Visualização normal

Received before yesterdayTecnologia

Lua hoje: confira a fase da Lua desta quarta-feira 17/06/2026

17 de Junho de 2026, 08:02

Hoje, 17 de junho de 2026, a Lua está na fase Nova e 11% visível. Confira o calendário completo de fases da Lua em junho. As informações sobre as fases da Lua do mês de junho são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de junho de 2026 começaram no dia 8 com a chegada da Lua Minguante. A mudança ocorreu às 07h03 (horário de Brasília).

A Lua Nova deste domingo chegou às 23h56. A Lua Crescente surge às 18h55 do dia 21 do mês. As fases da Lua do mês de junho de 2026 contam ainda com a Lua Cheia, no dia 29, às 20h58.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua junho de 2026

  • Lua Minguante: dia 8 às 07h03
  • Lua Nova: dia 14 às 23h56
  • Lua Crescente: dia 21 às 18h55
  • Lua Cheia: dia 29 às 20h58

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

Nova, Crescente, Cheia e Minguante são as quatro fases principais da Lua. – Crédito: Allexxandar – Shutterstock

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua desta quarta-feira 17/06/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Júlio Verne e a Artemis 2: mais de 160 anos antes da missão, o escritor “previa” viagem à Lua

17 de Junho de 2026, 07:00

Muito antes dos foguetes e da corrida espacial, o escritor francês Júlio Verne já imaginava uma viagem tripulada à Lua. Publicado em 1865, o romance Da Terra à Luae sua continuação, Ao Redor da Lua, apresentam elementos que lembram muito a missão Artemis 2, realizada pela NASA em 2026. As semelhanças vão desde o local de lançamento até a trajetória ao redor da Lua e o retorno ao oceano Pacífico.

Para quem tem pressa:

  • Mais de 150 anos antes da Artemis 2, Júlio Verne já imaginava uma missão tripulada à Lua com lançamento a partir da Flórida, viagem ao redor do satélite e retorno à Terra;
  • Os romances “Da Terra à Lua” e “Ao Redor da Lua” apresentam semelhanças com a missão da NASA, incluindo a observação da Lua durante o trajeto e a realização de correções de trajetória;
  • Embora algumas previsões não tenham se concretizado, como o lançamento por um gigantesco canhão, as obras demonstram um amplo conhecimento científico.

As “coincidências” são fundamentadas

Observação lunar dos romances de Júlio Verne ao lado da imagem real do lado oculto da Lua
Ilustração do lado oculto da Lua no romance de Júlio Verne ao lado da imagem real capturada pela Artemis 2 – Imagem: Émile-Antoine Bayard e Alphonse de Neuville / NASA – Montagem: Olhar Digital

Considerado um dos pais da ficção científica, Júlio Verne construiu sua obra a partir da combinação entre imaginação e conhecimento científico. Conhecido por realizar grandes pesquisas antes de escrever seus romances, o escritor buscava compreender a ciência de sua época e adicioná-la em suas narrativas. Por isso, muitas das escolhas presentes em “Da Terra à Lua” e “Ao Redor da Lua” não foram feitas de forma aleatória.

O primeiro exemplo é o local de lançamento da missão. Verne escolheu a Flórida como ponto de lançamento para a viagem à Lua de seus personagens; essa escolha se deu pelo reconhecimento das vantagens que regiões próximas à linha do Equador oferecem para esse tipo de lançamento. Atualmente, o estado norte-americano abriga o Centro Espacial Kennedy da NASA e é a principal base de lançamento das missões espaciais dos Estados Unidos, incluindo o programa Artemis.

As semelhanças também aparecem na missão imaginada pelo autor. Em vez de pousar na Lua, a nave que carrega os personagens Barbicane, Nicholl e Ardan realiza uma viagem ao redor do satélite natural antes de retornar à Terra. A Artemis 2 seguiu uma proposta semelhante, levando astronautas em uma missão de sobrevoo e observação lunar.

