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Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

25 de Junho de 2026, 10:00
Ex-CEO Bob Iger em foto de divulgação da Disney, em meio a personagens e cores da empresa
Ex-CEO Bob Iger diz que Disney e Apple quase se juntaram (imagem: divulgação/Disney)
Resumo
  • O ex-CEO da Disney, Bob Iger, revelou que a empresa considerou se juntar à Apple e comprar o Twitter.
  • Disney e a Apple discutiram uma possível junção por volta de 2006, mas a Apple não demonstrou interesse.
  • A aquisição do Twitter não ocorreu porque Iger temia que fosse uma distração para a empresa.

Disney e Apple poderiam ter se juntado no passado, segundo o próprio ex-CEO da gigante do ramo do entretenimento, Bob Iger. Ele deixou a empresa em março de 2026 e aproveitou uma entrevista para revelar algumas possibilidades de negócio que acabaram não indo para frente. Iger revelou ainda que a Disney considerou a aquisição do Twitter em uma tentativa de ingressar no mercado de tecnologia.

Em 2019, o ex-CEO já havia afirmado que acreditava numa junção de Disney e Apple caso Steve Jobs ainda estivesse vivo. Na ocasião, ele afirmou que as empresas se aproximaram em torno de 2006, após a aquisição da Pixar por parte da Disney.

Agora, ao Financial Times, Iger disse que a Apple não demonstrou muito interesse à época, e deu a entender que seguiu interessado em uma junção das duas empresas mesmo após o falecimento de Steve Jobs, em 2011.

Twitter quase foi realidade… Apple, nem tanto

App do Twitter no iPhone
Disney chegou perto de comprar o Twitter (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Se a ideia de juntar Disney e Apple ficou apenas nas intenções de bastidores, o acordo para aquisição do Twitter quase aconteceu. O momento foi propício: logo após as compras de Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox, ou seja, no momento em que a empresa dominava o mercado de entretenimento. O próximo passo seria justamente investir em tecnologia com a rede social, que ainda tinha Jack Dorsey como CEO.

O motivo pelo qual o negócio não saiu entre Disney e Twitter foi um receio do próprio Iger de que o movimento seria uma potencial “distração” para a empresa. Pouco depois, Elon Musk adquiriu a plataforma, hoje chamada de X.

Com relação à Apple, Iger apenas confirmou sua intenção e lamentou o desinteresse da Maçã. Ele afirma que houveram, sim, algumas conversas entre as duas empresas, e que a junção seria “transformadora e igualitária”, mas faltou o devido interesse por parte da Apple.

De qualquer forma, como o ex-CEO da Disney já havia declarado, sua boa relação com Steve Jobs poderia ter feito diferença num possível acordo.

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Twitter no iPhone (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Claude fora do ar: IA da Anthropic volta a funcionar após instabilidade

23 de Junho de 2026, 11:53
Imagem mostra o logo do Claude, IA da Anthropic
Claude ficou instável nesta terça (imagem: reprodução)
Resumo
  • O chatbot Claude da Anthropic apresentou instabilidade nesta terça-feira (23/06), afetando diversos usuários.
  • A empresa Anthropic informou que o problema foi corrigido às 13h44.
  • O motivo da falha não foi divulgado.

O Claude, chatbot de inteligência artificial da Anthropic, passou por problemas técnicos nesta terça-feira (23/06). A plataforma de IA ficou instável para diversos usuários entre a manhã e o começo da tarde. Às 13h44, a empresa informou que o incidente foi corrigido.

A Anthropic não revelou o motivo da falha. O DownDetector, que monitora o status de serviços online, registrou um aumento nas reclamações a partir das 11h. Por volta das 11h13, as queixas de usuários atingiram o pico.

Gráfico do DownDetector mostra pico de reclamações sobre falhas no Claude
Reclamações atingiram o pico por volta das 11h13 (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

O Claude AI é um modelo de linguagem da Anthropic voltado para tarefas de inteligência artificial generativa, como criação de textos, resposta a perguntas, resumo de informações e geração de código. O sistema também conta com o Claude Code, ferramenta que vem se tornando popular entre desenvolvedores.

Na rede social X, muitos perfis relataram dificuldades para acessar a IA. De acordo com os usuários, os problemas afetaram tanto a versão web do chatbot quanto integrações baseadas nos modelos da Anthropic.

