos anos 1990 com drama adolescente Reprodução/IMDb 8. A Queda da Casa Usher (2023) Inspirada na obra de Edgar Allan Poe, A Queda da Casa Usher acompanha os irmãos Roderick e Madeline, responsáveis por construir um império farmacêutico marcado por controvérsias. Com a saúde debilitada, o legado da família passa a ser ameaçado quando uma figura misteriosa começa a surgir, expondo segredos e levando cada herdeiro a enfrentar as consequências de seus atos. Criada por Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill), a minissérie mistura terror psicológico e crítica social ao explorar poder, culpa e a decadência de um império. No elenco estão nomes como Bruce Greenwood (Eu, Robô) e Carla Gugino (Watchmen). 🎬A Queda da Casa de Usher: veja sinopse, elenco e trailer da série Gênero: Terror psicológico Temporadas: 1 Episódios: 8 Notas: 7.9 no IMDb e 90% no Rotten Tomatoes A Queda da Casa de Usher é uma das séries originais da Netflix mais aclamadas Reprodução/Netflix 9. Dark (2017) Considerada uma das principais séries de ficção científica da última década, Dark constrói sua narrativa a partir de múltiplas linhas temporais que conectam gerações de quatro famílias em uma pequena cidade alemã. Tudo começa quando duas crianças desaparecem nas proximidades de uma usina nuclear, desencadeando uma investigação que revela segredos cada vez mais complexos. Com roteiro de Baran bo Odar (1899), o elenco é liderado por Louis Hofmann (Operação Red Sparrow) e Lisa Vicari (Luna: Em Busca da Verdade). Gênero: Thriller e Ficção Científica Temporadas: 3 Episódios: 26 Notas: 8.7 no IMDb e 95% no Rotten Tomatoes Dark (2017) se tornou uma das séries de ficção científica mais conceituadas Divulgação/IMDb 10. Mindhunter (2019) Ambientada no final dos anos 1970, Mindhunter acompanha dois agentes do FBI que passam a estudar o comportamento de assassinos em série para desenvolver técnicas de investigação inéditas. Ao entrevistar criminosos presos, a dupla busca compreender padrões psicológicos que possam ajudar a resolver casos ainda em aberto. Criada por Joe Penhall (The Road) e produzida por David Fincher (Clube da Luta), a série se destaca pelo tom investigativo e pela construção detalhada de seus personagens. Os atores Jonathan Groff (Hamilton) e Holt McCallany (Clube da Luta) lideram o elenco ao lado de Anna Torv (Fringe). Gênero: Suspense Temporadas: 2 Episódios: 19 Notas: 8.6 no IMDb e 97% no Rotten Tomatoes Mindhunter (2017) é uma das séries de drama criminal mais conceituadas Reprodução/IMDb 11. The Good Place (2020) Misturando comédia e filosofia, a trama aqui acompanha Eleanor Shellstrop, uma mulher que, após morrer, é enviada por engano para um local reservado às pessoas boas, conhecido como "Good Place". Para evitar ser descoberta, ela tenta melhorar seu caráter, enquanto enfrenta dilemas morais ao lado de outros residentes do além. Criada por Michael Schur (Parks and Recreation), a série se destaca pela construção e evolução de seus personagens. A protagonista é interpretada por Kristen Bell (Veronica Mars), que atua ao lado de Ted Danson (Um Espião Infiltrado), nome recorrente na trama. 🎬Onde assistir a The Good Place? Relembre elenco e trailer da série Gênero: Comédia Temporadas: 4 Episódios: 53 Notas: 8.2 no IMDb e 97% no Rotten Tomatoes The Good Place acompanha Eleanor Shellstrop, uma mulher que, após morrer, é enviada por engano para um local reservado às pessoas boas, Reprodução/IMDb 12. Treta (2023) Encerrando a lista, Treta acompanha um empreiteiro falido e uma empresária frustrada que iniciam uma rivalidade após um incidente no trânsito. O que começa como um desentendimento banal rapidamente desperta a fúria e os impulsos mais sombrios dos dois, evoluindo para um conflito obsessivo que passa a afetar todas as áreas de suas vidas. Produzida pela A24 em parceria com o diretor sul-coreano Lee Sung Jin, a série se destacou entre público e crítica ao combinar drama psicológico e humor ácido, além de conquistar oito prêmios no Emmy. O time de elenco é liderado por Steven Yeun (The Walking Dead) e Ali Wong (Meu Eterno Talvez), na primeira temporada, e Oscar Isaac (Duna) e Carey Mulligan (Orgulho e Preconceito), na segunda parte recém-chegada ao catálogo da Netflix. 🎬Treta 2ª temporada: entenda final explicado da série da Netflix Gênero: Comédia dramática Temporadas: 2 Episódios: 18 Notas: 8.0 no IMDb e 98% no Rotten Tomatoes A comédia dramática Treta ganhou nova temporada na Netflix em abril Divulgação/Netflix Você também pode ver: Melhores filmes da Netflix em 2025: 15 destaques do 1° semestre Melhores séries da Netflix em 2025: 15 destaques do 1° semestre para maratonar 30 melhores doramas da Netflix para assistir agora Os 22 melhores filmes da Netflix originais de todos os tempos Os 15 filmes mais assistidos na Netflix de todos os tempos As 15 séries mais assistidas da Netflix de todos os tempos Com informações de Netflix (1), IMDb (1), Rotten Tomatoes (1), Collider (1) e Reddit (1) 🎥 Seis truques da Netflix que você não está usando, mas deveria! Seis truques da Netflix que você não está usando, mas deveria! Mais do TechTudo Selecionar uma imagem Initial plugin text

HBO Max: 5 dúvidas sobre o fim do compartilhamento de senhas para tirar agora

24 de Abril de 2026, 17:00

A HBO Max divulgou na última quinta-feira (23) o fim do compartilhamento de contas em diferentes residências no Brasil, seguindo o movimento já adotado por outras plataformas. Como alternativa para assinantes que desejam dividir a conta com outra residência, amigos ou familiares, o streaming passou a oferecer a opção de Membro Extra, mediante o pagamento de uma taxa mensal adicional de R$ 14,90 por perfil. O catálogo da plataforma reúne séries e filmes de grande sucesso e impacto cultural, como Game of Thrones, Succession, The White Lotus, The Pitt e Euphoria. Atualmente, o streaming roxinho oferece três planos para diferentes perfis de assinantes. Com a nova medida, muitas dúvidas podem surgir e, pensando nisso, o TechTudo preparou um guia resumido para explicar o bloqueio de contas e como dividir a assinatura corretamente. Além disso, você encontra alternativas para obter desconto na assinatura da HBO Max. Confira! 🎬 Como assinar a HBO Max com desconto? 5 formas de pagar mais barato 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos HBO Max proíbe o compartilhamento de senhas: 5 coisas que você precisa saber Divulgação/Yahoo 📝 Como faço para pagar o streaming da Netflix com pix? Saiba no Fórum do TechTudo HBO Max: o que muda com o fim das senhas compartilhadas? 5 dúvidas para tirar Como vai funcionar a divisão de conta da HBO Max? A HBO Max vai bloquear quem compartilha senhas? E quem tem duas residências? O que é o Membro Extra e para quais planos o Membro Extra está disponível? Quais são os planos da HBO Max em 2026? Como assinar a HBO Max mais barato? 1. Como vai funcionar a divisão de conta da HBO Max? Com a mudança anunciada pelo streaming, o compartilhamento de senhas/contas na HBO Max passou a ser proibido. Entretanto, continua sendo possível dividir a conta, agora dentro de regras e limitações definidas pela plataforma. A prática, bastante comum entre assinantes de streaming, vem sendo restringida por diferentes serviços nos últimos anos, e a HBO Max segue esse mesmo movimento. Com a nova política, usuários ainda podem compartilhar o acesso com familiares e amigos, inclusive de outras residências, desde que sigam as condições estabelecidas. Como alternativa, o serviço passou a oferecer a opção de Membro Extra, que permite adicionar usuários fora do mesmo endereço mediante pagamento adicional de R$ 14,90 por mês, restringindo o uso compartilhado gratuito. hbo max android horizontal marca d'água Mariana Saguias/TechTudo 2. A HBO Max vai bloquear quem compartilha senhas? E quem tem duas residências? A HBO Max não deve bloquear a conta principal do assinante, mas sim restringir acessos considerados irregulares. A plataforma não permite mais o compartilhamento de senhas com pessoas que moram em outra residência e, por isso, deve passar a monitorar esse tipo de uso, assim como outras plataformas já fazem. O sistema vai identificar a localização principal da conta e limitar acessos fora desse padrão. Para continuar compartilhando, a alternativa é aderir ao recurso de “Membro Extra”, que permite o uso por outras pessoas mediante pagamento adicional. Já para quem possui duas residências, ainda não há informações claras na Central de Ajuda oficial sobre como a nova regra será aplicada nesses casos, mas se seguir modelos como o Assinante Extra da Netflix, o usuário será cobrado por usar de dois endereços distintos. HBO Max restringe acessos irregulares Divulgação/HBO Max 3. O que é o Membro Extra e para quais planos está disponível? O recurso de Membro Extra da HBO Max foi criado para permitir o compartilhamento da conta com pessoas que não vivem na mesma residência, mas dentro das novas regras da plataforma. O complemento está disponível para todos os planos, desde que a assinatura seja feita diretamente pelo serviço, sem intermediação de operadoras ou lojas de aplicativos. O cliente titular da conta pode adicionar um usuário novo mediante o pagamento. Esse novo usuário passa a ter uma conta própria, com login, senha e perfil independentes, podendo acessar o catálogo de forma individual. Mas vale lembrar que o acesso do membro extra continua limitado a um dispositivo por vez. O Membro Extra também herda os benefícios do plano principal, como qualidade de imagem e recursos disponíveis, e pode assistir de qualquer lugar onde a HBO Max esteja disponível, sem precisar estar na mesma casa do titular. Além disso, o streaming também informa que é possível transferir um perfil já existente para essa nova conta, mantendo histórico e preferências. Adição de membro extra da HBO Max Reprodução/Luiza M. Martins 4. Quais são os planos da HBO Max em 2026? A HBO Max oferece opções de assinatura pensadas para diferentes perfis de consumidores, desde quem busca um plano mais acessível até usuários que priorizam qualidade e recursos avançados. Atualmente, o serviço trabalha com modalidades mensal e anual, além de três níveis de planos com benefícios distintos. Os valores mensais variam de R$ 29,90 a R$ 55,90, permitindo que o assinante escolha de acordo com o orçamento e o tipo de uso. Confira a lista com os valores: Plano Básico com Anúncios Mensal: R$ 29,90 Anual: 12 x de 22,90 (R$ 274,80) Plano Standard Mensal: R$ 44,90 Anual: 12x de 34,90 (R$ 418,80) Plano Platinum Mensal: R$ 55,90 Anual: 12 x de 44,90 (R$ 538,80) Cofira planos da HBO Max para assistir a UEFA Champions League Reprodução/Diego Cataldo 5. Como assinar a HBO Max mais barato? Atualmente, a HBO Max está com uma promoção de 50% de desconto no plano anual, válida até 4 de maio de 2026. A oferta reduz significativamente o valor da assinatura pelos próximos 12 meses, sendo a forma mais econômica de acessar o catálogo completo do serviço. Nas linhas abaixo, você confere os valores promocionais: Plano Básico com Anúncios 12x de R$ 14,95 (total de R$ 179,40) Plano Standard 12x de R$ 21,95 (total de R$ 263,40) Plano Platinum 12x de R$ 27,95 (total de R$ 335,40) Outra forma de economizar é contratar planos de operadoras parceiras que incluem a HBO Max. Nesse caso, porém, não é possível usar o recurso de Membro Extra nem adicionar contas adicionais ao plano. A HBO Max está com uma oferta de 50% de desconto no plano anual, até 4 de maio Divulgação/HBO Max Com informações de HBO Max(1 e 2) Central de ajuda HBO Max (1) 🎥 Como mudar o plano da Netflix Como mudar o plano da Netflix Mais do TechTudo saiba m Initial plugin text o

XChat: mensageiro com criptografia é lançado por Elon Musk; veja detalhes

24 de Abril de 2026, 16:52

Elon Musk acaba de lançar nesta sexta-feira (24) o XChat, um aplicativo de mensagens com criptografia de ponta a ponta e autodestruição. Antes, de acordo com sites estrangeiros, a proposta era apenas melhorar as DMs do X (antigo Twitter), mas o aplicativo agora promete ser independente da rede social. No entanto, segundo os testes feitos pelo TechTudo, ao logar pela primeira vez no XChat, o novo app pediu conta no X. Com foco em privacidade, Musk promete um aplicativo sem anúncios e sem rastreamento. Ele está disponível somente na App Store para iPhone (iOS) e traz recursos parecidos com o WhatsApp, Telegram e até Signal. A seguir, veja tudo o que sabemos sobre o novo aplicativo. 🔎 Como confirmar idade no X (antigo Twitter) após efeitos do ECA Digital? 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar XChat chega competindo diretamente com WhatsApp, Telegram e Signal Reprodução/@XChat 📝 Quer recuperar sua conta do X (antigo Twitter)? Veja no Fórum do TechTudo XChat, o app de mensagens do X, é lançado nesta sexta Em junho de 2025, Elon Musk anunciou a chegada de um novo mensageiro, o XChat. Segundo o bilionário, a plataforma tem a capacidade de compartilhar arquivos, realizar chamadas de áudio e vídeo, bem como criptografia de ponta a ponta, se aproximando muito do WhatsApp. Lançado oficialmente nesta sexta (24), o app está disponível apenas para o iOS. De acordo com sites estrangeiros, o XChat trouxe uma mudança importante da inicialmente anunciada: o que antes era um aplicativo para visualizar as mensagens diretas do X, hoje ganha uma proposta independente. Na época, para anunciar a novidade, o bilionário escreveu a seguinte mensagem (em tradução livre): "O novo XChat está sendo lançado com criptografia, mensagens que desaparecem e a capacidade de enviar qualquer tipo de arquivo. Além disso, chamadas de áudio/vídeo. Ele é construído em Rust com criptografia (estilo Bitcoin) e uma arquitetura totalmente nova". Initial plugin text i O perfil do XChat no X (antigo Twitter) continua a ser alimentado e, no dia 10 de abril de 2026, foi publicada a pré-encomenda do novo mensageiro com a mensagem: "Seus chats criptografados merecem seu próprio aplicativo". Veja abaixo: Initial plugin text d Quais são os recursos do XChat? Entre os recursos prometidos que mais chamaram a atenção, a criptografia de ponta a ponta é um dos que mais geram dúvida. No entanto, a plataforma prometeu outras funções. Veja a seguir. Criptografia de ponta a ponta Toda conversa no XChat será protegida por criptografia. Na prática, ninguém além de você e da outra pessoa lê o que foi escrito, nem o app em si. O WhatsApp e Signal já adotaram esse caminho, e o XChat chega seguindo o mesmo padrão. 🔎 6 apps de mensagens com criptografia de ponta a ponta como WhatsApp Mensagens que desaparecem Você pode definir que suas mensagens irão sumir cinco minutos depois de lidas pelo destinatário. Esse recurso é importante para enviar fotos, vídeos e textos sem deixar nenhum registro para trás. Após esse tempo passar, não haverá maneira de recuperar o conteúdo das mensagens enviadas. 🔎 Daniel Vorcaro: entenda o esquema de visualização única usado no WhatsApp Chamadas de áudio e vídeo Assim como WhatsApp, Telegram e FaceTime, o XChat também possui a opção de realizar chamadas e videochamadas direto pelo app. Assim, não será necessário fazer chamadas por meio de outro aplicativo e será possível manter tudo dentro da plataforma. Chegaram as notas de voz no XChat! Agora é possível gravar e enviar áudios no novo app de mensagens do X. Reprodução/@XChat Bloqueio de capturas de tela Outra medida para reforçar a segurança das mensagens é o bloqueio de captura de tela, também conhecido como print. A partir dessa função, é possível dificultar ou impedir capturas de tela em certas conversas de certa mensagem ou até mesmo de toda a conversa. Dessa forma, ninguém poderá tirar prints sem autorização. 🔎 Android: como tirar print de apps que não permitem captura de tela Edição e exclusão de mensagens Com o XChat, é possível editar ou deletar mensagens já enviadas para todos os participantes da conversa, igual ao que acontece no WhatsApp. Isso permite corrigir erros ou remover conteúdos que você não quer mais que apareçam para ninguém. O XChat é integrado ao X? O aplicativo permite conversar com pessoas já presentes no X (antigo Twitter). No entanto, a nova proposta do XChat é ser um app totalmente independente, mas conectado à rede social. Mas vale ressaltar que, nos testes do TechTudo, ao logar pela primeira vez no aplicativo, foi solicitada uma conta no X. De acordo com o que aparece na App Store, o aplicativo não exibe anúncios nem faz qualquer rastreamento dos usuários da plataforma. O Xchat será integrado ao X (Twitter) e promete facilitar a comunicação dos usuários Reprodução/Getty Images Onde baixar o XChat no iPhone (iOS) e Android? O XChat já está disponível na App Store para os aparelhos que possuem o iOS 26.0 ou posterior. Já no Android ainda não há data definida. Initial plugin text Com informações de XChat Mais do TechTudo 🎥 Veja também: Como ler mensagens apagadas no WhatsApp pelo Android! Como ler mensagens apagadas no WhatsApp pelo Android!

O Jogo do Predador: veja final explicado do novo filme de suspense Netflix

24 de Abril de 2026, 16:40

O Jogo do Predador é o novo filme de suspense e sobrevivência da Netflix, que levantou dúvidas no final. Dirigido por Baltasar Kormáku, o filme estreou na Netflix nesta sexta-feira (25) e acompanha Sasha (Charlize Theron), uma alpinista viciada em adrenalina, mas em luto, que se vê caçada por um serial killer psicótico chamado Ben (Taron Egerton) durante uma jornada pela Austrália. A atriz vencedora do Oscar, que também assina a produção executiva do longa, conta com Eric Bana no elenco. Veja, a seguir, sinopse, elenco, notas com a crítica especializada do Rotten Tomatoes e do IMDb, além do final do filme explicado e se vale a pena assistir. 🎬 10 melhores filmes de suspense de todos os tempos, segundo o IMDb 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Final explicado de O Jogo do Predador: confira o desfecho do novo filme da Netflix com Charlize Theron e Taron Egerton Divulgação/Kane Skennar/Netflix 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo No guia do TechTudo sobre O Jogo do Predador, você encontra: Sinopse de O Jogo do Predador Elenco de O Jogo do Predador O que acontece no final? O que acontece com Tommy? Quem é Ben? Do que a carne de Ben é feita? Sasha mata Ben no final? Onde assistir ao filme dublado? Vale a pena assistir ao filme O Jogo do Predador? Filmes parecidos para assistir Sinopse de O Jogo do Predador O Jogo do Predador segue Sasha, uma um alpinista viciada em adrenalina que se propõe a conquistar um rio ameaçador em um jornada espiritual na Austrália para superar o luto. Nesse ambiente inóspito, porém, ela descobre que se tornou presa em um jogo mortal de gato e rato contra um assassino em série local que caça por esporte. O Jogo do Predador mostra um alpinista em luto sendo caçada por um assassino em meio à natureza Divulgação/Kane Skennar/Netflix Elenco de O Jogo do Predador O elenco de O Jogo do Predador tem Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria) como Sasha, Taron Egerton (Kingsman: Serviço Secreto) como Ben e Eric Bana (Dirty John: O Golpe do Amor) como Tommy, ao lado de Matt Whelan (Narcos), Bessie Holland (Wakefield), Aaron Pedersen (Mystery Road), Caitlin Stasey (Sorria), Duncan Fellows (Turma do Peito), Willow Seager (Mix Tape) e Zac Garred (Tarde Demais Para Voltar). Charlize Theron e Taron Egerton lideram o elenco de O Jogo do Predador Divulgação/Kane Skennar/Netflix O que acontece no final? No clímax de O Jogo do Predador, Sasha faz uma tentativa desesperada de escapar da caverna onde Ben mantinha suas vítimas e arranca a orelha do vilão com uma mordida. A luta culmina com a protagonista lançando-se em um rio, mas o assassino a persegue, amarrando ambos um ao outro enquanto a correnteza os arrasta em direção a uma cachoeira Após a queda, já em terra firme, Sasha consegue quebrar a perna de Ben com uma pedra. No entanto, ela ainda se vê presa a ele pelas algemas. Diante da morte iminente, os dois estabelecem uma trégua temporária para sobreviverem e Sasha carrega o próprio captor montanha acima usando suas habilidades de escalada. No final do percurso, contudo, Ben provoca Sasha cruelmente sobre a morte de Tommy. A alpinista é tomada pela raiva e se desprende das cordas, deixando o vilão despencar para a morte. Ao sair do parque, a verdade sobre os crimes de Ben é revelada e, finalmente, ela até a praia para prestar uma última homenagem a Tommy. O Jogo do Predador tem um final com confronto entre heroína e vilão Divulgação/Kane Skennar/Netflix O que acontece com Tommy? Tommy (Eric Bana) é o parceiro de escalada de Sasha que morre no começo do filme, durante uma descida na Muralha dos Trolls (Trollveggen) na Noruega. Ele confidencia a Sasha que está pronto para se despedir de emoções fortes, mas não consegue a tempo. A tempestade causa uma avalanche que atinge a dupla, lançando Tommy penhasco abaixo, batendo a cabeça e morrendo na hora. Sasha não tem escolha a não ser soltar Tommy da corda para sobreviver. Ela o deixa para trás, mas essa decisão a deixa atormentada pela culpa. O filme então avança cinco meses, revelando como a protagonista está lidando com a perda. Tommy morre acidentalmente no começo de O Jogo do Predador Divulgação/Kane Skennar/Netflix Quem é Ben? Ben é o homem que está no encalço de Sasha, um psicopata com sede de sangue, com muita habilidade de caça e responsável pelo desaparecimento de vários visitantes do parque florestal. Inicialmente, ele ajuda Sasha a escapar das investidas de um grupo de caçadores, ganhando certa confiança dela, apesar do jeito reservado dela. Quando Sasha atravessa um trecho de corredeiras e encontra o acampamento de Ben, que lhe oferece uma refeição e suprimentos extras, a máscara dele cai. É revelado nessa hora que ele a estava observando há tempos. Então o psicopata rouba a mochila dela e começa a caçá-la pela floresta com um besta na mão. Em O Jogo do Predador, o personagem de Taron Egerton é um assassino em série Divulgação/Kane Skennar/Netflix Do que a carne de Ben é feita? É carne humana. Em certo momento do longa-metragem, Sasha cai em armadilha para ursos e é capturada por Ben, que a arrasta para um covil subterrâneo. Lá ela descobre que a carne seca caseira que ele vende, inclusive no posto de gasolina onde se conheceram, é feita de pessoas. Em outras palavras, os viajantes desaparecidos no parque são, na verdade, vítimas de Ben e seus cadáveres estão sendo usados para preparar o "lanchinho" em homenagem à mãe abusiva dele, que foi a primeira vítima. Ben faz carne seca com corpos das vítimas em O Jogo do Predador Divulgação/Kane Skennar/Netflix Sasha mata Ben no final? Sim. Sasha e Ben começam sua escalada final juntos, com a perna dele presa com segurança por um arnês. Então Sasha solta o equipamento de Ben escondido e, após uma breve disputa, o deixa cair no fundo do desfiladeiro diretamente em cima de rochas. Um close em seu rosto devastado confirma que o vilão está morto. Ben morre no final de O Jogo do Predador Reprodução/Netflix O Jogo do Predador tem a ver com o Predador? Não. O filme de Charlize Theron não está relacionado à saga de ficção científica protagonizada pelos Yautja. Nesse caso, os filmes do Predador são compostos por O Predador (1987), O Predador 2: A Caçada (1990), Alien vs. Predador (2004), Alien vs. Predador 2 (2007), Predadores (2010), O Predador (2018), O Predador: A Caçada (2022), Predador: Assassino de Assassinos (2025) e Predador: Terras Selvagens (2025), todos disponíveis no Disney+. O Jogo do Predador não é um novo filme da franquia de sci-fi. O mais recente, nesse caso, é Predador: Terras Selvagens Reprodução/IMDb Onde assistir ao filme dublado? O Jogo do Predador tem 1h35 de duração e está disponível, com dublagem e legenda em português do Brasil, no catálogo da Netflix. O serviço de streaming tem planos que variam entre R$ 20,90 e R$ 59,90 por mês. Vale a pena assistir ao filme O Jogo do Predador? O Jogo do Predador é uma obra que vale a pena ser assistida, desde que as expectativas sejam moderadas. Embora ainda não possua uma nota do público no IMDb ou no Rotten Tomatoes, o longa-metragem conta com 67% de aprovação da crítica especializada nesta última plataforma, baseada em 39 avaliações até o momento em que esse guia foi escrito. A jornalista Gavia Baker-Whitelaw, do Inverse, destacou a química entre Theron e Egerton, ressaltando que as atuações sustentam a trama mesmo quando o roteiro perde fôlego. Já Hanna Ines Flint, do IGN, define a obra como "um filme de ação visualmente impactante, repleto de sequências de acrobacias impressionantemente dinâmicas". O Jogo do Predador vale a pena? Entenda Divulgação/Kane Skennar/Netflix Filmes parecidos para assistir Se você gostou de O Jogo do Predador, há ótimas opções de filmes para conferir a seguir no streaming. Uma delas é O Predador: A Caçada (2022), que você pode ver no Disney+. Embora não façam parte da mesma franquia e se passem em épocas distintas, ambos apresentam uma tensa caçada humana na natureza contra uma ameaça aparentemente implacável. Outra alternativa é A Perseguição (2011), disponível na Netflix, onde Liam Neeson luta pela vida após um acidente de avião enquanto é caçado por lobos. Para quem prefere um suspense psicológico, o clássico Louca Obsessão (1990), no MUBI e MGM+, é uma escolha certeira sobre um escritor sequestrado por uma fã obcecada. O Predador: A Caçada mostra uma guerreira Comache tentando proteger seu povo de um predador alienígena - Foto: Reprodução/Star+ Com informações de Netflix (1, 2, 3 e 4), People, Comic Book Club, Inverse, IGN, Rotten Tomatoes e IMDb 🎥 Adaptações cinematográficas que NÃO precisavam ter existido! Adaptações cinematográficas que NÃO precisavam ter existido! Mais do TechTudo Selecionar uma imagem Initial plugin text

É o novo Snapchat? Instagram testa Instants: app de fotos que somem em 24h

24 de Abril de 2026, 15:48

O Instagram começou a testar o Instants, um app para celulares Android e iPhone (iOS) que apaga fotos logo após visualizadas. As imagens somem assim que o destinatário abre e, mesmo sem visualização, são apagadas automaticamente em até 24 horas. O aplicativo funciona de forma independente do Instagram e não permite o envio de fotos da galeria: tudo precisa ser registrado na hora, direto pela câmera do app. A novidade já está disponível em fase de testes na Espanha e na Itália. A seguir, o TechTudo explica como funciona e quais são as diferenças entre as redes sociais. 🔍 XChat: mensageiro com criptografia é lançado por Elon Musk; veja detalhes 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Disponível na Play Store, o Instants chega como app independente do Instagram com proposta de fotos que somem em 24 horas Reprodução/Google Play Store 📝 Como não perder a qualidade das fotos e vídeos no Instagram? Veja no Fórum do TechTudo O que é o Instants, o novo app do Instagram? O Instants é baixado separadamente do Instagram na Google Play Store ou App Store. O principal destaque do aplicativo é que ele abre direto na câmera do celular e impede o uso de fotos da galeria. Tudo precisa ser registrado na hora. Cada imagem enviada recebe o nome de "instante" e some assim que o destinatário abre, ou após 24 horas. A experiência lembra o BeReal, que funciona de forma parecida e fez sucesso em 2022. Além disso, o app também remete a experiência dos stories do Instagram e publicações no SnapChat. A tela inicial do Instants mostra a câmera aberta para capturar fotos em tempo real, sem opção de envio pela galeria; app aposta em registros espontâneos feitos no momento Reprodução/Google Play Store Quais são as principais diferenças em relação ao Instagram? O Instants não tem filtros, ferramentas de edição ou feed de imagens e vídeos. A única personalização oferecida é adicionar um texto curto por cima da foto, estilo stories do Instagram. Também não é possível salvar o que foi recebido e ninguém possui um perfil público que reúne as fotos. A proposta lembra o que o Snapchat fez no início: tirar o peso da postagem perfeita. Só registrar e enviar para quem deseja. Perfil do Instants exibe os “instantes” compartilhados em formato de grade, com interações entre contatos; imagens enviadas somem após visualização ou em até 24 horas Reprodução/Google Play Store 🔎Instagram anônimo: como ver stories escondido pelo PC ou celular? Testamos! Como funciona o envio de imagens que somem? O caminho é curto. O usuário abre o Instants, aponta a câmera, tira a foto e escolhe para quem vai enviar. Quem recebe tem uma única chance de ver a imagem e, depois disso, ela desaparece sem possibilidade de recuperação. O envio pode ser feito para seguidores em comum ou para contatos da lista de Amigos Próximos, que é a mesma já usada no Instagram. Nada pode ser alterado depois que a foto foi enviada. Quando o Instants pode chegar ao Brasil? Ainda não há data oficial. O Instagram informou que os testes seguem em andamento na Espanha e na Itália, e que a empresa ainda avalia se o Instants vai continuar como aplicativo independente ou se vai virar um recurso no próprio Instagram. Por enquanto, usuários brasileiros seguem sem acesso ao app. As configurações do Instants reúne opções de conta, notificações e preferências do usuário; aplicativo funciona de forma independente e ainda está em fase de testes Reprodução/Google Play Store Com informações de Google Play Store e TechCrunch Mais do TechTudo 🎥 Veja também: Instagram lança transcrição de áudio para a DM do app; veja como usar Instagram lança transcrição de áudio para a DM do app; veja como usar

Stranger Things Histórias de 85: entenda final explicado da série Netflix

24 de Abril de 2026, 14:54

A série Stranger Things: Histórias de 85 finalmente estreou na Netflix e já gera dúvidas sobre o final. Na trama, o universo da série criada pelos irmãos Duffer ganha uma expansão pelo showrunner Eric Robles (Glitch Techs) , que mistura nostalgia, suspense e novas camadas do Mundo Invertido. Ambientada entre os eventos clássicos da série principal, a animação acompanha os personagens do núcleo principal em uma aventura após os eventos da segunda temporada. No total, o seriado conta com 10 episódios. A série levantou questionamentos sobre o encerramento e uma possível sequência para a nova aventura de Eleven e seus amigos. A seguir, confira detalhes sobre o spin-off de Stranger Things e explicações sobre o final da produção. 🎬 Final de Stranger Things explicado: veja quem morre e mais detalhes 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Grupo receberá uma nova integrante importante em Stranger Things: Histórias de 85 Foto: Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Neste guia, você encontrará: Sinopse de Stranger Things: Histórias de 85 Elenco de Stranger Things: Histórias de 85 Como Stranger Things: Histórias 85 está conectado com a trama principal? Quem é Nikki Baxter? Quem estava realmente por trás do experimento que levou às novas criaturas? O que acontece no final? Stranger Things: Histórias de 85 vai ter 2ª temporada? Vale a pena assistir à Stranger Things: Histórias de 85? Séries parecidas com Stranger Things: Histórias de 85 Trailer de Stranger Things: Histórias de 85 Sinopse de Stranger Things: Histórias de 85 A animação acompanha os personagens da série principal durante o inverno de 1985 em Hawkins. Em um período de aparente tranquilidade após os eventos da segunda temporada, o núcleo principal conhece uma nova residente da cidade: Nikki, uma adolescente que chega em Hawkins acompanhada da mãe, que trabalha como cientista. Logo, o período pacífico é interrompido quando uma nova ameaça envolvendo o Mundo Invertido passa a se infiltrar na cidade, obrigando Eleven, Mike, Will e os outros a se reunirem para investigar. Stranger Things: Histórias de 85 expande o universo de Stranger Things Divulgação/Netflix Elenco de Stranger Things: Histórias de 85 Em Stranger Things: Histórias de 85, os personagens recebem vozes novas pelo elenco de dublagem, composto por Brooklyn Davey Norstedt (WeCrashed) como Eleven, Luca Diaz (Erin & Aaron) interpretando Mike, Braxton Quinney (Bigger) como Dustin e Jolie Hoang-Rappaport (Nos Seus Sonhos) dando voz a Max. Completam o elenco Elisha Williams (Anos Incríveis) no papel de Lucas, Benjamin Plessala (Wylde Pak) como Will e Odessa A'zion (Marty Supreme) interpretando Nikki Baxter. Personagens principais da série retornam na animação spin-off com novas vozes Divulgação/Netflix Como Stranger Things: Histórias 85 está conectado com a trama principal? A conexão de Stranger Things: Histórias de 85 a série original Stranger Things é direta, mas funciona mais como uma expansão do universo do que como uma continuação. A animação se passa cronologicamente entre a segunda e a terceira temporada, mostrando um período ainda não explorado com novas aventuras de Eleven, Mike, Will e os outros, além da adição de Nikki ao grupo. Animação se juntou ao catálogo da Netflix em 23 de abril Divulgação/Netflix Quem é Nikki Baxter em Stranger Things: História de 85? Nikki Baxter é uma das novas personagens apresentadas em Stranger Things: Histórias de 85. A personagem não é mencionada na série principal, no entanto desempenha um papel fundamental neste spin-off. Introduzida como uma adolescente rebelde e descolada que acaba de chegar a Hawkins após ter vivido mudando de cidade ao longo da vida, ela é filha de Anna Baxter, uma cientista ligada a experimentos com plantas. Ao longo da série, Nikki se destaca por ser extremamente criativa e habilidosa com invenções, além de assumir um papel ativo nas ações contra as criaturas do Mundo Invertido. Sua função dentro da turma se torna essencial, já que ela combina inteligência prática com coragem em combate. No final, Nikki sobrevive aos eventos e chega a se integrar ao grupo de Eleven, Mike e os demais, demonstrando que criou laços importantes com os personagens durante a crise. No entanto, sua ausência na série principal nunca é explicada de forma direta, o que chama a atenção justamente por ela parecer ter se tornado próxima do núcleo central. Essa lacuna narrativa acabou gerando dúvidas no público, já que não fica claro por que uma personagem tão envolvida nos acontecimentos não é mencionada posteriormente. Ainda assim, isso pode ser intencional, deixando espaço para que futuras produções do universo Stranger Things explorem melhor o destino de Nikki e esclareçam sua eventual ausência. Nikki é uma das novidades introduzidas no spin-off Foto: Divulgação/Netflix Quem estava realmente por trás do experimento que levou às novas criaturas? Os experimentos ligados ao surgimento da Rainha e das criaturas do Mundo Invertido acabam sendo atribuídos a duas figuras, mas com um responsável final bem definido. Inicialmente, tudo indica que Anna Baxter, mãe de Nikki, poderia ser a mente por trás das experiências. Várias situações levam para que a culpa caia sobre a cientista até o episódio 9. No entanto, uma reviravolta revela que o verdadeiro responsável é Daniel, um cientista que não tinha acesso aos projetos principais. O personagem rouba as pesquisas de Baxter e cria um “soro verde”. Esse experimento, que inicialmente pretendia trazer vida de volta às plantas, sai do controle e resulta na criação da Rainha e das demais criaturas. Animação possui 10 episódios disponíveis na Netflix Divulgação/Netflix O que acontece no de Stranger Things: Histórias de 85? O final de Stranger Things: Histórias de 85 encerra a história com a turma de Hawkins conseguindo impedir a expansão da nova ameaça vinda do Mundo Invertido, mas sem eliminar totalmente os riscos desse universo. O final do spin-off mostra que a ameaça central nasce dos experimentos de Daniel, que estava manipulando uma videira do Mundo Invertido sem entender suas consequências. Ao alimentar essa criatura com uma substância verde, criada a partir de de pesquisas roubadas, ele acaba permitindo que ela evolua e se transforme na Rainha, uma entidade que passa a comandar todas as outras criaturas. Quando o plano foge do controle, a Rainha absorve o próprio Daniel e outros frascos da substância, crescendo ainda mais e se tornando quase imparável. Para derrotá-la, a turma de Hawkins precisa agir em conjunto. Will elabora uma estratégia para ganhar tempo enquanto conserta a arma capaz de enfraquecer as criaturas do Mundo Invertido. Dustin distrai os monstros, enquanto Max, Lucas e Will os enfrentam diretamente. Ao mesmo tempo, Eleven e Mike tentam impedir que a Rainha abra completamente o portal entre as dimensões. O final deixa um pequeno detalhe aberto para uma possível sequência Foto: Divulgação/Netflix No clímax, Nikki consegue atingir a Rainha com um disparo decisivo, enfraquecendo a criatura no momento exato em que Eleven usa seus poderes para selar o portal, prendendo o monstro entre os dois mundos e destruindo-o. Assim, a equipe salva Hawkins mais uma vez, embora o desfecho sugira que os efeitos do Mundo Invertido ainda não desapareceram completamente. No entanto, desfecho sugere que, apesar da vitória da turma em Hawkins, o perigo do Mundo Invertido ainda não acabou. Em uma das cenas, o corpo aparentemente morto da Rainha permanece no local até que uma nova transformação ocorre: um broto surge dela e se abre como uma flor azul, revelando uma boca semelhante à de um Demogorgon. Stranger Things: Histórias de 85 vai ter 2ª temporada? Até o momento, não há confirmação oficial de continuação. No entanto, o criador Eric Robles não descarta uma sequência, conforme informou em uma entrevista ao GamerRadar+. Segundo Robles, a equipe ficaria feliz em contar mais uma história e tem interesse em expandir o universo: “sinto que estamos apenas começando a criar esse mundo que está se tornando algo próprio”. Showrunner não descarta uma sequência para Stranger Things: Histórias de 85 Divulgação/Netflix Vale a pena assistir a Stranger Things: Histórias de 85? A resposta é: depende. Com o fim de Stranger Things, os fãs de longa data vão querer consumir tudo o que for relacionado ao universo iniciado pelos irmãos Duffer. No entanto, a animação não teve a recepção esperada neste primeiro momento, na verdade foi bem abaixo. No IMDb, a série está com classificação de 5.1, baseado em quase duas mil avaliações na plataforma. Enquanto no Rotten Tomatoes, a produção alcançou 67% de aprovação. Muitas avaliações apontam Stranger Things: Histórias de 85 como uma trama de narrativa arrastada e decepcionante. Stranger Things: Histórias de 85 recebeu críticas negativas do público Foto: Divulgação/Netflix Séries parecidas com Stranger Things: Histórias de 85 Quem se envolveu com o clima misterioso e a narrativa de Stranger Things: Histórias de 85 pode encontrar experiências semelhantes em outras produções. A animação Arcane (2021) mergulha na ficção científica com muita ação e personagens complexos. Para quem gosta da mistura entre fantasia e mistério, Locke & Key (2020) oferece uma história envolvente sobre irmãos envolvidos em segredos em uma nova casa e objetos mágicos. Por fim, The Umbrella Academy (2019) apresenta uma trama envolvente com jovens treinados para salvar o mundo. Uma das séries mais aclamadas da Netflix nos últimos anos, Arcane é uma animação de fantasia com fortes estéticas steampunk e cyberpunk Reprodução/Riot Games Trailer de Stranger Things: Histórias de 85 Com informações de IMDb, Rotten Tomatoes, GamesRadar+ e Netflix. 🎥 Esses FILMES DE TERROR até uma CRIANÇA sobreviveria! Esses FILMES DE TERROR até uma CRIANÇA sobreviveria! Saiba mais Initial plugin text

5 celulares de 256 GB mais vendidos na Amazon e que valem cada centavo

24 de Abril de 2026, 13:04

Celulares com 256 GB de armazenamento são ideais para quem quer guardar mais fotos, vídeos, arquivos e aplicativos. Para quem tem este estilo ou esse tipo de necessidade profissional, o TechTudo preparou uma lista com cinco modelos de 256 GB de armazenamento que são líderes de vendas na Amazon. De marcas renomadas como Xiaomi, Samsung e Motorola, os smartphones trazem preços que variam entre R$ 1.085 e R$ 5.197. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Opção mais barata da lista, o Xiaomi Redmi Note 14 (256 GB), disponível na Shopee por R$ 1.085, pode ser uma boa opção para jogos de baixa e média demanda, com processador MediaTek Helio G99 Ultra, de 2,2 GHz, memória RAM de 8 GB. Já o posto de mais caro fica para o iPhone 16 (256 GB), encontrado por R$ 5.197 no Mercado Livre. Premium, traz o processador A18, mais potente que as versões anteriores, que, com cinco núcleos, garante melhor desempenho para atividades de alta demanda, como jogos e tarefas profissionais. Vale destacar que os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. A seguir, confira a lista completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Opção mais cara entre os principais celulares mais vendidos da Amazon, iPhone 16 traz desempenho premium e fotos de alta categoria Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎 Lentidão nunca mais: guia definitivo para comprar um celular que não trava Initial plugin text 📝 O que fazer com celular travando? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo 5 celulares de 256 GB mais vendidos na Amazon Xiaomi Redmi Note 14 (256 GB) – modelo ideal para quem busca custo-benefício e boas fotos Samsung Galaxy A36 5G (256 GB) – voltado para qualidade visual e preço acessível Motorola Moto G86 (256 GB) + Moto Buds – kit completo quem quer robustez, resistência e bateria duradoura Samsung Galaxy A56 5G (256 GB) – celular para quem busca alta imersão visual e desempenho eficiente no geral iPhone 16 (256 GB) – opção premium para amplo desempenho e ótima qualidade visual Como escolhemos os celulares? Para a elaboração da lista, pesquisamos os aparelhos mais vendidos na Amazon que trazem memória interna de 256 GB, aspecto importante para quem é apegado a fotos, vídeos, ou também utiliza vários aplicativos no dia a dia. Verificamos, ainda, os principais benchmarks especializados de smartphones, como DXOMARK, AnTuTu e GSMArena, além das próprias avaliações dos usuários, fatores importantes para entender o porquê do alto número de vendas. Também são levadas em conta as experiências e testes feitos pela equipe de especialistas do TechTudo. Os aparelhos foram posicionados na lista de acordo com os preços de mercado nas principais varejistas. O que um bom celular deve ter? Desempenho: quanto maior a velocidade do processador, e maior a quantidade de memória RAM, maior será o desempenho do smartphone. Seja para jogos e outras tarefas de alta demanda, como na velocidade de resposta aos comandos, o alto desempenho entrega a melhor experiência para o usuário. Bateria duradoura: quanto maior for a capacidade, mais duradoura será a bateria, que entregará melhor autonomia durante o dia a dia, seja para atividades profissionais, uso de redes sociais ou jogos de alta demanda. Para uso mais pesado, é ideal ter carregamento rápido e bateria de pelo menos 4.500 miliamperes-hora (mAh). Bom conjunto fotográfico: quanto melhor for a quantidade e a capacidade de câmeras, melhores serão os registros obtidos, tanto em fotos, como em vídeos. Tipos variados de lentes também são aspectos interessantes, como ultra wide e telefoto. Por isso, além dos megapixels (MP), é preciso observar aspectos como a abertura de lente e a presença de estabilização óptica. Memória interna: quanto maior a memória interna, melhor será a experiência do usuário, que poderá usufruir de maior armazenamento para fotos, documentos, vídeos, além de conseguir instalar um número maior de aplicativos. Qualidade visual: seja para quem curte séries e filmes, ou até mesmo para jogos exigentes, é interessante que o aparelho tenha boa qualidade visual. Tipo de tela (como AMOLED e pOLED), resolução, tamanho de tela, taxa de atualização medida em Hertz (Hz) e suporte HDR são alguns dos aspectos fundamentais para este atributo. Resistência: quanto melhor for o material empregado no aparelho, o acabamento e as certificações de segurança integradas, melhor será a resistência do smartphone contra danos, arranhões e outros tipos de avarias. 1. Xiaomi Redmi Note 14 (256 GB) – a partir de R$ 1.085 Lançado em janeiro de 2025, o Redmi Note 14 4G é uma opção para quem busca custo-benefício, já que traz desempenho acima da média para um modelo de entrada e preço acessível. Além disso, pode ser uma boa opção para jogos de baixa e média demanda, com processador MediaTek Helio G99 Ultra, de 2,2 GHz, e memória RAM de 8 GB nessa versão. O display também é outro ponto positivo, através da tela AMOLED de 6,67 polegadas, com resolução Full HD+ (2.400 x 1.080 px) e taxa de atualização de 120 Hz. Já o conjunto fotográfico traz lente tripla: a principal de 108 MP, além de uma macro e uma de profundidade de 2 MP cada. A frontal, por sua vez, é de 20 MP. O aparelho ainda permite gravações em Full HD em ambos os sentidos. Conta com bateria de 5.500 mAh com carregamento de 33 W. Redmi Note 14 4G é bom? Veja ficha técnica, preço e desempenho no AnTuTu No ranking da AnTuTu, o Redmi Note 14 4G (256 GB) soma 567.086 pontos, ocupando a 113ª colocação, e se destaca pelo desempenho da CPU, o que atesta a boa fluidez de navegação durante tarefas mais simples do dia a dia. Já o site especializado DXOMARK aponta como positivo a qualidade das fotos ao ar livre, além da eficiência do modo retrato. Por outro lado, as reclamações ficam por conta do zoom, que diminui muito a qualidade das fotos, enquanto a falta de lente ultra wide reduz a experiência de uso. O GSMArena destaca a qualidade do display, a bateria duradoura e a resistência do aparelho, enquanto critica o fato do processador ser "ultrapassado". O aparelho é encontrado por R$ 1.085 na Shopee. Prós: boa qualidade visual; bateria duradoura; boa câmera principal; custo-benefício; Contras: câmera frontal e zoom óptico de baixa eficiência; não tem lente ultra wide. 2. Samsung Galaxy A36 5G (256 GB) – a partir de R$ 1.529 Disponível no mercado brasileiro desde março de 2025, o Samsung Galaxy A36 5G é um modelo intermediário, mas se destaca pelos recursos de linha premium. O principal ponto forte é o processador Snapdragon 6 Gen 3, que atinge até 2,9 GHz de velocidade, que, alinhado aos 8 GB de memória RAM, proporcionam fluidez de navegação satisfatória, ideal para jogos de baixa e média demanda. Outro ponto positivo são os seis anos de atualização de Android garantidos pela marca. O aparelho também traz tela AMOLED de 6,7 polegadas, com resolução Full HD e taxa de atualização de 120 Hz. A bateria é de 5.000 mAh. Já o conjunto fotográfico é formado por um conjunto de de lente tripla traseira, sendo uma principal de 50 MP, com estabilização óptica de imagem (OIS), uma ultra wide de 8 MP e uma macro de 5 MP. A frontal é de 12 MP. Galaxy A36 5G é bom? Veja ficha técnica, preço e lançamento Segundo as avaliações do site especializado GSMArena, o Samsung Galaxy A36 5G (256 GB) se destaca pelo alto volume dos alto-falantes, os seis anos de atualizações garantidos pela fabricante e o forte brilho da tela. Por outro lado, os pontos negativos são a falta de suporte HDR para reprodução de vídeos em alguns apps, o que reduz a experiência de uso. O smartphone sai por R$ 1.529 na Amazon. Prós: alto volume dos alto-falantes; seis anos de atualizações garantidos pela fabricante; forte brilho da tela; Contras: não possui suporte a HDR para reprodução de vídeos em alguns aplicativos. 3. Motorola Moto G86 (256 GB) + Moto Buds – a partir de R$ 1.739 Lançado no Brasil em junho de 2025, o Moto G86, modelo intermediário, promete entregar recursos de topos de linha, como a bateria de 5.200 mAh, que, segundo a fabricante, pode oferecer até 41 horas de uso, e a alta segurança, através das certificações MIL STD-810H, de nível militar, além das IP68 e IP69, que conferem resistência contra jatos de água e poeira. Outro grande destaque é a tela "infinita" de 6,7 polegadas, com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, de ótima imersão visual. O aparelho também traz o processador Dimensity 7300, que atinge velocidade de até 2,5 GHz, 8 GB de RAM e recursos de Inteligência Artificial (IA), que aprimoram tarefas do dia a dia, como pesquisas, fotos e outras atividades. Já o conjunto fotográfico conta com duas lentes traseiras, sendo uma principal de 50 MP e uma ultra-wide de 8 MP. A frontal é de 32 MP. Na compra do celular, o usuário ainda recebe um Moto Buds, fone de ouvido da marca. De tipo intra-auricular e conectividade via Bluetooth, o acessório é um item de entrada, e traz cancelamento de ruído. De acordo com análise de ficha técnica feita pelo TechTudo, o Motorola Moto G86 se destaca pela alta segurança, garantida através das certificações militares, além da própria resistência contra água e poeira. O display é outro ponto positivo, já que os 120 Hz de taxa de atualização devem garantir fluidez necessária para jogos. O que pode deixar a desejar é o processador Dimensity 7300, de nível intermediário, o que não garantirá desempenho satisfatório para tarefas mais exigentes. Na Casas Bahia, o smartphone é encontrado por R$ 1.739. Prós: ótima imersão visual; bateria duradoura; robustez e segurança; Contras: desempenho não é dos mais fortes. 4. Samsung Galaxy A56 5G (256 GB) – a partir de R$ 1.921 Disponível no Brasil desde 2025, o Samsung Galaxy A56 5G (256 GB) é um modelo intermediário da marca sul-coreana, e se destaca pelos recursos de Inteligência Artificial (IA) integrados. O principal é o "Inteligência Absurda", que otimiza atividades do dia a dia, como edição de fotos, sistema de pesquisas, entre outras tarefas. Ele também tem outros atrativos, como, por exemplo, a tela AMOLED de 6,7 polegadas, com resolução Full HD+, de boa imersão visual, e o processador Exynos 1.580, que atinge velocidade de até 2,9 GHz. O smartphone também traz 8 GB de RAM e bateria de 5.000 mAh. O conjunto fotográfico possui lente tripla traseira, com uma principal de 50 MP, uma ultrawide de 12 MP e uma macro de 5 MP. Na parte frontal, a capacidade é de 12 MP. TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! 😯 Segundo testes da jornalista Katarina Bandeira, redatora para o TechTudo, o Samsung Galaxy A56 5G se mostra um aparelho equilibrado em todos os aspectos, mas traz como principais destaques os recursos de IA e os seis anos de atualizações garantidas pela fabricante. A eficiência do conjunto fotográfico também é motivo de elogios, tal qual a qualidade do display. Confira o review completo aqui. Em linhas gerais, o Galaxy A56 é um intermediário equilibrado, com design refinado, tela de alta qualidade, recursos de IA e atualização garantida por anos. Ele se destaca frente a concorrentes como Redmi Note 14 Pro 5G e Motorola Edge 60 Fusion, principalmente em quesitos como desempenho e longevidade. Durante o uso, dá para notar uma boa evolução em relação à geração anterior, com o uso mais fluído e a tela mais responsiva, além da qualidade das fotos e vídeos gravados com o celular. O DXOMARK também aponta a ótima qualidade do display, que proporciona grande imersão visual. Neste atributo, o smartphone acumula 150 pontos, ficando na 34ª colocação do ranking geral de celulares. Para o GSMArena, os destaques vão para o design premium, o display com compatibilidade para HDR10+, a boa câmera para selfies e vídeos e o desempenho confiável. Os pontos negativos, no entanto, ficam para o desempenho fraco do conjunto fotográfico no geral. O aparelho está disponível por R$ 1.921 na Shopee. Prós: ótima imersão visual; boa fluidez de navegação; proporciona bons registros em vídeo e selfies; Contras: conjunto fotográfico traseiro deixa a desejar. 5. iPhone 16 (256 GB) – a partir de R$ 5.197 Um dos principais topos de linha existentes no mercado, o iPhone 16, lançado em setembro de 2024, traz recursos premium. O principal é o processador A18, mais potente que as versões anteriores, que, com cinco núcleos, garante melhor desempenho para atividades de alta demanda, como jogos e tarefas profissionais. Outro ponto positivo é o conjunto fotográfico: são duas lentes traseiras, sendo a principal de 48 MP e uma ultra wide de 12 MP, o que possibilita fotos claras, detalhadas e em alta resolução. Já a tela OLED de 6,1 polegadas, com resolução Full HD+, garante ótima imersão visual. O aparelho ainda é equipado com os recursos Dynamic Island, que otimiza a praticidade de uso, Modo Cinema, que aumenta a qualidade de gravação de vídeos, e MagSafe, para carregamento acelerado, através de indução. Com 1.910.545 pontos, o iPhone 16 ocupa a 21ª colocação no ranking da AnTuTu para iOS, com classificações equilibradas entre os níveis de GPU, CPU e UX. No DXOMARK, o aparelho ocupa a 38ª colocação no ranking de melhores câmeras, com 147 pontos. Ele também é elogiado pela excelente imersão visual. Por outro lado, as limitações apontam para o o zoom, além do pós-processamento que pode dar um tom alaranjado em fotos e vídeos. Segundo o GSMArena, os pontos fortes ficam, principalmente, por conta do display, resistência, desempenho e câmeras. As desvantagens estão na limitação de 60 Hz, carregamento relativamente lento e falta de lente telefoto. No Mercado Livre, ele sai por R$ 5.197. Prós: ótima qualidade visual; eficiência do conjunto fotográfico; fluidez de navegação, ótimo para jogos; desempenho eficiente no geral; Contras: pós-processamento pode deixar fotos e vídeos com tom alaranjado; recursos de zoom limitados; limitação de 60 Hz; carregamento relativamente lento; e falta de lente telefoto. Com informações de Amazon, Mercado Livre, Shopee, Casas Bahia, Xiaomi, Motorola, Apple, Samsung, DXOMARK [1, 2 e 3], AnTuTu e GSMArena [1, 2 , 3 e 4]. Mais do TechTudo 🎥 Galaxy Z Trifold: testamos o dobrável com três telas da Samsung Galaxy Z Trifold: testamos o dobrável com três telas da Samsung Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

