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Galaxy A37 (256 GB) recebe 30% de desconto com cupom em oferta no Magalu

11 de Maio de 2026, 17:59
R$ 3.599,0030% OFF

Prós
  • Novo processador Exynos 1480
  • Câmera de 50 MP igual à do A57
  • Resistente à água e poeira (IP68)
  • Updates até o Android 22
Contras
  • Poucas mudanças frente ao A36
PIX Cupom
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O novo Galaxy A37 (256 GB) lançado no mês passado por R$ 3.599, já se encontra com 30% de desconto no Magazine Luiza. A oferta encontrada faz o smartphone intermediário custar R$ 2.519 no Pix ao adicionar o cupom LU200. A mudança mais significativa em relação a geração passada está no processador.

Galaxy A37 possui chip Exynos 1480 e tela de 120 Hz

Galaxy A37 sendo segurado por uma mão e com a tela ligada na página inicial
Samsung repete a configuração de tela do A36 no Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O painel segue com as especificações vindas no A36. Uma tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, resolução Full HD e brilho em pico de 1.900 nits sob luz intensa. O vidro Gorilla Glass Victus+ é responsável pela proteção contra quedas acidentais e possíveis arranhões.

A Samsung optou por equipar o Galaxy A37 com o processador Exynos 1480 (4 nm), ao invés de permanecer com o Snapdragon da Qualcomm. O chip fabricado pela empresa sul-coreana conta com 8 núcleos de CPU com frequência máxima de 2,75 GHz. Ao lado de 8 GB de RAM, o componente fornece desempenho satisfatório para tarefas simples no dia a dia.

O conjunto fotográfico segue com os mesmos sensores do ano passado. Entretanto, a câmera principal de 50 MP ficou maior e consegue captar mais luz, indicando proporcionar resultados mais nítidos. As demais são as conhecidas no A36, ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP. A câmera frontal de 12 MP como todo o sistema filma em 4K.

O smartphone agora inclui a certificação IP68, o que significa resistência máxima contra poeira e imersão por até 1,5 metro em água doce durante 30 minutos. Já a bateria segue com a mesma capacidade de 5.000 mAh e oferece suporte a carregamento rápido com fio de até 45 W.

O Galaxy A36 (256 GB) em oferta no Magalu por R$ 2.519 no Pix com o cupom LU200 roda de forma nativa o Android 16 baseado na One UI 8.5 e promete receber atualizações de sistema e segurança por seis anos.

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Galaxy A37 (256 GB) recebe 30% de desconto com cupom em oferta no Magalu

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Novo smartphone intermediário da Samsung traz o mesmo sensor principal do A57, tela Super AMOLED de 120 Hz e Android 16 com One UI 8.5

Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Galaxy A57 (256 GB) já atinge 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

11 de Maio de 2026, 12:51
R$ 3.999,0034% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Certificação IP68
  • Chega com Android 16 e One UI 8.5
  • Dimensões melhores e ficou mais leve
  • Promessa de 6 anos de atualizações
Contras
  • Mesmo trio de câmeras do A56
  • Bateria segue sendo de íon-lítio
PIX
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O Galaxy A57 lançado no Brasil há menos de um mês já se encontra com 34% de desconto. A oferta registrada no Magazine Luiza é a melhor até o momento pela versão de 256 GB, por R$ 2.639 no Pix. O celular intermediário de última geração da Samsung anunciado por R$ 3.999 promete melhorias a geração passada.

Galaxy A57 5G conta com tela Super AMOLED+ e chip Exynos 1680

Foto tirada em evento de lançamento do Galaxy A57 mostra telão com as principais características do painel do smartphone
Galaxy A57 tem tela Super AMOLED+ de 120 Hz (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O smartphone mantém a construção do painel do A56 com tela de 6,7 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz que entrega excelente fluidez durante o uso e resolução Full HD+. A diferença está no avanço para a tecnologia Super AMOLED+, que em tese vai proporcionar maior contraste e cores mais saturadas.

O celular intermediário vem equipado pelo novo processador Exynos 1680 com arquitetura de 4 nanômetros, acompanhado por uma memória RAM de 8 GB. De acordo com a Samsung, o chip oferece otimizações em CPU, GPU e NPU. Portanto, em teoria vai performar melhor em tarefas pesadas, jogos e na execução de funções com IA.

O Galaxy A57 sai da caixa com o Android 16 baseado na mais atual One UI 8.5. Além das já conhecidas ferramentas como Circle to Search e Apagador de Objetos, agora traz outras presentes no Galaxy S26, linha mais avançada da marca. A função “Melhor rosto” combina diversas expressões nas fotos em movimento para entregar o melhor resultado.

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O trio de câmeras traseiras segue com a mesma configuração bem honesta da geração passada. Liderado pelo sensor principal de 50 MP com OIS, ultrawide para fotos panorâmicas de 12 MP e macro para resultados bem detalhados de 5 MP. Todo o sistema como a lente frontal de 12 MP fazem vídeos em 4K a 30 fps.

A bateria permanece de íon-lítio com capacidade de 5.000 mAh e carregamento exclusivo com cabo USB-C de até 45 W. A conectividade inclui rede móvel 5G, Wi-Fi 6E e a versão mais avançada de Bluetooth 6.0.

Por fim, o celular está mais fino, menor e mais estreito; a construção em alumínio ficou mais leve, com o total de 179 g. Já o salto para a certificação IP68 promete assegurar melhor resistência à imersão contínua em mais de 1 metro de profundidade na água. O Galaxy A57 está disponível por R$ 2.639 no Pix, com desconto de 34%.

