Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)Resumo
Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.
A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.
A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.
O que o UFS 5.0 traz de novo?
A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.
Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.
Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:
O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.
Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.
Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).
Mais eficiência energética e espaço livre
Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)
Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.
Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.
Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?
A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.
Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.
Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.
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O Xiaomi 17 Ultra é o smartphone mais poderoso de todas as linhas da fabricante chinesa lançadas até agora em 2026. Ele tem o melhor e mais potente processador da Qualcomm, as memórias mais rápidas (em grande quantidade), uma bateria de respeito e câmeras que estão facilmente entre as melhores nos celulares atuais – e até renderam a vitória para ele no nosso teste cego com o público entre os smartphones top de linha das principais marcas.
Ele tem o preço esperado de uma máquina dessas – e isso se você estiver disposto a comprar importado, porque oficialmente a Xiaomi nem vende ele no Brasil. Só que agora que eu passei quase um mês usando o aparelho como se fosse meu smartphone pessoal, digo que por mais que ele seja sim uma baita máquina, a grana preta que ele custa nem é seu principal ponto negativo. Neste texto de análise vou dar todos os detalhes da minha experiência com ele.
Design robusto focado em fotografia
Como esperado de um aparelho com Ultra no nome, a Xiaomi não economizou espaço nem materiais nesse aqui. Elé é um celular grande, pesado e robusto.
Dimensões (L x A x P): 7,76 x 16,29 x 0,83 cm (mais espesso na câmera);
Peso: de 218,4 a 223,4 gramas (depende do material da traseira).
A frente é de vidro com bordas igualmente fininhas em todos os lados, a lateral do corpo é de alumínio e a traseira é de fibra de vidro, o que é similar a um plástico de boa qualidade. Tem também outra versão com um material sintético que simula o toque de couro, e essa é um pouquinho mais pesada ainda.
Materiais: frente de vidro, traseira de fibra de vidro ou “couro” ecológico, corpo em alumínio.
Ele tem proteção IP68 e IP69 contra poeira, submersão e jatos-d’água de alta pressão. E a tela é protegida pelo Xiaomi Shield Glass 3.0, que é uma tecnologia da empresa para proteger contra riscos e rachaduras. Mesmo assim, vidro é vidro, então é bom que ele já vem com película na tela e com uma capinha na caixa, pelo menos na versão global.
Proteções: Xiaomi Shield Glass 3.0 na tela, certificação IP68/IP69 contra poeira e líquidos.
O módulo redondo de câmeras traseiras é bastante grande tanto em largura quanto em altura, mas é centralizado, então o celular só balança na mesa se você fizer pressão nos cantos superiores da tela. A orientação horizontal dos textos Xiaomi, Ultra e Leica na traseira se somam ao módulo redondo e grande, que tem ranhuras como as de um anel de ajuste de foco, para deixar claro que a idéia desse aparelho é que ele seja usado por quem gosta de câmeras.
Isso fica mais óbvio ainda se você usar o “kit de fotografia” que a Xiaomi vende separadamente, que deixa ele mais parecido ainda com uma máquina fotográfica e até adiciona botões físicos extras. Não que você deva comprar esse acessório mesmo que compre o Xiaomi 17 Ultra para bater fotos. Eu digo isso porque esse é um dos opcionais mais estúpidos que eu já testei na minha carreira, com uma bateria própria, mas de recarga chata por meio de um cabo separado, pareamento Bluetooth nada inteligente, botões físicos para captura de fotos e vídeos que não retêm suas funções originais sem exigir voltar manualmente para o modo de fotografia caso você faça uma gravação. Muita firula (e dinheiro gasto) para pouco benefício – mas chega de falar do acessório, já que o review é sobre o celular.
Na tela e o áudio a falta de surpresas é uma boa notícia. O painel é AMOLED, o que garante ótimas cores, contraste e tons de pretos. Ela tem enormes 6,9 polegadas com resolução entre Full HD e Quad HD para bom nível de detalhes. A taxa de atualização vai até 120 Hz ajustáveis, e por ser um painel com tecnologia LTPO pode reduzir automaticamente até 1 Hz para economizar energia quando a tela estiver parada.
O display ainda suporte a Dolby Vision e HDR10+ em conteúdos compatíveis e o pico de brilho chega a 3.500 nits nesse tipo de situação. Aliás, o modo de alto brilho chega a 2.000 nits, e mesmo o modo manual passa dos 1.000 quando sob luz solar, então não é nada difícil usar o aparelho mesmo sob luz forte. É simplesmente uma excelente tela, em um nível muito próximo dos melhores concorrentes.
Tela: AMOLED LTPO com 6,9” 19.5:9, resolução 2608x1200 pixels (densidade de 416 ppp), 120 Hz, Dolby Vision, HDR10+, pico de brilho de 3.500 nits (2.000 HBM e 1.060 nits máximo manual em ambientes externos).
Para somar, os alto-falantes estéreo têm ótima qualidade sonora, enriquecendo bastante a experiência multimídia sem grandes distorções mesmo nos volumes mais fortes. Eu tenho um total de zero reclamações no que diz respeito à tela e áudio do Xiaomi 17 Ultra. É ótimo nisso.
Desempenho bruto com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 e memórias rápidas
A Xiaomi também não economizou no hardware interno, incluindo tudo do bom e do melhor. O processador é o mais poderoso da Qualcomm até agora, o Snapdragon 8 Elite Gen 5, o que inclui a GPU Adreno 840 para oferecer uma das melhores performances gráficas nos smartphones atuais. No quesito memórias, ele vem com nada menos do que 16 GB de RAM no padrão LPDDR5X – ou seja, não só é bastante, mas também das mais rápidas. E no armazenamento as opções são 512 GB ou 1 TB de espaço, e isso com memória UFS 4.1, que também proporciona muita velocidade.
Com no mínimo meio TB de espaço, até dá para perdoar que não tem espaço para cartão microSD na bandeja, onde podem ser inseridos apenas dois chips de operadora. Você pode ativar um eSIM também, se quiser, mas nesse caso o sistema só vai permitir usar um chip físico. De qualquer forma, você vai ter acesso a 5G, WiFi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.
Conectividade: 5G, WiFi 802.11 a/b/g/n/ac/6e/7, dual-band, Bluetooth 6.0, NFC e navegação (GPS, BDS, Glonass, Galileo, QZSS e NavIC).
Com tudo isso, o Xiaomi 17 Ultra é um absoluto monstro de desempenho e consegue tirar de letra qualquer coisa que tentei fazer com ele. Mesmo os jogos mais pesados que eu conheço para smartphones, com todas as configurações no máximo, para ele não são sequer um desafio.
Câmeras Leica: o campeão do nosso teste cego
Mesmo considerando todos esses pontos brilhantes, as estrelas do show aqui são mesmo as câmeras, desenvolvidas em parceria com a Leica – até uma versão do Xiaomi 17 Ultra que é chamada de Leica Phone, para você ter uma ideia do nível da parceria.
Começando pela câmera principal, ela tem 50 MP com abertura de f/1.7 na lente e sensor tipo-1 polegada, o que não quer dizer que ele tem fisicamente uma polegada, mas é um termo da indústria fotográfica com uma explicação chata e que basicamente quer dizer que é sim um sensor grande, o que traz vantagens enormes para a captura de luz, naturalidade dos desfoques e clareza das imagens, entre outras coisas. E essa lente tem estabilização óptica e autofoco dual-pixel por detecção de fase.
Como esperado, as fotos com essa lente são excelentes tanto de dia quanto de noite, mesmo em situações desafiadoras de iluminação. Detalhes claros sem exagero ou falta de exposição em áreas claras ou escuras, cores vivas, mas realistas, desfoques naturais e suaves. Merece todos os elogios.
Câmeras traseiras:
Principal: 50 MP, f/1.7, 23 mm, sensor tipo-1”, OIS e PDAF dual-pixel;
Teleobjetiva periscópica: 200 MP com zoom óptico contínuo de 3,2-4,3x, f/2.4-3.0, 75-100 mm, sensor 1/1.4”, OIS e PDAF multidirecional;
Ultrawide: 50 MP com ângulo de 115º, f/2.2, 14 mm, sensor 1/2.76” e PDAF dual-pixel;
Profundidade: sensor ToF 3D;
Câmera frontal: 50 MP, f/2.2, 21 mm, sensor 1/2.7” e AF
O zoom fica com a lente teleobjetiva periscópica, que oferece zoom óptico contínuo entre os níveis de 3,2x e 4,3x. Isso em um sensor de 200 MP com estabilização ótica e autofoco multidirecional por detecção de fase, o que também contribui para um bom zoom digital. Quer dizer que as fotos no zoom máximo de 120x são realmente boas? Não. Nenhum celular é realmente bom dos 60x para cima sem usar acessórios dedicados, mas a teleobjetiva do 17 Ultra ajuda um pouco nisso e muito mais em níveis de aproximação não tão exagerados.