Jogador de Counter-Strike agride rival no palco é banido do jogo por 10 anos

24 de Abril de 2026, 11:34

A competição de Lan House alemã CAGGTUS Leipzig CS2 viralizou nesta última semana por conta de uma briga entre dois jogadores profissionais de Counter-Strike 2 (CS2) no palco do evento. Durante a cerimônia de premiação, o streamer MAUschine deu um soco em Fabian “Spidergum” Salomon e a organização, que integra o circuito LAN de esports na Alemanha, baniu o pro player por um período de 10 anos. No posicionamento oficial, foi afirmado que a agressividade não tem lugar dentro de suas competições oficiais. 🎮Mapas do CS 1.6: relembre os cenários mais icônicos do Counter-Strike 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O streamer MAUschine foi banido do Counter-Strike 2 após bater em um rival no palco Reprodução/CAGGTUS Leipzig CS2 ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo As agressões ocorream após as constantes provocações realizadas durante a partida entre os dois times. Após uma decisão da organização, MAUschine está impedido de competir em torneios organizados pelas ligas até pelo menos 2036. A competição é categorizada como um evento de alto nível que reúne diversos times em confrontos 5v5. Assista ao momento da agressão no vídeo a seguir: Jogador de Counter-Strike agride rival no palco é banido do jogo por 10 anos O campeão garante o título de “Beginner LAN Seat 2027”, e o segundo fica com o um kit be quiet! Pure Rock Pro 3 LX e o terceiro só recebe um suprimento de bebidas grátis até 2027. A partida que terminou na confusão não oferecia prêmio em dinheiro, apenas ingressos para a próxima edição do evento. Initial plugin text Nota oficial do evento: Não toleramos ataques físicos a outros jogadores na LAN e agimos de acordo. MAUschine foi banido por ao menos 10 anos e o incidente também foi reportado para a Esports Integrity Commission (ESIC). Caso não tenha ficado claro, não achamos que violência tem espaço na nossa liga. O time de MAUschine perdeu a partida para a equipe de Spidergum, mas isso não foi o principal motivador da agressão. Segundo registros da transmissão, Spider sempre gritava “papichulo” a cada vitória em um round, o que pode ser visto como uma provocação, já que é um dos bordões que o seu rival, MAUschine, utiliza em suas transmissões ao derrubar cada adversário. O soco ocorreu em cima do palco durante a transmissão da cerimônia dos campeões do CAGGTUS Leipzig CS2, ao vivo. Enquanto o agressor foi expulso do palco pelo apresentador, a vítima se mostrou surpresa com a atitude de seu oponente em Counter-Strike 2. A Ragnum4games, time de Spidergum, afirma ter disponibilizado o seu setor jurídico para que a ação não saia impune perante a Justiça. Além disso, eles pediram o banimento eterno de MAUschine do Counter-Strike. Nas redes sociais, o jogador ainda ironizou a situação do streamer: “MAUschine acertou em cheio. Uma mira melhor do que com a AWP e especialmente do que a vista nas suas transmissões”, publicou. Mais do TechTudo Veja também: Como acessar jogos do Steam no celular Android e iPhone (iOS) Como acessar jogos do Steam no celular Android e iPhone (iOS)

Dia Nacional da Libras: veja apps para aprender a se comunicar pelo celular

24 de Abril de 2026, 10:43

No Dia Nacional de Libras, comemorado hoje (24), apps como Hand Talk, VLibras e Live Transcribe ajudam a aprender a língua e a se comunicar melhor com pessoas surdas, com recursos que vão de tradução com avatares à transcrição de fala em tempo real; como cursos presenciais ainda são escassos fora dos grandes centros e o acesso a intérpretes é limitado, essas ferramentas viram uma alternativa prática para estudar no próprio ritmo, consultar sinais na hora da dúvida e facilitar a comunicação em situações do dia a dia direto pelo celular. A seguir, veja uma lista de aplicativos. 🔍 IA para criar aplicativos: testamos 7 plataformas e elegemos a melhor 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Celular se torna aliado na comunicação em Libras e aproxima pessoas no dia a dia Reprodução/ Freepik 📝 Quais os apps para se comunciar e aprender libras? Veja no Fórum do TechTudo Dá para aprender Libras pelo celular? O LibrasLab e o Librário ensinam sinais por lições interativas e jogos, sem exigir conhecimento prévio. O VLibras e o Hand Talk funcionam mais como dicionários e tradutores, úteis para consultar uma palavra específica ou praticar termos isolados. Mesmo sem experiência prévia, é possível começar do básico e evoluir aos poucos usando só o celular. Existem apps de acessibilidade que vão além da Libras? Além dos apps voltados ao aprendizado da língua de sinais, há ferramentas que ajudam diretamente na comunicação em situações práticas. O Live Transcribe transforma fala em texto em tempo real e facilita conversas presenciais. O Blip Vira Texto funciona dentro do WhatsApp e converte áudios em mensagens escritas. Os dois são gratuitos e não ensinam Libras, mas reduzem barreiras de comunicação para pessoas surdas. Aplicativos para aprender Libras pelo celular 1. Hand Talk O Hand Talk traduz textos e áudios para Libras por meio de avatares 3D, disponível para Android e iPhone (iOS). O usuário pode digitar frases ou enviar a própria voz para ver a conversão em sinais, além de acessar dicionário com categorias como animais, comida e viagem. O app também oferece módulos de aprendizado em formato gamificado e vídeos educativos. A popularidade aparece nos números: são mais de 5 milhões de downloads e notas entre 4,4 e 4,7 estrelas na Google Play Store e na App Store. O app é gratuito, mas com limite diário. Quem quiser uso ilimitado encontra planos a partir de R$ 9,90 por mês. O avatar traduz textos e áudios em Libras e ainda oferece conteúdos para quem está começando Reprodução/Raphael Alves 2. VLibras O VLibras traduz português para Libras por meio de um avatar virtual que exibe os sinais a partir de textos digitados. Disponível para Android e iPhone (iOS), o app oferece suporte a regionalismos e permite adaptar termos de acordo com diferentes regiões do Brasil. A interface não exige cadastro, o uso é totalmente gratuito e sem limite diário. Tem avaliações entre 3,5 e 4,2 estrelas e mais de 100 mil downloads. Com uma interface simples com intérprete virtual que mostra sinais em Libras de forma direta Reprodução/Raphael Alves 3. LibrasLab O LibrasLab ensina Libras por meio de lições em formato de perguntas e respostas baseadas em vídeos de intérpretes. A experiência lembra bastante o Duolingo: níveis progressivos, revisão de conteúdo e controle de velocidade dos sinais para quem está aprendendo. O app roda em Android e iPhone (iOS) e boa parte das funções é gratuita. Para acesso completo, os planos partem de R$ 10 por mês ou R$ 97 por ano, e as avaliações nas lojas chegam a 5 estrelas. Os exercícios interativos em formato de lições tornam o aprendizado mais leve e progressivo Reprodução/Raphael Alves 4. Librário O Librário ensina Libras por meio de jogos interativos inspirados em cartas, disponível para Android e iPhone (iOS). O app traz dois modos: o jogo Saci, semelhante a partidas com cartas, e o jogo da memória, onde o usuário identifica pares e aprende os sinais correspondentes. A plataforma reúne mais de 80 palavras organizadas por categorias e vídeos educativos. É gratuito, com avaliações entre 4,2 e 4,3 estrelas e mais de 50 mil downloads. Os jogos com cartas e memória transformam o contato com Libras em algo mais dinâmico Reprodução/Raphael Alves 5. Live Transcribe O Live Transcribe, do Google, converte fala em texto em tempo real diretamente na tela do celular. Disponível apenas para Android, permite selecionar idiomas, ajustar o tamanho do texto e salvar transcrições com histórico de até 24 horas. É totalmente gratuito, com cerca de 4,2 estrelas e mais de 1 bilhão de downloads. As falas são convertidas em texto em tempo real, facilitando a comunicação no cotidiano Reprodução/ Raphael Alves 6. Blip Vira Texto O Blip Vira Texto utiliza inteligência artificial para converter áudios do WhatsApp em mensagens de texto. O serviço funciona de forma simples: basta adicionar o número +55 (31) 97228-0540 aos contatos e encaminhar mensagens de voz para receber a transcrição. É gratuito e não requer instalação de aplicativo. Os áudios do WhatsApp viram texto de forma rápida, ajudando no acesso à informação Reprodução/ Raphael Alves Mais do TechTudo 🎥 Veja também: GALAXY A57 LANÇADO! Veja o que achamos do celular! GALAXY A57 LANÇADO! Veja o que achamos do celular!

Itaú fora do ar? Usuários relatam instabilidade no app do banco hoje (24)

24 de Abril de 2026, 09:35

O Itaú está fora do ar nesta sexta-feira (24), afetando o acesso de clientes ao apps, internet banking e operações de pagamento. Segundo o Downdetector, site que monitora instabilidades em diferentes plataformas, os primeiros relatos começaram por volta das 9h00 (horário de Brasília), e acumula 900 queixas às 9h23. No Google Trends, buscas por termos como “Itaú fora do ar", registraram aumento repentino nas últimas horas. Em nota enviada ao TechTudo , o banco Itaú informa "que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta sexta-feira (24), que impactou uma parcela de clientes para acesso ao app. O banco ressalta que a situação já foi regularizada e que o acesso a todos os clientes está retornando gradativamente. O Itaú pede desculpas aos clientes pelo inconveniente." A seguir, confira o relato de clientes nas redes sociais. 🔎 Pix fora do ar hoje (06)? Usuários apontam instabilidade em diversos bancos 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Itaú fora do ar hoje? Usuários relatam instabilidade no app do banco Mariana Saguias/TechTudo 📝 Como desativar pagamento por aproximação no cartão Itaú? Descubra no Fórum do TechTudo Usuários reclamam nas redes sociais de instabilidade no app do Itaú Usuários nas redes sociais, como no X (antigo Twitter) estão reclamando do app do Itaú, principalmente por instabilidades e dificuldades de acesso a funções básicas, como pagamentos e transferências. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Itaú responde clientes Também no X (antigo Twitter), o perfil do banco Itaú está respondendo reclamação de alguns usuários e informa que o time responsável está realizando ajustes em seu sistema. A instituição orienta que os clientes limpem o cache do aplicativo e tentem um novo acesso. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Em desenvolvimento Mais do TechTudo Veja também: Legendas para fotos do Instagram: 5 apps com frases Legendas para fotos do Instagram: 5 apps com frases

Wild Rift recebe skin baseada em carro da Porsche e mais novidades

24 de Abril de 2026, 09:00

O League of Legends: Wild Rift, versão mobile do LoL, agora tem uma colaboração in-game com a Porsche. Nesta semana, a Riot Games anunciou uma parceria com a montadora alemã de carros esportivos na atualização 7.1: Flat Out, marcada pela chegada da skin Kai’Sa Demônia do Neon de Prestígio Selecionado. Ela estará disponível no jogo entre os dias 30 de abril e 31 de maio, durante o evento Grand Prix Demônia do Neon. Segundo a desenvolvedora, o design busca combinar um visual inspirado em corridas com o conceito de um carro de corrida da Porsche — mais precisamente a versão mais recente do esportivo 911 GT3. O TechTudo veio até Los Angeles, nos Estados Unidos, a convite da Riot Games, para conferir as novidades de perto. Nesta terça-feira (21), um evento no Porsche Experience Center mostrou mais detalhes da colaboração. 🎮 LoL e Valorant implementam verificação de idade e vão bloquear menores no Brasil 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Wild Rift recebe skin baseada em carro da Porsche e mais novidades Divulgação/Riot Games ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo De acordo com Derek Chan, diretor sênior de publicação do Wild Rift, a parceria entre o jogo e a montadora alemã é natural. “Ambos estamos focados em desempenho, paixão e acabamento. Para a atualização mais recente do Wild Rift, desenvolvemos a linha de skins Demônia do Neon e trouxemos esses valores à vida através da skin cocriada da Kai’Sa e experiências de jogo mais amplas. Estamos ansiosos para que nossos jogadores coloquem as mãos nela e para ouvir o que eles pensam”. A nova temática faz parte de uma grande atualização dentro do jogo. Segundo a Riot Games, o update também trará cosméticos inspirados em corridas para os campeões Kai'Sa, Irelia, Zed, Aurora, Hecarim e Gragas. Além disso, será possível resgatar o companheiro colecionável Hyperspeed Cloudchaser com Gemas Laranja. Durante o período da ação, todo o jogo será transformado por experiências visuais relacionadas a corrida. Porsche 911 GT3 conceitual com temática do Wild Rift Rubens Achilles/TechTudo Para Scott DeVault, gerente de marketing de entretenimento de marca da Porsche, a parceria é sobre construir a próxima geração de proprietários e entusiastas da montadora, impactando as gerações Z, Alfa e Millenials. "Os jogos têm sido uma forma de despertar a paixão desse grupo, algo muito importante para nós. Queremos garantir que eles entendam o que nossa marca representa, por que somos únicos no universo dos veículos em comparação com outras montadoras e fabricantes". Ainda na visão de Scott, uma das melhores coisas da Porsche é a comunidade acolhedora. "Quando trazemos novos públicos, não é algo como 'esta é a minha marca' ou 'isso não é para você, é para mim'. É um público realmente exclusivo, eu diria, mas é um dos públicos mais acolhedores que eu já vi.". O 911 GT3 temático do Wild Rift, apresentado ao público nesta sexta-feira (24) pela montadora, é apenas um conceito, e não estará disponível para compra. O carro convencional tem preço sugerido na faixa de R$ 1,5 milhão. *O jornalista viajou para Los Angeles a convite da Riot Games. Mais do TechTudo Veja também: Kishi V3 Pro é bom? Testamos o controle para celular! Kishi V3 Pro é bom? Testamos o controle para celular!

Micro-ondas Panasonic 4 em 1 é bom? Conheça modelo e veja se vale comprar

24 de Abril de 2026, 04:01

O micro-ondas Panasonic 4 em 1 NN-CD89NBRUK é uma boa escolha para quem busca versatilidade na cozinha, já que combina funções de micro-ondas, forno, grill e air fryer em um único aparelho e pode ser encontrado por cerca de R$ 1.559 na Amazon e R$ 1.655 nas Casas Bahia. Com 30 litros de capacidade, design moderno e recursos avançados, o modelo ainda traz 11 receitas pré-programadas, função Convecção, Grill para dourar alimentos e o sistema Pega-Fácil, que mantém o utensílio na mesma posição em que o usuário o colocou. Apesar da proposta completa, o modelo enfrenta concorrência da Brastemp, que também oferece um micro-ondas multifuncional no mercado brasileiro. Pensando nisso, o TechTudo reuniu os principais detalhes sobre o aparelho, explicou como funcionam os modelos 4 em 1 e comparou opções para te ajudar a decidir se o investimento vale a pena. Confira, logo abaixo, os detalhes. 🔎 Quanto tempo um eletrodoméstico pode ficar guardado sem uso? Entenda 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Microondas 4 em 1 é uma opção versátil para sua cozinha Reprodução/Panasonic 📝 Verdade que o 220V economiza energia em relação ao 110V? Saiba no Fórum do TechTudo Micro-ondas Panasonic 4 em 1 é bom? O que faz um micro-ondas 4 em 1? Como usar um micro-ondas 4 em 1? Micro-ondas Panasonic 4 em 1 é bom? Preço e concorrente 1. O que faz um micro-ondas 4 em 1? O micro-ondas 4 em 1 combina quatro funções em um único aparelho: aquecer, assar, grelhar e fritar sem óleo. Dessa forma, ele não apenas esquenta a comida como um micro-ondas normal, funcionando também como forno elétrico e air fryer. Com isso, o eletrodoméstico otimiza espaço e reduz a necessidade de outros aparelhos na cozinha. Micro-ondas 4 em 1 é uma boa opção para quem possui pouco espaço em casa Reprodução/Panasonic 2. Como usar um micro-ondas 4 em 1? O uso varia de acordo com a marca, mas geralmente é feito por meio do painel digital. Assim, se o usuário optar pelo modo micro-ondas, basta colocar o alimento no prato giratório e selecionar tempo e potência, o que é ideal para descongelar e esquentar a comida. Já a função Grill é ideal para dourar carnes e gratinar pratos, enquanto a opção de Convecção utiliza um ventilador interno para distribuir o calor de forma uniforme, perfeito para assar bolos e pães. Por fim, a função Air Fryer funciona para preparar alimentos sem o uso de óleo, substituindo uma fritadeira elétrica independente e concentrando tudo dentro do micro-ondas. O micro-ondas 4 em 1 Panasonica pode preparar diversos alimentos Reprodução/Panasonic 3. Micro-ondas Panasonic 4 em 1 é bom? Sim, o modelo da Panasonic é bom e se destaca pela versatilidade e praticidade. Dessa forma, ele se torna uma excelente opção para quem quer otimizar espaço e concentrar funções em um único aparelho. Por outro lado, o preço elevado e a manutenção mais cara podem ser fatores de atenção. Ainda assim, para quem busca um eletrodoméstico completo, o investimento tende a valer a pena. O micro-ondas 4 em 1 Panasonic é uma boa opçao de compra Reprodução/Panasonic 4. Preço e concorrente O micro-ondas Panasonic NN-CD89NBRUK pode ser encontrado por cerca de R$ 1.559 na Amazon. A Brastemp oferece um modelo similar, o BMC29AR, com 29 litros, função Air Fryer e mais de 50 receitas pré-programadas, como brownie, pão de queijo e frango empanado. O aparelho também conta com recursos como Tira Odor, Manter Aquecido e visor panorâmico, sendo vendido por cerca de R$ 1.655 nas Casas Bahia. o micro-ondas 4 em 1 BMC29AR da Brastemp também é uma boa opção para poupar espaço na cozinha Reprodução/Brastemp Com informações de Amazon, Panasonic e Brastemp Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026. Vídeo: Os 5 MELHORES MICROONDAS para comprar SEM MEDO! Os 5 MELHORES MICROONDAS para comprar SEM MEDO!

Localização em tempo real: WhatsApp ou Life360? Veja comparativo na prática

24 de Abril de 2026, 03:01

Comparamos a localização em tempo real nos aplicativos WhatsApp e Life360. As ferramentas têm propostas diferentes e a escolha certa pode depender das necessidades de cada usuário. O TechTudo testou ambos os apps por alguns dias com o mesmo grupo de pessoas para avaliar o desempenho de recursos como precisão, frequência de atualização, consumo de bateria e o que cada um entrega na versão gratuita. Confira, a seguir, a análise completa. 🔎 Como rastrear iPhone pelo Google Maps: tutorial para iOS e Android 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Testamos a localização em tempo real no WhatsApp e no Life360 para saber qual entrega mais TechTudo/Késya Holanda 📝Como buscar iphone pelo icloud? Veja no Fórum do TechTudo Entre as primeiras impressões, o WhatsApp surpreende pela praticidade: ativar o compartilhamento de localização leva menos de dez segundos e funciona direto em qualquer conversa já existente, sem instalar nada novo. O ponto alto é a criptografia de ponta a ponta, que mantém o dado de localização protegido. Já o Life360 é outra categoria de solução: o app monitora continuamente, avisa quando alguém chega ou sai de um local, mostra velocidade em tempo real, detecta colisões e guarda o histórico de trajetos. A profundidade de rastreamento é mais abrangente, porém exige comprometimento de todos os membros do grupo. WhatsApp x Life360: qual leva a melhor na localização em tempo real Neste comparativo, você confere a análise dos pontos positivos e negativos entre WhatsApp e Life360 para localização em tempo real. Confira, abaixo, o índice deste comparativo do TechTudo. WhatsApp: como funciona a localização em tempo real Life360: como funciona a localização em tempo real Comparando os recursos Privacidade e segurança Qual é o melhor? WhatsApp: como funciona a localização em tempo real O compartilhamento de localização em tempo real no WhatsApp não foi pensado para rastreamento contínuo, e isso fica evidente no uso. A função existe para situações pontuais: dizer onde você está enquanto espera alguém, acompanhar um familiar em trajeto, avisar que está a caminho. Ela funciona bem para isso. Para ativar a ferramenta, siga as etapas abaixo. Passo 1. Abra uma conversa individual ou grupo, toque no ícone de anexo (clipe ou "+"); Passo 2. Escolha "Localização" e selecione "Compartilhar localização em tempo real"; Passo 3. Defina o tempo: 15 minutos, 1 hora ou 8 horas. WhatsApp permite escolher por quanto tempo a localização será compartilhada Reprodução/WhatsApp editado por Késya Holanda Assim, a outra pessoa vê sua posição se mover no mapa dentro da própria conversa, sem precisar instalar outro aplicativo. Para interromper a atualização do seu local antes do tempo escolhido, basta tocar em "Parar compartilhamento" na conversa. No teste, a atualização da posição acontece com frequência razoável, alguns segundos de atraso são notados, mas o tempo é suficiente para acompanhar um deslocamento. Em grupos, todos os membros veem a localização de quem compartilhou, o que pode ser útil para encontros, mas não substitui um app de rastreamento dedicado. Limitações claras: o app não tem histórico de trajeto, não envia alertas automáticos de chegada ou saída, não funciona em segundo plano de forma contínua e para completamente quando o tempo configurado expira. Se alguém sair do app ou o celular travar, a localização pode ficar atrasada. 🔎 Aplicativo para rastrear celular: lista traz apps para Android e iPhone Life360: como funciona a localização em tempo real O Life360 é um app construído especificamente para rastreamento contínuo de grupos, famílias, mas também amigos e colegas. A lógica é diferente do WhatsApp desde o começo: em vez de compartilhar localização pontualmente, todos os membros do círculo ficam visíveis no mapa o tempo todo, sem precisar fazer nada. 🔎 Como funciona o Life360? Tudo sobre aplicativo para rastrear celular Life360 mostra posição, status de movimento e nível de bateria de cada membro do círculo Reprodução/Life 360 editado por Késya Holanda Ao criar a conta e montar o círculo (você convida as pessoas por link ou código), o mapa já mostra todos os membros com "bolhas" coloridas indicando onde cada um está. O nível de detalhe é alto: dá para ver se a pessoa está parada, andando ou dirigindo, a velocidade atual em km/h, o nível de bateria do celular dela e até o clima no local onde ela está. Tudo isso na tela principal, sem precisar acessar nenhum submenu. 🔎 5 apps para mandar localização em tempo real para amigos e familiares O app também envia notificações sobre a locomoção dos usuários Reprodução/Life 360 Os alertas automáticos são um dos pontos mais úteis no uso cotidiano. Você cadastra locais como "casa", "escola" ou "trabalho", e o app avisa automaticamente quando qualquer membro do círculo chega ou sai desses pontos, sem que a pessoa precise fazer nada. Em nosso teste, o alerta chegou com cerca de 30 a 60 segundos de diferença em relação ao momento real de chegada, o que é aceitável. O app exibe o histórico de localização dos usuários Reprodução/Life 360 O histórico de localização registra os trajetos percorridos. Na versão gratuita, fica disponível por 2 dias. Nos planos pagos (Silver, Gold e Platinum), o histórico vai de 2 dias a 30 dias. O app também tem chat interno para o círculo e botão de SOS que, ao ser acionado, notifica todos os membros com a localização exata de quem pediu ajuda. Na versão Gold, o SOS também aciona um agente humano e pode contatar o serviço de emergência. O Life360 funciona inteiramente em segundo plano. Fechar o app não interrompe o monitoramento, e é exatamente por isso que o consumo de bateria é mais alto do que o do WhatsApp, chegando a bater o triplo. Ambos os aplicativos abertos por 5 horas, consumiram porcentagens bem distantes TechTudo/Késya Holanda Planos e preços: A versão gratuita entrega localização em tempo real e alertas básicos. O plano Silver parte de US$ 4,99/mês (cerca de R$ 27 na cotação atual) e adiciona detecção de colisão para membros que dirigem, além de 2 dias de histórico de navegação. O Gold custa a partir de US$ 9,99/mês, inclui 30 dias de histórico, suporte emergencial e assistência em estrada. O Platinum amplia coberturas de seguro e assistência. Há, ainda, o teste gratuito de 7 dias para os planos pagos. ➡️ Como buscar iPhone de outra pessoa? Aprenda o passo a passo para localizar Comparando os recursos Atualização em tempo real: Os dois apps atualizam a posição com frequência similar no uso ativo, em média de alguns segundos. A diferença aparece quando o aplicativo fica em segundo plano: o Life360 continua rastreando de forma contínua; o WhatsApp pode atrasar ou pausar dependendo do sistema operacional e da economia de bateria ativada, apresentando alguns delays. Alertas automáticos: O Life360 vence com folga. O app avisa sobre chegadas e saídas de locais cadastrados sem que ninguém precise fazer nada, enquanto o WhatsApp não tem esse recurso e a outra pessoa precisa estar olhando a conversa para ver onde você está. Histórico de trajetos: Disponível no Life360 com 2 dias no plano gratuito e até 30 dias na versão Gold, o recurso é útil para quem deseja manter registros ou consultar trajetos realizados. O WhatsApp não tem histórico algum, apenas indica o deslocamento dentro do tempo determinado com o limite de 8 horas de compartilhamento. O usuário terá que reativar a função se quiser continuar com a atualização de GPS. Consumo de bateria: O Life360 consome consideravelmente mais bateria, já que o GPS fica ativo o tempo todo em segundo plano. No WhatsApp, o consumo extra existe apenas durante o período de compartilhamento configurado. Funciona em segundo plano? Sim para os dois, mas de formas diferentes. O Life360 foi projetado para isso e raramente falha. O WhatsApp depende de o app estar ativo no sistema, o que varia de acordo com o modelo de celular e configuração de bateria. Número de pessoas: A localização do WhatsApp funciona em qualquer conversa ou grupo existente. O Life360 requer que todos baixem o app, criem uma conta e aceitem o convite para o círculo. Confira os recursos que os aplicativos oferecem TechTudo/Késya Holanda Privacidade e segurança No WhatsApp, a localização em tempo real é protegida por criptografia de ponta a ponta — o dado trafega criptografado entre os dispositivos e nem a própria Meta tem acesso ao conteúdo. O controle é total e imediato: você para de compartilhar quando quiser, sem notificar ninguém. O tempo máximo é 8 horas, o que impede rastreamento prolongado sem consentimento ativo. WhatsApp: 5 curiosidades sobre a criptografia de ponta a ponta do app No WhatsApp, é possível parar de compartilhar a qualquer momento Reprodução/WhatsApp No Life360, o nível de rastreamento é muito mais intenso, e isso tem implicações de privacidade relevantes. Se você pausar a localização, todos no círculo recebem uma notificação automática de que você desligou o compartilhamento. Há a opção de criar uma "bolha", onde sua localização fica com uma equivalente aproximada, e perde a precisão. Ainda assim, não dá para "sumir" silenciosamente. A opção de bolha, no Life360, permite ofuscar sua localização Reprodução/Life360 🔔Como usar iCloud para rastrear iPhone desligado ou perdido? Veja tutorial Os dados de localização são armazenados nos servidores do Life360 (inclusive histórico de trajetos), e a política de privacidade da empresa admite o uso de dados agregados e anonimizados para parceiros comerciais, algo que gerou controvérsia em 2021, quando uma investigação revelou que a empresa vendia dados de localização para terceiros. Desde então, a empresa afirma ter mudado a política, mas vale ler os termos de uso antes de adotar o sistema. Para quem instala o Life360 em celular de filho ou familiar sem o conhecimento da pessoa, existe uma questão ética relevante: o app exige que o membro aceite o convite, mas uma vez dentro do círculo, o monitoramento é constante e difícil de interromper sem que todos percebam. Qual é o melhor? Melhor para praticidade: WhatsApp Se você quer compartilhar onde está de forma rápida, sem instalar nada extra e sem comprometer a privacidade de forma contínua, o WhatsApp resolve. É a escolha certa para situações do cotidiano: avisar que está chegando, acompanhar alguém em trânsito por alguns minutos ou horas, coordenar encontros. A criptografia de ponta a ponta é um diferencial real de segurança. Melhor para controle e segurança contínua: Life360 Para quem quer saber onde um filho está o tempo todo, receber alerta automático quando ele chega na escola ou monitorar um familiar idoso, o Life360 se destaca. A profundidade de rastreamento, os alertas automáticos, o histórico de trajetos e a detecção de colisão fazem do app uma ferramenta de segurança real, não apenas de localização pontual. Conclusão: os dois apps não competem diretamente, eles resolvem problemas diferentes. O WhatsApp é suficiente para a maioria das situações do dia a dia e tem a vantagem de não exigir nada além do que as pessoas já usam. O Life360 é para quem precisa de monitoramento sério e contínuo, aceita o impacto na bateria e está disposto a manter todo o grupo no app permanentemente. Se o objetivo for saber apenas onde alguém está por alguns minutos, o WhatsApp é a melhor opção. Já se preferir acompanhar a rotina de uma família inteira com alertas e histórico, o Life360 é a escolha ideal. Com informações de The Markup, WhatsApp e Life360. Mais do TechTudo 🎥Veja também: UBER MULHER é lançado! Entenda novo recurso de proteção de passageiras! UBER MULHER é lançado! Entenda novo recurso de proteção de passageiras!

Galaxy A07 é bom? Veja prós, contras e análise completa

24 de Abril de 2026, 03:01

O Galaxy A07 é um celular de entrada lançado pela Samsung em setembro de 2025. Com preço inicial a partir de R$ 899, o smartphone já pode ser encontrado por cerca de R$ 597 e está entre os mais vendidos no varejo online. Um de seus principais diferenciais é o suporte oficial prolongado de até seis anos, algo raro em modelos de entrada. Além disso, ele oferece uma tela com taxa de atualização de 90 Hz, bateria de 5.000 mAh e um processador de 6 nanômetros que entrega bom desempenho para tarefas cotidianas. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Celulares mais vendidos em 2026 até agora: veja se valem a pena Por outro lado, a ausência de conectividade 5G e de tecnologia NFC, por exemplo, pode ser um ponto negativo para usuários que buscam maior modernidade e praticidade no dia a dia. Ainda assim, considerando seu conjunto geral e o preço atual, o Galaxy A07 se mantém como uma alternativa interessante dentro da sua categoria. A seguir, confira os principais prós e contras do celular da Samsung. Galaxy A07 se destaca nas vendas do varejo online no Mercado Livre e na Amazon Reprodução/Samsung ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Que funções devo usar no celular Samsung? Participe do Fórum do TechTudo Initial plugin text Galaxy A07 é bom? Veja prós, contras e análise completa O TechTudo reuniu os principais prós e contras do Galaxy A07, smartphone de entrada da Samsung. Nesta análise, quatro tópicos destacam os pontos fortes do aparelho, enquanto outros quatro abordam suas principais limitações, para que você tenha uma visão equilibrada sobre o modelo. No índice a seguir, veja todos os temas que serão explorados ao longo deste guia. Ficha técnica do Galaxy A07 PONTOS POSITIVOS 1. Tela ampla e com boa fluidez 2. Bateria de alta capacidade 3. Suporte oficial por período prolongado 4. Excelente custo-benefício PONTOS NEGATIVOS 1. Ausência de suporte a NFC 2. Compatibilidade restrita às redes 4G 3. Conjunto de câmeras mais simples 4. A versão com 4 GB de RAM pode apresentar engasgos no uso diário Galaxy A07 é bom para jogos? Galaxy A07 é à prova d'água? Afinal, o Galaxy A07 é bom? Ficha técnica do Galaxy A07 Tamanho da tela: 6.7 polegadas Resolução da tela: HD+ (1.600 x 720 pixels) Painel da tela: LCD, taxa de 90hz Câmeras traseiras: 50 MP + 2 MP Câmera frontal: 8 MP Processador: MediaTek Helio G99 Sistema Operacional: Android 15 (One UI 7) Memória RAM: 4 ou 8 GB Armazenamento: 128 GB ou 256 GB Cartão de memória: sim, de até 2 TB Bateria: 5.000 mAh com carregamento de 25W Dimensões e peso: 167,4 x 77,4 x 7,6 mm e 184 g Cores: verde, preta e violeta Lançamento: setembro de 2025 Preço de lançamento no Brasil: a partir de R$ 899 PONTOS POSITIVOS 1. Tela ampla e com boa fluidez Apesar de sua proposta mais básica, o Galaxy A07 oferece uma tela adequada para tarefas cotidianas, com um bom equilíbrio entre qualidade e eficiência. O celular tem painel PLS LCD de 6,7 polegadas e resolução HD+ (1.600 x 720 pixels), o que garante uma experiência visual satisfatória para navegação, consumo de conteúdo e uso de aplicativos do dia a dia. O display ainda conta com o modo "Adaptive", tecnologia da Samsung que ajusta automaticamente a frequência conforme o uso, alternando entre 60 Hz e 90 Hz para equilibrar desempenho e economia de energia. Quando o modo não está ativado, a tela funciona com taxa de atualização de 60 Hz, que na prática é suficiente para navegação e atividades básicas. Tela de 90 Hz garante navegação mais suave e maior responsividade do display Divulgação/Samsung 2. Bateria de alta capacidade Em termos de bateria, o Galaxy A07 aposta na já tradicional capacidade de 5.000 mAh. Segundo a Samsung, o aparelho pode alcançar até dois dias de utilização moderada antes de exigir uma nova recarga. Em testes realizados pelo site GSM Arena, o modelo obteve uma pontuação de uso ativo de 12h44, desempenho que chega a superar até mesmo dispositivos mais caros, como o Galaxy A17 e o Galaxy A26. Nos cenários de uso específicos, o Galaxy A07 apresentou resultados competitivos, com 33h50 de chamadas, 12h02 de reprodução de vídeo, 11h03 de jogos e 10h09 de navegação na web. Além da boa autonomia, o aparelho também conta com suporte a carregamento rápido de 25 W, sendo capaz de ir de 0 a 100% em aproximadamente 1h29. Embora não seja um dos tempos mais rápidos da categoria, o resultado é bastante aceitável dentro da proposta do celular. Bateria de 5.000 mAh com carregamento de 25 W oferece bom equilíbrio nesta faixa de preço Divulgação/Samsung 3. Suporte oficial por período prolongado Um dos grandes destaques do Galaxy A07 é o suporte prolongado oferecido oficialmente pela Samsung, um diferencial importante dentro da categoria de entrada. A fabricante sul-coreana promete até seis atualizações de versão do Android e até seis anos de atualizações de segurança, o que garante ao aparelho longevidade e maior proteção ao longo do tempo. Na prática, isso significa que o smartphone deve chegar até o Android 21 e continuar recebendo patches de segurança até 2031. Ainda que celulares de entrada não costumem ter fôlego, em termos de desempenho, para sobreviverem por tanto tempo assim, a política robusta de suporte posiciona a Samsung muito à frente de concorrentes nesse aspecto. Suporte prolongado de software se tornou um grande diferencial da Samsung Divulgação/Samsung 4. Excelente custo-benefício Em sites como as Casas Bahia, o Galaxy A07 pode ser encontrado por a partir de R$ 599. Por se tratar de um modelo de entrada, o aparelho é voltado principalmente para atividades cotidianas e menos exigentes, que não demandam alto desempenho ou recursos avançados. Nesse contexto, o preço acessível torna-se um dos principais atrativos, alinhando-se à proposta do público que busca um smartphone funcional e econômico. PONTOS NEGATIVOS 1. Ausência de suporte a NFC O Galaxy A07 tem suporte à tecnologia NFC, o que impede o uso de pagamentos por aproximação. Embora o NFC esteja cada vez mais presente na rotina dos brasileiros, por viabilizar pagamentos rápidos e outras interações práticas, sua adoção já é ampla em ambientes como supermercados, farmácias, transportes e diversos serviços do dia a dia. Nesse contexto, a ausência da funcionalidade no A07 representa uma limitação relevante. Ausência de NFC pode desagradar parte do público que busca recursos mais modernos Divulgação/Unsplash 2. Compatibilidade restrita às redes 4G Outro ponto limitante do Galaxy A07 está relacionado ao suporte às redes móveis, já que o modelo é compatível apenas com 4G. Com a expansão da quinta geração de redes (5G) em diversas regiões do país, cresce também a demanda por conexões mais rápidas e estáveis. Embora a Samsung já tenha lançado uma variante 5G do Galaxy A07 em alguns mercados globais, essa versão ainda não foi disponibilizada oficialmente no Brasil, o que mantém o modelo nacional restrito ao padrão 4G. 3. Conjunto de câmeras mais simples Assim como a maioria dos smartphones de entrada, o Galaxy A07 não é a melhor opção para quem prioriza fotografias em alta qualidade, já que seu conjunto de câmeras é mais básico e voltado para registros casuais do dia a dia. O aparelho tem uma câmera principal de 50 MP, com abertura f/1.8 e foco automático PDAF, o que oferece resultados satisfatórios dentro da sua proposta. Em análise do site GSM Arena, as imagens foram descritas como “aceitáveis, mas pouco impressionantes”, o que reforça seu posicionamento mais simples. O modelo ainda traz um sensor de profundidade de 2 MP, utilizado para auxiliar no efeito de desfoque em retratos. Apesar da câmera principal de 50 MP, o Galaxy A07 traz um conjunto fotográfico mais básico Divulgação/Samsung 4. A versão com 4 GB de RAM pode apresentar engasgos no uso diário O Galaxy A07 foi disponibilizado no mercado nacional em duas configurações: 4 GB de RAM com 128 GB de armazenamento interno ou 8 GB de RAM com 256 GB. Em 2026, a variante mais básica já pode apresentar limitações de desempenho, como engasgos e travamentos, uma vez que sua capacidade tende a se tornar mais restrita diante das demandas atuais de uso. Para complementar o desempenho, o aparelho vem equipado com o processador MediaTek Helio G99, fabricado em 6 nanômetros. Segundo o site GSM Arena, o chipset não está entre os mais potentes do mercado, mesmo dentro da categoria de entrada, mas ainda assim oferece um desempenho satisfatório na maioria dos cenários cotidianos. O MediaTek Helio G99 oferece bom desempenho quando combinado com maior quantidade de RAM Reprodução/Blackview Galaxy A07 é bom para jogos? Apesar de ser uma boa opção para o uso cotidiano, o Galaxy A07 não é indicado para jogos. Em testes realizados pelo site GSM Arena na plataforma AnTuTu, o smartphone alcançou 394.421 pontos, um resultado considerado básico dentro da categoria. Além disso, é importante destacar que a variante com 4 GB de RAM pode apresentar limitações de desempenho, como travamentos e lentidão, mesmo em tarefas mais simples. Galaxy A07 é à prova d'água? O Galaxy A07 não é à prova d’água. O aparelho tem apenas certificação IP54, o que garante resistência básica contra poeira e respingos, mas não oferece proteção contra submersão ou contato mais intenso com líquidos. Na prática, isso significa que ele pode suportar a entrada de partículas sólidas com diâmetro superior a 1 mm e respingos leves vindos de diferentes direções, sem que isso represente, necessariamente, danos imediatos. Em testes de resistência à água, o celular foi exposto a jatos de 10 litros de água doce por minuto durante 5 minutos, aplicados em todos os ângulos, dentro de condições controladas. Ainda assim, essa proteção não deve ser interpretada como impermeabilidade, já que o Galaxy A07 não foi projetado para imersão nem para uso em ambientes com alta exposição à água. Afinal, o Galaxy A07 é bom? Para funções básicas, como comunicação e uso leve de aplicativos, o Galaxy A07 se mostra uma opção adequada. No entanto, é importante destacar que seu principal atrativo não está nas especificações técnicas, mas sim no custo-benefício. O aparelho se diferencia pelo suporte prolongado de até seis anos, algo ainda raro na categoria de entrada. Além disso, oferece uma tela de 90 Hz, um chipset eficiente dentro da proposta e uma boa autonomia de bateria. O smartphone também inclui recursos cada vez menos comuns, como slot dedicado para cartão microSD de até 2 TB e entrada P2 de 3,5 mm para fones de ouvido. Por outro lado, não é a escolha ideal para quem busca desempenho elevado, especialmente em fotografia, vídeos ou jogos. No varejo, o Galaxy A07 se destaca em popularidade. No Mercado Livre, ele figura como o celular mais vendido atualmente, com mais de 55.833 avaliações e média de 4,9 de 5 estrelas, um resultado expressivo para a categoria. Entre os principais elogios, os consumidores ressaltam o design simples, porém agradável, a boa autonomia de bateria e, principalmente, o custo-benefício. Já na Amazon, onde aparece como o terceiro smartphone mais vendido, o modelo soma 1.576 avaliações com média de 4,7 de 5 estrelas. Entre os comentários dos usuários, destacam-se relatos de bom desempenho no uso cotidiano. “até agora não travou e já usei uns 50 GB”, disse um consumidor que adquiriu a versão de 8 GB. Outro usuário também mencionou a autonomia do aparelho, relatando que “a bateria durou 2 dias com uso normal”. Com informações de Samsung e GSM Arena 🎥 Confira tudo sobre o intermediário queridinho da Samsung TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! 😯 Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

‘Google dos sex shops’: testamos site que revela lugares ‘picantes’ por perto

24 de Abril de 2026, 03:01

Já pesquisou "sex shop perto de mim" no Google e recebeu resultados genéricos, misturados com farmácias e lojas de conveniência? O site Guia de Sexshop foi lançado para resolver exatamente esse problema. A plataforma gratuita funciona como um buscador especializado e usa geolocalização para mapear sex shops e lojas íntimas próximas ao usuário em todo o Brasil. O Guia não exige login para usar. Nesta matéria, o TechTudo testou a ferramenta de ponta a ponta e conta tudo o que você precisa saber sobre o Guia de Sexshops. Confira a seguir. 🔎 Navegadores de Internet: 7 melhores opções para usar em 2026 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar 👉 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews ‘Google dos sex shops’: testamos site que revela lugares ‘picantes’ por perto Divulgação 📝 Como melhorar pesquisas no Google? Veja no fórum do TechTudo Índice O que é o “Google dos sex shops”? Como usar o site para encontrar lojas perto de você? Testamos: o buscador funciona bem? É seguro usar? Veja questões de privacidade Vale a pena ou é melhor usar alternativas? O que é o “Google dos sex shops”? O Guia de Sexshop é um buscador brasileiro focado exclusivamente em estabelecimentos do mercado adulto. Na prática, ele funciona como uma versão “enxuta” de ferramentas como o Google Maps, mas voltada só para esse tipo de loja. A ideia é simples: em vez de disputar espaço com todo tipo de resultado, a plataforma entrega apenas o que interessa — sex shops físicos próximos de você. Apresentado durante a Intimi Expo 2026, evento do setor erótico, o Guia dos Sexshop foi anunciado com a proposta de resolver uma dificuldade comum, que é a baixa visibilidade de muitas dessas lojas em buscadores tradicionais. Quando usar Ao buscar lojas íntimas próximas de forma rápida e sem resultados irrelevantes; Para encontrar estabelecimentos especializados que não aparecem facilmente em buscadores comuns; Para descobrir sex shops em cidades menos conhecidas durante viagens; Para lojistas que desejam ampliar a presença digital do próprio negócio. Por que funciona Plataforma nichada — curadoria específica para o segmento, sem ruído de outras categorias; Geolocalização ativa — o sistema prioriza resultados próximos automaticamente, com permissão do usuário; Interface enxuta — busca direta, sem distrações, poluição visual ou anúncios de outros segmentos. Entenda o que é o Guia de Sexshops Reprodução/Pond5 Como usar o site para encontrar lojas perto de você? Para usar o Guia de Sexshop, basta acessar o site oficial da plataforma "guiadesexshop.com.br" (sem aspas) e preencher os campos de busca. O site permite inserir a localização manual — informando a região do país e o CEP — ou ativar a localização do dispositivo, seja computador ou celular. Toda a busca é feita diretamente na página inicial da plataforma Reprodução/Diego Cataldo Além disso, você pode refinar a busca utilizando os filtros rápidos, que oferecem conteúdos específicos para mulheres, para o público LGBTQIA+ e outros. Ainda nessa mesma tela, o portal conta com uma seção de lojas bem avaliadas como “Destaque da Semana”, além dos novos estabelecimentos que foram adicionados ao catálogo do site. Site mostra lojas recém adicionadas Reprodução/Diego Cataldo Testamos: o buscador funciona bem? Apesar de a interface não ser das mais bonitas, ela conta com um diferencial importante: é muito fácil de usar. Essa facilidade torna a plataforma funcional até para usuários que não têm muito trato com o digital. O tempo de busca é bem rápido, o que significa resposta praticamente imediata à consulta realizada. Lojas encontradas a partir do CEP indicado Reprodução/Diego Cataldo Um ponto de destaque é a presença de informações úteis relacionadas às lojas. Além de uma breve descrição, o site conta com botão para contato direto pelo WhatsApp, e-mail, endereço completo, horário de funcionamento, site oficial e redes sociais, se o estabelecimento é físico ou online — tudo muito bem explicado. No entanto, vale ressaltar que nem todos as lojas contam com a descrição detalhada e com maiores informações. Descrição e informações gerais sobre a loja Reprodução/Diego Cataldo O único problema é que, por ser uma plataforma recém-lançada, a maioria dos sites indicados não possuem avaliação dos usuários. Por isso, para evitar problemas, vale buscar informações sobre a loja, seja no perfil oficial ou em outros canais, antes de fechar qualquer negócio. É seguro usar? Veja questões de privacidade Esse é um ponto sensível, e com razão. O Guia de Sexshop não exige login para uso básico, o que já é um bom sinal para quem prefere mais discrição. Você consegue pesquisar sem precisar criar conta ou vincular perfil. Ainda assim, não dá para dizer que nenhum dado é coletado. Como qualquer site, ele pode registrar informações básicas de navegação — principalmente se você usar a geolocalização para encontrar lojas próximas. A diferença em relação ao Google Maps está no nível de integração. O serviço do Google é mais completo, mas também mais invasivo nesse sentido: com histórico de buscas, localização salva e conta vinculada. Já o Guia aposta em uma experiência mais simples e menos conectada. Não necessariamente mais “segura”, mas certamente mais discreta no uso cotidiano. Veja se Guia de Sexshops é seguro de usar Freepik Vale a pena ou é melhor usar alternativas? A resposta depende do que você precisa. Em termos de facilidade de uso, os dois são simples: o Guia de Sexshop tem foco total na busca, sem distrações, enquanto o Google Maps é familiar para a maioria dos usuários. Empate técnico nesse ponto. A diferença aparece quando o assunto é qualidade dos resultados. O Guia entrega exclusivamente sex shops e lojas íntimas — sem misturar com salões, farmácias ou resultados patrocinados de outros segmentos. O Google Maps tem base maior, mas exige que o usuário filtre o que é relevante Em quantidade de lojas, o Google Maps ainda leva vantagem: sua cobertura é mais ampla, especialmente em cidades menores. O Guia está em crescimento e tende a ser mais completo em grandes centros urbanos. O ponto em que o Guia de Sexshop se distancia de forma mais clara é a privacidade. Sem exigir cadastro e sem armazenar histórico de buscas vinculado ao usuário, ele é naturalmente mais discreto. No Google Maps, quem estiver logado na conta Google tem as buscas registradas — o que pode ser um problema dependendo do contexto. Entenda se vale a pena ou não usar o Guia FreePik Com informações de Guia de Sexshop Mais do TechTudo Veja também: Saiba como navegar na Internet de modo anônimo ou sem deixar rastros Saiba como navegar na Internet de modo anônimo ou sem deixar rastros

