Nubank tem problemas em transferências (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Correntistas do Nubank disseram que transferências via Pix enviadas para suas contas não apareciam em seus extratos, apesar de debitadas das contas de origem. O problema começou no meio da tarde desta quinta-feira (23/04), por volta das 16h45. Às 19h30, usuários ainda enfrentavam dificuldades. Às 20h45, o problema estava praticamente resolvido.
O Nubank entrou em contato com o Tecnoblog e enviou o seguinte comunicado:
“O Nubank informa que a instabilidade já foi integralmente solucionada.”
O que aconteceu com o Nubank?
Segundo o DownDetector, site que monitora problemas em serviços online, foram mais de 300 reclamações no fim de tarde e mais de 500 no início da noite.
Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Tecnoblog encontrou no X pelo menos 20 outros relatos de clientes com problemas no recebimento de pagamentos. Em posts recentes no Instagram, há correntistas indignados nos comentários.
Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Aparentemente, o problema não afetou outras funcionalidades da conta e do cartão. A questão ficou restrita ao Nubank: testamos o Pix em outros bancos, como C6 e XP, e não houve dificuldades.
Funcionalidade é nativa do app Nubank (imagem: divulgação)Resumo
Nubank integrou Pix, débito e crédito ao pagamento por aproximação no app para Android.
Recurso permite pagar por NFC sem cartão físico e sem carteira digital.
O cliente poderá, inclusive, parcelar a compra no Pix em até 12 vezes.
O Nubank anunciou nesta terça-feira (07/04) a integração de Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação. Agora, clientes poderão pagar compras presenciais apenas aproximando o celular de maquininhas compatíveis com NFC, sem precisar do cartão físico.
Geralmente, é necessário abrir o app, escanear um QR Code ou digitar uma chave para pagar com o Pix em lojas físicas. Com a mudança, o Pix passa a funcionar de forma semelhante a um cartão no app do Nubank, direto na aproximação.
Integração permite pagar sem cartão físico (imagem: divulgação)
O recurso é nativo do aplicativo — ou seja, não exige o cadastro em uma carteira digital, como o Google Wallet — e será liberado gradualmente para usuários de Android. No momento do pagamento, o cliente também poderá escolher o Pix parcelado em até 12 vezes.
A configuração é automática: ao acessar a função, o aplicativo cria um cartão virtual tokenizado, sem outras exigências. No entanto, em qualquer modalidade, a transação exige autenticação por biometria ou senha do dispositivo.
Segundo o Nubank, essa tokenização impede o compartilhamento dos dados reais do cartão com o estabelecimento.
Como vai funcionar?
Acesse “Aproximar para pagar” em Meus Cartões ou “Pix por aproximação” na área Pix do aplicativo;
O app criará automaticamente um cartão virtual tokenizado;
Aproxime o celular da maquininha compatível para concluir o pagamento.
Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Clientes do Nubank relataram nas redes sociais que o aplicativo da instituição financeira passou por instabilidade no fim da manhã desta terça-feira (23/12), com dificuldades no envio e recebimento de valores.
Às 14h22, a empresa entrou em contato com o Tecnoblog para informar que o problema já estava completamente solucionado.
O que aconteceu com o Nubank?
Durante o período de instabilidade, ao tentar fazer transações, o dinheiro chegava a ser debitado do saldo, mas o pagamento ou transferência não era concluído. Situação semelhante ocorria quando alguém mandava valores a um cliente do Nubank: a operação era dada como bem-sucedida pelo banco de quem enviava, mas não aparecia na conta de quem deveria receber.
Segundo o DownDetector, as reclamações começaram por volta das 10h20, chegando a um pico minutos depois. A queda foi gradual, a partir das 11h30, com o retorno ao nível habitual no início da tarde.
Problema começou a ser resolvido pouco antes do meio-dia (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
No X, clientes reclamaram de não conseguir fazer Pix e não ter acesso a dinheiro resgatado das Caixinhas, como são chamados os investimentos da instituição.
