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Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

15 de Junho de 2026, 14:01
Tela de iPhone mostrando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” ativada, com configuração de exigência de adiamento de segurança
Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede acessos críticos ao iPhone, mesmo se o criminoso souber a senha do aparelho. O recurso exige autenticação biométrica via Face ID ou Touch ID para modificar configurações sensíveis, blindando os dados da vítima.

Para gerenciar a função, basta acessar os “Ajustes”, entrar em “Face ID e Código” e selecionar a opção “Proteção de Dispositivo Roubado”. Ao desativar o recurso, o sistema inicia um “Adiamento de segurança”, exigindo uma hora de espera para a alteração ser efetivada no dispositivo.

A seguir, veja o passo a passo para configurar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone.

Como ativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

1. Acesse os “Ajustes” do iPhone

Abra o aplicativo “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo e iniciar o processo de segurança.

Abrindo o app Ajustes no iPhone
Abrindo o app “Ajustes” no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Entre em “Face ID e Código”

Desça a tela de “Ajustes”, selecione o menu “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código” e insira a senha numérica atual para ver as opções de proteção do dispositivo. 

Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança no iPhone
Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “Proteção de Dispositivo Roubado”

Encontre a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e toque nela para abrir a tela para configurar o bloqueio de segurança do iPhone.

Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” no menu “Face ID e Código” do iPhone
Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative a “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave ao lado da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e inicie a configuração para proteger o iPhone do roubo.

Importante: o recurso “Buscar” precisa estar habilitado para acionar a proteção contra roubo do iPhone.

Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” no iPhone, com o seletor ligado na tela “Proteção de Dispositivo Roubado”
Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque a opção “Sempre”

Selecione a opção “Sempre” para ativar o bloqueio de segurança do iPhone em qualquer localização geográfica. Com isso, o dispositivo sempre exigirá o uso do Face ID para o desbloqueio e acesso a configurações críticas da conta Apple ou sistema.

Marcando a opção “Sempre” na tela de Proteção de Dispositivo Roubado para iniciar o adiamento de segurança
Marcando a opção “Sempre” para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone 

1. Abra os “Ajustes” do iPhone

Acesse os “Ajustes” do iPhone para ver as opções do dispositivo.

Abrindo o app “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo
Abrindo o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o “Face ID e Código”

Entre no menu “Face ID e Código” e digite a senha numérica do dispositivo para retornar às opções de proteção do iPhone.

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações
Tocando em “Face ID e Código” para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para revisar as configurações de bloqueio de segurança do iPhone.

Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” em “Face ID e Código” no iPhone
Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Desative a chave de “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para desativar a ferramenta anti-ladrão do iPhone.

Tela do iPhone em “Proteção de Dispositivo Roubado”, mostrando a desativação do recurso
Desativando o recurso “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Inicie o “Adiamento de segurança”

Ao desativar a função, toque em “Iniciar Adiamento de Segurança” e em seguida “OK”. Então, aguarde uma hora e volte para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado.

Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone
Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Para que serve a Proteção de Dispositivo Roubado da Apple?

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede criminosos de assumirem o controle da conta Apple, mesmo que eles saibam a senha. O recurso blinda o sistema ao exigir obrigatoriamente o Face ID ou Touch ID para acessar funções críticas caso a pessoa tenha o celular roubado.

A ferramenta entra em ação em qualquer localização, ativando um atraso de segurança de uma hora para operações sensíveis, como alterar a senha do ID Apple. Esse intervalo de tempo é crucial para a vítima reagir, rastrear o aparelho pelo aplicativo Buscar e bloquear o acesso a cartões e senhas salvas nas chaves do aparelho.

O que acontece quando roubam um iPhone com a proteção ativada? 

O recurso de proteção do celular da Apple ativa travas e barreiras que impedem o controle do iPhone, mesmo se o criminoso tiver a senha numérica.

