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Logitech G PLAY 2026: empresa confirma novos mouses, teclados e o Yeti 2 a partir de outubro

23 de Setembro de 2026, 16:35

A Logitech G reuniu a imprensa brasileira na manhã desta quarta-feira (23), na Login House XP, em São Paulo, para uma apresentação em primeira mão das novidades do Logitech G PLAY 2026 — evento global da marca que reúne lançamentos de hardware, software e experiências voltadas a gamers casuais, jogadores competitivos e criadores de conteúdo. O Olhar Digital acompanhou a apresentação e testou parte dos novos equipamentos no local.

Ao todo, a Logitech G apresenta 15 novos produtos nesta edição, além de novidades de software e recursos de personalização e integração do ecossistema da marca. Para o mercado brasileiro, a companhia confirmou uma seleção de nove lançamentos, com chegada às lojas a partir de outubro, e novidades adicionais previstas para novembro e dezembro.

Um evento pensado para reforçar o peso do Brasil no mapa da marca

O Logitech G PLAY 2026 aconteceu globalmente em 23 de setembro, com transmissão pelo canal Flow Games. Sob o conceito “The Road to the Breakthrough”, a marca reforçou o compromisso de ouvir a comunidade de jogadores e de conectar hardware, software, criadores e comunidade em um único ecossistema.

Apresentação produtos gamer logitech g 2026
Evento Logitech G PLAY 2026 – Divulgação / Olhar Digital

Durante a apresentação brasileira, executivos da Logitech G destacaram a relevância do país como mercado prioritário, já que de acordo com a Newzoo somos o terceiro maior mercado de consumo de games – com produtos passando por testes de qualidade conduzidos por jogadores profissionais e criadores de conteúdo brasileiros antes de chegarem às prateleiras, em um processo descrito como parte de um esforço conjunto com outros mercados internacionais para garantir o padrão dos lançamentos.

“O Brasil é um mercado muito importante para a Logitech G e estar próximo da comunidade é fundamental para entendermos o que os jogadores realmente buscam. Esses lançamentos mostram justamente essa preocupação em oferecer produtos para diferentes perfis, desde quem está evoluindo seu setup até quem busca o mais alto nível de performance competitiva. Nosso objetivo é trazer inovação, praticidade e tecnologia que façam sentido para o jogador brasileiro“, afirma Leandro Rocha, Gerente de Categoria de Gaming da Logitech G no Brasil.

Linha PRO ganha reforços para quem busca desempenho competitivo

A família PRO, desenvolvida em colaboração com atletas profissionais (hoje a marca trabalha com mais de 300 atletas e 44 equipes de esports ao redor do mundo), recebe três novos mouses.

O principal deles é o PRO X3 SUPERSTRIKE, que chega ao Brasil em outubro por R$ 1.299,90, nas cores preto e magenta. O modelo dá continuidade à tecnologia SUPERSTRIKE, construída sobre o sistema HITS: uma abordagem de clique que funciona de forma parecida a um teclado magnético, permitindo controlar a pressão exercida sobre o botão para acionar o comando, o que a marca descreve como o clique mais rápido da categoria atualmente no mercado. Segundo a Logitech G, foram nove meses de desenvolvimento para alcançar uma melhoria de 50% na eficiência energética do mouse, mantendo um chassi leve e equilibrado.

Completam a linha o PRO X SUPERLIGHT 2c SE e o PRO X SUPERLIGHT 2 DEX SE, ambos disponíveis nas cores preto, branco e magenta e com preço sugerido de R$ 699,90. Opções voltadas a jogadores que buscam alto desempenho em formatos mais compactos e personalizáveis.

O G502 X também ganha reforço, com duas novas opções de cor para o Brasil: preto e roxo, e branco e turquesa, por R$ 999,90.

Teclados e mousepad também recebem atualização

Na linha de teclados, o destaque é o PRO X2 RAPID, com chegada prevista para novembro por R$ 1.699,90, também nas cores preto, branco e magenta. O modelo usa switches magnéticos e a tecnologia Rapid Trigger, que permite ajustar o quanto uma tecla precisa ser liberada antes de acionar o próximo comando, recurso pensado para reduzir o tempo de resposta em jogos competitivos. A personalização pode ser feita pelo software G HUB ou diretamente no teclado, que conta com interface OLED e vem acompanhado de apoio de pulso (Palm Rest).

Já o G316 X 75 chega em outubro como opção de entrada no formato compacto 75%, nas cores preto e branco, por R$ 584,90 (R$ 496 no Pix). O lançamento dialoga com o perfil de consumo do mercado brasileiro: cerca de 80% dos teclados vendidos no país custam abaixo de R$ 500, em um mercado que ocupa a 9ª posição global em gastos com tecnologia para games. Sinal de que o público brasileiro joga bastante, mas prioriza custo-benefício na hora de montar o setup.

Completa o grupo de acessórios para setup competitivo o PRO X CONTROL, mousepad com dimensões de 400 x 460 mm, chegada prevista para novembro e preço sugerido de R$ 499,90. O produto usa tecido de malha para deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm e base de alta aderência para manter a superfície estável durante o jogo.

Áudio: um microfone reformulado e um headset com foco em comunicação

Para criadores de conteúdo, streamers e podcasters, a Logitech G apresenta o Yeti 2, renovação do microfone mais conhecido da marca. O novo modelo chega ao Brasil em outubro, na cor preta, por R$ 999,90, com sensor de proximidade capaz de acompanhar a posição do usuário em três dimensões e ajustar automaticamente ganho, equalização e padrão de captação em tempo real — eliminando a necessidade de ajustes manuais constantes. O Yeti 2 também conta com redução de ruído por inteligência artificial, tela de LED colorida, integração com o G HUB, perfis de comunidade via Blue VO!CE e personalização de avatar.

Microfone Yeti 2 - Logitech G
Microfone Yeti 2 – Logitech G – Logitech / Divulgação

Na linha de headsets, o PRO X3 LIGHTSPEED chega em novembro por R$ 1.699,90, nas cores preto, branco e magenta. O modelo é voltado a jogadores competitivos e aposta em um microfone de 48 kHz para comunicação mais clara, além de opções avançadas de personalização de equalização para priorizar sons relevantes durante a partida.

ASTRO A50 X ganha edição especial em dezembro

Fecha o calendário do trimestre a nova edição do ASTRO A50 X, batizada de Mars Red, com chegada ao Brasil prevista para dezembro. O headset integra o ecossistema de áudio da Logitech G e é voltado a jogadores que transitam entre plataformas: a tecnologia PLAYSYNC permite alternar entre sistemas compatíveis, enquanto a conexão sem fio LIGHTSPEED garante liberdade de movimento durante o jogo. A Logitech G afirma que detalhes de disponibilidade, preço final e data exata de lançamento serão anunciados em breve.

Headset Astro A50x Mars Red
Headset Astro A50x Mars Red – Divulgação/Logitech

O que ainda não tem data confirmada no Brasil

Nem todas as novidades apresentadas no Logitech G PLAY 2026 têm cronograma fechado para o mercado brasileiro. Segundo a marca, no caso dos novos volantes para a linha de SIM Racing, a decisão de restringir o próximo lançamento a uma versão para PC — sem variante dedicada para consoles — reduz o custo de desenvolvimento em relação a produzir versões específicas para as duas plataformas.

Outro ponto em aberto é o layout dos teclados: atualmente, todos os modelos da linha chegam ao Brasil no padrão americano (US), mas a Logitech G estuda o desenvolvimento de uma versão em ABNT para o mercado nacional, sem promessa definida.

Testado em primeira mão: linha PRO em ação no Valorant

O Olhar Digital teve acesso a uma estação de testes com a linha PRO rodando Valorant. Na prática, o mouse se destacou pelo peso reduzido, o que facilita a movimentação, mas exige uma recalibração de quem está acostumado a periféricos mais pesados — a sensibilidade pode ser ajustada nas configurações, ajuste que não foi possível testar dentro do tempo disponível na demonstração. O teclado respondeu de forma suave ao toque, com boa resposta aos comandos durante as partidas. Já o headset entregou uma separação de áudio consistente: passos ao redor do jogador ficaram identificáveis por direção, sem que os disparos soassem estridentes.

Calendário de lançamento da Logitech G no Brasil

*Produtos desenvolvidos na Suíça.


Leia também: Logitech G Racing Series: a grande final que levou o Sim Racing brasileiro para a pista real

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GTA VI, Spider-Man e mais: os jogos de PS5 que estão bombando nas ofertas da Amazon

23 de Setembro de 2026, 16:00

O PS5 tem um catálogo incrível, e aproveitar bons jogos com preços atrativos é sempre uma ótima pedida. Selecionamos três títulos que estão em destaque nas ofertas da Amazon agora — de aventuras de herói a simuladores de futebol e o lançamento mais aguardado dos últimos anos. Confira!

Marvel's Spider-Man: Miles Morales Edição Padrão - PlayStation 5

Marvel’s Spider-Man: Miles Morales Edição Padrão – PlayStation 5

Um dos jogos mais elogiados da geração atual, Miles Morales trouxe uma história emocionante e uma jogabilidade fluida que tirou o máximo proveito do hardware do PS5 — com carregamentos quase instantâneos, feedback háptico no controle DualSense e gráficos deslumbrantes. Quem ainda não jogou está perdendo uma das melhores experiências do console.

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Grand Theft Auto VI - PlayStation 5

Grand Theft Auto VI – PlayStation 5

GTA VI chegou ao PS5 e rapidamente se tornou um dos títulos mais comentados do ano. A Rockstar Games entregou um mundo aberto gigantesco, ambientado em Vice City, com nível de detalhe e profundidade narrativa que elevaram o padrão do gênero. Se você ainda não tem em casa, essa é a hora de garantir o seu.

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EA Sports FC 27 - PlayStation 5

EA Sports FC 27 – PlayStation 5

A mais recente edição da franquia de futebol da EA traz elencos atualizados, melhorias na física de bola e animações dos jogadores ainda mais realistas. EA Sports FC 27 mantém o padrão da série e é a pedida certa para quem curte uma partida de futebol virtual de alto nível no PS5.

Ver na Amazon →

As ofertas na Amazon costumam mudar rapidamente, e estoques de jogos físicos podem acabar sem aviso. Se algum título chamou sua atenção, vale acessar o link agora mesmo para garantir o seu antes que o preço suba ou o produto saia de linha.

Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

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Amazon e Anthropic: Cade arquiva investigação, mas mantém possibilidade de nova análise da parceria

23 de Setembro de 2026, 15:54

O Cade arquivou o processo que investigava os investimentos da Amazon na Anthropic e os acordos entre as empresas nesta quarta-feira (23). O tribunal entendeu que a participação minoritária não precisava ser comunicada previamente porque o faturamento da Anthropic no Brasil não atingiu o limite previsto em lei.

A decisão também afastou a possibilidade de gun jumping, quando uma empresa antecipa uma operação que ainda precisaria de autorização do Cade. O arquivamento, porém, não impede uma nova análise se a relação entre as empresas mudar ou gerar problemas para a concorrência.

Logo da Amazon em uma fachada
A investigação do Cade analisou o investimento minoritário feito pela Amazon na Anthropic em 2023. – Imagem: Tada Images/Shutterstock

O que o Cade analisou

O tribunal avaliou o investimento minoritário feito pela Amazon em 2023 e os acordos de colaboração tecnológica entre as duas empresas. Os conselheiros seguiram o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu que os acordos não criaram uma parceria com estrutura própria para dividir decisões, riscos e resultados.

Entre os pontos considerados pelo Cade estavam:

  • inexistência de órgão de decisão ou orçamento compartilhado;
  • ausência de ativos, equipe ou preços administrados em conjunto;
  • falta de metas comerciais comuns ou responsabilidade conjunta pelos clientes;
  • ausência de uma operação criada em conjunto pelas duas empresas.

A Amazon afirmou que os acordos não eram exclusivos e que a parceria ajudava a estimular a inovação. Para mostrar que a Anthropic não dependia apenas da Amazon, a empresa também citou relações com outros fornecedores e investidores, como Nvidia, Microsoft, Google, Broadcom e SpaceX.

O Cade reconheceu que a cooperação entre Amazon e Anthropic aumentou e que existe uma relação cada vez mais próxima entre as empresas. Ainda assim, o tribunal não encontrou mudanças na forma como as decisões são tomadas que justificassem considerar a parceria um empreendimento conjunto.

“A Lei nº 12.529/2011 oferece instrumentos de natureza estrutural e comportamental que, observados seus respectivos pressupostos, permitem à autoridade examinar operações não capturadas pelos critérios ordinários de notificação e investigar práticas capazes de produzir efeitos anticompetitivos”, ressaltou o relator.

O logotipo Anthropic AI é visto em uma tela de smartphone.
A Anthropic mantém relações com outros fornecedores e investidores, argumento usado pela Amazon durante a investigação. – Imagem: jackpress/Shutterstock

Decisão não impede nova investigação

O Cade poderá analisar novamente a parceria caso Amazon e Anthropic mudem a forma de atuação ou os acordos produzam efeitos que afetem a concorrência. Entre os pontos que podem motivar uma nova avaliação estão dependência tecnológica ou comercial, dificuldade para trocar de fornecedor, acesso a informações sensíveis e possíveis limitações a concorrentes.

Leia mais:

A conselheira Camila Cabral resumiu a posição do tribunal: “Ressalto a importância de que operações dessa natureza permaneçam sob especial atenção do Cade”. O procedimento atual, porém, foi arquivado.

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Tela magnética grava vídeos e faz selfies com a câmera traseira do celular

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Vivo (Jovi) apresentou um acessório que pode facilitar a vida de quem grava vídeos e selfies com o celular. Trata-se de uma tela touchscreen magnética que funciona como monitor remoto da câmera, permitindo ao usuário visualizar e controlar a gravação enquanto utiliza as câmeras traseiras do smartphone.

O acessório foi apresentado junto à nova linha de celulares topo de linha Vivo X500 e faz parte do kit de fotografia do X500 Pro Max. A tela também pode ser adquirida separadamente.

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A ideia é especialmente interessante para criadores de conteúdo. Como a tela espelha o aplicativo de câmera do celular, o usuário consegue acompanhar o enquadramento mesmo estando diante da câmera traseira, além de controlar por toque algumas configurações.

Isso permite deixar de lado a câmera frontal, que normalmente oferece qualidade inferior à dos sensores traseiros. No X500 Pro Max, o conjunto inclui uma câmera principal de 50 MP e uma telefoto de 200 MP, segundo as informações apresentadas sobre o aparelho.

vivo x500 pro max monitor

Tela AMOLED tem apenas 68 gramas

O monitor da Vivo aposta em dimensões compactas para facilitar o transporte. A tela utiliza um painel AMOLED de 3,92 polegadas, tem apenas 5,65 milímetros de espessura e pesa 68 gramas.

A conexão com o smartphone é feita por Bluetooth, eliminando a necessidade de um cabo entre o celular e o monitor. O acessório pode ser fixado magneticamente ao telefone ou utilizado de forma remota dentro do alcance da conexão sem fio. Esse formato também diferencia a solução de alternativas como a tela de monitoramento da Insta360, que utiliza uma conexão por cabo.

Apesar do sistema magnético, existe uma limitação para quem pretende utilizar o monitor. Os celulares da Vivo não possuem suporte nativo ao padrão MagSafe, o que significa que é necessário utilizar uma capa específica compatível com o acessório para realizar a fixação magnética.

Na China, o monitor tem preço de 699 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 537 em conversão direta. Ainda não há informações sobre um eventual lançamento internacional, então a tela permanece como uma solução exclusiva do mercado chinês.

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Logitech lança mouse PRO X3 Superstrike e novos periféricos no Brasil; veja preços

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Logitech anunciou o mouse gamer PRO X3 SUPERSTRIKE durante o evento Logitech G PLAY 2026, que aconteceu nesta quarta-feira (23). O novo modelo conta com um chassi 2 gramas mais leve que seu antecessor. Além do novo mouse, a marca revelou uma série de periféricos que chegarão ao Brasil nos próximos meses.

O Logitech G Pro X3 Superstrike estará disponível no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano nas variantes preta e magenta pelo preço sugerido de R$ 1.299,90. O acessório foi desenvolvido ao longo de 9 meses em colaboração direta com atletas de eSports.

A marca retrabalhou a distribuição interna de peso do mouse, o que garantiu uma redução de 2 gramas em comparação com o modelo anterior. De acordo com a empresa, a mudança oferece maior equilíbrio, estabilidade e precisão. Outro destaque do Logitech G Pro X3 Superstrike é sua eficiência energética, que melhorou em 50%, passando de 90 horas no modelo anterior para 135 horas de autonomia de bateria.

A taxa de atualização também recebeu melhorias significativas. O modelo anterior possuía um polling rate de 1.000 Hz, podendo estender a taxa para 8.000 Hz com fio. Já o novo mouse consegue alcançar 8.000 Hz tanto no modo com fio quanto no modo sem fio.

Entre outros recursos embarcados no PRO X3 Superstrike estão o sistema HITS e o Rapid Trigger, que funcionam como switches magnéticos de teclados e permitem configurar a pressão necessária para acionamento do clique.

Logitech G Pro X3 Superstrike

A chegada do mouse e de outros produtos ao Brasil reforça a importância do mercado gamer brasileiro, conforme destaca o líder de games da Logitech na América Latina, Leandro Rocha, em entrevista exclusiva ao Canaltech:

"O Brasil, principalmente, tem sido um grande destaque hoje. É o maior país da América Latina em relevância financeira e tem sido gigante para nós, porque não estamos vendo apenas o tamanho da comunidade gamer. O Brasil é o terceiro maior país do mundo em base de jogadores de PC, mas com um público extremamente engajado e esforçado contando suas histórias. É o que a gente celebra aqui".

Logitech G atualiza todas as linhas de periféricos gamers

Além do Logitech G PRO X3 Superstrike, a marca revelou novidades em todas as suas linhas de dispositivos gamers, entre eles modelos G3, G5 e PRO, além de periféricos como volantes, headsets e a linha de microfones Yeti.

Novidades da linha PRO da Logitech

No topo de linha, a Logitech G anunciou que trará a nova edição SE para as versões ergonômica e compacta do mouse PRO X Superlight 2, periférico ultraleve com peso de 60 g. A revisão contará com embalagem simplificada, 88 horas de bateria (originalmente 95 horas) e polling rate reduzido de 8.000 Hz para 1.000 Hz.

O PRO X Superlight 2 SE também não contará com fitas de grip, pano de limpeza, puck extra com pé de PTFE e extensor USB. O mouse chegará por R$ 300 a menos que o modelo original, custando R$ 699,90. O lançamento no Brasil está marcado para outubro deste ano nas variações preta, branca e magenta.

Logitech PRO X SUPERLIGHT 2c

Outra novidade da linha profissional da Logitech G foi o teclado PRO X2 RAPID, equipado com switches magnéticos, tecnologia Rapid Trigger e apoio de pulso em silicone. O periférico também conta com um pequeno painel OLED que permite ajustar as configurações do teclado em tempo real. O dispositivo estará disponível em novembro pelo preço sugerido de R$ 1.699,90.

Nos headsets, a Logitech G confirmou a chegada do PRO X3 Lightspeed ao Brasil em novembro deste ano, pelo preço sugerido de R$ 1.699,90. A principal melhoria do modelo foi a adição de um microfone profissional de 48 kHz, que promete comunicação mais clara, bateria estendida e equalização avançada.

Fechando a linha PRO, a Logitech G anunciou a entrada no segmento de mousepads profissionais de alta performance com o PRO X Control, composto por tecido em malha de deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm, bordas costuradas e base antiderrapante. O produto chega às prateleiras no fim do ano por R$ 499,90.

Linha Logitech G3 recebe teclado e novas cores

Já na linha G3, focada em custo-benefício e periféricos de entrada, a Logitech G anunciou o teclado G316 X 75. O modelo contará com design retrô, painel informativo de LED, barra de iluminação dinâmica e taxa de atualização de 8.000 Hz. O Logitech G316 X 75 também contará com switches personalizáveis e montagem no estilo gasket mount. Com o modelo, a marca pretende entregar um valor acessível, com lançamento previsto para outubro e preços sugeridos de R$ 584,90 e R$ 496,00 no Pix.

Logitech G316 X 75

A empresa também revelou as variações Dark Line (preto com roxo) e branca com turquesa do mouse G502 X PLUS. Donos da linha de periféricos receberão nesta quarta-feira (23) uma atualização gratuita no software Logitech G HUB, que permitirá aprimorar a precisão do sensor, otimizar o consumo de bateria e aplicar ajustes independentes para os eixos X e Y dos mouses.

Logitech acelera no PC e anuncia volantes exclusivos para computadores

Entre as novidades, a Logitech também revelou novas edições dos volantes G923 e RS50, que deixarão os consoles e serão direcionadas exclusivamente ao PC.

Os novos modelos serão mais baratos que o hardware original. Rocha explica que isso só foi possível porque a Logitech deixou de pagar taxas de licenciamento exigidas por Sony e Microsoft, além de simplificar a construção e a conectividade dos produtos.

O líder de games da Logitech LATAM revelou que tornar modelos topo de linha financeiramente mais acessíveis, como os volantes G923 e RS50 ou o PRO X Superlight 2 SE, é uma tendência do mercado de tecnologia. "O produto que tem menos funcionalidade vai se desvalorizando conforme chegam novas tecnologias, que vão chegando aí com um preço maior", contou Rocha.

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Edifier cria caixa de som retrô que dura até 30 horas longe da tomada

23 de Setembro de 2026, 15:22

A Edifier apresentou a M230 II, uma nova caixa de som para quem gosta de tecnologia com cara de antigamente. O modelo aposta em um visual retrô com acabamento que imita madeira, mas traz recursos atuais, como Bluetooth 6.0 e bateria capaz de entregar até 30 horas de reprodução.

O aparelho utiliza uma estrutura feita em MDF, material que, segundo a fabricante, ajuda a reduzir vibrações indesejadas que podem interferir no som. Na parte frontal, a caixa traz uma grade de tecido e botões no estilo das teclas de um piano, reforçando a aparência inspirada em equipamentos antigos.

Apesar do formato, a M230 II é relativamente compacta. São 170 x 86 x 106 mm, com peso de 820 gramas. A Edifier oferece o produto em três acabamentos, incluindo versões marrom com aspecto de madeira, branca com detalhes rosados e verde.

Edifier M230 II

Bateria pode chegar a 30 horas

Por dentro, a nova caixa de som conta com um tweeter de 22 mm, um driver de médios e graves de 45 x 80 mm e um radiador passivo dedicado às frequências mais baixas. O conjunto entrega 26 W RMS de potência e pico de 52 W, além de resposta de frequência entre 58 Hz e 20 kHz.

Outro destaque está na bateria de 5.200 mAh, que promete até 27 horas de reprodução contínua com o volume em 50%. Ao elevar o volume para 80%, a autonomia estimada cai para 14 horas.

Já o modo LoongSound amplia esses números para até 30 horas a 50% do volume ou 20 horas com o nível ajustado para 80%. A função pode ser ativada pelo aplicativo Edifier Connect.

Edifier M230 II

Em relação à conectividade, a M230 II tem suporte a Bluetooth 6.0 com conexão multiponto, permitindo manter dois dispositivos vinculados simultaneamente. Também é possível parear duas unidades da caixa por TWS para formar canais esquerdo e direito e criar um sistema estéreo.

A Edifier M230 II começou a ser vendida na China pelo site da varejista JD.com por 359 yuans (cerca de R$ 275 na cotação atual) em oferta de lançamento. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do produto no Brasil e em outros mercados.

Em busca de uma nova caixa de som? Então vale conferir esse guia para saber qual aparelho você deve comprar!

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9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore

23 de Setembro de 2026, 15:02

Chega aos cinemas nesta quinta-feira (24) Vingadores: Ultimato Encore, uma nova versão do filme que encerrou a Saga do Infinito no MCU. Mas será que você está preparado para assistir ao relançamento do longa-metragem?

Com cenas adicionais e visuais mais coloridos, Vingadores: Ultimato retorna aos cinemas repaginado para preparar o público para as emoções de Vingadores: Doutor Destino, o aguardado novo filme da equipe mais amada da Marvel nas telonas. 

Sem mudanças drásticas, a versão de relançamento não alterou a trama da produção, mas incluiu algumas sequências inéditas que podem antecipar o que os fãs verão no novo filme dos Vingadores. Diante desse cenário, chegar ao cinema preparado é fundamental para aproveitar ao máximo a experiência e, de quebra, já começar os trabalhos para Doutor Destino.

O que assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore

Se você, assim como boa parte dos fãs do MCU, está ansioso para rever a emocionante luta contra Thanos nas telonas mais uma vez, aproveite para fazer a lição de casa com 9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore. Para facilitar a maratona, a boa notícia é que todos estão disponíveis no Disney+, veja a seguir.

1. Homem de Ferro (2008)

Ponto de partida do MCU tal como o conhecemos hoje em dia, Homem de Ferro marcou a introdução de Robert Downey Jr. à franquia como Tony Stark, um bilionário e inventor que, após ser sequestrado por terroristas que o forçam a construir uma arma mortal, decide fazer uma armadura para enfrentar os criminosos, usando-a posteriormente para combater o crime nos Estados Unidos.

Considerando que Downey Jr. vai voltar ao MCU para interpretar o Doutor Destino, assistir ao primeiro filme do Homem de Ferro vai te ajudar a relembrar detalhes iniciais sobre Tony Stark para entender suas escolhas e decisões em Vingadores: Ultimato.

2. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Outro filme introdutório que merece estar na sua maratona é Capitão América: O Primeiro Vingador. O longa apresentou a história de origem de Steve Rogers (Chris Evans), um jovem que é transformado em uma arma humana, virando o Capitão América durante o período da Segunda Guerra Mundial. 

Com Chris Evans retornando ao MCU em Vingadores: Doutor Destino, assistir Capitão América: O Primeiro Vingador antes de Vingadores: Ultimato Encore vai te ajudar a entender referências sobre o passado do herói, assim como as escolhas feitas por ele no final do filme. 

3. Os Vingadores (2012)

Você também não pode deixar de assistir Os Vingadores, o primeiro filme do MCU focado na equipe. Além de apresentar a formação original do grupo, o longa-metragem também revela o Tesseract, a famosa caixa azul que mantém segura a Joia do Espaço, um dos elementos buscados por Thanos para dominar o universo. 

Além disso, Os Vingadores marca a primeira aparição do Thanos na franquia, que surge enigmaticamente na cena pós-créditos do filme. 

4. Guardiões da Galáxia (2014)

Apresentando o lado cósmico da franquia, Guardiões da Galáxia é outro filme fundamental para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore. Dirigido por James Gunn, o longa apresentou a equipe de desajustados liderada por Peter Quill (Chris Pratt), que entra em apuros depois de roubar a esfera do traiçoeiro Ronan (Lee Pace). 

Entre os elementos mais importantes do filme para a franquia no geral está a relação entre Gamora e Nebula, assim como o histórico familiar de ambas com Thanos. Logo, assistir ao filme vai te ajudar a se preparar para a nova versão, título bastante decisivo para Gamora.

5. Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Dando continuidade ao universo dos Vingadores, outro filme que precisa entrar na sua maratona é Vingadores: A Era de Ultron (2015), segundo longa-metragem da equipe. Os grandes destaques da produção são a ameaça do androide mortal Ultron e a introdução da Joia da Mente por meio da estreia do Visão na franquia. 

Além de estabelecer alguns desentendimentos entre os heróis da formação original dos Vingadores, o filme mergulha nas inseguranças de Tony Stark e na responsabilidade do grupo diante dos efeitos colaterais de suas ações. 

6. Capitão América: Guerra Civil (2016)

Destrinchando as rusgas entre os heróis, apresentadas em Vingadores: A Era de Ultron, Capitão América: Guerra Civil também vai te ajudar a estar preparado para Vingadores Ultimato: Encore. O filme apresenta um cenário onde os políticos decidem controlar os Vingadores depois do ataque de Ultron, o que divide a equipe em dois times: um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro. 

Um dos pontos mais importantes deste capítulo da franquia é que ele fragmenta o grupo, colocando os heróis uns contra os outros, além de deixar a Terra desprotegida. O conflito ainda abre espaço para repercussões em Ultimato, sendo importante para entender onde cada personagem está naquele momento. 

7. Thor: Ragnarok (2017)

Mais um filme que deve entrar na sua maratona é Thor: Ragnarok. Mudança de rota para o Deus do Trovão na franquia, o filme marca uma alteração no tom da jornada do herói, que passa a ser mais cômico à medida que ele enfrenta o apocalipse nórdico. 

Embora seja o terceiro filme solo do herói, Thor: Ragnarok entra na lista como um capítulo importante para entender o estado emocional do personagem interpretado por Chris Hemsworth e a situação do Hulk antes dos eventos de Ultimato.

8. Homem-Formiga e a Vespa (2018) 

Segundo filme solo de Scott Lang (Paul Rudd), Homem-Formiga e a Vespa acompanha o herói titular tentando equilibrar sua vida como pai e suas responsabilidades como Homem-Formiga. No meio disso tudo, ainda somos apresentados ao Reino Quântico, um conceito importante para entender Vingadores: Ultimato. 

Isso porque, além de ter relação com a situação de Scott naquele momento da franquia, o Reino Quântico exerce uma função relevante na estratégia desenvolvida pelos Vingadores para deter Thanos em Ultimato. 

9. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Se você tiver que escolher apenas um filme desta lista para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore, escolha Vingadores: Guerra Infinita. Afinal, Ultimato é a continuação dos eventos narrados em Guerra Infinita, a preparação direta para o que vemos no final da Saga do Infinito. 

Reunindo grandes estrelas da equipe do MCU, o filme mostra o grupo se unindo para lutar contra Thanos, que está coletando todas as seis Joias do Infinito para colocar seu plano destrutivo contra a humanidade em prática.  

Antecipação para Doutor Destino

Com Vingadores: Ultimato Encore chegando aos cinemas mundiais no dia 24 de setembro, os fãs da Marvel se preparam para retomar os trabalhos em uma intensa preparação para o aguardado lançamento de Vingadores: Doutor Destino, que acontece em 17 de dezembro. 

Caso você não consiga ver a versão repaginada de Ultimato nas telonas antes da estreia do novo filme do MCU, descubra se a nova versão de Vingadores: Ultimato lançada nos cinemas vai passar no Disney+?

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Play Store prepara espaço exclusivo para apps criados com IA; veja como será

23 de Setembro de 2026, 14:02

O Google está preparando uma nova área da Play Store para reunir aplicativos criados com ajuda de inteligência artificial. A seção, chamada provisoriamente de “Your creations”, apareceu em testes internos na versão 53.2.23-34 da loja e deve servir como um espaço para acessar projetos feitos no Google AI Studio.

A novidade ainda não foi anunciada oficialmente e pode mudar antes de chegar ao público. Por enquanto, o recurso foi identificado em uma desmontagem do APK da Play Store, método usado para encontrar funções em desenvolvimento dentro do código do aplicativo.

Como vai funcionar?

A nova seção aparece dentro da tela “Gerenciar apps e dispositivo” e parece reunir aplicativos pessoais criados com IA.

Hoje, o Google já permite desenvolver aplicativos no AI Studio a partir de comandos em linguagem natural, prática conhecida como vibe coding. Em vez de escrever todo o código manualmente, o usuário descreve o que deseja criar e a IA ajuda a montar a estrutura, interface e funções do app.

No protótipo encontrado pelo Android Authority, há um botão para começar a criar. Atualmente, ele abre a versão móvel do Google AI Studio pelo navegador, mas a expectativa é que futuramente essa integração aconteça diretamente pelo Gemini, já que o Google prepara a chegada das ferramentas do AI Studio ao aplicativo.

A ideia parece ser facilitar o gerenciamento dos apps criados pelo próprio usuário, sem exigir necessariamente que cada projeto seja publicado de forma tradicional na Play Store.

Google Play Store

Apps poderão ser compartilhados com outras pessoas?

Esse é o ponto que ainda não está claro.

Atualmente, publicar um aplicativo criado no AI Studio na Play Store exige cadastro de desenvolvedor, envio pelo Play Console e cumprimento das etapas de teste e revisão exigidas pelo Google. Outra possibilidade é instalar o app manualmente no aparelho, processo conhecido como sideload.

A nova área pode funcionar como um meio-termo entre essas duas opções. Trechos encontrados no código mencionam a possibilidade de “compartilhar com todos”, o que indica que os projetos talvez possam ficar disponíveis para outros usuários sem seguir exatamente o mesmo fluxo de uma publicação tradicional. O Google, porém, ainda não explicou como funcionariam requisitos de segurança, testes e distribuição nesse cenário.

O que é “vibe coding”?

O termo ganhou força com ferramentas capazes de transformar instruções escritas em código funcional.

Na prática, uma pessoa pode pedir algo como “crie um aplicativo para controlar meus gastos mensais” e ir refinando o projeto conversando com a IA, sem precisar dominar programação no mesmo nível de um desenvolvedor tradicional.

O Google vem investindo diretamente nesse modelo. O AI Studio já permite criar, testar e modificar aplicativos usando IA, enquanto uma versão móvel está sendo preparada para que todo esse processo também aconteça pelo celular.

A expansão também ocorre em um momento de forte aumento no número de novos aplicativos. Segundo dados citados pelo TechCrunch, lançamentos globais de apps cresceram cerca de 60% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior, movimento associado em parte à popularização das ferramentas de programação com IA.

Ainda não há previsão para a estreia da seção “Your creations”. Como o recurso está em desenvolvimento, o Google também pode alterar seu funcionamento ou até decidir não lançá-lo publicamente.

Veja também no Canaltech: 3 ferramentas para você criar apps e sites com IA

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Playground Games e Turn 10 viram um só estúdio: como fusão impacta franquia Forza

23 de Setembro de 2026, 12:45

A XBOX anunciou nesta terça-feira (22) uma grande movimentação em seus estúdios, com uma união entre a Playground Games e Turn 10 Studios — que agora cuidarão juntas das franquias Fable, Forza e seus spin-offs, como a linha Horizon.

O diretor de criação da marca, Matt Booty, revelou em uma carta ao time de desenvolvedores que a integração já estava “escrita” há mais de 10 anos.

“Estes dois estúdios têm sido parceiros criativos e de franquias por mais de uma década e as mudanças de hoje formalmente movimentam seus trabalhos em uma equipe”, afirmou o executivo.

A fusão entre as duas impactará ainda mais a franquia Forza, que passou por alguns problemas em seus últimos lançamentos. Veja como reunir Playground Games e Turn 10 Studios deve criar uma nova visão para os próximos capítulos da série de corrida.

Confusão em Forza

A Turn 10 Studios foi fundada em 2001, com o objetivo de produzir jogos que disputassem espaço com Gran Turismo — da PlayStation. Dessa proposta surgiu Forza Motorsport no ano de 2005, que mostrou todo o potencial que o primeiro XBOX tinha nas mangas.

Forza-Motorsport-Img1

Após várias entradas de sucesso, em 2012 chegou o seu primeiro spin-off. Em conjunto com a Playground Games, o público viu no XBOX 360 Forza Horizon com um conceito completamente distinto. Diferente do simulador, ele seguiria um caminho voltado ao arcade, com músicas, exploração e muita atitude.

Enquanto a série paralela teve altos e baixos, Forza Horizon 6 (2026) foi um grande sucesso e consolidou ainda mais o seu público. Em contrapartida, a linha principal tem experimentado cada vez mais quedas. Forza Motorsport 7 (2017) e o soft reboot Forza Motorsport (2023) não tiveram o mesmo desempenho.

O impacto foi sentido e, em 2025, o estúdio interrompeu as atualizações que chegariam ao game  e a franquia foi “engavetada” — além de presenciar a demissão de cerca de 50% do seu quadro de funcionários. No fim, eles foram realocados para dar suporte à Playground Games com os spin-offs.

O futuro da série

Agora que a Microsoft reuniu as duas em um estúdio só, é importante notar que há esperanças que Forza Motorsport retorne algum dia. Contudo, vai demorar bastante para o vermos novamente nos consoles XBOX.

Atualmente, a Playground Games está investida em duas frentes: atualizações e expansões de Forza Horizon 6 e na produção de Fable, o próximo grande RPG que será lançado em suas plataformas em 2027. 

Na prática, se existir algum projeto para reviver o clássico, isso será visto apenas de 2028 em diante. Isso se a XBOX não preferir que invistam em um Forza Horizon 7 ou na sequência direta de Fable — a depender do feedback dos fãs.

Enquanto os spin-offs seguem com um sucesso maior, ao menos por enquanto a linha principal permanecerá na geladeira da Microsoft. Depois das demissões, o que restou do XBOX Game Studios?

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Spotify está prestes a resolver um problema antigo: o quanto come seu armazenamento

23 de Setembro de 2026, 12:06

O Spotify está desenvolvendo uma função que pode acabar com o consumo excessivo de armazenamento pelo cache do aplicativo. Segundo uma análise do código realizada pelo Android Authority, a plataforma trabalha em um recurso chamado “Limite de Cache” para o Android. Com a função, será possível definir um teto para o espaço ocupado por arquivos temporários, algo que usuários reclamam há anos em fóruns, como Reddit e na comunidade oficial do Spotify.

Atualmente, o Spotify armazena trechos de músicas, podcasts e capas de álbuns em cache para agilizar a reprodução e reduzir o uso de dados móveis quando conteúdos são reproduzidos novamente. Como não há um limite definido pelo usuário, esse armazenamento pode crescer para vários gigabytes e ocupar uma parcela considerável da memória do aparelho.

O novo recurso deve adicionar um submenu específico para o gerenciamento do cache, com uma opção para definir o espaço máximo utilizado. O aplicativo também poderá indicar um “limite recomendado”, com o objetivo de equilibrar o desempenho da reprodução e o espaço disponível no celular.

Ao escolher um limite, o Spotify deverá alertar sobre possíveis efeitos da configuração. Um cache menor pode aumentar o uso de dados móveis e exigir que determinados conteúdos sejam carregados novamente, enquanto um limite maior tende a manter mais dados temporários armazenados. A configuração deve afetar somente o cache, sem remover músicas e podcasts baixados para reprodução offline. Segundo o código analisado, o aplicativo também poderá solicitar a definição do limite após uma limpeza manual do cache.

spotify capa

O recurso já está disponível no Spotify?

Não. A função ainda não foi liberada para o público geral nem anunciada oficialmente pelo Spotify. A descoberta ocorreu em uma análise de APK da versão v9.1.88.815 do aplicativo para Android.

O chamado APK teardown consiste na análise do código e dos recursos incluídos em um pacote de instalação para identificar funções que podem estar em desenvolvimento ou preparação. A presença das strings relacionadas ao limite de cache indica que o Spotify trabalha na funcionalidade, mas não confirma quando — ou se — ela será liberada para todos.

O recurso pode passar primeiro por testes com usuários da versão beta antes de chegar à versão estável. Como acontece com outras funções identificadas em análises de código, também existe a possibilidade de que o Spotify faça alterações na implementação ou abandone a novidade antes do lançamento.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 funções do Spotify que você precisa conhecer”.

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Claude lança Opus 5.5 e derruba conta em 31%; veja dicas para economizar tokens

23 de Setembro de 2026, 10:05

A Anthropic anunciou o Claude Opus 5.5, nova versão do modelo que reduz os preços de tokens de entrada e saída em 20% e corta em 60% o custo de leitura de dados armazenados em cache. Em um exemplo apresentado pela empresa, uma sessão que custava US$ 3,50 no Opus 5 passa a custar US$ 2,40 no Opus 5.5, uma redução de cerca de 31%. 

O Opus 5.5 já está disponível pela API e no Claude Code. Para assinantes dos planos Pro, Max e Team, a redução de custos aparece na forma de limites de uso maiores. Segundo a Anthropic, o mesmo orçamento pode render cerca de 25% mais uso do modelo.

A nova versão também muda a forma como o Claude trabalha. O Opus 5.5 usa o recurso de thinking antes das respostas para analisar a tarefa e chegar ao resultado. A empresa também afirma que o modelo ficou mais eficiente no uso de tokens, o que ajuda a reduzir o custo de tarefas longas.

Claude

Quanto custa o Claude Opus 5.5?

O preço de entrada caiu de US$ 5 para US$ 4 por milhão de tokens, enquanto o custo dos tokens de saída passou de US$ 25 para US$ 20. A maior redução aparece nas leituras de cache, que baixaram de US$ 0,50 para US$ 0,20 por milhão de tokens, uma queda de 60%.

A mudança favorece principalmente sessões longas, nas quais o Claude reaproveita grandes volumes de informações armazenadas em cache. Como a leitura desses dados ficou mais barata, tarefas com muito contexto podem ter uma redução significativa no custo, mesmo quando trabalham com milhões de tokens.

Já tarefas concentradas na geração de respostas tendem a se beneficiar principalmente da redução de 20% no preço dos tokens de saída.

Claude

Como economizar tokens no Claude? 

Além dos preços menores do Opus 5.5, algumas configurações do Claude Code ajudam a controlar o consumo de tokens, como:

  • Escolha o nível de esforço adequado

  • Use cada modelo para uma tarefa

  • Aproveite o cache

  • Faça auditoria dos prompts

  • Acompanhe o uso de tokens

Escolha o nível de esforço adequado

O nível de esforço determina quanto o modelo deve investir no processo de pensamento, na geração de texto e no uso de ferramentas. Para tarefas simples, níveis menores podem evitar gastos desnecessários.

O nível Low pode ser usado em trabalhos mecânicos, como renomear variáveis ou aplicar padrões conhecidos em vários arquivos. O Medium atende tarefas cotidianas com escopo bem definido, enquanto o High faz mais sentido em problemas que exigem uma análise maior do código.

Níveis mais altos devem ficar para tarefas complexas, nas quais o modelo precisa analisar várias partes do projeto antes de tomar uma decisão.

Claude site

Use cada modelo para uma tarefa

Outra forma de controlar o consumo é escolher o modelo de acordo com a dificuldade do trabalho. O Opus 5.5 pode ficar responsável pelas tarefas principais, como desenvolvimento de funcionalidades, revisão de código e trabalhos que exigem mais raciocínio, enquanto modelos, como Sonnet e Haiku, assumem atividades secundárias.

Para pesquisas, leitura de logs e execução de testes, a recomendação é configurar subagentes no Sonnet ou Haiku, deixando a edição principal do código a cargo do Opus 5.5. A divisão reduz a necessidade de usar o modelo mais caro em tarefas que não precisam do mesmo nível de capacidade.

Também é indicado manter o Opus 5.5 como modelo principal no dia a dia, mas alternar para o Fable 5.1 caso ele trave duas vezes no mesmo problema usando esforço High. O Fable 5.1 tem custo maior, de US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída, mas pode evitar ciclos repetidos de tentativa e erro em códigos complexos.

claude app

Aproveite o cache

O cache é especialmente importante em sessões longas. No Opus 5.5, a leitura de informações armazenadas custa US$ 0,20 por milhão de tokens, o equivalente a apenas 5% do preço de uma entrada nova. A duração do cache varia conforme a forma de acesso ao modelo: nos planos Pro, Max e Team, ele dura uma hora e na API o período padrão é de cinco minutos. 

Para aproveitar melhor esse mecanismo, vale evitar mudanças constantes nas definições de ferramentas e no prompt do sistema durante uma tarefa, já que alterações podem invalidar partes do cache. Alterar o nível de esforço no meio da sessão por comando também invalida o cache da conversa, fazendo com que a próxima operação tenha de regravar o contexto. 

Quando o cache expira ou é invalidado por uma mudança de configuração, a regravação custa entre 1,25 e 2 vezes o preço de um token de entrada comum. Em contextos grandes, uma única regravação pode custar o equivalente a até 25 leituras de cache.

App Claude

No Claude Code, o comando /compact ajuda a reduzir o histórico usado pela conversa e o /clear inicia uma tarefa sem carregar o contexto anterior. O tamanho do arquivo CLAUDE.md também merece atenção. A recomendação é mantê-lo abaixo de 200 linhas para evitar o carregamento de informações desnecessárias a cada requisição.

Os servidores MCP que não estão em uso também podem aumentar o volume de dados enviado ao modelo. Desativá-los com o comando /mcp reduz esse carregamento automático. No entanto, conectar ou desconectar servidores MCP durante uma sessão e alternar entre modelos são outras ações que podem reiniciar o cache da conversa.

Faça auditoria dos prompts

Prompts muito longos ou com instruções repetidas também podem aumentar o consumo. O comando /claude-api prompt-audit identifica problemas que podem fazer o modelo gastar tokens sem melhorar o resultado.

Entre os pontos analisados estão instruções contraditórias e regras de verificação que aumentam o número de etapas de uma tarefa. Em testes de migração, a Anthropic registrou redução adicional de até 9% nos custos após a limpeza dos prompts.

Acompanhe o uso de tokens

O acompanhamento do consumo ajuda a encontrar tarefas que gastam mais do que o esperado. O comando /usage mostra informações sobre o uso da sessão, incluindo o consumo de tokens e a participação do cache.

Sessões que fogem muito do padrão podem indicar loops de repetição, uso excessivo de ferramentas ou um nível de esforço maior do que o necessário para aquela tarefa. A análise desses casos ajuda a ajustar as configurações e evitar desperdícios nas próximas execuções.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “O custo invisível dos tokens: por que a conta da IA não para de subir?”.

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Que horas Control Resonant será lançado no Brasil?

23 de Setembro de 2026, 09:40

A Remedy Entertainment se prepara para o lançamento de Control Resonant, que estará disponível para o PS5, XBOX Series e PCs a partir desta quinta-feira (24). No Brasil não será diferente, com a sua chegada prevista para a mesma data.

A aventura de Dylan promete mostrar a ilha de Manhattan distorcida pelo Ruído, com uma missão muito importante para o irmão de Jesse: deter a ameaça e salvar o mundo, para se redimir pelas suas ações vistas em Control (2019).

O hack and slash é uma das maiores promessas do estúdio, já que será sequência direta do game anterior e tem como patamar uma verdadeira obra-prima: Alan Wake II (2023), que chegou a concorrer ao The Game Awards do mesmo ano. 

Veja que horas Control Resonant será lançado no Brasil e quando poderá dar seus primeiros passos na jornada que vai explorar ainda mais este universo compartilhado do estúdio.

Disponibilidade pública

De acordo com a própria Remedy, os jogadores poderão começar a sua campanha no dia 24 de setembro de 2026, a partir das 11h no horário de Brasília. Ali, poderá encontrá-lo e fazer o download na PS Store, Loja XBOX e em plataformas como o Steam e Epic Games Store.

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É importante ter em mente que, na data, poderá ver apenas a versão digital do título. Control Resonant só estará liberado em discos em outubro de 2026, já que teve sua chegada adiada globalmente. Caso não tenha o Fear of Missing Out (FOMO) ou esteja ansioso, é menos de um mês para aguardá-los. 

Chegada antecipada de Control Resonant

Em parceria com a Sony Interactive Entertainment, o estúdio lançou o game de forma antecipada na PS Store. Quem adquiriu a Edição Digital Deluxe da experiência, já pode achá-la disponível desde terça-feira (22) no PlayStation 5.

Na prática, se é o seu caso, já pode começar a jornada de Dylan imediatamente. Por ser um acordo entre a desenvolvedora e a dona do PlayStation, não encontrará as mesmas condições no XBOX e nos computadores. 

Além do acesso antecipado, o pacote também inclui o livro de arte e trilha sonora nos formatos digitais, um Artefato Imaculado (Carteira), Artefato Ferramenta do Punguista, um Pacote de Recursos Iniciais, o Traje de Corrupção do Ruído, Traje Oculto e o Traje de Missão EMA. 

Preciso ter jogado Control?

Se, no seu caso, não tiver jogado a aventura original, não há problema algum. Ainda que possa perder referências e compreender o papel de determinados personagens, não é vital explorar o antecessor.

Em Control Resonant, logo no menu inicial, poderá visualizar uma recapitulação completa para dar os seus primeiros passos em Manhattan. Deste modo, terá informações suficientes para avançar sem se perder dentro de sua trama.

Há quem faça questão, logo a jornada de 2019 está disponível no PS5 e XBOX Series sem impedimentos. No Steam, também notará Control: The Siblings Collection — que traz a Edição Ultimate do original e a Edição Digital Deluxe da experiência mais recente.

Em nosso review de Control Resonant, apontamos que a obra é “outro combo magnífico da Remedy” e um dos melhores jogos que encontrará em 2026. Você vai jogar? Compartilhe e nos conte o que espera do título.

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Quando Coyote vs Acme estreia nos serviços de streaming?

23 de Setembro de 2026, 09:04

Após ser descartado pela Warner Bros. em 2023, Coyote vs. Acme deu a volta por cima graças ao estúdio Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos de distribuição em 2025 e colocou o filme no mundo em agosto deste ano. Mas quando será possível assisti-lo nos sofá de casa?

Com John Cena no elenco, Coyote vs. Acme é um híbrido entre animação e live-action situado no universo dos Looney Tunes. Sob comando do diretor David Green, o filme acompanha a jornada do Coyote, que, cansado de suas armadilhas para pegar o Papa-Léguas falharem, decide contratar um advogado para processar a Acme, a corporação por trás dos produtos usados por ele. 

Misturando um clima aventuresco com comédia, o filme vem fazendo sucesso entre o público e a crítica especializada desde que chegou aos cinemas, ultrapassando o marco de US$ 100 milhões arrecadados em bilheteria mundial. O longa foi adquirido pela Ketchup Entertainment por US$ 50 milhões. 

Quando Coyote vs Acme chega ao streaming?

Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, Coyote vs. Acme já tem data para chegar às plataformas digitais nos Estados Unidos: dia 29 de setembro.

Inicialmente, o longa estará disponível apenas para compra ou aluguel no Prime Video e na Apple TV, mas ainda não há informações sobre a disponibilidade do título no Brasil por enquanto.

Também não foi revelado quando a produção será disponibilizada no streaming, mas isso deve acontecer até o mês de dezembro, considerando que muitos estúdios esperam cerca de três meses para lançar suas produções em serviços de assinatura. 

Sucesso após incertezas

No limbo da Warner por anos, Coyote vs. Acme quase não viu a luz do dia depois que o estúdio optou por cancelar o lançamento do filme por causa de questões fiscais. O descarte gerou uma baita polêmica na época, porque a produção já estava com suas filmagens prontas. 

O motivo por trás do cancelamento teve relação com uma fase de mudanças na Warner, que havia sofrido uma fusão com a Discovery em 2022 e enfrentava um forte movimento de corte de gastos. Foi assim que os executivos decidiram que seria financeiramente mais vantajoso não lançar o título nos cinemas, abatendo o prejuízo no imposto de renda para não arcar com os custos de divulgação e esperar por lucros que, na época, pareciam incertos. 

coyote-vs-acme

A repercussão dessa polêmica na mídia, no entanto, mudou o futuro de Coyote vs. Acme, que passou de um engavetamento para as mãos da Ketchup Entertainment. Agora, o estúdio colhe os frutos de uma boa recepção do longa-metragem, um sucesso que deve se repetir quando o filme chegar ao streaming.

Se você gostou da produção, aproveite para conhecer Coyote vs. Acme e 7 filmes bons que misturam desenho animado com live-action.

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Apple vai lançar pulseira fitness sem tela para monitorar saúde e exercícios

23 de Setembro de 2026, 08:28

A Apple pode estar por trás de uma pulseira fitness sem tela para acompanhar dados de saúde e exercícios. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa já testa protótipos com uma faixa fina de tecido e um módulo com sensores, mas ainda não decidiu se vai lançar o produto. 

O projeto estaria em desenvolvimento há alguns meses e teria envolvido a equipe responsável pelo Vision Pro. O interesse pelo dispositivo também partiria de nomes importantes da Apple, como Tim Cook e Eddy Cue.

A ideia segue uma tendência que ganhou força em 2026. Dispositivos como Fitbit Air, Garmin Cirq Smart Band e Amazfit Helio Strap Pro apostam em acompanhar atividades e indicadores de saúde sem uma tela própria.

Então funciona assim: em vez de mostrar informações no pulso, a pulseira enviaria os dados para o aplicativo de saúde do celular. Pode ser uma proposta para agradar quem prefere acompanhar exercícios e sono sem ter mais uma tela para consultar durante o dia.

São funções que seguem uma ideia parecida com recursos encontrados em dispositivos da Whoop e da Oura. A proposta é transformar os dados coletados pelos sensores em informações mais fáceis de entender.

pulseira Whoop

A inteligência artificial também pode ter papel importante. O Apple Intelligence já é usado para analisar métricas de saúde e apresentar resumos e sugestões. Em uma pulseira sem tela, a Siri poderia assumir parte da interação, permitindo registrar informações e fazer perguntas por voz.

Pulseira pode chegar só em 2028

Uma das vantagens desse formato seria a bateria. Sem uma tela para manter ligada, o dispositivo poderia gastar menos energia e ser mais discreto no pulso, e o formato também pode ser mais confortável para dormir, algo importante para quem acompanha o sono.

Apesar dos testes, a Apple ainda não teria decidido colocar a pulseira à venda. Caso o projeto avance, Gurman afirma que o lançamento não deve acontecer antes de 2028.

Outra possibilidade seria a Apple apostar em um anel inteligente. Esse formato também seria discreto e poderia acompanhar dados durante o sono, mas a questão das assinaturas recorrentes segue como um ponto relevante nesse mercado. Enquanto isso, o Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível.

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Adobe Premiere chega grátis ao Android com exportação em 4K sem marca d’água

22 de Setembro de 2026, 21:01

A Adobe lançou nesta terça-feira (22) o Premiere Mobile para Android, ampliando para celulares e tablets com o sistema do Google o editor de vídeo que já estava disponível no iPhone. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente e inclui edição em linha do tempo multifaixa, exportação em 4K sem marca d’água, efeitos, transições e ferramentas de áudio.

O lançamento também substitui o espaço deixado pelo Premiere Rush, que está sendo descontinuado.

O que dá para fazer de graça?

A maior parte das funções de edição está disponível sem assinatura.

O usuário pode cortar, aparar e reorganizar clipes, trabalhar com várias faixas de vídeo e áudio, aplicar transições, filtros e efeitos, gravar narração e usar templates para conteúdos de redes sociais. O app também inclui o Enhance Audio, que reduz ruídos de fundo e melhora a clareza da voz.

Também é possível exportar vídeos em até 4K sem marca d’água, sem anúncios e sem limite de exportações. A Adobe afirma ainda que não exige login para começar a editar, salvar projetos localmente ou exportar vídeos.

A interface foi adaptada para diferentes tamanhos de tela, incluindo celulares dobráveis. Segundo a Wired, o aplicativo exige Android 13 ou mais recente e pelo menos 5 GB de RAM.

O que é pago no Premiere Mobile?

A principal cobrança está nos recursos de IA generativa do Adobe Firefly.

Ferramentas capazes de gerar imagens, adesivos, efeitos sonoros e outros elementos usam créditos generativos. Esses créditos podem estar incluídos em planos da Creative Cloud ou ser comprados separadamente, dependendo da conta do usuário.

Armazenamento extra na nuvem também pode exigir pagamento. A Adobe não colocou as funções básicas de edição, exportação 4K ou remoção de marca d’água atrás de uma assinatura.

Alguns recursos ainda não chegaram à versão Android. A empresa prepara integração mais completa com o Premiere para desktop, Adobe Fonts e melhorias em legendas. Além disso, afirma que legendas ilimitadas serão adicionadas até o final do ano.

prints adobe premiere

Premiere Mobile chega para disputar espaço com CapCut e Edits

A chegada ao Android coloca o Premiere diretamente em uma categoria já ocupada por aplicativos como CapCut, Instagram Edits e LumaFusion.

O foco do novo aplicativo também é diferente do Premiere tradicional para computador: a interface foi simplificada para edição no celular e produção rápida de vídeos para redes sociais. Apesar do nome, portanto, não se trata de uma reprodução completa do Premiere Pro no Android.

O Premiere Mobile já está disponível na Google Play Store a partir desta terça-feira.

Veja mais de Apps no Canaltech: Android 17 testa recurso que salva celular de quem esqueceu o PIN

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OpenAI lança GPT-6 Sol e Luna com menos erros pela metade do preço

22 de Setembro de 2026, 20:06

A OpenAI anunciou o GPT-6 Sol e o GPT-6 Luna, novos modelos de inteligência artificial que ampliam o ecossistema de modelos de fronteira da empresa. A dupla foi desenvolvida com foco em reduzir custos e acelerar o uso de IA, levando recursos apresentados no modelo topo de linha Astra para tarefas profissionais e aplicações em larga escala. 

Os modelos já estão disponíveis no ChatGPT Work e no Codex para usuários dos planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Nos planos Free e Go, o GPT-6 Luna pode ser usado pelo aplicativo para desktop. Para desenvolvedores, os modelos estão disponíveis pela API. A OpenAI afirma que a chegada ao ChatGPT será gradual ao longo do dia, mas os modelos ainda não estão disponíveis na interface padrão de “Chat”. 

O GPT-6 Sol é voltado para tarefas profissionais complexas e programação e o Luna foi desenvolvido para trabalhos de alto volume, como resumos e extração de informações. A arquitetura dos dois modelos também foi otimizada para fluxos de trabalho longos e agentes de IA, com recursos que ajudam a reduzir o custo de operações que reutilizam grandes quantidades de contexto.

Capa ChatGPT

Um desses recursos é o cache de prompts. A leitura de tokens de entrada armazenados em cache recebe 90% de desconto, o que reduz o custo de aplicações que reaproveitam informações ao longo de diferentes etapas de uma tarefa. Na API, o GPT-6 Sol tem o preço reduzido de US$ 4 para US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e de US$ 20 para US$ 10 na saída. Já o GPT-6 Luna cai de US$ 0,20 para US$ 0,10 na entrada e de US$ 1,20 para US$ 0,50 na saída.

Os dois modelos têm redução de 50% nos preços em relação aos valores promocionais da linha GPT-5.6. A combinação entre preços menores, cache barato e foco em tarefas de longa duração busca tornar o uso dos modelos mais viável para desenvolvedores que precisam processar grandes volumes de informações.

O lançamento ocorre em meio à forte disputa entre OpenAI e Anthropic. Apenas 90 minutos antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic apresentou uma nova versão do Opus 5.5, com preços menores e desempenho no nível do Fable. 

GPT-6 Sol e Luna mostram resultados em diferentes tarefas

Os testes de desempenho apresentados pela OpenAI mostram resultados diferentes de acordo com a proposta de cada modelo. O GPT-6 Sol foi avaliado em tarefas profissionais, programação e engenharia de software, enquanto o Luna também apresentou resultados em automação, uso de computador, engenharia de software e confiabilidade factual.

No AutomationBench, que avalia fluxos de trabalho de negócios em diferentes aplicativos, o GPT-6 Sol superou o Claude Opus 5, da concorrência, com custo equivalente a apenas 9% do valor por tarefa. Na programação, o modelo igualou o desempenho do Claude Fable 5.1 no FrontierCode, que verifica se o código produzido está pronto para ser incorporado a bases de código reais. Já no DeepSWE v1.1, voltado para tarefas complexas de engenharia de software, o Sol alcançou 68,8% de pontuação, com custo 80% menor que o de modelos concorrentes de alto desempenho.

ChatGPT

O GPT-6 Luna também apresentou evolução em relação à geração anterior. No AutomationBench, em nível de esforço alto, o modelo superou o GPT-5.6 Luna em 5,4 pontos percentuais, com custo por tarefa 58% menor. No DeepSWE v1.1, o Luna alcançou 66,6% de pontuação no nível máximo de esforço, resultado comparável ao de Claude Opus 5 e Claude Fable 5 em níveis médios de esforço.

No OSWorld 2.0 offline, que avalia tarefas de uso de computador, o Luna também superou o GPT-5.6 Sol, considerando esforço médio para o modelo anterior, com apenas um décimo do preço. A OpenAI ainda avaliou a confiabilidade factual dos modelos. Em níveis mais altos de esforço, o Luna alcançou a mesma confiabilidade do antigo GPT-5.6 Sol por 1% do custo.

A OpenAI também alterou o estilo de colaboração dos modelos para reduzir jargões e informações de pouco valor. A proposta é entregar respostas mais curtas e claras. Em avaliações de alinhamento, o Luna ainda apresentou taxas menores de alegações enganosas sobre seu próprio trabalho de programação em comparação com o GPT-5.6 Luna.

ChatGPT

Novas ferramentas ajudam a controlar custos e desempenho

A OpenAI também lançou novas ferramentas para que desenvolvedores acompanhem o uso dos modelos e encontrem formas de melhorar o desempenho das aplicações. O Prompt Caching Dashboard, por exemplo, identifica oportunidades de cache que não foram aproveitadas, o que ajuda a encontrar pontos em que o processamento pode ser otimizado.

Outra mudança permite ajustar o esforço de raciocínio e a disponibilidade de ferramentas sem invalidar o cache já existente. Com isso, agentes de IA podem alterar esses parâmetros durante fluxos de trabalho que reutilizam o mesmo contexto sem perder as informações armazenadas no cache.

Os recursos também chegam acompanhados de melhorias de segurança herdadas do trabalho de alinhamento feito para o Astra. Segundo a OpenAI, o GPT-6 Sol e o Luna apresentam taxas menores de alegações enganosas em tarefas de programação e tiveram resultados melhores em avaliações que testam tentativas de contornar avisos de segurança.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “ChatGPT grátis vale a pena? Veja o que dá e o que não dá para fazer”. 

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Googlebooks vs Chromebooks: 6 diferenças entre os notebooks do Google

22 de Setembro de 2026, 17:54

O Google anunciou recentemente os Googlebooks, novos notebooks que pretendem mudar a forma como os usuários interagem com os seus dispositivos. Contudo, isso levanta questões — ainda “ontem” a companhia vendia os Chromebooks, afinal de contas.

Ainda que os aparelhos não tenham uma data prevista para chegar ao Brasil, a companhia trabalha em parceria com a Dell, ASUS, HP, Acer e Lenovo para a chegada dos produtos no mês de outubro. Como todas elas atuam fortemente no país, não deve demorar para ver os notebooks nas lojas.

Dito isso, é muito importante saber quais são os grandes diferenciais de cada produto, até para não “comprar gato por lebre”. Como cada um deles segue padrões distintos, o consumidor precisa estar atento para evitar erros e adquirir justamente algo diferente do que necessitava.

Veja quais são as 6 principais diferenças entre os Googlebooks e os Chromebooks, assim como qual a ideia do Google para cada um deles:

6. Proposta dos dispositivos

O primeiro passo para compreender o que separa os Googlebooks e os Chromebooks é a ideia de cada um. Lançados em 2011, os Chromebooks são modelos produzidos para o segmento custo-benefício e apoiam estudantes e usuários comuns — que desejam apenas usar apps básicos e navegadores.

Contudo, os Googlebooks já entram na indústria como uma linha premium. Isso significa a presença de componentes de ponta, revestimento reforçado e um grande destaque para as inteligências artificiais com uso local. Na prática, esse é o objetivo dos novos notebooks do Google.

Chromebook-ASUS-Img2

5. Foco em IA

Para a companhia, todos os usuários precisarão ter um dispositivo que rode uma IA localmente. Com a presença de CPUs Intel Core Ultra Series 3 e Snapdragon (que possuem chips dedicados com NPUs), todos os modelos poderão atuar diretamente com os consumidores — sem a necessidade de apelar para a nuvem ou a conexão à internet.

Além desta intenção, há outra incluída no pacote: reforçar a importância do Gemini, a inteligência artificial da corporação. Com a disputa entre ela e softwares como o ChatGPT, Claude, Copilot e outros, trazê-la ao destaque mostra o quanto eles desejam emplacar a sua múltipla utilização. 

Google Gemini

4. Design

Por fora, é notável a diferença entre os Chromebooks e os Googlebooks. Os primeiros não possuem o ícone iluminado que marca os novos produtos, assim como não carregam o logo da linha. Nos antigos notebooks, por fora você encontrava escrito o nome do aparelho — o que não existe agora. Também é perceptível, nos botões, a presença de acesso rápido ao Gemini.