@nubank devolvam meu dinheiro, fiz duas transferências que falharam e o dinheiro saiu da conta
Clientes do Nubank gastam média de R$ 92 por mês com assinaturas recorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Nubank lançou o Gerenciador de Assinaturas, que centraliza cobranças recorrentes como streaming e academias.
Cerca de 21 milhões de clientes têm assinaturas ativas, com gasto médio mensal de R$ 92 e ticket médio de R$ 38.
A ferramenta permite visualizar pagamentos, histórico e previsão de cobranças, mas não cancela serviços diretamente.
O Nubank lançou nesta terça-feira (9) o Gerenciador de Assinaturas, ferramenta que centraliza em um único lugar todas as cobranças recorrentes dos clientes, como serviços de streaming, academias e aplicativos.
A funcionalidade está sendo liberada de forma gradual para a base de clientes do Nubank no Brasil. Para acessar, é necessário entrar na seção de cartão de crédito e buscar pela área Minhas Assinaturas. Nela, é possível ver valores e nomes como Globoplay, Netflix, Vivo, Smart Fit e Spotify.
Cerca de 21 milhões de clientes têm alguma assinatura ativa, segundo dados internos coletados de outubro de 2024 a outubro de 2025. O gasto médio mensal é de R$ 92 por pessoa, com ticket médio de R$ 38 por transação. Os serviços como streaming, telecomunicações, bem-estar, academias, planos de saúde, ensino a distância e gaming lideram o ranking das diferentes categorias.
Gerenciador de Assinaturas do Nubank (imagem: Tecnoblog)
No período analisado, os clientes gastaram aproximadamente R$ 24 bilhões em assinaturas recorrentes utilizando cartão de crédito, débito e Pix, os meios de pagamento mais utilizados. Mais de 627 milhões de transações foram registradas nos últimos 12 meses.
A ferramenta permite visualizar no celular todos os pagamentos e assinaturas ativas e recorrentes no cartão de crédito, o valor de cada uma, histórico recente de pagamentos e previsão das próximas cobranças. É possível acessar o cartão cadastrado em cada assinatura (virtual, adicional ou físico), caso o cliente precise bloquear, trocar ou reutilizar.
O sistema oferece recursos de personalização, como opção de esconder assinaturas, editar frequência e submeter feedbacks para maior precisão dos gastos.
Apesar do nome, o Gerenciador de Assinaturas não permite cancelar serviços diretamente pelo aplicativo. A ferramenta funciona como uma planilha dos compromissos financeiros, para auxiliar no planejamento e evitar surpresas na fatura. Segundo Emilia Lopes, diretora-geral do Nubank, a funcionalidade traz transparência a uma área que muitos clientes consideram um “ponto cego” em suas finanças, de modo a eliminar a necessidade de planilhas ou aplicativos de terceiros.
O Nubank anunciou hoje que tomará medidas para manter o nome inalterado no Brasil. Uma decisão recente do Banco Central impede o uso de termos associados a bancos por empresas que, a rigor, não possuem autorização para esse tipo de atividade – caso do Nubank.
De acordo com o Nubank, o objetivo é obter uma licença bancária no país em 2026, o que poderia ocorrer via solicitação direta ao Banco Central ou, conforme apurado pelo Tecnoblog, a partir da aquisição de alguma instituição financeira que possua a autorização. O caminho a ser seguido ainda não está definido.
Com isso, a instituição financeira mais valiosa da América Latina poderia continuar se chamando Nubank no país de origem, sem ter de migrar para algo como Nu, nome utilizado na Colômbia e no México. A marca também continuaria a mesma.
“A mudança pretendida não tem qualquer impacto para os clientes e todas as operações seguem normalmente. Hoje o Nubank tem mais de 110 milhões de clientes no país.”
O conglomerado declarou em comunicado que “segue sendo uma fintech, com a mesma missão de sempre, mas agora buscando a quarta licença de operação”. Hoje, ela tem autorização para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores.
A Resolução Conjunta n° 17, de 28 de novembro de 2025, deu prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura. Ele deve incluir um cronograma de implementação.