Confira o unboxing do Galaxy A57:

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Galaxy A57 (256 GB) já atinge 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

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Novo intermediário da Samsung ficou mais fino, leve e promete melhor desempenho do que a geração passada. Galaxy A57 vem de fábrica com Android 16 e One UI 8.5

Galaxy A57 e A37 tem telas Super AMOLED de 120 Hz (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Android 16 ganha modo PC nativo, desenvolvido em parceria com a Samsung

4 de Março de 2026, 16:39
Ilustração vetorial em tons de azul, verde e cinza mostra um monitor de computador e parte de um smartphone à esquerda. O monitor exibe uma janela de navegador branca com barra de busca, uma mancha verde abstrata no centro e um cursor de mouse verde limão. Ao lado, o desktop escuro contém três ícones de pastas azuis. No canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria. Uma linha verde conecta os dispositivos.
Modo desktop está disponível no Android 16 QPR3 (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Android 16 QPR3 introduziu um modo PC nativo, disponível apenas para a linha Pixel, que não é vendida no Brasil.
  • O modo PC permite conectar o celular a um monitor via USB-C, oferecendo uma interface similar a de um desktop, com suporte a mouse e teclado Bluetooth.
  • Fabricantes como a Samsung e a Motorola já possuem soluções próprias de modo desktop, como o DeX e o Ready For, respectivamente.

O Android 16 QPR3 trouxe uma novidade: ao ser conectado a um monitor usando um cabo USB-C, ele oferece uma interface similar à de um desktop. Assim, basta conectar um mouse e um teclado por Bluetooth para usar o celular como um computador. O recurso foi desenvolvido em parceira com a Samsung, que oferece o modo DeX há anos, com funcionamento praticamente idêntico.

A atualização, portanto, é uma novidade apenas na linha Pixel, com aparelhos Pixel 8 e posteriores oferecendo suporte. Como os smartphones da marca própria do Google não são vendidos por aqui, pouca coisa muda para o público brasileiro no momento.

O modo desktop já estava presente na versão beta QPR1 Beta 2, distribuída em junho de 2025. Agora, a disponibilidade é mais ampla. O Android QPR é uma versão trimestral do sistema, liberada para aparelhos da linha Pixel. Posteriormente, essas novidades podem chegar à versão estável do sistema, cabendo a outras fabricantes implementá-las.

Como é o desktop mode do Android?

GIF mostra celular conectado a monitor externo. O monitor mostra duas janelas, com Gmail e Chrome. Na parte de baixo, há ícones de aplicativos. No canto direito, há três botões (voltar, início e multitarefas).
Telefone fica liberado para uso (imagem: divulgação)

O ambiente de desktop do sistema operacional é bem parecido com o de concorrentes como Windows e macOS. Os apps rodam em janelas, em modo tablet/dobrável (quando disponível), e é possível redimensioná-las livremente, bem como movê-las ou sobrepô-las.

Na parte de baixo da tela, fica uma barra de tarefas, com atalhos para aplicativos e os três botões padrão do sistema: voltar, tela inicial e tela multitarefas. Na parte superior, há uma barra bastante familiar aos usuários de Android, com hora, data e indicadores de Wi-Fi e bateria.

Um ponto importante é que o smartphone fica liberado para uso, liberando recursos como câmera e ligações, por exemplo. Se for conectado a um tablet, é possível colocar o monitor para funcionar como segunda tela. No momento, nenhum tablet da linha Pixel oferece esse suporte, então isso só funciona com o Galaxy Tab S11 e alguns modelos de gerações anteriores.

O modo desktop do Android gera curiosidade extra porque o Google já confirmou que trabalha em uma versão do sistema para PCs, ainda sem previsão de lançamento. As imagens que vazaram, porém, mostram algumas diferenças para o recurso da linha Pixel, como os botões no canto inferior direito e a barra na parte superior da janela.

Fabricantes já têm soluções próprias

O modo desktop do Android é bastante aguardado, mas muitos usuários do sistema já contam com esse recurso, graças a iniciativas das próprias fabricantes de celulares. Uma delas é a própria Samsung, com o modo DeX.

Outra pioneira nesse tipo de conectividade é a Motorola. Lá em 2011, ela vendia o Atrix, que podia ser conectado a um acessório chamado Lapdock, que era basicamente um monitor e um teclado montados em formato de notebook.

Mais recentemente, os aparelhos mais potentes da marca contam com o recurso Ready For, que também oferece uma interface de desktop ao serem conectados a um monitor.

Com informações do Android Headlines e Android Authority

Android 16 ganha modo PC nativo, desenvolvido em parceria com a Samsung

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Atualização permite conectar celular a um monitor externo e ativar interface de PC. Solução só está disponível para dispositivos selecionados de Google e Samsung.

Modo desktop está disponível no Android 16 QPR3 (imagem: divulgação)

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

27 de Janeiro de 2026, 10:00
Capa com os dizeres "Xiaomi HyperOS 3"
HyperOS 3 deixou usuários com ROMs alternativas na mão (imagem: reprodução/Xiaomi)
Resumo
  • A atualização HyperOS 3 da Xiaomi, baseada no Android 16, inutilizou celulares com ROM global não oficial, especialmente importados da China.
  • A Xiaomi não oferece suporte para dispositivos modificados fora de seus canais oficiais, deixando usuários sem correções para o problema.
  • Reverter para o HyperOS 2.2 pode ser a única solução, exigindo reinicializações repetidas para acionar o rollback de emergência do Android.

Donos de celulares da Xiaomi adquiridos por meio de importadores independentes passaram a relatar, nos últimos dias, uma enorme dor de cabeça: os aparelhos foram inutilizados após a chegada do HyperOS 3, nova versão da interface própria da fabricante, baseada no Android 16.

Os casos afetam principalmente smartphones importados da China que utilizam ROM global não oficial, prática comum no chamado mercado cinza. De acordo com os relatos, após a instalação do HyperOS 3, esses aparelhos passam a iniciar apenas no modo de recuperação ou entram em bootloop permanente.

Vendedores não oficiais costumam comprar versões chinesas dos aparelhos (que são mais baratas), desbloquear o bootloader e instalar uma interface global para incluir idiomas ocidentais e serviços do Google.

O que causa o problema?

Segundo o Gizmochina, a atualização introduziu uma verificação rigorosa de região, que compara o hardware do aparelho com a região do software instalado. Quando o sistema identifica uma incompatibilidade – como hardware chinês rodando uma ROM global modificada –, o processo de inicialização falha.

Geralmente, o smartphone não carrega o sistema operacional, entrando em modo de recuperação e ficando preso em um bootloop (quando o dispositivo entra em um loop de reinicialização).