8 headsets baratos e bem avaliados para home office e jogos

24 de Abril de 2026, 03:00

Para quem trabalha em home office, participa de reuniões online ou passa horas jogando, um headset barato e bem avaliado faz toda a diferença na qualidade do áudio e na clareza das comunicações, sem pesar no orçamento. Seja para chamadas no Teams, partidas no Discord ou maratonas de gameplay, ter um fone com microfone confiável é indispensável e, ao contrário do que muita gente pensa, não precisa custar uma fortuna. Assim, é importante ter por perto um fone de ouvido que entregue conforto, qualidade de áudio e versatilidade para acompanhar as tarefas do cotidiano. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Para te ajudar a escolher o headset certo, o Techtudo reuniu oito modelos: o mais acessível é o HP HPDHH-1601, encontrado a partir de R$ 73 no Mercado Livre, um headset com fio, microfone flexível e conexão P2, ideal para videoconferências e uso básico no computador. Já no topo da lista está o Basike Boreas V2, disponível por R$ 284 na Shopee, que aposta na versatilidade com tripla conexão (2.4G, Bluetooth e cabo), som surround 7.1 e bateria de até 20 horas, sendo a escolha certa para quem quer liberdade de movimento sem abrir mão de imersão sonora. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Headsets entregam conforto, qualidade de áudio e cancelamento de ruído para diferentes atividades Divulgação/Mancer 🔎Melhor fone de ouvido para esportes: top 10 para corrida, natação e mais Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝Headset ou intra-auriculares? Qual melhor fone de ouvido? Confira no Fórum TechTudo Headsets baratos e bem avaliados para você ter sempre por perto HP HPDHH-1601 – opção com fio para home office com microfone flexível e bom custo-benefício Mancer Twilight MCR-TLT-RGB02 – headset gamer com iluminação Rainbow e driver de 50 mm Multi PH317 – alternativa USB para quem busca conforto em longas jornadas de trabalho Pichau Azuris PCH-AZRS-BL01 – headset gamer com microfone removível e iluminação Rainbow fixa Mancer Aura MCR-AUR-RGB01 – modelo com earpads de sport mesh e microfone removível Havit HV-H2002D – headset com fio de ampla compatibilidade com consoles e PCs JBL Quantum 100M2 – linha gamer com tecnologia QuantumSOUND e almofadas de espuma de memória Basike Boreas V2 – headset sem fio com tripla conexão, surround 7.1 e bateria de 20 horas 1. HP HPDHH-1601 – a partir de R$ 73 O HP HPDHH-1601 é voltado para quem precisa de um headset confiável para videoconferências, aulas online ou uso básico no computador. O modelo conta com drivers de 40 mm, resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz, impedância de 32 ohms e sensibilidade de 115 dB, o que garante um som limpo para o dia a dia. O microfone omnidirecional flexível tem sensibilidade de -38 dB e SNR acima de 58 dB, capturando a voz com clareza razoável. A conexão é feita por dois plugues P2 de 3,5 mm (um para áudio e outro para microfone), com cabo de dois metros e peso de aproximadamente 192 g. O design é simples, com almofadas macias e fechadas que ajudam a bloquear ruídos externos, além de controlador de volume integrado no fio. O HP HPDHH-1601 pode ser encontrado a partir de R$ 73 na Amazon e acumula nota 4,7 na plataforma. Há relatos de som nítido e alto para reuniões e jogos, microfone flexível tipo "braço" ajustável, leveza e compatibilidade com PC gamer, celular e notebook. Compradores também destacam bom custo-benefício para uso diário. Entre os pontos negativos, consumidores informam que há desconforto após uso prolongado, necessidade de adaptador para conector único (P2 separado áudio/microfone), fios finos frágeis e microfone abafado captando ruído ambiente. Prós: bom custo-benefício; isolamento passivo eficiente; microfone funcional para reuniões; design confortável Contras: almofadas podem apertar com uso prolongado; requer adaptador P3 em dispositivos com entrada única 2. Mancer Twilight MCR-TLT-RGB02 – a partir de R$ 75 Indicado para gamers que querem estilo e desempenho a um preço acessível, o Mancer Twilight MCR-TLT-RGB02 combina iluminação Rainbow nos earcups com uma estrutura pensada para longas sessões de jogo. O headset traz drivers de 50 mm com resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz, impedância de 20 ohms e sensibilidade de 112 dB, entregando um som com presença razoável nos graves. O microfone omnidirecional ajustável tem 10 cm de comprimento e sensibilidade de -38 dB, adequado para comunicação em partidas online. A estrutura é em ABS com arco estofado e earpads de couro sintético, pesando cerca de 350 g. A conectividade é feita por USB mais dois conectores mini jack de 3,5 mm, com cabo de PVC de dois metros. Há também um controlador de volume integrado no earcup esquerdo. O Mancer Twilight MCR-TLT-RGB02 está disponível a partir de R$ 75 na Shopee e acumula nota 4,9 na plataforma. Quem comprou elogia a qualidade de som nítida, anulação eficaz de ruídos externos, conforto prolongado sem pressão nas orelhas, RGB bonito e bom custo-benefício para uso diário. Além disso, há relatos de entrega rápida e embalagem adequada. Entre os pontos negativos, há menções a microfones com chiado e até mal contato, isolamento parcial com vazamento de som no volume máximo, fixação instável na cabeça e cabos apenas para RGB, não USB principal. Prós: iluminação Rainbow chamativa; arco e almofadas confortáveis; microfone de boa nitidez para o preço Contras: volume de áudio mediano; som com tendência a abafar em frequências médias e altas 3. Multi PH317 – a partir de R$ 104 Desenvolvido com foco em home office e longas jornadas de trabalho, o modelo da Multi (antiga Multilaser) traz um design robusto com hastes e earpads acolchoados em courino, adaptáveis a diferentes tamanhos de cabeça. A conexão é via USB, o que facilita o plug-and-play em computadores e notebooks sem necessidade de configuração adicional. As especificações incluem driver de 40 mm, frequência de resposta de 20 Hz a 20 kHz, impedância de 32 ohm, sensibilidade de 116 dB e potência máxima de 30 mW. O microfone omnidirecional fixo tem sensibilidade de -38 dB e redução de ruído integrada. O cabo mede 2,1 metros, o modelo pesa 242 g e é compatível com Windows 10 ou superior, macOS e Linux. Os controles integrados permitem ajustar volume e silenciar o microfone diretamente no fio. O Multi PH317 pode ser encontrado a partir de R$ 104 na Amazon e acumula nota 4,3 no site. Em meio aos comentários da plataforma, usuários destacam som limpo e alto para ligações e reuniões, custo-benefício favorável, instalação fácil sem drivers extras e funcionamento em Linux e Windows, assim como Teams e Meet. Além disso, o cancelamento de ruídos é adequado e conta com construção ajustável. Em contrapartida, compradores salientam que há ruído constante no microfone e conchas desconfortáveis, especialmente com óculos. Prós: conforto em longas jornadas; plug-and-play USB; redução de ruído no microfone Contras: arco pode ser pequeno para cabeças maiores; ruído no microfone 4. Pichau Azuris PCH-AZRS-BL01 – a partir de R$ 108 Com 286 g e estrutura leve, o Pichau Azuris PCH-AZRS-BL01 é pensado para gamers que passam muitas horas em frente ao setup e precisam de um headset que não cause fadiga. O arco almofadado e as conchas revestidas de material macio garantem encaixe confortável, enquanto a iluminação Rainbow fixa agrega personalidade ao visual do periférico. O áudio é entregue por drivers de 50 mm, com resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz, impedância de 32 ohms e sensibilidade de 110 dB. O microfone omnidirecional removível tem diâmetro de 6 x 5 mm, impedância de até 2,2 k ohms e sensibilidade de -38 dB, com função mute integrada. A conexão se dá por dois plugues P2 de 3,5 mm mais USB, com cabo trançado de dois metros. Por fim, há controlador de volume integrado na concha. O Pichau Azuris PCH-AZRS-BL01 está disponível a partir de R$ 108 na Shopee e acumula nota 4,9. No site, consumidores destacam o conforto elevado com espumas macias e leveza para uso prolongado, som de qualidade aceitável pelo valor, microfone funcional para jogos e vídeos e embalagem bem protegida com entregas rápidas. Além disso, comentários ressaltam o bom custo-benefício. Entre os pontos negativos, há menções a volume baixo sem graves reforçados, microfone com encaixe frouxo que desconecta ao girar, necessidade de adaptador para Xbox e ausência de USB 7.1, apenas P3. Prós: leveza e conforto para longas sessões; microfone removível com função mute; cabo trançado resistente Contras: iluminação Rainbow não é personalizável; sem software dedicado 5. Mancer Aura MCR-AUR-RGB01 – a partir de R$ 116 Os earpads de sport mesh do Mancer Aura MCR-AUR-RGB01 são um dos destaques do modelo, oferecendo maior respirabilidade durante partidas longas em comparação com opções de couro sintético. O headset traz drivers de 50 mm com alcance de frequência de 20 Hz a 20 kHz, impedância de 21 ohms e sensibilidade de 117 dB, um dos valores mais altos entre os produtos desta lista, favorecendo um som mais alto mesmo em volumes moderados no sistema. Além disso, o microfone omnidirecional removível tem diâmetro de 6 x 5 mm e sensibilidade de -38 dB. O cabo USB mede dois metros com espessura de 4 mm, e a conectividade se dá por USB mais dois conectores mini jack de 3,5 mm. Por fim, o peso total é de aproximadamente 350 g, e a iluminação Rainbow nos earcups completa o visual gamer. O Mancer Aura MCR-AUR-RGB01 está disponível a partir de R$ 116 na Shopee e conta com nota 4,9. Compradores destacam conforto para horas de uso com espuma de tecido, sem causar calor ou até mesmo desgaste, áudio claro para jogos e celular com adaptador, acabamento sem rebarbas e bom microfone para lives. Há relatos de entrega rápida e lacre adequado. Entre os pontos negativos, há menções a três fios separados (áudio/microfone/USB-RGB), volume baixo sem graves reforçados e microfones com ruído após semanas de uso. Prós: sensibilidade de áudio elevada; earpads respiráveis de sport mesh; microfone removível com boa captação Contras: volume pode ser baixo; relatos de microfone com ruído 6. Havit HV-H2002D – a partir de R$ 170 O Havit HV-H2002D é voltado para gamers e profissionais que buscam ampla compatibilidade com múltiplas plataformas sem abrir mão de um áudio com presença. Com drivers de 53 mm, é um dos modelos com maior diâmetro desta seleção, o que se reflete em graves mais encorpados e uma percepção de espaço maior durante as partidas. A resposta de frequência vai de 20 Hz a 20 kHz, a impedância é de 64 ohm e a sensibilidade de 110 dB. O microfone removível e ajustável em 360 graus tem diâmetro de 6 x 2,7 mm, com corrente operacional de até 80 mA. A conexão é feita por P3 de 3,5 mm (acompanha adaptador P2); o cabo mede 1,7 metro e o headset pesa 238 g. Além disso, o controle de volume e o botão de mute ficam no fio. Por fim, é compatível com PC, notebooks, PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series e dispositivos móveis com entrada P3. O Havit HV-H2002D está disponível a partir de R$ 170 na Amazon e acumula nota 4,7 no e-commerce. Quem comprou destaca áudio nítido com localização 3D precisa para FPS, microfone limpo para jogos/lives, conforto após período de adaptação, isolamento externo eficaz e construção robusta com cabo longo. Há relatos de durabilidade superior a um ano em alguns casos e adaptador incluso. Entretanto, há menções frequentes a falhas no microfone após poucos meses, almofadas desgastando em seis meses, volume baixo em PS5 e aperto nas orelhas, especialmente para quem utiliza óculos. Prós: drivers de 53 mm com graves encorpados; ampla compatibilidade com consoles e PC; conforto para longas sessões Contras: relatos de falhas em poucos meses 7. JBL Quantum 100M2 – a partir de R$ 210 O JBL Quantum 100M2 é o representante de uma marca com décadas de tradição em áudio e traz a tecnologia JBL QuantumSOUND Signature, desenvolvida para melhorar a precisão sonora em jogos competitivos. Com drivers de 40 mm, resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz, impedância de 32 ohms e sensibilidade de 96 dB, o modelo é compatível com o Windows Sonic Spatial Sound para som surround em PCs e consoles Xbox. O microfone boom destacável é do tipo direcional, com resposta de frequência de 100 Hz a 10 kHz, padrão de captação focado na voz e botão de mute integrado. O cabo fixo mede 1,2 metro, com conector P2 de 3,5 mm. As almofadas auriculares são de espuma de memória revestidas em tecido respirável, e o peso total é de 220 g, um dos mais leves da lista. O JBL Quantum 100M2 pode ser encontrado a partir de R$ 210 no Mercado Livre, com nota 4,8 na plataforma. Quem comprou elogia o áudio limpo imersivo para jogos FPS, microfone de captação excelente e removível, conforto leve com almofadas de tecido respirável e isolamento acústico sem cancelamento ativo. Além disso, usuários levantam pontos positivos como bom custo-benefício e acabamento durável. Por outro lado, há menções a cabo curto e fino, graves limitados, necessidade de adaptador Y para PC (P2 único) e fragilidade em plásticos rotativos. Prós: leveza excepcional; almofadas de espuma de memória confortáveis; tecnologia QuantumSOUND; ampla compatibilidade Contras: qualidade do microfone limitada; cabo de 1,2 metro pode ser curto para algumas configurações de setup 8. Basike Boreas V2 – a partir de R$ 284 O Basike Boreas V2 é o modelo mais completo da lista e se diferencia pelos demais por oferecer tripla conectividade: receptor sem fio 2.4G de baixa latência, Bluetooth e cabo USB. O headset conta com drivers de 53 mm, som surround 7.1 e microfone com cancelamento de ruído, tudo isso com bateria de até 20 horas de autonomia e carregamento via USB-C durante o uso. A compatibilidade é abrangente, funcionando com PC, PS5, PS4, Xbox, Nintendo Switch, notebooks e celulares. A iluminação RGB complementa o visual gamer, e o design ergonômico com almofadas acolchoadas foi desenvolvido para garantir conforto em maratonas de jogo. É a única opção da lista com conectividade sem fio completa, sendo indicado para quem quer liberdade de movimento sem sacrificar a qualidade de áudio. O Basike Boreas V2 está disponível a partir de R$ 284 na Shopee e acumula nota 4,9 na plataforma. Há elogios ao áudio alto e claro ideal para jogos FPS, microfone com captação limpa e sem latência no PC, conforto para uso prolongado, múltiplos modos (Bluetooth/USB/Pen-drive) e bateria de longa duração. Além disso, entregas rápidas e embalagem completa são frequentes. Entre os pontos negativos, há relatos de incompatibilidade com Xbox Series/PS5 apesar de adaptador USB, ajuste frouxo na cabeça e ausência de capa protetora no microfone em algumas unidades. Prós: tripla conectividade (2.4G, Bluetooth e cabo); surround 7.1; bateria de 20 horas; carregamento USB-C durante o uso Contras: incompatibilidade com consoles como Xbox e PS5; ajuste frágil Com informações de Amazon, Basike, Casas Bahia, Havit, HP, Mancer, Mercado Livre, Multi, Pichau e Shopee Mais do TechTudo 🎥 Assista: Galaxy Buds 3: veja detalhes do fone de ouvido [Unboxing] Galaxy Buds 3: veja detalhes do fone de ouvido Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

15 jogos de PS3 que foram esquecidos, mas mereciam continuações

24 de Abril de 2026, 02:02

O PlayStation 3 é um dos consoles mais importantes da história dos videogames, tanto pelo seus aspectos técnicos quanto pelos títulos que recebeu. Lançado em 2006 pela Sony, o videogame estabeleceu novos padrões para o processamento gráfico e a capacidade de armazenamento de dados. Pensando nos jogos lançados para a plataforma, a redação do TechTudo separou 15 ótimos jogos do PS3 que mereciam uma sequência, mas foram esquecidos ao longo do tempo. Confira! 🎮15 jogos de PS5 para você dar uma chance em 2026, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O PlayStation 3 teve ótimos jogos lançados, mas nem todos tiveram alguma sequência Divulgação ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo 15 jogos de PS3 que foram esquecidos, mas mereciam continuações Modnation Racers Brutal Legend Folklore PlayStation All-Stars Battle Royale Puppeteer Enslaved: Odyssey to the West Heavenly Sword Sleeping Dogs Remember Me Vanquish Blur SSX Metal Gear Rising Dante's Inferno The Saboteur 1. Modnation Racers ModNation Racers Divulgação Lançado em maio de 2010, Modnation Racers foi a aposta da Sony no gênero de corrida de karts sob o lema "Play, Create, Share" (Jogar, Criar, Compartilhar). Desenvolvido pela United Front Games, o título apresentava uma jogabilidade de corrida sólida com um sistema de drift e combate por itens. O grande diferencial era o seu editor: os jogadores podiam criar personagens (Mods), veículos e pistas inteiras com facilidade, compartilhando tudo online. Visualmente, o jogo adotava um estilo de "vinyl toys" que permitia uma personalização quase infinita. Apesar de ter sido indicado ao prêmio de Melhor Jogo de Corrida no D.I.C.E. Awards de 2011 e de ter recebido versões para PSP e PS Vita, o jogo nunca ganhou uma continuação direta. O contexto para o seu esquecimento envolve a fragmentação da marca; a Sony decidiu focar esforços em LittleBigPlanet Karting (também da United Front Games), que acabou dividindo a comunidade. Com o tempo, o estúdio fechou suas portas e o foco da marca PlayStation em jogos de corrida migrou para simuladores ou experiências mais sociais. 2. Brutal Legend Brutal Legend traz personagem interpretado por Jack Black que terá que salvar o mundo com Heavy Metal Reprodução/Microsoft Store Brutal Legend é uma carta de amor ao Heavy Metal. Lançado em 2009 pela Double Fine Productions e distribuído pela Electronic Arts, o jogo coloca o roadie Eddie Riggs (dublado por Jack Black) em um mundo fantástico inspirado em capas de álbuns de metal. A jogabilidade mistura ação em terceira pessoa com elementos de estratégia em tempo real durante as "Batalhas de Palco". O mundo aberto é repleto de referências ao gênero musical, com uma trilha sonora licenciada que inclui mais de 100 faixas de bandas como Motörhead e Black Sabbath. O título recebeu elogios pela sua escrita e direção de arte, vencendo o prêmio de Melhor Trilha Sonora e Melhor Atuação (Jack Black) no Spike Video Game Awards. Contudo, a mistura de gêneros — especificamente as seções de RTS — dividiu a base de jogadores, que esperava um jogo de ação pura. Além disso, uma disputa judicial entre a Activision e a Double Fine prejudicou o marketing inicial. Tim Schafer, o diretor, confirmou que uma sequência foi planejada, mas a EA cancelou o projeto por considerar que o retorno financeiro não justificava o investimento em uma nova propriedade intelectual de nicho. 3. Folklore Folklore é um RPG de ação atmosférico desenvolvido pela Game Republic Reprodução/Reddit Lançado no início da vida do PS3, em 2007, Folklore é um RPG de ação atmosférico desenvolvido pela Game Republic. A história se passa na vila irlandesa de Doolin, onde os protagonistas Ellen e Keats viajam para o "Netherworld" para conversar com os mortos e desvendar mistérios do passado. O gameplay era único pelo uso do sensor de movimento do controle para capturar as almas das criaturas (Folk). O jogador precisava fisicamente "puxar" e chacoalhar o controle. Cada Folk capturado servia como uma habilidade de combate diferente, permitindo customizar o arsenal de ataques. Os gráficos eram elogiados pelo design artístico fantasioso e sombrio, fugindo do padrão realista. Infelizmente, Folklore foi uma vítima das baixas vendas iniciais do PlayStation 3 e da falta de marketing pesado. O estúdio Game Republic enfrentou sérias dificuldades financeiras e encerrou suas atividades em 2011. 4. PlayStation All-Stars Battle Royale PlayStation All-Stars Battle Royale Divulgação Lançado em 2012 pela SuperBot Entertainment em parceria com a Santa Monica Studio, este título foi a tentativa da Sony de criar seu próprio "Smash Bros". O jogo reunia ícones como Kratos, Nathan Drake, Sackboy e até personagens de terceiros como Dante e Big Daddy. O sistema de gameplay diferenciava-se do concorrente desenvolvido pela Nintendo: a única forma de eliminar oponentes era utilizando golpes "Super", carregados ao causar dano comum. Isso exigia uma estratégia focada no gerenciamento de energia e precisão nos ataques finais. O jogo recebeu indicações notórias, como Melhor Jogo de Luta no D.I.C.E. Awards. Entretanto, o sucesso comercial ficou abaixo do esperado. O contexto para a falta de sequência envolve críticas à seleção de elenco, que muitos consideraram incompleta, e um estilo visual que carecia de coesão entre os estilos de arte distintos de cada franquia. Após o lançamento, a SuperBot Entertainment sofreu cortes de pessoal e a parceria com a Sony foi encerrada. 5. Puppeteer Puppeteer. Divulgação Puppeteer, lançado em 2013 pelo SIE Japan Studio, é um dos jogos de plataforma mais criativos do PS3. A história acompanha Kutaro, um menino transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça e derrotar o Rei Urso da Lua. O jogo se passa em um palco de teatro, onde os cenários mudam dinamicamente como se as peças no palco estivessem sendo trocadas por maquinistas. A gameplay utiliza uma tesoura mágica, Calibrus, que permite ao jogador "cortar" o cenário para se locomover e atacar inimigos, além de trocar cabeças com habilidades especiais. Apesar da recepção crítica positiva, o jogo foi um fracasso comercial por um motivo logístico: foi lançado poucas semanas antes do PlayStation 4. Todo o foco da indústria e dos consumidores estava na nova geração, fazendo com que o jogo fosse ignorado nas prateleiras. 6. Enslaved: Odyssey to the West Ninja Theory confirma que não tem planos para Enslaved 2 Divulgação Desenvolvido pela Ninja Theory e lançado em 2010 pela Bandai Namco, Enslaved é uma reimaginação futurista do conto chinês "Jornada ao Oeste". No papel de Monkey, um homem bruto e ágil, o jogador deve escoltar Trip através de uma América pós-apocalíptica dominada por robôs. O foco do jogo é o relacionamento entre os dois personagens, construído por meio da captura de movimento e um roteiro coescrito por Alex Garland. A gameplay mescla combate de bastão, seções de plataforma e puzzles cooperativos. Contudo, as vendas foram modestas, atingindo cerca de 730 mil cópias quando a meta era de um milhão para justificar uma franquia. A Ninja Theory chegou a planejar uma sequência, mas o baixo desempenho comercial fez com que a publisher cancelasse os planos. Posteriormente, o estúdio focou em DmC Devil May Cry e Hellblade. 7. Heavenly Sword Heavenly Sword Divulgação Heavenly Sword foi um dos títulos de lançamento técnico do PS3 em 2007, servindo como uma vitrine para o poder do console. Desenvolvido pela Ninja Theory, o jogo apresenta Nariko, uma guerreira que utiliza uma espada divina para salvar seu povo de um rei tirano. O combate era focado em trocar entre três estilos de luta em tempo real (Rápido, Área e Força), além de utilizar intensivamente o controle com projéteis e flechas no ar. A atuação de Andy Serkis como o vilão Rei Bohan foi um dos pontos altos da produção. Embora tenha sido um sucesso crítico e visual para a época, o jogo era criticado por sua curta duração e pela ausência de um sistema de troféus (que ainda não era padrão). A Sony detém os direitos da marca, mas a Ninja Theory, após o lançamento, decidiu seguir para projetos multiplataforma para garantir sua independência financeira. Uma sequência chegou a entrar em pré-produção, mas foi cancelada precocemente devido a decisões internas da Sony, que preferiu investir em franquias como God of War e Uncharted. 8. Sleeping Dogs Sleeping Dogs é uma espécie de sucessor espiritual da série True Crime que traz uma bela reprodução de Hong Kong para explorar Reprodução/Steam Originalmente planejado como parte da série True Crime, Sleeping Dogs foi resgatado pela Square Enix e lançado em 2012 pela United Front Games. Situado em Hong Kong, o jogador controla Wei Shen, um policial infiltrado nas Tríades. A gameplay foca intensamente no combate corpo a corpo, inspirado em filmes de artes marciais, e permite o uso criativo do cenário para execuções. Além das lutas, o jogo oferece perseguições de carros, tiroteios e uma narrativa policial bastante densa. Sleeping Dogs recebeu indicações para Melhor Jogo de Ação no Spike VGA e no D.I.C.E. Awards. Apesar de ter vendido razoavelmente bem e conquistado uma base de fãs fiel, a Square Enix declarou que as vendas não atingiram suas expectativas irrealistas. A United Front Games chegou a trabalhar em um protótipo para uma sequência que incluiria mecânicas de "nuvem" e um mundo massivo, mas o projeto foi descartado em favor de um spin-off multiplayer chamado Triad Wars, que fracassou. 9. Remember Me Remember Me é aventura futurista Divulgação Lançado em 2013 pela Capcom e desenvolvido pelo estúdio francês Dontnod, Remember Me apresenta uma visão única de Neo-Paris no ano de 2084. A protagonista Nilin é uma "caçadora de memórias" que pode entrar na mente das pessoas e alterar suas lembranças. A mecânica de "Memory Remix" era o grande atrativo, permitindo ao jogador modificar pequenos detalhes em uma cena de flashback para mudar o comportamento do personagem no presente. O combate permitia personalizar combos em um sistema chamado "Combo Lab". O jogo foi elogiado por sua direção de arte e trilha sonora eletrônica, rendendo ao estúdio uma indicação de Melhor Jogo de Estreia no BAFTA. No entanto, o gameplay de combate foi considerado repetitivo por parte da crítica e o lançamento próximo a grandes títulos como The Last of Us prejudicou sua visibilidade. A Dontnod acabou encontrando o sucesso comercial com Life is Strange, mudando completamente seu foco para jogos puramente narrativos. 10. Vanquish vanquish Reprodução Vanquish, lançado em 2010 pela PlatinumGames e dirigido por Shinji Mikami, é um jogo de tiro em terceira pessoa focado em velocidade extrema. O protagonista Sam Gideon utiliza uma armadura de combate equipada com propulsores que permitem deslizar pelo cenário em alta velocidade. O gameplay incentiva a agressividade e o uso de reflexos rápidos, permitindo entrar em modo câmera lenta para destruir robôs gigantes. O design visual é puramente futurista e inspirado em animes de mecha. O jogo foi aclamado pela crítica por renovar o gênero de "cover shooter". Apesar do status, as vendas foram consideradas moderadas pela Sega. A PlatinumGames é um estúdio que costuma trabalhar sob contrato, e como a Sega não demonstrou interesse imediato em financiar uma sequência custosa, o estúdio seguiu para outros projetos. 11. Blur Blur Divulgação Lançado em 2010 pela Bizarre Creations e Activision, Blur tentou fundir o realismo de carros licenciados com a jogabilidade caótica de karts com poderes: correr em circuitos reais com um BMW ou um Ford GT, disparando rajadas de energia e minas contra os adversários. O modo multiplayer suportava até 20 jogadores online ou 4 em tela dividida, sendo um dos favoritos para jogatina local. O sistema de progressão era baseado em "fãs" e desafios sociais. Apesar de ser tecnicamente bem feito, Blur sofreu um erro estratégico de lançamento: saiu na mesma semana que Split/Second e próximo a Modnation Racers, saturando o mercado de corrida arcade. A Activision, conhecida por metas de vendas agressivas, não ficou satisfeita com o desempenho comercial. Poucos meses após o lançamento, a publisher fechou a Bizarre Creations (famosa por Project Gotham Racing). 12. SSX SSX Reprodução/xTimelessGaming via YouTube O retorno da franquia SSX em 2012 foi uma tentativa de modernizar o gênero de snowboard extremo. Desenvolvido pela EA Canada, o jogo introduziu o conceito de "Deadly Descents" (Descidas Mortais), onde o jogador enfrentava perigos naturais como avalanches, frio extremo e baixa oxigenação em montanhas mapeadas via satélite da NASA. O gameplay mantinha o estilo arcade clássico de manobras exageradas e o sistema de "Tricky", mas com um visual mais realista. O jogo foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, elogiado pela fluidez e pelo sistema social "RiderNet". No entanto, o gênero de esportes radicais entrou em um declínio acentuado de popularidade durante a década de 2010. A EA decidiu focar em seus pilares anuais de esporte (FIFA, Madden) e em jogos de serviço. Assim, a franquia SSX foi colocada na geladeira pela Electronic Arts, onde permanece até hoje. 13. Metal Gear Rising: Revengeance Metal Gear Rising: Revengeance Reprodução/Joystiq Fruto de uma colaboração entre a Kojima Productions e a PlatinumGames, Metal Gear Rising (2013) transformou Raiden em um ninja cibernético imparável. O foco aqui não é o stealth, mas o corte preciso. A mecânica "Zandatsu" permitia ao jogador desacelerar o tempo e cortar inimigos e objetos em qualquer ângulo, em centenas de pedaços. A trilha sonora de metal industrial e as batalhas contra chefes deram ao jogo uma identidade única dentro da franquia. O título foi um sucesso de crítica e público, vendendo mais de 2 milhões de cópias e sendo indicado a Melhor Jogo de Ação em diversas premiações. O contexto para a ausência de uma sequência é puramente corporativo e interno da Konami. Após o lançamento, a relação entre a empresa e Hideo Kojima deteriorou-se, culminando na saída do diretor e na reestruturação total da empresa para focar em mobile e pachinko. 14. Dante's Inferno Dante's Inferno é um jogo de ação inspirado por God of War pela Visceral Games, criadores de Dead Space Reprodução/Microsoft Store Lançado em 2010 pela Visceral Games, Dante's Inferno é uma adaptação livre da primeira parte de "A Divina Comédia" de Dante Alighieri. O jogo é um hack and slash no molde de God of War, onde Dante desce pelos nove círculos do inferno para resgatar a alma de Beatriz. A direção de arte era o ponto forte, criando representações grotescas e criativas para pecados como Gula, Luxúria e Heresia. O jogador podia escolher entre punir ou absolver as almas, evoluindo habilidades de luz ou trevas. Apesar das polêmicas de marketing e das críticas por ser "muito parecido" com a jornada de Kratos, o jogo vendeu bem e teve um final que indicava claramente uma sequência baseada no Purgatório. No entanto, a Visceral Games foi redirecionada pela EA para focar inteiramente na franquia Dead Space e, posteriormente, em um projeto de Star Wars que acabou sendo cancelado. O estúdio foi fechado em 2017. 15. The Saboteur The Saboteur se deu melhor com o público do que com a crítica Divulgação/EA Desenvolvido pela Pandemic Studios e lançado em 2009, The Saboteur se passa na Paris ocupada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. O protagonista é Sean Devlin, um mecânico irlandês que se junta à Resistência Francesa. O jogo utiliza uma mecânica visual brilhante: as áreas sob controle nazista são mostradas em preto e branco, e as cores retornam conforme o jogador completa missões de sabotagem e inspira a população. O gameplay mistura exploração em mundo aberto, parkour e tiroteios. O título recebeu o prêmio de Melhor Design Artístico na E3 2009 pela IGN. O motivo de não ter tido sequência é um dos mais trágicos da indústria: a Electronic Arts anunciou o fechamento da Pandemic Studios apenas algumas semanas antes do lançamento do jogo. Sem um estúdio para dar suporte ou planejar uma continuação, o jogo tornou-se órfão. Com informações de Infinity Retrô, The Gamer e DualShockers. Mais do TechTudo Veja também: PS5 vs. PS5 Pro: o que muda? Veja lançamento, preço e especificações PS5 vs. PS5 Pro: o que muda? Veja lançamento, preço e especificações

JBL Quantum 650 é bom? Veja preço e ficha técnica do headset gamer

24 de Abril de 2026, 02:00

O JBL Quantum 650 é um bom headset gamer para quem busca som imersivo, longa bateria e conexão versátil, sendo uma opção interessante para jogos competitivos e uso no dia a dia. O fone pode ser conectado por dongle, Bluetooth ou cabo USB-C e é vendido oficialmente no Mercado Livre pelo preço de R$ 609. Equipado com drivers de 50 mm e tecnologia de som espacial, o modelo chega para competir com opções de marcas como HyperX, Razer e Logitech. Lançado no Brasil em dezembro de 2025, o acessório conta com microfone destacável, suporte ao software JBL QuantumEngine para ajustes personalizados e bateria com autonomia de até 45 horas, segundo a fabricante. Além disso, o fone sem fio da JBL aposta em conforto, múltiplas conexões e recursos avançados para se destacar na categoria. E foi pensando nisso que o TechTudo preparou essa matéria com ficha técnica e os principais destaques do produto. 🔎 Attack Shark K86 é bom? Testamos o teclado mais desejado do momento 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos JBL Quantum 650 tem suporte para o JBL QuantumEngine Divulgação/JBL Veja todos os tópicos sobre o JBL Quantum 650 Ficha técnica Design e durabilidade Qualidade do Som Recursos extras e controles Bateria Conexões e entradas Preço e onde comprar Vale a pena comprar o JBL Quantum 650? 1. Ficha técnica Driver: 50 mm Resposta de Frequência Dinâmica: 20 Hz - 40 kHz Bateria: 700 mAh Autonomia da bateria: até 45 horas Conexões: dongle, Bluetooth 5.3 e USB-C Peso: 331,5 gramas Cores: branco com lilás ou preto Lançamento no Brasil: dezembro de 2025 Preço oficial: R$ 799 2. Design e durabilidade O JBL Quantum 650 tem um visual robusto, com conchas largas e almofadadas que cobrem toda a orelha, o que deve facilitar a proposta de som envolvente. Outro destaque é a malha de proteção, que ajuda a distribuir melhor o peso do headset, reduzindo a pressão na cabeça. No Brasil, há disponibilidade de duas cores: preto ou branco com detalhes em lilás, bem típico de um produto gamer. Além disso, o site oficial da JBL afirma que o produto tem partes substituíveis, como o microfone, cabo de conexão e até mesmo as almofadas, com o objetivo de torná-lo mais sustentável. Essas peças, é claro, são vendidas separadamente, mas ajudam no momento que o usuário perder alguma parte do produto. JBL Quantum 650 cobre toda a orelha e tem acabamento que prioriza o conforto Divulgação/JBL 3. Qualidade do Som A qualidade sonora é um dos principais destaques do Quantum 650. Os drivers de 50 mm, além de entregarem grande potência, trazem um sistema de amortecimento, exclusivo da empresa, que pode reduzir as distorções e deixar o áudio mais limpo. Enquanto isso, a tecnologia JBL Spatial Sound cria uma sensação de som tridimensional, importante para identificar passos, tiros e movimentos em jogos competitivos. Apesar de ser um fone de ouvido sem fio, também é possível conectá-lo via cabo USB Tipo-C. Nesse cenário, outro ponto relevante é a baixa latência, que pode ficar abaixo de 30 ms e é um fator importante para evitar atrasos entre áudio e imagem durante o gameplay. O headset também traz um microfone destacável com formato cardioide unidirecional, que conta com redução de ruído e melhora a comunicação em partidas online e chamadas. JBL Quantum 650 tem microfone destacável no formato cardioide Divulgação/JBL 4. Recursos extras e controles O principal recurso extra do JBL Quantum 650 é a compatibilidade com o software JBL QuantumEngine, que permite personalizar a experiência sonora de forma avançada. Pelo programa, o usuário pode ajustar equalização, reduzir ruídos do microfone e até identificar a direção dos sons nos jogos. Pelas informações contidas no manual de instruções, todos os controles que o usuário pode precisar estão na concha, como ligar ou desligar o microfone, realizar a conexão sem fio e ajustar o volume. Há ainda um controle até mesmo para balancear a potência do áudio durante o chat, como forma de não atrapalhar o gameplay. JBL Quantum 650 traz controle individual para microfone, com redução de ruído Divulgação/JBL 5. Bateria Segundo o manual de instruções, o novo headset gamer da JBL vem com uma bateria de íons de lítio que tem 700 mAh de capacidade, o que deve entregar até 45 horas de autonomia, segundo a fabricante. No entanto, esse tempo pode variar dependendo do volume e do tipo de uso, especialmente em jogos mais intensos. Caso a bateria acabe, o usuário pode continuar utilizando o headset via cabo USB-C, evitando interrupções. Além disso, se não der tempo de recarregar entre uma partida e outra, a JBL vende baterias extras separadamente, que podem ser substituídas com certa facilidade, o que pode ser um diferencial em termos de durabilidade a longo prazo. JBL Quantum 650 promete até 45 horas com a carga completa Divulgação/JBL 6. Conexões e entradas O usuário pode escolher duas formas de conexão sem fio no JBL Quantum 650, sendo uma via dongle de 2,4 GHz de frequência e outra via Bluetooth 5.3. De acordo com a marca, os dois formatos devem funcionar de forma estável e não sofrer interferência dos outros moradores da casa. Por fim, como já foi dito antes, também há uma conexão USB-C, que tende a ter menor latência. 7. Preço e onde comprar O JBL Quantum 650 tem preço oficial de R$ 799 no Brasil, mas pode ser encontrado por valores a partir de R$ 609 em varejistas online como Amazon e Mercado Livre. Em alguns casos, há opção de parcelamento sem juros e descontos para pagamento à vista. JBL Quantum 650 pode ser dobrado para facilitar o transporte Divulgação/JBL 8. Vale a pena comprar o JBL Quantum 650? O JBL Quantum 650 vale a pena para quem procura um headset gamer completo, com boa qualidade de som, conforto para longas sessões e recursos avançados de personalização. Ele não é o mais barato da categoria, mas entrega um conjunto equilibrado de desempenho e recursos. Por outro lado, quem busca algo mais simples ou com foco exclusivo em custo pode encontrar alternativas mais baratas como o JBL Quantum 100. Ainda assim, o modelo da JBL é uma escolha sólida. JBL Quantum 650 Divulgação/JBL Com informações de JBL. Mais do TechTudo: Vídeo: JBL Tune 770 NC: confira unboxing e detalhes do headphone JBL Tune 770 NC: confira unboxing e detalhes do headphone

Melhores prompts para entender qualquer assunto difícil rápido com o ChatGPT

24 de Abril de 2026, 02:00

Ter os melhores prompts do ChatGPT podem ajudar a entender assuntos difíceis mais rápido, simplificando conceitos complexos e acelerando o aprendizado. A ferramenta vem sendo usada por estudantes e profissionais para resumir conteúdos, gerar exemplos e testar conhecimentos em poucos segundos. Ainda assim, é preciso cautela: a IA deve ser usada como complemento, e não como fonte única. Veja a lista com 8 comandos práticos para aprender melhor separada pelo TechTudo. 🔎 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT 🤖 7 prompts do ChatGPT para montar plano de estudos para concurso em minutos Melhores prompts para entender qualquer assunto difícil rápido com o ChatGPT Reprodução/Freepik 📝 Qual a melhor IA para editar vídeos de forma automática? Saiba no Fórum do TechTudo Índice Como pedir explicações simples (nível iniciante) Como aprender um tema em níveis (básico ao avançado) Como usar analogias para entender conceitos complexos Como resumir conteúdos difíceis rapidamente Como aprender com exemplos práticos Como tirar dúvidas específicas (modo tutor) Como testar se você realmente entendeu Como refinar explicações com IA (prompt coringa) Boas práticas ao longo do uso Vale a pena usar o ChatGPT para estudar? 1. Como pedir explicações simples (nível iniciante) Comando: Explique o seguinte tema como se eu fosse iniciante, usando linguagem simples e exemplos do dia a dia: [insira o tema] ChatGPT oferecendo uma explicação simples para o tema "Desenho Técnico na Mecânica" Reprodução/Gabriel Pereira O comando para pedir explicações simples ao ChatGPT é especialmente útil nos primeiros contatos com um tema desconhecido ou em situações em que o usuário precisa entender rapidamente um conceito antes de se aprofundar. Ele pode ser aplicado, por exemplo, ao iniciar um novo curso, ao tentar acompanhar uma reunião técnica sem domínio do assunto ou até ao estudar sozinho para provas e certificações. Nesses contextos, a prioridade não é dominar todos os detalhes, mas construir uma base clara e funcional do conteúdo. Ao testar esse comando com o tema “desenho técnico na mecânica”, o resultado foi um resumo direto e fácil de entender, com explicações que respeitam o nível de quem está começando. A ferramenta apresentou o conteúdo de forma organizada e intuitiva, sem exagerar nos detalhes. Por outro lado, justamente por simplificar, a resposta pode deixar de fora alguns conceitos mais importantes ou termos técnicos que serão necessários em um estágio mais avançado do aprendizado, o que exige um aprofundamento posterior. Na prática, o prompt força o modelo a: evitar jargões simplificar conceitos usar exemplos cotidianos Isso diminui a sobrecarga cognitiva e acelera a compreensão inicial. 2. Como aprender um tema em níveis (básico ao avançado) Comando: Explique este tema em 3 níveis de dificuldade: iniciante, intermediário e avançado. Tema: [insira aqui] ChatGPT explicando em nívels sobre a complexidade da ida do homem à lua Reprodução/Gabriel Pereira A principal vantagem é a progressão em camadas, permitindo: revisar o básico avançar gradualmente consolidar o entendimento O comando para aprender um tema em diferentes níveis é indicado para situações em que o usuário já tem algum contato com o assunto, mas precisa aprofundar o conhecimento de forma estruturada. Ele funciona bem ao se preparar para provas importantes, desenvolver novas habilidades ou revisar conteúdos mais complexos no trabalho ou nos estudos. Em vez de receber uma resposta única — que pode ser simples demais ou excessivamente técnica — o usuário passa a ter acesso a diferentes níveis de profundidade sobre o mesmo tema. Na prática, ao testar esse comando com o tema “complexidade da ida do homem à Lua”, o ChatGPT apresentou três níveis de explicação, que vão do mais simples ao mais detalhado. O resultado se mostrou útil tanto para iniciantes quanto para usuários mais experientes, já que cada camada adiciona novas informações sem perder a coerência. Por outro lado, é importante ter atenção ao usar temas muito amplos ou vagos, pois a ferramenta pode interpretar o pedido como um plano de estudos e acabar gerando respostas menos precisas, como cronogramas genéricos em vez de explicações progressivas. 3. Como usar analogias para entender conceitos complexos Comando: Explique o conceito abaixo usando analogias simples do cotidiano: Tema: [insira aqui] ChatGPT utilizando exemplos do cotidiano para explicar algoritmos de IA Reprodução/Gabriel Pereira O uso de analogias para entender conceitos complexos é especialmente indicado quando o usuário se depara com temas abstratos ou de difícil aplicação prática, comuns em áreas como matemática, física, marketing, psicologia, entre outros. Esse tipo de abordagem é útil em momentos em que a explicação tradicional não “encaixa”, como ao estudar sozinho, tentar acompanhar uma aula mais técnica ou compreender rapidamente um conceito para aplicar no trabalho. Nesses casos, transformar o conteúdo em algo mais próximo da realidade cotidiana pode fazer toda a diferença na compreensão inicial. Na prática, ao testar esse comando com o tema “algoritmos de IA”, o resultado foi uma série de exemplos cotidianos que explicavam o funcionamento desses sistemas de forma acessível. A ferramenta utilizou situações simples para ilustrar como decisões automatizadas acontecem, aproximando o conceito da realidade do usuário e tornando o conteúdo mais fácil de entender. Por outro lado, essa simplificação pode ter um efeito colateral: ao tornar o tema mais “lúdico”, existe o risco de distorcer parcialmente o conceito original ou limitar a compreensão em níveis mais avançados, exigindo posteriormente uma abordagem mais técnica. 4. Como resumir conteúdos difíceis rapidamente Comando: Resuma o conteúdo abaixo de forma clara e objetiva, destacando apenas os pontos essenciais: [cole o texto] Resumo fornecido pelo ChatGPT acerca de um conteúdo voltado para a ferramenta Claude Code Reprodução/Gabriel Pereira O comando para resumir conteúdos difíceis rapidamente é indicado para situações em que o usuário precisa lidar com grandes volumes de informação em pouco tempo, como ao revisar artigos acadêmicos, entender manuais extensos, analisar documentos em PDF ou até se atualizar sobre um tema técnico antes de uma reunião ou prova. Na prática, ao testar esse comando com um material extenso sobre a ferramenta Claude Code, o ChatGPT conseguiu condensar o conteúdo em um resumo estruturado, destacando pontos como configuração inicial, principais benefícios e boas práticas de uso. Isso permitiu compreender rapidamente o funcionamento do software sem a necessidade de ler todo o material original. Por outro lado, essa simplificação pode levar à perda de nuances importantes ou de contexto ao longo do texto completo, o que torna o método menos indicado para estudos aprofundados ou análises mais detalhadas. 5. Como aprender com exemplos práticos Comando: Explique o tema abaixo e dê exemplos práticos de como ele é aplicado na vida real: Tema: [insira aqui] O ChatGPT forneceu exemplos práticos para ensinar sobre educação financeira Reprodução/Gabriel Pereira O prompt pode ser utilizado, por exemplo, ao tentar colocar em prática um novo hábito, entender como usar um conceito no trabalho ou transformar um aprendizado teórico em algo executável. Na prática, ao testar esse comando com o tema “educação financeira”, o ChatGPT apresentou uma explicação inicial para contextualizar o assunto e, em seguida, trouxe diferentes exemplos do cotidiano, como organização de gastos, planejamento de compras e controle de orçamento. Esses cenários ajudaram não apenas a entender o conceito, mas também a visualizar como aplicá-lo na rotina. Além disso, alguns exemplos funcionaram como exercícios práticos, o que torna o aprendizado mais ativo. Como ponto de atenção, dependendo do tema, os exemplos podem ser genéricos ou pouco adaptados à realidade específica do usuário, exigindo ajustes para um uso mais personalizado. Ele é especialmente útil em temas como: finanças produtividade tecnologia gestão 6. Como tirar dúvidas específicas (modo tutor) Comando: Atue como um professor e responda minha dúvida de forma clara e didática. Tema: [insira] Dúvida: [escreva aqui] O ChatGPT assumiu um papel de professor de aret para responder a questão Reprodução/Gabriel Pereira O comando para tirar dúvidas específicas no chamado “modo tutor” é indicado para situações em que o usuário precisa de suporte contínuo em um tema. Esse formato melhora consistência das respostas e contextualização, já que cria uma espécie de especialização dentro da conversa. Isso reduz a chance de respostas genéricas ou fora de contexto, além de permitir interações mais personalizadas, já que o histórico da conversa passa a ser utilizado para refinar explicações e aprofundar pontos específicos conforme novas dúvidas surgem. Na prática, a resposta foi direta, didática e acompanhada de orientações aplicáveis no dia a dia. A experiência se mostrou útil justamente pela continuidade: o mesmo chat pôde ser reutilizado para novas dúvidas relacionadas ao tema, mantendo coerência nas respostas. Ainda assim, é importante considerar que não substitui o acompanhamento de um professor ou tutor humano. 7. Como testar se você realmente entendeu Comando: Crie 5 perguntas para testar meu entendimento sobre o tema abaixo, com respostas comentadas: Tema: [insira aqui] O ChatGPT criou cinco perfguntas, seguidas das respostas, relacionadas ao tema Termodinâmica Reprodução/Gabriel Pereira O comando para testar se você realmente entendeu um conteúdo é indicado para momentos de revisão e fixação, especialmente após estudar um tema mais denso ou técnico. Ele pode ser aplicado, por exemplo, antes de uma prova, após concluir um módulo de estudos ou até ao final de uma sessão de aprendizado com o próprio ChatGPT. A ideia é sair do modo passivo de leitura e partir para a prática, verificando se o conhecimento foi realmente absorvido. Ao solicitar respostas comentadas, a IA ajuda a identificar possíveis erros e lacunas de entendimento, tornando o processo mais completo e orientado. Na prática, ao testar esse comando com o tema “termodinâmica”, o ChatGPT gerou uma série de perguntas de dificuldade moderada, seguidas de respostas explicadas. Isso permitiu avaliar rapidamente o nível de compreensão sobre o assunto e identificar pontos que ainda precisavam de revisão. Como ponto de atenção, o fato de as respostas aparecerem logo em seguida pode reduzir a eficácia do exercício, já que o usuário pode acabar consultando o gabarito antes de tentar responder. Uma alternativa é pedir apenas as perguntas em um primeiro momento e solicitar as respostas depois. 8. Como refinar explicações com IA (prompt coringa) Comando: Reexplique o conteúdo abaixo de forma mais simples, com exemplos e passo a passo: [cole a resposta anterior] O ChatGPT pode refinar qualquer resposta ao utilizar o comando em questão Reprodução/Gabriel Pereira O comando para refinar explicações com IA funciona como um “coringa” e pode ser aplicado sempre que uma resposta anterior não estiver clara o suficiente. Ele é especialmente útil em temas mais densos ou técnicos, em que uma única explicação não resolve todas as dúvidas, como ao estudar programação, entender ferramentas novas ou revisar conteúdos complexos para o trabalho. Nesses casos, em vez de buscar uma nova fonte, o próprio ChatGPT pode ser orientado a melhorar a resposta já fornecida. Na prática, ao testar esse comando com uma explicação sobre o tema “Claude Code”, o ChatGPT conseguiu reformular a resposta anterior de maneira mais direta, acrescentando exemplos práticos e organizando o conteúdo em um formato mais fácil de seguir. O resultado foi mais claro e aplicável, especialmente para quem ainda estava assimilando o assunto. Como ponto de atenção, é importante dar instruções específicas ao refinar a resposta, já que pedidos muito vagos podem gerar apenas pequenas variações da explicação original, sem ganhos reais de clareza. 9. Boas práticas ao longo do uso de IA Ao utilizar o ChatGPT para aprender ou compreender conteúdos complexos, algumas boas práticas podem fazer diferença nos resultados. Ajustar o nível de detalhe conforme o objetivo é um dos principais pontos: em alguns casos, uma explicação mais simples é suficiente, enquanto em outros é necessário aprofundar. Além disso, revisar as respostas geradas pela IA ajuda a evitar interpretações equivocadas e garante que a informação esteja alinhada com o que o usuário realmente precisa entender. Também é importante complementar o uso da ferramenta com outras fontes confiáveis, especialmente em temas mais técnicos ou sensíveis. Evitar depender exclusivamente da IA para decisões críticas é essencial, já que o modelo pode apresentar imprecisões. Por fim, refinar os prompts com mais contexto tende a melhorar significativamente a qualidade das respostas, tornando o uso mais eficiente e alinhado às necessidades específicas de cada situação. Em resumo, você deve adotar a essas práticas: Ajuste o nível de profundidade conforme seu objetivo Revise as respostas para evitar interpretações erradas Combine com outras fontes confiáveis Evite decisões críticas baseadas só em IA 10. Vale a pena usar o ChatGPT para estudar? Sim, desde que usado como ferramenta complementar. O diferencial está na forma como você faz as perguntas. Prompts bem estruturados transformam o ChatGPT em: explicador sintetizador tutor avaliador Na prática, isso reduz o tempo de aprendizado e melhora a compreensão sem substituir métodos os tradicionais que envolvem humanos. Veja também: Trend da caricatura no Instagram: veja imagem animada com IA Trend da caricatura no Instagram: veja imagem animada com IA

Melhor fone de ouvido em abril de 2026: top 7 para comprar

24 de Abril de 2026, 02:00

Seja para lazer, exercícios físicos ou até fins profissionais, escolher o fone de ouvido ideal demanda muita atenção. Afinal, existem diversos fatores a serem levados em conta, como qualidade do áudio, conforto, bateria e recursos adicionais. Por isso, o TechTudo preparou uma lista com os sete melhores modelos para comprar este mês, à venda nas varejistas Amazon, Mercado Livre e Shopee. Da lista, é possível destacar dois modelos: o Lenovo GM2 Pro Max, disponível por R$ 75, e o Huawei FreeBuds Pro 4, comercializado a partir de R$ 1.012. O primeiro, mais simples, é indicado para quem busca custo-benefício, já que, com drivers de 10 mm e tecnologia HiFi, garante boa qualidade sonora. O segundo, por sua vez, entrega uma experiência mais imersiva, pois sua afinação foi desenvolvida em conjunto com o Central Conservatory of Music, da China. Confira, a seguir, a lista completa de fones de ouvido para comprar atualmente, lembrando que os preços citados na matéria foram apurados em abril de 2026. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Huawei FreeBuds Pro 4 é um bom fone para comprar este mês Divulgação/Huawei 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dia 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Fone de ouvido com cancelamento de ruído ativo faz mal? Experts revelam 📝 Qual fone de ouvido é mais durável? Veja opiniões no Fórum TechTudo Melhores fones de ouvido para comprar em abril de 2026 Lenovo GM2 Pro Max – simplicidade e bateria duradoura. Xiaomi Redmi Buds 6 Play – boa qualidade sonora e custo-benefício. Soundpeats Q40 – para quem quer praticidade e custo-benefício. QCY T13 – para quem busca segurança e ótima imersão sonora. Anker Soundcore Space A40 – cancelamento de ruído eficiente e bom áudio. Samsung Galaxy Buds 3 FE – ótima qualidade sonora e bateria duradoura. Huawei FreeBuds Pro 4 – cancelamento de ruído eficiente e design elegante. 1. Lenovo GM2 Pro Max – a partir de R$ 75 De estilo intra-auricular, o Lenovo GM2 Pro Max é um modelo simples, indicado para quem busca custo-benefício. Com drivers de 10 mm e tecnologia HiFi, garante boa imersão sonora. Ele também conta com baixa latência, ótimo para jogos, conectividade via Bluetooth e controle touch intuitivo, para comandos através de toques diretos no fone. Já a bateria tem autonomia, segundo a fabricante, de até cinco horas, sendo que o estojo proporciona até 26 horas extras. Na Amazon, onde é avaliado com 5,0 estrelas, o modelo está disponível por R$ 75. Os usuários elogiam a boa qualidade de som, ótima para um modelo deste preço, e a bateria duradoura. Há, porém, relatos de fragilidade do material empregado e da captação ruim dos microfones integrados. Prós: boa qualidade sonora; bateria duradoura. Contras: captação ruim dos microfones integrados; fragilidade do material empregado. Lenovo GM2 Pro Max GM2 Pro Max GM2 Pro Max GM2 Pro Max GM2 Pro Max 2. Xiaomi Redmi Buds 6 Play – a partir de R$ 98 O Redmi Buds 6 Play é um modelo intra-auricular de entrada para quem preza por custo-benefício. Apesar do preço acessível, ele entrega recursos modernos, como cancelamento ativo de ruído, controle por toque na lateral do aparelho e drivers de 10 mm para sons nítidos. Com proteção IPX4, o dispositivo tem construção resistente o suficiente para sobreviver a respingos de água, o que o torna uma boa opção para quem pratica atividades físicas. Já a bateria pode durar até 7,5 horas, enquanto o estojo fornece até 36 horas de uso. O carregamento rápido, por fim, proporciona três horas de bateria em apenas dez minutos – garante a Xiaomi. Na Amazon, onde acumula avaliação média de 4,6 em 5,0 estrelas, o Redmi Buds 6 Play sai por R$ 98. Os usuários da varejista elogiam o design minimalista, a eficiência do cancelamento de ruído, o custo-benefício e a bateria duradoura. Outros, no entanto, reclamam da qualidade ruim do microfone, o que reduz a experiência de uso durante chamadas telefônicas. Prós: cancelamento de ruído eficiente; custo-benefício; bateria duradoura; design minimalista. Contras: qualidade ruim dos microfones. Xiaomi Redmi Buds 6 Play Redmi Buds 6 Play Redmi Buds 6 Play Redmi Buds 6 Play 3. Soundpeats Q40 – a partir de R$ 144 De estilo neckband, ou seja, faixa de pescoço, o Soundpeats Q40 é um fone intra-auricular indicado para quem busca bateria duradoura e custo-benefício. De conectividade via Bluetooth, ele possui suporte ao codec LDAC, para áudio de alta resolução. Há, ainda, a possibilidade de equalização através do aplicativo da marca, o que aumenta a experiência de uso, e certificação IP67, que atesta proteção contra suor, poeira e imersão em água, excelente para quem pratica atividades físicas. Já a bateria pode sustentar até 20 horas de uso, enquanto o carregamento rápido proporciona carga de cinco horas em até dez minutos. Classificado com nota máxima de 5,0 estrelas na Shopee, o Soundpeats Q40 é vendido por R$ 144. Os elogios registrados no site ficam por conta da ótima qualidade sonora, da praticidade de uso e do custo-benefício. Em contrapartida, as reclamações apontam para a voz robótica durante as chamadas telefônicas, fruto da má qualidade dos microfones integrados. Prós: custo-benefício; ótima qualidade sonora; praticidade de uso. Contras: microfones de baixa qualidade. Soundpeats Q40 4. QCY T13 – a partir de R$ 183 De conectividade via Bluetooth, o QCY T13 é um modelo indicado para quem busca qualidade de som e segurança. Com frequência entre 20 Hz e 20 kHz, ele proporciona ótima imersão sonora, com destaque para os graves profundos. O fone traz ainda certificação IPX5, que garante resistência contra água e poeira, ótimo para quem realiza atividades físicas. Para melhorar a experiência, o dispositivo conta com microfone integrado, que permite ao usuário realizar chamadas telefônicas, e sensibilidade de 108 dB. Segundo a fabricante, a bateria sustenta sete horas de uso, enquanto o tempo de carregamento varia entre uma e duas horas. No Mercado Livre, onde é avaliado com 4,8 de 5,0 estrelas, o QCY T13 sai a R$ 183. Os compradores da plataforma elogiam a boa qualidade de som, a resistência da construção e o custo-benefício. Em contrapartida, alguns consumidores reclamam do incômodo causado pelas ponteiras auriculares. Prós: custo-benefício; resistência do material empregado; boa qualidade de som. Contras: ponteiras auriculares podem incomodar, dependendo da orelha. QCY T13 T13 5. Anker Soundcore Space A40 – a partir de R$ 395 O Space A40 tem como principal atributo o cancelamento de ruído adaptativo, ou seja, que se adequa a necessidade, de acordo com os sons externos. Modelo intra-auricular, ele possui proteção contra suor e respingos de água, sendo uma boa opção para quem realiza atividades físicas. Ele também permite pareamento com até dois outros eletrônicos e equalização personalizada através do app. A nível sonoro, o fone da Anker é equipado com drivers de diafragma duplo, com suporte ao codec LDAC, o que garante ótima qualidade de áudio. Já a bateria pode sustentar até dez horas de uso, segundo a fabricante, enquanto o estojo de carregamento pode proporcionar até 40 horas de recarga. O carregamento rápido, por sua vez, garante até quatro horas de bateria em apenas dez minutos. O Anker Space A40 sai por R$ 395 na Amazon, onde é avaliado com 4,4 estrelas. Os elogios feitos por lá ficam por conta do cancelamento de ruído eficiente, da boa qualidade sonora, da bateria duradoura e da facilidade de uso. Por outro lado, as lamentações apontam para os problemas com o sistema de comandos por toque, que não é tão assertivo. Prós: cancelamento de ruído eficiente; ótima qualidade sonora; bateria duradoura. Contras: sistema de comandos touch não é dos melhores. Anker Soundcore Space A40 Soundcore Space A40 Soundcore Space A40 6. Samsung Galaxy Buds 3 FE – a partir de R$ 785 Embora seja um modelo intermediário, o Samsung Galaxy Buds 3 FE, de estilo intra-auricular, traz recursos de linha premium, prometendo ótima qualidade sonora e cancelamento de ruído eficiente. Sendo uma versão mais acessível da linha Galaxy, ele pouco se diferencia de seus similares em alguns aspectos, como, por exemplo, no design, com hastes longas e marcas que delimitam os pontos de comando. Já a experiência sonora é garantida através de graves limpos e agudos agradáveis. A bateria, por sua vez, possui autonomia de até seis horas e meia com o cancelamento de ruído ativado, e nove horas com o mesmo desligado. O estojo, por fim, possui recarga de até 25 horas. Galaxy Buds 3 FE apresenta recursos premium por um preço honesto Victor Silveira/TechTudo O fone é vendido por R$ 785 na Amazon, onde acumula avaliação média de 4,5 estrelas. Em testes realizados pelo jornalista Victor Silveira, do TechTudo, o Buds 3 FE apresentou som equilibrado e limpo, cancelamento de ruído efetivo e conectividade sólida. Já as críticas direcionaram-se aos recursos de IA, que ainda precisam evoluir bastante. A tradução em tempo real, por exemplo, deixou a desejar. Prós: ótima qualidade sonora; cancelamento de ruído eficiente; sistema touch screen assertivo; bateria duradoura; carregamento rápido. Contras: construção em plástico; função Intérprete apresenta falhas. Samsung Galaxy Buds 3 FE 7. Huawei FreeBuds Pro 4 – a partir de R$ 1.012 Modelo intra-auricular de linha premium, o Huawei FreeBuds Pro 4 traz dois destaques centrais: o design elegante com detalhes na cor dourada e afinação sonora produzida pelos músicos da "Central Conservatory of Music", da China, que, segundo a fabricante, deve garantir um som mais equilibrado em todos os níveis. Com drivers de 11 mm, a promessa é de graves e agudos sem distorções. Já as principais funcionalidades são os comandos com movimentos da cabeça. Ao acenar para frente, como se a pessoa estivesse fazendo uma afirmação, o dispositivo pode atender uma ligação no celular, enquanto que ao balançar a cabeça para os lados, o acessório poderá rejeitar a chamada. É possível também parear o aparelho com outros dois eletrônicos simultâneos, como PCs e tablets. A bateria, por sua vez, pode, segundo a Huawei, proporcionar até 30 horas de reprodução de música no total, com o ANC desligado. Contando só com os fones, a autonomia cai para de 6,5 horas. O FreeBuds Pro 4 é encontrado por R$ 1.012 na Amazon, onde possui classificação de nota 4,6. No site, os elogios ficam por conta da ótima qualidade sonora, do cancelamento de ruído eficiente, da boa conectividade e dos microfones, que possuem ótima captação. Já as reclamações apontam para o design, que, embora elegante, pode ser facilmente arranhado. Prós: ótima qualidade sonora; cancelamento de ruído eficiente; boa conectividade; microfone de boa captação. Contras: design elegante, porém que pode ser facilmente arranhado. Huawei FreeBuds Pro 4 Com informações de QCY, Anker, Samsung, Huawei, Xiaomi e Soundpeats Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e descubra qual fone cancela melhor o ruído JOGO DO SOM! Qual fone cancela mais os ruídos??? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Os 12 melhores jogos mobile da história, segundo o Metacritic

