A soundbar JBL SB180 está saindo por apenas R$ 777,55 no Pix com o cupom ESFRIOU na Amazon. Esta é a melhor oferta já publicada no Achados, com 47% sobre o preço original de R$ 1.469. E o dispositivo pode ser um bom incremento para quem pretende receber os amigos e família para assistir à Copa do Mundo 2026 em casa.
Soundbar JBL SB180 entrega potência e vem com subwoofer
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Graças à potência total de 110 Watts RMS, a soundbar da JBL oferece som alto o suficiente para ambientes de até 15 m². Esse espaço pode ser equivalente a uma sala de estar não muito grande, por exemplo, sendo ideal para quem mora em apartamento e pretende receber amigos para assistir à Copa 2026. Aliada à uma boa TV, a soundbar dá um upgrade à experiência.
Outro destaque é o acompanhamento de um subwoofer sem fio com driver de 6,5 polegadas e 60 W de potência. Segundo a JBL, o alto-falante entrega graves profundos e empolgantes, que também devem contribuir para essa experiência mais imersiva com a TV. A conexão sem fio é outro destaque do subwoofer, dessa vez pela praticidade.
Também sem fio é uma das possibilidades de conexão com a própria JBL180, que suporta Bluetooth 5.3, permitindo a reprodução de conteúdos não apenas da TV, mas também do celular, notebook e outros dispositivos. Com fio, a soundbar pode ser conectada via HDMI ARC, útil para televisores e também consoles.
Conforme o conteúdo em reprodução, é possível alternar entre modos personalizados de som para filmes, notícias ou músicas. Por fim, a soundbar é compatível com as principais tensões do Brasil, suportando de 100 V até 240 V. Lembrando que, com o cupom ESFRIOU, a JBL SB180 cai para R$ 777,55 no Pix antes da Copa do Mundo FIFA 2026.
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O mouse Logitech Lift Vertical está em promoção por R$ 269 em até 6x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 34% quando comparado ao preço original de R$ 379.
O periférico com conectividade sem fio e sensibilidade de até 4.000 DPI se destaca pelo design ergonômico, que reduz a tensão do braço do usuário.
Mouse Logitech Lift Vertical tem design ergonômico e conectividade sem fio
Mouse Logitech Lift Vertical tem formato ergonômico (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
O Logitech Lift é um mouse vertical, cujo design foi pensado para reduzir a tensão do braço do usuário; ao mantê-lo em uma posição mais natural, o acessório evita que a ulna e o rádio (os dois grandes ossos do antebraço, que ligam o cotovelo ao pulso) se cruzem, como acontece ao usar um mouse comum.
Dessa forma, o periférico reduz a possibilidade de ocorrência de problemas de saúde que surgem a longo prazo, como Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias, e ele possui versões tanto para destros quanto para canhotos.
O gadget possui conectividade sem fio via Bluetooth ou via 2,4 GHz por meio de um dongle USB-A, armazenável no próprio mouse. Ele é alimentado por uma pilha AA (que, segundo a fabricante, pode resistir por até dois anos) e conversa com Windows, macOS, Linux, iOS/iPadOS, Android e diversos gadgets, de notebooks a tablets e celulares.
Sensibilidade do mouse vertical Logitech Lift chega a até 4.000 DPI (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
O Logitech Lift possui seis botões, sendo os de clique esquerdo e direito, a roda de scroll, dois botões de avançar/retroceder e um extra para maior praticidade. Com exceção dos de clique, os demais podem ser personalizados com atalho por meio do software proprietário Logi Options+.
A sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPI, um número básico para periféricos que não são voltados ao usuário gamer, mas que também não contam com resolução fina para profissionais. O gadget possui alcance de até 10 metros e promete cliques silenciosos, para não tirar a concentração do usuário.
O mouse sem fio Logitech Lift Vertical está saindo por R$ 269 em até 6x sem juros, um desconto de 29% sobre o valor de lançamento.
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Steam Controller 2.0 chegará ao mercado na semana que vem (imagem: reprodução/The Verge)Resumo
O Steam Controller será lançado em 4 de maio, custando US$ 99.
Com a nova versão, a Valve planeja corrigir falhas de ergonomia do modelo anterior.
O controle não tem previsão de venda oficial no Brasil.
O que antes era um rumor, agora é oficial: o novo controle da Valve, voltado especialmente para quem joga no PC, será lançado no dia 4 de maio. O dispositivo custará US$ 99 (cerca de R$ 495).
Sabemos que a Valve não tem venda oficial no Brasil e, por enquanto, isso se mantém com o novo gamepad — o site informa que o item não está disponível para compra na nossa região.
O anúncio oficial, no entanto, confirma que a estratégia mudou. O Steam Controller 2.0 será disponibilizado como um produto isolado, enquanto outros projetos de hardware, como a aguardada nova Steam Machine e o headset VR Steam Frame, chegam depois.
Mesmo antes do comunicado, a data já estava circulando: o site japonês 4Gamer publicou — e removeu pouco depois — um review completo do controle, revelando mais do que devia. O material mostrou, também, detalhes do produto e da embalagem. A remoção do conteúdo não ocorreu em tempo suficiente para passar despercebido.
A data e o posicionamento do produto foram confirmados aos poucos, a partir de diferentes fontes. Segundo o PCWorld, um criador de conteúdo publicou por engano um vídeo com o que seria a versão final do controle, mencionando que o preço ficaria “US$ 25 acima do DualSense”, da Sony.
Além disso, referências ao novo hardware teriam aparecido no código do SteamOS, indicando que o sistema foi atualizado para dar suporte ao controle.
Registros de envio para os Estados Unidos também foram identificados, mostrando que o produto já está em circulação na cadeia logística. Embora o review vazado tenha foco no Japão, o volume e a velocidade das informações sugerem um lançamento global próximo ou até simultâneo.
Controle pensado a partir do Steam Deck
A Valve apresentou o Steam Controller 2.0 originalmente em novembro do ano passado, prometendo corrigir limitações do modelo anterior, principalmente em relação à ergonomia.
O design segue de perto o padrão do Steam Deck, com uma disposição de botões e analógicos mais familiar para quem já usa o portátil. Entre os principais recursos citados nos vazamentos estão:
Joysticks TMR: utilizam tecnologia magnética para maior precisão e durabilidade, reduzindo problemas como o drift;
Trackpads duplos: posicionados abaixo dos analógicos, permitem simular entrada de mouse e navegar na interface;
Recursos adicionais: giroscópio de 6 eixos, superfícies capacitivas nos analógicos, haptics de alta definição e quatro botões traseiros.
Por enquanto, sem Steam Machine
Nova Steam Machine foi apresentada em novembro (imagem: divulgação)
Inicialmente, a Valve planejava apresentar o produto junto com a nova Steam Machine, mas o aumento no custo de componentes e a escassez de chips impactaram esse cronograma. Ainda assim, a empresa avalia formas de tornar o produto mais competitivo. Entre as possibilidades estaria o subsídio parcial do controle.
O hardware padrão da nova Steam Machine inclui uma CPU AMD com arquitetura Zen 4, uma GPU AMD com arquitetura RDNA 3, 16 GB de memória DDR5 e SSD com armazenamento de 512 GB ou 2 TB. Em fevereiro, a Valve informou que mantém o plano de lançar o dispositivo no primeiro semestre de 2026.
O JBL Quantum 100M2 está em oferta no Magazine Luiza por R$ 155,97 no Pix. O valor registrado é menor comparado aos últimos tempos e representa uma relação de 32% de desconto sobre o preço de lançamento de R$ 229. O headset é uma boa opção de entrada principalmente para gamers.
JBL Quantum 100M2 traz drivers de 40 mm e compatibilidade versátil
JBL Quantum 100M2 (imagem: Divulgação/JBL)
No aspecto da ficha técnica, o headset conta com drivers de 40 mm com performance sonora entre entre 20 Hz a 20 kHz. Isso significa que entrega um áudio limpo, nítido e imersivo para jogos, sobretudo aqueles que é preciso escutar os mínimos detalhes.
De acordo com a JBL, o fone over-ear apresenta almofadas de espuma com tecido respirável, detalhe que faz com que as orelhas não fiquem abafadas. Além do design entregar um melhor isolamento acústico, apesar do gadget não possuir cancelamento ativo de ruído (ANC).
Outro detalhe que joga a favor do JBL Quantum 100M2 é a possibilidade de remover o microfone. Seja para realizar a higienização se necessário, para proporcionar maior conforto ou por outras causas. O componente entrega frequência entre 100 Hz e 10 kHz e captação direcional, priorizando uma saída de som sem ruídos ou distorções.
JBL Quantum 100M2 (imagem: Divulgação/JBL)
O headset oferece compatibilidade multiplataforma, ou seja, capaz de funcionar em diferentes consoles. A exemplo de PS5, Nintendo Switch, Switch 2 e Xbox Series X|S. Em relação a consoles da Microsoft, como o ASUS ROG Ally, há o suporte ao recurso de som surround nativo.
O JBL Quantum 100M2 vem com um cabo de 1,2 m na caixa e está saindo por apenas R$ 155 no Pix no Magalu, uma boa oportunidade de custo-benefício.
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Este monitor gamer da Samsung conta com diversos recursos voltados a quem joga no PC, como taxa de atualização de 240 Hz e tempo de resposta de apenas 1 ms.
Samsung Odyssey G40 é monitor gamer com taxa de 240 Hz
Odyssey G40 traz painel de 27″ com resolução Full HD e taxa de 240 Hz (imagem: Divulgação/Samsung)
O Odyssey G40 é um monitor voltado ao público gamer, com recursos dedicados a essa parcela do público. Embora conte apenas com resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels), ele traz uma taxa de atualização alta de 240 Hz e um tempo de resposta de apenas 1 ms (GtG), sendo excelente para uso com games competitivos.
O painel do tipo IPS LCD de 27 polegadas e proporção 16:9 provê um excelente ângulo de visão, além de brilho e cores superiores ao entregue por telas VA ou TN, graças ao suporte a HDR10. Já o modo Ultrawide Game View permite ajustar a tela para uma proporção 21:9, de modo a prover um maior campo de visão.
Ainda sobre games, este monitor suporta tecnologias Nvidia G-Sync e AMD FreeSync para sincronização da taxa de atualização da tela com a placa de vídeo. Evitando assim efeitos de “quebra de quadros (stuttering)” e tornando a imagem fluida durante sessões de jogos.
Monitor Samsung Odyssey G40 pode ser usado na horizontal ou vertical (imagem: Divulgação/Samsung)
O Odyssey oferece diversos ajustes para melhor atender o usuário, como altura, inclinação, rotação e pivot, permitindo que seja posicionado na vertical. O recurso é útil para fazer o uso de duas telas ao mesmo tempo para conteúdos diversos e multitarefa, e também auxilia na ergonomia.
O monitor da Samsung possui duas portas de entrada, sendo uma HDMI 2.0 e uma DisplayPort 1.2, permitindo que ele seja conectado a dois dispositivos ao mesmo tempo, como um PC e um console de videogame. Assim, o usuário pode intercalar entre as fontes por meio do menu.
O Samsung Odyssey G30 de 24 polegadas está saindo por apenas R$ 712 em até 12x sem juros. A oferta representa um desconto de 31% em relação ao lançamento (R$ 1.030). E o monitor se destaca pelo painel VA com taxa de atualização de 144 Hz com tempo de resposta de apenas 1 ms.
Monitor Samsung Odyssey G30 painel VA de 144 Hz
Monitor Samsung Odyssey G30 (imagem: Divulgação)
O Samsung Odyssey G30 conta com tecnologia de painel VA, superior à tecnologia de TN LCD e com pretos mais profundos em relação ao IPS LCD, sendo uma boa opção para a reprodução de vídeos e outros conteúdos. A resolução de reprodução é Full HD, que não chega a ser tão boa quando o 4K, mas já é superior ao HD.
Além disso, a tela traz taxa de atualização de 144 Hz, proporcionando maior fluidez na transição de imagens no monitor. O tempo de resposta também chama a atenção para jogos, sendo de apenas um milissegundo no Samsung Odyssey G30 de 24 polegadas.
O tamanho é pequeno para para mesas maiores, mas a ergonomia é aprimorada pelas amplas possibilidades de ajuste físico da tela. Você pode alterar a altura, inclinação, rotacionar e até girar o monitor. Ainda em relação à usabilidade, a conexão inclui porta HDMI, uma DisplayPort e uma para conexão com headphones.
Monitor Samsung Odyssey G30 (imagem: Divulgação)
Lembrando que o monitor da Samsung está saindo por apenas R$ 712 em até 12x sem juros na Amazon, sendo uma boa oferta pelo Samsung Odyssey G30 de 24 polegadas.
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A Soundbar JBL SB180 está em oferta por R$ 872 em até 12x sem juros na Amazon, um de desconto de 41% sobre o preço original de R$ 1.469.
O periférico traz potência de 110 W RMS e conectividade Bluetooth para uma experiência sem fios, recursos interessantes para quem procura um sistema de som para acompanhar os jogos da Copa do Mundo FIFA 2026, que já está chegando.
JBL SB180 possui subwoofer sem fio e conexão HDMI ARC
Soundbar JBL SB180 tem potência de 110 Watts RMS e conectividade Bluetooth (imagem: Divulgação/JBL)
O subwoofer sem fio de 6,5″ e 60 W de potência reproduz graves profundos e agudos claros para uma experiência sonora em 2.1 canais adequada, graças aos dois drivers do tipo racetrack de 45 × 100 mm.
O periférico possui conectividade Bluetooth 5.3 e não necessita de cabos para ser pareado com dispositivos diversos, oferecendo maior comodidade e facilidade para instalar e configurar. A soundbar possui uma porta HDMI com suporte a ARC, facilitando a conexão com a TV e outros aparelhos.
O equipamento suporta tensões de 100 a 240 V e possui os modos Cine, Music e News, oferecendo experiências adaptadas ao tipo de conteúdo em execução conforme o conteúdo, além de cobrir ambientes maiores de 15 m² sem perda de qualidade.
A Soundbar JBL SB180 está saindo por R$ 872 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 41% sobre o valor de lançamento de um periférico indicado para quem deseja acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026 com mais qualidade sonora.
Confira o guia de compras de soundbar do Tecnoblog que traz todas as informações para quem precisa saber o necessário antes da compra.
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O Monitor Odyssey G5 27″ da Samsung está em oferta no Mercado Livre por R$ 1.074 no Pix. O valor encontrado é menor ao atual praticado na loja oficial e chega a ser 26% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 1.449.
Para quem busca montar um setup gamer sem gastar muito, o gadget apresenta ficha técnica interessante.
Monitor Odyssey G5 tem resolução QHD e taxa de 165 Hz
Monitor Samsung Odyssey G5 possui design curvo (imagem: Divulgação)
O monitor da Samsung traz como duas das suas principais características a resolução QHD e a taxa de atualização de até 165 Hz. Ambas as especificações asseguram ao player uma jogatina com transições fluidas e imagens altamente nítidas, superior ao padrão Full HD tradicional.
O modelo apresenta um painel VA de 27 polegadas com curvatura de 1000R. Além de proporcionar uma estética diferente, fornece uma visão periférica melhor ao jogador; característica no qual pode ser encarada como uma vantagem competitiva em jogos de alto desempenho.
O suporte ao FreeSync sincroniza os frames da placa de vídeo com o display para reduzir o efeito de quebra ou atraso das imagens. Somado a tecnologia, o HDR10 proporciona aos gráficos cores mais vibrantes e uma experiência visual superior.
Por fim, o Monitor Odyssey G5 da Samsung de 27 polegadas proporciona tempo de resposta de 1 ms, além de entradas para HDMI 2.0 e Display Port 1.2. Você pode adquiri-lo por R$ 1.074 por Pix no Mercado Livre.
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Celular com carregamento por indução (Imagem: Daniel Korpai/Unsplash)
O carregamento por indução facilita a rotina ao transferir energia via campos eletromagnéticos, eliminando a dependência de cabos físicos e conectores. Essa tecnologia é regida pelo padrão Qi, a norma global que garante interoperabilidade entre diferentes marcas de carregadores e smartphones.
O processo de carregamento ocorre quando a base gera um campo magnético que a bobina do celular converte em eletricidade através da Lei de Faraday. Esse método foi otimizado pelo MagSafe da Apple, usando ímãs de alinhamento para o smartphone carregar por indução com máxima eficiência energética e redução do desperdício de calor.