Foto de um smartphone da Xiaomi em tela de recuperação
Smartphones ficam bloqueados após atualização (imagem: reprodução/Gizchina)

A Xiaomi classifica essas ROMs convertidas como instalações não autorizadas e, por isso, não trata o problema como um bug do sistema. Ainda de acordo com a publicação, a empresa considera que esses dispositivos foram modificados fora de seus canais oficiais.

Com isso, os aparelhos impactados podem ficar definitivamente presos ao HyperOS 2.2, versão anterior do sistema, sem acesso a futuras atualizações do Android.

Como resolver?

Segundo o Gizchina, a empresa não pretende oferecer correções ou suporte para celulares comprados por meio de importadores não oficiais. A gigante chinesa teria comunicado que os clientes afetados por esse problema estão “por conta própria” em relação ao Android 16 e ao HyperOS 3.

Dessa forma, para quem foi atingido pelo bloqueio, a reversão do sistema para a versão anterior pode ser a única forma de salvar o dispositivo:

  • O usuário deve forçar a reinicialização do celular repetidamente (pressionando o botão liga/desliga). Pode ser necessário fazer esse processo entre 10 e 15 vezes seguidas.
  • Essa sequência de falhas propositais no boot pode acionar o protocolo de rollback de emergência do Android, desinstalando a atualização problemática e restaurando o HyperOS 2.2.
  • Se o aparelho voltar a ligar, é importante desativar imediatamente as atualizações automáticas para evitar que o HyperOS 3 tente se instalar de novo.

A atualização que causou o bloqueio é uma das mais aguardadas pelos fãs da marca. O HyperOS 3 promete otimizações significativas de desempenho e traz a funcionalidade “Xiaomi Super Island”, um recurso visual e interativo comparável à Dynamic Island da Apple.

Xiaomi bloqueia celulares com ROM global e deixa donos “por conta própria”

Interface HyperOS 3 está a caminho (imagem: reprodução/Xiaomi)

(imagem: reprodução/Gizchina)

Moto G75 começa a receber o Android 16 no Brasil

21 de Janeiro de 2026, 17:40
Smartphone Motorola Moto G75 cinza com duas mãos o segurando
Moto G75 foi lançado em 2024 (imagem: divulgação)
Resumo
  • Moto G75 começou a receber o Android 16 após a fase de testes.
  • A atualização é liberada gradualmente, identificada pelo firmware W1UQ36H.73-6, e requer um download de 1,8 GB.
  • O update traz melhorias em compatibilidade com aparelhos auditivos, segurança reforçada e ajustes de desempenho e estabilidade.

A Motorola começou a distribuir o Android 16 para o Moto G75. A atualização chega algumas semanas após o encerramento do programa beta e marca mais um passo da empresa na atualização de dispositivos da linha intermediária.

O pacote começou a ser distribuído de forma gradual e ainda não está disponível para todos os usuários. Se você ainda não recebeu a notificação, deve receber em breve.

Como é comum em grandes atualizações, a fabricante adota um cronograma em etapas para reduzir riscos de falhas críticas e monitorar eventuais problemas após o lançamento inicial.

Como funciona a atualização do Android 16 no Moto G75?

A nova versão do sistema chega ao Moto G75, lançado em outubro de 2024, identificada pelo firmware W1UQ36H.73-6. Na época do lançamento, a fabricante prometeu cinco anos de updates.

Usuários relatam no Reddit o recebimento da atualização em diferentes países, incluindo a Argentina, o que indica que a liberação na América Latina começou. Um dos prints compartilhados está em português do Brasil, sugerindo que aparelhos por aqui já estão sendo contemplados. A distribuição, ao que tudo indica, não segue apenas critérios regionais.

Captura de tela do Moto G75 mostra atualização do Android 16 baixada no aparelho
Print em português indica que o Moto G75 no Brasil está recebendo o update (imagem: reprodução)

A atualização exige um download relativamente grande, com cerca de 1,8 GB. Por isso, a recomendação é realizar o processo conectado a uma rede Wi-Fi estável e com bateria acima de 50%, além de espaço livre suficiente no armazenamento interno.

Para verificar a disponibilidade, o caminho é o padrão da Motorola: Configurações > Atualizações do sistema > Verificar atualizações.

Caso o update ainda não apareça, pode ser necessário aguardar alguns dias ou até semanas, já que a liberação ocorre por lotes e varia conforme região e operadora.

Apesar de se tratar de uma atualização principal do Android, o usuário não deve esperar mudanças visuais marcantes na interface. A proposta do Android 16, ao menos nesta etapa, está mais focada em ajustes funcionais, estabilidade e melhorias pontuais na experiência cotidiana de uso.

Quais novidades do Android 16?

O Android 16 foi lançado em junho de 2025. Entre os recursos adicionados ao Android 16 está o chamado “resfriamento de notificações”, que reduz automaticamente o volume de alertas quando um mesmo aplicativo envia muitas notificações em um curto intervalo de tempo. A ideia é diminuir interrupções excessivas sem que o usuário precise desativar notificações manualmente.

Outra novidade é a possibilidade de se conectar ao hotspot de outro dispositivo sem precisar digitar senha, desde que ambos estejam vinculados à mesma conta Google. Trata-se de uma mudança discreta, mas que simplifica situações comuns no dia a dia, como o compartilhamento rápido de internet.

No design, a atualização estreou o Material 3 Expressive, novo padrão visual do Google para o sistema operacional.

O Android 16 também reorganiza alguns modos do sistema. Funções como Não Perturbe, Modo Hora de Dormir e Modo Direção passam a ficar concentradas em Configurações > Modos, além da opção de criar modos personalizados conforme a rotina do usuário.

Há ainda melhorias voltadas à compatibilidade com aparelhos auditivos, reforços em segurança do sistema e ajustes gerais de desempenho e estabilidade.

Moto G75 começa a receber o Android 16 no Brasil

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Nova versão do sistema chega ao intermediário da Motorola após fase de testes. Atualização está sendo liberada de forma gradual.