Leia mais:

Observações lunares semelhantes

Montagem das personagens de Julio Verne observando a "janela" da cápsula e ao lado uma astronauta observando a Terra pela cápsula da Artemis II
Ilustração dos personagens, Barbicane, Nicholl e Ardan, de Júlio Verne observando a “janela” da cápsula no espaço e ao lado uma astronauta observando a Terra pela cápsula da Artemis 2 – Imagem: Émile-Antoine Bayard e Alphonse de Neuville / NASA – Montagem: Olhar Digital

Os romances de Verne também descrevem os tripulantes observando a Lua durante a viagem e anotando suas observações. Mesmo sem poder capturar imagens do satélite natural, como feito pela Artemis 2, a ideia de estudar e documentar o ambiente lunar mostrava um caminho a ser seguido mais de 100 anos depois.

Ao longo da narrativa, os viajantes ainda precisam realizar ajustes para manter o caminho planejado. Atualmente, essas correções de trajetória são parte fundamental de qualquer missão espacial.

O local de pouso também aparece como uma semelhança à missão Artemis 2. Júlio Verne descreve a cápsula de seu romance pousando no Oceano Pacífico, assim como também aconteceu com a espaçonave da mais recente viagem à Lua.

Nem todas as previsões, porém, se mostraram corretas. Verne imaginou que a nave seria lançada por um gigantesco canhão chamado “Columbiad, solução que seria inviável para transportar seres humanos. Ainda assim, o nível de conhecimento científico presente nas obras impressiona por ter sido desenvolvido décadas antes do surgimento de quaisquer foguetes e da própria corrida espacial.

Esses paralelos ajudam a explicar por que as obras de Verne continuam sendo frequentemente citadas quando se discute a história da exploração espacial. Mais do que “prever” tecnologias, o autor demonstrou uma capacidade de aplicar princípios científicos para imaginar cenários que, em muitos aspectos, se aproximariam das futuras missões à Lua.

O post Júlio Verne e a Artemis 2: mais de 160 anos antes da missão, o escritor “previa” viagem à Lua apareceu primeiro em Olhar Digital.

Por que as estrelas têm cores diferentes no céu noturno?

14 de Junho de 2026, 06:00

O céu noturno revela uma paleta de cores surpreendente nas estrelas, que variam do azul intenso ao vermelho suave. Observadores atentos conseguem identificar essas nuances mesmo sem telescópios, dependendo do brilho de cada estrela. Estrelas como Vega e Spica destacam-se em tons azulados, enquanto Arcturus e Antares aparecem mais alaranjadas ou avermelhadas.

A origem dessas cores está na temperatura de cada astro e na forma como a luz é percebida pelos olhos humanos. Estrelas mais quentes irradiam tons mais frios, e as mais frias emitem tons mais quentes, enquanto a sensibilidade da visão em baixa luminosidade pode alterar a percepção real.

Como a cor das estrelas se forma?

aglomerado globular
A cerca de 28.000 anos-luz de distância, o aglomerado globular M80 abriga centenas de milhares de estrelas unidas pela gravidade. Ambientes densos como este podem impulsionar o crescimento de buracos negros por meio de fusões sucessivas – Crédito: NASA, ESA, STScI e A. Sarajedini (Universidade da Flórida)

No site Space, uma análise aponta que a cor de uma estrela está diretamente associada à temperatura de sua superfície. Estrelas mais quentes tendem a emitir luz em tons azulados, enquanto estrelas mais frias aparecem em tons alaranjados ou avermelhados.

Esse comportamento decorre da forma como os corpos celestes emitem radiação térmica. A distribuição dessa radiação determina o comprimento de onda predominante da luz visível.

Nesse contexto, a explicação menciona a Lei de Wien, que descreve como o aumento de temperatura desloca a emissão máxima de energia para comprimentos de onda menores, mais próximos do azul.

Também é citada a Lei de Stefan-Boltzmann, que indica o crescimento acentuado da energia emitida conforme a temperatura aumenta.

