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MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID

25 de Fevereiro de 2026, 12:34
MacBook Pro M1 Max (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Possível mudança no recorte da câmera abre caminho para recurso de segurança (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Resumo
  • MacBook Pro de 2026 deverá ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID, com processadores M6 Pro e M6 Max de 2 nanômetros;
  • já macOS terá interface dinâmica que alterna entre toques e cliques, mantendo teclado físico e trackpad grande;
  • Dynamic Island substituirá o notch, exibindo notificações e integrando Face ID.

A Apple deve lançar os primeiros modelos de MacBook Pro equipados com tela sensível ao toque e painel OLED no final de 2026. Reportagens recentes indicam que a novidade estará presente nas versões de 14 e 16 polegadas do notebook profissional da marca.

Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o lançamento destes dispositivos não será no evento programado para o início de março de 2026. Os modelos com suporte a toque e tela OLED, conhecidos internamente pelos códigos K114 e K116, devem chegar ao mercado apenas no fim do ano equipados com processadores M6 Pro e M6 Max, construídos em um novo processo de fabricação de 2 nanômetros.

Nova interface do macOS será focada apenas no toque?

Pelo visto, não. O portal MacRumors destaca que o laptop manterá seu design tradicional, preservando o teclado físico completo e o trackpad grande, ainda que a estrutura possa ficar mais fina. O diferencial estará no software.

O macOS receberá uma interface dinâmica, projetada para alternar entre controles otimizados para cliques e toques. Se o usuário tocar na barra de menus, por exemplo, o sistema ampliará os ícones e opções disponíveis, facilitando a seleção com os dedos.

Essa adaptação inclui suporte a gestos já consolidados no ecossistema móvel da empresa, como o movimento de pinça para aplicar zoom em imagens e a rolagem rápida de PDFs e páginas web. Sinais dessa preparação já aparecem no macOS Tahoe, cuja interface trouxe maior espaçamento ao redor de ícones e notificações, além de controles deslizantes na Central de Controle com visual mais adaptado para interações manuais.

Close-up da tela de um Mac exibindo o Dock do macOS com o cursor do mouse posicionado sobre o ícone do novo aplicativo Lupa (Magnifier)
Comandos por toque devem estrear no MacBook Pro com chip M6 (imagem: reprodução/Apple)

Fim do notch e Face ID

Outra alteração no design dos novos computadores pode ser o fim do entalhe na parte superior (o notch). Em seu lugar, a Apple adotará a Dynamic Island. A versão para Mac aparentemente utilizará um recorte menor, em formato de furo na tela, para abrigar a câmera, ocupando menos espaço que nos iPhones atuais — um design que deve, inclusive, antecipar o visual do futuro iPhone 18 Pro.

Esta área interativa exibirá notificações e permitirá que os usuários acompanhem resultados esportivos, reprodução de mídia e mais no topo da tela. O Tom’s Guide observa ainda que a integração de um novo módulo de câmera pode abrir margem para um recurso aguardado há anos pelos usuários: o Face ID. Atualmente, a biometria nos Macs é restrita ao Touch ID no botão de liga/desliga.

Mudança de postura da Apple

A chegada de telas sensíveis ao toque nos MacBooks representa um recuo em relação ao discurso mantido pela Apple por décadas. O cofundador Steve Jobs chegou a classificar a ergonomia de laptops com telas de toque como “terrível”.

Em 2021, John Ternus, chefe de hardware da companhia, declarou que o iPad já cumpria o papel de “melhor computador de toque” e que não havia razão para alterar a essência dos computadores tradicionais. A única tentativa prévia de inserir controles de toque nos laptops da marca foi a Touch Bar, um pequeno painel OLED que acabou descontinuado após baixa aceitação do público e desenvolvedores.

MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID

MacBook Pro M1 Max (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Aplicativo Lupa chega ao MacOS com recursos adicionais - Imagem: reprodução/Apple

iPhone 18 Pro pode estrear nova tela OLED da Samsung

20 de Janeiro de 2026, 13:51
Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
iPhone 18 Pro pode estrear painel do tipo LTPO+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung Display desenvolve painéis LTPO+ para o iPhone 18 Pro e um possível iPhone dobrável da Apple, segundo rumor.
  • Tecnologia pode permitir o Face ID sob a tela, melhorar a eficiência energética e reduzir o tamanho da Ilha Dinâmica.
  • Avanço técnico pode viabilizar a estreia da Apple no mercado de celulares dobráveis.