Moto G75 tem câmera com sensor Sony (Imagem: Divulgação / Motorola)

Veja quais celulares da Samsung recebem atualização em 2026

5 de Janeiro de 2026, 09:56
Fotografia colorida mostra um Galaxy S25 Ultra de costas, com foco nas lentes das câmeras. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Atualização é baseada no Android 16 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • One UI 8.5 deve ser lançada junto com a linha Galaxy S26 e estará disponível para dispositivos das séries Galaxy S, Z, A, M e Tab.
  • A nova interface dos aparelhos Samsung integrará a API da Perplexity AI ao Bixby, permitindo processamento local e pesquisas complexas em tempo real.
  • Novos recursos de privacidade incluem um sistema contra spam e o Privacy Display, que escurece a tela.

A Samsung já começou o ciclo de desenvolvimento da One UI 8.5. O programa de testes da próxima interface de sistema baseada no Android 16 começou em dezembro de 2025 nos Estados Unidos e Coreia do Sul, e deve estrear publicamente no primeiro trimestre de 2026.

A lista de novidades inclui mais recursos de inteligência artificial e segurança. O lançamento oficial deve coincidir com a chegada da linha Galaxy S26, sendo esperado que o software seja distribuído entre vários aparelhos, incluindo linhas premium, intermediária e de entrada da marca.

Quais aparelhos devem receber a One UI 8.5?

Fotografia colorida mostra um Samsung Galaxy S21 FE verde sendo segurado na mão. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog".
Galaxy S21 FE deve receber seu último update (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

Com base nas políticas de suporte de longo prazo da Samsung e nas firmwares de testes já detectadas nos servidores da empresa, a distribuição da One UI 8.5 deve ser bem ampla. A lista extraoficial abaixo, compilada pelo site especializado Sammyfans, traz os prováveis dispositivos elegíveis divididos por série.

Galaxy S

  • Galaxy S26, S26 Plus, S26 Ultra: virão com o sistema pré-instalado de fábrica;
  • Galaxy S25, S25 Plus, S25 Ultra: atualmente em fase beta de testes;
  • Galaxy S24, S24 Plus, S24 Ultra, S24 FE: atualização na primeira onda;
  • Galaxy S23, S23 Plus, S23 Ultra, S23 FE: elegíveis na política de quatro atualizações do Android;
  • Galaxy S22, S22 Plus e S22 Ultra: lançados com Android 12 e com quatro atualizações garantidas, eles são elegíveis para receber a One UI 8.5;
  • Galaxy S21 FE: também receberá a One UI 8.5, talvez como última grande atualização.

Galaxy Z (dobráveis)

  • Galaxy Z Fold 7 / Flip 7: update previsto para o segundo semestre;
  • Galaxy Z Fold 6 / Flip 6: prioridade na fila de atualização;
  • Galaxy Z Fold 5 / Flip 5: suporte confirmado;
  • Galaxy Z Fold 4 / Flip 4: listados como prováveis para o segundo trimestre.

Galaxy A e M

  • Galaxy A56, A55, A54 e A53: confirmados;
  • Galaxy A36, A35, A26 e A25: elegíveis;
  • Galaxy A16, A15 e A06: testes internos de firmware já detectados (exemplo, o Galaxy A06 modelo SM-A065F);
  • Galaxy M56, M55, M54 e M34: elegíveis;
  • Galaxy A73 e A33: elegíveis (última grande atualização para esses modelos).

Galaxy Tab

  • Galaxy Tab S11 / S11 Ultra: sistema de fábrica;
  • Galaxy Tab S10+, S10 Ultra: elegíveis;
  • Série Tab S9 e Tab S8: confirmados para a atualização.

O que esperar da atualização?

Um diferencial relevante é a reformulação do Bixby, agora integrado com a API da Perplexity AI, conforme reportado pelo 9to5Google. Versões de teste revelam que o assistente poderá atuar com processamento local (on-device), reduzindo o envio de dados para a nuvem, como um motor de raciocínio capaz de realizar pesquisas complexas na web em tempo real.

O novo Bixby funcionaria assim:

Welcome to 2026 everyone! Let's start this year off with a banger. A look at the new Bixby, powered by Perplexity.

Thanks to @achultra for hooking me up with the apk pic.twitter.com/sKZQlEX6w7

— That Josh Guy (@thatjoshguy69) January 1, 2026

Nas versões beta, a One UI 8.5 abandona o design flat e abraça elementos com mais profundidade e realismo. Ícones de aplicativos nativos como Câmera, Telefone e Calculadora receberam efeitos 3D sutis, e a interface de chamadas adotou botões no formato “squircle” (quadrado com cantos arredondados) para melhorar a ergonomia. As animações do sistema, segundo o Android Police, também foram recalibradas, proporcionando uma sensação de mais fluidez na navegação.

No quesito privacidade, a Samsung deve trazer duas mudanças importantes. Um novo sistema contra spam identifica aplicativos que enviam muitas notificações e sugere colocá-los em “Sono Profundo”. Isso bloqueia as interrupções sem precisar desinstalar o app, além de economizar bateria.

Já o Privacy Display utiliza a câmera frontal e IA para detectar olhares de terceiros sobre a tela, escurecendo o conteúdo automaticamente. Falamos recentemente aqui no Tecnoblog sobre o recurso que pode aposentar as películas de privacidade.

Veja quais celulares da Samsung recebem atualização em 2026

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Fabricante sul-coreana já iniciou os testes da One UI 8.5. Nova interface traz integração com Perplexity AI, mudança visual e recursos avançados de privacidade.

Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmeras com um sensor principal de 200 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung Galaxy S21 FE (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

3 de Dezembro de 2025, 11:00
Captura de tela mostra o novo recurso Call Reason no Android
Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google introduziu o recurso Call Reason no Android, permitindo sinalizar chamadas urgentes, visíveis no histórico de chamadas.
  • A funcionalidade está em beta e requer o app Telefone do Google.
  • A empresa também anunciou ferramentas de segurança para detectar fraudes em mensagens e filtros no Google Mensagens para grupos indesejados.

O Google anunciou novas atualizações para o sistema Android e introduziu recursos de comunicação, segurança e personalização. Entre as novidades, está a ferramenta Call Reason (motivo da chamada, em tradução livre), que permite sinalizar a urgência da ligação.

Atualmente em fase beta, o recurso permite que, ao discar para um contato salvo, o usuário selecione a opção “urgente”. O destinatário visualizará esse alerta na tela do celular e, caso a chamada não seja atendida, uma notificação de urgência permanecerá visível no histórico, incentivando o retorno da ligação.

