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Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 25/04/2026

25 de Abril de 2026, 08:33

Hoje, 25 de abril de 2026, a Lua está na fase Crescente, está 61% visível e crescendo. Faltam 6 dias para a Lua Cheia. Confira o calendário completo de fases da Lua em abril.

As informações sobre as fases da Lua do mês de abril são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de abril de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 23h13.

 no dia 10 é a vez da Lua Minguante, às 01h55. A Lua Nova surge às 08h54 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de abril de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 23h33.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua abril de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 23h13
  • Lua Minguante: dia 10 às 01h55
  • Lua Nova: dia 17 às 08h54
  • Lua Crescente: dia 23 às 23h33

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Crescente.

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Hélio-3: entenda a nova disputa pela Lua iniciada pela Artemis 2

7 de Abril de 2026, 17:33

A missão Artemis 2 está levando quatro astronautas ao rdorda Lua e marca um momento histórico: é o primeiro voo tripulado ao espaço profundo em mais de 50 anos. Mais do que um feito simbólico, a missão representa um passo estratégico rumo a um objetivo maior — transformar a Lua em uma base permanente para exploração espacial e inovação tecnológica.

No centro dessa ambição está um recurso pouco conhecido do público, mas extremamente promissor: o hélio-3.

orion artemis 1 lado oculto da lua
A missão Artemis 1 alcançou o lado oculto da Lua no sexto dia, em 2022 – Imagem: NASA

Um elemento raro com potencial revolucionário

Diferentemente da Terra, a Lua acumulou ao longo de bilhões de anos grandes quantidades de hélio-3 em seu solo. Isso ocorre porque, sem atmosfera, sua superfície é diretamente bombardeada pelo vento solar — um fluxo de partículas emitidas pelo Sol que contém esse isótopo raro.

Embora escasso no nosso planeta, o hélio-3 pode ser a chave para uma nova geração de energia. Cientistas apontam que ele pode ser utilizado em reatores de fusão nuclear mais seguros e eficientes do que os atuais modelos experimentais. Ao contrário das reações tradicionais, a fusão com hélio-3 produz menos resíduos radioativos, tornando-se uma alternativa limpa e altamente desejável.

Artemis 2: o início de uma cadeia de inovação

A Artemis 2 não pousa na Lua, mas testa os sistemas que permitirão missões futuras — incluindo a construção de bases permanentes, especialmente no Polo Sul lunar.

Essa região é estratégica não apenas por conter gelo de água — essencial para produzir oxigênio e combustível —, mas também por ser uma potencial área de mineração de hélio-3.

A visão da NASA vai além da exploração: trata-se de estabelecer uma infraestrutura sustentável fora da Terra. Robôs e sistemas autônomos podem extrair recursos, enquanto energia solar alimenta processos como a eletrólise da água e, futuramente, a coleta de hélio-3.

[ Representação artística de uma base lunar – Créditos: ESA / P. Carril ]

Energia, computação e o futuro da Terra

O impacto do hélio-3 não se limita à geração de energia. Pesquisadores também destacam seu potencial na computação quântica, um campo que promete revolucionar áreas como inteligência artificial, criptografia e simulações científicas.

O próprio administrador da NASA, Jared Isaacman, destacou essa importancia em uma coletiva antes do lançamento. “Existe hélio-3 na Lua — não muito, mas certamente mais do que aqui na Terra. E prevê-se que seja uma fonte de energia de fusão mais eficiente”, disse.

Além disso, a possibilidade de transferir atividades industriais pesadas para a Lua — incluindo centros de dados e produção energética — pode aliviar significativamente a pressão ambiental sobre a Terra.

Essa visão redefine o papel da Lua: de um destino de exploração para um polo industrial e científico.

A Lua como ponte para Marte

Outro aspecto crucial do programa Artemis é seu papel como preparação para missões tripuladas a Marte. Bases lunares podem funcionar como pontos de reabastecimento, centros de testes de tecnologias de suporte à vida e plataformas logísticas para o espaço profundo.

Nesse cenário, o hélio-3 se torna ainda mais valioso — não apenas como recurso energético, mas como peça-chave de uma economia espacial emergente.

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O desconhecido como maior promessa

Apesar de todo o planejamento, cientistas reconhecem que o maior potencial da presença humana contínua na Lua está nas descobertas ainda imprevisíveis.