Claude fora do ar. Tem algum dev trabalhando?

— e agora? (@Gabs_MdeM) June 23, 2026

O Claude ta fora do ar. Eu to de ferias? O que eu faço?

— João (@sfooterbr) June 23, 2026

o claude tá fora do ar, como que trabalha agora?

— leo (@LE0BAR0NE) June 23, 2026

Claude fora do ar: IA da Anthropic volta a funcionar após instabilidade

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

23 de Junho de 2026, 10:29
Imagem mostra o módulo de memória UFS 5.0 da Samsung
Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)
Resumo
  • Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
  • A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
  • A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.

A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.

A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.

O que o UFS 5.0 traz de novo?

A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.

Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.

Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:

  • O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.
  • Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.
  • Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).

Mais eficiência energética e espaço livre

Imagem mostra a frente e o verso do novo chip de armazenamento Samsung UFS 5.0
Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)

Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.

Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.

Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?

A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.

Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.

Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

Meta’s Very Own Smart Glasses Go on Sale Today for $299

23 de Junho de 2026, 10:00
The new Meta-branded glasses have the same camera, microphones, and chatbot as the Ray-Bans. They come in three styles, one of which was codesigned with Kylie Jenner.

HP OmniBook Ultra 14 Review: The Best Windows Laptop

23 de Junho de 2026, 07:31
HP’s OmniBook Ultra 14 is one of the best alternatives to the MacBook Air you can buy right now, and it’s more affordable than many of its Windows competitors.

Best Prime Day Fitness Tech Deals (2026) Up to $250 Off

23 de Junho de 2026, 06:32
I've compiled a list of the best fitness tech deals this Amazon Prime Day, including smartwatches, walking pads, and recovery gear. You can thank me later.

Cupom Trocafy | Até 10% off - Junho 2026

22 de Junho de 2026, 18:16

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Como conseguir Cupom Trocafy?

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Como usar um cupom na Trocafy?

É simples! Basta seguir o passo a passo: 

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  • clique na oferta escolhida para ser direcionado à promoção; 
  • preste atenção na mensagem que aparece quando você clica para saber se tem que copiar um código ou se o desconto já está aplicado no link;
  • escolha os produtos que quer e, se for o caso, na hora de pagar, cole o código copiado no campo indicado no site. 

Benefícios e produtos com Cupom de Desconto Trocafy

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Trocafy Cupom para outros modelos 

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Promoção Trocafy: melhores datas para conseguir desconto

Durante o ano, a Trocafy faz diversas campanhas promocionais que garantem descontos acima da média. 

Black Friday Trocafy

A Black Friday Trocafy acontece tradicionalmente na última sexta-feira de novembro, mas as ofertas costumam começar antes. Em 2026, o evento será no dia 27 de novembro e com um Cupom Trocafy Black Friday você paga 10% menos em celulares como iPhone e Galaxy.

Semana do Consumidor Trocafy

Outra data importante é a Semana do Consumidor Trocafy, celebrada em março. Nessa ocasião, a marca costuma oferecer frete grátis, cupons com até 20% de desconto e brindes exclusivos para quem realiza compras dentro do período da campanha.

Natal Trocafy

No fim do ano também tem promoção. Troque de telefone pagando até 10% menos no Natal Trocafy.

Sobre a Trocafy

A Trocafy é uma plataforma especializada na venda de smartphones seminovos e recondicionados, com foco em qualidade, procedência e preço justo. Entre os destaques do site estão modelos como iPhone 12, iPhone 14 Pro, S22 Ultra e iPhone 11, todos com garantia de 1 ano e revisão técnica completa. A empresa se diferencia por oferecer um rigoroso controle de qualidade e formas facilitadas de pagamento.

Atenção: é necessário checar códigos e descontos diretamente nas lojas. As marcas têm autonomia para expirar ofertas e mudar porcentagens.

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We Tried the Most Popular Mushroom Coffees. These Are the Best (2026)

22 de Junho de 2026, 15:10
“Coffee” made with functional mushrooms like lion’s mane and chaga is all the rage. We tried the most popular brands to find which were the most palatable.