  • Bloqueio biométrico obrigatório: o sistema exige exclusivamente o Face ID ou Touch ID para acessar senhas, cartões salvos e funções críticas, anulando o uso do código numérico;
  • Barreira contra acessos remotos: o recurso impede que criminosos alterem as configurações de segurança da conta da Apple pelo navegador web, blindando o ecossistema da vítima;
  • Atraso de segurança inteligente: a proteção do celular ativa uma espera de uma hora para autorizar modificações sensíveis, como a troca da senha do ID Apple ou o cadastro de uma nova biometria;
  • Tempo hábil para reação: esse intervalo forçado de 60 minutos neutraliza a ação rápida dos bandidos, dando tempo para a vítima bloquear o dispositivo pelo aplicativo Buscar ou via iCloud.

Quais modelos de iPhone têm Proteção de Dispositivo Roubado? 

A Proteção de Dispositivo Roubado está disponível para todos os iPhones compatíveis com o iOS 17.3 ou versões superiores do sistema. O recurso abrange desde as linhas iPhone 11 até os modelos mais atuais, incluindo também as versões SE de 2ª e 3ª geração.

Para ativar a camada extra de defesa, basta manter o software do aparelho atualizado nas configurações básicas. Para atualizar o iOS, basta abrir o “Ajustes”, selecionar a opção “Geral” e acessar o menu “Atualização de software”.

Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app "Ajustes" no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando no menu "Face ID e Código" para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a função "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Sempre" para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando o recurso "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando o "Adiamento de Segurança" para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

29 de Maio de 2026, 17:15
Ilustração do Face ID
Face ID confirma a identidade de usuários de aparelhos da Apple (Imagem: Reprodução/Apple)

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, incorporado a iPhones e iPads. Ele é usado como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

O Face ID depende de componentes de hardware para fazer mapeamentos e escaneamentos precisos de rostos. Enquanto isso, o sistema operacional e outros softwares processam os dados para validar (ou não) a identidade.

Com o Face ID, você consegue desbloquear iPhones e iPads, autorizar compras pelo aparelho ou executar comandos que exigem níveis altos de privilégios.

A seguir, entenda melhor o que é o Face ID, saiba como ele funciona e veja em quais dispositivos ele está presente.

O que é Face ID?

Face ID é um sistema de reconhecimento facial proprietário da Apple, que combina elementos de hardware e software. O sistema foi desenvolvido especialmente para produtos da maçã, como iPhones e iPads.

O que significa Face ID?

O termo “Face ID” pode ser traduzido como “identidade facial” ou “identidade por rosto”. A expressão combina “face” (traduzido como “rosto” ou “face”) e “ID”, que é a abreviação de “identidade” em inglês.

Para que serve o Face ID?

O Face ID tem a função de proteger informações de iPhones e iPads, atuando como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

Assim como o código numérico e o Touch ID, o Face ID é usado para autenticação em dispositivos da Apple, seja para desbloquear o aparelho, executar comandos ou configurações, autorizar compras ou fazer pagamentos.

Como funciona o Face ID

O funcionamento do Face ID é baseado na combinação de elementos de hardware e software, que atuam em conjunto para a operação do sistema.

Para habilitar o mapeamento e leitura facial, o Face ID depende da câmera TrueDepth: um kit formado por câmera de selfie, projetor de pontos, além de sensor infravermelho, sensor de proximidade e sensores de iluminação.

Sensores da True Depth Camera
Componentes da câmera TrueDepth (Imagem: Reprodução/Apple)

Durante a configuração do Face ID, esses componentes trabalham em conjunto para projetar milhares de pontos invisíveis e criar um mapa de profundidade do rosto do usuário. Uma parte do Neural Engine do aparelho transforma esse mapa de profundidade em uma representação matemática, que fica salva internamente.

Então, toda vez que o sistema operacional exige uma confirmação de identidade, a câmera TrueDepth faz um novo escaneamento do rosto e o compara à representação matemática registrada anteriormente. A validação pode acontecer mesmo diante de mudanças visuais (como maquiagem) ou uso de acessórios como máscara e óculos.