Na traseira tem ainda uma câmera ultrawide de 50 MP com ângulo de 115º e abertura de f/2.2 para boas fotos de ângulo aberto e um sensor Time of Flight 3D para ajudar na detecção de profundidade. A câmera frontal também tem sensor de 50 MP, abertura de f/2.2 e autofoco, e faz ótimas selfies também de dia ou de noite, por mais que aqui ela ainda não mande tão bem quanto a principal traseira em fotos escuras que também tenham cores desafiadoras. Com a tela servindo de flash fica melhor, com o bônus de que o fundo das imagens não escurece tanto quando normalmente acontece nesse tipo de situação.
O resultado desse conjunto é sinceramente excelente. Não à toa rendeu vitória fácil para o Xiaomi 17 Ultra no teste cego que nós fizemos com os seguidores do Instagram do TecMundo, além de um digníssimo segundo lugar no teste cego só entre os analistas aqui da redação – ficando nesse caso atrás só do excelente Oppo Find X9 Pro e empatado com o também ótimo Motorola Signature. E isso tudo só usando os modos automáticos. Imagine essa máquina na mão de alguém que entenda bem de fotografia e use o modo Pro.
Na gravação de vídeos, ele consegue gravar em até 8K a 30 quadros por segundo ou 4K a até 120 fps usando a câmera traseira, com estabilização excelente mesmo sem ativar o recurso ShootSteady, que limita a resolução a um máximo de 2,8K para momentos com mais movimento. Na frontal, o limite é 4k a 60 fps, e a estabilização também é boa.
Vídeo: 8k@30fps na traseira, 4k@120fps na traseira, 4k@60fps na frontal e até 1080p@1920fps em câmera lenta.
E pausa para eu ter percebido nesse aqui os avanços no modo de câmera lenta. Muitos anos atrás, eu lembro de ficar impressionado com celulares que conseguiam filmar em 720p a 240 frames por segundo, o que ficava bom de você estivesse ao ar livre. Bom, o Xiaomi 17 Ultra consegue gravar slow motion em 1080p a chocantes 1920 fps, e eu sinceramente achei o resultado bom mesmo em um ambiente com luz 100% artificial. Não sei se isso é exatamente novidade desse aqui e não é algo realmente útil a maior parte do tempo, mas eu não esperava por essa surpresa.
Bateria de Si-C e carregamento de 90W, mas com ressalvas
Com tudo isso que o celular entregou, eu admito que talvez eu estivesse esperando um pouco mais da bateria. Não me entendam mal, tá? Os 6.000 mAh da bateria de silício-carbono dele são sim melhores que os principais concorrentes disponíveis aqui no Brasil e a média de pouco mais de 8 horas de tela ligada durante os dias de uso normal do aparelho é sim um bom resultado em geral. Isso com certeza é mais que o suficiente para mais de um dia inteiro para a grande maioria da pessoas, mas nos meus dias de uso mais intensivo eu mais de uma vez consegui acabar com a bateria dele um ou duas horas antes de ter que ir para a cama.
Bateria: 6.000 mAh Si-C;
Carregamento: suporte a recarga até 90W com cabo (carregador não incluso) e até 50W sem cabo.
Novamente, eu não estou dizendo que a bateria desse aqui é ruim. Ela é boa. No entanto, considerando que a própria Xiaomi lançou o Xiaomi 17 Pro Max com 7.500 mAh e depois o Xiaomi 17 Max com 8.000 mAh, eu esperava que o Ultra desta versão global estivesse pelo menos um pouco mais perto dos 6.800 mAh que ele tem na versão chinesa.
Já que estou chorando de barriga cheia, o Xiaomi 17 Ultra oferece suporte a carregadores cabeados de até 90W, o que promete recarga de zero a 100% em cerca de 45 minutos. E aqui só posso confiar, porque a versão global não inclui o carregador na caixa – só vem com um cabo USB-C para USB-A. Além disso, quem tiver uma base compatível da Xiaomi pode contar com recarga wireless de até 50W, mas quem também funciona com potência menor em carregadores no padrão Qi.
Software: a polêmica do HyperOS 3.0
Para mim, o único ponto fraco real do Xiaomi 17 Ultra é no software. Ele vem de fábrica com o HyperOS 3.0, que é a versão da Xiaomi para o Android 16, e a promessa da marca para a versão global é de 5 atualizações do sistema e 6 anos de updates de segurança, o que não é péssimo, mas está atrás da média de 7 versões do Android prometida pelos principais rivais premium.
Software: HyperOS 3.0 (Android 16).
No funcionamento geral, o sistema da Xiaomi não é muito diferente para quem já está acostumado com a plataforma da Google. Dá para usar bem sem grandes bugs ou engasgos, a maioria das propagandas embutidas no sistema podem ser desativadas já durante a configuração inicial e nesse modelo Ultra até os apps pré-instalados não são tantos assim.
Só que quanto mais eu uso aparelhos recentes da Xiaomi, mais vou notando que a experiência do sistema está devendo um pouco em comparação com o Android das outras marcas. Por exemplo, você pode customizar vários elementos do sistema, mas tente trocar o fundo de tela direto pela home (algo bastante direto e simples em qualquer outra marca) e verá que isso envolve tentar lutar contra a loja de temas que a Xiaomi enfia na sua cara até perceber que só vai dar certo escolher a imagem que você quer se fechar o app de temas, abrir a galeria e ir por lá até a imagem que quer para definir como papel de parede. E aquele recurso do Material Design do Android que muda as cores de destaque do sistema inteiro para combinar com o seu fundo de tela? Não existe aqui.
Mas esses são só exemplos pequenos de incômodos da HyperOS. A parte realmente feia para mim é quando você está em um app ou jogo com propagandas, e aí o GetApps (a loja de aplicativos da Xiaomi que vem pré instalada) resolve baixar os jogos das propagandas sem que você toque em algo, sem pedir confirmação e sem dar a mínima se você pelo menos está em uma rede WiFi ou se vai comer os dados do seu plano móvel.
Se você é usuário da Xiaomi e nunca percebeu isso acontecer, então preste mais atenção, porque há até um FAQ admitindo no site da Xiaomi, só que a “solução” proposta ali não impede que os downloads automático continuem. E você não pode desinstalar ou desativar o GetApps sem usar um aplicativo debloater de terceiros, o que pode causar outros problemas se você não entender muito e não tiver fontes confiáveis.
Mesmo que a fonte dos apps seja uma loja oficial da Xiaomi, downloads automáticos são sim uma inconveniência grande e uma potencial brecha grave de segurança no seu aparelho. Eu sinceramente não sei o que a Xiaomi ganha com isso, mas para mim essa história fede. Nunca vi nada parecido acontecer em qualquer aparelho de qualquer outra marca.
Por essas e outras, eu sinto que hoje o HyperOS é a versão do Android que eu menos gosto. Conseguiu me incomodar até mais que o iOS – o que é particularmente triste para uma empresa como a Xiaomi, que começou com o lançamento justamente de um software que melhorava o Android de outras marcas.
Vale a pena?
Apesar dessa grande ressalva, o sistema não torna o aparelho inutilizável e muito menos faz com que todo o resto que seja menos sensacional. Aí, já que a Xiaomi aparentemente nem tem planos de trazer o 17 Ultra oficialmente aqui para o Brasil, a opção para quem quer comprar um é apelar para aparelhos importados – o que é até fácil de encontrar em varejistas online.
Agora em julho de 2026, o menor preço que eu encontrei foi de R$ 12.900 em até 10 vezes pelo modelo de 512 GB de um vendedor do mercado livre que aparentemente vende o aparelho já importado sei lá eu por onde, então não cobra taxas de importação. Até aparecem também ofertas do AliExpress e da Shopee que à primeira vista custam menos, só que nas letras miúdas você vê que o preço de mais de R$ 10 mil vem com R$ 10 mil extras de taxa, o que é um celular top de linha pelo preço de quase 4, então os quase R$ 13 mil já estão caros o suficiente para mim.
Preço: a partir de R$ 12.899 em até 10x pelo modelo com 512 GB em varejistas online.
Sem sombra de dúvidas o Xiaomi 17 Ultra é uma baita máquina, que poderia melhorar mais ainda se a marca resolver colocar o software em ordem, mas que mesmo assim deixaria qualquer fã de fotografia ou de smartphones poderosos mais do que satisfeito. Você só precisa estar disposto a pagar MUITO caro por isso, o que não imagino muito gente concordando em fazer. Só nos resta então desejar que a Xiaomi viesse de verdade para o Brasil, sem intermediários e com fabricação local completa para voltar a ter preços competitivos… Pelo menos sonhar é de graça.
Agora diz para mim nos comentários abaixo o que você achou do Xiaomi 17 Ultra! Tem algum ponto importante que eu deixei de considerar? Agadeço a contribuição e a oportunidade de aprender ainda mais com vocês! E continue ligado aqui no TecMundo para mais avaliações sinceras e notícias de tecnologia todos os dias!
Xiaomi 17 Ultra de 512 GB disponível no Mercado Livre
Galaxy S25 Ultra figura entre os celulares Samsung com câmera boa; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quem procura um celular Samsung com câmera boa de verdade encontra as melhores opções entre os smartphones topo de linha e intermediários-premium. São os modelos das linhas Galaxy S, Z e A5X que entregam maior versatilidade e conseguem fazer capturas de alta qualidade.