É possível checar a compatibilidade do aparelho ao verificar os selos Qi ou MagSafe na caixa ou nas especificações técnicas do fabricante. Modelos topo de linha das principais marcas costumam trazer o recurso, que pode ser confirmado nas configurações de bateria do sistema.
A seguir, saiba o que é o carregamento por indução, como funciona a tecnologia e os smartphones que costumam ter esse recurso. Também conheça os pontos fortes e fracos do carregamento sem fio.
O carregamento por indução usa campos eletromagnéticos para transferir energia entre bobinas de cobre no carregador e no aparelho, eliminando cabos físicos. Popularizada pelo padrão Qi, essa tecnologia alimenta desde smartphones e smartwatches até frotas de ônibus e carros elétricos.
Quais são os tipos de carregamento por indução?
Existem quatro tipos principais de carregamento por aproximação para smartphones:
Padrão Qi (Indução eletromagnética): é o sistema universal que exige contato direto entre o celular com carregamento por indução e a base. Ele usa o acoplamento magnético fechado, onde as bobinas precisam estar bem alinhadas para a energia fluir;
Indução ressonante (Distância curta): permite que o carregamento ocorra mesmo com alguns centímetros de separação. Ao sintonizar as bobinas na mesma frequência de ressonância, ela consegue alimentar vários dispositivos simultaneamente;
Indução magnética proprietária (MagSafe/Qi2): criado pela Apple e agora um padrão global, usa um anel de ímãs para um alinhamento automático. Isso evita o desperdício de calor e garante a potência máxima durante todo o processo;
Carregamento reverso (Wireless PowerShare): transforma o smartphone em uma base de carregamento sem fio portátil. Ao inverter o papel da bobina interna, o celular “doa” energia para acessórios menores, como fones de ouvido e smartwatches.
Existem diferentes padrões de carregamento sem fio (imagem: Nubelson Fernandes/Unsplash)
Como funciona o carregamento por indução?
O carregamento sem fio utiliza o princípio da indução eletromagnética para transferir energia entre duas bobinas de cobre posicionadas bem próximas. A base conectada à tomada gera um campo magnético oscilante que atravessa a carcaça do aparelho, eliminando a necessidade de conectores físicos.
Nesse processo, a bobina do smartphone captura o fluxo magnético e o converte em eletricidade, fenômeno físico conhecido como Lei de Faraday. A eficiência depende do alinhamento preciso entre os componentes, motivo pelo qual tecnologias como MagSafe utilizam ímãs para otimizar o acoplamento.
Para garantir a integridade do celular, um circuito retificador transforma a corrente alternada captada em corrente contínua, compatível com a bateria. Sistemas modernos de gerenciamento térmico monitoram a temperatura, reduzindo a potência caso o calor excessivo prejudique a vida útil das células de íons de lítio.
O padrão global Qi domina o setor, operando em frequências que permitem a comunicação inteligente entre o carregador por indução e o dispositivo móvel. Embora apresente uma leve perda energética em comparação ao cabo, a conveniência e a proteção contra o desgaste das portas USB impulsionam sua popularidade.
Por dentro de um carregador sem fio (Imagem: Reprodução/Belkin)
O carregamento por indução funciona com capinha?
Sim, o carregamento wireless atravessa a maioria das capas de silicone, TPU ou couro, desde que a espessura não ultrapasse os 5 mm. Essa margem garante que o campo magnético conecte as bobinas sem perda significativa de eficiência energética ou lentidão.
Contudo, acessórios com placas de metal, anéis de suporte ou materiais muito robustos bloqueiam o sinal e podem causar superaquecimento. Para evitar falhas, use proteções com certificação Qi e MagSafe, que asseguram o alinhamento magnético ideal e uma recarga estável.
Carregamento por indução esquenta o celular?
Sim, o carregamento wireless esquenta o smartphone devido à dissipação de energia entre as bobinas, processo chamado de perda por acoplamento eletromagnético. Esse calor residual é comum, mas o uso de capas grossas ou o desalinhamento na base agrava o desgaste das baterias a longo prazo.
Para proteger o hardware, evite utilizar aplicativos pesados durante a recarga e use acessórios certificados que otimizam a gestão térmica. Se o aparelho emitir alerta de temperatura, interrompa o ciclo imediatamente para preservar a integridade dos componentes e a vida útil do sistema.
Capa de smartphones mais finas permitem o carregamento sem fio e ainda evitam possíveis superaquecimentos (imagem: Lee Peterson/Unsplash)
Carregamento por indução estraga a bateria do celular?
O carregamento por aproximação não estraga o aparelho, mas a baixa eficiência energética gera calor excessivo, o maior inimigo das células de íon de lítio. Esse estresse térmico pode acelerar o desgaste químico, afetando a saúde da bateria mais rapidamente que o cabo tradicional.
Para garantir a longevidade, remova capas que retêm calor e evite o uso intenso enquanto o dispositivo estiver na base magnética. Manter os ciclos de carga longe dos extremos (0% ou 100%) é mais vital para a vida útil do que o método de recarga escolhido.
Carregamento por indução é mais lento do que o carregamento comum?
Sim, o carregamento sem fio é tecnicamente mais lento devido à indução eletromagnética, que dissipa energia como calor em vez de convertê-la totalmente em carga. Essa perda energética reduz a eficiência da transmissão, exigindo mais tempo para a bateria atingir a capacidade total se comparada ao uso de cabos.
Enquanto bases sem fio operam geralmente entre 5 W e 15 W, o carregamento rápido via cabo já alcança patamares acima de 100 W. Mesmo com avanços na tecnologia de indução, o contato direto do padrão USB Power Delivery (USB-PD) permanece como a solução mais veloz e eficaz do mercado.
Os carregadores por indução tendem a ser mais lentos do que os carregadores via USB (imagem: Nathan Waters/Unsplash)
Apple (iPhone): todos os modelos desde o iPhone 8 e o iPhone X possuem a tecnologia Qi, evoluindo a partir do iPhone 12 para o MagSafe, que utiliza anéis magnéticos para garantir o alinhamento e otimizar a transferência de energia;
Samsung (Galaxy): é padrão na linha Galaxy S desde o S6 e em todos os dobráveis das linhas Z Fold e Z Flip, contando ainda com a função de carregamento reverso Wireless PowerShare para carregar fones e relógios direto na parte traseira do celular;
Motorola (Edge): a marca retornou com força ao segmento premium, inserindo a bobina de indução nos modelos da família Edge, equilibrando design fino e conveniência;
Xiaomi: o recurso é exclusividade das linhas numeradas, como o Xiaomi 14, e da linha Mi. As versões Pro e Ultra suportam velocidades mais altas e competem em potência com muitos carregadores de parede;
Google (Pixel): adotado como padrão desde o Pixel 3, a marca expandiu o suporte para os modelos intermediários Pixel a mais recentes, tornando a tecnologia mais acessível no ecossistema do Android puro;
OnePlus: foca essa conveniência em modelos de elite, como as variantes Pro e os modelos numéricos mais novos, entregando tecnologias proprietárias que entregam até 50 W de potência, permitindo cargas completas em tempo recorde;
Huawei e Honor: ambas focam o recurso nas linhas premium, como a série Mate e P da Huawei ou a linha Magic da Honor, deixando as versões “Lite” restritas apenas ao carregamento via cabo;
Oppo e Vivo: as marcas chinesas reservam o carregamento sem fio para os topos de linha, como a linha Find X e X series, onde a inovação em hardware justifica o custo extra do componente.
Os topos de linha Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro Max oferecem opção de carregamento sem fio (imagem: Reprodução/Sahil Karoul)
Tem como saber se meu celular carrega por indução?
Sim, é possível saber se o smartphone tem opção de carregamento wireless ao procurar o selo Qi ou MagSafe na caixa ou manual. Outra opção é checar as configurações de bateria do sistema Android em busca do termo “Wireless Charging” ou “Carregamento sem fio”.
Também dá para consultar as especificações técnicas no site oficial da fabricante ou na seção Produtos do Tecnoblog. Basta verificar a área “Bateria” para confirmar se o modelo suporta a transferência de eletricidade via campo eletromagnético.
Por que o carregamento por indução do iPhone não funciona?
Estes são alguns motivos que podem impedir o carregamento sem fio do iPhone:
Desalinhamento das bobinas: o iPhone e a base precisam estar com os centros perfeitamente alinhados. Se estiverem tortos, o campo magnético não se completa;
Capas e acessórios metálicos: capinhas muito grossas, anéis de suporte ou cartões magnéticos bloqueiam o sinal. Metais entre o aparelho e a base impedem a passagem de energia e podem superaquecer;
Acúmulo de sujeira: poeira, gordura ou fiapos no vidro traseiro e na base criam uma barreira física. Limpar as superfícies garante que o acoplamento magnético ocorra sem interferências externas;
Danos no hardware interno: quedas que trincam o vidro traseiro podem romper a bobina de cobre interna. Se a estrutura física estiver comprometida, o circuito elétrico simplesmente não fecha;
Acessórios sem certificação Qi: o iOS é rigoroso com segurança e pode bloquear bases de procedência duvidosa. Sempre adquira produtos com o selo Qi, que garante a compatibilidade padrão do mercado;
Gestão térmica (calor): se o iPhone esquentar demais por causa do sol ou aplicativos pesados, o sistema pausa a recarga via indução. É uma proteção do software para evitar o desgaste precoce da bateria;
Bugs de sistema: pequenos erros no código do iOS podem desativar o reconhecimento do carregador por indução. Na maioria das vezes, um reinício forçado ou uma atualização de sistema resolvem o problema;
Fonte de energia: o problema pode estar na tomada ou no cabo que alimenta a base. Se o adaptador de parede for fraco, a base não terá força suficiente para gerar o campo de indução.
O iOS pode não autorizar o carregamento por aproximação em acessórios não oficiais da Apple (imagem: Kamil Switalski/Unsplash)
Quais são as vantagens do carregamento por indução?
Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento por indução:
Conveniência no uso diário: basta posicionar o aparelho sobre a base para iniciar a carga via campo magnético, eliminando o esforço de acertar o encaixe do cabo em ambientes escuros ou com pressa;
Integridade física do hardware: evita o desgaste mecânico da porta USB e do cabo, prolongando drasticamente a vida útil dos componentes físicos do smartphone;
Resistência e segurança elétrica: sem conectores metálicos expostos à umidade, o risco de curtos-circuitos cai drasticamente, facilitando o design de aparelhos totalmente vedados com certificação IP68 de resistência à poeira e à água;
Minimalismos e organização: uma única estação de carga centraliza a energia para celulares, relógios e fones de ouvido, limpando o visual da mesa e acabando com o emaranhado de fios espalhados;
Redução de resíduos eletrônicos: com menos cabos rompidos e conectores danificados indo para o lixo, a tecnologia promove um ciclo de vida mais longo para os acessórios e para o próprio aparelho.
Quais são as desvantagens do carregamento por indução?
Estes são os pontos fracos do carregamento sem fio:
Velocidade reduzida: mesmo com avanços, o padrão de carregamento Qi é geralmente mais lento que o cabo, já que a entrega de Watts é limitada pela resistência do ar;
Baixa eficiência energética: a indução é menos eficiente, pois parte da eletricidade se perde no campo magnético, exigindo mais consumo da tomada para completar a bateria;
Estresse térmico: o calor gerado na base pode degradar os componentes internos e prejudicar a saúde da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone em comparação ao carregamento com fio;
Exigência de alinhamento: o alinhamento das bobinas de cobre deve ser exato, qualquer deslocamento leve interrompe o fluxo magnético e deixa o usuário sem bateria;
Uso limitado durante a carga: diferente do cabo, que permite certa mobilidade enquanto carrega, o aparelho precisa ficar estático na base de carregamento sem fio, dificultando tarefas como jogar ou digitar.
Os carregadores wireless oferecem maior conveniência aos usuários, mas podem causar estresse térmico nos dispositivos (imagem: Radoslav Bali/Unsplash)
Qual é a diferença entre carregamento por indução e carregamento por cabo?
O carregamento wireless transfere energia sem fios por meio de um campo eletromagnético gerado entre bobinas de cobre no carregador e no aparelho. Essa corrente induzida permite recarregar a bateria por proximidade física, priorizando a conveniência, apesar de ser um processo mais lento.
O carregamento por cabo utiliza conectores físicos para conduzir a corrente elétrica de forma direta e altamente eficiente da fonte ao dispositivo. Embora exija o encaixe mecânico, essa conexão entrega velocidades superiores e minimiza o desperdício de energia.
Qual é a diferença entre carregamento por indução e carregamento reverso?
O carregamento wireless usa campos magnéticos gerados entre bobinas internas para transferir energia da base para o dispositivo sem cabos. O processo de indução eletromagnética converte o magnetismo em corrente elétrica para abastecer a bateria por simples contato físico.
O carregamento reverso transforma o próprio smartphone em um “power bank”, capaz de alimentar a bateria de outros acessórios ou celulares. O fluxo funciona via cabo ou por bobinas traseiras padrão Qi, cedendo carga da própria bateria para outros dispositivos.
Carregador Super Fast Charging da Samsung (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O carregamento rápido é uma tecnologia que utiliza diferentes protocolos, como USB Power Delivery e padrões proprietários, para aumentar a potência enviada ao dispositivo com segurança, reduzindo o tempo de recarga de um celular, tablet ou notebook.
Esse protocolo foi criado pelo USB-IF, um consórcio de empresas de tecnologia. Além disso, fabricantes também utilizam tecnologias com nomenclaturas próprias para seus dispositivos.
Enquanto algumas marcas focam em aumentar a potência de carregamento, outras priorizam a eficiência térmica e a durabilidade da bateria, equilibrando desempenho e segurança.
A seguir, entenda o funcionamento e quais são as principais tecnologias de fast charging de marcas como Samsung, Xiaomi, Motorola e OPPO.
O carregamento rápido é um conjunto de tecnologias que permite transferir energia rapidamente entre a fonte e um dispositivo, por meio de comunicação ativa entre carregador e aparelho para ajustar tensão e corrente de forma segura.
Assim, é possível diminuir o tempo conectado à tomada, além de aumentar a mobilidade do usuário, já que a bateria carrega de forma mais rápida que os métodos convencionais.
Esse processo é gerenciado pelos circuitos integrados de gerenciamento de energia (PMIC, na sigla em inglês), responsáveis por monitorar o estado de carga, regular a tensão e proteger o sistema em dispositivos eletrônicos com bateria.
Qual é o padrão universal de carregamento rápido?
O USB Power Delivery (USB-PD) é o padrão universal de carregamento rápido, desenvolvido pelo USB Implementers Forum — um consórcio sem fins lucrativos –, em 2012. A tecnologia é amplamente utilizada com conectores USB Tipo-C para fornecer alta potência aos dispositivos.
De acordo com a especificação 3.1, o Power Delivery é capaz de prover até 240 W de potência para diferentes dispositivos, como celulares, fones de ouvido ou notebooks. Esse padrão garante velocidade de carregamento superior aos métodos convencionais, mas exige aparelhos compatíveis com a tecnologia.
Carregador de 45 W da Xiaomi (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Quais são as tecnologias proprietárias de carregamento rápido?
Quick Charge, Super Fast Charging, HyperCharge, TurboPower, SuperDart, SuperCharge e VOOC são alguns exemplos de tecnologias de carregamento rápido.
Apesar do USB Power Delivery (USB-PD) ser o padrão universal, marcas de dispositivos eletrônicos criam suas próprias tecnologias com nomenclaturas diferentes. Conheça cada tecnologia proprietária a seguir:
Quick Charge
O Quick Charge é a tecnologia de carregamento rápido da Qualcomm, usada principalmente em dispositivos que utilizam processadores Snapdragon.
Pode ser encontrada também em powerbanks e carregadores veiculares, sendo uma das primeiras tecnologias a popularizar a variação de voltagem durante o carregamento. A tecnologia é compatível com diversas marcas de celulares e dispositivos.
Quick Charge 5+ recarrega 50% da bateria em 5 minutos com menos calor (imagem: reprodução/Qualcomm)
Super Fast Charging
O Super Fast Charging é a tecnologia de carregamento rápido da Samsung que funciona em smartphones da marca, como aparelhos da linha Galaxy. É uma variação do padrão USB-PD com PPS, operando em 25 W ou 45 W.
Um dos focos da Samsung é a priorização da vida útil da bateria. Dessa forma, o sistema é capaz de reduzir a velocidade de carga automaticamente, caso identifique aumentos repentinos de temperatura interna, além da proteção extra contra curto-circuitos.