O anúncio ocorreu nesta terça-feira (2).

Quais celulares são compatíveis?

GIF exibe nova função do Android que notifica usuários sobre ligações urgentes
GIF mostra funcionamento da ferramenta Call Reason (imagem: reprodução/Google)

A ferramenta está vinculada ao Telefone do Google, o aplicativo de discagem padrão da empresa. Segundo informações do Google Brasil, a funcionalidade será liberada para todos os idiomas globalmente, mas a disponibilidade depende de o app estar instalado no smartphone.

Aparelhos da linha Google Pixel, assim como modelos recentes da Motorola, Xiaomi (versões globais), Nokia (HMD) e Asus, utilizam o discador do Google nativamente. Esses dispositivos, portanto, receberão a novidade automaticamente via atualização.

No Brasil, o impacto tende a ser menor já que a maior vendedora de smartphones é a Samsung, que utiliza um app próprio de Telefone. No entanto, o Android permite a instalação do Telefone do Google em praticamente qualquer dispositivo. Usuários interessados podem baixá-lo gratuitamente na loja oficial e configurá-lo como o discador padrão.

Segurança e mais IA

O pacote de novidades também apresenta novas ferramentas focadas na segurança e acessibilidade. O recurso Circule para Pesquisar agora usa IA para analisar o conteúdo da tela em busca de potenciais golpes. Ao verificar mensagens de texto ou chats suspeitos, o sistema indica a probabilidade de fraude.

Imagem mostra nova função do Circle to Search em funcionamento
Circle to Search ganhou função para verificar segurança de mensagens (imagem: reprodução/Google)

Nas mensagens de texto via Google Mensagens (padrão também nos aparelhos da Samsung), a empresa implementou novos filtros para grupos indesejados. Ao ser adicionado por um número desconhecido, o usuário receberá um alerta com dicas de segurança e opções rápidas para sair do grupo, bloquear o contato e denunciar spam com um único toque.

Utilizando processamento local, o sistema agora também gera legendas em tempo real que descrevem não só a fala, mas a intensidade e a emoção do interlocutor, além de identificar sons ambientes como aplausos.

Imagem mostra uma legenda em tempo real no Android, durante uma transmissão ao vivo
Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

O Google também reestruturou como as notificações são gerenciadas, juntando mensagens longas e conversas em grupo e oferecendo um resumo do conteúdo. Alertas de baixa prioridade, como promoções e avisos de redes sociais, também serão silenciados automaticamente para reduzir distrações.

As configurações de controle parentais, por sua vez, foram migradas para um menu dedicado nas configurações principais do aparelho. Além disso, o sistema expandiu o suporte para ícones temáticos e introduziu uma opção forçada de “tema escuro” para aplicativos que não possuem essa configuração nativa.

Além disso, o Google incluiu a fixação de guias importantes no Chrome para Android e novas combinações de adesivos no “Emoji Kitchen”, do teclado Gboard.

Android terá alerta na tela para ligações urgentes

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)

Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)

Motorola lança linha Moto G57 com dois aparelhos

6 de Novembro de 2025, 15:15
Foto de estúdio em ângulo diagonal, exibindo quatro smartphones idênticos, deitados e alinhados, em cores diferentes. Todos têm a traseira com acabamento texturizado e o logo da Motorola ao centro. Da esquerda para a direita, as cores são: azul-petróleo, rosa-choque, verde-água e azul-marinho
Novos celulares intermediários da Motorola têm foco em resistência (imagem: divulgação/Motorola)
Resumo
  • Motorola apresentou os novos Moto G57 e o Moto G57 Power, com telas de 6,72 polegadas e chip Snapdragon 6s Gen 4.
  • O Moto G57 Power tem bateria de 7.000 mAh e carregamento TurboPower de 30 W, enquanto o G57 tem 5.200 mAh.
  • No mercado internacional, o G57 Power chega por 279 euros, enquanto o G57 custará 249 euros.
  • Por enquanto, não há previsão de lançamento ou preços para o Brasil.

A Motorola anunciou oficialmente dois novos celulares para a sua linha intermediária: o Moto G57 e o Moto G57 Power. Os smartphones chegam com Android 16, Google Gemini e recursos de inteligência artificial para processamento da imagem.

Os dois aparelhos compartilham a maioria das especificações técnicas, com diferença na capacidade da bateria: 5.200 mAh no G57 e 7.000 mAh no G57 Power.

A principal novidade em hardware é a estreia do SoC Snapdragon 6s Gen 4, que oferece conectividade 5G e promete maior eficiência energética. Em termos de memória, os dispositivos podem alcançar até 24 GB de RAM (via RAM Boost) e opções de armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB com tecnologia UFS 2.2.

Mais resistência e novas telas

A resistência física é um dos focos da nova geração. A dupla recebeu a certificação MIL-STD-810H, padrão militar que atesta a aprovação em testes de temperaturas extremas, mudanças de pressão e impactos. Além disso, contam com a classificação IP64 contra poeira e respingos d’água.

A tela, por sua vez, é protegida por Gorilla Glass 7i, que promete proteção três vezes superior em quedas, e o acabamento externo utiliza material com toque suave inspirado em couro.

Os smartphones têm telas FHD+ de 6,72 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. O display inclui o Modo de Alto Brilho, que atinge até 1.050 nits para visualização externa, e a tecnologia Water Touch, que mantém a responsividade da tela mesmo quando molhada. O áudio possui suporte a Dolby Atmos, Hi-Res Audio e alto-falantes estéreo.

Imagem de estúdio com fundo neutro e cinza. Um smartphone turquesa (verde-água) da Motorola flutua na diagonal, mostrando sua traseira com o logo da marca e o módulo de câmera tripla. Abaixo dele, em primeiro plano, a tela frontal do mesmo modelo está ligada, exibindo uma foto vibrante de três pessoas jovens e sorridentes, vistas de baixo para cima.
Modelos possuem recursos de inteligência artificial (imagem: divulgação/Motorola)

Qual a diferença entre os modelos?