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Neste guia, o Tecnoblog listou os 6 melhores celulares Samsung para fotos e vídeos em 2026. Conheça aparelhos que conseguem fazer capturas com zoom óptico, têm recursos avançados de estabilização e podem gravar em até 8K. Veja a lista a seguir.
O Samsung S26 Ultra lidera o atual ranking de smartphones com a melhor câmera da marca sul-coreana, apresentando um kit quádruplo de lentes na traseira (com direito a grande-angular de 200 MP) e uma câmera de 12 MP para selfies.
As lentes grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva oferecem versatilidade em capturas de perto ou de longe. Além disso, o motor Pro Visual Engine otimiza cores, texturas e tons de pele durante o processamento de imagens em tempo real.
As câmeras do celular topo de linha da Samsung também trazem suporte ao Nightography para melhorar as capturas em ambientes com pouca luz, super estabilização de vídeo e zoom assistido por inteligência artificial (IA) de até 100x. Profissionais de vídeo se beneficiam ainda do modo LOG para gravações sem perdas visuais, ideais para edição de texturas e cores.
Especificações das câmeras do Galaxy S26 Ultra
Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.4
Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9
Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/2.9; zoom óptico de 5x e zoom de qualidade óptica de 10x
Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmeras bem parecido com o do Galaxy S26 Ultra, sendo uma opção com melhor relação custo-benefício comparado ao seu sucessor.
A principal diferença é que a grande-angular e a teleobjetiva (de 50 MP) do S25 Ultra têm aberturas de lente menores, fazendo com que os sensores recebam menos luz. E isso impacta o desempenho geral da câmera, principalmente em cenários noturnos.
Ainda assim, o Galaxy S25 Ultra tem um desempenho sólido em capturas de foto e vídeo, com suporte ao Nightography e otimização do Pro Visual Engine. Ele também pode gravar em 8K a 30 fps (câmera principal) e em 4K a 60 fps (lente de selfie).
Especificações das câmeras do Galaxy S25 Ultra
Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7
Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9
Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/3.4; zoom óptico de 5x
Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy S25 Edge é outro celular premium da Samsung com boas câmeras: duas lentes principais na traseira (grande-angular de 200 MP e ultra-angular de 12 MP), além de uma câmera de selfie de 12 MP.
O suporte à tecnologia Nightography eleva o desempenho em ambientes com pouca luz, enquanto o Pro Visual Engine consegue capturar detalhes mais nítidos e cores mais fiéis.
No entanto, o S25 Edge não conta com uma lente teleobjetiva, que é usada para capturas de pessoas e objetos mais distantes. Ao menos, a grande-angular pode “quebrar o galho” com o zoom óptico de 2x ou zoom digital de 10x.
Especificações das câmeras do Galaxy S25 Edge
Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7
Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy S25 FE é um smartphone intermediário-premium equipado com três lentes na câmera principal (grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva). Isso dá mais flexibilidade nas capturas de fotos, apesar do celular não ter um modo macro.
Em geral, o celular consegue fazer boas capturas e inclui otimizações de cores em tempo real e melhorias para capturas noturnas. A câmera de selfie também consegue gravar em 4K a 60 fps, o que é um diferencial para smartphones da categoria.
Também há recursos de IA para edição de imagens, que podem melhorar o tratamento de fotos e vídeos.
Especificações das câmeras do Galaxy S25 FE
Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8
Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
Teleobjetiva de 8 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
O Galaxy Z Flip 7 é um smartphone dobrável da Samsung, com dobra estilo concha. As especificações de câmera são honestas, mas o design do aparelho traz um diferencial na hora das capturas.
Isso porque a câmera principal está localizada na tela externa de 4,1 polegadas. Logo, você pode usar a grande-angular de 50 MP para tirar selfies (com o smartphone dobrado no modo compacto) e ainda visualizar tudo o que as lentes estão captando.
Mas claro: você ainda pode usar a câmera frontal de 10 MP do aparelho (que grava em até 4K a 60 fps), se preferir.
Especificações das câmeras do Galaxy Z Flip 7
Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8
Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
Câmera de selfie (grande-angular) de 10 MP; abertura f/2.2
O Galaxy A57 é um celular intermediário que cumpre bem o seu papel na captura de fotos e vídeos. Para isso, ele utiliza um sistema triplo de lentes na traseira e uma grande-angular de 12 MP na câmera de selfie.
A câmera principal inclui um processador de sinal de imagem aprimorado que reduz o ruído captado. Já o suporte ao Nightography permite que o smartphone consiga registrar mais detalhes em fotos noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.
O celular também é compatível com a tecnologia Super HDR, que promete equilibrar áreas mais claras e escuras de fotos ou vídeos. E por falar em filmagens, você pode gravar em até 4K a 30 fps com a câmera principal ou de selfie do Galaxy A57.
Especificações das câmeras do Galaxy A57
Lente grande-angular de 50 MP; abertura: f/1.8
Lente ultrawide de 12 MP; abertura: f/2.2
Lente macro de 5 MP; abertura f/2.4
Câmera frontal (grande-angular) de 12 MP; abertura: f/2.2
A quantidade de megapixels (MP) ajuda a indicar a resolução e detalhes da imagem, mas vale também dar preferência a sensores e aberturas de lentes maiores, que permitem mais entrada de luz e otimizam a performance noturna.
Fique de olho também nos tipos de lente (grande-angular, ultrawide, entre outros) dos smartphones Samsung. Via de regra, mais lentes e sensores no celular vão permitir mais versatilidade nos registros.
E não menos importante, prefira celulares com processamento de imagem avançado (como o ProVisual Engine), suporte a tecnologias de otimização (a exemplo de Nightography e Super HDR) e com estabilização óptica de imagem (OIS).
Qual celular Samsung é melhor para fotos?
O Galaxy S26 Ultra é o melhor celular Samsung para fotos da atualidade. O smartphone é equipado com um kit quádruplo de lentes, suporta tecnologias de otimização de imagem, e ainda traz um chip potente que acelera o processamento das capturas.
Quais celulares Samsung têm câmera de 200 MP?
A Samsung oferece seis opções de celulares com câmera de 200 MP até o momento: Galaxy S26 Ultra, Galaxy Z Fold7, Galaxy S25 Ultra, Galaxy S25 Edge, Galaxy S24 Ultra e Galaxy S23 Ultra.
Qual é o melhor celular Samsung barato com câmera boa?
O Galaxy A57 tem o melhor custo-benefício da lista, trazendo recursos avançados de câmera por um preço mais acessível. Mas é possível encontrar smartphones ainda mais baratos com boas câmeras para o usuário comum.
Neste cenário, o A17 5G se destaca como o celular Samsung barato bom para fotos do dia a dia. O aparelho tem câmera de 50 MP com OIS, e sai por menos de R$ 1 mil em ofertas em lojas online.
*O DxOMark é um site especializado em análises de câmeras, que atribui pontuações em cada modelo analisado com base nos resultados de vários testes.
Carl Pei é CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)Resumo
Segundo o CEO da Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones continuarão em alta e as promoções de fim de ano não serão tão boas.
Isso porque o custo da memória RAM quadruplicou, o que impacta diretamente o preço dos smartphones.
Novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior.
As promoções de fim de ano podem não ser tão boas. Segundo o CEO e cofundador da marca Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones estão subindo e continuarão em alta até o ano que vem. A principal vilã desse reajuste é ela: a memória RAM, componente que enfrenta escassez devido à altíssima demanda do setor de inteligência artificial.
Essa alta acelerada nos custos de fabricação mudou drasticamente a estrutura de preços dos dispositivos móveis. Hoje, a memória RAM acabou assumindo o posto de componente mais caro dentro de um celular, ultrapassando peças como a tela e o próprio processador.
O novo Nothing Phone 4a sofreu com a disparada de preços (imagem: divulgação)
Para ilustrar a situação, o executivo usou como exemplo o Nothing Phone (4a), novo smartphone intermediário da empresa focado em custo-benefício — modelo que, inclusive, já foi homologado para venda no Brasil. Segundo Pei, o custo dos componentes de memória dobrou entre a fase de planejamento do aparelho e sua chegada ao mercado.
O pior cenário, no entanto, veio depois: desde que o celular chegou às prateleiras, o preço do componente dobrou novamente. Na prática, o custo da RAM quadruplicou, representando agora mais de 50% de todo o gasto com o hardware do dispositivo.
Descontos mais modestos
“Melhor hora para trocar de smartphone foi ontem”, afirma executivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Diante desse cenário, muitos consumidores podem preferir esperar pelas promoções do varejo. Mas a expectativa é que datas importantes, como a Black Friday, ofereçam descontos mais modestos do que o habitual. Segundo o executivo, os preços de fábrica dos smartphones estão subindo em um ritmo que as varejistas dificilmente conseguirão compensar com promoções agressivas. “A temporada de promoções deste ano não terá os descontos que as pessoas estão acostumadas”, alertou Pei.