Percepção humana e contraste no céu

olho humano
(Imagem: KinoMasterskaya / Shutterstock.com)

O texto destaca que a percepção das cores estelares não depende apenas da física, mas também da fisiologia da visão humana. Em condições de pouca luz, a visão perde sensibilidade às cores, o que faz com que estrelas menos brilhantes pareçam brancas.

Já estrelas mais luminosas permitem a ativação dos cones da retina, responsáveis pela distinção de cores, tornando possível identificar tonalidades como azul, branco ou vermelho.

Outro ponto observado é o uso do contraste visual para perceber melhor as diferenças. A comparação entre estrelas com cores distintas facilita a identificação dessas variações no céu.

Relação entre exemplos observados

O material também descreve exemplos de estrelas com cores contrastantes usadas para observação a olho nu. Altair aparece como referência de tom mais claro, enquanto outras como Antares são associadas a tonalidades mais avermelhadas.

Essas diferenças são explicadas pela variação de temperatura entre os astros e pela forma como cada um emite energia em diferentes comprimentos de onda.

O post Por que as estrelas têm cores diferentes no céu noturno? apareceu primeiro em Olhar Digital.

Astrônomos descobrem ventos de buraco negro rápidos como forte furacão

9 de Junho de 2026, 22:53

Astrônomos identificaram um quasar distante — ou núcleo ativo de uma galáxia — alimentado por um buraco negro supermassivo que lança ventos em uma velocidade recorde de 30% da velocidade da luz, o equivalente a cerca de 323 milhões km/h. Segundo os pesquisadores, trata-se do vento de buraco negro mais rápido já observado especificamente em comprimentos de onda ultravioleta.

O objeto, chamado J2318, abriga um buraco negro com massa estimada em 1,7 bilhão de vezes a massa do Sol e está localizado a cerca de três bilhões de anos-luz da Terra. Embora essa seja uma massa considerada bastante típica para um buraco negro supermassivo, a velocidade dos ventos observados está longe de ser comum, afirmou Patrick Hall, pesquisador da Universidade de York (Canadá) e integrante da equipe.

“Em termos de velocidade, o vento deste quasar poderia ser chamado de um furacão categoria 79”, disse Lucas Seaton, líder do estudo e pesquisador da Universidade de York, em comunicado. “Cada categoria de furacão é cerca de 20% mais rápida do que a categoria abaixo. Chamar isso de categoria 79 dá uma ideia de quão rápido ele é, mas, é claro, esse vento é diferente de tudo o que existe na Terra.”

A origem desses ventos está no comportamento dos quasares. As galáxias grandes são consideradas lar de um buraco negro supermassivo em seus centros, com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol.

Mas nem todos esses gigantes cósmicos alimentam quasares ou emitem ventos tão potentes. Os quasares surgem quando esses buracos negros centrais são cercados por enormes quantidades de gás e poeira, chamadas de discos de acreção, que os alimentam gradualmente.

Leia mais:

Ilustração artística de um quasar
Representação artística de um quasar: o ponto preto no centro representa o buraco negro supermassivo no núcleo do quasar; a espiral vermelha e amarela que o circunda mostra o disco de gás quente caindo no buraco negro; parte desse gás é ejetada como o vento do quasar, representado em azul claro; o tamanho do disco mostrado é comparável ao tamanho do nosso Sistema Solar – Imagem: NASA/CXC/M. Weiss, Nahks Tr'Ehnl, Nurten Filiz Ak

“Ventos” de buraco negro?