Não custa lembrar: não há qualquer obrigação de abrir agências físicas ao se tornar oficialmente um banco.
BC e CMN publicaram resolução que proíbe uso de “banco” e “bank” por instituições que não são bancos;
Nubank e PagBank estão entre as empresas que podem ter que ajustar seus nomes comerciais;
Instituições afetadas terão 120 dias para apresentar um plano e até um ano para concluir as mudanças.
Em uma reunião realizada na última quinta-feira (27/11), o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) definiram uma resolução conjunta que proíbe que termos como “bank” e “banco” sejam usados por instituições financeiras que não são bancos. Nubank e PagBank estão entre as empresas que poderão ser afetadas pela decisão.
De acordo com o BC, a resolução que trata de nomenclatura condiciona as instituições a utilizarem nome empresarial, nome fantasia, marca, meios de comunicação e até domínio de endereço na internet com termos que sejam condizentes com seus ramos de atividade.
Tomando o Nubank como exemplo, a empresa é autorizada pelo Banco Central a atuar no Brasil como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores. Apesar do “bank” no nome, o Nubank não é uma instituição bancária.
Outro exemplo vem do PagBank. A despeito do “bank” no nome comercial, a empresa opera junto ao Banco Central como uma instituição de pagamento, não como um banco.
Estima-se que cerca de 20 instituições financeiras estejam em situação semelhante aos casos do Nubank e PagBank, o que significa que todas terão que adotar nomes sem os termos “bank” ou “banco”.
A Resolução Conjunta n° 17 de 28 de novembro de 2025 dá um prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura, o que deverá incluir um cronograma de implementação. Esta última, por sua vez, deverá ser concluída em até um ano a partir da publicação das regras.
Em linhas gerais, a nova resolução surge com o propósito de permitir que cidadãos identifiquem mais facilmente instituições que são consideradas fintechs, sociedades de crédito, financeiras e semelhantes, de modo a evitar que elas sejam confundidas com bancos.
PagBank também pode ter que mudar de nome (imagem: divulgação/PagBank)
O que diz o Nubank sobre a resolução do CMN e BC?
O Nubank enviou o seguinte posicionamento ao Tecnoblog:
O Nubank informa que está analisando a nova determinação do Banco Central sobre nomenclatura de instituições financeiras. Reforçamos nosso compromisso histórico e inegociável de seguir rigorosamente toda a legislação e regulamentação vigente no país, respeitando os prazos e as determinações da Autoridade Monetária.
O Nubank reforça, ainda, que a norma diz respeito apenas ao nome das instituições e não aos serviços prestados e que conta com todas as licenças necessárias para oferecer os produtos atualmente disponíveis em sua plataforma. Nossas operações e a oferta de nossos produtos e serviços seguem normalmente, sem nenhum impacto para os clientes.
Também em nota enviada ao Tecnoblog, o PagBank deu a seguinte declaração:
A regulamentação do BC não tem impacto para o PagBank, pois desde 2019 temos licença de banco múltiplo.
Apple Pay habilita pagamento via NFC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O PicPay critica a Apple por impor obrigações onerosas que impedem a oferta do Pix por aproximação no iPhone, ao contrário do Android.
A Apple é acusada de criar dificuldades para emissores de cartões e carteiras digitais, impondo prazos, formas de pagamento e padrões técnicos.
O PicPay e outras entidades afirmam que a Apple cobra taxas por transação, dificultando a implementação de soluções como o Pix.
O PicPay criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. De acordo com a fintech, a empresa da maçã detém amplo poder econômico em mercados relevantes, de modo a impor obrigações onerosas aos emissores de cartões e às carteiras digitais. Isso impediria a oferta do Pix por aproximação, ao contrário do que ocorre no Android.
A manifestação do PicPay ocorre no inquérito administrativo 08700.002893/2025-17 do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A autarquia federal avalia se a Apple age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos, com foco especial no NFC do iOS. A mais recente movimentação foi uma contribuição do PicPay para a discussão. O documento foi enviado em 8 de outubro e divulgado em 21 de novembro.