Os efeitos dessa crise já são visíveis. O executivo afirma que, desde fevereiro de 2026, novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior (um reajuste de cerca de R$ 500 em conversão direta).
Vazamentos de especificações do futuro Google Pixel 11 indicam que até a gigante das buscas precisou rever suas estratégias para equilibrar a quantidade de RAM oferecida e os custos finais de produção. Marcas com grande volume de vendas globais, como Xiaomi e TCL, também lidam com margens apertadas e repasses ao consumidor final.
Impacto no Brasil
No mercado brasileiro, a situação acompanha a tendência global. A Samsung, uma das líderes de vendas no país, já havia sinalizado que os eletrônicos poderiam ficar até 20% mais caros por aqui devido a essa pressão nos custos.
“Se você estava esperando para atualizar seu aparelho, a melhor hora foi ontem. A segunda melhor hora é agora”, afirmou Pei.
3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que celulares não são bens essenciais, portanto, operadoras não são obrigadas a trocá-los imediatamente em caso de defeito;
decisão foi baseada em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPE/RJ) contra empresas de telecomunicações, na qual se discutia a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC);
decisão do STJ pode servir de precedente para julgamentos de processos semelhantes e influenciar formação da jurisprudência sobre o tema.
Em decisão publicada nesta semana, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concluiu que aparelhos celulares não podem ser considerados bens essenciais, razão pela qual operadoras ou fabricantes não estão obrigados a trocá-los imediatamente em caso de defeito.
A decisão tem origem em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPE/RJ) contra empresas de telecomunicações. No processo, o órgão sustenta que o celular é um bem essencial, isto é, indispensável para o cotidiano do cidadão.
Nessas circunstâncias, o parágrafo terceiro do artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que o fornecedor do produto substitua imediatamente o item ou faça devolução do valor pago por ele em caso de defeito. Com isso, a pessoa não precisa aguardar o prazo de 30 dias para o reparo do equipamento, como prevê o CDC para itens não essenciais.
A ação passou inicialmente pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que rejeitou a tese sob o entendimento de que a substituição imediata de celulares defeituosos geraria às empresas relacionadas custos adicionais elevados.
O TJ-RJ também entende que não há uma definição clara sobre o que caracteriza um produto essencial e, nesse sentido, argumentou que defeitos não impedem o uso de serviços de telecomunicações, pois o chip do celular problemático pode ser utilizado em outro aparelho.
Já no STJ, a relatora, ministra Nancy Andrighi, votou para que o celular seja reconhecido como um bem essencial. A ministra Daniela Teixeira também votou favoravelmente.
Contudo, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva deu um voto divergente (contrário) por entender que, apesar de o celular ser relevante nos tempos atuais, esse tipo de dispositivo não pode ser reconhecido automaticamente como essencial, por vários motivos, como o fato de o nível de dependência do aparelho depender do contexto de vida de cada usuário.
Os ministros Humberto Martins e Moura Ribeiro acompanharam o voto de Cueva.
Normalmente, para assuntos envolvendo o CDC, a decisão do STJ costuma ser definitiva. A ida para uma esfera superior — o Supremo Tribunal Federal (STF) — tende a ocorrer apenas se a ação envolver alguma questão constitucional. Isso deixa claro que a decisão do STJ tem um peso importante.
Além disso, a decisão pode servir de precedente e, assim, influenciar o julgamento de processos semelhantes, contribuindo para a formação da jurisprudência sobre o tema.
Realme C100x foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
O smartphone tem bateria de 8.000 mAh, mas ficha técnica básica.
O modelo tem SoC Unisoc T7250, até 256 GB de memória interna e tela IPS de 6,8 polegadas.
Ainda não há data ou preço do Realme C100x no Brasil.
Smartphones com baterias enormes continuam se multiplicando: o Realme C100x, com 8.000 mAh de capacidade, foi aprovado pela Anatel na segunda-feira (08/06), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog em primeira mão.
O destaque do modelo é realmente a bateria grande, já que suas especificações são básicas: SoC Unisoc T7250, 128 ou 256 GB de memória interna (expansíveis com microSD), 4 ou 6 GB de RAM e tela IPS de apenas 1.570 x 720 pixels com 6,8 polegadas.
O Realme C100x tem conectividade 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC e câmera principal de 50 megapixels, além de um LED RGB na traseira para notificações.
Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
No Brasil, acreditamos que ele será oferecido na opção de 8 GB de RAM com 256 GB de memória interna, conforme a etiqueta que consta na sua certificação.
São especificações bem similares ao irmão Realme C100i, mas com algumas diferenças: a bateria é maior, a câmera traseira tem maior resolução e o novo modelo também oferece mais memória interna, além do NFC. As opções de cores também são diferentes entre os modelos.
A bateria tem código de modelo BLPD45 e utiliza ânodos de silício-carbono, tecnologia que tem se popularizado em smartphones para aumentar a densidade energética, utilizada principalmente pelas fabricantes chinesas como um diferencial.
Para recarga, o Realme C100x virá com carregador de 45 W. Também na caixa virá uma capinha protetora, cabo USB, manuais e a ferramenta para ejetar a gaveta de chip.
Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Ele poderá ser montado na fábrica chinesa da Realme ou pela Digitron em Manaus (AM), o que abre a possibilidade de incentivos fiscais para reduzir seu preço.
Quando chega?
O Realme C100x ainda não tem previsão de venda no Brasil, mas não deve demorar e nem vir caro. Na Colômbia, o modelo é vendido por 950 mil pesos, cerca de R$ 1.400 reais em conversão direta.
Por lá, o aparelho é comercializado em duas opções de cores: Golden Coast, um tipo de dourado, e Deepblue Tides, azul-marinho.
Saiba quais são os principais sensores encontrados em smartphones (imagem: Grafvision/Shutterstock)
Os sensores de smartphones funcionam como os sentidos do aparelho, captando estímulos físicos como luz, movimento e pressão do ambiente. Eles convertem esses dados em comandos digitais, permitindo que o software interaja de forma inteligente com o mundo real.
Esses componentes automatizam o brilho da tela, garantem o foco da câmera e viabilizam a segurança por biometria. Sem eles, por exemplo, o GPS perderia a precisão e funções de realidade aumentada não conseguiriam mapear o ambiente ao redor do usuário.
Nem todo celular traz um “pacote completo” de sensores, pois fabricantes reservam componentes avançados, como o barômetro, para modelos premium. Essa escolha estratégica visa equilibrar o custo de produção com o posicionamento de mercado de cada dispositivo.
A seguir, conheça os principais sensores encontrados em smartphones e as funcionalidades oferecidas por eles no dia a dia.
O acelerômetro é um sensor microeletromecânico (MEMS) que detecta variações de velocidade e orientação em três eixos espaciais. Ele monitora forças físicas e a gravidade para identificar se o aparelho está inclinado, em movimento ou em repouso.
Essa tecnologia automatiza funções como a rotação da tela, a contagem de passos e o controle por gestos em jogos. O chip converte vibrações e impactos em dados precisos, sendo essencial para detectar quedas e acionar sistemas de segurança.
Fisicamente, esse componente minúsculo é soldado à placa-mãe e posicionado próximo ao processador para agilizar a troca de informações. Ele opera de forma contínua sob o chassi do smartphone, consumindo o mínimo de energia.
Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)
2. Giroscópio
O giroscópio é um sensor MEMS que mede a velocidade angular, captando com alta precisão como o aparelho rotaciona em seus próprios eixos. Ele atua em conjunto com o acelerômetro para mapear movimentos complexos de inclinação e rotação no espaço 3D.
Sua função é essencial para a estabilização óptica de vídeos, a navegação em realidade aumentada (RA) e a precisão em jogos de simulação. Ao cruzar dados com outros sensores, ele garante que a interface responda de forma fluida e imediata aos gestos do usuário.
Internamente, o chip de silício fica soldado à placa-mãe e estrategicamente próximo ao processador para reduzir o tempo de resposta. Localizado sob a carcaça, ele atua ininterruptamente para interpretar cada mudança de direção feita com o smartphone.
O sensor giroscópio é essencial para a estabilização de vídeos, além de garantir uma resposta fluida da interface (imagem: Reprodução/Tomorrow Desk)
3. Barômetro
O barômetro é um chip MEMS que mede a pressão atmosférica ao detectar a força do ar sobre uma membrana microscópica interna. Esse sinal elétrico permite que o smartphone identifique mudanças sutis de altitude e variações climáticas com alta precisão técnica.
Sua utilidade abrange desde o rastreio de elevação em trilhas até a identificação de andares dentro de edifícios para serviços de localização. Ao monitorar tendências de pressão, o sensor também ajuda apps de clima a prever tempestades locais com rapidez.
Esse componente fica soldado à placa-mãe, integrado ao cluster de sensores de movimento no topo ou no meio do aparelho. Ele opera de forma oculta, correlacionando dados ambientais para otimizar o GPS e o monitoramento de atividades sem exigir intervenções do usuário.
Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos soldados à placa mãe (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)
4. Sensor de proximidade
O sensor de proximidade é um componente que detecta objetos próximos, como o rosto do usuário, sem necessidade de qualquer contato físico. Ele emite luz infravermelha ou utiliza campos capacitivos para medir o retorno de sinais e identificar obstáculos imediatos.
