Inside Madonna’s Horny, Full-Throttle Grindr Takeover

O compartilhamento familiar do iCloud permite que um organizador divida uma única assinatura do iCloud+ com até cinco pessoas. O sistema cria um armazenamento unificado, garantindo acesso a recursos premium sem expor os arquivos pessoais de cada convidado.
Para configurar, basta acessar o menu “Família” nos “Ajustes” do iPhone, selecionar “Assinaturas” e escolher o iCloud+ para gerenciar o plano. Em seguida, a pessoa envia o link para os convidados e, assim que eles aceitarem, o armazenamento será automaticamente compartilhado.
A seguir, veja o passo a passo para ativar o compartilhamento familiar do iCloud.
Acesse o aplicativo “Ajustes” do iPhone para ver as configurações e os recursos do dispositivo.

Toque no seu nome, no topo da tela de “Ajustes”, para ver os dados pessoais, informações de pagamento e detalhes sobre o iCloud.

Toque na opção “Família” ou “Compartilhamento familiar” para iniciar a criação do grupo que dividirá os recursos de armazenamento do iCloud. Leia as informações da ferramenta e, em seguida, toque em “Continuar” para avançar.

Volte ao menu inicial do “Ajustes” e toque na opção “Família” que aparece no topo da tela de configurações do iPhone.

No menu “Família”, toque em “Assinaturas” para a próxima etapa de configuração do compartilhamento familiar do iCloud.

Toque na opção do “iCloud+” para visualizar os detalhes do plano contratado na conta. Então, você poderá usá-lo para compartilhar o armazenamento iCloud com os membros do grupo.

Toque no botão “Convidar família”, na parte inferior da tela, e escolha a melhor forma para enviar o link de acesso. Assim que os membros aceitarem, o compartilhamento familiar no iCloud estará ativo e o espaço será dividido automaticamente.

O compartilhamento familiar do iCloud atua como uma assinatura única gerenciada por um organizador, permitindo que até 6 pessoas dividam o plano de armazenamento. Esse ecossistema inclui acesso a recursos premium de privacidade sem taxas adicionais.
A divisão de espaço opera em um modelo de fundo unificado (pool de dados), onde os membros consomem a capacidade total contratada privadamente. O sistema elimina cobranças individuais e otimiza custos, garantindo que os arquivos de cada participante permaneçam confidenciais.
O compartilhamento familiar do iCloud permite que um organizador divida a assinatura com até cinco pessoas, totalizando seis usuários integrados ao mesmo ecossistema. Esse limite unificado expande o acesso não apenas ao armazenamento em nuvem, mas também aos serviços agregados do ecossistema Apple.
Sim, o iCloud permite incluir amigos ou terceiros que possuam uma ID Apple, sem a necessidade de comprovação de parentesco. Contudo, o sistema os integrará tecnicamente como membros de uma família, compartilhando obrigatoriamente os recursos do plano.
Não, os arquivos não ficam visíveis para os outros membros do grupo ao dividir o plano do iCloud. O sistema funciona como um cofre compartilhado, onde cada usuário tem seu próprio espaço criptografado e totalmente trancado por sua ID Apple.
As fotos só serão expostas caso a pessoa crie intencionalmente uma Biblioteca de Fotos Compartilhada ou envie arquivos diretamente para os membros. Sem essa ação manual, o ecossistema protege a privacidade de dados de forma nativa e automática.
É possível dividir o iCloud com usuários de Android com algumas restrições. A pessoa pode fazer parte do grupo caso possua uma conta Apple, mas não pode utilizar o armazenamento na nuvem porque o serviço não está disponível para o sistema do Google.
Nesses casos, o compartilhamento familiar funciona apenas para serviços de mídia específicos portados para o Android, como o Apple Music e Apple TV. O gerenciamento e a configuração inicial do ecossistema familiar continuam exigindo obrigatoriamente um dispositivo iOS para atuar como organizador.
Como compartilhar o iCloud com membros da família
















