The 6 Best Grills and Smokers of 2026: Smart, Portable, Pellet

Pesquisadores de Shenzhen, na China, produziram uma bateria de lítio e enxofre que pode ser uma nova solução para a indústria de drones, principalmente pensando em modelos mais robustos. O componente é capaz de controlar melhor a dissipação de energia, um dos grandes problemas da categoria. Segundo os cientistas, isso é possível por conta de uma nova estratégia molecular que também aumenta a eficiência do produto.
Os atuais drones comerciais em geral utilizam baterias de íon-lítio, com capacidade bem inferior. Enquanto a novidade permite uma eficiência de 549 Wh/kg, os componentes atuais têm uma média de 300 Wh/kg.

A principal dificuldade de estabilizar baterias de lítio e enxofre passa pela alta dissipação de energia, difícil de ser controlada com as tecnologias atuais. O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Tsinghua, produziu o componente utilizando um pré-mediador específico para o enxofre, ativado apenas quando o elemento entra em fase de reação eletroquímica.
Em outras palavras, esse aditivo garante que o transporte da carga elétrica ocorra de forma mais direcionada, evitando que a energia se perca em forma de calor. O trabalho acontece a nível molecular e, conforme divulgado pelo jornal China Daily, a resistência do produto é até 75% maior que baterias convencionais de lítio e enxofre. Nos testes, foram realizados 800 ciclos de carga e descarga, com 82% da capacidade original sendo mantida ao longo do processo.

A alta capacidade prometida por baterias de lítio e enxofre é interessante sobretudo para drones robustos, já que a proposta passa pelo alto desempenho por quilo transportado. Ainda assim, uma mudança nos drones comerciais também seria interessante. Outra vantagem interessante é o preço do componente, menor que as baterias de íon-lítio pois o enxofre custa menos.
Os pesquisadores também falaram sobre possíveis usos em drones de resgate, utilizados em situações de risco, além de modelos voltados para entrega de produtos e comida, que teriam uma produtividade maior. A tecnologia também será testada em outras reações, como em baterias de fluxo (reaproveitáveis), metal-lítio e em processos de reciclagem de componentes.
Os testes divulgados nesta semana foram feitos em laboratório. Até o momento não há nenhum relato de uso real dessa nova bateria de lítio e enxofre. Portanto, ainda não dá para prever se a tecnologia será, de fato, empregada a nível comercial, e tampouco se será algo viável nos drones que chegam às lojas.
Nova bateria criada na China pode dobrar tempo de voo de drones





O Japão já tem data para iniciar os testes operacionais com robôs humanoides em trabalhos manuais do aeroporto internacional de Haneda, o mais importante do país. Os modelos entram em ação a partir de maio por meio da companhia Japan Airlines em parceria com o GMO Internet Group. Os testes devem acontecer até 2028, com expectativa de diminuir o sacrifício humano em trabalhos pesados.
A princípio, os humanoides atuarão como apoio para a equipe responsável pelo carregamento de malas, e a iniciativa é apontada como uma possível solução para a baixa oferta de mão-de-obra no Japão. Em vídeos divulgados pela Japan Airlines, um robô da chinesa Unitree com cerca de 1,30 m aparece empurrando um container de carga e dando sinal de “ok” para a próxima fase da tarefa.
Os robôs humanoides realizarão trabalhos manuais pesados no setor de cargas do aeroporto Tóquio-Haneda, por onde circulam cerca de 60 milhões de pessoas a cada ano. Os dados levantados pela Organização Nacional de Turismo do Japão apontam mais de 7 milhões de turistas no país apenas nos dois primeiros meses de 2026, e a expectativa é de superar os mais de 47 milhões de visitantes do ano passado.
A proposta, portanto, é auxiliar os trabalhadores do setor de cargas para transportar malas, encomendas e mais itens que passam pelos terminais. Por enquanto não há informações quanto ao peso máximo sustentado pelas unidades, tampouco à autonomia de bateria de cada robô. Os humanoides também podem passar a realizar tarefas de limpeza, entre outras atividades. Vale lembrar que outras áreas do aeroporto também já contam com automações importantes.
Segundo o jornal The Guardian, serão necessários 6,5 milhões de novos trabalhadores estrangeiros atuando no Japão para dar conta da alta demanda de serviço. Enquanto isso, a força laboral só faz diminuir e o governo sofre pressão por conta da crescente imigração por lá.

Durante a CES 2026, diversas marcas aproveitaram para apresentar seus novos robôs humanoides, entre empresas de tecnologia e montadoras de automóveis, além de modelos voltados para atividades domésticas. Ao que parece, é uma tendência do mercado de tecnologia para os próximos anos.

