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Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

20 de Abril de 2026, 08:46
Ilustração com a marca do Google Chrome
Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As abas verticais do Chrome permitem que o usuário mova as páginas do topo para a lateral do monitor, facilitando na organização e visualização das guias.

É necessário acessar a seção de testes do Google Chrome pela página “chrome://flags/#vertical-tabs” e habilitar o recurso. A ferramenta também pode ser desativada, caso o usuário não se acostume com a reorganização do navegador.

A seguir, veja o passo a passo de como ativar e desativar as abas verticais do Google Chrome e tire suas dúvidas.

Índice

Como ativar as abas verticais no Google Chrome

1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome e ative o recurso

Você precisa acessar a página “chrome://flags/#vertical-tabs” para ativar as abas verticais do navegador. O endereço é um painel oculto do navegador que permite ativar recursos de testes do Chrome.

Em “Vertical Tabs“, clique na opção exibida e selecione “Enabled“.

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" no navegador para ativar o recurso
Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no navegador para ativar as guias verticais (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Reinicie o navegador para habilitar as guias verticais do Chrome

Em seguinda, é necessário reiniciar o Google Chrome para que as alterações passem a ter efeito. Você pode clicar no botão “Reiniciar” ou fechar todas as abas do seu navegador manualmente.

O botão “Reiniciar” irá reabrir todas as suas guias abertas no momento da reinicialização.

Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso
Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Mude a visualização das abas com o botão direito do mouse

Assim que o Chrome estiver aberto novamente, clique em uma de suas guias com o botão direito do mouse e selecione a opção “Mostrar guias verticalmente“.

Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome
Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Ajuste o tamanho da guia vertical do Chrome

Todas as suas guias abertas serão redirecionadas para a lateral do seu monitor. É possível ajustar o tamanho da seção ao clicar e arrastar a borda para a direita ou esquerda, como preferir.

Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

As guias verticais do Google Chrome podem exigir um período de adaptação ao recurso, visto que o navegador sempre exibiu suas páginas abertas no topo da tela.

Caso não se acostume, é possível desativar o recurso também na página de testes do Chrome. Veja como a seguir.

Como desativar as abas verticais no Google Chrome

1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome

Acesse a página de recursos de testes do Google Chrome pelo endereço “chrome://flags/#vertical-tabs“.

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" para desativar as guias verticais do Chrome
Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” para desativar as guias verticais do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Desabilite o recurso nas configurações do Chrome

Selecione a opção “Disabled” em “Vertical Tabs” para desabilitar o recurso e mover as abas do Google Chrome para o topo da tela.

Defina a opção como "Disabled" (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Defina a opção como “Disabled” (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Reinicie o navegador para que as alterações entrem em vigor

Reinicie novamente o navegador para tirar as abas verticais do Google Chrome. O botão “Reiniciar” irá abrir novamente todas as suas guias.

Clique na opção "Reiniciar" exibida pelo Chrome
Você precisa reiniciar o navegador para que o Chrome altere as configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Verifique se as abas verticais foram desativadas

Caso suas guias voltem ao topo da página, significa que o recurso foi desativado corretamente.

Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Posso configurar as guias verticais no Google Chrome para celular?

Não. O recurso de abas verticais do Google Chrome está disponível apenas para Windows, Mac, Linux e ChromeOS, de acordo com o Google. Isso significa que a funcionalidade não funciona em Android ou iOS.

Por que não consigo habilitar as abas verticais no Google Chrome?

A opção de abas verticais pode estar desabilitada pelos seguinte motivos:

  • Navegador desatualizado: o recurso de guias verticais pode estar desabilitado em algumas versões do navegador. Dessa forma, é necessário garantir que o Chrome esteja atualizado para a última versão disponibilizada pelo Google;
  • Liberação gradual da ferramenta: a opção de guias verticais do Google Chrome é um recurso em teste no navegador, que pode estar sendo disponibilizado gradualmente aos usuários;
  • Recurso em teste desativado: o recurso de abas verticais pode estar desabilitado na página de testes do Google, o “chrome://flags”. Verifique se a ferramenta está devidamente ativada nas configurações do navegador.

Qual é a diferença entre as abas horizontais e verticais do Google Chrome?

As abas horizontais do Chrome são um padrão estabelecido pelo Google ao navegador web desde sua origem em 2008. As páginas ficam posicionadas no topo da tela e exibem o nome da página quando existem poucas guias abertas.

No entanto, com o acúmulo de páginas, o usuário pode se confundir e não encontrar determinadas abas durante o uso, já que os nomes são removidos.

Já as abas verticais do Chrome são um experimento de teste do navegador para atender a demanda de usuários que preferem esse estilo de uso — que, inclusive, já estava disponível em outros navegadores.

As guias verticais exibem o nome de todas as páginas abertas, mesmo com uma grande quantidade de abas abertas, sendo ideal para multitarefas e maior produtividade. No entanto, pode exigir um período maior de adaptação de usuários acostumados com as guias horizontais.

Consigo alterar a visualização de guias sem desativar as abas verticais do Chrome?

Sim. Ao ativar o recurso de abas verticais do Chrome em “chrome://flags/#vertical-tabs“, o navegador permite que você altere a forma de exibição das guias sem precisar desativar ou ativar novamente a funcionalidade.

Basta clicar com o botão direito do mouse em uma aba vertical e selecionar a opção “Mostrar guias horizontalmente“;

Altere a exibição das guias sem precisar desativar o recurso nas configurações do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Altere a exibição das guias sem precisar desativar o recurso nas configurações do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" no navegador para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" para desativar as guias verticais do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Defina a opção como "Disabled" (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Você precisa reiniciar o navegador para que o Chrome altere as configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Finalmente! Google Chrome estreia exibição de abas na vertical

7 de Abril de 2026, 16:25

Após anos de espera por parte dos usuários, o Google anunciou nesta terça-feira (7) que disponibilizou a exibição de abas na vertical no Chrome. Com a atualização, as guias do navegador podem ser organizadas na lateral, em vez de na parte superior da tela.

O objetivo é facilitar a leitura e a gestão de grupos de abas. A novidade já está disponível para todos os usuários do Chrome.

Para ativá-la, basta clicar com o botão direito do mouse na janela do Chrome e selecionar a opção “Mostrar Guias Verticalmente”. Uma vez ativadas, as guias verticais se mantêm como configuração padrão toda vez que o usuário sair e entrar novamente no navegador. É possível reverter a configuração.

Veja como fica:

aba vertical no google chrome
Aba vertical no Google Chrome tem que ser ativada manualmente – Imagem: Google

O mercado de navegadores tem se tornado cada vez mais competitivo, incentivando o Chrome a adotar funcionalidades diferenciadas que já existem em navegadores rivais. Com o suporte às guias verticais, os usuários têm agora uma flexibilidade maior para organizar suas abas e itens favoritos.

Não há limite para quantas abas podem ser abertas na configuração vertical.

Tem mais novidades no Google Chrome

O lançamento das guias verticais não vem isolado. O Google também está atualizando o Modo de Leitura, proporcionando uma experiência mais limpa e focada apenas no texto.

As mudanças ilustram como a concorrência crescente no mercado de navegadores está impulsionando o desenvolvimento do Chrome, que agora oferece funcionalidades antecipadas por usuários.

Vale lembrar que não é a primeira vez que o Google experimenta as guias verticais. A ideia já foi testada antes, mas não chegou a sair da versão beta.

O post Finalmente! Google Chrome estreia exibição de abas na vertical apareceu primeiro em Olhar Digital.

Google começa a liberar abas verticais no Chrome (finalmente)

7 de Abril de 2026, 15:45
Google começa a liberar abas verticais no Chrome
Google começa a liberar abas verticais no Chrome (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google começou a liberar abas verticais no Chrome para desktops em 07/04; recurso mostra as abas em uma coluna lateral e pode ser ativado com clique do mouse;
  • coluna lateral das abas pode ser recolhida por um ícone no topo, função que libera espaço de tela;
  • Google também atualizou o modo de leitura do Chrome para uma interface mais amigável.

Demorou, mas o dia chegou: o Google começou a liberar o modo de abas verticais no Chrome para desktops. Essa não é a única novidade: o navegador agora também conta com um modo de leitura aprimorado para permitir que você leia páginas web sem distrações.

O modo de abas verticais faz o Chrome exibir a lista de páginas abertas em uma coluna lateral, um modo de visualização alternativo em relação à tradicional abordagem que coloca uma guia ao lado da outra no topo do navegador.

As abas verticais vinham sendo testadas no Chrome pelo menos desde 2025 e, convenhamos, demoraram para serem disponibilizadas oficialmente. O recurso já existe em outros navegadores. É o caso do Firefox, que suporta abas verticais desde a versão 136, lançada em março do ano passado.

Chegando tarde ou não, a novidade pode ser ativada no Chrome da seguinte forma: clique com o botão direito do mouse na área de abas e, no menu que surgir, escolha a opção de abas verticais. Observe que a coluna lateral que exibe as abas pode ser contraída por meio de um ícone no topo para liberar espaço de visualização de página, o que pode ser útil em notebooks com telas pequenas.

Coluna de abas verticais no Chrome para desktops
Coluna de abas verticais no Chrome para desktops (imagem: reprodução/Google)

E o novo modo de leitura do Chrome?

O modo de leitura já existia no Chrome, mas foi atualizado para exibir uma interface de página inteira ainda mais amigável, de modo que você possa ler até conteúdos longos sem cansar a visão e com menos chances de se distrair.

A forma de ativação não mudou: clique com o botão direito do mouse sobre a página web e escolha a opção “Abrir no modo de leitura” ou equivalente.

Modo de leitura no Chrome
Modo de leitura no Chrome (imagem: reprodução/Google)

Disponibilidade dos novos recursos do Chrome

As duas novidades começaram a ser liberadas oficialmente nesta terça-feira (07/04), mas de modo progressivo. Isso significa que pode levar alguns dias para ambas chegarem à sua instalação do Chrome.

Para acelerar a liberação, certifique-se de que o Chrome está atualizado em seu computador. Para isso, abra o menu principal do navegador e vá em Ajuda / Sobre o Google Chrome.

Google começa a liberar abas verticais no Chrome (finalmente)

Google começa a liberar abas verticais no Chrome (imagem: reprodução/Google)

Coluna de abas verticais no Chrome para desktops (imagem: reprodução/Google)

Modo de leitura no Chrome (imagem: reprodução/Google)

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

3 de Abril de 2026, 15:11
Marca do Google Chrome
Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Chrome 148 implementará técnica de “lazy loading” para vídeos e áudios, otimizando o carregamento desses conteúdos em páginas web;
  • “lazy loading” reduz o consumo de CPU e memória, melhora a experiência do usuário e pode economizar dados;
  • versão estável do Chrome 148, com essa funcionalidade, está prevista para 22 de abril de 2026.