  • Como essas massas colossais geram forças gravitacionais intensas, os discos de acreção também sofrem fortes forças de maré, que produzem atrito e fazem o sistema brilhar intensamente em todo o espectro eletromagnético. Essa radiação também empurra matéria para longe dos discos, sob a forma de intensos “ventos” de buraco negro.
  • “Nos quasares, muitas vezes vemos ventos de gás empurrados para longe do buraco negro pela luz do quasar”, disse Seaton. “O vento em J2318 pode ser visto em comprimentos de onda ultravioleta, com velocidades de até 30% da velocidade da luz. Ventos ainda mais rápidos podem ser vistos em comprimentos de onda de raios X, mas J2318 é o mais rápido já descoberto em comprimentos de onda ultravioleta”;
  • A principal diferença em relação aos ventos terrestres está no fato de que os ventos de buracos negros são impulsionados pela radiação, por partículas de luz chamadas fótons que colidem com os átomos, e não pela pressão do ar.

“Os quasares emitem tantos fótons que esses pequenos impulsos se somam e geram velocidades extremas”, disse Seaton. “O problema é que os fótons também podem remover todos os elétrons dos átomos, tornando-os invisíveis. Como empurrar o gás até as velocidades que vemos enquanto mantemos intactos os íons de carbono e silício que observamos… é um verdadeiro quebra-cabeça!”

Para tentar resolver essa questão, a equipe recorreu a dados observacionais do SDSS-IV Time-Domain Spectroscopic Survey e do SDSS-V Black Hole Mapper, ambos parte do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).

Seaton explicou que o sistema funciona como um prisma: “Assim como um arco-íris espalha a luz do Sol em diferentes comprimentos de onda, cores, o SDSS espalha a luz de certas estrelas, galáxias e quasares no que chamamos de seus espectros. A partir desses espectros, com prática, os estudantes aprendem a identificar quasares incomuns.”

Esses espectros detalhados de J2318 revelaram os ventos em alta velocidade do quasar no ultravioleta. O estudo de ventos de buracos negros como esse é considerado importante para entender como as galáxias evoluem, já que esses ventos são a forma como buracos negros supermassivos trocam energia com suas galáxias hospedeiras. Em especial, essa energia pode expulsar gás e poeira, matéria-prima para a formação de estrelas, sufocando o nascimento estelar nas galáxias.

“Esses fluxos extremos carregam quantidades incríveis de energia que podem afetar as galáxias ao redor. Eles funcionam como uma espécie de elo perdido: o feedback elusivo entre a região central ativa de uma galáxia e o restante da galáxia”, disse Paola Rodríguez Hidalgo, professora associada da Universidade de Washington em Bothell.

“Embora esse processo tenha sido incluído em simulações de formação de galáxias por décadas, ainda há muito trabalho a ser feito para entendê-lo por meio de observações e garantir que as simulações o tratem corretamente.”

A equipe e outros astrônomos devem continuar buscando ventos de buracos negros de alta velocidade na radiação ultravioleta, mas não estão confiantes de que encontrarão algo tão rápido quanto o de J2318.

“Não será fácil encontrar um outflow ultravioleta mais rápido do que o de J2318, mas estamos continuando essa busca do Universo próximo até os confins mais distantes do Universo que podemos ver”, concluiu Flores.

A pesquisa da equipe foi publicada na quinta-feira (4) no The Astrophysical Journal.

O post Astrônomos descobrem ventos de buraco negro rápidos como forte furacão apareceu primeiro em Olhar Digital.

Telescópio Hubble captura imagem de galáxia irregular tênue

31 de Maio de 2026, 11:20

Uma nova imagem capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, da NASA, divulgada na quarta-feira (27), revelou detalhes da galáxia anã irregular ESO 490-017. O objeto celeste possui aproximadamente 12 mil anos-luz de diâmetro e está localizado a cerca de 23 milhões de anos-luz de distância da Terra, situado na constelação de Cão Maior.

Galáxia observada pelo Hubble

  • Devido ao seu baixo brilho superficial, a galáxia se apresenta na imagem como um enxame estelar tênue;
  • Ela aparece posicionada atrás de estrelas mais brilhantes que se encontram em primeiro plano, as quais são facilmente identificáveis em razão de seus picos de difração;
  • O fundo negro do registro fotográfico é salpicado por numerosos pontos nas cores vermelha, laranja e bege, que correspondem a galáxias distantes, muitas das quais exibem uma estrutura espiral bem distinta;
  • Os dados coletados para a composição desta imagem da galáxia ESO 490-017 integram um programa de observação do Hubble voltado ao mapeamento e análise do movimento de galáxias e de aglomerados de galáxias pelo espaço.