The Best Robot Lawn Mowers (2026): TerraMow, Mammotion

17 de Junho de 2026, 09:03
Smart mowers are an expensive alternative to old-fashioned yard work, but they’re finally good enough to consider if you’d rather sip an iced tea and watch a robot tame your lawn.

Xiaomi 17 Ultra é um monstro das câmeras e hardware, mas tem problemas graves

17 de Junho de 2026, 08:00

O Xiaomi 17 Ultra é o smartphone mais poderoso de todas as linhas da fabricante chinesa lançadas até agora em 2026. Ele tem o melhor e mais potente processador da Qualcomm, as memórias mais rápidas (em grande quantidade), uma bateria de respeito e câmeras que estão facilmente entre as melhores nos celulares atuais – e até renderam a vitória para ele no nosso teste cego com o público entre os smartphones top de linha das principais marcas.

Ele tem o preço esperado de uma máquina dessas – e isso se você estiver disposto a comprar importado, porque oficialmente a Xiaomi nem vende ele no Brasil. Só que agora que eu passei quase um mês usando o aparelho como se fosse meu smartphone pessoal, digo que por mais que ele seja sim uma baita máquina, a grana preta que ele custa nem é seu principal ponto negativo. Neste texto de análise vou dar todos os detalhes da minha experiência com ele.

Design robusto focado em fotografia

Como esperado de um aparelho com Ultra no nome, a Xiaomi não economizou espaço nem materiais nesse aqui. Elé é um celular grande, pesado e robusto. 

xiaomi-17-ultra-smartphone-celular-01.png

  • Dimensões (L x A x P): 7,76 x 16,29 x 0,83 cm (mais espesso na câmera);
  • Peso: de 218,4 a 223,4 gramas (depende do material da traseira).

A frente é de vidro com bordas igualmente fininhas em todos os lados, a lateral do corpo é de alumínio e a traseira é de fibra de vidro, o que é similar a um plástico de boa qualidade. Tem também outra versão com um material sintético que simula o toque de couro, e essa é um pouquinho mais pesada ainda.

  • Materiais: frente de vidro, traseira de fibra de vidro ou “couro” ecológico, corpo em alumínio.

Ele tem proteção IP68 e IP69 contra poeira, submersão e jatos-d’água de alta pressão. E a tela é protegida pelo Xiaomi Shield Glass 3.0, que é uma tecnologia da empresa para proteger contra riscos e rachaduras. Mesmo assim, vidro é vidro, então é bom que ele já vem com película na tela e com uma capinha na caixa, pelo menos na versão global.

  • Proteções: Xiaomi Shield Glass 3.0 na tela, certificação IP68/IP69 contra poeira e líquidos.

O módulo redondo de câmeras traseiras é bastante grande tanto em largura quanto em altura, mas é centralizado, então o celular só balança na mesa se você fizer pressão nos cantos superiores da tela. A orientação horizontal dos textos Xiaomi, Ultra e Leica na traseira se somam ao módulo redondo e grande, que tem ranhuras como as de um anel de ajuste de foco, para deixar claro que a idéia desse aparelho é que ele seja usado por quem gosta de câmeras.

Isso fica mais óbvio ainda se você usar o “kit de fotografia” que a Xiaomi vende separadamente, que deixa ele mais parecido ainda com uma máquina fotográfica e até adiciona botões físicos extras. Não que você deva comprar esse acessório mesmo que compre o Xiaomi 17 Ultra para bater fotos. Eu digo isso porque esse é um dos opcionais mais estúpidos que eu já testei na minha carreira, com uma bateria própria, mas de recarga chata por meio de um cabo separado, pareamento Bluetooth nada inteligente, botões físicos para captura de fotos e vídeos que não retêm suas funções originais sem exigir voltar manualmente para o modo de fotografia caso você faça uma gravação. Muita firula (e dinheiro gasto) para pouco benefício – mas chega de falar do acessório, já que o review é sobre o celular.

Tela e Áudio: experiência multimídia sem defeitos

Na tela e o áudio a falta de surpresas é uma boa notícia. O painel é AMOLED, o que garante ótimas cores, contraste e tons de pretos. Ela tem enormes 6,9 polegadas com resolução entre Full HD e Quad HD para bom nível de detalhes. A taxa de atualização vai até 120 Hz ajustáveis, e por ser um painel com tecnologia LTPO pode reduzir automaticamente até 1 Hz para economizar energia quando a tela estiver parada. 