Contudo, seu revestimento também diz o que precisa saber sobre cada um. Os Chromebooks eram conhecidos por seu chassi de plástico, teclado com qualidade mediana e displays menos potentes. Já os novos podem contar com uma carcaça de alumínio e fibra de carbono, tela OLED e outras melhorias.

googlebook (1)

3. Sincronia com dispositivos inteligentes

Um dos grandes destaques dos Googlebooks é o uso do sistema Android, para que o usuário tenha uma facilidade maior para sincronizar documentos, apps e atividades entre todos os dispositivos de sua casa. Quer começar um trabalho no tablet e terminar no notebook? É possível.

A proposta do Google é reforçar a presença de um ecossistema, da mesma forma como vemos outras marcas como Samsung e Apple. Deste modo, você se verá dentro de uma plataforma só e terá mais facilidades caso transite entre os aparelhos — em vez de contar com o apoio de softwares externos. 

googlebook e celular

2. Recursos e software

Enquanto os Chromebooks tinham um sistema próprio, o ChromeOS, os Googlebooks utilizam o Android (assim como seu smartphone e outros smart devices). O novo aparelho também permite o uso de tela touch e é compatível com uma grande parte dos aplicativos da Google Store. Muitos deles, inclusive, agora têm suporte para o formato desktop.

Enquanto os antigos eram apenas dispositivos comuns, os atuais também contam com recursos como o Magic Pointer — com interação direta com o Gemini — e ferramentas que transformam fala em texto, criam widgets e auxiliam os usuários de formas distintas e de acordo com as necessidades atuais do mercado.

Chromebook-ASUS-Img1

1. Preço

Obviamente, os preços são um grande diferencial, já que os Chromebooks tinham como o principal objetivo oferecer opções custo-benefício aos usuários. Mesmo com alguns modelos mais caros, eles circulavam a partir de US$ 150. 

No entanto, com os Googlebooks você verá um lançamento premium. O mais barato pode ser encontrado a partir de US$ 899, logo a expectativa é que não haja modelos econômicos em um futuro breve. Na prática, estes exigirão que abra mais a carteira.

Googlebook-Lenovo-Img1

As diferenças entre Chromebooks e Googlebooks

Vale notar que estes são apenas detalhes iniciais da sua etapa de lançamento, com novas funções e recursos que podem ser adicionados em atualizações — ou com a chegada de componentes mais poderosos no mercado.

Entenda como funciona o novo sistema operacional dos Googlebooks, assim como pode conferir as principais diferenças entre os novos notebooks:

  1. Preço

  2. Recursos e software

  3. Sincronia com dispositivos inteligentes

  4. Design

  5. Foco em IA

  6. Proposta dos dispositivos

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LG xboom Power é apresentada no Brasil com 440 W e karaokê com IA

22 de Setembro de 2026, 17:30

A LG apresentou, nesta terça-feira (22), a LG xboom Power no Brasil, nova linha de caixas de som voltada a festas e eventos. A geração é formada pelos modelos Power 9000, Power 7000 e Power 5000, a família entrega até 440 W RMS de potência e conta com inteligência artificial (IA) para transformar músicas em faixas de karaokê.

Além da nova linha, a fabricante apresentou a LG xboom Stage 501 e a LG xboom Blast. Enquanto a primeira aposta em bateria de longa duração e ferramentas de IA para festas, a segunda combina potência, maior resistência a água e poeira e foco no uso ao ar livre.

Segundo Marcos Choi, Especialista em Dispositivos de Áudio da LG Electronics Brasil, o novo portfólio foi desenvolvido para atender diferentes momentos de entretenimento, desde grandes celebrações até atividades em ambientes externos.

“Ao unir o ajuste acústico de will.i.am, recursos de inteligência artificial, como o AI Karaoke Master, e a durabilidade necessária para qualquer ambiente, estamos entregando aos nossos consumidores as ferramentas para que sejam os verdadeiros protagonistas das suas celebrações”, afirma Choi.

LG xboom Power

LG xboom Power tem três modelos e até 440 W RMS

A LG xboom Power será comercializada em três versões: Power 9000, Power 7000 e Power 5000. Além da potência de até 440 W RMS, a linha conta com duas entradas para microfone, conectividade Auracast e AI Lighting, recurso que sincroniza efeitos de iluminação com a reprodução de áudio.

Outro destaque é o AI Karaoke Master, que utiliza inteligência artificial para identificar e remover os vocais das músicas em tempo real. O recurso também permite ajustar o tom das faixas sem a necessidade de acessórios ou aparelhos extras.

Segundo a empresa, medições feitas em condições controladas mostraram que a Power 9000 conseguiu sustentar sua potência contínua nominal de até 440 W RMS sem distorção harmônica ou perda de fidelidade acústica ao longo do teste.

A fabricante também destacou o Certificado TÜV relacionado à medição de potência de seus equipamentos. A LG afirma ser a única marca do segmento no Brasil a contar com a certificação. 

A linha xboom Power tem lançamento previsto no mercado brasileiro para os próximos meses, mas preços e data específica ainda não foram divulgados pela empresa.

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LG xboom Stage 501 aposta em bateria e inteligência artificial

Outra novidade apresentada pela LG foi a xboom Stage 501, que tem como um dos principais destaques a autonomia de até 25 horas de reprodução. Segundo a fabricante, trata-se da maior duração de bateria da categoria. 

O modelo traz certificação IPX4 contra respingos, além de alto-falantes desenvolvidos em parceria com a dinamarquesa Peerless.

O dispostivo de áudio também conta com o AI Karaoke Master, e ainda integra de forma nativa o AI Soun. Esse recurso é o responsável por analisar o conteúdo reproduzido para adaptar automaticamente a equalização de acordo com o gênero musical.

Outro recurso da caixa de som é o Space Calibration Pro, tecnologia que analisa a acústica do ambiente para ajustar a reprodução do som de acordo com o espaço em que o aparelho está sendo utilizado.

Os interessados na LG xboom Stage 501 podem adquirir a caixa de som por valores a partir de R$ 2.299,00.

LG xboom Stage 501

LG xboom Blast tem 220 W RMS e proteção IP68

Já a LG xboom Blast foi desenvolvida com foco em ambientes externos, como praias, campings e áreas de piscina. A caixa entrega até 220 W RMS de potência e pode alcançar 36 horas de reprodução contínua com uma carga.

Para aumentar a resistência, o modelo possui certificação IP68 contra água e poeira e, segundo a LG, passou por sete testes de durabilidade baseados em padrão militar.

LG xboom Blast

O aparelho também conta com alças duplas para facilitar o transporte nas posições vertical e horizontal. Assim como outros produtos apresentados pela marca, a Blast traz ajuste acústico realizado em parceria com will.i.am e tweeters desenvolvidos pela Peerless.

A LG xboom Blast já está sendo comercializada no mercado brasileiro, e chegou às lojas por valor a partir de R$ 2.399,00.

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Harman aposta no luxo e lança caixas de som de até R$ 220 mil no Brasil

22 de Setembro de 2026, 17:10

Em evento realizado em São Paulo, a Harman apresentou sua nova aposta no mercado brasileiro de Luxury Audio, segmento voltado a sistemas de som residencial de alta fidelidade: a JBL Summit Series e a nova geração da Revel Performa4.

Os lançamentos são formados por caixas acústicas passivas, ou seja, modelos que não possuem amplificador integrado e precisam ser conectados a equipamentos externos. A proposta é atender consumidores e projetos residenciais de alto padrão nos quais o sistema de áudio também pode fazer parte da composição do ambiente.

Para demonstrar os produtos, a Harman montou duas salas de audição equipadas com eletrônicos da Arcam: uma dedicada à JBL Summit Series e a outra à Revel Performa4. As demonstrações destacaram características como precisão tonal, dinâmica, palco sonoro e naturalidade na reprodução musical.

“O Brasil tem um público cada vez mais interessado em experiências de alto padrão e vemos espaço para ampliar o contato desse público com o áudio de alta performance”, afirmou Rodrigo Kniest, vice-presidente sênior e diretor-geral de Lifestyle para a América do Sul e presidente da Harman do Brasil.

JBL Summit Series chega ao Brasil

A nova linha da JBL estreia no mercado brasileiro com os modelos Summit Ama e Summit Pumori. A família utiliza o driver de compressão JBL D2 e o guia de ondas HDI, além de soluções destinadas ao controle de distorções e ressonâncias.

A JBL Summit Ama é uma caixa bookshelf de duas vias equipada com woofer de 8 polegadas. O modelo também utiliza o crossover JBL MultiCap e aposta em dimensões mais compactas dentro da linha.

JBL Summit Series

Já a JBL Summit Pumori é uma caixa de piso de três vias, com woofer de 10 polegadas. A configuração foi desenvolvida para entregar maior escala sonora, presença nos graves e capacidade dinâmica em comparação à Ama.

No Brasil, a Summit Ama custa R$ 119.998 o par com pedestal incluso, enquanto a Summit Pumori sai por R$ 219.998 o par. Ambas estão disponíveis na cor Preto High Gloss.

Revel Performa4 ganha nova geração

A Revel também apresentou a nova geração da linha Performa4, baseada em décadas de pesquisa da marca. A atualização traz uma arquitetura acústica renovada, novos alto-falantes e a sétima geração do Waveguide Revel, desenvolvida para aprimorar a precisão e o controle da dispersão sonora.

O modelo Performa4 F346 é uma caixa de piso de três vias, com três woofers de 6,5 polegadas com cones Micro Ceramic Composite (MCC), além de driver de médios de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada.

Revel Performa4

A Performa4 M146 adota formato bookshelf de duas vias, com woofer de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada. Já a Performa4 C245 foi projetada como canal central para sistemas de home cinema, com dois woofers de 5,25 polegadas e tweeter DCC.

Os preços sugeridos são de R$ 29.999 pela unidade da F346, R$ 23.999 pelo par da M146 e R$ 15.999 pelo par da C245. Os três modelos estão disponíveis na cor Walnut. Todos os produtos podem ser encontrados nos respectivos sites da JBL e da Revel.

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VW derruba preços do T-Cross e SUV sai mais em conta que Nissan Kicks

22 de Setembro de 2026, 17:05

Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena apostar no T-Cross, que já pode ser encontrado “no precinho” em concessionárias da Volkswagen em São Paulo e no Rio de Janeiro — dependendo da loja, as reduções são de mais de R$ 40 mil, em preparação para a nova geração do utilitário.

A versão topo de linha Extreme no ano-modelo 2025/2026 destaca-se como a principal oportunidade, e sai no Rio de Janeiro por R$ 149.900 — uma redução bem interessante frente ao valor de tabela de R$ 193.490. Na capital paulista, unidades do T-Cross Highline 2027 saem de R$ 186.290 por R$ 159.900, uma economia de R$ 26.390. Para comparação, o Nissan Kicks Exclusive costuma sair por R$ 179.990,00.

Volkswagen T-Cross

Mesmo com a liderança isolada no segmento de SUVs compactos, que já somou mais de 61 mil emplacamentos no acumulado do ano, a rede autorizada busca queimar o estoque enquanto a alemã já desenvolve a nova geração do SUV na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com lançamento previsto para 2027.

Como é o VW T-Cross

Ambas as configurações contempladas pela campanha trazem o motor 1.4 TSI turboflex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque com qualquer combustível, e câmbio automático de seis marchas. As versões de topo do SUV destacam-se pelo recheado pacote tecnológico e de segurança, com itens de série que justificam o posicionamento no mercado.

O conjunto garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e velocidade máxima de 202 km/h. Quanto ao consumo, dados do Inmetro apontam médias de 8,2 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, o que rende marcas mais eficientes de 11,8 km/l no ciclo urbano e 14,2 km/l no rodoviário com gasolina.

As duas configurações contam com o painel digital configurável de 10,25” integrado à central multimídia VW Play Connect de 10,1” com espelhamento sem fio. Já em relação à segurança, os carros vêm com seis airbags, controle adaptativo de velocidade (ACC) e frenagem autônoma de emergência. A variante Extreme, por sua vez, entrega teto, retrovisores e rack na cor Preto Ninja, rodas diamantadas escurecidas de 17”, bancos em couro e pneus com tecnologia Seal Inside.

Antes de fechar negócio, que tal conferir se vale a pena pagar mais pela versão topo de linha do Volkswagen T-Cross?

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Android 17 testa recurso que salva celular de quem esqueceu o PIN

22 de Setembro de 2026, 17:05

O Google está desenvolvendo uma função que pode evitar a perda de dados para quem esquecer o PIN ou a senha do celular. Segundo o Android Authority, referências encontradas na versão beta do sistema indicam que o Android 17 poderá permitir a recuperação do acesso por meio das credenciais da conta Google vinculada ao aparelho, eliminando a necessidade de realizar uma restauração de fábrica.

Atualmente, quem esquece a senha de um dispositivo Android pode precisar apagar todo o conteúdo do celular para recuperar o acesso. O processo remove fotos, arquivos armazenados localmente e dados de aplicativos que não tenham backup na nuvem. A nova função, identificada como “Unlock with Google account” (Desbloquear com conta Google), aparece como uma alternativa de recuperação. 

As referências encontradas no código mostram que a função fica no menu Desbloqueio do dispositivo, o mesmo espaço usado para configurar PIN, senha, impressão digital e reconhecimento facial. A proposta é possibilitar que o proprietário confirme sua identidade pela conta Google na tela de bloqueio. 

Android mascote 4

O código também indica que o novo mecanismo será opcional e ficará desativado por padrão por questões de privacidade. Nesse cenário, o usuário poderá decidir previamente se quer manter uma alternativa de recuperação vinculada à conta Google.

A ideia lembra um mecanismo presente em versões antigas do Android, como o Android 4.4, que oferecia uma alternativa de recuperação para usuários que esquecessem o padrão de desbloqueio. A função foi removida no Android 5.0 Lollipop. 

No Android 5.1, o Google introduziu o Factory Reset Protection (FRP), uma proteção para impedir que celulares roubados fossem restaurados pelo modo de recuperação e usados por terceiros. O mecanismo, porém, não evitava a perda dos dados do proprietário legítimo após a restauração de fábrica. 

celular android

Quando o recurso chega ao Android 17?

Ainda não há data oficial ou previsão confirmada para o lançamento da função. As referências foram encontradas durante um APK teardown da versão Android 17 QPR2 Beta 5.

Esse tipo de análise examina o APK de uma versão de testes em busca de códigos, textos e outros elementos que revelem funções em desenvolvimento. A presença da opção no beta indica que o Google trabalha na ferramenta, mas não garante que ela chegará à versão estável do sistema.

O recurso também não está funcional na versão beta atual. Por isso, ainda não é possível saber exatamente como será o processo de autenticação ou quais condições serão necessárias para recuperar o acesso ao aparelho.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Quais celulares receberão o Android 17? Veja se o seu está na lista”. 

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Preço derreteu: Controle 8Bitdo Sn30 Pro por R$ 159 parcelado

22 de Setembro de 2026, 16:20

Jogar no PC usando teclado e mouse nem sempre é a melhor experiência, especialmente em títulos de plataforma, luta ou corrida. Se você procura um controle de qualidade, com visual nostálgico e que entregue precisão, a Amazon fez a limpa no estoque e derrubou o preço do 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad. O acessório, que costuma custar R$ 248,81, está saindo por apenas R$ 159,96 parcelado, uma oportunidade urgente para garantir o seu antes que a promoção acabe.

Compre o 8Bitdo Sn30 Pro por R$ 159,96 parcelados na Amazon

Este controle chama a atenção logo de cara pelo seu visual inspirado no clássico Super Nintendo, trazendo uma dose deliciosa de nostalgia para a sua jogatina diária. Mas não se engane pela carinha dos anos 90: ele vem muito bem equipado com dois analógicos e botões de ombro extras, garantindo que você consiga jogar desde os clássicos de emuladores até os lançamentos em 3D mais recentes com facilidade.

A qualidade de construção é um ponto de destaque absoluto entre quem já comprou. Ele tem um acabamento firme e materiais de primeira linha, garantindo durabilidade mesmo naquelas sessões de jogo mais intensas, sem aquela sensação de plástico frágil. Além disso, por ser um modelo USB, a conexão é direta no PC, garantindo respostas rápidas e sem atrasos nos seus comandos.

Outro grande benefício direto é o seu formato compacto e confortável. Ele se adapta perfeitamente em mãos menores, sendo uma excelente opção de compra para crianças ou para quem sente desconforto e cansaço com os controles atuais, que costumam ser maiores e mais pesados. Tudo isso com um direcional em cruz (D-pad) excelente para executar golpes complexos em jogos de luta.

Vale a pena comprar o 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad?

Para quem busca um controle versátil e bem construído para o PC, vale muito a pena aproveitar este desconto. Os compradores elogiam bastante a resistência do material e a ótima resposta nos mais variados gêneros de games.

Para fazer uma compra consciente, é preciso apenas ter em mente dois detalhes práticos: ele é cabeado (com um fio de 1,70m) e a pintura das letras nos botões segue o padrão da Nintendo. Como o PC costuma reconhecer o layout do Xbox, você precisará usar um pouco da memória muscular na hora de apertar o A, B, X e Y, mas nada que tire o brilho da experiência. Por esse preço promocional, é um acessório fantástico para ter na sua mesa. Aproveite agora!

Garanta seu 8Bitdo Sn30 Pro com desconto na Amazon clicando aqui

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Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

18 de Setembro de 2026, 11:14
Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)
Resumo
  • Xiaomi prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: Redmi Note 17 Pro e Poco X8.
  • Os aparelhos foram certificados pela Anatel e têm características similares, incluindo tela AMOLED de 6,83″ e processador Snapdragon 6s Gen 4.
  • Os modelos devem ter baterias de 8.300 mAh ou 9.000 mAh em silício-carbono.

Mais um membro da família Redmi Note 17 recebeu a aprovação da Anatel: é o Redmi Note 17 Pro. O modelo é acompanhado na certificação pelo primo Poco X8, já que ambos compartilham muitas características em comum.

O Redmi Note 17 Pro usa os códigos de modelo 2607DRA18T e 2607DRA18G, enquanto o Poco X8 é o 2607DPC18G. O certificado foi emitido na última terça-feira (15/09) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conforme revelam os documentos vistos em primeira mão pelo Tecnoblog.

Captura de tela do certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8
Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Por dentro e por fora, os dois smartphones têm características quase idênticas:

Os modelos divergem em três aspectos:

  • O Poco X8 não possui IP, enquanto o Redmi Note 17 Pro tem IP68/69K (dependendo do mercado)
  • A sua segunda câmera traseira é uma mera câmera de 2 megapixels para detectar profundidade, já o Redmi Note 17 Pro usa uma ultrawide de 8 megapixels
  • O design, especialmente as cores e o formato da “ilha” das câmeras
Imagem de divulgação do Xiaomi Poco X8, mostrando suas três opções de cores
Poco X8 tem três opções de cores e design similar ao Redmi Note 17 Pro (imagem: divulgação)

Na caixa, ambos serão acompanhados de carregador de 67 Watts, modelos MDY-15-ET ou MDY-20-EV.

Os celulares também divergem em suas memórias: apenas o Redmi Note 17 Pro oferece opção de 512 GB de armazenamento em alguns países. A memória RAM pode ser de 6 GB, 8 GB ou 12 GB, dependendo de onde é vendido.

A certificação do Redmi Note 17 Pro vem para acompanhar os “irmãos menores” Redmi Note 17 4G e 5G, que já receberam a aprovação da agência. Apenas o Redmi Note 17 Pro Max, com especificações superiores e bateria de até 10.000 mAh, ainda não recebeu o aval.

Foto de certificação do carregador MDY-20-EV da Xiaomi
Carregador MDY-20-EV, uma das opções que virá na caixa do Poco X8 e Redmi Note 17 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Por que o Windows 11 não tinha Barra de Tarefas móvel? Microsoft explica

17 de Setembro de 2026, 16:09
Barra de Tarefas móvel no Windows 11
Barra de Tarefas, agora móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • A Barra de Tarefas do Windows 11 foi desenvolvida do zero e não reaproveitou a implementação existente no Windows 10, o que tornou complexo adicionar a funcionalidade de mobilidade.
  • A Microsoft priorizou recursos mais importantes durante o lançamento do Windows 11, considerando que a demanda por essa funcionalidade não era alta o suficiente.
  • A funcionalidade de mover a Barra de Tarefas para diferentes locais da tela foi liberada em uma atualização de setembro de 2026, que pode ser ativada por meio das configurações do sistema.

Lançado em 2021, o Windows 11 chegou com algumas diferenças funcionais notáveis em relação ao Windows 10 (e versões anteriores). Uma delas estava na Barra de Tarefas, que não era móvel. O problema foi corrigido recentemente. Mas uma dúvida ficou no ar: por que o componente tinha essa limitação? A resposta foi dada pela própria Microsoft, discretamente.

No Windows 10, você pode mover a Barra de Tarefas para o topo ou para as laterais da tela com um simples arrastar do cursor do mouse. É por isso que, no primeiro contato com o Windows 11, fiquei surpreso ao descobrir que a Barra de Tarefas não podia ser movimentada ali.

Surpreso, mas não decepcionado, afinal, não uso a Barra de Tarefas em um local diferente do padrão. Mas, pelo jeito, muita gente usa. Tanto que a Microsoft passou os anos seguintes recebendo queixas de usuários insatisfeitos com essa restrição.

A solução só surgiu cinco anos depois. A dúvida continuou, porém: por que a Barra de Tarefas do Windows 11 não era móvel desde o início?

Eis que, ao investigar o assunto, o Windows Latest descobriu uma sessão de perguntas e respostas para participantes do programa Windows Insider realizada em abril de 2022 por Tali Roth, uma gerente de produtos da Microsoft. Uma das perguntas respondidas pela executiva tratava justamente da Barra de Tarefas “imóvel”.

Roth explicou que a Barra de Tarefas do Windows 11 foi desenvolvida praticamente do zero, ou seja, não reaproveitou a implementação existente no Windows 10. Mas fazer a nova Barra de Tarefas se mover não era uma tarefa simples:

Quando você pensa em ter a Barra de Tarefas à direita ou à esquerda, de repente o redimensionamento e o trabalho que todos os aplicativos precisam fazer para oferecer uma experiência excelente nesses ambientes se tornam enormes.

Tali Roth, gerente de produtos da Microsoft

A movimentação da Barra de Tarefas exige que aplicativos e outros elementos se adaptem à nova disposição, o que requer ajustes de layout, escala e afins. O Windows 10 já contava com isso. O Windows 11, por outro lado, introduziu recursos de interface mais modernos, mas que, até o lançamento do sistema, não tratavam desse aspecto.

Então, para não prejudicar o lançamento o Windows 11, a Microsoft optou por priorizar os recursos mais importantes. A mobilidade da Barra de Tarefas não era um deles, razão pela qual foi deixada de lado. Um dos critérios que a companhia usou para isso foi o entendimento de que não havia demanda alta o suficiente para priorizar a mudança de posição do componente (mas havia).

Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11
Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Agora o Windows 11 tem Barra de Tarefas móvel

Depois de um período de testes, a Microsoft liberou uma atualização para o Windows 11 em agosto que trouxe a Barra de Tarefas móvel de volta às versões finais do sistema operacional.

Na época, aquela era uma atualização opcional. A liberação oficial ocorreu neste mês, com o Patch Tuesday de setembro de 2026 (KB5124008), cuja instalação é automática.

Mas, ao contrário do Windows 10, não é possível mover a Barra de Tarefas usando o mouse. Para mudar a posição do componente, vá em Configurações / Personalização / Barra de Tarefas / Comportamento da Barra de Tarefas / Posição da Barra de Tarefas. Ali, escolha o local onde a barra deve ficar.

É claro que esse procedimento só funcionará após a atualização ser instalada. Se nem isso funcionar, aguarde um pouco. A liberação para o seu computador deverá ocorrer nos próximos dias.

Por que o Windows 11 não tinha Barra de Tarefas móvel? Microsoft explica

Barra de Tarefas móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Spotify traz programa de monetização para podcasts ao Brasil

17 de Setembro de 2026, 15:02
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify Partner Program está sendo expandido para outras regiões (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançará seu programa de monetização para podcasts no Brasil.
  • O programa oferece três formas de monetização: tempo de reprodução para assinantes Premium, publicidade automática para usuários gratuitos e patrocínios diretos com marcas.
  • Para participar, é necessário ter mil membros do público do Spotify e 2 mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, com pelo menos três episódios lançados.

O Spotify anunciou nesta quinta-feira (17/09) que trará o Spotify Partner Program ao Brasil. A iniciativa, até então em funcionamento nos Estados Unidos, Europa e na Austrália, será disponibilizada nos próximos meses. O programa permite que produtores de podcasts e videocasts no país monetizem seus programas dentro da plataforma por meio de diferentes fontes de receita.

O modelo é semelhante ao adotado por outras plataformas de streaming, como o YouTube. Criadores poderão receber repasses relacionados ao tempo de consumo de vídeos por assinantes ou à publicidade automática que aparece para usuários gratuitos.

A novidade deve facilitar a rentabilidade de programas que, até então, precisam buscar por anunciantes diretamente. Nesses casos, porém, o Spotify também disponibilizará ferramentas de gerenciamento. Vale lembrar que o próprio serviço estaria testando uma ferramenta para pular esses anúncios.

Além do Brasil, o Spotify Partner Program será expandido para mais de 35 países e territórios. Na América Latina, a lista inclui México, Colômbia, Chile, Peru, Equador, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. A disponibilização para os novos mercados será gradual e está prevista para os próximos meses.

Como podcasts podem ser monetizados?

banner do Spotify com o título do programa Spotify Partner Program
Programa de monetização considera tempo de reprodução e anúncios automáticos (imagem: divulgação/Spotify)

O Spotify Partner Program combina três formas de monetização para os programas participantes:

  • Vídeos para assinantes Premium: criadores recebem de acordo com o tempo de reprodução de videocasts assistidos por usuários do plano Premium.
  • Publicidade automática: anúncios podem ser inseridos nas versões gratuitas dos programas no Spotify e em reprodutores de terceiros.
  • Patrocínios diretos: o criador pode negociar campanhas com marcas e usar as ferramentas do Spotify para gerenciamento e acompanhamento dos resultados. Nesse caso, 100% da receita do patrocínio fica com o podcaster.

Para fazer parte do programa de monetização, é preciso ter mil membros do público do Spotify e 2 mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, com pelo menos três episódios lançados.

Segundo o Spotify, os pagamentos mensais aos programas participantes cresceram mais de um terço desde que a empresa flexibilizou os critérios de elegibilidade. Os videocasts incluídos no programa também tiveram aumento médio de mais de 45% nas horas de consumo desde o lançamento da iniciativa.

Entre os exemplos citados pela plataforma estão o podcast SOLVED, de Mark Manson, que triplicou sua base de ouvintes no Spotify, e Mystery Mondays, de Bella Fiori, que passou a financiar campanhas sociais com a receita obtida pelo programa.

Premium terá menos anúncios em videocasts

Spotify possui espaço destinado a podcasts e videocasts (gif: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A novidade também muda a experiência dos assinantes que acompanham podcasts em vídeo. Nos programas participantes, o Spotify deixará de exibir os anúncios dinâmicos inseridos automaticamente durante a reprodução.

Os intervalos comerciais gravados pelos próprios apresentadores, porém, continuam aparecendo. Isso inclui os patrocínios negociados diretamente entre os criadores e as marcas.

Spotify traz programa de monetização para podcasts ao Brasil

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Spotify)

Melhor Kindle em 2026: qual leitor de livros digitais comprar?

17 de Setembro de 2026, 13:29
Foto do Kindle Colorsoft
Kindle Colorsoft traz tela colorida, sendo ideal para quadrinhos e HQs; confira outros modelos Kindle que valem a compra (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O portfólio de e-readers da Amazon conta com oito modelos de Kindle disponíveis no Brasil em 2026, que atendem a públicos, orçamentos e requisitos de leitura diferentes.

As versões básica e Paperwhite funcionam bem para leituras de conteúdos em preto e branco. Já o Kindle Colorsoft oferece tela coloridas, enquanto as variantes Scribe habilitam anotações na tela com canetas.

Para te ajudar na escolha do melhor leitor digital para o seu dia a dia, o Tecnoblog avalia os prós e contras de cada Kindle a seguir.

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Kindle Paperwhite (12ª Geração)


Prós
  • Tela de 7″ com 17 LEDs
  • 25% mais rápido que seu antecessor
  • Bateria dura até 3 meses
  • Proteção IPX8 contra água
Contras
  • Sem sensor de luz adaptável
  • Não tem suporte para recargas sem fio
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Kindle Paperwhite de 12ª geração (2024) é uma versão para quem quer ir além do básico. Ele inclui uma tela de 7″ com 300 ppi e design liso, além de iluminação embutida com 17 LEDs e tecnologia antirreflexo para facilitar a leitura em ambientes bem iluminados.

Com 16 GB de memória interna, o Kindle também se destaca por oferecer rolagens e trocas de página 25% mais rápidas que seu antecessor. Uma das vantagens em relação ao modelo básico está na proteção IPX8, suportando submersão em água doce de até 2 metros por uma hora.

A bateria promete uma autonomia de até três meses. O e-reader não tem sensor de luz adaptável como em versões mais avançadas, mas oferece ajuste de temperatura de luz para leituras mais confortáveis sob luz do Sol ou à noite.

Dimensões e peso: 176,6 mm (A) x 127,5 mm (L) x 7,8 mm (E); 211 g

Kindle Paperwhite Signature Edition (12ª Geração)


Prós
  • Tela de 7″ com sensor de luz adaptável
  • 32 GB de memória interna
  • 20% mais rápido que seu antecessor
  • Compatível com carregamento sem fio
  • Proteção IPX8
Contras
  • Mais caro que a versão Paperwhite
  • Sem tela colorida
  • Desempenho similar ao da versão Paperwhite
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Kindle Paperwhite Signature Edition (12ª Geração) implementa algumas melhorias em relação à versão Paperwhite. Sua tela também possui 7″, 17 LEDs e tecnologia antirreflexo. Contudo, o display chega com sensor de luz adaptável, que ajusta a luz frontal automaticamente de acordo com o ambiente.

O dispositivo possui 32 GB de armazenamento, oferecendo o dobro de memória interna para armazenar livros e documentos. Ele também é 20% mais rápido que a versão antecessora.

A bateria pode durar até três meses e leva aproximadamente 5 h para uma carga completa com adaptador de 9 W. Mas outro diferencial está na compatibilidade com carregamento sem fio, embora o carregador não acompanhe o produto na caixa.

Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,5 mm (L) x 7,8 mm (E); 214 g

Kindle (11ª geração)


Prós
  • Design leve e compacto
  • Tela com tecnologia antirreflexo
  • Densidade de pixels de 300 ppi
  • Bateria com autonomia de até 2 meses
Contras
  • Apenas 4 LEDs de iluminação
  • Não tem proteção contra água
  • Sem tela colorida
  • Sem ajuste de temperatura de luz
  • Não tem sensor de luz adaptável
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O Kindle de 11ª geração é o modelo mais básico do portfólio, e se destaca pelo preço mais acessível. Ele é compacto e pesa apenas 158 g para facilitar a portabilidade. A tela e-ink de 6″ possui antirreflexo e 300 ppi, mas conta apenas com 4 LEDs e pode acumular mais poeira por conta do relevo da carcaça.

O e-reader ainda conta com bateria que dura até dois meses e 16 GB de memória interna. Porém, é bom evitar leituras na banheira ou à beira da piscina, já que o dispositivo não tem proteção contra água.

Dimensões e peso: 157,8 mm (A) x 108,6 mm (L) x 8 mm (E); 158 g

Kindle Scribe Colorsoft


Prós
  • Tela Colorsoft de 11″
  • Display simula escrita no papel
  • Tem sensor de luz adaptável
  • Inclui caneta para anotações
  • Compatível com ferramentas de IA
  • 64 GB de memória interna
Contras
  • Custo elevado
  • Densidade de pixels cai para 150 ppi em documentos coloridos
  • Mais pesado que outros modelos
  • Sem certificação IP
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O Kindle Scribe Colorsoft é o e-reader mais avançado da Amazon. O principal destaque está na tela colorida de 11″ compatível com caneta (inclusa na caixa) para anotações. Inclusive, o display tem superfície texturizada e resposta ultrarrápida para simular uma experiência de escrita mais natural.

O dispositivo conta com 64 GB para armazenar HQs, livros, entre outros documentos. Também há suporte para ferramentas de IA que otimizam a experiência, como bate-papo e resumos automáticos.

A bateria tem autonomia de até dois meses, considerando leituras diárias de meia hora e com Wi-Fi desligado. O e-reader não suporta recarga sem fio e o carregamento via cabo USB-C leva cerca de 2,5 horas.

Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

Kindle Colorsoft


Prós
  • Tela colorida com 25 LEDs
  • Design de tela lisa
  • Bateria com boa autonomia
  • Proteção IPX8
  • Carrega mais rápido que o Paperwhite
Contras
  • Apenas 150 ppi em leituras coloridas
  • Não tem sensor de luz adaptável
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O Kindle Colorsoft oferece tela colorida de 7″ com 25 LEDs de iluminação, sendo uma ótima opção para leitura de quadrinhos ou outros documentos coloridos. Um único ponto é que a densidade de pixels de 300 ppi cai para 150 ppi em leituras com cor, fazendo com que as letras e imagens fiquem menos nítidas.

De resto, o e-reader traz as mesmas especificações do Kindle Paperwhite. E isso inclui 16 GB de armazenamento interno, design com tela lisa, ajuste de temperatura de luz e proteção IPX8 contra água.

A bateria do dispositivo também dura até três meses, mas sua recarga completa é relativamente mais rápida (2,5 horas).

Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,6 mm (L) x 7,8 mm (E); 215 g

Kindle Colorsoft Signature Edition


Prós
  • Tela colorida de 7 polegadas
  • Sensor de luz adaptável
  • 32 GB de armazenamento
  • Proteção IPX8
  • Suporta carregamento sem fio
Contras
  • Densidade de pixels cai para 150 ppi em conteúdos coloridos
  • Performance equivalente à do Colorsoft
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O Kindle Colorsoft Signature Edition também apresenta uma tela colorida de 7″ com tecnologia antirreflexo e 25 LEDs de iluminação. Contudo, o display chega com sensor de luz adaptável para ajustes automáticos de brilho.

Além disso, ele possui 32 GB de armazenamento — o dobro em relação ao Kindle Colorsoft. E a bateria com autonomia de três semanas é compatível com recarga sem fio para mais praticidade na hora do carregamento.

Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,6 mm (L) x 7,8 mm (E); 219 g

Kindle Scribe


Prós
  • Tela ampla de 11″ com suporte para escrita
  • Caneta inclusa na caixa
  • Possui sensor de luz adaptável
  • 32 GB de memória interna
  • Suporta ferramentas de IA
Contras
  • Tela não é colorida
  • Peso considerável (400 g)
  • Sem proteção IP
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O Kindle Scribe traz uma tela ampla de 11″ em preto e branco compatível com caneta para anotações e escritas. Isso faz com que o dispositivo seja recomendado para estudantes, leitores e escritores.

O e-reader possui 32 GB de armazenamento, chega com chatbot de IA e recurso de resumo assistido. Além disso, ele conta com outras funcionalidades mais avançadas, como sensor de luz adaptável e ajuste de temperatura de luz.

Não há proteção contra água. E a bateria pode durar até 10 semanas com uma única recarga.

Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

Kindle Scribe sem luz frontal


Prós
  • Tela de 11″ com suporte para escrita
  • Display simula experiência do papel
  • Caneta acompanha o Kindle
  • Compatível com recursos de IA
  • Bateria duradoura
Contras
  • Relativamente pesado (400 g)
  • Ausência de luz frontal pode comprometer a visibilidade
  • Não tem proteção IP
  • Sem tela colorida
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O Kindle Scribe sem luz frontal é a versão mais básica da linha Scribe. A tela de 11 polegadas suporta escrita e a ausência de luz frontal oferece uma experiência mais próxima do papel. Mas a visibilidade fica comprometida à noite ou em ambientes pouco iluminados.

Por não contar com luz frontal, o dispositivo não possui ajuste de temperatura da luz e nem sensor de luz adaptável. Mas ele também é compatível com recursos de IA e traz 16 GB de memória interna para armazenar livros e documentos.

Sua bateria é duradoura, com autonomia de até quatro meses. Já a recarga leva 2,5 horas com um adaptador de 20 W (vendido separadamente).

Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

Como escolher o melhor Kindle em 2026?

A escolha pelo melhor Kindle vai depender das especificações oferecidas pelo modelo e dos seus requisitos para leitura. Vale ficar de olho nas seguintes especificações:

  • Dimensões e peso: verifique as dimensões e peso do Kindle e escolha aquele que melhor atende seus requisitos de portabilidade.
  • Especificações de tela: escolha tamanhos de tela de acordo com sua preferência; vale também optar por displays com mais LEDs e telas Colorsoft, caso vá ler quadrinhos e conteúdos coloridos.
  • Com ou sem caneta: aposte nos modelos Scribe caso as anotações na tela sejam importantes para você.
  • Autonomia da bateria: prefira modelos com baterias mais duradouras e com carregamentos mais acelerados.
  • Proteção contra água: aposte em modelos com certificação IPX8 se você costuma ler na banheira ou em ambientes próximos à água.
  • Recursos extras: dê preferência a Kindles com sensor de luz ajustável, suporte a escrita e ferramentas de IA, se os recursos fizerem sentido para você.

Qual é a geração mais recente do Kindle em 2026?

A geração mais recente de Kindles varia de acordo com a linha. Confira abaixo as versões mais atuais de cada série:

  • Kindle básico: 11ª geração (2024)
  • Paperwhite e Paperwhite Signature Edition: 12ª geração (2024)
  • Colorsoft e Colorsoft Signature Edition: 1ª geração (2024)
  • Scribe: 3ª geração (2025)
  • Scribe Colorsoft: 1ª geração (2025)

Qual Kindle tem o melhor custo-benefício em 2026?

O Kindle de 11ª geração apresenta a melhor relação custo-benefício. Ele traz um design compacto para facilitar a portabilidade e oferece todos os recursos necessários para leituras simples de conteúdos em preto e branco. E tudo isso pelo preço mais acessível dentre todos os modelos listados.

Quais são as vantagens dos Kindle Signature Edition?

O modelos Kindle Signature Edition introduzem as seguintes melhorias em relação às versões Paperwhite e Colorsoft:

  • Dobro de memória: os modelos chegam com mais espaço de armazenamento para alocar livros e outros documentos.
  • Brilho adaptável: Kindles Signature Edition possuem sensor de luz adaptável, com ajustes automáticos de brilho de acordo com a iluminação do ambiente.
  • Carregamento sem fio: os e-readers suportam carregamento sem fio para mais versatilidade na hora das recargas.

O que é melhor para leitura: Kindle ou tablet?

O Kindle costuma oferecer a melhor experiência para leitura, já que suas telas têm tecnologia e-ink para reduzir a fadiga ocular e proporcionar boa visualização mesmo sob luz solar direta. Além disso, esses dispositivos são mais básicos que tablets e, por isso, consomem menos energia.

Já tablets costumam ser maiores e mais pesados que os Kindles, apesar de oferecerem mais opções de conectividade e interação. E mesmo que não tenham tela e-ink, tablets para leitura podem incluir recursos para uma experiência mais próxima do papel e certificações de proteção ocular.

A escolha entre um ou outro, no entanto, vai depender do seu perfil de uso. Invista em um Kindle se quer um dispositivo exclusivamente para leitura. Ou foque em tablets se a ideia é ler e fazer outras atividades, como jogos e navegação na internet.

Melhor Kindle em 2026: qual leitor de livros digitais comprar?

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Analisamos os prós e contras dos modelos de Kindle disponíveis no Brasil para te ajudar a decidir qual é o melhor leitor de livros digitais para o seu dia a dia

Zelda: Ocarina of Time Remake esgota em 10 minutos de pré-venda

17 de Setembro de 2026, 11:26
Imagem do personagem Link montando um cavalo no remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time
The Legend of Zelda: Ocarina of Time abriu pré-venda no Brasil (imagem: reprodução/Nintendo)
Resumo
  • Nintendo iniciou a pré-venda do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Brasil, com preço sugerido de R$ 439 para a edição física.
  • Ela esgotou em cerca de 10 minutos e traz capa com acabamento especial nas primeiras unidades; ainda não há confirmação de um novo lote.
  • Versão digital custa R$ 329,90 e continua à venda na eShop brasileira; o jogo será lançado em 5 de novembro para Switch 2.

A Nintendo iniciou a pré-venda do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Brasil. A edição física de lançamento, que traz uma embalagem com acabamento especial, combinando elementos metalizados e textura em relevo, esgotou em cerca de 10 minutos nessa quarta-feira (16/09). O acabamento será exclusivo das unidades da primeira tiragem.

A nova versão do clássico do Nintendo 64 chega com preço sugerido de R$ 439 em mídia física e foi comercializada por grandes varejistas, como a Amazon. A Nintendo não confirmou a quantidade de unidades produzidas com o acabamento especial e nem divulgou informações sobre um novo lote.

Quem preferir a versão digital pode fazer a reserva diretamente pela eShop brasileira, por R$ 329,90. A diferença em relação ao preço sugerido da mídia física é de R$ 109,10, embora promoções no varejo ofereçam desconto para pagamento à vista no Pix.

Remake atualiza clássico do Nintendo 64

Lançado originalmente em 1998, Ocarina of Time retorna em uma nova versão para o Switch 2. A Nintendo reformulou os gráficos, a movimentação e os controles de câmera, além de ampliar os diálogos dos personagens e incluir cenas dubladas.

A nova versão traz dublagem e localização em português do Brasil. O jogo terá suporte aos modos TV, mesa e portátil e ocupa cerca de 27 GB de armazenamento no console.

A Nintendo também criou o Zelda Notes, recurso disponível no aplicativo Nintendo Switch App. A ferramenta acompanha o progresso da aventura e pode ajudar o jogador a encontrar locais do jogo a partir de imagens.

Ocarina of Time chega em novembro

O remake será lançado mundialmente em 5 de novembro de 2026 e será exclusivo do Nintendo Switch 2. A nova versão recupera a aventura de Link por Hyrule, agora reconstruída para o hardware atual da Nintendo.

Além do jogo, a Nintendo anunciou uma linha especial de produtos para comemorar os 40 anos de The Legend of Zelda, incluindo uma edição temática do Switch 2, controle Pro e acessórios. Esses produtos chegam antes do jogo, em outubro.

Zelda: Ocarina of Time Remake esgota em 10 minutos de pré-venda

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Edição física para Switch 2 custa R$ 439 e traz capa especial. Versão digital continua disponível por R$ 329,90.

(imagem: reprodução/Nintendo)

O Fedora Linux 45 está vindo aí e estes são seus destaques

16 de Setembro de 2026, 15:27
O Fedora Linux 45 está vindo aí
O Fedora Linux 45 está vindo aí (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • O Fedora Linux 45 foi anunciado com o Linux 7.2 como kernel e o Gnome 51 como ambiente de desktop.
  • Entre os demais destaques estão o console kmscon, melhor suporte a Macs com chip M3 e o gerenciador de credenciais oo7.
  • A versão final do Fedora Linux 45 é esperada para o fim de outubro ou início de novembro de 2026.

Se você quer experimentar uma distribuição Linux ou trocar a que já usa, saiba que o Fedora Linux 45 está a caminho. A versão beta do sistema operacional foi liberada recentemente. Ela traz o Linux 7.2 como kernel e uma prévia do Gnome 51 como ambiente de desktop.

Sobre o kernel, a versão 7.2 do Linux foi lançada em agosto, sendo a mais recente. As suas novidades incluem suporte introdutório à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) em GPUs AMD (permite taxas de transferência de até 48 Gb/s no HDMI 2.1), avanços no desempenho por meio do chamado Agendamento com Consciência de Cache e compatibilidade com mais chips Intel, por exemplo.

Já sobre o ambiente de desktop, bom, ficou claro que o Fedora Linux 45 contará com o Gnome 51, cuja versão final é esperada para… hoje! Sim, o Gnome 51 foi anunciado nesta quarta-feira (16/09). As suas novidades envolvem animações mais suaves, suporte para rotação automática de tela, mapas offline, entre vários outros recursos.

Fedora Workstation vem com o Gnome 51
Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que mais há de novo no Fedora Linux 45?

As demais novidades incluem:

  • o uso do kmscon como console de texto; a ferramenta conta com recursos mais modernos, como fontes redimensionáveis e suporte melhorado a Unicode;
  • suporte melhorado para Macs com chip Apple M3, incluindo decodificação de vídeo acelerada por hardware; isso é efeito da integração do Fedora com o projeto Asahi Linux;
  • uso do moderno gerenciador de credenciais oo7, que é importante para armazenar senhas, chaves de acesso (passkeys) e tokens com mais segurança;
  • pacote atualizado de ferramentas; para desenvolvimento, por exemplo, há Python 3.15, Go 1.27, GCC 16.2, glibc 2.44, entre outros;
  • mudança dos dados de configuração de pacotes RPM de /etc para /usr, permitindo uma separação mais adequada de arquivos do próprio sistema operacional de configurações direcionadas ao usuário.
Firefox no Fedora Workstation 45
Firefox no Fedora Workstation 45 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando a versão final do Fedora Linux 45 será lançada?

O lançamento oficial do Fedora Linux 45 é esperado para o fim de outubro ou início de novembro de 2026. Se você quiser experimentar a versão beta, os links são os seguintes:

Observe que as novidades abordadas aqui foram baseadas no Fedora Workstation 45 (primeiro link), justamente a versão que conta com o Gnome. Quem não gosta desse ambiente de desktop tem a versão com KDE Plasma como uma alternativa interessante.

Dica: use o Fedora MediaWriter ou o Rufus para criar um pendrive de instalação ou testar a distribuição no modo “live” (sem instalação).

Independentemente da versão escolhida, lembre-se de que sistemas beta estão mais suscetíveis a erros ou instabilidades.

O Fedora Linux 45 está vindo aí e estes são seus destaques

O Fedora Linux 45 está vindo aí (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Firefox no Fedora Workstation 45 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu

11 de Setembro de 2026, 12:41

O combo Galaxy A57 (128 GB) e Galaxy Fit 3 está com uma promoção excelente na Magalu, saindo por R$ 1.843 no Pix, um desconto considerável do valor original de R$ 4.098. O Pix e o Cartão Luiza trazem um acréscimo de 10% de desconto, mas o comprador também pode fazer o pagamento em 10x de R$ 204 sem juros no cartão de crédito, sob total parcelado de R$ 2.048, o que ainda é uma boa oferta para o produto. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Galaxy A57 se destaca por ser um intermediário muito competente em câmera, desempenho e tela. Enquanto isso, o Galaxy Fit 3 é uma pulseira que continua a valer a pena anos após o lançamento, oferecendo recursos muito úteis para monitoramento de treinos, sono e atividades do dia a dia. Os valores foram verificados no dia 11 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, saiba mais sobre os produtos. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Samsung Galaxy A57 está em promoção junto com o Fit 3 William Guido/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu O Galaxy A57 é um celular intermediário indicado para quem busca um aparelho equilibrado para tarefas do dia a dia, fotos, consumo de mídia e jogos. O modelo combina design mais sofisticado, boa experiência de uso e suporte prolongado de software, sendo uma opção especialmente interessante para quem quer um Samsung atual sem partir para a linha Galaxy S. O modelo já foi analisado em review do TechTudo, feito por William Guido, que deu nota 9.2 pelo intermediário da Samsung, com destaque para câmeras, design elegante e processador. O Fit 3 foi testada por Taís Aparecida no TechTudo, que deu 8.4 para o aparelho, destacando o custo-benefício, mas com críticas à autonomia de bateria. Por outro lado, o smartbrand recebeu críticas em relação à autonomia de bateria inferior à prometida e à imprecisão em alguns registros de atividades físicas, além da ausência de recursos como GPS, NFC e microfone. Com informações de Magalu Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Samsung provoca Apple e traz 'Tim Cook' usando Galaxy Z Fold 8 em comercial

11 de Setembro de 2026, 09:42

O iPhone Duo foi anunciado na última quarta-feira (9), e, desde então, as redes sociais da Samsung ao redor do mundo têm sido palco de uma série de provocações ao lançamento da Apple. Desta vez, a filial da Samsung na Nova Zelândia chamou atenção ao publicar um vídeo estrelado por um sósia de Tim Cook, ex-CEO da Apple, apresentando o Galaxy Z Fold 8. No material, o homem grisalho aparece sentado, com o dobrável em formato de “passaporte” nas mãos, enquanto fala diretamente com a câmera sobre os recursos e benefícios do aparelho. Para reforçar a provocação, a Samsung reproduziu elementos característicos da comunicação da Apple, incluindo o tom de voz adotado na apresentação de produtos e uma trilha sonora semelhante à utilizada pela rival. O detalhe mais curioso, porém, está no próprio nome do protagonista: o homem que interpreta o suposto Tim Cook realmente se chama Tim Cook, embora não tenha qualquer relação com o executivo da Apple. Trata-se, na verdade, de um agente imobiliário de Palmerston North, na Nova Zelândia, escolhido pela Samsung para estrelar a campanha. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💵 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável Tim Cook neozelandês, homônimo do ex-CEO da Apple, estrela campanha provocativa da Samsung para promover o Galaxy Z Fold 8 Reprodução/Samsung ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 iPhone ou Samsung dobrável: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo A publicação no Instagram já se aproxima das 70 mil curtidas e soma pouco mais de 2 mil comentários, com usuários entrando na brincadeira e explorando o sobrenome do protagonista da campanha. Em inglês, “cook” significa “cozinhar”, o que deu origem a uma série de trocadilhos nos comentários, como “Tim COOKED” e “Tim is cooking”. As expressões também são usadas informalmente em inglês para dizer que alguém está “mandando bem” ou “arrasando”. Assim, as brincadeiras aproveitam o sobrenome do personagem para sugerir, em tom bem-humorado, que o suposto Tim Cook estaria “dando conta do recado” com o aparelho da Samsung. Initial plugin text A provocação também ganhou uma versão na conta da Samsung Myanmar, que publicou um vídeo dando “boas-vindas” à Apple ao mercado de celulares dobráveis. Na gravação, três unidades do Galaxy Z Fold 8 se movimentam de forma sincronizada, abrindo e fechando continuamente para simular uma salva de palmas. No centro da composição, aparecem objetos associados a bebês, enquanto o vídeo termina com um áudio infantil, em uma clara alusão à ideia de que a Apple estaria apenas “engatinhando” nesse segmento. Initial plugin text Além das provocações, o iPhone Duo apresenta algumas especificações semelhantes às do Galaxy Z Fold 8, especialmente no formato “passaporte”. Os dois modelos têm tela interna de 7,6 polegadas, enquanto os painéis externos diferem por apenas 0,1 polegada. Ambos também oferecem frequência de 120 Hz e brilho máximo de até 3.000 nits, características que aproximam ainda mais os dois dobráveis e ajudam a explicar o tom das provocações da Samsung após a estreia do rival. Com informações de Samsung Nova Zelândia e Samsung Myanmar 🎥 iPhone Duo: veja todas as novidades do dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple

Melhor Smartwatch Apple: 5 modelos que valem o investimento em 2026

11 de Setembro de 2026, 06:00

Escolher um Apple Watch em 2026 envolve mais do que decidir quanto gastar. A linha da Apple reúne desde modelos que concentram as funções essenciais de notificações, exercícios e acompanhamento de saúde até versões voltadas a esportes ao ar livre, com GPS mais preciso, maior resistência e comunicação via satélite. Nesta lista, reunimos cinco smartwatches com propostas e faixas de preço diferentes e analisamos o que cada um entrega em pontos como tela, sensores, bateria, construção e desempenho, considerando também os resultados de reviews especializados. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Apple Watch SE 3 GPS abre a lista por R$ 1.817 na Shopee, no Pix e com cupom. No outro extremo, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular custa a partir de R$ 5.399 no Mercado Livre. Os preços citados foram verificados durante a apuração em setembro de 2026 e podem sofrer alteração sem aviso prévio. A seguir, confira os cinco modelos selecionados e veja qual combina melhor com o seu perfil de uso. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Modelos de Apple Watch reúnem diferentes níveis de recursos para saúde, exercícios, conectividade e uso no dia a dia Reprodução/Shutterstock 🔎 Como conectar smartwatch ao celular? Veja tutorial para todas as marcas Initial plugin text 📝 Quais são os 5 melhores smartwatches? Pergunte no Fórum do TechTudo Qual Apple Watch comprar em 2026? Apple Watch SE 3 GPS — opção mais acessível para uso cotidiano; Apple Watch Series 10 GPS — tela maior e recursos de saúde mais completos; Apple Watch Series 11 GPS — mais autonomia e recursos atualizados; Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular — foco em esportes, GPS e conectividade; Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular — resistência e recursos avançados para atividades outdoor. Como escolhemos os melhores smartwatches Apple? Para montar esta lista, consideramos modelos de Apple Watch com diferentes faixas de preço e perfis de uso, desde opções para tarefas cotidianas até versões voltadas a treinos e atividades ao ar livre. A seleção levou em conta características que realmente interferem na experiência, como qualidade e brilho da tela, autonomia de bateria, sensores de saúde, precisão no acompanhamento de exercícios, resistência, conectividade e conforto no pulso. Além da ficha técnica divulgada pela Apple, usamos resultados de reviews especializados para entender como esses recursos se comportam durante o uso. Também observamos a idade de cada geração e o que ela ainda oferece em 2026. Já os preços foram apurados na Shopee, Magalu, Mercado Livre, Casas Bahia e Amazon, considerando o menor valor encontrado no momento da pesquisa e organizando os modelos em ordem crescente de preço. O que um bom Apple Watch deve ter? Não existe um único Apple Watch que seja a melhor escolha para todo mundo. O modelo mais adequado depende de como o relógio será usado, do nível de acompanhamento de saúde desejado e de quanto cada pessoa pretende investir. Para quem quer apenas notificações, treinos e monitoramento básico, um modelo de entrada pode ser suficiente; já usuários que acompanham saúde com mais detalhe ou praticam atividades ao ar livre podem aproveitar melhor versões mais completas. Tela confortável de visualizar: brilho, tamanho e qualidade do painel fazem diferença para ler notificações, acompanhar treinos e consultar informações rapidamente. Quem usa o relógio com frequência em ambientes externos deve prestar mais atenção ao brilho máximo. Bateria compatível com a rotina: modelos com cerca de um dia de autonomia podem atender bem quem tem facilidade para recarregar diariamente. Para quem pretende monitorar o sono ou passar mais tempo longe de tomadas, uma bateria maior reduz interrupções no uso. Sensores de saúde de acordo com a necessidade: frequência cardíaca, sono e temperatura já cobrem boa parte do uso cotidiano. Recursos como ECG, alertas de apneia do sono e notificações de hipertensão ampliam o acompanhamento, mas podem ser desnecessários para quem busca apenas funções básicas. Recursos adequados ao tipo de exercício: para academia, caminhadas e corridas ocasionais, os modelos convencionais já oferecem um conjunto amplo de métricas. Quem faz trilhas, corridas longas, mergulho ou outras atividades outdoor pode se beneficiar de GPS mais preciso, maior resistência e recursos de segurança. Tamanho e conforto no pulso: caixas maiores oferecem mais área de tela, mas também aumentam o peso e o volume. Para uso durante o sono ou ao longo de muitas horas, vale considerar se o formato é confortável para o próprio pulso. Conectividade que faça diferença no uso: versões com GPS atendem bem quem costuma usar o relógio próximo do iPhone. Já modelos com conexão celular permitem fazer chamadas e usar alguns recursos longe do smartphone, algo mais útil para quem corre, treina ou sai sem levar o celular. Preço compatível com o que será realmente usado: pagar mais pode trazer sensores adicionais, materiais mais resistentes, tela melhor ou maior autonomia. O importante é verificar se esses extras têm relação com a rotina, porque um modelo mais caro não será necessariamente a melhor compra para todos. 1. Apple Watch SE 3 GPS – a partir de R$ 1.817 Lançado em setembro de 2025, o Apple Watch SE 3 é o modelo mais barato desta seleção e atende quem quer um smartwatch da Apple com os principais recursos do dia a dia, mas sem pagar pelos sensores e acabamentos das versões mais caras. Ele acompanha exercícios, sono e frequência cardíaca, mostra notificações e traz versões de 40 mm e 44 mm, com resistência à água de até 50 metros. Uma das principais mudanças em relação ao SE 2 é a tela Sempre Ativa, que permite consultar horário e notificações sem levantar o pulso. Em testes do TechRadar, o painel de 1.000 nits apresentou boa visualização em ambientes internos, mas sofreu mais com reflexos e leitura sob sol forte. O desenho mantém bordas mais largas que as dos Series 10 e 11. O chip S10 é o mesmo usado no Series 11 e no Ultra 3, e o desempenho acompanhou essa proximidade. Durante os testes do TechRadar, o SE 3 teve navegação rápida pelo watchOS 26 e registrou resultados semelhantes aos modelos mais caros no acompanhamento de frequência cardíaca, sono e exercícios. As maiores diferenças aparecem nos recursos de saúde, já que ele não oferece ECG nem medição de oxigênio no sangue. A bateria tem autonomia oficial de até 18 horas em uso normal e 32 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio completou um dia de uso moderado com monitoramento do sono. Cerca de 15 minutos de recarga recuperaram aproximadamente 30% da bateria. O Apple Watch SE 3 GPS custa a partir de R$ 1.817 na Shopee, no Pix, com aplicação de cupom. Prós: tela sempre ativa; desempenho próximo aos modelos superiores; boa precisão no monitoramento; recarga rápida. Contras: ausência de ECG e medição de oxigênio no sangue; bordas mais largas; visibilidade prejudicada sob sol forte. 2. Apple Watch Series 10 GPS – a partir de R$ 2.175 Subindo um pouco na faixa de preço, o Apple Watch Series 10 GPS é uma opção para quem pode investir mais em uma tela melhor, acabamento mais refinado e recursos de saúde mais completos. Como o chip S10 é o mesmo do modelo anterior da lista, o ganho aqui está menos em velocidade e mais no conjunto de recursos e no conforto de uso. A tela chega a 2.000 nits de brilho, tem bordas menores e mantém boa leitura mesmo quando o pulso está inclinado. No review do TechRadar, o display recebeu elogios pelo tamanho e pelos bons ângulos de visão. O corpo de apenas 9,7 mm também pesou a favor: até a versão maior, de 46 mm, foi considerada confortável no braço. Quem pretende acompanhar a saúde com mais detalhes encontra ECG, alertas de apneia do sono, sensor de temperatura e monitoramento de frequência cardíaca e exercícios. Nos testes do TechRadar, os registros de batimentos e treinos ficaram consistentes em relação aos dispositivos usados como referência. Quando o assunto é bateria, o Series 10 ainda exige recargas frequentes. A Apple informa até 18 horas de uso normal e 36 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de 20 horas e chegou perto de 22 horas em um dia com treino. A carga rápida ameniza essa limitação: de 0% a 80%, o relógio levou aproximadamente 30 minutos. Cerca de dois anos após o lançamento, o Apple Watch Series 10 GPS pode ser encontrado a partir de R$ 2.175, em oferta na Shopee. Para quem pretende usar o relógio com frequência e valoriza uma tela mais agradável, corpo mais fino e ferramentas extras de saúde, ele representa um avanço mais perceptível do que simplesmente trocar de processador. Prós: tela grande e com bons ângulos de visão; corpo fino e confortável; versão de 46 mm bem proporcionada. Contras: chip S10 não trouxe ganho perceptível sobre o S9; autonomia praticamente não evoluiu. 3. Apple Watch Series 11 GPS – a partir de R$ 2.220 O Apple Watch Series 11 chegou ao mercado em setembro de 2025 com uma proposta menos focada em mudanças visuais e mais em melhorar a experiência de uso ao longo do dia. A bateria maior, o corpo fino de 9,7 mm e os recursos de saúde atualizados favorecem quem quer acompanhar atividades, notificações e sono sem precisar recarregar o relógio com tanta frequência. A autonomia é um dos pontos que mais mudou nessa geração. A Apple informa até 24 horas de uso normal e 38 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de um dia e meio em uso leve. Para quem dorme com o relógio no pulso para acompanhar o sono, essa diferença reduz a necessidade de encaixar uma recarga antes de dormir. Durante uma semana de testes, o portal também avaliou bem a tela Sempre Ativa de até 2.000 nits, que manteve boa leitura em diferentes condições de iluminação. Nos modelos de alumínio, o vidro Ion-X passou a ser duas vezes mais resistente a riscos do que o usado no Series 10, o que ajuda em treinos e no uso contínuo. O relógio reúne ECG, monitoramento de frequência cardíaca, temperatura do pulso, pontuação do sono e notificações de hipertensão. Já o chip S10 permanece o mesmo da geração anterior: o sistema continuou fluido nos testes, mas não houve ganho perceptível de velocidade. Encontrado por R$ 2.220 na Shopee, o Series 11 fica mais interessante para quem vem de um Apple Watch antigo ou quer comprar um modelo atual com bateria melhor e um pacote de saúde mais completo. Para quem já possui o Series 10, o próprio TechRadar considera as mudanças pequenas para justificar uma troca imediata. Prós: autonomia maior; vidro mais resistente a riscos; recursos de saúde atualizados. Contras: sem avanço relevante de processamento; poucas novidades para quem já possui o Series 10. 4. Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.266 Trilhas em regiões sem sinal, treinos longos e esportes que exigem localização precisa são cenários em que o Apple Watch Ultra 3 começa a justificar seu conjunto mais robusto. A caixa de 49 mm em titânio abriga GPS de dupla frequência, conexão 5G e comunicação via satélite, além de resistência à água de até 100 metros e suporte a mergulhos recreativos de até 40 metros. A comunicação por satélite é uma das novidades da geração apresentada em setembro de 2025. No teste demonstrativo feito pelo TechRadar, o relógio orientou pelo próprio visor como posicionar o braço para encontrar o satélite e transmitir dados de emergência e localização quando não havia rede móvel. É uma função bastante específica, mas que ganha importância para quem costuma se afastar de áreas com cobertura. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits também manteve ótima leitura sob luz solar, enquanto as bordas 24% menores deram mais espaço ao conteúdo sem aumentar a caixa. A precisão esportiva foi outro ponto positivo: comparado a uma cinta cardíaca Polar H10, o Ultra 3 registrou diferença média de apenas 1 bpm nos exercícios avaliados. A bateria acompanha melhor esse tipo de uso prolongado. Segundo a Apple, são até 42 horas em condições normais e 72 horas no Modo Pouca Energia. O site confirmou as 42 horas, mesmo incluindo uma corrida de 45 minutos com GPS, e a recarga leva cerca de 45 minutos para chegar a 80%. Na Shopee, o Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular pode ser encontrado a partir de R$ 5.266. É um investimento difícil de justificar para exercícios ocasionais, já que boa parte de sua estrutura foi criada para demandas mais específicas. Para treinos frequentes ao ar livre, aventuras e situações em que GPS, autonomia e comunicação longe do iPhone são importantes, essas diferenças passam a ter utilidade real. Prós: comunicação via satélite e 5G; tela ampla e de alto brilho; boa autonomia; alta precisão no acompanhamento esportivo. Contras: preço elevado; recursos podem ser excessivos para uso casual; não há versão mais barata somente com GPS. 5. Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.399 O Apple Watch Ultra 2 reúne funções mais avançadas para quem quer acompanhar corridas, trilhas, mergulhos e outras atividades ao ar livre com mais precisão. A caixa de 49 mm em titânio traz GPS de dupla frequência, resistência à água de até 100 metros e conexão celular, além de certificação para mergulho recreativo de até 40 metros. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits manteve boa leitura mesmo sob sol forte, uma vantagem importante para quem usa o relógio em ambientes externos. O botão de Ação também mostrou utilidade em treinos, já que permite iniciar atividades ou marcar etapas sem precisar tocar no visor — algo conveniente quando as mãos estão suadas ou com luvas. O GPS, por sua vez, apresentou boa precisão nos percursos. O tamanho é um dos pontos que mais dividem o Ultra 2. Com mais de 60 g e uma caixa bem maior que a dos Apple Watches convencionais, ele pode incomodar quem prefere relógios discretos ou costuma dormir com o aparelho. O review também considerou pequena a evolução em relação ao primeiro Ultra, apesar da chegada do chip S9 e do gesto Double Tap. Segundo a Apple, a bateria dura até 36 horas em uso normal e pode chegar a 72 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio conseguiu cumprir a estimativa mesmo com treinos usando GPS, mas a duração ainda pode ser curta para provas, travessias ou acampamentos que se estendem por vários dias. Mesmo tendo sido lançado em 2023, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular ainda aparece por R$ 5.399 no Mercado Livre, sendo o modelo mais caro da nossa seleção. O preço continua alto, mas recursos como GPS de dupla frequência, construção em titânio, tela de alto brilho e suporte a mergulho ajudam a manter o modelo relevante em 2026. Para quem não pretende aproveitar esse lado mais esportivo, o investimento fica mais difícil de justificar. Prós: tela muito brilhante; GPS preciso; botão de ação útil em treinos; construção resistente. Contras: poucas mudanças em relação ao primeiro Ultra; corpo grande e pesado; autonomia ainda limitada para atividades de vários dias. Com informações de Apple, TechRadar, Amazon, Casas Bahia, Magalu, Mercado Livre e Shopee. Mais de TechTudo Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