Sua função é, por exemplo, desligar a tela durante chamadas para evitar que o rosto acione comandos acidentais e economizar energia. Essa tecnologia também permite funções inteligentes, como silenciar alarmes ou atender ligações por meio de gestos simples.
Instalado no topo do celular, ele fica embutido na moldura superior, no “notch” ou posicionado ao lado da câmera de selfie. Em modelos modernos, o sensor pode estar oculto sob a tela, operando de forma invisível sempre que o aparelho é aproximado do ouvido.
O sensor de proximidade permite realizar diferentes interações somente por gesto (imagem: Divulgação/Samsung)
5. Time of Flight (ToF)
O Time of Flight (ToF) é uma tecnologia que calcula a distância de objetos ao medir o tempo que um feixe de luz infravermelha leva para refletir neles. Esse sensor cria um mapa de profundidade preciso, transformando a velocidade da luz em dados tridimensionais em tempo real.
No smartphone, ele é fundamental para o desbloqueio facial seguro e para o posicionamento realista de elementos em realidade aumentada. Além disso, garante o foco automático ultrarrápido e o efeito bokeh em fotos, separando o primeiro plano do fundo com nitidez.
Geralmente, o ToF fica integrado aos conjuntos de câmeras, aparecendo como um pequeno círculo ou lente adicional na parte frontal ou traseira. Protegido sob o vidro do chassi, ele opera de forma invisível para alimentar o processador com informações espaciais detalhadas.
O sensor ToF, iluminado pelo reflexo, costuma ficar oculto no conjunto de câmeras (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
6. LiDAR
O LiDAR é uma tecnologia de detecção que usa pulsos de laser infravermelho para medir distâncias e mapear ambientes em três dimensões. Ele dispara feixes de luz que refletem nos objetos, permitindo que o processador reconstrua a geometria do espaço com precisão milimétrica.
Sua principal utilidade é aprimorar o foco automático em fotos noturnas e garantir efeitos de profundidade realistas no modo retrato. Além disso, o sensor é essencial para aplicativos de medição de ambientes e experiências imersivas em realidade aumentada.
Fisicamente, o LiDAR fica integrado ao módulo de câmeras traseiras, aparecendo como um pequeno círculo preto próximo às lentes. Ele opera de forma contínua e silenciosa, fornecendo dados espaciais de alta resolução para otimizar tanto o sistema quanto apps de fotografia e design.
O sensor LiDAR é encontrado junto ao módulo de câmeras traseira (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
7. Sensor de impressão digital
O sensor de impressão digital é um módulo biométrico que mapeia as minúcias únicas da ponta do dedo para validar a identidade. Ele converte esse desenho em um modelo digital criptografado, comparando-o com os dados armazenados para autorizar o acesso.
Sua função vai muito além de desbloquear o aparelho, servindo para validar pagamentos e acessar aplicativos bancários sem digitar senhas. Em alguns dispositivos, o toque também permite alternar entre perfis de usuários ou confirmar compras em lojas virtuais.
A localização varia entre o botão de energia lateral, a traseira do aparelho ou sob a própria tela. O componente fica estrategicamente posicionado para o reconhecimento ocorrer naturalmente e ergonomicamente assim que o usuário segura o celular.
Os sensores de impressão digital são bastante usados para a proteção dos smartphones (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)
8. Infravermelho
O infravermelho é uma radiação eletromagnética invisível que usa pulsos de luz para transmitir dados ou detectar a proximidade de objetos. No smartphone, esse sinal atua como um feixe de comunicação sem fio de curto alcance para interações contextuais e controle de periféricos.
Sua utilidade é transformar o celular em um controle remoto universal para TVs, projetores e ares-condicionados. Além disso, ele auxilia funções de segurança e economia de bateria, identificando quando o dispositivo está junto ao rosto do usuário.
O componente geralmente fica na borda superior do chassi, aparecendo como um pequeno ponto escuro ou oculto sob o acabamento. Embora seja imperceptível a olho nu, ele trabalha integrado ao conjunto frontal ou superior para garantir a emissão do sinal.
Em alguns aparelhos, o sensor infravermelho fica visível na parte superior (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
9. Sensor de luz ambiente
O sensor de luz ambiente é um pequeno fotodetector que mede a intensidade da luminosidade ao redor do usuário, traduzindo essa radiação em valores de lux. Ele funciona como os “olhos” do smartphone, informando ao sistema se o ambiente está na penumbra ou sob luz solar direta.
Este componente permite o ajuste automático do brilho da tela, garantindo conforto visual e prolongando a autonomia da bateria. Em modelos avançados, ele também adapta a temperatura das cores para reduzir a fadiga ocular conforme a iluminação local.
Localizado no topo do aparelho, o sensor de luminosidade fica embutido próximo ao alto-falante de chamadas ou integrado ao conjunto de câmera frontal. Em aparelhos modernos, ele pode ser escondido sob o próprio display, captando a luz externa de forma invisível por meio dos pixels.
Muitos smartphones usam o sensor de luminosidade para o ajuste automático do brilho da tela (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
10. Magnetômetro
O magnetômetro é um sensor compacto que funciona como uma bússola digital, medindo a intensidade e a direção dos campos magnéticos em três eixos espaciais. Ele detecta o campo geomagnético da Terra, permitindo que o smartphone identifique com precisão para onde o norte aponta.
Ele é vital para aplicativos de mapas e navegação, garantindo que a direção exibida na tela acompanhe cada movimento do usuário em tempo real. O chip também auxilia o acelerômetro e o giroscópio na estabilização da orientação espacial, essencial para experiências de realidade aumentada.
Soldado à placa-mãe, o componente costuma ficar na metade superior do aparelho e afastado de interferências metálicas internas. Embora seja fisicamente inacessível, sua operação constante calibra o ícone de direção toda vez que um serviço de localização é ativado.
O magnetômetro atua como uma bússola digital, oferecendo maior precisão para mapas e apps de navegação (imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)
11. Termômetro
O termômetro consiste em pequenos sensores que monitoram o calor gerado pelos componentes internos do smartphone. Eles funcionam como um sistema de segurança térmica, medindo a temperatura da bateria e do processador em tempo real.
Sua função é evitar o superaquecimento, permitindo que o software reduza o desempenho ou interrompa o carregamento para proteger o hardware. Em smartphones específicos, sensores infravermelhos externos possibilitam a medição de temperatura de objetos ou da pele.
Esses componentes ficam distribuídos pela placa-mãe, estrategicamente posicionados próximos a pontos críticos de calor, como o chip de energia. Já o sensor de medição externa, quando presente, fica visível como um pequeno círculo adicional no módulo de câmeras traseiro.
Os termometros internos notificam o usuário em caso de superaquecimento do smartphone (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
12. Frequência cardíaca
O sensor de frequência cardíaca é um módulo óptico que usa fotopletismografia (PPG) para medir batimentos através do fluxo sanguíneo. Ele dispara luzes LED na pele e detecta variações de brilho para calcular o ritmo cardíaco em batimentos por minuto (BPM).
Presente em modelos mais antigos de celulares, ele se tornou um item comum em relógios inteligentes que monitoram desde atividades físicas e queima calórica até o disparo de alertas sobre arritmias. Os dados coletados permitem calcular zonas de intensidade e o nível de recuperação do corpo após exercícios intensos.
O sensor fica posicionado na parte traseira do hardware, em contato direto com o pulso, usando LEDs e fotodiodos protegidos por vidro ou cerâmica. Para garantir a precisão, esse arranjo deve ficar bem próximo da pele, permitindo que o sistema capture cada pulsação de forma contínua.
Smartwatches costumam ter sensores para frequência cardíaca integrado ao hardware (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todos os celulares têm os mesmos sensores?
Nem todos os smartphones possuem os mesmos sensores, embora a maioria dos modelos modernos compartilhem um “kit básico” como acelerômetro, proximidade e bússola digital. Essa suíte padrão garante funções essenciais de navegação, orientação e economia de energia mesmo em celulares de entrada.
A diferença surge em dispositivos top de linha, que incorporam tecnologias avançadas como LiDAR, barômetros ou sensores ToF. Assim, o conjunto final de hardware é definido diretamente pela marca, o preço e a categoria do smartphone escolhido.
Como saber quais são os sensores do meu celular?
Para descobrir os sensores do smartphone, você pode instalar aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z, que detalha o funcionamento de cada componente integrado. Outra opção é digitar códigos de teste no discador para acessar menus de diagnósticos, permitindo verificar os sensores do dispositivo.
Consultar a ficha técnica oficial no site do fabricante ou nas páginas de produtos do Tecnoblog também é um caminho para checar rapidamente as especificações. Basta buscar pelo modelo exato e verificar as informações na seção “Sensores” para saber os componentes presentes no aparelho.
Os sensores encontrados em celulares são exclusivos de smartphones?
