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PF apreende cerca de R$ 1 milhão em iPhones sem nota fiscal

19 de Janeiro de 2026, 16:25
imagem mostra montes de iPhones 17 Pro Max na cor laranja (no topo) apreendidos pela Policia Federal
iPhones 17 Pro Max laranjas apreendidos pela Polícia Federal (imagem: reprodução/Polícia Federal)
Resumo
  • Polícia Federal apreendeu 100 iPhones 17 Pro Max no aeroporto de Foz do Iguaçu, avaliados em R$ 1 milhão.
  • Ocorrência foi registrada como descaminho, devido à tentativa de evitar o pagamento de impostos.
  • O passageiro que transportava os iPhones foi preso em flagrante.

A Polícia Federal prendeu em flagrante, no sábado (17/01), um passageiro que tentava embarcar no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (PR), com destino a São Paulo, transportando cerca de 100 unidades do iPhone 17 Pro Max sem documentação fiscal.

De acordo com a PF, a abordagem ocorreu durante a inspeção diária no aeroporto. Os policiais desconfiaram de um grupo familiar com nove malas que seriam despachadas para São Paulo em um único voo doméstico.

Após uma entrevista inicial com os passageiros, a equipe abriu as bagagens e encontrou as centenas de smartphones da Apple. A mercadoria ultrapassa a cifra de R$ 1 milhão, segundo comunicado da corporação.

O passageiro identificado como responsável pela carga foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para os procedimentos legais.

Qual foi a ocorrência?

A ocorrência foi registrada como descaminho, quando há intenção de evitar o pagamento de imposto devido pela entrada, saída ou consumo de uma mercadoria.

O crime se diferencia de casos de contrabando, quando a importação é de mercadoria proibida no país (como eletrônicos piratas, cigarros não regularizados, drogas etc.). No caso dos iPhones 17 Pro Max, a entrada dos aparelhos é legal, desde que as taxas de importação sejam recolhidas.

Após o trâmite do processo administrativo fiscal (que decreta o perdimento da carga), mercadorias apreendidas pela Receita Federal ou Polícia Federal que estejam em condições de uso geralmente vão para leilão.

Importação irregular de eletrônicos em alta

Imagem mostra dois agentes, da PF e da Receita Federal, inspecionando equipamentos
Receita e Polícia Federal reforçam combate a importações irregulares (imagem: divulgação/PF)

Segundo dados da Operação Fronteira RFB, coordenada pela Receita Federal, os produtos eletrônicos se consolidaram neste ano como a principal categoria de mercadorias introduzidas irregularmente no país, superando cigarros e bebidas.

Apenas nos primeiros sete dias da operação, iniciada em outubro, foram retidos R$ 33 milhões em mercadorias desse tipo, principalmente smartphones e notebooks.

No total geral (somando todas as categorias), a operação apreendeu mais de R$ 94 milhões em produtos ilegais em apenas uma semana — um recorde que supera toda a edição de 2024 (R$ 78 milhões).

PF apreende cerca de R$ 1 milhão em iPhones sem nota fiscal

Polícia Federal investiga ataque DDoS contra parlamentares

2 de Dezembro de 2025, 10:33
Viatura da Polícia Federal
Ataque DDoS se torna alvo de operação da Polícia Federal (imagem: reprodução/PF)
Resumo
  • Polícia Federal iniciou Operação Intolerans para investigar ataques DDoS contra sites de deputados federais que apoiam Projeto de Lei nº 1904/2024;
  • Operação incluiu dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e Curitiba, com apoio de parceiros estrangeiros;
  • Sites dos deputados Alexandre Ramagem, Bia Kicis e Paulo Bilynskyj teriam sido alvos dos ataques.

Nesta terça-feira (02/12), a Polícia Federal deflagrou a Operação Intolerans, que tem o objetivo de deter e investigar suspeitos de terem realizado ataques DDoS contra sites de pelo menos três deputados federais que apoiam o Projeto de Lei nº 1904/2024, também conhecido como “PL Antiaborto”.

Ataques do tipo DDoS (negação de serviço distribuído) são aqueles em que os alvos, como sites ou serviços online, ficam sobrecarregados devido a um número muito grande de requisições (acessos) que não são legítimos. Como consequência, esses sites ou serviços ficam instáveis ou inoperantes.

Foi o que aconteceu nos ataques investigados, de acordo com a Polícia Federal:

As investigações identificaram que diversos sites de deputados federais foram alvo de ataques coordenados, resultando em instabilidade e períodos de indisponibilidade, afetando a comunicação institucional e a atuação legislativa.

A Polícia Federal só não deu detalhes sobre como os ataques foram efetuados, muito menos revelou quem são os suspeitos das ações. Sabe-se, porém, que a operação policial envolveu dois mandados de busca e apreensão nas capitais São Paulo (SP) e Curitiba (PR), nesta terça-feira.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, a “Operação Intolerans contou com o apoio de parceiros estrangeiros por meio de cooperação jurídica internacional”.

Busca e apreensão da Operação Intolerans
Busca e apreensão da Operação Intolerans (fotos: divulgação/PF)

Quais deputados foram alvos dos ataques DDoS?

As autoridades tampouco revelaram quais parlamentares tiveram seus sites oficiais afetados pelos ataques DDoS, mas uma apuração do jornal O Globo aponta que ao menos três deputados foram alvos da ação: Alexandre Ramagem (PL-RJ), Bia Kicis (PL-DF) e Paulo Bilynskyj (PL-SP).

Todos os três deputados manifestaram apoio ao Projeto de Lei nº 1904/2024, que está parado na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF) da Câmara dos Deputados desde agosto de 2024.

A Polícia Federal segue investigando os ataques, em sigilo.

Polícia Federal investiga ataque DDoS contra parlamentares

Ataque DDoS se torna alvo de operação da Polícia Federal (imagem: reprodução/PF)

Busca e apreensão da Operação Intolerans (fotos: divulgação/PF)
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