A Artemis 2, portanto, não é apenas uma missão de teste. É o início de uma nova fase da exploração espacial — em que recursos como o hélio-3 podem redefinir não só a forma como exploramos o cosmos, mas também como vivemos na Terra. Nesta terça-feira (7), os astronautas começaram seu caminho de volta pra casa.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Artemis 2 deixa gravidade da Lua e segue de volta para casa

7 de Abril de 2026, 15:51

Após momentos emocionantes, que ficarão para sempre na memória dos quatro astronautas da missão Artemis 2, é hora de pegar o rumo de casa. A cápsula Orion, levando a bordo Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, deixou a zona de influência lunar nesta terça-feira (7).

De acordo com a NASA, isso ocorreu às 14h23 (horário de Brasília), momento em que a nave deixou de ser puxada principalmente pela gravidade da Lua, começando oficialmente o trajeto de volta à Terra, que passou a exercer a maior influência sobre sua trajetória.

We anticipate that the Orion spacecraft has now departed the lunar sphere of influence — this is when the gravitational pull of the Moon is stronger than the gravitational pull of Earth.

The Artemis II crew are headed home. Splashdown will take place on Friday, April 10. pic.twitter.com/uZC3YZf45N

— NASA Artemis (@NASAArtemis) April 7, 2026

Após uma chamada direta com a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS), os astronautas da Artemis 2 passaram cerca de meia hora conversando com Kelsey Young, líder científica da missão em solo, para compartilhar suas impressões sobre o sobrevoo lunar.

A conversa abordou tanto o que eles viram da Lua quanto detalhes do processo científico, como o reflexo da luz da Terra nas janelas e no interior da Orion e o brilho da fita laranja usada na espaçonave para proteger e organizar equipamentos eletrônicos, que influenciaram a coleta de dados durante a missão.

Depois da reunião, os tripulantes iniciaram períodos de folga escalonados para descansar e recuperar energia, preparando-se para realizar as tarefas finais antes da tão aguardada reentrada na atmosfera da Terra.

Se tudo sair conforme o planejado pela NASA, às 22h03, os propulsores da Orion serão acionados para a primeira de três manobras de correção de rota da nave de volta à Terra. Durante essa operação, Koch e Hansen acompanharão os sistemas da espaçonave e verificarão cada etapa do procedimento, garantindo que a cápsula siga corretamente o trajeto rumo ao planeta.

astronautas da missão artemis 2
Astronautas da missão Artemis 2 a bordo da cápsula Orion – Imagem: NASA

Dia do sobrevoo histórico na Lua foi marcado por emoção

Na segunda-feira (6), sexto dia da missão Artemsi 2, a nave Orion realizou um sobrevoo histórico, passando pelo lado oculto da Lua. A tripulação a bordo teve visões inéditas do satélite, observando regiões que nenhum ser humano jamais havia contemplado de perto.

Mesmo antes desse feito inesquecível, o dia já foi de fortes emoções, com a tripulação sendo despertada por uma mensagem gravada do veterano da NASA Jim Lovell, falecido em 2025. Participante das icônicas missões Apollo 8, que contornou a Lua pela primeira vez, e Apollo 13, que até então havia alcançado a maior distância da Terra já percorrida por humanos, ele deixou palavras especiais para a tripulação da Artemis 2. Confira a mensagem aqui.

E isso foi apenas o começo. Pouco antes das 15h, mais precisamente às 14h56. a missão superou o recorde de cerca de 400 mil km de distância da Terra atingido em 1970 pela Apollo 13. Em torno de 10 minutos mais tarde, os astronautas iniciaram oficialmente suas observações lunares, o que se estendeu ao longo de aproximadamente sete horas.

“Da cabine da Integrity [nome dado à cápsula Orion pela tripulação], aqui, enquanto ultrapassamos a maior distância já percorrida por humanos a partir do planeta Terra, fazemos isso honrando os esforços e feitos extraordinários de nossos antecessores na exploração espacial humana”, disse Wiseman. “Continuaremos nossa jornada ainda mais longe no espaço antes que a Mãe Terra consiga nos trazer de volta a tudo o que nos é caro, mas, acima de tudo, escolhemos este momento para desafiar esta geração e a próxima a garantir que este recorde não dure muito tempo.”

imagem da terra com estrelas ao redor e vênus ao fundo. foi tirada pela missão artemis 2
Uma das primeiras imagens da Terra obtidas durante a missão Artemis 2 – Imagem: NASA

Hansen informou aos controladores da missão que a tripulação da Artemis 2 gostaria de nomear oficialmente duas crateras na Lua. Uma delas deve receber o nome de Integrity, em referência à cápsula Orion da missão, localizada entre a bacia Orientale e a cratera de impacto Ohm. A outra, de Carroll, em homenagem à falecida esposa do comandante Wiseman.