Os sensores dos celulares não são exclusivos, pois tecnologias como acelerômetros e giroscópios já equipam drones, videogames e sistemas automotivos há décadas. A grande inovação dos smartphones foi miniaturizar e integrar diversos componentes em um único dispositivo portátil.
O destaque é a fusão inteligente desses dados com o sistema operacional para oferecer funções como biometria e realidade aumentada. Enquanto outros eletrônicos de consumo usam os sensores para tarefas isoladas, o celular os conecta à internet e a aplicativos para oferecer uma experiência multifuncional.
Qual é a importância dos sensores para os smartphones?
Os sensores são fundamentais para tornar os smartphones verdadeiramente “inteligentes”, permitindo que o sistema interprete o ambiente e as ações do usuário. Sem essa fusão de dados, o dispositivo seria apenas uma tela estática, incapaz de reagir a estímulos do mundo físico.
Eles humanizam a experiência ao automatizar funções como o brilho adaptativo via sensor de luminosidade e a rotação da interface com acelerômetro e giroscópio. Além disso, garantem precisão em mapas ao usar o magnetômetro para orientar a direção exata.
A segurança do hardware também depende desses componentes, como os termômetros internos que monitoram o calor para evitar danos por superaquecimento. No fim, os sensores atuam como uma ponte essencial que traduz variáveis físicas em funcionalidades práticas e fluidas do software.
Foco das fabricantes em IA já afeta PCs e smartphones (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Resumo
A escassez global de chips de memória não deve ter um alívio antes de 2028, segundo informações do jornal japonês Nikkei Asia.
As fabricantes em memórias de alta largura de banda (HBM) tem focado no mercado de data centers de IA e baixa expansão de memórias de uso geral (DRAM).
Samsung, SK Hynix e Micron controlam 90% desse mercado, mas devem conseguir suprir 60% da demanda global somente até o fim de 2027.
Se você pretende fazer um upgrade no PC ou trocar de smartphone, é bom preparar o bolso. A escassez global de chips de memória pode continuar assombrando o mercado de eletrônicos nos próximos anos: novas informações do jornal Nikkei Asia indicam que o cenário não deve ter um alívio antes de 2028. O motivo já sabemos: o boom da inteligência artificial.
Com o desabastecimento batendo à porta desde o fim do ano passado, as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para surfar na onda da IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano. É essa conta que está chegando ao bolso do consumidor.
Entre janeiro e março de 2026, os preços da memória deram um salto assustador de cerca de 90% em comparação ao trimestre anterior.
Quando a produção vai dar conta do recado?
Hoje, a matemática não fecha. As líderes do setor preferiram focar as atenções nas memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pisaram no freio da expansão da produção das memórias de uso geral (DRAM). O detalhe é que Samsung, SK Hynix e Micron Technology dominam 90% do mercado global de DRAM e são, basicamente, as únicas que fabricam chips HBM em larga escala.
Segundo o jornal japonês, o ritmo de expansão atual desse trio só será capaz de suprir 60% da demanda global até o final de 2027. A Counterpoint Research, empresa de pesquisas de consumo, estima que o mercado precisaria crescer 12% ao ano na produção para normalizar as coisas, mas os planos atuais preveem uma expansão tímida de 7,5%. O diretor de pesquisa da consultoria, MS Hwang, afirmou que um alívio não deve chegar antes de 2028.
O presidente do Grupo SK, Chey Tae-won, foi além e jogou um balde de água fria nas expectativas, alertando que os gargalos de fornecimento podem se arrastar até 2030.
Mercado de hardware deve normalizar só a partir de 2028 (imagem: Erik G/Pexels)
Impacto é global
Esse cenário atinge em cheio os custos de fabricação dos eletrônicos que chegam às prateleiras. A consultoria IDC já prevê um tombo de 13% nas vendas globais de smartphones em 2026, justamente porque a margem de lucro das empresas despencou. Para se ter uma ideia, a memória representa hoje cerca de 20% do custo de um celular de entrada, mas essa fatia deve dobrar, encostando nos 40% até o meio deste ano.
Aqui no Brasil, o sinal de alerta já está aceso. Em conversa com o Tecnoblog, o vice-presidente sênior da Samsung no país, Gustavo Assunção, avisou que os eletrônicos devem ficar até 20% mais caros este ano. A indústria até tentou segurar e absorver os impactos iniciais, mas o salto nos custos da memória RAM tornou o repasse para o consumidor inevitável. O problema também afeta fabricantes como Dell e Lenovo, que já confirmaram que os notebooks vão encarecer globalmente.
Precisa de sorte e de um smartphone para tentar a sorte grande sem sair de casa hoje. Saiba que apostar na Mega-Sena pelo celular é um processo simples, seguro e extremamente prático para quem evita filas. O aplicativo oficial das Loterias Caixa centraliza todos os jogos e garante que seu comprovante digital esteja sempre protegido.
Como configurar o aplicativo para apostar na Mega-Sena pelo celular?
Para começar, você deve baixar o app oficial das Loterias Caixa em sua loja de aplicativos e realizar um cadastro rápido com seu CPF e uma senha forte. Segundo os termos de uso das Loterias Caixa, o serviço é exclusivo para maiores de 18 anos e exige a validação de dados para garantir a segurança dos pagamentos.
Após o login, a interface apresenta todas as modalidades disponíveis, permitindo que você escolha seus números da sorte com poucos toques na tela. A praticidade de ter uma lotérica na palma da mão otimiza o tempo e evita o risco de perder o bilhete físico, que fica salvo digitalmente em sua conta pessoal para conferência posterior.
📱 Baixar o Aplicativo: Encontre o “Loterias Caixa” na App Store ou Google Play Store e instale no dispositivo.
👤 Criar Cadastro: Insira seus dados pessoais, crie uma senha e valide o acesso através do e-mail de confirmação.
🎰 Registrar Jogo: Selecione a Mega-Sena, escolha as dezenas desejadas e finalize a transação no carrinho de compras.
Quais são os passos para registrar o jogo no sistema?
Dentro do menu da Mega-Sena, o usuário pode selecionar de seis a vinte dezenas, observando que o valor da aposta sobe proporcionalmente à quantidade de números escolhidos. É possível também optar pela funcionalidade “Surpresinha”, onde o próprio sistema escolhe os números de forma aleatória para o apostador que está indeciso.
O carrinho de compras permite acumular diferentes jogos antes de finalizar o pagamento, o que é ideal para quem gosta de participar de vários concursos simultaneamente. É fundamental conferir todos os números selecionados antes de prosseguir para a etapa de liquidação financeira, que ocorre em um ambiente criptografado para sua proteção.
Sistema permite selecionar dezenas manualmente ou utilizar a funcionalidade de escolha aleatória – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
É seguro apostar na Mega-Sena pelo celular hoje em dia?
A segurança digital é uma prioridade absoluta da Caixa Econômica Federal, que utiliza protocolos de criptografia de ponta para proteger os dados sensíveis dos usuários. Ao apostar na Mega-Sena pelo celular, o jogador recebe um comprovante oficial por e-mail, que serve como garantia inalterável do registro efetuado no sistema nacional.
Além disso, o processamento de pagamentos é integrado a sistemas bancários robustos que aceitam cartões de crédito e Pix, oferecendo agilidade e rastreabilidade total. Essa modernização elimina o risco de perda ou roubo do bilhete físico, garantindo que o prêmio seja vinculado diretamente ao CPF do titular da conta cadastrada no app.
Característica
Detalhe do Serviço Digital
Valor Mínimo
O sistema exige o valor de R$ 30,00 por compra.
Métodos
Cartões de crédito (diversas bandeiras) e Pix.
Disponibilidade
Serviço disponível 24 horas por dia para registros.
Como conferir o resultado e resgatar o prêmio?
Após a realização do sorteio, o próprio aplicativo envia notificações automáticas caso algum dos seus jogos tenha sido premiado em qualquer faixa. O usuário pode acessar a área “Minhas Apostas” para visualizar o detalhamento de cada concurso e verificar se os números sorteados coincidem com as dezenas escolhidas no momento da compra.
Para o resgate, valores dentro do limite estabelecido podem ser transferidos para contas de pagamento digital ou retirados em qualquer unidade lotérica credenciada. Prêmios de maior valor exigem que o apostador compareça a uma agência da Caixa portando o comprovante digital e seus documentos de identificação originais para validação.
Quais as vantagens de usar o app em vez da lotérica?
A principal vantagem de apostar na Mega-Sena pelo celular reside na conveniência de realizar operações em qualquer lugar, respeitando apenas o horário de fechamento dos sorteios. Não há necessidade de enfrentar deslocamentos ou filas, o que representa um ganho significativo de tempo e conforto na rotina agitada do dia a dia.
Outro ponto relevante é a possibilidade de favoritar jogos, permitindo que suas dezenas preferidas fiquem salvas para apostas recorrentes com apenas um clique no futuro. Além disso, a sustentabilidade é beneficiada com a redução total do uso de papel térmico, transformando a experiência de apostar em algo totalmente digital e ecológico.