Melhorar o desempenho do navegador é um desafio em uma web com cada vez mais recursos de mídia, que demandam largura de banda e processamento. Mas mudanças sutis podem fazer a diferença. Um exemplo virá do Chrome 148: o Google está testando, nessa versão, um modo de carregamento lento ou sob demanda (lazy loading) de vídeo e áudio.

Técnicas de lazy loading não são novidade para quem trabalha com desenvolvimento web. Basicamente, esta é uma abordagem em que determinado tipo de conteúdo de uma página só é carregado quando visualizado ou é estritamente necessário para uma aplicação.

Como exemplo, suponha que você esteja visualizando uma página que contém fotos. No comportamento típico, essas imagens seriam carregadas todas de uma vez pelo navegador. Com o carregamento sob demanda, elas só são carregadas quando você rola a página para visualizá-las.

O Chrome e os demais navegadores baseados no Chromium suportam o lazy loading para imagens e iframes (páginas incorporadas) pelo menos desde 2019 (começou com o Chrome 74, ainda em fase experimental).

O que os desenvolvedores do browser estão fazendo, agora, é testando a técnica para o carregamento de vídeos ou áudios incorporados a páginas web.

Ilustração do navegador Google Chrome com uma página do Tecnoblog aberta
Google Chrome para PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual a vantagem disso? Por ser uma forma de carregamento inteligente, digamos assim, o lazy loading otimiza o consumo de CPU ou de memória RAM pelo navegador, pois somente recursos visualizados naquele momento são processados imediatamente.

Além disso, o carregamento gradual otimiza a renderização do conteúdo como um todo, melhora a experiência do usuário ao prevenir instabilidades e ajuda a economizar dados, pois, se o usuário sair da página antes de chegar ao seu final, nem todos os seus elementos serão carregados.

No caso de vídeos, é de se esperar melhoras em conteúdos do tipo hospedados no site que os exibe. Mas, no caso de vídeos incorporados do YouTube, pode não haver diferença, pois o serviço já tem um mecanismo assíncrono que otimiza o seu carregamento.

Quando o Chrome 148 será lançado oficialmente?

Atualmente, o Chrome 148 está em fase beta. A expectativa é a de que a sua correspondente versão estável seja lançada em 22 de abril de 2026 trazendo o lazy loading de vídeos e áudios entre seus atributos.

Com informações de PCWorld

Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Chrome para PC oferece mais de 90 atalhos para Windows, Linux e macOS (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

26 de Março de 2026, 10:52
Samsung Browser para Windows
Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung Browser foi lançado globalmente para Windows 10 e 11, com sincronização de dados entre dispositivos Galaxy;
  • navegador oferece bloqueador de anúncios nativo, exportação de dados de outros navegadores e integração com Samsung Pass;
  • recursos de IA, como integração com Perplexity, estão disponíveis apenas na Coreia do Sul e nos EUA.

O Samsung Browser (outrora chamado de Samsung Internet) foi lançado oficialmente para Windows. A novidade chega ao PC não só para disputar espaço com navegadores como Chrome e Edge, mas também para seguir a tendência de oferecer experiências com inteligência artificial.

Este lançamento não chega a ser surpresa. O Samsung Browser para PCs foi introduzido em outubro de 2025, à época, como uma versão beta disponível somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos.

Agora, o navegador foi lançado em escala global e pode ser usado por qualquer pessoa, gratuitamente. A novidade é compatível com o Windows 11 e com o Windows 10.

O que o Samsung Browser para PCs oferece?

Começa pela interface, que tem um visual limpo e posiciona as abas na barra de título do navegador, melhorando o aproveitamento de espaço da tela. O Samsung Browser também exibe, por padrão, uma barra lateral de acesso rápido, à direita, que pode ser ocultada.

Em termos funcionais, o navegador pergunta, já durante a instalação, se o usuário quer ativar o bloqueador de anúncios nativo. Na sequência, o usuário tem a opção de exportar dados de outro navegador previamente instalado no computador, como os já mencionados Chrome e Edge.

A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada
A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

E, sim, para quem tem um celular ou tablet Galaxy, ou usa o navegador da Samsung em algum aparelho Android, é possível sincronizar os dados de navegação entre esse dispositivo e o PC. Basta fazer login com uma conta Samsung (Samsung Account). Nesse sentido, é possível até continuar acessando, no desktop, uma página que estava aberta no smartphone e vice-versa.

A integração entre dispositivos é complementada com o Samsung Pass, que permite ao usuário fazer login em sites ou serviços web com preenchimento automático de credenciais de acesso.

Sobre os recursos de inteligência artificial, o principal atrativo está na integração do Samsung Browser com os recursos do Perplexity. Com isso, o usuário pode fazer perguntas relacionadas ao conteúdo de uma página aberta, por exemplo.

Também é possível recorrer à IA para tarefas mais específicas, como montar um roteiro de viagens com base em informações de páginas abertas ou visitadas anteriormente, criar resumos de textos longos, organizar abas conforme o tema, entre várias outras possibilidades.

A Samsung dá exemplos de prompts que podem ser usados no navegador:

  • “resuma esta página em três tópicos”
  • “quais são os principais requisitos para esta vaga de emprego?”
  • “resuma esta conversa por e-mail e elabore uma resposta”
  • “crie um resumo executivo deste relatório financeiro”
  • “resuma este vídeo do YouTube”

Agora, pegue a toalha, pois aí vem o balde de água fria: no momento, os recursos de IA do Samsung Browser estão disponíveis somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Há planos, mas não datas para essa integração ser liberada em outros países.

Ah, para não restar dúvidas: o Samsung Browser é baseado no Chromium.

Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos
Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como baixar o Samsung Browser?

O Samsung Browser pode ser baixado a partir do site oficial. Como já dito, o navegador é compatível com os Windows 11 e 10 (neste último, a partir da versão 1809).

Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

3 de Março de 2026, 19:59
Ilustração com a interface do Google Chrome
Novos recursos devem chegar ao navegador com mais rapidez (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançará novas versões estáveis do Chrome a cada duas semanas a partir de setembro de 2025, reduzindo o ciclo atual de quatro semanas.
  • A mudança visa diminuir problemas e facilitar correções de bugs, com atualizações mais frequentes e de menor escopo.
  • O novo ciclo de atualizações se aplica a todas as plataformas, exceto os canais Dev e Canary, e a versão extended stable manterá o ciclo de oito semanas.

O Google fará alterações no ciclo de desenvolvimento do Chrome: uma nova versão estável do navegador será liberada a cada duas semanas — atualmente, o intervalo entre os updates é de quatro semanas. O cronograma mais curto passa a valer a partir de setembro de 2025.

Com a mudança, a versão 153, que estava programada para 22 de setembro, chegará no dia 8 de setembro. A 154, anteriormente esperada para 20 de outubro, chega em 22 de setembro — e assim sucessivamente.

Por que o Chrome terá atualizações mais frequentes?

Ilustração com a marca do Google Chrome
Google Chrome usava ciclo de quatro semanas desde 2021 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em um texto publicado no blog de desenvolvedores do Chrome, a equipe explica que as novas versões serão mais frequentes, mas terão um escopo menor. Com isso, os problemas devem diminuir, e as correções de bugs pós-lançamento serão mais simples.

“As plataformas web estão avançando constantemente, e nossa missão é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato às mais recentes melhorias de desempenho, correções e novas funcionalidades”, diz o comunicado.

A última mudança do tipo ocorreu em março de 2021, quando o ciclo foi reduzido de seis para quatro semanas.

O que vai mudar com o novo ciclo de atualizações?

O Google explica que o novo ciclo de atualização vale tanto para a versão estável quanto para a versão beta — que chegará três semanas antes. Isso afeta todas as plataformas: Android, iOS e desktop. Os canais Dev e Canary não terão alterações, nem as correções de segurança semanais.

Outra versão que permanecerá como é hoje é a extended stable, voltada a administradores de ambientes corporativos — ela segue um ciclo de oito semanas, garantindo tempo extra para lidar com as atualizações.

O time de desenvolvimento diz estar trabalhando para que Chromebooks também estejam alinhados ao ciclo de duas semanas, com as atualizações passando por testes dedicados de plataforma. Intervalos mais longos também estarão disponíveis para esses dispositivos.

Com informações do Bleeping Computer

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é um Chromebook? Entenda a diferença para o notebook convencional

2 de Março de 2026, 16:58
Chromebook (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Descubra o conceito de Chromebook e como funciona o dispositivo com foco em processamento na nuvem (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O Chromebook é um dispositivo portátil com foco em computação em nuvem, operando com o sistema operacional ChromeOS do Google. Ele se destaca por oferecer uma experiência conectada com suporte nativo a aplicativos Android, sendo ideal para tarefas baseadas na web.

A principal diferença entre um Chromebook e um notebook tradicional é que ele não depende de softwares pesados instalados localmente. A máquina prioriza o processamento via web, garantindo maior agilidade e autonomia de bateria.

Entre suas vantagens estão a segurança nativa contra vírus, as atualizações automáticas e a integração com a suíte de aplicativos do Google Workspace. Ele é a opção ideal para estudantes e profissionais que buscam alta produtividade com custo acessível.

A seguir, entenda o conceito de Chromebook, para que ele serve e como é seu funcionamento. Também conheça os pontos fortes e fracos deste dispositivo com sistema operacional do Google.

O que é um Chromebook?

Um Chromebook é um dispositivo focado em computação em nuvem que usa o sistema operacional ChromeOS, priorizando tarefas baseadas na web via navegador. Ele se destaca pelo suporte nativo a aplicativos Android, as ferramentas de produtividade do Google Workspace e armazenamento de arquivos no Google Drive.

Para que serve um Chromebook?

Os Chromebooks são otimizados para tarefas baseadas na nuvem, ideais para navegar na web, gerenciar documentos e realizar videoconferências. Sua estrutura prioriza a colaboração em tempo real e o uso de aplicativos Android ou ferramentas do ecossistema Google.

Além da produtividade, eles oferecem entretenimento fluido com streaming, jogos em nuvem e suporte para desenvolvimento de software via Linux. São alternativas econômicas para quem busca eficiência sem a complexidade dos sistemas operacionais tradicionais.

Acer Chromebook C733 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
O Chromebook pode ser um dispositivo compacto e econômico para quem busca produtividade ao usar apps e ferramentas online (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Como funciona um Chromebook?

Um Chromebook roda o ChromeOS, sistema que usa o navegador Google Chrome como interface principal para processar tarefas quase integralmente na nuvem. Essa arquitetura, que prioriza a execução de tarefas online, possibilita que o hardware seja rápido e tenha baixo consumo de energia.