Ilustração do Face ID no iPhone
Face ID foi introduzido no iPhone X (Imagem: Reprodução/Apple)

Caso as representações coincidirem, o usuário ganhará acesso para prosseguir com as ações ou comandos. Do contrário, a pessoa terá que confirmar a identidade via código numérico.

O Face ID precisa de internet?

Não. O Face ID funciona de maneira offline e é dependente apenas da câmera TrueDepth do dispositivo e de softwares atualizados. Os mapeamentos de rostos também não precisam de internet, já que ficam salvos no hardware, e não na nuvem.

Quais dispositivos Apple têm Face ID?

O sistema Face ID da Apple está presente somente em alguns tipos de iPhone e em determinados modelos de iPad.

Quais modelos de iPhone têm Face ID?

O Face ID é oferecido em quase todos os modelos de iPhone lançados a partir do iPhone X, incluindo as versões da linha numérica, variantes Pro, Pro Max, Plus, mini, “e” e iPhone Air.

As exceções incluem os iPhones SE de segunda e terceira geração, que foram lançados após o iPhone X e não trazem suporte a esse sistema de biometria.

Existe Face ID para Android?

Não. Smartphones Android podem ter sistemas de reconhecimento facial similares ao do Face ID, mas é preciso lembrar que o Face ID é uma tecnologia proprietária da Apple Inc., que só está disponível em aparelhos da maçã.

O que dá pra fazer com o Face ID?

Você pode usar o sistema de reconhecimento do Face ID para:

  • desbloquear o dispositivo Apple;
  • colocar senha nos aplicativos do iPhone ou iPad;
  • baixar aplicativos da App Store;
  • fazer pagamentos via Apple Pay;
  • iniciar sessões em aplicativos;
  • executar determinadas configurações;
  • acessar pastas ou seções específicas.
Exemplos de uso do Face ID
Face ID é usado para confirmar diversas ações em iPhones e iPads (Imagem: Reprodução/Apple)

O Face ID é seguro?

Sim. O Face ID funciona com base em um modelo tridimensional criado a partir do mapeamento do seu rosto, e não pode ser burlado a partir de fotos, vídeos ou uso de máscaras para falsificar a identidade.

Além disso, a Apple afirma que a probabilidade de outra pessoa desbloquear seu iPhone protegido com Face ID é menor que 1 em 1.000.000.

As probabilidades só aumentam em casos de gêmeos idênticos ou envolvendo menores de 13 anos que ainda não desenvolveram características faciais: nessas situações, é recomendável usar códigos numéricos.

O Face ID pode parar de funcionar?

Sim. Há casos em que o Face ID para de funcionar, devido a software desatualizado ou complicações na câmera TrueDepth. Mas em algumas situações, reiniciar o iPhone ou limpar a tela pode solucionar o problema.

Qual é a diferença entre Face ID e Touch ID?

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, que se baseia na confirmação de identidade a partir de um escaneamento tridimensional do rosto. O sistema está presente em determinados modelos de iPads e em iPhones mais recentes, e é considerado mais seguro que o Touch ID, seu “antecessor”.

Já o Touch ID é o sistema de biometria proprietário da Apple, responsável pela leitura da impressão digital. Esse sistema é considerado menos seguro que o Face ID, é popular nos iPads, e figura somente em modelos mais antigos e básicos de iPhones.

O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Reprodução/Apple)

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

28 de Maio de 2026, 12:17
imagem do um iphone com a tela Face ID
Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Face ID pode parar de funcionar no iPhone devido a fatores simples, como sujeira na câmera TrueDepth, películas desalinhadas ou até a necessidade de atualizações de software. Em outros casos, os registros de biometria corrompidos impedem o reconhecimento facial.