O display ainda suporte a Dolby Vision e HDR10+ em conteúdos compatíveis e o pico de brilho chega a 3.500 nits nesse tipo de situação. Aliás, o modo de alto brilho chega a 2.000 nits, e mesmo o modo manual passa dos 1.000 quando sob luz solar, então não é nada difícil usar o aparelho mesmo sob luz forte. É simplesmente uma excelente tela, em um nível muito próximo dos melhores concorrentes.

  • Tela: AMOLED LTPO com 6,9” 19.5:9, resolução 2608x1200 pixels (densidade de 416 ppp), 120 Hz, Dolby Vision, HDR10+, pico de brilho de 3.500 nits (2.000 HBM e 1.060 nits máximo manual em ambientes externos).

Para somar, os alto-falantes estéreo têm ótima qualidade sonora, enriquecendo bastante a experiência multimídia sem grandes distorções mesmo nos volumes mais fortes. Eu tenho um total de zero reclamações no que diz respeito à tela e áudio do Xiaomi 17 Ultra. É ótimo nisso.

Desempenho bruto com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 e memórias rápidas

A Xiaomi também não economizou no hardware interno, incluindo tudo do bom e do melhor. O processador é o mais poderoso da Qualcomm até agora, o Snapdragon 8 Elite Gen 5, o que inclui a GPU Adreno 840 para oferecer uma das melhores performances gráficas nos smartphones atuais. No quesito memórias, ele vem com nada menos do que 16 GB de RAM no padrão LPDDR5X – ou seja, não só é bastante, mas também das mais rápidas. E no armazenamento as opções são 512 GB ou 1 TB de espaço, e isso com memória UFS 4.1, que também proporciona muita velocidade.

  • Hardware
    • CPU: Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 (3 nm, octa-core 2x4,6 GHz + 6x3,62 GHz);
    • GPU: Adreno 840;
    • RAM: 16 GB LPDDR5X;
    • Armazenamento: 512 GB ou 1 TB UFS 4.1.

Com no mínimo meio TB de espaço, até dá para perdoar que não tem espaço para cartão microSD na bandeja, onde podem ser inseridos apenas dois chips de operadora. Você pode ativar um eSIM também, se quiser, mas nesse caso o sistema só vai permitir usar um chip físico. De qualquer forma, você vai ter acesso a 5G, WiFi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.

  • Conectividade: 5G, WiFi 802.11 a/b/g/n/ac/6e/7, dual-band, Bluetooth 6.0, NFC e navegação (GPS, BDS, Glonass, Galileo, QZSS e NavIC).

Com tudo isso, o Xiaomi 17 Ultra é um absoluto monstro de desempenho e consegue tirar de letra qualquer coisa que tentei fazer com ele. Mesmo os jogos mais pesados que eu conheço para smartphones, com todas as configurações no máximo, para ele não são sequer um desafio.

Câmeras Leica: o campeão do nosso teste cego

Mesmo considerando todos esses pontos brilhantes, as estrelas do show aqui são mesmo as câmeras, desenvolvidas em parceria com a Leica – até uma versão do Xiaomi 17 Ultra que é chamada de Leica Phone, para você ter uma ideia do nível da parceria. 

Começando pela câmera principal, ela tem 50 MP com abertura de f/1.7 na lente e sensor tipo-1 polegada, o que não quer dizer que ele tem fisicamente uma polegada, mas é um termo da indústria fotográfica com uma explicação chata e que basicamente quer dizer que é sim um sensor grande, o que traz vantagens enormes para a captura de luz, naturalidade dos desfoques e clareza das imagens, entre outras coisas. E essa lente tem estabilização óptica e autofoco dual-pixel por detecção de fase.

Como esperado, as fotos com essa lente são excelentes tanto de dia quanto de noite, mesmo em situações desafiadoras de iluminação. Detalhes claros sem exagero ou falta de exposição em áreas claras ou escuras, cores vivas, mas realistas, desfoques naturais e suaves. Merece todos os elogios.