24 de Abril de 2026, 01:01

Cut the Rope, Real Racing 2 e Hearthstone: Heroes of Warcraft são apenas alguns dos melhores jogos mobile de todos os tempos. Há quem diga que o futuro do mundo dos games está nos dispositivos móveis, então, para te ajudar a entender o que há de melhor nesse universo, o TechTudo preparou uma lista com os 12 melhores games já lançados para essas plataformas. Ao contrário do que muitos podem imaginar, alguns games gigantes como Plants vs. Zombies, Subway Surfers e Zombie Tsunami nem entram nessa seleção seleta, confira! 🎮 15 jogos de PS5 para você dar uma chance em 2026, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Sonic CD Classic permite que o porco-espinho viaje no tempo e enfrente grandes ameaças como Metal Sonic Reprodução/Google Play Store ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Como o Metacritic Funciona? O Metacritic é um dos principais agregadores de críticas da indústria do entretenimento, reunindo avaliações de veículos especializados do mundo todo para gerar uma nota média chamada de Metascore. No caso dos jogos, essa pontuação vai de 0 a 100 e é calculada a partir de reviews feitas por profissionais, com pesos diferentes dependendo da relevância de cada publicação. Outro ponto importante é que o Metacritic organiza as avaliações por plataforma. Ou seja, um mesmo jogo pode ter notas diferentes no mobile, console ou PC. Confira, a seguir, tudo sobre os melhores jogos mobile da história. Os 12 melhores jogos mobile da história, segundo o Metacritic Sonic CD - 93 Real Racing 2 - 93 Cut the Rope - 93 Hearthstone: Heroes of Warcraft - 93 Bastion - 94 Geometry Wars 3: Dimensions - 94 N.O.V.A. - Near Orbit Vanguard Alliance - 94 iBlast Moki - 94 Super Stickman Golf 3 - 95 VVVVVV - 95 Super QuickHook - 96 World of Goo - 97 1. Sonic CD - 93 Lançado originalmente em 1993 para o Sega CD e posteriormente relançado para dispositivos móveis, Sonic CD é considerado um dos capítulos mais criativos da famosa franquia do ouriço azul. Desenvolvido pela Sega, o jogo aposta em uma mecânica inovadora: a viagem no tempo dentro das fases, algo que não era abordado em jogos de plataforma da época. O título também introduziu personagens que se tornaram recorrentes na série, como Amy Rose, a fã declarada de Sonic, e Metal Sonic, uma versão robótica e extremamente veloz do protagonista. O confronto entre eles, inclusive, é um dos momentos mais memoráveis do jogo. Sonic Origins Plus traz Amy Rose como uma personagem jogável nos clássicos do Mega Drive e Sega CD além de jogos do Game Gear Divulgação/Sega Em relação a campanha, o Sonic precisa impedir que o vilão Dr. Robotnik (Eggman) domine o misterioso Little Planet, um corpo celeste que aparece apenas uma vez por ano e guarda as poderosas Pedras do Tempo. No entanto, o jogo permite que o player altere o destino de cada fase ao viajar entre passado, presente e futuro. Dependendo das ações realizadas, como destruir máquinas inimigas no passado, por exemplo, é possível construir um “futuro” melhor, com menos adversários para enfrentar. 2. Real Racing 2 - 93 Os fãs de corrida com certeza tem muito a agradecer a Real Racing 2, clássico da década de 2010, que marcou toda uma geração ao elevar o patamar técnico do gênero. Diferente de experiências mais arcade, como os da franquia Asphalt, Real Racing 2 traz uma simulação mais fiel da direção, com uma física mais realista, principalmente nos danos causados nos veículos. O jogo também oferece uma grande variedade de carros licenciados das principais montadoras do mundo, como BMW, Chevrolet e Ford, o que contribui para uma imersão ainda maior. Real Racing 2 Divulgação Desenvolvido pela Firemonkeys Studios (na época sob a marca Firemint) e publicado pela Electronic Arts, o título rapidamente conquistou crítica e público, garantindo uma das maiores notas do Metacritic entre jogos mobile. Outro grande feito foi a introdução de modos multiplayer com corridas online e até suporte a conexão local entre dispositivos. Além disso, foi inserido um ótimo sistema de progressão no modo carreira, com diversos campeonatos e até mesmo possibilidades de melhorias nos veículos, incentivando o player a investir mais tempo para evoluir no jogo. 3. Cut the Rope - 93 Fenômeno mundial em 2010, quando foi lançado, Cut the Rope rapidamente conquistou milhões de downloads nos dispositivos móveis, com uma proposta simples. Desenvolvido pelo estúdio ZeptoLab, o jogo ajudou a hypar o gênero de puzzles baseados em física nas plataformas mobile. A premissa é bem direta: alimentar o simpático monstrinho Om Nom com doces. Para isso, o jogador precisa cortar cordas no momento certo, aproveitando elementos do cenário (como balões, bolhas e ventos) para fazer o doce chegar até o personagem. Cut the Rope Reprodução À medida que você progride, novas mecânicas são introduzidas gradualmente, aumentando a dificuldade a cada nova etapa. Além disso, o sistema de pontuação por estrelas incentiva o jogador a atingir a perfeição em cada fase, nem que para isso ele precise repetí-la várias vezes. O jogo deu origem a diversas sequências e spin-offs, como Cut the Rope 2, Cut the Rope: Time Travel e My Om Nom, transformando o que começou como um game simples em uma grande franquia. 4. Hearthstone: Heroes of Warcraft - 93 Desenvolvido pela Blizzard Entertainment, Hearthstone: Heroes of Warcraft revolucionou o gênero de jogos de cartas digitais. Lançado em 2014, tornou-se um dos maiores sucessos da empresa, acumulando uma imensa quantidade de jogadores ao redor do mundo. O que ajudou nessa popularização do jogo foi o fato de ele ser ambientado no universo de World of Warcraft, franquia colossal da Blizzard. Falando da gameplay, o título coloca os personagens em duelos estratégicos baseados em turnos, utilizando decks personalizados com cartas que representam criaturas, feitiços e habilidades especiais. Hearthstone: Heroes of Warcraft Reprodução Mesmo sendo um jogo de cartas complexo, ele apresenta mecânicas intuitivas e uma interface simples, facilitando a entrada de novos jogadores no gênero. Ao mesmo tempo, a profundidade estratégica garante longevidade, especialmente com a adição constante de itens em novas expansões. Os personagens jogáveis são heróis clássicos de Warcraft, cada um com habilidades únicas que influenciam diretamente o estilo de jogo. A versão mobile foi fundamental para o sucesso de Heroes of Warcraft, permitindo partidas rápidas em qualquer lugar, sem comprometer a experiência completa disponível no PC. 5. Bastion - 94 No Bastion, o jogador explora um mundo fragmentado após um evento catastrófico chamado de “Calamity”. No controle de The Kid, é necessário reconstruir o refúgio conhecido como Bastion enquanto descobre, aos poucos, o que realmente aconteceu. À medida que avança, o cenário literalmente se constrói sob seus pés, criando uma sensação de descoberta. O jogo possui um narrador dinâmico, que reage em tempo real às ações do jogador, comentando várias decisões tomadas, inclusive pequenos erros. Bastion Divulgação A gameplay mistura ação com RPG, permitindo o uso de diferentes armas e habilidades para enfrentar diversos inimigos. O título foi cuidadosamente adaptado na versão mobile, mantendo a qualidade gráfica e a experiência original, com a essência de ter uma jornada emocionalmente impactante. Desenvolvido pela Supergiant Games, o título foi lançado originalmente em 2011 e posteriormente adaptado para dispositivos móveis. 6. Geometry Wars 3: Dimensions - 94 Aqui não tem história elaborada. No Geometry Wars 3 é você, uma nave e um caos completo que tenta te destruir a cada segundo. Lançado em 2014, o jogo levou a fórmula clássica de tiro arcade a um novo nível nos dispositivos móveis. Desenvolvido pela Lucid Games e publicado pela Activision, o título é a evolução de uma das franquias mais viciantes do gênero twin-stick shooter. Apesar de ter uma proposta simples, não tem como chamar esse jogo de fácil. Nele, você tem que controlar uma pequena nave em arenas geométricas enquanto enfrenta ondas infinitas de inimigos. Geometry Wars 3: Dimensions Divulgação Geometry Wars 3 expandiu o que era feito na época ao introduzir fases tridimensionais, onde os cenários deixam de ser planos e passam a ter formas específicas, como esferas e cubos. Além do modo clássico, há também uma campanha com dezenas de fases, construindo um sistema de progressão para reter os jogadores (parecido com outros jogos sem modo história da lista). No quesito de jogabilidade, pode se dizer que ela é rápida, baseada praticamente apenas nos reflexos do player, o que aumenta significativamente o desafio. 7. N.O.V.A. - Near Orbit Vanguard Alliance - 94 Near Orbit Vanguard Alliance foi um dos primeiros jogos a provar que o gênero de tiro em primeira pessoa poderia funcionar muito bem nos celulares. Desenvolvido pela Gameloft, o game lançado em 2009 rapidamente se destacou por oferecer uma experiência com forte inspiração em franquias consagradas de ficção científica, algo raro para o universo mobile da época. Na história, o jogador é Kal Wardin, um ex-soldado convocado para proteger a humanidade após uma ameaça alienígena colocar em risco as colônias espaciais. N.O.V.A. além de possuir um bom multiplayer ao estilo Overwatch, também possui um modo single player interessante Divulgação/Gameloft SE O jogo apresenta diversos cenários, que vão desde as estações espaciais até alguns planetas com criaturas hostis. Além disso, o arsenal variado de armas, que inclui rifles, pistolas, granadas e diversas armas futuristas, contribui para deixar os combates mais dinâmicos. Outro acerto da Gameloft foi a inclusão do modo multiplayer no game, permitindo confrontos entre jogadores, um recurso ainda pouco explorado naquele período. 8. iBlast Moki - 94 O objetivo do iBlast Moki é guiar pequenas criaturas chamadas Mokis até um ponto seguro em cada fase. Para isso, o jogador utiliza bombas para impulsioná-las pelo cenário, além de interagir com itens da fase como plataformas e obstáculos que ficam em constante movimento. A mecânica gira em torno do posicionamento e do timing das explosões, exigindo que o player tenha um bom raciocínio lógico e também criatividade para encontrar a melhor solução para cada fase. iBlast Moki Techtudo Lançado em 2009, o jogo é daqueles que mostram como ideias simples podem resultar em grandes obras no mundo dos games. A Godzilab, desenvolvedora do jogo, apostou em puzzles baseados em física, algo que gerou um grande hype no início da era dos smartphones e que faz sucesso até hoje. Algo que ajudou a consolidar o sucesso do app foi a inclusão de um editor de fases, que permitiu que os próprios jogadores criassem e compartilhassem suas próprias fases. Esse recurso ampliou significativamente a longevidade do game. 9. Super Stickman Golf 3 - 95 Apesar de pertencer a um esporte nichado, Super Stickman Golf 3 rompeu a bolha e entrou no hall dos melhores jogos já lançados para celular na história. Ele chegou ao mercado em 2016 com a produção do Noodlecake Studios Inc e combina mecânicas simples do golfe com diversas surpresas. O jogo foge da simulação fiel a realidade e aposta em uma abordagem mais descontraída, onde os campos de golfe fogem completamente do convencional, apresentando cenários malucos com diversos obstáculos, como alteração da gravidade, portais, gelo e ventos aleatórios. Super Stickman Golf 3 possui modo multi-player em turnos ou em tempo real Reprodução/Cleiton Madruga A jogabilidade é até fácil de aprender, o difícil é dominá-la. O jogador controla a força e o ângulo das tacadas, precisando calcular milimetricamente as trajetórias para superar cada fase. Ao longo do jogo, também é possível desbloquear cartas especiais que funcionam como poderes, adicionando mais habilidades que ajudam no decorrer das partidas. O título também oferece competições multiplayer, além de torneios e desafios diários, deixando cada fase ainda mais competitiva. 10. VVVVVV - 95 Abrindo o pódio dos melhores games mobile da história, VVVVVV foi lançado originalmente para PC em 2010 e posteriormente adaptado para dispositivos móveis. Desenvolvido praticamente sozinho por Terry Cavanagh, o título se destacou por sua proposta de ter um alto nível de dificuldade para um jogo de plataforma. Comandando o Capitão Viridian, o jogador precisa resgatar sua tripulação após um acidente que espalha todos os tripulantes pelos cenários. A grande questão é que em vez de pular, o personagem inverte a gravidade. VVVVVV é um jogo de plataforma com dificuldade insana Divulgação O design das fases é cuidadosamente elaborado. Cada sala funciona como um pequeno quebra-cabeça, onde o jogador precisa entender os padrões apresentados e executar sua jogada no timing perfeito. A dificuldade alta faz parte da experiência que o jogo quer passar, mas é compensada com vários checkpoints, que evitam uma frustração excessiva. 11. Super QuickHook - 96 Super QuickHook é mais um jogo que surgiu com uma proposta relativamente simples, mas bem trabalhada. A ideia gira em torno do uso de um gancho para se locomover pelos cenários. O jogador controla um personagem que deve atravessar fases cheias de perigos, utilizando o gancho para se prender a pontos específicos e ganhar impulso para chegar até o lugar seguro. Novamente a gameplay baseada em física e timing fazendo sucesso entre os críticos e entre a comunidade gamer. Super QuickHook é mais um jogo que surgiu com uma proposta relativamente simples, mas que soube trabalhá-la bem Reprodução/Game Club Lançado em 2010, o jogo desenvolvido pela Rocketcat Games é a sequência direta de Hook Champ e rapidamente conquistou sua posição entre os melhores jogos mobile da época. O sistema de progressão baseado em fases que aumentam gradualmente de dificuldade também é visto aqui, junto com conquistas e desafios, que incentivam o jogador a melhorar seu desempenho constantemente. Além disso, o jogo chama muita atenção por ter um estilo pixel art retrô, com personagens simples e cenários coloridos, remetendo à estética dos jogos clássicos. 12. World of Goo - 97 Isolado na liderança como o melhor jogo mobile de todos os tempos pelo Metacritic, com nota 97, World of Goo conquistou crítica e público com sua criatividade em seus puzzles. Nele, você deve construir estruturas utilizando pequenas criaturas chamadas “Goo Balls”. O objetivo, em cada fase, é conectar essas bolinhas para criar pontes ou outras formas que permitam alcançar a saída do nível. A mecânica é baseada em uma física realista, o que significa que um pequeno erro no equilíbrio pode fazer toda a estrutura desabar. World of Goo era um jogo de física sobre construir estruturas com criaturinhas gosmentas Divulgação/2D Boy O game desenvolvido pela 2D Boy estreou originalmente em 2008, mas foi adaptado posteriormente para dispositivos móveis, o que se provou um grande acerto da empresa. O grande diferencial de World of Goo está na forma como ele expande sua própria ideia ao longo do tempo. Cada capítulo introduz novos tipos de Goo Balls, cada um com propriedades específicas, além de novas mecânicas que mudam completamente a forma de jogar. Com informações de Metacritic. Mais do TechTudo Veja também: Como acessar jogos do Steam no celular Android e iPhone (iOS) Como acessar jogos do Steam no celular Android e iPhone (iOS)

5 celulares da Xiaomi mais vendidos na Amazon

24 de Abril de 2026, 00:01

Os celulares da Xiaomi chegaram ao Brasil por volta de 2015 e, aos poucos, a empresa foi ampliando sua presença em outros países da América Latina. Hoje, é uma das marcas mais vendidas na Amazon. Da linha popular Redmi Note, que une AMOLED de 120 Hz e câmeras de alta resolução em faixas intermediárias, ao POCO, focado em performance para gamers e usuários mais exigentes, a fabricante chinesa tem uma resposta para quase todo perfil de consumidor. Pensando nisso, o TechTudo reuniu os 5 smartphones Xiaomi mais vendidos na plataforma em 2026, com preços, especificações e avaliações reais de quem já comprou. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os cinco modelos selecionados, o mais acessível é o POCO C85 4G com 256 GB, encontrado a partir de R$ 899 na Amazon. Com tela IPS LCD de 6,9 polegadas e 120 Hz, processador MediaTek Helio G81-Ultra e bateria de 6.000 miliampere-hora (mAh) com carregamento reverso, ele se destaca pelo custo muito competitivo. Na outra ponta da lista está o POCO X7 Pro 5G (512 GB), que pode ser encontrado a partir de R$ 2.159 na Shopee. O modelo aposta no processador Dimensity 8400-Ultra de 4 nm com 12 GB de RAM, tela AMOLED 1.5K de 6,67 polegadas, bateria de 6.000 mAh com carregamento de 90 W e certificação IP68, entregando um conjunto que rivaliza diretamente com flagships de marcas premium. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias POCO X7 Pro 5G oferece bateria de longa duração e câmera de alta qualidade que combina com diretes ocasiões Divulgação/Xiaomi 🔎Celular até R$ 1.500: 6 melhores opções para comprar em abril Initial plugin text 📝Quando o Xiaomi 17 Pro Max chega no Brasil? Confira no Fórum TechTudo Os 5 celulares Xiaomi mais vendidos na Amazon em 2026 Xiaomi POCO C85 4G (256 GB) — entrada acessível com bateria gigante, tela 120 Hz e NFC. Xiaomi Redmi Note 14 4G (256 GB) — intermediário com AMOLED de 120 Hz, câmera de 108 MP e moldura em alumínio. Xiaomi Redmi Note 15 4G (256 GB) — geração 2026 com bateria de 6.000 mAh, câmera com OIS e ultrawide de 8 MP. Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (512 GB) — intermediário premium com câmera de 200 MP, tela 1.5K e bateria de silício-carbono. Xiaomi POCO X7 Pro 5G (512 GB) — gamer com Dimensity 8400-Ultra, AMOLED 1.5K e carregamento de 90 W. Versão global vs. oficial: aparelhos comprados fora dos canais oficiais Xiaomi no Brasil não contam com suporte técnico nem garantia da fabricante. Sempre confira a procedência antes de comprar. Resistência à água: certificações como IP54 protegem contra respingos, enquanto IP68 garante resistência a imersão em água doce por até 30 minutos. Verifique esse dado conforme seu estilo de uso. Conectividade 5G: nem todos os modelos da lista são 5G. Se você mora em uma cidade com cobertura 5G e quer garantir desempenho de rede no médio prazo, vale considerar modelos compatíveis. Bateria e carregamento: baterias acima de 5.000 mAh garantem um dia inteiro de uso confortável. O carregamento rápido varia muito na linha Xiaomi: de 33 W nos modelos de entrada a 90 W nos intermediários premium. Câmera: verifique o tamanho do sensor e se o modelo tem estabilização óptica (OIS), especialmente se você vai usar a câmera com frequência. Sensores maiores, como 1/1.4", captam mais luz e produzem melhores fotos à noite. Tela: modelos com painel AMOLED tendem a ter cores mais vibrantes, maior contraste e brilho superior em relação à IPS LCD. A taxa de 120 Hz é um diferencial importante para quem joga ou consome muito conteúdo em vídeo. Processador e RAM: chipsets como o Helio G81-Ultra e o Helio G99-Ultra atendem bem ao uso cotidiano, enquanto o Dimensity 7400-Ultra e o Dimensity 8400-Ultra foram projetados para multitarefa intensa e jogos exigentes. Como escolhemos os celulares Xiaomi mais vendidos na Amazon? A seleção teve como ponto de partida o ranking de mais vendidos da Amazon Brasil na categoria smartphones, cruzando com volume de avaliações e nota média acima de 4,5 estrelas nas principais plataformas de e-commerce como Shopee e Mercado Livre. A prioridade foi para modelos lançados a partir de 2025, com armazenamento de 256 GB ou 512 GB, que entregam o maior custo-benefício possível para diferentes perfis de uso, do básico ao intermediário premium. Além desses critérios, tomamos como referência dados de benchmarks internacionais como o AnTuTu, que ranqueia a performance dos chips de cada aparelho, e as impressões e análises de ficha técnica publicadas pelo próprio TechTudo sobre modelos da linha. Portais especializados como GSMArena, também foram consultados para cruzar especificações e garantir a precisão das informações apresentadas. Qual é o melhor celular da Xiaomi para comprar em 2026? A Xiaomi é uma das marcas que mais equilibram desempenho e preço no mercado atual. Seus smartphones se dividem entre a linha Redmi, com foco em custo-benefício para o uso cotidiano, e a linha POCO, voltada a quem quer mais performance sem pagar pelo rótulo de flagship. O sistema HyperOS 2, presente em todos os modelos da lista, traz uma interface fluida, integração com assistente Google Gemini e ferramentas de edição com Inteligência Artificial (IA). Para quem busca uma entrada acessível e uma bateria que dura dias, o POCO C85 (R$ 899) é a pedida certa. Para uso intermediário com câmera competente e tela AMOLED, o Redmi Note 14 (R$ 1.079) e o Redmi Note 15 (R$ 1.198) são as opções mais indicadas. Quem quer 5G com mais capacidade de armazenamento pode considerar o Redmi Note 15 Pro 5G (R$ 2.032), enquanto gamers e usuários exigentes encontram no POCO X7 Pro 5G (R$ 2.159) o melhor equilíbrio entre poder de processamento e preço. Nas linhas abaixo, confira mais detalhe sobre cada modelo. O que observar antes de comprar um celular Xiaomi? Antes de fechar a compra, é importante avaliar as especificações técnicas do aparelho que vão além da marca ou do modelo. A Xiaomi tem ótimas opções em diferentes segmentos, mas cada modelo foi projetado para um tipo de uso, e entender isso evita frustrações. Veja os principais pontos de atenção: 1. Xiaomi POCO C85 4G (256 GB) — a partir de R$ 899 O POCO C85 é a porta de entrada da lista e é ideal para quem não quer gastar muito para ter autonomia e uma tela fluida. Com bateria de 6.000 mAh e carregamento rápido de 33 W, o modelo promete mais de dois dias de uso moderado e recarrega 50% da bateria em apenas 31 minutos. A tela IPS LCD de 6,9 polegadas com resolução HD+ (1.600 x 720 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz prometem navegação mais suave do que o esperado para a faixa de preço. O aparelho é indicado para quem busca um celular confiável para o dia a dia: redes sociais, streaming, chamadas e algum jogo mais leve. Poco C85: veja ficha técnica e preço do celular barato da Xiaomi O processador MediaTek Helio G81-Ultra de 12 nm é o responsável pelo desempenho, acompanhado por 8 GB de RAM na versão de 256 GB, com suporte à extensão de memória virtual de até 16 GB. A câmera traseira principal é de 50 MP com PDAF e abertura f/1.8, enquanto a frontal tem 8 MP. Segundo o TechTudo, o conjunto fotográfico também conta com modo Ultra HD, modo retrato e zoom digital de até 10x, além de câmera frontal com anel de luz suave para selfies mais iluminadas. O modelo ainda traz sensor de impressão digital lateral, desbloqueio facial com IA, entrada para fone de ouvido de 3,5 mm e a tecnologia Wet Touch 2.0, que mantém a tela responsiva mesmo com dedos úmidos ou oleosos. O POCO C85 4G (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 899 na Amazon, onde acumula nota 4,6 de 5 estrelas. Entre as avaliações dos usuários, os elogios se concentram no desempenho fluido para o uso cotidiano, no custo-benefício diante do NFC incluso e na boa autonomia da bateria. Já nas avaliações negativas da plataforma, há relatos de lentidão e travamentos em alguns aparelhos, excesso de anúncios no sistema e carregador que, em determinadas unidades, não seguiu o padrão de plugue brasileiro. Prós: bateria de 6.000 mAh; carregamento reverso; NFC; Bluetooth 5.4; microSD até 1 TB Contras: resolução HD+; sem 5G; processador de 12 nm 2. Xiaomi Redmi Note 14 4G (256 GB) — a partir de R$ 1.079 Com tela AMOLED de 6,67 polegadas, resolução Full HD+ (2.400 x 1.080 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz, o Redmi Note 14 4G entrega bons painéis para a faixa de preço. A proteção Corning Gorilla Glass 5 e o brilho máximo de 1.800 nits prometem boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa, e as certificações TÜV Rheinland para baixa emissão de luz azul e tela sem cintilação completam um display cuidado até nos detalhes. Redmi Note 14: tudo o que você precisa saber antes de comprar o celular O processador é o MediaTek Helio G99-Ultra de 6 nm, octa-core com velocidade de até 2,2 GHz, que na versão de 256 GB vem acompanhado por 8 GB de RAM. A câmera traseira combina sensor principal de 108 MP com câmera macro de 2 MP e sensor de profundidade de 2 MP, enquanto a frontal é de 20 MP. A bateria tem 5.500 mAh com carregamento de 33 W, capaz de recuperar 55% da carga em 40 minutos. O aparelho ainda traz moldura de alumínio, certificação IP54, NFC, Bluetooth 5.3, sensor de impressão digital sob a tela e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos. Na análise de ficha técnica do TechTudo, o modelo recebe elogios pela qualidade da tela e pelo som externo, além do custo-benefício competitivo. Já o GSMArena destaca o display OLED bem calibrado com suporte a HDR10+ e o carregamento rápido como pontos fortes, mas aponta que a qualidade da câmera fica abaixo do esperado para a categoria e que há concorrentes com chips mais potentes na mesma faixa de preço. O Redmi Note 14 4G (256 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 1.079 na Amazon, onde soma nota 4,9 de 5 estrelas. Quem comprou elogia principalmente a qualidade da câmera traseira de 108 MP, o carregamento rápido e o desempenho fluido no uso cotidiano. Entre as opiniões negativas, há relatos de desconexão frequente do Wi-Fi em alguns aparelhos, carregador que em certas unidades não veio no padrão de plugue nacional e ausência de nota fiscal por parte de alguns vendedores na plataforma. Prós: AMOLED Full HD+ 120 Hz brilho 1800 nits; 108 MP; moldura de alumínio; NFC; Dolby Atmos Contras: sem ultrawide; processador limitado para edição de vídeo pesada; sem 5G 3. Xiaomi Redmi Note 15 4G (256 GB) — a partir de R$ 1.198 O Redmi Note 15 4G é a evolução direta do Note 14 e chega em 2026 com um conjunto de câmeras mais versátil e uma boa autonomia de bateria. A tela AMOLED de 6,77 polegadas mantém a taxa de 120 Hz, mas sobe o brilho máximo para 3.200 nits, oferecendo boa visibilidades sob luz direta do sol. A resolução Full HD+ (1.080 x 2.392 pixels) e o PWM Dimming de 3.840 Hz completam a experiência visual, com baixo cansaço ocular mesmo durante longas sessões de uso. O modelo roda Android 15 com HyperOS 2 e promete quatro grandes atualizações de sistema e seis anos de pacotes de segurança. Redmi Note 15 4G é bom? Veja análise da ficha técnica do celular Xiaomi O processador MediaTek Helio G100-Ultra de 6 nm opera a até 2,2 GHz acompanhado por 8 GB de RAM, com extensão virtual de até 16 GB disponível. O diferencial do Note 15 frente ao seu antecessor está no conjunto de câmeras: a traseira agora conta com câmera principal de 108 MP com OIS, mais uma ultrawide de 8 MP, enquanto a frontal é de 20 MP. A bateria cresceu para 6.000 mAh com carregamento de 33 W e carregamento reverso de 18 W, e o armazenamento de 256 GB pode ser expandido via microSD de até 2 TB. Nas análises do TechTudo, o modelo recebe destaque pelo brilho da tela de 3.200 nits, pela certificação IP64 e pelo selo SGS de proteção contra quedas, recursos considerados diferenciais para a faixa de preço. O GSMArena reforça os elogios ao painel AMOLED com suporte a HDR10+ e à autonomia de bateria acima da média, mas aponta a ausência de câmera telefoto e a falta de estabilização em vídeo 4K como limitações relevantes. O Redmi Note 15 4G está disponível a partir de R$ 1.198 na Amazon, onde acumula nota 4,9 de 5 estrelas. As avaliações de quem adquiriu o aparelho elogiam principalmente a qualidade das fotos, a bateria de longa duração e o design compacto e fino do modelo. Nas críticas, há relatos isolados de ausência de nota fiscal por parte de alguns vendedores na plataforma e de que o preço poderia ser mais competitivo em determinadas variações. Prós: AMOLED 3200 nits; câmera com OIS; ultrawide; bateria 6000 mAh; NFC; microSD 2 TB Contras: sem 5G; benchmark modesto no AnTuTu; carregamento de apenas 33 W 4. Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (512 GB) — a partir de R$ 2.032 O Redmi Note 15 Pro 5G é o modelo mais robusto da linha Note 15 lançada no Brasil e representa um salto significativo em relação ao Note 15 4G, especialmente em câmeras, bateria e resistência. A câmera principal de 200 MP usa o sensor Samsung ISOCELL S5KHPE com estabilização óptica de imagem (OIS), permitindo cinco distâncias focais diferentes em uma única lente e gravação de vídeo em 4K a 24 fps. A bateria de 6.580 mAh estreia a tecnologia de silício-carbono na linha, que promete maior densidade energética e, segundo a Xiaomi, mantém mais de 80% da capacidade mesmo após 2.000 ciclos de carga, o equivalente a mais de seis anos de uso. O modelo é indicado para quem quer o máximo da linha Note sem chegar ao território dos flagships. Redmi Note 15 Pro 5G: preço e ficha técnica do celular da Xiaomi Por baixo da tela AMOLED de 6,83 polegadas com resolução 1.5K (2.772 x 1.280 pixels), 120 Hz de taxa de atualização, brilho de 3.200 nits e Gorilla Glass Victus 2, roda o processador MediaTek Dimensity 7400-Ultra de 4 nm, octa-core de até 2,6 GHz, acompanhado por 8 GB de RAM com extensão virtual de até 16 GB. A resistência é outro ponto de destaque: o aparelho traz certificações IP66, IP68 e IP69K, protegendo contra jatos de alta pressão e imersão de até 2 metros por 24 horas. Há ainda Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, NFC, 5G e alto-falantes estéreo com Dolby Atmos. Nas avaliações do TechTudo, a bateria de silício-carbono e a câmera de 200 MP foram destacadas como os principais avanços da geração. Já o GSMArena elogia o display AMOLED com Dolby Vision e HDR10+, a autonomia de bateria expressiva e o bom desempenho da câmera principal em baixa luminosidade, mas aponta a ultrawide de 8 MP como o elo mais fraco do conjunto fotográfico e a ausência de câmera telefoto como uma limitação relevante para a faixa de preço. O Redmi Note 15 Pro 5G (512 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 2.032 na Shopee com nota de 4,9 e a partir de R$ 2.117 na Amazon. Consumidores elogiam a qualidade da câmera traseira, o custo-benefício diante das especificações entregues e a rapidez nas entregas. Nos pontos negativos, há relatos de carregamento mais lento do que o esperado para um modelo com 45 W, e um comprador na Shopee aponta que o processador Dimensity 7400-Ultra fica aquém em jogos mais exigentes quando comparado a concorrentes diretos da própria linha POCO. Prós: câmera 200 MP com OIS; IP66/68/69K; bateria SiC 6580 mAh; Wi-Fi 6; Dolby Atmos; 5G Contras: sem slot microSD; algumas funções de IA ainda sendo liberadas no Brasil 5. Xiaomi POCO X7 Pro 5G (512 GB) — a partir de R$ 2.159 Quem chega ao topo desta lista encontra o smartphone POCO X7 Pro 5G, desenvolvido com foco em desempenho para jogos e uso intensivo, prometendo um dos melhores chips disponíveis no segmento intermediário premium. O processador MediaTek Dimensity 8400-Ultra de 4 nm (TSMC), com arquitetura All-Big-Core e velocidade de até 3,25 GHz, registra cerca de 1.733.000 pontos no AnTuTu Benchmark, colocando o aparelho no nível de smartphones que custam muito mais caro. A versão de 512 GB vem com 12 GB de RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.0 para leitura e escrita ultrarrápidas. O modelo é indicado tanto para gamers que querem rodar jogos pesados no máximo de qualidade quanto para usuários que fazem multitarefa intensa ou editam vídeos no celular. Poco X7 Pro: veja preço, ficha técnica e desempenho no AnTuTu A tela AMOLED CrystalRes de 6,67 polegadas com resolução 1.5K (2.712 x 1.220 pixels), taxa de 120 Hz e brilho de 3.200 nits de pico oferece cores ricas e boa visibilidade em qualquer condição. A câmera principal é um sensor Sony IMX882 de 50 MP com OIS e abertura f/1.5, acompanhado de ultrawide de 8 MP e câmera macro de 2 MP, com gravação em 4K. A bateria de 6.000 mAh com tecnologia de silício-carbono e carregamento HyperCharge de 90 W vai de 0 a 100% em cerca de 42 minutos, com carregador incluso na caixa. A resistência IP68 fecha um conjunto premium, junto a Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4, NFC, 5G, infravermelho, Dolby Atmos e sensor de impressão digital sob a tela. Nas análises de ficha técnica do TechTudo, o modelo recebe destaque pelo sistema de refrigeração LiquidCool 4.0, que usa 10 sensores térmicos e IA para dissipar o calor durante sessões intensas de jogo, e pelo recurso WildBoost 3.0, que otimiza o desempenho gráfico durante o gameplay. Já o GSMArena classifica o hardware como o mais potente da categoria no segmento de preço, elogiando a tela AMOLED com Dolby Vision e a estabilização de vídeo, mas aponta a câmera frontal e a ultrawide como os pontos mais fracos do conjunto fotográfico. O POCO X7 Pro 5G (512 GB) pode ser encontrado a partir de R$ 2.159 na Amazon, onde acumula nota 4,9 de 5 estrelas. Entre os compradores, os elogios se concentram na fluidez do sistema, na autonomia da bateria e na velocidade de carregamento de 90 W. Nas críticas, há relatos de aparelhos entregues sem nota fiscal por parte de alguns vendedores na plataforma, carregador fora do padrão brasileiro em determinadas unidades e aquecimento acima do esperado em sessões longas de jogos pesados. Prós: Dimensity 8400-Ultra; 12 GB RAM LPDDR5X; Sony 50 MP OIS; carregamento 90 W; IP68; 5G Contras: aquecimento em jogos prolongados; sem slot microSD Com informações de Xiaomi, AnTuTu, GSMarena [1, 2, 3, 4, 5], TechTudo [1, 2, 3, 4, 5], Amazon e Shopee. Mais do TechTudo l 🎥Xiaomi 15T Pro: testamos as câmeras em uma viagem pelo RIO DE JANEIRO! Xiaomi 15T Pro: testamos as câmeras em uma viagem pelo RIO DE JANEIRO! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Qual é a marca de celular mais vendida do mundo?

24 de Abril de 2026, 00:01

A Apple é atualmente a marca de celulares mais vendida do mundo. Dados do StatCounter referentes a março deste ano apontam a empresa de Cupertino com 32,27% de participação de mercado global, o que garante a ela liderança isolada no ranking. Esse desempenho representa uma vantagem significativa sobre a Samsung, segunda colocada, indicando que a Apple vendeu cerca de 58% a mais que a concorrente no período analisado. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎iPhone 17 Pro Max: veja preço e ficha técnica do celular poderoso da Apple Segundo a Counterpoint Research, referência em análises do mercado de smartphones, os modelos mais vendidos da Apple no último trimestre de 2025 foram liderados pelo iPhone 17 Pro Max, seguido pelo iPhone 17 e pelo iPhone 17 Pro. O domínio da empresa foi reforçado pela presença de praticamente toda a linha principal entre os mais comercializados. iPhone 17 Pro Max lidera as vendas globais de smartphones no último trimestre de 2025 Rubens Achilles/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Ainda de acordo com a Counterpoint, o iPhone 17 — modelo base da nova geração — superou o desempenho de vendas do iPhone 16. Esse avanço pode ser explicado pelas melhorias introduzidas no dispositivo, como a adoção de uma tela mais fluida de 120 Hz, substituindo o antigo padrão de 60 Hz, e o aumento da capacidade de armazenamento inicial para 256 GB. Essas atualizações tornaram o aparelho mais competitivo e alinhado às expectativas atuais dos consumidores. Os fatores por trás da popularidade da Apple no mundo A Apple é uma marca globalmente reconhecida, e seus smartphones há anos figuram como objeto de desejo para milhões de consumidores. Ainda assim, explicar de forma definitiva por que a empresa é tão popular não é uma tarefa simples, especialmente quando se considera o universo de mais de 1,5 bilhão de iPhones ativos ao redor do mundo. Mesmo diante dessa complexidade, alguns fatores ajudam a compreender essa preferência consolidada, com destaque para a força da marca e a relação de confiança construída ao longo do tempo com seu público. Um dos pilares desse sucesso está no ecossistema integrado oferecido pela empresa, que conecta de maneira fluida dispositivos como smartphones, tablets, smartwatches, notebooks e fones de ouvido. Essa integração proporciona uma experiência contínua e prática, incentivando o usuário a permanecer dentro do ambiente da marca. Paralelamente, a fidelidade é fortalecida por atualizações frequentes de software e por um suporte prolongado aos produtos, características que reforçam a percepção de qualidade, longevidade e confiabilidade associadas à Apple. Ecossistema integrado da Apple impulsiona a marca com ampla variedade de produtos e experiência otimizada Reprodução/Unsplash/Jan Crhonek O momento da Apple: entre inovação, domínio de mercado e pressão competitiva Além de liderar em vendas e consolidar sua força no mercado, a Apple também se destaca em rankings de sites especializados, como o DXOMARK. Nesse cenário, o iPhone 17 Pro figura com a melhor câmera frontal do mundo e ocupa posição de destaque entre os sistemas traseiros mais avançados. No quesito bateria, o GSM Arena aponta uma evolução significativa da marca, com o iPhone 16 Plus entre as 20 melhores autonomias globais — um avanço relevante para um aspecto que já foi alvo de críticas. Apesar desses resultados positivos, a empresa ainda enfrenta desafios importantes. O aumento no custo de componentes, especialmente de memória RAM, pressiona o preço final dos aparelhos e pode impactar o volume de vendas. Além disso, diante da concorrência — sobretudo da Samsung —, a Apple ainda apresenta um pacote de Inteligência Artificial menos avançado, em um momento em que recursos inteligentes e práticos ganham cada vez mais relevância entre os consumidores. Quem é John Ternus? Conheça novo CEO da Apple e veja o que muda Outro ponto de atenção está na diversidade de formatos disponíveis em seu portfólio. Atualmente, a Apple ainda não oferece modelos com designs alternativos, como smartphones dobráveis, segmento em que outras fabricantes já se consolidaram. No entanto, esse cenário pode mudar em breve, já que, segundo informações preliminares do Macworld, a empresa deve lançar seu primeiro celular dobrável possivelmente em 2026, ampliando sua atuação nesse mercado. Apple Intelligence ainda representa um desafio estratégico para a Apple Reprodução/Shutterstock Com informações de StatCounter, Counterpoint Research, DemandSage e Macworld 🎥 Confira em detalhes um dos celulares mais vendidos no mundo! iPhone 17: saiba tudo sobre o novo celular da Apple

10 filmes que parecem simples, mas têm finais surpreendentes

23 de Abril de 2026, 06:03

Alguns filmes tem o final surpreendente justamente por esconderem reviravoltas impactantes por trás de histórias que pareciam ser simples. Nesse sentido, diversos longas-metragens se destacaram por seus finais inesperados, que costumam mudar completamente a percepção da narrativa por parte dos cinéfilos. É o caso de produções como Ilha do Medo (2010), Parasita (2019) e As Duas Faces de um Crime (1996), disponíveis em plataformas de streaming como a Netflix, o Globoplay e o Amazon Prime Video. Pensando em quem quer assistir alguns longas que prometem uma surpresa fascinante, o TechTudo reuniu 10 filmes que parecem ter um enredo simples, mas que reservam revelações memoráveis. A seguir, confira detalhes dos títulos, com mais informações sobre sinopse, elenco, notas da crítica e onde assistir. 🎬 12 filmes surpreendentes que vão dar um nó na sua cabeça 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O Sexto Sentido (1999) tem a direção de M. Night Shyamalan e é estrelado por Bruce Willis e Haley Joel Osment Reprodução/Spyglass Entertainment 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista do TechTudo, você vai encontrar os seguintes filmes: Ilha do Medo (2010): um homem investiga um sumiço em um hospital psiquiátrico isolado, confrontando sua sanidade e a realidade local. Corra! (2017): um jovem visita a família da namorada e descobre segredos sinistros por trás da hospitalidade excessiva dos anfitriões. As Duas Faces de um Crime (1996): um advogado defende um jovem acusado de assassinato, se envolvendo em uma trama de manipulação e dualidade mental. No Mundo de 2020 (1973): em um futuro distópico, um detetive investiga um crime e descobre a origem terrível do alimento que sustenta a humanidade. Os Outros (2001): uma mãe protege seus filhos fotossensíveis em uma mansão, até que eventos estranhos revelam uma realidade inesperada. Parasita (2019): uma família pobre se infiltra na rotina de uma casa luxuosa, até que um segredo na residência altera o rumo dos planos. O Sexto Sentido (1999): um psicólogo ajuda um menino que vê mortos, enquanto tenta lidar com o próprio distanciamento e traumas do passado. O Grande Truque (2006): dois mágicos rivais competem obsessivamente para criar o melhor truque, sacrificando a ética e a própria identidade. Oldboy (2003): após 15 anos de cárcere privado, um homem busca vingança e respostas sobre o seu passado em uma jornada de violência. Sobre Meninos e Lobos (2003): o assassinato de uma jovem reúne três amigos de infância, revivendo traumas e gerando suspeitas irreversíveis. 1. Ilha do Medo (2010) Ilha do Medo abre as cortinas da lista, com o longa sendo uma adaptação do livro Paciente 67, escrito por Dennis Lehane. Na trama, o detetive Teddy Daniels investiga o desaparecimento de uma assassina que fugiu de um hospital psiquiátrico em uma ilha remota, acompanhado de seu novo parceiro. O que começa como um caso relativamente direto vai se tornando cada vez mais estranho, com pistas contraditórias e comportamentos suspeitos. Aos poucos, a narrativa muda de direção e transforma a investigação em algo muito maior, surpreendendo pela forma como reconstrói tudo o que foi apresentado. Direção: Martin Scorsese (Assassinos da Lua das Flores) Elenco: Leonardo DiCaprio (Titanic), Mark Ruffalo (De Repente 30), Ben Kingsley (Nosso Amigo Extraordinário) e Michelle Williams (Dawson's Creek) Notas da crítica: 8,2 pelo IMDb e 69% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Netflix e Mercado Play Estrelado por Leonardo DiCaprio, o filme Ilha do Medo exibe um dos finais mais enigmáticos dos últimos anos no cinema Reprodução/The Movie Database 2. Corra! (2017) Um filme de terror e suspense psicológico notável dos últimos anos no cinema, Corra! segue Chris Washington, um jovem que vai conhecer a família da namorada em um fim de semana no interior. No início, a situação parece apenas um encontro desconfortável, com interações estranhas e comentários fora de lugar. No entanto, com o passar das horas, Chris percebe que há de algo errado com as pessoas ao seu redor. O filme cresce aos poucos e revela um arco inesperado, alterando o sentido daquela visita aparentemente comum. Direção: Jordan Peele (Não! Não Olhe!) Elenco: Daniel Kaluuya (Black Mirror), Allison Williams (Se Não Fosse Você), Lakeith Stanfield (Atlanta) e Catherine Keener (Quero Ser John Malkovich) Notas da crítica: 7,8 pelo IMDb e 98% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Amazon Prime Video Corra! foi indicado para quatro categorias do Oscar 2018, tendo conquistado o prêmio de Melhor Roteiro Original (com Jordan Peele) Reprodução/IMDb 3. As Duas Faces de um Crime (1996) Baseado no livro Primal Fear, escrito por William Diehl, As Duas Faces de um Crime supostamente aborda um drama jurídico tradicional, em que um advogado assume a defesa de um jovem acusado de assassinar um arcebispo. Durante o processo, o caso parece seguir um caminho previsível, com depoimentos e estratégias típicas de tribunal. No entanto, à medida que a narrativa avança, novas camadas surgem e alteram a percepção do espectador. Nesse contexto, o desfecho reconfigura completamente o que parecia ser um julgamento comum. Direção: Gregory Hoblit (Alta Frequência) Elenco: Richard Gere (Sempre ao Seu Lado), Edward Norton (Glass Onion: Um Mistério Knives Out), Laura Linney (Animais Noturnos) e Andre Braugher (Brooklyn 99) Notas da crítica: 7,7 pelo IMDb e 77% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Amazon Prime Video (via compra) As Duas Faces de um Crime rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Edward Norton em 1997 Divulgação/IMDb 4. No Mundo de 2020 (1973) Conhecido por ter projetado com sucesso alguns problemas da atualidade, No Mundo de 2020 é ambientado no ano de 2022, em um cenário de superpopulação e escassez de recursos, com os ricos obtendo inúmeros privilégios. Nessa realidade, o policial Robert Thorn é o investigador responsável por apurar uma situação específica. Desse modo, o enredo se desenvolve como um suspense relativamente pragmático, focado em descobrir a verdade por trás de um crime. No entanto, as peças vão se encaixando e a revelação final muda totalmente a forma como aquele mundo distópico é compreendido. Direção: Richard Fleischer (Conan - O Destruidor) Elenco: Charlton Heston (Ben-Hur), Edward G. Robinson (Paixões em Fúria), Leigh Taylor-Young (O Domínio do Olhar) e Brock Peters (O Sol É para Todos) Notas da crítica: 7,0 pelo IMDb e 70% de classificação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Claro TV+ e Amazon Prime Video (via compra ou aluguel) No Mundo de 2020 combina elementos de ficção científica com suspense distópico, com a trama percorrendo também como um mistério policial Reprodução/MGM Studios 5. Os Outros (2001) Mesclando o gótico com o terror psicológico, Os Outros parece, à primeira vista, uma história clássica de casa assombrada. No enredo, situado após a Segunda Guerra Mundial, Grace Stewart vive em uma mansão isolada com seus dois filhos, ambos portadores de uma doença que os impede de receber luz solar direta. A rotina é alterada pela chegada de novos empregados domésticos e pela ocorrência de eventos inexplicáveis pela casa, como portas que se abrem sozinhas e barulhos estranhos. Conforme o mistério se intensifica, a história sugere algo além do óbvio e redefine a lógica dos acontecimentos. Direção: Alejandro Amenábar (Mar Adentro) Elenco: Nicole Kidman (Scarpetta), Christopher Eccleston (True Detective), Fionnula Flanagan (Quatro Irmãos) e Alakina Mann (Moça com Brinco de Pérola) Notas da crítica: 7,6 pelo IMDb e 81% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Claro TV+ Estrelado pela atriz Nicole Kidman, Os Outros é um filme espanhol de terror psicológico dirigido pelo chileno Alejandro Amenábar Reprodução/IMDb 🎬Gosta de plot twist? Os 15 filmes com maiores plot twists da história do cinema 12 filmes com plot twists muito bons, mas que você nunca assistiu Os 10 melhores doramas com plot twists surpreendentes 30 filmes com plot twists incríveis que nunca são esquecidos 15 filmes com plot twists inesquecíveis que vão surpreender você 12 animes com plot twist bons que você deveria assistir agora mesmo 12 filmes do Prime Video com finais surpreendentes que vão te deixar chocado 10 novelas com plot twists que deixaram todo noveleiro 'chocado' 12 filmes de terror com plot twist para assistir e se surpreender Conheça 10 séries com plot twists tão bons que enganaram todo mundo 6. Parasita (2019) O filme sul-coreano de suspense se apresenta inicialmente como uma história simples sobre duas famílias de realidades opostas. A trama foca na família mais pobre, que se infiltra na rotina de uma casa de ricos, assumindo, aos poucos, diferentes funções dentro do local. Por outro lado, apesar da situação entregar momentos quase cômicos, a residência de alta classe traz inúmeros mistérios. Consequentemente, a narrativa muda de tom e as revelações inusitadas mudam drasticamente o rumo da história. 🍿Onde assistir a Parasita? Veja elenco e trailer do filme ganhador do Oscar Direção: Bong Joon-ho (Mickey 17) Elenco: Song Kang-ho (O Expresso do Amanhã), Jang Hye-jin (Crash Landing On You), Choi Woo-sik (Okja), Park So-dam (The Priests) e Lee Sun-kyun (My Mister) Notas da crítica: 8,5 pelo IMDb e 99% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Netflix, Globoplay e Amazon Prime Video (via Telecine) Primeiro filme não falado em inglês a vencer o Oscar de Melhor Filme, Parasita ganhou outros três prêmios na edição de 2020, incluindo Melhor Direção (com Bong Joon-ho) Reprodução/IMDb 7. O Sexto Sentido (1999) Clássico dos plot twists famosos, O Sexto Sentido começa como um drama envolvendo o psicólogo infantil Malcolm Crowe e um garoto chamado Cole, que apresenta comportamentos incomuns, como visões inexplicáveis. O que parece ser um estudo de caso convencional sobre traumas e medos infantis ganha camadas sombrias conforme Malcolm se aprofunda no isolamento de Cole. Além disso, a revelação final do longa reorganiza redondamente a narrativa e muda a forma como cada cena anterior é interpretada. Direção: M. Night Shyamalan (Fragmentado) Elenco: Bruce Willis (franquia Duro de Matar), Haley Joel Osment (The Boys), Toni Collette (Pequena Miss Sunshine) e Olivia Williams (Duna: A Profecia) Notas da crítica: 8,2 pelo IMDb e 86% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: Disney+ O Sexto Sentido foi nomeado para as categorias de Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante (com Haley Joel Osment) e Melhor Roteiro Original, além de outras três estatuetas Reprodução/IMDb 8. O Grande Truque (2006) Adaptação da obra The Prestige, escrito pelo britânico Christopher Priest, O Grande Truque se centra na rivalidade entre Robert e Alfred, dois amigos mágicos que competem entre si como ilusionistas durante o século XIX, em Londres. Nessa disputa, a concorrência vai ficando cada vez mais crescente entre os protagonistas, que tentam superar um ao outro com truques extremamente complexos. A busca pela perfeição vira uma obsessão perigosa, com sacrifícios e segredos, e o longa revela um desfecho onde nada é o que parece. 🎩O Grande Truque: entenda final explicado e 'plot twist' do filme Direção: Christopher Nolan (Oppenheimer) Elenco: Hugh Jackman (Deadpool & Wolverine), Christian Bale (O Pálido Olho Azul), Michael Caine (Interestelar) e Scarlett Johansson (Asteroid City) Notas da crítica: 8,5 pelo IMDb e 77% de aprovação pelo Rotten Tomatoes Onde assistir: HBO Max, Claro TV+ e Amazon Prime Video (via HBO Max, compra ou aluguel) O Grande Truque foi nomeado para as estatuetas de Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte no Oscar 2007 Reprodução/IMDb 9. Oldboy (2003) Baseado no mangá de mesmo nome escrito por Garon Tsuchiya, Oldboy gira em torno de Oh Dae-su, um homem comum que é sequestrado e mantido em cativeiro por 15 anos sem qualquer explicação. Após ser libertado repentinamente, ele decide investigar quem está por trás disso e os motivos que levaram ao acontecimento. Nesse contexto, o que parece ser uma jornada de vingança sangrenta e frenética se torna um quebra-cabeça psicológico angustiante. Assim, à medida que o protagonista se aproxima da verdade, o enredo caminha para uma revelação chocante e devastadora. 🍿Oldboy: veja sinopse, elenco e onde assistir ao filme de ação coreano Direção: Park Chan-wook (A Criada) Elenco: Choi Min-sik (A Próxima Aposta), Kang Hye-jung (Lady Vingança), Yoo Ji-tae (Vigilante) e Yoo Yeon-seok (Dr. Romântico) Notas da crítica: 8,3 no IMDb e 82% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: MUBI e Amazon Prime Video (via MUBI) Um filme sul-coreano prestigiado dos anos 2000, Oldboy adapta o mangá homônimo escrito por Garon Tsuchiya Reprodução/The Movie Database 10. Sobre Meninos e Lobos (2003) Para encerrar, temos Sobre Meninos e Lobos, baseado no livro homônimo, que é mais uma história escrita por Dennis Lehane. Na trama, o assassinato da filha de Jimmy Markum reúne três amigos de infância cujas vidas foram marcadas por um trauma compartilhado no passado. Enquanto Sean investiga o crime e Dave se torna o principal suspeito, a tensão cresce em uma comunidade ferida. Nesse cenário, apesar do tom indicar um típico thriller policial de investigação, a história se desenvolve e as relações entre os personagens ilustram camadas mais profundas, questionando-se o peso de certas escolhas. Direção: Clint Eastwood (Cartas de Iwo Jima) Elenco: Sean Penn (Uma Batalha Após a Outra), Tim Robbins (Silo), Kevin Bacon (Sereias) e Laurence Fishburne (franquia John Wick) Notas da crítica: 7,9 pelo IMDb e 89% de aprovação no Rotten Tomatoes Onde assistir: HBO Max, Claro TV+ e Amazon Prime Video (via HBO Max, compra ou aluguel) Sobre Meninos e Lobos foi indicado para seis categorias do Oscar 2004, vencendo os prêmios de Melhor Ator (com Sean Penn) e Melhor Ator Coadjuvante (com Tim Robbins) Reprodução/IMDb Com informações de IMDb (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) e Rotten Tomatoes (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10) 🎥Filmes que mundo viu — menos você! Filmes que mundo viu — menos você! Initial plugin text