A principal distinção entre as duas versões está na capacidade e tecnologia das baterias. O Moto G57 Power é equipado com uma bateria de 7.000 mAh, que utiliza uma composição de silício-carbono de alta densidade.

Segundo a fabricante, essa capacidade pode oferecer mais de dois dias de uso. O modelo suporta carregamento TurboPower de 30 W e conta com um sistema de otimização que visa manter mais de 80% da saúde da bateria após 1.000 ciclos de carga.

Foto de um smartphone Motorola de cor turquesa com a traseira texturizada e um módulo de câmera triplo. O aparelho está apoiado sobre o seu lado, exibindo sua tela frontal ligada, que mostra um papel de parede abstrato e a hora "11:35".
Moto G57 Power tem câmera principal de 50 MP (imagem: divulgação/Motorola)

Já o Moto G57 padrão possui uma bateria de 5.200 mAh. A estimativa de duração para este modelo é de até 47 horas com uma única carga, dependendo das condições de uso.

O sistema de câmeras dos dois smartphones possui um sensor principal de 50 MP Sony LYTIA 600, com tecnologia Quad Pixel para capturar mais luz em ambientes escuros. O conjunto inclui ainda uma câmera ultra-angular de 8 MP e uma câmera frontal também de 8 MP.

A Motorola integrou a tecnologia Moto AI, sua inteligência artificial, no processamento de imagens, aplicando ajustes automáticos de cor, brilho e textura, além de ferramentas de edição baseadas na IA do Google Fotos.

Preço e disponibilidade

O Moto G57 Power foi lançado inicialmente na Europa com preço sugerido de 279 euros (R$ 1.720, em conversão direta). Já o Moto G57 chega primeiro ao mercado do Oriente Médio, com valor sugerido de 249 euros (R$ 1.536).

A Motorola não informou, até o momento, a data oficial de chegada dos aparelhos ao Brasil, nem os preços para o mercado nacional.

A fabricante também apresentou globalmente o novo Motorola Edge 70, dispositivo premium ultrafino com apenas 5,99 milímetros de espessura.

Motorola lança linha Moto G57 com dois aparelhos

LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados

13 de Outubro de 2025, 13:15
LineageOS 23
LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados (imagem: reprodução/The LineageOS Project)
Resumo
  • LineageOS 23 é lançado oficialmente com base no Android 16; novidade é compatível com mais de 100 dispositivos;

  • Nova versão traz apps redesenhados e melhorias de desempenho com chips Qualcomm, por exemplo;

  • Atualização ainda não inclui o Material 3 Expressive devido à falta de liberação do código do Android 16 QPR1.

Uma das ROMs personalizadas mais conhecidas do universo Android acaba de ganhar uma nova versão: o LineageOS 23 foi lançado oficialmente e tem como base o Android 16. A novidade é compatível com mais de 100 celulares ou tablets de marcas como Motorola, Samsung e Xiaomi.

É importante deixar claro desde já que o LineageOS 23 é baseado na compilação inicial do Android 16, liberada em junho, e não no Android 16 QPR1, a versão mais recente, disponibilizada em setembro.

A razão disso é que o Google mudou a dinâmica de desenvolvimento do Android e, por conta disso, o código-fonte do Android 16 QPR1 ainda não foi liberado publicamente, o que impediu os desenvolvedores do LineageOS de trabalharem com essa versão.

Como consequência, o LineageOS 23 não conta com os elementos de design do Material 3 Expressive, que são uma das características mais chamativas do Android 16. Esses recursos deverão fazer parte da próxima atualização do projeto, o LineageOS 23.1.

LineageOS 23 em um celular
LineageOS 23 em um celular (imagem: YouTube/Tech Karan)

O que LineageOS 23 traz de novo?

As novidades da nova versão envolvem principalmente os aplicativos que acompanham o sistema operacional. Eis alguns deles:

  • Aperture: o app de câmera foi totalmente reescrito e, agora, traz suporte para os formatos JPEG Ultra HDR e RAW, bem como permite salvar fotos em JPEG e RAW simultaneamente;
  • Twelve: o reprodutor de áudio agora tem um botão para reproduzir músicas aleatoriamente, teve a sua integração com o Jellyfin (servidor de mídia) expandida e ganhou suporte à reprodução de MIDI;
  • Catapult: este é o novo launcher (inicializador) do projeto para Android TV; a ferramenta tem uma interface simples, que visa permitir que o usuário chegue rapidamente ao conteúdo desejado, sem ter que passar por anúncios ou recomendações.

Outras novidades da versão incluem suporte estendido a máquinas virtuais baseadas no QEMU e otimizações no nível do kernel para dispositivos que contam com determinados chips da Qualcomm. Como sempre, correções de bugs também fazem parte do pacote.

Catapult para LineageOS 23
Catapult para LineageOS 23 (imagem: reprodução/Lineage)

Como baixar o LineageOS 23

Como já informado, o LineageOS 23 é compatível com mais de 100 dispositivos. Entre eles estão:

  • Google: Pixel 4a 5G, Pixel 5, Pixel 5a
  • Motorola: Edge 20, Edge 30 Fusion, Edge 40 Pro, Moto G52, Moto G82
  • Samsung: Galaxy A21s, Galaxy Note 10, Galaxy S10, Galaxy S20 FE, Galaxy Tab S7
  • Xiaomi: Mi 9T, Redmi K20, Poco F5, Poco F5 Pro, Redmi 12C, Redmi Note 7 Pro, Redmi Note 8

Acesse a página de dispositivos do LineageOS para saber se o seu celular ou tablet é compatível com a nova versão. Ali, toque ou clique no botão “Filter” e, em “LineageOS versions”, selecione “23.0” para encontrar os modelos que já têm download liberado para o LineageOS 23. Saiba ainda como instalar o LineageOS em seu aparelho.

LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados

LineageOS 23 chega com Android 16 e apps melhorados (imagem: reprodução/Lineage)

LineageOS 23 em um celular (imagem: YouTube/Tech Karan)

Catapult para LineageOS 23 (imagem: reprodução/Lineage)

Sideloading no Android: Google vai cobrar registro de desenvolvedores

6 de Outubro de 2025, 07:39
Arte mostra a cabeça do mascote do Android, um robô verde, em um fundo verde-escuro. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Desenvolvedores precisarão se registrar mesmo que distribuam apps por fora da Play Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google introduzirá um registro pago de US$ 25 (R$ 133) para desenvolvedores que distribuírem apps fora da Play Store, com uma alternativa gratuita para estudantes e amadores.
  • O Android 16 incluirá o Android Developer Verifier, verificando a legitimidade de apps no momento da instalação para combater malware.
  • Informações dos desenvolvedores serão privadas, mas podem ser compartilhadas com autoridades mediante solicitação legal.

Responsáveis do Google revelaram mais detalhes sobre o futuro (e já tão polêmico) sistema de verificação para aplicativos do Android. Entre eles, que o registro de desenvolvedores no sistema, previsto para chegar em breve ao Android 16, representará um custo adicional para os profissionais de software.

Patrick Baumann, Raz Lev e Naheed Vora, que são responsável pelo Android, participaram de um podcast. Eles explicaram que o componente central da novidade será o Android Developer Verifier, que, no momento da instalação do app, checará se o nome do pacote e as chaves de assinatura foram devidamente registrados junto ao Google.

Além disso, desenvolvedores que desejarem distribuir seus aplicativos fora da Play Store deverão pagar uma taxa de US$ 25 (cerca de R$ 133, em conversão direta), espelhando o valor já existente para o registro na loja oficial.

De acordo com uma postagem no Android Developers Blog, entretanto, a equipe complementa que haverá uma alternativa gratuita para estudantes e desenvolvedores amadores, embora essa modalidade venha com um limite ainda não especificado de instalações permitidas.

Como vai funcionar a verificação?

A partir de uma próxima atualização, prevista para o Android 16, o sistema operacional passará a verificar a legitimidade de um aplicativo no momento em que o usuário tenta instalá-lo. Para apps menos comuns ou que não estejam em um cache local do dispositivo, o Android Developer Verifier precisará se conectar aos servidores do Google para confirmar o registro do desenvolvedor.

O Google afirma que planeja oferecer uma forma de “token de pré-autorização” para que lojas de aplicativos alternativas possam contornar a necessidade de verificação online a cada instalação, mas os detalhes disso ainda não foram finalizados.

O Google esclareceu também que o objetivo principal da verificação não é aplicar as regras de conteúdo da Play Store a aplicativos de sideloading, mas combater a distribuição de malware. A análise dos apps, segundo a equipe, se concentrará naqueles que apresentarem “um alto grau de dano”.

Sendo assim, caso o sistema flagre um desenvolvedor distribuindo software malicioso, todos os aplicativos registrados por ele poderão ser desativados remotamente pelo sistema.

Desenvolvedores questionam o método

Ícone do Android ao lado de celular com símbolo de proteção
Google Play Protect já dificulta a instalação de apps maliciosos baixados de fontes alternativas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apesar de o Android já contar com o Play Protect, que escaneia todos os apps do dispositivo, a nova camada de verificação exigirá que os desenvolvedores forneçam suas informações ao Google. Ainda assim, a empresa afirma que não haverá uma lista pública com os dados dos desenvolvedores de sideload, ao contrário do que ocorre na Play Store.

Contudo, essas informações estarão em posse do Google e poderão ser compartilhadas com autoridades governamentais mediante solicitação legal — detalhe que foi recebido com ceticismo, de acordo com o site Ars Technica.

Para os críticos, a empresa obtém mais um mecanismo de controle sobre a distribuição de apps justamente quando lojas alternativas poderiam ganhar mais espaço diante da Play Store. Além disso, há um receio de que a companhia seja obrigada, futuramente, a fornecer dados de desenvolvedores a governos para fins de censura.

Sideloading no Android: Google vai cobrar registro de desenvolvedores

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Novo sistema de segurança exigirá cadastro e pagamento de US$ 25 mesmo de apps que estiverem fora da Play Store.

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Play Protect vai impedir instalação de apps potencialmente maliciosos baixados de fontes alternativas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung: One UI 8.5 pode ter função para esconder dados sensíveis em fotos

2 de Outubro de 2025, 12:32
Uma tela de smartphone centralizada exibe a interface "One UI" da Samsung, com widgets de clima e calendário e diversos ícones de aplicativos. Ao redor do celular, flutuam outros ícones de apps borrados. As palavras "One" e "UI" aparecem em destaque. O fundo é azul gradiente e no canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Recurso de proteção pode chegar com a One UI 8.5 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A One UI 8.5 da Samsung pode ganhar um recurso de IA capaz de ocultar dados sensíveis em fotos.
  • Segundo o SamMobile, o recurso já esteve disponível de forma limitada na China e agora chegaria para todos via atualização da interface.
  • A funcionalidade pode estreiar em 2026 com a linha Galaxy S26 e deve ser expandida para outros dispositivos posteriormente.

A Samsung pode liberar um novo recurso de proteção de privacidade que permitirá ocultar automaticamente informações confidenciais em imagens. Segundo o site SamMobile, a novidade usará inteligência artificial para detectar dados sensíveis e chegará com a One UI 8.5.

Com o recurso, usuários conseguirão reforçar a segurança, prevenindo o compartilhamento acidental de informações como números de documentos, endereços ou dados financeiros.

Como vai funcionar?

O site lembra que esse recurso já esteve disponível de forma limitada na China, em versões anteriores da One UI. Agora, a ferramenta, chamada “Proteção de Privacidade”, chegaria para todos via One UI 8.5, integrada ao menu de compartilhamento de imagens do Android.

O funcionamento é projetado para ser intuitivo: ao selecionar uma imagem para enviar pelo WhatsApp, e-mail ou alguma rede social, o usuário deve encontrar a nova opção no menu.

Quando acionada, a foto será analisada em busca de informações confidenciais. Os dados detectados serão automaticamente desfocados ou cobertos por uma tarja, como mostra o exemplo abaixo.

Função permitirá editar quais dados serão ocultados em fotos de documentos (imagem: reprodução/SamMobile)

Outra tela deverá permitir a seleção de informações específicas, que devem ser ocultadas ou exibidas, e comparar a versão original e a imagem editada, garantindo que apenas os dados desejados sejam removidos. Após a edição, o usuário poderá compartilhar a imagem protegida ou salvá-la no próprio dispositivo.