Telescópio Hubble
Representação artística do Hubble – Imagem: Rawpixel.com/Shutterstock

Leia mais:

De acordo com as informações científicas que fundamentam o estudo, a matéria no universo encontra-se distribuída de maneira desigual, e é justamente a influência gravitacional exercida por essa matéria que impulsiona o chamado “fluxo cósmico“, nome dado ao deslocamento de estruturas em grande escala no universo.

Webb e Hubble descobrem o poder dos berçários estelares na evolução das galáxias

Um artigo publicado este mês na revista Nature Astronomy traz uma visão extraordinária sobre a formação de estrelas e o impacto desses processos na evolução das galáxias.

Usando imagens dos telescópios espaciais James Webb (JWST) e Hubble, da NASA em parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA), cientistas conseguiram observar detalhes inéditos de enormes aglomerados estelares escondidos em nuvens de gás e poeira cósmica.

Leia a matéria completa aqui

O post Telescópio Hubble captura imagem de galáxia irregular tênue apareceu primeiro em Olhar Digital.

Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 31/05/2026

31 de Maio de 2026, 08:16

Hoje, 31 de maio de 2026, a Lua está na fase Cheia, está 100% visível e decrescendo. Faltam 8 dias para a Lua Minguante. Confira o calendário completo de fases da Lua em maio.

As informações sobre as fases da Lua do mês de maio são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de maio de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 14h24.

 no dia 9 foi a vez da Lua Minguante, às 18h13. A Lua Nova surgiu às 17h03 do dia 16 do mês. As fases da Lua do mês de maio de 2026 contaram ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 08h12.

Neste mês temos cinco fases, como uma fase lunar acontece logo no começo do mês e, como o ciclo quase “fecha” dentro dos 31 dias, essa mesma fase se repete no final. Então maio tem duas luas cheias, com a última sendo no dia 31, às 05h46.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua maio de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 14h24
  • Lua Minguante: dia 9 às 18h13
  • Lua Nova: dia 16 às 17h03
  • Lua Crescente: dia 23 às 08h12
  • Lua Cheia: dia 31 às 05h46

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Cheia.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 31/05/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

NASA divulga mapa da missão TESS com imagens de 6 mil possíveis mundos além do Sistema Solar

21 de Maio de 2026, 16:40

Recentemente, a NASA apresentou o mapa mais abrangente produzido com imagens da missão TESS: as fotos reúnem mosaicos do céu observado a partir da Terra. O levantamento reúne quase oito anos de observações e indica a posição de cerca de 6 mil mundos localizados fora do Sistema Solar.

Os dados foram coletados entre abril de 2018, quando a espaçonave entrou em operação, e setembro de 2025, período que marcou o encerramento da segunda extensão da missão científica. O mosaico reúne dezenas de áreas monitoradas pelo telescópio espacial em diferentes regiões do firmamento.

Além de localizar planetas já confirmados, o novo panorama também destaca milhares de candidatos que ainda aguardam verificação. Segundo pesquisadores ligados ao projeto, o volume crescente de descobertas reforça o papel da missão na investigação de ambientes que possam reunir condições favoráveis à existência de água líquida.

TESS é a sigla de Transiting Exoplanet Survey Satellite, nome em inglês que pode ser traduzido como “Satélite de Levantamento de Exoplanetas em Trânsito”.

Trata-se de uma missão da NASA projetada para identificar planetas fora do Sistema Solar a partir do chamado método de trânsito, que detecta pequenas quedas no brilho das estrelas quando um corpo celeste passa à sua frente. Ao monitorar grandes áreas do céu de forma contínua, o satélite consegue mapear possíveis mundos distantes e ampliar o catálogo de exoplanetas conhecidos pela ciência.