Honor Robot Phone é apresentado na MWC 2026 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Honor Robot Phone possui um gimbal retrátil com câmera de 200 megapixels;
Gimbal é o menor 4DoF do mercado, com motores 70% menores que os convencionais, permitindo movimentos horizontais e verticais;
Aparelho incorpora ainda inteligência artificial para recursos como AI SpinShot e AI Object Tracking, além de ter suporte a serviços de IA como Google Gemini e Honor AI.
De carona no MWC 2026, que ocorre nesta semana, em Barcelona (Espanha), a Honor anunciou o Robot Phone ou, em tradução livre, “Celular Robô”. Saiba desde já que a novidade não chega a ser, de fato, um robô. O que justifica o seu nome é a incorporação de um gimbal que, por sua vez, traz uma câmera na ponta.
Não chega a ser uma surpresa. A Honor revelou o Robot Phone em outubro de 2025. Agora, neste começo de março de 2026, a companhia chinesa tratou de tornar o aparelho oficial, embora ele ainda não tenha data para ser lançado — a marca fala apenas em liberação neste ano.
Talvez você tenha imaginado que este não é um smartphone para o dia a dia, afinal, ele não pode ser transportado facilmente no bolso da calça ou na cintura, certo? Na verdade, é possível usá-lo como um celular convencional, sim, pois o gimbal é retrátil e, portanto, pode ser acomodado dentro do próprio aparelho.
Mas é inegável que o Robot Phone é direcionado a criadores de conteúdo. Para tanto, o gimbal do dispositivo é motorizado e estabilizado de modo a poder até acompanhar a movimentação do usuário durante a gravação. Um gesto de mão aciona esse recurso. O componente pode ainda combinar movimentos horizontais e verticais para criar vídeos com efeitos específicos.
O gimbal é baseado em um sistema de três eixos para estabilização e motores que, de acordo com a Honor, são até 70% menores em relação a componentes convencionais.
Por conta dessa característica, a Honor afirma que o mecanismo do Robot Phone consiste no menor gimbal 4DoF (que compensa ou permite movimentos com quatro eixos independentes) do mercado.
Completam a experiência uma câmera acoplada ao gimbal que traz um sensor de 200 megapixels que, certamente, é capaz de gravar vídeos em resoluções elevadas, como 4K.
Sem nenhuma surpresa, o gimbal também pode ser combinado com IA. O aparelho conta com um recurso chamado AI SpinShot que permite “movimentos rotacionais inteligentes de 90° e 180° para transições fluidas e cinematográficas”, explica a Honor. Outro recurso é o AI Object Tracking, que faz rastreamento inteligente de objetos ou pessoas.
A inteligência artificial também pode ser usada para tarefas não ligadas à produção de conteúdo. Por exemplo, uma pessoa pode usar a câmera do gimbal para capturar imagens de si mesma e perguntar a um mecanismo de IA sobre dicas de combinação de roupas. Há suporte a serviços de IA como Google Gemini e, naturalmente, Honor AI.
A Honor ainda não liberou as especificações do Robot Phone. Porém, há a suspeita de que, além do gimbal retrátil com câmera de 200 megapixels, o modelo trará um chip Snapdragon 8 Elite Gen 5.
O lançamento do Honor Robot Phone deve ser feito ainda em 2026, mas é possível que, pelo menos na fase inicial, o aparelho seja comercializado somente na China.
Design TransView confere visual transparente à parte superior do dispositivo (imagem: divulgação)Resumo
Realme P4 Power será lançado na Índia em 29 de janeiro com uma bateria de 10.001 mAh, prometendo até três dias e meio de autonomia.
O smartphone possui carregamento rápido de 80 W e carregamento reverso de 27 W, permitindo recarregar outros dispositivos.
Ele inclui tela AMOLED de 6,78 polegadas, com taxa de atualização de 144 Hz e processador MediaTek Dimensity 7400 Ultra.
A Realme lança o novo P4 Power na Índia no dia 29 de janeiro. Ele chega com a promessa de entregar três dias de autonomia, graças à super bateria de 10.001 mAh. A empresa já iniciou a campanha de pré-reserva no país mediante um pagamento simbólico de 999 rúpias (cerca de R$ 60).
Esse não será o preço final do celular, apenas um “sinal” que garante prioridade na compra e benefícios exclusivos — uma prática comum no varejo indiano.
Aqui no Brasil, a assessoria da Realme nos informou que deve trazer novidades sobre o aparelho “em breve”. Por enquanto, não há data e preços no mercado nacional.
Super bateria e especificações
Com recarga reversa de 27 W, o P4 Power também funciona como um power bank (imagem: divulgação)
Sem dúvida, o grande trunfo do Realme P4 Power é a bateria. Equipado com uma célula de 10.001 mAh de silício-carbono, o aparelho oferece o dobro da capacidade da maioria dos smartphones topo de linha atuais (o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, tem uma bateria de 5.000 mAh).
Mesmo assim, o celular mantém um peso surpreendente de 218 gramas. A tecnologia de silício-carbono é a chave para esse equilíbrio, permitindo uma densidade energética superior sem aumentar drasticamente o volume ou o peso do aparelho. A fabricante promete até três dias e meio de uso moderado longe da tomada.
O chefe de marketing de produto da marca, Francis Wong, confirmou que o Realme P4 Power terá carregamento rápido de 80 W, capaz de recarregar a célula gigante rapidamente.
Além de durar dias, o P4 Power pode “salvar” outros gadgets. O dispositivo suporta carregamento reverso de 27 W, transformando-o em um power bank eficiente para carregar fones, relógios e até celulares.
O conjunto de especificações deve incluir uma tela AMOLED de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz e o processador MediaTek Dimensity 7400 Ultra (possivelmente uma versão renomeada de chips da série 8000).
Preço e disponibilidade
Modelo suporta carregamento rápido de 80 W (imagem: divulgação)
O preço oficial ainda não foi revelado, mas vazamentos sugerem que o valor de etiqueta da versão mais completa, com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, pode ser de 37.999 rúpias (cerca de R$ 2.250).
No entanto, analistas do mercado local esperam que o preço real de venda para o consumidor fique entre 25 mil e 30 mil rúpias (algo entre R$ 1.500 e R$ 1.800), posicionando-o como um intermediário premium.
Vale lembrar que a Realme voltou a ser uma submarca da Oppo e não opera mais de forma independente, mas a movimentação da marca com o novo smartphone não é isolada. Recentemente, a Honor lançou na China o Honor Power 2, com uma bateria de 10.080 mAh.
As fabricantes chinesas parecem ter encontrado no silício-carbono a solução para oferecer autonomia de sobra sem comprometer a ergonomia, enquanto Samsung e Apple focam em eficiência para manter os celulares finos.
Aplicativo Android em modo de tela expandida no Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)Resumo
Windows 11 agora suporta espelhamento de aplicativos Android em modo “Tela expandida” por meio da função Vincular ao Celular;
Função foi aprimorada na versão 1.25112.36.0 e começou a ser liberada após testes com o programa Windows Insider;
Nem todos os aplicativos Android funcionam bem no modo de tela expandida, e a compatibilidade do Vincular ao Celular varia entre dispositivos Android.
A função Vincular ao Celular (Phone Link) permite ao Windows 11 sincronizar seu celular Android com o PC. Essa integração, que possibilita ao sistema operacional da Microsoft mostrar aplicativos executados via Android, foi aprimorada recentemente para fazer o espelhamento em tela expandida.
Entenda como espelhamento a ação de executar um aplicativo no dispositivo Android, mas fazê-lo ser exibido e manipulado no Windows 11. Até recentemente, esse recurso mostrava o app Android no PC com visualização compacta, isto é, com tamanho próximo ao do visor do celular.
Mas, a partir da versão 1.25112.36.0, o Vincular ao Celular passou a suportar o modo “Tela expandida”, que faz o computador exibir o app Android em um tamanho correspondente a até 90% da Área de Trabalho. É quase uma tela cheia, portanto.
Vincular ao Celular ganhou modo de tela expandida (imagem: reprodução/Windows Latest)
Para tanto, o ícone de expansão é exibido no topo da janela que exibe o aplicativo. Quando esse ícone é clicado, o aplicativo Android é reinicializado para ser executado em um layout mais amplo que, em seguida, é transmitido para o Windows 11.
A novidade começou a ser liberada oficialmente depois de um período de testes com participantes do programa Windows Insider. Isso indica que os testes deram resultados satisfatórios.
Apesar disso, é importante estar ciente de que o modo de tela expandida não funciona a contento com todos os aplicativos Android. O Windows Latest, que reportou a chegada do recurso, dá o WhatsApp como exemplo: o app ficou com a interface borrada no modo de tela expandida.
Calculadora do Android cobrindo quase toda a Área de Trabalho (imagem: reprodução/Windows Latest)
Como usar o Vincular ao Celular (Phone Link) com o Android?