Para corrigir o Face ID com problema, o usuário pode reiniciar o dispositivo para eliminar bugs em segundo plano, limpar a área do sensor ou redefinir a biometria nos ajustes do sistema. Caso essas etapas não funcionem, pode existir um dano físico interno, sendo necessário buscar uma assistência técnica autorizada.

A seguir, veja algumas ações básicas que você pode fazer quando o Face ID não está funcionando corretamente.

1. Redefina o Face ID 

Redefinir o Face ID corrige falhas de reconhecimento facial porque apaga o mapeamento antigo, que pode estar desatualizado ou corrompido. Isso força o sensor TrueDepth a escanear o rosto novamente, adaptando a mudanças recentes no seu visual.

O processo reconstrói a biometria do zero e elimina erros acumulados no sistema operacional. Para fazer isso, acesse os “Ajustes” do iPhone, selecione “Face ID e Código” e digite a senha do aparelho.

Por fim, toque em “Redefinir Face ID” para limpar os registros antigos e vá em “Configurar Face ID”. Então, basta posicionar seu rosto no enquadramento da câmera e movê-lo lentamente em círculos.

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos
Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Reinicie o seu dispositivo

Reiniciar o iPhone resolve problemas no Face ID ao limpar pequenos bugs e conflitos temporários do software que travam a autenticação. Esse processo simples é ideal quando aplicativos em segundo plano geram instabilidade no sistema.

Ao reiniciar, o dispositivo limpa a memória RAM e força o recarregamento do sensor TrueDepth do zero. Isso elimina os erros acumulados e faz com que o reconhecimento facial volte a operar corretamente.

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID
Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Limpe a tela do seu iPhone

O acúmulo de sujeira e marcas de dedo na parte superior da tela pode obstruir os sensores do Face ID, impedindo o escaneamento facial. Isso ocorre porque a oleosidade ou poeira impedem que o iluminador e o projetor de pontos façam o mapeamento infravermelho do rosto.

A solução é higienizar o celular limpando a região da TrueDepth camera com um pano de microfibra macio e, se possível, levemente úmido com álcool isopropílico. Esse cuidado simples desobstrui os componentes ópticos e restabelece o uso da biometria no dispositivo.

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Remova a película do seu iPhone

As falhas no reconhecimento facial muitas vezes acontecem porque películas grossas, trincadas ou desalinhadas cobrem o sensor TrueDepth. Modelos paralelos ou com filtro de privacidade costumam bloquear a luz necessária para a leitura da biometria.

O acessório danificado ou de tamanho errado obstrui fisicamente o projetor de pontos e a câmera infravermelha, impedindo o mapeamento do rosto. Nesses casos, o sistema do iPhone perde a precisão técnica e falha na autenticação.

Remover a proteção serve como um teste rápido de diagnóstico para isolar o problema e liberar a área óptica do aparelho. Se o desbloqueio voltar a funcionar imediatamente, basta substituir a película por um modelo totalmente compatível.

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID
Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Verifique se há atualizações pendentes

Manter o sistema do iPhone desatualizado pode gerar bugs em segundo plano que afetam o funcionamento do Face ID. Erros crônicos no código do software costumam travar o reconhecimento facial e impedir o desbloqueio.

A própria Apple recomenda atualizar o iOS no iPhone para aplicar patches de correção que eliminam essas instabilidades conhecidas. Versões recentes do sistema operacional restauram a estabilidade dos drivers e garantem a comunicação perfeita com o hardware.

Para completar o processo, o ideal é reiniciar o smartphone logo após o término da instalação dos novos arquivos. Esse procedimento simples força uma inicialização limpa e normaliza o desbloqueio via Face ID.

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID
Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Face ID não voltou a funcionar? 