Um dos modelos de carregador de celular da Samsung (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
HyperCharge
HyperCharge é a tecnologia de carregamento rápido para celulares premium da Xiaomi, Redmi e Poco. O grande diferencial da marca chinesa é a potência fornecida e a velocidade de carregamento dos dispositivos.
O HyperCharge aproveita o uso de baterias de célula dupla nos smartphones. Dessa forma, o sistema de carregamento faz a divisão da corrente de entrada no dispositivo, enviando metade da corrente para cada célula de maneira simultânea.
Assim, é possível atingir até 120 W em modelos comerciais, enquanto potências maiores já foram demonstradas em protótipos. O sistema inclui mecanismos avançados para controle de temperatura.
Carregador HyperCharge da Xiaomi (imagem: divulgação/Xiaomi)
TurboPower
O TurboPower é a tecnologia de carregamento rápido da Motorola para smartphones da marca e tablets da Lenovo. Também compatível com o padrão USB Power Delivery, a tecnologia mantém alta potência durante a maior parte do carregamento e reduz gradualmente a velocidade conforme a bateria se aproxima de níveis mais altos.
Essa potência do TurboPower pode variar de acordo com celular. O Motorola Edge 50 Ultra, por exemplo, é compatível com 125 W. Já os celulares da linha Moto G alcançam 30 W de potência máxima de carregamento com fio.
Carregador TurboPower de 33 W (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
SuperDart
A tecnologia proprietária da Realme para carregamento rápido é chamada de SuperDart. O diferencial está no gerenciamento otimizado entre carregador e smartphone, reduzindo o aquecimento no dispositivo e permitindo uso mais confortável durante o carregamento.
De acordo com a Realme, a tecnologia pode alcançar até 125 W de potência, carregando de 0 a 100% em cerca de 20 minutos, com a evolução chamada de UltraDart.
Smartphone Realme e carregador com tecnologia SuperDart (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
SuperCharge
O SuperCharge é a tecnologia de carregamento rápido da Huawei. O sistema utiliza baixa tensão e alta corrente para fornecer energia a dispositivos como smartphones e notebooks, além do uso do protocolo proprietário SCP (Smart Charge Protocol) internamente.
Esse protocolo ajusta a tensão entre celular e carregador de forma contínua, modificando voltagem e corrente de maneira dinâmica. Assim, a tecnologia de carregamento rápido da Huawei detecta o nível da bateria e ajusta a potência em tempo real conforme a necessidade da bateria.
Carregador de 66 W da Huawei (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
VOOC
VOOC, ou Voltage Open Loop Multi-step Constant-Current Charging, é a tecnologia de carregamento rápido usado principalmente em smartphones da OPPO e marcas associadas, como OnePlus.
Essa tecnologia foi uma das primeiras a utilizar o carregamento de alta corrente, sendo licenciada para outras marcas como Realme (SuperDart), por exemplo. O sistema utiliza cabos e conectores modificados com pinos adicionais para suportar maior corrente.
Reno 14 F compatível com carregamento rápido VOOC (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Como funciona o carregamento rápido
O funcionamento do carregamento rápido se dá pela união de três fatores: potência, corrente e tensão. Na fase inicial, o sistema fornece alta corrente na bateria do dispositivo para acelerar o carregamento.
Após essa primeira fase, a corrente começa a cair para preservar a bateria, enquanto a tensão também pode ser ajustada dinamicamente, dependendo da tecnologia utilizada.
Ao atingir 100% de carga, o sistema diminui a corrente para níveis mínimos para que o dispositivo não superaqueça, mas mantendo o nível máximo de carga na bateria.
Todo esse gerenciamento é feito principalmente pelo PMIC, em conjunto com o carregador, controlando a energia de forma inteligente para não danificar o aparelho e manter a integridade física da bateria.
O que é preciso para usar o carregamento rápido?
É necessário ter dispositivo, carregador e cabo compatíveis para usar a tecnologia de carregamento rápido. Um celular precisa seguir o padrão USB Power Delivery, ou tecnologias proprietárias de outras marcas, por conta do chip PMIC presente nos aparelhos.
Esse sistema é o responsável por gerenciar a energia que chega do carregador, que também precisa ser compatível com a tecnologia para fornecer a potência necessária ao aparelho.
A presença de cabos mais resistentes também é fundamental, já que cabos USB-C comuns suportam até 3 A, enquanto cabos com identificação eletrônica (e-marker) podem suportar até 5 A.
Cabo USB-C oferece maior compatibilidade com o carregamento rápido (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Preciso ativar o carregamento rápido no meu smartphone?
Não. O carregamento rápido é ativado automaticamente ao conectar um carregador compatível na maioria dos dispositivos modernos.
Porém, em alguns celulares, é preciso acessar as configurações de bateria e ativar a chave “Carregamento rápido” ou “Carregamento acelerado”, como acontece em modelos da Samsung, Xiaomi e Motorola.
Quais são as vantagens do carregamento rápido?
Ter um celular com carregamento rápido oferece as seguintes vantagens:
Menor dependência de tomadas: o carregamento rápido permite que você utilize um dispositivo por mais tempo longe da tomada, já que a tecnologia diminui o período de carregamento para minutos, em vez de horas;
Recargas rápidas: o carregamento rápido possibilita que o usuário faça recargas pontuais. Mesmo com o celular descarregado, é possível usar o celular por horas com apenas minutos de carregamento;
Flexibilidade: o padrão de carregamento rápido permite que você use apenas um carregador compatível com a tecnologia para diferentes dispositivos, como celulares, tablets e notebooks.
Quais são as desvantagens do carregamento rápido?
O carregamento rápido também pode ter alguns desvantagens ao longo prazo:
Geração de calor: o carregamento rápido gera mais calor, podendo aquecer o dispositivo em dias mais quentes, principalmente se estiver usando o celular enquanto carrega;
Desgaste da bateria: o alto calor gerado pelo carregamento rápido pode acelerar o desgaste da bateria, principalmente em baterias de íon de lítio. Isso pode reduzir a vida útil do componente a longo prazo;
Dependência de tecnologia: para aproveitar a velocidade máxima, é necessário utilizar acessórios compatíveis, embora carregadores comuns ainda funcionem em velocidade reduzida. Dessa forma, é preciso que o usuário invista em componentes mais tecnológicos e que, consequentemente, são mais caros.
Carregamento rápido vicia a bateria?
Não, o que pode ocorrer é a degradação de bateria em razão dos ciclos de carregamento, processo que também ocorre no carregamento comum.
No entanto, o calor excessivo gerado pelo carregamento rápido pode acelerar as reações químicas em baterias de íon-lítio, o que pode levar à perda de capacidade de armazenamento de energia ao longo do tempo.
O termo “viciar” remete a baterias de níquel-cádmio, que não são mais utilizadas em smartphones atuais.
Qual é a diferença entre Power Delivery e tecnologias proprietárias de carregamento rápido?
O USB Power Delivery (USB-PD) é o padrão universal de carregamento rápido que serviu como base para o desenvolvimento de tecnologias proprietárias pelas empresas. O USB-PD prioriza a compatibilidade e o ajuste de tensão para alcançar diferentes potências de carregamento.
Já as tecnologias proprietárias de carregamento rápido são arquiteturas desenvolvidas pelas empresas de smartphones e tablets. Essas tecnologias possuem diferentes nomenclaturas e diferenciais específicos para cada modelo de smartphone.
Enquanto algumas marcas priorizam a segurança do dispositivo, outras buscam maior potência de carregamento por meio de mudanças de hardware.
Qual é a diferença entre carregamento rápido e carregamento por indução?
O carregamento rápido pode utilizar diferentes padrões para aumentar a potência entregue ao dispositivo, aumentando a voltagem ou a amperagem enviada ao aparelho para reduzir o tempo de recarga.
O sistema gerencia o fluxo de energia para abastecer a bateria rapidamente no início do ciclo sem comprometer a segurança. Esse processo permite que o usuário use o celular por horas com apenas alguns minutos na tomada.
O carregamento por indução funciona pelo envio de energia de uma base elétrica para o dispositivo via indução eletromagnética. O processo utiliza bobinas internas de cobre que convertem a corrente alternada em contínua, garantindo o carregamento da bateria por meio do contato com a superfície.
Conheça a tecnologia de nitreto de gálio e como ela revolucionou a forma de carregar dispositivos (imagem: Reprodução/Innergie)
O carregador GaN utiliza o moderno semicondutor nitreto de gálio para garantir uma condução de energia muito mais veloz. Essa tecnologia substitui o silício tradicional, permitindo criar acessórios ultracompactos que não abrem mão da segurança térmica.
Seu diferencial é o carregamento rápido otimizado, que converte energia em frequências altíssimas com perdas mínimas. Como os componentes internos diminuem sem sacrificar o desempenho, o usuário tem uma fonte de alta potência que cabe no bolso.
Com ampla versatilidade, ele carrega desde fones de ouvido até notebooks robustos via USB-C, ajustando a voltagem para cada aparelho conectado. Isso garante que a saúde da bateria seja preservada, entregando apenas a carga necessária para cada tipo de hardware.
A seguir, entenda melhor o conceito do carregador GaN, seu funcionamento detalhado e os dispositivos compatíveis com a tecnologia. Também veja os pontos fortes e fracos deste modelo de acessório para recarregar baterias.
O carregador GaN é um acessório que usa o semicondutor nitreto de gálio, garantindo uma condução de energia muito mais veloz e eficiente. Essa tecnologia permite criar dispositivos ultracompactos e potentes, capazes de carregar múltiplos aparelhos rapidamente sem comprometer a segurança ou a portabilidade.
O que significa GaN?
O nitreto de gálio (GaN) é um semicondutor de alta eficiência que substitui o silício, permitindo a condução de energia com menor geração de calor. Isso viabiliza carregadores compactos e potentes, capazes de operar em frequências elevadas com perdas mínimas de desempenho.
O nitreto de gálio (GaN) oferece maior eficiência e menor geração de calor (imagem: Divulgação/Xiaomi)
Como funciona um carregador GaN?
O carregador GaN usa o nitreto de gálio para conduzir elétrons com eficiência térmica e velocidade superiores. Isso garante um carregamento rápido otimizado, convertendo energia por meio de transistores que operam em frequências altíssimas sem desperdícios.
Como esses componentes trabalham rápido, itens internos como transformadores diminuem de tamanho sem sacrificar a potência do carregador. O resultado é um acessório compacto que entrega alto desempenho ocupando apenas uma fração do espaço de fontes convencionais.
Outra vantagem é a dissipação de calor reduzida, permitindo que a energia flua quase integralmente para a bateria do aparelho. Assim, é possível atingir níveis de Potência (W), entre 30 e 100 W, sem a necessidade de dissipadores pesados ou carcaças que superaquecem.
Equipados com o padrão USB Power Delivery (PD), esses carregadores negociam a voltagem ideal para cada dispositivo conectado de forma inteligente. Em modelos com múltiplas portas, o sistema gerencia a carga dinamicamente, mantendo a estabilidade total enquanto a pessoa carrega o celular e o notebook juntos.
O GaN permite que os adaptadores de tomada para recarga sejam menores e mais eficientes (imagem: Reprodução/Native Union)
Quais dispositivos os carregadores GaN podem carregar?
Os carregadores GaN revolucionaram o mercado ao oferecer alta densidade de potência em tamanhos reduzidos. Estes são alguns dispositivos que permitem usar a tecnologia para recarregar as baterias:
Smartphones: funcionam em qualquer dispositivo moderno com porta USB-C ou a clássica USB-A, utilizando cabos adequados para fornecer cargas rápidas e seguras;
Tablets de alto desempenho: suportam alta demanda de energia para carregar aparelhos com bateria de grande capacidade em pouco tempo, sem comprometer a integridade do componente;
Notebooks e ultrabooks: substituem as pesadas fontes tradicionais em laptops que aceitam carregamento via USB-C, desde que o carregador ofereça a potência mínima exigida;
Consoles portáteis e handhelds: alimentam videogames compactos que usam protocolo USB Power Delivery (USB-PD), permitindo jogar e carregar simultaneamente com estabilidade energética;
Acessórios de baixo consumo: gerenciam de forma inteligente a saída de energia para dispositivos sensíveis, como fones de ouvido sem fio e smartwatches, ajustando a saída de energia para proteger os componentes mais frágeis durante a carga;
Câmeras e equipamentos de vídeo: alimentam corpos de câmeras mirrorless e monitores externos que utilizam o padrão USB-PD para operação em estúdio ou campo;
Power banks e hubs de energia: aceleram a reposição de carga em baterias externas de alta capacidade, reduzindo drasticamente o tempo de espera conectado à tomada.
Carregadores Gan podem ser usados na recarga de notebooks e smartphones (imagem: Divulgação/Xiaomi)
Quais são as vantagens de um carregador GaN?
Estes são os pontos positivos de um carregador GaN:
Design compacto: a tecnologia permite componentes menores e mais próximos, resultando em carcaças até 50% menores que os modelos tradicionais;
Velocidade de carregamento superior: tem capacidade de conduzir voltagens mais altas com rapidez, atendendo aos protocolos de carregamento rápido mais exigentes;
Eficiência energética e sustentabilidade: o material reduz a perda de energia por calor, garantindo que a maior parte da eletricidade consumida da tomada chegue, de fato, à bateria;
Gerenciamento térmico: por operar com menor aquecimento residual, o carregador garante segurança total contra superaquecimento, mesmo fornecendo altas potências por longos períodos;
Hub de carregamento versátil: a alta densidade de potência permite múltiplas portas USB em um corpo compacto, conseguindo alimentar notebooks, tablets e celulares simultaneamente sem esforço;
Durabilidade e preservação do hardware: o menor estresse térmico prolonga a vida útil do carregador e protege a saúde da bateria dos seus dispositivos contra oscilações de temperatura.
Quais são as desvantagens de um carregador GaN?
Estes são os pontos fracos de um carregador GaN:
Custo elevado: o processo de fabricação do material GaN é mais caro que o do silício convencional, o que se traduz em um preço final significativamente maior para o consumidor;
Incompatibilidade com dispositivos antigos: aparelhos antigos sem suporte ao USB-PD não extraem o potencial do acessório, tornando o investimento subutilizado em hardware datado;
Gerenciamento térmico em altas potências: embora o GaN desperdice menos energia, o tamanho reduzido concentra o calor gerado, exigindo projetos de dissipação eficientes para evitar altas temperaturas;
Mercado de entrada pouco confiável: a popularização da tecnologia atraiu fabricantes genéricos que utilizam componentes de baixa qualidade, comprometendo a estabilidade da tensão e a durabilidade;
Densidade interna e riscos físicos: o design ultracompacto deixa pouco espaço entre os circuitos internos, o que pode facilitar falhas elétricas ou curtos-circuitos em caso de quedas severas.
Diversos modelos de carregadores GaN oferecem multiplas entradas USB, mas são acessórios mais caros do que os modelos de silício (imagem: Divulgação/Razer)
Carregador GaN esquenta?
Sim, o carregador GaN esquenta, mas opera na “elite” da eficiência energética. Ele converte eletricidade com perdas mínimas devido ao nitreto de gálio, resultando em um acessório que fica apenas morno, mesmo sendo muito menor que os antigos carregadores de silício.
O alerta ocorre se o calor impedir o toque ou houver deformações no plástico, sinais claros de componentes internos de baixa qualidade. Para evitar sustos, invista em marcas certificadas com proteção térmica e jamais “sufoque” o adaptador sob almofadas ou cobertores durante o uso.
Carregador GaN é seguro?
Sim, os carregadores GaN são seguros, pois o nitreto de gálio dissipa menos calor e opera com uma eficiência energética superior ao silício convencional. Essa tecnologia permite que componentes mais próximos em carcaças compactas, mantendo sistemas inteligentes que monitoram a temperatura e a voltagem em tempo real.
O verdadeiro risco surge com falsificações de baixo custo, que sacrificam o isolamento térmico e a filtragem de ruído elétrico para reduzir o preço. Para garantir a integridade da bateria, priorize modelos certificados e evite obstruir a ventilação do acessório durante o uso intenso.
Carregador GaN estraga a bateria?
Não, o carregador GaN não é um vilão da saúde da bateria do celular porque ele é mais eficiente e esquenta menos que os modelos de silício. Além disso, protocolos inteligentes como USB-PD atuam como um “filtro” para o smartphone, absorvendo apenas a potência exata necessária sem sobrecarregar as células de íons de lítio.
O perigo está no uso de acessórios falsificados sem certificação da Anatel ou no hábito de abafar o aparelho durante o carregamento. Por isso, prefira marcas consolidadas e cabos robustos, garantindo que o alto desempenho da tecnologia nunca se transforme em dor de cabeça térmica.