Quais as críticas do PicPay?
No documento, o PicPay afirma que o NFC é a tecnologia para pagamentos por aproximação com maior escala e mais casos de uso. Dá para usar em smartphones, relógios e pulseiras, por exemplo. Além dos pagamentos, também viabiliza funções de transporte público, controle de acesso, identificação pessoal, passaporte eletrônico e marketing interativo.
O PicPay afirma que não há barreiras para que um banco ofereça ferramentas de pagamento nas carteiras digitais Google Pay e Samsung Wallet (ambos no Android). Por sua vez, o ambiente da Apple estaria repleto de dificuldades. Por exemplo, a Apple faria a imposição de prazos e formas de pagamento, obrigações acessórias e padrões técnicos de implementação. “Há uma clara assimetria”, conclui a fintech.
PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
De acordo com o PicPay, outras carteiras digitais não cobram taxas por transação, observação que se repete nas colocações do Nubank, Mercado Pago, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e associação Zetta, que representa iFood, 99 Pay, Cora, Agibank, Caju e RecargaPay, entre outros.
“O próprio Banco Central depara-se atualmente com entraves para implementar sua agenda regulatória e dar amplo acesso às modalidades disponíveis do Pix, com cumprimento aos requisitos regulatórios, por conta dessas limitações e particularidades estabelecidas pela Apple.”
– PicPay, em resposta ao Cade
Apple afirma não possuir posição dominante
Em outras ocasiões, a defesa da Apple argumentou que o iPhone representa uma parcela pequena do mercado de smartphones (cerca de 10%) e que não possui posição dominante no Brasil. Também sustenta que terceiros podem se integrar à plataforma NFC & SE, que permitiria, por exemplo, o Pix por aproximação, desde 2024. É cobrada uma taxa pelo uso da tecnologia. Os valores não foram divulgados.
Nubank é a empresa mais valiosa da América Latina (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Nubank adotará modelo híbrido de trabalho a partir de julho de 2026, com transição até 2027, para fortalecer a cultura organizacional e acelerar a inovação.
Escritórios em São Paulo, Cidade do México e Bogotá serão expandidos, com novos espaços em várias cidades, enquanto algumas funções permanecerão remotas.
O Nubank cresceu de 59 milhões para 122 milhões de clientes durante o trabalho remoto, atingindo lucro líquido de US$ 637 milhões no segundo trimestre de 2025.
O Nubank anunciou hoje que adotará o modelo de trabalho híbrido a partir de julho de 2026, encerrando cinco anos de operação remota. O fundador e CEO da empresa, David Vélez, comunicou a controversa decisão aos funcionários nesta quarta-feira e estabeleceu um período de transição de oito meses para permitir ajustes.
O executivo justificou a mudança com base em três pontos: fortalecimento da cultura organizacional, aceleração da inovação por meio de interações presenciais e melhoria da excelência operacional. Segundo Vélez, as maiores inovações da história do banco nasceram da colaboração entre pessoas na mesma sala. Ele afirmou que o trabalho remoto otimiza a conveniência individual, mas geralmente “compromete” a produtividade coletiva.
Vélez mencionou que o ambiente remoto tem benefícios óbvios, mas custos invisíveis.
Transição até 2027
A transição ocorrerá em fases: funcionários trabalharão presencialmente dois dias por semana a partir de julho de 2026 e três dias semanais a partir de janeiro de 2027.
O Nubank expandirá e melhorará os escritórios-sede em São Paulo, Cidade do México e Bogotá. A empresa também investirá em novos espaços para equipes específicas em Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Buenos Aires, área metropolitana de Washington D.C., Miami e Palo Alto, além dos hubs existentes em Berlim, Montevidéu e Durham. Aproximadamente 70% das equipes trabalharão presencialmente em um ou mais escritórios designados.
Funcionários que moram a menos de 50 km de um escritório oficial podem escolher trabalhar a partir dele, mesmo que não seja o designado para sua equipe. Quem mora a mais de 50 km deve comparecer ao escritório designado.