O Apple Music sempre afastou uma parcela de usuários por não permitir o uso gratuito com propagandas, como ocorre nos rivais Spotify, Deezer e YouTube Music. Mas isso pode mudar: linhas de código foram encontradas na versão beta do aplicativo para Android, indicando um possível novo plano.
As linhas de código foram identificadas pelo analista Aaron Perris, do portal MacRumors. Elas contém as mensagens “Premium access required” (“acesso premium necessário”, em tradução livre) e “Can’t skip any more tracks” (“não é possível pular mais faixas”), que parecem sugerir um upgrade.
Perris sugere que as linhas também podem se referir à função Rádio, que já pode ser ouvida sem assinatura. Porém, a segunda mensagem não faria sentido aqui, já que não é possível pular músicas nas estações.
NEW: It appears that Apple may be working on a free or lower-cost tier of Apple Music.
— Aaron (@aaronp613) May 30, 2026
Strings in the latest Apple Music for Android beta mention "Can't skip any more tracks" and "Premium access required" pic.twitter.com/xGHeaDb7X3
Ainda não há detalhes sobre como esse modelo funcionaria, se haveria anúncios, limite diário de uso, bloqueio de faixas específicas ou outras restrições. Também não está claro se a Apple planeja um plano totalmente gratuito ou uma modalidade mais barata com recursos limitados.
Além disso, segundo o portal Android Authority, os trechos no aplicativo para Android sugerem que a empresa não está pensando apenas em reter os usuários de iPhone, mas também trazer pessoas de fora do ecossistema da Apple. Lembrando que o app chegou ao sistema rival em 2015 e ao PC em 2024, com uma versão web inicialmente lançada em 2020.
De acordo com o site, a possibilidade de um plano gratuito contrasta com declarações recentes do vice-presidente do Apple Music, Oliver Schusser. Em um podcast, o executivo criticou modelos sustentados por anúncios, argumentando que eles prejudicam artistas e desvalorizam o serviço como um todo.
No entanto, o modelo atual estaria deixando o serviço muito abaixo dos concorrentes. Segundo a Bloomberg, o Apple Music teria cerca de 6 milhões de assinantes em 2024, contra 30 milhões do Spotify. O serviço já tenta expandir seu alcance com a integração com o TikTok, anunciada em março.
Por enquanto, não há nenhum sinal de que a empresa pretenda flexibilizar o acesso ao serviço, para além dos códigos encontrados. Vale reforçar, entretanto, que trechos de código não dão certeza de que funcionalidades em teste chegarão ao público.
Apple Music pode finalmente ganhar plano gratuito


Apple e TikTok anunciaram, nesta quarta-feira (11/03), uma parceria global que integra o catálogo do Apple Music ao aplicativo de vídeos curtos. Nas próximas semanas, os assinantes da plataforma de áudio da Maçã poderão escutar músicas na íntegra e até participar de audições coletivas sem precisar fechar a rede social.
A iniciativa procura simplificar a descoberta de uma faixa viral e incentivar o consumo de obras completas. Segundo as plataformas, a integração também deve garantir a remuneração de artistas e detentores de direitos autorais. O recurso depende de uma assinatura ativa do Apple Music para funcionar.
A novidade se chama “Reproduzir Música Completa” (ou Play Full Song, em inglês). De acordo com informações divulgadas pelo TikTok, os usuários que encontrarem uma música de seu interesse na aba Para Você ou na página de detalhes do áudio visualizarão um novo botão dedicado.
Ao tocar nessa opção, a interface exibirá um player nativo do Apple Music sobreposto à navegação do TikTok. Nele, o assinante pode escutar a gravação original do começo ao fim. A integração também permite salvar as faixas nas bibliotecas e playlists pessoais do Apple Music, criando um histórico de fácil acesso. Quando a reprodução principal termina, o algoritmo da Apple entra em ação para sugerir outras faixas semelhantes.
Vale mencionar que a infraestrutura dessa ferramenta foi construída utilizando o MusicKit, a API oficial da Apple. Na prática, quando um usuário aperta o play na música dentro do TikTok, o sistema processa a ação como se a faixa estivesse tocando no aplicativo dedicado do Apple Music. Dessa forma, a reprodução contabiliza streams oficiais, e os artistas recebem os royalties devidos.
O pacote de atualizações inclui ainda o Listening Party. A ferramenta cria um ambiente virtual compartilhado no qual diversos usuários do TikTok podem ouvir a mesma música. O objetivo é estreitar os laços entre os criadores e o público. Durante essas sessões de escuta, os fãs podem interagir entre si em tempo real pelos comentários. Em eventos de lançamento específicos, os próprios artistas poderão participar da sala para conversar com os ouvintes.