12 animes populares que você precisa assistir pelo menos uma vez

23 de Abril de 2026, 05:05

Diversos animes populares deixaram de ser um nicho para se transformarem em fenômenos globais. Com a combinação de personagens marcantes e tramas que te prendem do início ao fim, alguns clássicos se tornaram paradas obrigatórias para otakus e futuros otakus. Entre os grandes sucessos que definiram gerações, títulos como Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009), Attack on Titan (2013) e Naruto (2002), disponíveis em plataformas como o Crunchyroll e a Netflix, continuam sendo referências para qualquer fã. Com isso, pensando em quem deseja dar uma chance ao mundo dos animes ou até mesmo nos otakus que ainda não conhecem algumas produções consagradas, o TechTudo reuniu 12 animes populares para assistir pelo menos uma vez. A seguir, confira mais detalhes sobre os títulos, com informações de sinopse, elenco, notas da crítica, temporadas e episódios. 🎬 12 bons animes em que o protagonista morre e revive depois 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Reunindo elementos dos gêneros mecha, shounen e seinen, Neon Genesis Evangelion é considerado um anime diferenciado, explorando vários temas profundos Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Nessa lista do TechTudo, você vai encontrar os seguintes 12 animes: Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009): os irmãos Elric usam alquimia e buscam a Pedra Filosofal para recuperar seus corpos em uma jornada sobre sacrifícios. Attack on Titan (2013): Eren Jaeger deseja exterminar os Titãs, criaturas gigantes que devoram humanos e cercam as últimas muralhas da Terra. Naruto (2002): o jovem Naruto busca virar Hokage para ser aceito, superando o preconceito de carregar uma fera poderosa em seu corpo. Hunter x Hunter (2011): Gon Freecss enfrenta um exame perigoso para se tornar um Hunter e encontrar seu pai, um lendário caçador desaparecido. Death Note (2006): Light Yagami usa um caderno para matar criminosos, iniciando um duelo mental contra o detetive L por sua visão de lei One Piece (1999): Luffy e sua tripulação pirata navegam pelos mares em busca do tesouro lendário para ele se tornar o Rei dos Piratas. Chainsaw Man (2022): após se fundir com seu pet demônio, Denji vira um híbrido de motosserra e caça monstros para uma agência de segurança. Dragon Ball Z (1989): Goku descobre sua origem alienígena e protege a Terra de ameaças poderosas, honrando seu destino como um guerreiro Z. Demon Slayer (2019): Tanjirō se torna um caçador de demônios para curar sua irmã e vingar a família massacrada por criaturas da noite. Neon Genesis Evangelion (1995): Shinji pilota robôs biomecânicos contra os Anjos enquanto lida com traumas psicológicos e o fim da própria humanidade. Jujutsu Kaisen (2020): Yuji Itadori engole um dedo amaldiçoado e entra para uma escola de feitiçaria para conter o perigoso Rei das Maldições. Dandadan (2024): uma fã de fantasmas e um nerd de alienígenas unem forças contra o sobrenatural após ganharem estranhos poderes reais. 1. Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009) Vamos começar nossa lista com Fullmetal Alchemist: Brotherhood, baseado no mangá Fullmetal Alchemist, escrito pela mangaká Hiromu Arakawa. Na trama, Edward e Alphonse Elric são dois irmãos alquimistas que estão em uma missão para recuperar seus corpos (ou parte deles), após uma tentativa fracassada de ressuscitar a mãe com alquimia. Para contornar essa realidade, eles buscam encontrar um artefato lendário: a Pedra Filosofal. Contudo, a ferramenta está envolvida em uma teia de corrupções e os irmãos encaram inimigos e outras ameaças poderosas nessa aventura. Temporadas: 1 Episódios: 64 Nota no MyAnimeList: 9.11 Elenco original de vozes: Romi Park (Deadman Wonderland), Rie Kugimiya (Gintama), Megumi Takamoto (Negima!) e Shinichirō Miki (Bleach) Onde assistir: Netflix, Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Fullmetal Alchemist: Brotherhood é a saga dos irmãos Ed e Al para encontrar a pedra filosofal Divulgação/Amazon Prime Video 2. Attack on Titan (2013) Attack on Titan é uma adaptação do mangá Shingeki no Kyojin produzido pelo mangaká Hajime Isayama. O enredo é ambientado em um mundo onde a humanidade vive cercada por muralhas para se proteger dos ataques de Titãs, criaturas gigantescas amedrontadoras que devoram humanos e ameaçam causar uma devastação ainda mais intensa. Nesse cenário, dominado pelo desejo de vingança após as destruições e fatalidades causadas por esses seres, o jovem Eren Jeager determina seu objetivo: exterminar cada um dos Titãs existentes. 🍿Quantos episódios tem Attack on Titan? Veja lista com melhores e mais Temporadas: 4 Episódios: 94 Nota no MyAnimeList: 8.57 Elenco original de vozes: Yūki Kaji (Strike the Blood), Yui Ishikawa (Violet Evergarden), Marina Inoue (Tengen Toppa Gurren-Lagann) e Hiroshi Kamiya (Kuroko no Basket) Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Attack on Titan é baseado no mangá Shingeki no Kyojin e seu enredo é protagonizado pelo personagem Eren Jeager Reprodução/MAPPA 3. Naruto (2002) O icônico anime é baseado no mangá homônimo escrito pelo mangaká Masashi Kishimoto e gira em torno de Naruto Uzumaki, um jovem ninja que sonha em se tornar o líder da vila de Konoha e conquistar o reconhecimento de todos. Rejeitado desde a infância, ele carrega dentro de si a Raposa de Nove Caudas, uma poderosa entidade que atacou a aldeia anos antes e torna o protagonista um alvo de medo e preconceito. Por outro lado, Naruto está determinado a construir seu próprio caminho como ninja e aprende lições sobre superação e companheirismo no mundo shinobi. 🦊Naruto: veja episódios fillers do clássico, Shippuden e arcos do anime Temporadas: 5 Episódios: 220 Nota no MyAnimeList: 8.02 Elenco original de vozes: Junko Takeuchi (Inazuma Eleven), Chie Nakamura (Anne Shirley), Noriaki Sugiyama (Mob Psycho 100) e Kazuhiko Inoue (Cyberpunk: Mercenários) Onde assistir: Netflix, Crunchyroll, HBO Max, Mercado Play e Amazon Prime Video (via HBO Max) Personagem-título do anime, Naruto é um garoto ninja de estilo inusitado e que possui o sonho de se tornar um Hokage Reprodução/Studio Pierrot 4. Hunter x Hunter (2011) Adaptação do mangá homônimo produzido pelo mangaká Yoshihiro Togashi, Hunter x Hunter acompanha Gon Freecss, um garoto que decide se tornar um Caçador (Hunter) para encontrar seu pai desaparecido, considerado um dos maiores caçadores do mundo. Para isso, ele precisa enfrentar um exame rigoroso e desafios que testam suas habilidades físicas e mentais. Ao longo de uma jornada árdua, Gon faz amizades valiosas e enfrenta adversários imprevisíveis, em meio aos conflitos cada vez mais complexos que passam pelo caminho do protagonista. 🍿Quantos episódios tem Hunter x Hunter? Veja lista com fillers e mais Temporadas: 6 Episódios: 148 Nota no MyAnimeList: 9.03 Elenco original de vozes: Megumi Han (Barakamon), Mariya Ise (Nanatsu no Taizai), Miyuki Sawashiro (Rosa de Versalhes) e Keiji Fujiwara (Log Horizon) Onde assistir: Netflix e Mercado Play O protagonista de Hunter x HUnter é Gon, um garoto que pretende ser um Caçador para poder reencontrar o pai Divulgação/Crunchyroll 5. Death Note (2006) Death Note é baseado no mangá de mesmo nome produzido por Tsugumi Ohba e centra sua história em Light Yagami, um jovem estudante que encontra um caderno enigmático capaz de matar qualquer pessoa, bastando escrever o nome correspondente. Com essa habilidade nas mãos, Light decide eliminar os criminosos do planeta e criar um novo mundo sob sua visão de justiça. No entanto, suas ações chamam a atenção de um detetive conhecido como L. A partir daí, se inicia um jogo de inteligência e estratégias entre os dois. 📓Quantos episódios tem Death Note? Veja lista completa com melhores e mais Temporadas: 1 Episódios: 37 Nota no MyAnimeList: 8.62 Elenco original de vozes: Mamoru Miyano (Free!), Kappei Yamaguchi (InuYasha), Aya Hirano (Fairy Tail) e Shidō Nakamura (Pokémon: Giratina e o Cavaleiro do Céu) Onde assistir: Netflix, Crunchyroll, HBO Max, Mercado Play e Amazon Prime Video (via HBO Max) Death Note: o conflito cental do anime é entre Light Yagami e L, com direito a embates psicológicos e discursivos entre os personagens Reprodução/Madhouse 6. One Piece (1999) Baseado no mangá homônimo escrito pelo mangaká Eiichiro Oda, One Piece segue Monkey D. Luffy, um jovem pirata que sonha em encontrar o tesouro deixado pelo lendário pirata Gol D. Roger na Grand Line e assim, se tornar o Rei dos Piratas. Dono de poderes elásticos após comer uma Gomu Gomu no Mi (Fruta da Borracha), Luffy resolve partir para uma grande aventura pelos mares atrás do seu sonho. Dessa maneira, o protagonista se junta à Zoro, Nami, Usopp e Sanji e forma uma tripulação deveras inusitada e diversa. 🍿One Piece: veja episódios fillers do anime e como assistir sem Temporadas: 21 Episódios: 1155 (até o momento) Nota no MyAnimeList: 8.73 Elenco original de vozes: Mayumi Tanaka (Sakura Wars), Akemi Okamura (Porco Rosso: O Último Herói Romântico), Kazuya Nakai (Blue Exorcist) e Kappei Yamaguchi Onde assistir: Netflix, Crunchyroll, HBO Max e Amazon Prime Video (via HBO Max) Protagonista de One Piece, Luffy é um garoto que comeu a fruta da borracha e sonha em ser o Rei dos Piratas Divulgação/IMDb 🍿 Quer conhecer outras opções de animes? 30 melhores animes isekai de todos os tempos cheios de reencarnação e magia 30 melhores animes seinen para assistir agora no streaming 10 animes tão bons que deixam muitas séries famosas 'no chinelo' 12 animes populares para assistir no streaming agora mesmo 12 bons animes com protagonistas femininas para dar uma chance e assistir 12 animes com protagonista overpower do Crunchyroll para assistir 12 bons animes que o protagonista é overpower, mas finge ser fraco 12 animes isekai com protagonista overpower para assistir no Crunchyroll 12 animes em que o protagonista é traído e fica overpower 12 animes com plot twist bons que você deveria assistir agora mesmo 7. Chainsaw Man (2022) Adaptado do mangá de mesmo nome escrito por Tatsuki Fujimoto, Chainsaw Man conta a história de Denji, um jovem endividado que sobrevive caçando demônios ao lado de Pochita, um pequeno demônio-serra com quem divide cada refeição escassa. Após uma ocasião que o leva a ser traído inesperadamente, o protagonista renasce ao se fundir com Pochita e se torna o "Chainsaw Man", um demônio com motosserras. Nesse contexto, ele é recrutado por uma organização e passa a lutar contra ameaças poderosas, enquanto também busca por uma vida melhor. 🪚Chainsaw Man: veja trailer, personagens e onde assistir ao anime Temporadas: 1 Episódios: 12 Nota no MyAnimeList: 8.43 Elenco original de vozes: Kikunosuke Toya (Black Butler), Tomori Kusunoki (Tiger & Bunny), Fairouz Ai (Tokyo Revengers) e Shōgo Sakata (Fire Force) Onde assistir: Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) No anime Chainsaw Man, o protagonista Denji se torna uma criatura metade homem, metade demônio com motosserras Divulgação/IMDb 8. Dragon Ball Z (1989) Sequência da primeira parte da saga, Dragon Ball Z é baseado no mangá Dragon Ball, escrito e ilustrado pelo mangaká Akira Toriyama. No enredo, anos após vencer o Torneio de Artes Marciais, Goku está aparentemente vivendo em paz com sua família. Entretanto, após a chegada de um guerreiro especial chamado Raditz, o protagonista descobre que é um ser da raça alienígena sayajin, enviado à Terra para destruir a humanidade. Apesar disso, Goku promete lutar contra qualquer um que seja uma ameaça à existência dos humanos no planeta. 🐉Dragon Ball: relembre 8 personagens marcantes criados por Akira Toriyama Temporadas: 9 Episódios: 291 Nota no MyAnimeList: 8.21 Elenco original de vozes: Masako Nozawa (Hamtaro), Ryô Horikawa (Yu Yu Hakusho), Hiromi Tsuru (Yu-Gi-Oh! GX) e Toshio Furukawa (Soul Eater) Onde assistir: Crunchyroll Baseado no mangá de Akira Toriyama, Dragon Ball Z ilustra Goku e seus amigos em várias batalhas intensas Reprodução/Toei Animation 9. Demon Slayer (2019) Demon Slayer é baseado no mangá Kimetsu no Yaiba, escrito e ilustrado pela mangaká Koyoharu Gotouge. Nessa história, Tanjirō Kamado é um jovem bondoso que vê sua vida ser devastada após sua família ser massacrada por demônios. A única sobrevivente é sua irmã Nezuko, que acaba transformada em uma criatura sedenta de sangue, mas ainda possui sentimentos humanos. Decidido a curá-la, ele se torna um caçador de demônios, dominando a Respiração da Água e enfrentando os Doze Kizuki. Ao lado de seus amigos, Tanjirō busca vingança contra o terrível Muzan Kibutsuji. 👹Quantos episódios tem Demon Slayer? Veja guia com personagens e mais Temporadas: 4 Episódios: 63 Nota no MyAnimeList: 8.41 Elenco original de vozes: Natsuki Hanae (Tokyo Ghoul), Akari Kitō (Clasroom of the Elite), Hiro Shimono (My Hero Academia) e Yoshitsugu Matsuoka (SK8 the Infinity) Onde assistir: Netflix, Crunchyroll e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Demon Slayer é baseado no mangá Kimetsu no Yaiba e seu protagonista é Tanjirō, um jovem guerreiro que busca salvar a irmã de uma maldição Divulgação/Crunchyroll 10. Neon Genesis Evangelion (1995) Neon Genesis Evangelion é baseado no mangá de mesmo nome, escrito e ilustrado pelo mangaká Yoshiyuki Sadamoto. Nessa trama, Shinji Ikari é um adolescente solitário convocado por seu pai distante para pilotar uma unidade biomecânica gigante conhecida como EVA. A humanidade enfrenta a ameaça de seres misteriosos chamados Anjos, que buscam causar o Terceiro Impacto. Nesse cenário, ao lado de Rei e Asuka, Shinji deve lidar com traumas psicológicos e segredos da organização Nerv, enquanto a batalha pela sobrevivência apresenta dilemas existenciais profundos. Temporadas: 1 Episódios: 26 Nota no MyAnimeList: 8.37 Elenco original de vozes: Megumi Ogata (Sakura Card Captors), Megumi Hayashibara (Shurato), Yūko Miyamura (Berserk) e Kotono Mitsuishi (Sailor Moon) Onde assistir: Netflix Neon Genesis Evangelion é um dos animes mais aclamados entre os fãs do gênero mecha Reprodução/TV Tokyo 11. Jujutsu Kaisen (2020) Baseado no mangá homônimo escrito pelo mangaká Gege Akutami, Jujutsu Kaisen segue Yuji Itadori, um estudante atlético que tem sua vida transformada ao ingerir um dedo amaldiçoado de Ryomen Sukuna, o Rei das Maldições. Para conter essa ameaça milenar, ele ingressa na Escola Secundária de Jujutsu de Tóquio sob a tutela de Satoru Gojo. Ao lado de seus novos companheiros Megumi e Nobara, Yuji enfrenta maldições perigosas enquanto busca coletar os fragmentos restantes de Sukuna e evitar o caos no mundo humano. 🔍Quantos episódios tem Jujutsu Kaisen? Veja lista com melhores, fillers e mais Temporadas: 3 Episódios: 59 (até o momento) Nota no MyAnimeList: 8.51 Elenco original de vozes: Junya Enoki (Star Wars: Visions), Yuma Uchida (Boruto), Yuichi Nakamura (JoJo's Bizarre Adventure) e Asami Seto (Overlord) Onde assistir: Netflix, Crunchyroll, HBO Max, Globoplay e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) ujutsu Kaisen conta com Yuji Itadori como protagonista, um jovem que carrega o "Rei das Maldições" dentro de si Reprodução/Crunchyroll 12. Dandadan (2024) Por fim, Dandadan é uma adaptação do mangá de mesmo nome escrito e ilustrado pelo mangaká Yukinobu Tatsu. Na trama, Momo Ayase acredita em fantasmas, enquanto seu colega Ken Takakura, o Okarun, é obcecado por alienígenas. Após um desafio para provar quem está certo, ambos descobrem que as duas ameaças são reais e assustadoras. Diante disso, Momo desperta poderes psíquicos e Okarun é amaldiçoado por uma entidade bizarra, os forçando a trabalhar juntos. Em uma jornada insana e cômica, eles enfrentam seres sobrenaturais e extraterrestres para recuperar algo perdido. 🍿Quantos episódios tem DanDaDan? Veja guia com personagens e mais Temporadas: 2 Episódios: 24 (até o momento) Nota no MyAnimeList: 8.42 Elenco original de vozes: Shion Wakayama (Lazarus), Natsuki Hanae, Ayane Sakura (Black Clover) e Kaito Ishikawa (Haikyu!!) Onde assistir: Netflix, Crunchyroll, HBO Max e Amazon Prime Video (via Crunchyroll) Sucesso mais recente do mundo dos animes, Dandadan tem como protagonistas os personagens Momo Ayase e Ken "Okarun" Takakura Reprodução/IMDb Com informações de MyAnimeList (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12) 🎥Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Essas séries traumatizantes chocaram o TechTudo Saiba mais Initial plugin text

12 melhores filmes de ficção científica para assistir agora mesmo no Disney+

23 de Abril de 2026, 04:02

Os filmes de ficção científica disponíveis no Disney+ conquistam o público ao explorar mundos além da imaginação e no streaming esse universo se expande com um catálogo que reúne produções que vão de clássicos consagrados a sucessos mais recentes. Esse é o caso de obras como Alien, o 8.º Passageiro (1979), Independence Day (1996) e Ad Astra - Rumo às Estrelas (2019), perfeitas para quem busca desde aventuras épicas até histórias mais provocativas sobre o futuro da humanidade. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com 12 dos melhores filmes de ficção científica disponíveis no Disney+, baseada nas maiores notas dos agregadores IMDb e Rotten Tomatoes, para você escolher o próximo título da sua maratona. Confira! 🎬 10 filmes de ficção científica que deixam Interestelar 'no chinelo' 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Avatar (2009) é o primeiro filme da franquia. Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Nesta lista do TechTudo, você encontrará: Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (1977) - 8.6: Jovem embarca em jornada épica para ajudar a derrotar um império galáctico opressor; Alien, o 8.º Passageiro (1979) - 8.5: Tripulação espacial enfrenta criatura mortal dentro da nave; Wall-E (2008) - 8.4: Robô solitário na Terra encontra propósito ao conhecer uma nova missão; O Planeta dos Macacos (1968) - 8: Astronauta descobre um mundo dominado por macacos inteligentes durante missão; Avatar (2009) - 7.9: Humano se integra a povo alienígena e questiona sua própria missão; O Predador (1987) - 7.8: Soldados enfrentam caçador alienígena letal na selva; A Mosca (1986) - 7.6: Experimento científico dá errado e transforma homem em criatura grotesca; Sunshine - Alerta Solar (2007) - 7.2: Grupo de astronautas tentam reacender o Sol em missão desesperada; Independence Day (1996) - 7: Humanidade se une para lutar contra invasão alienígena global; Inimigo Meu (1985) - 6.9: Humano e alienígena criam laço inesperado em planeta hostil; Tron - O Legado (2010) - 6.8: Jovem entra em mundo digital para encontrar seu pai desaparecido; Ad Astra - Rumo às Estrelas (2019) - 6.5: Astronauta viaja ao espaço para encontrar o pai desaparecido e salvar a Terra. 1. Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (1977) Dando início com um verdadeiro marco da cultura pop, a trama acompanha Luke Skywalker, um jovem do planeta desértico Tatooine que sonha com uma vida além de sua rotina. Mas tudo muda quando ele cruza o caminho de um mestre Jedi e passa a se envolver diretamente na luta da Aliança Rebelde contra o poderoso Império Galáctico. Estrelam o filme Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança os atores Mark Hamill (A Longa Marcha: Caminhe ou Morra) e Harrison Ford (Falando a Real). 💫Star Wars: veja ordem cronológica dos filmes e séries da saga Direção: George Lucas Duração: 2h 1m Notas: 8,6 no IMDb e 94% de aprovação no Rotten Tomatoes Star Wars: Episódio IV: Uma Nova Esperança é um dos longas mais populares da franquia Reprodução/IMDb 2. Alien, o 8.º Passageiro (1979) - 8.5 Em uma mescla de ficção científica com terror, a narrativa aqui se passa dentro de uma nave espacial que, após atender a um misterioso sinal de socorro, acaba sendo invadida por uma criatura extraterrestre desconhecida e extremamente letal. Agora, os tripulantes precisam lutar pela sobrevivência enquanto são caçados um a um nos corredores claustrofóbicos da nave. No elenco de Alien, o 8.º Passageiro, destacam-se Sigourney Weaver (O Mistério dos Escavadores) e Tom Skerritt (A Leste das Montanhas). 🍿Alien: veja ordem cronológica e onde assistir aos 9 filmes da franquia Direção: Ridley Scott Duração: 1h 57m Notas: 8,5 no IMDb e 93% de aprovação no Rotten Tomatoes Alien, o 8.º Passageiro é considerado até hoje um clássico do cinema Reprodução/IMDb 3. Wall-E (2008) - 8.4 E para quem gosta de animações, esta aqui da Pixar promete muitos momentos de reflexão. Isso porque a trama, dublada pelos artistas Ben Burtt (Making Waves: A Arte do Som Cinematográfico) e Elissa Knight (Universidade Monstros), gira em torno do personagem-título, um robô solitário que é responsável por limpar a Terra, que foi abandonada e tomada por lixo. Entretanto, tudo muda quando ele conhece uma robô enviada em uma missão especial, dando início a uma jornada que pode transformar o destino da humanidade para sempre, mais uma vez. Direção: Andrew Stanton Duração: 1h 38m Notas: 8,5 no IMDb e 93% de aprovação no Rotten Tomatoes A animação Wall-E é um dos grandes sucessos originais da Disney Reprodução/IMDb 4. O Planeta dos Macacos (1968) - 8 Com direito a muita aventura do começo ao fim, a trama aqui segue um grupo de astronautas que cai em um planeta desconhecido onde os macacos são a espécie dominante e os humanos vivem como seres primitivos. E é a partir desse evento que George Taylor e seus companheiros tentam sobreviver ao mesmo tempo que buscam entender esse novo mundo. Vale lembrar ainda que o time de atuação do longa-metragem O Planeta dos Macacos é composto por nomes como Charlton Heston (Os Dez Mandamentos) e Roddy McDowall (A Hora do Espanto). 🐵Planeta dos Macacos: veja ordem cronológica e onde assistir aos 10 filmes Direção: Franklin J. Schaffner Duração: 1h 52m Notas: 8 no IMDb e 8,6% de aprovação no Rotten Tomatoes Franquia começou em 1968, com o lançamento de Planeta dos Macacos Reprodução/The Movie Database 5. Avatar (2009) - 7.9 Considerada a maior bilheteria de todos os tempos da história do cinema, esta obra se passa em Pandora, um planeta alienígena rico em recursos naturais e habitado por uma espécie nativa, chamada Na'vi. E é nesse contexto, que o ex-fuzileiro Jake Sully passa a controlar um avatar para interagir com os habitantes locais, mas, ao se aproximar desse povo, ele começa a questionar sua missão. O cast do filme americano Avatar é formado por Sam Worthington (Relay - Contrato Perigoso) e Zoë Saldaña (Guardiões da Galáxia). 🍿Avatar: 7 curiosidades sobre a franquia com a maior bilheteria do cinema Direção: James Cameron Duração: 2h 42m Notas: 7,9 no IMDb e 81% de aprovação no Rotten Tomatoes O revolucionário Avatar é o atual dono da marca de maior bilheteria da história dos cinemas Reprodução/Disney 6. O Predador (1987) - 7.8 Com direito a muita ação do começo ao fim, a trama aqui acompanha uma missão militar de resgate em uma selva remota da América Central. Lá, um grupo de soldados de elite acaba enfrentando algo muito além do que esperava ao perceber que está sendo caçado por uma presença invisível e tecnologicamente superior. O filme americano O Predador é protagonizado pelos artistas Arnold Schwarzenegger (O Exterminador do Futuro) e Carl Weathers (Creed: Nascido para Lutar). Direção: John McTiernan Duração: 1h 47m Notas: 7,8 no IMDb e 64% de aprovação no Rotten Tomatoes O ator Arnold Schwarzenegger em famosa cena do filme O Predador Reprodução/IMDb 🍿Curte ficção científica? 10 filmes de ficção científica que deixam Interestelar 'no chinelo' Os 30 melhores filmes de ficção científica de todos os tempos 10 filmes de ficção científica 'esquecidos' ideais para quem já assistiu tudo 10 filmes de ficção científica para assistir e nunca mais ser o mesmo 10 filmes de ficção científica que vão te fazer questionar a realidade 12 filmes de ficção científica para assistir antes de morrer 12 filmes de ficção científica clássicos obrigatórios para todo fã do gênero 12 filmes de ficção científica com ação que valem a pena assistir 12 filmes de ficção científica com viagem no tempo que valem a pena assistir 7. A Mosca (1986) - 7.6 Seguindo dentro do subgênero de body horror, a trama deste longa promete surpreender. Isso porque nela acompanhamos a história de Seth Brundle, um cientista brilhante que realiza um experimento de teletransporte que promete revolucionar a ciência. No entanto, o procedimento sai do controle quando ele acidentalmente se funde com uma mosca dentro da máquina, o que desencadeia uma transformação aterrorizante. O filme A Mosca é estrelado por Jeff Goldblum (Desejo de Matar) e Geena Davis (Uma Equipe Muito Especial). Direção: David Cronenberg Duração: 1h 36m Notas: 7,6 no IMDb e 94% de aprovação no Rotten Tomatoes A Mosca é considerado um clássico do subgênero body horror dentro do terror Reprodução/Rotten Tomatoes 8. Sunshine - Alerta Solar (2007) - 7.2 E se você está em busca de uma ficção científica intensa e cheia de tensão, então este longa aqui é a escolha certa para a sua próxima sessão de cinema em casa. Estrelada por Cillian Murphy (Pequenas Coisas Como Estas) e Chris Evans (Entre Facas e Segredos), a trama segue um grupo de astronautas que é enviado em uma missão desesperada rumo ao espaço profundo para reativar o Sol, que está morrendo e ameaçando toda a vida na Terra. Porém, uma série de obstáculos começa a colocar a missão em risco. Direção: Danny Boyle Duração: 1h 47m Notas: 7,2 no IMDb e 77% de aprovação no Rotten Tomatoes O filme Sunshine: Alerta Solar, lançado em 2007, está disponível no Disney+ Reprodução/IMDb 9. Independence Day (1996) -7 Marcado por grandes cenas de destruição e tensão constante, este clássico da ficção científica acompanha a Terra sendo surpreendida por uma invasão alienígena em escala global. A partir desse evento, a humanidade se vê diante de uma ameaça sem precedentes e governos e forças militares tentam reagir ao ataque enquanto o caos se espalha pelo planeta. O elenco do filme Independence Day é composto pelos astros Will Smith (À Procura da Felicidade) e Jeff Goldblum (Um Romance Muito Perigoso). Direção: Roland Emmerich Duração: 2h 25m Notas: 7 no IMDb e 69% de aprovação no Rotten Tomatoes O blockbuster Independence Day foi o vencedor da categoria de Melhores Efeitos Visuais no Oscar 1997 Reprodução/Disney 10. Inimigo Meu (1985) Adaptação do romance homônimo de Barry B. Longyear, este longa se passa durante uma guerra interplanetária e acompanha Willis Davidge, um piloto que acaba preso com um alienígena em Dracon, um planeta hostil e desabitado. Agora, forçados a conviver para sobreviver, eles começam a superar suas diferenças e desenvolvem um vínculo inesperado em meio ao isolamento. O longa-metragem americano Inimigo Meu traz em seu elenco principal nomes como Dennis Quaid (Quatro Vidas de um Cachorro) e Louis Gossett Jr. (A Força do Destino). Direção: Wolfgang Petersen Duração: 1h 50m Notas: 6,9 no IMDb e 61% de aprovação no Rotten Tomatoes O longa-metragem Inimigo Meu conta com direção de Wolfgang Petersen Reprodução/IMDb 11. Tron - O Legado (2010) Protagonizado pela dupla de atores Garrett Hedlund (Onde o Amor Está) e Jeff Bridges (O Espelho Tem Duas Faces), o enredo aqui gira em torno de Sam Flynn, um jovem que é misteriosamente transportado para dentro de um universo digital criado por seu pai, Kevin, desaparecido há 20 anos. Agora, preso dentro desse mundo virtual, ele terá que sobreviver a desafios extremos, além de lutar para encontrar uma forma de escapar dessa realidade assustadora. Direção: Joseph Kosinski Duração: 2h 5m Notas: 6,8 no IMDb e 51% de aprovação no Rotten Tomatoes A dupla de atores Olivia Wilde e Garrett Hedlund em TRON: O Legado Divulgação/IMDb 12. Ad Astra - Rumo às Estrelas (2019) E por último, mas não menos importante, temos esta aclamada ficção científica estrelada pelos atores Brad Pitt (O Curioso Caso de Benjamin Button) e Tommy Lee Jones (Onde os Fracos Não Têm Vez). Aqui, a narrativa gira em torno do astronauta Roy McBride, que, em busca do pai desaparecido, parte em uma missão pelo sistema solar, enfrentando vários desafios extremos que testam seus limites físicos, bem como emocionais. 🚀Ad Astra: veja sinopse, elenco e trailer do filme com Brad Pitt na Netflix Direção: James Gray Duração: 2h 4m Notas: 6,5 no IMDb e 83% de aprovação no Rotten Tomatoes O filme espacial Ad Astra é estrelado eplo ator Brad Pitt e está presente no Disney+ Divulgação/20th Century Studios Com informações de IMDb 🎥Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Saiba Mais Initial plugin text

Como instalar ventilador de teto? 5 dicas para facilitar o processo

23 de Abril de 2026, 04:02

Instalar o ventilador de teto é um processo relativamente simples, desde que você tenha as ferramentas certas e cuidados básicos de segurança. Para fazer a instalação é necessário desligar o fluxo de energia no disjuntor e preparar os fios fase, neutro e terra, além de montar as pás e o motor de acordo com as instruções do aparelho. O equipamento é uma ótima alternativa para reduzir o calor, oferecendo circulação de ar e conforto no ambiente. Marcas como Arno, Britânia e Mondial contam com modelos que podem ser instalados em casa, sem a necessidade de um profissional especializado. Vale destacar a importância de fazer a instalação seguindo o manual do ventilador de teto, com o objetivo de evitar erros comuns durante este processo. E foi pensando nisso que o TechTudo produziu este guia com dicas práticas para facilitar a montagem e ajudar você a entender como fazer a instalação do ventilador de teto. Confira! 🔍 O que é pior para gripe: ar-condicionado ou ventilador? Especialistas revelam 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Veja passo a passo e dicas de como instalar ventilador de teto Divulgação/Mainstays 📝 Existe ar-condicionado que não precisa instalar? Confira no Fórum TechTudo Veja a seguir como instalar o ventilador de teto: Separe as ferramentas Cuidado com a energia Como instalar ventilador de teto? Testes finais Quando e qual profissional contratar para instalar o ventilador de teto? 1. Separe as ferramentas Antes de começar a instalação, é importante reunir todas as ferramentas necessárias e deixá-las organizadas. Isso evita interrupções no meio do processo e ajuda a manter o foco em cada etapa, reduzindo a chance de erros. Dessa forma, separe as seguintes ferramentas: Chave de fenda; Chave Philips; Alicate universal; Furadeira com broca adequada; Chave teste; Passa fios; Fita isolante. É essencial separar as ferramentas para instalar um ventilador de teto Reprodução/Amazon 2. Cuidado com a energia A segurança deve ser prioridade em qualquer instalação elétrica. Por isso, o primeiro passo é desligar a energia diretamente no disjuntor, garantindo que não haja corrente elétrica no local durante o processo. Depois, verifique se a voltagem do ventilador (127V ou 220V) é compatível com a rede da casa. Esse detalhe é essencial para evitar danos ao aparelho ou até riscos de curto-circuito. Também vale reforçar o uso de equipamentos de proteção, como luvas isolantes, calçados de borracha e óculos de segurança. Esses cuidados simples ajudam a evitar acidentes e tornam a instalação mais segura, mesmo para quem já tem alguma experiência. Desligue a energia para evitar choques Reprodução/Descabornize Soluções 3. Como instalar ventilador de teto? Apesar de parecer complicado, a instalação pode ser feita com facilidade. O primeiro passo é atravessar a fiação do ventilador e da lâmpada pelo ponto no teto onde o aparelho será instalado, respeitando a identificação das cores dos fios. Em seguida, fixe a haste no motor, posicionando a abertura voltada para a passagem dos cabos. Então, prenda bem os pinos de fixação e organize os fios do soquete e do motor para evitar folgas ou mau contato. Depois disso, instale o suporte no teto com a ajuda de uma furadeira e verifique se ele está firme e bem nivelado. Esse é um dos pontos mais importantes da instalação, pois garante a estabilidade do ventilador durante o uso. Com o suporte pronto, conecte os fios da rede elétrica, dando preferência para unir cabos da mesma cor. Em seguida, encaixe as pás conforme indicado no manual do fabricante. Então, observe se estão alinhadas e bem fixadas para evitar vibrações. Por fim, faça a ligação no interruptor de controle e isole corretamente todas as conexões com fita apropriada. Veja passo a passo de como instalar um ventilador de teto Reprodução/Casa Amarella 4. Testes finais Com a instalação concluída, é hora de verificar se tudo está funcionando. Ligue o ventilador e observe se a rotação está estável, sem ruídos ou oscilações. Além disso, confira se a velocidade das pás corresponde ao esperado e se o aparelho permanece firme no teto durante o uso. Fique atento, pois qualquer tremulação pode indicar problema na fixação ou desalinhamento. Ventilador de teto Reprodução/Fanlux 5. Quando e qual profissional contratar para instalar o ventilador de teto? Se você não tem experiência com instalações elétricas, o mais indicado é contar com a ajuda de um eletricista. Isso porque mesmo tarefas consideradas simples podem apresentar riscos quando feitas sem o conhecimento adequado. Um profissional pode avaliar se a rede elétrica da casa suporta o ventilador, além de verificar questões como voltagem, disjuntor e capacidade da fiação. Esse tipo de análise evita problemas futuros, como quedas de energia ou sobrecarga no sistema. Embora exista um custo adicional, contratar um especialista pode garantir uma instalação mais segura, eficiente e duradoura, principalmente em ambientes onde a estrutura elétrica é mais antiga ou complexa. Contrate um eletricista se você não tiver experiência em mexer na rede elétrica da sua casa Reprodução/Serviço 24 Horas Com informações de Leroy Merlin, Copalux e Blog da Madeira. Mais do TechTudo: Vídeo: Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!

Wellhub (Gympass) ou Total Pass? Testei os dois e digo o melhor

23 de Abril de 2026, 03:01

Treinei por um ano com o Wellhub (antigo Gympass) e posso dizer que a experiência compensa muito mais do que pagar uma academia convencionalmente. Ao longo desse tempo, também testei outras modalidades e até os recursos extras do app. Em paralelo, acompanhei de perto a rotina de alguém que usa o TotalPass no dia a dia. Pensando em te ajudar a escolher a melhor plataforma, aqui vai um guia explicando o que há de diferente entre elas, além dos prós e contras de cada uma. 🔎 Existe Gympass (Wellhub) para pessoa física? Veja opções de apps 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos A disputa entre os apps parece equilibrada à primeira vista, mas muda bastante quando colocada à prova na rotina. Enquanto um aposta em um ecossistema mais completo de bem-estar, o outro vai direto ao ponto e foca majoritariamente no treino. Mesmo depois de tanto tempo comparando as duas opções, a resposta não é tão óbvia, dependendo muito das necessidades de quem pretende assinar o serviço. Vale lembrar que os dois aplicativos estão disponíveis para dispositivos Android (via Google Play Store) e iOS (via App Store). Confira, a seguir, todos os detalhes tanto do Wellhub, quanto do TotalPass. Wellhub (Gympass) ou Total Pass? Testei os dois e digo o melhor Reprodução/AEA/BA 📝Como melhorar a qualidade de fotos no celular? Veja no Fórum do TechTudo Wellhub (Gympass) ou Total Pass? Testei os dois e digo o melhor O que são Wellhub (Gympass) e Total Pass? Preço e planos — quanto custa realmente? Prós e contras do Wellhub (Gympass) Prós e contras da Total Pass Wellhub (Gympass) ou Total Pass: qual o melhor ? O que são Wellhub (Gympass) e Total Pass? O Wellhub (antigo Gympass) e o Total Pass são duas plataformas de bem-estar corporativo que oferecem acesso a diversos serviços de saúde (como academias e clubes) por meio de uma assinatura mensal. Ambos funcionam como um “plano de academia flexível”, onde o usuário paga um valor fixo, escolhe onde quer treinar dentro da rede disponível e faz check-in pelo aplicativo, podendo frequentar diferentes locais dependendo do plano contratado. Vale lembrar que para utilizar essas plataformas, a empresa onde você trabalha (ou trabalha um familiar direto) precisa ser parceira. Além das academias tradicionais, os dois serviços também incluem opções como aulas coletivas, pilates, yoga e até aplicativos de treino e dieta, ampliando a proposta para além da musculação. Apesar das semelhanças, as diferenças entre eles ficam claras no uso do dia a dia. O Wellhub passou por um reposicionamento e hoje aposta em ser uma plataforma completa de bem-estar, oferecendo uma grande variedade de aplicativos voltados para uma melhor qualidade de vida. Já o Total Pass segue uma proposta mais direta, focada principalmente no treino presencial e na experiência dentro da academia. 🔎 Gympass planos: compare preços, academias e veja se vale a pena 🔎TotalPass planos: compare preços, academias e veja se vale a pena Preço e planos — quanto custa realmente? Quando o assunto é preço, tanto o Wellhub quanto o Total Pass são opções mais vantajosas quando comparadas as assinaturas diretas com as academias, sendo entre 30% e 60% mais baratos. A lógica entre os dois também é a mesma, com cada plano incluindo tudo o que há no anterior e adicionando mais benefícios. Quanto mais você paga, maior é o “catálogo” disponível dentro do app. Novamente, ambas possuem diversas semelhanças em seus planos, mas o Total Pass tem preços menores em alguns planos equivalentes ao Wellhub (a diferença pode chegar a até R$100,00), o que pode ser decisivo na hora de escolher um dos dois. Confira os planos do Wellhub: Digital (R$0,00/mês): plano gratuito com acesso apenas a aplicativos de bem-estar, sem academias físicas. Starter (R$39,99/mês): plano de entrada com academias mais simples e alguns apps inclusos. Basic (R$69,99/mês): ainda um plano de entrada, que amplia a variedade de academias e permite uma rotina mais consistente. Basic+ (R$99,99/mês): mais opções de academias e modalidades, sendo um intermediário mais completo. Silver (R$149,99/mês): acesso a academias mais estruturadas e maior diversidade de treinos. Silver+ (R$199,99/mês): inclui mais estúdios e modalidades como pilates e funcional. Gold (R$319,99/mês): plano com academias premium e estúdios especializados. Gold+ (R$439,99/mês): versão mais completa do Gold, com acesso a redes mais exclusivas. Platinum (R$599,99/mês): acesso a academias de alto padrão e experiências diferenciadas. Diamond (R$699,99/mês): acesso quase total à rede, incluindo diversas academias premium. Diamond+ (R$779,99/mês): plano mais completo, com o máximo de acesso e experiências de alto nível. ➡️ Gympass ou TotalPass: qual é o melhor? Veja comparativo entre benefícios Confira os planos do Total Pass: Wellhub (antigo Gympass), plataforma de bem-estar corporativo Reprodução/Wellhub TP Free (R$0,00/mês): plano gratuito com acesso apenas a aplicativos de bem-estar, como treinos online, meditação e nutrição, sem academias físicas. TP GO (R$39,90/mês): plano de entrada com acesso a academias mais simples (cerca de 2.000 unidades) e apps básicos de saúde. TP1 (R$59,90/mês): amplia o número de academias (mais de 6.000), sendo um nível básico para quem quer começar a treinar com mais opções. TP1+ (R$89,90/mês): inclui mais academias (mais de 13.000) e já dá acesso a algumas unidades da Smart Fit. TP2 (R$119,90/mês): inclui toda a rede Smart Fit e adiciona benefícios como consultoria online, terapia e psicoterapia. TP3 (R$199,90/mês): aumenta o número de academias (mais de 25.000) e adiciona serviços como nutricionista e mais suporte de saúde. TP4 (R$299,90/mês): inclui academias premium e mais sessões de terapia e acompanhamento de saúde. TP5 (R$399,90/mês): amplia o acesso a estúdios e academias mais exclusivas, com foco em experiências premium. TP5+ (R$499,90/mês): versão mais completa do TP5, com ainda mais academias e estúdios diferenciados. TP6 (R$599,90/mês): acesso a uma rede ainda maior (mais de 32.000 parceiros), incluindo serviços completos de saúde. TP7 (R$699,90/mês): plano mais completo, com acesso praticamente total às academias, estúdios e até experiências como spas. Planos ofertados pela Total Pass para os colaboradores das empresas parceiras Reprodução/Total Pass Prós e contras do Wellhub (Gympass) Entre os pontos positivos do Wellhub, o maior destaque é a variedade. A plataforma reúne uma rede enorme de academias e aplicativos, permitindo atividades que vão desde musculação até yoga, pilates e treinos online, além de incluir recursos extras como terapia, nutrição e apps de bem-estar. Esse ecossistema mais amplo é justamente o diferencial do serviço hoje, já que ele deixou de ser apenas um passe de academia (Gympass) e passou a focar em saúde de forma geral. Outro ponto forte do Wellhub é a possibilidade de incluir familiares no benefício, dependendo da empresa que oferece o serviço. Isso permite que pessoas próximas, como cônjuge e filhos, também aproveitem o acesso às academias e aos aplicativos de bem-estar. Na prática, isso amplia bastante o valor do plano, já que transforma um benefício individual em algo que pode impactar a rotina de saúde de toda a família. Vale destacar que caso você seja um familiar e o titular do benefício deixe de assinar o Wellhub, sua conta continua ativa. 🔎 Como colocar dependente no Gympass (Wellhub) O Wellhub é um serviço mais vantajoso do que as academias tradicionais Reprodução/Wellhub 🔔Qual o melhor app para treino de musculação grátis? Compare 5 opções Esse aspecto indica outro grande acerto do serviço: a ausência de burocracia. O Wellhub não exige taxa de matrícula, nem fidelidade ou qualquer processo complicado para cancelamento. O usuário pode trocar de plano ou encerrar a assinatura de forma simples, direto pelo aplicativo. Falando em aplicativo, a praticidade do app é mais uma qualidade. Todo o funcionamento é centralizado nele, desde a busca por academias próximas até o check-in nas unidades. Rapidamente o usuário consegue ver quais locais estão incluídos no seu plano e liberar a entrada. Por outro lado, existem algumas desvantagens. A primeira delas é a dependência da empresa, já que não dá para assinar o Wellhub por conta própria, o que limita bastante o acesso ao serviço. Além disso, embora existam planos mais baratos, muitas academias melhores ficam presas às categorias mais caras, o que pode obrigar o usuário a pagar mais do que esperava para treinar onde realmente quer. Além disso, há situações em que academias deixam a plataforma, o que impacta diretamente quem depende de um local específico para treinar. 🔎 Gympass (Wellhub) para pessoa física existe? Entenda como funciona serviço Prós e contras da Total Pass Muitos dos prós da Total Pass são semelhantes aos do Wellhub, como a praticidade do app, a falta de burocracia e a inclusão de familiares. No entanto, o grande destaque positivo da plataforma é o custo-benefício em comparação com a concorrente. Os planos costumam ser mais baratos e, ainda assim, oferecem acesso a uma grande quantidade de academias e serviços. Em muitos casos, o valor mensal do Total Pass acaba sendo R$100,00 mais barato que um plano semelhante no Wellhub, o que geraria uma economia de R$1.200,00 no ano. O segundo diferencial da marca é a presença de academias conhecidas. O Total Pass conta mais de 33 mil parceiros, incluindo redes populares como Smart Fit e Bio Ritmo, que são as academias preferidas de muita gente. A plataforma também oferece uma boa variedade de modalidades (mais de 250, segundo a própria empresa), incluindo musculação, pilates, luta, natação, crossfit, beach tennis, dança e outras atividades, o que garante opções suficientes para praticamente todos os usuários. São diversas possibilidades ofertadas pela Total Pass Reprodução/Total Pass Por outro lado, as desvantagens ficam mais evidentes quando se compara com opções mais completas. A principal delas é a menor variedade de academias e estúdios em algumas regiões. Apesar do número alto de parceiros no papel, isso pode não se traduzir em muitas opções próximas em cidades menores, o que limita bastante a experiência, especialmente para quem quer um deslocamento curto. Também vale destacar que o Total Pass é mais limitado em recursos extras. Apesar de oferecer iniciativas como terapia online e nutrição, o ecossistema ainda é mais enxuto quando comparado ao Wellhub. Wellhub (Gympass) ou Total Pass: qual o melhor ? No quesito acesso às academias, o Wellhub tem uma leve vantagem. A rede é maior, contando com mais de 95 mil parceiros presenciais no mundo todo, enquanto o Total Pass tem uma base menor, com cerca de 33 mil academias nos seus planos mais caros. Isso geralmente faz diferença em cidades menores, quando você quer encontrar opções perto de casa ou do trabalho, afinal quanto mais prático, melhor. Nesses casos, com Total Pass você pode acabar ficando um pouco mais limitado, pois mesmo tendo boas academias, o número de alternativas é menor. Na maioria dos casos, essa diferença será praticamente imperceptível. 🔎 Qual o melhor app para treino de musculação grátis? Compare 5 opções Planos ofertados pelo Wellhub para os colaboradores das emoresas parceiras Reprodução/Wellhub Quando o assunto é variedade de modalidades, a diferença também é bem pequena, mas aparece a favor do Wellhub, que tende a oferecer mais opções além das modalidades de atividade física. A empresa também oferece 3.800 aulas sob demanda e aplicativos de bem-estar, o que enriquece a experiência de cuidado com o corpo. O Total Pass também apresenta diversas opções, mas costuma ser mais focado em treino, com foco em musculação e esportes, mas também incluindo atividades como massagens e yoga. Agora, um ponto positivo relevante para o Total Pass é a integração com a SmartFit, uma das redes de academia mais populares do país. Com essa parceria, o valor da mensalidade fica muito inferior quando comparado ao valor ofertado em contratações diretas com a rede. No entanto, esse acesso depende do plano contratado dentro do Total Pass, com os planos mais básicos não incluindo todas as unidades da SmartFit. Total Pass, plataforma de bem-estar corporativo Reprodução/Total Pass No fim das contas, a escolha entre um e outro raramente se resume à qualidade do serviço em si, porque a entrega é muito semelhante. O que pesa mesmo é a disponibilidade de academias perto de você e, principalmente, o plano que sua empresa oferece. No meu caso, o Wellhub atende esses requisitos, por isso é a minha escolha final. Fora isso, tanto ela quanto o Total Pass cumprem bem o papel de facilitar o acesso à atividade física, ao cuidado com o bem-estar da alimentação e da mente. Com informações de Wellhub e Total Pass. Mais do TechTudo 🎥Veja também: Qual tecnologia ESPECÍFICA mudou a sua vida? Qual tecnologia ESPECÍFICA mudou a sua vida??