Se você tentou os procedimentos básicos e o Face ID ainda não voltou a funcionar, o problema pode estar relacionado a barreiras físicas ou danos internos. As principais causas são:

  • Falha física no hardware: avisos permanentes de erro indicam que os componentes internos foram danificados por quedas ou impactos, exigindo reparo especializado em uma assistência técnica autorizada;
  • Bloqueio por capas ou acessórios: uma capa nova ou mal encaixada pode cobrir acidentalmente a parte superior do smartphone, obstruindo a visão dos sensores e impedindo o reconhecimento facial;
  • Interferência da película protetora: modelos trincados, desalinhados ou com filtro de privacidade bloqueiam a câmera TrueDepth, interrompendo o feixe infravermelho e impossibilitando a leitura da biometria;
  • Troca de tela recente: a substituição do display pode danificar ou desativar o sistema de segurança por falta de emparelhamento com o processador, sendo recomendado realizar o serviço em locais certificados.

O que significa “Face ID off” no iPhone?

A mensagem “Face ID off” indica que o sistema de reconhecimento facial do iPhone foi completamente desativado nas configurações do aparelho. Com o recurso desligado, o sensor TrueDepth deixa de escanear o rosto e os dados biométricos salvos ficam inativos.

A partir desse momento, o iOS passa a exigir obrigatoriamente a senha numérica para liberar o dispositivo e acessar todas as tarefas. Até que uma nova biometria seja cadastrada, todas as validações de segurança dependerão da digitação manual.

A troca da tela pode afetar o Face ID? 

Sim, a substituição da tela pode afetar o Face ID porque o sensor TrueDepth é extremamente sensível e pode sofrer danos físicos durante a desmontagem. Além disso, os componentes ópticos frontais são emparelhados de fábrica ao processador do iPhone por criptografia.

Se a troca do display quebrar esses filamentos ou for feita sem a transferência do chip original, a biometria é bloqueada por segurança. Para evitar dores de cabeça, o reparo deve ser realizado em assistências autorizadas ou especializadas com certificação da Apple.

Derrubar o celular pode danificar o Face ID? 

Sim, o impacto de uma queda pode quebrar o Face ID, trincando os componentes sensíveis da câmera TrueDepth. A pancada forte costuma rachar os prismas de vidro ou desalinhar o projetor de pontos, uma peça frágil que sai de posição facilmente.

Esse tipo de dano físico rompe as conexões elétricas internas e costuma disparar o aviso “Face ID off” no aparelho. Como o problema afeta o hardware e não o software, a biometria deixa de funcionar, exigindo um reparo técnico em laboratório.

A película de privacidade pode afetar o Face ID no iPhone? 

Sim, a película de privacidade pode atrapalhar o Face ID ao reduzir os feixes de luz que atravessam o vidro frontal. Esse bloqueio angular, projetado para escurecer a tela lateralmente, interfere diretamente na capacidade dos sensores TrueDepth de lerem os traços faciais.

O acessório diminui a precisão do mapeamento infravermelho e costuma fazer a biometria falhar constantemente. Para evitar o problema, o ideal é escolher modelos de alta qualidade ou que possuam um recorte físico vazado exatamente na área da câmera frontal.

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID

25 de Fevereiro de 2026, 12:34
MacBook Pro M1 Max (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Possível mudança no recorte da câmera abre caminho para recurso de segurança (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Resumo
  • MacBook Pro de 2026 deverá ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID, com processadores M6 Pro e M6 Max de 2 nanômetros;
  • já macOS terá interface dinâmica que alterna entre toques e cliques, mantendo teclado físico e trackpad grande;
  • Dynamic Island substituirá o notch, exibindo notificações e integrando Face ID.

A Apple deve lançar os primeiros modelos de MacBook Pro equipados com tela sensível ao toque e painel OLED no final de 2026. Reportagens recentes indicam que a novidade estará presente nas versões de 14 e 16 polegadas do notebook profissional da marca.

Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o lançamento destes dispositivos não será no evento programado para o início de março de 2026. Os modelos com suporte a toque e tela OLED, conhecidos internamente pelos códigos K114 e K116, devem chegar ao mercado apenas no fim do ano equipados com processadores M6 Pro e M6 Max, construídos em um novo processo de fabricação de 2 nanômetros.

