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NASA propõe nova estratégia para estações espaciais comerciais

25 de Março de 2026, 19:02

A NASA estuda uma nova forma de apoiar a criação de estações espaciais comerciais para substituir a Estação Espacial Internacional (ISS). A mudança foi apresentada durante o evento Ignition, na terça-feira (24), quando a agência também revelou iniciativas para uma base lunar e uma missão de propulsão nuclear rumo a Marte em 2028.

Atualmente, a NASA financia empresas privadas no programa Destinos Comerciais em Órbita Terrestre Baixa (CLD, na sigla em inglês). Essas empresas recebem recursos iniciais para desenvolver suas estações e aguardam a segunda fase do programa, quando a agência poderia oferecer financiamento adicional antes de contratar serviços dessas futuras instalações.

Em resumo:

  • NASA propõe nova estratégia para estações espaciais comerciais;
  • Programa atual ainda não garante viabilidade econômica;
  • Agência considera comprar módulo central acoplado à ISS;
  • Módulo permitiria expansão gradual de estações comerciais privadas;
  • A meta é substituir a ISS até 2030 de forma segura.
Estação Espacial Orbital Reef. (Crédito da: Sierra Space/Blue Origin)
Estação Espacial Orbital Reef, projeto da Blue Origin. Créditos: Sierra Space/Blue Origin

Desafios financeiros das estações espaciais comerciais

O objetivo do CLD era que a NASA fosse apenas mais um cliente, junto com outras agências e empresas. Mas o mercado ainda não se consolidou como esperado. Faltam estudos independentes que comprovem a viabilidade econômica de uma estação comercial sustentada apenas por apoio parcial da NASA.

“Há interesse de investidores, mas não existem dados independentes que confirmem a sustentabilidade econômica dessas estações”, disse Dana Weigel, gerente do programa da ISS. Segundo o site Spacenews, ela afirmou que o mercado não amadureceu no ritmo previsto: pesquisas indicam que ainda faltam cerca de 10 anos para atingir um cenário mais estável.

Outra preocupação é a capacidade das empresas em lidar com operações complexas de uma estação espacial. Amit Kshatriya, administrador associado da NASA, destacou que a indústria ainda não tem experiência nem recursos suficientes para gerenciar a logística exigida. Além disso, o orçamento da agência não permite apoiar duas estações simultaneamente.

“O caminho original é cheio de riscos”, afirmou Weigel. Por isso, a NASA estuda duas alternativas: continuar o programa CLD como está ou assumir um papel mais ativo no desenvolvimento de uma estação comercial.

Na segunda opção, a agência compraria um módulo central que seria acoplado à ISS. Ele forneceria serviços básicos como energia, propulsão, suporte à vida e portas de acoplamento para módulos comerciais adicionais. Mais tarde, todo o conjunto poderia se separar da ISS, formando uma estação independente, possivelmente levando alguns módulos da estação atual.

Segundo Weigel, um módulo central adquirido pela NASA funcionaria como base para expansão de módulos comerciais. Isso permitiria que a indústria amadurecesse e a demanda crescesse após a separação da ISS.

Conceito apresentado pela NASA em evento realizado na terça-feira (24) propõe que a agência adquira um módulo acoplado à ISS que poderia servir como núcleo de uma estação comercial. Créditos: NASA/Tradução Gemini

Leia mais:

NASA pretende acelerar com nova alternativa

O projeto não é totalmente novo. Há dez anos, a NASA já ofereceu uma porta de acoplamento da ISS para módulos comerciais. Em 2020, a Axiom Space recebeu essa porta e planeja usá-la em seu módulo central para sua própria estação. Weigel enfatizou, porém, que o novo módulo central não será exclusivo de nenhum fornecedor, buscando atrair interesse amplo da indústria.

A agência pretende avançar rapidamente com essa alternativa. Dependendo do retorno da indústria a uma solicitação de informações, a NASA pode lançar uma minuta de pedido de propostas para o módulo central em poucos meses.

Ilustração artística da estação espacial que a empresa Axiom Space planeja instalar na órbita da Terra. Crédito: Axiom Space

Além disso, a NASA quer estimular a demanda comercial com mais missões privadas de astronautas à ISS. Atualmente há uma por ano, mas a ideia é subir para duas, permitindo que empresas vendam o assento reservado ao comandante da missão, incluindo a venda para a própria agência.

Mesmo com as mudanças, a NASA não pretende prolongar a vida da ISS indefinidamente. Os planos atuais preveem desativar a estação em 2030, embora um projeto de lei no Senado possa estender esse prazo até 2032. “Nossa missão é avançar para estações comerciais até 2030”, afirmou Weigel. “Não mudamos o objetivo, apenas a forma de chegar lá.”