O ecossistema suporta aplicativos web, apps da Play Store e programas Linux, operando de forma híbrida para garantir funcionalidade mesmo em ambientes offline. O armazenamento é centralizado no Google Drive, permitindo que o usuário acesse seus arquivos e configurações de qualquer dispositivo apenas com o login.

A segurança nativa usa o sandboxing para isolar cada aba ou app, impedindo que vírus infectem o restante do sistema caso um site seja comprometido. Além disso, o recurso Verified Boot checa a integridade do software a cada boot, revertendo automaticamente qualquer suspeita ou corrupção de dados.

Qual é o sistema operacional de um Chromebook?

O Chromebook opera com o ChromeOS, um sistema proprietário da Google baseado em Linux, focado em velocidade e segurança nativa. Sua interface é centrada no navegador Chrome e na execução de aplicativos em nuvem, oferecendo atualizações automáticas e integração total com o ecossistema Google.

Posso instalar o Windows em um Chromebook?

Sim, é possível instalar o Windows em modelos específicos de Chromebooks com processadores Intel ou AMD, exigindo a atualização do firmware para UEFI via Modo Desenvolvedor. O procedimento demanda a desativação da proteção de gravação física e busca manual de drivers para garantir as principais funções.

Contudo, essa modificação anula a garantia e frequentemente apresenta instabilidades de hardware, já que o Windows não é otimizado para Chromebooks. Para maior estabilidade, priorize o uso de desktops remotos ou subsistema Linux para rodar softwares sem comprometer o sistema original da máquina.

Acer Chromebook C733 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
O Chromebook usa o sistema operacional ChromeOS, que traz ampla integração com o ecossistema do Google (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Quais são as vantagens de um Chromebook?

Estes são os pontos fortes de um Chromebook:

  • Custo-benefício: oferece preços mais competitivos e acessíveis comparados com PCs ou Macs, sendo ideal para estudantes, pessoas com orçamentos limitados e profissionais que buscam eficiência sem alto investimento;
  • Inicialização e fluidez: o ChromeOS é um sistema leve que inicia em poucos segundos e mantém o desempenho constante, evitando travamentos em tarefas cotidianas como navegação e edição de documentos;
  • Ecossistema em nuvem e o Android: garante sincronização imediata de arquivos via Google Drive e compatibilidade com milhões de aplicativos Android disponíveis na Play Store;
  • Autonomia de bateria: projetado para alta eficiência energética, as máquinas oferecem autonomia entre 10 e 15 horas de uso contínuo longe de tomadas e carregadores;
  • Segurança nativa e robusta: protege dados por meio de sandboxing e criptografia automática, eliminando a necessidade de antivírus de terceiros ou configurações complexas;
  • Atualizações e manutenção simplificadas: o sistema se atualiza em segundo plano, garantindo que o dispositivo esteja sempre rápido e protegido;
  • Portabilidade e resistência física: apresenta design leve para fácil transporte e, em muitos modelos, construção reforçada contra quedas e derramamentos de líquidos.

Quais são as desvantagens de um Chromebook?

Estes são os pontos fracos de um Chromebook:

  • Incompatibilidade de software profissionais: o ChromeOS não suporta instaladores nativos, impossibilitando o uso de versões completas do pacote Adobe, AutoCAD ou softwares de engenharia. O usuário fica restrito a versões web ou aplicativos Android que possuem recursos limitados;
  • Alta dependência de conexão: projetado para o ecossistema em nuvem, o sistema perde quase toda a utilidade sem acesso à internet. Embora exista um modo offline, a sincronização de arquivos e o funcionamento de diversos apps essenciais tornam-se inacessíveis;
  • Hardware com limitações de desempenho: focado em baixo custo, a maioria dos Chromebooks traz processadores básicos e pouca memória RAM. Isso resulta em lentidão ao abrir muitas abas simultaneamente ou ao tentar executar multitarefas que exijam mais do sistema;
  • Armazenamento local insuficiente: o espaço interno, geralmente entre 32 GB e 64 GB, esgota-se rapidamente com downloads e cache. A gestão de arquivos em HDs externos também é menos eficiente e intuitiva do que no Windows ou macOS;
  • Restrições para jogos e edição: a ausência de placas de vídeo dedicadas impede a execução de jogos modernos nativamente e a renderização de vídeos pesados. O usuário depende exclusivamente de serviço de streaming de jogos para títulos mais complexos;
  • Ciclo de vida e rigidez do sistema: a interface permite pouca personalização técnica e o hardware raramente permite upgrades de memória ou armazenamento. Com a evolução rápida da web, dispositivos de entrada tornam-se obsoletos em poucos anos devido à exigência crescente de hardware.
imagem de um homem guardando um chromebook na bolsa
Os Chromebooks tendem a ter design compacto, algo que reflete nas suas especificações (imagem: Andrew Neel/Unsplash)

Qual é a diferença entre Chromebook e notebook?

Um Chromebook é um dispositivo focado em nuvem que usa o ChromeOS, priorizando o uso de navegadores e aplicativos web para tarefas cotidianas. Seu armazenamento é majoritariamente online, garantindo inicialização rápida e segurança simplificada com hardware mais econômico.

Um notebook é um computador de uso geral equipado com sistema como Windows ou macOS, projetado para rodar softwares complexos e pesados localmente. Ele oferece hardware robusto para suportar grandes volumes de dados offline, edições profissionais e uma ampla gama de programas.

Qual é a diferença entre Chromebook e ultrabook?

Um Chromebook é um dispositivo portátil que executa o sistema ChromeOS, priorizando o uso em nuvem, agilidade, baixo custo para navegação web e apps Android. É ideal para estudantes e tarefas básicas de produtividade que dependem de conexão constante com a internet.

Um ultrabook é um notebook de alto desempenho equipado com hardware potente e armazenamento SSD veloz. Ele roda Windows ou Linux, sendo voltado para profissionais que necessitam de mobilidade sem abrir mão de rodar softwares pesados localmente.

imagem de uma pessoa mexendo em um chromebook
O Chromebook é uma opção de “notebook” mais acessível, mas com menos poder de processamento local (imagem: Brooke Cagle/Unsplash)

Chromebook funciona sem internet?

Sim, o Chromebook funciona offline para tarefas básicas como edição de texto e planilhas após a configuração inicial. O usuário pode acessar arquivos baixados, reproduzir mídias locais e usar apps instalados que suportem o uso sem conexão.

Entretanto, a falta de conexão impede a navegação web, o download de novos programas e a sincronização de dados em tempo real. O uso pleno do dispositivo fica limitado aos conteúdos salvos previamente no armazenamento físico ou no cache do sistema.

É possível instalar o pacote Office em um Chromebook?

Sim, dá para usar o Microsoft Office em Chromebooks por meio de versões web e da integração nativa do ChromeOS com o OneDrive e o Microsoft 365. Embora não exista um arquivo de instalação tradicional, as ferramentas online garantem a edição de documentos com alta compatibilidade.

O processo é otimizado pela Google Play Store ou pelo navegador, permitindo visualizar, criar e salvar arquivos diretamente na nuvem de forma ágil. Essa solução atende às demandas escolares e corporativas, oferecendo os principais recursos do Word, Excel e PowerPoint.

O que é um Chromebook? Entenda a diferença para o notebook convencional

Chromebook (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Acer Chromebook C733 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Acer Chromebook C733 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

(imagem: Andrew Neel/Unsplash)

(imagem: Brooke Cagle/Unsplash)

Nova guerra dos navegadores: Chrome ganha Split View e edição de PDF

19 de Fevereiro de 2026, 18:15
Google acelera atualizações para não perder espaço (imagem: reprodução/Google)
Resumo

O Google anunciou nesta quinta-feira (19) três novos recursos de produtividade para o Chrome: o modo de visualização dividida (Split View), ferramentas de anotação em documentos PDF e a função “Salvar no Google Drive”.

As atualizações chegam em um momento de transformação no mercado. Com o avanço de startups de IA que propõem navegadores agentes, a gigante de Mountain View quer evitar que o usuário precise alternar entre abas ou baixar arquivos para realizar tarefas simples.

As novidades detalhadas no blog oficial do Google focam em integrar o Chrome mais profundamente ao ecossistema do Google Workspace, respondendo ao crescimento de alternativas como o Arc e o Atlas, da OpenAI.

Multitarefa e edição de documentos na mesma aba

O recurso de Split View (visualização dividida) permite que o usuário coloque duas páginas lado a lado em uma única guia. De acordo com Alex Tsu, gerente de produto do Chrome, a funcionalidade foi desenhada para facilitar a comparação de dados, a redação de textos com base em referências externas ou até o acompanhamento de vídeos enquanto se faz anotações.

Para ativar o modo, basta arrastar uma aba para a extremidade esquerda ou direita da janela ou clicar com o botão direito em um link e selecionar a opção “Abrir link na visualização dividida”.

Chrome permite colocar duas abas lado a lado (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

O Chrome também reforçou seu visualizador de PDF. Agora, o browser conta com um editor nativo que permite destacar trechos de texto e adicionar notas. Na prática, isso elimina a necessidade de baixar o arquivo para abri-lo em softwares de terceiros apenas para preencher um formulário ou assinatura digital.

Para fechar o trio de novas funções, o Google introduziu a opção “Salvar no Google Drive”. A ferramenta permite que documentos e PDFs sejam enviados diretamente para a nuvem. Ao selecionar essa opção, o Chrome organiza os arquivos em uma pasta chamada “Salvo do Chrome” no Drive do usuário. A medida visa acabar com o acúmulo de arquivos na pasta de downloads local e facilitar o acesso aos documentos em outros dispositivos.

Por que o Google está acelerando o desenvolvimento do Chrome?

O lançamento dessas funcionalidades é uma resposta ao novo cenário da “guerra de navegadores”. Embora o Chrome ainda detenha a maior fatia global — posição monitorada pelo Statcounter —, o surgimento de navegadores baseados em IA pode mudar as expectativas dos usuários.

Desde meados de 2025, o mercado de navegadores passou a focar em “agentes”. Em junho de 2025, a The Browser Company lançou o Dia, um navegador “AI-first”. Em seguida, a Perplexity apresentou o Comet, e em outubro, a OpenAI lançou o Atlas, seu próprio navegador alimentado pelo ChatGPT. Esses concorrentes introduziram conceitos como abas verticais e assistentes que executam tarefas complexas de forma autônoma.

Para evitar a migração de sua base de usuários, o Google iniciou uma corrida de desenvolvimento. No mês passado, a empresa já havia expandido as capacidades do Gemini. A empresa também confirmou que o suporte para abas verticais está a caminho. Atualmente, a função já pode ser testada por usuários entusiastas através de flags experimentais no código do navegador.

