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iPhone 17e (256 GB) tem 29% OFF com cupom em promoção na Amazon

15 de Maio de 2026, 17:37
R$ 5.799,0029% OFF

Prós
  • Chip A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom
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O iPhone 17e de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.139,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% frente ao valor original de R$ 5.799 cobrando pelo celular da Apple, que se destaca pelo custo-benefício. Na ficha técnica, desempenho é um dos principais destaques.

iPhone 17e tem Apple A19 e melhorias frente ao iPhone 16e

O iPhone 17e é o smartphone mais barato da Apple a ser equipado com o novo processador A19. Mesmo com um núcleo de GPU a menos em relação ao iPhone 17, o chip com arquitetura de 3 nanômetros e frequências de até 4,26 GHz deve entregar execução fluida de jogos pesados e alta eficiência energética no cotidiano.

Segundo a Apple, a bateria possui autonomia para até 26 horas e carrega 50% em apenas 30 minutos utilizando um adaptador de energia de 20 W ou superior. Ainda em relação à bateria, um dos aprimoramentos do iPhone 17e em relação ao iPhone 16e é a compatibilidade com MagSafe, adicionando uma camada a mais de praticidade no uso.

Além disso, a tela está mais resistente graças à proteção Ceramic Shield 2 contra riscos e arranhões, mais avançada que a usada no iPhone 16e. Demais especificações permanecem as mesmas entre as gerações da linha de celulares custo-benefício da Apple. Ainda na tela, são 6,1 polegadas do display Super Retina XDR OLED.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nas câmeras, um único sensor traseiro de 48 megapixels é responsável por entregar fotos de alta qualidade, mas com menor versatilidade em relação a modelos mais caros. A lente para selfies é uma wide de 12 MP, e tanto os sensores frontal quanto traseiro filmam em 4K até 60 fps.

O iPhone 17e de 256 GB (por R$ 4.139,10 com o cupom 300SMART no Pix) ainda tem RAM de 8 GB, que contribui para fluidez, e sai de fábrica com sistema operacional iOS 26 da Apple. O celular é compatível com redes 5G, NFC, Bluetooth 5.3 e oferece proteção IP68 contra água e poeira.

Desta forma, se forma uma opção moderna de custo-benefício para quem busca um celular da Apple para chamar de seu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17e (256 GB) tem 29% OFF com cupom em promoção na Amazon

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iPhone 17e tem Apple A19, tela mais resistente que do iPhone 16e e suporta MagSafe; iPhone recebe desconto com cupom de R$ 350 na Amazon

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda dá tempo: iPhone 17e (512 GB) com 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

11 de Maio de 2026, 17:08
R$ 7.299,0034% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17e de 512 GB está com o melhor preço desde o seu lançamento, ao custo de R$ 4.829 no Pix aplicando o cupom LU300. A oferta encontrada no Magazine Luiza representa o maior desconto já registrado de 34% em relação ao preço de lançamento de R$ 7.299.

Aproveite essa oportunidade, pois o cupom tem valide só até amanhã (12), segundo o Magalu. O smartphone é a nova geração da linha de iPhone (em teoria) de baixo custo.

iPhone 17e agora suporta MagSafe e tem chip Apple A19

Uma das mudanças mais significativas em comparação a geração passada é o suporte ao MagSafe. A tecnologia já conhecida nos dispositivos da Apple desde o iPhone 12, possibilita através de ímãs internos o carregamento via indução magnética por meio de carregadores e power banks.

O smartphone com proposta acessível utiliza 8 GB de memória RAM e o chip Apple A19 (3 nm), o mesmo equipado no iPhone 17. Entretanto, a Apple coloca um núcleo de GPU a menos no iPhone 17e. Logo, a renderização gráfica deve ser um pouco inferior, mas nada que atrapalhe na alta experiência proporcionada com jogos e conteúdos audiovisuais.

O dispositivo traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com HDR10 que entrega imagens bem coloridas e adaptadas ao tipo de conteúdo. Além disso, apresenta revestimento do Ceramic Shield 2 com tecnologia antirreflexo, prometendo até 3x mais resistência a quedas, segundo a fabricante.

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apple fornece ao iPhone 17e o Notch na tela, e não a Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Assim como no iPhone 17e, a nova geração conta com apenas uma câmera traseira. Um sensor wide de 48 MP com OIS para diminuir o risco de fotos borradas e capaz de filmar em 4K. Já a lente frontal fotografa selfies em resolução de 12 MP.