  • Câmeras traseiras: 
    • Principal: 50 MP, f/1.7, 23 mm, sensor tipo-1”, OIS e PDAF dual-pixel;
    • Teleobjetiva periscópica: 200 MP com zoom óptico contínuo de 3,2-4,3x, f/2.4-3.0, 75-100 mm, sensor 1/1.4”, OIS e PDAF multidirecional;
    • Ultrawide: 50 MP com ângulo de 115º, f/2.2, 14 mm, sensor 1/2.76” e PDAF dual-pixel;
    • Profundidade: sensor ToF 3D;
  • Câmera frontal: 50 MP, f/2.2, 21 mm, sensor 1/2.7” e AF

O zoom fica com a lente teleobjetiva periscópica, que oferece zoom óptico contínuo entre os níveis de 3,2x e 4,3x. Isso em um sensor de 200 MP com estabilização ótica e autofoco multidirecional por detecção de fase, o que também contribui para um bom zoom digital. Quer dizer que as fotos no zoom máximo de 120x são realmente boas? Não. Nenhum celular é realmente bom dos 60x para cima sem usar acessórios dedicados, mas a teleobjetiva do 17 Ultra ajuda um pouco nisso e muito mais em níveis de aproximação não tão exagerados.

Na traseira tem ainda uma câmera ultrawide de 50 MP com ângulo de 115º e abertura de f/2.2 para boas fotos de ângulo aberto e um sensor Time of Flight 3D para ajudar na detecção de profundidade. A câmera frontal também tem sensor de 50 MP, abertura de f/2.2 e autofoco, e faz ótimas selfies também de dia ou de noite, por mais que aqui ela ainda não mande tão bem quanto a principal traseira em fotos escuras que também tenham cores desafiadoras. Com a tela servindo de flash fica melhor, com o bônus de que o fundo das imagens não escurece tanto quando normalmente acontece nesse tipo de situação.

O resultado desse conjunto é sinceramente excelente. Não à toa rendeu vitória fácil para o Xiaomi 17 Ultra no teste cego que nós fizemos com os seguidores do Instagram do TecMundo, além de um digníssimo segundo lugar no teste cego só entre os analistas aqui da redação – ficando nesse caso atrás só do excelente Oppo Find X9 Pro e empatado com o também ótimo Motorola Signature. E isso tudo só usando os modos automáticos. Imagine essa máquina na mão de alguém que entenda bem de fotografia e use o modo Pro.

Na gravação de vídeos, ele consegue gravar em até 8K a 30 quadros por segundo ou 4K a até 120 fps usando a câmera traseira, com estabilização excelente mesmo sem ativar o recurso ShootSteady, que limita a resolução a um máximo de 2,8K para momentos com mais movimento. Na frontal, o limite é 4k a 60 fps, e a estabilização também é boa.

  • Vídeo: 8k@30fps na traseira, 4k@120fps na traseira, 4k@60fps na frontal e até 1080p@1920fps em câmera lenta.

E pausa para eu ter percebido nesse aqui os avanços no modo de câmera lenta. Muitos anos atrás, eu lembro de ficar impressionado com celulares que conseguiam filmar em 720p a 240 frames por segundo, o que ficava bom de você estivesse ao ar livre. Bom, o Xiaomi 17 Ultra consegue gravar slow motion em 1080p a chocantes 1920 fps, e eu sinceramente achei o resultado bom mesmo em um ambiente com luz 100% artificial. Não sei se isso é exatamente novidade desse aqui e não é algo realmente útil a maior parte do tempo, mas eu não esperava por essa surpresa.

Bateria de Si-C e carregamento de 90W, mas com ressalvas

Com tudo isso que o celular entregou, eu admito que talvez eu estivesse esperando um pouco mais da bateria. Não me entendam mal, tá? Os 6.000 mAh da bateria de silício-carbono dele são sim melhores que os principais concorrentes disponíveis aqui no Brasil e a média de pouco mais de 8 horas de tela ligada durante os dias de uso normal do aparelho é sim um bom resultado em geral. Isso com certeza é mais que o suficiente para mais de um dia inteiro para a grande maioria da pessoas, mas nos meus dias de uso mais intensivo eu mais de uma vez consegui acabar com a bateria dele um ou duas horas antes de ter que ir para a cama.