O passo a passo é este:
procure e abra a função Vincular ao Celular no Menu Iniciar do Windows 11;
escolha Android (o recurso também funciona com o iPhone, mas de modo mais limitado);
leia o QR Code exibido na sequência usando o dispositivo Android;
o aparelho será direcionado à Play Store para download e instalação do app Vincular ao Windows (se não instalado previamente);
abra o Vincular ao Windows depois da instalação e toque em “Continuar”;
agora, informe, no smartphone, o código que o Vincular ao Celular exibe no Windows;
um pedido de autorização de acesso também poderá ser solicitado via Microsoft Authenticator ou Outlook, por exemplo;
no celular, dê as permissões solicitadas e aguarde a sincronização entre os dois dispositivos.
Nem todos os celulares Android são compatíveis com o Vincular ao Celular. Entre os aparelhos suportados estão linhas como Galaxy S22 ao S25 (e suas variações), Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, Xiaomi 14T e similares, série Oppo Reno e modelos da Realme. Esta página da Microsoft contém uma lista de compatibilidade.
Clicks Communicator tem teclado físico alfanumérico (imagem: divulgação/Clicks)Resumo
Clicks Communicator é um celular Android com teclado físico e design que lembra a linha BlackBerry;
Modelo aposta em produtividade ao trazer leitor biométrico no teclado e funções voltadas a mensagens;
Lançamento está previsto para o fim de 2026, com preço inicial de US$ 499.
Na esteira da CES 2026, começam a surgir os primeiros produtos inusitados. O Clicks Communicator é um deles. Estamos falando de um celular Android que traz teclado físico alfanumérico e design que remete à clássica linha BlackBerry ou, ainda, a aparelhos como o icônico Nokia E71.
A proposta do Clicks Communicator é a de oferecer mais praticidade para quem digita bastante no celular. A novidade tende a ser útil para quem vive respondendo a e-mails ou enviando mensagens de texto por WhatsApp, Slack e afins, por exemplo.
Como o teclado ocupa cerca de 40% do espaço frontal, o visor ficou com um tamanho consideravelmente reduzido. Atividades como assistir a vídeos ou rodar jogos acabam não sendo muito práticas aqui, portanto.
O foco do Clicks Communicator recai mesmo sobre mensagens. Para tanto, a Clicks Technology (empresa responsável pelo projeto) promete um teclado com design ergonômico. A tecla de espaço inclui um leitor de impressões digitais que, quando acionado, leva o usuário diretamente à central que reúne os serviços de mensagens do aparelho.
Também há um botão lateral que pode ser acionado para funções como gravar áudio, transcrever voz ou traduzir uma reunião. O mesmo botão é circundado por um LED que pode assumir cores diferentes para quando contatos específicos mandam uma mensagem via WhatsApp, Telegram e outros serviços.
Sobre a tela, trata-se de um painel AMOLED de 4 polegadas e resolução de 1200×1080 pixels que abriga, no canto superior esquerdo, uma câmera de 24 megapixels. Falando nisso, a novidade também conta com uma câmera de 50 megapixels com OIS na traseira.
Botão lateral com LED de notificações no Clicks Communicator (imagem: divulgação/Clicks)
Já o sistema operacional é o Android 16 e receberá atualizações de versão por pelo menos cinco anos.
A Clicks ainda não revelou qual chip equipará o Communicator, mas afirma que o aparelho terá um SoC de 4 nanômetros da MediaTek. Provavelmente, será um chip básico ou intermediário, mas com desempenho suficiente para serviços de mensagens.
Outras características incluem:
bateria de 4.000 mAh com suporte a recarga sem fio via Qi2
256 GB de armazenamento expansíveis com microSD de até 2 TB
Tampa traseira intercambiável, com várias opções de cores
Porta USB-C e conexão para fones de ouvido
Clicks Communicator tem tampa traseira intercambiável; há várias opções de cores (imagem: divulgação/Clicks)
Preço e disponibilidade do Clicks Communicator
A Clicks pegou carona na CES 2026 apenas para revelar o Communicator, mas o celular será lançado somente no fim do ano. Seu preço oficial é de US$ 499 (R$ 2.712 na conversão atual), mas é possível reservar o aparelho até 27 de fevereiro pagando US$ 199 (R$ 1.082).
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por R$ 2.587 no Mercado Livre, com a ajuda do cupom HOJ3NOM3EL1 e pagamento no Pix. Esse é um smartphone top de linha, com alguns dos melhores componentes disponíveis no mercado, como tela POLED de 6,7 polegadas e câmera principal com sensor Sony Lytia 700C. O Edge 60 Pro chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 4.999 — hoje, dá para comprá-lo com 48% de desconto.
Edge 60 Pro tem câmeras top e processador potente
Motorola Edge 60 Pro conta com botão dedicado para Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Como dissemos, esse é um celular avançado, com recursos interessantes para todos os lados. As câmeras receberam uma atenção especial da Motorola. O conjunto traseiro é triplo: o sensor principal é um Lytia 700C, da Sony, com 50 megapixels de resolução; há ainda uma ultrawide de 50 MP e uma teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.
O Edge 60 Pro conta com chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme, com CPU octa-core que chega a 3,35 GHz de frequência. Ele trabalha em conjunto com 12 GB de RAM e até 12 GB de expansão inteligente, usando o armazenamento. Isso é mais que suficiente para games e vídeos, bem como rodar vários apps em paralelo.
Câmeras traseiras ficam mais saltadas em relação a traseira (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela POLED de 6,7 polegadas também merece destaque. Além da alta resolução e da taxa de atualização de 120 Hz, ela tem brilho forte, chegando a 4.500 nits. Isso é ótimo para conseguir ver as imagens em ambientes muito iluminados — pense em dirigir em um dia de sol forte acompanhando os mapas, por exemplo.
A bateria de 6.000 mAh é outro diferencial do aparelho. Além de boa autonomia, ela conta com suporte a carregamento de até 90 W, garantindo reabastecimento rápido.
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) está em oferta e sai por R$ 2.587 no Pix, com o cupom HOJ3NOM3EL1. Além de um bom preço, você também leva para casa um aparelho com boa durabilidade, já que ele conta com as certificações IP68 e IP69 de resistência à água e à poeira, além da aprovação militar MIL-STD-810H para funcionamento em condições extremas.
Quando é a Black Friday 2025?
A Black Friday acontece em 28 de novembro de 2025, na última sexta-feira do mês. Mesmo assim, você já encontra boas ofertas antecipadamente. É melhor correr, porque estoques e cupons podem acabar em poucas horas.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
HMD Touch 4G (imagem original: Digital Trends/HMD)Resumo
HMD lança Touch 4G, celular que se posiciona entre aparelhos básicos e smartphones;
Sistema operacional RTOS Touch traz Express Chat como destaque, ferramenta compatível com Android e iOS;
Dispositivo estreia na Índia, com preço inicial equivalente a R$ 240.
A HMD não lança mais celulares com a marca Nokia, mas continua atuando nesse mercado. O anúncio mais recente da companhia é um tanto inusitado, porém: o HMD Touch 4G é um aparelho posicionado entre um celular básico e um smartphone.
As especificações da novidade incluem uma tela LCD de apenas 3,2 polegadas com resolução de 320 x 240 pixels. Logo abaixo do visor está um botão físico de navegação.
Já a parte superior abriga uma câmera frontal de 0,3 megapixel que entra aqui sob a máxima de “é melhor do que nada”. Por sua vez, a traseira conta com uma câmera de 2 megapixels acompanhada de flash LED.
O HMD Touch 4G também é humilde por dentro: o aparelho conta com chip Unisoc T127, 64 MB de RAM e 128 MB de armazenamento interno que podem ser expandidos para até 32 GB com um cartão microSD.
Já o software é o RTOS Touch. Trata-se de um sistema operacional de tempo real que, como tal, prioriza a execução de tarefas dentro de determinado limite do tempo em vez da execução de muitas delas simultaneamente, de modo a evitar sobrecarga.
Como ferramenta de destaque, o RTOS Touch traz o Express Chat, aplicativo de mensagens que suporta texto, voz e imagem. Proprietários do HMD Touch 4G podem trocar mensagens ou fazer videochamadas com usuários de Android ou iOS, desde que estes instalem o Express Chat em seus aparelhos.
O que é mais curioso, porém, é que muitos dos recursos de software do HMD Touch 4G são oferecidos por meio de uma plataforma online chamada de Cloud Phone Service. Se por um lado essa abordagem faz o aparelho exigir pouco espaço de armazenamento, por outro, seu uso pode ser um desafio em locais com redes móveis instáveis ou precárias.
Outras características incluem bateria de 1.950 mAh, Bluetooth, Wi-Fi, conexão para fones de ouvido e porta USB. Não há suporte a redes 5G, como o nome do aparelho deixa subentendido.
HMD Touch 4G (imagem: Digital Trends/HMD)
Disponibilidade e preço do HMD Touch 4G
No momento, o HMD Touch 4G está disponível somente na Índia, em versões nas cores ciano e azul-escuro. O preço de lançamento é equivalente a R$ 240, mas aumentará para algo correspondente a R$ 300 após o período promocional.
Celulares básicos também fazem parte do portfólio da marca, a exemplo do HMD 105 4G e do HMD 110 4G. O HMD Touch 4G se diferencia na categoria por trocar o teclado físico por uma tela sensível a toques e pelo já mencionado software.