Last Flag chega para o PS5? Conheça game do vocalista de Imagine Dragons

23 de Abril de 2026, 02:02

Last Flag é um novo shooter 5 contra 5 de captura de bandeira para PC, ambientado em um programa de TV fictício inspirado nos anos 1970. O diferencial em relação a outros do gênero não está na parte visual ou na jogabilidade, mas sim no seu desenvolvimento. O título é o lançamento do estúdio Night Street Games, cujos donos são o vocalista da banda Imagine Dragons, Dan Reynolds, e seu irmão, Mac Reynolds. Pensando nisso, o TechTudo montou um guia com todos os detalhes do lançamento e gameplay do jogo. Confira mais detalhes, a seguir! 🎮15 jogos de PS5 para você dar uma chance em 2026, segundo o Metacritic 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Last Flag, shooter 5v5 da Night Street Games Divulgação/Last Flag ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo Last Flag chega para o PS5? Conheça game do vocalista de Imagine Dragons De Imagine Dragons a Last Flag Plataformas, preços, versões e microtransações do novo game Gráficos e jogabilidade de Last Flag Requisitos para jogar no PC Trilha sonora renomada Last Flag tem uma personagem brasileira Trailer de Last Flag De Imagine Dragons a Last Flag Imagine Dragons fez música para clipe em League of Legends Divulgação Imagine Dragons é, sem dúvidas, uma das bandas de mais sucesso no mundo desde a última década. O grupo norte-americano, formado por Dan Reynolds (vocalista), Wayne Sermon (guitarrista) e Ben McKee (baixista), popularizou-se desde o início dos anos 2010 com músicas que misturam pop e rock. Entre os grandes sucessos estão hits como “Believer”, “Thunder”, “Radioactive” e “Bones”. Mas, a relação entre os artistas e os videogames já é antiga e famosa. A banda é responsável por trilhas populares no universo de League of Legends (LOL): “Warriors”, para o mundial do moba em 2014; e Enemy, trilha da série Arcane, produzida pela Netflix. Além disso, alguns hits do ID já apareceram em outros jogos, como FIFA, Pro Evolution Soccer e Starfield. Plataformas, preços, versões e microtransações do novo game Last Flag é um clássico shooter 5v5 de Capture a Bandeira Divulgação/Last Flag Last Flag foi lançado no dia 14 de abril, inicialmente, apenas para PC — edições para Xbox Series X, Xbox Series S e PlayStation 5 (PS5). O game está disponível em duas versões diferentes na Epic Games e na Steam: a Standard, por R$ 44, que representa o jogo base e todos os itens desbloqueáveis; e a Supporter, por R$ 60, que, além de tudo presente na outra versão, conta também com trilha sonora original, uma skin exclusiva para cada competidor, bem como uma pose de vitória única, finalização especial, animação de dança e ícone de jogador. A Night Street Games já confirmou duas atualizações para os próximos meses, incluindo um terceiro mapa, um décimo personagem, um novo modo de jogo e mais cosméticos desbloqueáveis, tudo sem custo adicional. Um dos pontos que mais chama a atenção em Last Flag é a ausência de microtransações. O jogo não possui passe de batalha, passe de temporada, sistema pay-to-win ou até comercialização de cosméticos com dinheiro real. Todos os itens, sejam personagens, mapas ou visuais, podem ser desbloqueados e obtidos apenas jogando partidas e completando missões. Tudo isso é compensado pelo preço do game que, diferentemente de outros do gênero, não é free-to-play. Jogabilidade e gráficos de Last Flag Gameplay de Last Flag Divulgação/Last Flag Last Flag é um shooter com partidas online de 5 jogadores contra outros 5 no clássico modo Capture a Bandeira. A proposta é bastante simples: esconder a bandeira da sua equipe, encontrar a do inimigo, levá-la até sua base e defendê-la por um minuto dos ataques adversários até conquistar a vitória. As partidas acontecem em arenas abertas, ricas em detalhes e contam com diversas áreas, como passagens secretas e torres de radar (que revelam a posição da bandeira rival). O combate é como deve ser: um caos incessante que torna a jogabilidade cada vez mais divertida e entretida, além de finalizações espetaculares. Os gráficos seguem uma estética low-poly, caracterizada por modelos 3D simplificados e com poucos detalhes geométricos. Ao invés de buscar o realismo, o jogo utiliza imagens bastante coloridas e planas, além de uma iluminação direta, evitando efeitos de pós-processamento pesados ou sombras complexas que poderiam poluir a visão do jogador. No lançamento, Last Flag tem nove competidores jogáveis e dois mapas: a cidade mineradora abandonada de Copper Falls e o castelo congelado de Snowfield. Atualizações com novos personagens, mapas, cosméticos e armas foram previstas pela desenvolvedora, mas ainda sem uma data oficial. Requisitos para jogar no PC Requisitos mínimos e recomendados de Last Flag Trilha sonora renomada Last Flag possui uma trilha sonora original criada por grandes nomes da indústria musical Divulgação/Last Flag Um game criado por músicos não poderia ter qualquer produção sonora. A gameplay de Last Flag, tanto nos menus quanto durante as partidas, conta com uma trilha criada pelo próprio Dan Reynolds, em parceria com outros artistas. A lista inclui JT Daly, indicado ao Grammy e responsável por produções ao lado de Benson Boone e K. Flay; Dave Lowmiller, um dos produtores musicais de Call of Duty: Modern Warfare, Battlefield e Dead Space, o cantor Marcos Issaak; e o guitarrista do Imagine Dragons, Wayne Sermon, amigo de longa data de Dan. O grupo utilizou instrumentos antigos reais para recriar o som autêntico dos anos 1970, e as faixas contam com vocais interpretados pelos próprios dubladores dos personagens do jogo — inclusive com uma brasileira envolvida (veja mais abaixo). Junto do jogo, Reynolds também produziu um álbum com dez faixas inéditas, inspiradas na sonoridade dos anos 1970. O disco pode ser ouvido e baixado na Steam. Last Flag tem uma personagem brasileira Os gamers brasileiros já têm uma competidora ‘favorita’ para começar a jogar em Last Flag. Camila Barbosa, da categoria Arsenal, é a nona personagem inicial do jogo, sendo dublada por uma desenvolvedora brasileira da Night Street, com todas as falas e interações sendo feitas originalmente em português brasileiro. Visualmente, a competidora é morena, de cabelo afro, e utiliza um sobretudo amarelo, uma calça verde e detalhes todos das cores da bandeira do Brasil: verde, amarelo e azul. Camila, personagem brasileira em Last Flag Reprodução/Last Flag “Inventora genial com um alegre desrespeito pela segurança, as armas de Camila são tão perigosas quanto seu entusiasmo. Uma engenheira controladora de zonas que inunda o mapa com engenhocas agressivas e tecnologia corrosiva. A melhor da turma, fundadora de uma empresa de tecnologia bélica e apenas ligeiramente desequilibrada. Camila é brilhante, com um talento especial para o caos. Seu gênio inovador e uma relação flexível com a ética a levaram a descobertas revolucionárias, como sentinelas com mira automática e um lançador de ácido de alta pressão que derrete metal e carne. Last Flag é seu showroom, e cada partida é uma demonstração ao vivo”, diz a descrição dela. E tudo isso não é por acaso, mas sim uma referência à origem da família Reynolds. O pai de Mac Reynolds, fundador do estúdio, viveu no Brasil por um período e levou a cultura canarinha para a família, incluindo os filhos. Já Dan sempre faz menções ao país em shows e faz questão de incluir o Brasil nas turnês do Imagine Dragons, com participações em festivais como o Rock in Rio, por exemplo. Trailer de Last Flag Com informações de Last Flag e Steam. Mais do TechTudo Veja também: PS5 vs. PS5 Pro: o que muda? Veja lançamento, preço e especificações PS5 vs. PS5 Pro: o que muda? Veja lançamento, preço e especificações

Melhor fone de ouvido para corrida: 10 opções que não caem da orelha

23 de Abril de 2026, 02:00

Treinar com a música certa pode transformar completamente uma corrida, seja em um ritmo leve de caminhada ou em uma prova de longa distância. O problema é que nem todo fone de ouvido aguenta o tranco: modelos comuns tendem a escorregar, acumular suor e comprometer a conexão. Para quem leva a atividade física a sério, portanto, investir em um aparelho correto faz a diferença. Dito isso, o TechTudo reuniu, no guia abaixo, os dez melhores fones de ouvido para corrida disponíveis no varejo online – justamente para te ajudar a selecionar o modelo ideal. Da lista, é possível destacar, por exemplo, o Lenovo XT80, que custa R$ 115 e é uma solução de entrada. O dispositivo conta com design intra-auricular, ganchos de silicone e conexão Bluetooth 5.3. Já para quem deseja o que há de melhor no segmento, o Powerbeats Pro 2, comercializado por R$ 2.499, é uma escolha que pode agradar. A solução da Beats traz chip H2, da Apple, cancelamento ativo de ruído, áudio espacial personalizado e monitoramento de frequência cardíaca. Confira, a seguir, a lista completa de melhores fones para corrida à venda no Brasil, assim como dicas para escolher um modelo certeiro. Vale mencionar que os preços citados na matéria foram apurados em abril de 2026, ou seja, podem variar com o tempo. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Descubra qual é o melhor fone de corrida para você Divulgação/Shokz 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 🔎 Melhor fone de ouvido para esportes: top 10 para corrida, natação e mais 📝 Headset ou intra-auricular: qual fone usar? Confira no Fórum TechTudo Como escolhemos os melhores fones de ouvido para corrida? Para montar esta lista, priorizamos modelos com design de gancho ou clip-on voltados especificamente para atividades físicas de impacto, como corrida e treinos de alta intensidade. Levamos em conta critérios como estabilidade no encaixe, resistência à água e suor (certificação IPX mínima de IPX4), conectividade Bluetooth, autonomia de bateria e qualidade sonora. A seleção considera ainda o volume de vendas nos principais marketplaces, notas acima de 4,0 estrelas, a reputação das fabricantes no Reclame Aqui e, quando disponíveis, as impressões e reviews do próprio TechTudo e sites estrangeiros especializados. A lista inclui modelos que atendem diferentes perfis: do corredor iniciante que busca um fone de entrada acessível ao atleta experiente que exige cancelamento de ruído, monitoramento de frequência cardíaca e bateria para longas distâncias. O que observar antes de comprar um fone de ouvido para corrida? Tipo de encaixe: ganchos ajustáveis, clipes ergonômicos ou design intra-auricular com asa de apoio influenciam diretamente a estabilidade durante movimentos intensos; Resistência à água: a certificação IPX indica o nível de proteção contra suor e respingos. IPX4 protege de respingos leves, IPX5 e IPX6 resistem a jatos de água e IP67 e IP68 permitem submersão; Autonomia de bateria: fones para corridas longas ou ultramaratonas exigem autonomia mínima de oito a dez horas por carga. Estojo de recarga amplia esse tempo total; Versão do Bluetooth: versões 5.0 ou superiores garantem conexão mais estável e menor consumo energético; Cancelamento de ruído ativo (ANC): útil em ambientes barulhentos como academias. Em corridas ao ar livre, pode ser um risco à segurança. Lista reúne os melhores fones para corrida em 2026 Pexels/Miriam Alonso Melhores fones de ouvido para corrida em 2026 Lenovo XT80 – opção de entrada com gancho ergonômico e resistência ao suor. Basike BA-FON-142 – alternativa acessível com Bluetooth 5.4 e até 45 horas de autonomia Baseus BC1 – design open-ear com clipe ergonômico e certificação IP55. JBL Endurance Race 2 – fone esportivo com IP68, ANC e até 48 horas de bateria. Anker Soundcore Sport X20 – ganchos ajustáveis com ANC adaptativo e IP68. Shokz OpenMove – condução óssea de entrada com design open-ear e IP55. JBL Endurance Peak 4 – versão premium com Bluetooth 5.4, microfones e IP68. Anker Soundcore AeroFit 2 – open-ear com ganchos ajustáveis em quatro níveis. Shokz OpenRun Pro 2 – condução óssea de alto desempenho com tecnologia DualPitch. Beats Powerbeats Pro 2 – fone premium com ANC e monitoramento de frequência cardíaca. 1. Lenovo XT80 – a partir de R$ 115 Para quem está começando a correr e quer um fone que não caia da orelha sem pesar no bolso, o Lenovo XT80 é uma das opções mais indicadas do segmento de entrada. O modelo conta com design intra-auricular com gancho de silicone ajustável, que se adapta a diferentes tamanhos de orelha e proporciona encaixe firme mesmo em corridas de maior impacto. Já a conectividade é feita via Bluetooth 5.3, com alcance de até dez metros, e o fone é compatível com Android, iOS e Windows. O driver de 10 mm, por sua vez, foi ajustado para entregar graves mais expressivos, e a sensibilidade de 102 dB garante volume adequado para uso ao ar livre. A resistência do XT80 é certificada como IPX5, o que significa que o modelo suporta jatos de água em qualquer direção, protegendo o hardware contra suor intenso e chuva leve, condições comuns durante treinos de rua. A bateria oferece cerca de seis a sete horas de reprodução contínua por carga, com o estojo de carregamento de 500 mAh fornecendo autonomia total de até 40 horas. O controle de músicas e chamadas é feito por toque diretamente nos fones, e o carregamento é realizado via USB-C. Por fim, vale dizer que o modelo não conta com app dedicado nem EQ personalizável, funcionando com configurações fixas de fábrica. O Lenovo XT80 pode ser encontrado a partir de R$ 115 no Mercado Livre, onde conta com nota média de 4,6 em 5,0 estrelas. Compradores elogiam o conforto anatômico, a qualidade de som para a faixa de preço, a bateria de longa duração e a case discreta com indicador de carga. Entretanto, há relatos de que um dos fones para de funcionar em menos de dois meses de uso, e há queixas sobre falha no carregamento da base e perda de sincronia entre os lados. Prós: conforto e encaixe anatômico; boa qualidade de som para o preço; bateria duradoura; case com indicador de carga. Contras: durabilidade baixa; falhas frequentes de carregamento; falta de suporte pós-venda. Lenovo XT80 2. Basike BA-FON-142 – a partir de R$ 146 Voltado para quem busca uma opção acessível com especificações mais modernas, o Basike BA-FON-142 chega com Bluetooth 5.4, versão mais recente da tecnologia, e suporte aos codecs AAC e SBC (para reprodução de áudio em alta resolução). Já o design é do tipo intra-auricular com gancho esportivo, que mantém o fone estável durante corridas e treinos intensos. O driver de 10 mm, por sua vez, conta com diafragma de camada dupla com áudio surround 3D HiFi, sendo compatível com os sistemas operacional iOS, Android e Windows. A autonomia do BA-FON-142 é um dos seus principais diferenciais para o preço: são até oito horas contínuas de reprodução por carga, com o estojo de 480 mAh ampliando o total para até 45 horas. O carregamento é rápido via USB-C, levando entre uma e duas horas para ser finalizado. A certificação IPX5 garante proteção contra suor e respingos durante as corridas, enquanto o display LED no estojo ajuda a monitorar o nível da bateria em tempo real. Por fim, os controles são por toque, com suporte a chamadas e assistentes de voz. O Basike BA-FON-142 está disponível a partir de R$ 146 na Shopee, onde soma nota 4,9 nas avaliações. Quem comprou o produto destaca o encaixe firme durante atividades físicas, a estabilidade do Bluetooth em curtas distâncias, a bateria com boa autonomia e a embalagem bem produzida. Por outro lado, usuários apontam como pontos negativos a qualidade de som abaixo do esperado para o valor cobrado, com distorção nos graves em alguns exemplares, além de relatos de defeito precoce em menos de dois meses de uso. Prós: encaixe seguro durante exercícios; bateria com boa duração; embalagem premium. Contras: qualidade sonora inconsistente; graves com distorção em alguns modelos. Basike BA-FON-142 3. Baseus BC1 – a partir de R$ 201 Diferente dos modelos intra-auriculares tradicionais, o Baseus BC1 chega com um design open-ear no formato de clipe, que não entra no canal auditivo e deixa o ouvido livre para captar sons do ambiente ao redor. Esse formato é especialmente indicado para corredores de rua que precisam estar atentos ao trânsito e a outros riscos externos durante os treinos. O clipe Tri-Curve, a propósito, é feito de TPU flexível com três curvas ergonômicas, oferecendo conforto ao usuário. O BC1 é equipado com drivers dinâmicos de 12 mm com diafragma de biocelulose e tecnologia AI Bass Boost, que entrega graves mais encorpados para o formato open-ear. Já a conectividade usa Bluetooth com suporte a multiponto, permitindo parear dois dispositivos simultaneamente. Quatro microfones com redução de ruído por IA garantem chamadas mais nítidas mesmo em ambientes externos. A certificação é IP55 e a bateria total, incluindo o estojo, chega a 38 horas. Os controles, por fim, são por botões físicos, evitando toques acidentais. O Baseus BC1 pode ser adquirido a partir de R$ 201 na Shopee, onde é avaliado com 4,9 de 5,0 estrelas. Os relatos feitos por lá destacam o som de boa qualidade com graves potentes ajustáveis pelo aplicativo, o conforto no uso prolongado e a bateria com longa autonomia. O app, inclusive, é citado como um diferencial, permitindo personalização sonora e configurações extras. Como ponto negativo, alguns consumidores mencionam instabilidade ocasional no Bluetooth, com desconexões espontâneas que voltam rapidamente. Prós: som com graves ajustáveis via app; conforto para uso esportivo; bateria duradoura. Contras: desconexões Bluetooth eventuais; microfone com desempenho moderado em chamadas. Baseus BC1 4. JBL Endurance Race 2 – a partir de R$ 399 O JBL Endurance Race 2 foi desenvolvido com foco em atletas que não abrem mão de performance, mesmo nas condições mais adversas. Com certificação IP68, os fones podem ser submersos em até um metro de água doce ou salgada por 30 minutos, o que os torna adequados para triatletas e corredores que treinam sob chuva intensa. O design intra-auricular conta com a tecnologia TwistLock, uma asa triangular ergonômica que melhora a vedação e mantém o fone estável durante movimentos repetitivos. Já a versão do Bluetooth é a 5.3, com suporte a multipontos para conectar dois dispositivos ao mesmo tempo. O cancelamento ativo de ruído (ANC) e o modo Smart Ambient, que permite controlar quanto som externo o usuário quer ouvir, são dois diferenciais importantes para um fone esportivo nessa faixa. O som é assinado pela tecnologia JBL Pure Bass, com drivers dinâmicos de 6,8 mm, e a equalização pode ser ajustada pelo aplicativo JBL Headphones, que oferece seis modos pré-configurados. Com ANC ativo, a bateria dura até dez horas; sem ele, chega a 12 horas nos fones, com o estojo de 600 mAh estendendo o total para 48 horas. O carregamento, vale dizer, fornece quatro horas de uso com apenas dez minutos de carga – promete a fabricante. O Endurance Race 2 está disponível a partir de R$ 399 no Mercado Livre, onde acumula nota 4,9. Clientes da varejista elogiam a fixação segura durante corridas e treinos de alto impacto, o cancelamento de ruído eficaz configurável pelo app, a bateria com autonomia excepcional e o som com graves marcantes. A resistência IP68 e a possibilidade de personalização via equalizador são outros diferenciais ressaltados por quem pratica esportes. As críticas negativas apontam falha de durabilidade em um dos lados do fone com pouco tempo de uso, além de relatos de desconforto após longos períodos de treino por conta do encaixe. Prós: fixação segura em alta intensidade; cancelamento de ruído funcional; bateria excepcional; IP68; app com equalizador. Contras: falhas de durabilidade relatadas em um dos lados; desconforto prolongado para alguns usuários; processo de garantia burocrático. JBL Endurance Race 2 Endurance Race 2 Endurance Race 2 Endurance Race 2 Endurance Race 2 5. Anker Soundcore Sport X20 – a partir de R$ 505 Um dos diferenciais mais práticos do Anker Soundcore Sport X20 é o sistema de ganchos ajustáveis com rotação de até 30 graus e extensão de até 4 mm, que permite customizar o encaixe para o formato específico de cada orelha. Esse mecanismo é especialmente útil para quem sempre teve dificuldade em manter fones no lugar durante exercícios de impacto. O exterior dos ganchos, inclusive, é revestido de silicone macio para conforto prolongado. Com certificação IP68 e a tecnologia SweatGuard exclusiva da linha Soundcore, o modelo suporta imersão em água de até 1,5 metro por 30 minutos, além de oferecer proteção total contra poeira. O Sport X20 usa drivers de 11 mm com a tecnologia BassUp da Soundcore, que reforça os graves sem comprometer as frequências médias e altas, enquanto o Bluetooth 5.3 oferece conexão estável com suporte a multipontos. O cancelamento de ruído ativo é adaptativo, podendo ser ajustado manualmente ou de forma automática pelo app, que também permite personalizar os controles e acessar EQ personalizada. Seis microfones com algoritmo de inteligência artificial garantem nitidez nas chamadas mesmo em ambientes ruidosos. A autonomia, por fim, é de 12 horas por carga, com o estojo estendendo o total para 48 horas. Segundo a marca, cinco minutos de carga rápida fornecem duas horas de uso. O Sport X20 pode ser encontrado a partir de R$ 505 no Mercado Livre, onde acumula nota 4,9. Quem comprou o produto no site destaca a fixação impecável durante corridas, o cancelamento de ruído competente, os graves aprimorados e a personalização sonora via aplicativo, com equalizador intuitivo e função de corte de vento elogiada até em gravações ao ar livre. As críticas negativas, porém, apontam falha em um dos lados do fone com menos de dois meses de uso, dificuldades para acionar a garantia e ausência de assistência técnica no Brasil. Prós: fixação segura em alta intensidade; app Soundcore com equalizador; cancelamento de ruído funcional; bateria duradoura. Contras: falha recorrente em um dos lados com pouco uso; sem assistência técnica no Brasil; processo de garantia burocrático. Anker Soundcore Sport X20 Soundcore Sport X20 Soundcore Sport X20 Soundcore Sport X20 Soundcore Sport X20 6. Shokz OpenMove – a partir de R$ 599 A proposta do Shokz OpenMove é diferente de todos os outros modelos desta lista: em vez de entrar no canal auditivo, ele transmite o áudio por vibração diretamente nos ossos da face, mantendo os ouvidos completamente livres. Essa tecnologia de condução óssea de sétima geração, chamada PremiumPitch 2.0, é ideal para corredores de rua que precisam ouvir o trânsito, pedestres e outros sons do ambiente ao redor sem abrir mão da trilha sonora do treino. O modelo pesa apenas 29 g, com estrutura em titânio e design open-ear que se ajusta à cabeça com firmeza. O OpenMove conecta via Bluetooth 5.1, com alcance de até dez metros, e suporta pareamento multiponto com dois dispositivos simultaneamente. A resistência é certificada como IP55, adequada para suor e chuva, embora não permita submersão. Já a bateria dura até seis horas de reprodução contínua com uma única carga via USB-C. O modelo traz dois microfones com cancelamento de ruído para chamadas claras mesmo em movimento. Um ponto a considerar, é que os graves do OpenMove não se comparam aos de fones intra-auriculares tradicionais, característica inerente à tecnologia de condução óssea. O Shokz OpenMove está disponível a partir de R$ 599 na Amazon, onde é classificado com 4,6 estrelas. Consumidores elogiam o conforto da condução óssea, que elimina a pressão no canal auditivo após treinos longos, o peso reduzido, que faz o usuário esquecer que está com o fone, e a qualidade sonora surpreendente para o formato. As avaliações negativas, por outro lado, mencionam casos de defeito prematuro e dificuldade com atendimento de chamadas por conta do nível de pressão exigido no botão. Prós: conforto excepcional sem pressão no ouvido; levíssimo; mantém consciência do ambiente; boa fixação. Contras: sem isolamento acústico por design; volume insuficiente em locais barulhentos; botão de chamada exige pressão firme. Shokz OpenMove 7. JBL Endurance Peak 4 – a partir de R$ 649 O JBL Endurance Peak 4 representa a evolução mais recente da linha, lançado no início de 2026. Pela primeira, o modelo incorpora cancelamento de ruído ativo, junto com o modo Smart Ambient para controle do som externo. O sistema de encaixe TwistLock com o JBL OvalTubes usa um gancho de silicone líquido com fio de memória que se adapta a diferentes tamanhos de orelha, garantindo estabilidade. Com apenas 21 g, é um dos modelos mais leves da categoria. O som é entregue por drivers dinâmicos de 10 mm com tecnologia JBL Pure Bass e suporte a Spatial Sound, proporcionando uma experiência mais imersiva. O Endurance Peak 4 usa Bluetooth 5.4, a versão mais atual da tecnologia, com suporte a Fast Pair, do Google, e Swift Pair, da Microsoft. São seis microfones no total, três por fone, com algoritmo de beamforming para chamadas claras mesmo em condições de vento. A certificação é IP68 e a bateria oferece 12 horas nos fones e 36 no estojo, totalizando 48 horas. O carregamento rápido, segundo informa a fabricante, fornece quatro horas de uso com apenas dez minutos de carga. O Endurance Peak 4 pode ser adquirido a partir de R$ 649 no Mercado Livre, onde acumula 4,9 estrelas de avaliação média. Por lá, usuários destacam a evolução em relação às gerações anteriores, com graves marcantes, cancelamento de ruído eficaz, encaixe firme durante corridas, e material de qualidade superior. O app JBL Headphones também é elogiado pela versatilidade. Entre os pontos negativos, há relatos isolados de instabilidade na conexão Bluetooth e queixas sobre o vício de bateria quando o fone é guardado sem ter descarregado completamente, problema já observado em gerações anteriores da linha. Prós: graves marcantes; ANC eficaz; fixação segura; bateria duradoura; app completo. Contras: conexão Bluetooth instável em alguns casos; bateria pode criar vícios se não descarregada regularmente; desconforto após uso muito prolongado para alguns perfis. JBL Endurance Peak 4 Endurance Peak 4 Endurance Peak 4 Endurance Peak 4 8. Anker Soundcore AeroFit 2 – a partir de R$ 689 O Anker Soundcore AeroFit 2 é a segunda geração do open-ear da Soundcore, e a principal novidade em relação ao modelo anterior é o sistema de ganchos ajustáveis em quatro níveis, compatíveis com mais de 99% dos formatos de orelha – garante a fabricante. Esse recurso é especialmente útil para quem tem ouvidos menores ou maiores, e sempre teve dificuldade em manter fones open-ear bem posicionados. O design de dupla curvatura, inclusive, não invade o canal auditivo e mantém os ouvidos livres para o ambiente, sem a pressão dos modelos intra-auriculares tradicionais. Já o peso de apenas 10 g por unidade contribui para o uso prolongado sem fadiga. Para reprodução sonora, o AeroFit 2 usa drivers do tipo racetrack de 20 mm x 11,5 mm com tecnologia BassTurbo, que entrega graves duas vezes mais intensos do que a geração anterior. O Bluetooth 5.4 garante conexão estável e suporte ao codec LDAC para reprodução de áudio em alta resolução. O modelo também oferece multiponto, modo de jogo com baixa latência e áudio espacial 3D, além de quatro microfones com IA para otimização de chamadas. A bateria nos fones dura dez horas, com o estojo estendendo o total para 42 horas, e o carregamento completo leva cerca de 45 minutos. A certificação é IP55. O AeroFit 2 está disponível a partir de R$ 689 na Amazon, onde conta com nota 4,3. Quem adquiriu o produto elogia o conceito open-ear, que mantém a percepção do ambiente sem abrir mão da qualidade sonora, o encaixe no contorno da orelha, que dispensa o canal auditivo e a bateria com autonomia generosa. O app com tradução em tempo real e equalizador personalizável também recebe destaque. Nas críticas, os relatos mais recorrentes apontam falha em um dos lados com cerca de dois a cinco meses de uso, problemas de interferência no sinal Bluetooth, desempenho comprometido com suor intenso e ausência de assistência técnica no Brasil para acionamento da garantia. Prós: open-ear para consciência do ambiente; encaixe seguro sem pressão no ouvido; app com equalizador e tradução; bateria duradoura. Contras: falha prematura em um dos lados relatada por compradores; interferência Bluetooth recorrente em certos ambientes; sensível ao suor intenso; sem assistência técnica no Brasil. Anker Soundcore AeroFit 2 Soundcore AeroFit 2 Soundcore AeroFit 2 9. Shokz OpenRun Pro 2 – a partir de R$ 1.196 O Shokz OpenRun Pro 2 é o modelo topo de linha da marca para corredores e representa um salto significativo em relação ao OpenMove, especialmente no quesito qualidade sonora. A principal inovação é a tecnologia DualPitch, que combina condução óssea de décima geração com um driver de condução aérea adicional para entregar graves mais profundos e médios mais nítidos. Essa configuração híbrida praticamente elimina as vibrações perceptíveis nas maçãs do rosto, uma das principais queixas das gerações anteriores de fones de condução óssea. Com 30 g de peso total e estrutura em titânio revestida de silicone, o OpenRun Pro 2 é leve, flexível e praticamente imperceptível em longas corridas. A bateria dura 12 horas por carga com carregamento completo em apenas um hora via USB-C, uma evolução importante em relação ao cabo proprietário dos modelos anteriores. Cinco minutos de carga rápida fornecem 2,5 horas de uso, útil para treinos de última hora. Já a resistência é a IP55, adequada para suor e chuva leve. Por fim, o app Shokz permite personalizar o som com cinco presets de EQ, incluindo Bass Boost e Treble Boost, além de ativar o multiponto para conectar dois dispositivos ao mesmo tempo. O OpenRun Pro 2 pode ser encontrado a partir de R$ 1.196 na Amazon, onde acumula 4,5 estrelas de classificação média. Clientes destacam a qualidade sonora surpreendente para um fone de condução óssea, com volume acima do esperado, nitidez mesmo durante corridas e maratonas, e conforto que permite horas de uso sem incômodo, inclusive com óculos. As críticas negativas, por outro lado, mencionam casos isolados de defeito na bateria, reclamações de graves insuficientes para quem busca áudio mais encorpado e o preço elevado como barreira. Prós: condução óssea de alta qualidade; confortável para uso prolongado; compatível com óculos; bateria confiável; boa fixação. Contras: graves discretos por design do formato; preço elevado; casos isolados de defeito na bateria; áudio do sistema apenas em inglês. Shokz OpenRun Pro 2 10. Beats Powerbeats Pro 2 – a partir de R$ 2.499 O Beats Powerbeats Pro 2 é o modelo mais completo e caro desta lista, voltado para atletas que querem o que há de mais avançado em tecnologia de áudio esportivo. A maior novidade em relação ao modelo anterior é o chip H2 da Apple, o mesmo do AirPods Pro de última geração, que possibilitou adicionar cancelamento ativo de ruído e modo transparência pela primeira vez na linha. O design foi redesenhado com gancho de liga de níquel-titânio 50% menor e corpo 20% mais leve do que a versão anterior. Oferece, ainda, áudio espacial personalizado com rastreamento de cabeça dinâmico, equalização adaptativa e suporte a áudio lossless em dispositivos da Maçã. O aparelho conecta via Bluetooth com pareamento One-Touch para dispositivos Apple e é compatível com Android via app Beats. A resistência é IPX4, adequada para treinos, embora abaixo de modelos como o JBL Endurance Race 2. A bateria, por sua vez, oferece até dez horas por carga e o estojo, com carregamento sem fio Qi, amplia o total para até 45 horas. Cinco tamanhos de ponteiras de silicone são incluídos no pacote para ajuste personalizado. O Powerbeats Pro 2 está disponível a partir de R$ 2.499 no Mercado Livre, onde ostenta 4,7 estrelas de classificação média. As avaliações elogiam a qualidade de construção, o encaixe seguro com gancho sobre a orelha e o som sem igual para uso esportivo. O design premium e a integração com o ecossistema Apple também são mencionados como pontos favoráveis. As críticas, por outro lado, apontam que o cancelamento de ruído entrega desempenho abaixo do esperado para o preço, especialmente na academia, onde o ANC praticamente não faz diferença em ambientes barulhentos. Além disso, o produto não vem acompanhado de cabo de carregamento. Prós: construção premium; encaixe seguro com gancho; integração com ecossistema Apple; som de qualidade. Contras: cancelamento de ruído fraco para o preço; cabo de carregamento não incluso; encaixe pode não servir para todos os formatos de orelha. Beats Powerbeats Pro 2 Powerbeats Pro 2 Qual é o melhor fone de ouvido para corrida em 2026? O melhor fone para corrida vai depender do seu perfil e preferência. Para corredores de rua que valorizam consciência ambiental e segurança, os modelos Shokz OpenMove e OpenRun Pro 2 são as opções mais indicadas. Para quem quer um fone intra-auricular que não cai em treinos intensos, o JBL Endurance Race 2 e o JBL Endurance Peak 4 se destacam. Já para atletas que querem o pacote completo, incluindo monitoramento cardíaco e chip de alta performance, o Beats Powerbeats Pro 2 é o solução mais completa da lista. Com informações de Runner's World, Major HiFi, Basike, Baseus, Fazter, Anker (1, 2), Beats e Shokz (1, 2) Mais do TechTudo 🎥 Veja também: assista ao vídeo abaixo e conheça o fone de ouvido Samsung Galaxy Buds 3 [Unboxing] Galaxy Buds 3: veja detalhes do fone de ouvido Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Air fryer HQ é boa? Conheça a marca e modelos disponíveis

23 de Abril de 2026, 02:00

As air fryers da HQ são uma boa opção para quem busca modelos básicos e baratos, com o foco no custo-benefício. O modelo HQ HF 2055, apresenta a estrutura simples com o cronômetro na parte superior, enquanto o HQ RA-015 possui controle digital e tela sensível ao toque. As air fryes podem ser encontradas no varejo online com preços a partir de R$ 165.86 a R$ 425.43, nas plataformas do Mercado Livre e Amazon. Atualmente, o portfólio da fabricante traz modelos que variam entre 2,8 e 12 litros, com opções oven e modelos padrão. Além disso, a marca disputa o mercado de fritadeiras com empresas famosas como Mondial, Britânia e Philco, como boa opção para quem quer gastar pouco e ter um produto de qualidade. E foi pensando nisso, que o TechTudo reuniu informações sobre a air fryer HQ, analisando o desempenho no dia a dia e as diferenças entre modelos disponíveis. Veja a seguir, mais informações sobre a marca, e se vale a pena investir nesta linha. Confira! 🔎 O que a Air Fryer pode substituir na cozinha? Compare com outros aparelhos 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Air fryer HQ é uma ótima opção voltada para custo-benefício Reprodução/HQ 📝 220 V ou 110 V? Veja como descobrir a tensão elétrica de um aparelho no Fórum do TechTudo Veja a seguir tudo sobre a air fryer da HQ Marca HQ é boa? Air Fryer HQ é boa? Vale a pena? Modelos de Air Fryer HQ 1. Air FryeHQ é boa? A HQ Eletro atua no modelo conhecido como private label (marca própria), ou seja, ela importa componentes, principalmente de polos asiáticos, e foca na produção em larga escala de eletroportáteis acessíveis. Na prática, isso significa que a empresa prioriza preços mais baixos e ampla distribuição, em vez de investir pesado em design exclusivo ou tecnologias mais avançadas. Com isso, a marca costuma apostar em funcionalidades básicas, com controles manuais e operação simples, deixando de lado recursos como conectividade, sensores inteligentes ou programas automáticos mais sofisticados. Por outro lado, isso ajuda a reduzir custos e tornar os produtos mais competitivos. Em plataformas como o Reclame Aqui, a HQ mantém boa reputação, com nota média de 8,3/10 e índice de resolução acima de 90%, o que indica um nível consistente de suporte ao consumidor. Air Fryer da HQ entrega bom custo-benefício no mercado de fritadeiras a ar Reprodução/HQ 2. Air Fryer HQ é boa? Vale a pena? De forma geral, as air fryers HQ entregam um desempenho básico, suficiente para preparos do dia a dia, como batatas fritas, salgados congelados e cortes simples de carne. De acordo com comentários dos compradores, a tecnologia de circulação de ar quente funciona corretamente, mas sem o mesmo nível de precisão térmica de modelos mais caros. Na prática, o resultado depende bastante do ajuste manual de tempo e temperatura, já que muitos modelos não contam com programas automáticos avançados. Isso pode exigir um pouco mais de atenção do usuário, especialmente no início do uso. Dessa forma, podemos afirmar que a marca é uma boa opção. As air fryers HQ entregam um desempenho básico, suficiente para preparos do dia a dia Reprodução/Amazon Outro ponto importante está no acabamento. Os materiais e o revestimento antiaderente cumprem o básico, mas pedem cuidado na limpeza para evitar desgaste precoce. Apesar disso, o consumo de energia e o nível de ruído seguem dentro do esperado para a categoria. Assim, a air fryer HQ tende a valer a pena para quem busca custo-benefício e pretende usar o aparelho de forma ocasional ou moderada, sem exigir funções extras ou acabamento premium. 3. Modelos de Air Fryer HQ disponíveis Air Fryer HQ HF 2055 A HQ HF 2055 é um modelo compacto, com capacidade de 2,8 litros, indicado para quem tem pouco espaço na cozinha ou prepara refeições para uma ou duas pessoas. O produto pode ser encontrado por R$ 165.86 na plataforma do Mercado Livre. O aparelho traz painel manual, potência de 1000 W, controle de temperatura de até 200 °C e timer de 30 minutos. Além disso, conta com cesto antiaderente e sistema de desligamento automático, recursos que ajudam na segurança e na facilidade de limpeza. Air Fryer HQ RA-015 A HQ RA-015 segue o formato de air fryer oven e se destaca pela capacidade de 12 litros, ideal para quem costuma preparar porções maiores. Com potência de 1700 W, o modelo permite assar, grelhar e até desidratar alimentos, ampliando as possibilidades de uso. Vale destacar que é possível encontrar o modelo no varejo online a partir de R$ 425.43 na plataforma do Mercado Livre. Além disso, ele possui controle digital e tela sensível ao toque, além de timer de até 240 minutos e temperatura ajustável entre 80 °C e 200 °C. Ainda, há o modo de desidratação, que varia de 30 °C a 80 °C, e é um diferencial interessante para receitas mais específicas.Outro destaque são os acessórios inclusos, como cesto giratório, grelhas e gancho de remoção, que facilitam o preparo de diferentes alimentos. Por outro lado, o tamanho mais robusto exige espaço na cozinha, já que o modelo tem dimensões maiores e ocupa mais área na bancada. Air Fryer HQ AF7LDL A HQ AF7LDL é uma versão intermediária, que combina características de air fryer tradicional com funções mais avançadas. Com capacidade de 7 litros, ela pode atender famílias de quatro a cinco pessoas sem ocupar tanto espaço quanto opções maiores. O modelo tem potência de 1500 W, temperatura ajustável entre 80 °C e 200 °C e timer de até 60 minutos. O painel digital com botões touch e display em LED facilita o uso no dia a dia, enquanto as 10 funções pré-programadas ajudam a automatizar parte do preparo. Vale destacar que é possível encontrar o produto no varejo online por preços a partir de R$ 409 no Mercado Livre. Um diferencial é o visor frontal, que permite acompanhar o cozimento sem precisar abrir o aparelho. Esse conjunto torna o modelo mais versátil para quem busca um pouco mais de praticidade, sem sair da faixa intermediária de preço. Com informações de HQ Eletro. Mais do TechTudo: Vídeo: A AIR FRYER DIFERENTONA!! Electrolux EAF170 em review! A AIR FRYER DIFERENTONA!! Electrolux EAF170 em review!

Galaxy A56 é o Android mais vendido do mundo no fim de 2025; veja por quê

23 de Abril de 2026, 02:00

Mais do que um simples intermediário popular, o Galaxy A56 fechou 2025 como o smartphone Android mais vendido do mundo no último trimestre, segundo dados da Counterpoint Research. O desempenho coloca o modelo da Samsung à frente de rivais diretos e reforça uma tendência cada vez mais clara no mercado: celulares com visual mais sofisticado, ficha técnica equilibrada e preço competitivo continuam entre os favoritos do grande público. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Galaxy A56 5G é bom? Veja ficha técnica, preço e lançamento Nos reviews em texto e em vídeo do TechTudo, o modelo já havia se mostrado um intermediário completo, com boa tela, bateria consistente, desempenho sólido e recursos de Inteligência Artificial (IA) úteis no dia a dia. Nas linhas a seguir, o TechTudo explica o que está por trás desse sucesso global e analisa se o celular ainda vale a pena mesmo após a chegada do Galaxy A57. TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! 😯 ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Celular Samsung à prova d'água: qual comprar? Pergunte no Fórum do TechTudo Initial plugin text Galaxy A56 é o Android mais vendido do mundo no fim de 2025; veja por quê O TechTudo explica, a seguir, os fatores que ajudam a entender o sucesso global do Galaxy A56 e analisa se o celular ainda vale a pena em 2026. Confira. Por que o Galaxy A56 é um sucesso? Construção premium Tela de alta qualidade Desempenho sólido Câmera principal e frontal de alta qualidade Bateria de longa duração com carregamento rápido Longo suporte de software Inteligência Absurda Galaxy A57 já foi lançado. Vale a pena comprar o A56? Por que o Galaxy A56 é um sucesso? Antes de entrar nos pontos específicos, vale entender o que ajuda a explicar o sucesso do Galaxy A56. O aparelho reúne uma combinação que costuma funcionar muito bem no segmento intermediário: ficha técnica equilibrada, visual mais sofisticado, alguns recursos que antes ficavam mais restritos a modelos premium e um preço que se mantém competitivo. Em vez de apostar em um único diferencial chamativo, a Samsung conseguiu montar um pacote sólido em várias frentes ao mesmo tempo. Na prática, isso significa entregar quase tudo o que o usuário comum procura em um celular em 2026. O Galaxy A56 oferece tela de alta qualidade, bateria confiável, desempenho consistente para o dia a dia, câmeras competentes, construção mais refinada e um suporte de software acima da média. Soma-se a isso a presença de funções de IA que ajudam a aproximar o modelo da experiência vista em aparelhos mais caros da marca, mas sem levar o preço para a mesma faixa dos topos de linha. Esse equilíbrio é justamente o que faz o modelo se destacar. Ele não tenta ser o mais poderoso do mercado, nem o mais barato da categoria. O apelo do Galaxy A56 está em entregar uma experiência completa e convincente, com poucos sacrifícios visíveis para a maioria dos consumidores. É esse conjunto, aliado ao custo-benefício, que ajuda a explicar por que o celular vende tanto no mundo todo. Construção premium Um dos fatores que ajudam a explicar o sucesso do Galaxy A56 é a sensação de produto mais caro que ele transmite logo no primeiro contato. A Samsung vem aproximando a identidade visual da linha Galaxy A da estética usada em aparelhos mais avançados da marca, e isso aparece com clareza no intermediário. No review em vídeo do TechTudo, o novo módulo de câmeras em formato de pílula foi tratado como uma mudança sutil, mas importante, justamente por dar ao celular uma aparência mais sofisticada e alinhada ao visual de modelos premium da fabricante. Galaxy A56 da Samsung ganhou novo entalhe para câmeras Katarina Bandeira/TechTudo Essa impressão não fica restrita ao design, já que o Galaxy A56 traz Gorilla Glass Victus+ na frente e na traseira, moldura de alumínio e certificação IP67 contra água e poeira, conjunto que reforça a sensação de robustez. No review em texto do TechTudo, o aparelho também foi elogiado pela construção convincente e pelo acabamento acima da média para a categoria. Ou seja, é um celular bonito, moderno e com cara de premium, mas sem partir para a faixa dos topos de linha. Tela de alta qualidade A qualidade da tela é outro ponto importante para entender o sucesso do Galaxy A56. A Samsung costuma se destacar nesse aspecto, e o intermediário segue a tradição ao trazer painel Super AMOLED de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. No dia a dia, essa combinação tende a garantir boa nitidez, cores vivas e fluidez para navegar pelas redes sociais, assistir a vídeos, jogar e alternar entre aplicativos com mais conforto. Tela do Galaxy A56 tem tecnologia AMOLED e frequência de 120 Hz Katarina Bandeira/TechTudo Nos testes do TechTudo, o display apareceu como um dos principais pontos fortes do aparelho. O brilho de até 1.900 nits com Vision Booster foi destacado pela boa visibilidade em ambientes externos, e a experiência visual, classificada como “premium” dentro da categoria intermediária. Soma-se a isso o contraste forte, os pretos profundos típicos de painéis AMOLED e a presença de recursos voltados ao conforto visual. Para muita gente, essa já é uma tela boa o bastante para não sentir falta de um modelo mais caro. Desempenho sólido O Galaxy A56 não foi feito para ser um celular gamer, mas entrega desempenho bem consistente para o tipo de uso que mais importa no segmento intermediário. O aparelho vem com o Exynos 1580, chip de 4 nanômetros (nm) com frequência máxima de 2,9 GHz, aliado a 8 GB de RAM. No uso comum, isso se traduz em boa fluidez para redes sociais, streaming, navegação, multitarefa e até edição leve de conteúdo, como vídeos curtos e posts para redes. No AnTuTu, o Galaxy A56 marca 1.235.720 pontos, resultado forte para a categoria e suficiente para colocá-lo acima de vários concorrentes diretos. É claro que ele não entra no mesmo patamar de modelos premium ou focados em jogos, mas também não é essa a proposta do aparelho. O foco aqui é entregar uma experiência estável e confiável no dia a dia, sem pesar tanto no bolso. Exynos 1580, da Samsung Reprodução/Samsung Nos reviews do TechTudo, essa foi justamente a percepção geral. O smartphone foi descrito como um intermediário equilibrado, com evolução perceptível em relação à geração anterior. Também foi elogiado por lidar bem com multitarefa, aplicativos de edição, navegação e uso cotidiano, com apenas engasgos pontuais em transições mais rápidas entre telas. Para o público que quer um celular rápido o suficiente para quase tudo, sem precisar investir em um topo de linha, o Galaxy A56 acerta em cheio. Câmera principal e frontal de alta qualidade O conjunto fotográfico do Galaxy A56 é outro ponto que ajuda a sustentar seu sucesso global. Na traseira, o aparelho traz uma câmera principal de 50 MP, uma ultrawide de 12 MP e uma macro de 5 MP. Na frente, a Samsung adotou um sensor de 12 MP. Embora a câmera frontal tenha perdido resolução em relação à geração passada, a experiência prática continua positiva e mostra que a marca conseguiu compensar isso com processamento e software. Nos reviews do TechTudo, as fotos foram elogiadas pela boa nitidez, fidelidade de cores e desempenho satisfatório até em cenários com menos luz. A câmera frontal também apareceu como uma das surpresas mais agradáveis do aparelho, com boa reprodução de textura de pele, alcance dinâmico competente e nitidez forte. Câmera traseira do Galaxy A56 da Samsung Katarina Bandeira/TechTudo Outro ponto que reforça o apelo do modelo é a gravação em 4K a 30 quadros por segundo tanto na câmera traseira quanto na frontal. Na prática, isso amplia a versatilidade do aparelho para vídeos do dia a dia e também para quem produz conteúdo com o celular. Vale dizer que, embora o Galaxy A56 não tenha o conjunto mais avançado da Samsung, ele entrega um nível de câmera que já atende bem a maior parte dos usuários. Bateria de longa duração com carregamento rápido A bateria é outro ponto em que o Galaxy A56 se mostra muito competitivo. O aparelho traz 5.000 mAh, capacidade que já virou padrão entre bons intermediários, mas que continua suficiente para entregar uma autonomia bastante confortável. Nos testes do TechTudo, o modelo mostrou fôlego para encarar um dia inteiro com sobra e até avançar para um dia e meio ou dois dias em uso moderado, o que ajuda a explicar seu apelo entre quem prioriza praticidade no cotidiano. A recarga de 45 W também reforça essa proposta, porque aproxima o aparelho de modelos mais caros da Samsung e reduz o tempo preso à tomada. O ponto de atenção é que o carregador de maior potência não vem na caixa. O adaptador incluso é de 15 W, então quem quiser aproveitar toda a velocidade suportada pelo celular precisará comprar um carregador mais potente separadamente. Bateria do Galaxy A56 dura o que tem que durar Katarina Bandeira/TechTudo Longo suporte de software Nem sempre esse é o primeiro item que chama atenção em uma ficha técnica, mas ele ajuda bastante a explicar o sucesso do Galaxy A56. A Samsung promete seis anos de novas versões do Android e seis anos de atualizações de segurança, algo que coloca o modelo em um patamar acima de boa parte dos intermediários vendidos hoje. Lançado com Android 15 e já atualizável para o Android 16 com a One UI 8.5, o aparelho tem mais chances de envelhecer bem. Na prática, isso significa não apenas acesso a novos recursos ao longo do tempo, mas também mais proteção, melhor compatibilidade com aplicativos futuros e uma perspectiva mais confortável para continuar usando o celular por vários anos. Em um cenário em que muita gente troca de smartphone com menos frequência, esse tipo de compromisso pesa bastante. Nos dois reviews do TechTudo, esse suporte prolongado apareceu como um dos diferenciais que mais reforçam o custo-benefício do modelo. Em outras palavras, o Galaxy A56 não chama atenção só pelo que entrega agora, mas também pela ideia de que continuará sendo uma opção segura, atual e competitiva por um período maior. Inteligência Absurda A Samsung atribui parte desse desempenho ao pacote de “Inteligência Absurda”, nome usado pela marca para destacar funções de IA que ajudam a aproximar o intermediário da experiência oferecida por celulares mais caros. A própria Counterpoint Research reforça essa leitura ao afirmar que “o Galaxy A36 e o Galaxy A56, ofertas da Samsung para o segmento intermediário, estão registrando vendas maiores do que seus antecessores devido à incorporação da ‘Inteligência Absurda’, com recursos de IA da Samsung como ‘Melhor Rosto’ e ‘Nightography’, antes reservados aos flagships”. Samsung destaca recursos de “Inteligência Absurda” no Galaxy A56, um dos fatores apontados para o sucesso do celular Ficha Técnica Celulares Nos reviews do TechTudo, funções como Melhor Rosto, apagador de objetos, integração com Gemini e Circule para Pesquisar apareceram entre os destaques do modelo. No vídeo, esses recursos ainda foram mostrados em uso real, com destaque para a praticidade de editar imagens e fazer buscas visuais de forma mais rápida. Galaxy A57 já foi lançado. Vale a pena comprar o A56? Mesmo com a chegada do Galaxy A57, o Galaxy A56 continua sendo uma compra bastante interessante, principalmente quando aparece em promoção. Isso porque a nova geração trouxe mudanças pontuais e não representa um salto tão grande a ponto de fazer o antecessor perder relevância de uma hora para outra. Veja o REVIEW do Galaxy A57 Considerado um dos destaques de 2025, o Galaxy A56 reúne tela de alta qualidade, bateria confiável, câmeras competentes, recursos de IA úteis e suporte longo de software. Ele continua oferecendo justamente o conjunto que ajudou o modelo a se destacar globalmente no fim do ano passado. A conta fica ainda mais favorável quando o preço entra na equação. Encontrá-lo hoje no varejo online por cerca de R$ 1.998 reforça por que o aparelho segue valendo a pena mesmo após o lançamento do Galaxy A57. Para boa parte dos usuários, sobretudo os que priorizam custo-benefício, a diferença de preço tende a pesar mais do que os avanços pontuais da nova geração. Com informações de TechTudo (1, 2 e 3), Samsung e Counterpoint Research Mais de TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