A parceria com o Apple Music representa um dos passos mais profundos de integração do TikTok com o mercado tradicional de áudio, mas o movimento não é isolado. A plataforma de vídeos curtos já havia testado integrações mais simples, como a função de salvar músicas, em colaboração com o Spotify e o SoundCloud.
A colaboração atual, contudo, reforça uma mudança de rota na ByteDance, empresa controladora do TikTok. Em 2024, a companhia optou por encerrar as operações do TikTok Music, sua própria plataforma de streaming musical que tentava competir de frente com gigantes como o próprio Spotify.
Após a experiência de curta duração, o TikTok adota a estratégia de atuar como vitrine. Em vez de arcar com os custos de licenciamento para manter um catálogo próprio, a rede social foca agora em estreitar os laços com antigos concorrentes.
Apple Music vai rodar dentro do feed do TikTok
Saber se uma música foi criada por um humano ou por inteligência artificial está prestes a ficar mais simples. A partir desta quarta-feira (4), o Apple Music começou a implementar “etiquetas de transparência” para identificar conteúdos gerados ou assistidos por IA, ajudando o usuário a distinguir produções sintéticas no catálogo.
A novidade foca nos metadados, as informações “invisíveis” que acompanham cada arquivo, como nome do artista e gênero. Segundo o site Music Business Worldwide, a Apple enviou um comunicado a parceiros da indústria explicando que as gravadoras e distribuidores agora podem marcar campos específicos durante o upload.
Essas etiquetas permitem identificar o uso de IA em quatro frentes distintas:
O objetivo é trazer clareza para o ecossistema de streaming, atendendo a uma demanda crescente dos ouvintes por autenticidade.
No momento, a funcionalidade está disponível para gravadoras, distribuidores e parceiros do Apple Music que utilizam as ferramentas de envio da plataforma, segundo o Techcrunch.
A Apple segue uma tendência de mercado também adotada pelo Spotify, que aposta na sinalização manual feita pelos selos musicais. Outras plataformas, como a Deezer, tentam criar ferramentas de detecção automática via software, embora a precisão absoluta ainda seja um desafio tecnológico.
Para o usuário final, não é necessário ativar nenhuma configuração no aplicativo. As informações de IA começarão a aparecer gradualmente conforme os novos lançamentos forem processados pelas gravadoras com os novos metadados.
Como a mudança ocorre no processamento dos arquivos nos servidores da Apple, você não precisa atualizar o aplicativo na App Store ou Play Store para começar a visualizar essas marcações no futuro. No entanto, vale ressaltar que o sistema depende da honestidade das distribuidoras, já que a marcação, por enquanto, é opcional e manual por parte de quem faz o upload da música.
O post Apple Music terá selo para identificar músicas feitas por IA apareceu primeiro em Olhar Digital.