Carregador GaN da Nubia (Imagem: Divulgação/Nubia)
Qual é a diferença entre carregador GaN e um carregador normal?
O carregador GaN usa transistores de nitreto de gálio para converter energia, permitindo que os componentes trabalhem em frequência e voltagens mais altas com pouca perda de calor. Isso resulta em um acessório mais compacto, leve e eficiente, que entrega muita carga sem “fritar” a tomada.
O carregador normal adota semicondutores de silício que, por serem menos eficientes em altas frequências, exigem dissipadores de calor e transformadores robustos para não superaquecer. Por isso, eles acabam sendo maiores, mais pesados e desperdiçam mais energia em forma de calor durante o uso.
Qual é a diferença entre carregador GaN e um carregador PD?
O carregador GaN é um acessório que troca o silício tradicional pelo nitreto de gálio, permitindo componentes que esquentam menos e conduzem energia com muito mais eficiência. Isso resulta em carregadores potentes que são muito menores e menos “esquentadinhos” durante o uso.
O carregador PD (Power Delivery) é, na verdade, um protocolo de software via conexão USB-C que controla a voltagem exata que o dispositivo precisa receber de forma inteligente. É o “cérebro” que permite carregar desde um fone de ouvido até um notebook potente usando o mesmo acessório, com total segurança.
Mouses como o MX Master 3S permitem o ajuste de DPI via software (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O DPI do mouse é uma medida que indica qual a resolução que o dispositivo alcança durante o uso. Ter um DPI mais alto significa que o cursor do periférico irá se deslocar com mais rapidez, mesmo movimentando pouco o mouse sobre a mesa ou mousepad.
Já ter um DPI mais baixo exige maior deslocamento físico para mexer o cursor, aumentando a precisão dos movimentos durante o uso, fundamental em alguns tipos de atividades e jogos eletrônicos, por exemplo.
A seguir, saiba o que é DPI, qual sua utilidade no dia a dia e como funciona a sensibilidade de um mouse.
DPI é a resolução que o sensor do mouse alcança durante o uso. A métrica define a relação entre o deslocamento do periférico sobre a superfície de contato e a movimentação do cursor do mouse na tela do computador.
Exemplo: se o mouse tiver apenas 1 de DPI e você o movimentar para a direita, o cursor correspondente no dispositivo irá se deslocar somente um pixel na tela.
Dessa forma, ter um mouse com maior DPI significa que o deslocamento correspondente será ainda maior, com menor movimentação física no contato com um mousepad ou outra superfície.
O que significa “DPI” do mouse?
DPI significa “Dots Per Inch”, ou “Pontos por Polegada” em tradução para o português. Refere-se a quantos pixels o cursor do mouse percorre na tela para cada polegada de movimentação do mouse.
Mouses gamers permitem mudar o DPI de acordo com a necessidade (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
Para que serve o DPI do mouse?
O DPI serve como métrica entre a proporção do movimento físico do mouse e o deslocamento correspondente do cursor na tela do dispositivo.
Dessa forma, o mouse consegue se adaptar a diferentes resoluções, já que telas 4K, por exemplo, exigem um DPI maior para que o usuário faça menos deslocamento com a mão.
Além disso, a tecnologia serve para ajustar a rapidez do cursor em tarefas específicas. Jogadores profissionais de jogos eletrônicos utilizam mouses com DPIs variadas para ter maior agilidade ou controle em ações.
O mesmo ocorre com profissionais de design gráfico e edição de vídeo, que também ajustam o DPI principalmente no uso de diversas telas.
Como funciona o DPI do mouse?
DPI do mouse funciona a partir de um sistema de processamento digital. O laser do dispositivo ilumina o mousepad — ou qualquer outra superfície de contato — e um sensor CMOS registra uma série de imagens por segundo.
Na sequência, o processador digital faz a análise entre as imagens para detectar toda a movimentação do mouse.
Esse deslocamento é convertido em contagens de DPI, medindo as polegadas percorridas pelo mouse durante o uso. Em mouses com DPI mais alto, o registro da movimentação é mais sensível.
Já mouses com baixo DPI, a resolução é menor, necessitando de um deslocamento mais brusco do periférico.
É comum que as fabricantes de mouses ofereçam um botão para ajuste de DPI, para uso de acordo com a necessidade do usuário.
Abertura por onde o sensor do mouse registra as movimentações (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
É melhor ter o DPI do mouse alto ou baixo?
Depende do tipo de uso. Usuários que utilizam diversas telas — principalmente modelos com resolução 4K –, profissionais de design gráfico e de edição de vídeo, tendem a preferir mouses com DPI mais alto, para maior agilidade na execução de tarefas.
Porém, isso pode variar com a preferência de cada um, e ter um periférico que permite mudar essa sensibilidade do mouse com facilidade pode te ajudar no dia a dia.
Em jogos FPS, onde o controle sobre o cursor é fundamental, ter um DPI menor garante uma maior precisão dos movimentos, por exemplo.
Quais são as vantagens de um DPI do mouse alto?
Ter um DPI do mouse alto oferece as seguintes vantagens:
Eficiência ergonômica: ter um DPI alto exige menor esforço físico para movimentar o mouse, sendo útil em espaços pequenos;
Agilidade em multitarefas: um mouse com DPI alto facilita a transição entre tarefas, aumentando a produtividade no uso de diversos monitores;
Otimização em monitores 4K: monitores 4K são caracterizados pela alta densidade de pixels. Dessa forma, um mouse com maior DPI consegue ter cobertura total do cursor com menor esforço;
Maior performance em alguns jogos: em jogos do gênero RPG, MOBA, RTS ou MMO, ter um DPI alto pode oferecer um desempenho maior, já que diferentes comandos precisam ser executados na tela de forma ágil;
Quais são as vantagens de um DPI do mouse baixo?
Alguns usuários, porém, podem preferir mouses com DPI mais baixo pelos seguintes motivos:
Maior precisão: um DPI alto significa mais movimentação do cursor. Assim, tarefas e jogos que exigem alta precisão se tornam mais difíceis. Principalmente em jogos FPS, um DPI do mouse baixo garante alta precisão e desempenho, já que o controle sobre o cursor é maior;
Ausência do efeito “Jitter”: o efeito “Jitter” é um tremor ou instabilidade do cursor do mouse, mesmo com o periférico parado sobre a mesa. Esse problema é menos comum em dispositivos com DPI mais baixo, já que a sensibilidade dos sensores é menor;
Menor tempo de adaptação: mouses com DPI mais baixo são mais tradicionais no uso diário. Dessa forma, adquirir um periférico com essas características vai exigir quase nenhum período de adaptação, diferente de dispositivos com DPI mais alto;
Qual é a diferença entre DPI e sensibilidade do mouse?
DPI do mouse é a métrica usada para calcular a sensibilidade física do periférico, medindo a quantidade de pixels que o cursor se movimentou em razão do deslocamento físico na mesa ou touchpad.
Aumentar o DPI significa ter mais sensibilidade, já DPI mais baixo garante um cursor mais estável e preciso.
Já a sensibilidade do mouse é um recurso disponível no sistema operacional ou em jogos. Essa tecnologia funciona como um acelerador de cursor, aumentando ou diminuindo a movimentação via software, e não em hardware, como no caso do DPI.
Ambos podem ter o mesmo efeito resultante, porém, ajustar apenas a sensibilidade pode gerar atrasos e falhas na movimentação do cursor.
Qual é a diferença entre DPI do mouse e polling rate?
DPI do mouse é a resolução alcançada pelo hardware do periférico. Mouses com DPI mais alto registram mais informações da superfície e as transformam em deslocamento para o cursor, afetando a velocidade e a sua amplitude.
Já polling rate é a frequência na qual seu mouse se comunica com o PC. Essa taxa é medida em Hertz (Hz), determinando quantas vezes por segundo o dispositivo envia informações para a CPU.
Mouses comuns do dia a dia costumam ter polling rate de 125 Hz, já periféricos gamers podem ultrapassar a faixa dos 1.000 Hz.
Tem como descobrir qual o DPI do meu mouse?
Sim. Você pode encontrar as especificações de DPI de um mouse pelo modelo do periférico. Busque pelo seu mouse no site da fabricante e procure pelas informações técnicas do dispositivo.
Além disso, caso o aparelho tenha software para instalação no PC, é possível saber o DPI do mouse pelo aplicativo dedicado. Esse método é comum para mouses de marcas como Logitech, Razer, Corsair e HyperX, por exemplo, principalmente em modelos gamer.
O Monitor Samsung Odyssey G30 de 24 polegadas está saindo por apenas R$ 699 em até 10x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 32% em relação ao preço inicial de R$ 1.030. E o monitor se destaca pela taxa de atualização e tempo de resposta, e pelos múltiplos ajustes possíveis para facilitar sua ergonomia.
Monitor Samsung Odyssey G30 tem taxa de atualização de 120 Hz
Monitor Samsung Odyssey G30 (imagem: Divulgação)
O Samsung Odyssey G30 conta com um painel de tecnologia VA LCD, que é inferior ao IPS mas superior ao TN LCD em comparação. Nessa tecnologia, as cores e ângulos de visão são considerados bons, e o contraste chega a ser um destaque.
Outro fator de destaque é a taxa de atualização de 144 Hz e o tempo de resposta de apenas um milissegundo, que fazem com que o monitor chame a atenção do público gamer. A resolução, por sua vez, é Full HD, como é mais comum entre monitores de entrada com preço mais em conta como o Odyssey G30.
Na hora de escolher um monitor, outro fator que conta bastante independentemente de se será para uso profissional ou para jogos, é o conforto. O tamanho de 24 polegadas torna esse modelo apropriado para mesas pequenas, e a possibilidade ajuste de altura, inclinação, rotação e giro é uma grande vantagem de ergonomia e praticidade.
Monitor Samsung Odyssey G30 (imagem: Divulgação)
E por falar nela, o monitor da Samsung conta com uma porta HDMI, uma DisplayPort e uma para conexão com headphones, facilitando jogatinas. Lembrando que, na promoção com parcelamento na Amazon, o monitor Samsung Odyssey G30 de 24 polegadas custa apenas R$ 699 em até 10x sem juros.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Caixa de som Music Studio 5 (imagem: divulgação/Samsung)Resumo
Anatel homologou modelos Music Studio 5 e 7 da Samsung, permitindo sua venda no Brasil;
Music Studio 5 possui woofer de 4 polegadas, dois tweeters, Controle Dinâmico de Graves, conectividade Bluetooth e Wi-Fi, porta USB tipo A e conector óptico;
Music Studio 7 oferece áudio espacial de 3.1.1 canais, Controle Dinâmico de Graves, áudio de até 24 bits/96 kHz, tweeter de até 35 kHz, porta USB tipo A, HDMI e conexão óptica.
Na primeira olhada, o objeto branco na imagem em destaque parece ser uma arte abstrata. Mas a foto mostra uma caixa de som Music Studio, da Samsung. Dois modelos da linha foram homologados recentemente pela Anatel, o que sugere que as suas vendas oficiais no Brasil podem começar em breve.
A homologação na Anatel é uma etapa necessária para produtos com conectividade sem fio serem comercializados no mercado brasileiro, pois o processo atesta que dispositivos com recursos de telecomunicações atendem aos requisitos técnicos e de segurança do país.
Na documentação à qual o Tecnoblog teve acesso, foi possível constatar que a Samsung executou pedidos de homologação das caixas de som Music Studio 5 (sob codinomes HW-LS50H e HW-LS51H) e Music Studio 7 (modelos HW-LS70H e HW-LS71H).
Como é o Samsung Music Studio 5?
Samsung Music Studio 5 na documentação da Anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O Music Studio 5 é o modelo com design inusitado que aparece na imagem de destaque. A caixa de som conta com um woofer de 4 polegadas e dois tweeters “com guia de ondas integrado para um som nítido e equilibrado”, explica a Samsung.
A novidade conta também com a função Controle Dinâmico de Graves, que usa inteligência artificial para reproduzir frequências mais graves sem causar distorção.
O equipamento traz ainda conectividade Bluetooth e Wi-Fi, suporta controle por voz e, claro, é compatível com serviços de streaming de áudio.
A documentação mostra a existência de uma porta USB tipo A para atualização de firmware, além de um conector óptico para áudio na parte inferior da caixa.
E como é o Samsung Music Studio 7?
Samsung Music Studio 7 na documentação da Anatel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O Samsung Music Studio 7 é um pouco maior em relação ao Music Studio 5 e tem formato retangular, se parecendo, portanto, com caixas de som tradicionais. Apesar disso, os cantos arredondados e o círculo frontal dão um ar de modernidade ao equipamento.
Mas os seus recursos é que chamam mais a atenção. Para começar, o Music Studio 7 trabalha com áudio espacial de 3.1.1 canais por meio dos alto-falantes esquerdo, frontal, direito e superior para uma “imersão 3D natural”, afirma a Samsung.
O modelo também conta com o Controle Dinâmico de Graves, bem como processa áudio de até 24 bits/96 kHz (Hi-Resolution Audio). A novidade traz ainda um tweeter que alcança frequências de até 35 kHz.
Além de conectividade sem fio, as fotos obtidas da homologação indicam que o Music Studio 7 tem porta USB tipo A para atualização de firmware, porta HDMI para conexão à TV e conexão óptica.
Há previsão de lançamento no Brasil?
Ainda não. A linha Music Studio foi apresentada no final de 2025. Na ocasião, a Samsung não deu previsão de lançamento ou de preços. Mas, como já dito, a homologação pela Anatel sugere que a chegada às prateleiras não deve demorar. Talvez tenhamos novidades ainda neste semestre.
O Samsung Odyssey G30 de 24 polegadas está em promoção por R$ 639 em até 10x sem juros no Mercado Livre. Essa é a melhor oferta encontrada em muito tempo pelo monitor gamer com preço de referência de R$ 1.030. Aproveite a oportunidade hoje, durante o 3.3, porque amanhã a condição já pode não mais existir.
Monitor Odyssey G30 entrega 1 ms de resposta e AMD FreeSync
Monitor Samsung Odyssey G30 (imagem: Divulgação)
A linha Odyssey da Samsung tem a proposta de entregar performance voltada para jogos, por isso o monitor G30 atende justamente aos gamers em momentos de jogatina. Por exemplo, leva o tempo de resposta de 1 ms (considerado bastante rápido) para a troca de pixels, possibilitando transições de imagens sem borrões ao cenário competitivo.
A tecnologia AMD FreeSync Premium somada a taxa de atualização de 144 Hz contribuem para uma experiência de jogabilidade fluida e eliminam as chances da ocorrência de imagens arrastadas ou com lags perceptíveis. Embora seja relevante pontuar que existem monitores com frequências maiores.
O monitor Odyssey G30 apresenta um painel VA de 24 polegadas com três lados de bordas finas que contribuem para maior imersão visual e resolução Full HD. Um fator positivo que o diferencia dos demais é o design com suporte ergonômico, permitindo ajudes de altura, rotação, inclinação e até a utilização em posição vertical.
Monitor Samsung Odyssey G30 pode ser usado em ângulo de 90º (imagem: Divulgação)
Ainda seguindo em design, a parte traseira abriga entradas para a conexão de HDMI 1.4, Display Port 1.2 e headphones. Portanto, para quem deseja um monitor gamer que entregue boas especificações gamers, o Samsung Odyssey G30 está disponível por R$ 639 em até 10x sem juros na oferta de 3.3 do Mercado Livre.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Novos monitores Studio Display, todos com 27 polegadas (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Apple Studio Display possui tela Retina LCD de 27 polegadas, resolução 5K, taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 600 nits;
novo modelo, Apple Studio Display XDR tem painel LCD com mini-LED, retroiluminação de 2.304 zonas, brilho de até 2.000 nits em HDR, gamas de cores P3 e Adobe RGB, além de taxa de atualização de 120 Hz;
preços no Brasil variam entre R$ 18.999 (Studio Display) e R$ 41.999 (Studio Display XDR com vidro nano-texture).
A Apple não reservou esta terça-feira (03/03) para anunciar apenas as novas versões do MacBook Pro e do MacBook Air. A linha Studio Display também foi renovada, ganhando até uma versão XDR que trabalha a 120 Hz. No Brasil, os preços variam entre R$ 18.999 e R$ 41.999.
Como é o novo Apple Studio Display?
Agora em sua segunda geração, o Apple Studio Display continua trazendo uma tela Retina LCD de 27 polegadas com resolução 5K (5120×2880 pixels). Além disso, a taxa de atualização máxima permanece em 60 Hz e, o brilho, em 600 nits.