Nova guerra dos navegadores: Chrome ganha Split View e edição de PDF

Chrome: extensões fingem ser IA e roubam dados de 300 mil usuários

12 de Fevereiro de 2026, 18:59
Ilustração com a marca do Google Chrome
Mais de 300 mil usuários instalaram extensões maliciosas no Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

Extensões de navegador que se apresentam como ferramentas de inteligência artificial estão sendo usadas para roubar credenciais, conteúdos de email e dados de navegação de usuários. A campanha envolve ao menos 30 extensões maliciosas publicadas na Chrome Web Store, muitas delas disfarçadas como assistentes de IA, tradutores ou barras laterais inspiradas em serviços populares.

A descoberta foi feita por pesquisadores da plataforma de segurança LayerX, que identificaram que todos os complementos fazem parte de uma mesma operação, batizada de AiFrame. Mesmo após a remoção de algumas extensões mais populares, outras continuam disponíveis para download e somam dezenas de milhares de instalações ativas.

Como funcionam as extensões disfarçadas de IA?

Segundo a LayerX, todas as extensões analisadas compartilham a mesma estrutura interna, permissões semelhantes e um backend comum, vinculado a um único domínio externo. Apesar de prometerem recursos avançados de IA, nenhuma delas executa processamento local de inteligência artificial.

Na prática, essas extensões carregam, em tela cheia, um iframe que simula a funcionalidade prometida. Esse modelo permite que os responsáveis alterem o comportamento do complemento a qualquer momento, sem precisar submeter novas versões à revisão da loja do Google.

Em segundo plano, o código passa a extrair o conteúdo das páginas visitadas pelo usuário, inclusive telas sensíveis de autenticação. Para isso, utiliza bibliotecas conhecidas para leitura de texto em páginas web. Em alguns casos, o foco é ainda mais específico: metade das extensões identificadas possui scripts dedicados ao Gmail.

Esses scripts são executados logo no início do carregamento do email e conseguem ler diretamente o conteúdo visível das mensagens. Isso inclui textos completos de conversas e até rascunhos ainda não enviados. Quando funções supostamente ligadas à IA são acionadas, esses dados acabam sendo enviados para servidores externos controlados pelos operadores do esquema.

Confira os nomes de algumas extensão identificadas pelo site especializado Bleeping Computer, seguidos da identificação na loja do Chrome:

  1. AI Sidebar (gghdfkafnhfpaooiolhncejnlgglhkhe)
  2. AI Assistant (nlhpidbjmmffhoogcennoiopekbiglbp)
  3. ChatGPT Translate (acaeafediijmccnjlokgcdiojiljfpbe)
  4. AI GPT (kblengdlefjpjkekanpoidgoghdngdgl)
  5. ChatGPT (llojfncgbabajmdglnkbhmiebiinohek)
  6. AI Sidebar (djhjckkfgancelbmgcamjimgphaphjdl)
  7. Google Gemini (fdlagfnfaheppaigholhoojabfaapnhb)
Imagem mostra um cadeado azul fechado, centralizado sobre um fundo abstrato em tons de cinza e azul claro, com formas geométricas que sugerem tecnologia e segurança digital. No canto inferior direito, a marca d'água "Tecnoblog" é visível.
Extensões maliciosas podiam capturar credenciais e conteúdo de e-mails (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais dados podem ser capturados dos usuários?

O alcance da coleta vai além de emails. Dependendo das permissões concedidas, algumas extensões ativam recursos de reconhecimento de voz por meio da Web Speech API, gerando transcrições que também são enviadas aos servidores remotos.

A LayerX resume o risco de forma direta: “o texto das mensagens de email e dados contextuais relacionados podem ser enviados para fora do dispositivo, fora do limite de segurança do Gmail, para servidores remotos”.

Especialistas recomendam que usuários revisem extensões instaladas, removam qualquer complemento suspeito e redefinam senhas caso identifiquem sinais de comprometimento. A Bleeping Computer entrou em contato com o Google, mas, até a publicação desta matéria, a empresa ainda não havia se pronunciado.

Chrome: extensões fingem ser IA e roubam dados de 300 mil usuários

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segurança digital (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios

28 de Janeiro de 2026, 15:44
Logo do youtube com efeito de glitch
YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Usuários de bloqueadores de anúncios enfrentam erro ao acessar vídeos no YouTube, principalmente com o Chrome;
  • Problema pode ser uma ação do YouTube contra bloqueadores, mas a plataforma não confirma;
  • Alguns usuários conseguiram solucionar a falha desativando justamente o bloqueador.

Nos últimos dias, surgiram numerosos relatos nas redes sociais de pessoas que se depararam com um erro de conteúdo não disponível no YouTube. Se não todas, grande parte das queixas tem uma característica em comum: elas foram feitas por usuários de bloqueadores de anúncios.

Os relatos foram registrados principalmente no Reddit, com esta thread servindo de exemplo. Em quase todos os casos, os usuários notaram o problema ao acessar o YouTube com o Chrome e bloqueadores de anúncios como uBlock Origin, AdBlock Plus e Ghostery.

A falha faz o YouTube exibir uma página com a seguinte mensagem de erro quando o usuário tenta acessar um vídeo na plataforma: “este conteúdo não está disponível, tente novamente mais tarde”.

Alguns usuários conseguiram resolver o problema simplesmente acessando o YouTube com o bloqueador de anúncios desativado, embora outras pessoas tenham relatado que a falha persistiu após esse procedimento.

Também houve quem tenha conseguido fazer o vídeo ser exibido atualizando a página do YouTube seguidas vezes (o que não é nada prático, convenhamos).

Essa é uma investida do YouTube contra bloqueadores de anúncios?

O número repentino de relatos sobre o problema nos últimos dias levanta a suspeita de que esta é, sim, uma ação do YouTube contra adblocks. Só não é possível dar certeza porque a plataforma não se pronunciou sobre o assunto até o momento (e não costuma se pronunciar).

Como explica o TechSpot, o YouTube tem uma dinâmica de reprodução de conteúdo que depende de chamadas do tipo XHR (XMLHttpRequest) para buscar fluxos de vídeo nos servidores da plataforma.

O monitoramento dessas chamadas está entre as abordagens de bloqueadores para barrar anúncios antes ou durante a reprodução do vídeo. Cientes disso, engenheiros do YouTube tendem a implementar mecanismos ou procedimentos que dificultam esse monitoramento.

Desenvolvedores de adblockers respondem revisando suas abordagens de modo a desvencilhar suas ferramentas desses mecanismos e, com isso, o ciclo se repete. Isso explica, provavelmente, o fato de queixas sobre o YouTube barrando acessos com bloqueadores de anúncios surgirem de tempos em tempos.

Ilustração do YouTube
YouTube no navegador (imagem ilustrativa: Christian Wiediger/Unsplash)

Solução definitiva: pagar pelo YouTube Premium

As supostas investidas do YouTube contra bloqueadores de anúncios parecem ter um único objetivo: convencer o usuário a assinar o YouTube Premium, que não exibe publicidade e oferece outros recursos, como reprodução em segundo plano. No Brasil, a modalidade tem os seguintes preços atualmente:

  • Individual: R$ 26,90 por mês
  • Individual anual: R$ 269 (equivalente a R$ 22,41 por mês)
  • Família: R$ 53,90 por mês (para até cinco pessoas)
  • Estudante: R$ 16,90 por mês
  • Premium Lite: R$ 16,90 por mês (opção com menos funcionalidades)

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Christian Wiediger/Unsplash)

Google Chrome: extensões maliciosas roubavam dados de usuários

28 de Janeiro de 2026, 11:52
Ilustração com a marca do Google Chrome
Extensões utilizavam táticas avançadas para roubo de dados sensíveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores da Symantec identificaram extensões maliciosas na Chrome Web Store, afetando mais de 100 mil usuários.
  • As extensões Good Tab, Children Protection, DPS Websafe e Stock Informer permitiam roubo de senhas e rastreamento de navegação.
  • Google removeu as extensões Children Protection e DPS Websafe, mas Good Tab e Stock Informer ainda estavam disponíveis até a última atualização.

Pesquisadores de segurança da Symantec identificaram mais extensões maliciosas operando dentro da Chrome Web Store, a loja oficial do Google Chrome. O relatório técnico aponta que as ameaças comprometem mais de 100 mil usuários.

Os riscos identificados variam desde práticas de monetização enganosas até atividades como o sequestro de pesquisas (search hijacking), rastreamento de navegação, roubo de cookies para sequestro de sessão e até execução remota de código JavaScript.

Quais são as extensões maliciosas?

O relatório detalha quatro extensões principais:

  • Good Tab
  • Children Protection
  • DPS Websafe
  • Stock Informer

A extensão Good Tab apresenta-se como uma página de nova aba personalizável. Internamente, o software pode conceder permissões de leitura e gravação na área de transferência a um domínio externo. Na prática, isso permite que criminosos monitorem senhas copiadas ou alterem endereços de carteiras de criptomoedas durante transações financeiras.

O Children Protection é uma ferramenta de controle parental. O software, porém, pode coletar e enviar cookies de navegação para servidores remotos. Para garantir o sucesso da invasão, a ferramenta utiliza um algoritmo de geração de domínio (DGA) contra tentativas de desativação, permitindo que atacantes executem códigos em qualquer aba aberta pelo usuário.

Nova onda de extensões maliciosas no Chrome afeta mais de 100 mil usuários
Falha permitia interceptar até senhas e chaves de criptomoedas (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Já a extensão DPS Websafe utilizava táticas de falsificação de marca (brand spoofing) ao adotar ícones do conhecido bloqueador Adblock Plus para enganar o público. Uma vez instalada, ela alterava o mecanismo de busca padrão para um domínio controlado pelos atacantes e rastreava a atividade de navegação sem qualquer consentimento.

Por fim, a Stock Informer também apresenta uma vulnerabilidade de Cross-Site Scripting (XSS), que permite a execução de códigos por terceiros devido a falhas na verificação de mensagens internas.

Campanha explora API do Chrome

Esse novo alerta surge em um momento de vulnerabilidades crescentes entre os navegadores. Diferente de casos recentes que envolveram extensões de espionagem distribuídas também para Firefox e Microsoft Edge, esta campanha específica foca em explorar a arquitetura e as permissões de API do Chrome.

O Google já removeu as extensões Children Protection e DPS Websafe. Os softwares Good Tab e Stock Informer, no entanto, continuavam disponíveis para download até a última atualização desta matéria.

A orientação dos especialistas é verificar os complementos instalados e desinstalar qualquer item que não seja essencial, além de priorizar desenvolvedores de reputação estabelecida.