De acordo com o SamMobile, uma IA que roda no próprio dispositivo (on-device) — possivelmente uma versão do Gemini Nano, do Google, conhecido como Nano Banana — é responsável pela análise das imagens, portanto os dados não precisariam ser enviados para servidores externos para processamento.

Se comprovada, a funcionalidade deve estrear no início de 2026 junto com a nova linha de smartphones S26, chegando mais tarde para mais dispositivos Galaxy.

Quando esperar pela atualização?

Considerando o histórico de atualizações da Samsung, a expectativa é que a One UI 8.5 seja lançada oficialmente no começo de 2026. A partir daí, a distribuição para os aparelhos compatíveis deve ocorrer progressivamente, via atualização sem fio (OTA).

É possível que uma versão de testes (beta) seja liberada para um grupo seleto de dispositivos, como a linha Galaxy S25, mas até agora não houve nenhuma confirmação da empresa.

Vale mencionar que a nova versão também deve trazer otimizações de conectividade baseadas em IA, que podem gerenciar de forma mais eficiente as redes Wi-Fi e móveis para garantir uma conexão mais estável.

Quais aparelhos devem receber a One UI 8.5?

Imagem mostra mão segurando celular Samsung Galaxy A56 em primeiro plano, com fundo desfocado e caixa do aparelho ao fundo
Galaxy A56 pode receber a One UI 8.5 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

Uma lista preliminar e não oficial de dispositivos que devem receber a atualização foi compilada pelo SamMobile, com base no ciclo de suporte de software da Samsung e informações vazadas. A lista abrange modelos topo de linha, intermediários e de entrada:

  • Galaxy S25 (Padrão, Plus, Ultra, Edge, FE)
  • Galaxy S24 (Padrão, Plus, Ultra, FE)
  • Galaxy S23 (Padrão, Plus, Ultra, FE)
  • Galaxy S22 (Padrão, Plus, Ultra)
  • Galaxy S21 FE
  • Galaxy Z Fold (7, 6, 5, 4) e Edição Especial
  • Galaxy Z Flip (7, 6, 5, 4)
  • Galaxy A73, A56, A55, A54, A53
  • Galaxy A36, A35, A34, A33
  • Galaxy A26, A25, A24
  • Galaxy A17, A16, A15 (versões LTE+5G)
  • Galaxy A06
  • Galaxy Tab S10 (Plus, Ultra, FE, FE Plus)
  • Galaxy Tab S9 (Padrão, Plus, Ultra, FE, FE Plus)
  • Galaxy Tab S8 (Padrão, Plus, Ultra)
  • Galaxy Tab S6 Lite (2024)
  • Galaxy Tab A11, A9, A9 Plus
  • Galaxy Tab Active 5 e 5 Pro
  • Galaxy F56, F55, F54, F36, F34, F16, F15, F06
  • Galaxy M56, M55s, M55, M54, M53, M34, M33, M16, M15, M06
  • Galaxy XCover 7 (Padrão e Pro)
  • Galaxy XCover 6 Pro

Com informações do SamMobile

Samsung: One UI 8.5 pode ter função para esconder dados sensíveis em fotos

One UI é a interface usada em aparelhos Samsung (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela inicial do Samsung Galaxy A56 com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Galaxy S24 Plus com 12 GB de RAM tem 56% de desconto em oferta no Magalu

1 de Outubro de 2025, 17:28

Prós
  • 12 GB de memória RAM
  • Tela Dynamic LTPO AMOLED 2X com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP e gravação em 8K
  • Atualizado com One UI 8 e Android 16
Contras
  • Não possui slot para cartão microSD
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S24 Plus (256 GB) aparece por R$ 3.059 no Pix no Magazine Luiza. A oferta concede 55% de desconto para quem garantir o smartphone premium lançado em 2024 por R$ 6.999. O dispositivo oferece conjunto de hardware avançado, recursos de inteligência artificial e já começa a receber nova atualização Android.

S24 Plus tem 12 GB de RAM e tela AMOLED de 120 Hz

Mão segurando smartphone
Galaxy S24 Plus marca o retorno da tela QHD+ para o modelo Plus (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela LTPO AMOLED Dinâmico 2x de 6,7 polegadas permite variação na taxa de atualização de até 120 Hz que resulta em uma experiência de uso adaptada e melhor consumo de energia. O painel atinge brilho máximo de 2.600 nits e a resolução Quad HD+ (3.120 x 1.440 pixels) entrega imagens aprimoradas em termos de detalhes e nitidez.

O processador Exynos 2400 com CPU octa-core de até 3,39 GHz aliado a 12 GB de memória RAM proporciona desempenho sólido para o usuário executar multitarefas, navegar entre aplicativos e jogar sem se preocupar com lentidão ou travamentos.

O Galaxy S24 Plus já começou a receber One UI 8 baseada no sistema Android 16. A atualização recente traz um novo design a apps nativos, maior segurança, além de novidades no pacote de funcionalidades com inteligência artificial. Por exemplo, o recurso Audio Eraser do Galaxy AI agora está disponível para as Notas e Gravador de voz.

As câmeras traseiras incluem o sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, a lente teleobjetiva com zoom óptico de 3x e a ultrawide de 12 MP para fotos com maior enquadramento; enquanto a frontal também possui 12 megapixels. O celular é capaz de gravar vídeos de qualidade profissional em 8K a 30 fps.

O Galaxy S24 Plus é equipado com uma bateria de 4.900 mAh com suporte a carregamento rápido de 45 W e conta com certificação IP68 que assegura resistência contra água e poeira. A versão de 256 GB está disponível nas cores cinza, preto e violeta por R$ 3.059 no Pix.

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Galaxy S24 Plus com 12 GB de RAM tem 56% de desconto em oferta no Magalu

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Galaxy S24 Plus de 256 GB sai pelo preço promocional somente no Pix; smartphone possui tela de 6,7" com 120 Hz, 12 GB de RAM e já recebe nova atualização Android

Galaxy S24 Plus marca o retorno da tela QHD+ para o modelo Plus (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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