“Existe uma formação em um ponto muito especial da Lua, na fronteira entre o lado visível e o lado oculto. Ela fica exatamente no lado visível, e em certos momentos poderemos avistá-la da Terra”, disse, com a voz embargada. Os astronautas foram vistos enxugando as lágrimas, e, ao final da mensagem, os quatro se abraçaram enquanto o Centro de Controle confirmava por rádio a nomeação das crateras, na presença das filhas e familiares de Wiseman.

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Pontos importantes foram atingidos com a Orion “em silêncio”

Quando a Orion passou atrás da Lua, bloqueando temporariamente os sinais de rádio com a Terra, a comunicação foi interrompida por cerca de 40 minutos, como já era previsto pela NASA. Um pouco antes da perda do contato, os astronautas presenciaram o Earthset (o “pôr da Terra”). A imagem desse momento de “despedida” do planeta foi publicada esta manhã pela NASA nas redes sociais, entrando para a galeria de registros mais icônicos da exploração espacial humana.

Ready… set… Earth! 🌎
As Artemis II flew around the far side of the Moon, the crew captured a new view of home. These images show Earthset, when Earth dips below the lunar horizon. Parts of Australia & Oceania are visible, while the dark side of Earth is experiencing nighttime. pic.twitter.com/gVgFwFQPgZ

— NASA Earth (@NASAEarth) April 7, 2026

Durante esse período sem comunicação, a espaçonave chegou à sua maior aproximação da Lua, a cerca de 6.546 km de altitude. Pouco depois, os astronautas atingiram o ponto mais distante da Terra em toda a missão: 406.771 km, a maior distância já percorrida por seres humanos.

Ao concluir a passagem pelo lado oculto da Lua, a tripulação pôde ver o Earthrise (o “nascer da Terra”), com o planeta ressurgindo no horizonte lunar – lembrando a cena da emblemática foto feita pela Apollo 8 há quase sete décadas. Nesse momento, a comunicação com o controle da missão foi restabelecida.

earthrise lua
“Earthrise”, famosa foto tirada por William Anders, em 1968, mostrando a Terra “nascendo” na superfície lunar – Crédito: William Anders/NASA

Artemis 2 viu eclipse solar exclusivo

Para encerrar o dia mais importante da missão, sem contar o lançamento e o retorno à Terra, os astronautas da Artemis 2 tiveram a oportunidade de observar um eclipse solar total de uma perspectiva inédita. Eles foram as únicas quatro pessoas no mundo a testemunhar o fenômeno.

O eclipse não foi visível da Terra porque a posição do Sol, da Lua e do planeta não permitia. Do ponto de vista da Orion, a Lua cobriu totalmente o Sol, oferecendo à tripulação um espetáculo único e exclusivo.

O fenômeno começou por volta das 21h35. A Lua parecia enorme e bloqueava completamente o disco solar. Assim, os astronautas puderam observar a coroa solar, camada externa do Sol que normalmente não é visível por causa do brilho intenso da estrela.

Com duração de cerca de 53 minutos, o evento foi muito mais longo do que os eclipses totais vistos da Terra, que costumam levar menos de sete minutos. A equipe foi instruída a descrever detalhes da coroa solar, como formas, cores e variações de brilho. Essas observações vão ajudar cientistas a estudar melhor os processos do Sol.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

6 de Abril de 2026, 18:45
“Casa, vista da Orion”: NASA revelou foto tirada com o iPhone 17 Pro Max (imagem: divulgação)
Resumo
  • A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026. A Artemis II usou essa regra. O Reid Wiseman publicou fotos da Terra e da Lua feitas com um iPhone 17 Pro Max dentro da cápsula Orion.
  • A Artemis II é a primeira missão lunar tripulada do século XXI. A missão alcançou 406.000 quilômetros da Terra e superou o recorde da Apollo 13, de 1970.
  • O programa Artemis reúne a NASA, a ESA e a AEB. O plano prevê volta à superfície da Lua até 2028, criação de uma base lunar e missões futuras a Marte.

