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Razr Fold é o dobrável da Motorola com bateria gigante e 7 anos de Android

2 de Março de 2026, 11:16
Versão lançada na Europa acompanha caneta stylus Moto Pen Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Motorola Razr Fold possui tela externa de 165 Hz, processador Snapdragon 8 Gen 5, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
  • O dispositivo tem bateria de 6.000 mAh, suporta carregamento de até 80 W com fio e 50 W sem fio, e receberá até sete anos de atualizações de Android.
  • O preço inicial na Europa é de 1.999 euros, incluindo a caneta stylus Moto Pen Ultra.

A Motorola oficializou nesta segunda-feira (2), durante a feira de tecnologia Mobile World Congress (MWC 2026), o lançamento do Motorola Razr Fold, seu mais novo smartphone dobrável em formato de livro. O dispositivo tem lançamento inicial programado para o mercado europeu e carrega a missão de inserir a fabricante na disputa pelo segmento premium.

O objetivo é entregar um aparelho robusto, com hardware de ponta e alta durabilidade, para brigar diretamente com modelos consolidados, como a linha Galaxy Z Fold, da Samsung.

Como é o Motorola Razr Fold?

A construção do Razr Fold reflete a aposta no segmento de alto padrão, priorizando espessura reduzida. Segundo o portal PhoneArena, o celular apresenta uma espessura de apenas 4,6 milímetros totalmente aberto, passando para 9,9 milímetros quando dobrado. O peso é de 244 gramas. O vinco central no mecanismo de dobra da tela interna também foi suavizado.

O modelo será comercializado em duas opções de cores, fruto da parceria com a Pantone. A versão Blackened Blue (azul escuro) traz um painel com textura tátil em formato de diamante na traseira. Já a variante Lily White adota um acabamento projetado para simular o toque da seda.

No quesito tela, o painel externo oferece proporção de 21:9, tecnologia pOLED e atinge uma taxa de atualização de 165 Hz. Esta tela externa é protegida pelo inédito Corning Gorilla Glass Ceramic 3, desenvolvido para resistir a impactos mais fortes. Na parte interna, o display principal possui proporção quase quadrada (8:7,2), taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo que pode atingir 6.200 nits.

Vinco central na tela interna foi otimizado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Hardware e câmeras

Debaixo do capô, o smartphone é alimentado pelo processador Snapdragon 8 Gen 5 (também identificado como Elite Gen 5 em unidades de teste). Este chipset trabalha em conjunto com 16 GB de memória RAM no padrão LPDDR5X e 512 GB de armazenamento.

Conforme apontado pelo The Verge, o modelo traz certificações IP48 e IP49, atestando proteção contra a entrada de poeira e resistência à imersão e jatos de água em alta pressão. A Motorola confirmou que o Razr Fold receberá até sete anos de atualizações de Android e pacotes de segurança.

Módulo fotográfico inclui três sensores de 50 megapixels e lente telefoto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em dobráveis, o sistema de câmeras costuma sofrer limitações devido ao espaço físico menor. Contudo, a fabricante integrou um conjunto fotográfico de respeito. A câmera principal utiliza um sensor Sony LYT-828 de 50 megapixels com 1/1,28 polegada, abertura de f/1.6 e estabilização óptica de imagem (OIS). O módulo telefoto também conta com 50 megapixels, utilizando o sensor LYT-600, e entrega zoom óptico de 3x. Uma câmera ultrawide de 50 megapixels com campo de visão de 122 graus completa a traseira, atuando também na captura de fotografias macro.

Bateria de nova geração traz 6.000 mAh

No fornecimento de energia, o Razr Fold incorpora uma bateria baseada em tecnologia de silício-carbono com capacidade total de 6.000 mAh. Esta tecnologia permite uma densidade energética maior acomodada em uma dimensão reduzida. No mercado global, ele é superado apenas pelo recém-anunciado Honor Magic V6, que possui 6.600 mAh.

Para a recarga, o dispositivo suporta alimentação de até 80 W no modo com fio e 50 W utilizando bases de carregamento sem fio.