O YouTube Music começou a restringir o acesso às letras de músicas para usuários que utilizam a versão gratuita do serviço. Relatos recentes indicam que a plataforma passou a impor um limite mensal para a visualização completa das letras, movimento que amplia diferenças entre contas pagas e não pagas.
A mudança não é totalmente inédita. Desde setembro de 2025, o Google vinha testando a exibição de letras como um recurso exclusivo do YouTube Music Premium. Agora, porém, a política parece ter avançado para uma implementação mais ampla, afetando usuários em diferentes mercados. Procurado pela imprensa estrangeira, o Google ainda não confirmou oficialmente os detalhes do limite.
Nos testes e relatos publicados, usuários sem assinatura conseguem acessar integralmente as letras de apenas cinco músicas por mês. Ao atingir esse número, o aplicativo passa a exibir apenas os primeiros versos, enquanto o restante do texto aparece desfocado.
A restrição é apresentada de forma explícita dentro do aplicativo. Ao abrir a aba de letras, o usuário vê um aviso destacando quantas visualizações completas ainda restam naquele mês, acompanhado de uma contagem regressiva. Após o esgotamento da cota, o bloqueio é automático.
A funcionalidade deixa de ser apenas um complemento visual e passa a integrar o conjunto de recursos usados como argumento comercial para a assinatura. O YouTube Music Premium já oferece benefícios como reprodução em segundo plano, downloads e ausência de anúncios.
Embora o Google não tenha detalhado os critérios técnicos da limitação, a experiência relatada indica que o bloqueio ocorre independentemente do artista ou do álbum, contando apenas o número total de músicas com letras acessadas.

A decisão se insere em um debate mais amplo sobre o que críticos chamam de enshittification, conceito que descreve o processo pelo qual plataformas digitais, após conquistarem uma base ampla de usuários, passam a degradar gradualmente a experiência gratuita para extrair mais valor financeiro.
Nesse contexto, a limitação das letras é vista por parte dos usuários como mais um passo na redução deliberada de funcionalidades antes consideradas básicas. Letras de músicas, que já foram amplamente acessíveis em serviços de streaming, tornam-se um diferencial pago, reforçando a dependência do modelo de assinatura.
Para o YouTube Music, a estratégia pode ajudar a elevar a conversão para o Premium em um mercado altamente competitivo, dominado por serviços como Spotify e Apple Music. Por outro lado, a medida também tende a alimentar críticas sobre a perda de valor da versão gratuita e o aumento da fragmentação da experiência.
YouTube Music limita letras e reforça o Premium


A Apple é uma gigante da tecnologia fundada por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976. A empresa nasceu em uma garagem na Califórnia com o objetivo de tornar os computadores pessoais mais acessíveis.
A marca revolucionou o mercado ao lançar o Macintosh com interface gráfica em 1984, focando na união entre design e facilidade de uso. Assim, sua missão sempre foi entregar ferramentas digitais poderosas e intuitivas para os seus clientes.
Inovações icônicas como o Mac, o iPhone e o iPad transformaram a comunicação e o consumo de mídia globalmente. Hoje, a companhia lidera o setor por meio de um ecossistema integrado que conecta bilhões de usuários.
A seguir, saiba mais sobre a história da Apple, seus fundadores e onde fica a sede global da empresa. Também conheça o portfólio de produtos da marca.
A Apple é uma multinacional americana de tecnologia, focada em inovação de hardware, software e serviços, integrado design minimalista a um ecossistema exclusivo. Seu portfólio inclui dispositivos icônicos, como o iPhone e o Mac, além de plataformas digitais robustas como o iCloud e o Apple Music.