AirPods 5: veja os modelos de AirPods disponíveis para comprar no Brasil

11 de Setembro de 2026, 04:00

A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o AirPods 5, nova versão da linha que promete um cancelamento ativo de ruído mais avançado, além de outras novidades em relação à geração anterior. O fone de ouvido tem chegada prevista ao mercado para 18 de setembro. Enquanto o novo modelo não chega, o TechTudo reuniu os AirPods que continuam à venda no Brasil e podem ser boas opções para quem é fã da marca. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as opções disponíveis, o AirPods 4 sem ANC é o modelo mais acessível da lista. Encontrado a partir de R$ 1.214 na Amazon, o fone conta com chip H2 e oferece até cinco horas de reprodução contínua. No outro extremo, o AirPods Max 2 é um headphone com cancelamento ativo de ruído avançado e drivers de 40 mm, disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu. Os preços citados foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O novo AirPods 5 conta com controle por toques nas hastes Reprodução/Apple 🔎 Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple Initial plugin text 📝Headset ou intra-auriculares? Qual melhor fone de ouvido? Confira no Fórum TechTudo Modelos de AirPods à venda no Brasil AirPods 4 sem ANC – opção mais acessível, com chip H2 e áudio espacial AirPods 4 com ANC – cancelamento de ruído, Áudio Adaptativo e Detecção de Conversa AirPods Pro 3 – ANC avançado, cinco opções de ponteiras e recursos de saúde AirPods 3 – geração anterior com áudio espacial e até seis horas de autonomia AirPods Max 2 – headphone com chip H2, ANC avançado e até 20 horas de bateria 1. AirPods 4 (sem ANC) – a partir de R$ 1.214 A lista começa com o AirPods 4 na versão mais acessível, sem cancelamento ativo de ruído (ANC). Ainda assim, o fone reúne recursos avançados, como áudio espacial com rastreamento dinâmico, que cria uma sensação mais imersiva durante a reprodução. O modelo também conta com chip H2, que contribui para chamadas mais claras e para o desempenho geral do dispositivo. O estojo é recarregável via USB-C e oferece até cinco horas de autonomia com uma carga, chegando a 30 horas com o estojo. Além disso, o AirPods 4 traz Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. Na Amazon, o modelo custa a partir de R$ 1.214 e tem nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio e a autonomia da bateria. Por outro lado, o encaixe pouco firme aparece entre as críticas, sobretudo durante atividades mais intensas. Prós: áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: não possui ANC; encaixe pode ser pouco firme durante atividades intensas 2. AirPods 4 (com ANC) – a partir de R$ 1.699 A versão mais completa do AirPods 4 tem como principal diferencial o cancelamento ativo de ruído (ANC), que reduz os sons externos para ajudar o usuário a manter o foco no que está ouvindo. O recurso é acompanhado pelo Áudio Adaptativo, que ajusta automaticamente o nível de ANC de acordo com o ambiente, pelo Modo Ambiente, que permite ouvir os sons ao redor, e pela Detecção de Conversa, que reduz o volume ao identificar que o usuário está falando e o retoma automaticamente depois. A autonomia para uso contínuo cai para quatro horas, mas o estojo traz como diferencial o suporte ao carregamento sem fio no padrão Qi. Os demais recursos são semelhantes aos da versão anterior, incluindo áudio espacial, chip H2, Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. O modelo está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 1.699. Como o anúncio é o mesmo da versão anterior, as avaliações dos usuários na Amazon seguem a mesma linha: a qualidade do áudio e a duração da bateria estão entre os principais elogios. Por outro lado, alguns consumidores relatam que o encaixe pode não ser firme o suficiente para determinadas atividades. Prós: cancelamento ativo de ruído; Áudio Adaptativo; Detecção de Conversa; carregamento sem fio Qi; áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: autonomia menor que a versão sem ANC; encaixe pode ser pouco firme em algumas atividades 3. AirPods Pro 3 – a partir de R$ 2.000 O AirPods Pro 3 traz cancelamento ativo de ruído avançado, capaz de reduzir os sons externos em até duas vezes mais em relação à geração anterior. O modelo também conta com certificação IP57 contra água, suor e poeira, além de cinco opções de ponteiras para um ajuste mais personalizado aos diferentes formatos de ouvido. Em review, o TechRadar considerou o áudio energético e imersivo, com destaque para os graves e os vocais bem definidos. Os recursos extras também foram elogiados, recebendo nota 5 de 5, com destaque para funções como tradução ao vivo e monitoramento de frequência cardíaca. O fone ainda conta com Bluetooth 5.3 e oferece até oito horas de autonomia com o ANC ligado, chegando a dez horas no modo ambiente. Na Amazon, o modelo está disponível por R$ 2.000 e recebe nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio, o cancelamento de ruído e o conforto, favorecido pelas cinco opções de ponteiras. Por outro lado, há relatos pontuais de que o microfone poderia oferecer um desempenho melhor. Prós: ANC avançado; certificação IP57; cinco opções de ponteiras; boa autonomia; tradução ao vivo; monitoramento de frequência cardíaca Contras: microfone pode deixar a desejar em algumas situações 4. AirPods (3ª geração) – a partir de R$ 2.819 Antecessor do AirPods 4, o AirPods 3 segue disponível no mercado e também conta com áudio espacial com rastreamento dinâmico, que proporciona uma experiência mais imersiva durante o uso. Equipado com Bluetooth 5.0 e chip H1, o modelo oferece conectividade e desempenho, embora em um nível inferior ao AirPods 4, que traz o chip H2. A certificação IPX4 protege o fone contra respingos de água e suor, enquanto a Siri integrada facilita a rotina por meio de comandos de voz. A bateria oferece até seis horas de uso contínuo, chegando a 30 horas com o estojo de carregamento. Atualmente, o modelo recebe nota 4,7 de 5 estrelas na Amazon e está disponível a partir de R$ 2.819. De modo geral, os usuários elogiam a qualidade do áudio em diferentes situações. No entanto, há uma ressalva importante: mesmo sendo uma geração anterior ao AirPods 4, o modelo aparece atualmente mais caro que o sucessor, que oferece recursos mais avançados. Por isso, considerando os preços encontrados, o AirPods 4 apresenta um custo-benefício mais interessante. Prós: áudio espacial; chip H1; até seis horas de autonomia; certificação IPX4; integração com Siri Contras: preço superior ao do AirPods 4; menos recursos que o sucessor 5. AirPods Max 2 – a partir de R$ 5.509 O AirPods Max 2 é a última opção da lista e indicado para fãs e usuários da Apple que preferem headphones aos fones intra-auriculares tradicionais da linha. Assim como o AirPods 4, o modelo conta com chip H2 para otimizar o desempenho e os recursos, além de cancelamento ativo de ruído avançado, que analisa os sons externos milhares de vezes por segundo para tornar a redução de ruídos mais eficiente. Com Bluetooth 5.3 e drivers de 40 mm, o headphone também reúne recursos presentes em outros modelos da linha, como Modo Ambiente, Tradução ao Vivo, Detecção de Conversa e Siri integrada. A bateria oferece até 20 horas de autonomia, inclusive com o ANC ativado. Atualmente, o modelo está disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu, embora ainda não tenha avaliações na plataforma. No Mercado Livre, onde recebe nota 4,8 de 5 estrelas, os usuários elogiam principalmente a qualidade do áudio e a eficiência do ANC. Até o momento da publicação, não há um padrão recorrente de críticas negativas ao produto. Prós: formato over-ear; chip H2; ANC avançado; drivers de 40 mm; até 20 horas de autonomia Contras: preço elevado AirPods 5: veja as novidades da nova geração e quando ela chega às lojas Novo AirPods 5 tem tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Reprodução/Apple A Apple lançou o AirPods 5 nesta quarta-feira (9), durante evento que também marcou a chegada do iPhone dobrável, do iPhone 18 Pro e de outros produtos. A nova versão promete cancelamento de ruído até 50% mais eficiente que o AirPods 4, seu antecessor, além de até cinco horas de reprodução contínua com o ANC ativado. AirPods 5 têm tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Outro diferencial é o controle de volume integrado à haste, como no AirPods Pro 3. O fone também reúne recursos já tradicionais da linha, como Áudio Adaptativo, Modo Ambiente, Tradução ao Vivo e integração com a Siri. Já o áudio espacial conta com rastreamento dinâmico da cabeça, proporcionando uma experiência sonora mais imersiva durante o uso. Assim como na geração anterior, o AirPods 5 será lançado em duas versões, mas, desta vez, ambas terão cancelamento ativo de ruído. A opção mais completa terá como extras o carregamento sem fio e os controles integrados às hastes, com preço a partir de R$ 1.699. Já a versão mais simples custará R$ 1.499. A previsão é de que os modelos cheguem às lojas a partir de 18 de setembro. Com informações de Amazon, Apple, Magalu, Mercado Livre e Shopee Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Fogão Mueller é bom? Conheça marca e modelos

11 de Setembro de 2026, 02:00

A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões, capaz de atender desde consumidores que buscam modelos compactos, focados em custo-benefício, até quem procura opções voltadas para preparos mais exigentes. Essa variedade também pode ser vista na faixa de preços, que contempla diferentes perfis de orçamento, com valores que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. Os fogões de quatro bocas mais básicos da Mueller geralmente oferecem dois queimadores de 2.000 W e outros dois de 1.700 W, além de forno com acabamento Total Clean, que facilita a limpeza. Já os modelos premium de cinco bocas da linha Decorato Inox podem oferecer mesa de vidro, timer digital touch, queimadores de tripla chama. Confira a seguir os principais modelos da Mueller e veja qual fogão da marca pode fazer mais sentido para cada perfil de consumidor. 🔎 É melhor guardar comida quente ou fria na geladeira? Especialistas explicam 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões Reprodução/Amazon 📝 Aparelhos 110 V, 220 V ou bivolt: como descobrir a tensão elétrica? Saiba no Fórum do TechTudo 1. Fogão Mueller é bom? O fogão Mueller pode ser uma boa opção tanto para quem procura um eletrodoméstico simples, quanto para quem busca um produto mais premium, graças à variedade de modelos e preços voltados para diferentes perfis de consumidor. Ao todo, a marca oferece 40 opções, divididas entre modelos de 4 e 5 bocas, com diversos acabamentos, tipos de acendimento e configurações de queimadores, incluindo opções com tripla chama. Fogão Mueller Gabriel Mattos/Gerado por Gemini Outro ponto positivo é a variedade de faixas de preço, que permite encontrar desde modelos mais simples, voltados para quem busca economia, até versões mais completas, com mesa de vidro, timer e outros recursos. Dessa forma, a Mueller pode atender tanto quem prioriza custo-benefício quanto quem procura um fogão mais robusto e equipado. Essa amplitude de oferta também se reflete nos preços, que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. 2. Conheça a Mueller Fundada em 1949, a Mueller é uma fabricante brasileira com mais de sete décadas de atuação no mercado de eletrodomésticos. A empresa iniciou suas atividades como uma ferraria e, ao longo dos anos, construiu uma trajetória especialmente ligada aos produtos para lavanderia. A marca é reconhecida por ter fabricado a primeira máquina de lavar em solo brasileiro, a Pioneira, lançada em 1951. Outro marco importante foi o lançamento da Lavadora Lavin, em 1989. O modelo se tornou um campeão de vendas e, devido à sua popularidade, passou a ser conhecido como PopTank. Com o tempo, a marca também ampliou sua atuação para a linha de eletrodomésticos voltados à cozinha, diversificando seu portfólio para além dos produtos de lavanderia. Atualmente, a fabricante oferece fogões, cooktops, fornos, fritadeiras elétricas, micro-ondas e coifas, com opções que contemplam desde modelos mais simples, voltados ao uso cotidiano, até produtos com recursos adicionais e acabamento mais sofisticado. Mueller é uma marca de fogões e fornos Reprodução/Mueller 3. Quais são os principais fogões Mueller? Como dito anteriormente, a Mueller conta com uma linha diversificada de fogões, com opções de 4 e 5 bocas que variam em acabamento, potência dos queimadores, recursos e faixa de preço. Entre os principais modelos estão os fogões de piso com mesa em aço inox ou vidro, além de versões que apostam em recursos como queimador tripla chama, timer e grades individuais. Tanto as versões de 4 quanto as de 5 bocas contam com modelos voltados para o dia a dia, com acendimento manual, mesa de aço inox e queimadores com potências mais básicas. Essas opções são indicadas principalmente para quem busca um fogão funcional para tarefas cotidianas e não faz questão de recursos adicionais ou acabamentos mais sofisticados. Fogão com mesa de vidro: conheça os melhores modelos para comprar Divulgação/ Mueller Na outra ponta do catálogo, podemos citar a linha Decorato, desenvolvida para quem busca um fogão com aspecto mais premium. Com acabamento em inox e mesa de vidro temperado, um dos grandes destaques da linha é o timer digital touch, que permite programar o tempo de preparo por meio de comandos sensíveis ao toque. 4. Fogão Mueller 4 bocas é bom? Sim, o fogão Muller 4 bocas é uma boa opção para quem não tem uma família tão grande. Na categoria de fogões de 4 bocas, a Mueller apresenta 17 modelos, com propostas que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais elaborados. A quantidade de opções permite encontrar modelos para diferentes necessidades, mas há algumas características que se repetem ao longo da linha. Para essa categoria, a Mueller utiliza a faixa de preço que vai de R$ 700 a R$ 1.520. O MFI4BA é uma das opções mais básicas da categoria e conta com acendimento manual, mesa em aço inox, dois queimadores Família de 2.000 W e dois queimadores Médios de 1.700 W. O modelo também traz a tecnologia Easy Clean, que ajuda a reduzir o acúmulo de resíduos, e forno de 48 litros com puxador de aço. Os modelos MFI4BB e MFI4BC mantêm praticamente as mesmas especificações e o design da versão de entrada, mas acrescentam acendimento automático e mais opções de cores, o que representa um acréscimo de cerca de R$ 100 no preço. Já o MFI4BF apresenta mudanças mais significativas. O modelo mantém o acendimento automático e a mesma configuração de queimadores, mas traz os botões acoplados diretamente à mesa de inox, deixando o conjunto com um visual mais integrado. O forno também recebe 200 W a mais de potência e passa a contar com iluminação interna, dois recursos que não estão presentes na versão mais básica. Entre os modelos com mesa de vidro, o MFV4BB aparece como uma alternativa mais acessível. Além da superfície de vidro, o fogão conta com grades individuais e robustas, com seis pontos de apoio para cada queimador, proporcionando maior estabilidade às panelas. Em contrapartida, o modelo não possui luz no forno. O MFV4BF acrescenta justamente esse recurso e ainda traz grades de ferro fundido, tornando-se uma opção mais completa dentro da mesma proposta. No topo da categoria está a linha Decorato, disponível em duas opções de acabamento: preto fosco e aço escovado. Além do visual mais sofisticado e da mesa de vidro temperado, os modelos contam com quatro grades de ferro fundido e um incorporação de um queimador Ultra Chama de 2.600 W. O forno também é maior, com capacidade de 62 litros e espaço para duas prateleiras internas, ampliando as possibilidades para preparos que exigem mais espaço. 5. Fogão Mueller 5 bocas vale a pena? Na categoria de fogões de 5 bocas, a Mueller apresenta 24 modelos e mantém a mesma estratégia adotada na linha de 4 bocas, com opções que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais sofisticados. A faixa de preços também é ampla, com valores que partem de cerca de R$ 946 e podem chegar a R$ 2.259. O modelo mais básico é o MFI5BA, que conta com acendimento manual e mesa de aço inox. O conjunto de queimadores é formado por uma boca Ultra Chama de 3.700 W, duas Família de 2.000 W e duas Médias de 1.700 W. O forno tem capacidade de 81,6 litros e queimador de 2.600 W. O MFI5BC mantém as mesmas especificações, mas acrescenta acendimento automático, enquanto o MFI5BB parte da mesma configuração e adiciona mesa de vidro. O MFV5BB é uma das opções mais acessíveis da linha com mesa de vidro. O modelo mantém o mesmo conjunto de queimadores, mas traz grades individuais para cada uma das cinco bocas, com seis pontos de apoio, proporcionando maior estabilidade para as panelas. O fogão também apresenta um forno ligeiramente maior. Já o MFI5BF acrescenta uma boca com tripla chama. Embora tenha os mesmos 3.700 W de potência da Ultra Chama, esse tipo de queimador tende a distribuir o calor de maneira mais uniforme pela base da panela. Há ainda o MFV5BF, que se diferencia pelo uso de grades de ferro fundido. Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas Reprodução/Mercado Livre Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas. Ao todo, são seis modelos com acabamento mais sofisticado e forno de 96 litros, que também conta com iluminação interna e duas prateleiras. A linha reúne configurações com e sem timer, incluindo versões com timer digital, além de opções com ou sem tampo de vidro, permitindo variações de acabamento e recursos dentro da própria linha. 6. O forno dos fogões Mueller é bom? Os fornos dos fogões Mueller apresentam capacidades e recursos que variam conforme o modelo, mas a linha conta com opções voltadas tanto para preparos cotidianos quanto para quem precisa de mais espaço interno. Entre os modelos de 4 bocas, a capacidade parte de cerca de 48 litros, enquanto alguns fogões de 5 bocas chegam a oferecer fornos com mais de 80 litros, como o MFI5BA, com 81,6 litros. No topo da linha, os modelos Decorato de 5 bocas chegam a 96 litros. Além da capacidade, a configuração interna também muda entre os modelos. Algumas versões contam com duas prateleiras, permitindo preparar mais de um alimento simultaneamente, enquanto determinados modelos oferecem iluminação interna para facilitar a visualização dos alimentos durante o preparo. O visor panorâmico também aparece em parte do catálogo, ampliando o campo de visão do interior do forno sem a necessidade de abrir a porta. Fogão Mueller 5 bocas Decorato Vetro Divulgação/Mueller 7. Fogão Mueller é econômico? Os fogões Mueller apresentam classificação energética A, tanto nos modelos de 4 quanto nos de 5 bocas, indicando bom nível de eficiência energética dentro da categoria. Nos fogões de 4 bocas, o rendimento dos queimadores é de 63%, enquanto o consumo de gás varia de 0,091 a 0,099 kg/h, conforme o modelo. Entre os fogões de 5 bocas, o rendimento dos queimadores também é de 63%, mas o consumo fica entre 0,135 e 0,153 kg/h. A diferença em relação aos modelos menores está relacionada principalmente à maior quantidade de queimadores e à configuração mais ampla do fogão. Mesmo com essa classificação de eficiência energética, é importante consultar a ficha técnica do modelo pretendido para verificar os dados específicos de consumo de gás. Os valores podem variar entre as versões, e o consumo durante o uso também depende de fatores como tempo de funcionamento e intensidade da chama. Existem diversos fatores que influenciam no nível de esforço necessário para limpar um fogão, entre eles: material da mesa, botões removíveis e tipo de grades dos queimadores. Como o portfólio de fogões da Mueller é extenso, os modelos diferem bastante nesses aspectos. Em comum, a maioria dos modelos conta com botões removíveis, o que facilita a limpeza da área de controle e permite alcançar com mais facilidade os espaços ao redor dos comandos. O fogão Mueller Piacere Vetro tem mesa de vidro e válvula de segurança que corta gás Reprodução/Mercado Livre Nas mesas, a fabricante apresenta modelos de aço inox e vidro. As versões com mesa de vidro tendem a levar vantagem no quesito limpeza, já que a superfície lisa facilita a remoção de resíduos e respingos de gordura. Também existem modelos com grades individuais para os queimadores, o que permite retirar as peças separadamente e facilita o acesso à mesa durante a higienização. No forno, alguns modelos ainda contam com o acabamento Total Clean, formado por um esmalte de superfície lisa que facilita a remoção de resíduos. Assim, embora a facilidade de limpeza varie entre os modelos, há opções na linha Mueller que incorporam recursos voltados a tornar a higienização mais prática. Com informações Mueller. Mais do TechTudo Veja o vídeo a seguir: Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!

The Legend of Zelda Ocarina of Time: 7 cenas épicas que apareceram no trailer

11 de Setembro de 2026, 01:01

O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, previamente anunciado em outro Direct realizado em junho de 2026, ganhou novidades recentemente. No Nintendo Direct mais recente, que aconteceu na última quarta (9) a Nintendo não decepcionou aqui, trazendo um vídeo detalhado de gameplay e um trailer revisitando cenas icônicas do clássico de 1998. Além disso, a empresa também revelou a data de lançamento do game, que acontecerá no dia 5 de novembro de 2026. 🎮GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 📲Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Além do jogo, a Nintendo também anunciou uma edição limitada do Nintendo Switch 2 e do Pro Controller 2, que serão lançados um pouco antes do jogo, em 29 de outubro. Se você ainda não assistiu aos quase 35 minutos de apresentação, que também incluiu o anúncio do título e data de lançamento do filme The Legend of Zelda, veja a seguir algumas das cenas mais icônicas do trailer do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. 🤑Canal do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons diariamente 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega em 5 de novembro de 2026 Reprodução/Nintendo of America ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo The Legend of Zelda: Ocarina of Time: 7 cenas emblemáticas que apareceram no trailer Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez Primeira vez que o Campo de Hyrule aparece Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo, se tornando o Herói do Tempo Initial plugin text 1. Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez A área da Floresta Kokiri serve como uma espécie de tutorial no jogo. É lá que você vai aprender as principais mecânicas do game, como movimentação, uso dos itens e as batalhas. Não à toa que é no interior da Grande Árvore Deku que está o primeiro labirinto e chefão do game, a Rainha Gohma. Mas antes disso, o primeiro encontro com a árvore em si é um dos que mostrava o que o Nintendo 64 podia fazer. Aqui, a intenção continua sendo a mesma, mas atualizado para o que os gráficos dos consoles atuais são capazes de reproduzir. Em conjunto com uma direção de arte capaz de desenhar mais detalhes e tentar reproduzir a mesma sensação de maravilhamento que o original causou. O primeiro encontro com a Grande Árvore Deku é um dos momentos impactantes de Ocarina of Time Reprodução/Nintendo of America 2. Primeira vez que chegamos para o Campo de Hyrule Atualmente, ter uma visão panorâmica do mapa de um jogo é algo comum, especialmente nos games de mundo aberto. Mas foi em The Legend of Zelda: Ocarina of Time que tivemos esse vislumbre em um jogo em 3D pela primeira vez. Olhar por um campo extenso e se impressionar com a possibilidade de explorá-lo era, até então, uma novidade de tirar o fôlego. Não que isso seja impossível nos dias de hoje, até porque The Legend of Zelda: Breath of the Wild fez isso em 2017, quase 20 anos após o lançamento original de Ocarina of Time. Mas hoje é bem mais difícil. Tanto que no trailer, não fiquei tão impressionado, mas a nostalgia de reconhecer aquele campo e saber o que era cada elemento daquele mapa foi bem forte. O Campo de Hyrule foi a primeira vez que tivemos uma visão panorâmica de cenário de tirar o fôlego Reprodução/Nintendo of America 3. Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule O encontro fatídico de Link e Zelda que já havia se repetido antes, e se repetiria muito mais nos jogos seguintes, teve o seu ápice nesse momento, em 1998. Recém-chegado no castelo, o menino que se tornaria o Herói do Tempo se encontra pela primeira vez com a princesa que aparecia em seus sonhos premonitórios. Diferente das outras cenas listadas até aqui, esta não chega a impressionar por sua imponência ou por ser um marco inédito na história dos games. Sua importância está ligada ao momento do próprio jogo, onde o protagonista descobre que sua missão, até o momento ainda um mistério, é muito maior do que ele poderia imaginar, envolvendo o destino de toda Hyrule. Um dos momentos mais marcantes de Ocarina of Time é o encontro entre Link e Zelda Reprodução/Nintendo of America 4. Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo Apesar de Link aprender o Acalanto da Zelda (ou Zelda's Lullaby, para os mais puritanos) antes de ficar com a Ocarina do Tempo, uma das cenas mais emblemáticas nos trailers do remake é o trecho que Link toca o tema do jogo no instrumento musical. E aqui tem uma das novidades mais promissoras, especialmente para quem gosta de ser musicalmente criativo: você poderá cantarolar as canções no microfone do controle ou até mesmo tocar uma ocarina ou flauta na vida real, com a música também sendo reproduzida no jogo. Se na versão original do game não havia tanta ajuda para tocar músicas diferentes, no remake para o Nintendo Switch 2 podemos esperar muita criatividade e vídeos nas redes sociais de pessoas reproduzindo canções famosas na ocarina do jogo. A Ocarina é o principal símbolo do jogo e será a fonte de muita criatividade musical no game, da mesma forma que no passado Reprodução/Nintendo of America 5. O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Talvez um dos momentos mais divertidos do primeiro trecho do game, o trailer do remake também mostra o hilário momento onde finalmente conseguimos entrar no terceiro labirinto do game. O que nos surpreendeu é que ele não seria muito convencional, com nosso ainda pequeno herói sendo aspirado para dentro de Jabu Jabu, a entidade protetora da tribo Zora. Apesar de engraçado, o labirinto não tinha graça alguma. O mais desafiador até aquele momento, ele e o Templo da Água ajudaram a criar toda uma geração de haters de fases de água nos jogos. A única pergunta sobre esse trecho do jogo que ficou sem resposta nos trailers foi: será que o Rei Zora vai demorar 30 segundos para apenas chegar um pouco para o lado de novo? O terceiro labirinto de quando Link é criança começa de forma surpreendente Reprodução/Nintendo of America 6. Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule O pesadelo que invade os sonhos de Link também é a primeira cena do game original, antes mesmo do menino ser acordado por sua companheira Navi. Aqui, em uma noite de tempestade, seu caminho cruza com o de Ganondorf, já um poderoso guerreiro enquanto ele ainda é um menino. Outra das cenas mais imponentes do game, que mostra a clara diferença de poder entre o vilão e o herói. Nesse encontro, Ganondorf dá uma prova desse poder ao menino, atacando com uma magia e o mandando para longe. O que o vilão não imaginava é que a Ocarina of Time estava em posse do herói que logo entra e muda seu destino para sempre ao puxar a Master Sword de seu pedestal no Templo do Tempo. O que era um sonho premonitório se torna realidade quando Link encontra pela primeira vez o temível Ganondorf Reprodução/Nintendo of America 7. Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo O último item da lista só poderia ser diferente se este momento não tivesse sido mostrado nos trailers. Afinal de contas, é o trecho mais icônico do jogo, senão de toda a franquia. A hora que Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo tem uma consequência necessária, mas terrível tanto para o herói, quanto para Hyrule. A passagem em 7 anos do tempo traz um Link que deixou de ser criança, sem ter vivido plenamente a infância, mas também mostra uma Hyrule tomada pelo mal de Ganondorf. A vívida cidade no pé do castelo de Hyrule se torna um deserto povoado por monstros, enquanto a população por toda a Hyrule sofre com os males causados pelo vilão. É a partir daqui que a jornada toma um tom sombrio e onde a linha do tempo de The Legend of Zelda tem uma divisão importante, baseado no resultado da luta final por Hyrule. O momento mais surpreendente de Ocarina of Time também é muito aguardado no remake Reprodução/Nintendo of America Com informações de Nintendo Direct, Nintendo (1, 2) Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

iPhone 18 Pro vale a pena? Veja preço, cores e análise da ficha técnica

11 de Setembro de 2026, 01:00

O iPhone 18 Pro é o celular topo de linha da Apple em 2026 e chega ao mercado com avanços importantes em câmera, desempenho e armazenamento. Anunciado nesta quarta-feira (9), durante evento global da fabricante, o modelo tem pré-venda prevista para 12 de setembro e disponibilidade a partir do dia 18, com preços entre R$ 11.999 e R$ 20.999. Entre os principais destaques está a câmera principal de 48 MP, que estreia a abertura variável no catálogo da Apple. O recurso está presente no Huawei Pura 80 Ultra, apontado pelo DXOMARK como o celular com as câmeras mais poderosas do mundo. Além disso, o smartphone estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros da fabricante, com promessa de ganhos em processamento, desempenho gráfico e autonomia. A Apple ainda confirmou a chegada da aguardada variante na cor “bordô”, além das opções preto, prata e glacial (azul). A seguir, confira a análise da ficha técnica e as principais características do iPhone 18 Pro. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular ✈️ iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Galaxy S26 Ultra vs iPhone 17 Pro Max: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: preço, cores e ficha técnica do lançamento da Apple O TechTudo reuniu, em onze tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 18 Pro, novo topo de linha da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone 18 Pro Design ganha novas cores e proteção reforçada Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Câmera com abertura variável Desempenho elevado com novo chip A20 Pro Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente Prós e contras do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil Concorrentes do iPhone 18 Pro Ficha técnica do iPhone 18 Pro Tamanho da tela: 6,3 polegadas Resolução da tela: 2.622 x 1.206 pixels Painel da tela: Super Retina XDR OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 18 MP Sistema: iOS 27 Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Cartão de memória: não possui Bateria: não informado Peso: 211 gramas Dimensões: 150 x 71,9 x 8,75 mm Cores: preto, prateado, glacial, bordô Lançamento: setembro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 11.999 Design ganha novas cores e proteção reforçada O iPhone 18 Pro não traz mudanças estéticas tão expressivas em relação ao modelo de 2025. As dimensões permanecem inalteradas, em 150 x 71,9 x 8,75 mm, enquanto o peso sobe para 211 gramas. O aparelho mantém a construção unibody em alumínio e conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na tela. A proteção também inclui certificação IP68, que oferece resistência à poeira e permite a imersão em água doce a até seis metros de profundidade por até 30 minutos. O Controle da Câmera e o Botão de Ação também foram preservados nesta geração. Nova cor “bordô” é o principal destaque estético da linha iPhone 18 Pro, que também ganha opções prateada, glacial e preta Divulgação da Apple A principal renovação no design está concentrada nas opções de cores, já que a Apple reformulou completamente o catálogo do modelo. O destaque fica para o bordô, tonalidade amplamente antecipada por rumores e vazamentos ao longo do ano. A fabricante também apresenta uma versão prateada em tom ligeiramente mais escuro que o adotado no iPhone 17 Pro, além das opções glacial, em azul-claro, e preta. Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Em relação à tela, a Apple também promove poucas mudanças, mantendo o elevado padrão estabelecido pela geração de 2025. O iPhone 18 Pro tem display OLED de 6,3 polegadas e resolução de 2.622 x 1.206 pixels, além de taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, responsável por oferecer maior fluidez entre transições. O painel oferece brilho mínimo de 1 nit e pico de até 3.000 nits, características que favorecem a visualização tanto em ambientes escuros quanto sob luz intensa. A tela também recebe revestimentos voltados à resistência e à legibilidade, incluindo proteção contra impressões digitais e oleosidade, além de uma camada antirreflexo. A principal novidade, porém, está na Dynamic Island, que ganhou um visual redesenhado e agora pode exibir até três atividades ao vivo simultaneamente. Com isso, a Apple preserva as características centrais do display, mas introduz uma atualização pontual na experiência de uso. iPhone 18 Pro mantém boa parte das especificações de tela da geração anterior, mas ganha brilho máximo mais alto, vidro mais resistente e revestimento antirreflexo Reprodução/Apple Câmera com abertura variável As câmeras seguem como um dos grandes destaques dos flagships da Apple, e o iPhone 18 Pro eleva ainda mais esse conjunto. Embora mantenha o sistema triplo de 48 MP, o modelo incorpora recursos avançados há anos aguardados pelos fãs da marca. A seguir, confira como as câmeras do aparelho se organizam. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.48-f/4.0; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera teleobjetiva de 48 MP com abertura de f/2.8; Câmera frontal de 18 MP com abertura de f/1.9. A câmera principal passa a contar com abertura variável em quatro pontos, cada um pensado para diferentes situações de captura. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 proporciona desempenho cerca de 50% superior em ambientes com pouca luz, enquanto f/1.8 busca equilibrar luminosidade e profundidade de campo. Já f/2.8 favorece a captura de detalhes ao fundo da cena, e f/4.0 permite criar efeitos artísticos manualmente, o que amplia a versatilidade do sensor principal. Câmera principal do iPhone 18 Pro estreia abertura variável, recurso típico de câmeras profissionais Reprodução/Apple O conjunto também inclui estabilização óptica de imagem (OIS) por deslocamento de sensor de segunda geração e Focus Pixels a 100%. A câmera principal ainda atua como uma teleobjetiva de 2x, entregando fotos com qualidade óptica de 12 MP. Na ultrawide de 13 mm, a Apple adiciona campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. A teleobjetiva, por sua vez, adota design em tetraprisma, OIS por deslocamento de sensor 3D e foco automático, com zoom óptico de 4x. Além do zoom óptico de 4x, a Apple destaca zoom com qualidade óptica de até 8x e alcance total de 16x, resultado da combinação entre os diferentes níveis de ampliação disponíveis. Na prática, o sistema permite variar continuamente entre esses extremos, preservando a qualidade óptica ao longo do percurso. Na parte frontal, o aparelho mantém a câmera Center Stage de 18 MP, que conta com foco automático, HDR Inteligente 5 e flash Retina. Para vídeos, o modelo permite gravações em até 4K em diferentes taxas de quadros, incluindo 24, 25, 30, 60, 100 e 120 fps. O conjunto também suporta recursos avançados, como modo Cinema em até 4K, vídeos em ProRes e gravação espacial. A câmera frontal acompanha o pacote, com gravação em 4K a 24, 25, 30 e 60 fps, além de estabilização cinemática de vídeo. Desempenho com chip A20 Pro de 2 nm O iPhone 18 Pro estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset da Apple desenvolvido em um avançado processo de fabricação de 2 nanômetros. A plataforma é formada por uma CPU com dois supernúcleos e quatro núcleos voltados à eficiência energética, além de uma GPU de sete núcleos equipada com Neural Accelerators e dois Neural Engines de 16 núcleos. Para complementar o conjunto, a nova câmara de vapor tem três vezes mais área de superfície, o que favorece a dissipação de calor e o controle térmico durante tarefas exigentes. A20 Pro é o chipset mais avançado já desenvolvido pela Apple para um iPhone, com processo de fabricação de 2 nm e ganhos em desempenho e eficiência Reprodução/Apple Segundo a Apple, a solução térmica combina materiais de maior condutividade com o A20 Pro para entregar desempenho contínuo até 40% superior ao do iPhone 17 Pro. Em armazenamento, o modelo está disponível nas capacidades de 256 GB, 512 GB e 1 TB, além de estrear uma configuração inédita de 2 TB. A opção representa a maior capacidade já oferecida na linha e também ocupa o topo da tabela de preços do aparelho. Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Em relação à bateria, a Apple mantém a tradição de não divulgar a capacidade em mAh. A empresa informa apenas que o aparelho tem uma bateria interna recarregável de íon de lítio. Apesar disso, o iPhone 18 Pro promete até 34 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a autonomia em uso típico chega a 23 horas. No carregamento, o modelo recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. A mesma marca pode ser alcançada em aproximadamente 30 minutos por meio do MagSafe, desde que utilizado com um adaptador de 35 W ou mais. Assim, o aparelho mantém opções de carregamento rápido tanto por cabo quanto sem fio. iPhone 18 Pro estreia carregamento mais rápido por cabo e via MagSafe, reduzindo o tempo necessário para recuperar a bateria Reprodução/Apple Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente O iPhone 18 Pro sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, cuja distribuição para modelos compatíveis começa em 14 de setembro. A atualização adota o novo estilo visual Liquid Glass, que reformula a interface com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar o nível de transparência dos elementos. A Siri também recebe melhorias e passa a ser integrada à Apple Intelligence, com interações mais naturais e maior compreensão do contexto das solicitações. A assistente ainda ganha a capacidade de executar ações diretamente em aplicativos, o que amplia sua utilidade em tarefas do dia a dia e torna a interação com o sistema mais fluida. iPhone 18 Pro chega de fábrica com o iOS 27, que será disponibilizado para até 31 modelos compatíveis da Apple ainda em setembro Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA Em conectividade, o modelo oferece Wi-Fi 7 (802.11be) de banda tripla e suporte a redes 5G, além de Bluetooth 6.0 e NFC para recursos como pagamentos por aproximação. O aparelho também incorpora os chips C2 e N1, desenvolvidos para aprimorar a comunicação sem fio e a eficiência energética. Segundo a Apple, o C2 contribui para conexões mais rápidas com menor consumo de energia, enquanto o N1 prioriza a estabilidade do sinal e a integração entre diferentes tecnologias sem fio. Prós e contras do iPhone 18 Pro Prós: Câmera principal com abertura variável; Processador avançado fabricado em 2 nm; Suporte a carregamento rápido. Contras: Preço de lançamento extremamente elevado; Poucas novidades em design e tela; Novidades do iOS 27 chegam via software ao iPhone 15 Pro e superiores. iPhone 18 Pro vale a pena? O iPhone 18 Pro vale a pena principalmente para quem prioriza câmera, desempenho e recursos de última geração; para donos do modelo anterior, a troca não faz sentido. O preço é o principal fator que pesa contra a compra. Se o iPhone 17 Pro já tinha um valor elevado em 2025, o sucessor chega em 2026 ainda mais caro, enquanto design e tela receberam poucas mudanças relevantes. Sendo assim, para quem está em busca de custo-benefício, as gerações Pro anteriores (17 ou 16) são escolhas mais inteligentes. A principal evolução está na câmera de 48 MP, que estreia abertura variável, recurso raro entre smartphones e mais associado a câmeras profissionais, nas quais o fotógrafo ajusta fisicamente o diafragma da lente. Outro avanço relevante está no A20 Pro, primeiro chipset da Apple fabricado em 2 nm, que combina alto poder de processamento com maior eficiência energética. O modelo também traz melhorias no sistema de refrigeração e recarga mais rápida. Para quem busca o que há de mais avançado no ecossistema da Apple, o pacote é bastante completo. Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil No Brasil, o iPhone 18 Pro entra em pré-venda em 12 de setembro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 18 de setembro, nas mesmas datas programadas para os Estados Unidos. O modelo será oferecido em quatro opções de armazenamento interno, com preços de lançamento que variam conforme a capacidade. Confira os valores: 256 GB: R$ 11.999 512 GB: R$ 13.499 1 TB: R$ 16.499 2 TB: R$ 20.999 Concorrentes do iPhone 18 Pro Huawei Pura 80 Ultra: a presença de abertura variável na câmera principal torna inevitável a comparação com o iPhone 18 Pro. Desde o lançamento, em junho de 2025, o modelo da Huawei permanece no topo do ranking do site especializado DXOMARK, com o que a plataforma considera o melhor conjunto de câmeras do mundo. Em contrapartida, o desempenho fica abaixo da proposta de um flagship, com um chipset fabricado em processo de 6 nm, enquanto o iPhone 18 Pro estreia um componente de 2 nm. Também é importante considerar as limitações decorrentes das sanções impostas à Huawei pelos Estados Unidos, incluindo suporte restrito às redes 4G. Galaxy S26 Ultra: principal topo de linha Android no Brasil, o modelo sul-coreano se destaca pela Tela de Privacidade, recurso que permanece exclusivo do aparelho até o momento, e tem duas câmeras dedicadas ao zoom. Por outro lado, a ausência de abertura variável limita a versatilidade da câmera principal, embora o conjunto fotográfico continue bastante avançado. Em desempenho, o iPhone 18 Pro leva vantagem no processo de fabricação, com o A20 Pro de 2 nm, enquanto o S26 Ultra aposta no Snapdragon 8 Elite Gen 5, produzido em 3 nm. Veja o TESTE do Galaxy S26 Ultra TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? Com informações de Apple

DualSense de GTA 6 entra em pré-venda; saiba preço do controle de PS5

10 de Setembro de 2026, 17:49

A pré-venda da edição limitada do DualSense diretamente inspirada em GTA 6 começou no Brasil. Anunciado durante a última apresentação digital State of Play, o controle sem fio conta com dois modelos, nas cores predominantes preta e branca, mas ambas trazem detalhes baseados em Vice City. O produto, disponível por a partir de R$ 599 via KaBuM!, Amazon e Mercado Livre, faz parte do marketing conjunto entre a fabricante Sony e a Rockstar Games. O design aposta em elementos visuais associados ao universo do novo Grand Theft Auto, reforçando a identidade de Vice City nos dois modelos. As duas versões do DualSense serão lançadas em 19 de novembro, no mesmo dia em que GTA 6 chega ao PlayStation 5 (PS5), além do Xbox Series X e Xbox Series S. Contudo, já é possível fazer a pré-encomenda online. Saiba mais: 🤑 Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda 🎮 Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo O DualSense - Edição limitada de GTA 6 tem acabamento reflexivo com efeito de mudança de cor na parte central, que captura as luzes de neon roxo e azul do amanhecer (versão branca) ou da vida noturna (versão preta) de Vice City. No painel de toque central, há o numeral romano VI (seis), além de folhas de palmeira texturizadas em relevo na estrutura do controle. Os botões, por sua vez, têm os clássicos símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game inspirada em Miami, nos Estados Unidos. O joystick conta com feedback tátil, gatilhos dinâmicos e adaptáveis, microfone integrado, entrada de áudio para headsets e bateria recarregável. Quanto custa na pré-venda? O DualSense - Edição limitada de GTA 6, nas cores preta e branca, custa R$ 599 à vista no Pix na KaBuM!, com opção de parcelamento em 10x de R$ 59,90 sem juros. Na loja PlayStation da Amazon e do Mercado Livre, o controle sai por R$ 599,90, parcelável em até 10x de R$ 59,99 sem juros no cartão. Os cartões Amazon e Mercado Pago permitem parcelar em mais vezes sem cobrança extra. O prazo e o valor da entrega do produto variam conforme a plataforma e o endereço do comprador. No geral, ele deve chegar em até duas semanas após o lançamento de GTA 6, marcado para 19 de novembro. E GTA 6? Onde posso comprar na pré-venda? Além da PS Store e da Microsoft Store, onde a mídia digital custa a partir de R$ 449,90, GTA 6 também está disponível para pré-encomenda da mídia física, com código de download na caixa, na Shopee, Amazon e Mercado Livre, por preços que variam conforme a loja. Com informações de PlayStation, PS Blog, KaBuM!, Amazon e Mercado Livre Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026

Black Torch: veja quando saem os episódios e entrevista com dubladores

10 de Setembro de 2026, 17:00

O anime Black Torch estreou na Crunchyroll e vem sendo um dos assuntos mais comentados pelos otakus de plantão. A produção é uma das novidades do catálogo de animações da plataforma e chama atenção por combinar elementos de ação, fantasia e artes marciais. Já a trama acompanha um jovem descendente de ninjas que cossegue se comunicar com animais e tem sua vida transformada após encontrar um misterioso gato preto. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 No elenco brasileiro de vozes, destacam-se Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O TechTudo conversou com o trio de dubladores, que contou sobre o processo de dublagem do anime, além de trazer mais detalhes sobre a produção. Veja, a seguir, sinopse, elenco de vozes, quantidade de episódios e desafios. 🎬 15 animes muito bons que não foram baseados em mangás 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Black Torch Divulgação/TMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse O enredo desta ficção científica sobrenatural gira em torno de Jiro Azuma, um jovem de personalidade difícil que é descendente de uma antiga linhagem de ninjas. E além de possuir habilidades excepcionais de combate, ele também consegue se comunicar com animais, característica que faz parte de sua rotina desde a infância. No entanto, sua vida muda completamente quando ele conhece Rago, um misterioso gato preto que esconde uma poderosa natureza sobrenatural e acaba envolvendo o rapaz em uma série de conflitos perigosos. Elenco de vozes Além da dupla de dubladores Ryōta Suzuki e Yōji Ueda nos papéis dos protagonistas Jiro Azuma e Rago, respectivamente, o elenco de vozes original do anime Black Torch ainda é composto por nomes como Sayaka Senbongi (Demon Slayer: Mugen Train - O Filme) dando vida à Ichika Kishimojin, Junya Enoki (Ririsa, uma Garota em 2.5D) vivendo Reiji Kirihara, Shinpachi Tsuji (Perfect Blue) vivendo Toshimasa Azuma e muitos outros mais. Já no time de dublagem brasileira, alguns dos principais artistas responsáveis pelas vozes são Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan), Leonardo Camillo (Os Cavaleiros do Zodíaco), Bruno Sangregório (Seu Edinaldo: Treze) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O dublador Ryōta Suzuki dá voz ao protagonista Jiro Azuma Reprodução/IMDb Por dentro dos desafios de dublar um anime O TechTudo conversou com o trio principal de Black Torch no Brasil: Aline Penteado, que dá voz a Ichika, Adrian Tatini, que faz Jiro e Luiz Carlos Persy, intérprete de Rago. Durante o papo, eles comentaram os bastidores do processo de dublagem – sobretudo das especificidades dos animes em si. Durante a entrevista, Aline explicou que, embora a dublagem trate de uma adaptação das vozes para o público brasileiro, é um um trabalho minuncioso e que exige bastante atenção dos atores. Segundo a atriz, "os dubladores têm poucos segundos para compreender a cena, a personalidade do personagem e a intenção daquela fala antes de gravá-la" . Para ela, um dos principais desafios está justamente na sincronização das falas com os movimentos dos personagens. Aline explica que oss animes japoneses podem apresentar movimentos de boca que não correspondem exatamente ao áudio original. Na dublagem brasileira, porém, os atores precisam acompanhar esses movimentos de maneira bastante precisa, o que torna o trabalho técnico ainda mais exigente. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinho. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinhoente segue bem à risca [...] A gente tem que casar certinho, e a técnica é um desafio terrível. Durante a entrevista, Adrian também contou que algumas cenas precisavam ser trabalhadas de maneira bastante fragmentada, com pequenas falas e até sons sendo repetidos diversas vezes para alcançar a maior proximidade possível com a interpretação original. Tudo isso, é claro, deixava a produção ainda mais complexa. Para Luiz Pery, esse processo reforça uma característica importante da profissão e que, muitas vezes, fica invisível: o dublador também é um ator. Em vez de criar o personagem do zero, ele interpreta e representa uma produção que já foi realizada, usando seu próprio repertório emocional para encontrar a melhor maneira de transmitir aquela atuação em português. Black Torch tem Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy na dublagem Divulgação/TMDb Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Entre os destaques da produção, dois personagens ganharam camadas especiais na versão brasileira: Jiro Azuma e Ichika Kishimojin. Para os dubladores por trás deles, dar vida a essas figuras foi uma experiência marcante — e por motivos bem diferentes. Para Adrian Tatini, dublar Jiro representou um momento único na carreira: a primeira vez em que ele assumiu o papel de protagonista de um anime. Mesmo acompanhando o gênero desde criança e já tendo experiência com outras produções, o ator não escapou do nervosismo diante da nova responsabilidade. "Foi a primeira vez que eu peguei um protagonista de um anime, então eu tava com... sabe aquele friozinho na barriga?", contou Adrian ao TechTudo. Já Ichika Kishimojin, dublada por Aline Penteado, chamou atenção por outro motivo: a força da personagem dentro da trama. Para a atriz, a personagem rompe com um padrão comum em animes, no qual figuras femininas ficam restritas a papéis secundários. Em entrevista, a dubladora descreveu Ichika como uma mulher forte, objetiva e que não aceita desaforo — nem mesmo do próprio chefe. Na visão da dubladora, a personagem tem participação ativa nos confrontos e conquista espaço próprio dentro da narrativa. "Ela não é só aquela menininha bonitinha que vai ficar atrás do protagonista. Ela tem autoridade, ela tem importância", destacou Aline. Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Divulgação/TMDb Experiência com gatos ajudou Luiz Persy a interpretar Rago Outro relato divertido da conversa veio de Luiz Carlos Persy, que contou que a experiência pessoal com gatos também o a interpretar Rago. O dublador contou que convive com felinos há muitos anos e que perdeu, no início de 2026, uma gata que tinha 19 anos. Essa convivência próxima contribuiu para que ele reconhecesse alguns dos trejeitos e comportamentos característicos dos animais durante a dublagem. Luiz explicou que a personalidade dos gatos serviu como uma referência para entender Rago, especialmente na forma como o personagem demonstra afeto e estabelece seus próprios limites. Para o dublador, são pequenos comportamentos que ajudam a dar mais naturalidade à interpretação.“ A personalidade dele, forte. Tudo isso ficou muito claro. Então, o que fazemos? Interpretamos isso e representamos”, explicou Luiz. Luiz Persy contou se inspirar na relação que tinha com a gatinha para dublar Rago Divulgação/TMDb Quantos episódios tem Black Torch? Quando eles saem? A primeira temporada de Black Torch conta com 12 episódios, lançados semanalmente as sábados, às 10h (horário de Brasília), e com cerca de 23 minutos de duração cada. Além disso, a produção apresenta uma temporada enxuta, com capítulos que mantêm o ritmo da história e desenvolvem seus principais personagens ao longo da exibição. Veja o cronograma: Episódio 1 – 4 de julho – já disponível Episódio 2 – 11 de julho – já disponível Episódio 3 – 18 de julho – já disponível Episódio 4 – 25 de julho – já disponível Episódio 5 – 1º de agosto – já disponível Episódio 6 – 8 de agosto – já disponível Episódio 7 – 15 de agosto – já disponível Episódio 8 – 22 de agosto – já disponível Episódio 9 – 29 de agosto – já disponível Episódio 10 – 5 de setembro – já disponível Episódio 11 – 12 de setembro Episódio 12 – 19 de setembro Black Torch vai ter 2ª temporada? Até o momento, não há confirmação oficial de uma 2ª temporada de Black Torch. No entanto, é válido ressaltar que as chances de uma continuação também são incertas, já que o mangá original é relativamente curto e foi cancelado pela revista Weekly Shōnen Jump após uma publicação de curta duração. Assim, com pouco material disponível para adaptar, uma nova temporada dependeria de uma decisão original do estúdio ou mesmo da produção. Vale a pena assistir? Em entrevista, os dubladores de Black Torch destacaram diferentes elementos que podem atrair os fãs de anime para a produção. Aline Penteado ressaltou a presença dos clãs ninjas, das histórias ligadas ao Oriente, dos combates e dos Mononoke, além das relações construídas entre os personagens. Para ela, a amizade é um dos pontos centrais da trama, especialmente pela evolução das relações entre Jiro, Ichika e Rago. “Acho que Black Torch +tem tudo o que as pessoas gostam em anime”, afirmou. Adrian Tatini também destacou os elementos que mais chamam sua atenção na produção, como ninjas, forças sobrenaturais, relações conturbadas e os mistérios envolvendo Rago. Segundo o dublador, a relação entre os personagens também ajuda a movimentar a história, já que Jiro ainda tem muito a aprender e encontra no Mononoke uma espécie de mentor para enfrentar os desafios que surgem ao longo da trama. “O cenário tá todo armado pra tudo aquilo que a gente mais gosta. Eu tô bem empolgado com essa temporada, espero que todo mundo assista!”, comentou. Já Luiz Persy, que assistiu aos quatro primeiros episódios, elogiou especialmente o trabalho realizado na dublagem brasileira. O ator destacou a naturalidade das interpretações e afirmou ter ficado impressionado com o resultado. “Eu fiquei muito impressionado com a nossa dublagem. Tá muito boa! Tá todo mundo muito no gestinho, muito verdadeiro”, disse. Adrian completou que esse é justamente um dos objetivos de uma boa dublagem: fazer com que o público se envolva tanto com a atuação que até esqueça que está assistindo a uma produção dublada. “Na boa, meu amigo, você até esquece que tá dublado!”, brincou. O anime Black Torch é baseado no mangá de mesmo nome, de Tsuyoshi Takaki Reprodução/IMDb Eu, Joana, já assisti ao Black Torch e o considero um anime bem gostoso de assistir. É fácil se envolver com as aventuras de Jiro, Rago e Ichika, que reúnem o melhor do universo ninja, das lutas e do sobrenatural. Com apenas 19 capítulos no mangá original, a produção escapa da enrolação e mantém um ritmo ágil do início ao fim. O visual também é ponto alto: o estúdio 100studio mistura animação tradicional com 3DCG, entregando lutas e técnicas espirituais dinâmicas e bem cuidadas. O destaque para mim vai para a dinâmica entre Jiro e o gato demônio Rago, lembrando o clichê do protagonista que divide o corpo com uma entidade poderosa, mas bem executado. Fica a expectativa de que o anime corrija o final apressado do mangá, amarrando as pontas soltas de forma mais coerente. Por isso, Black Torch é uma boa pedida para quem gosta de shonens com ninjas, poderes sobrenaturais e ação envolvente, numa temporada curta e fácil de maratonar. Em termos de recepção entre crítica e público, a recepção de Black Torch tem sido bastante positiva, especialmente pela mistura de ação, fantasia e elementos sobrenaturais. No agregador IMDb, por exemplo, o anime aparece com nota 7.1, enquanto na plataforma MyAnimeList a animação conquistou uma taxa de aprovação de 6.9, indicando uma avaliação favorável dos espectadores. A produção também vem chamando atenção entre os lançamentos da temporada e aparece entre os animes mais bem avaliados de 2026 no AniList. Confira o trailer de Black Torch: Com informações de Crunchyroll, IMDb e My Anime List 🎥 Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Saiba Mais t Initial plugin text

iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica

10 de Setembro de 2026, 16:24

Importar o iPhone 18 Pro pode ser uma boa alternativa para quem quer adquirir um celular da Apple pagando menos, desde que sejam observadas as taxas e os impostos da transação internacional. Lançada nesta quarta-feira (9), a série Pro chega ao Brasil por a partir de R$ 11.999, montante mais alto do que o praticado nos Estados Unidos (US$ 1.199) devido à incidência de impostos. A opção surge principalmente para os consumidores que já têm dólares guardados ou estão de viagem para os Estados Unidos, mas deve ser analisada com cautela para evitar prejuízos, problemas com a alfândega e golpes. De acordo com o advogado tributarista Rafael Borin, sócio do escritório Rafael Pandolfo Advogados Associados, existe uma diferença importante na tributação entre o eletrônico que entra no Brasil trazido na bagagem de um viajante e uma compra internacional feita pela internet. A seguir, confira as vantagens e desvantagens de importar um iPhone e tudo o que você precisa saber para fazer a importação com segurança, incluindo os custos. 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026: veja todos os anúncios 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica No índice abaixo, veja aspectos que você deve observar ao considerar importar um iPhone dos Estados Unidos. IOF brasileiro Imposto nos Estados Unidos Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Cuidados ao comprar no exterior Afinal, vale a pena importar o iPhone 18? IOF brasileiro O IOF brasileiro é um imposto de competência federal que incide sobre operações financeiras, como as de crédito e câmbio, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas. O tributo é utilizado como instrumento de regulação da economia e, por isso, é um dos principais fatores a serem considerados na hora de fazer uma compra internacional. Em julho de 2025, as alíquotas para compras internacionais foram unificadas após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve o Decreto Federal de 12.499/2025. Atualmente, a alíquota para compras no exterior realizadas com cartão internacional é de 3,5%, incluindo as modalidades de crédito e débito, ou por meio de contas internacionais, como Wise, Nomad, Inter Global ou C6 Global, que antes funcionavam como uma alternativa para quem buscava uma cobrança menor. Os descontos do IOF são feitos automaticamente no momento da transação e aparecem na fatura dos cartões ou extrato das contas. Vale lembrar que o Governo Federal orienta os consumidores a ficarem atentos a possíveis cobranças indevidas de IOF. Segundo o alerta, pedidos de pagamento desse imposto por meio de depósitos, transferências bancárias, Pix, QR Code, cartões de crédito ou débito, entre outras formas, podem indicar uma tentativa de golpe. Imposto nos Estados Unidos O imposto cobrado nos Estados Unidos também é um fator que deve ser considerado na hora de decidir se vale a pena comprar o iPhone 18 Pro no exterior. O país adota um sistema de imposto sobre vendas, conhecido como sales tax, que não é unificado e pode variar conforme o estado ou a localidade onde a compra é realizada, sendo capaz de alterar de forma significativa o valor da compra. A boa notícia é que, como cada estado define sua própria alíquota, há lugares onde o sales tax não é cobrado. Em estados como Nova York e Califórnia, a taxa pode passar de 8%, enquanto em locais como Oregon, Delaware, New Hampshire e Montana não há cobrança de sales tax. Essa diferença influencia diretamente o preço final do iPhone, que pode ficar mais caro ou mais barato dependendo da região onde a compra é realizada. Além disso, estados como Texas e Louisiana adotam sistemas de tax free, nos quais o imposto é pago no momento da compra, mas o consumidor pode solicitar o reembolso da taxa posteriormente. Loja da Apple Chris Nagahama/Unplash Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Ao retornar ao Brasil com um eletrônico adquirido no exterior, é necessário estar atento às regras e taxas adotadas no país pela Receita Federal. No quesito taxas, são quatro pontos a serem observados, além do IOF: Imposto sobre Importação (II); Natureza da compra; Remessa Conforme; e Imposto sobre Consumo (ICMS). De acordo com o advogado especialista em Direito Tributário Rafael Borin, a taxa paga pelo smartphone depende da forma como ele entra no país: se tem natureza de bagagem, trazida pelo passageiro de uma viagem, ou de compra online internacional. O especialista explica que, no caso de viagens internacionais, a pessoa que chega ao Brasil por avião ou navio pode trazer até US$ 1.000 em produtos sem pagar imposto. Já para quem acessa o território brasileiro por via terrestre ou fluvial, o limite permitido é de US$ 500. Se as compras ultrapassarem esse valor, o Imposto de Importação (II) é de 50% apenas sobre o que exceder a cota. “Se um viajante chega de avião com US$ 1.500 em bens eletrônicos importados, o imposto não incide sobre os US$ 1.500, mas sobre os US$ 500 que excederem a cota”, ilustra o advogado. No caso do iPhone 18 Pro de 256 GB, por exemplo, o imposto incidiria sobre os US$ 199 restantes. Assim, o consumidor pagaria US$ 99,5 de imposto. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação Divulgação/Loggi Já para as compras internacionais feitas online e enviadas ao Brasil, o especialista explica que as regras são diferentes. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação (II) para pessoas físicas (CPF). No entanto, para pedidos acima de US$ 50 e até US$ 3.000, o imposto é de 60%, com uma redução de US$ 30 no valor a pagar. Nesse ponto, o advogado alerta que as compras realizadas fora do Programa Remessa Conforme seguem a regra geral de 60% de Imposto de Importação, sem o desconto de US$ 30, além da incidência do ICMS estadual, outro tributo importante. Este, aliás, é de competência dos estados brasileiros, com alíquotas que atualmente variam entre 17% e 20%, dependendo da região. Ao TechTudo, o advogado destacou que esse imposto tem uma forma própria de cálculo, feita “por dentro” do preço, e também considera o Imposto de Importação. Isso significa que não basta somar as duas alíquotas, ou seja, 60% de Imposto de Importação + 20% de ICMS, totalizando 80%. Na prática, o peso dos impostos sobre o preço do produto pode ser maior. iPhone 18 Pro tem câmera com abertura variável Reprodução/Apple O tributarista explica que é possível trazer o iPhone 18 Pro (e outros eletrônicos) para o Brasil pagando menos imposto de forma segura, mas que para isso é necessário que o produto seja reconhecido como " bem de uso pessoal". A matéria é disciplinada pela Receita Federal na Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010, que prevê tratamento específico nesses casos. Segundo o especialista, a situação pode mudar quando o iPhone é trazido lacrado ou quando o viajante já saiu do Brasil com outro telefone e adquiriu um novo no exterior. Nesses casos, o novo aparelho, em regra, não se enquadra como bem de caráter pessoal, salvo em situações específicas, como a comprovação de defeito no telefone originalmente levado. Caso o aparelho não se enquadre na regra de uso pessoal, ele passa a ser considerado dentro da cota de bagagem. Uma vez ultrapasssado o limite de isenção, o advogado recomenda que o consumidor preencha a Declaração Eletrônica de Bens do Viajante e recolha o imposto devido para evitar sanções e problemas com a Receita. Ele alerta ainda que entrar no país sem declarar um bem sujeito à tributação pode resultar em multa de 50% sobre o valor que exceder a cota de isenção. Cuidados ao comprar iPhone 18 no exterior Em linhas gerais, ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários, além do valor do produto em si. O cálculo deve incluir o valor do celular em dólar e sua conversão, o sales tax referente ao estado onde o aparelho foi comprado, a taxa de 3,5% do IOF brasileiro, tributação da alfândega (que chega a cobrar 50% do valor excedente aos US$ 1000 de isenção), e o ICMS no seu Estado. Vale mencionar que a taxa excedente pode ser dispensada se o aparelho se enquadrar no critério de uso pessoal. A regra permite apenas um aparelho por pessoa. O advogado Rafael Borin explica que na hipotese de aparelho para uso pessoal, se o viajante optar por trazer o antigo na bagagem e for flagrado com dois aparelhos, sem ter feito a declaração à Receita Federal, a pessoa poderá ser multada em 50% sobre o excedente da isenção, além do pagamento do imposto de 50%. O viajante que traz vários produtos também deve tomar cuidado ao fracionar as compras entre familiares e acompanhantes, uma vez que a fiscalização pode interpretar que os bens são para comercialização acarretando a apreensão da mercadoria. Ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários Reprodução/Getty Images Afinal, vale a pena importar o iPhone 18 Pro? De acordo com o advogado Rafael Borin, no geral, vale a pena importar o iPhone 18 se ele estiver dentro dos critérios para "bem de uso pessoal". "A compra pode ser vantajosa para quem já possui uma viagem internacional programada e pretende utilizar o aparelho como seu telefone pessoal durante a viagem, desde que estejam presentes as condições para enquadrá-lo como bem de caráter manifestamente pessoal", opina Borin. Fora esse caso, o tributarista recomenda comprar o preço do aparelho no exterior com o custo efetivo da compra. "Nessa conta devem ser considerados fatores como a cotação do dólar, o IOF eventualmente incidente conforme a forma de pagamento e a possível tributação na entrada do bem no Brasil", relembra. Para modelos mais caros, que excedam a isenção de US$ 1.000, o especialista ressalta que a decisão deve considerar o custo final da operação, e não apenas o preço anunciado no exterior. "É essa comparação que permite avaliar se trazer o iPhone de fora realmente vale a pena", conclui. Com informações de Planalto (1), Governo Federal (1), Wise (1 e 2) 🎥 Conheça o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Mais do TechTudo

Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia

10 de Setembro de 2026, 16:00

A manhã do dia 11 de setembro de 2001 mudou para sempre a sociedade americana e deixou reflexos que moldaram a cultura pop no início do século 20. Na indústria dos games, não foi diferente. Grand Theft Auto 3, que estava prestes a ser lançado, se passava em Liberty City, cidade fictícia inspirada em Nova Iorque. Diante do cenário, a Rockstar Games adiou a estreia e voltou ao jogo para rever conteúdos que poderiam ganhar outra conotação após os atentados. O resultado apareceu em diferentes pontos da versão final, desde trechos removidos até mudanças visuais e ajustes no comportamento do mundo aberto. Ao longo dos anos, a própria Rockstar revelou parte dessas alterações e explicou como os ataques influenciaram decisões tomadas nas semanas finais de desenvolvimento. Entre elas, está uma mudança que acabou deixando uma marca permanente em GTA e segue presente na identidade da franquia até hoje. Confira, a seguir, no TechTudo, como o 11 de setembro impactou GTA 3 e quais mudanças chegaram à versão final do jogo. ⭐ GTA 6 será lançado primeiro no exterior, mas truque deixa jogar antes 🎮 GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Como o 11 de setembro mudou GTA? Atentado fez Rockstar alterar GTA 3 às pressas Saiba o que será explorado na matéria: O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Quando os atentados de 11 de setembro aconteceram, GTA 3 já estava praticamente pronto. O jogo tinha lançamento previsto para poucas semanas depois e a Rockstar trabalhava nos últimos ajustes antes de colocá-lo nas lojas. O problema é que o estúdio tinha seu escritório em Manhattan, enquanto Liberty City, cenário do game, carregava diversas referências a Nova Iorque. O impacto foi sentido também dentro da Rockstar. Dan Houser, cofundador da empresa e um dos principais responsáveis pela saga, contou anos depois que a equipe ficou cinco dias sem conseguir entrar no escritório devido aos bloqueios na região. Com a cidade ainda lidando com as consequências dos ataques, o lançamento de GTA 3 foi adiado e parte do conteúdo voltou a ser revisado antes do game chegar ao público. GTA 3 Divulgação Apesar disso, as alterações foram menores do que muitos rumores fizeram parecer ao longo dos anos. Segundo a própria Rockstar, GTA 3 ficou cerca de "1% diferente" por causa do 11 de setembro. O pouco que mudou, porém, atingiu elementos bastante visíveis do jogo e, em um dos casos, acabou influenciando a identidade de Grand Theft Auto pelas décadas seguintes. Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Entre as mudanças feitas após os atentados, a Rockstar confirmou a retirada de uma missão que fazia referência a terroristas. A empresa nunca chegou a revelar exatamente qual era o conteúdo dessa parte do jogo, mas afirmou anos depois que ela foi a única missão removida especificamente por causa do novo contexto. Além disso, pequenos elementos de Liberty City foram revistos antes do lançamento, como detalhes dos carros, falas de pedestres e trechos dos programas de rádio. Durante anos, porém, outra história acabou sendo associada ao 11 de setembro: a remoção de Darkel, personagem que aparecia em materiais de GTA 3 e chegou a ter cinco missões planejadas. Ele seria uma figura exótica responsável por tarefas mais violentas, mas acabou desaparecendo da versão final. Isso alimentou rumores de que seu corte teria ocorrido por causa dos atentados, inclusive com histórias sobre missões envolvendo terrorismo, algo até impulsionado por sua aparência, que, segundo usuários, lembra bastante um jihadista. Darkel, personagem de GTA 3 que foi removido do jogo. Reprodução/Reddit A própria Rockstar, no entanto, negou essa relação. Segundo a desenvolvedora, Darkel e suas missões começaram a ser descartados meses antes do 11 de setembro, porque não funcionavam tão bem quanto o restante do conteúdo e destoavam do tom dos outros personagens. A empresa também desmentiu alguns dos boatos mais conhecidos sobre ele, como o de que haveria uma missão para explodir um ônibus escolar. Ou seja, houve de fato uma missão ligada a terrorismo removida após os ataques, mas não há indicação de que ela tivesse relação com Darkel. Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados As mudanças feitas pela Rockstar não ficaram restritas às missões. Alguns elementos menores de Liberty City também foram revistos para afastar o jogo da Nova Iorque que ainda lidava com as consequências dos atentados. Entre eles estava a rota de um dos aviões que sobrevoavam a cidade. Segundo os desenvolvedores, o trajeto foi alterado porque, em determinado ponto, a aeronave dava a impressão de voar em direção ou por trás de um arranha-céu, uma imagem que ganhou um significado completamente diferente depois do 11 de setembro. A revisão chegou ainda às ruas e às rádios de Liberty City. Falas de alguns pedestres foram retiradas, assim como trechos de diálogos transmitidos pelas estações do jogo. Detalhes de veículos também passaram por mudanças. O caso mais visível foi o dos carros de polícia, que originalmente tinham um esquema de cores semelhante ao usado pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e receberam um novo visual antes do lançamento. Os carros de polícia de Liberty City estiveram entre os elementos alterados em GTA 3 após os atentados de 11 de setembro. Divulgação/Rockstar Um detalhe que não teve relação com os atentados, apesar de ter alimentado rumores durante anos, foi o Dodo, pequeno avião que o jogador encontra em GTA 3. Como a aeronave possui asas curtas e é extremamente difícil de manter no ar, surgiu a teoria de que ela teria sido modificada para impedir que jogadores atingissem os prédios de Liberty City. A Rockstar negou a história e explicou que o Dodo nunca havia sido pensado para voos longos. Segundo o estúdio, suas limitações faziam parte do próprio conceito do veículo e já existiam antes do 11 de setembro. Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre Entre todas as alterações feitas após os atentados, a maior nem estava dentro de GTA 3. A Rockstar decidiu mudar a capa usada na versão estadunidense do jogo, porque considerou que a arte planejada até então havia se tornado pesada demais diante do que Nova Iorque acabara de viver. O design original, que acabou mantido na edição europeia, reunia personagens, armas, veículos e cenas de ação em uma composição mais próxima de um pôster de cinema. A substituta foi criada às pressas e dividia a imagem em diferentes quadrados, cada um destacando personagens ou elementos de Liberty City ao redor do logotipo do GTA. A solução agradou tanto a Rockstar que deixou de ser apenas uma resposta ao momento e virou uma das principais marcas visuais da série. O formato seria reaproveitado, com diferentes variações, nas capas de títulos como GTA Vice City, GTA San Andreas, GTA 4 e GTA 5. A capa de GTA 3 foi alterada pouco antes do lançamento e acabou dando origem ao estilo visual que marcaria a franquia nos anos seguintes. Reprodução/Reddit Dan Houser explicou que a nova arte havia sido concebida em apenas uma noite. Assim, uma decisão tomada na reta final de GTA 3, em meio às consequências do 11 de setembro, acabou ajudando a definir a aparência pela qual Grand Theft Auto seria reconhecido nas décadas seguintes. As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Com o passar dos anos, surgiram rumores de que GTA 3 teria uma versão das Torres Gêmeas removida após o 11 de setembro. A Rockstar, porém, negou a história e afirmou que os prédios nunca fizeram parte de Liberty City. A proximidade entre o lançamento do jogo e os atentados, somada à forte inspiração em Nova Iorque, ajudou a manter a teoria viva entre os fãs por anos. Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro não afetou apenas GTA 3. Outros jogos que estavam em desenvolvimento na época também precisaram ser revistos. Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty teve uma sequência ambientada em uma Manhattan alterada, enquanto Spider-Man 2: Enter Electro de PS1, passou por mudanças para retirar referências às Torres Gêmeas. Até Flight Simulator 2002, da Microsoft, chegou ao mercado sem o World Trade Center no cenário de Nova Iorque. Nos anos seguintes, o atentado também ajudou a moldar as narrativas abordadas pelos videogames. A chamada “Guerra ao Terror” ganhou espaço principalmente em jogos de ação. Battlefield 2, lançado em 2005, levou a série para conflitos envolvendo potências ocidentais e forças do Oriente Médio, enquanto Call of Duty 4: Modern Warfare, de 2007, abandonou a temática da segunda guerra mundial para explorar terrorismo e intervenções militares em um cenário contemporâneo. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots refletiu temas que ganharam força após o 11 de setembro, como conflitos permanentes e a expansão da economia de guerra. Divulgação/Konami Esse cenário ainda apareceu em obras que adotaram uma visão mais crítica sobre o tema. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, de 2008, apresentou um mundo no qual os confrontos armados passaram a sustentar uma verdadeira economia de guerra, refletindo como o clima político e militar do período pós-11 de setembro influenciou as narrativas exploradas pelos videogames nos anos seguintes. Com informações de Reddit (1,2),Rockstar (1,2), Engadget Descubra mais do TechTudo

Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda

10 de Setembro de 2026, 15:49

Os controles temáticos de GTA 6 para PS5 foram disponibilizados hoje (10) para pré-venda em lojas de e-commerce brasileiras. O anúncio dos controles foi realizado durante a apresentação digital State of Play da Sony na última quinta-feira (3) e marcou mais um capítulo no marketing conjunto entre a Sony e a Rockstar Games. O joystick DualSense chega com opções preto e branco, sendo as duas vendidas pelo preço de R$ 599 na Amazon. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É importante lembrar que tanto o GTA 6 quanto os controles de PS5 temáticos do jogo serão oficialmente lançados no dia 19 de novembro de 2026, e que a compra no momento é referente a uma pré-venda do produto. Os preços citados foram verificados no dia 10 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Novo DualSense de GTA 6 traz belos joysticks temáticos nas cores preto e branco Reprodução/State of Play 🔎 6 jogos com muita ação para zerar antes do lançamento de GTA VI Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Onde posso comprar o controle de GTA 6 na pré-venda? Os controles de GTA 6 estão disponíveis pelo melhor preço de compra na Amazon, os dois pelo preço de R$ 599. A opção preta pode ser parcelada em até 10x de R$ 59 sem juros, e a compra garante pontos com o cartão Amazon. Já o DualSense branco pode ser parcelado em 10x de R$ 59 sem juros, além de possibilitar que o jogador peça o cartão Amazon sem anuidade e ganhe 3% de volta em pontos nesta compra. Nas duas opções, o uso do cupom DESCONTOAPP garante R$ 20 de desconto no pagamento no aplicativo. Como são os controles de GTA 6? Controles de GTA 6 Divulgação Os joysticks DualSense contam com um design de cores inspirado pelo entardecer da cidade de Vice City, com sua intensa vida noturna e luzes de neon, em opções em preto e branco. A parte central do controle traz um material reflexivo em tons entre azul-marinho e roxo. Já o painel de toque no meio do joystick conta com o numeral romano VI com as palmeiras de Vice City, assim como no logo de GTA 6. Os botões, por sua vez, possuem os símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game, inspirada em Miami, nos EUA. Como será o lançamento de GTA 6? GTA 6 será ambientado em Vice City, no estado de Leonida Divulgação/Rockstar Games O jogo da Rockstar Games ainda não tem uma versão para PC anunciada e as caixas não devem trazer uma versão física do game. No lugar do disco, o comprador vai receber um código para download digital, liberado no dia 19 de novembro, data de lançamento do game e do fim da pré-venda. Porém, o pré-carregamento do jogo já estará disponível a partir do dia 12 de novembro. A versão Standard de GTA 6 oferece brindes, como um mês grátis de GTA+ e o pacote vintage Vice City, que inclui cosméticos e bônus em GTA Online. O game já tem a pré-venda mais forte já registrada, segundo análise feita pela NewZoo, com cerca de US$ 260 milhões gastos por consumidores só na primeira semana. É possível que mais de 51 milhões de unidades do game sejam vendidas em uma única semana, o que faria a Rockstar Games e a Take Two Interactive lucrarem entre US$ 3,25 bilhões e US$ 5,2 bilhões nesse período. Nesta análise, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha devem corresponder a 69% das cópias de GTA 6 que vão ser vendidas ao redor do mundo. Com informações de Amazon, State of Play e Mercado Livre Veja também: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026

iPhone 18 Pro é bom para jogos? Confira desempenho

10 de Setembro de 2026, 12:32

O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max tiveram seu lançamento oficial nesta última quarta-feira (9) em uma apresentação Apple Event da fabricante Apple às 14h no horário de Brasília, durante a qual foi mostrada sua alta capacidade de rodar games. O dispositivo utiliza o novo chip A20 Pro, construído com uma nova tecnologia de 2 nanômetros oferecendo mais potência em relação ao A20 padrão, permitindo rodar jogos com requisitos ainda mais altos. Confira mais detalhes sobre a capacidade para games do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, disponíveis a partir e R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, em 18 de setembro. 🎮 Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 18 Pro e Pro Max contam com poderoso processador A20 Pro capaz de rodar Monster Hunter Outlanders e mais Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Em matéria de especificações técnicas, o A20 Pro é o chip mais avançado da Apple, contando com 6 núcleos, dentre os quais 2 são super núcleos 20% mais rápidos e 4 são de eficiência, e uma unidade vídeo (GPU) com 7 núcleos. A GPU tem uma performance 40% mais rápida que o processador A20 padrão, além de contar com Ray Tracing acelerado por hardware e aceleradores neurais para tarefas de inteligência artificial. Entre elas, upscaling usando a tecnologia MetalFX, semelhante à DLSS da Nvidia e FSR da AMD. Vale apontar que para resfriamento há uma câmara de vapor com 3 vezes o tamanho da do iPhone 17 Pro. Durante uso contínuo é comum que processadores e unidades de vídeo percam performance conforme esquentam. O A20 Pro promete até 40% mais performance contínua em comparação com o A20. Apesar de não informado pela Apple, supostamente o iPhone 18 Pro e Pro Max trarão 12GB de memória RAM. Em questão de armazenamento, eles estarão disponíveis em versões a partir de 256GB, com opções de 512GB, 1TB e 2TB. O iPhone 18 Pro e Pro Max não terão dificuldade em rodar jogos pesados como Resident Evil 4 Remake Divulgação/Capcom Um dos jogos mostrados durante a apresentação foi Monster Hunter Outlanders, um game multiplayer cooperativo online da saga de caçadores de monstros da Capcom, desenvolvido em parceria com o Timi Studio da Tencent. O game é capaz de rodar a uma taxa de quadros de até 120 FPS enquanto oferece gráficos e reflexos no nível dos jogos da série para consoles. Por enquanto não há data de lançamento definida para o título, mas ele chegará ainda em 2026. As configurações do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max permitem rodar alguns dos jogos mais exigentes disponíveis para celulares, incluindo títulos com gráficos próximos aos de consoles. Entre os principais destaques estão Resident Evil 4 Remake, Resident Evil Village, Death Stranding Director’s Cut, Genshin Impact, Honkai: Star Rail, Grid Autosport, Sid Meier's Civilization VI, Zenless Zone Zero, Alien: Isolation e Wuthering Waves, entre outros. iPhone Duo tem o mesmo processador do iPhone 18 Pro e Pro Max, capaz de rodar games como Zenless Zone Zero em uma tela ainda maior Reprodução/Apple Ao final do evento também foi exibido o iPhone Duo, o primeiro modelo com tela dobrável da Apple, que transforma o iPhone quase em um iPad. Ele também conta com o mesmo chip A20 Pro, o que significa que é capaz de rodar os mesmos games do iPhone 18 Pro e Pro Max. Durante a apresentação foi mostrado o jogo Zenless Zone Zero e como o título se adaptava de acordo com o tamanho e orientação da tela. O iPhone Duo custará a partir de R$ 21.999 e chega ao Brasil em 23 de outubro. Com informações de Apple (1, 2, 3), MacRumors Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular

10 de Setembro de 2026, 12:29

Com a chegada da geração iPhone 18 Pro e do iPhone Duo, muitos usuários passaram a se perguntar se “não vai ter iPhone 18 normal”, já que o modelo marcou presença nas últimas gerações apresentadas pela Apple. A consulta registrou aumento repentino no Google nas últimas 24 horas, segundo dados do Google Trends. Em 2026, porém, a estratégia de lançamento da fabricante parece ter mudado, com uma possível divisão do calendário da linha. Segundo relatório do site ETNews e informações divulgadas pela Bloomberg, o iPhone 18 deve ser apresentado apenas no primeiro semestre de 2027. A expectativa também envolve o iPhone 18e, que deve assumir o posto de modelo mais acessível da marca, e o iPhone Air 2, possível sucessor da linha ultrafina da Apple. Vale destacar, contudo, que a companhia não confirmou os lançamentos, e as informações permanecem no campo dos rumores. 📲 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🤔 Quando o iPhone 18 e o Duo chegam ao Brasil? Veja a data da pré-venda Sucessor do iPhone 17 deve ser apresentado pela Apple nos primeiros meses de 2027, seguindo uma possível mudança no calendário de lançamentos da marca Brenda Santos/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Ainda de acordo com o ETNews, um dos principais portais sul-coreanos de notícias sobre tecnologia, a estratégia da Apple estaria concentrada em dar maior protagonismo aos modelos mais robustos da linha. Esse movimento ganha ainda mais relevância com a chegada do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da fabricante, que passa a integrar o portfólio premium da companhia. Em outras palavras, a Apple deve priorizar a divulgação do iPhone 18 Pro e do seu primeiro dobrável, concentrando as atenções nos smartphones de maior apelo tecnológico. Já os modelos mais básicos da geração, incluindo o iPhone 18, seriam apresentados posteriormente, em um evento separado previsto para os primeiros meses de 2027. Apple prepara novidades para iPhone 18, Air 2 e 18e Segundo o site MacRumors, o iPhone 18 deve estrear o chip A20, fabricado em processo de 2 nanômetros e ligeiramente menos potente que o A20 Pro, presente nos modelos iPhone 18 Pro e iPhone Duo. O aparelho também pode receber uma câmera frontal de 24 MP, enquanto a Dynamic Island tende a ser reduzida, contribuindo para um design mais refinado e discreto. Já de acordo com a Bloomberg, o iPhone Air 2 deve ganhar uma câmera ultrawide, ampliando o conjunto fotográfico e aproximando o aparelho do iPhone 18 nesse quesito. A Apple também estaria planejando elevar a capacidade da bateria, que pode se beneficiar da maior eficiência energética do A20, mesmo processador esperado no iPhone 18. Quanto ao iPhone 18e, o MacRumors indica a possibilidade de 9 GB de RAM e do processador utilizado pela atual geração. Apesar de a Apple ainda não ter confirmado os lançamentos, são esperadas atualizações para o iPhone Air e uma nova variante mais acessível da linha Divulgação/Apple Com informações de ETNews, Bloomberg e MacRumors 🎥5 novidades da Apple que você precisa conhecer Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios

iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável

10 de Setembro de 2026, 12:17

O iPhone Duo é o primeiro smartphone dobrável da Apple. Anunciado em 9 de setembro deste ano, o modelo entra em pré-venda em 16 de outubro, com preços entre R$ 21.999 e R$ 30.999, e começa a ser vendido em 23 de outubro. Com formato "passaporte", o iPhone dobrável tem uma tela externa de 5,4" polegadas e uma tela interna de 7,6" sem vinco visível, ambas com revestimento antirreflexo e suporte ao Apple Pencil. Além disso, a proporção dos displays é a mesma, o que promete garantir melhor continuidade visual ao abrir e fechar as telas. Principal concorrente do Galaxy Z Fold 8, o dobrável também estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros desenvolvido pela Apple, com promessa de avanços em desempenho e eficiência energética. Em autonomia, a companhia afirma que o iPhone Duo pode reproduzir até 44 horas de vídeo na tela externa. Já o conjunto fotográfico é formado por duas câmeras de 48 MP, enquanto o sistema reúne recursos voltados à experiência de uso em um aparelho de dimensões variáveis. A seguir, confira a ficha técnica completa e os principais recursos e novidades do iPhone Duo. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Participe do Fórum do TechTudo iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável O TechTudo reuniu, em 11 tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone Duo Construção em titânio e design ultrafino Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros Bateia para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass Prós e contras do iPhone Duo iPhone Duo vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil Concorrentes do iPhone Duo Ficha técnica do iPhone Duo Tela principal: 7,6" (2.670 x 1.878) Tela secundária: 5,4" (2.034 x 1.398) Painel: OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 12 MP + Câmera FaceTime sob a tela Bateria: não informado Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Sistema operacional: iOS 27 Peso: 254 g Dimensões: 84,1 x 117,8 x 11,3 mm (fechado); 164,6 x 117,8 x 5,2 mm (aberto) Proteção: IP68 Cores: céu noturno ou branco‑estrela Anúncio: setembro de 2026 Lançamento no Brasil: outubro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 21.999 Construção em titânio e design ultrafino O iPhone Duo marca a estreia da Apple no mercado de smartphones dobráveis e chega com uma construção refinada. O aparelho combina estrutura e cobertura da dobradiça em titânio aeroespacial grau 5, material que contribui para aumentar a resistência do conjunto. Na tela externa de 5,4 polegadas, a Apple utiliza Ceramic Shield 2, enquanto a tampa traseira recebe o Ceramic Shield. Para completar o conjunto de proteção, o modelo conta com certificação IP68, que garante resistência à poeira e permite submersão em até seis metros de água por até 30 minutos. iPhone Duo chega em duas opções de cores Divulgação/Apple Com 254 gramas, o iPhone Duo tem 11,3 mm de espessura quando fechado e apenas 5,2 mm quando aberto. Nessa configuração, o dobrável se torna o celular mais fino já produzido pela Apple, superando inclusive o iPhone Air, modelo desenvolvido com foco em espessura reduzida. Para o acabamento, a companhia oferece duas opções de cores mais discretas: céu noturno, com tonalidade próxima ao preto, e branco-estrela. O conjunto reforça a proposta de aliar um formato dobrável a uma construção resistente e a um design mais fino. Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido As telas estão entre os principais atrativos de qualquer smartphone dobrável, e a Apple equipou o iPhone Duo com especificações robustas para reforçar sua aposta nesse mercado. O display interno tem 7,6 polegadas e resolução de 2.670 x 1.878 pixels, com acabamento fosco com tecnologia “nano-texture”, desenvolvida para reduzir reflexos e ajudar a disfarçar o vinco central. Quando fechado, o iPhone Duo oferece uma tela externa de 5,4 polegadas, com resolução de 2.034 x 1.398 pixels. Ambas as telas compartilham a mesma proporção de tela, de modo que o conteúdo é redimensionado proporcionalmente. Segundo a Apple, isso garante continuidade visual. Além disso, os dois displays reúnem um conjunto de recursos voltados à qualidade da imagem e à experiência de uso, incluindo taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, brilho mínimo de 1 nit e pico de 3.000 nits. Telas do iPhone Duo combinam brilho de até 3.000 nits, taxa de 120 Hz e suporte à Apple Pencil Divulgação/Apple As telas também contam com suporte à Apple Pencil, permitindo o uso da caneta por meio de conexão USB-C — recurso que, segundo a Apple, estará disponível ainda este ano. Com a combinação de alta taxa de atualização, brilho elevado e acabamento antirreflexo, o dobrável busca oferecer uma experiência versátil tanto no formato compacto quanto com a tela ampliada. Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis O iPhone Duo chega com um sistema duplo de câmeras traseiras que, embora não reúna as especificações mais avançadas da linha iPhone 18 Pro, supera o conjunto do iPhone 17 Pro em um aspecto importante: a abertura mais ampla da lente principal. A seguir, confira como o sistema fotográfico do dobrável está distribuído. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.6; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera frontal externa de 12 MP com abertura de f/2.2; Câmera FaceTime sob a tela com abertura de f/1.8. Além da alta resolução, a câmera principal do iPhone Duo aposta em abertura de f/1.6, que permite a entrada de uma quantidade maior de luz no sensor e favorece registros em ambientes menos iluminados. A lente também conta com estabilização óptica de imagem por deslocamento do sensor e pixels de foco híbrido. O conjunto, porém, não inclui uma teleobjetiva dedicada, mas a Apple afirma que a câmera principal oferece zoom com qualidade óptica de 2x em fotos de 12 MP e zoom digital de até 10x. Para completar o sistema traseiro, há uma lente ultrawide de 13 mm, com campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. iPhone Duo traz duas câmeras traseiras de 48 MP e sensor sob a tela dedicado a videochamadas Reprodução/Apple Para selfies, o dobrável traz uma câmera Center Stage de 12 MP, acompanhada por uma segunda câmera posicionada sob a tela e dedicada a videochamadas. Embora a Apple não informe a resolução desse segundo sensor, a companhia destaca abertura de f/1.8 e suporte a gravações em 1080p a 30 ou 60 fps. Em vídeo, tanto a câmera principal quanto a frontal de 12 MP são capazes de gravar em 4K com Dolby Vision a 24, 25, 30 ou 60 fps, enquanto a lente principal também oferece gravação em 100 ou 120 fps para registros em câmera lenta. Além do hardware, o iPhone Duo reúne recursos pensados para aproveitar o formato dobrável durante a captura de fotos e vídeos. A função “Duo Preview”, por exemplo, permite que a pessoa fotografada acompanhe sua própria imagem na tela externa, o que facilitando o ajuste da pose e do enquadramento. O aparelho também oferece o Modo Cinema, que aplica um efeito de profundidade aos vídeos e permite realizar ajustes mesmo após a gravação. Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros O iPhone Duo inaugura uma nova geração de processadores da Apple ao chegar com o A20 Pro, primeiro chipset da fabricante desenvolvido em processo de fabricação de 2 nanômetros (nm). A CPU é formada por dois núcleos de alto desempenho e quatro voltados à eficiência energética, e, segundo a Apple, oferece desempenho até 20% superior ao componente presente no iPhone 17 Pro. O conjunto também inclui uma GPU de sete núcleos com Neural Accelerators e um Neural Engine de 16 núcleos, voltado a tarefas de Inteligência Artificial (IA). A20 Pro aposta em desempenho avançado e maior eficiência energética para ampliar a autonomia Reprodução/Apple Em armazenamento, o dobrável oferece opções de 256 GB, 512 GB, 1 TB e até 2 TB, configuração que reforça sua proposta voltada à produtividade e ao uso intensivo. A Apple, porém, não divulga oficialmente a quantidade de memória RAM utilizada em seus smartphones. O GSM Arena aponta 12 GB de RAM para o modelo, embora essa informação não tenha sido confirmada pela fabricante. Bateria para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos A bateria é outro aspecto que a Apple não costuma divulgar a capacidade de seus modelos em mAh. No iPhone Duo, a marca informa apenas que o dobrável conta com duas baterias internas de íon de lítio. Segundo os dados oficiais, o aparelho oferece até 44 horas de reprodução contínua de vídeo na tela externa de 5,4 polegadas e até 31 horas no display interno de 7,6 polegadas. Em uso típico, que combina os dois painéis, a autonomia pode chegar a 24 horas. No carregamento, o iPhone Duo alcança 50% da capacidade em cerca de 20 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. Também é possível atingir o mesmo nível em aproximadamente 30 minutos usando um carregador MagSafe com adaptador de 35 W ou mais. Os números de autonomia e recarga são baseados nas informações oficiais divulgadas pela Apple e podem variar conforme o uso, as configurações e outras condições de funcionamento do aparelho. Apple promete até 5 horas de reprodução de vídeo com apenas 5 minutos de recarga Reprodução/Apple iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass O iPhone Duo sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, que será liberada para os modelos compatíveis a partir de 14 de setembro. Entre os principais destaques está a nova Siri, baseada na Apple Intelligence, que passa a oferecer interações mais naturais, compreender melhor o contexto das solicitações e executar ações diretamente em aplicativos. O sistema também promete ganhos de desempenho, com apps até 30% mais rápidos, AirDrop até 80% mais veloz e carregamento de fotos na Fototeca até 70% mais eficiente. Na interface, o iOS 27 estreia o novo Liquid Glass, que reformula elementos visuais com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar a transparência. A proposta amplia as possibilidades de personalização e modifica a aparência de diferentes áreas do sistema. A segurança também recebeu atenção, com bloqueio de conteúdos sensíveis no Mensagens e no FaceTime, além do recurso Pedir para Navegar, que permite às crianças solicitar autorização antes de acessar novos sites. iPhone Duo exibe animações na tela externa para atrair a atenção das crianças durante fotos Reprodução/Apple O aparelho também traz uma particularidade importante no sistema de autenticação: em vez do Face ID, a Apple optou pelo Touch ID para desbloqueio e identificação do usuário. Na conectividade, o iPhone Duo conta ainda com os chips C2 e N1, desenvolvidos para otimizar a comunicação sem fio e a eficiência energética. O dobrável ainda oferece suporte às redes 5G, Wi-Fi 7 de banda tripla, Bluetooth 6 e NFC, tecnologia utilizada para pagamentos por aproximação. Prós e contras do iPhone Duo Prós: Telas versáteis, com alta qualidade de imagem; Processador avançado fabricado em 2 nm; Sistema de câmeras robusto para fotos e vídeos. Contras: Não tem câmera teleobjetiva dedicada para zoom; Preço extremamente elevado, chegando a R$ 30.999; Substitui o Face ID pelo Touch ID. iPhone Duo vale a pena? Para quem busca a experiência de um dobrável premium, valoriza o ecossistema da Apple e está disposto a pagar pela novidade, o modelo reúne argumentos convincentes como desempenho de ponta, câmeras competentes e telas imersivas. Já para quem prioriza custo-benefício ou recursos como uma câmera teleobjetiva e Face ID, há alternativas mais completas no catálogo. Além disso, o preço de até R$ 30.999 torna o iPhone Duo um aparelho voltado a um público bastante específico. Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil No Brasil, o iPhone Duo entra em pré-venda em 16 de outubro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 23 de outubro. O modelo será comercializado em quatro opções de armazenamento interno, cada uma com um preço de lançamento diferente. Confira os valores: 256 GB: R$ 21.999 512 GB: R$ 23.499 1 TB: R$ 26.499 2 TB: R$ 30.999 Concorrentes do iPhone Duo No mercado nacional, o Galaxy Z Fold 8 é atualmente o principal concorrente direto do iPhone Duo. O modelo da Samsung combina bateria de silício-carbono de 4.800 mAh, o processador mais avançado do ecossistema Android, fabricado em 3 nm, e um sistema de câmeras de 50 MP. As telas dos dois aparelhos têm dimensões muito semelhantes e compartilham taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits. Por outro lado, o iPhone Duo leva vantagem pelo suporte à Apple Pencil e pela certificação IP68, que oferece proteção contra poeira superior à do Galaxy Z Fold 8, limitado ao selo IP48 e sem compatibilidade com caneta. Veja nossas impressões sobre o Galaxy Z Fold 8 Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung Fora do Brasil, porém, o cenário é mais disputado, com diferentes opções de dobráveis em formato de “passaporte” disponíveis em outros mercados. O Huawei Pura X e o Huawei Pura X Max são alguns exemplos, com telas internas de 6,3 e 7,7 polegadas e baterias de 4.720 mAh e 5.300 mAh, respectivamente. Mais recentemente, a Xiaomi também apresentou o Xiaomi 18 Fold, que adota um design bastante semelhante ao do iPhone Duo e combina câmeras Leica com bateria de silício-carbono de 6.000 mAh. Apesar das alternativas, nenhum desses modelos foi lançado oficialmente no Brasil até o momento, e não há previsão de chegada ao mercado nacional. Conheça o novo dobrável passaporte da Xiaomi Com informações de Apple

Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria

10 de Setembro de 2026, 12:00

O jogo Marvel’s Wolverine é o novo exclusivo do PlayStation 5 (PS5), com lançamento previsto para o dia 15 de setembro. Desenvolvido pela Insomniac Games, conhecida por InFamous e pelo aclamado Marvel’s Spider-Man, o game traz uma história original ambientada antes da formação dos X-Men. Nela, Wolverine faz parte da Equipe X, cujo objetivo é ajudar mutantes caçados por uma milícia cibernética que deseja erradicar a raça do planeta. As coisas ficam ainda mais complexas, contudo, depois que eles se deparam com outro grupo de sobreviventes protegido por Jean Grey. Com preços partindo dos R$ 399, Wolverine é um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs do console da Sony e já chega cercado de hype, dado o sucesso das adaptações da Insomniac com os títulos da Marvel. Mas, afinal, será que o jogo se destaca em um período de tantos games de peso chegando? É o que contamos neste review. Veja, a seguir, a nossa análise sobre história, gameplay e se vale a pena comprar. 🎮 Review | Assassin's Creed Black Flag Resynced faz o clássico envelhecer ainda melhor 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria; veja análise completa Divulgação/PlayStation ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria Marvel’s Wolverine vale a pena? A história de Marvel’s Wolverine A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles O problema do jogo linear O que eu mais queria ter visto Desempenho, gráficos e ambientação Marvel’s Wolverine vale a pena? Não vou enrolar você, leitor, com o meu parecer — a resposta direta é sim, no geral, a jogativa vale a pena. Marvel’s Wolverine é divertido e deve agradar sobretudo quem nunca teve contato com os títulos da Insomniac, mas em minha visão, o custo-benefício existe somente quando adquirido em uma boa promoção. Ressalto, desde já, que temos muito o que conversar sobre o game. Embora instigue, o título, ao meu ver, não é nem de longe tão competente quanto os Spider-Man — e aqui falo como uma pessoa que “comeu com farofa”, no bom carioquês, Marvel’s Spider-Man, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales e Marvel’s Spider-Man 2. Esse último, eu até escrevi a análise na época do lançamento, caso você também queira ler. 🌟 Review Spider-Man 2: jogo brilha na gameplay e eleva o patamar da franquia Na verdade, para mim, o calcanhar de Aquiles de Wolverine é justamente esse: o fato de ser impossível escrever uma review desse game sem mencionar o antecessor, que sequer é um prequel dele. Acho que, para quem jogou os Spider Man até não aguentar mais, Wolverine é uma compra bem arriscada dada a similaridade das mecânicas. Mas essa é uma longa discussão, então vamos por partes. Marvel's Wolverine é divertido e instiga, mas fica repetitivo com o tempo Divulgação/PlayStation É fácil reconhecer as muitas qualidades que Wolverine tem. Toda a parte de ambientação é estonteantemente bonita e impressiona bastante pelas texturas, pela iluminação e, sobretudo, pela destruição de cenário generalizada, que faz jus ao caos que é jogar com um personagem como Logan. Os cenários são abertos e aproveitam bem a verticalidade, apesar de serem limitados quando consideramos que é um jogo linear. Além disso, é fácil ver o carinho do estúdio, o cuidado em trazer interações sutis com os outros personagens e até em fornecer espaço para que as relações sejam construídas ao longo da narrativa. A história, inclusive, é um dos pontos fortes e instiga o jogador até o final. O jogo peca, no entanto, onde mais precisava acertar: na gameplay, que é praticamente a mesma dos Spider-Man — e isso pesa especialmente para quem já tem mais de 100 horas nos jogos do teioso. As animações, os combos e as interações com o companion foram reciclados e reaproveitados, o que me parece estranho quando consideramos que Logan e Peter Parker não poderiam ser mais diferentes nas habilidades. Enquanto um é um tanque de caos e violência, o outro é ágil e furtivo. Ainda assim, nos games, eles funcionam quase que totalmente da mesma forma. Como em Spider Man, a Insomniac reproduziu até mesmo o meme com o personagem no jogo Luiza M. Martins/TechTudo As lógicas e mecânicas dos jogos também são muito parecidas — tanto que, para mim, a experiência com Wolverine ficou prejudicada. Primeiro porque o game tem bem mais ação do que Spider-Man, cujo ritmo era mais cadenciado pelo jogador. Aqui, por vezes, eu achei que estava jogando Doom com garras de adamantium. Mas meu ponto é que o combate progride lentamente, há muitas lutas sucessivas e o estúdio não foi tão feliz na hora de transpor a experiência do mundo aberto para o jogo linear. Falta, sobretudo, equilíbrio, o que pode tornar o game uma experiência cansativa a médio e longo prazo. Mas isso eu te conto com mais detalhes nos próximos tópicos dessa análise. Confira outras análises do TechTudo Star Wars Zero Company acha seu caminho em uma galáxia não tão distante Metal Gear Solid Master Collection Vol. 2 é presente para fãs da saga Halo: Campaign Evolved impacta com visuais únicos na nova era do Xbox 007 First Light entrega o jogo de James Bond certo na hora certa Crimson Desert tem história fraca, mas acerta no que se propõe Review | Resident Evil: Requiem vale o hype e entrega tensão do início ao fim Review | PRAGMATA encanta com protagonistas carismáticos e combate intenso Review | Life is Strange Reunion corrige erros, mas está longe de ser perfeito A história de Marvel’s Wolverine Como aconteceu em Marvel’s Spider-Man, em Wolverine, a Insomniac trouxe uma história original para o anti-herói — ou seja, os fatos aqui não adaptam uma história específica dos quadrinhos, embora sejam inspirados por eles. Dito isso, o jogo começa mostrando uma missão em que Wolverine, Dentes de Sabre e Mística, que aqui formam a Equipe X, precisam resgatar Nathaniel Essex, o mentor do time. Uma vez que conseguem realizar esse objetivo, o jogador logo nota que eles estão em guerra com Bolívar Trask, um bilionário que utiliza os recursos de suas empresas para financiar estudos a fim de exterminar os mutantes, tidos naquela realidade como perigosos e instáveis. Para Essex e o grupo, no entanto, o objetivo é o contrário: eles querem reunir o maior número de mutantes possível a fim de evitar a extinção da espécie — uma ideia bem parecida com a do Professor Xavier nos filmes e desenhos dos X-Men. Por isso, a Equipe X precisa fazer missões de rastreamento e reconhecimento a fim de encontrar pessoas para recrutar e proteger. É assim que o jogador entra em contato com um grupo protegido pela poderosa Jean Grey, que vem sofrendo perseguição de Trask há semanas. Wolverine e a Equipe X precisam lutar contra o exército cibernético de Trask Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, a história de Wolverine foi um dos pontos de destaque nas minhas 13 horas de experiência com o game. Eu simplesmente amo a escolha criativa de trazer um Wolverine que foge do que já foi retratado em filmes e séries (sempre com a mesma história de criação, adamantium e afins) e mostrar um personagem tentando lidar com o peso dos próprios poderes. A violência, a falta de controle, o fato de precisar viver se escondendo e em constante estado de alerta — tudo isso compõe um Logan maduro e interessante. Aqui, o único adendo é que, tratando-se de um AAA apadrinhado pela PlayStation, o jogo tinha recursos para aprofundar ainda mais o drama, como trazer cutscenes sobre o passado do personagem, algo que acontece somente em textos. Jogando, percebi que queria ainda mais flashbacks para ver como esse personagem de mais de 200 anos vagou ao longo de todo esse tempo. Falo isso do lugar de alguém que tem dificuldade de reter informações textuais em games, sobretudo quando elas estão fora de ordem. E aqui, acho que dava para acentuar o peso dramático ainda mais mostrando todos os pequenos contos da existência do Logan em tela: as vezes que se apaixonou, que viu alguém morrer, que precisou recomeçar a vida em outro lugar. Acredito que acompanhar esses momentos faria o jogador sentir o peso de carregar mais de dois séculos de memórias e traumas. Na minha leitura, isso ajudaria a entender ainda melhor quem é esse Wolverine que encontramos no presente. A história de Wolverine foi um dos pontos de maior destaque, trazendo tramas políticas e existenciais Luiza M. Martins/TechTudo Acho importante ressaltar também que, particularmente, não sou fã de histórias de heróis por achar todas muito bobas. Em Wolverine, isso não aconteceu — muito pelo contrário, até. É claríssima a alegoria entre os mutantes e a perseguição sofrida por grupos marginalizados, o que traz um tom político à narrativa que muito me agrada. Os personagens claramente são tidos como refugiados de guerra e tentam, o tempo todo, dizer a si mesmos que não há nada de errado com eles por conta da mutação — um aceno diretíssimo para a comunidade LGBTQIA+. É ótimo ver como eles encontram forças em si mesmos e uns nos outros para sobreviver a tudo que acontece ali. Entretanto, eu estaria mentindo se dissesse que tudo são flores. Há, sim, alguns tropeços narrativos, sobretudo no desenvolvimento dos arcos do jogo. Depois do final do primeiro ato, marcado por um acontecimento que não irei revelar (mas vocês vão saber assim que chegarem lá), há uma inversão quase radical na história, trazendo novas motivações, vilões e relações. Tudo para que o jogo tenha tempo de desenvolver uma ideia de enredo que estava plantada, literalmente, desde o primeiro minuto. Aqui, não posso explicar com muita profundidade, mas digamos que tenha a ver com uma mudança bastante significativa nos rumos da história. E, sobre ela, o que tenho a dizer é: eu preferia que o jogo tivesse assumido esse viés sem fazer dele uma reviravolta. Isso teria poupado tempo e recursos e dado a oportunidade de a Insomniac fazer um trabalho mais assertivo em outros pontos que, certamente, não ficaram tão interessantes quanto o enredo, como veremos no tópico a seguir. A história de Wolverine instiga, mas fica enrolada do meio para o final Divulgação/PlayStation A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles Dentre todos os erros que Marvel's Wolverine poderia cometer, acredito que, infelizmente, o jogo cai no que, ao meu ver, seria o mais prejudicial para a própria experiência: ser muito parecido com Marvel's Spider-Man em praticamente todas as estruturas. O combate, por exemplo, é um eterno déjà vu para quem jogou os títulos anteriores. É importante deixar claro que não acho que ele seja ruim — muito pelo contrário. Bater nos inimigos com Logan é divertido, extremamente violento e tem o exato peso que você espera de um personagem como ele. O problema é que, depois de jogar os anteriores, fica impossível não perceber o quanto a Insomniac reaproveitou ideias que já funcionavam nos jogos do Homem-Aranha. E isso é especialmente estranho quando pensamos nos dois personagens. Peter Parker é extremamente ágil, rápido e acrobático; Logan é praticamente um tanque de violência, que resolve as coisas na base das garras e da “porrada”. São heróis completamente diferentes em termos de habilidades e possibilidades de gameplay. Ainda assim, quando você começa a jogar, a sensação é de que eles funcionam de maneira muito parecida. As animações, os combos, as árvores de habilidades e até algumas interações em dupla parecem familiares demais para quem passou tantas horas nos Spider-Man. A árvore de habilidades de Wolverine é muito parecida com a de Peter Parker em Spider Man, bem como as habilidades especiais Luiza M. Martins/TechTudo Na prática, o combate de Wolverine funciona a partir de golpes fracos e fortes, combos, esquivas e parrys, além de habilidades especiais que possuem um tempo de recarga. É possível, inclusive, diminuir esse tempo conforme você investe XP na árvore de habilidades. O XP também permite desbloquear novos recursos para Logan, enquanto os fios de DNA trazem melhorias mais ligadas às características do personagem, como aumentar a velocidade de recuperação de vida. Há ainda o medidor de Fúria, que vai sendo preenchido conforme Logan bate nos inimigos. A Fúria é dividida em três níveis e, à medida que cada barra é completada, o personagem libera efeitos específicos. No segundo nível, por exemplo, Logan consegue recuperar vida antes de morrer, enquanto determinadas configurações dos fios de DNA podem fazer com que as habilidades especiais carreguem mais rapidamente. Já no terceiro, ele entra em um estado de frenesi com golpes críticos capazes de eliminar inimigos diretamente e um aumento considerável no dano causado. Além do combate, o jogo intercala quick time events (QTEs), momentos de perseguição que lembram Uncharted e alguns trechos breves de plataforma, nos quais Logan mostra que, apesar do tamanho e das garras, também é um bom escalador. Ou seja, existem outras formas de interação ao longo da campanha, mas o combate continua sendo, de longe, a principal maneira de jogar. Os golpes críticos de Wolverine acontecem quando ele enche o medidor de Fúria. Em frenesi, ele mata todos à frente Luiza M. Martins/TechTudo Eu até entendo a escolha. O sistema de combate dos jogos do Homem-Aranha funciona muito bem e seria natural que a Insomniac aproveitasse uma fórmula que já domina. O problema é que Wolverine tinha uma oportunidade enorme de fazer algo diferente. Você tem um personagem que não poderia ser mais distante do Homem-Aranha e, mesmo assim, a base do combate é praticamente a mesma: os mesmos botões, os mesmos tipos de habilidades especiais, o golpe especial que ganhamos do meio para o final do jogo… Até mesmo alguns golpes que não parecem óbvios para Logan, como o que Peter usa para se arremessar contra um inimigo com a teia, aparecem aqui. E talvez isso pese ainda mais porque eu já estou, sinceramente, saturada há um bom tempo do combate do Homem-Aranha e das incontáveis sequências de “trocação” que já aconteciam ali. Então, quando Wolverine chega e apresenta estruturas tão familiares, eu sinto que o jogo desperdiça o potencial que tinha para construir uma identidade própria. Não sou inocente de pensar que esse game seria 100% inovador nesse sentido, até pela aclamação dos Spider-Man. Mas será que todas as mecânicas precisavam ser tão próximas? A ponto de nenhuma delas parecer única para o Wolverine? O pecado de Wolverine é ter um combate similar demais ao do Homem Aranha Reprodução/PlayStation Blog E a “similaridade tóxica” não fica apenas com o combate: a exploração também sofre com isso. Aqui, esse aspecto é baseado principalmente na busca por recursos e atividades secundárias espalhados pelos cenários. Enquanto anda pelas áreas, Logan pode encontrar garrafas de Whisky, que ajudam a conseguir os fios de DNA usados para aprimorar suas habilidades, e caixas com peças de armadura, que rendem fichas para comprar as roupas do personagem. Também existem os chamados Desafios do Pesadelo, representados por portas espalhadas pelos cenários que lembram bastante as portas de viagem rápida de God of War. Ao entrar nelas, o jogador encontra desafios de travessia ou combate, com recompensas em fichas que viram fios de DNA de acordo com o nível alcançado em cada atividade. Na prática, são essas atividades que concentram boa parte do conteúdo opcional de exploração do jogo. Os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade em Wolverine Divulgação/PlayStation Em termos de ambientação, os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade, mas são pouquíssimo exploráveis. Existe pouca coisa para encontrar pelo caminho e, como os colecionáveis são poucos e fáceis de localizar, os ambientes eventualmente ficam mortos. O jogador atravessa áreas muito bonitas, com bastante cuidado visual, mas que viram cenário de um walking simulator quando encontra tudo que está disponível ali (e isso acontece com alguma frequência). Isso fica ainda mais curioso quando lembramos que Logan tem sentidos que facilitam ainda mais essa exploração (ou pelo menos, facilitam quando mostrados da forma como o estúdio abordou). Ele sente cheiros, escuta coisas a grandes distâncias e consegue identificar rastros que um personagem comum jamais perceberia. A questão é que, para mim, o jogo usa essa habilidade de uma maneira que acaba tirando um pouco da graça de explorar — e a exploração em si já não é muito recompensadora. Logan tem habilidades de rastreamento que tiram a graça da exploração Luiza M. Martins/TechTudo É só passar minimamente perto de um recurso e Logan já identifica o cheiro ou o som, enquanto o jogo coloca na tela um rastro indicando exatamente onde ele está. Não há muito mistério; você não precisa procurar, observar o cenário ou quebrar a cabeça para descobrir como chegar até determinado lugar. O próprio personagem praticamente aponta o caminho, o que fica ainda mais sem graça porque há pouca recompensa condicionada a encontrar os itens. Nesse ponto, eu senti falta justamente daquela exploração mais orgânica que existia em Spider-Man. Às vezes, você estava simplesmente fazendo web swing pela cidade e via alguma coisa piscando lá longe. Ia atrás e descobria uma caixa, um inimigo ou um pequeno puzzle. Podia ser algo completamente aleatório, mas fazia sentido dentro daquele mundo. A exploração acontecia enquanto você jogava, e não parecia uma obrigação colocada ao lado da campanha. Em Wolverine, isso é bem mais limitado. E até as atividades secundárias reforçam essa sensação de que estamos vendo uma fórmula sendo reaproveitada. O jogo oferece praticamente iguais aos que existiam em Spider-Man, seja qual for o tipo. Os colecionáveis propriamente ditos também trazem apenas recompensas cosméticas, o que me desestimulou ainda mais a procurar. Acredito que a ideia até era variar a gameplay, mas a execução ainda é descalibrada e pouco eficiente, na minha concepção. As roupas em Wolverine são meramente cosméticas Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, o problema não é que essas ideias não funcionem individualmente — todas elas, inclusive, foram bem aproveitadas com o Homem-Aranha. Com Logan, o combate funciona, os desafios funcionam e os cenários são bonitos. A questão é que quase nada disso parece ter sido pensado especificamente para Wolverine. Quando você junta tudo, fica aquela sensação incômoda de que a Insomniac pegou várias peças que funcionavam muito bem em Spider-Man e tentou encaixá-las em outro personagem sem a mesma competência que marcou o jogo do teioso. E acredito que muito disso tenha origem no fato de que a empresa teve dificuldades com a progressão linear da gameplay, como veremos no tópico a seguir. O problema do jogo linear Aqui é onde entra o segundo grande problema de Wolverine: é um jogo linear. Não que isso seja um problema isoladamente — na verdade, alguns dos jogos que mais amo na vida são lineares e acho que esse formato poderia funcionar muito bem para uma experiência focada no Logan. O problema é que a Insomniac parece não ter encontrado um equilíbrio entre a estrutura linear e uma gameplay que foi claramente pensada para funcionar em um jogo de mundo aberto. Aqui, a estrutura linear expõe e amplifica problemas que seriam menos perceptíveis em um mundo aberto. Para ilustrar meu ponto, trago Spider-Man mais uma vez (e quantas vezes eu já falei dele até aqui, não é?). Com Peter e Miles em um mundo aberto, você dita muito mais o ritmo da experiência. Quer fazer uma missão de combate? Vai lá. Quer ficar dez minutos balançando pela cidade? Pode. Quer procurar um colecionável, fazer um desafio, parar para uma missão de stealth? Também pode. Existe uma alternância natural entre as atividades porque o próprio mundo aberto permite que o jogador escolha o que quer fazer e quando quer fazer. O stealth em Wolverine fica em segundo plano, mas Logan consegue perceber os inimigos ao longe Luiza M. Martins/TechTudo Em Wolverine, como a narrativa vai te empurrando de uma situação para outra, essa possibilidade praticamente desaparece e é aí que o problema da repetição fica muito maior. É combate, mais combate, mais um desafio de combate e, depois, mais combate. A verdade é que chegou um momento em que eu já não aguentava mais apertar o quadrado. E não só eu, como o editor de jogos do TechTudo, Victor Bastos, também. Foram dois relatos espontâneos e exatamente iguais, inclusive. Novamente, eu não acho o combate ruim, mas a quantidade, a falta de variedade e o pacing do jogo acabam fazendo com que ele seja. Wolverine é muito mais focado em ação do que Spider-Man, mas a gameplay não muda o suficiente para acompanhar essa quantidade de combate. A progressão demora para apresentar novidades realmente significativas e você também não evolui o personagem rápido o bastante para sentir uma transformação radical na maneira de jogar. Além disso, nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo. E eles são muito parecidos com o que vimos no Spi…. Ah, a essa altura, vocês já sabem, né? Nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo em Marvel's Wolverine Divulgação/PlayStation Volto, então, aos desafios de combate como outro exemplo para esse problema. Em alguns deles, o jogo coloca você para enfrentar uma quantidade enorme de inimigos em sequência. Há situações em que você precisa passar por 25 ondas de adversários para pegar a ficha de platina. Você termina aquilo e pensa: “beleza, finalmente acabou”. Aí volta para a campanha e, pouco depois, está novamente batendo em outro monte de inimigos. E eles são exatamente os mesmos que você acabou de matar. Haja “porrada”, viu? E como o jogo tem uma pegada quase de hack and slash em determinados momentos, acho que o balanceamento precisava ser muito melhor. Se a proposta é fazer um game de ação tão focado no combate, é necessário oferecer outras formas de jogar entre uma sequência e outra. Caso contrário, aquilo que deveria ser divertido começa a ficar maçante. Para mim, esse sentimento bateu desde o primeiro contato. Claro, acredito que minha experiência anterior pesa muito nisso, mas, no nível em que está, penso que até quem não está familiarizado com a fórmula da Insomniac vai sofrer com o tempo. Por conta disso, senti muita falta do stealth, que aqui não é muito o foco da experiência. Entendo que nem deveria ser, dado o fato de que jogamos com o Logan. Mas a mudança de ritmo fazia muita diferença e Wolverine não tem isso na mesma proporção — o game te empurra muito mais para a ação o tempo todo. E aqui é onde entramos na minha grande conclusão sobre o jogo: acho que o título teria se beneficiado demais de ter outras abordagens de gameplay, especialmente porque o universo dos X-Men oferece personagens que poderiam fazer exatamente isso. Para mim, essa seria uma das soluções mais interessantes para o problema: ter mais personagens jogáveis. Wolverine poderia resolver os problemas trazendo outros personagens jogáveis para a trama, como Jean Grey Luiza M. Martins/TechTudo O que eu mais queria ter visto Eu fiquei pensando bastante nisso enquanto jogava porque, quanto mais eu avançava, mais a sensação era de que Wolverine tinha um elenco capaz de resolver boa parte dos problemas de gameplay que eu estava sentindo. Imagine, por exemplo, poder jogar com a diva Jean Grey em determinadas missões. Seria, simplesmente, um "babado" completo! Em vez de controlar apenas um personagem focado em combate corpo a corpo, o jogador teria uma personagem baseada em poderes telecinéticos e psíquicos. Uma gameplay que poderia lembrar um pouco a Jesse de Control, com poderes usados para arremessar objetos, controlar o ambiente e enfrentar inimigos em longa distância. Mesmo que acontecesse em momentos pontuais, já mudaria completamente o ritmo. Seria ótimo poder jogar com Jean, que é a mutante mais poderosa entre os X-Men Divulgação/PlayStation Mística, para mim, seria ainda mais óbvia. Como disse, senti muita falta de stealth em Wolverine, e poder jogar com ela seria simplesmente incrível. A habilidade de se transformar em outras pessoas abriria espaço para infiltração, disfarces, espionagem e missões em que o jogador precisaria pensar antes de simplesmente sair distribuindo socos. O jogador poderia ter uma missão em que Logan precisa abrir caminho na base da violência e, em seguida, assumir o controle da Mística para entrar em determinado lugar sem ser descoberta. A mesma história continuaria acontecendo, mas a maneira de interagir com ela seria completamente diferente. Dentes de Sabre também poderia funcionar, embora eu ache que ele teria menos potencial para resolver esse problema especificamente porque sua gameplay provavelmente seria mais próxima da do próprio Logan. Ainda assim, seria interessante ter momentos em que você pudesse controlar personagens diferentes e sentir suas particularidades. Nesse caso, seria um jogo da Equipe X (ou mesmo dos X-Men) e não do Logan? Para os mais puristas, talvez, mas eu acredito que, se isso fosse necessário para acertar a gameplay, seria uma opção muito válida. Mística seria uma adição bem vinda para missões de infiltração e stealth Divulgação/PlayStation O cenário que acho realmente ideal seria poder escolher com quem fazer determinadas missões, bem como acontece com Naoe e Yasuke em Assassin's Creed: Shadows, onde cada um traz uma abordagem distinta (nesse caso, furtivo ou combate). Em Wolverine, inclusive, acho que a possibilidade de fazer missões de formas diferentes aumentaria o fator replay do game, uma vez que os mais entusiastas certamente gostariam de fazer tudo com todos os personagens possíveis. Mas acho que talvez a melhor referência para o que penso nesse sentido é o que 007 First Light faz com James Bond e as inúmeras formas que o jogador tem de progredir nas missões. Para se infiltrar em uma festa, Bond pode roubar um roupa do staff, subordar alguém, passar de fininho, se pendurar em canos, dentre mil outras possibilidades. Imagine, por exemplo, como seria espetacular poder escolher jogar com Jean, Logan, Victor ou Raven e cada um deles, ter um level design específico para a habilidade em que são especialistas? Para mim, algo sequer parecido com isso elevaria Wolverine para outro patamar. Nesse caso, além de o jogo se tornar mais dinâmico, o problema da linearidade também seria amenizado. Em vez de uma campanha que empurra continuamente para o combate, o jogador teria uma estrutura linear, mas com variações suficientes para impedir que a experiência se tornasse cansativa. Logan seria o personagem focado na ação brutal; Mística poderia trazer stealth e infiltração; Jean Grey poderia oferecer uma gameplay baseada em poderes e controle do ambiente; e Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate, por exemplo. Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate Divulgação/PlayStation Na minha visão, essa é a grande oportunidade que Wolverine perdeu. O jogo tinha personagens, poderes e um universo inteiro capazes de criar uma experiência muito mais variada, mas concentrou praticamente tudo em uma única fórmula. E essa fórmula funciona — só que não por tempo suficiente para sustentar um jogo tão focado em ação. Digo tudo isso do lugar de uma pessoa que não queria que Wolverine fosse simplesmente um “Spider-Man para adultos” (lê-se: com mais violência). Eu queria que ele encontrasse uma maneira própria de transformar tudo aquilo que faz o Logan ser o Logan em gameplay. Quando você tem um personagem tão diferente do Homem-Aranha, com um elenco tão grande de mutantes ao redor dele, parece um desperdício enorme fazer com que quase tudo funcione da mesma maneira. Desempenho, gráficos e ambientação Dito tudo isso, se tem uma coisa que Marvel’s Wolverine definitivamente não decepciona é no aspecto técnico. O jogo é bonito e entrega alguns momentos visualmente impressionantes, sobretudo pela destruição dos cenários. Basicamente, quase tudo pode ser destruído — paredes, objetos, trajes, estruturas — e eu amo isso. Como estamos falando de um personagem que resolve boa parte dos problemas na base da violência, faz muito sentido que o mundo ao redor dele também sofra as consequências. A variedade de ambientes também ajuda bastante. Wolverine passa por florestas, cidades pequenas e grandes e áreas internas de fábricas, mantendo uma paleta de cores que funciona bem para o tom mais sombrio da história. O uso de ray tracing também contribui para o resultado, especialmente em iluminação e reflexos. No geral, eu colocaria o game com gráficos no mesmo patamar de Marvel’s Spider-Man 2, com alguns momentos em que ele consegue entregar um resultado ainda melhor. Também cabe destacar que o jogo usa bem os features do PS5, tendo loadings praticamente instantâneos e feedback háptico do Dualsense ajudando a elevar a experiência, sobretudo nos momentos de tensão. Por isso, considero que, tecnicamente, o game é bem acertado. Wolverine destroi tudo – inclusice as próprias roupas de Logan Luiza M. Martins/TechTudo Agora, se tem uma coisa que não consigo elogiar da mesma maneira é a aparência de alguns dos personagens. Embora os modelos sejam bons em termos de textura, pêlos e pele, Logan é feio que dói para mim, e a design do personagem não ficou muito acertado – aqui, considerando a comunicação visual do modelo, uma vez que que a carinha de "bom moço" não me convenceu e que ele, especificamente, me parece um pouco desproporcional. A barba e o penteado também me incomodaram ao longo da narrativa, mas entendo que isso é bem particular. Também achei Jean Grey esquisita – mas suspeito que tenha sido por conta do cabelo. Eu não sei exatamente o que aconteceu com os cabelos das personagens femininas nesse jogo, mas praticamente todos eles me causaram estranhamento em termos visuais. Em alguns momentos, parece que as madeixas simplesmente não acompanham o restante da qualidade gráfica do personagem. Fora isso, os personagens funcionam bem durante as cenas, e as expressões conseguem transmitir as emoções necessárias. A dublagem também está muito boa. O destaque absoluto é Troy Baker como Nathaniel Essex, que está excelente no papel e consegue dar bastante personalidade ao personagem. Embora os modelos sejam bem-feitos e avançados, acredito que o design de Logan e Jean poderia ser melhor Luiza M. Martins/TechTudo Aliás, uma coisa que me deixa genuinamente confusa é a decisão da Insomniac de não traduzir alguns nomes próprios. Em português, temos Dentes de Sabre, mas os personagens insistem em falar “Sabretooth”. A mesma coisa acontece com Mística, que aqui é Mystique, e chega a ser cômico ouvir os dubladores torcendo a boca para falar. É um detalhe pequeno, claro, mas eu acho estranhíssimo você ter uma localização em português e, ao mesmo tempo, ouvir os personagens alternando entre nomes traduzidos e originais. Provavelmente, há razões comerciais para isso, mas o Dentes de Sabre está ali, gente. É só chamar o homem de Dentes de Sabre. Já em desempenho, joguei no PS5 base no modo desempenho (1080p e 60 fps) e tive alguns bugs leves durante a campanha. Nada que tenha destruído a experiência, mas foram problemas suficientes para perceber que o jogo ainda precisava de alguns ajustes. Tive, por exemplo, problemas de áudio atrasado em algumas cenas e, em uma delas, o áudio simplesmente desapareceu. Precisei fechar o jogo e abrir novamente para que tudo voltasse ao normal. Também encontrei personagens e armas voando. Felizmente, não tive nenhum crash e também não percebi quedas bruscas de framerate durante a minha experiência. Por isso, minha impressão é que boa parte desses problemas deve ser resolvida com atualizações posteriores. São bugs que me causaram algumas risadas, mas não chegaram a comprometer a minha campanha. Wolverine entrega alguns momentos visualmente impressionantes, como a parte no Japão Luiza M. Martins/TechTudo ⭐ Nota final Initial plugin text Saiba mais o

iPhone Duo: Samsung e Motorola alfinetam Apple após lançamento

10 de Setembro de 2026, 10:14

Após o lançamento do iPhone Duo, Samsung e Motorola recorreram às redes sociais para alfinetar a Apple nesta quarta-feira (9), quando a gigante de Cupertino apresentou a linha iPhone 18. No Instagram, a Samsung Canadá foi categórica ao publicar um vídeo com o Galaxy Z Fold 8 acompanhado da frase “A imitação é a melhor forma de elogio”. No X, o perfil da fabricante sul-coreana elevou o tom da provocação ao escrever “Avise-nos quando terminar de reaquecer nossas sobras”. A Motorola, por sua vez, foi ainda mais longe e publicou um vídeo que relembra sua trajetória no segmento de celulares dobráveis, destacando os anos de experiência da marca nesse mercado. A campanha termina com um spoiler sobre o futuro da linha Razr, em uma clara tentativa de reforçar seu pioneirismo no segmento e, ao mesmo tempo, provocar a Apple pela entrada tardia na categoria. 📱 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável ➡️ Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Samsung e Motorola se unem em alfinetadas à Apple após a entrada da fabricante no mercado de celulares dobráveis Reprodução/Instagram 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Teclado do iPhone com bug; como conserto? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo A provocação da Samsung vai além do formato dobrável, já que a Apple apresentou o iPhone Duo no mesmo estilo “passaporte” adotado pela fabricante sul-coreana no Galaxy Z Fold 8, lançado em julho deste ano. A referência a “reaquecer nossas sobras” também pode ser interpretada como uma alfinetada à experiência acumulada pela Samsung no mercado de celulares dobráveis, iniciado pela marca em 2019, sete anos antes da entrada da Apple no segmento. Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung No caso da Motorola, o vídeo resgata alguns de seus lançamentos mais marcantes no mercado de celulares e é acompanhado da frase “O que eles chamam de novidade, nós chamamos de legado”. A mensagem reforça a tentativa da fabricante de destacar sua experiência com dispositivos dobráveis e, ao mesmo tempo, provocar a Apple ao evidenciar sua longa trajetória no segmento. A Motorola, porém, foi além das provocações e aproveitou a publicação para antecipar que novidades estão a caminho em sua linha de dobráveis. O anúncio ganhou ainda mais força com a aparição do que parece ser um modelo com formato de “passaporte” ao final do vídeo. Vale lembrar que a marca ainda não explorou esse design em seu portfólio, que conta com o Motorola Razr Fold no formato de livro, semelhante ao Galaxy Z Fold 8 Ultra. Initial plugin text Usuários entram na brincadeira após provocações das fabricantes As duas publicações da Samsung, somadas, já ultrapassam 26 mil comentários e provocaram reações diversas entre os usuários. Entre as mensagens, há quem tenha entrado na brincadeira, como o usuário que escreveu “Estagiário da Samsung se divertindo muito hoje”, enquanto outro admitiu: “Eu gosto da Apple, mas isso é meio engraçado”. Na publicação da Motorola, os comentários também destacam a trajetória da marca no segmento de celulares dobráveis. Uma usuária resgatou o clássico V3. “Estamos todos de acordo que o V3 foi o aparelho de celular mais bonito que já existiu?”, questionou. Em tom mais provocativo, outra aproveitou a ocasião para dar as boas-vindas à Apple: “Bem-vinda, @apple. A gente te ensina…”, alfinetou. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Com informações de Samsung (1, 2) e Motorola

Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026

10 de Setembro de 2026, 07:00

Os videogames portáteis ganharam espaço entre quem busca jogar longe da TV sem abrir mão de uma boa experiência. Novos modelos estão entrando no radar dos jogadores, já que o mercado de consoles desse tipo aumenta cada vez mais, desde aparelhos de entrada que simulam jogos retrô até dispositivos topo de linha para quem quer ter uma experiência de alto desempenho, como em um PC Gamer. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Por isso, o TechTudo traz esta lista com os melhores videogames portáteis para comprar em setembro de 2026. Nesta seleção, o Trimui Smart Pro aparece como a opção mais barata, a partir de R$ 460, enquanto o ROG Xbox Ally X chega a R$ 8.329, ambos à venda na Shopee. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Veja seis opções de consoles portáteis para comprar em setembro e jogar em qualquer lugar Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026: Trimui Smart Pro — opção de entrada para quem quer jogar clássicos gastando pouco; Retroid Pocket 5 — indicado para quem busca mais desempenho em consoles como PS2 em um aparelho Android; Nintendo Switch 2 — escolha para quem quer jogar Mario, Zelda, Pokémon e outros títulos da marca; Steam Deck OLED — alternativa para quem busca jogos de PC com tela OLED e uma experiência mais próxima de console; Lenovo Legion Go S — modelo indicado para quem prioriza display de 8 polegadas e acesso a diferentes lojas de PC; ROG Ally X — opção para quem busca alto desempenho, 24 GB de RAM, SSD de 1 TB e integração com o ecossistema Xbox; Como escolhemos os melhores videogames portáteis? Para montar a lista, consideramos uma combinação de preço, desempenho, qualidade da tela, autonomia, ergonomia, sistema operacional, biblioteca de jogos e recursos de cada console. Também levamos em conta a presença dos aparelhos em marketplaces brasileiros e a percepção dos consumidores, priorizando produtos que apresentem boas avaliações quando há volume suficiente de opiniões. Outro ponto importante foi a reputação das fabricantes e a disponibilidade de assistência e suporte no Brasil. As análises especializadas também tiveram peso na escolha. No caso do Trimui Smart Pro, por exemplo, o review do Something New Reviews destaca a tela de 4,96 polegadas com resolução de 720p, bateria de 5.000 mAh e desempenho competente para emulação de consoles clássicos e PSP. Já o Retroid Pocket 5 foi analisado pelo Retro Handhelds, que destaca a tela OLED, ergonomia aprimorada e desempenho suficiente para emulação de PlayStation 2 (PS2) e alguns jogos de Switch. Também consideramos reviews e testes do próprio TechTudo, sempre que disponíveis. No caso do Nintendo Switch 2, a análise da publicação destaca a evolução da tela, dos Joy-Con 2, do desempenho e dos recursos do novo console, embora a autonomia continue sendo um ponto de atenção. A bateria oficial fica entre 2 e 6,5 horas, dependendo do jogo e das condições de uso. O que observar antes de comprar um videogame portátil? Antes de escolher um console portátil, vale observar principalmente: Desempenho: determina quais jogos podem ser executados e em qual qualidade. Tela: tamanho, resolução, tecnologia do painel, brilho, HDR e taxa de atualização influenciam diretamente a experiência. Sistema operacional: Windows oferece acesso a várias lojas de PC, enquanto sistemas próprios ou Linux podem proporcionar uma experiência mais simples. Bateria: consoles mais potentes normalmente consomem mais energia, especialmente em jogos AAA. Ergonomia: peso, formato, posição dos analógicos e gatilhos fazem diferença em sessões longas. Biblioteca: é importante verificar se o aparelho roda os jogos que você realmente pretende jogar. Armazenamento: jogos atuais ocupam bastante espaço, tornando SSD maior ou expansão por cartão uma vantagem. Portabilidade: tamanho e peso podem ser decisivos para quem pretende transportar o aparelho diariamente. Preço dos jogos: além do console, considere o custo da biblioteca, especialmente em plataformas como Nintendo e PC. Suporte e garantia: produtos importados podem ter preço menor, mas assistência e devolução podem ser mais complicadas. Qual é o melhor videogame portátil? Não existe um único videogame portátil que seja o melhor para todo mundo. A escolha depende do que cada jogador procura ao analisar um console desse tipo. O Trimui Smart Pro, por exemplo, é mais indicado para quem quer gastar pouco e prioriza jogos retrô, enquanto o Retroid Pocket 5 atende melhor quem busca emulação mais avançada em um aparelho Android compacto. Para quem quer uma experiência de PC, o Steam Deck OLED se destaca pelo SteamOS e pela tela OLED, enquanto o Lenovo Legion Go S oferece a flexibilidade do Windows. É importante ter em mente o que agrada mais ao seu estilo de jogo e o que buscar no mercado de portáteis. 1. Trimui Smart Pro — a partir de R$ 460 O Trimui Smart Pro é uma alternativa voltada principalmente para quem quer entrar no universo dos portáteis retrô sem gastar muito. Seu formato, inspirado no PlayStation Vita, combina tela IPS de 4,96 polegadas, resolução de 1280 x 720 pixels, dois analógicos e sistema baseado em Linux. O conjunto faz sentido para jogos de Mega Drive, Super Nintendo, Game Boy, PlayStation 1 e PSP, além de outros sistemas que funcionam por emulação. Trimui Smart Pro Reprodução / Trimui No review do Something New Reviews, o aparelho foi elogiado pela tela, construção e autonomia de aproximadamente cinco horas, além de apresentar desempenho satisfatório em PSP, incluindo títulos como God of War. A análise especializada aponta que consoles mais exigentes, como Nintendo 64 e Dreamcast, podem apresentar alguns engasgos dependendo do jogo. A principal vantagem do Smart Pro está justamente na relação entre preço e proposta: por R$ 460 na Shopee, ele custa uma fração dos portáteis de PC desta lista. Na varejista, o produto tem nota 4,9 de 5 estrelas, com muitos elogios à relação custo-benefício do aparelho, tendo em vista a sua qualidade geral por um baixo preço. Contudo, há críticas em relação aos analógicos do console, que podem apresentar drift em pouco tempo desde a compra. Prós: preço muito mais baixo que os demais modelos da lista; boa autonomia para a categoria; bom desempenho em consoles retrô e PSP; Contras: não é indicado para jogos modernos de PC; analógicos podem ser desconfortáveis em sessões longas e apresentar drift. 2. Retroid Pocket 5 — a partir de R$ 2.552 O Retroid Pocket 5 é indicado para quem quer ir além dos consoles retrô básicos, sem necessariamente comprar um portátil de PC. O aparelho utiliza Android e combina 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento com uma tela OLED, formando um conjunto interessante para quem gosta de emulação e jogos disponíveis na plataforma móvel. Retroid Pocket 5 Reprodução / Retroid Pocket Em suma, o formato também recebeu atenção no review do Retro Handhelds: o portal destaca que a ergonomia foi melhorada em relação ao Pocket 4 Pro, permitindo jogar por períodos mais longos sem o mesmo desconforto. Segundo o review, o chip Snapdragon 865 permite jogar títulos de PS2 e experimentar alguns jogos de Switch, embora seja necessário ajustar configurações e não seja correto esperar compatibilidade universal com a biblioteca do console da Nintendo. Por R$ 2.552 na Shopee, ele fica bem acima do Trimui, mas entrega uma experiência consideravelmente mais avançada para quem pretende emular plataformas mais pesadas. Até o momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações ou comentários por parte dos compradores da loja. Prós: tela OLED de ótima qualidade; Snapdragon 865 oferece desempenho elevado para Android; Contras: não é o Android portátil mais potente disponível; emulação de Nintendo Switch depende bastante do jogo e das configurações; armazenamento de 128 GB pode ficar limitado para bibliotecas grandes. 3. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.895 O Nintendo Switch 2 é a escolha mais indicada para quem quer um console tradicional com forte catálogo próprio e a possibilidade de jogar tanto na televisão quanto no modo portátil. O aparelho traz tela LCD de 7,9 polegadas, resolução Full HD, HDR10 e taxa de atualização de até 120 Hz, além de 256 GB de armazenamento interno. Além disso, os Joy-Con 2 ganharam conexão magnética, controles maiores e a possibilidade de funcionar como mouse em jogos compatíveis, enquanto o console também mantém a proposta híbrida que consagrou a geração anterior. Nintendo Switch 2 é o principal hibrido do mercado atualmente Mariana Saguias/TechTudo Na prática, o Switch 2 é especialmente interessante para quem pretende jogar franquias como Mario, Zelda, Pokémon, Mario Kart e outros títulos exclusivos da Nintendo, além de aproveitar a retrocompatibilidade com jogos do Switch original. A análise do console feita por Daniel Trefilio para o TechTudo destaca que a tela representa uma evolução clara, principalmente pela combinação de resolução Full HD, HDR e 120 Hz, enquanto a bateria é um dos pontos menos convincentes, com autonomia estimada entre 2 e 6,5 horas. Matematicamente falando, sim, o Nintendo Switch 2 vale a pena. O Switch 1 chegou ao Brasil oficialmente em 2020 custando R$ 2.999, e atualmente o valor corrigido pelo índice IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) seria aproximadamente R$ 4.360, então o preço de R$ 4.449, apesar de não ser barato, é condizente com a realidade para um lançamento de nova geração. O modelo aparece por R$ 3.895 na Shopee nesta seleção, com nota 5 estrelas na loja. Em geral, compradores costumam destacar a qualidade da tela, a evolução de desempenho e a versatilidade do aparelho. Porém, a biblioteca ainda pouco explorada e a autonomia de bateria se encaixam como os principais pontos negativos citados pelos usuários. Prós: tela Full HD de 7,9 polegadas com HDR e até 120 Hz; pode ser usado como portátil, tabletop ou console de TV; retrocompatibilidade com jogos do Switch original. Contras: autonomia de 2 a 6,5 horas, dependendo do jogo; jogos e acessórios da Nintendo costumam ter preços elevados; valor considerado alto para o console. 4. Steam Deck OLED — a partir de R$ 5.403 A versão OLED mantém a proposta do Steam Deck original, mas combina o conceito com uma tela OLED de 7,4 polegadas, resolução de 1280 x 800 pixels, HDR e taxa de atualização de até 90 Hz. O aparelho roda SteamOS, sistema baseado em Linux desenvolvido pela Valve, e por isso apresenta uma experiência mais próxima de um console tradicional do que portáteis Windows. É uma opção interessante para quem já possui uma biblioteca extensa na Steam e prefere praticidade a potência bruta. Segundo a Valve o Steam Deck OLED trará a mesma performance do modelo tradicional, mas há espaço para extrair mais potência Divulgação/Valve O display é um dos grandes diferenciais do modelo. Em sua análise, o IGN destaca justamente a tela OLED maior, o HDR e os 90 Hz como algumas das principais evoluções em relação ao Steam Deck original. A bateria recebeu melhorias graças à combinação do painel mais eficiente com uma bateria de 50 Wh, embora jogos pesados ainda possam consumir a carga rapidamente. Por R$ 5.403 na Shopee, o Steam Deck OLED passa a competir com portáteis Windows mais potentes, mas sua interface simplificada, boa otimização e integração com a Steam continuam sendo argumentos fortes. Na varejista, o console recebeu 5 estrelas na avaliação dos usuários, que estão satisfeitos com sua versatilidade, potência e conforto. Por outro lado, a fonte de carregamento que vem no padrão europeu pode necessitar de um adaptador para carregar o portátil. Prós: excelente tela OLED; SteamOS proporciona experiência próxima à de um console; grande biblioteca de jogos para PC; Contras: desempenho não é superior ao Steam Deck LCD; pesado em comparação com consoles portáteis tradicionais; preço elevado no Brasil; necessária atenção com a fonte no padrão europeu. 5. Lenovo Legion Go S — a partir de R$ 6.449 O Lenovo Legion Go S é uma alternativa voltada para quem quer um portátil de PC com tela ampla e liberdade para instalar diferentes lojas e aplicativos. Acompanhado de tela IPS de 8 polegadas, resolução de 1920 x 1200 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz, além de Windows 11, a proposta do console é interessante para quem pretende usar Steam, Xbox Game Pass, Epic Games Store e outras plataformas no mesmo aparelho. Os controles também foram redesenhados em relação ao Legion Go original, buscando uma pegada mais confortável para longas sessões. Lenovo Legion Go S com Windows aposta em aparelho com vasta bibiioteca de jogos do PC Divulgação/Lenovo No review do SifterHQ, o Legion Go S recebeu críticas importantes justamente por sua experiência com Windows. O aparelho foi considerado confortável e teve sua tela elogiada, mas o sistema operacional apresentou problemas de interface, escala e navegação, exigindo ajustes para ficar mais adequado ao uso portátil. O review apontou desempenho inconsistente em jogos mais exigentes, com Clair Obscur: Expedition 33 apresentando quedas de quadros, glitches e stutters durante os testes. A bateria de 55,5 Wh merece atenção. Testes independentes encontraram pouco mais de duas horas em jogos exigentes, enquanto títulos mais leves e configurações econômicas conseguem aumentar consideravelmente a autonomia. A própria experiência do SifterHQ reforça que o portátil funciona melhor quando o usuário está disposto a realizar ajustes, sendo menos indicado para quem procura uma experiência imediatamente simples, semelhante à de um Nintendo Switch ou Steam Deck. Vendido a partir de R$ 6.649 na Magalu, o produto tem 5 estrelas de avaliação na loja, com elogios à potência, ao equipamento premium de ótima qualidade e ao custo-benefício criticado em comparação com os concorrentes. Até o momento, não há críticas ao produto na varejista. Prós: tela IPS grande de 8 polegadas; Windows permite acessar diferentes lojas de jogos; armazenamento SSD e suporte a microSD. Contras: Windows 11 ainda não é ideal para portáteis; experiência exige configurações e ajustes; bateria pode durar pouco em jogos pesados; preço elevado para o desempenho oferecido. 6. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.329 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais avançado desta seleção e foi desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft para aproximar a experiência de um PC portátil do ecossistema Xbox. O aparelho utiliza o AMD Ryzen AI Z2 Extreme, acompanhado de 24 GB de memória RAM e SSD de 1 TB, além de tela Full HD de 7 polegadas com 120 Hz. O sistema Windows 11 foi adaptado com uma experiência em tela cheia inspirada no Xbox, permitindo acessar jogos de PC e serviços como o Game Pass. É o modelo mais indicado para quem quer potência e não se importa em pagar bastante por isso. ROG Xbox Ally X é o portátil de maior potência e desempenho bruto disponível no mercado Victor Bastos/TechTudo O grande diferencial do Ally X está no desempenho, mas o review do TechTudo, feito por Victor Bastos, faz uma ressalva importante: mesmo sendo um portátil muito promissor, a potência disponível nem sempre se traduz em ganhos proporcionais nos jogos. A análise da publicação aponta que o desempenho pode decepcionar em determinados cenários, especialmente quando comparado às expectativas criadas pelo hardware. Sobretudo, a bateria de 80 Wh é outro destaque: a ASUS promete até 2,7 horas em jogos AAA exigentes e até 9,9 horas em títulos leves, dependendo das condições de teste. É difícil esperar uma bateria satisfatória em um dispositivo tão pequeno. De todo modo, me decepcionei com o tempo de uso que consegui com o ROG Xbox Ally. Quando configurado para ser usado como um computador, sua bateria pode durar mais de 9h. Esse é um ponto importante para o comprador, já que o console custa R$ 8.329 na Shopee, sendo o mais caro desta seleção. No momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações sobre o produto na loja indicada. Prós: maior desempenho entre os modelos selecionados; Ryzen AI Z2 Extreme com Radeon 890M; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; Contras: É o console mais caro da lista; Windows ainda apresenta limitações em uma interface portátil; jogos AAA consomem rapidamente a bateria. Com informações de Shopee (1, 2, 3 e 4), Amazon, Magalu, Retro Handhealds, Something New Reviews, IGN e SIFTER Mais do TechTudo Veja aqui: MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores

10 de Setembro de 2026, 06:00

Red Dead Redemption 2 conquistou jogadores com sua história sobre o fim do Velho Oeste, mas há outros games que podem agradar quem procura narrativas ainda mais marcantes. No PS4 e em outras plataformas, títulos como Red Dead Redemption, The Witcher 3: Wild Hunt e The Last of Us Parte 1 apresentam campanhas focadas em personagens e escolhas que influenciam a jornada. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com seis jogos para quem busca histórias tão boas ou melhores que a aventura de Arthur Morgan. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O game mais barato é God of War: Ragnarok, encontrado a partir de R$ 83 na Amazon, enquanto The Witcher 3: Wild Hunt - GOTY aparece como a opção mais cara, com preços a partir de R$ 299 na mesma varejista. Os valores foram consultados durante a apuração da matéria em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, confira a seleção completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Conheça a história de Arthur Morgan, protagonista de Red Dead Redemption 2 Divulgação/Rockstar 🔎 10 jogos que tornaram a geração do PlayStation 3 a melhor da história Initial plugin text 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo 6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores God of War: Ragnarok (PS4) - melhor jogo para quem gosta de games cinematográficos; Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) - remasteriza a trilogia inteira do Comandante Shepard com gráficos em 4K; The Last of Us Parte 1 (PS5) - melhor reconstrução visual, com gráficos refeitos para PS5, gameplay modernizado e recursos avançados de acessibilidade; Red Dead Redemption (PS4) - melhor para quem quer conhecer uma aventura clássica do Velho Oeste com uma história marcante; Cyberpunk 2077 (PS4) - ideal para quem curte RPG, narrativa e exploração de mundo aberto; The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) - em tom medieval, é considerado um dos melhores RPGs da história. 1. God of War: Ragnarok (PS4) — a partir de R$ 83 God of War: Ragnarok, da Santa Monica Studio, conversa diretamente com jogadores que já conhecem a jornada de Kratos e curtem aventuras em terceira pessoa. Sequência direta de God of War (2018), o game coloca o jogador para enfrentar novamente deuses de Asgard, como Thor e Odin, em combates intensos que exigem domínio de diferentes armas e habilidades, enquanto acompanha uma narrativa sobre a relação entre pai e filho e a misteriosa origem de Atreus. Pai e filho devem lutar para impedir o apocalipse nórdico. God of War Ragnarok explora o fim do mundo segundo a mitologia nórdica Reprodução/Steam No review do TechTudo, o jogo foi elogiado pelo combate fluido, pelos personagens carismáticos e pelos gráficos incríveis. Para a autora Luiza M. Martins, o título é tão bom quanto o antecessor, mas é recomendável jogar o antecessor antes para compreender melhor a história. 🪓 Review: God of War Ragnarok equilibra enredo emocional e gameplay precisa Ragnarok alia o aprimoramento técnico com roteiro competente e entrega experiência madura, capaz de revisitar os games antigos e trazer nostalgia a um encerramento épico. God of War: Ragnarok está custando a partir de R$ 83 durante as ofertas 9.9 da Amazon, onde tem 4,9 estrelas de avaliação. Os usuários recomendam o título pela imersão e pela trilha sonora, além da maior variedade de inimigos para enfrentar ao longo da campanha, um dos maiores defeitos do primeiro game. Críticas mencionam apenas bugs ao longo da campanha, tal como o ritmo muito lento em certas partes. Prós: narrativa emocionante e muito bem desenvolvida; combate refinado, com grande variedade de habilidades; escopo maior. Contras: estrutura semelhante à de God of War (2018); é necessário jogar o primeiro título para compreender alguns pontos da história. 2. Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) — a partir de R$ 119 Mass Effect: Legendary Edition inclui os três primeiros jogos da saga com gráficos remasterizados em 4K Ultra HD, jogabilidade aprimorada e todas as DLCs inclusas. Ideal para fãs de RPGs longos, a coletânea acompanha a jornada do Comandante Shepard e sua tripulação pelo espaço sideral para salvar a galáxia da ameaça da raça de máquinas ultra-avançadas conhecida como Reapers, que extermina todas as civilizações a cada 50 mil anos para reiniciar o ciclo de evolução. Comandante Shepard em sua versão feminina em Mass Effect Legendary Edition Reprodução/Steam O game mistura ação, RPG e tiro em terceira pessoa, trazendo longas árvores de diálogo que permitem conhecer aliados e desenvolver romances. Ao longo dos três jogos, o usuário ergue um exército pelo universo para combater ameaças alienígenas, destaca a review do TechTudo, assinada por Erick Figueiredo. 🪐 Review de Mass Effect: Legendary Edition: jogo tem bons gráficos e enredo A jornada espacial do comandante Shepard em busca de uma forma de derrotar os Reapers continua tão boa quanto era no seu lançamento original. O pacote é ideal para quem gosta de uma narrativa cheia de reviravoltas e uma longa jornada pessoal. A edição está à venda por R$ 119 no Mercado Livre, mas há poucas avaliações. Em geral, nas plataformas de e-commerce, Mass Effect: Legendary Edition recebe elogios sobre as melhorias gráficas e a importação de saves entre os jogos da trilogia, que preserva as decisões e a aparência de Shepard. O principal ponto negativo apontado é a ausência de português. Prós: gráficos remasterizados em 4K Ultra HD; todas as DLCs dos três jogos inclusas; sistema de importação de saves entre os títulos. Contras: não tem localização em português. 3. The Last of Us Parte 1 (PS5) — a partir de R$ 158 Lançado em 2013 para PS3, The Last of Us fez tanto sucesso que ganhou uma versão remasterizada para PS4 e um remake para PS5 chamado The Last of Us Parte 1. Seguindo a mesma história da versão original, o título nos leva a um mundo pós-apocalíptico, em que a humanidade foi dizimada por um fungo que transforma pessoas em criaturas semelhantes a zumbis. Uma combinação de stealth, combate tático e criação de itens faz com que o jogo seja uma opção para quem prefere campanhas focadas na narrativa, assim como RDR2. The Last of Us Parte 1 traz um remake do aclamado game de ação do PlayStation 3 e PS4 para PC Reprodução/Steam A história segue o contrabandista Joel e Ellie, uma garota de 14 anos que pode ser a chave para a cura da infecção, enquanto eles lutam pela sobrevivência nos Estados Unidos. Ao longo da jornada, os dois constroem uma relação de pai e filha em meio a um mundo devastado por infectados. Na análise do TechTudo, por Diego Borges, The Last of Us (versão de 2013) já era elogiado por enredo, personagens e jogabilidade. 🧟 Review The Last of Us; confira a análise do TechTudo Com uma trama digna de uma obra literária e uma jogabilidade moldada em cima de uma dificuldade bem dosada, o título é um grande exemplo de que há jogos simplesmente marcantes. Durante as ofertas 9.9 da Amazon, The Last of Us Parte 1 está saindo por R$ 158. Avaliado com 4,9 pelos usuários, o jogo é muito exaltado pelo combate com várias possibilidades, excelente desenvolvimento dos personagens, além da evolução gráfica, tempos de carregamento rápidos e imersão do DualSense proporcionadas pelo PS5. O ponto negativo é a ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). Prós: gráficos aprimorados; combate com várias possibilidades; imersão proporcionada pelo DualSense. Contras: ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). 4. Red Dead Redemption (PS4) — a partir de R$ 161 Red Dead Redemption marcou o auge da Rockstar na criação de histórias robustas, mecânicas detalhadas e gráficos que definiram a era do PS3, mas foi relançado para PS4 em 2023. Combinando com quem gosta de campanhas individuais que duram dezenas de horas, o jogo oferece uma experiência cinematográfica do Velho Oeste, na qual os jogadores acompanham John Marston, um ex-fora da lei forçado a caçar os antigos membros de seu próprio bando após sua esposa e filho serem sequestrados pelo governo. 🐎 Esses são 8 jogos onde os vilões vencem no final; confira a lista Red Dead Redemption tem expansão de zumbis Undead Nightmare Reprodução/Steam Aspectos técnicos viriam a evoluir na sequência, Red Dead Redemption 2, como elementos imersivos, com liberdade para explorar cenários realistas a pé ou a cavalo. No entanto, a trama sobre redenção e lealdade é tão boa quanto e, na verdade, se passa cronologicamente depois. A mídia física conta com localização em português do Brasil e a expansão de zumbis Undead Nightmare. Dependendo de quanto tempo você dedica aos desafios opcionais, a campanha single-player tem entre 20 e 40 horas, explica a análise de Justin Calvert, do GameSpot, na época do lançamento, em 2010. Entre as várias atividades, ele menciona a caça, duelos, missões de captura e outras que afetam a honra do personagem. À venda na Amazon por R$ 161, onde tem nota de 4,9 estrelas, Red Dead Redemption tem como principais pontos positivos a história que leva o jogador a refletir e a trilha sonora típica de faroeste, segundo os consumidores. Em contrapartida, a ausência do mapa físico que vinha na versão original de PS3 e o limite de 30 fps no PS4 são alvos de críticas negativas. Prós: narrativa de faroeste; trilha sonora típica do gênero; expansão Undead Nightmare incluída. Contras: ausência do mapa físico original; limite de 30 fps no PS4. 5. Cyberpunk 2077 (PS4) — a partir de R$ 199 Em Cyberpunk 2077, o jogador assume o controle de V, um mercenário (ou mercenária) que tenta sobreviver após o roubo de um biochip dar errado e ter sua mente mesclada à do roqueiro-terrorista Johnny Silverhand, interpretado por Keanu Reeves. Esse universo reúne personagens marcantes, builds variadas e diversas atividades paralelas na cidade distópica de Night City. Após uma estreia conturbada, o game deu a volta por cima com a chegada da atualização 2.0 e também da expansão Phantom Liberty, vendida separadamente. Cyberpunk 2077 traz o ator Keanu Reeves como o roqueiro Johnny Silverhand Reprodução/Cyberpunk 2077 A análise de Felipe Vinha para o TechTudo no lançamento já destacava que Cyberpunk 2077 tinha um bom enredo, mas pecava em sua construção. Na época, o jogo estava repleto de bugs e problemas de renderização. Segundo ele, valia a pena ser jogado "pelo seu enredo, pela sua trilha sonora e pelas reflexões que, mesmo sem querer, acaba levantando". 🤖 Review de Cyberpunk 2077: jogo tem bom enredo em construção ruim 🌃 Cyberpunk 2077: Phantom Liberty finalmente traz a redenção do RPG; review A baixa quantidade de customizações decepciona, mas em contraste, a quantidade de finais possíveis agrada. Cyberpunk 2077 é definitivamente um game divertido, com campanha principal interessante e missões paralelas legais, mas que acabou prejudicado pela falta de polimento em sua versão final. Custando a partir de R$ 199 no Mercado Livre, a mídia física de PS4 é uma opção para os fãs de campanhas individuais longas. Na loja, os compradores avaliam o produto com nota 4,7 estrelas, elogiando a forma como a CD Projekt Red melhorou o jogo, além da imersão e da ambientação de Night City. Quase todas as reclamações aconteceram antes das correções publicadas pela desenvolvedora. Prós: Night City extremamente imersiva; expansão Phantom Liberty agrega bastante conteúdo; boa variedade de personagens e atividades. Contras: expansão Phantom Liberty é vendida separadamente; versão original teve problemas de desempenho e bugs. 6. The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) — a partir de R$ 299 The Witcher 3: Complete Edition reúne o jogo base e todas as expansões e conteúdos adicionais lançados, incluindo Hearts of Stone e Blood and Wine, sendo a versão ideal para quem quer aproveitar um dos melhores RPGs de todos os tempos em sua completude. Geralt é um bruxo e caçador de monstros profissional que percorre O Continente em busca de sua filha adotiva, Ciri, cujo poder ancestral é alvo dos elfos espectrais da Caçada Selvagem. Tudo isso enquanto enfrenta monstros, cumpre contratos e se envolve em confusões. Siga a jornada de Geralt em The Witcher 3: Wild Hunt Reprodução/Steam O título entrega um mundo aberto cheio de detalhes e missões para o jogador completar no próprio ritmo, nos vilarejos e cidades de Velen e Novigrad, de acordo com a review do TechTudo, assinada por Felipe Vinha. ⚔️ Review The Witcher 3: Wild Hunt; confira a análise do TechTudo The Witcher 3: Wild Hunt mostra que a série, felizmente, evoluiu e amadureceu com seus fãs. Trata-se de um jogo verdadeiramente adulto, com muito o que se fazer e diversos momentos emocionantes. A história derradeira de Geralt de Rivia vai além do próprio bruxo e introduz a nova geração do panteão de The Witcher. A mídia física para PS4 está disponível por R$ 299 na Amazon. O produto conta com avaliação máxima de 4,6 estrelas na plataforma, em que os compradores elogiam as missões e finais alternativos do jogo e o mundo aberto repleto de desafios. Em contrapartida, as ressalvas apontam para um combate muito simples e bugs eventuais. Prós: narrativa magistral; missões variadas; mundo aberto rico; dublagem em português de qualidade. Contras: presença de bugs ocasionais; combate poderia ser mais complexo. Com informações de Shopee, Mercado Livre, Amazon, Magalu e GameSpot Mais do TechTudo 🎥 Veja aqui: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.

5 notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna

10 de Setembro de 2026, 04:00

Notebooks com 1 TB de armazenamento podem fazer diferença na rotina de quem trabalha com muitos documentos, instala programas pesados ou simplesmente prefere não precisar administrar arquivos por falta de espaço. Embora essa capacidade seja comum em modelos premium, é possível encontrar opções que não custam uma fortuna no mercado. Pensando nisso, o TechTudo reuniu modelos que oferecem bastante espaço para armazenar arquivos, aplicativos, fotos e vídeos, além de configurações voltadas para diferentes perfis de uso, como estudos, trabalho e multitarefa, sem pesar tanto no orçamento. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os modelos selecionados está o ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247, encontrado por valores a partir de R$ 4.263 no Mercado Livre. O notebook combina 16 GB de RAM, SSD de 1 TB e processador Intel Core i5-1334U, sendo a opção mais acessível da lista e uma alternativa para atividades de produtividade e uso cotidiano. Na outra ponta aparece o ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W, disponível a partir de R$ 6.069 no mesmo site. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de RAM e SSD de 1 TB, além de tela de 14 polegadas, formando uma configuração voltada a usuários que buscam desempenho e mobilidade. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna Rafaella Lobão/TechTudo 🔎 Qual é o melhor notebook: Dell ou Asus? Comparamos as marcas Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Existe notebook bom e barato por até 2.000 reais? Veja no Fórum TechTudo Notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – opção para estudos e trabalho, com 16 GB de RAM e SSD de 1 TB para multitarefa e armazenamento Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – alternativa para trabalho e estudos, com 16 GB de RAM e tela de 120 Hz para uma navegação mais fluida Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ – indicado para quem prefere uma tela maior, com painel IPS de 16 polegadas e SSD de 1 TB Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – voltado a tarefas profissionais, com Core i7 e 16 GB de RAM para executar vários programas simultaneamente ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W – opção compacta para quem busca mobilidade, com tela de 14 polegadas e Intel Core Ultra 5 1. ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – a partir de R$ 4.263 O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 é uma opção voltada a quem precisa de um notebook potente para estudos, trabalho e tarefas de escritório, especialmente pela combinação de 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB. O modelo tem tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e processador Intel Core i5-1334U, enquanto a placa de vídeo integrada Intel Iris Xe atende a atividades gráficas mais simples. Asus Vivobook 15 é bom? Preço e ficha técnica do notebook O conjunto inclui ainda sistema operacional Linux, enquanto a tela conta com painel IPS, taxa de atualização de 60 Hz, brilho de 250 nits e cobertura de 45% do padrão NTSC. O aparelho pesa cerca de 1,7 kg e traz webcam HD com escudo de privacidade, microfones integrados e alto-falantes com tecnologia SonicMaster. Para conectividade, oferece USB 2.0, duas USB 3.2, USB-C, HDMI, Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1. A bateria tem 42 Wh, enquanto o carregador de 45 W mantém uma proposta relativamente compacta para transporte. A linha Vivobook 15 foi considerada pelo nosso time como uma alternativa adequada para trabalho, estudos e entretenimento, com desempenho voltado às tarefas cotidianas. A ficha técnica também destaca recursos como a dobradiça com abertura de até 180 graus, touchpad amplo, tratamento antibacteriano na construção e recursos de software da ASUS, como o GlideX. O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 aparece por R$ 4.263 no Mercado Livre, onde acumula nota 4,9. Entre os comentários, os usuários elogiam principalmente a rapidez, o desempenho para trabalho e estudo, a construção e a autonomia considerada satisfatória. Por outro lado, alguns consumidores reclamam da versão com Linux, que pode exigir a instalação do Windows para utilizar determinados programas. Prós: 16 GB de RAM DDR4 para multitarefa; SSD NVMe de 1 TB; tela Full HD antirreflexiva; webcam com tampa de privacidade Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; Linux pode deixar a desejar 2. Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – a partir de R$ 5.099 O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P é um notebook intermediário indicado para estudos, trabalho, navegação e multitarefa, principalmente para quem busca bastante espaço para arquivos e programas. O modelo combina Intel Core i5-1334U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, conjunto que favorece o uso simultâneo de diferentes aplicações e armazenamento de documentos, fotos e vídeos. A placa de vídeo Intel Iris Xe integrada atende a tarefas gráficas cotidianas, mas não é voltada a jogos pesados. Notebook Dell Inspiron 15 vale a pena? Veja preço e ficha técnica A tela de 15,6 polegadas tem resolução Full HD e 120 Hz, característica que deixa a navegação e as animações mais fluidas do que em painéis tradicionais de 60 Hz. O aparelho também pesa cerca de 1,6 kg e conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e USB-C. Na ficha técnica, o TechTudo destaca a variedade de configurações do Inspiron 15, ressaltando que há versões mais simples e outras mais potentes; por isso, a escolha é importante para evitar pagar por um modelo que não atenda ao perfil de uso. O conjunto do Inspiron 15 ainda inclui Windows 11, bateria de 41 Wh e carregador de 65 W, além de HDMI, USB-A, USB-C, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido. A webcam tem resolução de 720p e o teclado segue o padrão ABNT2 com numérico, recursos que complementam a proposta para trabalho e estudos. A ausência de placa de vídeo dedicada limita o desempenho em aplicações gráficas mais exigentes. O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P aparece por R$ 5.099 na Amazon, com nota 4,5 entre os usuários. As avaliações positivas destacam velocidade, funcionamento silencioso, qualidade da tela, teclado confortável, inicialização rápida e boa experiência em tarefas de trabalho e estudo. Por outro lado, há casos pontuais de travamentos e falhas na ventoinha. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para armazenar arquivos e programas; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; Wi-Fi 6 Contras: placa de vídeo integrada, menos indicada para jogos e softwares gráficos pesados 3. Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ — a partir de R$ 5.499 O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ é voltado para quem procura um notebook para trabalho, estudos e criação de conteúdo, especialmente pela combinação de processador Intel Core Ultra 5 115U e 16 GB de RAM. A tela de 16 polegadas com resolução WUXGA oferece uma área maior para documentos, planilhas e navegação, enquanto os gráficos integrados Intel Graphics atendem tarefas visuais mais básicas. Review Acer Aspire 16: performance impressiona, mas bateria deixa a desejar Acer Aspire 16 - TechTudo Rafaella Lobão/TechTudo Nos nossos testes com uma versão alternativa da linha, o aparelho se mostrou competente para tarefas de produtividade, conseguindo lidar com várias abas do navegador e programas de edição de vídeo e áudio sem comprometer o desempenho. A construção fina, com 17,95 mm de espessura, também recebeu destaque, assim como o peso de 1,69 kg para um modelo com tela grande. O display tem painel LED, taxa de atualização de 60 Hz e tratamento antirreflexo, enquanto o teclado conta com numérico e o touchpad tem tamanho amplo. Notebook com foco no trabalho e na simplicidade tem um dos melhores custo-benefício entre seus concorrentes, mas a bateria pode deixar a desejar. O Acer Aspire 16 também oferece SSD de 1 TB, espaço suficiente para guardar uma quantidade considerável de documentos, programas e arquivos pessoais. Para conectividade, o notebook conta com duas USB-C com Thunderbolt 4, duas USB-A, HDMI e Wi-Fi 6E, conjunto que facilita a ligação de periféricos e monitores externos. O sistema Windows 11 Home inclui Microsoft Copilot, e o software AcerSense permite acompanhar o funcionamento do aparelho e selecionar diferentes modos de operação. O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ aparece por R$ 5.499 na Amazon e tem nota 4,5. As avaliações destacam o desempenho para trabalho e estudos, a tela grande e a construção, com compradores relatando bom funcionamento durante o uso de várias abas e programas. Entre os pontos negativos mencionados estão o áudio considerado fraco, o teclado sem retroiluminação e a tela de 60 Hz, enquanto a placa gráfica integrada também limita o aparelho em jogos mais exigentes. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para arquivos e programas; tela WUXGA de 16 polegadas com touch screen; duas USB-C com Thunderbolt 4 Contras: tela de 60 Hz, pouco indicada para jogos competitivos; gráficos integrados com limitações em games pesados 4. Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – a partir de R$ 5.999 O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P é uma opção para quem procura um notebook para trabalho, estudos e multitarefa, com configuração capaz de lidar com diferentes programas abertos ao mesmo tempo. O modelo combina processador Intel Core i7-1355U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, oferecendo uma boa margem para atividades cotidianas e armazenamento de arquivos. A tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e taxa de 120 Hz favorece uma experiência mais fluida na navegação, enquanto a placa gráfica integrada Intel Iris Xe atende tarefas que não exigem uma GPU dedicada. O aparelho também conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, formando um conjunto versátil para o dia a dia. Em conectividade, o notebook oferece duas portas USB-A, uma USB-C, HDMI, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido, permitindo conectar periféricos e acessórios sem depender tanto de adaptadores. O modelo pesa cerca de 1,65 kg e traz bateria de 54 Wh, capacidade maior que a encontrada em algumas configurações mais simples da família. Como ponto de atenção, a Intel Iris Xe continua sendo uma solução integrada, portanto o equipamento não é a escolha mais adequada para jogos pesados ou trabalhos profissionais que dependam de alto desempenho gráfico. O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P aparece por R$ 5.999 na Amazon, com nota 4,5. As avaliações destacam principalmente a rapidez do notebook, o funcionamento eficiente em tarefas do dia a dia, a qualidade da tela, o teclado confortável e a inicialização rápida. Entre os relatos negativos sobre o aparelho, aparecem casos pontuais de travamentos e tela que apaga durante o uso. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para amplo armazenamento; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; processador Core i7 de 13ª geração; bateria de 54 Wh Contras: placa de vídeo integrada, limitada para jogos e aplicações gráficas pesadas 5. ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W – a partir de R$ 6.069 O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W é indicado para quem busca um notebook compacto, potente e preparado para produtividade, especialmente em estudos, trabalho, análise de dados e uso de vários programas simultaneamente. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de memória RAM DDR5 e SSD NVMe de 1 TB, combinação que oferece bastante agilidade para tarefas cotidianas e espaço para arquivos e aplicativos. O aparelho tem tela de 14 polegadas com resolução Full HD, além de construção fina e leve, características que favorecem quem precisa transportar o computador com frequência. O conjunto também inclui teclado retroiluminado, reconhecimento facial e câmera com recursos voltados a videoconferências. Embora o modelo não tenha uma placa de vídeo dedicada, o processamento gráfico integrado atende bem a atividades de produtividade e pode lidar com tarefas de edição mais leves. Outro destaque é a bateria de 70 Wh, que proporciona uma boa capacidade energética para um notebook compacto, acompanhada de carregamento por USB-C. O modelo ainda oferece Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, HDMI 2.1, duas portas USB-A e duas USB-C. Por outro lado, a tela utiliza painel IPS e tem taxa de atualização de 60 Hz, ficando atrás de alternativas com maior frequência para quem prioriza jogos ou movimentos mais fluidos. O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W aparece por R$ 6.069 no Mercado Livre, com nota 4,9 de 5 estrelas. Os usuários destacam principalmente a rapidez, leveza, autonomia da bateria, qualidade das câmeras e teclado retroiluminado. Entre os pontos negativos, aparecem uma avaliação que considera a tela apenas mediana e outra que demonstra preocupação com a resistência da porta USB-C usada para carregamento. Prós: processador Intel Core Ultra 5 225H para produtividade; 16 GB de RAM DDR5 para multitarefa; SSD de 1 TB; bateria de 70 Wh; construção compacta e leve; teclado retroiluminado e reconhecimento facial Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; placa gráfica integrada, limitada para tarefas gráficas pesadas Com informações de Acer, Amazon, Asus, Dell e Mercado Livre Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

Marca Oster é boa? Conheça catálogo de produtos e veja se vale a pena

10 de Setembro de 2026, 04:00

A Oster é uma marca confiável, com catálogo abrangente e longa presença no mercado brasileiro de eletrodomésticos. A fabricante conta com eletrodomésticos grandes, como coifas e fornos de embutir, além de aparelhos voltados ao preparo de alimentos, como liquidificadores, batedeiras, processadores e air fryers. O rol de equipamentos assinados pela marca também se destaca pela variedade de modelos e pela construção voltada ao uso frequente. Dentre todas as opções, a Oster se apresenta como uma alternativa consistente principalmente em eletroportáteis, segmento nos qual reúne diferentes modelos e recursos para atender a perfis variados de consumidores. A seguir, o TechTudo traz as principais características da marca, conheça seus diferenciais e veja quais são seus pontos fortes e limitações antes de escolher um produto. 🔎 Qual a melhor marca de air fryer? Veja guia e modelos à venda 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Oster é uma marca centenária com forte atuação no segmento de eletroportáteis Divulgação/Oster 1. A marca Oster é boa? A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos. De lá para cá, a fabricante ampliou sua atuação no mercado de eletrodomésticos e consolidou seu nome especialmente entre os eletroportáteis voltados ao preparo de alimentos. No Brasil, a marca é reconhecida principalmente por seus liquidificadores, air fryers, cafeteiras e batedeiras, com produtos que combinam diferentes níveis de potência, recursos e acabamento De modo geral, a Oster pode ser considerada uma boa marca para quem busca produtos com construção robusta, bom desempenho e variedade de recursos. Entretanto, seus modelos costumam ocupar faixas de preço mais elevadas que algumas concorrentes, fazendo com que a relação custo-benefício varie conforme o produto e o perfil de uso. Nesse cenário, vale conferir se os diferenciais do modelo pretendido realmente serão úteis no dia a dia e justificam o investimento adicional. A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos Oster/Cenário gerado com IA Segundo a própria fabricante, os produtos da Oster contam com certificação do Inmetro e garantia contratual de até 12 meses, conforme a categoria do aparelho. A empresa também declara manter uma rede de aproximadamente 970 assistências técnicas autorizadas distribuídas pelo Brasil. 2. Oster é confiável? Veja a reputação da marca Uma das formas mais sólidas de verificar a confiabilidade e a reputação de uma marca é analisar indicadores que mostrem como é sua relação com os consumidores no pós-venda. Nesse sentido, plataformas de reclamações podem ajudar a entender como a empresa responde às queixas, se busca solucionar os problemas apresentados e qual é a percepção dos clientes sobre o atendimento recebido. O Reclame Aqui é uma das plataformas mais respeitadas para esse fim. Por lá, a Oster aparece atualmente com reputação “Ótima”, respondendo 99,9% das reclamações, acmuladas entre março e agosto de 2026, e resolvendo 86,6% delas. Ainda que no período, existam 2.829 registros de insatisfação de clientes relacionados a algum serviço ou produto, após o posicionamento da empresa, 76,9% desses consumidores indicaram que voltariam a fazer negócio. Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação David Valle/TechTudo Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação. Ou seja, não mede apenas quantas queixas foram solucionadas, mas também se o atendimento foi suficiente para preservar a confiança do consumidor, mesmo com uma experiência ruim na bagagem. 3. Liquidificador Oster é bom? Desde que lançou o seu primeiro liquidificador, o Osterizer, na década de 40, esse eletroportátil é um dos carros chefes da Oster. Entre os principais destaques de seus liquidificadores estão a potência elevada e a construção robusta, com jarras resistentes e diferentes níveis de velocidade para lidar com preparos mais exigentes. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível, que faz as lâminas girarem nos dois sentidos, horário e anti-horário, ajudando no processamento dos ingredientes. Outro destaque é a tecnologia Titanium Blade, com lâminas de 7 cm revestidas em titânio e quatro níveis de corte para misturar, triturar, fatiar e moer diferentes ingredientes. A marca também oferece jarras com capacidades entre 1,25 e 3,3 litros, incluindo modelos fabricados em Tritan, material resistente a impactos, variações de temperatura e riscos. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível Reprodução/Amazon Ao todo, a fabricante oferece nove modelos em seu site oficial, distribuídos entre as linhas MAXI, voltada para grandes capacidades; Práticos, focada no desempenho para o dia a dia; Clássicos, que aposta em um design de inspiração vintage; e TECH, que reúne modelos com foco em inovação e tecnologia. Os preços dos liquidificadores variam de R$ 230 a R$ 1.000. 4. Air fryer Oster é boa? A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster. Os modelos seguem a proposta geral da marca, combinando construção robusta e recursos voltados a facilitar o preparo. Entre eles está a função “+ 5 minutos”, que permite estender rapidamente o tempo do ciclo sem precisar reprogramar o aparelho. Algumas opções também contam com grelhas com revestimento DiamondTech, camada antiaderente enriquecida com partículas de diamante. O catálogo inclui modelos tradicionais, com gaveta, e versões Oven, com capacidades entre 4,5 e 14 litros. Boa parte dos aparelhos também traz painel touch colorido com funções pré-programadas, ampliando as possibilidades de preparo. A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster Reprodução/Amazon 5. Cafeteira Oster é boa? Na categoria de cafeteiras, a Oster apresenta alternativas tanto para o preparo tradicional por filtro quanto para quem prefere café expresso. As cafeteiras elétricas aquecem a água na base e a conduzem por um tubo até o filtro, onde passa pelo pó antes de chegar à jarra. As capacidades variam de 0,75 a 1,5 litro, com rendimento de cerca de 19 a 36 xícaras. Entre os diferenciais estão base aquecida, jarra de inox, preparo de café gelado, programação e copos térmicos. A marca oferece nove modelos tradicionais, com preços entre R$ 149 e R$ 389. Já as cafeteiras expresso trabalham com pressão de 15 a 20 bar para forçar a passagem da água quente pelo café compactado no porta-filtro. , incluindo sistemas compatíveis com Nespresso, além de vaporizador de leite para preparar bebidas como cappuccinos e lattes. Há modelos compatíveis com pó, sachês e cápsulas Reprodução/Mercado Livre 6. Quais produtos da Oster mais se destacam? Como dito anteriormente, a Oster possui um catálogo variado de eletroportáteis. Confira, a seguir, um panorama geral para entender em quais categorias a marca se destaca mais, em termos de funcionalidades, preço e disponibilidade. Liquidificadores: um dos principais segmentos da Oster, com modelos de diferentes capacidades, potências e recursos, incluindo opções mais robustas e voltadas para preparos exigentes. No site oficial, são nove modelos disponíveis, com preços que variam de R$ 230 a R$ 1.000. Air fryers: reúne modelos tradicionais e versões Oven, com capacidades de 4,5 a 14 L e recursos como funções pré-programadas e painel touch. No site oficial, são sete modelos disponíveis por preços que partem de R$ 399 e podem chegar a R$ 899. Cafeteiras: oferece opções tradicionais e expresso, desde modelos mais simples até máquinas avançadas com moedor integrado e diferentes tecnologias de preparo, atendendo a diferentes perfis de uso. Ao todo, são 18 opções disponíveis, com preços que variam de R$ 150 a R$ 4.000. Batedeiras: atualmente conta com o modelo Batedeira Planetária Oster Bowl III, disponível na versão tradicional e Inox. Com potência de 850 W, 12 velocididades e capacidade de 4L, a batedeira pode ser encontrada por valores que partem de R$ 579. Fornos elétricos: a Oster oferece três opções na categoria, sendo duas delas modelos 2 em 1, que podem funcionar tanto como forno quanto como air fryer. A marca se destaca pelas capacidades elevadas, com aparelhos que chegam a 45 litros de espaço interno. Os preços variam de R$ 749 a R$ 999. Processadores: nessa categoria, a Oster também oferece opções que podem atender à necessidades mais básicas e orçamentos mais modestos, à modelos mais específicos como o Multiprocessador de Alimentos Black 7 em 1, que pode funcionar como um: liquidificador, triturador, misturador de massas, espremedor de frutas, emulsificador, ralador e fatiador. São 5 opções com preços variam de R$ 179 à R$ 479 Panelas elétricas: esse outro segmento de eletroportáteis em que a oster possui destaque. Apesar de oferecer apenas 5 modelos, é possível encontrar no catálogo panelas elétricas de: pressão, arroz e para fundue, com capacidades que iniciam em R$ 1,2 L e podem chegar a 5,7 L. Os preços variam de R$ 199 a R$ 999 Outros eletroportáteis: o catálogo também inclui produtos como moedores de café, chaleiras elétricas, sanduicheiras, grills, chaleiras, mixers, torradeiras, máquinas de waffle, e outros aparelhos para tarefas específicas. 7. Quais são os pontos positivos da Oster? Como pudemos ver, um dos principais pontos positivos da Oster está na qualidade de construção de seus produtos, com aparelhos que costumam apostar em estruturas mais robustas, materiais de boa resistência e acabamentos que transmitem uma maior sensação de durabilidade. Essa característica é especialmente relevante em eletroportáteis de uso frequente, enquanto o cuidado com o design também contribui para posicionar a marca como uma alternativa para quem valoriza produtos mais sofisticados e bem construídos. Outra vantagem geralmente oferecida pelos aparelhos da marca está relacionada ao desempenho. Independentemente da categoria, a Oster costuma disponibilizar alternativas para consumidores que necessitam de modelos com maior capacidade e potência, seja para preparar grandes quantidades de alimentos, seja para lidar com receitas que exigem mais do equipamento Divulgação/Oster Por fim, também podemos elencar entre os pontos positivos a variada oferta no segmento de eletroportáteis. A marca está presente em diferentes categorias, como liquidificadores, air fryers, cafeteiras, batedeiras, fornos elétricos, processadores e panelas elétricas, oferecendo opções com diferentes características, recursos e faixas de preço. Essa variedade facilita encontrar um produto adequado a diferentes necessidades e perfis de uso. 8. Quais são os pontos negativos da Oster? Ainda que possua destaques evidentes sob diversos aspectos, a marca não é perfeita e também apresenta algumas lacunas. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço. Embora os produtos de fato possuam características que podem justificar um investimento maior, os valores praticados pela Oster ficam, em diversos casos, acima dos cobrados por concorrentes que oferecem aparelhos com especificações semelhantes. Isso pode pesar especialmente para consumidores que priorizam o custo-benefício ou procuram um equipamento mais simples para o uso cotidiano. Outro ponto que merece atenção está relacionado ao pós-venda. Além dos registros de reclamações sobre defeitos nos produtos, o Reclame Aqui reúne queixas de consumidores envolvendo dificuldades com assistência técnica e disponibilidade de peças. Apesar do bons números da marca relacionados a solução de problemas, entre março e agosto de 2026, foram registradas 801 reclamações na categoria “Assistência técnica” e parte delas relacionadas a falta de peças. Embora esteja longe de representar a totalidade de experiência de clientes com a marca, o número é relevante o suficiente para ser levado em consideração antes de uma aquisição. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço Reprodução/Mercado Livre 9. Oster vale a pena? Assim como qualquer marca em qualquer segmento, a Oster faz mais sentido para determinados perfis de uso do que para outros. De forma geral, os produtos da marca costumam atender bem consumidores que buscam eletroportáteis com bom acabamento, construção robusta e recursos extras, especialmente em categorias como liquidificadores, air fryers e cafeteiras. Por outro lado, o preço mais elevado de parte do catálogo pode reduzir o custo-benefício para quem procura apenas um aparelho básico para o uso cotidiano. Por isso, a Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido, como maior potência, capacidade, recursos adicionais ou construção mais resistente, são realmente úteis para a rotina do consumidor e justificam o investimento adicional. A Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido Divulgação/Oster Dessa forma, se você busca produtos com maior durabilidade, uma boa estratégia é comparar os modelos da Oster com alternativas de concorrentes como Philips Walita, Electrolux, Britânia, Arno e Mondial. Ao analisar as fichas técnicas, é possível identificar semelhanças e diferenças entre os aparelhos e avaliar se o preço adicional cobrado pela Oster se traduz em benefícios Além disso, também vale observar comentários de compradores em páginas de varejistas dedicados aos produtos, review e registros no Reclame Aqui antes de tomar uma decisão. Com informações de Oster e ReclameAqui. Mais do TechTudo: Vídeo: Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY! Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY!

Como usar milhas para comprar passagem? Veja dicas para viajar de graça

10 de Setembro de 2026, 02:00

É possível acumular milhas para viajar de avião sem precisar esperar pela próxima viagem. Compras no supermercado, abastecimento do carro, compras no crédito, pedidos pela internet e até o pagamento de algumas contas podem render pontos que, depois, podem ser convertidos em milhas e usados para emitir passagens aéreas. Cartões de crédito, clubes de fidelidade e promoções de transferência também podem ajudar a aumentar o saldo. O processo, porém, exige atenção à validade das milhas, regras das promoções e à quantidade de pontos necessária para cada voo. A seguir, veja como começar a acumular milhas e quais estratégias podem ajudar a viajar pagando menos. 🔎 Cartão que acumula milhas: conheça 4 bancos digitais com o benefício 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Acumular milhas pode ajudar a economizar muito na compra de passagens aéreas; saiba mais Reprodução/Unsplash/JESHOOTS 📝MaxMilhas é confiável? Veja no Fórum TechTudo Índice Gastos do dia a dia podem acumular milhas Clubes de fidelidade que aumentam milhas Cartões de crédito com parcerias Comprar milhas em promoção Pagar contas em aplicativos Multiplique pontos Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Faça upgrade do seu plano de milhas 1. Gastos do dia a dia podem acumular milhas O primeiro passo para quem quer viajar com milhas é entender que não é necessário esperar pela próxima viagem de avião para começar a acumular. Em muitos casos, os gastos cotidianos podem gerar pontos em programas de fidelidade, principalmente quando realizados com cartões de crédito que oferecem esse benefício, ou em lojas parceiras de programas de pontos. Assim, compras de supermercado, farmácia, roupas, eletrônicos e outros produtos podem render pontuação. Uma compra pela internet, por exemplo, pode render mais pontos quando o consumidor acessa a loja por meio de um portal de parceiros com uma promoção ativa. Assim, quem já planejava comprar um celular pode aproveitar uma campanha que ofereça pontos extras por real gasto e transformar parte da compra em saldo para uma futura viagem. A dica é aproveitar o consumo que já aconteceria de qualquer maneira, em vez de criar despesas apenas para acumular pontos. Também vale conferir se uma determinada loja está oferecendo pontuação extra antes de realizar uma compra maior. Assim, uma despesa que está dentro do esperado pode contribuir para uma futura passagem sem exigir uma mudança radical no orçamento. 📱Como apagar o histórico do Nubank? Tudo o que você precisa saber sobre Gastos do cotidiano podem ser convertidos em milhas Adobe Stock 2. Clubes de fidelidade que aumentam milhas Os clubes de fidelidade funcionam como assinaturas: o consumidor paga uma mensalidade e recebe uma quantidade de pontos ou milhas, além de poder ter acesso a promoções e condições especiais. Os benefícios variam conforme o programa e o plano contratado. Entre os exemplos no Brasil estão o Clube Smiles, da GOL, o Clube LATAM Pass, da LATAM, e o Clube Azul, da Azul. Há ainda clubes de programas de pontos, como o Clube Livelo, que permite acumular pontos e, de acordo com as condições disponíveis, transferi-los para programas parceiros. A assinatura pode ser interessante para quem acumula com frequência e quer acelerar o saldo, mas não deve ser encarada automaticamente como um bom negócio. Antes de contratar, é importante comparar o preço da mensalidade com a quantidade de milhas recebida, verificar os benefícios extras e pensar em quanto tempo será necessário manter o plano para alcançar o seu objetivo. 📱Como esconder aplicativo de banco no celular? Confira o passo a passo Clubes de fidalidade como o Smiles, da GOL, dão acesso a milhas, promoções e condições especiais Reprodução/E-milhas.com 3. Cartões de crédito com parcerias O cartão de crédito pode ser uma das principais ferramentas para acumular pontos, mas não basta ter qualquer cartão: é preciso verificar se ele oferece um programa de recompensas, quantos pontos são gerados pelos gastos e para quais programas esses pontos podem ser transferidos. Há cartões que acumulam pontos em programas próprios do banco e outros que participam de plataformas de recompensas, como Livelo. Esses pontos podem, de acordo com as regras e parcerias vigentes, ser transferidos para programas de companhias aéreas, como Smiles, LATAM Pass e Azul. A pontuação também varia entre os cartões. Por exemplo, dois produtos: um que oferece um ponto a cada dólar gasto e outro que oferece dois. Para o mesmo volume de compras, o segundo pode gerar mais pontos. Isso não significa, porém, que ele seja automaticamente melhor, já que também é preciso considerar anuidade, benefícios e condições de uso. O ideal é escolher um cartão compatível com o próprio perfil de consumo e nunca aumentar os gastos apenas para ganhar mais pontos. O benefício perde o sentido se o consumidor acumular milhas, mas não conseguir pagar a fatura integralmente. 📱Quanto rende R$ 100 mil no Nubank? E no PicPay? Confira 5 bancos digitais Cartões de crédito são uma das principais maneiras de acumular pontos; é necessário usar uma opção que se adeque ao seu perfil Reprodução/Canva 4. Comprar milhas em promoção Também é possível comprar milhas diretamente dos programas de fidelidade. A estratégia pode ser interessante em determinadas promoções, principalmente quando o preço por milha fica mais baixo ou quando a compra oferece um bônus adicional. Por exemplo, imagine uma campanha que dê 50% de milhas extras. Quem comprar 10 mil milhas receberia outras 5 mil como bônus, chegando a 15 mil no total. O percentual e as condições, no entanto, dependem de cada promoção. Antes de comprar, é importante fazer as contas. Se a intenção é usar o saldo para emitir uma passagem específica, compare o custo das milhas com o preço do bilhete em dinheiro. Também confira o prazo de validade das milhas adquiridas e as regras da campanha. Comprar pontos sem ter um objetivo definido pode fazer com que o consumidor gaste dinheiro em um saldo que depois não será aproveitado. 📱Lista mostra bancos digitais com mais reclamações em 2025; confira 5. Pagar contas em aplicativos Alguns aplicativos e carteiras digitais permitem pagar boletos e contas usando cartão de crédito ou oferecem campanhas de recompensa. Dependendo do serviço e das condições disponíveis, isso pode ser mais uma forma de concentrar gastos e acumular pontos. Contas de água, luz, internet, telefone, condomínio e outros boletos são exemplos de despesas que podem entrar nessa estratégia. Se uma pessoa já precisa pagar R$ 500 em contas naquele mês, por exemplo, pode verificar se existe uma opção de pagamento que gere pontos sem acrescentar um custo que torne a operação desvantajosa. Esse último ponto é importante porque alguns serviços cobram tarifas pelo pagamento. Se a taxa for maior do que o benefício obtido com os pontos, a operação deixa de ser interessante. Além disso, pagar uma conta no cartão só para pontuar não vale a pena se isso resultar em juros por atraso ou parcelamento da fatura. 📱Chave de segurança do Bradesco: tudo o que você precisa saber sobre o recurso Em muitos casos, pagar contas com o cartão também é uma boa forma de acumulhar minhas Reprodução/Freepik 6. Multiplique pontos Os pontos acumulados no cartão ou em programas de recompensas podem valer mais quando transferidos durante uma promoção bonificada. Nesses períodos, o consumidor envia os pontos para um programa de fidelidade de uma companhia aérea e recebe um percentual adicional. Um exemplo simples: se uma promoção oferecer 80% de bônus, uma transferência de 10 mil pontos poderá resultar em 18 mil milhas. O bônus não sai do bolso do consumidor; ele é acrescentado pelo programa de acordo com as regras da campanha. Promoções desse tipo podem envolver programas como Livelo e companhias aéreas como Smiles, LATAM Pass e Azul. Mas é importante verificar as condições antes de transferir, já que pode haver exigência de cadastro prévio, período de permanência em clube ou outros critérios. Também não é recomendável transferir pontos automaticamente sempre que houver uma promoção. Se você ainda não sabe qual programa pretende usar ou não tem previsão de viagem, pode ser mais interessante manter os pontos onde estão até aparecer uma oportunidade adequada. 📱Nubank+ vale a pena? Tudo sobre o programa de benefícios do banco digital Ficar de olho em promoções também é uma boa tática, já que elas podem multiplicar seus pontos e proporcionar uma boa viagem de avião, com valores reduzidos Reprodução/Magnific 7. Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Acumular milhas e esquecer delas pode fazer o consumidor perder todo o saldo. Os pontos e as milhas têm prazos de validade que variam conforme o programa, a origem do saldo, o tipo de promoção e, em alguns casos, a categoria do cliente. Por isso, é importante consultar regularmente o extrato e observar as datas de vencimento. O prazo também pode ser diferente entre pontos que ainda estão no programa do cartão e milhas que já foram transferidas para uma companhia aérea. Bônus recebidos em promoções podem ter ainda outras condições. Por isso, não existe uma única regra de validade que possa ser aplicada a todas as milhas. Se a data de vencimento estiver próxima, o consumidor pode avaliar as opções disponíveis no próprio programa, como emitir uma passagem ou aproveitar outra forma de utilização permitida pelas regras. O importante é não deixar para conferir o saldo apenas quando ele já estiver perto de expirar. 8. Faça upgrade do seu plano de milhas Quem já participa de um clube de fidelidade pode encontrar planos superiores que oferecem uma quantidade maior de milhas mensais ou benefícios adicionais. Fazer o upgrade pode acelerar o acúmulo, mas também aumenta o valor pago todos os meses. Por exemplo, um clube tem um plano básico que oferece uma determinada quantidade de milhas e uma opção superior que entrega mais pontos, além de condições especiais em promoções. Se a diferença de preço for pequena e o consumidor estiver planejando uma viagem, o segundo plano pode ajudar a atingir a meta mais rápido. Por isso, antes de mudar de plano, compare o preço das mensalidades, a quantidade de milhas recebida e os benefícios adicionais. Também confira se existe período mínimo de permanência ou alguma condição para aproveitar as vantagens. Mais importante do que acumular o maior número possível de milhas, é ter uma estratégia para usá-las. O consumidor pode começar pelos gastos que já fazem parte do orçamento, aproveitar promoções quando elas realmente forem vantajosas e acompanhar a validade do saldo. Dessa forma, os pontos acumulados ao longo do tempo podem ajudar a reduzir, consideravelmente, o custo de uma próxima viagem. Com informações de Santander e Nomad Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção

Olhar do Amanhã: o que a Apple está apostando que ninguém percebeu

9 de Setembro de 2026, 21:55

A Apple apresentou nesta quarta-feira (09) o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. O modelo tem tela interna de 7,6 polegadas e tela externa de 5,4 polegadas. Além disso, a empresa oficializou sua nova linha de iPhones: o 18 Pro e o 18 Pro Max.

Mas o que esses novos lançamentos representam, na prática, para o futuro da Apple? Esse é o assunto da coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!

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Motorola “exibe” novo Razr dobrável em teaser após estreia do iPhone Duo

9 de Setembro de 2026, 21:13

A Motorola “exibiu” um novo smartphone dobrável da linha Razr em teaser, poucas horas depois da apresentação do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple. O aparelho ainda não teve nome, especificações ou data de lançamento divulgados, mas o teaser publicado pela fabricante revela uma mudança importante no formato tradicional da família.

Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a Motorola revisita a história dos aparelhos Razr lançados ao longo dos últimos 22 anos. No final da sequência, aparece a silhueta de um novo smartphone com corpo mais robusto e formato compacto.

Diferentemente dos modelos Razr mais conhecidos, que adotam uma estrutura vertical e fecham como uma concha, o novo aparelho terá formato de livro: a tela deverá se abrir horizontalmente para formar uma superfície maior.

A Motorola não revelou outros detalhes sobre o dispositivo. A empresa também não informou o nome do modelo, quando pretende lançá-lo ou quais serão suas especificações.