Review | Crimson Desert tem história fraca, mas acerta no que se propõe

23 de Abril de 2026, 01:01

Crimson Desert é o novo jogo de ação e exploração com elementos de RPG da desenvolvedora coreana Pearl Abyss. Anunciado inicialmente como um sucessor espiritual de Black Desert, o título chegou no dia 19 de março de 2026 cercado de expectativa, mas também de controvérsias. Logo no lançamento, dividiu opiniões de crítica e público, principalmente por conta de um enredo fraco e problemas de gameplay, como a ausência de um baú para armazenar itens, desempenho abaixo do esperado e comandos pouco intuitivos. Ainda assim, a desenvolvedora não baixou a guarda. Com o passar das semanas, diversas atualizações foram lançadas para corrigir os principais problemas apontados pela comunidade, o que melhorou bastante a experiência. No fim das contas, o jogo encontrou seu ponto forte naquilo que faz de melhor: a exploração. Mas a pergunta que fica é: mesmo após mais de um mês de atualizações, os problemas iniciais ainda pesam? O TechTudo jogou por mais de 100 horas e conta a seguir se vale a pena embarcar na jornada de Kliff e dos Jubas Cinzentas. 🎮 Crimson Desert: 10 coisas que o jogo não explica, mas você precisa saber 🏆 Quantas horas tem Crimson Desert? Como pegar todos os troféus do jogo Review | Crimson Desert Arte/TechTudo 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum do TechTudo Initial plugin text Crimson Desert vale a pena? Quando comecei a jogar Crimson Desert no lançamento, a primeira impressão não foi das melhores. O jogo demora a engrenar, e a primeira meia hora é especialmente confusa. Os puzzles, que deveriam funcionar como tutoriais, são pouco intuitivos, e algumas missões simplesmente não explicam o que deve ser feito. Um exemplo claro é a missão "Colina Agitada", que acabou travando muitos jogadores em um objetivo relativamente simples. A história também deixa a desejar. Kliff é um protagonista pouco carismático, com um enredo que não prende. Ele fala pouco e passa a sensação de ter sido afetado pelas mudanças de direção no desenvolvimento do jogo. Segundo relatos e vazamentos, Crimson Desert começou como um projeto online antes de migrar para uma experiência single-player, e isso parece ter impactado diretamente a narrativa. Kliff Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Outro ponto que incomoda é a troca de personagens durante a campanha. A partir de certo momento, é possível controlar figuras como Damiane e Oongka, mas esses personagens não têm desenvolvimento nem carisma. As missões em que aparecem acabam sendo oportunidades desperdiçadas de expandir o universo do jogo. Esses problemas dificilmente serão corrigidos, já que exigiriam uma reformulação completa do roteiro. A sensação é de que a ambição do projeto acabou atrapalhando a construção de uma narrativa mais coesa. Por outro lado, quando você aceita que a história não é o ponto forte e passa a focar na exploração, o jogo revela seu verdadeiro potencial. Foi exatamente isso que aconteceu comigo após cerca de 15 horas. A partir daí, Crimson Desert se transforma em uma experiência muito mais interessante. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos O sistema de progressão é um dos destaques. Evoluir a árvore de habilidades de Kliff é recompensador e permite diferentes estilos de jogo. Eu optei por focar em espadas longas, mas há espaço para abordagens bem variadas, incluindo combate corpo a corpo com artes marciais, com golpes exagerados e divertidos, como um suplex digno de WWE. O tamanho do jogo também impressiona. O mapa é gigantesco, com inúmeras possibilidades de exploração. Passei cerca de 40 horas apenas na primeira região e ainda estou longe de chegar à área desértica que dá nome ao título. Mesmo com falhas claras, Crimson Desert é um jogaço. Pode assustar no início, mas recompensa quem insiste. É, sem dúvida, um dos grandes títulos de 2026. Confira outros reviews do TechTudo em 2026 Resident Evil: Requiem vale o hype e entrega tensão do início ao fim PRAGMATA encanta com protagonistas carismáticos e combate intenso Investigação Póstuma é um mergulho machadiano no universo dos games Pokémon Pokopia reinventa a franquia com aventura cozy e acerta em cheio Mario Tennis Fever surpreende e une desafio e diversão na medida certa História de Crimson Desert é fraca no início, ganha tração no meio e decepciona no fim A história de Crimson Desert é contraditória. O game se passa em Pywel e acompanha Kliff, líder dos Jubas Cinzentas, um grupo de mercenários tentando sobreviver em um mundo em colapso. Logo no início, fica evidente que há forças interessadas na queda da facção, mas as motivações são pouco claras. Após ser derrotado em batalha, Kliff reaparece ligado ao Abismo, uma entidade misteriosa com influência sobre os eventos do mundo. A ideia é interessante, mas pouco desenvolvida, funcionando mais como conceito do que como base sólida da narrativa. O início da campanha é confuso, com missões mal explicadas e transições pouco naturais. Em determinado momento, por exemplo, o jogo exige interações com personagens que sequer foram apresentados, quebrando a imersão. No meio da jornada, a história ganha um pouco mais de clareza, mas nunca chega a se destacar. Já nos capítulos finais, perde força novamente, com reviravoltas previsíveis, no estilo Sessão da Tarde. No fim, fica claro que a narrativa não é o principal atrativo do jogo e, por isso, não será tão desenvolvido nesse Review. Mais sobre Crimson Desert: Tem romance em Crimson Desert? Entenda mecânica do game e outras Crimson Desert vai ter multiplayer? Entenda o modo coop do game Como pescar em Crimson Desert? Veja guia completo para o game Se a história é ruim, exploração é o que faz valer cada centavo Crimson Desert é gigantesco. O mapa é amplo, dividido em várias regiões, e cada uma apresenta suas próprias particularidades. Hernand, por exemplo, funciona como a área inicial e não traz grandes desafios em relação a clima ou inimigos. Mas basta avançar um pouco ao norte para encontrar regiões extremamente frias, que exigem preparo mínimo, seja com equipamentos adequados ou armaduras resistentes à temperatura. Esse tipo de mecânica aparece logo nas primeiras horas e, na prática, é fácil de contornar. O problema é que o jogo explica pouco, e isso não se limita ao sistema de temperatura. Apesar da exploração ser um dos pontos mais interessantes, fica a sensação de que Crimson Desert tenta abraçar muita coisa, mas não se preocupa em explicar bem elementos básicos da própria gameplay. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos O sistema de alimentação é um bom exemplo. Ter comida durante batalhas contra chefes é essencial, algo até intuitivo para quem já tem familiaridade com RPGs como The Witcher 3. Mas quem começa do zero pode demorar para entender a importância disso justamente pela falta de clareza. A árvore de habilidades segue essa mesma linha. Ela é interessante e oferece diversas possibilidades, divididas entre poderes místicos, evolução de vida e atributos ligados ao combate, como vigor. Dentro disso, há diferentes estilos, como arco e flecha, espadas, artes marciais e o sistema de espírito, que acaba sendo um dos mais importantes nas batalhas mais difíceis. Essa mistura de referências também aparece na exploração, que depende bastante de puzzles. A ideia funciona, mas a execução deixa a desejar em alguns momentos. O primeiro puzzle, ainda no tutorial, chegou a travar muita gente, não pela dificuldade, mas pela falta de responsividade. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos E esse é um problema mais amplo. O jogo tem muitos comandos, o que faz sentido pela complexidade, mas isso acaba prejudicando a resposta dos controles em certas situações, especialmente nos puzzles. A Pearl Abyss já vem trabalhando em melhorias, mas ainda é algo perceptível. No geral, os puzzles cumprem seu papel, mas variam bastante. Alguns são simples demais, enquanto outros trazem boas ideias e fazem o jogador realmente pensar. O problema não está no desafio em si, mas na forma como ele é executado. Com controles mais precisos, a experiência seria muito mais fluida. No fim das contas, resolver os puzzles não é difícil. O maior obstáculo, muitas vezes, é lidar com a falta de precisão nas ações, algo que se repete em outros aspectos do jogo. Gráficos e ambientação são ápice da experiência Por outro lado, quando o assunto é ambientação, Crimson Desert impressiona. O jogo entrega alguns dos cenários mais bonitos da geração, o que explica as comparações com Red Dead Redemption 2. Ambos apostam em mundos vivos, detalhados e que incentivam a exploração sem pressa. Mesmo com a diferença de tempo entre os lançamentos, Crimson Desert se destaca pelo nível de fidelidade gráfica. A água, por exemplo, chama atenção com facilidade, algo que historicamente sempre foi difícil de representar bem em jogos. No geral, é um mundo muito bonito e vivo. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Esse cuidado fica ainda mais evidente nos pontos mais altos do mapa. Observar o horizonte é, por si só, uma experiência. Dá para perceber o nível de detalhe envolvido na construção de cada região e na forma como tudo se conecta. Nesse aspecto, o jogo realmente se destaca. As montarias também têm papel essencial na exploração. O mapa é grande o suficiente para tornar inviável percorrer tudo a pé, então encontrar cavalos lendários e outros animais se torna fundamental para a locomoção. Além disso, há pontos de teletransporte espalhados pelo mundo, geralmente vinculados a pontos de interesse e, em alguns casos, liberados após pequenos puzzles. Mas é justamente nas montarias que entra uma ressalva importante. Diferente do que acontece em Red Dead Redemption 2, aqui não existe um vínculo real com o animal. No jogo da Rockstar Games, essa relação era construída ao longo da jornada e fazia diferença na experiência. Em Crimson Desert, isso não acontece. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Os cavalos cumprem bem a função mecânica, facilitando o deslocamento e o acesso a áreas mais altas, mas param por aí. Falta identidade. Não importa muito qual animal você está usando, a sensação é praticamente a mesma. Além disso, eles não morrem, mesmo caindo de alturas consideráveis. Isso acaba pesando, principalmente porque a comparação é inevitável. Crimson Desert acerta muito na construção do mundo, mas deixa passar uma oportunidade clara de aprofundar a relação entre o protagonista e suas montarias, o que poderia tornar a experiência ainda mais marcante. Combate e progressão de armas são bem resolvidos O combate, no início, foi um pouco confuso para mim. Existem movimentos e combos que você precisa aprender com o tempo e que, como outras questões de Crimson Desert, não são tão intuitivos. Conforme você passa a entender melhor a árvore de habilidades e começa a testar possibilidades, fica mais claro qual estilo de luta faz sentido para o personagem que está sendo construído. E essa ideia de experimentação é central. A Pearl Abyss deixa evidente que quer que o jogador teste diferentes caminhos, monte sua build e, se não funcionar, refaça tudo. Para isso, existem itens que permitem reiniciar a progressão do zero, o que acaba sendo um ponto bastante positivo. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Dentro da árvore de habilidades, há várias vertentes. No combate, por exemplo, é possível focar em arco e flecha, artes marciais, espadas longas ou curtas, além do atributo de vigor. Esse último é essencial tanto para movimentação quanto para executar combos. Inclusive, algumas ações simplesmente não funcionam com pouco vigor, o que faz desse um dos atributos mais importantes logo no começo. Já na parte mais mística entram habilidades ligadas à vida do personagem e poderes especiais. Um dos destaques é a “Força Axiom”, que permite deslocamentos rápidos e dinâmicos, lembrando bastante a movimentação de Just Cause com o gancho. Com ela, dá para puxar inimigos, encaixar combos e até alcançar áreas mais altas. É uma mecânica divertida, mas que exige bastante gerenciamento de vigor. Outro sistema importante é o de espírito, que também é um dos menos explicados. Ele permite executar ações específicas, como esquivas no tempo certo ou até criar uma espécie de escudo que rebate projéteis, algo visualmente parecido com as defesas do Doutor Estranho, herói da Marvel. Isso se torna essencial principalmente contra inimigos mais fortes, que usam ataques à distância ou habilidades mágicas. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Mesmo com pouca explicação, o sistema de espírito segue a mesma lógica geral do jogo: testar e aprender na prática. E isso fica ainda mais evidente nas batalhas contra chefes. Muitos deles são desafiadores e podem levar o jogador a buscar respostas fora do jogo, mas a verdade é que as ferramentas estão ali. Usar o espírito, abusar da "Força Axiom" e testar diferentes armas faz parte do processo. Existem várias formas de lidar com os inimigos, seja explorando brechas, aplicando efeitos ou simplesmente ajustando o estilo de combate. No fim das contas, cada chefe tem um ponto fraco, e cabe ao jogador descobrir qual é. Conheça mais do game: Crimson Desert: as melhores armaduras para usar no início do game As 10 melhores armas de Crimson Desert e onde encontrá-las Falando em armas, algumas acabam sendo essenciais ao longo da jornada. No meu caso, usei bastante espadas de duas mãos, mas combinações como espada curta com escudo também se mostraram muito eficientes em certos momentos, principalmente contra chefões. O interessante é que cada batalha parece exigir um tipo de abordagem diferente, o que incentiva a evoluir bem todos os aspectos do equipamento. E o jogo oferece bons sistemas para isso. Logo no início, as armas possuem níveis e podem evoluir até o nível 10. Para isso, é necessário levá-las a um ferreiro e investir materiais obtidos por exploração, mineração e outras atividades. Com o tempo, itens básicos deixam de ser suficientes e você passa a depender de recursos mais raros, como Artefatos do Abismo e Pedras de Sangue. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Esse sistema acompanha bem a progressão. Muitos desses materiais aparecem apenas em regiões mais avançadas, o que faz com que a evolução esteja diretamente ligada ao avanço na história. E funciona, já que a diferença de poder é perceptível conforme a arma evolui. Além da parte física, há também uma camada mística. As Bruxas permitem adicionar modificadores especiais aos equipamentos, e encontrá-las pelo mapa já é, por si só, uma experiência interessante. Para liberar todo o potencial delas, é preciso completar missões específicas, o que reforça a ideia de causa e consequência dentro do jogo. Esse sistema não se limita às armas. Armaduras, luvas e botas seguem a mesma lógica. Com as Bruxas, é possível criar encaixes nesses itens e inserir orbes com habilidades especiais. Algumas invocam corvos a cada ataque pesado, por exemplo, o que além de interessante visualmente também impacta o combate. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Esses orbes podem ser obtidas de várias formas, como em missões, derrotando chefes ou explorando o mapa. Um detalhe importante é ficar atento a cachoeiras com pequenas pilhas de pedras na frente. Esse tipo de marcação geralmente indica recompensas escondidas. No geral, o sistema de progressão e aprimoramento funciona muito bem. Dá para perceber um cuidado maior nesse aspecto, que entrega uma sensação consistente de evolução ao longo de toda a jornada. Pearl Abyss salvou o game, mas ainda existem ponto de melhoria Crimson Desert chegou com muitos problemas, o que culminou em uma nota mediana de crítica e público. O maior trunfo foi a desenvolvedora não abandonar o barco e abraçar a comunidade. Com o tempo, novas montarias e um baú para guardar os itens do game foram adicionados, o nível de dificuldade dos chefes foram revistos e uma séria de adições voltadas para desempenho, gráficos e câmeras foram realizadas. Esse ponto era muito importante. Joguei em um PS5 Pro e, mesmo assim, tive problemas com quedas de FPS em algumas batalhas. Já no PS5 base existiam relatos de crashes assim que o mapa do game era aberto. A maioria foi resolvido e mostrou que a comunidade de games, quando bem organizada, ainda tem muito poder para ajustar os rumos de alguns títulos. Crimson Desert Reprodução/Victor Bastos Mesmo assim, ainda existem pontos de atenção, principalmente na iluminação. Em horários como o meio-dia, o jogo é visualmente impressionante. Porém, ao amanhecer ou entardecer, os cenários perdem vivacidade e ficam acinzentados. À noite, a escuridão é intensa, como proposto pela desenvolvedora, mas a iluminação artificial deixa a desejar, prejudicando as texturas. É um aspecto que ainda precisa de ajustes, mas considerando o histórico recente da Pearl Abyss, não seria surpresa ver melhorias futuras nesse sentido. ⭐ Nota final: Initial plugin text Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026. Mais do TechTudo

10 prompts para aprender programação sozinho no ChatGPT (copie e cole)

23 de Abril de 2026, 01:00

Aprender programação com inteligência artificial ficou mais acessível e eficiente para quem quer estudar sozinho e no próprio ritmo. Ferramentas como ChatGPT, Gemini Google e Claude.AI permitem tirar dúvidas em tempo real, corrigir códigos, gerar exercícios personalizados e até simular entrevistas técnicas, reproduzindo situações do mercado de trabalho. Neste guia, o TechTudo trouxe 10 prompts prontos para copiar e colar no ChatGPT, da OpenAI, que ajudam desde os primeiros passos na programação até o aprimoramento de habilidades mais avançadas, otimizando seu aprendizado de forma prática e direcionada. 🔎 Qual é a melhor IA para programação? Especialista aponta 7 destaques de 2026 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 10 prompts para aprender programação sozinho: veja comandos para estudar TechTudo/Késya Holanda 📝Como usar o ChatGPT para melhorar a produtividade no trabalho? Confira no fórum do TechTudo Índice Como usar IA para aprender programação? 10 prompts para aprender programação sozinho Dicas para melhorar resultados com IA Vale a pena aprender programação com IA? Como usar IA para aprender programação? A IA funciona melhor para aprender programação quando você trata o modelo como um professor com tempo ilimitado, e não como um buscador de respostas prontas. A diferença está em como você formula o pedido: um comando genérico como "me ensine Python" gera uma resposta superficial. Enquanto que um comando com contexto, nível e objetivo entrega um plano de estudos, exemplos práticos e exercícios calibrados para onde você está. O mesmo vale para revisão de código: "o que está errado aqui?" gera uma resposta diferente de "revise este código, identifique erros e explique como corrigir de forma simples". A segunda versão força a IA a ensinar, não apenas a corrigir. Essa distinção é o que transforma a IA de um atalho em uma ferramenta real de aprendizado. Na prática, a IA pode assumir três papéis diferentes ao longo dos seus estudos. Como professor, ela explica conceitos do zero com analogias e exemplos de código; Como revisor, ela analisa o que você escreveu, aponta erros e explica o motivo de cada problema. Já como gerador de exercícios, ela cria desafios com soluções comentadas para consolidar o que você acabou de estudar. O nível de detalhe do prompt impacta diretamente a qualidade da resposta, e os 10 comandos a seguir foram testados com esse princípio em mente. 😀 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no Gemini 👉 20 prompts prontos MUITO úteis para copiar e usar no ChatGPT 10 prompts para aprender programação sozinho 1. Prompt para aprender do zero Testamos o prompt pedindo uma introdução ao Python para alguém sem nenhuma base. O ChatGPT entregou uma explicação progressiva, começando por variáveis e tipos de dados, passando por estruturas de controle e chegando a funções, com exemplos de código comentados linha a linha e três exercícios ao final de cada bloco. O resultado foi suficiente para passar as primeiras horas de estudo sem precisar abrir nenhuma outra fonte. A IA entrega um resumo sobre o tema Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt: "Explique [linguagem] do zero, como se eu fosse iniciante, com exemplos simples e exercícios práticos." Quando usar: Ao iniciar em uma nova linguagem ou quando você quer retomar algo que estudou há tempo e precisa refrescar a base. Por que funciona: Cria uma base sólida ao combinar teoria e prática no mesmo pedido, evitando que você leia conceitos sem saber como aplicá-los. 2. Prompt para criar plano de estudos Testamos com "crie um plano de estudos de JavaScript por 30 dias" e o resultado surpreendeu pela estrutura. O plano organizou os tópicos em semanas temáticas, com estimativa de tempo diário e um exercício de fixação para cada assunto. O modelo também alertou quais temas exigem mais tempo e sinalizou onde vale fazer uma pausa para praticar antes de avançar, algo que um iniciante dificilmente saberia sozinho. O ChatGPT criou um cronograma de estudos completo Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt: "Crie um plano de estudos de [linguagem] por 30 dias, com tópicos diários e exercícios." Quando usar: Quando você está começando e não sabe por onde ir, ou quando quer estruturar o aprendizado de forma progressiva sem depender de um curso com grade fixa. Por que funciona: Estrutura o aprendizado em etapas realistas e evita a sobrecarga de tentar aprender tudo ao mesmo tempo, um dos principais motivos de desistência. 3. Prompt para aprender na prática com projetos Testamos pedindo projetos práticos em Python para iniciantes. O ChatGPT sugeriu cinco projetos em ordem crescente de complexidade, de uma calculadora simples a um sistema de cadastro em arquivo, com uma explicação clara do que cada projeto ensina e quais conceitos você vai precisar dominar antes de começar. Foi mais útil do que qualquer lista genérica de "projetos para iniciantes" encontrada em blogs. O ChatGPT entregou uma lista de tarefas do mais simples ao mais complexo Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda 👀 Melhores prompts para transformar reuniões em planos de ação com o ChatGPT 💻 Melhores prompts para ChatGPT: 7 opções que todo mundo precisa sabe Prompt: "Sugira 5 projetos práticos em [linguagem] para iniciantes, com nível crescente e explicação do que cada um ensina." Quando usar: Após entender o básico da linguagem, quando você quer sair da teoria e começar a construir algo que possa mostrar no portfólio. Por que funciona: Aprendizado aplicado é mais eficiente do que ler teoria indefinidamente, e projetos com nível crescente garantem progressão sem travar no meio do caminho. 4. Prompt para corrigir código Colamos um trecho de código Python com três erros intencionais, um de sintaxe, um de lógica e um de boas práticas. O ChatGPT identificou os três, explicou o motivo de cada erro em linguagem acessível e mostrou a versão corrigida com comentários. O diferencial foi que o modelo não apenas corrigiu: explicou por que o erro ocorria e o que aconteceria no programa se não fosse resolvido. A IA identificou os erros do código Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt: "Revise este código, identifique erros e explique como corrigir de forma simples: [colar código]" Quando usar: Sempre que um código não rodar ou produzir um resultado inesperado — especialmente quando você não entende a causa do problema. Por que funciona: Aprendizado ativo: você aprende mais ao entender o que errou do que ao receber a solução pronta. O modelo explica o raciocínio, não apenas corrige. 5. Prompt para entender mensagens de erro Testamos colando uma mensagem de erro clássica do Python (TypeError: unsupported operand type(s) for +: 'int' and 'str') sem nenhum contexto adicional. O ChatGPT traduziu o erro para linguagem simples, explicou o que o interpretador estava tentando fazer, identificou o tipo de problema e mostrou duas formas de resolver com exemplos. Em menos de 30 segundos, uma mensagem confusa virou um aprendizado sobre tipos de dados. A IA explicou de maneira clara o significado do erro Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda 🔎 3 prompts do ChatGPT para organizar trabalho ou estudos em minutos Prompt: "Explique este erro como se eu fosse iniciante e mostre como resolver: [colar mensagem de erro]" Quando usar: Quando uma mensagem de erro parece técnica demais ou quando você não entende o que o interpretador está reclamando. Por que funciona: Traduz linguagem técnica para o seu nível atual e reduz a frustração que costuma travar iniciantes nas primeiras horas de prática. 6. Prompt para revisar código em nível profissional Testamos com um script funcional mas sem boas práticas, variáveis com nomes genéricos, funções longas demais e sem tratamento de exceções. O ChatGPT devolveu uma análise detalhada com sugestões de refatoração, explicação de por que cada mudança importa no mercado de trabalho e uma versão reescrita do código com comentários comparativos. Foi o tipo de feedback que um desenvolvedor sênior daria em um code review. A IA analisou e sugeriu melhorias Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt: "Analise este código e sugira melhorias de performance, legibilidade e boas práticas: [colar código]" Quando usar: Quando seu código já funciona, mas você quer evoluir para os padrões que o mercado de trabalho exige, legibilidade, performance e manutenibilidade. Por que funciona: Aproxima o seu código dos padrões reais de desenvolvimento, simulando o processo de revisão que acontece em equipes profissionais. 7. Prompt para simular entrevistas técnicas Testamos pedindo uma simulação de entrevista técnica para Python com foco em estruturas de dados. O ChatGPT fez cinco perguntas progressivas, das conceituais às de implementação, esperou a resposta e entregou feedback detalhado sobre o que estava certo, o que faltou e como um recrutador técnico avaliaria aquela resposta. Mais útil do que qualquer lista de "perguntas frequentes de entrevista" disponível online. O ChatGPT montou um script de uma entrevista no tema da linguagem sugerida Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt: Simule uma entrevista técnica para [linguagem], com perguntas e feedback das respostas. Quando usar: Quando você está se preparando para processos seletivos ou quer avaliar se o seu nível está compatível com o que o mercado espera. Por que funciona: Treina raciocínio sob pressão e ajuda a identificar lacunas no conhecimento antes de chegar em uma entrevista de verdade. 8. Prompt para aprender conceitos difíceis Testamos pedindo uma explicação de recursão, um dos conceitos que mais trava iniciantes. O ChatGPT começou com uma analogia cotidiana (bonecas russas que se abrem até a menor), passou para um exemplo em código simples com comentários linha a linha e terminou com um exercício para fixar. O conceito, que levou horas para entender com tutoriais, ficou claro em uma única resposta. O ChatGPT criou analogias que facilitam o estudo Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda 📸 Prompts para fotos: 20 comandos prontos para copiar e colar no Gemini 📔 Como fazer desenhos no ChatGPT: guia completo com prompts prontos Prompt: "Explique [conceito] com analogias simples e exemplos práticos em código." Quando usar: Quando você chega em um tópico que parece abstrato demais ou que vários tutoriais explicaram de formas diferentes sem fazer sentido. Por que funciona: Analogias simples tornam conceitos abstratos concretos, e exemplos práticos em código mostram imediatamente como o conceito funciona na realidade. 9. Prompt para transformar teoria em prática Solicitamos que a IA fornecesse exercícios práticos como tarefa de fixação após estudar o conceito de orientação a objetos. O ChatGPT gerou cinco exercícios com dificuldade crescente, do mais básico (criar uma classe Pessoa com atributos) ao mais elaborado (sistema de herança com polimorfismo), com a solução comentada disponível logo abaixo de cada enunciado. A combinação de enunciado mais solução explicada é mais eficiente do que só praticar sem saber se o caminho está certo. O ChatGPT cria uma série de exercícios que auxiliam no aprendizado Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Prompt: "Crie exercícios práticos sobre [tema] com soluções explicadas." Quando usar: Após estudar um conceito teórico e antes de avançar para o próximo, para garantir que o aprendizado foi consolidado antes de aumentar a complexidade. Por que funciona: Consolida o aprendizado ao forçar a aplicação imediata da teoria, com validação imediata pelo modelo que explica a lógica de cada solução. 10. Prompt para criar rotina de estudos Testamos pedindo uma rotina semanal para quem tem uma hora por dia disponível. O ChatGPT estruturou os dias por tipo de atividade, teoria às segundas, exercícios às terças e quintas, revisão às quartas, projeto às sextas e revisão geral aos sábados, com indicação de quanto tempo dedicar a cada parte e o que fazer quando bater a procrastinação. O resultado foi uma rotina realista, não idealizada. A IA cria um cronograma de 1 hora por dia para estudar Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda 👉 Qual a melhor IA para estudar? Comparamos ChatGPT, Gemini e Claude ✍ Melhor IA para estudar para concurso: Perplexity, Claude e NotebookLM; testamos Prompt: "Monte uma rotina semanal de estudos de programação com foco em disciplina e prática." Quando usar: Quando a falta de consistência é o principal obstáculo, você começa a estudar mas abandona depois de alguns dias sem uma estrutura clara. Por que funciona: Ajuda na constância ao criar uma rotina com propósito definido para cada sessão de estudo, reduzindo a decisão de "o que estudar hoje" que costuma travar quem aprende sozinho. Dicas para melhorar resultados com IA Independente do prompt escolhido, alguns ajustes simples aumentam consideravelmente a qualidade das respostas. Confira, a seguir, dicas para alcançar melhores resultados: Seja específico no objetivo: "Aprenda Python" é diferente de "aprenda Python para análise de dados". Quanto mais contexto, mais personalizada a resposta. Sempre peça exemplos práticos: Respostas só teóricas têm utilidade limitada para quem está aprendendo programação. Acrescente "com exemplos em código" a qualquer prompt. Ajuste o nível explicitamente: Diga se você é iniciante, intermediário ou avançado. Sem essa informação, o modelo tende a calibrar para um nível médio que pode não ser o ideal. Revise o código gerado: A IA comete erros, especialmente em lógicas mais complexas. Nunca copie código sem entender o que ele faz, esse entendimento é parte essencial do aprendizado. Vale a pena aprender programação com IA? Sim, especialmente como apoio ao aprendizado. A IA elimina a espera por feedback, está disponível a qualquer hora e se adapta ao seu ritmo melhor do que qualquer curso com grade fixa. Para quem está começando, o acesso a um "professor" disponível 24 horas que nunca perde a paciência para explicar o mesmo conceito de formas diferentes é uma vantagem real. A ressalva importante é que a IA não substitui a prática real. Ler explicações e entender exemplos não é o mesmo que resolver um problema do zero, travar, pesquisar e chegar na solução pelo seu próprio raciocínio. O uso mais eficiente é combinar os prompts desta lista com projetos próprios, e usar a IA como suporte quando você travar, não como atalho para pular a parte difícil. Com informações de OpenAI e Codecademy Mais do TechTudo Veja também: DeepSeek x ChatGPT: saiba principais diferenças entre as IAs concorrentes DeepSeek x ChatGPT: saiba principais diferenças entre as IAs concorrentes

7 aspiradores custo-benefício para eliminar pelos de pet em casa

23 de Abril de 2026, 01:00

Quem tem pet em casa sabe: por mais que a limpeza seja frequente, os pelos teimam em aparecer em sofás, tapetes, frestas e até no ar. Para enfrentar esse desafio no dia a dia, contar com um bom aspirador de pó custo-benefício para pets faz toda a diferença, tanto na praticidade da faxina quanto na qualidade do ar que se respira. Com isso, modelos com filtro HEPA Allergy Protect, sucção potente e acessórios extras ajudam a manter a casa organizada por mais tempo e auxiliam no tratamento de doenças respiratórias, como alergias e asma, que podem se agravar com os pelos nas superfícies. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O modelo mais acessível da lista é o WAP Silent Speed Max, disponível a partir de R$ 165 na Amazon, com tecnologia ciclônica e filtro HEPA, indicado para limpezas rápidas e direcionadas. No outro extremo está o Electrolux ERB61, robô aspirador 4 em 1 com Wi-Fi, mapeamento a laser 360°, filtro HEPA, base de carregamento inteligente e autonomia de até 1h40, encontrado a partir de R$ 1.380 na Shopee. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Aliado de quem tem pet em casa, o aspirador de pó ajuda a manter o ambiente sempre limpo e organizado Divulgação/Electrolux 🔎Aspirador de pó Electrolux: as 8 melhores opções, do vertical ao robô Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝Qual é o melhor robô-aspirador? Confira no Fórum TechTudo Aspiradores de pó para quem tem pets em casa WAP Silent Speed Max – aspirador vertical 3 em 1 com tecnologia ciclônica e filtro HEPA Britânia BAS1500V – modelo 2 em 1 com filtro ciclone e reservatório transparente Electrolux STK15 – aspirador vertical com filtro HEPA Allergy Protect e cabo de seis metros Mondial RB-09 – robô aspirador com função mop e sensor antiqueda Philco PASE10 – robô com reservatório de 400 ml, modos inteligentes e sensor de obstáculos WAP Robot W100 – robô 3 em 1 com mop de microfibra e filtro lavável Electrolux ERB61 – robô aspirador premium com Wi-Fi, mapeamento a laser e base de carregamento inteligente 1. WAP Silent Speed Max – a partir de R$ 165 Versátil e silencioso, o WAP Silent Speed Max é um aspirador vertical 3 em 1 com 1.350 W de potência, tecnologia ciclônica e filtro HEPA que retém até 99,5% das micropartículas de poeira, fungos e ácaros. Pode ser utilizado no formato vertical, como aspirador de mão ou com bico de canto para frestas de difícil acesso, adaptando-se a qualquer necessidade da faxina. O sistema 360° amplia os ângulos de aspiração, e o cabo elétrico de cinco metros oferece liberdade de movimento por vários cômodos sem precisar trocar de tomada. Com capacidade de 1 litro e peso de 1,6 kg, ele é prático de manusear e fácil de guardar graças ao design desmontável. O aspirador WAP Silent Speed Max está disponível na Amazon por R$ 165 e acumula nota 4,8. Compradores destacam boa potência de sucção, fio longo e prática base articulada, que facilita limpar cantos e áreas amplas, além de um nível de ruído considerado menor em relação a modelos tradicionais. Há relatos de uso eficiente para quem tem pets e para limpezas domésticas rápidas, com elogios ao custo‑benefício e à facilidade de montagem e manuseio. Por outro lado, consumidores apontam que o aparelho ainda é barulhento, com vento de saída que pode espalhar pó e bicos com desempenho irregular. Prós: potência elevada; filtro HEPA lavável; 3 em 1; fácil de armazenar Contras: saída de ar lateral pode espalhar poeira; peso elevado 2. Britânia BAS1500V – a partir de R$ 167 Com 1.400 W de potência e filtro ciclone, o Britânia BAS1500V é um aspirador vertical 2 em 1 que alia desempenho e praticidade no dia a dia. O filtro ciclônico separa as partículas de sujeira mais pesadas, evitando entupimentos e prolongando a vida útil do motor. Além disso, o reservatório transparente e removível de 1,5 litros permite visualizar quando está cheio sem precisar de nenhum indicador. O bico de sucção com rotação de 360° facilita a limpeza embaixo de móveis e em cantos mais apertados, e o cabo de 4,7 metros oferece bom raio de ação. Por fim, o modelo ainda traz porta-cordão integrado para facilitar o armazenamento e pode funcionar sem haste, no formato portátil. O aspirador de pó vertical Britânia BAS1500V está disponível a partir de R$ 167 no Mercado Livre e conta com nota 4,7. Em meio às avaliações do e-commerce, usuários elogiam principalmente a boa potência de sucção, praticidade para limpar pelos de animais e uso diário, além de um design leve e com base que gira, facilitando a limpeza embaixo de móveis e cantos difíceis de alcançar. Há relatos de que o reservatório é fácil de limpar, com filtro que pode ser lavado e reutilizado, o que ajuda a reduzir custos de reposição. Por outro lado, as críticas mencionam aquecimento rápido, vazamento de pó e sistemas de encaixe frágeis que podem soltar com o uso. Prós: boa potência; reservatório transparente de 1,5 litros; 2 em 1; filtro ciclone sem saco Contras: ruído elevado; relatos de aquecimento rápido e vazamentos 3. Electrolux STK15 – a partir de R$ 189 O Electrolux STK15 é um aspirador vertical 2 em 1 com 1.450 W de potência e filtro HEPA Allergy Protect que retém até 99,9% de ácaros, fungos e bactérias, devolvendo um ar mais puro para o ambiente. O reservatório de 1,6 litros é maior que o de modelos anteriores da linha, o que reduz a frequência de esvaziamento durante a faxina. Além disso, o bocal 180° Easy Steer facilita a limpeza de cantos de difícil acesso, enquanto o bocal UltraClean 2 em 1 é ideal para superfícies delicadas, como sofás e estofados, muito frequentados pelos pets. O cabo elétrico de seis metros garante alcance confortável em ambientes de tamanho médio sem precisar trocar de tomada, e a tecnologia ThermoControl protege o motor contra superaquecimento. O aspirador de pó vertical Electrolux STK15 pode ser encontrado a partir de R$ 189 no Mercado Livre e acumula nota 4,8 nas avaliações dos compradores. Quem comprou o modelo ressalta boa potência de sucção, facilidade de manuseio, cabo longo e filtro HEPA, que ajudam a manter o ambiente mais limpo, principalmente em pisos lisos e para retirar pelos de animais, além de ponto de saída de ar voltado para cima, reduzindo o espalhamento de poeira. Há também elogios ao formato 2 em 1, que permite usar o aparelho como aspirador vertical e portátil para sofás e cantos. Por outro lado, alguns relatos apontam superaquecimento após alguns minutos de uso e necessidade de limpar o filtro com frequência. Prós: filtro HEPA Allergy Protect; reservatório de 1,6 litros; cabo de seis metros; motor com proteção térmica Contras: ausência de suporte para o cabo; reservatório exige abertura horizontal 4. Mondial RB-09 – a partir de R$ 252 Pensado para facilitar a rotina de quem tem animal de estimação, o Mondial RB-09 é um robô aspirador 4 em 1 que varre, aspira, limpa e passa pano com apenas um toque. Com 30 W de potência, duas escovas laterais e função mop, ele é indicado para manutenção diária em pisos frios, madeira e carpetes baixos. O design super slim de apenas 7,5 cm de altura permite que entre com facilidade embaixo de camas, sofás e armários, alcançando espaços onde a vassoura convencional não chega. Além disso, o sensor antiqueda com regulagem de intensidade identifica desníveis no piso, evitando quedas, e a proteção com borracha preserva os móveis de danos durante o percurso. A bateria bivolt garante 90 minutos de autonomia, suficiente para uma sessão de limpeza em ambientes de tamanho médio. O robô aspirador Mondial RB‑09 está disponível a partir de R$ 252 na Shopee e alcança nota 4,8 nas avaliações dos compradores. Entre os pontos positivos listados pelos compradores estão: bom desempenho em limpeza básica de pisos, com sucção suficiente para poeira, cabelos e pelos de animais, além de formato compacto que permite passar sob móveis e funcionamento silencioso, facilitando o uso cotidiano. Elogios também destacam a facilidade de montar, embalagem adequada e entrega rápida, com alguns compradores ressaltando o custo‑benefício para ambientes pequenos ou como apoio à limpeza manual. Por outro lado, há relatos de bateria que não alcança o tempo de autonomia prometido, limpeza pouco uniforme em cômodos maiores e rodinhas dianteiras frágeis. Prós: design super slim; sensor antiqueda; função mop; bivolt; 90 minutos de autonomia Contras: reservatório pequeno de 140 ml; sem base de carregamento automático 5. Philco PASE10 – a partir de R$ 315 Com reservatório de 400 ml e sensor de obstáculos, o Philco PASE10 é um robô aspirador bivolt com função mop seco, três modos de limpeza (automático, espiral e cantos) e bateria de lítio com 2000mAh. A autonomia é de até 90 minutos, e o tempo de carregamento gira em torno de quatro horas. O sensor antiqueda garante mais segurança durante o percurso, evitando que o robô caia em escadas ou desníveis, enquanto o sensor de obstáculos redireciona o trajeto ao encontrar móveis e objetos no caminho. Além disso, seu perfil compacto de 7,9 cm de altura permite acesso a áreas abaixo de móveis com facilidade. O indicador de reservatório cheio e a lâmpada que sinaliza baixo nível de bateria tornam o uso mais intuitivo para qualquer perfil de usuário. O robô aspirador Philco PASE10 pode ser encontrado a partir de R$ 315 nas Casas Bahia, embora conte com poucas avaliações. Já na Shopee, onde acumula nota média de 4,9 nas avaliações, compradores enfatizam a boa eficiência na limpeza de poeira, pelos e pequenos detritos em pisos lisos, além de autonomia suficiente para limpar casas de médio porte. Entretanto, alguns usuários relatam que o robô não mapeia o ambiente, movimenta-se de forma aleatória, não retorna automaticamente à base e, em alguns casos, aquece e desliga. Prós: reservatório de 400 ml; três modos de limpeza; sensor antiqueda e de obstáculos; bivolt; tamanho compacto Contras: dificuldades em ambientes desordenados; detecção de obstáculos pequenos limitada 6. WAP Robot W100 – a partir de R$ 399 Para quem tem pet e quer manter o ambiente livre de pelos no dia a dia, o WAP Robot W100 é uma opção equilibrada na faixa intermediária. O robô 3 em 1 varre, aspira e passa pano de forma automática, com 17 W de potência, nível de ruído de 72 dB e filtro lavável. O design ultra slim de 7,5 cm de altura facilita a entrada embaixo de camas e sofás, e as duas escovas laterais giratórias ampliam o alcance nos cantos e frestas. A bateria bivolt de 1800 mAh entrega até 1h40 de autonomia, com carregamento de até cinco horas. Além disso, o mop de microfibra pode ser umedecido antes do uso para uma limpeza mais completa. O reservatório de 250 ml é removível e lavável, e o aparelho conta com sensores antiqueda e anticolisão infravermelhos que redirecionam o percurso automaticamente. Wap W100 é bom? Veja preço e detalhes do robô aspirador de pó barato Seguindo o padrão de robôs de entrada, o modelo prioriza funções essenciais, operando com três modos de limpeza — cantos, aleatório e em espiral — que permitem cobrir diferentes áreas da casa sem depender de mapeamento avançado, segundo o TechTudo. O aparelho é controlado diretamente pelo painel frontal, sem conectividade Wi‑Fi, app ou integração com assistentes de voz, o que reduz custos, mas limita a automação e o acionamento remoto. Ainda de acordo com o site, a estrutura traz rodas emborrachadas e amortecedores laterais para evitar riscos em móveis e paredes, além de abertura frontal que facilita a remoção do recipiente e troca da microfibra, pensada para uso diário em ambientes domésticos médios, onde o foco está em manter o piso livre de poeira, cabelo e pelos de pets, mesmo sem recursos de gama alta, como autoesvaziamento ou lavagem de mop. O robô aspirador WAP Robot W100 está disponível a partir de R$ 399 na Shopee, com nota 4,9. Nas avaliações da plataforma, usuários destacam o bom custo‑benefício para um modelo de entrada, com boa eficiência na limpeza básica de pisos lisos, varredura, aspiração e passagem de pano úmido, além de sensores de anticolisão e antiderrapante que ajudam a manter o aparelho seguro debaixo de móveis e perto de degraus. Porém, as críticas salientam que o modelo não mapeia o ambiente, gira de forma aleatória, às vezes passa sobre a sujeira sem capturar completamente e, em alguns casos, apresenta bateria que demora a carregar e não dura tanto quanto anunciado. Prós: 3 em 1; filtro lavável; duas escovas laterais; bivolt; silencioso; sensores antiqueda e anticolisão Contras: função mop com desempenho limitado; sem base de carregamento 7. Electrolux ERB61 – a partir de R$ 1.380 Topo da lista em tecnologia e conectividade, o Electrolux ERB61 é um robô aspirador 4 em 1 com 140 W, filtro HEPA, Wi-Fi, mapeamento a laser 360° e compatibilidade com Alexa e Google Home. O sistema de mapeamento identifica obstáculos e cômodos para criar um mapa personalizado da casa no aplicativo Electrolux Home App, permitindo programar horários, selecionar ambientes e até definir zonas restritas e barreiras virtuais. São três níveis de sucção ajustáveis e três modos de limpeza: padrão (cantos + zigue-zague), spot (ponto específico) e modo Y, focado em remover sujeiras mais difíceis com o mop úmido. O reservatório de pó de 478 ml é lavável, e a base de carregamento inteligente aciona o retorno automático do robô quando a bateria está baixa, retomando a limpeza do ponto em que parou após a recarga. O robô aspirador Electrolux ERB61 está disponível com preço a partir de R$ 1.380 na Shopee, com nota máxima de 5 estrelas. Na plataforma, compradores enaltecem a entrega rápida, produto impecável na embalagem, aspiração eficiente, passagem de pano e aplicativo funcional, apesar de ressalvas sobre batentes muito altos. No Mercado Livre, os comentários destacam limpeza eficaz, mas apontam dificuldades no uso do app, ruído mais alto do que o esperado e erros de mapeamento. Prós: mapeamento a laser 360°; filtro HEPA; base de carregamento inteligente; compatível com Alexa e Google Home Contras: preço elevado; pode apresentar ruído alto e instabilidade no aplicativo Com informações de Amazon, Britânia, Casas Bahia, Electrolux, Mercado Livre, Mondial, Shopee e Wap Mais do TechTudo 🎥 Assista: Esse ROBÔ ASPIRADOR sobe escadas SOZINHO! Conheça o Saros Rover! Esse ROBÔ ASPIRADOR sobe escadas SOZINHO! Conheça o Saros Rover! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

A56, S25 FE e mais: 5 melhores celulares Samsung em promoção na Amazon

23 de Abril de 2026, 00:01

Celulares Samsung da linha A e S estão em promoção na Amazon, com condições que estão chegando até a metade do preço original. Por isso, o TechTudo elenca 5 modelos da fabricante com ótimos descontos para adquirir em abril de 2026. Pensando em todos os perfis de usuário, a seleção engloba desde aparelhos de entrada até os mais sofisticados. No texto ainda se encontram o que considerar na ficha técnica de um smartphone na hora de promover comparações e a análise criteriosa de benchmarks de referência internacional sobre cada produto. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp A Samsung tem smartphones para quem não quer gastar muito, até modelos de última geração, para quem não se importa de desembolsar um pouco mais. Para quem busca o báscio, a melhor opção da lista é o Samsung Galaxy A17. Encontrado com desconto de 46% no Mercado Livre, de R$ 1.699 por R$ 917, o celular entrega processador de entrada Exynos 1330 e display Super AMOLED de 6,7 polegadas. A opção mais cara é o Samsung Galaxy S25, disponível na mesma varejista, de R$ 6.999 por R$ 3.898. O aparelho conta com CPU Snapdragon 8 Elite, um dos mais potentes do mercado e câmera traseira principal com 50 MP. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de abril de 2026. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O Galaxy S25 FE é a alternativa de custo-benefício da penúltima linha de celulares lançada pela Samsung; o modelo está com 44% de desconto no varejo da Amazon Foto: Ana Letícia Loubak/TechTudo 🔎 Samsung Wallet: como ativar o Pix por aproximação e ganhar o desconto Initial plugin text 📝 Que funções devo usar no celular Samsung? Confira a discussão no Fórum TechTudo Melhores celulares Samsung em promoção na Amazon Samsung Galaxy A17 5G (128 GB) – modelo de entrada, focado em custo-benefício – de R$ 1.699 por R$ 917 Samsung Galaxy A36 5G (256 GB) – design leve, fino e bem construído – de R$ 2.999 por R$ 1.549 Samsung Galaxy A56 5G (256 GB) – com recursos avançados do One UI – de R$ 3.499 por R$ 1.997 Samsung Galaxy S25 FE 5G (128 GB) – uma das melhores eficiências energéticas da bateria em um fan edition – de R$ 4.999 por R$ 2.722 Samsung Galaxy S25 5G (256 GB) – top de linha, sólido em todos os aspectos – de R$ 5.999 por R$ 3.898 Como escolhemos os melhores celulares? A preferência nesta matéria foi para smartphones da Samsung que estão com pelo menos 20% de desconto na Amazon, levando em consideração o preço sugerido, compartilhado com a varejista por um fabricante, fornecedor ou vendedor, e o preço de venda atual. Também foram listados modelos para variados tipos de consumidor, de celulares básicos de entrada, para uso focado em WhatsApp e redes sociais, até celulares top de linha, para usos mais exigentes e/ou jogos pesados. Além disso, outros dois critérios embasaram as escolhas: as referências de benchmarks conceituados no mercado e a avaliação dos compradores na Amazon, com pelo menos 4,5 estrelas de 5 na média geral. Benchmarks, como o GSMArena e o DXOMARK, são portais especializados em universo mobile, responsáveis por conduzir testes em ambiente controlado com cada smartphone e classificando cada uma de suas funções, do processamento à tela, das câmeras à bateria. Ainda foram consideradas as impressões do próprio TechTudo em aparelhos que já passaram pelas mãos de nossa equipe de especialistas. O que um bom celular Samsung em promoção na Amazon deve ter? Quem está buscando por uma boa oferta certamente deve estar de olho, em primeiro lugar, na porcentagem do desconto. Mas não apenas nisso: afinal, existem detalhes na ficha técnica de um smartphone (normalmente encontrada nas seções “descrição” ou “especificações” nas páginas das fabricantes) que fazem a diferença para qualquer usuário. Para não se arrepender na escolha de um celular, considere: Tela: prefira modelos com tecnologia Super AMOLED ou AMOLED e taxa de atualização de, no mínimo, 90 Hz. O display costuma ser um dos destaques em celulares da Samsung, onde a tecnologia de tela estabelece a qualidade das cores e contrastes e a taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), indica quantas vezes o painel é atualizado por segundo e sua responsividade ao toque; Desempenho: prefira modelos com ao menos 6GB de memória RAM e processadores que não se tornaram obsoletos. Enquanto a RAM é a capacidade do smartphone para executar mais de uma tarefa em simultâneo, o processador (CPU) age como o “cérebro” de um aparelho, controlando a fluidez no dia a dia, performance em atividades exigentes, durabilidade da bateria, entre vários outros. A Samsung costuma usar chips processadores Exynos, desenvolvidos pela própria fabricante, embora alguns modelos mais modernos contem com chips Snapdragon de última geração, desenvolvidos pela Qualcomm; Câmeras: prefira conjuntos com ao menos 50 MP na lente traseira principal, idealmente com abertura abaixo de f/2.0 e com estabilização óptica de imagem (OIS). Os megapixels (MP) apontam a quantidade de detalhes que uma câmera consegue formar em uma imagem, enquanto a abertura de diafragma (f/) controla a entrada de luz e o OIS corrige falhas e borrões, especialmente para cenas em movimento; Bateria: prefira modelos com, ao menos, 5.000 mAh. A capacidade energética de uma bateria é medida em miliampere-hora (mAh), representando a quantidade de tempo que um celular, em média, consegue passar entre uma carga completa e uma descarga total, a depender do uso; Outras especificações importantes: certificação de proteção contra poeira e água (IP67/IP68), previsão de pacotes de atualizações oficiais de sistema e segurança, desbloqueio por reconhecimento facial, NFC para pagamentos por aproximação, etc. 1. Samsung Galaxy A17 5G (128 GB) – de R$ 1.699 por R$ 917 Puxando a seleção, o Galaxy A17 é o primeiro celular da Samsung em promoção listado, introduzido no mercado em setembro de 2025 e com patches de sistema e segurança esperados até 2031. Em sua ficha técnica, conta com 4 GB de RAM nessa versão e processador Exynos 1330, chip de entrada focado em eficiência energética. Em tela, entrega uma Super AMOLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de até 90 Hz. Em fotografia, traz câmera principal traseira com 50 MP, abertura f/1.8 e OIS, além de câmera frontal para selfies com 13 MP e abertura f/2.0. A bateria, por fim, dispõe de 5.000 mAh em capacidade energética, o suficiente para até 18 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. Galaxy A17: veja preço e ficha técnica do celular barato com IA da Samsung No veredito do GSMArena, benchmark de referência mundial, o Galaxy A17 até recebeu elogios, especialmente pelo seu acabamento bem feito, pela câmera principal capaz de fazer boas fotos e pelas atualizações garantidas no longo prazo, potencializando o custo-benefício. Por outro lado, o aparelho perdeu alguns pontos na análise pela lentidão do sistema operacional, já que conta com apenas 4 GB de memória RAM, abaixo do ideal. No site da Amazon, o Galaxy A17 está saindo com 21% de desconto. No Mercado Livre, a promoção é de 46% e o aparelho com 128 GB está disponível por R$ 917. Prós: bom acabamento final; câmera principal que faz boas fotos; ótima câmera frontal para selfies; durabilidade da bateria; 6 patches de atualização do sistema operacional esperados; Contras: o desempenho pode decepcionar; não tem alto-falantes estéreos. 2. Samsung Galaxy A36 5G (256 GB) – de R$ 2.999 por R$ 1.549 Seguindo adiante, o Samsung Galaxy A36 desembarcou no mercado brasileiro em março de 2025 e conta com atualizações de sistema e segurança disponíveis até 2031. Para performance, tem 8 GB de memória RAM nessa versão e CPU Snapdragon 6 Gen 3, da Qualcomm, tido como um modelo de processador intermediário. Na tela, entrega uma Super AMOLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de até 120 Hz. Já no conjunto de lentes, traz câmera principal traseira com 50 MP, abertura f/1.8 e OIS, aliada da câmera frontal para selfies com 12 MP e abertura f/2.2. Por fim, tem 5.000 mAh em capacidade da bateria, para até 29 horas contínuas de reprodução de vídeo, de acordo com a fabricante. Galaxy A36 5G é bom? Veja ficha técnica, preço e lançamento Quase pela metade do preço no varejo da Amazon, o Galaxy A34 foi projetado para cumprir com todas as funções básicas de um celular sem deixar o usuário na mão Foto: Eduardo Bartkevihi/TechTudo Para a análise do GSMArena, o A36 é um celular intermediário extremamente equilibrado. Embora não apresente um desempenho excepcional, restrito ao topo do mercado, o modelo demonstrou uma performance absolutamente satisfatória em diversas funções essenciais. Por exemplo: brilho de tela, carregamento rápido, qualidade dos alto-falantes e duração da bateria. O benchmark ressalta, entretanto, que o smartphone traz algumas partes estagnadas se comparado com o seu antecessor, o Galaxy A35, como o conjunto de lentes de câmera e a velocidade de processamento. Na Amazon, o Samsung Galaxy A36 com 256 GB pode ser encontrado com quase 50% de desconto, saindo de R$ 2.999 para R$ 1.549. Prós: excelente construção; design leve e fino; ecrã brilhante; boa durabilidade da bateria, com carregamento rápido; alto-falantes estéreos potentes; recursos úteis de IA; Contras: tela sem suporte para vídeo HDR; também não tem suporte para cartão microSD. 3. Samsung Galaxy A56 5G (256 GB) – de R$ 3.499 por R$ 1.997 Chegando à metade da lista de promoções, o Galaxy A56 está sendo vendido no Brasil desde março de 2025 e tem suporte de software e segurança esperado até meados de 2031 a 2032. Em suas especificações, entrega 8 GB de RAM nessa versão e processador Exynos 1580 for Galaxy. Na tela, traz uma Super AMOLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização 120 Hz. Nas lentes de câmera, tem na câmera traseira principal 50 MP, com abertura f/1.8 e OIS, junto da câmera frontal para selfies com 12 MP e abertura f/2.2. A capacidade energética da bateria é de 5.000 mAh, com até 29 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. Review Galaxy A56: intermediário completo se destaca pelo custo-benefício No geral, a Samsung entregou um produto que deve satisfazer à maior parte das necessidades dos usuários que buscam um aparelho completo, mas sem precisar gastar demais para isso No review do TechTudo, conduzido pela jornalista Katarina Bandeira, o A56 foi tido como um aparelho que se destaca frente a concorrentes de outras marcas na mesma prateleira de mercado. Para dar equilíbrio ao smartphone intermediário, o modelo se garante com um design refinado, tela de alta qualidade, recursos úteis de inteligência artificial e atualizações garantidas por anos, um dos principais diferenciais da Samsung. O ponto de atenção ficou com a velocidade de carregamento abaixo do esperado, que pode ser remediado por um adaptador mais potente. Para o GSMArena, a performance da câmera principal também decepciona. No varejo da Amazon, o A56 de 256 GB está com desconto de 43%, saindo de R$ 3.499 por R$ 1.997. O Galaxy A56 conquistou 4,3 estrelas de 5 na avaliação do TechTudo, o que o coloca como uma boa opção como smartphone de custo-benefício Foto: Katarina Bandeira/TechTudo Prós: construção robusta; tela grande e brilhante; performance no dia a dia que entrega o que promete; ótimas câmeras tanto para vídeos quanto para selfies; IA aprimorada; Contras: carregamento lento de 25 W; as câmeras traseiras podem deixar a desejar para fotos. 4. Samsung Galaxy S25 FE 5G (128 GB) – de R$ 4.999 por R$ 2.722 O quarto celular da seleção é o Galaxy S25 FE, lançado no Brasil em setembro de 2025 e com suporte de sistema operacional e segurança até 2032. Na ficha técnica, o modelo inicia com 8 GB de memória RAM, completa pelo processador Exynos 2400, tido como um chip de topo de linha da marca. A tela é uma Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz. O conjunto de câmeras, por sua vez, conta com lente principal traseira de 50 MP, abertura f/1.8 e OIS, e lente frontal para selfies de 12 MP e abertura f/2.2. A bateria, por fim, dispõe de capacidade energética de 4.900 mAh, rodando até 29 horas de reprodução de vídeo, de acordo com a fabricante. Review Galaxy S25 FE: celular manda bem no dia a dia, mas aquece em jogos Em relação ao Motorola Edge 60 Pro, um dos principais concorrentes, o celular da Samsung apresenta desempenho melhor, sendo uma escolha mais assertiva para quem prioriza performance Na análise do TechTudo, feita pelo jornalista Francisco Paulo, o S25 FE impressionou particularmente no desempenho de tela, som e recursos de bateria. O display, afinal, entrega uma visualização nítida mesmo debaixo de luz solar, mas sem causar desconforto aos olhos. Os alto-falantes, indo além, não distorcem o som, mesmo com o volume no máximo. Em uso típico, a bateria mostrou capacidade para durar o dia todo, o que chama a atenção por se tratar de um modelo fan edition. O texto acentua, apesar disso, que o aparelho não chega a representar um grande avanço se contrastado com , seu antecessor direto. Além de estar em promoção na Amazon, o Galaxy S25 FE com 128 GB pode ser encontrado ainda mais barato na Casas Bahia: em oferta de 20% no Pix, ele sai por R$ 2.722. O Galaxy S25 FE conquistou 4,3 de 5 estrelas no review do TechTudo, com pontuação máxima em tela, som e bateria Foto: Ana Letícia Loubak/TechTudo Prós: construção de qualidade; design elegante; lentes de câmera confiáveis; suporte de longo prazo; excelentes recursos do One UI e IA Galaxy; Contras: carregamento lento; pode deixar a desejar em usos mais exigentes. 5. Samsung Galaxy S25 5G (256 GB) – de R$ 5.999 por R$ 3.898 Quem encerra a lista é o Galaxy S25, lançado no Brasil em janeiro de 2025 e com patches de atualização de sistema e segurança disponíveis até 2032. Em performance, conta com 12 GB de memória RAM e CPU Snapdragon 8 Elite for Galaxy, um dos mais potentes e modernos do mercado. Em tela, traz um painel Dynamic AMOLED 2X, com 6,2 polegadas e taxa de atualização de até 120 Hz. Para fotografia, dispõe de três câmeras traseiras: a principal de 50 MP, ultra-wide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP, complementadas pela câmera frontal para selfies de 12 MP. A bateria, enfim, tem 4.000 mAh em capacidade energética, para até 29 horas de reprodução de vídeo, de acordo com a fabricante. Galaxy S25 é bom? Veja preço e ficha técnica do celular Samsung Após passar pelos testes controlados do GSMArena, o Galaxy S25 foi classificado como um dispositivo “leve e compacto” no primeiro momento. Sólido em todos os aspectos, nas palavras do benchmark, o modelo apresentou qualidade de tela excelente, desempenho fluído e bateria confiável. No entanto, foi identificado como aspecto negativo que o smartphone não entrega tantas atualizações significativas em relação às suas gerações anteriores. Além disso, faltam alguns recrde ponta presentes no Mer, o que pode decepcionar usuários mais exigentes. Também em promoção no Mercado Livre, com 35% de desconto, o S25 com 256 GB sai por R$ 3.898. Prós: leve, confortável à mão; tela excelente; CPU Snapdragon 8 Elite potente; várias funcionalidades de software de IA; conjunto de câmeras confiável; alto-falantes aprimorados Contras: poucas atualizações geracionais; ausência de autofoco na câmera ultra-wide Com informações de Amazon, GSMArena [1, 2, 3, 4, 5] e Samsung. Mais do TechTudo 🎥 TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a abril de 2026.