Uma das marcas presentes na feira anual de Las Vegas foi a própria Unitree, que tem se destacado pela forte presença do robô G1 nas redes sociais. O influenciador brasileiro Lucas Rangel costuma publicar vídeos em que o humanoide dele aparece realizando atividades do dia a dia, como uma espécie de mascote. Ele corre, dança, dança, acena, entre outros gestos. O produto custa US$ 13,5 mil (cerca de R$ 66,5 mil em conversão direta).
Robôs humanoides são os novos “funcionários” de aeroporto no Japão





A forma como as guerras são travadas está passando por mudanças profundas. É o que aponta uma reportagem publicada pelo The New York Times neste sábado (07). O jornal destaca o uso de drones baratos e fabricados em massa. E como isso tem desafiado tecnologias militares tradicionais e caras.
As forças militares dos Estados Unidos utilizaram pela primeira vez em combate o LUCAS, drone desenvolvido pela startup SpektreWorks por meio de engenharia reversa. A operação, executada na última semana, mirou infraestruturas e sistemas de defesa aérea no Irã. E foi em resposta a ataques iranianos que atingiram aeroportos, hotéis e embaixadas em países do Golfo Pérsico, como Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos.
O uso do drone LUCAS reforça como o Pentágono passou a priorizar a produção em massa de armas baratas e descartáveis em vez de focar exclusivamente em tecnologias multibilionárias, segundo o jornal. Entenda abaixo os pontos centrais da reportagem:

Os Estados Unidos criaram um sistema de ataque chamado LUCAS (sistema de combate não tripulado e barato). O ponto mais curioso é que o LUCAS é uma cópia “reversa” do drone iraniano Shahed.
Militares americanos perceberam que o drone do Irã era tão simples, barato e eficaz que decidiram fabricar sua própria versão para atacar alvos justamente no Irã e sobrecarregar suas defesas aéreas.
O drone iraniano Shahed tornou-se uma arma temida. Ele foi usado para atacar aeroportos, arranha-céus e embaixadas em países do Golfo Pérsico, como Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
A guerra está mudando de estilo, aponta o New York Times. E esse novo estilo pende mais para a rapidez de inovação do Vale do Silício do que para a burocracia tradicional do Pentágono.
Algumas cifras dão uma ideia disso. Enquanto um drone LUCAS ou Shahed custa U$ 35 mil, um míssil de cruzeiro Tomahawk custa cerca de US$ 2,5 milhões (R$ 13 milhões).
Além disso, é muito caro se defender desses drones. Para você ter ideia, um único tiro para derrubar um Shahed pode custar até US$ 3 milhões (R$ 16 milhões). Como são pequenos e lentos, eles muitas vezes “enganam” os radares, que confundem os drones com pássaros ou aviões civis.
O conflito entre Irã e nações do Golfo é visto como uma evolução do que já acontece na Ucrânia.
De um lado, a Rússia agora possui suas próprias fábricas de drones estilo Shahed e fez melhorias que foram compartilhadas de volta com o Irã.
De outro, a Ucrânia tornou-se a maior especialista do mundo em derrubar esses drones. O país usa desde metralhadoras até sensores acústicos que “ouvem” o barulho de motor de cortador de grama que os drones fazem.

A reportagem do NYT indica que o uso dessas armas só vai aumentar. Isso porque: 1) O governo dos EUA destinou US$ 1,1 bilhão (R$ 6 bilhões) para um programa que visa construir milhares desses drones de ataque; e 2) O próximo passo é usar a inteligência artificial (IA) para tornar esses drones ainda mais independentes e eficazes, permitindo que voem em “enxames” ou acompanhem aviões de caça pilotados por humanos.
O post Como o novo drone dos EUA ‘copiado’ do Irã está mudando a guerra apareceu primeiro em Olhar Digital.