Motorola muda estratégia com novo Razr

  • A mudança representa uma expansão da estratégia da Motorola no mercado de smartphones dobráveis. A empresa já possui modelos Razr com formato de concha e, neste ano, apresentou o Motorola Razr Fold, seu primeiro dobrável de tamanho completo e abertura lateral;
  • O novo teaser indica que a companhia pretende ampliar ainda mais essa família, agora com um dispositivo de formato compacto, mas que mantém a possibilidade de abrir a tela para oferecer uma área maior;
  • O design também acompanha uma tendência recente do segmento. Samsung e Apple apostaram em aparelhos dobráveis com proporções mais largas, enquanto outros fabricantes também vêm explorando formatos diferentes dos primeiros modelos desse tipo;
  • No caso da Apple, o lançamento do iPhone Duo colocou um novo concorrente de peso no mercado de dobráveis. O aparelho abre para revelar uma tela interna maior e adota justamente uma estrutura de livro, o mesmo conceito que a Motorola parece estar preparando para seu próximo Razr.

Logo da Motorola em um smartphone, que está em cima de um teclado de notebook
Motorola pode ter novo dobrável no estilo iPhone Duo – Imagem: Poetra.RH/Shutterstock

Leia mais:

O que já se sabe sobre o novo aparelho

Por enquanto, a Motorola confirmou apenas a existência do novo produto por meio do teaser.

Vazamentos publicados nos últimos dias, porém, já apontavam para o desenvolvimento de um Razr mais largo. Imagens atribuídas a fontes anônimas sugerem um aparelho de corpo mais baixo e largo, com bordas arredondadas e possíveis mudanças no mecanismo de abertura. Essas informações ainda não foram confirmadas pela Motorola.

A expectativa agora é que a empresa revele mais informações sobre o novo Razr nas próximas semanas.

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8 melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct

9 de Setembro de 2026, 18:59

Seja nos antigos Nintendo Spotlight ou nos atuais Directs, os anúncios da empresa viraram um atrativo com força própria. Ainda que alguns deles não tragam novidades significativas, quando algo impactante surge é de “parar as máquinas”.

O efeito se tornou tão grande que PlayStation e XBOX seguiram o seu formato. Não apenas elas, diga-se de passagem: estúdios como Konami, Capcom e outras passaram a produzir apresentações próprias para gerar o mesmo engajamento.

Com uma importância deste tamanho, as apresentações se tornaram icônicas — a ponto de muita gente correr para assistir, mesmo sem um Switch ou Nintendo Switch 2 na sua estante. 

Você se lembra dos melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct? Vamos relembrar o que já foi mostrado e fez muitas emoções aflorarem, confira:

8. Coletânea Persona

Por muitos anos, os donos de consoles Nintendo se lamentaram por não receber muitas das obras que chegavam exclusivamente no PlayStation — principalmente os lançamentos de JRPGs.

Contudo, em junho de 2022 a Nintendo Direct estabeleceu que essa era chegou ao fim. Com a chegada da Atlus, a coletânea de títulos Persona finalmente veria a luz do dia no Switch com versões atualizadas do terceiro, quarto e de Persona 5 Royal.

7. Emuladores de Game Boy

Muito se especulou sobre a chegada de novos emuladores ao Nintendo Switch Online, porém a plataforma permaneceu firme com NES, SNES, N64 e Mega Drive por algum tempo.

Para a surpresa de todos, a Nintendo Direct de agosto de 2023 mudou isso em definitivo. A plataforma receberia jogos de Game Boy e de GBA, o que foi uma grande alegria — pela expectativa de Pokémon presente nela. Infelizmente não se cumpriu, mas a revelação impactou. 

6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

O crossover de luta é um acontecimento por conta própria, mas a Big N sempre caprichou para apresentar novos personagens na sua experiência. Quem não lembra de Kazuya Mishima jogar Kirby de um penhasco? Bons tempos.

A carta recebida por Terry Bogard, o fatídico surgimento de Sephiroth (que causou choque em muita gente ao som de “One Winged Angel”), a presença de Sora no maior crossover da história dos videogames, há um punhado de revelações que marcaram ao longo dos anos.

5. Metroid Prime 4

Após uma trilogia de altos e baixos, Metroid Prime 4 surgir foi um impacto forte no coração de uma legião de fãs. Revelado durante a Nintendo Direct da E3 2018, o título prometia a ascensão de Samus Aran em um videogame de nova geração (e híbrido).

O seu maior problema é que ele demorou sete anos para chegar e só foi lançado em 2025. O anúncio que surpreendeu a todos demorou tanto que esfriou e gerou um desinteresse que pode ter comprometido o futuro da linha em primeira pessoa.

4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

Após o imenso sucesso de Breath of the Wild, imagine o susto que foi ver Link e Zelda novamente para uma sequência direta da aventura? O anúncio de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom gerou muito barulho, porém a apresentação em março de 2023 foi o que mudou a perspectiva dos fãs por completo.

Ver o herói se jogar das ilhas celestes, criar dezenas de objetos ao misturar elementos do cenário, os primeiros detalhes de sua história e a existência do mundo subterrâneo marcou e foi responsável por criar expectativas até em quem não tinha o Nintendo Switch.

3. Super Mario Odyssey

Como um eclipse, a chegada de um jogo do Mario 3D é um evento próprio. Imagina como foi saber que o Switch, recém-lançado, receberia Super Mario Odyssey ainda em seu primeiro ano? Na Nintendo Spotlight da E3 2017 foi essa sensação, com um anúncio eletrizante.

O herói pulava, usava seu chapéu para controlar inimigos e o enredo gerou muita curiosidade — justamente por trazer Pauline, que foi a donzela resgatada pelo encanador em Donkey Kong (1984). Nâo foi a toa que ele impactou toda uma geração, já que apenas seu anúncio foi extremamente emblemático.

2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

Com o Nintendo Switch 2 já nas lojas, a Big N precisava de um “system seller” para fazer suas vendas dispararem. Donkey Kong Bananza, Pokémon Pokopia e outros são muito interessantes, mas nada bate de frente com um Mario 3D novo ou uma aventura inédita de Link.

Para a surpresa de todos, na Nintendo Direct de junho de 2026 a companhia tirou da cartola não uma versão nova, mas um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time — com novos gráficos e a promessa de uma aventura que honrasse a original. 

1. Super Smash Bros. Ultimate

O anúncio mais emblemático de uma Nintendo Direct ocorreu em março de 2018 e mostrou um encerramento pouco comum. Com o primeiro “espere para mais uma coisa”, temos os Inklings de Splatoon na tela em uma disputa até a tela escurecer quase por completo.

A única fonte de luz chama a atenção e a Inkling Girl olha para ela, quando vemos o logo de Smash Bros refletido em seus olhos. Nos pés do símbolo, Mario, Link (de Breath of the Wild) e dezenas de outros personagens estavam nas sombras. Foi a maior “farmada de aura” que a Big N provocou em toda a história.

Prévia de grandes sucessos

Na prática, a Nintendo Direct é o principal termômetro do sucesso que um game vai ter. Mesmo algumas experiências de nicho podem ganhar aclamação através deles, o que demonstra muito do interesse dos fãs por determinadas franquias.

Se o formato começou na era Switch, seu sucessor promete apresentações ainda maiores. Mesmo com 10 características que poderiam ser melhores no Nintendo Switch 2, lembrar dos seguintes anúncios ainda dão esperanças para seus usuários:

  1. Super Smash Bros. Ultimate

  2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

  3. Super Mario Odyssey

  4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

  5. Metroid Prime 4

  6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

  7. Emuladores de Game Boy

  8. Coletânea Persona

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8 filmes para assistir na nova edição da Semana do Cinema 2026

9 de Setembro de 2026, 18:36

Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor. 

Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades. 

Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas. 

O que assistir na Semana do Cinema 2026

Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.

1. Homem-Aranha: Um Novo Dia

A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo. 

Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava. 

2. A Odisseia

Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura. 

Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.

3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor

Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época. 

Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.

4. Código: Vingança

Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.

Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.

5. Coyote vs. Acme

Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.

Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.

6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino

Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino. 

Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.

7. Pressão

Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial. 

Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.

8. Ponto Sem Retorno

Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce. 

Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali. 

Promoção nas telonas

Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato. 

Aproveite também para conhecer as 6 estreias que você precisa assistir nos cinemas em setembro de 2026. 

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Nova edição da Semana do Cinema 2026 tem ingressos a partir de R$ 10; veja como participar

9 de Setembro de 2026, 18:01

Prepare para maratonar os melhores lançamentos cinematográficos das últimas semanas pagando pouco: a segunda edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a R$ 10 para vários filmes em cartaz.

Na ativa desde 2022, a campanha já levou mais de 26 milhões de espectadores para salas de cinema de todo o país, segundo informações da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), promovendo ofertas especiais para movimentar o mercado. 

Para além dos descontos nos ingressos, a Semana do Cinema também oferece combos de pipoca e refrigerante por valores promocionais, fazendo com a experiência do público seja ainda mais completa. 

Quando começa a Semana do Cinema 2026?

A nova edição da Semana do Cinema 2026 acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Entre as redes participantes da campanha estão Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, PlayArte e UCI Cinemas.

Quanto custa o ingresso na Semana do Cinema 2026?

Para quem quiser participar da Semana do Cinema 2026, vale ficar atento para os valores dos ingressos durante o período da promoção.

Ao longo dos sete dias da campanha, os ingressos das principais redes de cinema do país estarão disponíveis pelo valor de R$ 10 para sessões iniciadas até às 17h. Nos demais horários, o valor do ingresso será de R$ 12, incluindo o final de semana. 

Vale ressaltar também que pré-estreias e salas especiais não serão contempladas pela campanha.

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Como comprar ingresso para a Semana do Cinema 2026?

Os ingressos para as sessões durante a segunda edição da Semana do Cinema 2026 estarão disponíveis para compra nos sites oficiais das redes participantes e no Ingresso.com.

No momento da compra, é preciso ter atenção na hora de selecionar o tipo de ingresso, que deve aparecer como “ingresso promocional” para entrar na promoção. Também é possível realizar a compra presencialmente nas bilheterias das redes que participam da campanha.

cinema

O que assistir na Semana do Cinema 2026?

Para quem não sabe o que assistir na segunda edição da Semana do Cinema 2026, a boa notícia é que será possível aproveitar os preços promocionais com várias opções de filmes em cartaz. 

Entre os principais destaques estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, A Odisseia, Coyote Vs. Acme, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor e Ponto Sem Retorno. Também há opções para o público infantil, como Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e A Maravilhosa Árvore Encantada.

Aproveite também para conhecer as 6 estreias que você precisa assistir nos cinemas em setembro de 2026.

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Samsung critica lançamento do iPhone Duo com provocações nas redes sociais

9 de Setembro de 2026, 17:53

A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).

Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.

Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.

Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:

Samsung diz que Apple está “requentando sobras”

A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.

Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.

As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.

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O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.

A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.

A provocação ocorre no mesmo dia em que a Apple também apresentou os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.

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Novo filme de guerra da Netflix conta história trágica e real; assista ao trailer

9 de Setembro de 2026, 17:02

Se você curte filmes de guerra, a Netflix prepara um lançamento exclusivo que deve repercutir bastante no final deste ano: The Mosquito Bowl, novo longa-metragem do diretor Peter Berg (O Grande Herói) que acaba de ganhar um trailer épico. 

Adaptação do livro The Mosquito Bowl: A Game of Life and Death in World War II, do jornalista Buzz Bissinger, o filme narra uma história real de quatro jogadores de futebol americano que deixam de ser estrelas universitárias para se juntar aos fuzileiros navais depois do ataque a Pearl Harbor, quando os Estados Unidos entraram oficialmente na Segunda Guerra Mundial.

Com foco na irmandade entre os rapazes e no choque de ter a juventude destruída pela guerra, The Mosquito Bowl acompanha a jornada dos jogadores antes da invasão de Okinawa, em 1945, apostando em um clima emocionante para desenvolver a narrativa. Confira a prévia a seguir:

Drama de guerra com elenco conhecido

Filmado na Austrália, The Mosquito Bowl promete trazer uma abordagem mais introspectiva, mas ainda grandiosa, envolvendo um tema tão explorado pelo cinema hollywoodiano: a guerra. Para isso, o longa conta com um elenco recheado de artistas conhecidos e outras novidades.

Dois nomes famosos que estão no longa são Nicholas Galitzine (Mestres do Universo) e Bill Skarsgård (Nosferatu), que interpretam os jovens soldados John McLaughry e Bob Baumann. Ray Nicholson (Sorria 2) completa o grupo de jogadores como Tony Butkovich, juntamente com o ator Tom Francis (Você) como David Schreiner.

The Mosquito Bowl

Outros artistas que integram o elenco de The Mosquito Bowl são Dominic Bogart (Terra Indomável) e Ella Newton (Animais Perigosos). O filme tem data de estreia marcada para chegar aos cinemas estadunidenses no dia 30 de outubro, enquanto o lançamento na Netflix ocorrerá no dia 25 de novembro.

Caso você goste do gênero, aproveite para conhecer também 10 filmes de guerra na Netflix baseados em fatos reais. 

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iPhone dobrável e tudo que a Apple lançou nesta quarta (9); veja preços no Brasil

9 de Setembro de 2026, 16:55

A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), uma nova leva de produtos, com direito à estreia da empresa no mercado de celulares dobráveis graças à chegada do iPhone Duo. A companhia também apresentou o iPhone 18 Pro, Pro Max e outros acessórios, todos já com preços sugeridos de venda no Brasil. 

O destaque do evento da gigante de Cupertino foi o dispositivo com display flexível, que também é o aparelho mais caro apresentado pela empresa, custando a partir de R$ 21.999 no mercado nacional.

A apresentação também trouxe novidades importantes de software. O iOS 27 chega já na próxima semana com recursos como o iPhone Handoff, que permite usar o mesmo número em dois iPhones, enquanto a nova Siri AI ganhará suporte ao português em outubro. Algumas funções da Apple Intelligence executadas na nuvem, porém, terão limites diários de uso.

Para te ajudar a conferir quanto será necessário desembolsar para adquirir os novos produtos da Apple, o Canaltech reuniu abaixo os preços de todos os dispositivos lançados. 

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Quanto custam os novos lançamentos da Apple?

Os valores variam bastante conforme o produto e a configuração escolhida. Os AirPods 5 são a novidade mais acessível da apresentação, com preço inicial de R$ 1.499, enquanto o iPhone Duo de 2 TB ocupa o outro extremo ao custar até R$ 30.999.

No caso dos relógios, o preço também muda conforme características como material da caixa, tamanho e presença de conexão celular. 

iPhone Duo

Primeiro celular dobrável da Apple, o  iPhone Duo também é o produto mais caro apresentado pela companhia. O aparelho parte de R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega aos R$ 30.999 com 2 TB.

Além do formato dobrável, o aparelho combina uma tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas com um painel interno de 7,6 polegadas e utiliza o chip A20 Pro de 2 nm. A Apple também colocou uma câmera FaceTime escondida sob a tela interna e adicionou compatibilidade com a Apple Pencil USB-C, prevista para o fim de 2026.

O dobrável ainda traz duas câmeras traseiras de 48 MP e bateria distribuída entre as duas metades do aparelho, com autonomia anunciada de até 44 horas de reprodução de vídeo pela tela externa. Quem quiser entender como o conjunto se posiciona diante do principal rival pode conferir o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. Já a versão mais cara, com 2 TB, chega aos R$ 30.999 no Brasil.

Armazenamento

Preço no Brasil

256 GB

R$ 21.999

512 GB

R$ 23.499

1 TB

R$ 26.499

2 TB

R$ 30.999

iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max

Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max completam a nova geração de celulares avançados da Apple. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, com opções que chegam a 2 TB de armazenamento.

Os dois modelos usam o novo A20 Pro de 2 nm, cuja GPU promete desempenho até 40% superior ao A19 Pro, e ganharam uma câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável entre f/1.8 e f/4. A mudança faz parte de um pacote que leva ao iPhone controles antes mais associados a câmeras profissionais, incluindo ajustes de ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e histograma.

Outra novidade é o Apple Reference Image, recurso que ajuda a comprovar que uma fotografia não foi criada por IA. O sistema cria uma referência protegida a partir de dados registrados pelo sensor, permitindo comparar o arquivo com uma imagem posteriormente editada.

Armazenamento

iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro Max

256 GB

R$ 11.999

R$ 12.999

512 GB

R$ 13.499

R$ 14.499

1 TB

R$ 16.499

R$ 17.499

2 TB

R$ 20.999

R$ 21.999

AirPods 5

Os AirPods 5 chegam em duas versões. O modelo de entrada custa R$ 1.499, enquanto a opção acompanhada do estojo de recarga sem fio sobe para R$ 1.699.

Entre as principais mudanças está o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), que, segundo a Apple, consegue remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC. Os fones também receberam certificação IP57 contra poeira e água, além de recursos como Áudio Adaptativo, Detecção de Conversa e Tradução ao Vivo. 

Versão

Preço no Brasil

AirPods 5

R$ 1.499

AirPods 5 + Estojo de Recarga Sem Fio

R$ 1.699

Apple Watch Ultra 4

Voltado principalmente para esportes e atividades ao ar livre, o Apple Watch Ultra 4 ganhou o chip S11, novos recursos de monitoramento de saúde e bateria de até 50 horas no uso diário.

O relógio traz um novo Sistema de Sensoriamento de Saúde, que combina sensores ópticos e elétricos para realizar leituras mais recorrentes de frequência cardíaca e VFC. A autonomia também é um dos destaques: o novo Apple Watch Ultra promete mais de dois dias longe da tomada, chegando a 84 horas no modo de pouca energia.

Configuração

Preço inicial no Brasil

Apple Watch Ultra 4

a partir de R$ 10.499

Apple Watch Series 12

O Apple Watch Series 12 também estreia o chip S11 e um novo sistema de medições de saúde, com leituras mais frequentes de frequência cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), além do recurso Prontidão.

O relógio passa a medir a frequência cardíaca a cada cinco segundos durante o dia e realiza leituras de VFC até 24 vezes mais frequentemente. A função Prontidão cruza informações de atividade, carga de treinamento, sinais vitais e sono para gerar uma pontuação diária de 0 a 10 sobre o nível de recuperação do usuário.

O relógio parte de R$ 5.499, mas o preço muda bastante conforme o material, o tamanho da caixa e a presença de conectividade celular. A versão de titânio começa em R$ 9.299, enquanto a opção de cerâmica parte de R$ 11.899.

Configuração

Preço inicial no Brasil

Apple Watch Series 12 Alumínio

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 Titânio

a partir de R$ 9.299

Apple Watch Series 12 Cerâmica

a partir de R$ 11.899

Apple Watch Series 12 42 mm

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 46 mm

a partir de R$ 6.099

Apple Watch Series 12 GPS

a partir de R$ 5.499

Apple Watch Series 12 GPS + Cellular

a partir de R$ 6.799

A chegada do celular dobrável da Apple, inclusive, começou a render comparações com dispositivos semelhantes da Samsung. Aqui, você pode conferir 7 coisas que o iPhone Duo faz e que a rival não colocou no Galaxy Z Fold 8.

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Magalu Cloud anuncia IA mais barata e parceria com Alibaba Cloud

9 de Setembro de 2026, 16:30

A Magalu Cloud registrou crescimento de mais de dez vezes na receita obtida com clientes externos desde o início de 2025 e anunciou novos produtos voltados a inteligência artificial durante o Cloud Futures 2026, realizado nesta quarta-feira (9), em São Paulo. A empresa também revelou uma parceria com a Alibaba Cloud para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no Brasil.

Segundo o Magalu, a plataforma já atende mais de 2 mil clientes externos, entre startups e grandes empresas, e responde por cerca de 80% dos workloads das operações do próprio Magalu. A companhia afirma ainda que pretende quadruplicar de tamanho em 2026.

Os números foram apresentados por André Fatala, vice-presidente de plataformas, Luizalabs e Magalu Cloud, durante a abertura do evento. O Cloud Futures 2026 reuniu mais de 800 executivos de tecnologia, inovação, inteligência artificial e finanças na Arena Magalu, em São Paulo. O evento teve como temas principais soberania de dados, estratégias multicloud, FinOps e o uso corporativo de inteligência artificial.

Magalu Cloud amplia oferta de IA

Entre os principais anúncios está o MGC AI Hub, uma plataforma que reúne modelos de inteligência artificial acessíveis por API e executados na infraestrutura da própria Magalu Cloud no Brasil.

A proposta inclui modelos de grandes empresas do setor e opções desenvolvidas no país, como os modelos da Maritaca. O serviço também deverá receber recursos de síntese de voz, embeddings e rerankers futuramente, segundo a empresa.

A Magalu afirma que o modelo de cobrança pode reduzir os custos de utilização de LLMs entre 30% e 75%, dependendo da opção escolhida. O release, porém, não apresenta uma comparação detalhada dos preços ou informa quais modelos correspondem a cada faixa de economia.

A execução em infraestrutura localizada no Brasil também é apresentada pela companhia como uma alternativa para empresas preocupadas com soberania de dados e exposição às variações cambiais. O serviço será oferecido por meio de APIs para integração com aplicações corporativas.

IA de compras chega ao WhatsApp

Outro anúncio foi o Agentic Commerce powered by Agent.Shop, solução baseada na experiência do chamado “WhatsApp da Lu”, lançado pelo Magalu em novembro de 2025.

A ferramenta pretende permitir que outras empresas criem experiências de compra dentro do WhatsApp. De acordo com a Magalu, o sistema consegue interpretar textos, áudios e imagens enviados pelos consumidores e usar essas informações, junto ao histórico de compras, para gerar recomendações.

O fluxo também inclui checkout e acompanhamento do pós-venda dentro da conversa, segundo a empresa. Na prática, a proposta é concentrar etapas da jornada de compra em uma mesma interface.

andré fatala magalu cloud futures 2026

Parceria com Alibaba Cloud

A Magalu Cloud e a Alibaba Cloud também anunciaram uma parceria para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no mercado brasileiro.

As empresas afirmam que vão trabalhar conjuntamente com serviços de modelos de inteligência artificial da Alibaba Cloud, incluindo a família Qwen. O anúncio não detalha quais modelos estarão disponíveis inicialmente, preços, datas de lançamento ou condições comerciais da parceria.

A colaboração adiciona modelos internacionais ao portfólio da Magalu Cloud em um momento de expansão da oferta de infraestrutura para IA no país.

Novas alianças para infraestrutura

A empresa também anunciou acordos com Red Hat, Globo Technologies e Serasa Experian.

Com a Red Hat, a integração envolve o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), sistema operacional voltado a ambientes corporativos. A Magalu afirma que a iniciativa busca simplificar o provisionamento de infraestrutura e facilitar a adoção de aplicações de IA em ambientes híbridos.

Já a parceria com a Globo Technologies envolve o uso da Magalu Cloud pela empresa de mídia dentro de uma estratégia multicloud e, no sentido inverso, a utilização da CDN da Globo pela Magalu Cloud.

A Serasa Experian, por sua vez, passa a utilizar a infraestrutura da Magalu Cloud e deverá disponibilizar serviços de análise de crédito no marketplace da plataforma.

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iPhone dobrável aceita Apple Pencil e supera rival da Samsung

9 de Setembro de 2026, 16:10

Transformar o celular em um pequeno caderno digital será uma das possibilidades de quem tiver um iPhone Duo em mãos. O primeiro dobrável da Apple terá suporte à Apple Pencil com USB-C, recurso que aproveita as duas telas do dispositivo e coloca o aparelho à frente do  Galaxy Z Fold8 em um aspecto importante voltado à produtividade.

A gigante de Cupertino ressalta que será possível usar a caneta tanto no painel externo quanto na tela dobrável interna para fazer anotações, desenhar e marcar documentos. O recurso, no entanto, não estará disponível imediatamente, visto que a fabricante afirma que a compatibilidade chegará em breve, ainda neste ano.

A possibilidade chama atenção principalmente pela tela interna Super Retina XDR de 7,6 polegadas do dispositivo, que oferece uma área consideravelmente maior quando o aparelho está aberto. Já o display externo mede 5,4 polegadas, e ambos contam com ProMotion, Always On e brilho máximo de 3.000 nits em ambientes externos.

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Apple leva vantagem sobre Galaxy Z Fold8

A novidade cria uma diferença importante em relação ao principal rival da Samsung. Apesar de apostar em uma tela dobrável ampla para produtividade, o Galaxy Z Fold8 não é compatível com a S Pen.

A ausência também já havia ocorrido no Galaxy Z Fold7, enquanto gerações mais antigas da linha Fold ofereciam versões específicas da S Pen. Com isso, o iPhone Duo passa a ter uma ferramenta adicional para quem pretende usar o formato dobrável para escrever ou trabalhar diretamente sobre a tela.

Além do iPhone Duo, a Apple também anunciou o lançamento do iPhone 18 Pro, que é 40% mais rápido do que o seu antecessor. 

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Samsung encerra suporte a dois celulares dobráveis populares

A Samsung encerrou o suporte para os dobráveis Galaxy Z Flip 3 e Galaxy Z Fold 3, ambos lançados em 2021. Os dois aparelhos foram removidos da lista de modelos compatíveis com atualizações de segurança da empresa.

O movimento era esperado: a fabricante sul-coreana lançou os modelos com a promessa de cinco anos de atualizações de segurança e agora só confirma a decisão. Ambos os dobráveis ainda recebiam updates a cada trimestre, mas completaram meia década de lançamento em agosto deste ano.

Com a mudança, os dobráveis mais antigos e compatíveis com atualizações de segurança são o Galaxy Z Flip 4 e o Galaxy Z Fold 4, lançados em 2022. É provável que não recebam a One UI 9.0 com Android 17, mas ainda terão patches trimestrais de proteção.

Galaxy Z Fold 3

 

O que fazer com o celular obsoleto?

O ideal é trocar o aparelho sem suporte o quanto antes. O celular ainda vai conseguir rodar funções básicas e aplicativos, mas pode ficar mais propenso a bugs e exposto a possíveis ameaças digitais. Além disso, não receberá nenhum dos novos recursos anunciados para a One UI.

A Samsung por muito tempo manteve um ciclo de cinco anos de updates de segurança para os celulares topo de linha (famílias S e Z), mas expandiu o prazo para sete anos a partir da linha Galaxy S24. 

Saiba por que Android e iOS ganham novas versões a cada ano.

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iPhone Duo finalmente ganha função que usuários pedem há anos

9 de Setembro de 2026, 15:49

O iPhone Duo estreia uma função inédita nos celulares da Apple: o Split View, que permite manter dois aplicativos abertos simultaneamente, lado a lado. Anunciado pela Apple nesta quarta-feira (9), o recurso aproveita a tela interna de 7,6 polegadas do primeiro iPhone dobrável para ampliar as possibilidades de multitarefa no iOS 27.

Segundo a empresa, também será possível alternar rapidamente entre aplicativos, abrir duas janelas do mesmo app, como o Safari, e salvar pares de aplicativos para acessá-los novamente. A Apple ainda cita a possibilidade de conversar com a Siri AI enquanto outro conteúdo permanece visível na outra parte da tela.

Como funciona o Split View no iPhone Duo

O principal recurso de multitarefa do iPhone Duo permite manter dois aplicativos lado a lado quando o aparelho está aberto. A Apple não detalhou no anúncio quais combinações de aplicativos estarão disponíveis ou se haverá limitações específicas para determinados programas.

Além do Split View, o sistema permite abrir duas janelas do mesmo aplicativo. O exemplo dado pela Apple é o Safari, que poderá exibir duas páginas simultaneamente na tela interna.

Também será possível alternar rapidamente entre aplicativos e salvar pares de apps. A ideia é permitir que uma combinação usada com frequência seja recuperada posteriormente, sem precisar configurar novamente a tela.

A Apple afirma ainda que a Siri AI poderá ser utilizada enquanto o usuário olha para outro conteúdo na tela. O recurso faz parte da nova versão da assistente, que chega em beta com o iOS 27 e possui limitações de idioma e região no lançamento.

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Tela maior muda a forma de usar o iPhone

A tela interna de 7,6 polegadas é o principal elemento físico relacionado à nova experiência de multitarefa. Aberto, o iPhone Duo oferece uma área significativamente maior que a tela externa de 5,4 polegadas, criando espaço para manter dois aplicativos visíveis simultaneamente.

O iOS 27 também recebeu mudanças específicas para o formato. De acordo com a Apple, controles de navegação, o Dock e outros elementos da interface passam a ocupar as laterais da tela aberta, enquanto o sistema adapta o conteúdo conforme o aparelho é dobrado, girado ou fechado.

As duas telas possuem a mesma proporção, segundo a Apple. Isso permite que o conteúdo seja redimensionado proporcionalmente durante a transição entre os displays.

A empresa também afirma que seus próprios aplicativos foram otimizados para o iPhone Duo e que desenvolvedores podem adaptar seus programas por meio de novas APIs e dos SDKs atualizados.

Apps também precisam acompanhar o formato

A Apple cita Netflix, Zoom e Slack como exemplos de aplicativos de terceiros que já estão sendo adaptados ao formato dobrável. O anúncio, porém, não especifica quais funções cada um desses aplicativos oferecerá no iPhone Duo.

Essa adaptação faz parte de uma preparação mais ampla do iOS para diferentes tamanhos de tela. Antes do anúncio do aparelho, informações sobre o iOS 27 já indicavam que a Apple trabalhava em recursos para facilitar a adaptação de aplicativos a telas com diferentes dimensões e proporções, segundo o MacRumors.

O contexto ajuda a explicar a preparação do sistema para o novo formato, mas os detalhes sobre como cada aplicativo funcionará no iPhone Duo ainda dependem das implementações dos respectivos desenvolvedores.

A Apple confirmou que o iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro e chegará às lojas em 23 de outubro, inclusive no Brasil. O aparelho será vendido com o iOS 27.1.

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iOS 27 permite usar o mesmo número em dois iPhones

9 de Setembro de 2026, 15:18

A Apple confirmou nesta quarta-feira (9) que o iOS 27 terá o iPhone Handoff, recurso que permite alternar entre dois iPhones usando o mesmo número de telefone. A função depende do suporte das operadoras e será lançada inicialmente com compatibilidade confirmada para a T-Mobile, nos Estados Unidos, e a Telekom, na Alemanha.

A novidade pode facilitar a vida de quem mantém dois iPhones e precisa utilizar a mesma linha nos aparelhos. A Apple, porém, ainda não detalhou todos os aspectos técnicos de como a função fará essa alternância.

Como funciona o iPhone Handoff?

Na descrição oficial, a Apple afirma apenas que o iPhone Handoff permite que usuários de operadoras compatíveis alternem entre dois modelos de iPhone com o mesmo número de telefone.

Detalhes adicionais foram encontrados em versões de teste do iOS 27. Informações identificadas durante o desenvolvimento indicam que a configuração envolve um aparelho principal e outro secundário, com um eSIM complementar associado ao mesmo número no segundo iPhone.

Esses detalhes ajudam a explicar como a função pode funcionar na prática, mas não foram apresentados pela Apple no comunicado de lançamento do iPhone 18 Pro. Por isso, não é possível tratar como confirmado pela companhia cada etapa desse processo.

Também não há, no anúncio oficial, uma explicação sobre os dois aparelhos permanecerem simultaneamente aptos a receber chamadas e mensagens. A descrição da Apple fala especificamente em alternar entre os dois iPhones.

Recurso ainda depende da operadora

O iPhone Handoff não estará disponível automaticamente para qualquer linha telefônica. A Apple confirmou suporte inicial à T-Mobile nos EUA e à Telekom na Alemanha, e a disponibilidade dependerá da compatibilidade oferecida pelas operadoras.

A função também é diferente da transferência convencional de eSIM. Nesse processo, o usuário move a linha de um iPhone para outro, fazendo com que o aparelho anterior deixe de utilizar aquela linha.

No Handoff, a proposta anunciada pela Apple é permitir a alternância entre dois iPhones associados ao mesmo número. A companhia ainda não informou quando outras operadoras poderão oferecer o recurso.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.55.48

Apple já testava a função antes do lançamento

O iPhone Handoff já havia sido identificado em versões de teste do iOS 27 antes do anúncio oficial. A cobertura especializada encontrou referências ao recurso durante o desenvolvimento do sistema e imagens das telas de configuração.

Entre as informações identificadas nos testes estão justamente a divisão entre aparelho principal e secundário e referências às operadoras T-Mobile e Deutsche Telekom.

Esses registros anteciparam parte do funcionamento do recurso, mas a confirmação oficial veio agora. A Apple incorporou o iPhone Handoff à lista de novidades do iOS 27 no comunicado de lançamento do iPhone 18 Pro.

iPhone 18 Pro e Pro Max são lançados pela Apple

O iPhone Handoff chega com o iOS 27, que será disponibilizado como atualização gratuita em 14 de setembro. O recurso também faz parte do contexto de lançamento dos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira.

Os novos celulares têm chip A20 Pro fabricado em processo de 2 nanômetros, câmeras principais de 48 MP com abertura variável, novo modem C2 e melhorias de bateria. Os aparelhos também trazem a nova geração da Apple Intelligence e a Siri AI, que chega inicialmente em versão beta.

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iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

9 de Setembro de 2026, 14:53

A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta quarta-feira (9) com uma das maiores mudanças já feitas no sistema de câmeras da linha. Os novos celulares finalmente adotam abertura variável na câmera principal, recurso tradicionalmente associado a câmeras profissionais que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor.

A novidade coloca os modelos Pro mais próximos da experiência de uma câmera dedicada. Em vez de depender exclusivamente de processamento computacional para lidar com diferentes condições de iluminação, o usuário passa a contar com controle sobre a abertura da lente, permitindo adaptar a captura à situação.

A abertura de uma lente determina quanto de luz chega ao sensor e também influencia características como profundidade de campo. Em câmeras tradicionais, fotógrafos podem alterar esse parâmetro para adaptar a imagem à cena.

No iPhone 18 Pro, a Apple incorporou essa possibilidade à câmera principal de 48 MP. A abertura variável pode ajudar especialmente em situações de pouca luz, além de permitir maior controle sobre o resultado de fotografias com diferentes níveis de iluminação.

Na prática, isso representa uma mudança importante em relação aos iPhones anteriores, que utilizavam uma abertura fixa em suas câmeras. A abertura variável vinha sendo apontada como uma das principais novidades fotográficas da geração e agora foi confirmada pela Apple.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.22.02

iPhone ganha ferramentas de fotografia profissional

A evolução não está apenas no hardware. A Apple também prepara o sistema de câmera para oferecer controles mais avançados, aproximando o celular das ferramentas encontradas em equipamentos voltados a fotógrafos.

Entre os recursos anunciados para a nova geração estão ferramentas como histograma e waveform para análise de exposição, focus peaking para auxiliar na confirmação do foco e alertas de áreas superexpostas. Também foram citados controles de foco manual e correções de imagem baseadas na abertura utilizada.

Essas funções são particularmente interessantes para quem prefere ter maior controle sobre a captura em vez de deixar todas as decisões nas mãos dos algoritmos automáticos.

O focus peaking, por exemplo, destaca visualmente as regiões que estão em foco. Já histogramas e formas de onda ajudam a avaliar a distribuição de luz da imagem antes ou depois da captura, ferramentas comuns em fluxos profissionais de fotografia e vídeo.

Captura de Tela 2026-09-09 às 14.21.46

Mais controle sem abandonar a fotografia computacional

Apesar da aproximação com câmeras profissionais, a Apple não abandonou a estratégia de fotografia computacional que se tornou característica do iPhone.

O processamento de imagem continua responsável por combinar dados dos sensores, ajustar exposição e melhorar resultados em situações difíceis. A diferença é que o hardware passa a oferecer uma variável adicional para o fotógrafo controlar.

A abertura variável também pode contribuir para melhorar fotografias em ambientes escuros. Segundo a cobertura do lançamento, a câmera principal de 48 MP ganhou justamente esse mecanismo, com a proposta de ampliar a capacidade do aparelho em diferentes condições de iluminação.

Pro e Pro Max recebem foco nas câmeras

Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o posicionamento de aparelhos voltados a usuários que procuram o máximo em fotografia e vídeo dentro do ecossistema da Apple.

Além das câmeras atualizadas, os celulares são equipados com o novo chip A20 Pro de 2 nanômetros, que promete aumento de desempenho e eficiência energética. Os aparelhos também receberam melhorias no gerenciamento térmico e na autonomia, além de um recurso que identifica fotos criadas com IA.

A combinação entre processamento mais potente e novo sistema óptico é importante porque muitos dos recursos avançados de fotografia dependem justamente da capacidade do aparelho de analisar e processar grandes quantidades de dados rapidamente.

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Nova Siri AI já tem data para começar a falar português no iPhone; confira

A Apple confirmou que a Siri AI, nova versão da assistente do iOS e outros sistemas da empresa, ganhará uma versão em português a partir de outubro deste ano. A ferramenta ficou mais inteligente e terá um app próprio no estilo ChatGPT.

A Siri AI foi anunciada oficialmente pela empresa em junho deste ano, durante a conferência WWDC. A assistente será lançada na versão estável do iOS 27 em setembro, mas apenas em inglês (o idioma também era o único compatível com a versão Beta do sistema).

Durante o evento de lançamento do novo iPhone 18 Pro, a Maçã confirmou que o recurso chega em português em outubro. Os outros idiomas compatíveis a partir do próximo mês serão espanhol, francês, japonês e coreano. 

A demora vai ser bem menor do que o lançamento do Apple Intelligence: o pacote de IA chegou em outubro de 2024 em inglês, mas só ganhou uma versão em português meses depois, em março de 2025.

Siri AI lançamento idiomas

O que muda com a nova Siri?

A Siri enfim deu o salto para a era da IA generativa e se tornou capaz de analisar o conteúdo na tela. A assistente consegue conectar informações entre diferentes apps para trazer resultados personalizados e automatizar tarefas — todo o processo ocorre de acordo com os padrões de privacidade da Apple.

A ferramenta está mais inteligente e conversacional, capaz de manter interações mais longas. Há um novo aplicativo em formato de chatbot para facilitar pesquisas e armazenar o histórico de conversas.

Quais iPhones são compatíveis com a novidade?

A Siri AI chega com o iOS 27 e pode ser acessada por todos os iPhones compatíveis com o Apple Intelligence. Veja a lista completa de aparelhos:

  • iPhone 15 Pro ou posterior
  • iPhone 15 Pro Max ou posterior
  • iPhone 16 ou posterior
  • iPad mini (A17 Pro)
  • MacBook Neo (A18 Pro)
  • iPad com chip M1 ou posterior
  • Mac com chip M1 ou posterior
  • Apple Watch 9ª geração ou posterior
  • Apple Watch Ultra 2 ou posterior
  • Apple Watch SE 3
  • Apple Vision Pro

Conheça o novo iPhone 18 Pro e as mudanças com relação ao antecessor.

 

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Novos AirPods 5 chegam com ANC 50% mais poderoso; veja o que mudou

9 de Setembro de 2026, 14:31

A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), os AirPods 5, nova geração de seus fones de ouvido sem fio. Os dispositivos chegam cerca de dois anos após os AirPods 4 com cancelamento de mais eficiente, novos recursos inteligentes e melhorias na bateria.

Uma das principais novidades está justamente no cancelamento ativo de ruído (ANC). Segundo a gigante de Cupertino, os novos acessórios conseguem remover até 50% mais ruído externo que seu antecessor com ANC, mesmo mantendo o formato aberto e sem ponteiras de silicone.

A nova geração de fone também conta com uma arquitetura acústica redesenhada, recebe uma nova versão da equalização adaptativa e amplia a integração com recursos de inteligência artificial (IA). Entre eles estão a Siri AI, a tradução ao vivo e comandos que podem ser realizados sem usar as mãos.

AirPods 5 chegam em duas versões

Ao contrário do que indicavam os rumores anteriores ao lançamento, a diferença entre as duas versões dos AirPods 5 não está na presença do cancelamento ativo de ruído. O ANC faz parte de todos os dispositivos da nova geração, enquanto a configuração mais cara se diferencia principalmente por especificações como estojo de carregamento sem fio, maior autonomia e controle de volume diretamente na haste.

O modelo mais avançado permite ajustar o volume deslizando o dedo para cima ou para baixo na haste, função que aparece pela primeira vez nos AirPods de formato aberto. Seu estojo também aceita carregadores do Apple Watch e acessórios compatíveis com o padrão Qi, além de contar com USB-C.

Além de compartilharem o recurso de cancelamento de ruído ativo, os dois modelos também contam com, áudio adaptativo, modo Ambiente, detecção de conversa, áudio espacial personalizado e tradução ao vivo.

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Cancelamento de ruído ativo avançado

O cancelamento ativo de ruído recebeu uma das maiores atualizações da geração de fones da Apple. A big tech afirma, inclusive, que os AirPods 5 conseguem remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC, resultado obtido por uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas e melhorias nos algoritmos de áudio computacional.

A empresa também atualizou o Modo Ambiente, que promete reproduzir vozes e outros sons ao redor de forma mais natural. Já o recurso de áudio adaptativo combina automaticamente esse modo com o ANC de acordo com as condições do ambiente.

Outra novidade é a Detecção de Conversa, que reduz automaticamente o volume do conteúdo reproduzido quando identifica que o usuário começou a falar. Essa funcionalidade exclui a necessidade de pausar manualmente uma música ou retirar os fones para conversar com alguém próximo.

Qualidade de áudio ganha nova arquitetura

Outra mudança dos AirPods 5 está na estrutura responsável pela reprodução sonora. Inspirada nos AirPods Pro 3, a Apple adotou uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas, acompanhada de uma nova geração da Equalização Adaptativa.

Segundo a fabricante, o conjunto permite entregar um som mais rico e detalhado para uma variedade maior de formatos de orelha. As mudanças também aprimoram o Áudio Espacial Personalizado, que promete uma sensação mais imersiva durante músicas e outros conteúdos compatíveis.

A Apple, porém, não anunciou o chip H3 que aparecia em rumores antes da apresentação.

Siri AI e Tradução ao Vivo chegam aos AirPods 5

A integração com IA também ganhou espaço na nova geração. Quando conectados a um iPhone compatível com a Apple Intelligence, os AirPods 5 podem acessar a nova Siri AI sem que o usuário precise retirar o celular do bolso.

A assistente, por sua vez, consegue utilizar informações presentes em mensagens, e-mails e fotos para responder a solicitações contextualizadas. 

Também é possível responder a determinadas solicitações da Siri apenas movimentando a cabeça, com um gesto afirmativo ou negativo. A Siri AI será disponibilizada inicialmente em inglês com o iOS 27, enquanto o suporte ao português está previsto para outubro.

Outro recurso é a Tradução ao Vivo, alimentada pela Apple Intelligence. Depois de configurar os idiomas no aplicativo Traduzir, o usuário pode iniciar a função pressionando simultaneamente as duas hastes, pedindo à Siri ou usando o botão de Ação do iPhone. A conversa passa, então, a ser reproduzida pelos fones no idioma escolhido.

Design mantém formato aberto

Visualmente, os AirPods 5 preservam a principal característica das gerações anteriores: o formato aberto e sem pontas de silicone. A Apple concentrou as mudanças no conjunto acústico e nos recursos oferecidos pelos fones, sem transformar o produto em uma alternativa direta aos AirPods Pro.

A resistência contra poeira, suor e água também foi ampliada. Durante a apresentação, a companhia confirmou certificação IP57, o que adiciona proteção contra poeira e aumenta a resistência à água em comparação com a geração anterior.

No modelo acompanhado pelo estojo sem fio, a haste também passa a reconhecer o movimento vertical do dedo para aumentar ou diminuir o volume, além dos comandos já realizados pelo sensor de força.

Outro destaque da Apple no evento foi o iPhone 18 Pro, que está 40% mais rápido do que seu antecessor. 

Bateria dura até 5 horas com ANC

A Apple também aumentou a autonomia da configuração mais completa dos AirPods 5. O modelo oferece até cinco horas de reprodução com o Cancelamento Ativo de Ruído ativado, uma hora a mais que os AirPods 4 com ANC, graças a uma bateria redesenhada.

Com o estojo de carregamento, a autonomia chega a 22 horas de reprodução com ANC. O acessório pode ser recarregado por USB-C, carregadores Qi ou pelo carregador do Apple Watch.

Preço e disponibilidade

No Brasil, os AirPods 5 custam R$ 1.499, enquanto a versão com Estojo de Recarga Sem Fio sai por R$ 1.699. A pré-venda começou nesta quarta-feira (9), e a disponibilidade nas lojas está prevista para 18 de setembro.

Ficha técnica dos AirPods 5

Característica

AirPods 5

AirPods 5 com estojo sem fio

Formato

Aberto, sem pontas de silicone

Aberto, sem pontas de silicone

Cancelamento Ativo de Ruído

Sim

Sim

Redução de ruído

Até 50% maior que AirPods 4 com ANC

Até 50% maior que AirPods 4 com ANC

Áudio Adaptativo

Sim

Sim

Modo Ambiente

Sim

Sim

Detecção de Conversa

Sim

Sim

Equalização Adaptativa

Nova geração

Nova geração

Áudio Espacial Personalizado

Sim

Sim

Tradução ao Vivo

Sim

Sim

Siri AI

Sim, com dispositivo compatível

Sim, com dispositivo compatível

Controle de volume na haste

—

Sim

Resistência

IP57

IP57

Bateria

Não detalhada

Até 5 horas com ANC

Bateria com estojo

Não detalhada

Até 22 horas com ANC

Carregamento

USB-C

USB-C, Qi e carregador do Apple Watch

Preço no Brasil

R$ 1.499

R$ 1.699

Outra novidade anunciada no evento da Apple foi o iPhone 18 Pro, que está 40% mais rápido do que o seu antecessor.

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Notebook gamer Dell Alienware Intel Core 7 com preço no chão e cupom no Mercado Livre

9 de Setembro de 2026, 14:27

Ninguém merece travar no meio daquela partida decisiva ou esperar minutos infinitos para renderizar um vídeo pesado. O notebook gamer Dell Alienware chega para acabar com esses engasgos, trazendo velocidade máxima para seus jogos e trabalhos do dia a dia.

A boa notícia é que essa potência de notebook baixou de preço no Mercado Livre, saindo pelo valor especial de R$6.091,20 aplicando cupom "OFFMELI" e pagando no Pix.

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Como é o notebook gamer Dell Alienware

O processador Intel Core 7 combinado com 16 GB de memória RAM garante força de sobra para qualquer tarefa. Isso significa abrir dezenas de abas, executar programas pesados de edição como Photoshop e Illustrator ou rodar os lançamentos mais exigentes sem perder velocidade.

A tela de alta definição entrega imagens nítidas com cores vivas e fidelidade incrível. É a escolha certa tanto para enxergar cada detalhe dos inimigos em jogos competitivos quanto para garantir a precisão de cor exigida em projetos visuais profissionais.

Notebook Gamer Dell Alienware, Intel Core 7

O visual chama atenção por ser fino e elegante, facilitando o transporte dentro da mochila sem o peso incômodo dos aparelhos antigos. O acabamento resistente mantém a estética impecável mesmo com o transporte constante no cotidiano.

Vale a pena comprar o notebook gamer Dell Alienware?

Com certeza vale a pena aproveitar essa oportunidade. Quem já comprou o modelo destaca a velocidade para rodar softwares pesados e o acabamento premium. Apesar de alguns usuários indicarem uma leve demora inicial na abertura de certos aplicativos no primeiro uso, a experiência geral no dia a dia supera esse ponto.

Notebook Gamer Dell Alienware, Intel Core 7

O modelo que custa R$ 6.155,20 está saindo por R$ 6.091,20 no Mercado Livre usando o cupom OFFMELI no pagamento via Pix. Por entregar alta velocidade e tela de nível profissional por esse valor, o investimento traz retorno imediato para suas jogatinas e rotina de trabalho.

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Encontro com o filho e velhas IAs de Tony Stark: o que esperar de VisionQuest

9 de Setembro de 2026, 14:03

O Marvel Studios se prepara para retornar ao Disney+ em outubro com o lançamento de VisionQuest, nova série do estúdio focada no Visão. Com o retorno do ator Paul Bettany como o protagonista, o programa promete apresentar uma viagem surreal pela mente do herói, além de um encontro emocionante com o filho e as famosas tecnologias de Tony Stark.

Situado alguns anos depois dos eventos finais de WandaVision, VisionQuest vai acompanhar o Visão Branco em uma jornada para entender a si mesmo, especialmente depois de desaparecer em meio a uma crise de identidade na conclusão da primeira série do MCU. 

Para deixar as coisas ainda mais complexas, a produção ainda tem uma ligação direta com Vingadores: Era de Ultron (2015), pois James Spader volta a interpretar o vilão que infernizou a vida dos heróis no passado, trazendo um teor mais tecnológico para a trama. 

Em entrevista ao Polygon, o showrunner Terry Matalas falou um pouco sobre o que os fãs podem esperar de VisionQuest, que promete mostrar um reencontro com seu filho, Tommy, e ainda “brincar” com as IAs criadas por Tony Stark, o Ultron sendo uma delas.

“Tivemos a oportunidade de brincar com todos os brinquedos . Vocês terão que esperar para ver”, antecipou Matalas.

Embora não tenha oferecido muitos detalhes sobre como as IAs de Stark serão introduzidas na série, o produtor executivo comentou que a inteligência artificial é um tema recorrente em VisionQuest por mostrar que a tecnologia “acabará sendo um reflexo de nós”.

visionquest

Crise de identidade e novos desafios

Ao longo da entrevista com o Polygon, Terry Matalas também falou um pouco sobre o que o público pode esperar dessa “nova versão” do Visão. Sem dar muitas informações, o produtor executivo comentou que existem diferenças entre o Visão de antes e o Visão Branco, mas que ambos ainda mantêm a essência do personagem. 

“Desde o início, ficou muito claro para mim o que deveríamos fazer com esse novo Visão: ele não estaria tão em sintonia com a humanidade quanto sua encarnação anterior. Ele é, sem dúvida, o Visão em muitos aspectos, e não é em muitos outros”, explicou o showrunner. 

Matalas deixou no ar como essa diferença irá impactar a jornada do Visão na série, mas garantiu que os episódios irão responder as principais dúvidas dos fãs a partir do dia 14 de outubro, data que VisionQuest estreia no Disney+.

Enquanto isso, aproveite para saber quais são os próximos lançamentos da Marvel depois do novo Homem-Aranha.

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Assista ao lançamento do iPhone 18 Pro e iPhone Duo ao vivo aqui

9 de Setembro de 2026, 13:25

O lançamento do iPhone 18 Pro acontece na tarde desta quarta-feira (9) durante evento marcado pela Apple para 14h, no horário de Brasília. Além dos novos celulares top de linha tradicionais da marca, todas as atenções devem se voltar para o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple e futuro rival de aparelhos como o Galaxy Z Fold 8 da Samsung.

Resumo do evento

Veja nossa cobertura completa do evento e tudo que a Apple lançou nesta quarta-feira (9). Entre os principais anúncios, o iPhone 18 Pro ficou 40% mais rápido e ganhou bateria de Pro Max, enquanto os AirPods 5 chegaram com ANC 50% mais poderoso.

Nos relógios, o Apple Watch Ultra 4 chegou com sensor mais preciso do mundo em um vestível e também promete mais de 2 dias longe da tomada.

A inteligência artificial também ganhou espaço. A nova Siri AI já tem data para começar a falar português no iPhone, mas a Apple também levou uma das maiores frustrações do ChatGPT para a IA do iPhone.

Nas câmeras, o iPhone 18 ganhou recursos antes restritos a câmeras profissionais. Já o iPhone 18 Pro ganhou um recurso para provar que uma foto não foi criada por IA.

Outra grande novidade foi o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple. O aparelho tem câmera escondida embaixo da tela e marca ainda a volta do Touch ID aos iPhones.

O dobrável também aceita Apple Pencil e supera o rival da Samsung nesse aspecto. Além disso, reunimos 7 coisas que o iPhone Duo faz e o Galaxy Z Fold 8 não.

Para saber qual deles leva vantagem no desempenho, confira o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. No Brasil, o iPhone Duo vai custar R$ 31 mil na versão com mais memória.

Por fim, a Apple confirmou que o iOS 27 chega na próxima semana, com novos recursos e lista de iPhones compatíveis. O sistema também permite usar o mesmo número em dois iPhones.

Assista à transmissão

Até poucas horas atrás, o dobrável vinha sendo chamado principalmente de iPhone Ultra em rumores. Um vazamento de última hora de Mark Gurman, da Bloomberg, porém, indica que a Apple decidiu usar oficialmente o nome iPhone Duo, referência direta às duas telas do aparelho.

A Apple batizou a apresentação de “Surpreendente e brilhante” e confirmou que a transmissão começa às 14h no Brasil. Será possível acompanhar tudo pelo site oficial da companhia, pelo aplicativo Apple TV e também pelo YouTube. 

A transmissão deve começar alguns minutos antes do evento propriamente dito. O Canaltech também fará a cobertura dos anúncios em tempo real, com as principais novidades dos novos iPhones e dos demais dispositivos apresentados pela Apple.

iPhone 18 Pro pode estrear chip de 2 nm

Entre os lançamentos mais previsíveis estão os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, sucessores dos modelos apresentados pela Apple no ano passado.

Uma das principais mudanças esperadas é o A20 Pro, novo processador que deve ser produzido em processo de 2 nanômetros. A evolução na fabricação tende a permitir ganhos de desempenho e eficiência energética em relação ao A19 Pro da geração anterior.

As câmeras também devem receber atenção especial. Rumores apontam para um sistema de abertura variável, capaz de controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor. Em determinadas condições, isso também permite alterar de maneira mais natural a profundidade de campo das fotografias.

Informações divulgadas pouco antes do evento indicam, porém, que esse mecanismo pode ficar restrito ao iPhone 18 Pro Max, deixando uma diferença inédita entre as câmeras dos dois aparelhos Pro.

Outras mudanças esperadas envolvem aprimoramentos nos sensores traseiros e no processamento de imagem. Como de costume, porém, as especificações definitivas só serão conhecidas quando a Apple subir ao palco.

iPhone 18 Pro vazamento

iPhone Duo será o primeiro dobrável da Apple

Mas a grande novidade desta geração deve estar em um formato completamente novo para o iPhone.

O iPhone Duo deve abrir como um livro e combinar uma tela convencional do lado de fora com um painel flexível bem maior internamente. Os rumores anteriores apontavam para um display externo de aproximadamente 5,5 polegadas e uma tela interna na casa das 7,8 polegadas.

Com o aparelho aberto, a proposta será oferecer uma área de trabalho próxima à de um pequeno tablet. O sistema deve permitir utilizar aplicativos lado a lado e explorar funções de multitarefa adaptadas especificamente ao novo formato.

O vazamento de Gurman desta quarta também trouxe novas informações. Segundo o jornalista, o iPhone Duo deverá utilizar o A20 Pro, modem C2 desenvolvido pela própria Apple e duas câmeras traseiras de 48 MP. O aparelho também teria suporte à Apple Pencil, algo inédito na família iPhone.

Outra mudança importante estaria na biometria. Rumores apontam que a Apple pode deixar o Face ID de fora do primeiro dobrável e recorrer novamente ao Touch ID, provavelmente integrado a um botão lateral, solução semelhante à adotada em alguns modelos de iPad.

O celular deve chegar inicialmente nas cores branca e azul-escuro. Segundo Gurman, a versão de entrada terá 256 GB e custará cerca de US$ 2.000 nos Estados Unidos, enquanto configurações de maior capacidade poderão alcançar aproximadamente US$ 3.000. As primeiras entregas são esperadas apenas para outubro, algumas semanas depois dos iPhone 18 Pro. 

Vale lembrar que preço, especificações e até o nome iPhone Duo permanecem informações não oficiais até a apresentação da Apple.

iPhone dobrável

Apple Watch e AirPods também são esperados

A conferência não deve ficar restrita aos celulares. A expectativa é que a Apple aproveite o evento para renovar também duas de suas principais famílias de acessórios.

Entre os relógios, são esperados o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, com atualizações principalmente em recursos de saúde e monitoramento.

Os AirPods 5 também podem aparecer. Os rumores apontam para mudanças internas, incluindo uma nova geração de chip dedicada ao processamento de áudio, além de melhorias de conectividade, menor latência e integração mais profunda com os recursos de software da Apple.

A quantidade de produtos esperados faz do evento desta quarta um dos mais importantes da empresa nos últimos anos. O destaque, entretanto, dificilmente será outro: depois de anos de rumores, a Apple finalmente pode revelar como pretende adaptar o iPhone a uma tela dobrável — e se o iPhone Duo realmente será o nome escolhido para inaugurar essa nova família.

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Marca revela "iPhone Pro Max" com Android e câmeras super poderosas

9 de Setembro de 2026, 12:10

A Honor revelou novos detalhes do Magic 9 Pro Max, novo celular Android que chama atenção pelo conjunto avançado de câmeras. O aparelho também adota um visual parecido com o do iPhone 17 Pro Max, especialmente na parte traseira.

O dispositivo da fabricante chinesa se aproxima do celular da Apple principalmente por apresentar um grande módulo horizontal na parte superior, acompanhado por uma área retangular logo abaixo das câmeras.

A disposição das lentes, porém, é diferente daquela encontrada no iPhone 17 Pro Max, com um grande módulo circular à esquerda e outras duas câmeras menores à direita. Nas imagens divulgadas pela fabricante, o Magic 9 Pro Max aparece inicialmente na cor verde e ainda exibe a marca da ARRI no conjunto fotográfico.

Honor Magic 9 Pro Max

Magic 9 Pro Max tem duas câmeras de 200 MP

Falar do novo aparelho da Honor passa inevitavelmente pelo seu conjunto fotográfico. A câmera principal do Magic 9 Pro Max tem 200 MP, sensor de 1/1,28 polegada e lente com abertura f/1,57.

Já a câmera teleobjetiva também conta com resolução de 200 MP, mas usará um sensor de 1/1,4 polegada e abertura f/2,6.

A Honor também vai permitir ampliar as possibilidades fotográficas do celular com o chamado Photography Master Kit. O pacote inclui um grande teleconversor de 500 mm, além de uma opção de 200 mm que mede 81 mm de comprimento e pesa 88 gramas.

Honor Magic 9 Pro Max

A parceria com a ARRI também deve beneficiar as gravações de vídeo. Informações divulgadas antes do lançamento apontam que a linha terá suporte a recursos voltados a ampliar o controle sobre cores e facilitar resultados de registros com aparência mais cinematográfica.

Outra especificação que ganhou destaque entre os vazamentos é a bateria de 8.800 mAh, capacidade bastante acima do que costuma ser encontrado em celulares topo de linha.

A Honor ainda não revelou todos os detalhes do aparelho, como preço e disponibilidade internacional. A apresentação completa da linha Magic 9 acontecerá na China em 28 de setembro.

Enquanto o lançamento oficial do novo Honor não chega, que tal conferir qual celular tem a melhor câmera de 2026?

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Netflix recebe 10 filmes e séries de peso na semana! Veja lista de lançamentos (07)

7 de Setembro de 2026, 17:30

A Netflix traz uma semana recheada de de lançamentos, que vão do thriller de espionagem israelense à comédia espanhola, passando por reality de competição física, animação adulta e até um filme muito aguardado pelos fãs de uma série francesa cult.

Abaixo, confira os 10 melhores filmes e séries da Netflix que chegam ao catálogo nesta semana e saiba o que assistir!

Netflix: 10 melhores filmes e séries da semana (07 a 13 de setembro)

10. Fauda: 4ª temporada (08/09)

Abrindo a lista, Fauda volta com sua quarta temporada para quem ama uma boa série de ação e espionagem. 

A produção israelense acompanha um agente de elite que sai da aposentadoria para caçar um combatente palestino que ele acreditava ter eliminado, desencadeando uma sequência de eventos caóticos e imprevisíveis. 

Com Lior Raz, Itzik Cohen e Hisham Suliman no elenco, a série é conhecida por sua tensão constante e narrativa cinematográfica.

9. DANG! (08/09)

DANG! é a aposta da Netflix no gênero de animação adulta nesta semana. 

A sitcom acompanha Andrew e Eunice, dois irmãos que precisam lidar com a chegada de sua irmã Ruthie, que acabou de explodir a própria vida perfeita. 

Com Stephanie Hsu e Poppy Liu no elenco de vozes, a série tem pegada irreverente e humor que não poupa ninguém. Para quem curte produções como Big Mouth e Inside Job, DANG! promete ser uma boa pedida. 

Vale lembrar que setembro também é um mês generoso para outros streamings, e o Minha Série já listou tudo que chega ao Prime Video este mês.

8. Por Que Eu Me Casei de Novo? (09/09)

Por Que Eu Me Casei de Novo? reúne o elenco do universo de Tyler Perry para mais uma dose de drama e comédia matrimonial. 

Os casais se reencontram no casamento da filha de Marcus e Angela, e a ocasião, claro, não passa sem dramas antigos e novos. 

Com Tyler Perry, Taraji P. Henson e Jill Scott, o filme tem aquela mistura de risadas e emoção que já conquistou fãs da franquia ao redor do mundo.

7. Como uma Família (10/09)

Como uma Família é a aposta indiana da semana. 

A série acompanha cinco famílias excêntricas que vivem como vizinhas na Chumbak Colony, onde os conflitos do dia a dia se transformam em histórias hilariantes e cheias de personalidade. 

Com Neena Gupta encabeçando o elenco, a produção tem aquele clima de sitcom clássico com o humor típico do cinema indiano.

6. As Amigas do Clube (10/09)

As Amigas do Clube chega da Holanda com um thriller cheio de segredos e tensão. 

Quando um dos membros de um grupo de quatro casais aparentemente perfeitos morre em um incêndio, todos são forçados a questionar tudo o que acreditavam saber uns sobre os outros. 

Com Loes Haverkort no papel principal, a série promete reviravoltas e uma atmosfera de suspense que vai deixar o espectador na beira do sofá. 

Setembro está cheio de boas opções também no HBO Max, e o Minha Série já fez o levantamento completo das estreias da plataforma no mês.

5. A Garota do Remo (10/09)

A Garota do Remo é um drama teen canadense que acompanha Teagan Tao, uma jovem remadora que, após um escândalo familiar, se muda para uma nova cidade e ingressa na equipe masculina de remo de uma escola preparatória de elite. 

Entre a rivalidade dentro da equipe e as tensões pessoais, a série mistura esporte, identidade e romance adolescente em uma produção bem construída com Miku Martineau no papel principal.

4. Dix pour cent: O Filme (10/09)

Para os fãs da aclamada série francesa, a espera acabou. Dix pour cent: O Filme traz de volta os personagens da agência ASK cinco anos após o seu fechamento. 

Andréa, agora diretora estreante, perde seu ator principal poucos dias antes das filmagens e precisa reunir sua antiga equipe para resolver o caos. 

Com Camille Cottin, Laure Calamy e Thibault de Montalembert, o filme tem toda a ironia, o charme e os bastidores do mundo do entretenimento que tornaram a série um fenômeno.

3. Em Coma (11/09)

Em Coma é um thriller médico colombiano com uma premissa que mistura suspense e sobrenatural. 

Após um ataque violento deixar Anabel em estado de coma, ela e Rafael, um enfermeiro com a habilidade de ouvir os mortos, precisam trabalhar juntos para mantê-la viva antes que seus inimigos a encontrem. 

Com a atmosfera de telenovela intensa somada a elementos de mistério, a produção é ideal para quem quer uma série que prende desde o primeiro episódio. 

Para não perder nenhuma novidade do mês, vale conferir a lista completa de estreias da Netflix em setembro.

2. A Batalha dos 100: Itália (11/09)

O formato que conquistou o mundo ganha agora uma versão italiana. A Batalha dos 100: Itália coloca cem atletas do país em desafios físicos brutais, e apenas um sairá vencedor. 

O programa já provou sua fórmula com as versões coreana e asiática, e a edição italiana promete manter o mesmo nível de intensidade e espetáculo. 

Para quem ama reality de competição física, é leitura obrigatória da semana.

1. Vamos, Time! (11/09)

Vamos, Time! é a comédia espanhola que promete arrancar boas gargalhadas. 