A Missão Artemis II chegou à órbita da Lua nesta segunda (6) e já entrou para a história com belas (e atuais) imagens da Terra e da Lua, registrando a volta do ser humano ao nosso satélite natural após 53 anos. Diferentemente de outras fotos encontradas na internet, os registros feitos diretamente da cápsula Orion, onde viajam os quatro tripulantes da missão, foram feitos pelos próprios iPhones dos astronautas.

Vale lembrar que essa é uma decisão recente: a NASA permitiu que os astronautas levassem dispositivos portáteis pessoais apenas em fevereiro deste ano.

Numa das primeiras imagens, o comandante da missão, Reid Wiseman, aparece observando o planeta Terra. Na tripulação da Orion estão também o canadense Jeremy Hansen e os americanos Victor Glover e Christina Koch.

Terra vista da Missão Artemis 2 (2026)
Já esta foi feita com uma Nikon (foto: divulgação/NASA)

Ida à Lua no século XXI

A Missão Artemis II é parte do Acordo Artemis, que envolve diversas agências espaciais pelo mundo, incluindo a NASA, dos Estados Unidos, a ESA, da Europa e a própria AEB, Agência Espacial Brasileira. A ideia é levar o ser humano de volta à superfície da Lua até 2028, além de estudar a possibilidade de montar uma base fixa no satélite natural da Terra no futuro. Mais à frente, o objetivo é chegar a Marte.

Primeira missão lunar tripulada no século, a Artemis II também marca a maior distância já percorrida por seres humanos para além da Terra: 248.655 milhas (cerca de 406 mil quilômetros), segundo a NASA, superando a missão Apollo 13, de 1970. Mas, dessa vez, com as tecnologias atuais, a viagem tem sido acompanhada e transmitida ao vivo pela agência espacial, sendo possível assisti-la diretamente no YouTube.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max foi o celular usado por Reid Wiseman para tirar a primeira foto inteira da Terra em mais de 50 anos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os astronautas também fazem seus próprios registros e dão atualizações da missão em tempo real, rendendo tuítes do comandante Reid diretamente da Orion, assim como a imagem do iPhone 17 Pro Max. A tripulação também levou uma Nikon D5.

Segundo o site USA Today, isso foi possível graças a uma nova regulamentação da NASA, que está em vigor desde fevereiro de 2026, logo antes da missão Crew-12, da SpaceX, empresa espacial de Elon Musk. Ela marcou o décimo terceiro voo comercial para a órbita da Terra.

Outros objetos terráqueos no espaço

Não foram a Crew-12 e a Artemis II que inauguraram a ida de objetos terráqueos do dia a dia ao espaço. Em 2018, a SpaceX enviou ao espaço um carro Falcon Heavy, que no momento está vagando pela Via Láctea, pouco depois de Marte. Até agora, já foram mais de 5,3 órbitas ao redor do Sol – e contando. É possível acompanhar a localização e outras informações curiosas sobre a viagem do automóvel num site especial.

Bonequinhos de LEGO enviados ao espaço, Juno (2011)
Bonequinhos de Lego enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011 (imagem: divulgação/National Space Centre)

Também há peças de Lego vagando pelo espaço neste momento, por mais estranho que pareça. A missão Juno, de 2011, levou uma “tripulação” de três bonequinhos de LEGO feitos com alumínio espacial, representando justamente Júpiter e Juno, além de Galileo Galilei, astrônomos que descobriu quatro das luas de Júpiter ainda em 1610.

Aparentemente, a LEGO tem um apreço pelas missões espaciais, já que a própria Artemis I, que foi à Lua sem tripulação, tinha quatro bonequinhos da marca a bordo, segundo a National Space Centre.

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

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Foto da Terra tirada pelo astronauta Reid Wiseman durante a Missão Artemis II

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bonequinhos de LEGO enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011.

Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 22/03/2026

22 de Março de 2026, 08:12

Hoje, 22 de março de 2026, a Lua está na fase Nova, está 12% visível e crescendo. Faltam 3 dias para a Lua Crescente. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 08h39.

 no dia 11 foi a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

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Lua hoje: confira a fase da Lua nesta sexta-feira 20/03/2026

20 de Março de 2026, 08:34

Hoje, 20 de março de 2026, a Lua está na fase Nova, está 2% visível e crescendo. Faltam 5 dias para a Lua Crescente. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 08h39.

 no dia 11 foi a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

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Lua tem três encontros esta semana – sendo dois no mesmo dia

15 de Março de 2026, 10:43

Dando início à “turnê mensal” de março pelos planetas do Sistema Solar, a Lua visita Mercúrio, Marte e Vênus esta semana. E os dois primeiros encontros serão no mesmo dia – e às escondidas!

Essas movimentações são as chamadas conjunções – quando dois ou mais astros compartilham a mesma ascensão reta (coordenada astronômica equivalente à longitude terrestre).

Tudo começa na manhã de terça-feira (17). De acordo com o guia de observação astronômica InTheSky.org, às 11h07 (pelo horário de Brasília), a Lua se aproxima de Mercúrio. Como eles vão atingir o ponto mais alto no céu durante o dia e não estarão a mais de 8° acima do horizonte ao amanhecer, esse encontro não será observável. 

Configuração do céu no dia da conjunção entre a Lua, Mercúrio e Marte. Crédito: Solar System Scope

O mesmo acontece em relação ao “date” da noite. A Lua passa por Marte às 18h52, momento em que o par estará abaixo da linha do horizonte, portanto, inacessível. Eles atingem o ponto mais alto no céu à luz do dia, o que impede a observação.

Leia mais:

“Sextou” da Lua será com Vênus

Embora a conjunção com Vênus, na sexta-feira (20), também seja impossível de assistir, devido à posição dos corpos envolvidos (abaixo do horizonte), o par pode ser observado ainda bem próximo no fim de tarde – ainda que não seja uma tarefa fácil.

Isso porque eles se tornam visíveis a partir das 18h26, do lado oposto ao pôr do Sol, mas muito baixos no céu (apenas cerca de 8º acima do horizonte oeste). A Lua estará com magnitude -8,9 e Vênus com -3,9, estando ambos na constelação de Peixes. Quanto mais brilhante um objeto parece, menor é o valor de sua magnitude (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o corpo mais brilhante do céu, tem magnitude aparente de -27.

Registrada em 7 de outubro de 2007, esta imagem do céu antes do amanhecer mostra Vênus no canto superior direito, ao lado da Lua crescente. Crédito: Jay Ouellet via APOD NASA

O último planeta a receber a visita da Lua em março é Júpiter, no dia 26. No mês que vem, ela se encontra com Mercúrio e Marte novamente no mesmo dia (15), Saturno (16), Vênus (19) e Júpiter (22). Essa série de conjunções que a Lua faz mensalmente ocorre porque ela orbita a Terra aproximadamente no mesmo plano em que os planetas orbitam o Sol, chamado plano da eclíptica.

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Lua hoje: confira a fase da Lua nesta sexta-feira 13/03/2026

13 de Março de 2026, 08:13

Hoje, 13 de março de 2026, a Lua está na fase Minguante, está 34% visível e decrescendo. Faltam 5 dias para a Lua Nova. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorre às 08h39.

 no dia 11 é a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Minguante.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua nesta sexta-feira 13/03/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 08/03/2026

8 de Março de 2026, 08:17

Hoje, 8 de março de 2026, a Lua está na fase Cheia, está 79% visível e decrescendo. Faltam 3 dias para a Lua Minguante. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorre às 08h39.

 no dia 11 é a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Cheia.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 08/03/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 07/03/2026

7 de Março de 2026, 08:21

Hoje, 7 de março de 2026, a Lua está na fase Cheia, está 87% visível e decrescendo. Faltam 4 dias para a Lua Minguante. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorre às 08h39.

 no dia 11 é a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

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Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Cheia.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 07/03/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 22/02/2026

22 de Fevereiro de 2026, 08:24

Hoje, 22 de fevereiro de 2026, a Lua está na fase Nova, está 24% visível e crescendo. Faltam 2 dias para a Lua Crescente. Confira o calendário completo de fases da Lua em fevereiro.