O administrador da agência, Jared Isaacman, reforçou: “Ninguém defende manter a ISS para sempre. Queremos fazer a transição de forma correta, avaliando todas as opções agora.”

Com essa estratégia, a NASA busca garantir que a sucessão da ISS aconteça de forma segura, sustentável e economicamente viável, abrindo caminho para a expansão de estações espaciais de propriedade e operação comercial no futuro próximo.

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Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

5 de Fevereiro de 2026, 19:09
Selfie em close de um astronauta em traje espacial branco durante caminhada espacial. O visor do capacete reflete a estrutura da estação e parte do planeta Terra. Duas luzes brancas intensas estão acesas acima do visor. No braço esquerdo, há uma bandeira dos Estados Unidos e, no direito, um emblema circular colorido. O fundo exibe a curvatura da Terra com tons de azul intenso e nuvens brancas sobre o espaço negro. Na parte inferior, veem-se ferramentas e partes metálicas do traje.
Astronauta Mike Hopkins durante caminhada espacial em 2013 (foto: NASA)
Resumo
  • A NASA permitirá que astronautas levem smartphones nas missões Crew-12 e Artemis II para capturar momentos e compartilhar imagens.
  • A decisão visa modernizar a agência, simplificando o processo de aprovação de equipamentos, que inclui testes rigorosos.
  • Smartphones permitirão fotos e vídeos da Lua, superando as câmeras aprovadas anteriormente, como a DSLR Nikon de 2016.

Smartphones serão permitidos nas próximas missões rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) e à Lua. “Astronautas da NASA poderão, em breve, voar com seus smartphones de última geração, começando pela Crew-12 e pela Artemis II”, escreveu Jared Isaacman, administrador da agência espacial, na quarta-feira (04/02) em sua conta no X.

Crew-12 é o nome da missão que levará os astronautas da NASA Jessica Meir e Jack Hathaway, a astronauta da Agência Espacial Europeia (ESA) Sophie Adenot, e o cosmonauta da Roscosmos Andrei Fediaev para a ISS, a bordo da espaçonave SpaceX Dragon. A data de lançamento prevista é 11 de fevereiro.

Fotografia da Estação Espacial Internacional (ISS) centralizada contra o fundo totalmente preto do espaço. A estrutura metálica complexa apresenta diversos módulos cilíndricos, braços robóticos e grandes painéis solares retangulares dispostos simetricamente nas extremidades. Os painéis à direita possuem tons alaranjados e bronze, enquanto os da esquerda e do centro exibem tons prateados, cinzas e azulados. A iluminação é lateral, destacando as texturas metálicas e as sombras da engenharia espacial.
Imagem da ISS captada pela espaçonave SpaceX Dragon (foto: NASA)

Já a Artemis II é a primeira missão tripulada de sobrevoo da Lua em mais de 50 anos — a última foi a Apollo 17, em 1972. Ela levará quatro astronautas: Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA). O lançamento não deve ocorrer antes de 6 de março de 2026.

Por que os astronautas vão levar smartphones?

Isaacman deu alguns motivos para a decisão de permitir equipamentos desse tipo no espaço. “Estamos dando a nossos tripulantes as ferramentas para captar momentos especiais para suas famílias e compartilhar imagens e vídeos inspiradores com o mundo”, declarou o administrador.

Outra explicação é modernizar a própria agência. Como observa o Ars Technica, o processo de aprovação de hardware é bastante rígido e inclui diversas etapas, como testes de radiação, térmicos e mecânicos de chips e baterias, entre muitos outros.

A ideia é verificar o que ainda faz sentido, como forma de agilizar contratações e compras. “Desafiamos os processos de longa data e certificamos aparelhos modernos para voos espaciais em um cronograma acelerado”, afirmou Isaacman.

Quais eram os equipamentos permitidos no espaço?

O Ars Technica afirma que, até então, as câmeras mais novas com aprovação para voar a bordo da Artemis II eram uma DSLR da Nikon de 2016 e alguns modelos da GoPro de uma década atrás. Com smartphones, os astronautas poderão fazer fotos e vídeos da Lua.

Mesmo assim, não é a primeira vez que um celular viaja ao espaço. A tripulação levou dois iPhones 4s para a missão final do programa Space Shuttle, mas não se sabe se eles foram usados. Atualmente, os astronautas usam tablets para se comunicar, e também vale dizer que missões espaciais privadas já permitiam que seus tripulantes levassem smartphones.