A Apple foi fundada por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976, quando a dupla criou o computador Apple I em uma garagem na Califórnia (EUA). O sucesso veio rapidamente com o Apple II, lançado no ano seguinte, estabelecendo as bases para a revolução da computação pessoal.
Em 1984, o Macintosh introduziu a interface gráfica ao grande público, mas o alto custo gerou crises internas severas. Esse cenário resultou na saída de Steve Jobs em 1985, após intensos conflitos estratégicos com a diretoria.
A década de 1990 quase levou a Apple à falência devido ao avanço do Windows e à falta de foco em produtos inovadores e atrativos. Tudo mudou em 1997 com o retorno de Jobs a empresa, que simplificou a linha de produção e lançou o computador iMac.
O lançamento do iPod em 2001 e do iPhone em 2007 transformou a marca em uma big tech dominante no mercado global. Essas inovações disruptivas criaram um ecossistema fechado que fidelizou milhões de usuários ao redor de todo o mundo.
Sob a gestão de Tim Cook desde 2011, a Apple focou em serviços e dispositivos vestíveis, como o Apple Watch. Essa estratégia consolidou a Maçã como uma das principais empresas de tecnologia em termos de valor de mercado.
Atualmente, a empresa investe em inteligência artificial e computação espacial com o headset Vision Pro. Prestes a completar 50 anos em 2026, a marca segue ditando tendências e moldando o futuro do consumo tecnológico.

Steve Jobs e Steve Wozniak são os cofundadores da Apple, combinando marketing estratégico a uma engenharia de hardware à frente do tempo. Essa parceria inicial foi fundamental para transformar computadores pessoais em ferramentas acessíveis para o grande público.
Ao focar em eletrônicos de consumo, Jobs guiou a criação de produtos que redefiniram indústrias inteiras pela estética e usabilidade. Sua visão elevou a marca ao status de líder global, influenciando o mercado de tecnologia e o comportamento dos usuários por décadas.
A Apple não tem um único dono, pois é uma empresa de capital aberto desde 1980 e pertence a milhões de acionistas. O controle majoritário é exercido por grandes investidores institucionais, como os grupos Vanguard, BlackRock e State Street, que gerem a maior parte das ações.
A Berkshire Hathaway, do investidor Warren Buffet, figura como o principal acionista corporativo, enquanto executivos como Tim Cook detêm fatias individuais menores. Essa estrutura garante que a governança seja distribuída entre o mercado financeiro e os fundos de investimentos globais.

A Apple foi fundada em 1º de abril de 1976 por Steve Jobs e Steve Wozniak na Califórnia. A empresa surgiu inicialmente para comercializar o computador Apple I, existindo juridicamente a partir dessa data.
A Apple é uma empresa originária dos Estados Unidos, fundada especificamente na cidade de Los Altos, Califórnia (EUA). Atualmente, a sede global permanece no estado californiano, mas em Cupertino.

A sede da Apple está localizada no One Apple Park Way, na cidade de Cupertino, Califórnia (EUA). O campus circular abriga mais de 12 mil funcionários em instalações sustentáveis que ocupam 175 acres no Vale do Silício.
Antes de 2017, o endereço principal da companhia era o 1 Infinite Loop, também em Cupertino. Atualmente, o antigo complexo permanece em uso pela empresa como um centro secundário para escritórios e laboratórios.
Sim, a Apple mantém um escritório corporativo em São Paulo que atua como sua sede administrativa e operacional para o mercado brasileiro. O espaço centraliza as atividades de vendas, suporte ao cliente, logística e questões jurídicas no país.

A Apple oferece um portfólio de produtos de hardware, softwares e serviços digitais. Todos projetados para uma integração perfeita com seu ecossistema:
Hardware

Softwares e Sistemas operacionais

Serviços e assinaturas

Qual é a história da Apple? Saiba quem foi o criador da empresa dona do iPhone


















O Spotify lançou nesta quarta-feira (3) a desejada Retrospectiva 2025, uma tela personalizada que mostra os hábitos de escuta dos usuários ao longo do ano. A principal novidade é a função de “idade musical”, que compara os gostos do usuário com pessoas da mesma faixa etária analisando o ano de lançamento das músicas mais ouvidas. Nós tivemos acesso antecipado à ferramenta e, por algum motivo que me falta, eu fui classificado com idade musical de 20 anos.
Outra diferença em relação a anos anteriores está na inteligência artificial generativa e no LLM, que foi utilizado para produzir alguns dos textos que são apresentados durante a retrospectiva. O Spotify leva em consideração o consumo dos usuários desde janeiro até “algumas semanas” antes da divulgação do Wrapped.
A nova edição inclui o ranking de fãs, que mostra a posição do ouvinte entre os fãs do artista preferido com base nos minutos de reprodução. Também mantém recursos como Top Gêneros, Quiz da Top Música e Corrida do Top Artista, que mostra como os cinco artistas favoritos mudaram mês a mês.