As informações sobre as fases da Lua do mês de fevereiro são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de fevereiro de 2026 começaram já no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 19h10.

 no dia 9 foi a vez da Lua Minguante, às 9h44. A Lua Nova surgiu às 09h03 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de fevereiro de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 24 às 09h28.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

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Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

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Elon Musk quer usar a Lua para catapultar satélites

11 de Fevereiro de 2026, 11:26
ilustração sobre a Space X e Elon Musk. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Fusão entre SpaceX e xAI seria aposta para tirar plano do papel (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Elon Musk planeja construir uma fábrica de satélites na Lua com um “impulsionador de massa” para criar centros de dados em órbita.
  • O projeto enfrenta desafios como a necessidade de suportar forças de aceleração superiores a 10 mil g e a logística de construção lunar.
  • A fusão entre a xAI e a SpaceX visa utilizar a nave Starship para construir instalações lunares e aplicar algoritmos de IA na gestão da base.

O empresário Elon Musk, CEO da SpaceX e da xAI, parece ter um plano ambicioso, saído de livros de ficção: construir uma fábrica de satélites na superfície da Lua com uma catapulta gigantesca para lançar equipamentos ao espaço.

A proposta foi apresentada durante uma reunião interna com funcionários da xAI, cujos áudios foram obtidos e divulgados pelo jornal The New York Times nessa terça-feira (10/02). Segundo Musk, a infraestrutura lunar seria fundamental para viabilizar “centros de dados de inteligência artificial” em órbita.

A ideia seria aproveitar o vácuo do espaço para resfriamento e a energia solar ininterrupta para alimentação. O projeto marca uma virada brusca na estratégia do bilionário — até o início do ano passado, ele classificava a Lua como uma “distração” no caminho para Marte.

Como funcionaria isso?

O dispositivo mencionado por Musk é tecnicamente chamado de “impulsionador de massa”. Trata-se de um lançador eletromagnético projetado para propelir objetos ao espaço sem o uso de combustíveis químicos ou foguetes convencionais.

De acordo com o portal Engadget, essa catapulta seria integrada ao complexo industrial construído em solo lunar. A intenção seria fabricar satélites de IA localmente e lançá-los para a órbita lunar ou terrestre de forma muito mais barata. Embora a gravidade da Lua seja apenas 1/6 da terrestre, os desafios físicos para isso são imensos:

  • Velocidade de escape: para atingir a órbita lunar, o satélite precisa ser lançado a pelo menos 6.115 km/h (Mach 5);
  • Aceleração extrema: atualmente, tecnologias de canhões eletromagnéticos da Marinha dos EUA (os railguns) atingem Mach 8,8 (8,8 vezes a velocidade do som), conforme documentado pela Task and Purpose. No entanto, qualquer eletrônico lançado assim precisaria suportar forças de aceleração superiores a 10 mil g;
  • Logística: construir uma fábrica dessas exige dezenas de missões tripuladas e não tripuladas.
Elon Musk com a palavra LAUNCH ao fundo
Musk afirma que “é preciso ir à Lua” para obter capacidade computacional superior à dos concorrentes (imagem: Bill Ingalls/NASA)

Outro ponto controverso do plano é o uso do vácuo para resfriar os servidores de IA. Especialistas consultados pelo The Independent expressaram ceticismo: diferentemente da Terra, onde o calor se dissipa pelo ar (convecção), no vácuo a única forma de resfriamento é por radiação térmica. Isso exigiria radiadores de dimensões monumentais para evitar que os chips derretam sob carga intensa de processamento.

Para viabilizar a execução do plano, Musk confirmou recentemente a fusão operacional entre a xAI e a SpaceX. A união permitiria que a xAI utilizasse a logística da nave Starship para construir as instalações lunares, enquanto a SpaceX utilizaria os algoritmos da companhia de IA para gerenciar a base lunar.

Mudança de foco e incertezas

A fixação recente de Musk pela Lua é uma mudança de postura. Em 2025, ele afirmou no X (antigo Twitter) que a SpaceX iria “direto para Marte”.

No entanto, em postagens recentes, o CEO admitiu que criar uma “cidade autossustentável na Lua” é uma meta alcançável em menos de dez anos, enquanto Marte levaria pelo menos 20.

Vale lembrar que o histórico de previsões de Musk gera cautela. Em 2016, ele prometeu que a SpaceX enviaria missões de carga para Marte até 2018. Em 2017, previu o mesmo para 2022. Agora, em fevereiro de 2026, o foguete Starship está apenas realizando voos de teste.