Com informações do Ars Technica

Astronautas da NASA poderão levar smartphones nas missões à ISS e à Lua

Imagem da ISS captada pela espaçonave SpaceX Dragon (foto: NASA)

O que é roaming? Entenda para que serve o serviço de telefonia móvel

21 de Janeiro de 2026, 16:59
Mapa do Brasil com torres de telefonia móvel
Saiba como funciona o serviço de roaming e como ele é importante para a telefonia móvel (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O roaming permite que o celular se conecte a redes parceiras quando está fora da área de cobertura original. Esse recurso garante a conexão móvel em viagens, possibilitando fazer chamadas e acessar a internet sem trocar de chip.

No dia a dia, a função facilita o uso de GPS, redes sociais e e-mails com maior praticidade e integração. Assim, o usuário permanece acessível pelo número habitual, independentemente de onde estiver no momento.

Operadoras de telefonia brasileiras, como Claro, Tim e Vivo, oferecem planos com roaming gratuito em território nacional e pacotes internacionais específicos. É essencial consultar as regras do plano para evitar surpresas com o custo do roaming ao viajar.

A seguir, saiba mais sobre o conceito de roaming, como ele funciona e quando é preciso pagar pelo seu uso. Também conheça as vantagens e desvantagens da funcionalidade.

O que é roaming?

O roaming é o recurso que permite a conexão de dispositivos móveis a redes de operadoras parceiras quando o usuário sai da área de cobertura original. Ele garante a continuidade de chamadas e o acesso a dados em viagens nacionais ou internacionais por meio de acordos de infraestrutura compartilhada.

O que significa roaming?

O termo “roaming” deriva do inglês, significando “vagar ou mover-se de forma não organizada, especialmente em uma área extensa”. Em telecomunicações, refere-se ao uso do celular em uma rede diferente da operadora do usuário, quando ele estiver fora da área de cobertura.

iPhone com imagem do globo terrestre no Google Earth
O roaming permite que o usuário se conecte a redes de operadoras parceiras, mesmo quando estiver fora da área de cobertura original (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Para que serve o roaming?

O roaming permite usar o celular fora da área de cobertura da operadora original ao realizar conexões automáticas por meio de redes parceiras. Essa tecnologia garante a continuidade dos serviços de voz e dados, mantendo o número ativo em diferentes regiões.

Seu objetivo é viabilizar chamadas, mensagens e acesso à internet durante viagens nacionais ou internacionais com máxima conveniência. Assim, evita a troca de chips físicos, facilitando a comunicação e o uso de aplicativos essenciais em qualquer lugar.

Como funciona o roaming?

O celular em roaming identifica redes parceiras ao sair da cobertura original, enviando dados de registro para iniciar a conexão. A rede visitada então solicita a autenticação junto à operadora de origem via protocolos de sinalização para validar o acesso.

Após a aprovação, um perfil temporário é criado para permitir o uso de serviços de voz e SMS enquanto monitora o consumo para o faturamento futuro. As chamadas recebidas são redirecionadas pela rede doméstica, que localiza o aparelho e usa um roteamento específico para completar o contato no exterior.

Para o roaming de dados, a rede local usa gateways que conectam o tráfego de dados de volta à operadora original ou diretamente à rede mundial. Esse processo assegura que as permissões de navegação e limite de franquia do plano contratado sejam devidamente respeitados e aplicados.

O sistema de roaming depende da comunicação constante entre os bancos de dados de localização para atualizar a posição geográfica do dispositivo em tempo real. Essa sincronização permite a entrega precisa de pacotes de dados e chamadas, independentemente da distância física entre as operadoras envolvidas.

Infográfico sobre o funcionamento do Roaming
Como funciona o roaming quando a pessoa está fora da área de cobertura original (imagem: Reprodução/Collidu)

Por que aparece um “R” no sinal do celular?

O ícone “R” indica que o dispositivo entrou em roaming, conectando-se a redes de outras operadoras porque o sinal da empresa nativa está indisponível ou fraco. Isso garante a continuidade de chamadas e internet durante deslocamentos para áreas sem cobertura própria ou em situações de manutenção técnica.

Esse ícone serve como alerta para possíveis tarifas extras ou redução na velocidade de navegação, conforme os termos do plano de telefonia. Em viagens internacionais, é indicado revisar as configurações de dados para evitar cobranças inesperadas, já que os serviços de telefonia fora do país costumam ter custos elevados.

Print de um celular exibindo o ícone de Roaming
O icone “R” de roaming costuma ser exibido ao lado do sinal do celular (imagem: Reprodução/Sony)

Quais são as vantagens do roaming?