Google Chrome: extensões maliciosas roubavam dados de usuários

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

28 de Janeiro de 2026, 10:44
Captura de tela da interface de um sistema operacional para desktop. A área de trabalho exibe duas janelas de navegador abertas lado a lado, preenchendo quase toda a tela. Na parte superior, há uma barra de status preta com o relógio à esquerda e ícones de conectividade à direita. Na base, uma barra de tarefas flutuante e centralizada organiza dez ícones de aplicativos circulares e coloridos.
Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)
Resumo
  • O Android para PC terá uma interface semelhante à de tablets, com adaptações para telas maiores, incluindo uma barra de tarefas centralizada e uma barra de status mais alta.
  • O sistema operacional é identificado como Android 16, codinome “ALOS” ou Aluminium OS, e foi testado em um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.
  • O Google confirmou o desenvolvimento do Android para computadores em 2025, com o planos para substituir gradualmente o ChromeOS.

Um desenvolvedor se descuidou e publicou imagens da interface da futura versão do Android para desenvolvedores. Elas revelam um visual parecido com o de tablets com o sistema, mas com algumas diferenças importantes.

As gravações de tela foram compartilhadas na plataforma de desenvolvimento do Chromium (projeto de código aberto que serve de base para o Chrome) para mostrar um bug no sistema. A página de discussão agora mostra apenas uma mensagem de acesso negado, mas o 9to5Google conseguiu salvar e publicar os vídeos.

Como será a interface do Android para PC?

As imagens mostram uma barra de tarefas idêntica à usada em tablets com Android, com ícones centralizados, incluindo um para acessar aplicativos à esquerda e outros para apps abertos à direita.

A barra de status no topo da tela, no entanto, é diferente. Ela é mais alta. Nas capturas de tela, essa área contém relógio (com segundos) e data à esquerda; na direita, ficam um ícone do Gemini, um controle de idioma do teclado, um indicador de Wi-Fi e um mostrador de bateria. Outro detalhe é um cursor de mouse ligeiramente maior, com design mais tradicional, incluindo uma haste.

Captura de tela da interface desktop do Android exibindo a Google Play Store sobreposta a janelas do Chrome. A janela da Play Store mostra detalhes do app "Chrome Dev", com botões de categorias "Communication", "Tools" e "Browsers". Ao fundo, abas do navegador exibem "chrome://flags". A barra de tarefas inferior contém ícones de sistema e aplicativos abertos, incluindo o logo colorido do Google Fotos e do YouTube. O cursor do mouse está posicionado sobre o ícone de estrela para avaliação do app.
Sistema também usará a Play Store (imagem: reprodução/9to5Google)

Nas imagens, há duas janelas do Chrome lado a lado, indicando um possível recurso multitarefas do sistema. O navegador tem, inclusive, um ícone de extensões — elas estão disponíveis apenas na versão para desktops e não na para tablets.

Os botões para fechar, minimizar e abrir em tela cheia ficam no canto direito superior das janelas e são praticamente idênticos aos do ChromeOS.

O que mais sabemos sobre o Android para PC?

Arte mostra a cabeça do mascote do Android, um robô verde, em um fundo verde-escuro. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Android para PC ainda não tem nome definido nem data para chegar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os indícios de que as gravações de tela são realmente da futura versão do Android para PC aparecem logo no início, em uma página de versão do Chrome. Ela informa que o sistema operacional é o Android 16, com a compilação ZL1A.260119.001.A1.

O desenvolvedor se refere a essa build como “ALOS” — um código para Aluminium OS, codinome interno do sistema. Ele também informou qual aparelho estava usando: um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.

Os rumores de uma versão do Android para computadores circulam há alguns anos, mas o sistema ganhou confirmação oficial só no segundo semestre de 2025.

Rick Osterloh, um dos principais executivos do Google, afirmou que a empresa trabalha para combinar os sistemas de computadores e smartphones.

Além disso, a empresa abriu vagas de trabalho específicas para o projeto. As descrições indicam que o Aluminium OS é “um novo sistema operacional com inteligência artificial em seu centro”, que estará disponível para todos os formatos, como laptops, tablets, destacáveis e mini-PCs.

Também há indícios de que haverá um período de transição do ChromeOS para o novo sistema, incluindo suporte e atualizações para os produtos lançados nos últimos anos. Já o nome não é definitivo e ainda está no campo das especulações — Android, Chrome e Chromebook são marcas muito fortes, e há chances de que elas sejam reaproveitadas no novo sistema.

Com informações do 9to5Google

Android para PC: imagens vazam e mostram como será o novo sistema do Google

Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)

Sistema também usará a Play Store (imagem: reprodução/9to5Google)

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Cansou da IA em tudo? Este script limpa o seu navegador

21 de Janeiro de 2026, 16:48
Ícones de Edge, Firefox, Chrome, Opera e Brave lado a lado
Just the Browser remove IA, telemetria e mais do Chrome, Edge e Firefox (foto: Denny Müller/Unsplash)
Resumo
  • O Just the Browser remove funções de IA, coleta de dados e conteúdos patrocinados do Google Chrome, Microsoft Edge e Mozilla Firefox.
  • O script edita configurações de política de grupo e preferências do sistema para desativar recursos indesejados sem modificar arquivos originais.
  • Compatível com Windows, Linux e macOS, o script requer privilégios de administrador e é reversível; não há versão para dispositivos móveis.

Um desenvolvedor de software lançou recentemente o Just the Browser, uma interessante ferramenta de código aberto que remove recursos de inteligência artificial, coleta de dados e conteúdos patrocinados dos principais navegadores. Ela funciona em Google Chrome, Microsoft Edge e Mozilla Firefox.

A novidade foi disponibilizada publicamente por meio do GitHub e de um site dedicado, oferecendo scripts que automatizam o processo de “limpeza”. Segundo seu criador, Corbin Davenport, o objetivo é combater o que ele classifica como “assédio da IA” e o excesso de ferramentas comerciais que desviam o propósito original dos produtos.

Como a ferramenta funciona?

Diferentemente de extensões para bloqueio de anúncios (ad block), o script atua em um nível mais profundo. Ele edita as configurações de política de grupo (Group Policy) e preferências do sistema – mecanismos utilizados por administradores de TI em ambientes corporativos – para restringir o acesso a recursos, visando segurança e produtividade.

Ao aproveitar essas “configurações ocultas”, a ferramenta instrui o navegador a se comportar como se estivesse em um ambiente gerenciado. Isso permite desativar funcionalidades que muitas vezes não possuem botões de “desligar” nas configurações padrões, sem modificar arquivos executáveis originais ou depender de aplicativos de terceiros. É justamente o caso dos recursos relacionados a IA, que são embutidos nos navegadores a forceps.

Quais recursos são removidos?

Os principais alvos do script são:

  • Remoção de assistentes como o Gemini no Chrome e integrações de barra lateral no Edge
  • Bloqueio de artigos sensacionalistas no “feed” de nova guia (comum no Microsoft Edge)
  • Desativação de pop-ups de cupons de desconto e comparadores de preços nativos
  • Bloqueio de relatórios de dados enviados aos desenvolvedores sobre hábitos de uso

“O Chrome oferece cupons de desconto durante as compras. O Microsoft Edge enche a página Nova guia com artigos sensacionalistas. A era da IA generativa piorou ainda mais a situação“, explicou Corbin. “O objetivo é fornecer ‘apenas o navegador’ e nada mais.”

Como usar o script?

Script do Just the Browser rodando no Windows 11 (imagem: reprodução)

Atualmente, o Just the Browser é compatível com Windows, Linux e macOS. O processo é reversível, mas exige atenção e privilégios de administrador no sistema. Ele inclui os seguintes passos:

  1. Acesse o guia oficial: o site do projeto exibe comandos específicos para Windows, macOS e Linux
  2. Execute o comando: copie o script fornecido na página, cole no terminal (ou PowerShell no Windows) e execute. Em alguns casos, pode ser necessário baixar um arquivo .reg ou script .bat
  3. Reinicie o navegador: as alterações só entram em vigor após fechar e reabrir o programa
  4. Verifique a instalação: vá até as configurações do navegador. Se vir a mensagem “Gerenciado pela sua organização”, o procedimento funcionou e as regras de bloqueio estão ativas

Além disso, como o script altera políticas do sistema, ele pode desativar recursos como sincronização de histórico ou sugestões de pesquisa. É recomendável ler a lista de alterações com atenção antes de aplicar.

Ainda não há versão do script para celulares e tablets.

A iniciativa reflete um movimento da comunidade de tecnologia contra a inserção forçada de IA em produtos de consumo. Recentemente, desenvolvedores também criaram scripts para remover funcionalidades de IA do Windows 11. A questão afeta até a Mozilla: a organização enfrentou reações negativas após anunciar que o Firefox evoluiria para uma plataforma com IA integrada.

Cansou da IA em tudo? Este script limpa o seu navegador

Vários navegadores foram afetados (foto: Denny Müller/Unsplash)

Mais extensões espionaram usuários no Chrome, Firefox e Edge

19 de Janeiro de 2026, 17:47
Ilustração mostra fileira de cadeados azuis, com um cadeado vermelho destrancado ao centro
Novas extensões maliciosas foram descobertas (imagem: reprodução)
Resumo
  • Pesquisadores da LayerX identificaram 17 novas extensões maliciosas nos navegadores Chrome, Firefox e Edge.
  • Elas coletavam dados e instalavam backdoors sem que o usuário percebesse, e ultrapassaram 840 mil downloads.
  • As extensões desviavam links de afiliados e inseriam rastreamento do Google Analytics.

Um novo conjunto de extensões para espionagem digital foi encontrado. Pesquisadores de cibersegurança da LayerX identificaram ao menos 17 delas disponíveis no Google Chrome, Mozilla Firefox e Microsoft Edge. Essas extensões coletavam a atividade de navegação dos usuários e instalavam backdoors para manter acesso persistente aos dispositivos.

Há um mês, vale lembrar, outro relatório de segurança revelou que 4,3 milhões de usuários do Google Chrome e Microsoft Edge foram espionados via extensões maliciosas.

Desta vez, o impacto do caso chama atenção não apenas pela sofisticação técnica, mas também pela escala. Somadas, as extensões analisadas ultrapassaram 840 mil downloads, muitas delas distribuídas por meio de repositórios oficiais dos navegadores.

Campanha antiga, método aprimorado

De acordo com a LayerX, o episódio não representa uma ação isolada. Trata-se da continuidade da campanha conhecida como GhostPoster, também revelada no mês passado, dessa vez pela Koi Security. Na ocasião, outro grupo de 17 extensões foi identificado com cerca de 50 mil downloads acumulados, utilizando técnicas semelhantes de vigilância e acesso remoto.

Entre as extensões agora descobertas estão ferramentas que simulam serviços populares, como tradutores, bloqueadores de anúncios, capturadores de tela, downloads de vídeos e utilitários para redes sociais e comércio eletrônico. Algumas delas foram publicadas originalmente em 2020, o que indica que usuários podem ter sido expostos ao código malicioso por anos sem perceber.

O levantamento aponta que a loja do Microsoft Edge foi o ponto inicial de publicação da maioria dessas extensões, que depois se espalharam para o Chrome e o Firefox. Essa migração entre plataformas ampliou o alcance da campanha e dificultou a identificação.