Elon Musk quer usar a Lua para catapultar satélites

Saiba como a SpaceX e Elon Musk revolucionaram a indústria aeroespacial com os foguetes reutilizáveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Elon Musk no Kennedy Space Center da NASA em 2020 (Imagem: Bill Ingalls / NASA)

Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

5 de Fevereiro de 2026, 19:09
Selfie em close de um astronauta em traje espacial branco durante caminhada espacial. O visor do capacete reflete a estrutura da estação e parte do planeta Terra. Duas luzes brancas intensas estão acesas acima do visor. No braço esquerdo, há uma bandeira dos Estados Unidos e, no direito, um emblema circular colorido. O fundo exibe a curvatura da Terra com tons de azul intenso e nuvens brancas sobre o espaço negro. Na parte inferior, veem-se ferramentas e partes metálicas do traje.
Astronauta Mike Hopkins durante caminhada espacial em 2013 (foto: NASA)
Resumo
  • A NASA permitirá que astronautas levem smartphones nas missões Crew-12 e Artemis II para capturar momentos e compartilhar imagens.
  • A decisão visa modernizar a agência, simplificando o processo de aprovação de equipamentos, que inclui testes rigorosos.
  • Smartphones permitirão fotos e vídeos da Lua, superando as câmeras aprovadas anteriormente, como a DSLR Nikon de 2016.

Smartphones serão permitidos nas próximas missões rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) e à Lua. “Astronautas da NASA poderão, em breve, voar com seus smartphones de última geração, começando pela Crew-12 e pela Artemis II”, escreveu Jared Isaacman, administrador da agência espacial, na quarta-feira (04/02) em sua conta no X.

Crew-12 é o nome da missão que levará os astronautas da NASA Jessica Meir e Jack Hathaway, a astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) Sophie Adenot, e o cosmonauta da Roscosmos Andrei Fediaev para a ISS, a bordo da espaçonave SpaceX Dragon. A data de lançamento prevista é 11 de fevereiro.

Fotografia da Estação Espacial Internacional (ISS) centralizada contra o fundo totalmente preto do espaço. A estrutura metálica complexa apresenta diversos módulos cilíndricos, braços robóticos e grandes painéis solares retangulares dispostos simetricamente nas extremidades. Os painéis à direita possuem tons alaranjados e bronze, enquanto os da esquerda e do centro exibem tons prateados, cinzas e azulados. A iluminação é lateral, destacando as texturas metálicas e as sombras da engenharia espacial.
Imagem da ISS captada pela espaçonave SpaceX Dragon (foto: NASA)

Já a Artemis II é a primeira missão tripulada de sobrevoo da Lua em mais de 50 anos — a última foi a Apollo 17, em 1972. Ela levará quatro astronautas: Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA). O lançamento não deve ocorrer antes de 6 de março de 2026.

Por que os astronautas vão levar smartphones?

Isaacman deu alguns motivos para a decisão de permitir equipamentos desse tipo no espaço. “Estamos dando a nossos tripulantes as ferramentas para captar momentos especiais para suas famílias e compartilhar imagens e vídeos inspiradores com o mundo”, declarou o administrador.

Outra explicação é modernizar a própria agência. Como observa o Ars Technica, o processo de aprovação de hardware é bastante rígido e inclui diversas etapas, como testes de radiação, térmicos e mecânicos de chips e baterias, entre muitos outros.

A ideia é verificar o que ainda faz sentido, como forma de agilizar contratações e compras. “Desafiamos os processos de longa data e certificamos aparelhos modernos para voos espaciais em um cronograma acelerado”, afirmou Isaacman.

Quais eram os equipamentos permitidos no espaço?

O Ars Technica afirma que, até então, as câmeras mais novas com aprovação para voar a bordo da Artemis II eram uma DSLR da Nikon de 2016 e alguns modelos da GoPro de uma década atrás. Com smartphones, os astronautas poderão fazer fotos e vídeos da Lua.

Mesmo assim, não é a primeira vez que um celular viaja ao espaço. A tripulação levou dois iPhones 4s para a missão final do programa Space Shuttle, mas não se sabe se eles foram usados. Atualmente, os astronautas usam tablets para se comunicar, e também vale dizer que missões espaciais privadas já permitiam que seus tripulantes levassem smartphones.

Com informações do Ars Technica

Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

Imagem da ISS captada pela espaçonave SpaceX Dragon (foto: NASA)
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