Nova interface do macOS será focada apenas no toque?

Pelo visto, não. O portal MacRumors destaca que o laptop manterá seu design tradicional, preservando o teclado físico completo e o trackpad grande, ainda que a estrutura possa ficar mais fina. O diferencial estará no software.

O macOS receberá uma interface dinâmica, projetada para alternar entre controles otimizados para cliques e toques. Se o usuário tocar na barra de menus, por exemplo, o sistema ampliará os ícones e opções disponíveis, facilitando a seleção com os dedos.

Essa adaptação inclui suporte a gestos já consolidados no ecossistema móvel da empresa, como o movimento de pinça para aplicar zoom em imagens e a rolagem rápida de PDFs e páginas web. Sinais dessa preparação já aparecem no macOS Tahoe, cuja interface trouxe maior espaçamento ao redor de ícones e notificações, além de controles deslizantes na Central de Controle com visual mais adaptado para interações manuais.

Close-up da tela de um Mac exibindo o Dock do macOS com o cursor do mouse posicionado sobre o ícone do novo aplicativo Lupa (Magnifier)
Comandos por toque devem estrear no MacBook Pro com chip M6 (imagem: reprodução/Apple)

Fim do notch e Face ID

Outra alteração no design dos novos computadores pode ser o fim do entalhe na parte superior (o notch). Em seu lugar, a Apple adotará a Dynamic Island. A versão para Mac aparentemente utilizará um recorte menor, em formato de furo na tela, para abrigar a câmera, ocupando menos espaço que nos iPhones atuais — um design que deve, inclusive, antecipar o visual do futuro iPhone 18 Pro.

Esta área interativa exibirá notificações e permitirá que os usuários acompanhem resultados esportivos, reprodução de mídia e mais no topo da tela. O Tom’s Guide observa ainda que a integração de um novo módulo de câmera pode abrir margem para um recurso aguardado há anos pelos usuários: o Face ID. Atualmente, a biometria nos Macs é restrita ao Touch ID no botão de liga/desliga.

Mudança de postura da Apple

A chegada de telas sensíveis ao toque nos MacBooks representa um recuo em relação ao discurso mantido pela Apple por décadas. O cofundador Steve Jobs chegou a classificar a ergonomia de laptops com telas de toque como “terrível”.

Em 2021, John Ternus, chefe de hardware da companhia, declarou que o iPad já cumpria o papel de “melhor computador de toque” e que não havia razão para alterar a essência dos computadores tradicionais. A única tentativa prévia de inserir controles de toque nos laptops da marca foi a Touch Bar, um pequeno painel OLED que acabou descontinuado após baixa aceitação do público e desenvolvedores.

MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID

MacBook Pro M1 Max (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Aplicativo Lupa chega ao MacOS com recursos adicionais - Imagem: reprodução/Apple

iPhone 18 Pro pode estrear nova tela OLED da Samsung

20 de Janeiro de 2026, 13:51
Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
iPhone 18 Pro pode estrear painel do tipo LTPO+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung Display desenvolve painéis LTPO+ para o iPhone 18 Pro e um possível iPhone dobrável da Apple, segundo rumor.
  • Tecnologia pode permitir o Face ID sob a tela, melhorar a eficiência energética e reduzir o tamanho da Ilha Dinâmica.
  • Avanço técnico pode viabilizar a estreia da Apple no mercado de celulares dobráveis.

A Samsung pode estar desenvolvendo uma tecnologia de tela OLED mais avançada para os futuros lançamentos da Apple, incluindo o iPhone 18 Pro e o inédito iPhone dobrável. Segundo o portal sul-coreano ETNews, a Samsung Display prepara painéis do tipo LTPO+ para os modelos previstos para este ano.