A Samsung pode estar desenvolvendo uma tecnologia de tela OLED mais avançada para os futuros lançamentos da Apple, incluindo o iPhone 18 Pro e o inédito iPhone dobrável. Segundo o portal sul-coreano ETNews, a Samsung Display prepara painéis do tipo LTPO+ para os modelos previstos para este ano.

A atualização permitiria que a Apple movesse os sensores do Face ID para baixo do visor, utilizando uma tecnologia chamada UDIR (Under-Display IR). Na prática, isso facilitaria que componentes de biometria fossem escondidos, excluindo grandes recortes físicos.

Samsung fornece displays para a Apple há anos, mas esse avanço técnico seria o diferencial para a dona do iPhone finalmente entrar no mercado de dobráveis, já com uma tela sem vincos visíveis.

O que pode mudar?

renderização do iPhone dobrável com tela de 7,58"
iPhone dobrável pode usar painéis OLED da Samsung (imagem: reprodução/Digital Chat Station)

O uso da tecnologia LTPO+ traria ganhos em eficiência energética. Essa mudança permitiria que a Apple também diminuísse a Ilha Dinâmica nos modelos Pro, mantendo a taxa de atualização variável de 1 a 120 Hz, mas com um consumo de bateria menor.

Para o suposto iPhone dobrável, a Samsung Display seria a fornecedora exclusiva inicial. Em setembro de 2025, reportamos aqui no Tecnoblog essa possibilidade, e ela parece cada vez mais real: segundo fontes da indústria sul-coreana, a empresa trabalha em um painel OLED capaz de se dobrar horizontalmente com um vinco praticamente imperceptível.

Além da fabricante sul-coreana, a LG Display também estaria no páreo para fornecer componentes, enquanto a chinesa BOE parece ter sido deixada de lado para esta geração. A exclusão seria pela alta complexidade do LTPO+, tecnologia que a BOE ainda enfrenta dificuldades para produzir em massa com os níveis de qualidade exigidos pela Apple.

Atualmente, a Samsung utiliza painéis LTPO nas linhas Galaxy S e Galaxy Z. Mas a nova versão LTPO+, no entanto, seria uma estreia voltada a atender aos requisitos da Apple. A expectativa é que, após o início da produção, a Samsung adote o LTPO+ em seus próprios celulares.

Rumor sobre câmera no canto foi erro de tradução

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Câmera frontal dos iPhones deve permanecer no centro da tela (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um outro rumor que circulou nos últimos dias dizia que os próximos iPhones teriam uma câmera frontal deslocada para o canto superior esquerdo da tela. Aparentemente, foi um erro de tradução.

A versão ganhou repercussão com o leaker Jon Prosser, que foi processado pela Apple no ano passado por vazar segredos do iOS 26. No entanto, outro leaker, o conhecido Instant Digital, afirma que a informação não procede e pode ter sido um erro de tradução de uma publicação sua.

No Weibo, rede social chinesa, ele esclarece que a Apple pode inserir um leitor infravermelho sob a tela, no canto superior esquerdo, mas, até então, a câmera frontal deve permanecer centralizada.

iPhone 18 Pro pode estrear nova tela OLED da Samsung

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple pode estrear sensor de câmera próprio em iPhone comemorativo

27 de Outubro de 2025, 16:12
Mulher loira segurando um iPhone na altura do rosto, escondendo a face. Fundo dividido entre cor palha e branco, com o logo da Apple do lado direito
iPhones podem estrear tecnologia em 2027 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar em 2027 um sensor LOFIC proprietário, com captura de luz e sombra próxima à visão humana.
  • Segundo o site YMCinema, a Apple já patentou a tecnologia, cujo documento mostra um sensor empilhado com duas camadas e redução de ruído por pixel.
  • O lançamento coincidiria com os 20 anos do iPhone, que ganharia um novo modelo comemorativo com design de tela curva nas quatro bordas.

A Apple pode introduzir nos iPhones de 2027 uma nova tecnologia de sensor de imagem própria, conhecida como LOFIC. A novidade chegaria em meio às comemorações do aniversário de 20 anos de lançamento do smartphone.