Preço e disponibilidade

Quando aberto, o Razr Fold apresenta espessura de 4,6 mm (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Motorola Razr Fold tem lançamento inicial programado para a Europa por 1.999 euros (cerca de R$ 12.150, em conversão direta e sem impostos). Este pacote inclui na caixa a caneta stylus Moto Pen Ultra. A Motorola ainda não confirmou a venda de uma versão mais barata sem a caneta.

O jornalista Thássius Veloso viajou para a Espanha a convite da Xiaomi

Razr Fold é o dobrável da Motorola com bateria gigante e 7 anos de Android

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

“Mestre da noite”: Xiaomi revela celular para brigar com iPhone 17 Pro Max

28 de Fevereiro de 2026, 11:30
Mão segurando smartphone
Xiaomi 17 Ultra utiliza lentes da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Xiaomi lançou globalmente os smartphones Xiaomi 17 Ultra, Xiaomi 17 e Leica Leitzphone na MWC 2026 em Barcelona. Todos usam o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 e focam em câmeras aprimoradas e maior densidade energética das baterias.
  • O Xiaomi 17 Ultra possui tela OLED LTPO de 6,9 polegadas, bateria de 6.000 mAh, sistema de câmeras com sensor principal de 50 MP e teleobjetiva de 200 MP. O Xiaomi 17 tem tela de 6,3 polegadas, bateria de 6.330 mAh e gravação de vídeo em até 8K.
  • O Leica Leitzphone compartilha especificações com o 17 Ultra, mas destaca-se pelo acabamento e experiência fotográfica personalizada com perfis Leica. O preço na Europa é de 1.999 euros.

A Xiaomi anunciou o lançamento global do celular “mestre da noite” Xiaomi 17 Ultra, além do Xiaomi 17 e do Leica Leitzphone, neste sábado (28). A novidade foi apresentada durante um evento em Barcelona com a presença do Tecnoblog. Os três novos smartphones de ponta utilizam chip Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Os modelos foram apresentados na feira de telecomunicações de Barcelona, a MWC 2026, e marcam a atualização anual da fabricante no segmento premium, com foco em câmeras melhores, novo processador da Qualcomm e baterias com maior densidade energética. Eles já tinham sido apresentados na China, e agora passam pelo lançamento global.

Os preços para o Brasil são mantidos em segredo por enquanto. Na Europa, o modelo Ultra sai por a partir de 1.499 euros (cerca de R$ 9.090), enquanto o básico é comercializado por 999 euros (R$ 6.060).

Não custa lembrar: a nova geração sucede diretamente a linha Xiaomi 15, já que não houve uma linha Xiaomi 16 no portfólio global. A estratégia mantém a ênfase em fotografia móvel e desempenho de alto nível.

Xiaomi 17 Ultra

Mão segurando Xiaomi 17 Ultra
Xiaomi 17 Ultra durante lançamento global em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Xiaomi 17 Ultra traz tela OLED LTPO de 6,9 polegadas (2608 × 1200 pixels), também com taxa de 1 a 120 Hz e brilho máximo de 3.500 nits. O processador é o mesmo Snapdragon 8 Elite Gen 5, com versões de 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento. A bateria é de 6.000 mAh, com carregamento de 90 W com fio e 50 W sem fio.

Assim como no modelo base, a bateria utiliza tecnologia íon de lítio com silício-carbono. O destaque está no sistema de câmeras: sensor principal de 50 MP (Light Fusion 1050L) com tecnologia LOFIC HDR e sensor de 1 polegada; teleobjetiva de 200 MP com faixa óptica equivalente a 75–100 mm e alcance ampliado via zoom híbrido; além de ultrawide de 50 MP. O vídeo chega a 4K a 120 fps com Dolby Vision e gravação em Log.

Xiaomi realiza evento em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog
Slide compara foto no iPhone 17 Pro Max e Xiaomi 17 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Durante o evento, a fabricante não perdeu oportunidades de mostrar comparações entre o Xiaomi 17 Ultra e o iPhone 17 Pro Max, o atual modelo de ponta da Apple. Ao menos nas demonstrações, o produto chinês consegue registrar imagens com mais definição, em especial quando é aplicado zoom.