As novidades aparecem em recursos complementares. Um exemplo: a webcam continua tendo um sensor de 12 megapixels, mas promete melhorar o processamento das imagens para torná-las superiores em relação ao Apple Studio Display de primeira geração.
Além disso, agora o monitor conta com um sistema de seis alto-falantes que reproduz áudio espacial e graves até 30% mais profundos. Sendo exato, são quatro woofers e dois tweeters de alto desempenho, conjunto que é complementado com três microfones com “qualidade de estúdio”, de acordo com a Apple.
Outra novidade é o suporte à tecnologia Thunderbolt 5 para alta velocidade na transmissão de imagens e conexão de até quatro monitores da linha em sequência.
Novo Apple Studio Display (imagem: reprodução/Apple)
Como é o Apple Studio Display XDR?
O Apple Studio Display XDR é um modelo novo e que, pelo menos até certo ponto, substitui o Apple Pro Display XDR, que foi descontinuado.
Aqui, também falamos de um monitor Retina de 27 polegadas com resolução 5K e webcam melhorada de 12 megapixels. O conjunto de seis alto-falantes e o trio de microfones novamente marcam presença.
Um dos diferenciais é o painel LCD, que tem retroiluminação com mini-LED que usa 2.304 zonas locais de controle de intensidade do brilho, o que faz esse parâmetro chegar a 1.000 nits em SDR e a até 2.000 nits de pico para HDR.
Também há suporte às gamas de cores P3 e Adobe RGB. A tecnologia Thunderbolt 5 aparece outra vez, com o adendo de poder atuar como hub de recarga de até 140 W, funcionalidade que pode ser útil para o carregamento de um MacBook Pro, por exemplo.
Outra diferença notável do Studio Display XDR é a sua taxa de atualização de até 120 Hz.
Apple Studio Display XDR (imagem: reprodução/Apple)
Quais Macs são compatíveis?
Logo após o anúncio dos novos monitores, o MacRumors checou a lista de compatibilidade do Studio Display e do Studio Display XDR, e descobriu que Macs com chips Intel não estão por ali. Talvez esses equipamentos até possam funcionar com as novidades (aguardemos pelos testes independentes), mas não há garantia disso.
A lista de compatibilidade é esta:
MacBook Pro de 16 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 14 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
MacBook Air de 15 polegadas (2023 ou superior)
MacBook Air de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
Mac Studio (2022 ou superior)
Mac Mini (2020 ou superior)
Mac Pro (2023 ou superior)
iMac de 24 polegadas (2021 ou superior)
Dois monitores Studio Display XDR interconectados (imagem: reprodução/Apple)
Preços do Studio Display e do Studio Display XDR no Brasil
Os dois monitores entrarão em pré-venda nesta quarta-feira (04/03) no site brasileiro da Apple, com as entregas começando no dia 11 deste mês. Os preços oficiais são estes:
Apple Studio Display: R$ 18.999
Apple Studio Display com vidro nano-texture: R$ 21.999
Apple Studio Display XDR: R$ 38.999
Apple Studio Display XDR com vidro nano-texture: R$ 41.999
Vale destacar que os monitores chegam na esteira de outros lançamentos da Apple para esta semana. São eles:
Vivo Fibra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Vivo homologou repetidor Wi-Fi 7 modelo HGW-500IT4T4-Mv4, da MitraStar, aprovado pela Anatel em 23/02;
repetidor Wi-Fi 7 não usa a banda de 6 GHz, operando nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz;
design permite fixação na lateral e oferece duas portas Ethernet RJ-45 para conexões adicionais.
A Vivo deve passar a oferecer repetidor com tecnologia Wi-Fi 7 em breve. É o que revela a homologação do modelo HGW-500IT4T4-Mv4, da MitraStar (empresa do mesmo grupo da Zyxel), aprovada pela Anatel na última segunda-feira (23/02). O aparelho deve fazer par com os HGUs/modems utilizados nos planos de 2 e 10 Gb/s, anunciados no ano passado, que também são compatíveis com Wi-Fi 7.
Askey RTF8316VW, utilizado nas instalações XGS-PON da Vivo (imagem: Gabriel Ramos)
Assim como os equipamentos principais, o repetidor Wi-Fi 7 da Vivo não utiliza a banda de 6 GHz, apenas provem conexão sem fio nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz.
O design não diverge muito do estilo do modelo Wi-Fi 6 vendido hoje, mas agora há um suporte que permite ao equipamento ser afixado na lateral (em vez da quina) para ficar na vertical.
Repetidor Wi-Fi 7 da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Apesar da baixa resolução, as fotos revelam que a base pode ser utilizada de duas formas: na lateral inferior, para servir como suporte para posicionamento em mesas ou outras superfícies, ou na parte traseira, servindo como suporte de parede para o repetidor.
Tal como o modelo atual de repetidor da operadora, a novidade oferece duas portas Ethernet RJ-45, abrindo a possibilidade de conexão de outros dispositivos a ele e ao uso de backhaul cabeado entre os pontos e o modem principal. E também, potencialmente, ao uso da fibra invisível/FTTR para servir como cabeamento entre os pontos.
Askey RTF8230 é o ponto principal para fibra FTTR da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
A fabricação ficará por conta da MitraStar na China ou da Flex (antiga Flextronics), em Manaus. Não temos informação de valores, mas, para fins de comparação, o modelo Wi-Fi 6 é vendido hoje pela operadora por R$ 426,55 à vista em sua loja online, com instalação e troca de modem (se necessária) gratuitas.
O equipamento FTTR também já está à venda: R$ 585,20 à vista pelo ponto principal, R$ 324,90 pelo ponto remoto e R$ 486,40 pelo rolo com 60 metros da fibra ultrafina, ou o kit completo por R$ 1.463 em uma loja da operadora, mais R$ 530 pela instalação.
Para quem está de olho a hora é agora: a Soundbar JBL SB180 está saindo por R$ 849 no Pix. A oferta no Mercado Livre concede 42% de desconto e de quebra, a melhor já encontrada pelo time de Achados. Encontrada atualmente por R$ 1.469 na loja oficial, tem potência de 110 W para amplificar a experiência sonora.
JBL SB180 possui subwoofer sem fio e conexão HDMI ARC
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Essa Soundbar da JBL entrega uma potência de 110 Watts RMS ao longo dos seus 92 cm de largura e 6,3 cm de altura. O subwoofer sem fio de 6,5″ e 60 W de potência promete proporcionar graves profundos, digno de uma experiência sonora vista em cinemas. Além disso, utiliza dois drivers do tipo racetrack de 45×100 mm para reproduzir médios e agudos com clareza.
Projetada com 92 cm de largura e 6,3 cm de altura, não necessita de cabos para ser conectada, possibilitando maior comodidade para instalação e um visual clean. A conectividade de Bluetooth 5.3 garante conexões estáveis e sem atrasos perceptíveis das músicas. A Soundbar também inclui HDMI ARC, facilitando a conexão com a TV.
O equipamento conta com modos Cine, Music e News, entregando versatilidade e uma experiência adaptada conforme o conteúdo. O guia do Tecnoblog destrincha tudo o que é necessário saber antes de adquirir uma e ajuda a entender que o modelo SB180 da JBL cobre sem dificuldades ambientes maiores que 15 m².
A Soundbar JBL SB180 suporta tensões de 100 V até 240 V e você pode levar por R$ 849 no Pix em oferta no Mercado Livre. Aproveite a oportunidade, haja vista com a Copa do Mundo 2026 batendo na porta para obter uma experiência sonora verdadeiramente de estádio de futebol.
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TP-Link Deco BE85 possui Wi-Fi 7 (imagem: divulgação/TP-Link)Resumo
O Deco BE85 é o novo roteador da TP-Link homologado pela Anatel.
Ele possui Wi-Fi 7, portas Ethernet de 10 e 2,5 Gb/s, e porta SFP+ para fibra óptica.
O modelo oferece suporte a VPN, HomeShield e atua como controlador para o protocolo Matter, com preço estimado de mais de R$ 5.100.
A Anatel homologou o Deco BE85, novo roteador da TP-Link voltado para usuários que buscam alto desempenho sem o design agressivo de modelos convencionais. O dispositivo mantém a estética cilíndrica característica da linha Deco para integração com o ambiente doméstico.
O modelo apresenta suporte ao padrão Wi-Fi 7 operando em três bandas. Nas especificações físicas, o Deco BE85 inclui portas Ethernet de 10 e 2,5 Gb/s, além de uma conexão USB-A 3.0 e uma porta SFP+, configuração que reforça o perfil premium do equipamento.
O aparelho foi homologado pela Anatel nesta quarta-feira (11/02), conforme documentos obtidos pelo Tecnoblog, em conjunto com a versão voltada para provedores, denominada HB810.
Portas do TP-Link Deco BE85 (imagem: divulgação)
Ambos possuem o mesmo hardware e diferem apenas no software: o Deco BE85 é focado no mercado de varejo e utiliza o protocolo mesh proprietário da linha Deco, já o HB810 possui recursos de gestão remota para ISPs (Aginet) e utiliza o protocolo EasyMesh da Wi-Fi Alliance, teoricamente tornando-o compatível com mesh até mesmo entre aparelhos de outros fabricantes.
O Deco BE85 possui Wi-Fi 7 (802.11be) em três bandas, prometendo 1.376 Mb/s na faixa de 2,4 GHz, 8.640 Mb/s na faixa de 5 GHz e 11.520 Mb/s na faixa de 6 GHz, somando um total de quase 22 Gb/s teóricos, além de possuir porta USB-A 3.0 que permite compartilhamento de dados na rede. São oito antenas, 12 amplificadores e uma CPU quad-core (baseado na plataforma NPro 7 da Qualcomm), exigindo o uso de duas ventoinhas para refrigerá-lo.
Certificado Anatel do Deco BE85 e HB810 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Das 5 portas de rede, duas utilizam Ethernet de 2,5 Gb/s com conector RJ45, uma utiliza Ethernet de 10 Gb/s com RJ45 e uma delas também é de 10 Gb/s com RJ45, mas opera alternadamente com a porta SFP+, que permite o uso de diversos tipos de cabeamento, inclusive fibra óptica, através de um transceptor.
Em tese, ele pode receber a fibra diretamente do provedor de internet, reduzindo a bagunça na fiação e a necessidade de um segundo dispositivo.
O modelo também oferece suporte a VPN e HomeShield, que oferece recursos de segurança e controle parental. Para quem possui dispositivos de casa inteligente, o Deco BE85 funciona como controlador para o protocolo Matter.
Todos esses recursos não devem custar barato: o kit com três unidades custa US$ 980 nos Estados Unidos, mais de R$ 5.100. A título de comparação, o Deco BE65, modelo com especificações inferiores, custa em torno de R$ 2.400 no kit com duas unidades.
O modelo ainda não está à venda no Brasil, mas não deve demorar: o BE85 é listado como “em breve” no site da TP-Link e o HB810 aparece como “novo”, sugerindo já estar disponível para compra.
O Mouse Logitech Lift Vertical para canhotos está saindo por apenas R$ 285,90 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 25% em relação ao preço original de R$ 379,90 pelo mouse. E o acessório periférico se destaca pelo design ergonômico e conectividade sem fio.
Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
O design vertical do mouse Logitech Lift é pensado para melhorar a ergonomia e reduzir a tensão do pulso, já que permite que a mão e o punho fiquem em uma posição mais natural. Com isso, problemas como Lesões por Esforço Repetitivo (LER) devem ser previnidos. Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias.
Ainda pensando em conforto e, mais ainda, na praticidade, o Logitech Lift Vertical é um mouse sem fio conectado via Bluetooth ou USB-C com o seu dispositivo. Ele é compatível com diversos gadgets, incluindo notebooks, tablets e até celulares, e diversos sistemas operacionais, como Windows, Mac, Linux e Android.
O mouse é alimentado por uma pilha AA, mas segundo a Logitech, a autonomia pode chegar até 2 anos sem necessidade de trocas. Mas voltando ao design, o mouse é equipado com seis botões para maior praticidade: clique esquerdo/direito, botões de voltar/avançar, botão do meio e roda de rolagem com clique do meio.
Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Já a sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPIs, um número básico que para um periférico que não se propõe a ser gamer. O alcance da tecnologia sem fio é de até 10 metros segundo a Logitech. E a fabricante ainda promete cliques silenciosos, que não devem atrapalhar a concentração ao trabalhar ou estudar.
Por fim, o mouse sem fio Logitech Lift Vertical que custa a partir de R$ 285 no Pix em oferta da Logi Week na Amazon é compatível com o software Logi Options+ para personalizações e tem garantia de um ano pela fabricante.
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O Logitech MX Keys S está saindo por apenas R$ 599 parceláveis em até 10x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 30% em relação ao preço de lançamento do teclado da Logitech. E o periférico se destaca pela conectividade Bluetooth ou USB-C, teclado numérico, teclas programáveis e retroiluminação.
Logitech MX Keys S sem fio traz teclas programáveis e retroiluminadas
Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)
Com conectividade sem fio via Bluetooth ou receptor USB-C, o teclado é compatível com Windows, Mac ou diversos outros sistemas operacionais e dispositivos— até mesmo Android. Desta forma, ele se adapta facilmente a qualquer situação ou necessidade de uso, permitindo inclusive a rápida alternância entre o notebook e o tablet, por exemplo.
Outro fator de praticidade é que a bateria de 1.500 mAh dispensa a necessidade de pilhas e, segundo a Logitech, pode chegar até 5 meses sem precisar se recarregada via USB-C. Porém, gastando um pouco mais da bateria, o teclado ainda conta com teclas retroiluminadas, que podem ser úteis para quem costuma trabalhar ou estudar à noite.
Nesse sentido, também se destacam a presença do teclado numérico para quem lida muito com cálculos. E a compatibilidade com o Logi Options+, um software da Logitech que permite configurar teclas para realizarem ações rápidas pré-definidas ou até mesmo criadas pelo usuário, como abrir abas específicas ou traduzir um texto selecionado.
Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)
Além disso, o teclado sem fio Logitech MX Keys S que está em oferta hoje na Amazon por R$ 599 em até 10x sem juros conta com design diferenciado. As teclas são moldadas para se adequarem às pontas dos dedos do usuário, e o teclado é levemente inclinado, a fim de melhorar a ergonomia e tornar a digitação mais fluida e precisa.
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Samsung anuncia as caixas de som ST50F e ST40F (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
A Samsung anunciou hoje (03/02) a chegada de novas sound towers ao mercado brasileiro. As caixas de som portáteis do tipo torre, modelos ST50F e ST40F, desembarcam no país com preços sugeridos de R$ 3.499 e R$ 2.399, respectivamente. O lançamento ocorreu durante um evento em São Paulo.
Os modelos contam com som de alta potência e aprimoramento na dispersão sonora. Ambos são voltados para uso em festas, encontros familiares e ambientes abertos, com woofers duplos e tweeters com guia de ondas, tecnologia pensada para distribuir o áudio de forma mais uniforme pelo ambiente.
Samsung ST40F vista de cima (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Com 240 W de potência, as sound towers são projetadas para preencher espaços maiores sem distorção. Os usuários também podem alternar entre diferentes modos de som, ajustando o perfil de áudio conforme o tipo de conteúdo reproduzido.
O modelo ST50F oferece até 18 horas de reprodução contínua e conta com rodas integradas e alça telescópica para facilitar a mobilidade. Já a sound tower ST40F é mais compacta e leve, com até 12 horas de bateria e alça superior para transporte rápido. Ambos os modelos possuem certificação IPX4, garantindo resistência a respingos de água.
Disponibilidade
A linha 2026 das sound towers está à venda no site oficial da Samsung, em lojas físicas e nas principais plataformas de e-commerce.
Bruno Andrade viajou para São Paulo a convite da Samsung
Kit inclui lente, case e botões (imagem: divulgação)Resumo
O RetroVa Vintage Imaging Kit da PGYTech inclui uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para iPhone.
O kit possui um grip com controles manuais para ajuste de parâmetros fotográficos, compatível apenas com o app oficial da PGYTech.
A PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para o produto, mas sem envio para a América do Sul.
A fabricante chinesa PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para venda do RetroVa Vintage Imaging Kit. O preço sugerido para o conjunto completo é de US$ 230 (ou aproximadamente R$ 1.210, em conversão direta).
O produto é composto por uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para o iPhone, além de um case com grip, bateria, entrada para cartão de memória e controles manuais.