Quem não via a hora de botar as mãos em uma nova Steam Machine vai ter que exercer a paciência: a linha deveria ser lançada oficialmente neste início de 2026, mas vai atrasar por conta do atual cenário de escassez de memória RAM e de chips de armazenamento de dados.
O hardware padrão da nova Steam Machine inclui uma CPU AMD com arquitetura Zen 4, uma GPU AMD com arquitetura RDNA 3, 16 GB de memória DDR5 e SSD com armazenamento de 512 GB ou 2 TB.
A nova Steam Machine foi anunciada em novembro de 2025 ao lado do joystick Steam Controller e do headset de realidade virtual Steam Frame. Os preços e as datas oficiais de lançamento deveriam ser informados agora, neste começo de ano, mas a própria Valve admitiu que a crise das memórias RAM forçou uma mudança de planos:
Quando anunciamos esses produtos em novembro, o nosso plano era de anunciar os preços e datas de lançamento no início de 2026 (ou seja, agora). Mas a escassez de memória e armazenamento que está afetando todo o setor, sobre a qual você já deve ter ouvido falar, se intensificou rapidamente desde então.
A disponibilidade limitada e os preços cada vez maiores desses componentes essenciais nos levaram a rever os nossos planos de preços e lançamento (especialmente os da Steam Machine e do Steam Frame).
Mais ou menos. A escassez de memórias RAM e de chips de armazenamento tem causado aumentos expressivos nos custos desses componentes. Para piorar a situação, a tendência de aumento de preços ainda não passou. É por essa razão, provavelmente, que a Valve ainda não definiu uma data de lançamento.
Contudo, a companhia informou que ainda tem planos de lançar a nova Steam Machine no primeiro semestre de 2026, o mesmo valendo para o Steam Controller e o Steam Frame.

Por causa da demanda maior do que a oferta. A implementação acelerada de aplicações de IA tem feito empresas do setor investirem na ampliação ou construção de data centers de tal forma que começou a faltar módulos de RAM no mercado. Como a Valve deixou claro, o problema também atinge o fornecimento de SSDs.
A Valve está longe de ser a única companhia a lidar com essa situação. Só para dar um exemplo, a linha Raspberry Pi teve um aumento expressivo de preços justamente por conta da crise do segmento de memória RAM.
Valve adia Steam Machine por causa da crise de memória RAM




O bom velhinho mandou avisar: ainda dá tempo de pedir o Nintendo Switch OLED neste Natal! O console híbrido que foi sucesso de vendas na Black Friday 2025 está com 29% de desconto no Mercado Livre, saindo por R$ 1.919 com o cupom VEMCOMTUDO. A promoção é válida para pagamentos via Pix.

Projetado para funcionar com a TV, em modo semiportátil e de forma completamente portátil, o Nintendo Switch OLED é uma ótima opção para jogar com amigos ou individualmente. O console tem tela OLED de 7 polegadas que oferece cores mais vivas em relação ao modelo padrão (com tela LCD). Além disso, ele traz um suporte mais amplo e ajustável.
Outro destaque do Nintendo Switch OLED é a porta LAN integrada à dock para conectar o console diretamente à sua rede de internet via cabo, o que permite reduzir a latência para partidas online e conectar vários Switches na mesma rede local para jogos offline.

O bundle do Nintendo Switch OLED em promoção com 29% OFF no Mercado Livre traz ainda o download do jogo completo Super Mario Bros. Wonder e 3 meses de assinatura individual do Nintendo Switch Online.
O serviço dá acesso ao catálogo de jogos de Super Nintendo (SNES) e do Nintendinho (NES) no Switch, incluindo títulos como Donkey Kong Country 3, The Legend of Zelda: A Link to the Past, Super Mario World, Super Mario Kart, The Legend of Zelda, entre outros.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Chega pro Natal: Nintendo Switch OLED tem 29% OFF no Mercado Livre




O Nintendo Switch está saindo por apenas R$ 1.472 no Pix com o cupom NATALINA no Mercado Livre. A oferta faz parte da campanha 12.12 de Natal da varejista, e é uma ótima oportunidade para comprar o console com desconto impressionante (48% sobre o lançamento por R$ 2.999).

No bundle em promoção, o console da Nintendo ainda acompanha o jogo Mario Kart 8, sendo um presente de Natal completo para fãs da franquia. Além disso, o presenteado ainda recebe três meses do Nintendo Switch Online para poder jogar online com os amigos, além de ter acesso a uma biblioteca games clássicos do Super Nintendo e Nintendinho.
Além das partidas online, os modos de jogo versáteis do Nintendo Switch são um grande destaque para compradores. É possível jogar no modo portátil, com os controles acoplados e utilizando a tela de 6,2 polegadas do console com resolução até 720p. Aqui, a leveza e portabilidade se destacam para viagens, por exemplo.
Outra possibilidade é jogar com o console conectado à TV, elevando a resolução da imagem para 1080p e utilizando os Joy-Cons desacoplados. Assim, é possível jogar tanto sozinho quando acompanhado. O mesmo vale para o modo semiportátil, ideal para jogatinas em grupo quando não há uma TV disponível.

