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iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

26 de Junho de 2026, 16:25
Ilustração com iPhone e fundo abstrato
Apple poupou os iPhones do último reajuste de preços (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo.
  • Segundo a analista, a importância do smartphone para as receitas da Apple e a alta nos custos de memória e armazenamento tornam o reajuste inevitável.
  • Na quinta-feira (25/06), a Apple aumentou os preços de MacBooks, iMacs e iPads, mas manteve inalterados os valores do iPhone.

O aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo. É o que afirma a diretora sênior de pesquisa da consultoria IDC, Nabila Popal. Em entrevista à Bloomberg, a analista afirmou que a Apple ainda não reajustou o valor dos smartphones porque “apenas adiou” a decisão.

Ontem (25/06), a Apple anunciou um aumento global nos preços dos MacBooks Pro, MacBook Air, MacBook Neo e iPads. O reajuste deixou alguns produtos até R$ 5 mil mais caros no Brasil. Os iPhones e AirPods, no entanto, ficaram de fora da rodada de aumento. 

Antes, o CEO Tim Cook já havia classificado a alta dos preços como “inevitável”, atribuindo a medida ao aumento dos custos de memória impulsionado pela demanda por inteligência artificial.

Após o reajuste ser anunciado, as ações da Apple caíram 6,1% e fecharam cotadas a US$ 275 na quinta-feira – a maior queda diária desde 4 de abril de 2025. 

“O iPhone não escapa ileso. Isso é apenas um atraso. Os iPhones são a maior fonte de receita da Apple. Considerando o aumento dos custos de memória e, se a empresa quiser preservar suas margens de lucro, não há como evitar um reajuste.

Não acho que seja uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ e ‘quanto’.”

– Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC

Segundo a analista, a IDC já projetava um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, quando a crise global de memória começou a se intensificar. Na avaliação da consultoria, o aumento sempre fez parte do cenário esperado para a linha de smartphones da Apple, justamente pela importância do produto no quadro da empresa.

iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

Apple vs Procon (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google lança ferramenta de vibe coding no Brasil

8 de Outubro de 2025, 08:17
captura de tela do vídeo de anuncio do Opal, IA do Google
Serviço de IA do Google ajuda leigos em desenvolvimento a criar apps (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • O Google lançou no Brasil a ferramenta de IA Opal, que permite criar miniaplicativos a partir de comandos de texto.
  • A Opal oferece um editor visual para leigos em programação, permitindo a edição de blocos de fluxo de trabalho e publicação dos miniaplicativos na web.
  • O Google introduziu uma ferramenta de depuração visual e otimizações de desempenho para agilizar a criação de aplicativos.

O Google anunciou nesta terça-feira (07/10) o lançamento da ferramenta de inteligência artificial Opal no Brasil. A ideia, que parte do Google Labs, é permitir que os usuários criem miniaplicativos a partir de comandos de texto. A plataforma estava em testes apenas nos Estados Unidos desde julho.

A expansão, que inclui mais 14 países além do Brasil, acontece simultaneamente à liberação de novas funcionalidades. Em comunicado oficial, o Google informou que a decisão de ampliar o acesso foi motivada pela complexidade e criatividade dos projetos desenvolvidos pela primeira leva de usuários.

Como o Opal funciona

O Opal opera a partir de um editor visual voltado a leigos em programação, oferecendo a infraestrutura do próprio Google (com Labs, Gemini e APIs do Android). O processo é semelhante ao uso de qualquer chatbot de IA, em que o usuário descreve a função do aplicativo que deseja criar, e a IA constrói um fluxo de trabalho com blocos que representam cada etapa do processo, como “receber dado do usuário”, “gerar texto” ou “exibir imagem”.

Cada um desses blocos pode ser editado individualmente, o que permite ao usuário refinar os comandos de texto para guiar a IA com mais precisão. Ao final do processo, o miniaplicativo pode ser publicado na web e compartilhado por meio de um link.

Além das criações próprias, a ferramenta possui uma galeria reunindo criações do Google e de outros usuários. Seguindo a ideia “colaborativa” de redes sociais como o TikTok, o Opal possui a opção editar projetos de outras pessoas por meio do botão “remixar”.

Captura de tela do fluxo do Opal
Fluxo dos apps gerados por IA no Opal (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Inteligências artificiais já são usadas para auxiliar ou até mesmo gerar novos apps. O avanço das capacidades de codificação dos modelos é sempre um destaque nas novas versões.

O Gemini permite gerar códigos de apps para web e ter a pré-visualização diretamente no chatbot pelo menos desde março. A função foi aprimorada com o lançamento do Gemini 2.5 Pro, em maio.

Expansão global traz novas ferramentas

O Google anunciou duas atualizações voltadas a dar mais controle e agilidade aos criadores. A primeira é uma ferramenta de depuração visual, que permite executar o aplicativo passo a passo dentro do editor. Ela facilita a identificação de erros, destacando em qual bloco do fluxo ocorreu a falha.

A segunda melhoria diz respeito ao desempenho. O Google afirma ter implementado otimizações que reduzem o tempo necessário para criar novos aplicativos e permitem que fluxos de trabalho mais complexos executem tarefas em paralelo, diminuindo o tempo de espera.

A plataforma também está sendo liberada em países como Canadá, Índia, Japão, Coreia do Sul, Argentina e Colômbia.

Google lança ferramenta de vibe coding no Brasil

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Plataforma experimental Opal, criada pelo Google Labs, estava em testes nos EUA desde julho.

(imagem: reprodução/Google)

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
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