Como é a lente extensora para iPhone?
Lentes extensoras para smartphones já existem há muito tempo, e há modelos bem simples e baratinhos, que se encaixam no aparelho como um prendedor. O acessório da PGYTech, por outro lado, é bem mais completo e refinado.
A principal peça é a lente extensora, que se encaixa na câmera periscópica do smartphone. No caso do iPhone 16 Pro e Pro Max, é possível transformar a câmera de 120 mm em uma de 282 mm, podendo chegar a 1410 mm quando combinada ao zoom digital. Já no caso do iPhone 17 Pro e Pro Max, esses números são de 235 mm a 2350 mm, respectivamente. O produto não é compatível com outros modelos.
O que mais vem no kit?
Grip dá acesso a controles avançados (imagem: divulgação)
O RetroVa Vintage Imaging Kit também conta com uma manopla acoplável do tipo grip, com botões de pressionar e girar. Com eles, dá para ajustar velocidade do obturador, ISO, exposição e balanço de branco, entre outros parâmetros.
Também há a opção de apertar levemente para ajustar o foco, com o clique sendo feito apenas ao afundar totalmente o botão.
O grip só funciona com o app oficial da PGYTech, o que torna o uso mais limitado. Por outro lado, o aplicativo traz recursos interessantes, como filtros para simular diferentes tipos de filmes analógicos.
App tem filtros e mais recursos (imagem: divulgação)
Essa parte do kit vem ainda com slot para cartão de memória microSD e porta USB 3.1, com até 312 MB/s de transferência. Além disso, conta com uma bateria de 300 mAh, que permite seu uso como controle remoto para a câmera.
Empresa oferece produtos para marcas chinesas
A PGYTech é uma empresa especializada em fotografia, com produtos para smartphones, câmeras e drones. Ela faz acessórios semelhantes para o X200 Ultra, da Vivo Mobile (que usa o nome Jovi no Brasil), e o Find X9 Pro, da Oppo. No caso desses dois modelos, os kits são oficiais e vêm com as marcas das próprias fabricantes dos celulares.
Voltando ao iPhone, o produto está em fase de financiamento coletivo no Kickstarter. É possível comprar o conjunto completo por US$ 230 (R$ 1.210) ou sem a lente extensora por US$ 90 (R$ 475). Nos dois casos, a companhia oferece um desconto de 20% para os apoiadores. Infelizmente, nenhum país da América do Sul está na lista das regiões para onde a PGYTech envia mercadorias.
O Samsung Odyssey G40 de 27 polegadas está saindo por apenas R$ 1.395 em até 10x sem juros no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 39% em relação ao preço anunciado de R$ 2.299. E o monitor se destaca pela alta taxa de atualização e painel IPS LCD.
Monitor Samsung Odyssey G40 tem painel IPS de 240 Hz
Monitor Samsung Odyssey G40 (imagem: Divulgação)
Com painel do tipo IPS LCD de 27 polegadas, o Odyssey G40 deve oferecer excelentes ângulos de visão, brilho e cores se comparado a monitores VA ou TN. Além disso, contraste e tempo de resposta também são bons com essa tecnologia, tornando-o uma possível opção para jogos.
No caso desse modelo, especificamente, o tempo de resposta é de apenas 1 ms (GtG), que impressiona quando aliado à fluidez e suavidade de imagem graças à taxa de atualização de 240 Hz. Nesse sentido, porém, vale atentar que o Odyssey G40 conta com resolução Full HD, especificação que vale a pena conferir ao escolher um monitor.
Ainda em games, o painel traz suporte a tecnologias como Nvidia G-Sync e AMD FreeSync, que sincronizam a taxa de atualização à placa de vídeo para tornar a imagem ainda mais fluida. Ainda falando na tela, ela tem proporção 16:9, com possibilidade de uso do modo Ultrawide Game View, que ajusta a tela para 21:9 para maior visibilidade em jogos.
Ademais, o monitor ainda oferece diversas possibilidades de ajuste de altura, inclinação e rotação da tela para maior versatilidade no uso. Lembrando que, com o desconto de 39% no Mercado Livre, o preço do Samsung Odyssey G40 de 27 polegadas cai para R$ 1.395 em até 10x sem juros.
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A Soundbar JBL SB180 está saindo por apenas R$ 920 no Pix no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 37% em relação ao preço atual de R$ 1.469 na loja oficial da JBL. A soundbar é uma boa opção para quem pretende receber amigos e família em casa para assistir à Copa do Mundo 2026, com potência de 110 W.
Soundbar JBL SB180 se destaca em potência e conectividade
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
A Soundbar JBL em oferta conta com uma potência de 110 Watts RMS, que segundo nosso guia de como comprar uma soundbar, é suficiente para cobrir ambientes até maiores que 15 m², como a sala de estar de uma casa, por exemplo.
Já o subwoofer sem fio com driver de 6,5 polegadas e 60 W de potência deve proporcionar graves profundos e potentes, ampliando a experiência sonora em filmes e músicas. Sua conexão sem fio elimina a necessidade de cabos extras, oferecendo mais liberdade para posicioná-lo onde preferir, sem comprometer a qualidade do áudio.
A JBL SB180 ainda oferece conectividade versátil, incluindo Bluetooth 5.3, permitindo a reprodução sem fio de músicas de smartphones, tablets e laptops. E possui entrada óptica e HDMI ARC, facilitando a conexão com sua TV e garantindo uma instalação simplificada e uma experiência de áudio sem complicações.
Por fim, o modelo de soundbar conta com três modos de som para oferecer experiências personalizadas conforme o conteúdo. E em promoção no Mercado Livre, o preço cai para R$ 920, sendo uma boa aquisição para somar à experiência com a TV de casa na Copa do Mundo 2026, especialmente se você pretende receber amigos ou família para assistir junto aos jogos.
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O Samsung Odyssey G5 de 27 polegadas está disponível por R$ 1.119,90 em até 18x sem juros no Mercado Livre. Um desconto de 23% em relação ao preço de lançamento em 2025 de R$ 1.449. O monitor possui tela curva e ficha técnica que atende tanto momentos de lazer como para trabalho.
Samsung Odyssey G5 traz tela curva 1000R e resolução Quad HD
Samsung Odyssey G5 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O Samsung Odyssey G5 é um monitor voltado principalmente para o público gamer, mas também pode favorecer a produtividade no trabalho. Como apresentado no nosso review, dificilmente será necessário usar duas telas. O painel VA apresenta curvatura 1000R, com bordas fechadas para proporcionar maior campo de visão e experiência mais imersiva.
As imagens são geradas em alta resolução Quad HD (2.560 x 1.440 pixels) na proporção 16:9. Ainda sobre características conhecidas para os gamers, o monitor entrega uma taxa de atualização de até 165 Hz e um tempo de resposta de apenas 1 ms; indicando baixa sensação de atrasos e transições fluidas para a gameplay.
O monitor ultrawide com ângulo de visão de 178° na horizontal e vertical oferece um apoio firme quando instalado sobre uma mesa. Entretanto, a base não oferece um ajuste de altura. Outro ponto que vale mencionar é a ausência de alto-falantes embutidos, impedindo a saída do áudio.
Em conectividade o monitor da Samsung tem portas HDMI, Display Port e saída para headset. O Samsung Odyssey G5 de 27″ possui suporte a FreeSync para GPU da AMD e um peso com a base de um pouco mais de 5 kg.
Você pode garantir esse monitor equilibrado tanto para tarefas como para jogos ao aproveitar a oferta por R$ 1.119,90 em até 18x sem juros no Mercado Livre.
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Com apenas 75 mm, o NanoFlow i2 Air é promovido como solução ideal para trabalho híbrido (imagem: reprodução/Livaro Tech)
A Livaro Tech lançou no Kickstarter o NanoFlow i2 Air, apresentado como o menor mouse ergonômico horizontal do mundo. O projeto visa atender à demanda por portabilidade no trabalho híbrido e já superou sua meta inicial, arrecadando US$ 11.523 (cerca de R$ 62 mil).
O destaque do periférico são as dimensões de 31 x 39 x 75 mm e o peso de apenas 35 gramas. Menor que um estojo de AirPods, ele foi pensado para ser transportado no bolso e funcionar em qualquer superfície — inclusive tecidos —, eliminando a dependência de mesas tradicionais.
Design horizontal influencia na ergonomia
Ao contrário dos mouses convencionais, que exigem apoio total da palma da mão, a estrutura do NanoFlow i2 Air incentiva o controle do cursor apenas com as pontas dos dedos. Segundo a fabricante, essa abordagem mantém a mão elevada e ventilada, reduzindo o acúmulo de calor e a fadiga muscular causada por movimentos repetitivos e pressão no pulso.
Design elimina o apoio da palma da mão, priorizando o controle pela ponta dos dedos (imagem: reprodução/Livaro Tech)Fabricante promete funcionamento em superfícies irregulares (imagem: reprodução/Livaro Tech)
Especificações e disponibilidade
O NanoFlow i2 Air suporta conexão simultânea via Bluetooth e 2,4 GHz, permitindo alternar rapidamente entre dois aparelhos, como um notebook e um tablet. A compatibilidade abrange Windows, Mac, iOS e Android (o Linux não foi citado oficialmente).
Para garantir autonomia, a bateria recarregável via USB-C promete 40 horas de uso contínuo com uma carga de apenas uma hora, contando com modo de espera automático para economizar energia. A Livaro Tech enfatiza que a bateria foi projetada para durar mais de 10 anos.
O modelo também aposta no silêncio: os switches dos botões emitem ruídos inferiores a 20 dB, ideais para bibliotecas e aviões.
Conexão simultânea via Bluetooth permite alternar entre PC e tablet com um clique (imagem: reprodução/Livaro Tech)
Assim como em qualquer projeto de financiamento coletivo, o apoio não garante a entrega do produto, embora a empresa afirme que os protótipos e a produção de teste já foram concluídos. A produção em massa deve começar no final de fevereiro de 2026.
A campanha no Kickstarter segue até 12 de fevereiro. O preço padrão é de US$ 85 (R$ 460), com envios previstos para março.
O Monitor LG UltraGear de 24 polegadas está saindo por apenas R$ 774,91 em até 10x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 43% sobre o preço original (R$ 1.349) do monitor. O monitor Full HD se destaca pelo painel IPS e taxa de atualização de 180 Hz.
Monitor LG UltraGear tem painel IPS LCD de 180 Hz
Monitor LG UltraGear (Imagem: Divulgação)
A tecnologia IPS do monitor se destaca pelo alto brilho, contraste superior ao de painéis TN e tempo de resposta curto. Além disso, possibilita que o LG UltraGear apresente uma taxa de atualização de 180 Hz, garantindo fluidez para jogos e outros conteúdos.
A alta taxa de atualização reduz os cortes de imagem e torna o movimento mais suave, enquanto o tempo de resposta de 1 ms garante que cada comando seja refletido sem atrasos, uma vantagem clara para os gamers que buscam uma vantagem competitiva.
O LG UltraGear ainda possui 99% de gama sRGB, garantindo cores vibrantes e precisas, ideais para edições visuais e jogos imersivos. Com resolução Full HD (1.920×1.080), oferece imagens nítidas e claras, tornando-o uma excelente escolha para quem busca detalhes e definição em cada frame.
Monitor LG UltraGear 24 polegadas (imagem: Divulgação)
Por fim, o Monitor LG UltraGear 24″ inclui portas HDMI e DisplayPort 1.4 para entrada de vídeo de alta taxa de atualização. E oferece suporte a AMD FreeSync, NVIDIA G‑Sync e sincronização de ação dinâmica, garantindo adaptação da taxa de quadros entre placa e painel para reduzir rasgos e melhorar fluidez em jogos.
Lembrando que, em oferta, o monitor da LG Full HD de 24″ com taxa de atualização de 180 Hz sai por apenas R$ 774,91 em até 10x sem juros na Amazon. Um desconto de 43% em relação ao lançamento.
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Superaquecimento aconteceu em avião da coreana T’way Air (foto: Takagi Masahiro/Wikimedia Commons)Resumo
O power bank de um passageiro do voo TW634 da T’way Air superaqueceu, liberando fumaça e afetando oito pessoas, sem necessidade de pouso antecipado.
O Ministério dos Transportes da Coreia do Sul investiga se a bateria portátil cumpria as regras de segurança.
Companhias aéreas, como a Emirates, endureceram regras para power banks, proibindo o uso durante o voo devido a riscos de fuga térmica.
O power bank de um passageiro do voo TW634 começou a soltar fumaça enquanto o avião estava no ar no sábado (10/01). A tripulação submergiu o aparelho em água e o colocou em um contêiner especial, mas oito pessoas sofreram complicações por inalar gases tóxicos.
O Boeing 737-8 Max da T’way Air fazia o trajeto entre Sanya (China) e Cheongju (Coreia do Sul), levando 32 passageiros e seis tripulantes. Mesmo com o incidente, não foi necessário um pouso antecipado — a aeronave foi diretamente ao destino.
Apesar de o problema com o power bank ter sido controlado, os três membros da tripulação que isolaram o aparelho e cinco passageiros tiveram problemas devido à fumaça. Os trabalhadores foram levados a um hospital após o pouso, enquanto os passageiros voltaram para casa.
O Ministério dos Transportes da Coreia do Sul diz estar investigando a ocorrência e checando se a bateria portátil cumpria as regras de segurança exigidas.
Esse caso ocorreu dois dias depois de um episódio semelhante: um power bank pegou fogo em um avião da Asiana Airlines que ia de Seul (Coreia do Sul) a Hong Kong, deixando um passageiro ferido. O voo seguiu normalmente até o pouso em seu destino final.
Power banks podem sofrer fuga térmica
O principal risco envolvendo power banks é o fenômeno conhecido como fuga térmica, em que o calor gerado dentro de uma célula de bateria excede sua capacidade de dissipação, podendo causar incêndios, explosões e liberação de gases tóxicos.
Isso ocorreu no voo da T’way Air e também em um avião da KLM que fazia o trajeto de São Paulo a Amsterdã (Holanda) em agosto de 2025. O item superaqueceu e pegou fogo dentro da mochila de um passageiro. Segundo a companhia aérea, a tripulação controlou o problema e a aeronave prosseguiu até seu destino final.
Maskapai KLM memuji kru mereka yang mengikuti protokol dan memadamkan perangkat power bank yang terbakar. Untungnya penerbangan aman sampai mendarat di tempat tujuan yaitu Amsterdam. #detikcompic.twitter.com/gLIiJQKX1v
Nos últimos meses, alguns problemas técnicos com baterias portáteis em aviões viralizaram, levando algumas empresas a adotar regras mais rígidas com esse tipo de aparelho.
A Emirates, por exemplo, proibiu o uso de power banks durante o voo. Passageiros ainda poderão levar esse tipo de produto na cabine, mas o uso para carregar outros aparelhos é vedado, bem como conectar a bateria portátil nas tomadas da aeronave para abastecê-la.
Vale lembrar que é proibido despachar power banks, justamente pelo risco de incêndio em um compartimento da aeronave ao qual a tripulação não tem acesso.
Fabricante lançou patch para restaurar funções dos mouses (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Logitech reconheceu que um certificado digital expirado causou falhas nos softwares Logi Options Plus e G Hub no macOS.
O problema desativou funções de mouses como scroll e botões laterais.
A empresa já disponibilizou instaladores atualizados para corrigir a falha no macOS 26 Tahoe, macOS Sequoia, macOS Sonoma e macOS Ventura.
A Logitech reconheceu a falha técnica que interrompeu o funcionamento dos softwares Logi Options Plus e G Hub no macOS. O problema foi provocado pela expiração de um certificado digital de segurança e impede que usuários de periféricos da marca utilizem recursos personalizados, como botões laterais, gestos e configurações de rolagem.
O erro não afeta usuários de Windows e foi reportado inicialmente no Reddit. Proprietários de mouses lançados recentemente, como o MX Master 4 e outros da linha Logitech G, descreveram um “loop de inicialização” ao tentar abrir as ferramentas de configuração.
Por que os softwares pararam de funcionar no Mac?
A interrupção ocorreu porque um certificado de segurança expirou. Segundo a Logitech, esse certificado é essencial para o sistema operacional reconhecer e permitir a execução dos serviços do Logi Options Plus e do G Hub. Sem a validação, o macOS impede que o software seja iniciado corretamente.
Um porta-voz da Logitech comentou em uma publicação no Reddit e classificou o episódio como um erro operacional severo: “Cometemos um erro grave. Lamentamos profundamente o inconveniente causado”.
Como resolver o problema?