  • Bateria: 6.000 mAh Si-C;
  • Carregamento: suporte a recarga até 90W com cabo (carregador não incluso) e até 50W sem cabo.

Novamente, eu não estou dizendo que a bateria desse aqui é ruim. Ela é boa. No entanto, considerando que a própria Xiaomi lançou o Xiaomi 17 Pro Max com 7.500 mAh e depois o Xiaomi 17 Max com 8.000 mAh, eu esperava que o Ultra desta versão global estivesse pelo menos um pouco mais perto dos 6.800 mAh que ele tem na versão chinesa.

Já que estou chorando de barriga cheia, o Xiaomi 17 Ultra oferece suporte a carregadores cabeados de até 90W, o que promete recarga de zero a 100% em cerca de 45 minutos. E aqui só posso confiar, porque a versão global não inclui o carregador na caixa – só vem com um cabo USB-C para USB-A. Além disso, quem tiver uma base compatível da Xiaomi pode contar com recarga wireless de até 50W, mas quem também funciona com potência menor em carregadores no padrão Qi.

Software: a polêmica do HyperOS 3.0

Para mim, o único ponto fraco real do Xiaomi 17 Ultra é no software. Ele vem de fábrica com o HyperOS 3.0, que é a versão da Xiaomi para o Android 16, e a promessa da marca para a versão global é de 5 atualizações do sistema e 6 anos de updates de segurança, o que não é péssimo, mas está atrás da média de 7 versões do Android prometida pelos principais rivais premium.

  • Software: HyperOS 3.0 (Android 16).

No funcionamento geral, o sistema da Xiaomi não é muito diferente para quem já está acostumado com a plataforma da Google. Dá para usar bem sem grandes bugs ou engasgos, a maioria das propagandas embutidas no sistema podem ser desativadas já durante a configuração inicial e nesse modelo Ultra até os apps pré-instalados não são tantos assim.

Só que quanto mais eu uso aparelhos recentes da Xiaomi, mais vou notando que a experiência do sistema está devendo um pouco em comparação com o Android das outras marcas. Por exemplo, você pode customizar vários elementos do sistema, mas tente trocar o fundo de tela direto pela home (algo bastante direto e simples em qualquer outra marca) e verá que isso envolve tentar lutar contra a loja de temas que a Xiaomi enfia na sua cara até perceber que só vai dar certo escolher a imagem que você quer se fechar o app de temas, abrir a galeria e ir por lá até a imagem que quer para definir como papel de parede. E aquele recurso do Material Design do Android que muda as cores de destaque do sistema inteiro para combinar com o seu fundo de tela? Não existe aqui.

Mas esses são só exemplos pequenos de incômodos da HyperOS. A parte realmente feia para mim é quando você está em um app ou jogo com propagandas, e aí o GetApps (a loja de aplicativos da Xiaomi que vem pré instalada) resolve baixar os jogos das propagandas sem que você toque em algo, sem pedir confirmação e sem dar a mínima se você pelo menos está em uma rede WiFi ou se vai comer os dados do seu plano móvel. 

Se você é usuário da Xiaomi e nunca percebeu isso acontecer, então preste mais atenção, porque há até um FAQ admitindo no site da Xiaomi, só que a “solução” proposta ali não impede que os downloads automático continuem. E você não pode desinstalar ou desativar o GetApps sem usar um aplicativo debloater de terceiros, o que pode causar outros problemas se você não entender muito e não tiver fontes confiáveis.

Mesmo que a fonte dos apps seja uma loja oficial da Xiaomi, downloads automáticos são sim uma inconveniência grande e uma potencial brecha grave de segurança no seu aparelho. Eu sinceramente não sei o que a Xiaomi ganha com isso, mas para mim essa história fede. Nunca vi nada parecido acontecer em qualquer aparelho de qualquer outra marca. 

Por essas e outras, eu sinto que hoje o HyperOS é a versão do Android que eu menos gosto. Conseguiu me incomodar até mais que o iOS – o que é particularmente triste para uma empresa como a Xiaomi, que começou com o lançamento justamente de um software que melhorava o Android de outras marcas.

Vale a pena?

Apesar dessa grande ressalva, o sistema não torna o aparelho inutilizável e muito menos faz com que todo o resto que seja menos sensacional. Aí, já que a Xiaomi aparentemente nem tem planos de trazer o 17 Ultra oficialmente aqui para o Brasil, a opção para quem quer comprar um é apelar para aparelhos importados – o que é até fácil de encontrar em varejistas online.