A atualização permitiria que a Apple movesse os sensores do Face ID para baixo do visor, utilizando uma tecnologia chamada UDIR (Under-Display IR). Na prática, isso facilitaria que componentes de biometria fossem escondidos, excluindo grandes recortes físicos.

Samsung fornece displays para a Apple há anos, mas esse avanço técnico seria o diferencial para a dona do iPhone finalmente entrar no mercado de dobráveis, já com uma tela sem vincos visíveis.

O que pode mudar?

renderização do iPhone dobrável com tela de 7,58"
iPhone dobrável pode usar painéis OLED da Samsung (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

O uso da tecnologia LTPO+ traria ganhos em eficiência energética. Essa mudança permitiria que a Apple também diminuísse a Ilha Dinâmica nos modelos Pro, mantendo a taxa de atualização variável de 1 a 120 Hz, mas com um consumo de bateria menor.

Para o suposto iPhone dobrável, a Samsung Display seria a fornecedora exclusiva inicial. Em setembro de 2025, reportamos aqui no Tecnoblog essa possibilidade, e ela parece cada vez mais real: segundo fontes da indústria sul-coreana, a empresa trabalha em um painel OLED capaz de se dobrar horizontalmente com um vinco praticamente imperceptível.

Além da fabricante sul-coreana, a LG Display também estaria no páreo para fornecer componentes, enquanto a chinesa BOE parece ter sido deixada de lado para esta geração. A exclusão seria pela alta complexidade do LTPO+, tecnologia que a BOE ainda enfrenta dificuldades para produzir em massa com os níveis de qualidade exigidos pela Apple.

Atualmente, a Samsung utiliza painéis LTPO nas linhas Galaxy S e Galaxy Z. Mas a nova versão LTPO+, no entanto, seria uma estreia voltada a atender aos requisitos da Apple. A expectativa é que, após o início da produção, a Samsung adote o LTPO+ em seus próprios celulares.

Rumor sobre câmera no canto foi erro de tradução

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Câmera frontal dos iPhones deve permanecer no centro da tela (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um outro rumor que circulou nos últimos dias dizia que os próximos iPhones teriam uma câmera frontal deslocada para o canto superior esquerdo da tela. Aparentemente, foi um erro de tradução.

A versão ganhou repercussão com o leaker Jon Prosser, que foi processado pela Apple no ano passado por vazar segredos do iOS 26. No entanto, outro leaker, o conhecido Instant Digital, afirma que a informação não procede e pode ter sido um erro de tradução de uma publicação sua.

No Weibo, rede social chinesa, ele esclarece que a Apple pode inserir um leitor infravermelho sob a tela, no canto superior esquerdo, mas, até então, a câmera frontal deve permanecer centralizada.

iPhone 18 Pro pode estrear nova tela OLED da Samsung

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple pode estrear sensor de câmera próprio em iPhone comemorativo

27 de Outubro de 2025, 16:12
Mulher loira segurando um iPhone na altura do rosto, escondendo a face. Fundo dividido entre cor palha e branco, com o logo da Apple do lado direito
iPhones podem estrear tecnologia em 2027 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar em 2027 um sensor LOFIC proprietário, com captura de luz e sombra próxima à visão humana.
  • Segundo o site YMCinema, a Apple já patentou a tecnologia, cujo documento mostra um sensor empilhado com duas camadas e redução de ruído por pixel.
  • O lançamento coincidiria com os 20 anos do iPhone, que ganharia um novo modelo comemorativo com design de tela curva nas quatro bordas.

A Apple pode introduzir nos iPhones de 2027 uma nova tecnologia de sensor de imagem própria, conhecida como LOFIC. A novidade chegaria em meio às comemorações do aniversário de 20 anos de lançamento do smartphone.

A sigla refere-se a Lateral Overflow Integration Capacitor, ou Capacitor de Integração de Overflow Lateral. Segundo o MacRumors, essa tecnologia permite que cada pixel individual em um sensor armazene quantidades variáveis de luz com base na intensidade do brilho da cena, captando imagens com um nível de alcance dinâmico muito superior, próximo à visão humana.