Usuários de macOS precisam baixar novo patch (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A boa notícia é que a Logitech já disponibilizou instaladores atualizados que resolvem a falha no macOS 26 Tahoe, macOS 15 Sequoia, macOS 14 Sonoma e macOS 13 Ventura. Uma correção para versões anteriores do sistema da Apple será lançada em breve.
Segundo a empresa, o processo de correção não apaga perfis ou configurações pré-definidas. Como o certificado expirado também inutilizou o atualizador automático (auto-updater) integrado, os usuários devem realizar uma intervenção manual seguindo os passos abaixo.
Execute o arquivo de correção (quando a mensagem “o software já existe” aparecer, feche o instalador);
Ao abrir o G Hub manualmente, os dispositivos devem ser reconhecidos normalmente.
A Logitech reiterou que o número da versão dos aplicativos não será alterado após o patch e que instaladores offline para uso corporativo também serão atualizados.
Atenção, gamers: o JBL Quantum 100M2 está com 31% de desconto na Amazon. Você pode garanti-lo em oferta por R$ 159 em até 6x sem juros. Sendo que o preço atual praticado na loja oficial é de R$ 229. O headset de entrada é uma opção de custo-benefício que une conforto e qualidade na hora da gameplay.
Quantum 100M2 oferece som imersivo e microfone removível
JBL Quantum 100M2 possui design com fio de 1,2 metro (imagem: Divulgação/JBL)
O headset da JBL é equipado com drivers dinâmicos de 40 mm, proporcionando uma resposta de frequência de 20 Hz a 20 kHz. Na prática, o áudio denominado pela marca como JBL QuantumSOUND permite uma imersão realista e sonora dos detalhes mais sutis para proporcionar uma melhor performance nos jogos.
Além disso, o JBL Quantum100M2 apresenta um microfone boom removível com padrão de captação direcional. Isso significa que o componente prioriza uma comunicação clara, com foco em uma saída de som sem ruídos ou distorções. O detalhe de ser retirável permite realizar a higienização, por exemplo.
Os fones do tipo over-ear possuem um design que cobre totalmente a orelha para um isolamento acústico mais amplo. Segundo a empresa, o modelo utiliza almofadas feitas de tecido para respiração com espuma de memória que proporciona conforto mesmo durante várias horas de jogatina.
JBL Quantum 100M2 tem suporte ao sistema de som surround nativo dos PCs com Windows 10 (imagem: Divulgação/JBL)
O headest possui compatibilidade com multiplataformas, ou seja, usuários de PC, consoles tradicionais ou portáteis e jogadores de outras máquinas podem usá-lo sem preocupações. Por fim, vale mencionar que o dispositivo não conta com cancelamento ativo de ruído.
O JBL Quantum 100M2 está em oferta na Amazon por R$ 159 em até 6x sem juros exclusivamente na cor preto.
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Painel curvo de 1000R e tecnologia DisplayHDR 600 são destaques do modelo (imagem: divulgação)Resumo
Samsung revelou o novo Odyssey G7 de 37 polegadas, que chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 4.999.
O monitor gamer possui resolução 4K UHD, taxa de atualização de 165 Hz e tempo de resposta de 1 ms.
Ele conta com uma curvatura de 1000R, tecnologia DisplayHDR 600 e suporte ao AMD FreeSync Premium.
A Samsung anunciou nesta sexta-feira (02/01) a chegada do monitor Odyssey G7 de 37 polegadas ao mercado brasileiro. Com preço sugerido de R$ 4.999, o lançamento expande o portfólio gamer da fabricante no país.
O modelo tem um painel curvo com resolução 4K UHD (3840 × 2160 pixels) e é voltado aos jogadores que buscam desempenho competitivo e alta densidade de pixels, sendo uma opção mais premium da marca sul-coreana.
Recursos de imagem e fluidez
O equipamento é projetado para reduzir latências, apresentando uma taxa de atualização de 165 Hz e tempo de resposta de 1 ms. Esses números prometem reduzir o rastro de movimento (ghosting) em cenas de alta velocidade.
A tela, por sua vez, possui uma curvatura de 1000R, especificação que se aproxima do campo de visão humano para ampliar a imersão.
Monitor suporta consoles e GPUs de última geração (imagem: divulgação/Samsung)
Em termos de cores e iluminação, o Odyssey G7 utiliza a tecnologia DisplayHDR 600. O recurso é responsável por entregar contrastes mais acentuados, garantindo pretos profundos e brancos com mais brilho.
Para evitar problemas como o screen tearing (imagens cortadas), o monitor é compatível com o AMD FreeSync Premium, que utiliza a tecnologia de taxa de atualização variável (VRR) para sincronizar o painel com a saída de vídeo da GPU.
Imersão e ergonomia
Odyssey G7 possui suporte ergonômico ajustável (imagem: divulgação/Samsung)
O Odyssey G7 integra os sistemas CoreSync e CoreLighting+, que projetam as cores exibidas na tela na iluminação traseira do chassi.
Ele conta com o recurso Auto Source Switch+, que identifica automaticamente quando um console ou PC é ligado, alternando a fonte de entrada sem a necessidade de navegação manual pelos menus. O novo Odyssey inclui ainda um suporte ergonômico que permite ajustes de inclinação e altura.
O monitor já está à venda no site oficial da Samsung. A fabricante lembra que, para atingir o tempo de resposta de 1 ms, o Odyssey G7 requer a ativação do Modo Extremo nas configurações internas. A taxa de atualização máxima e o desempenho do VRR também dependem da compatibilidade da placa de vídeo utilizada.
Nova linha de som da Samsung foca na integração com o ambiente (imagem: divulgação/Samsung)Resumo
Samsung lançará uma nova linha de produtos de som, incluindo uma soundbar com design inusitado.
A linha Music Studio será apresentada na CES 2026 e inclui modelos com tecnologias avançadas de áudio e IA.
Toda a linha 2026 será integrada ao aplicativo SmartThings, com melhorias no recurso Q-Symphony para sincronização de múltiplos dispositivos de som.
Quem tem um sistema de som em casa geralmente está acostumado com caixas pretas espalhadas pelo ambiente. Mas e se esses equipamentos fossem mais discretos e integrados à sala? É essa lógica que segue a próxima linha de áudio da Samsung para 2026.
A companhia antecipou os produtos de som que serão demonstrados durante a CES 2026, feira de tecnologia que ocorre entre os dias 6 e 9 de janeiro. Dentre eles está a nova série Music Studio, que aposta em integrar a tecnologia ao ambiente doméstico de forma mais orgânica.
A proposta da sul-coreana é unir especificações de alta fidelidade — como áudio espacial e super tweeters — a um visual que não precisa ser escondido na estante e que faça parte da composição estética da sala de estar. O conceito minimalista foi desenvolvido pelo designer Erwan Bouroullec.
Music Studio deve se integrar ao ambiente
O modelo mais robusto da nova família é o Music Studio 7 (LS70H), projetado para atuar como um sistema independente ou complementar à TV, com uma configuração de canais 3.1.1. O dispositivo é equipado com um tweeter capaz de alcançar frequências de até 35 kHz, focando na reprodução de detalhes em faixas de alta resolução (24 bits/96 kHz), com o Audio Lab Pattern Control para gerenciar a direção do som e reduzir a sobreposição de sinais.
Para ambientes menores, onde a estética é a prioridade, a empresa apresentou a Music Studio 5 (LS50H). Com um formato mais compacto. O equipamento utiliza um woofer de 4 polegadas, combinado a dois tweeters com guia de ondas integrado.
Ambos os modelos contam com o recurso de AI Dynamic Bass Control. A funcionalidade utiliza inteligência artificial para monitorar e ajustar as frequências graves em tempo real, tentando entregar profundidade sem causar as distorções comuns em caixas de design não convencionais.
Samsung renova soundbars topo de linha
Soundbar Samsung HW-Q950A, de 2021 (imagem: divulgação/Samsung)
Além das caixas conceituais, a Samsung renovará a linha de soundbars da série Q com a topo de linha HW-Q990H. O modelo oferece um sistema de 11.1.4 canais, combinando uma barra de 7.0.2 canais, alto-falantes traseiros de 4.0.2 e um subwoofer integrado.
A novidade também estreia a tecnologia Sound Elevation, que ajusta o áudio de forma que pareça sair do centro da tela, e não da barra, e trará sintonização por IA de nova geração para ampliar o campo sonoro.
Para espaços compactos, a Samsung trará a “all-in-one” HW-S90H, que pretende entregar uma experiência de home theater completa em um único aparelho, com 7.1.2 canais, sem a necessidade de subwoofers externos ou caixas espalhadas pela sala. Além disso, ela possui um sensor de giroscópio integrado que adapta a distribuição do som dependendo se a barra está montada na parede ou apoiada em um móvel.
Ecossistema unificado
Toda a linha 2026 chega com integração profunda ao aplicativo SmartThings. A interface atualizada deve facilitar o agrupamento de dispositivos e permitir que o usuário mescle as novas soundbars e caixas Music Studio com outros alto-falantes Wi-Fi da casa.
O recurso Q-Symphony também foi aprimorado. Agora, ele permite sincronizar os alto-falantes da TV com até cinco dispositivos de som externos simultaneamente (antes limitados a menos canais), criando um palco sonoro mais complexo e envolvente.
Visual exótico segue nova linha de design da Huawei (imagem: divulgação/Huawei)Resumo
O Huawei Mobile WiFi X é um roteador portátil que possui design dobrável em “X” para otimizar o sinal e a eficiência das antenas.
O dispositivo inclui uma tela para exibir informações de status e deve oferecer suporte ao 5G.
O lançamento pode ocorrer em março de 2026, mas ainda não há previsão para o Brasil.
A Huawei revelou seu novo hotspot portátil, o Mobile WiFi X. O roteador abandona o formato tradicional e adota um corpo dobrável em forma de “X”. Segundo a fabricante, o projeto equilibra estética e funcionalidade, com foco especial no desempenho para transmissões ao vivo em ambientes externos e criação de conteúdo móvel.
O teaser divulgado pela marca exibe uma tela integrada ao corpo do aparelho. O painel fornece informações de status em tempo real, incluindo hora, nível de bateria, intensidade do sinal, status da conexão, operadora e a contagem de dispositivos conectados simultaneamente. É esperado que o dispositivo ofereça suporte nativo ao 5G.
Design em formato de “X” melhora o sinal?
Display frontal permite monitorar o status da conexão (imagem: divulgação/Huawei)
A escolha do novo formato não é só pela estética. O design em X oferece um volume físico maior para a disposição interna dos componentes, crucial para a eficiência das antenas e para tecnologias como o MIMO (Multiple Input, Multiple Output).
Para que isso funcione com eficiência máxima, é ideal que as antenas operem com polarização cruzada. Ao posicionar as hastes do dispositivo em um formato de X, as antenas ficam fisicamente orientadas em ângulos opostos.
Isso facilita essa polarização, reduzindo a interferência mútua e melhorando a estabilidade do sinal — algo essencial para quem realiza streaming de vídeo em alta definição longe de conexões cabeadas.
Já está disponível?
Apesar da revelação do design, a Huawei mantém segredo sobre as especificações técnicas detalhadas, como a capacidade da bateria em mAh, as bandas de frequência suportadas e o processador utilizado. Da mesma forma, o preço oficial de lançamento ainda não foi divulgado pela fabricante. A expectativa é que o produto chegue ao mercado em março de 2026.
Até o momento, não há confirmação se o Huawei Mobile WiFi X será vendido oficialmente no Brasil. A disponibilidade no mercado nacional dependerá de homologações junto à Anatel. Por ora, o lançamento parece voltado para o mercado asiático e europeu.
O produto segue uma tendência recente da empresa chinesa em inovar no design de equipamentos de rede. Anteriormente, a companhia apresentou o roteador X3 Pro, que chamou a atenção por seu corpo com iluminação interna e cara de objeto de decoração.
Conceito de carregador magnético produzido pela Samsung (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O carregador sem fio Samsung EP-P2900, homologado pela Anatel, suporta 25 W com padrão Qi2.
O design do EP-P2900 é redondo e magnético, similar ao MagSafe da Apple.
O carregador será produzido no Vietnã e deve ser lançado com a linha Galaxy S26 em 2026.
A Samsung continua preparando o lançamento da linha Galaxy S26 no Brasil: desta vez, um novo carregador sem fio foi homologado pela Anatel. O dispositivo, com código de modelo EP-P2900, deve suportar carregamento sem fio de 25 W utilizando o padrão Qi2, segundo o site WinFuture, que revelou a existência do modelo.
Durante os ensaios, o carregador de parede utilizado para alimentar o EP-P2900 foi o EP-T4511, na versão USB-C de 45 W, já utilizado pela Samsung e incluso em alguns notebooks da empresa.
Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
A documentação não deixa explícito se o acessório virá na caixa do produto, o que abre a possibilidade de não vir na caixa do smartphone, algo que já acontece com os atuais carregadores sem fio da Samsung.
O modelo deve ter um design redondo, similar ao MagSafe da Apple (que deu origem ao padrão Qi2) e conter ímãs para se prender à traseira do aparelho. Este modelo também está certificado no FCC, com o nome de Magnet Wireless Charger, que entrega a existência dos ímãs.
O carregador será produzido no Vietnã, em fábricas da própria Samsung e da empresa Haem Vina.
EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Carregamento mais rápido no S26
A homologação de novos carregadores, mais rápidos que os utilizados desde a linha Galaxy S10, lançada em 2019, parece indicar que a fabricante coreana finalmente deverá adotar carregamento mais veloz, um pedido antigo de clientes fiéis.
Outros fabricantes, especialmente os chineses, têm adotado velocidades de carregamento cada vez mais altas e também a nova tecnologia de baterias com ânodos de silício-carbono, que permite componentes com maior densidade energética.
Motorola Edge 70 tem bateria com ânodos de silício-carbono e carregamento de até 68 Watts (imagem: divulgação/Motorola)
Não há previsão nem preços para o novo carregador, mas ele provavelmente será lançado juntamente da linha Galaxy S26, prevista para os primeiros meses de 2026.
Lançamento antecipa suporte a recargas mais rápidas no futuro Galaxy S26 Ultra (imagem: divulgação/Samsung)Resumo
O novo carregador Samsung de 60 W suporta Super Fast Charging 2.0 e velocidades de recarga superiores a 45 W, antecipando mudanças nos smartphones futuros.
Ele está disponível em lojas na Europa, Peru e Oriente Médio, com preço sugerido de 53 euros, e já homologado pela Anatel para venda no Brasil.
O carregador utiliza USB-PD e PPS, oferece eficiência energética com Smart IC e proteção contra superaquecimento, sobrecorrente e curto-circuito.
A Samsung começou a vender um novo acessório que sinaliza uma mudança importante nas especificações técnicas dos futuros smartphones da empresa. Trata-se do Adaptador de Energia de 60 W (modelo EP-T6010NBEGWW), um carregador mais potente, com suporte à tecnologia Super Fast Charging 2.0.
O lançamento ocorre meses antes da previsão de chegada da linha Galaxy S26, indicando que o modelo Ultra deve ser finalmente o primeiro celular da empresa a ultrapassar a barreira dos 45 W de carregamento com fio. Essa marca tem sido o teto para os dispositivos premium da Samsung nas últimas gerações, enquanto concorrentes chineses já oferecem velocidades superiores.
Preço e disponibilidade
O produto, disponível somente na cor preta, já consta nas lojas oficiais da marca em países da Europa (como Áustria e Suécia), Peru e partes do Oriente Médio. No Velho Continente, o preço sugerido é de 53 euros (cerca de R$ 335 na cotação atual, sem impostos).
No Brasil, o carregador já passou pela homologação da Anatel. Isso significa que está apto para ser vendido.
Carregador foi homologado pela Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O que muda nas especificações?
O novo carregador traz diferenças técnicas relevantes. Enquanto o antigo adaptador de 45 W (EP-T4511) limitava a entrega de energia, o novo acessório expande a capacidade utilizando padrões modernos.
Ele suporta protocolos USB-PD (Power Delivery) em 5 V, 15 V e 20 V, além do PPS (Programmable Power Supply), que permite ajustes finos de tensão com corrente de até 3 A.
Adaptador suporta os padrões USB-PD e PPS para maior compatibilidade (imagem: divulgação/Samsung)
Outro foco é a eficiência energética, especialmente quando está ligado na tomada sem um aparelho conectado. O adaptador conta com tecnologia Smart IC, que reduz o consumo de energia em modo de espera para menos de 5 mW, atendendo a demandas globais por produtos mais sustentáveis.