A história acompanha os funcionários de uma empresa de queijos que descobrem que seu evento de integração foi rebaixado para um vilarejo minúsculo e, como se não bastasse, ainda ficam sabendo sobre uma onda de demissões. 

Com Alexandra Jiménez e Maribel Verdú, o filme tem aquele humor azedo e bem construído que os espanhóis dominam com maestria. 

O Disney+ também tem um cardápio recheado em setembro, então o mês está mais do que garantido para os amantes de streaming.

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© Netflix

Conheça Stage Tour, sucessor de Guitar Hero com Blink 182, Paramore e mais

7 de Setembro de 2026, 14:15

Os fãs de jogos musicais foram pegos de surpresa na cerimônia de abertura da Gamescom 2026. O estúdio RedOctane Games anunciou Stage Tour, sucessor espiritual do saudoso Guitar Hero — que, inclusive, tem alguns veteranos do clássico no desenvolvimento. 

O jogo chega em 10 de dezembro de 2026, acompanhado de instrumentos de plástico e uma seleção de músicas com nomes como Blink-182, Paramore, Fall Out Boy, The Cure, Red Hot Chili Peppers e muitos outros.

O título resgata a proposta dos clássicos jogos musicais com periféricos e está sendo desenvolvido pela equipe responsável pelos primeiros jogos da franquia Guitar Hero. Além dos modos tradicionais, Stage Tour também terá opções como Julgamentos, Karaokê e Modo Tour.

Stage Tour trará músicas de respeito para jogar

Até o momento, 45 músicas foram confirmadas para Stage Tour, reunindo diferentes períodos e estilos do rock, metal e pop. A desenvolvedora também confirmou que novas faixas serão reveladas antes do lançamento.

Entre os destaques estão músicas de Metallica, Megadeth, Slipknot, Muse, Olivia Rodrigo, The Rolling Stones, Weezer e Avril Lavigne. Confira a lista completa das faixas anunciadas:

  • “Bite Me” — Avril Lavigne 
  • “RATATATA” — BABYMETAL & Electric Callboy 
  • “Just Pretend” — Bad Omens 
  • “Blind and Frozen” — Beast in Black 
  • “Red Flag” — Billy Talent 
  • “Pump It” — Black Eyed Peas 
  • “MORE THAN YOU KNOW” — blink-182 
  • “Siren” — Castle Rat 
  • “I Fought the Law” — The Clash 
  • “Just Like Heaven” — The Cure 
  • “I Believe in a Thing Called Love” — The Darkness 
  • “Photograph” — Def Leppard 
  • “Rio” — Duran Duran 
  • “Bad Habits” — Ed Sheeran feat. Bring Me the Horizon 
  • “Get the Funk Out” — Extreme 
  • “Heartbreak Feels So Good” — Fall Out Boy 
  • “Land of Confusion” — Genesis 
  • “Square Hammer” — Ghost 
  • “Mimi’s Delivery Service” — Good Kid 
  • “Airhead” — Honey Revenge 
  • “Grace” — Jeff Buckley 
  • “The Unknowing” — Jfarrari 
  • “Jane!” — The Long Faces 
  • “The End” — Mammoth 
  • “The Motherload” — Mastodon 
  • “Tornado of Souls” — Megadeth 
  • “Lux Æterna” — Metallica 
  • “Kickstart My Heart” — Mötley Crüe 
  • “Starlight” — Muse 
  • “Ballad of a homeschooled girl” — Olivia Rodrigo 
  • “Do Me Like That” — The Paradox 
  • “For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic” — Paramore 
  • “Just” — Radiohead 
  • “Dani California” — Red Hot Chili Peppers 
  • “Broken Dreams, Inc.” — Rise Against 
  • “In the Stars” — The Rolling Stones 
  • “Psychosocial” — Slipknot 
  • “All Star” — Smash Mouth 
  • “In the Meantime” — Spacehog 
  • “Terminator Oscillator” — Static-X 
  • “…Baby One More Time” — Tenacious D 
  • “Shut Up and Dance” — Walk the Moon 
  • “Island in the Sun” — Weezer 
  • “Teenage Dirtbag” — Wheatus 
  • “Sharp Dressed Man” — ZZ Top 

Sucessor espiritual de Guitar Hero também trará instrumentos de plástico para as jogatinas

Assim como Guitar Hero e Rock Band, Stage Tour terá suporte a instrumentos de plástico, permitindo que os jogadores utilizem guitarra, bateria e microfone durante as partidas. O título também poderá ser jogado com teclado de PC e gamepad.

A RedOctane Games lançará periféricos oficiais junto com o jogo, incluindo uma guitarra Kramer, bateria e microfones com fio ou sem fio. Os preços anunciados no mercado britânico começam em £17,99 para o microfone USB, enquanto a guitarra custa £99,99 e a bateria sai por £179,99.

O jogo terá preço de £34,99, enquanto o pacote com Stage Tour e uma guitarra será vendido por £119,99. Também haverá guitarras Gibson licenciadas oficialmente, com valores a partir de £109,99. Os preços para o Brasil ainda não foram divulgados.

Além dos modos Partida Rápida e Prática, Stage Tour contará com Julgamentos, Karaokê e um novo Modo Tour roguelite, no qual as partidas apresentam diferentes escolhas e desafios. O jogo também terá multiplayer cooperativo local e online com suporte a crossplay.

Quando Stage Tour será lançado?

Stage Tour será lançado em 10 de dezembro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2. A RedOctane Games também promete uma experiência com diferentes instrumentos e modos de jogo, além das músicas já anunciadas. Novas faixas ainda serão reveladas antes da chegada do título.

E aí, quais são suas expectativas para Stage Tour? Conte nas redes sociais do Voxel se você pretende relembrar a era de ouro de Guitar Hero!

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Roomba: conceito exibido na IFA 2026 tem dois robôs aspiradores em um

7 de Setembro de 2026, 11:00

A fabricante de eletrônicos iRobot, referência no lançamento de robôs aspiradores, apresentou um novo e curioso conceito para a categoria. Trata-se do Roomba Duo, modelo que estreou na feira de eletrônicos IFA 2026.

O diferencial do aparelho está na composição: em vez de ser uma estrutura em forma de disco, como são os modelos mais comuns dessa linha, ele é uma dupla de robôs aspiradores com um deles acoplado dentro do outro, como uma boneca russa matrioska. Fora a diferença de tamanho, eles têm habilidades e propósitos diferentes na limpeza de um ambiente:

  • A parte principal do Roomba Duo tem formato cilíndrico, 60 cm de altura e um alto poder de sucção e limpeza usando mop — equivalente a um aspirador de pó vertical;
  • O módulo secundário, que fica dentro da unidade maior, é liberado quando a limpeza exige ações como tirar o pó de quinas, passar embaixo de móveis ou até subir pequenos degraus.

Cada um deles conta com o próprio LiDAR como sistema de navegação, além de uma inteligência artificial (IA) capaz de detectar objetos ao redor. Como o robô maior é alto, as câmeras dele permitem um mapeamento ainda mais completo e detalhado dos cômodos.

A unidade maior inclui uma estação compartilhada chamada AutoWash, que faz uma série de ações para os dois robôs, como abastecer com água limpa e água usada, fazer lavagem e secagem dos panos de limpeza e esvaziar a poeira.

Futuro incerto

De acordo com a fabricante, o design do aspirador robô ainda não está finalizado e é possível que ele seja apenas um teste de tecnologia, sem necessariamente chegar às lojas. A ideia da companhia foi sugerir uma inovação para o setor e observar a reação do mercado antes de tomar uma decisão.

Ainda assim, a iRobot sabe que esse produto seria um dos mais premium da categoria, inclusive em preço —possivelmente custando mais de US$ 1,7 mil (ou R$ 8,6 mil em conversão direta de moeda) caso saia do papel. Para efeitos de comparação, o também top de linha Dreame X60 Max Ultra Complete chegou ao Brasil custando quase o dobro desse valor.

A confiança da marca confirma que ela superou os momentos difíceis nos últimos meses: ela declarou falência no fim de 2025, até ser adquirida pela fabricante chinesa que já produzia os aparelhos.

Quais fatores levar em conta na hora de comprar um robô aspirador? Conheça algumas dicas neste guia do TecMundo!

 

© iRobot/Divulgação

Captain Tsubasa 2: World Fighters melhora em campo, mas peca em tudo fora dele

7 de Setembro de 2026, 10:54

Não existe coisa mais linda do que uma partida de futebol. O esporte inventado na Inglaterra, mas revolucionado e dominado por nós, brasileiros, tornou-se parte da nossa identidade e cultura. Não é de se estranhar que Captain Tsubasa (ou Super Campeões, no Brasil) tenha sido um sucesso estrondoso por aqui, rivalizando em popularidade com outros clássicos dos anos 90. O anime, que também desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento do futebol japonês, recebeu diversos jogos ao longo dos anos, de gachas a títulos no estilo TCG, sendo sua última grande entrada o ótimo Captain Tsubasa: Rise of New Champions.

Seis anos após o lançamento do título que mistura futebol com ação e os clássicos movimentos mirabolantes da franquia, como o surreal Skylab Hurricane dos irmãos Tachibana, temos a aguardada sequência: Captain Tsubasa 2: World Fighters. O jogo dá continuidade à história contada no primeiro título e recria o arco do Mundial Sub-19, com Tsubasa, agora jogando no São Paulo, reencontrando seus companheiros japoneses em mais uma jornada rumo à glória. Mas será que World Fighters faz jus à qualidade do primeiro game e à importância desse arco na história da série? Confira nossa análise a seguir.

Dentro das quatro linhas

Quando analisamos Captain Tsubasa, dois aspectos são fundamentais para determinar a qualidade do jogo: a jogabilidade e os modos de jogo. No primeiro quesito, fico feliz em afirmar que World Fighters é, na minha opinião, uma evolução do que vimos em Rise of New Champions, ainda que algumas decisões inexplicáveis tomadas pela Tamsoft impeçam que essa seja uma melhoria direta em todos os aspectos.

Uma das adições mais bem-vindas é a mudança no funcionamento dos goleiros, que, no primeiro título, atuavam praticamente como uma simples barra de vida. Felizmente, isso mudou nesta sequência. Agora os arqueiros também permitem que o jogador escolha a direção da defesa em reação ao chute adversário. Caso a decisão seja muito equivocada, o goleiro perde uma quantidade muito maior de resistência. Por outro lado, uma defesa perfeita garante que o gol não acontecerá, independentemente do estado físico do jogador.

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Defender bem um chute pode ser a diferença entre vencer ou perder uma partida

Outra novidade interessante é o sistema de break, que ocorre quando um chute causa muito mais “dano” do que a resistência restante do goleiro. Nesses casos, além de vermos uma das clássicas animações de bola furando a rede, como no anime, a resistência máxima do arqueiro também é reduzida até o final da partida.

Outra novidade foi a adição dos super movimentos, habilidades que todos os jogadores em campo possuem e podem ativar após encher uma barra por meio de ações normais durante a partida. Esses especiais são divididos entre chutes, o clássico da franquia, dribles, passes, divididas, bloqueios e defesas milagrosas, no caso dos goleiros.

Embora seja divertido que cada jogador tenha sua oportunidade de brilhar, a frequência com que essas ações acontecem torna boa parte das partidas extremamente caótica, com uma abundância de carrinhos especiais praticamente impossíveis de evitar e dribles sucessivos. Além disso, como os chutes são executados quase instantaneamente, oferecendo apenas uma pequena janela para reação, sinto que parte da skill expression presente no jogo original acabou se perdendo. Afinal, uma das habilidades mais importantes era justamente saber carregar o chute até atingir o máximo de força possível para liberar esses especiais.

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Prepara-se para ver muitos carrinhos assim

Além da confusão gerada pelos super movimentos, é preciso destacar uma mudança simplesmente inexplicável: em World Fighters não é possível realizar substituições nem acessar a formação da equipe durante a partida. Começou perdendo e gostaria de mudar para uma escalação mais ofensiva? Infelizmente, e reitero, inexplicavelmente, isso não é possível no jogo.

Para além das quatro linhas

Se a jogabilidade, apesar dos tropeços, representa uma leve evolução em relação ao seu antecessor, Captain Tsubasa 2: World Fighters falha, e feio, no segundo quesito que citamos anteriormente: os modos de jogo. Contando apenas com o modo história e partidas online ou offline contra o computador ou amigos, o jogo não oferece praticamente mais nada. Trata-se de um retrocesso considerável em relação a Rise of New Champions, que permitia a criação de torneios offline, disputas de pênaltis e até mesmo a montagem de um Dream Team com jogadores de diferentes seleções para utilização nesses modos, uma das opções mais divertidas do título anterior.

Além da quantidade, a qualidade também é um problema na sequência, com o modo história sendo consideravelmente mais simples. Se antes tínhamos diferentes rotas baseadas na escola que escolhemos, agora temos uma campanha totalmente linear, o que prejudica, e muito, o valor de revisitar a experiência. Vale lembrar que a história é, na prática, o principal modo de jogo do pacote. No fim das contas, a campanha, que faz uso excessivo de diálogos e frequentemente tem seu ritmo quebrado por telas de carregamento inexplicáveis, acaba sendo uma experiência capaz de agradar apenas os fãs mais dedicados da obra original.

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Momentos icônicos da obra não são o suficiente para carregar o modo história

Além disso, outra mudança difícil de compreender é a remoção dos atributos individuais dos jogadores. Como consequência, o personagem criado pelo jogador também se torna incapaz de evoluir de forma significativa, limitando sua progressão à aquisição de novas habilidades especiais. Essa decisão prejudica diretamente a longevidade do título, já que elimina boa parte do incentivo para revisitar o modo história e criar novos atletas customizados com características diferentes.

Outro problema que impacta negativamente a experiência em World Fighters é a ausência de áudio ou legendas em português. A situação beira o absurdo quando lembramos que Rise of New Champions contava com localização em nosso idioma e que esta sequência, curiosamente, inicia sua campanha com uma série de partidas disputadas no Brasil. Ainda assim, o recurso foi simplesmente removido.

Vale a pena?

Mesmo com melhorias significativas na jogabilidade, que já era um dos pontos fortes do primeiro título, Captain Tsubasa 2: World Fighters acaba entregando um pacote muito mais pobre do que seu antecessor. As novidades dentro de campo são bem-vindas e ajudam a tornar as partidas mais dinâmicas, mas a falta de conteúdo fora delas pesa demais na experiência geral.

Com um modo história simplificado, pouca variedade de conteúdo e a ausência de recursos presentes em Rise of New Champions, fica difícil recomendar o jogo para qualquer público que não seja formado por fãs dedicados da saga de Oliver Tsubasa. No fim, World Fighters é uma sequência divertida quando a bola está rolando, mas que representa um claro passo atrás em praticamente todo o resto.

Nota do Voxel: 70

Pontos positivos (Prós): 
-Jogabilidade divertida e dinâmica 
-Ótimas animações e visual fiel ao anime

Pontos negativos (Contras): 
-Modo história linear, sem escolhas relevantes e com diálogos travados
-Falta de modos de jogo e conteúdo complementar
-Não permite alterar a formação ou realizar substituições durante as partidas

Uma cópia de Captain Tsubasa 2: World Fighters foi cedida pela desenvolvedora para a review do jogo no PC. O game também está disponível no PS5, Xbox Series S/X e Nintendo Switch.

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Uma Casa na Pradaria: Netflix compartilha atualizações sobre a temporada 2

7 de Setembro de 2026, 09:15

Lançada pela Netflix no dia 9 de julho deste ano, Uma Casa na Padraria é uma versão atualizada de uma história que já fez grande sucesso tanto na forma de livros quanto em uma série dos anos 1970. O streaming conseguiu repetir essa trajetória e, com isso, já deixou muitos fãs ansiosos pela continuação da trama.

E, ao menos se depender de atualizações que a empresa vem compartilhando nas redes sociais, os novos episódios não devem demorar a chegar. No perfil oficial do show, ela confirmou que as gravações da segunda temporada já estão em andamento e avançam em um bom ritmo.

O que esperar da temporada 2 de Uma Casa na Pradaria?

Em uma publicação feita no dia 30 de agosto, a Netflix confirmou que “faça chuva, faça sol, estamos aqui filmando”. O streaming também reforçou que as filmagens da temporada 2 de Uma Casa na Padraria já estão em andamento, mas não compartilhou maiores detalhes sobre ela.

  • A empresa também compartilhou fotos de bastidores da temporada inicial, que mostram os atores Alice Halsey, Skywalker Hughes, Luke Bracey e Crosby Fitzgerald;
  • A confirmação das gravações acontece pouco mais de dois meses após Uma Casa na Pradaria chegar à Netflix;
  • Na época da estreia, o streaming se mostrou confiante quanto ao sucesso do show, que foi lançado com sua continuação já encomendada;
  • O segundo ano deve mostrar a família Ingalls se mudando após os eventos do arco inicial;
  • Nele, Charles e Caroline perdem quase toda sua colheita e, embora tenham propostas de emprego, decidem não aceitá-las para manter sua família unida.

O segundo ano de Uma Casa na Pradaria deve mostrar os Ingalls se assentando na pequena cidade de Walnut Grove, no estado de Minnesota. Eles vão chegar ao local com a ajuda da família de John Edwards, que afirma que um de seus primos conseguiu sucesso com a administração de uma pequena loja.

Quando estreia a temporada 2 de Uma Casa na Pradaria?

Segundo a Netflix, a próxima temporada de Uma Casa na Pradaria vai adaptar os eventos de ‘On the Blanks of Plum Creek’, quarto volume dos livros escritos por Laura Ingalls Wilder. E, com isso, ela deve dar mais destaque à vida dos membros mais jovens da família, que finalmente vão ter a oportunidade de frequentar a escola.

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A Temporada 2 de Uma Casa na Pradaria vai mostrar os Ingalls chegando a uma nova cidade. Imagem: Divulgação/Netflix

O novo arco também vai ser o responsável por introduzir Nellie, um dos personagens mais famosos da série. Ela é uma garota que se torna a principal rival de Laura Ingalls (Alice Halsey), a quem tenta humilhar pelo fato de a garota demonstrar pouca familiaridade com a vida na cidade.

Apesar de as gravações do segundo ano de Uma Casa na Pradaria já terem sido anunciadas, até o momento ela não tem uma data de lançamento marcada. No entanto, não é improvável que os novos episódios cheguem ainda em 2027, conforme o streaming reforça sua aposta em uma programação mais emocional e acolhedora.

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© Divulgação/Netflix

Xiaomi 18 Fold é anunciado e entra na disputa do novo formato dobrável

7 de Setembro de 2026, 09:08

O novo Xiaomi 18 Fold foi anunciado por completo nesta segunda-feira (7). Em um evento na China, a empresa entrou para a disputa do novo formato de celulares dobráveis em formato de passaporte, se antecipando ao iPhone dobrável que deve ser anunciado também nesta semana.

Segundo a Xiaomi, o projeto do Fold 18 foi iniciado há dois anos. A empresa cita que a proposta era combinar os formatos de dispositivos anteriores nos formatos flip e fold, mas em um aspecto mais conveniente e portátil.

O dispositivo, como um todo, promete uma entrega muito interessante e competente para essa disputa — que a nível global tem, por exemplo, o Galaxy Z Fold 8 como competidor direto.

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Tamanho compacto de novo celular dobrável da Xiaomi é um dos grandes apelos do dispositivo. (Imagem: Xiaomi/Reprodução)

Durante o evento, Lei Jun, CEO da Xiaomi, criticou o competidor sul-coreano ao citar que ele tem somente duas câmeras, bateria de 4.800 mAh e custa mais que o seu dobrável. Ele reconhece que o seu smartphone também não é barato: o Xiaomi 18 Fold custa a partir de 10.999 yuan, ou cerca de R$ 8,4 mil em conversão direta, com base na cotação do dia e sem considerar impostos de importação.

  • O Xiaomi 18 Fold tem um formato muito compacto, acompanhando o movimento feito pela Samsung com o Z Fold 8;
  • Com cantos mais arredondados, o aparelho pesa somente 219 gramas e, quando aberto, possui 5.02 mm de espessura (ou 10.68 mm quando fechado);
  • A tela externa, por exemplo, tem 5,38 polegadas de tamanho. Já a tela dobrável possui 7,58”;
  • Ambos os painéis possuem taxa dinâmica de 1-120 Hz (LTPO) e pico de brilho de 4.000 nits;
  • Sua bateria conta com 6.000 mAh de capacidade e ele é compatível com carregadores de até 60 watts por fio e até 50W sem fio;
  • O aparelho também possui certificação IP58/IP59 contra água e poeira.
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O novo Xiaomi 18 Fold possui três cores disponíveis, além de uma versão em cerâmica. (Imagem: Xiaomi/Reprodução)

Três cores estão disponíveis para o Xiaomi 18 Fold: vermelho (Scarlet), ouro branco e preto com acabamento fosco.

A empresa promete, além de tudo, um aparelho resistente a quedas de até 1,2 metro. A Xiaomi revela ter feito testes estruturais que resultaram em 492 otimizações no corpo do celular.

Ele utiliza um novo padrão de vidro ultrafino (UTG, na sigla em inglês) com duas camadas que ajuda a deixar o painel mais plano. De acordo com a empresa, ele possui um vinco (marca tradicional de dobráveis) praticamente imperceptível.

Já a estrutura geral do celular é feita de liga de alumínio série 7 e vidro Xiaomi Dragon Crystal Glass 3.0. Sua dobradiça, chamada de Dragon Bone, traz ajustes flexíveis e mais resistentes, segundo a companhia.

Memórias LPDDR6 e câmeras Leica

O Xiaomi 18 Fold tem outros destaques que merecem atenção. Ele já utiliza memórias no padrão LPDDR6, que prometem um salto importante de desempenho. Além disso, o celular estreia o chipset Xring O3 com arquitetura de 3 nanômetros que promete ser um competidor forte aos modelos da Qualcomm e da Apple.

Segundo a Xiaomi, o seu novo smartphone dobrável também possui importantes otimizações de software. Jun cita diversos casos de uso: a digitação é confortável, segundo ele, pois o painel é 8% mais largo do que outros de 6,9" — comparando com um iPhone 17 Pro Max.

O CEO ainda aponta que os apps aproveitam melhor o aspecto mais amplo de ambas as telas. As redes sociais devem ocupar mais o espaço do display maior e os vídeos, por sua vez, prometem exibir menos as faixas escuras e mais o próprio conteúdo.

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Xiaomi 18 Fold pode executar até seis aplicativos ao mesmo tempo. (Imagem: Xiaomi/Reprodução)

A multitarefa parece ser um dos grandes focos do aparelho. Três aplicativos podem ser exibidos lado a lado em áreas independentes, embora o usuário possa rodar até seis ao mesmo tempo e alterná-los durante o uso (além de ter uma janela flutuante como possibilidade).

O novo celular chega com o sistema HyperOS 4, que tem como novidade a "Super Xiao Ai Inspiration Ball". Trata-se de um assistente de inteligência artificial (IA) que fica disponível para uso enquanto o usuário realiza tarefas, como agendamentos ou edições de imagens.

Nas câmeras a empresa aposta em sua parceira Leica nos três sensores do 18 Fold:

  • Principal com 200 MP (f/1.7) e distância focal de 10 cm;
  • Telefoto de 50 MP (f/2.8) — sensor JN5 — com zoom óptico de 3,5x;
  • Ultra-angular também de 50 MP (f/2.4).
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Conjunto de câmeras do Xiaomi 18 Fold possui três sensores feitos em parceria com a Leica. (Imagem: Xiaomi/Reprodução)

Qual é o preço do Xiaomi 18 Fold?

Disponível exclusivamente na China em seu lançamento, o novo Xiaomi 18 Fold não é um celular barato, assim como outros dobráveis. Ele será lançado em quatro versões (valores convertidos sem considerar taxas ou impostos nacionais):

  • 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento: 10.999 yuan (cerca de R$ 8,4 mil);
  • 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento: 11.999 yuan (cerca de R$ 9,1 mil);
  • 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento: 12.999 yuan (cerca de R$ 10 mil);
  • 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento: 14.999 yuan (cerca de R$ 11,4 mil).
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Tela maior do Xiaomi 18 Fold promete utilização imersiva com apps de terceiros. (Imagem: Xiaomi/Reprodução)

A Xiaomi também revelou uma edição especial em cerâmica do 18 Fold. Ela terá somente 1.500 unidades produzidas e seu preço é de 15.999 yuan (cerca de R$ 12,2 mil).

A empresa não confirmou, porém, se o novo Xiaomi 18 Fold será lançado no ocidente.

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Lenovo revela notebook compacto que expande tela flexível para até 17"

7 de Setembro de 2026, 09:00

O notebook com tela que se expande horizontalmente de 14 para 17 polegadas é uma das atrações da Lenovo na IFA Berlim 2026, que começou esta semana na Alemanha. Chamado de “Project Swan”, o conceito é baseado na tecnologia de display enrolável e tem como foco os usuários corporativos.

A gigante chinesa também está aproveitando a tradicional feira de tecnologia alemã para mostrar o “Project AeroBlade”, protótipo de laptop que se destaca pela ausência de ventoinhas, apostando em um sistema de refrigeração silencioso. O peso de apenas 830 gramas e a espessura de 10 mm são outros destaques do dispositivo.

Tela enrolável que se desdobra na horizontal

Diferente do ThinkBook Plus Gen 6, apresentado no ano passado e que se expande verticalmente, o Project Swan aumenta o tamanho do painel para os lados. Ele começa com um display OLED de 14 polegadas capaz de se expandir rapidamente ao acionar o modo desdobrável.

  • Tocando no botão da função de expansão, a tela flexível se transforma em uma versão maior, de 17 polegadas, com proporção 16:9;
  • A ideia é oferecer uma área ampla para multitarefa, como explicou a Lenovo, disponibilizando mais espaço para abrir painéis de controle, criar apresentações e colocar documentos lado a lado, por exemplo;
  • O protótipo tem 17,6 mm de espessura e 1,6 kg, medidas levemente superiores às médias de notebooks de 14 polegadas, mas abaixo das versões de 17 polegadas;
  • “Seja transitando entre escritórios, reuniões ou viagens, o conceito do Project Swan se adapta ao momento, criando uma tela contínua e mais ampla que oferece mais espaço para trabalho lado a lado”, afirmou a marca.

Não há maiores detalhes sobre a ficha técnica do notebook com tela que aumenta de tamanho na horizontal. Mas especula-se que ele receberá um novo chip da Intel caso chegue ao mercado, no lugar do Intel Lunar Lake utilizado no conceito.

Ainda em relação ao lançamento, a Lenovo também não revelou nenhuma informação. Vale lembrar que o ThinkBook Plus Gen 6 estreou custando US$ 3.500, o equivalente a R$ 17,9 mil pela cotação atual, em conversão direta, antes da crise que elevou os preços das memórias.

Nova arquitetura de resfriamento

Já o Project AeroBlade tem como destaque a solução térmica de estado sólido Active Flow, alimentada pela tecnologia AirJet. A inovação permitiu desenvolver um notebook mais fino e leve sem sacrificar o desempenho, como afirmou a fabricante.

O ultraportátil de 14 polegadas apresenta painel OLED de alta proporção entre tela e corpo, design premium em magnésio-alumínio e suporte às conectividades Thunderbolt 4 e Wi-Fi 7. Ele também usa chips Intel e é voltado para profissionais que precisam estar sempre online.

Assim como a versão com tela de 14 polegadas que aumenta para 17 polegadas, o notebook com design sem ventoinhas da Lenovo ainda não tem previsão de lançamento.

O Motorola Edge 70 Plus é outro dispositivo revelado na IFA 2026. Confira mais detalhes sobre o smartphone.

© Lenovo/Divulgação

12 jogos independentes brasileiros lançados em 2026 para conhecer

7 de Setembro de 2026, 08:15

O cenário brasileiro de jogos independentes ganhou novos lançamentos ao longo de 2026, com produções de diferentes gêneros e propostas para os jogadores aproveitarem. E para celebrar o feriado de Dia da Independência, o Voxel preparou uma lista com 12 projetos para você conhecer.

Entre RPGs, aventuras, jogos de ação e experiências narrativas, a lista mostra a variedade presente na atual produção independente brasileira. Lembrando que o país também ampliou sua presença em eventos internacionais ao levar cerca de 78 estúdios e empresas brasileiras na Gamescom 2026, segundo a Prefeitura de São Paulo. 

A seguir, o Voxel apresenta mais detalhes sobre cada um dos 12 jogos independentes brasileiros que selecionamos para esta lista, incluindo títulos já lançados e games que estão chegando em breve. Confira!

Capote: Truco e Boteco

Capote: Truco e Boteco leva os clássicos jogos de cartas brasileiros para um boteco virtual, com partidas para jogar com amigos ou outros jogadores. São três modos disponíveis: Capote Clássico, 21 da Bete e Truco, cada um com suas próprias regras e estratégias.

Gods of Sand

Gods of Sand é um jogo de gerenciamento de gladiadores que combina administração de um ludus com combates por turnos. O jogador deve treinar seus guerreiros, melhorar suas habilidades, disputar batalhas nas arenas e conquistar novos territórios em um cenário inspirado em Swords and Sandals.

A Investigação Póstuma

A Investigação Póstuma é uma aventura investigativa ambientada em uma versão noir do Rio de Janeiro de 1937. Preso em um loop temporal, o jogador precisa solucionar o assassinato de Brás Cubas enquanto descobre uma trama marcada por intrigas, traições e acontecimentos que se repetem.

Ghetto Zombies: Graffiti Squad

Ghetto Zombies: Graffiti Squad é um top-down shooter de ação em que o jogador enfrenta hordas de zumbis usando armas variadas e pouco convencionais. Enquanto sobrevive aos inimigos, a missão também envolve espalhar grafites pela cidade e transformar os cenários durante os combates.

Pimbolas

Pimbolas transforma o tradicional pebolim em uma disputa multiplayer para até quatro jogadores. As partidas contam com power-ups, arenas e inimigos diferentes, criando confrontos rápidos que podem ser jogados entre amigos.

Neve

Neve é uma ficção interativa não linear na qual as escolhas do jogador podem alterar os rumos da história. Após a queda de uma nave, é preciso administrar a equipe, investigar os mistérios do acidente e tomar decisões enquanto o tempo para descobrir a verdade se esgota.

Briefcase

Briefcase é um jogo de quebra-cabeças focado na organização de inventário, com 50 fases criadas manualmente. O objetivo é posicionar armas e outros itens corretamente, usando lógica e atenção aos detalhes para encontrar a melhor configuração e avançar pelos desafios.

Outlive 25

Outlive 25 é uma versão remasterizada do clássico jogo brasileiro de estratégia, trazendo campanhas, diferentes facções e partidas online. O multiplayer permite confrontos com até 16 jogadores simultaneamente, enquanto as campanhas apresentam batalhas e objetivos distintos.

Nested Lands

Nested Lands é um RPG medieval de sobrevivência que combina construção de vilas, gerenciamento de comunidades e combates. O jogador deve reunir sobreviventes, estabelecer um assentamento, produzir equipamentos e desenvolver habilidades para enfrentar o mundo, sozinho ou em cooperação online.

Gaúcho Origins

Gaucho and the Grassland mistura aventura e farming sim em uma jornada ambientada em um mundo inspirado na cultura gaúcha — e também acaba de chegar ao mobile com o nome de Gaúcho Origins. É possível explorar pastagens, serras, praias e áreas mágicas enquanto ajuda habitantes e criaturas místicas a restaurar o equilíbrio da região.

AVIÃOZINHO DO TRÁFICO PRÉ 4

AVIÃOZINHO DO TRÁFICO PRÉ 4 chega à Steam em 16 de setembro e é um FPS brasileiro inspirado nos boomer shooters clássicos, especialmente no primeiro Quake, e desenvolvido com a id Tech 2. 

O jogo combina combates frenéticos, estética dos mods brasileiros dos anos 2000, referências à cultura nacional e uma campanha ambientada após os acontecimentos do terceiro título.

ABYSS X ZERO

ABYSS X ZERO é um metroidvania 3D que está em desenvolvimento e combina exploração, masmorras e combates de ação. A aventura permite controlar dois personagens, Codinome A e Codinome Z, que possuem habilidades próprias e estilos diferentes para enfrentar inimigos e interagir com o ambiente.

Curtiu a lista com os principais jogos brasileiros lançados em 2026? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel qual deles você mais gostou!

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Halloween, Valheim, Hot Wheels: Infinite Rush e mais! Veja os lançamentos de games da semana

6 de Setembro de 2026, 19:30

Mais uma semana que começa com a nossa lista de lançamentos, tudo para te ajudar a se programar para os próximos dias. O grande destaque dessa vez é Halloween: The Game, título que te coloca no controle do vilão Michael Myers em uma experiência que pode ser jogada de forma cooperativa ou em uma campanha solo.

Outro destaque é Valheim, game de sobrevivência inspirado na mitologia nórdica que, depois de um longo tempo em acesso antecipado, finalmente será lançado de forma oficial. Confira a lista completa de lançamentos da semana e os respectivos preços!

Tiny Eden - 7 de setembro

  • Plataformas: PC

Tiny Eden é um jogo de estratégia e construção que coloca o jogador no controle de um pequeno ecossistema. A dinâmica consiste em desenvolver e expandir esse ambiente ao longo da aventura, em uma proposta que combina gerenciamento de recursos, organização do espaço e decisões estratégicas, permitindo criar e aprimorar diferentes estruturas enquanto o cenário evolui.

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A experiência aposta em uma abordagem acessível e relaxante, com desafios que exigem planejamento para aproveitar os recursos disponíveis da melhor maneira. Além disso, o game traz gráficos realistas que ampliam a imersão do jogador. O game ainda não tem um preço definido, mas já possui uma versão demo gratuita para download.

Halloween: The Game - 8 de setembro

  • Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e PC

Halloween: The Game é um jogo de terror e sobrevivência inspirado na clássica franquia do cinema. Ele permite controlar o vilão Michael Myers em uma campanha solo ou em partidas multiplayer onde os demais jogadores precisam cooperar para sobreviver, cumprindo objetivos e encontrando uma maneira de escapar do assassino.

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A proposta explora elementos tradicionais da franquia, incluindo a atmosfera sombria, perseguições e cenários inspirados no universo de Halloween. Os sobreviventes precisam trabalhar em equipe e utilizar os recursos disponíveis para evitar Michael Myers, enquanto o assassino conta com habilidades próprias para rastrear suas vítimas. O jogo já está em pré-venda a partir de R$ 124,99, sendo que quem adquirir a Deluxe Edition já pode conferir o título completo em acesso antecipado.

Mewgenics! - 8 de setembro

  • Plataformas: PS5, Xbox Series X / S e Nintendo Switch 2

Mewgenics! é um RPG tático desenvolvido pela equipe responsável por The Binding of Isaac, que se tornou um fenômeno no PC. O título coloca os jogadores no controle de uma equipe de gatos que precisa explorar um mundo repleto de perigos, participando de batalhas por turnos e enfrentando inimigos enquanto desenvolvem e personalizam seus companheiros felinos.

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Um dos grandes diferenciais está na possibilidade de criar novas gerações de gatos por meio de cruzamentos, combinando características, habilidades e diferentes tipos de comportamento. Cada animal pode apresentar atributos únicos, tornando a formação da equipe parte fundamental da estratégia. O game ainda não possui um preço definido. 

Valheim - 9 de setembro

  • Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, Xbox One e Nintendo Switch 2 e PC

Valheim é um jogo de sobrevivência e exploração ambientado em um purgatório inspirado na mitologia nórdica. No papel de guerreiros vikings enviados por Odin, os jogadores precisam enfrentar criaturas sobrenaturais e derrotar poderosos chefes espalhados por diferentes biomas. Para sobreviver, é necessário coletar recursos, construir abrigos, fabricar equipamentos e explorar um mundo gerado proceduralmente.

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A experiência pode ser aproveitada sozinho ou em servidores cooperativos com outros jogadores, permitindo construir grandes bases, navegar pelos mares e enfrentar inimigos em grupo. A progressão acompanha a exploração dos biomas, com novos materiais e equipamentos sendo liberados conforme os desafios aumentam. O jogo está em pré-venda a partir de R$ 89,99.

Hot Wheels: Infinite Rush - 10 de setembro

  • Plataformas: PS5, Xbox Series X / S, Nintendo Switch 2 e PC

Hot Wheels: Infinite Rush é um jogo de corrida baseado na tradicional coleção de carrinhos da Mattel. O título transporta os veículos para pistas cheias de loops, rampas, curvas e obstáculos, permitindo disputar corridas com carros inspirados em modelos clássicos e modernos da franquia.

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Além das corridas tradicionais, o jogo aposta em diferentes possibilidades de personalização e progressão para os veículos, permitindo modificar o desempenho e a aparência dos carros. As pistas foram desenvolvidas para valorizar manobras e momentos de velocidade extrema, mantendo o espírito arcade característico da franquia. O game ainda não possui um preço definido. 

E na sua opinião, qual o game mais esperado da semana? Conte para a gente nas redes sociais do Voxel!

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Hot Wheels Infinite Rush é bom demais, mas tem ambição miniaturizada

6 de Setembro de 2026, 19:15

Setembro de 2026 vai ficar conhecido na história como o mês que levou muitos fãs de videogame à falência. É o temido período do ano em que a carteira chora e a mãe não vê. Parte dessa culpa, obviamente, se deve ao fato de que todas as empresas do mundo estão antecipando seus produtos e fugindo de um fenômeno cultural chamado GTA VI. Compreensível, vai.

Em um mar de ótimos lançamentos, com opções para todos os gostos, Hot Wheels Infinite Rush é uma boa pedida para quem, desde o lançamento de Forza Horizon 6, anseia por mais corridas arcade. Falando na franquia mais prolífica da Microsoft, acima de Gears e Halo, Forza fez escola para muitos games do gênero, e agora Hot Wheels tem um Horizon para chamar de seu. 

Produzido pela Milestone S.r.l., desenvolvedora PhD em títulos de corrida, como MotoGP e Ride, Hot Wheels Infinite Rush eleva o trabalho realizado em títulos anteriores e tem como grande trunfo suas quatro ilhas exploráveis, que operam, em formato e escopo, como pequenos mundos abertos. Apesar de trazer boas novidades, trata-se de mais um ótimo game de “brinquedo” sem grandes pretensões. 

Horizon de brinquedo

Como eu vinha dizendo, os mapas abertos de Infinite Rush são um convite à exploração e estimulam o jogador logo de cara a desbravá-los em busca de atividades, desafios e uma infinidade de colecionáveis. Se você vem de Hot Wheels Unleashed, poucos minutos são necessários para perceber que a campanha estruturada em eventos foi completamente abolida. 

Cada uma das quatro regiões do arquipélago possui um chefão, o Rush Master, que precisa ser vencido para que você avance para uma nova área e, por consequência, desbloqueie mais uma batelada de tarefas, desde atropelar o maior número de peças dentro de um limite de tempo até tirar fotos de pontos turísticos e disputar rachas contra gangues locais. 

É nítido o empenho do estúdio em tentar diversificar ao máximo as atividades de um jogo de corrida que, bem, não se limita às corridas. Há, por exemplo, centenas de colecionáveis, incluindo engrenagens e grafites, que fazem alguns obstáculos se transformarem quase em uma experiência de plataforma 3D oriunda do PlayStation 2. 

Playgrounds em formato de maquete

As ilhas são verdadeiros playgrounds de acrobacias e drifts, cada qual com uma temática visual única, com destaque para uma recriação miniaturizada do Japão e a arquitetura marcante de seus templos. A área repleta de areia, por sua vez, me remeteu às regiões desérticas dos Estados Unidos, como os vales secos de Nevada, cenário adequado para disputas off-road. 

Ao contrário de outros games de carro, a graça aqui é justamente não ver o mundo reagir às suas ações, por mais estranho que isso possa soar. Como era para ser, o mundo parece mesmo uma maquete: você pode destruir qualquer composição sem ser penalizado por isso, como se estivesse literalmente brincando com carrinhos em miniatura. 

Não houve um momento sequer ao longo da campanha de quase 20 horas que me fez querer parar de jogar pela repetição de coisas para fazer. É, na verdade, o oposto disso: queria ter feito muito mais das missões que estão disponíveis, mas chega um momento em que tudo o que sobra, depois de ter limpado o mapa, são as disputas multiplayer. 

Ainda que as ilhas não sejam exatamente enormes, sinto que suas áreas poderiam ter sido melhor aproveitadas, talvez se a produtora contasse com um pouco mais de tempo no ciclo de desenvolvimento. Em outras palavras, há espaços subaproveitados que teriam rendido ótimos circuitos para outras corridas. 

Satisfatório é pouco

A jogabilidade, o elemento fundamental de qualquer jogo de corrida, está mais refinada que nunca em Hot Wheels Infinite Rush. A arte de controlar carros de brinquedo foi dominada pela Milestone S.r.l. e, honestamente, não vejo mais como melhorar. São quatro tipos de veículo ao todo, cada um com suas particularidades, pontos fracos e fortes. 

Trocar de miniatura se faz necessário para superar determinados desafios, uma vez que os terrenos exigem atributos diferentes. Ao cumprir objetivos de derrapagem, você naturalmente precisa de um carro mais, digamos, maleável na direção, próprio para drift, enquanto embates de velocidade pedem Speeders, cujo controle é mais rígido, apropriado para pilotar em ritmo frenético.

Os mais de 150 Hot Wheels disponíveis despertam o colecionismo que vive entre nós, e você pode comprá-los com as moedas adquiridas como recompensa nas atividades que cumpre. Mais que instigar o espírito colecionista, investir em novos modelos é a forma mais eficaz de, gradualmente, progredir, considerando os atributos de cada carrinho. 

Derrapar é uma das sensações mais satisfatórias que se pode ter em Infinite Rush. Inclusive, você vai querer deslizar no drift até nos momentos inoportunos, o que não costuma custar caro nas corridas, dado o nível de dificuldade muito baixo do game, mesmo jogando no normal, o que parece uma tentativa clara de atrair públicos de outras faixas etárias. 

O senso de velocidade é outro aspecto que me fez querer circular pelos mapas mesmo sem ter o que fazer, por pura terapia. Correr nas pistas de loop vertical, aquelas em que você fica de ponta-cabeça, com o carrinho energizado com um “imã” em sua base, é absolutamente cinema. O tipo de sensação que é difícil de transmitir com palavras, só jogando para ver. 

A lição de casa para um Infinite Rush 2

O que me atrapalhou, no entanto, foram as telas excessivas de carregamento que, mesmo em um PS5 Pro, demoravam alguns bons segundos para me levar até o mundo aberto ao final de uma missão. Incompreensível para um título que não se propõe a ser técnico, tampouco é exigente em termos de hardware no PC. 

Outro desconforto que senti foi a ausência de indicadores durante as corridas. Sim, existem ícones e marcadores pelos quais você tem que passar, mas é comum se perder em meio às distrações visuais que esse playground colorido promove. Você raramente vai precisar recomeçar uma prova pelo fator dificuldade, e sim por ter se desvirtuado sem querer da rota principal. 

Vale a pena? 

Hot Wheels Infinite Rush bebe da fonte de Forza Horizon para entregar a melhor representação dos carrinhos da Mattel nos videogames. A estrutura de mundo aberto parece feita sob medida para o playground de veículos de brinquedo, com atividades variadas que fazem bom uso das mecânicas acrobáticas e de drift, apesar de sua ambição ser miniaturizada quando o assunto é quantidade de conteúdo. 

Nota: 80

Pontos positivos (Prós):

  • Estrutura em mundo aberto;
  • Atividades variadas espalhadas pelos quatro mapas;
  • Grande quantidade de miniaturas para desbloquear;
  • Dirigibilidade dos carrinhos no seu ápice;
  • Bom visual. 

Pontos negativos (Contras):

  • Telas de carregamento excessivas; 
  • Espaços subaproveitados dos mundos;
  • Sinalização confusa durante as corridas.

Uma cópia de Hot Wheels Infinite Rush foi gentilmente fornecida pela Milestone S.r.l. para fins de análise no PS5 Pro. O jogo está disponível par PS5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC.
 

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Da Magia à Sedução, Oasis e mais! Os lançamentos de filmes e séries da semana (06/09)

6 de Setembro de 2026, 18:15

A segunda semana de setembro chega com uma boa dose de nostalgia nos cinemas. É por isso que um dos grandes destaques é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor, sequência do clássico de 1998 que reúne novamente Sandra Bullock e Nicole Kidman como as irmãs Sally e Gillian Owens.

A música também toma conta das telonas com Oasis: Don’t Look Back in Anger, documentário que acompanha o retorno de Liam e Noel Gallagher aos palcos durante a histórica turnê Oasis Live ’25. Também desembarca nos cinemas o terror Bunny-Man, sobre um homem que vive uma vida dupla.

Enquanto isso, os streamings recebem Desaparecida, novo suspense do Apple TV, e a segunda temporada do dorama Made in Korea.

Confira os principais lançamentos de filmes e séries da semana!

Made in Korea - Temporada 2 (09/09)

  • Série de suspense
  • Onde assistir: Disney+

Made in Korea está de volta menos de um ano depois de sua estreia. A segunda temporada do dorama estrelado por Hyun Bin, Jung Woo-sung e Woo Do-hwan retoma a história nove anos após os acontecimentos da primeira, com Baek Ki-tae ocupando uma posição ainda mais poderosa dentro da KCIA.

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Made in Korea

Enquanto Ki-tae fica cada dia mais influente, Jang Geon-young retorna disposto a se vingar do homem responsável por destruir sua carreira. A temporada terá seis episódios, com os dois primeiros chegando juntos em 9 de setembro. Depois, dois novos capítulos serão lançados às quartas-feiras até o desfecho, em 23 de setembro.

Desaparecida (09/09)

  • Série de mistério
  • Onde assistir: Apple TV

Nesta semana, o Apple TV aposta no mistério com Desaparecida, nova série australiana estrelada por Patrick Brammall. A trama acompanha Ian Ridley, um detetive que viu sua vida desmoronar após, 11 anos atrás, sua filha Maggie desaparecer sem deixar rastros.

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Desaparecida

Agora trabalhando como despachante da polícia, Ian recebe uma ligação de emergência de uma adolescente e fica convencido de que a garota do outro lado da linha é sua filha que tanto procura. A partir daí, ele inicia uma busca desesperada para descobrir a verdade e reunir sua família novamente. A série terá seis episódios, com os dois primeiros disponíveis na estreia e os demais chegando semanalmente!

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor (10/09)

  • Filme de fantasia
  • Onde assistir: cinemas

Quase três décadas depois, Sandra Bullock e Nicole Kidman estão de volta ao universo de Da Magia à Sedução. Em Feitiço de Amor, Sally e Gillian Owens precisam mais uma vez lidar com a magia ancestral da família enquanto enfrentam uma maldição sombria que ameaça destruir de vez o clã das bruxas.

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor

Dirigido por Susanne Bier, o longa também reúne novas e conhecidas gerações da família Owens. Além de Bullock e Kidman, o elenco conta com Joey King, Lee Pace, Maisie Williams e Xolo Maridueña, além dos retornos de Dianne Wiest e Stockard Channing. O roteiro é baseado em O Livro de Magia, de Alice Hoffman, obra que encerra a série literária iniciada por Da Magia à Sedução.

Oasis: Don’t Look Back in Anger (10/09)

  • Documentário musical
  • Onde assistir: cinemas

Depois de uma das reuniões mais comentadas da música nos últimos anos, chegou a hora de acompanhar o retorno do Oasis também nos cinemas. Don’t Look Back in Anger registra a turnê Oasis Live ’25, que marcou a volta de Liam e Noel Gallagher juntos aos palcos após 16 anos.

Oasis: Don’t Look Back in Anger

O documentário traz imagens de ensaios, bastidores e apresentações da turnê, além das primeiras entrevistas conjuntas dos irmãos Gallagher em mais de 20 anos. Dirigido por Dylan Southern e Will Lovelace, o filme também explora a relação dos fãs com a banda e o impacto de seu aguardado retorno. Para quem gosta de produções do gênero, o Minha Série também tem uma seleção de filmes sobre grandes bandas e nomes do rock!

Bunny-Man (10/09)

  • Filme de suspense
  • Onde assistir: cinemas

Bunny-Man chega apresentando uma figura bem diferente dos personagens tradicionais do gênero. A história acompanha uma estrela mundial da música que esconde uma vida dupla: longe dos holofotes, ele assume a identidade de um vigilante mascarado para combater criminosos e ajudar pessoas inocentes.

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Bunny-Man

Traumatizado por um acontecimento do passado, Bunny-Man usa suas habilidades de combate, conhecimentos de tecnologia e uma enorme fortuna em sua missão. O elenco conta com James Franco, Mike Tyson e a brasileira Débora Nascimento.

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© Divulgação/Warner Bros. Pictures

8 comédias em que o segundo filme é melhor que o original

6 de Setembro de 2026, 16:15

Fazer uma boa comédia já é difícil. Fazer uma sequência ainda melhor é quase um milagre. O humor é subjetivo, os personagens já foram apresentados e a expectativa do público costuma ser altíssima depois de um primeiro filme de sucesso. 

Ainda assim, algumas franquias de comédia conseguiram a proeza de lançar um segundo longa que supera o original, seja pela evolução dos personagens, pela criatividade dos roteiristas ou simplesmente porque tudo ficou mais afinado na segunda tentativa.

Se você já assistiu a um filme de comédia e saiu pensando "o segundo é muito melhor", saiba que não está sozinho. Há continuações que viraram referências do cinema de comédia exatamente porque souberam aproveitar o que o original construiu para ir além, entregando mais risadas, mais emoção e histórias mais consistentes. 

Não é pouca coisa, especialmente em um gênero que raramente permite repetir a mesma fórmula sem soar cansativo.

8 continuações de comédia que superaram o original

Nesta lista, reunimos 8 sequências de filmes de comédia que conseguiram superar os longas originais. São títulos que mostram como uma franquia bem conduzida pode crescer com o tempo, entregando ao público algo ainda mais especial na segunda visita. 

Confira quais continuações de comédia entraram para a história do cinema por mérito próprio, e de onde assistir a cada uma delas.

8 - Shrek 2 (2004)

O primeiro Shrek já era um fenômeno: ganhou o Oscar de Melhor Filme de Animação em 2002, o primeiro da história da categoria, e faturou uma fortuna nas bilheterias. 

Difícil imaginar que uma sequência pudesse superar isso. Mas Shrek 2 conseguiu.

Neste segundo filme, o ogro e Fiona viajam ao reino de Tão Tão Distante para conhecer os pais dela, o que abre espaço para novas dinâmicas, novos personagens e muito mais humor. 

É aqui que o Gato de Botas entra na trama, com aquela expressão de olhinhos arregalados que se tornaria ícone da cultura pop. 

A animação tem uma nota no Rotten Tomatoes ligeiramente superior ao original e quase dobrou a arrecadação nas bilheterias. O elenco conta com Mike Myers, Cameron Diaz, Eddie Murphy e Antonio Banderas.

  • Onde assistir:Amazon Prime Video

7 - Toy Story 2 (1999)

Toy Story é uma obra-prima. Com 100% no Rotten Tomatoes, parecia impossível igualá-lo. 

Toy Story 2 não só igualou como, para muitos críticos e espectadores, acabou sendo o melhor dos dois. 

O filme acompanha os brinquedos em uma missão de resgatar Woody, que foi roubado por um colecionador e descobre que faz parte de um conjunto raro chamado Woody's Roundup.

A cena de Jessie ao som de “When She Loved Me” é um dos momentos mais emocionantes de toda a franquia, e diz muito sobre a profundidade que a Pixar soube injetar em um filme de animação voltado para crianças, mas que toca adultos de forma igualmente poderosa. 

Tom Hanks, Tim Allen e Joan Cusack estão no elenco.

  • Onde assistir: Disney+

6 - Anjos da Lei 2 (2014)

Quando Anjos da Lei estreou em 2012, ninguém esperava muito de uma adaptação de uma série policial dos anos 1980 protagonizada por Channing Tatum e Jonah Hill. 

O filme surpreendeu e foi um sucesso de crítica e público. Mas foi a sequência que realmente elevou a franquia a outro nível.

Anjos da Lei 2 manda os dois policiais para a faculdade e inverte sutilmente os papéis dos personagens, já que as dinâmicas sociais mudam bastante depois do ensino médio. 

O grande trunfo do filme, porém, é a consciência que tem de si mesmo: os diretores Phil Lord e Christopher Miller constroem um meta-comentário hilário sobre sequências de filmes, fazendo piadas sobre o próprio fato de estarem rodando uma continuação com orçamento ainda maior. 

É esperto, engraçado e mais divertido que o original em quase todos os aspectos.

  • Onde assistir: MGM+ (via Prime Video)

5 - Top Gang 2! - A Missão (1993)

A primeira parte de Top Gang! era uma paródia competente das grandes produções de ação dos anos 1980, com Charlie Sheen no papel do piloto Topper Harley. Boa, mas nada além disso. A sequência, no entanto, é outra história. 

Se você curte filmes que brincam com a própria linguagem do cinema, vale explorar também os 10 melhores filmes do Robert De Niro, outro grande nome que esteve em comédias marcantes ao longo da carreira.

Top Gang 2! aprimora tudo: as piadas são mais criativas, as referências a outros filmes são mais precisas e o resultado final coloca essa continuação no mesmo nível das melhores paródias da época. 

Charlie Sheen protagoniza um momento genial ao cruzar com seu pai, Martin Sheen, numa referência direta a Apocalypse Now. Um dos melhores filmes de paródia já feitos.

  • Onde assistir: Disney+

4 - A Família Addams 2 (1993)

A Família Addams de 1991 foi uma boa reintrodução à icônica família gótica, mas penou um pouco para equilibrar os personagens e encontrar seu tom. 

A sequência, A Família Addams 2, acertou tudo o que o primeiro filme deixou pela metade.

O destaque absoluto é Wandinha Addams, interpretada por Christina Ricci, que junto com Pugsley vai parar em um acampamento de férias e literalmente vira a vida de todo mundo de cabeça para baixo. 

As cenas no acampamento são deliciosamente sombrias e engraçadas, e a sequência teve uma recepção crítica bem superior ao original. 

Apesar de não ter repetido o desempenho de bilheteria do primeiro, é unanimidade entre os fãs: este é o melhor da franquia.

  • Onde assistir: Paramount+ e Mercado Play

3 - Férias Frustradas de Natal (1989)

A franquia Férias Frustradas começou com Clark Griswold (Chevy Chase) levando a família a um parque de diversões, depois foi para a Europa. 

Mas foi esta terceira entrada, com temática natalina, que se tornou definitiva e, de longe, a melhor da série.

Clark tenta, com todo o seu esforço característico e ingênuo, organizar o Natal perfeito para a família. Entre parentes difíceis, um bônus que some sem avisar e o incontrolável primo Eddie com suas soluções criativas para os problemas, o filme entrega uma comédia deliciosa que é também um clássico natalino. 

Assistir uma vez é o suficiente para querer rever todo dezembro.

  • Onde assistir: Prime Video (aluguel).

2 - Austin Powers: O Agente Bond Cama (1999)

O primeiro Austin Powers foi uma paródia inteligente do gênero de espionagem, com Mike Myers brilhando nos papéis duplos de Austin e do vilão Dr. Evil. 

A sequência, O Agente Bond Cama, expande tudo isso e entrega um resultado ainda mais satisfatório.

Neste segundo filme, Myers acrescenta um terceiro personagem ao seu repertório, Fat Bastard, enquanto Heather Graham entra como novo interesse amoroso. 

O grande acerto da sequência é dar muito mais espaço ao Dr. Evil, o personagem mais engraçado da franquia, além de explorar melhor a dinâmica entre ele e seu filho Scott Evil (Seth Green) e o hilário Mini-Me (Verne Troyer). 

Um filme que sabe exatamente o que funciona e vai fundo nisso. 

Para quem ama filmes de comédia com personagens marcantes, vale conferir também os 20 melhores filmes de comédia com Ben Stiller, outra referência do gênero.

  • Onde assistir: Prime Video

1 - Quanto Mais Idiota Melhor 2 (1993)

Quanto Mais Idiota Melhor foi um sucesso improvável: uma comédia baseada em um esquete do Saturday Night Live protagonizada por Mike Myers e Dana Carvey que se tornou um hit de bilheteria em 1992. 

O segundo filme apostou em uma escala muito maior, tirando os personagens do porão e colocando-os em uma aventura mais ambiciosa.

Na sequência, Wayne e Garth tentam organizar o Waynestock, um grande festival de rock, depois de uma visita do falecido Jim Morrison em sonho. 

A presença de Christopher Walken, as piadas autoconscientes e a energia incontrolável do duo fazem de Quanto Mais Idiota Melhor 2 um favorito cult que, para muitos fãs, supera o original pelo simples fato de ser mais ousado e mais criativo. 

Um final digno para uma franquia que desafiou todas as expectativas.

  • Onde assistir: Prime Video (aluguel)

Sequências melhores que o original são raras no cinema, e no universo das comédias então, são um fenômeno ainda mais especial. 

Esses 8 filmes provam, portanto, que, com os ingredientes certos, é possível superar as expectativas e entregar algo ainda mais memorável na segunda tentativa. 

Se você ainda não viu algum deles, agora tem uma lista de sobra para começar.

Gostou da seleção? Compartilhe esta matéria nas suas redes sociais e ajude mais pessoas a descobrirem essas joias do cinema de comédia. 

E se você gosta de explorar listas de filmes por aqui, não deixe de conferir também 7 filmes incríveis sobre tecnologia que você pode não conhecer, outra seleção que vale muito a pena.

© Reprodução/DreamWorks

The Early Spring: Tudo sobre o novo c-drama dublado da Netflix

6 de Setembro de 2026, 10:15

Enquanto os K-dramas costumam dominar as conversas sobre séries asiáticas no streaming, foi um romance chinês que surpreendeu o catálogo da Netflix Brasil nas últimas semanas. 

The Early Spring estreou em 26 de agosto de 2026 e, em apenas dois dias, já ocupava o segundo lugar entre as séries mais assistidas da plataforma no país.

Parte da explicação está em um detalhe simples, mas raro para esse tipo de produção: a série chegou com dublagem em português do Brasil. 

Para quem já se acostumou a maratonar K-dramas com vozes nacionais, pode parecer pouco, mas para os C-dramas essa ainda é uma exceção. E é justamente por isso que vale conhecer melhor essa história antes de dar o play.

Do que trata The Early Spring?

A trama acompanha Shang Zhitao, uma recém-formada comum que consegue, contra todas as expectativas, uma vaga em uma das maiores agências de publicidade do mundo. 

Logo no primeiro dia, ela esbarra em Luan Nian, seu chefe direto, um profissional talentoso, ácido e pouco paciente, que praticamente sugere que ela desista antes mesmo de começar.

Shang Zhitao não desiste. Ao longo dos episódios, ela enfrenta a pressão do ambiente corporativo, amadurece profissionalmente e se firma como uma referência dentro da empresa. 

É nesse processo que se apaixona por Luan Nian, e os dois vivem um relacionamento que dura seis anos, até que uma sequência de mal-entendidos faz com que ela desapareça sem explicações. 

O reencontro acontece anos depois, quando ela já reconstruiu a vida na cidade natal, tocando um restaurante e uma pequena empresa de eventos por conta própria.

É um ponto de partida familiar, mas a série ganha força justamente ao evitar o atalho mais óbvio: Shang Zhitao não cresce apenas porque chamou a atenção de um homem poderoso, e Luan Nian precisa aprender que desejo e admiração não lhe dão o direito de conduzir a relação sozinho.

The Early Spring: quem está por trás das câmeras

The Early Spring é uma adaptação do romance online Zao Chun Qing Lang, de Gu Niang Bie Ku, com direção de Jiang Jizheng e roteiro de Gao Xiaoxian. 

A produção é chinesa, exibida originalmente pelo Youku, e reúne Jing Boran no papel de Luan Nian e Sun Qian como Shang Zhitao, com boa parte da química do casal sustentando o interesse do público.

Se você gosta de romances asiáticos e ainda não conhece o gênero, esta lista com doramas românticos para assistir no streaming é um bom próximo passo depois de terminar a temporada.

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The Early Spring surpreendeu e subiu rapidamente no catálogo da Netflix (Imagem: Netflix).

Um cuidado pouco comum nos bastidores de The Early Spring

Um dos detalhes mais comentados da produção não aparece na tela, mas moldou diretamente as cenas mais íntimas entre os protagonistas. 

A taiwanesa Tsai Chia-yin, também creditada como Cai Jiayin e conhecida por seu trabalho como coordenadora de intimidade em Vamos Falar de Chu, acompanhou a preparação dos momentos de maior proximidade física entre Jing Boran e Sun Qian.

Na prática, essa função vai muito além de deixar cenas de beijo ou de cama mais ousadas. A coordenadora conversa com direção e elenco, transforma o roteiro em movimentos que podem ser ensaiados e ajuda os atores a estabelecerem limites antes das gravações. 

O diretor Jiang Jizheng explicou que a posição de força entre Luan Nian e Shang Zhitao muda ao longo do relacionamento, e a intimidade em cena precisava acompanhar essa transformação.

Embora parte da imprensa asiática tenha apresentado a série como a primeira produção da China continental a adotar formalmente esse trabalho, o mais correto é tratá-la como uma das primeiras a incorporar essa prática de forma sistemática e assumida.

The Early Spring: 24 episódios em pouco mais de uma semana

Outro fator que ajuda a explicar o desempenho da série é o ritmo de lançamento. 

Em vez de disponibilizar a temporada completa de uma vez, a Netflix seguiu o cronograma acelerado usado originalmente pelo Youku: os quatro primeiros episódios chegaram em 26 de agosto, e a partir daí passaram a ser lançados dois capítulos por dia, até fechar os 24 episódios em 5 de setembro.

Esse formato mantém o público voltando ao catálogo diariamente, algo que também tem funcionado bem em outros lançamentos recentes, como mostra este guia completo sobre Um Grude de Amor, novo dorama da Netflix.

Onde assistir The Early Spring?

A série está disponível na Netflix Brasil, com áudio em português do Brasil e mandarim, todos os 24 episódios já concluídos no catálogo. 

No MyDramaList, a produção acumula nota 8,7 e figura entre os títulos mais comentados de 2026, com destaque para o carisma do casal principal e para o retrato do ambiente publicitário chinês.

O sucesso também não ficou restrito ao Brasil: a série chegou à liderança do ranking de popularidade da Maoyan na China e apareceu entre os títulos mais assistidos da Netflix no mundo pelo levantamento do FlixPatrol, mostrando que o interesse por esse romance atravessou fronteiras rapidamente.

Se The Early Spring despertou seu interesse pelos dramas chineses e coreanos, vale conferir também quais K-dramas estreiam em setembro, esta seleção com 32 doramas disponíveis nos principais streamings e a lista dos 10 doramas mais aguardados de 2026. 

Fique de olho no Minha Série para acompanhar tudo sobre o universo dos doramas e não perder nenhum lançamento.

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© Netflix

10 filmes com dinossauros para assistir além de Jurassic Park

5 de Setembro de 2026, 16:15

Filmes com dinossauros para assistir além de Jurassic Park existem em quantidade suficiente para preencher várias noites de maratona, e o mais interessante é que boa parte dessa produção nem sempre recebe a atenção que merece. 

Antes mesmo de Steven Spielberg trazer os répteis gigantes de volta às telonas em 1993, o cinema já flertava com criaturas pré-históricas em produções de aventura, terror, ficção científica e animação.

10 filmes com dinossauros além de Jurassic Park

A lista a seguir reúne 10 opções de filmes de dinossauros de diferentes décadas, do stop-motion clássico dos anos 1960 até o lançamento mais recente do gênero, ainda em cartaz nos cinemas em 2026. Há espaço para nostalgia, sustos, comédia e até drama familiar, sempre com os grandes lagartos como protagonistas.

Vale reforçar que o sucesso permanente da franquia criada por Spielberg não é acaso. Aliás, a força comercial de Jurassic Park é tão grande que ela costuma ser usada como parâmetro até para comparar orçamentos de outras franquias no cinema. Mas, como esta lista mostra, dá para ir muito além dela. Vejamos!