Imagem mostra um cadeado fechado sobre uma linha de código de computador
Ferramentas maliciosas espionavam usuários (imagem ilustrativa: Darwin Laganzon/Pixabay)

Quais extensões espionaram usuários?

De acordo com o relatório, essas foram as extensões identificadas:

  • Google Translate in Right Click
  • Translate Selected Text with GoogleAds Block Ultimate
  • Floating Player – PiP Mode
  • Convert Everything
  • YouTube Download
  • One Key Translate
  • AdBlocker
  • Save Image to Pinterest on Right Click
  • Instagram Downloader
  • RSS Feed
  • Cool Cursor
  • Full Page Screenshot
  • Amazon Price History
  • Color Enhancer
  • Translate Selected Text with Right Click
  • Page Screenshot Clipper

Como essas extensões funcionavam?

Um dos aspectos mais incomuns do ataque foi a forma de ocultar o código malicioso. Em alguns casos, scripts em JavaScript estavam escondidos dentro do próprio arquivo de imagem usado como logotipo da extensão, no formato PNG. Esse código continha instruções para baixar a carga principal de um servidor remoto.

Para reduzir as chances de detecção, os desenvolvedores configuraram o download do código principal para ocorrer apenas em cerca de 10% das execuções. Uma vez ativo, o malware era capaz de desviar links de afiliados em grandes sites de e-commerce, gerando prejuízo direto a criadores de conteúdo.

Além disso, as extensões inseriam rastreamento do Google Analytics em todas as páginas visitadas, removiam cabeçalhos de segurança das respostas HTTP e conseguiam contornar sistemas de CAPTCHA por diferentes métodos. Outro recurso incluía a injeção de iframes invisíveis, usados principalmente para fraudes de anúncios e cliques, que se autodestruíam após alguns segundos.

Mais extensões espionaram usuários no Chrome, Firefox e Edge

Grupo escondeu malware em logotipo do Windows (imagem ilustrativa: Darwin Laganzon/Pixabay)

Google testa integração de IA no Chrome para Android

15 de Janeiro de 2026, 13:45
Ilustração com a marca do Google Chrome
Google quer expandir para o Android experiências de IA incorporadas no Chrome para desktop (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

O Google começou a testar a integração do Gemini ao Chrome para Android, sinalizando que o navegador móvel pode ganhar funções baseadas em inteligência artificial nos próximos meses. Indícios da novidade surgiram no código do Chromium, projeto de código aberto que serve de base para o Chrome, sugerindo que a empresa trabalha em capacidades chamadas de “agentic”, capazes de interagir de forma mais ativa com o conteúdo exibido.

Por enquanto, não há anúncio oficial nem detalhes sobre como o recurso será apresentado aos usuários. Ainda assim, as menções no código reforçam que o Google avalia expandir para o Android experiências de IA que já vêm sendo testadas de forma limitada no Chrome para computadores.

Indícios no código do Chromium

As pistas sobre a integração apareceram após desenvolvedores identificarem novas referências ao Gemini no repositório do Chromium. Um engenheiro do Google comentou que a inclusão dessas mudanças impacta diretamente o tamanho do aplicativo, justamente por adicionar suporte ao que a empresa chama internamente de Chrome Glic — nome de código do Gemini dentro do navegador.

Segundo o profissional, o tamanho do arquivo binário foi aumentado porque essa mudança traz muito código para dar suporte ao Chrome Glic, que será habilitado no Chrome para Android em breve. A declaração não detalha como a IA funcionará na prática.

Como o Gemini pode funcionar no Chrome móvel?

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Gemini já existe de forma restrita no Chrome para desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expectativa é de que o funcionamento seja parecido com soluções já vistas em outros navegadores. No Edge para Android, por exemplo, o Copilot aparece como um botão flutuante que permite resumir páginas, responder perguntas sobre o conteúdo ou ajudar em pesquisas rápidas.

No Chrome para desktop, onde o Gemini já existe em fase restrita, a IA consegue usar informações das abas abertas para oferecer ajuda contextual. Isso inclui resumir textos, comparar dados entre páginas diferentes e responder dúvidas com base no que o usuário está visualizando. A tendência é que uma experiência semelhante seja adaptada para telas menores.

Atualmente, o Gemini no Chrome para computadores ainda não está amplamente disponível. Usuários que têm acesso podem acionar a ferramenta por atalhos de teclado específicos, mas o recurso segue em testes e sem liberação geral.

No caso do Android, também não há previsão de lançamento. As referências no código indicam apenas que o projeto está em andamento e pode ser anunciado em breve.

Com informações do BleepingComputer

Google testa integração de IA no Chrome para Android

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Disco: Google anuncia navegador que cria abas interativas com IA

11 de Dezembro de 2025, 16:53
Navegador Disco e as GenTabs
Navegador Disco e as GenTabs (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google anunciou Disco, navegador experimental com IA, que utiliza a base do Chromium e apresenta as GenTabs, guias interativas criadas com o modelo de IA Gemini 3;
  • GenTabs combinam comandos do usuário, páginas abertas e histórico de interações para criar guias personalizadas, permitindo a criação de planos de viagem, estudo e pequenos aplicativos;
  • Disco está em teste com um grupo restrito de usuários no macOS, sendo necessário entrar em uma lista de espera para experimentá-lo.

Disco é o nome do mais novo projeto experimental do Google Labs. Trata-se de um navegador web com funcionalidades baseadas em inteligência artificial. Os mais importantes desses recursos são as GenTabs, que consistem em guias interativas desenvolvidas com auxílio do modelo de IA Gemini 3.

Como navegador em si, o Disco não é exatamente novo, pois a sua estrutura vem do Chromium que, como você deve saber, é a mesma base do Google Chrome e de vários outros browsers. As chamadas GenTabs é que tornam a novidade peculiar.

A proposta das GenTabs é funcionar como guias que combinam comandos do usuário (prompts), páginas abertas e até histórico de interações para gerar guias com informações ou funcionalidades apresentadas sob medida.

Por exemplo, se estiver planejando uma viagem, o usuário pode pedir ao Disco, via chat, que o ajude a montar um roteiro. As páginas que forem abertas e as informações que forem inseridas pelo usuário servem, então, para que uma GenTab seja criada fornecendo mapa, planejamento de atividades turísticas, recomendações de restaurantes e assim por diante.

GenTabs podem ser criadas para montagem de planos de estudos, pequenos aplicativos e até jogos, sem que o usuário precise saber programar. Todas as GenTabs já existentes podem ser modificadas ou atualizadas pelo usuário a qualquer momento, conforme a sua necessidade ou conveniência.

Disponibilidade do Google Disco

Por ser um projeto experimental, o Disco está sendo testado com um grupo restrito de usuários. Interessados em fazer parte desse grupo devem acessar o site do Disco e se cadastrar na lista de espera. Atualmente, a novidade tem apenas uma versão para macOS.

Apesar de o Disco ser um navegador, isso não significa que o Google está disposto a aposentar o Chrome. Até o momento, a companhia não fez nenhum anúncio nesse sentido. O que é mais provável de ocorrer é de recursos desenvolvidos no Disco serem transferidos para o Chrome em algum momento.

Coincidentemente, o anúncio do Google foi feito no mesmo dia em que o Opera Neon foi liberado globalmente. O navegador da Opera traz recursos nativos de IA, razão pela qual requer uma assinatura com preço de US$ 19,90 por mês (R$ 108, na conversão direta) para ser usado.

Disco: Google anuncia navegador que cria abas interativas com IA

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Google Disco é um navegador experimental que usa modelo de IA Gemini 3 para criar guias com conteúdo interativo feito sob medida.

Navegador Disco e as GenTabs (imagem: reprodução/Google)

Extensões maliciosas no Chrome e Edge espionaram 4,3 milhões de usuários

4 de Dezembro de 2025, 11:36
Ilustração que representa a detecção de ameaças digitais. O centro da imagem é dominado por uma janela de terminal de computador estilizada e uma lupa com cabo amarelo, que está focando em um inseto (bug) vermelho no centro da tela. O fundo é escuro, com códigos binários em roxo e diversas ilustrações de vírus biológicos flutuando, sugerindo o conceito de "vírus" e "malware". No canto inferior direito, o texto secundário em branco diz "tecnoblog".
Backdoors permitiam controle total do navegador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O grupo hacker ShadyPanda usou extensões legítimas para inserir malwares e infectar 4,3 milhões de usuários do Google Chrome e Microsoft Edge.
  • Segundo a empresa de cibersegurança Koi, as extensões Clean Master e WeTab foram usadas para vigilância e coleta de dados.
  • Google e Microsoft removeram as extensões das lojas, mas elas permanecem ativas nos navegadores até serem removidas manualmente.

Uma campanha ativa há sete anos comprometeu a segurança de 4,3 milhões de usuários do Google Chrome e Microsoft Edge. Segundo a empresa de cibersegurança Koi, um grupo hacker chamado ShadyPanda utilizou extensões legítimas para distribuir malware, spyware e backdoors capazes de executar códigos remotamente e enviar dados para servidores na China.

A operação teria adotado uma estratégia de longo prazo. Primeiro, eles publicaram ferramentas úteis, acumularam milhões de downloads e construíram uma boa reputação. Anos depois, lançaram atualizações com códigos maliciosos. As extensões, algumas com selos de Destaque nas lojas, teriam, então, começado a monitorar silenciosamente o comportamento dos usuários.

Até 1º de dezembro de 2025, data de publicação do relatório, cinco dessas ferramentas ainda estavam ativas na loja do Edge, somando mais de 4 milhões de instalações.

Como o malware operava sem ser detectado?

Imagem mostra o símbolo de uma caveira feita com códigos de computador, sugerindo ataque hacker
Ferramentas de produtividade enviavam histórico de navegação para servidores na China (imagem: Elchinator/Pixabay)

O ataque explorou uma brecha no modelo de revisão das lojas: enquanto o envio inicial de extensões passa por verificações rigorosas, as atualizações nem sempre passam pelo mesmo processo minucioso.

O relatório destaca duas campanhas ativas. A primeira envolveu a popular extensão Clean Master (Starlab Technology), com 300 mil usuários. Em 2024, uma atualização introduziu um backdoor que permitia vigilância total, injetando scripts até em conexões HTTPS seguras. O sistema coletava:

  • Histórico completo de URLs e referenciadores HTTP;
  • Identificadores persistentes e impressões digitais do sistema (fingerprinting);
  • Carimbos de data e hora para criação de perfis de atividade.

Para evitar detecção, o código podia até desabilitar o comportamento malicioso automaticamente ao abrir alguma ferramenta de desenvolvedor no navegador.