Para quem tem pressa:

  • A missão TESS reuniu quase oito anos de observações para criar o panorama mais amplo já feito da busca por exoplanetas;
  • O mapa divulgado pela NASA inclui centenas de mundos confirmados e milhares de candidatos ainda sob análise científica;
  • Pesquisadores afirmam que o projeto continua revelando sistemas incomuns e eventos raros no espaço profundo.

Missão amplia catálogo de mundos além do Sistema Solar

Imagem reúne uma série de mosaicos que representam exoplanetas confirmados (pontos azuis) e possíveis exoplanetas (pontos laranja)
Imagem reúne uma série de mosaicos que representam exoplanetas confirmados (pontos azuis) e possíveis exoplanetas (pontos laranja) – (Divulgação: NASA)

O novo mosaico divulgado pela NASA foi montado a partir de 96 setores observados pelo TESS ao longo da missão. Cada região do céu permaneceu sob monitoramento durante aproximadamente um mês, período em que os instrumentos da espaçonave analisaram pequenas variações de brilho em estrelas distantes.

Esse método permite identificar possíveis exoplanetas quando eles passam diante de suas estrelas e provocam discretas reduções na luminosidade detectada pelos sensores. O procedimento é considerado uma das principais técnicas de localização de planetas fora do Sistema Solar.

De acordo com os dados apresentados pela missão, o mapa reúne aproximadamente 700 exoplanetas já confirmados e mais de 5 mil candidatos que ainda dependem de validação científica. Entre os objetos identificados estão mundos submetidos a condições extremas, incluindo planetas afetados pela intensa ação de suas estrelas hospedeiras e corpos marcados por atividade vulcânica em escala global.

A cientista associada do projeto, Rebekah Hounsell, ligada ao Centro Goddard da NASA, afirmou que o volume de dados produzido pela missão transformou o TESS em uma das principais ferramentas de pesquisa sobre exoplanetas da atualidade. “Ao longo dos últimos oito anos, o TESS se tornou uma verdadeira fonte contínua de ciência sobre exoplanetas”, declarou a pesquisadora em comunicado divulgado pela NASA.

Mosaico de imagens capturadas pela missão TESS
Mosaico de imagens capturadas pela missão TESS – (Divulgação: NASA)

Leia mais:

Segundo Hounsell, as observações permitiram localizar desde planetas pequenos, comparáveis a Mercúrio, até gigantes maiores que Júpiter. A pesquisadora destacou ainda que alguns desses corpos celestes estão posicionados em zonas consideradas potencialmente habitáveis, onde pode existir água líquida na superfície.

As descobertas mais recentes da missão não ficaram restritas ao material utilizado na elaboração do mosaico. Neste ano, o TESS identificou um sistema planetário descrito pelos cientistas como incomum, formado por uma super-Terra acompanhada de um planeta com órbita bastante inclinada e alongada.

Outra observação apontada pela equipe envolveu sinais compatíveis com uma colisão entre dois planetas. Segundo os pesquisadores, o choque teria produzido uma nuvem de detritos diante da estrela central do sistema, cenário que pode ajudar cientistas a compreender impactos semelhantes ocorridos nos primórdios da Terra e associados à formação da Lua.

A cientista Allison Youngblood, responsável científica pelo projeto TESS no Centro Goddard, afirmou que o grande volume de informações coletadas pela missão continua revelando fenômenos inesperados. “Quanto mais exploramos os dados do TESS, especialmente com algoritmos automatizados, mais surpresas encontramos”, declarou.

Youngblood acrescentou que a missão também contribuiu para pesquisas sobre estrelas jovens, comportamento dinâmico da galáxia, e para o monitoramento de asteroides próximos da Terra. Para a pesquisadora, a expansão contínua das áreas observadas pelo telescópio espacial mantém aberta a possibilidade de novas descobertas nos próximos anos.