Lembrando que, em oferta no Mercado Livre, o Nintendo Switch com Mario Kart 8 e 3 meses de assinatura do Nintendo Switch Online inclusa sai por apenas R$ 1.472 no Pix com o cupom NATALINA. Um valor que ainda representa menos da metade do preço do Nintendo Switch 2, então vale bastante a pena.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
12.12 de Natal: Nintendo Switch despenca 51% em oferta no Mercado Livre





É oficial: Asus e Microsoft revelaram os preços dos novos portáteis ROG Xbox Ally no Brasil. A versão padrão custará R$ 5.998, enquanto o ROG Xbox Ally X, mais robusto, chega por R$ 9.998.
Como noticiamos aqui no Tecnoblog, os consoles foram homologados pela Anatel entre o fim de outubro e começo de novembro. Ambos poderão ser adquiridos em pré-venda a partir desta sexta-feira (21/11), às 10h (horário de Brasília). Eles serão vendidos no site da Asus e nos varejistas parceiros Amazon e Mercado Livre.
A linha combina o hardware da família ROG com o Windows 11, em uma nova interface desenvolvida pelo Xbox para portáteis, e chega oficialmente ao país cinco meses depois de ser anunciada.
A nova versão do console é também uma resposta direta ao sucesso da Valve com o Steam Deck. Há alguns dias, a dona do Steam revelou sua nova Steam Machine, que gerou um frisson na comunidade gamer.

As principais diferenças entre os portáteis estão no hardware. O ROG Xbox Ally, vendido na cor branca, é o modelo oferecido como custo-benefício. Ele vem equipado com chip AMD Ryzen Z2 A, 16 GB de memória RAM, 512 GB de armazenamento e bateria de 60 Wh, pesando 670 gramas.
Já o ROG Xbox Ally X, de cor preta, é o modelo para entusiastas. O console traz Ryzen AI Z2 Extreme, 24 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e pesa 715 gramas. Também oferece suporte a Thunderbolt 4 em uma das portas USB-C.
A primeira versão do ROG Ally X foi lançada pela Asus em 2023, ainda sem a parceria com a Microsoft. O dispositivo chegou ao país por R$ 7.999, e nós fizemos um teste completo do produto:
Microsoft e Asus revelam preços dos novos portáteis no Brasil





A Valve foi um dos assuntos da última semana devido ao anúncio da nova Steam Machine, PC gamer que tem a proposta de oferecer uma experiência similar ou superior às dos consoles. O anúncio foi seguido de desconfianças sobre o desempenho da máquina, mas a empresa garante: a Steam Machine é mais rápida do que 70% dos PC para jogos atuais.
Uma das razões para as desconfianças está no chip gráfico da novidade: trata-se de uma GPU feita sob medida pela AMD, que tem a arquitetura RDNA 3 como base e que traz 8 GB de memória GDDR6.
Estima-se que o desempenho desse chip é equivalente ao da GPU Radeon RX 7600, que consegue rodar determinados jogos a 1080p de modo satisfatório, por exemplo, mas está longe de ser topo de linha.
Contudo, em entrevista recente ao canal e podcast Adam Savage’s Tested, Yazan Aldehayyat tratou de enfatizar que a Steam Machine oferece desempenho suficiente para a execução satisfatória de todos os jogos disponíveis na plataforma Steam. Aldehayyat é engenheiro de hardware na Valve.
O executivo também deu a seguinte declaração: “a Steam Machine é igual ou superior [em desempenho] a 70% dos PCs que as pessoas têm em casa”. É uma forma que o engenheiro encontrou de dizer que a novidade não é a mais poderosa do mercado, mas que irá atender à maioria dos usuários.
É claro que a Steam Machine poderia ter um conjunto de hardware mais potente. Mas, durante a entrevista, Aldehayyat explicou que a Valve se preocupou em encontrar um equilíbrio entre desempenho e custo, de forma que podemos esperar que a Steam Machine chegue com um preço competitivo às prateleiras.
Em outras palavras, a Steam Machine foi projetada com foco em uma parcela ampla de jogadores, e não em entusiastas que não se importam de desembolsar muito dinheiro para ter uma máquina parruda para jogar.