A segunda campanha utilizou a extensão WeTab (com 3 milhões de instalações). Disfarçada de ferramenta de produtividade, ela enviava dados em tempo real — como pesquisas, cliques e cookies — para 17 domínios, incluindo servidores da Baidu e da própria WeTab.

Resposta das plataformas

Imagem mostra um cadeado sobre o teclado de um computador
Microsoft removeu aplicativos da loja do Edge após denúncia (imagem: Fly D/Unsplash)

Em resposta ao site The Register, um porta-voz do Google confirmou que as extensões não estão mais disponíveis na Chrome Web Store. A Microsoft também se manifestou: “Removemos todas as extensões identificadas como maliciosas na loja do Edge. Quando tomamos conhecimento de casos que violam nossas políticas, agimos de forma apropriada”.

Os pesquisadores da Koi alertam que, embora removidos das lojas, os aplicativos continuam ativos nos navegadores infectados até que o usuário remova manualmente as extensões.

A investigação também vinculou o grupo a campanhas anteriores já inativas, que usavam extensões de papéis de parede para fraudes de afiliados em sites como Amazon e eBay, além de sequestradores de navegador que redirecionavam buscas.

Extensões maliciosas no Chrome e Edge espionaram 4,3 milhões de usuários

Entenda o conceito de malware e as diferentes formas de ameaças (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

3 de Dezembro de 2025, 11:00
Captura de tela mostra o novo recurso Call Reason no Android
Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google introduziu o recurso Call Reason no Android, permitindo sinalizar chamadas urgentes, visíveis no histórico de chamadas.
  • A funcionalidade está em beta e requer o app Telefone do Google.
  • A empresa também anunciou ferramentas de segurança para detectar fraudes em mensagens e filtros no Google Mensagens para grupos indesejados.

O Google anunciou novas atualizações para o sistema Android e introduziu recursos de comunicação, segurança e personalização. Entre as novidades, está a ferramenta Call Reason (motivo da chamada, em tradução livre), que permite sinalizar a urgência da ligação.

Atualmente em fase beta, o recurso permite que, ao discar para um contato salvo, o usuário selecione a opção “urgente”. O destinatário visualizará esse alerta na tela do celular e, caso a chamada não seja atendida, uma notificação de urgência permanecerá visível no histórico, incentivando o retorno da ligação.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira (2).

Quais celulares são compatíveis?

GIF exibe nova função do Android que notifica usuários sobre ligações urgentes
GIF mostra funcionamento da ferramenta Call Reason (imagem: reprodução/Google)

A ferramenta está vinculada ao Telefone do Google, o aplicativo de discagem padrão da empresa. Segundo informações do Google Brasil, a funcionalidade será liberada para todos os idiomas globalmente, mas a disponibilidade depende de o app estar instalado no smartphone.

Aparelhos da linha Google Pixel, assim como modelos recentes da Motorola, Xiaomi (versões globais), Nokia (HMD) e Asus, utilizam o discador do Google nativamente. Esses dispositivos, portanto, receberão a novidade automaticamente via atualização.

No Brasil, o impacto tende a ser menor já que a maior vendedora de smartphones é a Samsung, que utiliza um app próprio de Telefone. No entanto, o Android permite a instalação do Telefone do Google em praticamente qualquer dispositivo. Usuários interessados podem baixá-lo gratuitamente na loja oficial e configurá-lo como o discador padrão.

Segurança e mais IA

O pacote de novidades também apresenta novas ferramentas focadas na segurança e acessibilidade. O recurso Circule para Pesquisar agora usa IA para analisar o conteúdo da tela em busca de potenciais golpes. Ao verificar mensagens de texto ou chats suspeitos, o sistema indica a probabilidade de fraude.

Imagem mostra nova função do Circle to Search em funcionamento
Circle to Search ganhou função para verificar segurança de mensagens (imagem: reprodução/Google)

Nas mensagens de texto via Google Mensagens (padrão também nos aparelhos da Samsung), a empresa implementou novos filtros para grupos indesejados. Ao ser adicionado por um número desconhecido, o usuário receberá um alerta com dicas de segurança e opções rápidas para sair do grupo, bloquear o contato e denunciar spam com um único toque.

Utilizando processamento local, o sistema agora também gera legendas em tempo real que descrevem não só a fala, mas a intensidade e a emoção do interlocutor, além de identificar sons ambientes como aplausos.

Imagem mostra uma legenda em tempo real no Android, durante uma transmissão ao vivo
Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

O Google também reestruturou como as notificações são gerenciadas, juntando mensagens longas e conversas em grupo e oferecendo um resumo do conteúdo. Alertas de baixa prioridade, como promoções e avisos de redes sociais, também serão silenciados automaticamente para reduzir distrações.

As configurações de controle parentais, por sua vez, foram migradas para um menu dedicado nas configurações principais do aparelho. Além disso, o sistema expandiu o suporte para ícones temáticos e introduziu uma opção forçada de “tema escuro” para aplicativos que não possuem essa configuração nativa.

Além disso, o Google incluiu a fixação de guias importantes no Chrome para Android e novas combinações de adesivos no “Emoji Kitchen”, do teclado Gboard.

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

Claude Opus 4.5 chega com conversas infinitas e foco em agentes

24 de Novembro de 2025, 19:23
Ilustração em fundo laranja mostra o contorno preto de um rosto humano de perfil, voltado para a esquerda, com uma mão aberta abaixo do queixo. À frente do rosto, flutua um símbolo branco circular com pontos conectados, semelhante a órbitas ou a um diagrama molecular, sugerindo inteligência artificial e interação entre humano e tecnologia.
Anthropic já oferece Haiku 4.5 e Sonnet 4.5, versões menores do modelo de IA (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Anthropic lançou o Claude Opus 4.5, superando concorrentes em programação e melhorando visão, raciocínio e matemática.
  • O Opus 4.5 oferece conversas infinitas, criando resumos para liberar espaço na janela de contexto, disponível para usuários de planos pagos.
  • Ferramentas Claude for Chrome e Excel serão ampliadas, com acesso para assinantes dos planos Max, Team e Enterprise.

A Anthropic lançou nesta segunda-feira (24/11) o Claude Opus 4.5, nova geração do seu modelo de inteligência artificial mais avançado. Com ele, a família está completa — o Haiku 4.5 e o Sonnet 4.5 chegaram ao mercado entre setembro e outubro.

Segundo a startup, ele é o primeiro a marcar mais de 80% no respeitado benchmark de programação SWE-Bench, superando concorrentes como o Gemini 3 Pro, do Google, e o GPT-5.1-Codex-Max, da OpenAI.

A empresa afirma ainda que o Opus 4.5 tem desempenho melhor do que todos os modelos lançados anteriormente pela própria companhia em visão, raciocínio e matemática, atingindo novos níveis de pensamento e flexibilidade para resolver problemas complexos.

Ferramentas para Chrome e Excel serão ampliadas

A Anthropic alega que o novo modelo atinge “o estado da arte em desempenho” em tarefas “agênticas”, como uso de ferramentas e uso de computador.

Por isso, a startup vai ampliar o acesso a duas de suas ferramentas: o Claude for Chrome, para executar tarefas no navegador, e o Claude for Excel, assistente para gerar e explicar fórmulas de planilhas.

Ambas continuam em fase de testes, mas, a partir de agora, assinantes do plano Max poderão usar a IA para Chrome, enquanto usuários dos pacotes Max, Team e Enterprise receberão a funcionalidade para o Excel.

Opus 4.5 dribla limite da janela de contexto

Outra novidade do Opus 4.5 é a função de conversa infinita. Chatbots de IA sempre chegam a um limite em que não é mais possível processar a quantidade de informações daquela interação — é o limite da chamada janela de contexto.

A nova versão do Claude poderá criar um resumo dos prompts e respostas, liberando espaço para que o usuário possa continuar usando a ferramenta. Essa opção, no entanto, estará disponível apenas para usuários de planos pagos.

Com informações do Cnet, do ZDNet e do TechCrunch

Claude Opus 4.5 chega com conversas infinitas e foco em agentes

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Anthropic afirma que seu novo modelo de IA supera concorrentes em programação. Ferramentas para Chrome e Excel foram expandidas.

Google quer colocar o Nano Banana direto no Chrome

30 de Outubro de 2025, 15:32
Ilustração mostra o logo do Google ao centro, uma letra G gradiente em tons vermelho, amarelo, verde e azul, e um fundo amarelo com bananas. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google está testando o Nano Banana nativamente Chrome (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

O Google está testando uma integração do popular modelo Nano Banana de geração de imagens diretamente no navegador Chrome. Além disso, o aplicativo também pode ganhar Deep Search, para buscar aprofundadas, o que o tornaria mais prático para o acesso a ferramentas de IA já bastante utilizadas.

As novas funcionalidades aparecem como pequenos botões na página inicial, logo abaixo da barra de pesquisa padrão, permitindo que os usuários supostamente realizem as tarefas sem sair do navegador. Essas novidades foram avistadas inicialmente na versão Canary do Chrome, utilizada para testes.

Captura de Tela do Google Chrome Canary com os botões experimentais de Nano Banana e Deep Search na página inicial
Versão Canary do Google Chrome com botões de Nano Banana e Deep Search na página inicial do navegador (Imagem: Venkat/Windows Report)

Como o Nano Banana funciona no Chrome?

Quando você clica no botão do Nano Banana, a caixa de busca passa a exibir “Crie uma imagem de…” onde antes tinha um “Pesquise no Google ou digite uma URL”.

Os usuários podem descrever a imagem e aguardar que a inteligência artificial do Google produza a ilustração. A funcionalidade continua em fase experimental, o que significa que não sabemos detalhes sobre a eventual integração com outros serviços ou onde as imagens serão salvas.

Captura de Tela do Google Chrome Canary com o botão de Nano Banana em testes
Versão Canary do Google Chrome com interface experimental do Nano Banana (Imagem: Venkat/Windows Report)

Deep Search também tem um botão dedicado

Já o recurso Deep Search permite pesquisas aprofundadas em questões complexas. Antes, os usuários precisavam acessar o Modo IA de pesquisa para usá-lo. Essa funcionalidade usa o Gemini para fazer uma varredura em diversas fontes e compila tudo num único relatório.

Captura de Tela do Google Chrome Canary com o botão de Deep Search em testes
Versão Canary do Google Chrome com interface experimental do Deep Search (Imagem: Venkat/Windows Report) (Imagem: Venkat/Windows Report)

Como usar o Nano Banana?

O Nano Banana ainda não está disponível diretamente no Chrome, mas você ainda pode acessá-lo pelo chatbot do Gemini no computador ou celular.

Para criar uma imagem do zero, basta selecionar a ferramenta de imagem e digitar uma descrição detalhada na caixa de texto, como “um gato deitado à frente de uma lareira”.