O post NASA divulga mapa da missão TESS com imagens de 6 mil possíveis mundos além do Sistema Solar apareceu primeiro em Olhar Digital.

Previsão do tempo para exoplaneta: nuvens de areia pela manhã e céu limpo à tarde

21 de Maio de 2026, 15:58

O Telescópio Espacial James Webb (JWST) acaba de fazer a primeira previsão meteorológica para um exoplaneta. No mundo WASP-94Ab, um Júpiter quente localizado a 690 anos-luz da Terra, o céu começa o dia encoberto por nuvens de areia (silicato de magnésio vaporizado) e gradualmente se limpa ao pôr do sol. É a primeira vez que cientistas detectam um ciclo diário de nuvens em um planeta fora do Sistema Solar.

A descoberta, publicada na revista Science, também resolveu um antigo problema da astronomia. As nuvens espessas dos Júpiteres quentes sempre atrapalharam as medições de sua composição atmosférica – uma “janela embaçada”, na descrição do astrônomo David Sing, da Universidade Johns Hopkins. Mas, ao observar o trânsito de WASP-94Ab com o JWST, a equipe liderada por Sing percebeu algo inesperado.

Na borda frontal do planeta (a “manhã”, onde o ar flui do lado noturno para o diurno), havia muitas nuvens. Já na borda posterior (a “noite”, onde o ar retorna ao lado escuro), o céu estava limpo. Essa visão desimpedida permitiu medir com precisão a quantidade de oxigênio e carbono na atmosfera: apenas cinco vezes mais abundantes do que em Júpiter, e não centenas de vezes como sugeriam observações anteriores do telescópio Hubble.

Com nova solução de software, James Webb pode captar imagens mais nítidas. (Imagem: Vadim Sadovski / Shutterstock)

Como as nuvens se formam e desaparecem

WASP-94Ab é um gigante gasoso 1,7 vez maior que Júpiter, orbita sua estrela a cada quatro dias e tem temperatura superior a 1.200°C. Por estar em rotação sincronizada (sempre com a mesma face voltada para a estrela), seus ventos no terminador (a linha entre o dia e a noite) podem empurrar o silicato de magnésio para as camadas altas da atmosfera, onde forma nuvens sobre o lado noturno.

Leia também

Os ventos então as levam para o lado diurno, onde o calor extremo as faz descer de volta ao interior do planeta, dissipando-se. Uma segunda hipótese é que as nuvens se comportem como a neblina matinal na Terra, evaporando gradualmente ao longo do dia sob o calor intenso.

Outros planetas com ciclo semelhante

A equipe usou o JWST para estudar outros oito Júpiteres quentes e encontrou o mesmo padrão de nuvens em dois deles: WASP-17b e WASP-39b. O próximo passo é expandir a busca para uma variedade maior de mundos, incluindo um gigante gasoso em órbita altamente excêntrica, cujas drásticas mudanças de aquecimento podem revelar sistemas climáticos ainda mais poderosos.

“Não só conseguimos clarear a visão, como finalmente podemos determinar do que as nuvens são feitas e como elas se condensam e evaporam enquanto se movem pelo planeta”, disse Sing em comunicado.

O post Previsão do tempo para exoplaneta: nuvens de areia pela manhã e céu limpo à tarde apareceu primeiro em Olhar Digital.

Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 25/04/2026

25 de Abril de 2026, 08:33

Hoje, 25 de abril de 2026, a Lua está na fase Crescente, está 61% visível e crescendo. Faltam 6 dias para a Lua Cheia. Confira o calendário completo de fases da Lua em abril.

As informações sobre as fases da Lua do mês de abril são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de abril de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 23h13.

 no dia 10 é a vez da Lua Minguante, às 01h55. A Lua Nova surge às 08h54 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de abril de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 23h33.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua abril de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 23h13
  • Lua Minguante: dia 10 às 01h55
  • Lua Nova: dia 17 às 08h54
  • Lua Crescente: dia 23 às 23h33

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Crescente.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 25/04/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

❌