A sigla refere-se a Lateral Overflow Integration Capacitor, ou Capacitor de Integração de Overflow Lateral. Segundo o MacRumors, essa tecnologia permite que cada pixel individual em um sensor armazene quantidades variáveis de luz com base na intensidade do brilho da cena, captando imagens com um nível de alcance dinâmico muito superior, próximo à visão humana.

Se implementada, os sensores do iPhone poderiam alcançar até 20 pontos de faixa dinâmica. Para efeito de comparação, a maioria das câmeras de smartphones atuais opera entre 10 e 13 pontos. O alcance dinâmico do olho humano, por sua vez, é estimado entre 20 e 30 pontos. Um sensor com 20 pontos não só superaria os dispositivos atuais, mas também rivalizaria com câmeras de cinema profissionais.

Apple já registrou a patente

Foto em close-up de uma mão segurando a parte traseira de um iPhone na cor azul-escura fosca. O aparelho tem um módulo de câmera tripla proeminente, com três lentes circulares escuras dispostas em triângulo. A foto foi tirada em um evento e exibe o logo do Tecnoblog no canto inferior direito.
Componente visa capturar níveis de detalhe próximos à visão humana (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A base para o novo sensor já foi patenteada pela Apple, segundo o portal YMCinema. Em junho deste ano, o site revelou o documento, intitulado “Sensor de imagem com pixels empilhados com alta faixa dinâmica e baixo ruído”.

O design detalhado na patente consiste em um sensor empilhado de duas camadas. A camada superior, chamada de matriz do sensor, contém os componentes que capturam a luz. A camada inferior, a matriz lógica, é responsável pelo processamento, incluindo controle de exposição e redução de ruído.

Além do sistema LOFIC para gerenciar cenas de alto contraste, o design patenteado da empresa foca na redução de ruído. Cada pixel possuiria seu próprio circuito de memória integrado, projetado para medir e cancelar o ruído eletrônico relacionado ao calor em tempo real. Esse processo ocorreria diretamente no chip, antes mesmo que a imagem fosse enviada para processamento de software pelo dispositivo.

Desenho técnico em preto e branco que representa o Diagrama Esquemático de um sensor de imagem para iPhone
Documento da patente detalha possível sensor (imagem: reprodução/YMCinema)

E o iPhone comemorativo?

O lançamento do sensor proprietário em 2027 pode coincidir com o 20º aniversário de lançamento do iPhone, e a Apple pode aproveitar a data para apresentar um redesenho completo. Segundo o site sul-coreano ETNews, a empresa planeja adotar uma tela com curvatura em quatro bordas (“four-edge bending”), eliminando completamente as molduras visíveis.

O novo design exigiria superar desafios técnicos, como integrar câmera frontal, Face ID e alto-falantes sob a tela. De acordo com o The Information, o iPhone 18 Pro, previsto para 2026, já pode trazer o Face ID sob o display, deixando apenas um pequeno furo para a câmera.

Foto do palco de um evento, mostrando Steve Jobs, co-fundador da Apple, em pé à esquerda, vestindo uma camisa preta de gola alta e calças jeans, gesticulando para a plateia. Em um telão gigante ao fundo, a imagem principal é de uma mão segurando o primeiro modelo do iPhone em close-up.
Primeiro iPhone foi lançado em 2007 (imagem: reprodução/Getty Images)

Ainda assim, a Apple pode não ser a primeira a usar a tecnologia LOFIC. Segundo o leaker yeux1122, fabricantes chinesas como Honor, Xiaomi e Huawei planejam adotar o recurso em 2026, usando sensores da Sony. OPPO e Vivo (Jovi, no Brasil) também estariam desenvolvendo modelos com LOFIC para o próximo ano.

Contudo, a gigante de Cupertino pode ser a primeira a aplicá-la em um sensor próprio. A chegada da tecnologia ao iPhone em 2027 reforça os relatos de que a Apple trabalha nisso, reduzindo a dependência da Sony. De acordo com publicações no Weibo, o projeto já estaria em fase de testes em protótipos de hardware.

Apple pode estrear sensor de câmera próprio em iPhone comemorativo

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Câmera do iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple patente de sensor (imagem: reprodução/YMCinema)
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