A bateria possui capacidade de 4.005 mAh e oferece carregamento rápido com fio, alcançado 50% de carga em 30 minutos. Como aspectos de conectividade, o smartphone inclui compatibilidade a Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e tecnologia NFC via Apple Pay.

O iPhone 17e (512 GB) em melhor preço desde sua chegada por R$ 4.829 no Pix com o cupom LU300 no Magazine Luiza possui carcaça em alumínio e certificação IP68 assegurando máxima resistência a poeira e imersão em 6 metros na água doce.

Confira o unboxing do iPhone 17e:

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Ainda dá tempo: iPhone 17e (512 GB) com 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

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iPhone 17e com suporte a MagSafe, câmera de 48 MP e processador Apple A19 atinge o melhor preço já registrado em oferta no Magazine Luiza com cupom de R$ 300 OFF

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

29 de Abril de 2026, 16:38
Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Carteira fixada no iPhone 12 Pro via MagSafe (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones.
  • Segundo rumores, a empresa trabalha em um projeto interno para redesenhar o smartphone, deixando-o mais fino e sem espaço para a tecnologia.
  • O MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, junto com uma postura agressiva de expansão da tecnologia no ecossistema Apple.

A Apple pode abrir mão de um de seus recursos mais populares. Fontes ligadas à cadeia de suprimentos afirmam que a empresa avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones para viabilizar designs mais finos e reduzir custos de produção.

A notícia foi divulgada pelo leaker Instant Digital na rede social chinesa Weibo. Segundo o informante, que possui um histórico de vazamentos precisos sobre a marca, o clima nos corredores da Apple mudou nos últimos anos em torno da conexão magnética.

Quando a tecnologia MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, a empresa adotou uma postura de expansão agressiva. Isso promoveu rapidamente um ecossistema sólido, com fabricantes terceirizados lançando dezenas de carteiras, capas de proteção, suportes e carregadores otimizados para o padrão. Hoje, no entanto, a confiança inicial teria dado lugar à incerteza.

Por que a Apple estuda tirar o MagSafe?

Segundo o portal especializado MacRumors, a possível exclusão do MagSafe seria justificada por uma barreira física e financeira. Os componentes magnéticos ocupam um espaço valioso no interior da carcaça e encarecem a linha de montagem.

De acordo com as fontes, a Apple já trabalha em um projeto interno apelidado de “Glasswing”, cujo objetivo é redesenhar o smartphone para que ele seja estruturado como uma “única folha de vidro”, exigindo a miniaturização de todos os componentes internos.

Além da questão estética, o formato do aguardado iPhone dobrável representaria outro obstáculo para a tecnologia. Modelos de demonstração preliminares do dispositivo não apresentam espaço visível capaz de abrigar o anel magnético necessário para o MagSafe.

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (imagem: divulgação)

Especula-se que o celular dobrável terá apenas 4,5 mm de espessura quando aberto, tornando fisicamente inviável a acomodação do hardware de carregamento magnético. Caso essa limitação se confirme, o aparelho — que tem preço inicial estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, em conversão direta) — será o primeiro topo de linha a chegar ao mercado sem o recurso desde o iPhone 12 Pro.

Paralelamente aos modelos premium, relatos indicam que a Apple também considera simplificar a estrutura interna do futuro iPhone 18 base para baratear o custo final de montagem, tornando a remoção do componente magnético uma opção econômica para a fabricante.

Apple ajudou a consolidar o padrão Qi2

A dificuldade em expandir o MagSafe já teria afetado outras frentes da empresa. Inicialmente, havia planos de levar os ímãs para a linha de tablets. Contudo, mesmo com os rumores, o iPad segue sem qualquer suporte à tecnologia. No ano passado, a Apple também lançou o iPhone 16e sem a matriz de ímãs, tornando-o o primeiro smartphone novo em anos a omitir a função.

A medida forçou os usuários a recorrerem a capas de terceiros para continuar usando seus acessórios. A decisão foi alvo de críticas da imprensa especializada e dos donos do aparelho, que classificaram a experiência como inferior. Pressionada, a Apple recuou e reintegrou o suporte no iPhone 17e, lançado no início deste ano.

Vale lembrar que a empresa contribuiu com as especificações do sistema MagSafe para a criação do Qi2, o padrão aberto de carregamento sem fio amplamente adotado pela indústria. Abandonar a tecnologia magnética logo após ajudar a consolidá-la como o formato universal representaria uma mudança drástica.