Cristina Junqueira, David Vélez e Edward Wible, os fundadores do Nubank (imagem: divulgação)
O Nubank informou ainda que oferecerá auxílio-realocação aos trabalhadores que precisarem se realocar para mais perto do escritório designado, com o objetivo de mitigar os impactos da mudança.
Algumas funções permanecerão em modelo remoto devido à natureza do trabalho, incluindo Investor Help, Ouvidoria, Data Labeling, Financial Crime Investigation, Regulatory Solutions e Talent Acquisition. Os funcionários podem solicitar exceção ou extensão pessoal da transição com base em critérios como senioridade, desempenho, distância do escritório e situações médicas específicas.
Durante os cinco anos de operação remota, o Nubank cresceu de 59 milhões para 122 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia. A empresa alcançou lucro líquido de US$ 637 milhões e faturamento recorde de US$ 3,7 bilhões no segundo trimestre de 2025.
Trabalho presencial, agências online
A notícia sobre o retorno – ainda que parcial – aos escritórios do Nubank causou um misto de reações na internet. Diversos usuários apontaram a ironia de uma instituição 100% digital, sem nenhuma agência física para atendimento aos correntistas, mas que exige a ida dos funcionários numa periodicidade elevada.
Diante da repercussão, a equipe de comunicação do Nubank me assegurou que não há planos de abrir agências físicas.
Nubank anuncia parceria com OpenAI para promoção do ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O ChatGPT Go oferece limites de mensagens e imagens dez vezes maiores que o plano gratuito e custa R$ 39,99 por mês.
Clientes do Nubank têm acesso gratuito ao ChatGPT Go por até 12 meses, dependendo do relacionamento com o banco.
O Brasil possui cerca de 50 milhões de usuários mensais do ChatGPT, sendo um dos países com maior participação na plataforma.
Os adeptos do ChatGPT no Brasil passam a contar com uma versão mais completa da inteligência artificial: o ChatGPT Go, com limite de mensagens dez vezes maior para o GPT-5 do que a opção gratuita. Eu o apelidei de “ChatGPT econômico premium”, já que melhora um pouco, mas não chega ao patamar do ChatGPT Plus. Ele custa R$ 39,99 por mês.
Como parte dos esforços de lançamento, o Nubank vai liberar a ferramenta de graça para seus clientes. A mordomia vale por até um ano, a depender dos produtos que o usuário possui com o banco.
O que é o ChatGPT Go
ChatGPT Go chega ao Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O ChatGPT Go é uma versão do ChatGPT com recursos adicionais, especialmente relevantes porque o GPT-5, modelo mais recente e poderoso da OpenAI, possui limitações de uso no plano gratuito.
De acordo com a empresa, os assinantes do ChatGPT Go terão:
Limites de mensagens 10 vezes maiores com o GPT-5
10 vezes mais geração de imagens por dia
10 vezes mais uploads de arquivos ou imagens por dia
2 vezes mais memória para respostas personalizadas
O Go representa uma economia de 65% em relação ao ChatGPT Plus, que custa US$ 19 por mês e oferece recursos mais completos.
Benefício no Nubank
O Nubank está junto da OpenAI no lançamento da novidade, que inicialmente estava disponível apenas na Índia. O benefício depende do relacionamento com o cliente, conforme apresentado na tabela abaixo.
“Estamos posicionando o Nubank como uma porta de entrada para inovações que tornam a vida dos nossos clientes melhor e mais fácil”, declarou em nota Ali Ahearn, vice-presidente do Nubank Ultravioleta.
Não custa lembrar: o benefício é limitado a quem nunca teve acesso pago ao ChatGPT.
50 milhões de brasileiros
O ChatGPT tem cerca de 50 milhões de usuários mensais no Brasil, segundo dados oficiais, o que faz do país um dos que mais participam da plataforma. Também estamos no top 3 de nações que mais interagem com o GPT.
A OpenAI tem se aproximado do mercado doméstico. A empresa recentemente anunciou a abertura de um escritório em São Paulo e firmou uma parceria com a Claro para oferecer acesso gratuito ao ChatGPT a parte dos consumidores, conforme revelado em primeira mão pelo Tecnoblog.