Chatbot do Gemini em modo claro usando a geração de imagem com Nano Banana para gerar uma imagem de um gato na frente de uma lareira
Captura de tela do Nano Banana no Google Gemini (Imagem: Diego Amorim/Tecnoblog)

Caso queira editar uma foto existente, clique no ícone de câmera, envie a imagem e descreva as alterações, como “mude a cor da camisa” ou “adicione um fundo de praia”.

O Nano Banana é impressionante por manter a consistência dos elementos originais mesmo com múltiplas edições consecutivas, permitindo ajustes contínuos.

Google quer colocar o Nano Banana direto no Chrome

Nano Banana já ultrapassou 5 bilhões de imagens criadas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é um navegador web? Entenda a função do browser e conheça exemplos

20 de Outubro de 2025, 12:05
Navegadores Firefox, Chrome e Edge no Android (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Saiba como funciona os navegadores de internet no celular e computador (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Um navegador web, ou browser, é o software que permite acessar, interagir e visualizar conteúdos da World Wide Web, como textos, imagens e vídeos. Ele serve como um mediador entre o usuário e os servidores que hospedam as informações online, traduzindo os códigos complexos.

Sua principal função é converter o código-fonte dos websites, como HTML, CSS e JavaScript, em uma interface gráfica e interativa para o usuário navegar. Sem o navegador de internet, a experiência online seria limitada à visualização de linhas de códigos indecifráveis.

Na prática, ao digitar um endereço (URL), o browser envia um pedido ao servidor que armazena o site e recebe os arquivos em resposta. O software processa esses dados e os exibe na tela em frações de segundos, garantindo uma navegação visualmente fluida.

A seguir, entenda a fundo o que é um navegador web, como funciona e os principais softwares para acessar a internet.

O que é um navegador web?

Um navegador web é um software que permite aos usuários acessar, interagir e visualizar o conteúdo da World Wide Web. Seu papel é requisitar dados de servidores, como HTML, imagens e vídeos, e interpretá-los, transformando códigos complexos na interface visual e interativa que aparece na tela do usuário.

Qual é a função de um navegador web?

A função do browser é solicitar e interpretar o código-fonte de páginas da World Wide Web, como HTML, CSS e JavaScript, transformando-o em uma interface visual com textos, imagens e mídia interativa. Essencialmente, ele atua como um intermediário entre o usuário e os servidores web.

Essa ferramenta permite aos usuários navegar entre diferentes sites, localizar informações específicas e interagir com aplicativos baseados na web. Além disso, o navegador de internet gerencia o histórico de navegação, informações de sessão e oferece recursos de segurança e personalização da navegação.

Ícones de Edge, Firefox, Chrome, Opera e Brave lado a lado
Os navegadores atuam transformando códigos em uma interface visual e interativa para os usuários (imagem: Denny Müller/Unsplash)

Como funciona um navegador web?

O navegador de internet é um tipo de software que inicia o processo quando o usuário insere o endereço do site (URL) ou clica em um link. Primeiro, ele realiza a resolução DNS (Domain Name System) para traduzir o nome do domínio para o endereço IP do servidor web correto.

Em seguida, o browser envia um pedido HTTP ou HTTPS ao servidor, solicitando os arquivos da página desejada. Então, o servidor processa o pedido e responde enviando de volta os dados brutos necessários, tipicamente em códigos como HTML, CSS e JavaScript. 

O motor de renderização do navegador interpreta esses códigos, usando o HTML para estruturar o conteúdo. Imediatamente, ele aplica as folhas de estilo CSS para definir a formatação visual, como cores e layout da página.

Por fim, o motor do browser executa o código JavaScript para adicionar funcionalidades interativas e dinâmicas à página. Este processo resulta na rápida montagem e exibição de conteúdo web completo e navegável na interface do usuário.

infográfico do funcionamento de um navegador
Passo a passo do funcionamento de um navegador (imagem: Reprodução/Saperis)

Quais são os principais navegadores de internet?

Estes são os principais navegadores de internet e suas principais características:

  • Google Chrome: bastante popular, é reconhecido pela velocidade, segurança, facilidade de uso e a ampla biblioteca de extensões, sendo a escolha frequente de desenvolvedores e usuários do ecossistema Google;
  • Mozilla Firefox: software de código aberto com grande foco em privacidade e personalização. Oferece recursos avançados, como proteções aprimoradas contra rastreamento e ferramentas para codificação e depuração;
  • Microsoft Edge: navegador padrão do Windows, construído com base no motor Chromium. Apresenta alta compatibilidade e recursos avançados, como guias verticais, modo de leitura integrado e uma coleção crescente de extensões;
  • Apple Safari: browser da Apple, estritamente otimizado para os sistemas macOS e iOS. É conhecido pela eficiência energética, alto desempenho e profunda integração com o ecossistema Apple, incluindo o recurso de Continuidade entre dispositivos;
  • Opera: opção rica em funcionalidades únicas, como VPN gratuita e bloqueador de anúncios integrados. Oferece uma experiência de navegação rápida, personalizável e com foco em maior privacidade e desempenho; 
  • Brave: software de código aberto centrado em privacidade, que bloqueia anúncios e rastreadores por padrão. Traz uma experiência de navegação rápida, recompensando os usuários com o próprio token (BAT) em um modelo de anúncios opcionais;
  • Tor: browser de código aberto baseado no Firefox, usa a rede Tor para anonimizar a navegação, criptografando dados em várias camadas. Essencial para quem busca anonimato extremo ou para acessar sites que exigem ampla privacidade.
Browsers no Android
Firefox, Chrome, Opera e Edge são bastante populares no smartphone e no PC (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Qual navegador web consome menos memória RAM?

O Microsoft Edge é frequentemente apontado como um dos navegadores mais eficientes em consumo de RAM, especialmente no Windows. Seu diferencial está nas tecnologias como as “Guias Suspensas”, que descarregam automaticamente abas inativas para liberar recursos do sistema.

Por outro lado, o Mozilla Firefox também se destaca ao registrar um consumo total de RAM mais baixo em testes com maior número de abas abertas. A escolha final, portanto, depende se a prioridade é a otimização em plataformas Windows (Edge) ou uma gestão de memória geralmente menor (Firefox).

Existe algum navegador web que faz o bloqueio de anúncios?

Há diversos navegadores de internet com recursos de bloqueio de anúncios nativo, proporcionando uma navegação mais rápida e privada sem a necessidade de extensões. O Brave e o Opera são exemplos de browsers que integram bloqueadores de anúncios e rastreadores por padrão ou como recurso facilmente ativável.

Já navegadores como Google Chrome e Microsoft Edge possuem um bloqueio mais limitado, focado em anúncios intrusivos que não seguem os padrões do Coalition for Better Ads. Para um bloqueio total nesses browsers, geralmente é preciso instalar extensões especializadas como uBlock Origin ou AdBlock.

Microsoft Edge
Microsoft Edge costuma ser o navegador mais eficiente em relação ao consumo de RAM, mas não oferece recurso amplo para bloqueio de anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre navegador web e browser?

Navegador web é um aplicativo criado especificamente para acessar, buscar e interpretar conteúdo disponível na World Wide Web. Sua principal função é se comunicar com servidores web para exibir páginas, imagens, vídeos e outros elementos da internet na tela do usuário.

Browser é um termo mais amplo que se refere a qualquer aplicativo ou programa capaz de visualizar e percorrer informações. Embora inclua o navegador web, ele pode se referir a softwares que permitem a navegação em arquivos locais do computador ou bibliotecas de mídia sem necessariamente envolver a internet.

Qual é a diferença entre navegador web e mecanismo de busca?

Navegador web é um aplicativo de software instalado em um dispositivo, que age como a porta de entrada para a World Wide Web ao exibir visualmente as páginas da web. Ele permite que os usuários insiram diretamente um endereço (URL) para visitar um site específico ou mostrar resultados de busca.

Mecanismo de busca é um serviço ou site online que rastreia, organiza e indexa o vasto conteúdo da World Wide Web. Ele permite aos usuários encontrar informações relevantes na internet a partir de palavras-chave ou frases de pesquisa, retornando uma lista de links.

O que é um navegador web? Entenda a função do browser e conheça exemplos

Vários navegadores foram afetados (foto: Denny Müller/Unsplash)

Browsers no Android (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Microsoft Edge (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chrome vai desativar sozinho notificações de sites que você ignora

10 de Outubro de 2025, 16:29
Ilustração com a marca do Google Chrome
Google Chrome vai desativar sozinho notificações que você ignora (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Em breve, Google Chrome desativará automaticamente notificações de sites ignoradas pelo usuário para reduzir excessos;
  • Novidade funcionará no Chrome para Android e nas versões do navegador para desktop;
  • O recurso está em teste e ainda não há data definida para lançamento nas versões finais do Chrome.

Talvez você já tenha passado pela experiência de autorizar que alguns sites te enviem notificações via navegador e, com o passar do tempo, deixar de interagir com elas. Em breve, o Google Chrome será capaz de desativar essas notificações de modo automático, tanto no Android quanto no desktop.

De acordo com os desenvolvedores do Chrome, o objetivo da medida é ajudar o usuário a reduzir uma eventual sobrecarga de notificações no navegador. Faz sentido: um excesso de notificações pode não só atrapalhar a experiência do usuário com o Chrome, como também prejudicar o desempenho do browser.

Ainda de acordo com os desenvolvedores, há pesquisas que apontam que, em linhas gerais, os usuários recebem um número alto de notificações, mas interagem (clicam ou tocam) com menos de 1% delas, o que, novamente, faz a desativação automática ter sentido.

Mas há duas condições para o recurso funcionar: a primeira é a de que o engajamento com as notificações de determinados sites seja realmente baixa (o Google não explicou como faz essa classificação); a segunda é a de que o volume de notificações seja elevado.

O Chrome avisará quando um site tiver as notificações desativadas. Se o usuário quiser voltar a receber notificações de determinado site, poderá fazer isso nas configurações de segurança do browser ou acessando a página em questão novamente.

Permissões de notificações desativadas no Chrome
Permissões de notificações desativadas no Chrome (imagem: divulgação/Google)

Quando a desativação de notificações chegará ao Chrome?

O novo recurso já está em teste e os resultados iniciais são promissores, como explica o Google:

Nós já estamos testando esse recurso. Nossos resultados mostram uma redução significativa na sobrecarga de notificações, com apenas uma alteração mínima no total de cliques em notificações. Nossos experimentos também indicam que sites que enviam um volume menor de notificações estão, na verdade, observando um aumento nos cliques.

Contudo, o Google ainda não informou quando o recurso chegará às versões finais do Chrome. Não deve demorar muito, afinal, o navegador já tem uma função parecida, que remove automaticamente as permissões de acesso à câmera, microfone e localização de sites que deixam de ser acessados.

Chrome vai desativar sozinho notificações de sites que você ignora

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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