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)

Galaxy S26 deve ficar sem imãs no estilo MagSafe

5 de Fevereiro de 2026, 11:29
Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra
Unidades “dummy” do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)
Resumo
  • Galaxy S26 não deve trazer ímãs no estilo MagSafe, exigindo capas para suporte magnético.
  • O dispositivo deve suportar carregamento sem fio de até 25 W, mas sem ímãs internos para alinhamento perfeito.
  • Anatel confirmou a certificação da linha S26 no Brasil, incluindo 5G, Wi-Fi 7 e NFC.

A Samsung não deve incluir ímãs internos compatíveis com o padrão Qi2 na linha Galaxy S26, mantendo a necessidade de acessórios externos para fixação magnética. A informação foi revelada pelo informante Ice Universe nesta quinta-feira (05/02), indicando que o modelo Ultra seguiria sem o recurso de alinhamento magnético nativo.

Caso o rumor se confirme, o dispositivo continuaria em desvantagem frente ao iPhone – que utiliza a tecnologia desde 2020 – e ao Pixel 10, que adotou o sistema no ano passado.

Embora vazamentos iniciais sugerissem que a nova geração da Samsung traria finalmente o anel magnético integrado ao chassi, evidências recentes apontam para uma mudança de planos. Para usufruir de carregadores e acessórios similares ao MagSafe da Apple, o proprietário precisaria de capas específicas que emulem a atração magnética.

O Galaxy S26 Ultra será compatível com o padrão Qi2?

Segundo as informações técnicas, o dispositivo suportaria velocidade de carregamento sem fio de até 25 W, o limite máximo do padrão Qi 2.2. No entanto, ele não possuiria os ímãs embutidos na parte interna da carcaça. O padrão Qi2 exige esse anel de ímãs para garantir que as bobinas de indução fiquem perfeitamente alinhadas.

Sem essa peça física, embora a tecnologia de transferência de energia esteja presente, o benefício da fixação automática não seria nativo. Essa ausência criaria uma situação contraditória: o hardware interno poderia atingir altas velocidades de recarga, mas a falta do alinhamento perfeito poderia gerar mais aquecimento e menos eficiência energética.

Anatel confirma modelos no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy S26
Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Enquanto os detalhes de hardware geram discussões, a chegada dos aparelhos ao mercado brasileiro já está formalmente garantida. Documentos da Anatel mostram que a linha completa já passou pelo processo de certificação obrigatório para comercialização no país.

Os certificados confirmam a presença de tecnologias como 5G, Wi-Fi 7 e NFC, além das frequências de operação compatíveis com as redes nacionais e o novo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5. Contudo, os documentos não detalham a composição do sistema de carregamento, mantendo o mistério sobre a presença ou ausência dos ímãs até o anúncio oficial da fabricante.

A linha S26 deve ser revelada oficialmente no próximo Unpacked, previsto para o dia 25 de fevereiro de 2026. A Samsung ainda não divulgou oficialmente o evento.

Galaxy S26 deve ficar sem imãs no estilo MagSafe

Unidades "dummy" do Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Ice Universe)

Certificado de homologação do Galaxy S26 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung no estilo MagSafe é aprovado na Anatel

18 de Dezembro de 2025, 13:09
Conceito de carregador magnético produzido pela Samsung (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O carregador sem fio Samsung EP-P2900, homologado pela Anatel, suporta 25 W com padrão Qi2.
  • O design do EP-P2900 é redondo e magnético, similar ao MagSafe da Apple.
  • O carregador será produzido no Vietnã e deve ser lançado com a linha Galaxy S26 em 2026.

A Samsung continua preparando o lançamento da linha Galaxy S26 no Brasil: desta vez, um novo carregador sem fio foi homologado pela Anatel. O dispositivo, com código de modelo EP-P2900, deve suportar carregamento sem fio de 25 W utilizando o padrão Qi2, segundo o site WinFuture, que revelou a existência do modelo.

Durante os ensaios, o carregador de parede utilizado para alimentar o EP-P2900 foi o EP-T4511, na versão USB-C de 45 W, já utilizado pela Samsung e incluso em alguns notebooks da empresa.

Certificado de homologação do carregador EP-P2900
Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A documentação não deixa explícito se o acessório virá na caixa do produto, o que abre a possibilidade de não vir na caixa do smartphone, algo que já acontece com os atuais carregadores sem fio da Samsung.

O modelo deve ter um design redondo, similar ao MagSafe da Apple (que deu origem ao padrão Qi2) e conter ímãs para se prender à traseira do aparelho. Este modelo também está certificado no FCC, com o nome de Magnet Wireless Charger, que entrega a existência dos ímãs.

O carregador será produzido no Vietnã, em fábricas da própria Samsung e da empresa Haem Vina.

EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregamento mais rápido no S26

A homologação de novos carregadores, mais rápidos que os utilizados desde a linha Galaxy S10, lançada em 2019, parece indicar que a fabricante coreana finalmente deverá adotar carregamento mais veloz, um pedido antigo de clientes fiéis.

Outros fabricantes, especialmente os chineses, têm adotado velocidades de carregamento cada vez mais altas e também a nova tecnologia de baterias com ânodos de silício-carbono, que permite componentes com maior densidade energética.

Close-up da parte traseira de um smartphone Motorola Edge na cor Verde Sálvia/Cinzento, com acabamento texturizado e o logo da Motorola ao centro. O módulo de câmera quadrado exibe quatro lentes com anéis de destaque em tom Cobre/Laranja. O telefone está sobre uma superfície bege rústica, com um pedaço de tecido verde-acinzentado e um objeto dourado em segundo plano, e um cabo de carregamento conectado à parte inferior.
Motorola Edge 70 tem bateria com ânodos de silício-carbono e carregamento de até 68 Watts (imagem: divulgação/Motorola)

Não há previsão nem preços para o novo carregador, mas ele provavelmente será lançado juntamente da linha Galaxy S26, prevista para os primeiros meses de 2026.

Carregador Samsung no estilo MagSafe é aprovado na Anatel

Certificado de homologação do carregador EP-P2900 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

EP-P2900 deve ter formato circular, similar ao MagSafe do iPhone (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola garante até quatro anos de atualização do Android (imagem: divulgação/Motorola)

Apple faz mudança em suportes de loja após “scratchgate” do iPhone 17

8 de Outubro de 2025, 17:30
Foto de close-up em estúdio, em fundo preto, mostrando o canto superior traseiro de um iPhone 17 Pro na cor laranja-cobre fosca.
iPhone 17 Pro conta com acabamento em alumínio anodizado (imagem: Divulgação/Apple)
Resumo
  • A Apple adicionou anéis de silicone nos carregadores MagSafe em lojas para evitar marcas nos iPhones 17.
  • O problema de marcas, chamado “scratchgate”, foi notado logo após o lançamento do iPhone 17.
  • A Apple afirma que as marcas são devidas ao acúmulo de material e que o desgaste é comum em alumínio anodizado.

A Apple colocou um anel protetor de silicone nos carregadores MagSafe de suas lojas, que servem de suporte para os iPhones em exibição. Com isso, a empresa pretende evitar que a carcaça dos aparelhos fique marcada, problema que já causou controvérsia nas redes sociais.

A medida foi noticiada pelo site francês Consomac, que notou os anéis de silicone em uma Apple Store do país. Ainda não se sabe se a medida será definitiva ou se a empresa pretende substituir os carregadores por um modelo que não cause problemas estéticos nos smartphones.

iPhones ficam suspensos em bases com MagSafe nas lojas da Apple (imagem: reprodução/Consomac)

O movimento era esperado. Ao responder às críticas, a Apple informou estar trabalhando para substituir os suportes MagSafe.

O que é o “scratchgate”?

Logo nos primeiros dias após o lançamento, donos de smartphones da linha iPhone 17 notaram marcas visíveis na parte traseira dos aparelhos, mesmo com pouco tempo de uso. Os problemas se concentravam no círculo do ímã do MagSafe e nas bordas do módulo da câmera. A controvérsia foi apelidada de “scratchgate”.

Marcas circulares na traseira de um iPhone Air, na área de contato com o carregador MagSafe (imagem: reprodução/Aarsh Majmudar)

Em relação ao círculo na carcaça, a Apple disse que se trata de um acúmulo de material vindo do próprio suporte, que pode ser removido com uma simples limpeza. A companhia alegou ainda que o problema não é novo e aconteceu também com o iPhone 16.

Já os arranhões nas bordas do módulo da câmera não têm uma solução específica. Uma das questões é que a plataforma não conta com um arredondamento, o que deixa as quinas expostas.

Ponto que testes de durabilidade apontaram como mais vulnerável a riscos (imagem: reprodução/Aarsh Majmudar)

A Apple afirma que os desgastes são próprios do alumínio anodizado e podem acontecer ao longo do tempo. Isso também vale para outros produtos da marca, como MacBooks e gerações anteriores do próprio iPhone, que usam esse mesmo material em seu acabamento.

Com informações do Apple Insider e do MacRumors

Apple faz mudança em suportes de loja após “scratchgate” do iPhone 17

iPhone 17 Pro laranja (imagem: Divulgação/Apple)

iPhones ficam suspensos em bases com MagSafe nas lojas da Apple (imagem: reprodução/Consomac)
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