10 - O Elo Perdido (2009)

Estrelado por Will Ferrell, Anna Friel e Danny McBride, O Elo Perdido é uma comédia de aventura dirigida por Brad Silberling. 

O enredo acompanha um cientista desacreditado que acaba sugado por um vórtice espaço temporal junto de sua assistente e de um sobrevivencialista, indo parar em um universo paralelo repleto de dinossauros e criaturas fantásticas. 

O tom é mais leve e bem humorado do que o de outras produções da lista, ideal para quem busca um passatempo despretensioso.

  • Onde assistir: Netflix

9 - Em Busca do Vale Encantado (1988)

Clássico da animação produzido por Don Bluth, com participação de Steven Spielberg na produção executiva, Em Busca do Vale Encantado conta a jornada de um jovem dinossauro chamado Littlefoot em busca de um paraíso mítico após um terremoto separar sua família. 

A obra rendeu diversas continuações e é um marco para quem cresceu assistindo animações sobre dinossauros nos anos 1980 e 1990.

  • Onde assistir: Prime Video (aluguel ou compra)

8 - 65 - Ameaça Pré-Histórica (2023)

Com Adam Driver no papel principal, 65 Ameaça Pré-Histórica mistura ficção científica e sobrevivência ao mostrar um piloto que sofre um acidente e descobre que caiu na Terra, só que 65 milhões de anos no passado, cercado por dinossauros. 

Dirigido por Scott Beck e Bryan Woods, o filme aposta em tensão constante e poucos diálogos para construir a atmosfera de isolamento. 

  • Onde assistir: Netflix

7 - O Vale de Gwangi (1969)

Um dos trabalhos mais lembrados do mestre dos efeitos visuais Ray Harryhausen, O Vale de Gwangi mistura faroeste e aventura pré-histórica ao mostrar cowboys que encontram um vale escondido no México repleto de dinossauros. 

A animação em stop motion, mesmo datada, ainda impressiona pela criatividade e serviu de inspiração para diversos diretores que vieram depois, incluindo nomes ligados a produções recentes sobre o tema. 

  • Onde assistir: Claro TV+

6 - Dinossauro (2000)

Produção da Disney que combina animais gerados digitalmente com cenários reais, Dinossauro acompanha um iguanodonte chamado Aladar que precisa atravessar terras hostis após um meteoro destruir seu lar. 

Na época do lançamento, o filme chamou atenção pelo avanço técnico da computação gráfica aplicada a criaturas fotorrealistas. 

  • Onde assistir: Disney+

5 - Primitive War (2025)

Baseado no livro de Ethan Pettus, Primitive War transporta o gênero para um cenário inusitado: a Guerra do Vietnã. 

A trama segue um grupo de soldados enviado para investigar o desaparecimento de uma unidade militar em uma região da selva onde dinossauros ainda sobrevivem. 

A mistura de guerra e terror pré-histórico rendeu um filme mais sangrento e adulto do que boa parte das opções desta lista, e vale a conferida para quem busca algo diferente dentro do gênero.

  • Onde assistir: Indisponível

4 - Mil Séculos Antes de Cristo (1966)

Estrelado por Raquel Welch, Mil Séculos Antes de Cristo é outro clássico com efeitos de Ray Harryhausen, retratando tribos rivais em um mundo habitado por dinossauros. 

Apesar dos anacronismos científicos, já que humanos e dinossauros nunca coexistiram, o filme se tornou um marco estético da época e influenciou produções posteriores do gênero de aventura pré-histórica.

  • Onde assistir: Claro TV+

3 - O Bom Dinossauro (2015)

Animação da Pixar dirigida por Peter Sohn, O Bom Dinossauro parte de uma premissa alternativa na qual o meteoro que causou a extinção dos dinossauros nunca atingiu a Terra. 

A história acompanha Arlo, um jovem apatossauro que se perde de sua família e precisa encontrar o caminho de volta para casa com a ajuda de um garoto humano. 

O longa aposta em cenários grandiosos e uma narrativa emocional típica do estúdio.

  • Onde assistir: Disney+

2 - King Kong (2005)

Dirigido por Peter Jackson, este remake do clássico King Kong leva os personagens à misteriosa Ilha da Caveira, repleta de criaturas gigantes, incluindo dinossauros que protagonizam algumas das sequências de ação mais lembradas do filme. 

Com Naomi Watts, Jack Black e Adrien Brody no elenco, a produção equilibra espetáculo visual com uma trama emocional centrada no vínculo entre o macaco gigante e a protagonista. 

  • Onde assistir: Prime Video (aluguel ou compra)

1 - O Fim da Rua (2026)

No topo da lista está o lançamento mais recente do gênero, ainda em cartaz nos cinemas. 

Dirigido por David Robert Mitchell, o mesmo nome por trás do aclamado terror A Corrente do Mal, O Fim da Rua acompanha o casal Denise e Greg, interpretados por Anne Hathaway e Ewan McGregor, e seus dois filhos adolescentes, quando toda a vizinhança onde vivem é misteriosamente transportada para a era dos dinossauros. 

Ambientado nos anos 1980 e com produção de J.J. Abrams, o filme mistura aventura, drama familiar e sustos, e tem sido descrito por parte da crítica como um dos trabalhos mais divertidos do gênero desde Jurassic Park. 

Vale lembrar que a franquia original continua tendo sua própria cronologia recomendada de exibição para quem quer relembrar os clássicos antes ou depois de assistir às novidades do gênero.

Com tantas opções diferentes de décadas, estilos e tons narrativos, fica claro que o interesse do público por dinossauros no cinema não se limita a uma única franquia. 

De filmes stop motion dos anos 1960 a lançamentos recentes ainda em cartaz, o gênero segue encontrando formas criativas de reinventar essas criaturas na tela grande. Inclusive, saiba onde assistir aos filmes da franquia Jurassic World para relembrar a saga.

Se você é fã do gênero, vale a pena explorar também outras produções do universo da ficção científica que costumam passar despercebidas, reunidas nesta lista de filmes subestimados de ficção científica.

Gostou da lista? Compartilhe com aquele amigo cinéfilo que também adora um bom filme de dinossauro e continue acompanhando o Minha Série para mais conteúdos sobre cinema e entretenimento.

© Reprodução/Bad Robot

Mushoku Tensei, One Piece e mais: os lançamentos de animes da semana (05/09)

5 de Setembro de 2026, 10:15

O mês de setembro começou e a temporada atual de animes continua a todo vapor. Entre os dias 5 e 11, algumas das maiores produções em exibição ganham novos episódios nos streamings, incluindo One Piece, Bleach, Re:ZERO e Link Click.

Mas um dos grandes destaques da semana fica mais uma vez por conta de Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation, que chega a um dos famosos turning points da história de Rudeus. 

Então, já pode abrir o calendário porque o Minha Série separou os principais lançamentos de animes para os próximos dias. Confira!

Bleach: Thousand-Year Blood War - The Calamity (05/09)

A reta final de Bleach continua neste sábado (5), com o sétimo episódio de The Calamity, quarta e última parte de Bleach: Thousand-Year Blood War.

A produção acompanha os momentos decisivos da guerra contra Yhwach, enquanto Ichigo, Orihime, Chad e seus aliados tentam impedir os planos do vilão e evitar o colapso dos Três Mundos. Com apenas 10 episódios nesta parte final, o anime está cada vez mais próximo de seu desfecho!

Onde assistir: Disney+.

One Piece (06/09)

Os Chapéus de Palha continuam explorando a lendária terra dos gigantes neste domingo (6). One Piece chega ao episódio 1177, dando sequência ao Arco de Elbaph.

A fase atual finalmente levou Luffy e sua tripulação a uma das ilhas mais aguardadas pelos fãs, que já era mencionada na história muito antes da chegada dos protagonistas ao local. O episódio inédito é lançado primeiro pela Crunchyroll, enquanto a Netflix acompanha a exibição com alguns dias de diferença.

Onde assistir: Crunchyroll.

Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation (06/09)

Se você acompanha Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation, talvez seja uma boa ideia se preparar emocionalmente para o episódio deste domingo (6). O capítulo 11 da terceira temporada recebeu o sugestivo título de “Turning Point 4”.

Vale lembrar que os episódios chamados de “Turning Point” costumam representar grandes pontos de virada na trajetória de Rudeus, trazendo acontecimentos capazes de mudar os rumos da história. O primeiro deles, por exemplo, marcou o incidente de teletransporte que separou o protagonista de sua família e o levou ao Continente Demoníaco.

A terceira temporada acompanha Rudeus em uma nova fase de sua vida, enquanto antigos problemas e novas ameaças começam a aparecer em seu caminho. E, pelo título do episódio da semana, tudo indica que mais uma mudança importante está chegando!

Onde assistir: Crunchyroll.

Re:ZERO (09/09)

Subaru ainda vai encarar bastante sofrimento pela frente. A quarta temporada de Re:ZERO continua na quarta-feira (9) com mais um episódio do Arco da Recaptura.

Nesta parte da história, Subaru precisa novamente usar sua habilidade de retornar no tempo após morrer para tentar salvar seus aliados. O problema aqui é que descobrir a solução geralmente significa passar, algumas vezes, pelas piores situações antes de acertar.

O Arco da Recaptura começou em 12 de agosto e terá oito episódios, levando a quarta temporada para sua reta final.

Onde assistir: Crunchyroll.

Link Click (11/09)

A terceira temporada de Link Click ganha mais um episódio na sexta-feira (11), continuando os novos mistérios envolvendo Cheng Xiaoshi, Lu Guang e suas viagens através de fotografias.

A animação chinesa acompanha a dupla do Time Photo Studio, que utiliza poderes relacionados a fotos para investigar acontecimentos do passado. Nesta temporada, a história também vem aprofundando os mistérios ligados à família de Cheng Xiaoshi e às origens de alguns dos acontecimentos importantes.

Onde assistir: Crunchyroll.

That Time I Got Reincarnated as a Slime (11/09)

Para fechar a semana, a quarta temporada de That Time I Got Reincarnated as a Slime chega ao seu episódio 22 na sexta-feira (11).

O anime acompanha Rimuru, um homem que renasce em outro mundo na forma de um slime e, aos poucos, se transforma em uma das figuras mais poderosas daquele universo. Além das batalhas e habilidades especiais, a história também acompanha seus esforços para construir uma nação onde humanos e monstros possam viver em paz.

A quarta temporada está entrando em seus capítulos finais e segue recebendo episódios inéditos semanalmente às sextas-feiras.

Onde assistir: Crunchyroll.

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© Divulgação/Toei Animation

Harry Potter da HBO confirma três personagens importantes de seu elenco

4 de Setembro de 2026, 16:45

Antes mesmo do lançamento de Harry Potter e a Pedra Filosofal, primeira parte da nova série da HBO, a emissora já começou a planejar sua segunda temporada. E, com isso, ela confirmou que Bonnie Hill vai assumir o papel de Gina Wesley como a substituta de Gracie Cochrane, que se retirou da produção em maio.

A empresa também confirmou que Lenny Rush vai ser o responsável por interpretar o elfo doméstico Dobby, um personagem importante de A Câmara Secreta. Por fim, Billy Barratt vai ser o responsável por dar vida à nova versão de Tom Riddle que, ao crescer, assume a identidade do vilão Voldemort.

O que esperar da temporada 2 de Harry Potter?

Enquanto a primeira parte de Harry Potter só estreia na HBO no dia 25 de dezembro, a emissora já iniciou a pré-produção de sua segunda parte. Não à toa, ela vem anunciando nos últimos dias alguns dos atores que vão estar presentes no show — anteriormente, ela já havia revelado Kit Harington como o novo Gilderoy Lockhart.

  • O segundo ano vai adaptar os eventos do livro A Câmara Secreta, escrito por J.K. Rowling;
  • Ele acompanha Harry Potter e seus amigos voltando para Hogwarts após um verão marcante para o protagonista;
  • Forçado a se isolar do mundo da magia por sua família, o personagem é visitado pelo elfo Dobby, que alerta que ele não deve voltar para a escola;
  • No entanto, Harry não escuta ao alerta e, com ajuda da família Weasley, consegue retornar ao lugar onde pertence;
  • Chegando lá, ele se vê obrigado a investigar os ataques de uma criatura temível que parece ter saído da misteriosa Câmara Secreta.

O segundo ano do show vai seguir o mesmo caminho do primeiro e deve ser bastante fiel aos eventos dos livros escritos por Rowling. Com isso, ele deve ter algumas diferenças notáveis em relações aos filmes da série, que suprimiram acontecimentos e personagens por questão de tempo e formato.

Quando estreia a temporada 2 de Harry Potter?

Apesar de a pré-produção de Harry Potter e A Câmara Secreta progredir bem, a série deve demorar um pouco para retornar após sua segunda temporada. A HBO já afirmou publicamente que sua intenção é trabalhar com um intervalo de pelo menos dois anos entre cada arco do show — o que colocaria a estreia da temporada 2 somente em 2028.

Enquanto isso deve ajudar a empresa a manter em alta a qualidade do projeto, ela traz consigo o risco de que as crianças do elenco envelheçam rapidamente. No entanto, a emissora parece ciente desse risco e já afirmou que seu objetivo final é adaptar todos os livros de Rowling.

Enquanto Harry Potter não estreia, assinantes da HBO Max já podem conferir muitos detalhes de seus bastidores. Ainda este ano, o streaming lançou o documentário À Procura de Harry: A Arte por Trás da Magia, que mostrou em detalhes como o elenco do novo show foi selecionado.

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© Divulgação/HBO Max

Arm revela nova CPU e GPU para rodar IA e jogos no celular

9 de Setembro de 2026, 17:48
Imagem de divulgação mostra uma mulher com um celular azul em mãos
Nova geração de chips da Arm foca em IA local e jogos (imagem: divulgação)
Resumo
  • Arm revelou o CSS for Mobile 2, nova arquitetura para smartphones que processa tarefas complexas de IA localmente.
  • Mali G2-Ultra NX será a primeira GPU da marca com aceleradores neurais integrados, garantindo 14% mais desempenho em renderização tradicional.
  • A CPU combina núcleos C2-Ultra e C2-Pro para equilibrar performance e consumo e processa LLMs até 70% mais rápido que o C1-Ultra.

A Arm oficializou nesta quarta-feira (09/09) o lançamento da CSS for Mobile 2, uma nova plataforma projetada para equipar a próxima geração de smartphones. A novidade foi desenhada pela empresa para lidar com tarefas pesadas de inteligência artificial baseada em agentes e gráficos cada vez mais detalhados.

A arquitetura que combina CPU e GPU foca ainda em rodar inteligência artificial localmente nos celulares. Segundo a empresa, o novo sistema consumirá menos energia entregando o mesmo desempenho.

O que muda na renderização de jogos?

O destaque da plataforma é a nova GPU Mali G2-Ultra NX. De acordo com a Arm, esta é a primeira Unidade de Processamento Gráfico da linha a integrar aceleradores neurais dedicados. Esse design garante um desempenho maior para gráficos aprimorados, reconstruídos ou gerados por IA.

Na renderização tradicional, o ganho de performance é de 14% frente à geração anterior. O componente também estreia uma unidade de ray tracing de última geração, abrindo espaço para iluminação realista e mundos mais ricos nos jogos mobile.

A indústria já abraçou a ideia. Segundo a companhia, desenvolvedoras de motores gráficos e estúdios como Sumo Digital, Tencent Games, Unity China e NetEase já preparam a integração da tecnologia neural em jogos futuros, como Arena Breakout Infinite e Where Winds Meet.

Imagem mostra as novidades técnicas da GPU Mali G2 Ultra NX da fabricante Arm
Mali G2-Ultra NX é a primeira GPU Arm com hardware de aceleração de IA dedicado (imagem: divulgação)

Combinação de núcleos

Com a evolução da IA, o processador assume a função de “maestro” na plataforma. O executivo da Arm responsável pelo setor, Chris Bergey, explicou que a tecnologia atual exige a execução simultânea de aplicativos e a coordenação de diversos modelos de linguagem, tudo dentro dos rigorosos limites térmicos e de desempenho de um celular.

Para suportar essa carga, a Arm combina núcleos C2-Ultra, voltados para desempenho, e núcleos C2-Pro, que priorizam a eficiência energética, além de suportar computação de IA de baixa latência direto na CPU.

Imagem mostra as novidades técnicas da CPU C2-Ultra da fabricante Arm
CPU combina núcleos C2-Ultra e C2-Pro para equilibrar performance e eficiência (imagem: divulgação)

As melhorias impressionam no papel. Há um aumento prometido de 70% na velocidade de processamento de Modelos de Linguagem Pequenos (SLMs) e um desempenho de IA 1,7 vez superior ao do antigo C1-Ultra. Se os dados se comprovarem, o usuário terá um ganho de até 15% em performance de thread único (a velocidade com que um único núcleo do processador consegue executar a linha de instrução de um programa) com economia de energia de até 38%, conforme a Arm.

Para garantir que as fabricantes tirem proveito desse hardware rapidamente, a empresa destaca que a plataforma CSS for Mobile 2 já conta com suporte nativo a pacotes essenciais de desenvolvimento, como o Arm KleidiAI e o Neural Graphics Development Kit, agora localizados no novo Portal de IA da Arm.

Arm revela nova CPU e GPU para rodar IA e jogos no celular

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) baixa de preço no 9.9 com cupom

9 de Setembro de 2026, 17:00
R$ 100 OFF NA PáGINA Mercado Livre 45% OFF Ver preço

Prós
  • Câmera Sony Lytia 700C de 50 MP
  • Boa autonomia de bateria
  • Primeiro smartphone com Moto AI desde o lançamento
  • IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
  • Tela POLED de 120 Hz
  • Brilho com pico de 4.500 nits
Contras
  • 2 anos de atualizações restantes
  • Sem lente teleobjetiva
  • Não suporta carregamento sem fio
PIX Cupom
R$ 100 OFF NA PáGINA Mercado Livre 45% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Fusion 5G de 256 GB está saindo por um dos menores preços recentes no Mercado Livre: apenas R$ 1.662,30 no Pix ao aplicar o cupom de R$ 100 OFF na página. A oferta representa um desconto de 45% frente ao preço original do celular da Motorola (R$ 2.999).

Dentre os principais destaques do Edge 60 Fusion, estão o jogo de câmeras avançado para um celular com este preço, e a tela POLED brilhante e fluida.

Motorola Edge 60 Fusion tem câmera de 32 MP para selfies

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion visto de frente com a tela ligada, exibindo ícones de aplicativos organizados sobre um fundo gradiente.
Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Fusion é equipado com três câmeras, sendo duas na traseira e uma na frente. A lente principal é de 50 MP e conta com estabilização óptica, e vem acompanhada por uma ultrawide de 13 MP com ângulo de 120º. A frontal de 32 MP é acima do esperado para um celular tão barato, e facilita a edição de fotos e vídeos.

A tela POLED com taxa de atualização de 120 Hz, por sua vez, oferece navegação fluida e cores vibrantes para seus vídeos e jogos. Com brilho de até 4.500 nits, você consegue enxergar tudo com clareza mesmo sob a luz direta do sol, garantindo extremo conforto visual em qualquer ambiente do seu dia a dia.

Equipado com o processador MediaTek Dimensity 7300 e 256 GB de armazenamento, o aparelho roda aplicativos pesados e jogos sem travamentos. Você terá espaço de sobra para guardar fotos, vídeos e documentos sem se preocupar com lentidão no sistema operacional.

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion na cor rosa caindo na água, destacando sua resistência à água, com um cenário de pedras e natureza ao fundo.
Edge 60 Fusion tem resistência contra água e poeira no padrão IP69 (imagem: divulgação)

A durabilidade é outro ponto forte, trazendo proteção IP68 contra água e poeira, além de resistência militar a quedas. O vidro Gorilla Glass 7i protege a tela contra riscos diários, permitindo que você use o celular em situações extremas sem medo de acidentes.

Para completar, a bateria de 5200 mAh suporta carregamento rápido de 68W, garantindo que o dispositivo passe mais tempo funcionando e menos tempo na tomada. Estes recursos fazem do Edge 60 Fusion uma ótima opção entre os celulares por menos de R$ 1.700 atualmente.

Aproveite a promoção no 9.9 do Mercado Livre para aproveitar o Motorola Edge 60 Fusion 5G de 256 GB com desconto de 45% no Pix com o cupom que aparece na página. Mas não demore pois, segundo a loja, o cupons já está acabando.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) baixa de preço no 9.9 com cupom

Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Edge 60 Fusion tem resistência contra água e poeira no padrão IP69 (imagem: divulgação)

iOS 27 e versão da Siri com IA chegam em 14 de setembro

9 de Setembro de 2026, 16:31
Logo da Apple no centro, expandindo na direção do leitor, num fundo amarelo, rosa e violeta escuro.
Assistente digital ganha aplicativo dedicado para centralizar o histórico de interações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 e o iPadOS 27 estreiam em 14 de setembro de 2026 com a Siri AI, uma reformulação profunda da assistente treinada com os modelos Gemini do Google.
  • A ferramenta ganha um aplicativo dedicado, compreensão de contexto pessoal, auxílio de escrita, ajustes de voz e Inteligência Visual integrada à câmera.
  • Restrita a dispositivos com alta capacidade de processamento, a nova Siri é compatível com a linha iPhone 15 Pro em diante e iPads (Pro, Air e mini) com chip M1 ou superior; o iOS 27 sem a novidade chega ao iPhone 11 em diante.

A Apple informou que o iOS 27 e o iPadOS 27, novas versões de sistema operacional, serão liberados para o público na próxima segunda-feira, 14 de setembro. Revelada na WWDC 2026, a atualização marca a estreia da aguardada Siri AI, uma grande reformulação da assistente digital com capacidade de executar tarefas mais avançadas.

O anúncio ocorreu hoje, em meio ao evento de lançamento do iPhone 18, do dobrável iPhone Duo e de novos aparelhos da maçã.

Além do salto em IA, o update entrega melhorias de desempenho, ajustes na linguagem de design Liquid Glass e novas ferramentas de segurança. A nova assistente, no entanto, é o grande destaque da vez e concentra a maioria das novidades.

O que muda com a chegada da Siri AI?

A assistente virtual abandona o formato tradicional de respostas curtas para trazer recursos distribuídos pelo ecossistema da Apple:

  • Aplicativo próprio: a Siri passa a contar com um app dedicado no iPhone e no iPad, que reúne o histórico de conversas, permite fixar interações e iniciar um diálogo em um aparelho e continuar em outro.
  • Compreensão de contexto: a IA consegue localizar dados em diferentes áreas com comandos simples, como resgatar fotos antigas de viagens, buscar mensagens na caixa de entrada do Mail ou consultar anotações no Notas.
  • Modo Siri na Câmera: integrado ao app de câmera, o recurso analisa objetos em tempo real, permitindo identificar valores nutricionais de alimentos, traduzir placas ou tirar dúvidas sobre o ambiente com um toque.
  • Auxílio de escrita em qualquer app: a IA gera rascunhos e adapta sugestões ao estilo pessoal do usuário em mensagens e e-mails.
  • Personalização de voz: os ajustes do sistema agora permitem personalizar ritmo de fala, tom, expressividade e até o sotaque da assistente.
IA cruza informações para localizar e-mails, fotos e notas no aparelho (Imagem: Divulgação/Apple)

Parceria com o Google e restrições

A Apple recorreu a uma parceria com o Google, utilizando modelos do Gemini no treinamento da assistente. Consultas complexas que dependem dos servidores em nuvem da Apple terão cotas diárias de uso. Usuários que necessitarem de maior volume de processamento deverão contratar planos pagos do iCloud+.

No lançamento, a Siri AI funcionará apenas em inglês. A expansão para o português, espanhol, francês, japonês e coreano está programada para outubro deste ano.

Tarefas complexas processadas fora do dispositivo terão cota diária de uso (Imagem: Divulgação/Apple)

Quais dispositivos são compatíveis com a Siri AI?

O acesso à nova assistente exige chips com alto poder de processamento. Por conta disso, a Siri AI está restrita a uma lista seleta de aparelhos:

  • iPhones: linha iPhone 15 Pro (2023) em diante.
  • iPads: modelos iPad Pro e iPad Air equipados com chip M1 ou superior, além do iPad mini mais recente.

Quais iPhones vão receber o iOS 27?

A Apple confirmou ainda que o iOS 27 sem a Siri AI será disponibilizado para o iPhone 11 em diante, cobrindo também o iPhone SE de 2ª geração ou posterior. A expectativa é que o macOS 27 e o watchOS 27 também cheguem no dia 14.

iOS 27 e versão da Siri com IA chegam em 14 de setembro

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhones antigos ficam mais caros

9 de Setembro de 2026, 16:01
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando as câmeras, com mesa em madeira como fundo
iPhone 17 ficou 3,75% mais caro no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple aumentou os preços do iPhone 17 e iPhone Air vendidos no Brasil.
  • O iPhone 17 agora custa R$ 8.299, enquanto o iPhone Air agora custa R$ 10.999.
  • Os novos modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max foram anunciados com preços a partir de R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

A Apple aumentou os preços dos iPhones de gerações anteriores no país. Estamos falando do iPhone 17, que agora custa R$ 8.299 – R$ 300 a mais –, e do iPhone Air, que passou a ser vendido por R$ 10.999 – um reajuste de R$ 500.

São os únicos modelos do ano passado que permaneceram na loja, já que a Apple revelou apenas parte da nova geração nesta quarta-feira (09/09): iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o inédito iPhone Duo, primeiro celular dobrável da marca.

As versões mais acessíveis da linha iPhone 18 (base e 18e) devem ser reveladas no começo de 2027. Enquanto isso, a Apple retirou da loja oficial o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max. Ou seja, os modelos da geração anterior que continuam à venda são justamente aqueles que ainda não têm substitutos apresentados. Confira os novos preços: 

ModeloPreço antigoPreço novo% de reajusteValor do aumento
iPhone 17R$ 7.999R$ 8.2993,75%R$ 300
iPhone 17eR$ 5.799R$ 5.9993,45%R$ 200
iPhone 17 ProR$ 11.499–––
iPhone 17 Pro Max R$ 12.499–––
iPhone 18 Pro–R$ 11.9994,35% mais caro que a versão anteriorR$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone 18 Pro Max–R$ 12.9994% mais caro que a versão anteriorR$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone AirR$ 10.499R$ 10.9994,76%R$ 500
iPhone Duo–R$ 21.999––
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

iPhones estão mais caros

Além do reajuste nas versões anteriores, os novos modelos já chegaram mais caros em relação à geração passada. O aumento é de R$ 500 em ambos os casos: o iPhone 18 Pro custa R$ 11.999, ante R$ 11.499 cobrados pelo iPhone 17 Pro no lançamento. Já o iPhone 18 Pro Max passou de R$ 12.499 para R$ 12.999.

A nova faixa de preço ocorre em meio à alta dos custos de produção e à escassez de memórias, causada pela forte demanda por chips voltados à inteligência artificial. Em junho, a Apple já havia reajustado os preços de MacBooks e iPads, mas deixou os iPhones de fora.

Vale lembrar que, até então, o iPhone Pro Max era o modelo mais caro da Apple. Com a estreia do iPhone Duo, o posto passa para o dobrável, que chega ao Brasil por R$ 21.999.

Os novos aparelhos já aparecem na Apple Store e têm entregas previstas para 18 de setembro, após a loja ficado temporariamente fora do ar antes do evento.

iPhones antigos ficam mais caros

O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais; confira as novidades

9 de Setembro de 2026, 15:10
Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais
Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, com o novo chip S11, que oferecem mais desempenho e recursos de saúde, como monitoramento de frequência cardíaca a cada cinco segundos e acompanhamento de atividades de musculação.
  • O Apple Watch Series 12 tem bateria com até 24 horas de autonomia em uso rotineiro e até 10 horas em exercícios ao ar livre, enquanto o Apple Watch Ultra 4 oferece até 50 horas de autonomia em condições normais e até 84 horas no modo de baixo consumo.
  • Os preços de lançamento são de US$ 399 para o Apple Watch Series 12 e US$ 799 para o Apple Watch Ultra 4, com vendas começando em 18 de setembro nos EUA; no Brasil, os preços são a partir de R$ 5.499 e R$ 10.499, respectivamente.

As novidades que a Apple reservou para esta quarta-feira (09/09) incluem dois relógios: o Apple Watch Series 12 e, como opção mais poderosa, o Apple Watch Ultra 4. Por fora, praticamente nada muda em relação aos antecessores. Por outro lado, os novos modelos contam com um chip mais potente, além de novas funcionalidades.

Como é o Apple Watch Series 12?

O design do Apple Watch Series 12 pouco ou nada mudou. Mas o desempenho justifica a nova geração. Enquanto o Apple Watch Series 11 traz o mesmo chip S10 que equipa o seu antecessor (Series 10), o Apple Watch Series 12 atende a expectativa por um chip renovado: trata-se do S11, que é mais rápido. Ele inclui características de CPU, GPU e do Neural Engine que vieram do A20 Pro, que comanda o também novo iPhone 18 Pro / Pro Max.

Pudera. O watchOS 27, o sistema operacional do smartwatch, parece ser um pouco mais exigente em termos de hardware, ainda que prometa funcionar com os chips S9 e S10.

Levemos em conta também que o Apple Watch Series 12 traz características novas ou aprimoradas, e isso pode demandar um pouco mais de processamento.

Um exemplo de novo recurso é o sistema de sensores de saúde, que foi substancialmente melhorado. Agora, a leitura óptica de parâmetros gera dados mais confiáveis, inclusive em situações nas quais a leitura pelo pulso é mais difícil.

O efeito disso está na capacidade de o relógio fazer um acompanhamento mais preciso de atividades de musculação por meio do registro de séries, repetições, peso, equipamento e duração do exercício, por exemplo.

Outro destaque nesse sentido é o recurso Health Sensing System, que faz medições de batimentos cardíacos a cada cinco segundos, durante todo o dia. Isso permite um acompanhamento mais preciso desse parâmetro, mesmo quando o usuário não estiver se exercitando.

O Apple Watch Series 12
O Apple Watch Series 12 (imagem: reprodução/Apple)

Graças ao conjunto renovado de sensores, o relógio passa a oferecer ainda a função Readiness, que gera uma pontuação de 0 a 10 para indicar quando o usuário deve descansar, fazer uma carga mais leve de exercícios ou pode executar atividades mais exigentes com segurança.

A bateria continua oferecendo até 24 horas de autonomia em condições rotineiras de uso, mas agora alcança até 10 horas de duração durante exercícios ao ar livre (número 25% maior que no antecessor), além de permitir recarga mais rápida, de 15 minutos de tomada para até 12 horas de autonomia.

Um detalhe interessante é o retorno da opção de acabamento em cerâmica (Ceramic Shield 2), “que é mais resistente do que qualquer vidro de smartwatch e 60% mais resistente do que o Ion-X dos modelos de alumínio anteriores”, afirma a Apple.

A Apple oferece os modelos Series 12 em três opções de acabamento ao todo, com estas cores:

  • alumínio: preto, prateado e rosa
  • titânio: natural, dourado e ardósia
  • cerâmica: branco e azul escuro

E como é o Apple Watch Ultra 4?

O Apple Watch Ultra 4 segue a mesma abordagem direcionada aos modelos Series 12: praticamente não muda o design externo, mas introduz um novo chip — também o S11 — e os recursos de monitoramento mencionados anteriormente, com a diferença de o foco aqui estar em usuários que praticam atividades físicas de alto rendimento.

Por conta disso, o Apple Watch Ultra 4 oferece autonomia de até 50 horas em condições normais de uso ou de até 84 horas no modo de baixo consumo (com ajustes de desempenho). Ainda nesse aspecto, o modelo trabalha com até 25 horas de exercícios ao ar livre tendo GPS e monitor de frequência cardíaca funcionando integralmente.

Falando em GPS, a Apple afirma que, no Watch Ultra 4, o componente é o mais preciso entre os relógios esportivos disponíveis atualmente no mercado. Recursos introduzidos anteriormente, como a comunicação via satélite, foram preservados.

Vale destacar que o Apple Watch Ultra 4 está disponível com acabamento em titânio natural e titânio preto.

Apple Watch Ultra 4
Apple Watch Ultra 4 (imagem: reprodução/Apple)

Na apresentação, a companhia também destacou o Audio Intelligence, recurso que reconhece sons do ambiente (como sirenes) e gera alertas correspondentes, faz reconhecimento de música via tecnologia do Shazam, e oferece a função Live Rewind para recuperar os 15 segundos de uma fala (útil para quando você não entende o que alguém próximo falou), bem com o modo Siri Recap, que cria resumos de conversas recentes.

Mas não é só para o Apple Watch Ultra 4. O Audio Intelligence também chega para o Apple Watch Series 12.

Disponibilidade e preços dos novos Apple Watches

Considerando os Estados Unidos, os preços de lançamento são estes:

  • Apple Watch Series 12: a partir de US$ 399
  • Apple Watch Ultra 4: a partir de US$ 799

Por lá, as vendas oficiais começam em 18 de setembro.

Já no mercado brasileiro, os preços iniciais são os seguintes:

  • Apple Watch Series 12: a partir de R$ 5.499
  • Apple Watch Ultra 4: a partir de R$ 10.499

Os novos relógios são bem-vindos, mas o destaque da apresentação da Apple ficou para outro dispositivo: o dobrável iPhone Duo.

Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais; confira as novidades

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Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 se destacam por novo chip (S11) e ganho de funções para a saúde.

Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável

9 de Setembro de 2026, 14:56
Imagem mostra um iPhone dobrável aberto, sendo segurado em duas mãos
iPhone Duo é apresentado pela Apple (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, foi anunciado nos EUA com tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.
  • O smartphone tem processador Apple A20 Pro, bateria com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e custa R$ 21.999 na versão de 256 GB.
  • O iPhone Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial e tem câmera de 48 megapixels com ultra wide e teleobjetiva de 12 megapixels.

A Apple fez o lançamento do iPhone Duo nesta tarde, junto com a nova leva de iPhone 18 Pro. Trata-se do primeiro smartphone dobrável da companhia, que tem formato “passaporte” e chega ao Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. São duas opções de cor: Star White (branco) e Night Sky (preto).

O anúncio ocorreu na sede da empresa nos Estados Unidos. Com este movimento, a Apple começa a atuar num mercado com diversas opções de dobráveis: Samsung com o Z Fold 8, Motorola com o Razr Fold,  Xiaomi com o recém-lançado 18 Fold e Oppo com o Find N6.

O novo CEO John Ternus disse que “um dispositivo com uma tela maior abriria muitas outras possibilidades”. De acordo com a empresa, o Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial, um material reconhecido pela durabilidade. Há ainda Ceramic Shield na frente e atrás. A companhia ainda prometeu uma dobradiça com controle preciso de abertura.

As telas do Duo

O iPhone Duo tem tela externa de 5,4 polegadas. No entanto, a graça está no display interno dobrável de OLED: ele se abre em 7,6 polegadas, fazendo com que o smartphone ganhe um aspecto mais parecido com o de um tablet diminuto. Ele é 50% maior que o iPhone 18 Pro Max e 80% maior que o iPhone 18 Pro.

De acordo com a Apple, a tela interna traz um acabamento de nano-textura que evita marcas de dedos e arranhões. A laminação prevê um display reto e muito durável.

Imagem mostra um iPhone dobrável fechado, sendo segurado em uma mão
Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Câmeras

Falemos de fotografia. A nova aposta da Apple tem duas câmeras na traseira, uma na frontal e uma no interior (quando a tela está aberta).

  • Traseira: Fusion Camera de 48 megapixels (com ultra wide); teleobjetiva de 12 megapixels (zoom de 2x)
  • Frontal: Câmera Center Stage de 12 megapixels, capaz de reconhecer a cena e enquadrar melhor as pessoas
  • Tela interna: Câmera FaceTime

iOS

Todo o sistema iOS foi adaptado para o iPhone Duo. Isso significa que a gestão de janelas e apps está mais próxima da vista no iPad, já que o comprador poderá rodar vários deles simultaneamente – inclusive diversas instâncias de um mesmo aplicativo. O dock de apps fica do lado direito (e não embaixo) quando a tela está aberta.

O desbloqueio se dá pelo Touch ID, com um leitor de impressões digitais na lateral do aparelho. Os usuários podem cadastrar vários dedos, já que existem diversas formas de manuseá-lo.

Mais detalhes da ficha técnica

Imagem mostra a dobradiça do iPhone dobrável
Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

O iPhone Duo usa processador Apple A20 Pro, o mesmo presente na linha iPhone 18 Pro, com direito a um motor específico para cuidar das duas telas. Há ainda uma câmara de vapor que possibilita conforto térmico, mesmo com uso prolongado.

A Apple promete uma bateria “para um dia inteiro”, com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e 44 horas no display externo. São duas células posicionadas dentro das metades do produto. Já a recarga rápida prevê 5 horas de autonomia na reprodução de vídeo após 15 minutos na tomada.

Cabe uma ressalva: muito se falou sobre um possível iPhone Ultra, porém os cabeças da Apple optaram pela nomenclatura Duo. Ela não é exatamente inédita no mundo da tecnologia, visto que a Microsoft comercializou o telefone Surface Duo entre 2019 e 2020 (quem lembra?). Ele tinha duas telas em seu interior, mas não era dobrável.

Confira as primeiras impressões do telefone “passaporte” da Samsung

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável

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Smartphone tem tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.

iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max; veja o que há de novo

9 de Setembro de 2026, 14:18
iPhone 18 Pro em nova cor
Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, equipados com o chip A20 Pro de 2 nm, telas OLED de até 6,9 polegadas e câmeras com sensores de 48 megapixels.
  • Os novos iPhones trazem uma Dynamic Island menor e uma bateria com maior autonomia: até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e até 45 horas no iPhone 18 Pro Max.
  • Os preços no Brasil variam de R$ 11.999 para o iPhone 18 Pro de 256 GB a R$ 21.999 para o iPhone 18 Pro Max de 2 TB.

Correspondendo aos rumores, a Apple acaba de fazer o anúncio oficial do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max. Os dois aparelhos trazem o chip Apple A20 Pro de apenas 2 nm entre os destaques, mas alguns atributos visuais chamam mais atenção no primeiro contato, como a Dynamic Island (Ilha Dinâmica) menor. No Brasil, os preços começam em R$ 11.999. Há quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô.

Antes de seguirmos com os detalhes sobre ambos os aparelhos, convém responder a uma pergunta que talvez você esteja se fazendo: onde está o iPhone 18 “normal”? Esse e outros modelos mais acessíveis, como a segunda geração do iPhone Air, só devem ser anunciados em 2027.

Trata-se de uma mudança na estratégia de lançamentos da Apple. Ou uma questão de prioridade: o grande lançamento do evento realizado hoje pela companhia é o aguardado iPhone Duo, com corpo dobrável.

Como são o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max por fora?

Tal como seus antecessores, o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max têm telas de 6,3 e 6,9 polegadas, respectivamente. O design externo pouco mudou em relação à linha iPhone 17 Pro. Na traseira, por exemplo, continuamos encontrando um módulo de câmeras que ocupa todo o espaço superior.

Uma das poucas diferenças de design está na já mencionada Dynamic Island, aquele recorte na tela que abriga câmera frontal e sensores, e que se expande virtualmente quando determinados aplicativos ou recursos do iPhone estão em uso.

iPhone 18 Pro com "entalho" menor
iPhone 18 Pro com “entalho” menor (imagem: reprodução/Apple)

Tanto no iPhone 18 Pro quanto no 18 Pro Max, o entalhe ficou aproximadamente 35% menor, permitindo que a Ilha Dinâmica tenha uma capacidade de expansão mais generosa.

Sobre a tela em si, os novos modelos contam com painéis OLED com tecnologia LTPO+ e taxa de atualização ProMotion de até 120 Hz.

Ambos os aparelhos foram anunciados com quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô (vinho). Observe que não há opção na cor laranja metálica que marcou os iPhones 17 Pro e 17 Pro Max.

Como são as câmeras dos novos iPhones?

A nova linha manteve um trio de câmeras na traseira, todas com sensor de 48 megapixels. A principal tem como novidade um sistema de abertura variável, com seis lâminas, que permite ajustar o diafragma automaticamente para posições entre f/1,4 e f/4,0 de modo a favorecer fotos com fundo desfocado ou a qualidade de imagens registradas sob baixa iluminação, por exemplo.

Já a segunda câmera é uma teleobjetiva com zoom óptico de até 8x. Aqui, a abertura permanece fixa, mas está maior. Por fim, a terceira câmera é a ultrawide. Ah, sim: a câmera frontal permanece com um sensor de 18 megapixels.

Um recurso notável sobre fotografia é a tecnologia Apple Reference Image, que faz a câmera “assinar” os dados da imagem no momento do disparo, permitindo verificar modificações, bem como validar a autenticidade de fotos.

As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)

Chip A20 Pro no comando e baterias maiores

A Apple equipou o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max com o novíssimo chip A20 Pro, fabricado com o processo N2 da TSMC, de 2 nanômetros. A otimização da litografia permitiu ao chip ter mais transistores e, com isso, oferecer mais desempenho.

Encontramos seis núcleos de CPU por aqui acompanhados de sete núcleos de GPU, um núcleo gráfico a mais na comparação com o A19 Pro. O conjunto oferece até 20% mais desempenho de CPU e ganho de 40% de GPU.

Para completar, o A20 Pro trabalha com 50% mais largura de banda de memória e traz um novo Neural Engine de 32 núcleos, que dobra a capacidade de processamento de tarefas de IA em relação ao chip antecessor.

Chip Apple A20 Pro
Chip Apple A20 Pro equipa linha iPhone 18 Pro (imagem: reprodução/Apple)

No aspecto do consumo de energia, agora há uma maior autonomia de bateria, segundo a Apple. Ficou assim (considerando reprodução de vídeo):

  • iPhone 18 Pro: até 36 horas de autonomia com uma carga completa
  • iPhone 18 Pro Max: até 45 horas de autonomia com uma carga completa

Disponibilidade e preços dos iPhones 18 Pro e o 18 Pro Max

Nos Estados Unidos, os preços do iPhone 18 Pro partirão de US$ 1.199, enquanto o iPhone 18 Pro Max custará a partir de US$ 1.299. Ambos os modelos serão comercializados em opções que vão de 256 GB a 2 TB de capacidade. A pré-venda começa em 12 de setembro. A disponibilidade oficial está marcada para 18 de setembro.

Já no Brasil, os preços oficiais são os seguintes:

  • iPhone 18 Pro de 256 GB: R$ 11.999
  • iPhone 18 Pro de 512 GB: R$ 13.499
  • iPhone 18 Pro de 1 TB: R$ 16.499
  • iPhone 18 Pro de 2 TB: R$ 20.999
  • iPhone 18 Pro Max de 256 GB: R$ 12.999
  • iPhone 18 Pro Max de 512 GB: R$ 14.499
  • iPhone 18 Pro Max de 1 TB: R$ 17.499
  • iPhone 18 Pro Max de 2 TB: R$ 21.999

Em tempo: o evento de hoje também serviu de palco para o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, bem como para os fones AirPods 5.

Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max; veja o que há de novo

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iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max trazem chip A20 Pro mais poderoso e uma nova Dynamic Island.

iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro com "entalho" menor (imagem: reprodução/Apple)

As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)

Chip Apple A20 Pro

Motorola Edge 70 (512 GB) despenca e sai 55% mais barato no Mercado Livre

9 de Setembro de 2026, 12:47
R$ 100 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 55% OFF Ver preço

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Construção resistente
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
  • Carregamento de 68 W
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip inferior ao da versão Pro
PIX Cupom na página
R$ 100 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 55% OFF Ver preço
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O Motorola Edge 70 de 512 GB está saindo por R$ 2.474 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular da Motorola com tela POLED de 120 Hz e 4.500 nits e câmeras de 50 MP atinge o 2.º menor preço desde o lançamento, com desconto de 55% sobre o original de R$ 5.499.

Motorola Edge 70 tem tela POLED de 4.500 nits e câmeras de 50 MP

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Tela POLED do Edge 70 reproduz belas cores com alta fluidez (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Lançado em março de 2026, o Edge 70 possui uma tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho intenso de 4.500 nits, que é capaz de reproduzir cores vivas com alta fluidez nas transições em apps e games, além de oferecer garantia de visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra quedas e pancadas.

O chip Snapdragon 7 Gen 4 e os 12 GB de RAM física expansível até 24 GB via RAM Boost sustentam apps exigentes em multitarefa e soluções do Moto AI. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra para guardar fotos e vídeos.

A propósito, todas as câmeras deste celular são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que capturam belas imagens em ambientes abertos, e uma frontal que tira selfies com alta resolução. Todas filmam em 4K, com as traseiras suportando 60 fps.

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Edge 70 tem apenas 5,99 mm de espessura (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo fino em alumínio de 5,99 mm de espessura e 159 g do Edge 70 recebe as certificações IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H, que conferem proteção em situações como poeira intensa, mergulhos acidentais, altas temperaturas e outros cenários.

Sua bateria de 4.800 mAh resiste a até 38 horas de uso, segundo a fabricante. O suporte a carregamento rápido de 68 W via USB-C permite injetar uma carga para o dia inteiro em apenas 15 minutos, recurso excelente para usuários com pouco tempo para recarregar.

O Motorola Edge 70 de 512 GB (R$ 2.474 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página) será atualizado até o Android 20 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 (512 GB) despenca e sai 55% mais barato no Mercado Livre

Top de linha: iPhone 17 Pro (256 GB) está com um dos menores preços recentes

9 de Setembro de 2026, 11:31
R$ 250 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 28% OFF Ver preço
R$ 11.499,0028% OFF

Prós
  • Novo visual traseiro
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Tela de 120 Hz e brilho de 3.000 nits
  • Chip de alto desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Preço elevado
  • Usuários relataram desgaste no acabamento da carcaça de alumínio
PIX Cupom na página
R$ 250 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 28% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 Pro de 256 GB está saindo por R$ 8.229 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP recebe desconto de 28% sobre o preço original de R$ 11.499.

Embora o gadget continue caro, esta oferta do 9.9, data em que o varejo oferece condições especiais, é uma das melhores dos últimos meses.

iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz

O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam belas cenas em ambientes abertos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP tira excelentes selfies na horizontal mesmo com o celular em pé.

Seu chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam performance de ponta em apps e games; segundo a Apple, este celular é 40% mais poderoso que concorrentes diretos. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir imagens com cores excelentes e alta fluidez nas transições, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 17 Pro conta com o vidro Ceramic Shield de ambos os lados, resistente a pancadas e quedas. A certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. O suporte ao MagSafe o permite receber uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C, um recurso excelente para usuários com pouco tempo para carregar durante a correria diária.

O iPhone 17 Pro de 256 GB (R$ 8.229 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página) possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. O celular da Apple roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional.

Apple lança hoje a linha iPhone 18 e o esperado Duo

A comunidade tech e o mundo conhecerá hoje, 9 de setembro, de forma oficial os mais novos smartphones da maçã. São esperados os lançamentos do iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o iPhone Duo, o primeiro dobrável da Apple.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Top de linha: iPhone 17 Pro (256 GB) está com um dos menores preços recentes

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iPhone 17 Pro (256 GB) tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular da Apple alcança um dos menores preços dos últimos meses com desconto de 28% no Pix

Apple Store sai do ar antes de evento do iPhone 18

9 de Setembro de 2026, 10:06
Ilustração mostra o logo da Apple ao centro, em cor verde claro. O fundo é azul e verde. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Apple deve revelar novos produtos (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja online da Apple ficou indisponível antes do evento de lançamento do iPhone 18.
  • Apple anunciou novos iPhones, incluindo um inédito modelo dobrável.
  • Os preços dos novos modelos subiram e os modelos chegaram mais caros que o lançamento do ano passado.

A Apple Store ficou fora do ar na manhã desta quarta-feira (09/09). A empresa costuma desativar temporariamente a loja antes de grandes lançamentos, em preparação para a chegada de novos produtos. Às 14h de hoje, a companhia revelou novos iPhones, incluindo o inédito iPhone Duo, primeiro dobrável da marca. 

Também foram revelados novos Apple Watches e AirPods. Com os lançamentos, a Apple também reajustou os preços de produtos que já estavam à venda, incluindo alguns modelos lançados no ano passado.

Captura de tela da Apple Store com mensagem “Voltamos logo” e “Estamos atualizando a Apple Store”
Loja online da Apple ficou fora do ar (imagem: Tecnoblog)

Este foi o primeiro evento comandado pelo novo CEO John Ternus, que sucede Tim Cook à frente da Apple. Ternus assume o cargo após 25 anos de bagagem, atuando como designer de produto e vice-presidente de engenharia de hardware.

O evento foi transmitido ao vivo pelo site da Apple, pelo aplicativo Apple TV e pelo YouTube. Diferentemente dos anos anteriores, porém, a apresentação se concentrou nos modelos mais caros da família. O iPhone 18 base e o iPhone 18e são esperados apenas para o início de 2027.

Apple Store sai do ar antes de evento do iPhone 18

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Loja online da Apple ficou indisponível na manhã desta quarta-feira (9). Empresa revelou novos celulares.

Apple (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 18: como ver o lançamento da Apple ao vivo

9 de Setembro de 2026, 05:55
Logo da Apple com fundo azul, fazendo alusão ao convite para o evento.
Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple apresenta novos iPhones nesta quarta-feira (09/09) às 14h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo no site da Apple e no YouTube.
  • Os novos modelos incluem o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo, com melhorias como um novo chip de 2 nanômetros e um jogo de câmeras aprimorado.
  • A transmissão ao vivo pode ser assistida no site da Apple ou no YouTube, com opções para adicionar um lembrete ao calendário e receber notificações.

A Apple vai apresentar os novos iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo (ou Ultra) nesta quarta-feira (09/09), a partir das 14h de Brasília. Este é o primeiro evento comandado pelo novo CEO John Ternus, que sucede Tim Cook à frente da companhia.

Entre as novidades aguardadas estão um novo chip de 2 nanômetros na linha Pro da marca, além de melhorias no jogo de câmeras da versão Max. Além disso, o modelo Ultra promete ser a primeira opção dobrável da Maçã, chegando com opções de até 1 TB e valores mais salgados em relação aos outros celulares da marca.

A transmissão do evento será feita tanto pelo site da maçã quanto no YouTube, pela conta oficial da empresa. A seguir, confira o passo a passo para ver as novidades da Apple ao vivo.

Como assistir ao lançamentos dos novos iPhones ao vivo

No site da Apple, a transmissão acontece logo na primeira página. Basta entrar no apple.com na hora do evento para começar a assistir. Quem entrar antes da hora também pode adicionar um lembrete ao calendário clicando no botão sinalizado. A partir disso, você faz o download de um arquivo ICS, que pode ser importado ao calendário de sua preferência. No iPhone, o evento é adicionado de forma automática ao calendário da Maçã, assim como no macOS.

Já para quem preferir assistir no YouTube, é necessário buscar pela conta oficial da Apple no site ou no app. Ao entrar no canal da maçã, o vídeo do evento estará em destaque. Assim como no site, é possível adicionar um lembrete para assistir ao evento: basta clicar em “Receber notificação”.

O que esperar do evento do iPhone?

Em 2026, o evento de lançamento dos novos iPhones deve focar nas opções premium da linha. O iPhone 18 padrão e o iPhone 18e, por exemplo, são esperados apenas para o início de 2027.

Nesta quarta, três principais modelos devem ser anunciados: os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, além do iPhone Ultra. Os dois primeiros prometem trazer o que há de melhor na linha mobile da Apple, incluindo um novo chip com litografia de 2 nanômetros. Uma diferença importante entre as duas versões é a possibilidade de um sensor de abertura físico no jogo de câmeras do iPhone 18 Pro Max, uma melhoria interessante nos controles de profundidade e captação de luz do modelo.

Imagem mostra um comparativo entre um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais, e um iPhone 17 Pro Max.
iPhone Ultra deve trazer formato “passaporte” e sistema de duas câmeras traseiras (imagem: reprodução/Jam Online)

Já o iPhone Duo será o primeiro dobrável da maçã, que chega com formate “passaporte” e rivaliza diretamente com o Galaxy Z Fold 8 da Samsung, lançado no início de agosto. Ainda não há uma confirmação dos preços, mas a expectativa é por um aumento significativo: o iPhone 18 Pro deve custar a partir de US$ 1.299 (R$ 6.598), enquanto o Pro Max pode chegar por US$ 1.399 (R$ 7.106). Rumores apontam para um valor mais salgado no iPhone Ultra, com a versão base de US$ 2 mil a US$ 2,5 mil (até R$ 12.700), com uma opção de 1 TB esperada por até US$ 2,9 mil (R$ 14.732).

Seu nome, inclusive, figurou num dos últimos rumores sobre os lançamentos desta quarta. A informação de última hora foi levantada pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conhecido por acertar diversos vazamentos da maçã.

iPhone 18: como ver o lançamento da Apple ao vivo

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Suposto dobrável iPhone Duo deve ser apresentado nesta quarta-feira (09/09) a partir das 14h.

Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Módulo traseiro em formato de pílula abriga as duas câmeras principais do aparelho (imagem: reprodução/Jam Online)

CEO da Nvidia diz que OpenAI alcançou a AGI com o GPT-6 Astra

8 de Setembro de 2026, 15:54
Jensen Huang, CEO da Nvidia
Jensen Huang, CEO da Nvidia, reafirma chegada da AGI (imagem: divulgação/Nvidia)
Resumo
  • O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirma que o lançamento do GPT-6 Astra da OpenAI marca a chegada da AGI.
  • A AGI é um sistema capaz de realizar tarefas intelectuais com competência comparável ou superior à humana.
  • A Nvidia, fornecedora de hardware para a OpenAI, registrou receita trimestral de US$ 96,2 bilhões.

Todo lançamento de um grande modelo de IA traz a dúvida de quanta evolução realmente recebemos com aquela atualização. Para Jensen Huang, o CEO da Nvidia, o lançamento do GPT-6 Astra marca a chegada da AGI, principal meta das principais empresas do setor.

Em declaração no X, o executivo parabenizou a equipe da OpenAI pelos números atingidos e destacou a evolução dos modelos nos últimos quatro anos. “A AGI chegou”, afirmou Huang, que também ressaltou a participação da própria Nvidia nesse processo.

GPT-6 Astra, trained on ~100K+ NVIDIA Grace Blackwell NVLink72. From ChatGPT to o1 to Astra in 4 years.

AGI has arrived. Congratulations @OpenAI team.

400K GPUs coming online next.

— Jensen Huang (@JensenHuang) September 6, 2026

GPT-6 Astra é um marco para AGI?

mockup do aplicativo do ChatGPT destacando o modelo GPT-6 Astra sendo usado no máximo de capacidade
GPT-6 Astra seria um marco, segundo OpenAI (imagem: divulgação/OpenAI)

A AGI, ou inteligência artificial geral, é geralmente descrita como um sistema capaz de desempenhar uma grande variedade de tarefas intelectuais com competência comparável ou superior ao humano. Entretanto, não existe um teste para determinar quando uma IA atingiu esse ponto, e o entendimento sobre ele varia.

Para a própria OpenAI, a AGI seria um sistema altamente autônomo capaz de superar humanos na maior parte dos trabalhos economicamente valiosos. A empresa aposta que o GPT-6 Astra, lançado na semana passada, deu o pontapé inicial nessa fase da tecnologia.

Segundo o Business Insider, Greg Brockman afirmou que o modelo pode ser visto futuramente como um marco no surgimento da AGI. nova versão traz um grande foco na realização de tarefas como agente, melhorando a capacidade de operar ferramentas autonomamente.

Pesquisador rebate Huang e OpenAI

Uma ilustração digital de um perfil de cabeça humana, formada por linhas e pontos luminosos azuis que simulam uma rede neural ou mapeamento digital. Ao lado direito, em letras brancas, a sigla "AI" (Inteligência Artificial). O fundo é escuro com leves pontos de luz. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Pesquisador aponta falta de critérios para considerar modelo como AGI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mas a falta de critério para definir esse salto tecnológico leva a dúvidas sobre quando ele realmente ocorrerá. O pesquisador Gary Marcus criticou Huang por “não apresentar evidências” que transformam o lançamento do Astra em um marco, como dito pela OpenAI.

Segundo ele, usando parâmetros convencionais da ciência da computação, o Astra cumpriria apenas um ou dois requisitos. Por isso, o modelo ainda estaria longe do patamar necessário para falar em AGI.

O próprio Sam Altman, CEO da OpenAI, acredita que sigla a tem uma definição frágil e funciona como um termo de marketing. Apesar de frisar a chegada da AGI, Brockman também acha que o fim de cláusulas contratuais, que davam à Microsoft exclusividade sobre as tecnologias da OpenAI até a AGI ser atingida, diminuíram ainda mais a relevância do termo.

Nvidia colabora com infraestrutura da OpenAI

Uma placa de vídeo com detalhes em tons de verde vibrante e preto flutua diagonalmente no centro da imagem. Abaixo dela, em destaque, o logo da "NVIDIA" em verde e branco. O fundo é cinza escuro, com elementos desfocados que remetem a outras placas de vídeo. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Nvidia faz parte dos fornecedores de tecnologia para a OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mas essa não é a primeira vez que Jensen Huang toca no assunto. Em março, ele já concordava que IAs seriam capazes de criar, escalar e administrar sozinha uma empresa de tecnologia avaliada em mais de US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,1 bilhões). Esse cenário, para ele, já seria um indicativo de que a IA atingiu o patamar superior.

Para Marcus, no entanto, o otimismo de Huang soa mais como “uma tentativa de apropriação indevida de uma questão científica por decreto corporativo.”

Empresas que desenvolvem sistemas de LLMs, como a OpenAI, dependem de grandes volumes de aceleradores para treinar e executar os próprios modelos, e a Nvidia é uma das principais fornecedoras desse hardware.

A demanda por poder computacional também aparece nos resultados da Nvidia. No balanço divulgado em agosto, a empresa registrou US$ 96,2 bilhões (cerca de R$ 493 bilhões) em receita trimestral, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Desse total, US$ 89 bilhões (R$ 456 bilhões) vieram do segmento de data centers e chips para inteligência artificial.

Na mesma publicação em que afirmou que a AGI havia chegado, Huang disse que outros 400 mil processadores gráficos da Nvidia entrarão em operação na rede mundial.

CEO da Nvidia diz que OpenAI alcançou a AGI com o GPT-6 Astra

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

(imagem: divulgação/OpenAI)

Cloudflare declara guerra a bots de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Placa de vídeo Nvidia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sony diz que produção de discos do PlayStation cairá apenas 10%

8 de Setembro de 2026, 10:27
Mão em estilo ilustrado e um disco de PlayStation
Títulos antigos continuarão recebendo versões em disco (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Sony confirmou que a produção de discos do PlayStation cairá apenas 10% em 2028, e não 90%.
  • O fim da mídia física está mantido exclusivamente para novos lançamentos a partir de 2028; títulos antigos e encomendas já feitas continuarão sendo fabricados.
  • Shawn Layden, ex-presidente da Sony Interactive Entertainment America, criticou o foco 100% digital, alertando que o fim dos discos ameaça o colecionismo e o real direito de propriedade dos jogadores.

A Sony esclareceu que a produção de discos físicos para o PlayStation sofrerá uma redução de 10% no volume a partir de janeiro de 2028, corrigindo a projeção inicial que apontava para o corte bem mais drástico de 90%. A confusão ocorreu após declarações dadas em julho pelo chefe da Sony Digital Audio Disc Corporation (DADC), Dietmar Tanzer, gerando apreensão no mercado.

Um porta-voz da companhia explicou ao portal Game que o executivo previu um declínio geral de 10% na fabricação, e não uma redução brusca para apenas 10% da capacidade total. O futuro da produção após o ano de 2028, no entanto, segue incerto.

Afinal, o que muda?

Apesar de reconhecer as críticas dos fãs e consumidores, a gigante japonesa deve manter a estratégia de encerrar a mídia física para novos lançamentos a partir de 2028. A boa notícia é que os títulos anteriores e as encomendas já realizadas seguirão em ritmo normal.

Diferentemente da Microsoft, que certifica terceiros para replicar os discos de Xbox, a Sony possui um processo proprietário de prensagem. Essa exclusividade dificulta a fabricação externa, a menos que ocorra um acordo formal de licenciamento.

Segundo o analista da firma Niko Partners, Daniel Ahmad, a estratégia de abandonar os discos busca outra meta: concentrar os gastos dos compradores na PlayStation Store. Para se ter uma ideia, enquanto um jogo de US$ 70 (cerca de R$ 359) rende à empresa aproximadamente US$ 21 (R$ 108) no formato digital, a mesma transação no varejo físico faz o lucro cair pela metade.

PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)
Processo proprietário da Sony impede que fábricas terceirizadas produzam discos (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Qual é o impacto na relação com a comunidade?

Para o ex-presidente da Sony Interactive Entertainment America, Shawn Layden, um futuro sem discos é “deprimente, mas solucionável”. Ele alerta que justificar mudanças operacionais usando apenas a matemática financeira ameaça o valor da marca. O descontentamento ficou claro recentemente, a ponto da Sony restringir a comunicação de seus estúdios em resposta à forte indignação da comunidade.

“Se não pode revender, você realmente é dono?”, questionou o ex-executivo, abordando a diferença entre posse e acesso digital. O debate sobre os direitos dos jogadores ganha ainda mais força nos tribunais: recentemente, a própria Sony rebateu uma ação coletiva, afirmando que não engana consumidores quanto às limitações de controle e revenda de itens digitais adquiridos em sua plataforma.

Por fim, Layden comparou o setor de videogames aos livros e ao vinil, mídias que resistiram às previsões de extinção graças aos colecionadores. Para ele, o hábito de preservar jogos na estante e adquirir edições especiais são parte da “identidade gamer” e entregam itens exclusivos que jamais poderão ser substituídos por um download.

Sony diz que produção de discos do PlayStation cairá apenas 10%

PlayStation vai abandonar mídias físicas em 2028 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Galaxy A37 5G (256 GB) atinge menor preço registrado no Mercado Livre

8 de Setembro de 2026, 09:48
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 53% OFF Ver preço
R$ 3.599,0053% OFF

Prós
  • Câmera principal de 50 MP
  • Proteção IP68 inclusa
  • Tela Super AMOLED de 6,7″
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Carregamento de 45 W
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Exynos 1480 tem desempenho limitado
  • Poucas mudanças em relação ao A36
PIX Cupom na página
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 53% OFF Ver preço
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O Galaxy A37 de 256 GB está saindo por R$ 1.709 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Samsung com tela Super AMOLED de 6,7″ de 120 Hz e câmera principal de 50 MP alcança o menor preço registrado, com desconto de 53% sobre o original de R$ 3.599.

Galaxy A37 traz tela de 120 Hz e câmera de 50 MP

Um dos lançamentos recentes da Samsung, o Galaxy A37 possui uma tela Super AMOLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz, brilho de até 1.900 nits e a tecnologia Vision Booster, que otimiza brilho e contraste. O resultado são imagens com cores fiéis e alta fluidez nas transições, além de visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Seu chip Exynos 1480 e os 6 GB de RAM suportam a execução de tarefas cotidianas, games mais modestos e alguns recursos da suíte Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

O kit principal de câmeras inclui uma wide com OIS de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP, que captam belas cenas em ambientes abertos, e uma macro de 5 MP para aproximações de elementos pequenos. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

Galaxy A37 na cor verde
Galaxy A37 possui câmera wide de 50 MP e macro de 5 MP (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O corpo do Galaxy A37 recebe o vidro Gorilla Glass Victus+, resistente a quedas e pancadas, de ambos os lados. A certificação IP68 confere proteção em cenários como ambientes com muita poeira e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 5.000 mAh resiste a até 29 horas de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W, permitindo ao gadget receber uma carga de 60% em apenas 30 minutos. Dessa forma, o usuário terá energia suficiente para um dia inteiro de uso.

O Galaxy A37 de 256 GB (R$ 1.709 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) roda Android 16 e deve receber seis updates do sistema operacional. O celular da Samsung possui conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC.

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Galaxy A37 5G (256 GB) atinge menor preço registrado no Mercado Livre

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Galaxy A37 (256 GB) tem tela Super AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP; celular da Samsung alcança o menor preço registrado, com desconto de 53% no Pix com cupom

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