Entre as novidades, o recurso de Clubes coloca os usuários em um de seis grupos que representam estilos únicos de ouvir música. Já a Festinha da Retrospectiva é uma função interativa que transforma dados de escuta em jogo ao vivo com amigos. Assim como em outros anos, mensagens personalizadas de podcasters favoritos também podem aparecer no app.
Todo o material é formatado em vídeo vertical e pode ser compartilhado em redes como Instagram, TikTok ou status do WhatsApp.
Não custa lembrar: nós estamos na temporada de retrospectivas. Com o lançamento de hoje, o Spotify se junta a Deezer, Apple Music, Amazon Music, YouTube Music e até mesmo o iFood, apenas para citar alguns serviços digitais. A escala, no entanto, é completamente outra: o Spotify possui 700 milhões de ouvintes e, segundo dados internos, 80% esperam pelo acesso ao Wrapped.
A funcionalidade está disponível no app do Spotify para Android e iPhone (iOS), entre outros sistemas. A empresa nos explicou que é preciso estar com a versão mais recente instalada. Essa funcionalidade pode ser acessada pelo feed de Retrospectiva na tela inicial. Neste ano, usuários podem controlar a velocidade das páginas e revisitar momentos específicos sem precisar voltar ao início.
O Spotify Brasil decidiu promover sua maior e mais longa live para celebrar o lançamento da Retrospectiva 2025. A transmissão multicanal acontece no TikTok, Instagram e YouTube a partir das 13h de hoje. O line-up inclui Camila Fremder, Gregorio Duvivier, João Vicente, Paulinho O Loko, Lela Brandão e J. Eskine. A programação traz quadros especiais, jogos, reacts, performances e versão ao vivo da “Resenha do Arrocha”, com conversas sobre Retrospectivas, desafios musicais e versões exclusivas de podcasts.

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical






O YouTube está realizando testes para colocar locuções geradas por inteligência artificial em estações de rádio e mixes do YouTube Music. Segundo a plataforma de streaming, os apresentadores vão contar histórias, revelar curiosidades e fazer comentários divertidos sobre as músicas favoritas do usuário.
O recurso é o primeiro do YouTube Labs, nome que a empresa deu para seu recém-lançado programa de recursos experimentais. Ele é exclusivo para assinantes do plano Premium. Mesmo assim, o cadastro não garante acesso: os locutores só foram disponibilizados a um pequeno número de usuários nos Estados Unidos.
Colocar a IA para falar é uma das apostas do Google para essa tecnologia. Um grande exemplo disso é o NotebookLM, ferramenta voltada a estudos que é capaz de transformar cadernos, artigos, anotações e outros materiais em um podcast sobre o assunto, com direito a dois apresentadores conversando.
O recurso fez sucesso e o Google tem planos para colocar uma ferramenta semelhante nos resultados de busca, transformando as páginas mais relevantes da pesquisa em um resumo falado.
Voltando aos serviços de música, o YouTube Music não é o primeiro a recorrer à tecnologia para simular um apresentador. Em agosto de 2023, o Spotify apresentou o DJ X, recurso que cria playlists e contextualiza as escolhas, explicando em áudio o motivo da seleção.
Mesmo mídias mais tradicionais bêm fazendo seus testes com a IA. Na Polônia, uma estação de rádio demitiu seus jornalistas e colocou apresentadores virtuais na programação. A Off Radio Krakow abandonou a ideia após críticas — um abaixo-assinado pelo fim do experimento conseguiu 23 mil assinaturas em cerca de uma semana.
Com informações do YouTube e do Verge
YouTube testa locutores gerados por IA em rádios e playlists