Bancos fora do ar em 6 de outubro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Clientes de diversos bancos brasileiros estão com dificuldades para realizar transações no Pix nesta segunda-feira (06/10). A lista é longa, mas inclui Caixa, Itaú, Nubank, Bradesco e Inter, de acordo com monitoramento da plataforma DownDetector, especializada em serviços digitais.
Ainda não se sabe o motivo do problema. No entanto, já se tornou uma tradição que as operações digitais de grandes bancos sofram um engasgo em datas próximas do quinto dia útil do mês – que cai justamente hoje, segunda-feira.
Ainda de acordo com o DownDetector, as seguintes instituições também estão com problemas: C6 Bank, Santander, Sicredi, Cora, Banco Pan, Sicoob, Picpay, Banrisul e BRB. Esta ferramenta se baseia em relatos dos próprios consumidores na internet.
O Banco Central declarou ao Tecnoblog que os seus sistemas “funcionam normalmente” e que não se manifesta sobre entidades supervisionadas. A resposta foi recebida às 17h.
Nubank lançou NuCel, operadora virtual de telefonia móvel, em outubro de 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Nubank aumentou a franquia de internet dos planos do NuCel: o plano de R$ 45 passou de 20 GB para 25 GB, e o de R$ 70 foi de 35 GB para 40 GB.
O plano intermediário foi alterado de 25 GB por R$ 55 para 30 GB por R$ 60, reduzindo o custo por GB de R$ 2,20 para R$ 2.
Clientes dos planos de 20 GB e 35 GB serão migrados para as novas ofertas com 5 GB adicionais; clientes do plano de 25 GB terão uma redução de R$ 5 na mensalidade.
O Nubank anunciou novos planos do NuCel, sua operadora móvel, com mais internet em comparação aos atuais. A oferta mais barata, de R$ 45 mensais, passou de 20 GB para 25 GB. O mesmo acréscimo aconteceu com o plano mais caro, de R$ 70 mensais, que foi de 35 GB para 40 GB.
O plano intermediário, por sua vez, foi substituído por um mais caro e com mais internet: sai a oferta de 25 GB por R$ 55, entra a oferta de 30 GB por R$ 60. Na ponta do lápis, é uma vantagem: o preço por GB passa de R$ 2,20 para R$ 2.
O Nubank explica que clientes atuais serão migrados para a melhor oferta disponível. Isso significa que os assinantes dos antigos planos de 20 GB e 35 GB receberão 5 GB adicionais.
Já clientes do pacote de 25 GB não serão migrados para o plano de 30 GB, que tem recarga mais alta. Em vez disso, haverá uma redução de R$ 5 no valor pago.
Vale lembrar que os planos não têm fidelização, podendo ser cancelados ou trocados pelo cliente. O pagamento pode ser feito com o cartão de crédito ou o saldo da conta do Nubank.
Nova mudança após três meses
NuCel ganhou chip físico de telefonia em julho de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O NuCel tinha alterado seus planos pela última vez em julho de 2025, quando a empresa desfez a política de uma franquia separada para redes sociais, liberando esses dados para uso geral.
No mesmo mês, a operadora do Nubank passou a contar com chip SIM físico. Até então, o serviço operava apenas com chip virtual eSIM, que é compatível com um número muito menor de aparelhos, geralmente mais caros do que a média do mercado.
NuCel oferece benefícios
Além da internet móvel, os planos do NuCel oferecem benefícios de conectividade e também financeiros, atrelados à conta do Nubank:
Ligações ilimitadas para todo o Brasil.
WhatsApp ilimitado, inclusive para chamadas de voz e vídeo.
Acesso ao app do Nubank sem descontar da franquia.
Investimento de até R$ 10 mil com rendimento de 120% do CDI, em uma Caixinha exclusiva.
O NuCel é uma operadora virtual de telefonia móvel. O serviço usa a rede da Claro, com cobertura em 93% do território nacional e acesso 5G.