Além de uma GPU com arquitetura RDNA 3 e 8 GB de VRAM, a nova Steam Machine conta com uma CPU, também feita sob medida pela AMD, que traz seis núcleos e arquitetura Zen 4. 16 GB de memória DDR5 e SSD com até 2 TB também fazem parte do hardware do equipamento. O sistema operacional é o SteamOS 3, baseado na distribuição Arch Linux.
De acordo com a Valve, esse conjunto é capaz de rodar jogos em resolução 4K e 60 fps. É claro que os testes independentes é que confirmarão (ou refutarão) esse cenário.
A expectativa é a de que a nova Steam Machine chegue ao mercado no início de 2026. Os preços sugeridos ainda não foram revelados.
Steam Machine supera desempenho de 70% dos PCs, afirma Valve





A Valve anunciou, nesta quarta-feira (12/11), a nova Steam Machine — seu “console” para jogos. Na prática, o dispositivo é um PC voltado para games, que combina a flexibilidade do computador com a praticidade dos consoles, rodando o SteamOS.
A nova Steam Machine será comercializada em duas versões, com SSD NVMe de 512 GB ou 2 TB. Além do hardware principal, a empresa revelou o novo Steam Controller e o Steam Frame, headset de realidade virtual. Todos os dispositivos estão previstos para 2026, ainda sem preços divulgados.

De acordo com a Valve, a nova linha é uma evolução natural do Steam Deck, com foco em compatibilidade total com a biblioteca Steam. Todos os jogos que funcionam no portátil também rodarão automaticamente na Steam Machine.
Essa será a segunda versão da Steam Machine. A primeira, lançada em 2015, fez bastante barulho, mas não emplacou. Na época, a Valve firmou parceria com cerca de 15 fabricantes — entre elas Alienware e Asus —, que lançaram modelos com diferentes configurações de hardware.

Agora, a nova Steam Machine traz chips AMD Zen 4 e RDNA 3, além de 16 GB de memória RAM DDR5. O processador tem seis núcleos, chega a 4,8 GHz e consome até 30 W.
Já a GPU, baseada na arquitetura “Navi 33”, conta com 28 unidades de computação, 8 GB de VRAM GDDR6 e TDP de até 130 W.
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Valve mira guerra dos consoles e anuncia nova Steam Machine


A Realme anunciou oficialmente o lançamento do Realme 15 Pro Game of Thrones Limited Edition, uma versão especial com design e acessórios inspirados no universo da série da HBO. Somente 5 mil unidades do smartphone serão comercializadas em todo o mundo. No Brasil, ele chega pelo preço sugerido de R$ 5.999.
A edição especial faz parte da família Realme 15, que também será lançada no país. Os aparelhos unem especificações robustas, como baterias de 7.000 mAh e telas de até 144 Hz, com recursos integrados de inteligência artificial.
Lançada em 2011, Game of Thrones se tornou um fenômeno cultural. Encerrada em 2019, a série já gerou duas séries derivadas, e elementos como os brasões das casas seguem inspirando produtos licenciados.

A edição especial do Realme 15 Pro traz, já na caixa, uma porção de referências à série (especialmente à Casa Targaryen), baseada no baú de ovos de dragão de Daenerys Targaryen, incluindo textura amadeirada, bordas metálicas e os brasões de nove grandes casas de Westeros.
Aberta, a embalagem apresenta uma miniatura do Trono de Ferro e um mapa do continente em que se passa grande parte da série. Dentro da caixa, acompanha um ejetor de cartão SIM no formato do broche da Mão do Rei, cartões postais e adesivos.
Já o aparelho tem acabamento traseiro que imita couro, com o brasão da Casa Targaryen em relevo no centro. A cor muda de preta para vermelha quando exposta a temperaturas de 44º C ou mais. Reforçando o apreço pela Casa Targaryen (que protagoniza as duas séries derivadas, Casa do Dragão e O Cavaleiro dos Sete Reinos), até mesmo o leitor de impressão digital exibe o brasão da família.

O conjunto de câmeras é protegido por um vidro com outros brasões gravados, enquanto um detalhe dourado de garras de dragão contorna o módulo.
No software, essa edição do Realme 15 Pro segue a temática, com papéis de parede, ícones e animações personalizadas. O sistema de câmera também inclui dois filtros exclusivos, chamados “Northland” e “Kingdom”, e comando personalizado para transformar fotos em versão medieval por IA.
Por dentro, o aparelho mantém as configurações da versão Pro padrão. O celular é equipado com uma tela OLED de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz e bordas curvas. O desempenho é responsabilidade do processador Snapdragon 7 Gen 4, em conjunto com 12 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento.
A autonomia é um dos pontos principais da linha, trazendo uma bateria tem 7.000 mAh compatível com carregamento rápido de 80 W. O smartphone sai de fábrica com Android 15 e certificações IP68 e IP69, de resistência contra água — inclusive quente — e poeira.
A edição limitada do Realme 15 Pro Game of Thrones estará disponível no país “em breve”, segundo a fabricante. O celular será vendido na loja oficial da Realme no Mercado Livre e nas lojas físicas da Fast Shop pelo preço de R$ 5.999.
Com informações de Android Central e GSMArena
Realme 15 ganha versão baseada em Game of Thrones