Segundo o GSMArena, o Xiaomi 15 Ultra tinha bateria de cerca de 5.300 mAh (versão global), Snapdragon 8 Gen 3 e teleobjetiva periscópica de 50 MP. O 17 Ultra amplia a capacidade energética, adota a bateria silício-carbono, atualiza o processador e eleva a resolução da teleobjetiva para 200 MP.

Xiaomi 17

O Xiaomi 17 tem tela OLED LTPO de 6,3 polegadas (2656 × 1220 pixels), com taxa de atualização variável de 1 a 120 Hz e brilho máximo informado de 3.500 nits. O aparelho utiliza o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, fabricado em 3 nanômetros, com opções de 12 GB de RAM e armazenamento de até 512 GB (LPDDR5X e UFS 4.1). A bateria é de 6.330 mAh, com carregamento de até 100 W com fio e 50 W sem fio.

A tecnologia de bateria é de íon de lítio com composição silício-carbono, segundo a própria Xiaomi, que indica teor elevado de silício no ânodo para aumentar densidade energética. O conjunto de câmeras inclui sensor principal de 50 MP (Light Fusion 950, 1/1,31”), teleobjetiva de 50 MP com distância focal equivalente a 60 mm e macro a 10 cm, além de ultrawide de 50 MP. A câmera frontal também é de 50 MP. O modelo grava vídeo em até 8K a 30 fps e 4K com Dolby Vision.

Mão segurando Xiaomi 17 com tela acesa, exibindo ícones de aplicativos na interface HarmonyOS 3
Xiaomi 17 tem tela OLED de 6,3 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Há algumas evoluções em relação ao Xiaomi 15:o antecessor tinha bateria menor (na faixa de 5.200 mAh na versão global), processador Snapdragon 8 Gen 3 e brilho máximo inferior. A principal evolução do Xiaomi 17 está no salto de capacidade energética, na adoção da bateria silício-carbono e na atualização do chipset para a geração Elite Gen 5.

Xiaomi 17 tem tecnologia fotográfica da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Leica Leitzphone

O smartphone Leica Leitzphone Powered by Xiaomi compartilha a base técnica do 17 Ultra: Snapdragon 8 Elite Gen 5, tela de 6,9 polegadas, até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, além de bateria de 6.000 mAh com tecnologia íon de lítio silício-carbono e carregamento de 90 W com fio.

O diferencial está no acabamento e na experiência fotográfica. O modelo incorpora anel físico de controle na câmera, interface personalizada com perfis Leica e modos que simulam câmeras clássicas da marca. O usuário pode controlar zoom, foco e balanço de branco, entre outros atributos.

Cartela com as características do Leica Leitzphone (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O hardware inclui sensor principal de 50 MP e teleobjetiva de 200 MP, com foco em controles manuais e fluxos de trabalho voltados a fotografia.

“Nosso design reduz ao que é essencial”, disse o CEO da Leica, Mattias Harsch, durante o evento. Ele defendeu que a companhia está por trás de toda a experiência do produto.

Em comparação com as edições Leica da geração anterior (baseadas na linha 15), a mudança principal é estrutural: novo processador, bateria de maior densidade e atualização do conjunto óptico, mantendo a proposta de diferenciação por software e ergonomia.

O modelo tem preço nas alturas: 1.999 euros (R$ 12.120), com RAM de 16 GB e armazenamento de 1 TB.

O jornalista Thássius Veloso viajou para a Espanha a convite da Xiaomi

“Mestre da noite”: Xiaomi revela celular para brigar com iPhone 17 Pro Max

Xiaomi 17 Ultra utiliza lentes da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 Ultra durante lançamento global em Barcelona (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Slide compara foto no iPhone 17 Pro Max e Xiaomi 17 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 tem tela OLED de 6,3 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17 tem tecnologia fotográfica da Leica (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Cartela com as características do Leica Leitzphone (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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