A segurança também está reforçada: o projeto interno foi desenhado para operar com baixo nível de ruído elétrico e inclui proteções ativas contra superaquecimento, sobrecorrente e curto-circuito, garantindo a integridade tanto do carregador quanto do dispositivo conectado durante picos de energia ou falhas na rede elétrica.
Um carregador para tudo?
Produto promete carregar celulares, tablets e notebooks da linha Galaxy Book (imagem: divulgação/Samsung)
A empresa anuncia o adaptador como um hub de energia versátil, capaz de carregar desde wearables (relógios e fones de ouvido) até tablets e notebooks, unificando o ecossistema Galaxy. Atualmente, a linha de tablets Galaxy Tab S ainda está limitada ao carregamento de 45 W, mas isso pode mudar em futuras gerações.
Já no segmento de computação, embora os notebooks Galaxy Book venham geralmente com carregadores de 65 W na caixa, o novo adaptador de 60 W oferece potência suficiente para mantê-los operacionais, servindo como uma opção compacta para viagens.
O Monitor UltraGear de 24 polegadas da LG está saindo por apenas R$ 729 parceláveis em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa um desconto de 46% sobre o lançamento (R$ 1.349) do monitor da LG, que se destaca pelo painel IPS e pela taxa de atualização de 180 Hz.
Monitor LG UltraGear tem painel IPS de 180 Hz
Monitor LG UltraGear (Imagem: Divulgação)
O painel IPS e a taxa de atualização de 180 Hz garantem boa fluidez e consistência de cores em qualquer ângulo. Essa combinação é relevante para quem joga títulos de tiro em primeira pessoa ou games com ritmo acelerado. O tempo de resposta de 1 ms (GtG) ajuda a reduzir rastros e borrões nas cenas em movimento.
A tela tem resolução Full HD (1920 x 1080) e brilho típico de 300 nits, suficiente para ambientes internos bem iluminados. A cobertura de 99% do padrão sRGB torna o modelo compatível com tarefas que exigem fidelidade de cor, como edição de imagem e vídeo amador. O contraste típico é de 1000:1.
O monitor inclui suporte a HDR10 e tecnologias como AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync, que ajudam a eliminar cortes de imagem. Recursos extras como mira, contador de FPS, estabilizador de preto e modo leitura estão disponíveis no menu de configurações. A conectividade inclui HDMI, DisplayPort 1.4 e suporte a montagem VESA 100×100 mm.
Monitor LG UltraGear (Imagem: Divulgação)
Por fim, o Monitor LG UltraGear de 24 polegadas (por R$ 729 em até 10x sem juros na Amazon) vem com cabo DisplayPort, adaptador de energia e relatório de calibração de fábrica.
O que é a Cyber Monday?
A Cyber Monday é a segunda-feira de ofertas pós-Black Friday do varejo. Nela, você encontra diversas promoções interessantes para quem perdeu descontos da Black Friday 2025 em celulares, TVs e outros produtos. Ou até preços mais baratos que aqueles encontrados na sexta-feira.
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Novo carregador GaN de 67 W foi lançado na China (imagem: divulgação)Resumo
Xiaomi apresentou um novo carregador GaN de 67 W que possui três portas (2 USB-C e 1 USB-A) e é compatível com notebooks e celulares premium.
O carregador oferece até 67 W em qualquer porta quando um dispositivo está conectado e suporta múltiplos protocolos de carregamento rápido.
Por enquanto, o dispositivo está disponível apenas na China por 129 yuans (R$ 96), sem previsão de lançamento global.
A Xiaomi ampliou seu catálogo de acessórios e apresentou um novo carregador GaN de 67 W na China. O modelo tem três portas e compatibilidade ampla para atender quem precisa alimentar vários dispositivos no dia a dia. A fabricante incluiu ainda um cabo de 1,5 metro com suporte a 6 amperes, que acompanha o kit de carregamento.
O lançamento chama atenção porque a Xiaomi já oferece carregadores potentes em seus celulares premium, geralmente com unidades que variam entre 67 W e 120 W. O Xiaomi 15T Pro, por exemplo, que chegou ao Brasil em outubro custando R$ 9 mil, tem um carregador de 90 W.
Dispositivo permite carregar mais de um dispositivo ao mesmo tempo (imagem: divulgação)
O adaptador (código MDY-19-EA) utiliza a geração mais recente de carregamento rápido baseado em nitreto de gálio. A tecnologia melhora eficiência e controle térmico, permitindo entregar até 67 W em qualquer uma das portas quando apenas um dispositivo está conectado. A Xiaomi chama esse comportamento de “blind plugging”, e o usuário não precisa escolher uma porta específica para obter a potência máxima.
A estrutura interna também foi projetada para entregar até 65 W a notebooks compatíveis, o que torna o produto uma opção para quem carrega notebook e celular ao mesmo tempo. O conjunto conta com duas portas USB-C e uma USB-A, no padrão 2C1A, para cobrir diferentes tipos de cabos ainda em circulação.
O carregador suporta os protocolos próprios de carregamento rápido usados em modelos recentes da fabricante — como as linhas Xiaomi 15 e Redmi K80 Ultra — e também outros padrões adotados no setor, como o QC2.0, QC3.0, PD3.0 e PPS.
Kit de carregamento contém um cabo de 1,5 metro (imagem: divulgação)
Chega ao Brasil?
Por enquanto, o lançamento é exclusivo do mercado chinês. O kit custa 129 yuans (cerca de R$ 96, em conversão direta). A Xiaomi ainda não informou se pretende lançar o modelo globalmente ou incluí-lo entre os acessórios vendidos oficialmente no Brasil.
Caso a marca leve o carregador para fora da China, ele poderia se posicionar como alternativa aos carregadores de 67 W que já acompanham alguns smartphones premium vendidos pela fabricante.
SanDisk Extreme Fit é um pendrive USB-C de 1 TB pensado para uso contínuo (imagem: divulgação)Resumo
SanDisk lançou o Extreme Fit, o menor pendrive de 1 TB do mundo, segundo a fabricante.
O dispositivo utiliza interface USB 3.2 Gen 1, com velocidades de até 400 MB/s, adequado para armazenar documentos, fotos e vídeos em 4K.
Está disponível em capacidades de 64 GB a 1 TB, com preços nos EUA variando de US$ 15,99 a US$ 117,99, sem previsão no Brasil.
A SanDisk lançou o Extreme Fit, um pendrive USB-C de 1 TB que fica praticamente escondido na lateral do notebook. Com formato em L e dimensões parecidas com um dongle de mouse sem fio, o dispositivo foi pensado para ficar conectado permanentemente.
Você pode até esquecer que ele está lá, já que a proposta é resolver a falta de espaço em notebooks ultraportáteis, sem abrir mão de um design discreto.
Segundo a fabricante, o modelo de 1 TB é o menor do mundo nessa capacidade. Seu corpo vertical evita que a tampa do notebook bata no drive ao fechar, mas exige cuidado durante o transporte, já que conectores USB-C são mais frágeis com uma estrutura fina.
Desempenho e opções de armazenamento
Pendrive tem design discreto (imagem: divulgação)
A SanDisk aposta no conceito “plugue e esqueça”. Quando conectado, o Extreme Fit tem uma espessura de apenas alguns milímetros, mantendo-se alinhado ao corpo do laptop.
O SanDisk Extreme Fit usa a interface USB 3.2 Gen 1, com velocidades de até 400 MB/s (300 MB/s no modelo de 64 GB). Não é o mais rápido do mercado, mas atende bem para armazenar documentos, fotos e até vídeos em 4K com uma boa velocidade para transferência de arquivos.
Além do modelo de 1 TB, a marca também tem variações de 64 GB, 128 GB, 256 GB e 512 GB. Vale destacar que, mesmo que o Extreme Fit seja o menor pendrive de 1 TB do mundo, a japonesa Suneast lançou em maio um modelo fisicamente mais compacto, mas com metade da capacidade (512 GB) e com venda exclusiva para o Japão.
Para profissionais, no entanto, o Extreme Fit de 1 TB pode ser o melhor modelo para quem depende de portabilidade. Nos EUA, o produto custa a partir de US$ 15,99 (cerca de R$ 84) na versão em 64 GB, e chega a US$ 117,99 (R$ 622) na de 1 TB.
Ao Tecnoblog, a SanDisk informou que, no momento, não há preço ou data de lançamento no Brasil.
Chegou a hora de ter uma boa tela para jogar! O monitor gamer LG UltraGear 24 modelo 24GS60F-B está com o menor valor da série histórica do Achados do TB, saindo por R$ 780 na Black November do Mercado Livre. Trata-se de um desconto de quase 45% sobre o preço original (R$ 1.336). Para aproveitar a oferta, basta pagar à vista via Pix e usar o cupom VALEPROMO.
LG UltraGear 24 tem painel IPS e taxa de 180 Hz
O LG UltraGear 24 é um monitor de 24 polegadas e painel IPS LCD, sendo capaz de trabalhar com ótimos níveis de saturação de cores e brilho. Nesse sentido, vale enfatizar que o modelo suporta o padrão HDR10 para dar mais destaque aos elementos exibidos, inclusive em cenas escuras.
Aqui, o ângulo de visão chega a 178º, o que facilita a visualização da tela mesmo se você estiver de lado em relação ao monitor. Para completar, o modelo trabalha com taxa de atualização de até 180 Hz, além de ser compatível com as tecnologias de sincronização de frames Nvidia G-Sync e AMD FreeSync.
Monitor LG UltraGear de 24 polegadas (imagem: divulgação/LG)
Os demais atributos do monitor LG UltraGear 24 incluem tempo de resposta de 1 ms (GtG) e resolução full HD (1920×1080 pixels). A proporção é de 16:9 e a retroiluminação é do tipo LED.
No aspecto da conectividade, o monitor oferece portas DisplayPort 1.4 e HDMI 2.0.
A Black Friday de 2025 está marcada para 28 de novembro. Mas bem antes disso você pode aproveitar as promoções de ‘esquenta’ do varejo no período conhecido como Black November, a exemplo desta oferta do monitor gamer LG UltraGear 24.
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Área sensível ao toque é a grande novidade do MX Master 4 (imagem: divulgação)Resumo
O MX Master 4 custa R$ 799 no Brasil, com bateria de 70 dias e cliques 90% mais silenciosos.
O mouse possui feedback tátil com o Actions Ring, permitindo atalhos personalizados.
Oferece conectividade USB-C e Bluetooth, com resolução de 8.000 DPI.
A Logitech iniciou nesta quinta-feira (23/10) a pré-venda do mouse MX Master 4 por R$ 799, com envios começando no dia 29 de outubro. O produto é o sucessor do antigo top de linha MX Master 3S, que tem preço sugerido de R$ 699.
O MX Master 4 está disponível para reserva na Amazon e no Mercado Livre. Ele foi homologado junto à Anatel em maio de 2025, conforme revelado pelo Tecnoblog com exclusividade, e apresentado no exterior no final de setembro. O início das vendas está marcado para 30 de outubro, segundo o varejo online.
O preço de R$ 799 não é muito mais alto que o praticado no exterior. Nos EUA, ele custa US$ 119 (cerca de R$ 640, em conversão direta), enquanto na Europa ele sai por 129 euros (aproximadamente R$ 810).
Quais são os destaques do MX Master 4?
A principal novidade da nova geração de mouses top de linha da Logitech é o feedback tátil. Ao pressionar a área onde fica o dedão, o mouse vibra, e surge na tela do computador o que a marca chama de Actions Ring. Ao navegar pelos comandos, há mais vibrações, tornando a experiência mais agradável e precisa.
MX Master 4 (imagem: reprodução)
Presente no app Logi Options Plus, o Actions Ring é um conjunto de atalhos personalizados, dispostos em círculo. Eles podem ser tanto para apps específicos quanto para o sistema como um todo — você pode, por exemplo, programar ações diferentes para o Photoshop ou para o Excel.
O Actions Ring não é uma novidade e está disponível para outros mouses — a diferença é mesmo a área sensível ao toque.
O MX Master 4 também oferece botões com 90% menos ruído em relação à versão 3, conectividade Logi Bolt USB-C e Bluetooth. A resolução é de 8.000 DPI, assim como no 3S. Já a bateria oferece autonomia de até 70 dias e conta com recarga rápida via USB-C — segundo a marca, um minuto de carga é suficiente para três horas de uso.
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Logitech MX Master 4 foca em produtividade (imagem: divulgação/Logitech)Resumo
Logitech MX Master 4 oferece feedback tátil personalizável, com vibrações sutis para rolagem, navegação e seleção de itens.
O mouse possui conectividade aprimorada, sensor de 8.000 DPI, cliques silenciosos e bateria com até 70 dias de autonomia, segundo a fabricante.
O periférico chega em outubro nos EUA e Europa custando US$ 119,99 e 129,99 euros, mas ainda não tem data ou preço definidos para o Brasil.
A Logitech revelou nesta terça-feira (30/09) os detalhes do tão aguardado MX Master 4. Voltado para uso profissional, o mouse traz um sistema de feedback tátil personalizável, com vibrações sutis que oferecem resposta física durante rolagem, navegação e seleção de itens.
Em comunicado, Tolya Polyanker, gerente geral da MX Business da Logitech, afirmou que o objetivo com o novo produto é proporcionar “imersão e velocidade de alto nível”.
Como é o feedback tátil do Logitech MX Master 4?
Sistema de feedback tátil é acionado no apoio para o polegar (imagem: divulgação/Logitech)
O sistema de feedback tátil funciona ligado ao software Logi Options+. Uma das funcionalidades é o “Actions Ring”, que pode ser acionado por um painel sensível ao toque localizado na área de apoio para o polegar. Ao pressionar essa área, o mouse vibra e exibe na tela um anel com atalhos personalizáveis para apps e comandos.
A Logitech argumenta que essa ferramenta pode reduzir movimentos repetitivos do mouse em até 63% e economizar até 33% do tempo. É possível, por exemplo, configurar atalhos para funções específicas no Photoshop ou automatizar tarefas no Microsoft Excel.
Segundo o The Verge, há outra função que emite uma leve vibração ao alternar entre diferentes monitores, auxiliando o usuário a encontrar o cursor do mouse na tela.
Design e hardware
Roda de rolagem eletromagnética MagSpeed é um dos destaques da série (imagem: reprodução/WinFuture)
Em termos de design, o MX Master 4 mantém a ergonomia característica da linha, mas apresenta algumas alterações. Os botões principais agora possuem acabamento fosco e semitransparente.
O botão de gestos, que no modelo anterior (MX Master 3S) ficava sob o apoio do polegar, agora é um botão dedicado na lateral, abaixo da roda de rolagem.
Por dentro, o MX Master 4 traz um chip de alto desempenho e antena otimizada capaz de dobrar a potência da conectividade em relação aos modelos anteriores. O mouse vem com o conector Logi Bolt USB-C e também se conecta via Bluetooth, permitindo pareamento com até três dispositivos ao mesmo tempo.
O sensor mantém os 8.000 DPI de resolução, permitindo rastreamento em diversas superfícies, incluindo vidro. Os cliques, por sua vez, foram projetados para serem mais silenciosos, com redução de 90% no ruído em comparação ao MX Master 3, segundo a fabricante.
Já a bateria carrega via USB-C e tem autonomia estimada de até 70 dias com uma carga completa. A Logitech afirma que um minuto de carga pode fornecer até três horas de uso.
Preço e disponibilidade
Porta USB-C para carregamento rápido do MX Master 4 (imagem: reprodução/WinFuture)
O lançamento oficial ocorre em outubro de 2025. Nos EUA e Europa, o valor de lançamento é US$ 119,99 (cerca de R$ 640) e 129,99 euros (R$ 810), respectivamente. A compra do mouse inclui um mês de assinatura gratuita do Adobe Creative Cloud.
No Brasil, o valor e data de lançamento do MX Master 4 ainda não foram divulgados, mas o produto já foi certificado pela Anatel.
O mouse estará disponível globalmente nas cores grafite e cinza claro. Para os mercados da América do Norte e Europa, haverá também as opções preto e grafite carvão. Uma versão específica para Mac será comercializada nas cores branco e preto espacial.
Também haverá o MX Master 4 for Business, uma versão do produto que facilita o gerenciamento remoto no meio corporativo.
A Logitech também destaca que o novo mouse foi projetado com foco em sustentabilidade, utilizando no mínimo 48% de plástico reciclado pós-consumo, alumínio de baixo carbono na roda de rolagem e uma bateria com 100% de cobalto reciclado.