Estes são os pontos fortes do roaming:

  • Continuidade do serviço: garante que o usuário permaneça acessível no mesmo número original, alternando entre redes sem quedas de sinal ou perda de chamadas;
  • Praticidade e conveniência: dispensa a compra de chips locais ou configurações complexas de eSIM, permitindo o uso imediato de dados e voz ao cruzar fronteiras;
  • Acesso global facilitado: utiliza parcerias internacionais para garantir cobertura em áreas remotas, onde operadoras específicas podem não ter infraestrutura própria;
  • Segurança de dados: oferece uma conexão mais protegida via celular em comparação ao uso de redes Wi-Fi públicas instáveis e vulneráveis em locais desconhecidos;
  • Gestão financeira unificada: centraliza todos os custos na fatura mensal da operadora de origem, facilitando o controle de gastos e o reembolso corporativo.

Quais são as desvantagens do roaming?

Estes são os pontos fracos do uso do roaming:

  • Custos elevados: as tarifas para chamadas, mensagens e uso de dados no exterior superam as taxas domésticas, podendo gerar faturas inesperadas e extremamente altas;
  • Velocidades reduzidas: as operadoras locais costumam priorizar seus próprios clientes, resultando em conexões de dados mais lentas, instáveis ou propositalmente limitadas;
  • Drenagem da bateria: a busca constante por frequências compatíveis e a troca entre torres de operadoras estrangeiras aumentam consideravelmente o consumo de energia;
  • Incompatibilidade de frequências: dependendo da região, o celular pode não suportar as bandas locais, resultando em sinal fraco ou ausência total de serviço;
  • Consumo passivo de dados: aplicativos em segundo plano e atualizações automáticas podem gerar cobranças extras, muitas vezes antes que o usuário configure o aparelho.
imagem de uma mulher de costas mexendo no celular usando mochila de viagem
O roaming oferece ampla conveniência para os usuários, mas exige atenção para evitar gastos inesperados (imagem: Christian Lue/Unsplash)

Preciso pagar para usar o roaming?

O roaming nacional é gratuito para a maioria dos planos de telefonia no Brasil, pois segue a regulamentação que proíbe a cobrança de deslocamento entre estados desde 2018. Isso permite usar a franquia de dados e minutos sem custos adicionais em todo o território brasileiro.

Em países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile, acordos internacionais garantem que o uso de internet e ligações ocorra sem taxas extras, descontando diretamente do pacote do usuário. Basta manter o roaming ativo nas configurações do aparelho para usá-lo livremente.

Para as demais regiões, as tarifas são elevadas e exigem a contratação de passaportes diários ou pacotes específicos da operadora. Para economizar, recomenda-se o uso de redes Wi-Fi locais confiáveis ou a compra de um eSIM internacional pré-pago.

Quais são as tarifas de roaming ao viajar para o exterior?

As tarifas de roaming internacional na Claro, Tim e Vivo variam conforme o país visitado e o plano contratado pelo usuário. É comum a cobrança de diárias fixas ou pacotes mensais que incluem franquia de dados, SMS e minutos de voz.

Para evitar surpresas na fatura, é recomendado consultar as condições específicas e ativar o serviço pelo aplicativo ou site oficial da operadora. Também é ideal sempre verificar se o destino possui cobertura e se os benefícios do plano atual já contemplam o uso no exterior.

Tela do aplicativo Minha Claro mostrando consumo de internet em roaming internacional
Operadoras de telefonia costumam oferecer pacotes de roaming internacional (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre roaming nacional e internacional?

O roaming nacional ocorre quando o dispositivo usa a infraestrutura de uma operadora parceira no território brasileiro para suprir a ausência do sinal da rede de origem. Garante a continuidade do serviço em áreas remotas ou sem cobertura própria, geralmente sem custos adicionais para o usuário.

O roaming internacional permite que o aparelho acesse serviços de voz e dados por meio de redes estrangeiras enquanto o usuário viaja para outros países. A conexão é viabilizada por acordos globais de interconexão e costuma gerar cobranças específicas ou a necessidade de contratação de pacotes diários.

Qual é a diferença entre roaming e dados móveis?

O roaming é a ativação do serviço que permite o celular se conectar a redes de operadoras parceiras quando a pessoa está fora da área de cobertura original. Esse recurso é essencial para manter a conectividade durante viagens para outras regiões ou países.

Os dados móveis se referem à tecnologia, como 4G ou 5G, que transmite informações e garante o acesso à internet sem depender de redes Wi-Fi. Eles usam a infraestrutura direta da operadora para viabilizar o uso de dados móveis contratado pelo usuário.

O que é roaming? Entenda para que serve o serviço de telefonia móvel

Anatel toma subsídios sobre regras para roaming (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acordo de roaming entre Brasil e Chile é aprovado na Câmara (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

(imagem: Christian Lue/Unsplash)

Clientes do Claro Pós têm Passaporte com roaming internacional incluído (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)
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