Testamos o ChatGPT Images 2.0: veja como usar a nova IA para criar imagens

23 de Abril de 2026, 00:01

A OpenAI lançou o ChatGPT Images 2.0 nesta terça-feira (21). O novo gerador de imagens do ChatGPT aposta em recursos avançados, como resolução de até 2K, criação de textos legíveis dentro das imagens e raciocínio integrado, capaz de buscar informações na web antes de gerar os resultados. A atualização da inteligência artificial intensifica a disputa com rivais, como o Nano Banana, IA do Google, e amplia o uso de IA em design, marketing e produção de conteúdo digital. O TechTudo testou o Images 2.0 para mostrar como a ferramenta funciona na prática e o que realmente mudou em relação à versão anterior. 🔎 ChatGPT Images 2.0 chega para bater o Nano Banana; conheça a novidade 🤖 Prompts para fotos: 20 comandos prontos para copiar e colar no Gemini ChatGPT Images 2.0 foi lançado pela OpenAI em 21 de abril de 2026 Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda 📲 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Índice O que é o ChatGPT Images 2.0 Como usar o ChatGPT Images 2.0: passo a passo Testamos na prática: veja os resultados Vale a pena usar? O que é o ChatGPT Images 2.0 O ChatGPT Images 2.0 amplia a capacidade do sistema de seguir instruções detalhadas e aprimora a composição visual dos conteúdos gerados. O modelo agora posiciona e relaciona elementos com maior precisão e entrega resultados com aparência menos artificial. A diferença em relação ao modelo anterior, o GPT Image 1.5, que substituiu o DALL-E 3, está na arquitetura. O ChatGPT Images 2.0 integra a geração diretamente na arquitetura do modelo, em vez de chamar uma ferramenta externa. É essencialmente uma "API de Designer Gráfico" vivendo dentro da janela de chat. ChatGPT Images 2.0 foi lançado pela OpenAI em 21 de abril de 2026 Reprodução/OpenAI Na prática, isso muda três coisas importantes: Realismo: Costumava ser fácil distinguir entre imagens feitas por humanos e imagens geradas por IA. Agora, ao pedir ao Images 2.0 um cardápio de comida mexicana, o resultado cria algo que poderia ser usado imediatamente em um restaurante sem que os clientes percebessem que algo estava errado. Entendimento de prompt: A principal promessa do Images 2.0 é entregar imagens que parecem ter sido pensadas por um designer, não geradas por um algoritmo. O novo modelo segue instruções complexas com muito mais fidelidade, posiciona objetos com precisão e renderiza textos densos dentro das imagens, algo que historicamente costuma quebrar em outros geradores de IA. Edição no chat: O modelo mantém contexto entre mensagens, o que permite pedir ajustes,"mude o fundo para um ambiente externo" ou "melhore a iluminação da figura central" sem perder a consistência visual da imagem anterior. O ChatGPT Images 2.0 já está disponível para todos os usuários do ChatGPT, incluindo os planos Free e Go. Assinantes Plus e Pro têm acesso a saídas mais avançadas, incluindo a geração de até oito imagens por prompt com o modo de raciocínio ativado. Como usar o ChatGPT Images 2.0: passo a passo Passo 1 — Acesse o ChatGPT Abra chat.openai.com no navegador ou o app do ChatGPT no celular (Android e iOS). O Images 2.0 funciona tanto na versão web quanto no aplicativo móvel. Passo 2 — Crie uma conta ou faça login Se você ainda não tem conta, clique em "Criar conta" e use seu e-mail, conta do Google ou Apple ID. O plano gratuito (Free) já dá acesso ao Images 2.0, com limite de gerações por dia. Planos pagos (Plus a partir de US$ 20/mês) removem esse limite e liberam o modo de raciocínio avançado. Passo 3 — Digite o prompt Digite a descrição da imagem no campo de texto Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda No campo de texto da conversa, descreva a imagem que você quer gerar. Seja específico: inclua estilo visual, iluminação, composição e o que deve aparecer na cena. O modelo responde melhor a prompts detalhados do que a pedidos genéricos como "gere uma foto de uma cidade". E pronto, aguarde sua imagem ser gerada e está pronta para baixar. Passo 4 — Peça variações Peça variações no mesmo chat sem perder o contexto da geração anterior Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Depois que o modelo gerar a primeira imagem, você pode pedir variações diretamente na mesma conversa: "gere uma versão com cabelo loiro" ou "mantenha a composição mas mude a paleta de cores para tons frios". O modelo mantém o contexto e ajusta sem precisar refazer o prompt do zero. Passo 5 — Edite a imagem no chat Peça edições diretas na imagem Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda O Images 2.0 também aceita edições na imagem gerada, clique na opção "editar" e descreva o que quer mudar: "troque o fundo por um ambiente externo ao pôr do sol" ou "melhore a iluminação da figura principal". O modelo processa a edição mantendo os elementos que você não pediu para alterar. Testamos na prática: veja os resultados Teste 1 — Retrato realista Resultado do teste de retrato realista no ChatGPT Images 2.0 Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda O prompt usado foi: "Retrato fotográfico realista de uma mulher de cerca de 35 anos em ambiente urbano, iluminação natural de fim de tarde, profundidade de campo rasa, foco no rosto, expressão neutra, estilo editorial de moda, câmera 85mm." O resultado surpreendeu pela qualidade da iluminação e pela textura da pele, sem o brilho plástico que marcava as gerações anteriores. A profundidade de campo ficou bem resolvida, com o desfoque de fundo coerente com o que um 85mm produziria de verdade. Até mesmo o padrão dos fios de cabelo e do tecido da roupa passa a naturalidade de uma fotografia real. Para uso em apresentações, posts e conteúdo editorial, o nível é mais do que suficiente. Teste 2 — Arte estilo anime O Images 2.0 captura bem o estilo visual do anime Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Usando o prompt: "Personagem feminina estilo anime shonen, cabelo preto curto, expressão determinada, uniforme escolar com detalhes em azul, fundo de cidade japonesa ao entardecer, estilo de animação dos anos 2000, traço limpo." Aqui o modelo foi além do esperado. A paleta de cores ficou fiel ao período pedido, o traço manteve consistência e a expressão facial comunicou exatamente o que o prompt descrevia. A cena de fundo, cidade ao entardecer, teve profundidade e coerência com o personagem em primeiro plano, o que costuma ser um ponto de falha em outros geradores. O Images 2.0 claramente foi treinado com volume significativo de arte japonesa: o resultado poderia passar por um frame de animação profissional. Teste 3 — Edição de imagem: troca de fundo e iluminação Antes e depois: o Images 2.0 trocou o fundo e ajustou a iluminação mantendo a figura original Reprodução/Chat GPT por Késya Holanda Enviamos uma foto de produto, uma xícara de chásobre uma mesa de escritório, e demos o comando: "Troque o fundo por uma mesa de madeira em ambiente externo, com luz natural de manhã, sombras suaves e bokeh ao fundo. Mantenha a xícara exatamente como está." O resultado foi o ponto alto do teste. O modelo trocou o fundo com naturalidade, ajustou a iluminação da xícara para que ficasse coerente com a nova fonte de luz e manteve os reflexos na superfície da cerâmica em harmonia com o ambiente criado. A sombra projetada pela xícara estava correta para a direção de luz pedida, detalhe que ferramentas mais simples costumam errar. O único erro que deu para notar foi a curva da mesa, que muda de direção a cada lado do copo, mas de maneira sutil, que só dá para reparar ao prestar bastante atenção. Para quem cria conteúdo de produto sem acesso a um estúdio fotográfico, essa função sozinha já justifica testar a ferramenta. Vale a pena usar? Para iniciantes, vale a pena. Afinal, a barreira de entrada nunca foi tão baixa: sem cadastro complexo, sem prompts técnicos obrigatórios, sem precisar entender parâmetros de diffusion models. O plano gratuito já entrega resultados que há dois anos exigiriam ferramentas pagas e horas de ajuste. Para criadores de conteúdo, também compensa o uso, já que houve melhorias em edição, consistência e renderização de texto, que abrem possibilidades reais para produção de materiais, thumbnails, posts para redes, apresentações, conteúdo de produto, sem depender de designer ou banco de imagens. Contudo, as limitações existem e merecem ser ditas: o conhecimento do modelo tem corte em dezembro de 2025, o que pode afetar a precisão em prompts que envolvem eventos, produtos ou figuras públicas que surgiram após essa data. Além disso, o modo de raciocínio avançado, que gera até oito imagens coesas por prompt, é exclusivo dos planos pagos. A comparação com o Nano Banana, referência atual entre usuários que querem geração gratuita e rápida, é justa. O produto do Google ainda tem vantagem em velocidade de resposta. Mas em qualidade de saída, fidelidade ao prompt e capacidade de edição, o Images 2.0 avança vários degraus. Quem usa geração de imagens com frequência vai notar a diferença nas primeiras horas de uso. Com informações de OpenAI Veja também: IA não é terapia! Veja porque você nunca deve desabafar com chatbots IA não é terapia! Veja porque você nunca deve desabafar com chatbots

Melhor celular top de linha em 2026: veja 7 modelos poderosos

23 de Abril de 2026, 00:01

Encontrar o melhor celular topo de linha no mercado nacional pode ser uma tarefa desafiadora, diante da grande variedade de fabricantes que vêm investindo nesse segmento. Em geral, os modelos dessa categoria oferecem fichas técnicas robustas, que não se destacam apenas em um único aspecto, mas em um conjunto completo de especificações de alto nível, reunindo desempenho, câmeras avançadas, telas de alta qualidade e recursos premium em um único dispositivo. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Realme GT 7 é bom? Veja preço e ficha técnica do celular Atualmente, o realme GT 7 é um dos topos de linha mais acessíveis do Brasil, podendo ser encontrado por a partir de R$ 4.499 no Mercado Livre. Com autonomia de destaque, o modelo chegou a ser reconhecido pelo Guinness World Records. Já para quem busca o máximo em fotografia, o Huawei Pura 80 Ultra surge como uma das opções mais avançadas do mercado, disponível por a partir de R$ 8.199. A seguir, o TechTudo reúne sete modelos potentes para comprar em 2026. Realme GT 7 se destaca pelas especificações avançadas combinadas ao preço mais acessível da lista Letícia Rosa/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Galaxy S26 Ultra vs iPhone 17 Pro Max: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text Melhor celular top de linha: veja 7 modelos poderosos para comprar O TechTudo reuniu os sete melhores topos de linha disponíveis para compra no Brasil em 2026. A seguir, confira os principais destaques da matéria. Como escolhemos os celulares? realme GT 7 - a partir de R$ 4.499 Galaxy S25 Ultra - a partir de R$ 6.859 Motorola Signature - a partir de R$ 8.099 Huawei Pura 80 Ultra - a partir de R$ 8.199 iPhone 17 Pro - a partir de R$ 8.887 Galaxy Z Fold 7 - a partir de R$ 9.629 OPPO Find X9 Pro - a partir de R$ 10.799 Bônus: Poco F8 Pro - a partir de R$ 4.839 Como escolhemos os celulares? Para compor esta lista, selecionamos cuidadosamente modelos premium lançados a partir de 2025, desenvolvidos por diferentes marcas consolidadas e amplamente reconhecidas por sua excelência, inovação e credibilidade no mercado. realme GT 7 - a partir de R$ 4.499 O realme GT 7 chegou oficialmente ao Brasil em agosto de 2025 e se consolida como um dos topos de linha mais acessíveis do mercado nacional. O modelo chama atenção pela bateria de 7.000 mAh, que entrega uma das melhores autonomias da categoria, segundo o GSM Arena. O desempenho energético é tão expressivo que o aparelho entrou para o Guinness World Records ao registrar a maior maratona de filmes em um smartphone, com 24 horas de streaming contínuo. Outro destaque relevante está no carregamento rápido de 120 W, capaz de levar a bateria de 0 a 100% em apenas 36 minutos. Em desempenho, o aparelho é equipado com o Dimensity 9400e, da MediaTek, um chipset de 4 nanômetros (nm) que figura entre os mais poderosos do ranking do AnTuTu Benchmark. O conjunto é complementado por um sistema triplo de câmeras, com sensor principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), lente telefoto de 50 MP com zoom óptico de 2x e uma ultrawide de 8 MP que acaba sendo o ponto mais modesto da configuração. Realme GT 7 se destaca pela bateria recordista e também pelo desempenho em recarga rápida Letícia Rosa/TechTudo Apesar da ficha técnica robusta e equilibrada, o modelo deve receber atualizações apenas até o Android 18, o que pode ser um fator de atenção para quem busca maior longevidade. Ainda assim, o pacote geral se mostra bastante competitivo dentro da proposta. No varejo online, como no Mercado Livre, o realme GT 7 pode ser encontrado por a partir de R$ 4.499, posicionando-se como uma opção atraente no segmento premium. Prós: proteção IP69 contra água; segunda melhor bateria do Brasil; Contras: câmera ultrawide mais básica; Altamente recomendado para quem prioriza autonomia, sem abrir mão de recursos avançados; Pode não ser a melhor escolha para quem prioriza fotografia, já que a ultrawide é mais simples e a câmera frontal não se destaca. Galaxy S25 Ultra - a partir de R$ 6.859 O Galaxy S25 Ultra foi lançado em janeiro de 2025 como o modelo mais avançado da Samsung naquele ano. Mesmo com a chegada de uma nova geração, as mudanças foram pontuais, o que mantém o aparelho competitivo em preço. Com uma ficha técnica bastante atrativa, ele se destaca pela tela de 6,9 polegadas com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X, que oferece alta qualidade de imagem e excelente nível de imersão. O painel tem taxa de atualização de 120 Hz, suporte a HDR10+ e brilho máximo de 2.600 nits, figurando entre os melhores do mercado segundo o DXOMARK. Em desempenho, o aparelho é equipado com o Snapdragon 8 Elite, da Qualcomm, desenvolvido em litografia de 3 nanômetros. No ranking do AnTuTu Benchmark, o modelo se destaca com pontuação elevada, posicionando-se entre os mais poderosos disponíveis no Brasil. Galaxy S25 Ultra vale a pena? Análise completa do celular O conjunto fotográfico também é um dos pontos fortes, com câmera principal de 200 MP, ultrawide de 50 MP e duas teleobjetivas, de 10 MP e 50 MP, o que garante versatilidade em diferentes cenários. Por outro lado, a bateria de 5.000 mAh entrega autonomia apenas mediana, atrás de concorrentes. No varejo online, como no Mercado Livre, o Galaxy S25 Ultra pode ser encontrado por a partir de R$ 6.859. Compare Galaxy S25 Ultra, iPhone 17 Pro e Motorola Signature. Prós: câmeras versáteis; suporte à caneta S Pen; sete anos de atualizações; Contras: capacidade de bateria defasada; não envia o carregador na potência máxima; Recomendado para quem busca uma ficha técnica potente e versátil por um preço competitivo. Também é uma excelente escolha para jogos, graças à tela de alto nível e ao desempenho avançado; Pode não ser a melhor escolha para quem prioriza bateria, já que a autonomia, embora competente, não se destaca. Motorola Signature - a partir de R$ 8.099 O Motorola Signature chegou ao Brasil em março deste ano como a principal aposta premium da Motorola. Segundo o DXOMARK, o modelo figura entre os melhores do mundo em fotografia, com a décima posição global e quarto lugar no mercado nacional. O sistema triplo de câmeras traz sensores de 50 MP, com destaque para a principal, que tem sensor de 1/1.28”, abertura f/1.6 e estabilização óptica avançada, além de uma ultrawide com foco automático e uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x. Na prática, o conjunto entrega excelente desempenho fotográfico, especialmente em cenários de baixa luz, além de alto nível de detalhes em fotos e vídeos. A bateria de 5.200 mAh também chama atenção, sobretudo considerando o design ultrafino de apenas 6,99 mm. Outro ponto de destaque está na tela AMOLED de 6,8 polegadas, que combina taxa de atualização de 165 Hz com brilho máximo de 6.200 nits, oferecendo uma experiência visual de alto nível. Motorola Signature é lançado com design ultrafino e 4 câmeras de 50 MP Apesar do conjunto avançado, o desempenho fica a cargo do Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm, um chipset potente, mas aquém do esperado para a proposta do aparelho. De acordo com o AnTuTu Benchmark, ele ainda figura entre os mais poderosos da atualidade, embora não represente o topo absoluto. No varejo online, como no Mercado Livre, o Motorola Signature pode ser encontrado por a partir de R$ 8.099. Prós: certificação IP69; câmeras de qualidade; sete anos de atualizações; Contras: processador não é o mais potente da categoria; preço ainda elevado; Indicado para quem busca alto desempenho em um corpo mais fino, com destaque especial para fotografia, especialmente em zoom; Não é a melhor escolha para quem busca o máximo desempenho bruto disponível atualmente. Huawei Pura 80 Ultra - a partir de R$ 8.199 O Huawei Pura 80 Ultra representa o que há de mais avançado em fotografia mobile no cenário global. Lançado oficialmente no Brasil em outubro de 2025, o modelo também se destaca no mercado nacional pelo conjunto técnico de alto nível. O sistema de câmeras é liderado por um sensor principal de 1 polegada com 50 MP, abertura variável entre f/1.6 e f/4.0 e estabilização óptica, o que garante versatilidade e excelente captação de luz em diferentes cenários. O conjunto traseiro é complementado por uma lente ultrawide de 40 MP com foco automático e duas teleobjetivas periscópicas: uma de 50 MP com zoom óptico de 3,7x e outra de 12,5 MP capaz de alcançar até 9,4x de zoom óptico, ambas com estabilização. Segundo o DXOMARK, onde lidera o ranking global, o aparelho entrega qualidade de imagem excepcional, com exposições precisas, cores fiéis mesmo em luz mista e autofoco rápido e confiável. A experiência multimídia é reforçada pela tela OLED de 6,8 polegadas, com taxa de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits. Huawei Pura 80 Ultra lidera a fotografia mobile em nível global, apesar das limitações impostas por sanções em outros aspectos da ficha técnica Divulgação/Huawei Por outro lado, as restrições impostas pelos Estados Unidos à Huawei impactam a experiência do usuário, limitando o acesso a serviços populares como o Android. Além disso, o modelo não tem suporte às redes 5G, o que pode ser considerado uma ausência relevante para um aparelho dessa categoria. Ainda assim, o smartphone se mantém como referência em fotografia dentro do segmento premium. No Mercado Livre, o modelo pode ser encontrado por a partir de R$ 8.199. Prós: sistema fotográfico líder global; suporte para carregamento rápido com e sem fio; Contras: preço elevado; não tem suporte às redes 5G; Indicado principalmente para quem busca excelência em fotografia mobile; Pode não ser a melhor escolha para quem já está habituado a interfaces tradicionais do Android ou para quem prioriza conexões 5G mais rápidas e estáveis. iPhone 17 Pro - a partir de R$ 8.887 O iPhone 17 Pro foi lançado em setembro de 2025 como um dos smartphones mais avançados já desenvolvidos pela Apple. Em fotografia, o modelo ocupa posição de destaque no ranking do DXOMARK, o que o coloca entre os melhores do mundo e um dos mais avançados do mercado brasileiro. O conjunto de câmeras reforça a proposta premium, com três sensores de 48 MP que entregam alta qualidade e versatilidade. A câmera principal se sobressai com estabilização óptica por deslocamento de sensor, enquanto a ultrawide oferece foco PDAF e amplo campo de visão de 120°. Já a teleobjetiva conta com distância focal de 100 mm, estabilização óptica, foco preciso e zoom óptico de até 4x. Nos testes, o aparelho se destaca pela exposição precisa, ampla faixa dinâmica e excelente desempenho em baixa luz, além de atingir pontuação máxima em fotos e vídeos capturados sob iluminação intensa. A câmera frontal também lidera isoladamente seu segmento, sendo considerada a melhor do mundo. iPhone 17 Pro é o smartphone mais avançado já lançado pela Apple Amanda Zola/TechTudo Em desempenho, o modelo é equipado com o A19 Pro, chip de 3 nanômetros que o posiciona entre os iPhones mais poderosos já lançados, atrás apenas da variante Pro Max. O conjunto garante alto nível de fluidez e eficiência em qualquer tipo de uso. No varejo online, como no Mercado Livre, o iPhone 17 Pro pode ser encontrado por a partir de R$ 8.887, consolidando-se como uma opção premium para quem busca desempenho e excelência em imagem. Prós: segunda melhor câmera traseira do Brasil; melhor câmera frontal do mundo; Contras: preço elevado; sem carregador na caixa; Indicado para quem busca a reconhecida excelência fotográfica da Apple, aliada a um desempenho de alto nível; Pode não ser a melhor escolha para quem está fora do ecossistema da Apple. Galaxy Z Fold 7 - a partir de R$ 9.629 O Galaxy Z Fold 7 foi lançado em julho de 2025 como a geração mais recente de dobráveis da Samsung. O modelo se destaca pela versatilidade, com tela interna de 8 polegadas que, ao ser aberta, oferece experiência semelhante à de um tablet. Esse painel tem taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 2.600 nits, enquanto o display externo de 6,5 polegadas mantém a mesma fluidez. Segundo o DXOMARK, o aparelho tem uma das melhores telas entre os dobráveis disponíveis no Brasil, especialmente dentro da categoria de modelos robustos. Em câmeras, o conjunto também impressiona, com sensor principal de 200 MP com foco PDAF multidirecional e estabilização óptica, além de uma ultrawide de 12 MP com campo de visão de 120° e uma teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x. O desempenho fotográfico coloca o Z Fold 7 entre os mais avançados do mundo em sua categoria. Review Galaxy Z Fold 7: mais fino e leve, dobrável melhora em quase tudo Nos testes do TechTudo, o modelo apresentou excelente alcance dinâmico, alto nível de nitidez e cores bem equilibradas em diferentes condições de luz. O Galaxy Z Fold 7 se destaca ainda pelo desempenho, com processador Snapdragon 8 Elite e até 16 GB de RAM. Com esse conjunto, o dobrável se mostra uma alternativa premium e versátil, ideal para produtividade e consumo de conteúdo. Na Amazon, o Galaxy Z Fold 7 pode ser encontrado por a partir de R$ 9.629. Prós: melhores câmeras entre os dobráveis; sete anos de atualizações de Android e de segurança; desempenho de ponta; Contras: autonomia de bateria mais fraca; preço elevado; Fortemente indicado para quem busca alta produtividade, com tela ampla e desempenho de ponta que o transformam em uma verdadeira máquina; Pode não fazer sentido para quem não pretende explorar ao máximo a experiência multitarefa, já que há modelos convencionais mais acessíveis e igualmente poderosos. OPPO Find X9 Pro - a partir de R$ 10.799 O OPPO Find X9 Pro chegou ao mercado brasileiro em março deste ano já se destacando entre os principais topos de linha. Um dos seus maiores atrativos é a bateria de 7.500 mAh, que, segundo o GSM Arena, oferece a melhor autonomia do mercado nacional. Nos testes, o aparelho alcançou impressionantes 28h39 de reprodução contínua de vídeos, além de contar com carregamento rápido de 80 W, capaz de completar a carga em pouco mais de uma hora. Em desempenho, o modelo vem equipado com o Dimensity 9500, da MediaTek, fabricado em processo de 3 nanômetros, o que garante alta eficiência e potência. No ranking do AnTuTu Benchmark, o celular se posiciona entre os mais rápidos do país, com pontuação superior a 3,3 milhões. O conjunto é reforçado por 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, oferecendo excelente capacidade para multitarefa e uso intensivo. CÂMERA DA APOLLO 11? Esse celular da OPPO promete disputar com gigantes! As câmeras também são um dos pontos fortes, desenvolvidas em parceria com a Hasselblad. O sistema inclui sensor principal de 50 MP com abertura f/1.5 e estabilização óptica, ultrawide de 50 MP com campo de visão de 120° e uma teleobjetiva de 200 MP com zoom óptico de 3x. Segundo o DXOMARK, o conjunto figura entre os melhores do mundo, com destaque também no mercado brasileiro. No varejo online, o modelo pode ser encontrado por a partir de R$ 10.799. Prós: ficha técnica de ponta; certificação IP69; Contras: preço mais elevado; não possui slot para cartão microSD. Indicado para quem busca um smartphone completo, com excelência em todos os aspectos. Pouco indicado para quem busca opções mais acessíveis, abaixo da faixa dos R$ 10 mil. Bônus: Poco F8 Pro - a partir de R$ 4.839 O POCO F8 Pro chegou ao mercado brasileiro em março deste ano e, mesmo posicionado como um intermediário premium, entrega desempenho digno de topo de linha. Equipado com o Snapdragon 8 Elite de 3 nanômetros, o modelo alcança mais de 3 milhões de pontos no AnTuTu Benchmark e está entre os mais poderosos disponíveis no país. A experiência é reforçada pela bateria de 6.210 mAh, que, segundo o GSM Arena, garante mais de 34 horas de reprodução de vídeo, além de contar com carregamento rápido de 100 W, capaz de completar a carga em menos de 40 minutos. Apesar do conjunto robusto em desempenho e autonomia, o sistema de câmeras não acompanha o mesmo nível de excelência. O aparelho traz sensor principal e telefoto de 50 MP, além de uma ultrawide de 8 MP, ponto mais limitado da configuração. Ainda assim, o pacote geral se mantém competitivo dentro da categoria, especialmente pelo custo-benefício. No Mercado Livre, o POCO F8 Pro pode ser encontrado por a partir de R$ 4.839, posicionando-se como uma opção potente e acessível. Sem a linha principal de topos de linha da Xiaomi no Brasil, o POCO F8 Pro representa o desempenho mais poderoso da marca no país Divulgação/Xiaomi Prós: desempenho poderoso; tela de 120 Hz com 3.500 nits; Contras: as câmeras deixaram a desejar em testes práticos; compra fora da rede de parceiros da Xiaomi exige atenção; Indicado para o público gamer que busca um celular extremamente veloz, com tela de qualidade e desempenho robusto; Não é a melhor escolha para quem prioriza fotografia de alta qualidade. Para esse público, o Xiaomi 15T Pro pode ser uma alternativa mais adequada. Initial plugin text Com informações de GSM Arena Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.

10 doramas novos com dublagem para assistir agora mesmo na Netflix

22 de Abril de 2026, 19:00

Os doramas dublados têm ganhado cada vez mais espaço na Netflix, principalmente entre quem prefere acompanhar as histórias sem depender de legendas. Com mais produções chegando ao catálogo com áudio em português, o gênero amplia seu alcance com tramas que vão da ação ao romance. Entre as opções estão a nova temporada do sucesso Cães de Caça (2023) e o clássico Hotel Del Luna (2019), que ganhou dublagem recentemente. Já novidades como O Amor Pode Ser Traduzido? (2026), Namorado Por Assinatura (2026) e Hong, a Infiltrada (2026) estrearam com a dublagem disponível. Pensando em quem busca doramas novos para maratonar sem se preocupar em ler as linhas miúdas, o TechTudo reuniu uma lista com 10 séries asiáticas recentes disponíveis na Netflix que contam com dublagem em português. A seguir, você confere os títulos e o enredo de cada produção. 🎬 12 séries coreanas dubladas em português para assistir e se divertir 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O dorama chinês Shine On Me está na lista de séries asiáticas que ganharam dublagem na Netflix Divulgação/My Drama List 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Na lista de novos doramas dublados para assistir na Netflix, você encontra os seguintes itens: O Amor Pode Ser Traduzido? (2026): Um intérprete e uma atriz se aproximam no Japão enquanto lidam com traumas e sentimentos mal resolvidos. Um Amor que Ilumina (2026): Dois jovens se reencontram anos após um romance e enfrentam sentimentos que nunca foram resolvidos. Namorado Por Assinatura (2026): Uma produtora entra em um namoro virtual e vê sua vida se confundir com sentimentos reais. A Arte de Sarah (2026): Uma mulher é ligada a um crime e vê seu passado de mentiras ser revelado durante a investigação. Typhoon Family (2025): Um herdeiro assume a empresa da família e enfrenta crises financeiras após a morte do pai. Hong, a Infiltrada (2026): Uma investigadora se infiltra em uma empresa e reencontra um antigo amor no meio da missão. Shine on Me (2025): Uma jovem supera um amor frustrado e se envolve com um homem em busca de recomeço. De repente Humana (2026): Uma gumiho perde seus poderes ao se apaixonar e precisa lidar com a vida humana. Cães de Caça - Temporada 2 (2026): Dois pugilistas enfrentam uma organização criminosa enquanto protegem pessoas endividadas. Bônus: Hotel Del Luna (2019): Uma mulher amaldiçoada administra um hotel para almas e tem sua rotina mudada por um humano. 1. O Amor Pode Ser Traduzido? (2026) A lista abre com O Amor Pode Ser Traduzido?, romance recente da Netflix que já estreou com dublagem em português. Centrada em uma história de amor madura, escrita pelas irmãs Hong (Alquimia das Almas), a trama acompanha um intérprete poliglota reservado, que enfrenta dificuldades para lidar com os próprios sentimentos, e uma atriz em ascensão marcada por traumas. Os dois se aproximam durante uma viagem ao Japão, dando início a uma relação instável. O casal é interpretado por Kim Seon-ho (Hometown Cha-Cha-Cha) e Go Youn-jung (Resident Playbook). 🍿O Amor Pode Ser Traduzido: Elenco, Episódios e Enredo! Gênero: Romance Episódios: 12 Notas: 8 pontos no IMDb e 8.4 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Lançado em 2026, O Amor Pode Ser Traduzido está disponível com áudio em português Divulgação/Netflix 2. Um Amor que Ilumina (2026) Misturando nostalgia, reencontros e segundas chances, Um Amor que Ilumina acompanha dois jovens ligados por um relacionamento do passado que volta à tona anos depois. Ao se reencontrarem, eles precisam lidar com sentimentos mal resolvidos enquanto tentam reconstruir suas vidas e seguir caminhos diferentes. Estrelado pelos idols Park Jin-young (Uma Seul Desconhecida) e Kim Min-ju (O Casamento Proibido), o dorama conta com roteiro de Lee Sook-yeon (A Caminho do Aeroporto) e direção de Kim Yoon-jin (Amantes Revoltadas). 🍿Um Amor que Ilumina: veja sinopse, elenco e datas de episódios do dorama Gênero: Romance Episódios: 10 Notas: 7 no IMDb e 6.9 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Um Amor que Ilumina consegue equilibrar romance e drama emocionante Divulgação/Netflix 3. Namorado Por Assinatura (2026) Com uma proposta que mistura romance e fantasia, Namorado Por Assinatura foi outra estreia de sucesso da Netflix disponibilizada com áudio em português. A trama gira em torno de Seo Mi Rae, uma produtora de webtoons sobrecarregada que decide simplificar sua vida amorosa ao contratar um serviço de namoro virtual com parceiros idealizados. Para estrelar a história, o diretor Kim Jung-shik (Strong Girl Nam-soon) escalou para o elenco a idol Kim Jisoo (Snowdrop) e o ator Seo In-guk (Jogo da Morte), que dão vida ao casal principal. 🍿Namorado Por Assinatura: veja sinopse e elenco do dorama com Jisoo Gênero: Romance e Fantasia Episódios: 10 Notas: 7,4 no IMDb e 8.1 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Kim Jisoo e o ator Seo In-guk vivem um romance de escritório inusitado no dorama Namorado Por Assinatura Reprodução/My Drama List 4. A Arte de Sarah (2026) Voltado para o suspense psicológico, A Arte de Sarah aposta em uma narrativa marcada por reviravoltas e identidades duvidosas. A trama acompanha Sarah Kim, uma jovem que construiu uma vida luxuosa baseada em mentiras e vê tudo desmoronar quando um corpo é encontrado e uma bolsa a conecta ao crime. A investigação liderada pelo detetive Park Mu-gyeong passa a revelar segredos que colocam em dúvida tudo o que se sabe sobre a protagonista. O dorama é estrelado por Shin Hye-sun (Trinta, Mas Dezessete) e Lee Jun-hyuk (Dongjae: Entre o Bem e o Mal). 🍿A Arte de Sarah: veja o final explicado do dorama da Netflix Gênero: Thriller Episódios: 8 Notas: 7,4 no IMDb e 8.1 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix A Arte de Sarah promete agradar quem gosta de suspense psicológico e mistérios Divulgação/Netflix 5. Typhoon Family (2025) Ambientado em um período de instabilidade econômica, Typhoon Family acompanha Kang Tae Pung, um jovem herdeiro que decide assumir a empresa da família após a morte do pai, enfrentando desafios financeiros e responsabilidades inesperadas. A história se desenvolve em meio à crise, explorando decisões difíceis e o peso do legado familiar. O cantor Lee Jun-ho (Faça Chuva ou Faça Sol) interpreta o protagonista ao lado de Kim Min-ha (Pachinko). Gênero: Drama Episódios: 16 Notas: 7,4 no IMDb e 8.1 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Typhoon Family é um drama familiar ambientado durante a crise financeira de 1997 que abalou a Coreia do Sul Divulgação/Netflix 🎬Gosta de doramas? 30 doramas dublados em português para assistir sem legenda 12 doramas amados e quase perfeitos, segundo o público Os 10 melhores doramas com plot twists surpreendentes Doramas em português: 7 opções de site para assistir online 10 melhores doramas de todos os tempos, segundo o My Drama List 5 doramas de "falsa identidade" para assistir e se surpreender 10 melhores doramas da Netflix com dublagem em português 12 melhores doramas coreanos para assistir online e ficar vidrado 12 doramas com romance universitário para assistir online agora mesmo Além do romance: 12 doramas com temáticas diferentes para maratonar online 6. Hong, a Infiltrada (2026) Entre os lançamentos mais recentes da Netflix que já chegaram com dublagem em português, Hong, a Infiltrada combina comédia e suspense em uma trama ambientada durante a crise econômica asiática de 1997. A história acompanha Hong Geum-bo, uma investigadora financeira que assume uma identidade falsa para se infiltrar em uma empresa e realizar uma auditoria. O plano se complica quando ela descobre que o CEO da companhia é um antigo amor. O casal protagonista é interpretado por Park Shin-hye (Médicos em Colapso) e Ko Kyung-pyo (Reply 1988). Gênero: Comédia e Suspense Episódios: 16 Notas: 7,1 no IMDb e 8.4 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Hong, a infiltrada é um dos lançamentos da Netflix de 2026 que chegaram com áudio em português Reprodução/IMDb 7. Shine on Me (2025) Lançado no final de dezembro de 2025, esse dorama chinês também conta com narração em português para alegria de quem foge das legendas. A trama acompanha Xi Guang, uma jovem que tenta seguir em frente após um amor não correspondido na faculdade, mas acaba se envolvendo com Lin Yu Sen, um ex-cirurgião em busca de um recomeço. Inspirada na obra da romancista Gu Man, a série Shine on Me é estrelada por Zhao Jin Mai (Nossa Geração) e Song Wei Long (Em Sua Própria Classe). Gênero: Romance Episódios: 36 Notas: 7,6 no IMDb e 8.6 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Shine on Me (2025) é um romance chinês em que o protagonista masculino se apaixona primeiro Divulgação/My Drama List 8. De repente Humana (2026) Para quem gosta de lendas e romances de fantasia, o dorama sul-coreano De Repente Humana é uma boa opção para assistir dublado na Netflix. A história aqui acompanha Eun-ho, uma gumiho que vive explorando humanos para manter uma vida luxuosa, até ter seus planos transformados ao se aproximar de um jogador de futebol igualmente egocêntrico e perder seus poderes. Protagonizado por Kim Hye-yoon (Adorável Corredora) e Lomon (All of Us Are Dead), o dorama aposta em um romance no estilo enemies to lovers. Gênero: Fantasia e romance Episódios: 12 Notas: 7 no IMDb e 7.8 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix De repente Humana equilibra romance e fantasia sobrenatural Divulgação/TMDb 9. Cães de Caça - Temporada 2 (2026) Após três anos, o sucesso Cães de Caça retorna ao catálogo da Netflix com uma nova temporada disponível com dublagem em português para os fãs de ação. Baseado no webtoon de Jeong Chan, o dorama acompanha a dupla de pugilistas Kim Geon-woo e Hong Woo-jin, que enfrentam organizações criminosas envolvidas com agiotagem. Interpretados por Woo Do-hwan (Mr. Plankton) e Lee Sang-yi (Um Bom Garoto), os personagens retomam a parceria em uma fase ainda mais violenta, com novos conflitos e um vilão inédito. 🍿Cães de Caça 2ª temporada: entenda final explicado da série Netflix Gênero: Ação Episódios: 16 Notas: 8,1 no IMDb e 8.7 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Segunda temporada de Cães de Caça é uma das novidades disponíveis com dublagem para assistir na Netflix Reprodução/The Movie Database 10. Bônus: Hotel Del Luna (2019) E para quem quer aproveitar a dublagem recente de um clássico, Hotel Del Luna voltou a ganhar destaque na Netflix. A história acompanha Jang Man-wol, uma mulher amaldiçoada a administrar um hotel que recebe almas antes de sua partida para o além. A rotina do local muda com a chegada de Goo Chan-sung, um gerente humano que passa a trabalhar ao seu lado. Protagonizado por IU (Se a Vida Te Der Tangerinas) e Yeo Jin-goo (A Lua Abraça o Sol), o dorama tem direção assinada por Oh Choong-hwan (Apostando Alto). Gênero: Romance e Fantasia Episódios: 16 Notas: 8.1 no IMDb e 8.6 no My Drama List Onde assistir dublado: Netflix Finalmente o dorama clássico Hotel del Luna está disponível com áudio em português Reprodução/Rakuten Viki Com informações de My Drama List (1 e 2), IMDb (1) 🎥 O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero O que é Dorama? Veja o que significa e principais produções do gênero Mais do TechTudo Initial plugin text

12 animes incríveis, mas que traumatizaram todo mundo

22 de Abril de 2026, 18:30

Alguns animes acabam traumatizando o público, apesar de parecem feitos para entreter, deixando um silêncio estranho depois dos créditos. São histórias brilhantes, bem escritas e visualmente marcantes, mas que, por algum motivo, decidiram brincar com o emocional do público sem piedade, como é o caso das produções Eu Quero Comer Seu Pâncreas (2018), Túmulo dos Vagalumes (1988) e A Voz do Silêncio (2016), disponíveis no Crunchyroll, Netflix e Amazon Prime Video. E se você acha que está preparado para histórias que vão além do entretenimento e deixam um impacto difícil de esquecer, essa lista do TechTudo é para você, já que reunimos 12 animes que emocionam, machucam e provam que algumas narrativas ficam na cabeça muito depois do fim, para o bem e para o mal. Confira! 🎬 30 melhores animes seinen para assistir agora no streaming 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos A Voz do Silêncio é um anime tocante, lançado em 2016. Reprodução/IMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Nesta lista do TechTudo, você encontrará os seguintes 12 animes incríveis, mas que traumatizaram todo mundo: Attack on Titan (2013): Humanos lutam contra Titãs enquanto segredos sombrios sobre o mundo vêm à tona; Túmulo dos Vagalumes (1988): Dois irmãos tentam sobreviver à fome e à guerra em um Japão devastado; Nana (2006): Duas jovens com o mesmo nome enfrentam amores, sonhos e escolhas difíceis em Tóquio; Monster (2004): Médico persegue assassino que salvou, lidando com culpa e o mal humano; Banana Fish (2018): Jovem líder investiga conspiração ligada ao passado em meio ao crime; Made in Abyss (2017): Garota desce ao Abismo em busca da mãe, enfrentando perigos brutais; Elfen Lied (2004): Jovem com poderes letais foge de laboratório e enfrenta passado violento; Cyberpunk: Mercenários (2022): Rapaz entra no crime em mundo distópico e encara destino trágico; Devilman Crybaby (2018): Garoto se funde a demônio e vê o mundo mergulhar no caos; A Voz do Silêncio (2016): Jovem busca redenção após bullying contra colega surda; Eu Quero Comer Seu Pâncreas (2018): Garoto se aproxima de colega com doença terminal; Neon Genesis Evangelion (1995): Adolescente pilota robô e enfrenta crises existenciais intensas 1. Attack on Titan (2013) Começando com esse sucesso, a trama aqui se passa em um mundo onde a humanidade luta para sobreviver após ser quase exterminada por Titãs que se alimentam de humanos. E é neste cenário que o jovem Eren Yeager decide lutar após presenciar uma tragédia devastadora. No elenco de Attack on Titan, destacam-se Yūki Kaji (My Hero Academia) e Yui Ishikawa (Violet Evergarden). Além disso, o anime traumatiza muita gente por conta de suas mortes brutais e inesperadas durante a trama. Temporadas: 4 Episódios: 98 Notas da crítica: 9.1 no IMDb/8.5 no My Anime List Onde assistir: Crunchyroll O anime Attack on Titan não possui fillers e pode ser assistido inteiramente Reprodução/IMDb 2. Túmulo dos Vagalumes (1988) E por falar em traumatizar, este longa animado aqui do Studio Ghibli promete arrancar muitas lágrimas ao narrar a história de Setsuko e Seita, dois irmãos pequenos que, durante a Segunda Guerra Mundial, precisam enfrentar a fome, a solidão e a dura realidade de um país devastado, lutando para sobreviver. Com as vozes de Tsutomu Tatsumi (Jarinko Chie) e Ayano Shiraishi (My Wife's Shell), o filme japonês Túmulo dos Vagalumes impacta profundamente pela forma crua e realista com que retrata o sofrimento infantil em meio à guerra. Direção: Isao Takahata Duração: 1h 29m Notas da crítica: 8.5 no IMDb/sem dados no My Anime List Onde assistir: Netflix Túmulo dos Vagalumes é considerado entre os otakus o filme mais triste do Studio Ghibli Reprodução/JustWatch 3. Nana (2006) Abordando temas como amor, amizade e sonhos, a narrativa desta animação nipônica aqui acompanha duas jovens que, apesar de dividirem o mesmo nome, têm personalidades e objetivos completamente diferentes. No entanto, ao se mudarem para Tóquio, elas acabam criando uma conexão intensa ao mesmo tempo que buscam recomeçar suas vidas. Dublado por Romi Park (Fullmetal Alchemist) e KAORI (Pokémon Chronicles), o anime Nana traumatizou pela forma realista e dolorosa como aborda relacionamentos, amadurecimento e escolhas que nem sempre têm volta. Temporadas: 1 Episódios: 50 Notas da crítica: 8.5 no IMDb/8.5 no My Anime List Onde assistir: Netflix O anime shoujo Nana acompanha a história de duas jovens com o mesmo nome Reprodução/IMDb 4. Monster (2004) Trazendo um clima psicológico pesado e uma narrativa que explora de forma inquietante o mal humano, este anime gira em torno de Kenzou Tenma, um neurocirurgião famoso que, um dia, acaba salvando a vida de um garoto sem imaginar que essa decisão desencadearia uma sequência de acontecimentos sombrios, visto que esse seu paciente se tornaria um serial killer no futuro. O time de dubladores de Monster é formado por Hidenobu Kiuchi (Garouden - O Lobo Solitário) e Nozomu Sasaki (Samurai X: O Filme). Temporadas: 1 Episódios: 75 Notas da crítica: 8.7 no IMDb/8.8 no My Anime List Onde assistir: Netflix Monster é um dos animes de suspense mais celebrados entre os fãs do gênero Reprodução/The Movie Database 5. Banana Fish (2018) Considerado um verdadeiro sucesso entre os otakus de plantão, esta animação japonesa segue Ash Lynx, um jovem líder de uma gangue que, ao investigar o misterioso termo “Banana Fish”, acaba se envolvendo em uma perigosa rede de conspirações. Baseado no mangá de ação shoujo de mesmo nome de Yoshida Akimi, o anime tem em seu elenco de vozes Yūma Uchida (Jujutsu Kaisen - Execução) e Kenji Nojima (Psycho-Pass Providence) e traumatizou o público pela combinação de violência, abuso e um desenvolvimento emocional intenso. Temporadas: 1 Episódios: 24 Notas da crítica: 8.1 no IMDb/8.4 no My Anime List Onde assistir: Amazon Prime Video Em Banana Fish, Ash é um órfão que se torna líder de sua própria gangue Reprodução/Crunchyroll 6. Made in Abyss (2017) Adaptação do mangá homônimo escrito e ilustrado por Akihito Tsukushi, o enredo aqui acompanha Riko, uma jovem que, em busca de encontrar sua mãe desaparecida, parte em uma jornada rumo ao Abismo, um lugar repleto de criaturas perigosas e segredos sombrios. Com dublagem original de Miyu Tomita (100 Namoradas Que Te Amam Muuuuuito) e Mariya Ise (Hunter x Hunter), o anime Made in Abyss impacta pelo contraste entre seu visual aparentemente inocente e as situações extremamente brutais, o que sempre pega o público desprevenido. Temporadas: 2 Episódios: 27 Notas da crítica: 8.3 no IMDb/8.6 no My Anime List Onde assistir: Netflix Made in Abyss tem duas temporadas e está atualmente presente na Netflix Divulgação/Crunchyroll 🍿Para quem gosta de animes: Os 30 melhores animes de todos os tempos, segundo a crítica 12 animes com protagonistas femininas overpower para assistir agora 10 animes tão bons que deixam muitas séries famosas 'no chinelo' Melhores animes de luta: 12 séries aclamadas para assistir online e vibrar 30 melhores animes seinen para assistir agora no streaming 12 animes adultos para assistir na Netflix agora mesmo 10 animes isekai que são praticamente perfeitos 15 animes +18 para assistir no Crunchyroll 10 melhores animes de ficção científica, segundo o IMDb 7. Elfen Lied (2004) Em uma mistura de fantasia e terror psicológico, a trama aqui gira em torno de Lucy, uma jovem com poderes telecinéticos letais, que escapa de um laboratório e passa a viver com duas personalidades distintas. A partir disso, ela tenta se adaptar ao mundo exterior enquanto é perseguida por aqueles que desejam capturá-la. Trazendo as vozes de Kira Vincent-Davis (Steel Angel Kurumi) e Sanae Kobayashi (Natsume Yujin-Cho), o anime Elfen Lied pesa o clima por conta de suas cenas gráficas de violência e também pela carga emocional carregada de temas como abandono e rejeição. Temporadas: 1 Episódios: 14 Notas da crítica: 7.8 no IMDb/7.4 no My Anime List Onde assistir: Crunchyroll O anime Elfen Lied é muito bem avaliado pela crítica e público Reprodução/IMDb 8. Cyberpunk: Mercenários (2022) Por conta de seu ritmo intenso e pela forma cruel como desenvolve seus personagens, esse anime é a escolha certa se você está buscando se traumatizar em frente da telinha. Isso porque a trama, dublada por Tomoyo Kurosawa (Mononoke: O Filme - O Fantasma na Chuva) e Aoi Yūki (Diários de uma Apotecária), se passa em um mundo distópico e segue David Martinez, um rapaz que, após uma tragédia pessoal, entra no submundo como mercenário, mergulhando em uma realidade violenta e cada vez mais sem saída. Temporadas: 1 Episódios: 20 Notas da crítica: 8.3 no IMDb/8.6 no My Anime List Onde assistir: Netflix Desde a época do seu lançamento, Cyberpunk: Mercenários conquistou avaliações positivas Divulgação/Netflix 9. Devilman Crybaby (2018) Entre caos, violência e questionamentos existenciais, este anime é uma experiência tão intensa quanto perturbadora. Isso porque a trama segue Akira Fudo, um garoto que, após se fundir com um demônio, passa a lutar contra todo o tipo de mal, bem como criaturas que ameaçam a existência da humanidade. No elenco de Devilman Crybaby, destacam-se Koki Uchiyama (Yuri!!! on Ice) e Ayumu Murase (Haikyu!!) e a animação impacta por seu conteúdo explícito, violência extrema e um desfecho brutal Temporadas: 1 Episódios: 10 Notas da crítica: 7.6 no IMDb/7.7 no My Anime List Onde assistir: Netflix Devilman: Crybaby tem direção de Masaaki Yuasa e roteiro escrito por Ichirō Ōkouchi Divulgação/Netflix 10. A Voz do Silêncio (2016) Neste longa de romance dramático, o público pode acompanhar a história de Nishimiya Shōko, uma garota com perda auditiva que, após ser vítima de bullying na sala de aula, decide se mudar de escola. No entanto, anos depois, um dos garotos responsáveis por atormentá-la reaparece disposto a se redimir, tentando reconstruir a conexão entre eles. Protagonizado pelas vozes dos atores Miyu Irino (Mob Psycho 100) e Saori Hayami (Sakamoto Days), o filme A Voz do Silêncio é pesado por tocar em feridas emocionais muito reais. Direção: Naoko Yamada Duração: 2h 10m Notas da crítica: 8.2 no IMDb/8.9 no My Anime List Onde assistir: Crunchyroll A Voz do Silêncio é uma animação que trata sobre crescimento e amadurecimento Divulgação/IMDb 11. Eu Quero Comer Seu Pâncreas (2018) Dublado pela dupla de atores Mahiro Takasugi (Assumindo as Rédeas) e Lynn (My Awkward Senpai), o enredo deste longa animado acompanha um estudante do ensino médio introspectivo que, certo dia, encontra o diário de Sakura Yamauchi, uma colega de turma, que revela ter uma doença terminal. A partir disso, os dois desenvolvem uma conexão profunda e inesperada que muda suas vidas para sempre. O anime Eu Quero Comer Seu Pâncreas traumatiza justamente por causa de seu desenvolvimento emocional intenso e um desfecho inesperado. Direção: Shin'ichirô Ushijima Duração: 1h 48m Notas da crítica: 8.1 no IMDb/8.5 no My Anime List Onde assistir: Crunchyroll O filme Eu Quero Comer o Seu Pâncreas conta com direção do cineasta Shin'ichirô Ushijima Reprodução/IMDb 12. Neon Genesis Evangelion (1995) E para completar esta lista de animes incríveis, mas que traumatizaram todo mundo, não poderíamos deixar de fora esta adaptação do mangá de Yoshiyuki Sadamoto. Aqui a trama, dublada por Megumi Ogata (Yu Yu Hakusho) e Megumi Hayashibara (Cowboy Bebop), segue Shinji Ikari, um jovem que é convocado para pilotar uma unidade Evangelion e combater criaturas conhecidas como Anjos. Contudo, enquanto luta, ele enfrenta conflitos internos e relações complexas que abalam sua própria identidade. O anime Neon Genesis Evangelion impacta os espectadores pela sua abordagem psicológica intensa e existencialista. Temporadas: 1 Episódios: 26 Notas da crítica: 8.5 no IMDb/8.3 no My Anime List Onde assistir: Netflix Neon Genesis Evangelion explora questões profundas sobre os efeitos do trauma Divulgação/IMDb Com informações de Game Rant, IMDb e My Anime List 🎥Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Filmes e séries que temos VERGONHA de ter gostado! Saiba Mais Initial plugin text

Quando sai a 2ª temporada de Cangaço Novo? Veja data e horário

22 de Abril de 2026, 18:00

A segunda temporada de Cangaço Novo estreia no dia 24 de abril no Amazon Prime Video e promete manter os fãs da produção grudados na telinha com ainda mais ação. Isso porque a narrativa ampliará a disputa violenta pelo controle do sertão, com os irmãos Vaqueiro enfrentando novos inimigos e dilemas em meio a alianças perigosas e confrontos cada vez mais intensos. No elenco, estão de volta Allan Souza Lima (A Menina que Matou os Pais) e Alice Carvalho (Guerreiros do Sol). Com o casal Mariana Bardan (O Tanatopraxista) e Eduardo Melo (The Curious Tales of Italo Ferreira) como showrunners do projeto, a produção nacional é um projeto original do Amazon Studios em parceria com a O2 Filmes. E se você quer saber mais detalhes a respeito da 2ª temporada da série Cangaço Novo, confira a matéria do TechTudo a seguir. 🎬 Euphoria: quando saem os episódios da 3ª temporada? Veja datas 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Cangaço Novo tem Mariana Bardan e Eduardo Melo como showrunners Divulgação/Amazon Studios 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse de Cangaço Novo O enredo deste drama de ação gira em torno de Ubaldo, um bancário sem memória de seu passado no sertão do Ceará, que descobre ser herdeiro de um grupo criminoso local após a morte do pai que não conhecia. A partir dessa descoberta, ele decide, então, se aproximar desse universo e acaba sendo puxado para uma realidade marcada por violência, disputas de poder e laços familiares complexos que colocam sua vida em constante risco. Já na segunda temporada, a história aprofunda as consequências dessas escolhas, com Ubaldo, Dinorah e Dilvânia enfrentando novos desafios dentro e fora do grupo, enquanto antigas alianças se desfazem e a luta por sobrevivência se torna ainda mais perigosa no sertão, especialmente diante da crescente disputa contra os Maleiros. Elenco de Cangaço Novo Além de Allan Souza Lima e Alice Carvalho nos papéis dos protagonistas Ubaldo e Dinorah Vaqueiro, respectivamente, o elenco da série Cangaço Novo é composto por nomes como Thainá Duarte (Corrida dos Bichos) dando vida à Dilvânia Vaqueiro, Ricardo Blat (O Menino no Espelho) vivendo Ernesto, Marcelia Cartaxo (A Hora da Estrela) como intérprete de Zeza Vaqueiro, Daniel Porpino (O Alecrim e o Sonho) como Paulino Leite e muitos outros mais. Os atores Allan Souza Lima e Alice Carvalho protagonizam a série brasileira Divulgação/Amazon Studios Quantos episódios tem Cangaço Novo? A série Cangaço Novo possui duas temporadas e, ao todo, 15 episódios. A primeira parte conta com oito episódios, enquanto a segunda traz mais sete, dando continuidade à história com novos desdobramentos e conflitos, que variam em média entre 48 e 60 minutos de duração. Temporada 1 Episódio 1 (O Peso da Herança) — ~51 min Episódio 2 (Promessa é Dívida) — ~46 min Episódio 3 (Meu Nome é Ubaldo Vaqueiro) — ~56 min Episódio 4 (O Preço da Herança) — ~48 min Episódio 5 (Viver é Perigoso) — ~49 min Episódio 6 (Tudo É Política) — ~48 min Episódio 7 (Do Meu jeito) — ~49 min Episódio 8 (O Crime Não Compensa) — ~60 min Temporada 2 Episódio 1 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Episódio 2 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Episódio 3 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Episódio 4 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Episódio 5 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Episódio 6 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Episódio 7 (Sem nome divulgado ainda) — +/- 45 a 60 min Quando sai a 2ª temporada de Cangaço Novo? A 2ª temporada da série brasileira chega ao catálogo do Amazon Prime Video no dia 24 de abril, com todos os episódios disponibilizados de forma completa no streaming. Além disso, sobre o horário de estreia, a nova season deve entrar no ar a partir da madrugada, seguindo o padrão da plataforma, geralmente por volta da 00h (horário de Brasília). A segunda temporada de Cangaço Novo terá, ao todo, 7 episódios Divulgação/Amazon Studios Como terminou a 1ª temporada de Cangaço Novo? No final da primeira temporada, o público pôde acompanhar o avanço do confronto entre o grupo liderado por Ubaldo e as forças rivais no sertão, marcando um ponto de não retorno para os personagens principais. Além disso, é após uma escalada de violência e decisões cada vez mais extremas, que alianças são colocadas à prova e a tensão chega ao limite dentro da disputa pelo poder local em relação aos Maleiros. Já o desfecho do último episódio mostra Ubaldo cada vez mais envolvido no legado do pai biológico e nas consequências de suas escolhas, enquanto Dinorah assume um papel ainda mais central nas ações do grupo. Séries parecidas com Cangaço Novo E se você gostou de Cangaço Novo, vale a pena conferir a série nacional Sintonia (2019), da Netflix, que retrata a ascensão de jovens na periferia entre música, crime e religião; Cidade Invisível (2021), também do streaming vermelho, que mistura investigação policial com o folclore brasileiro em uma trama cheia de mistério; e Dom (2021), do Prime Video, que é baseada em uma história real, e que acompanha a relação entre um jovem e seu pai policial em meio ao universo do tráfico e da violência no Rio de Janeiro. Confira o trailer da 2ª temporada de Cangaço Novo: Com informações de Amazon Prime Video e IMDb 🎥Amazon Prime Video: veja preço dos planos, catálogo e como funciona Amazon Prime Video: veja preço dos planos, catálogo e como funciona Saiba Mais Initial plugin text
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