Se implementada, os sensores do iPhone poderiam alcançar até 20 pontos de faixa dinâmica. Para efeito de comparação, a maioria das câmeras de smartphones atuais opera entre 10 e 13 pontos. O alcance dinâmico do olho humano, por sua vez, é estimado entre 20 e 30 pontos. Um sensor com 20 pontos não só superaria os dispositivos atuais, mas também rivalizaria com câmeras de cinema profissionais.

Apple já registrou a patente

Foto em close-up de uma mão segurando a parte traseira de um iPhone na cor azul-escura fosca. O aparelho tem um módulo de câmera tripla proeminente, com três lentes circulares escuras dispostas em triângulo. A foto foi tirada em um evento e exibe o logo do Tecnoblog no canto inferior direito.
Componente visa capturar níveis de detalhe próximos à visão humana (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A base para o novo sensor já foi patenteada pela Apple, segundo o portal YMCinema. Em junho deste ano, o site revelou o documento, intitulado “Sensor de imagem com pixels empilhados com alta faixa dinâmica e baixo ruído”.

O design detalhado na patente consiste em um sensor empilhado de duas camadas. A camada superior, chamada de matriz do sensor, contém os componentes que capturam a luz. A camada inferior, a matriz lógica, é responsável pelo processamento, incluindo controle de exposição e redução de ruído.

Além do sistema LOFIC para gerenciar cenas de alto contraste, o design patenteado da empresa foca na redução de ruído. Cada pixel possuiria seu próprio circuito de memória integrado, projetado para medir e cancelar o ruído eletrônico relacionado ao calor em tempo real. Esse processo ocorreria diretamente no chip, antes mesmo que a imagem fosse enviada para processamento de software pelo dispositivo.

Desenho técnico em preto e branco que representa o Diagrama Esquemático de um sensor de imagem para iPhone
Documento da patente detalha possível sensor (imagem: reprodução/YMCinema)

E o iPhone comemorativo?

O lançamento do sensor proprietário em 2027 pode coincidir com o 20º aniversário de lançamento do iPhone, e a Apple pode aproveitar a data para apresentar um redesenho completo. Segundo o site sul-coreano ETNews, a empresa planeja adotar uma tela com curvatura em quatro bordas (“four-edge bending”), eliminando completamente as molduras visíveis.

O novo design exigiria superar desafios técnicos, como integrar câmera frontal, Face ID e alto-falantes sob a tela. De acordo com o The Information, o iPhone 18 Pro, previsto para 2026, já pode trazer o Face ID sob o display, deixando apenas um pequeno furo para a câmera.

Foto do palco de um evento, mostrando Steve Jobs, co-fundador da Apple, em pé à esquerda, vestindo uma camisa preta de gola alta e calças jeans, gesticulando para a plateia. Em um telão gigante ao fundo, a imagem principal é de uma mão segurando o primeiro modelo do iPhone em close-up.
Primeiro iPhone foi lançado em 2007 (imagem: reprodução/Getty Images)

Ainda assim, a Apple pode não ser a primeira a usar a tecnologia LOFIC. Segundo o leaker yeux1122, fabricantes chinesas como Honor, Xiaomi e Huawei planejam adotar o recurso em 2026, usando sensores da Sony. OPPO e Vivo (Jovi, no Brasil) também estariam desenvolvendo modelos com LOFIC para o próximo ano.

Contudo, a gigante de Cupertino pode ser a primeira a aplicá-la em um sensor próprio. A chegada da tecnologia ao iPhone em 2027 reforça os relatos de que a Apple trabalha nisso, reduzindo a dependência da Sony. De acordo com publicações no Weibo, o projeto já estaria em fase de testes em protótipos de hardware.

Apple pode estrear sensor de câmera próprio em iPhone comemorativo

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Câmera do iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple patente de sensor (imagem: reprodução/YMCinema)
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