Agora em julho de 2026, o menor preço que eu encontrei foi de R$ 12.900 em até 10 vezes pelo modelo de 512 GB de um vendedor do mercado livre que aparentemente vende o aparelho já importado sei lá eu por onde, então não cobra taxas de importação. Até aparecem também ofertas do AliExpress e da Shopee que à primeira vista custam menos, só que nas letras miúdas você vê que o preço de mais de R$ 10 mil vem com R$ 10 mil extras de taxa, o que é um celular top de linha pelo preço de quase 4, então os quase R$ 13 mil já estão caros o suficiente para mim.

  • Preço: a partir de R$ 12.899 em até 10x pelo modelo com 512 GB em varejistas online.

Sem sombra de dúvidas o Xiaomi 17 Ultra é uma baita máquina, que poderia melhorar mais ainda se a marca resolver colocar o software em ordem, mas que mesmo assim deixaria qualquer fã de fotografia ou de smartphones poderosos mais do que satisfeito. Você só precisa estar disposto a pagar MUITO caro por isso, o que não imagino muito gente concordando em fazer. Só nos resta então desejar que a Xiaomi viesse de verdade para o Brasil, sem intermediários e com fabricação local completa para voltar a ter preços competitivos… Pelo menos sonhar é de graça.


Agora diz para mim nos comentários abaixo o que você achou do Xiaomi 17 Ultra! Tem algum ponto importante que eu deixei de considerar? Agadeço a contribuição e a oportunidade de aprender ainda mais com vocês! E continue ligado aqui no TecMundo para mais avaliações sinceras e notícias de tecnologia todos os dias!

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Xiaomi 17 Ultra de 512 GB disponível no Mercado Livre
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Best Handheld Fans and Wearable Fans (2026)

16 de Junho de 2026, 20:48
Whether you’re at a festival, tennis match, or wedding, these hand fans and wearable cooling devices will make the heat way more bearable.

Celular Samsung com câmera boa: 6 modelos para comprar em 2026

16 de Junho de 2026, 19:47
Ilustração da traseira do Samsung Galaxy S25 Ultra
Galaxy S25 Ultra figura entre os celulares Samsung com câmera boa; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quem procura um celular Samsung com câmera boa de verdade encontra as melhores opções entre os smartphones topo de linha e intermediários-premium. São os modelos das linhas Galaxy S, Z e A5X que entregam maior versatilidade e conseguem fazer capturas de alta qualidade.

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Neste guia, o Tecnoblog listou os 6 melhores celulares Samsung para fotos e vídeos em 2026. Conheça aparelhos que conseguem fazer capturas com zoom óptico, têm recursos avançados de estabilização e podem gravar em até 8K. Veja a lista a seguir.

Galaxy S26 Ultra


Prós
  • Suporte ao recurso Nightography
  • Super estabilização de vídeo
  • Processador de sinal de imagem com IA (ISP) em selfies
  • Otimização de imagens com o Pro Visual Engine
  • Grava em 8K a 30 fps (traseira) e em 4K a 60 fps (selfie)
Contras
  • Aspectos artificiais em algumas capturas noturnas
  • S Pen não tem Bluetooth e não permite disparo remoto da câmera
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O Samsung S26 Ultra lidera o atual ranking de smartphones com a melhor câmera da marca sul-coreana, apresentando um kit quádruplo de lentes na traseira (com direito a grande-angular de 200 MP) e uma câmera de 12 MP para selfies.

As lentes grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva oferecem versatilidade em capturas de perto ou de longe. Além disso, o motor Pro Visual Engine otimiza cores, texturas e tons de pele durante o processamento de imagens em tempo real.

As câmeras do celular topo de linha da Samsung também trazem suporte ao Nightography para melhorar as capturas em ambientes com pouca luz, super estabilização de vídeo e zoom assistido por inteligência artificial (IA) de até 100x. Profissionais de vídeo se beneficiam ainda do modo LOG para gravações sem perdas visuais, ideais para edição de texturas e cores.

Especificações das câmeras do Galaxy S26 Ultra

  • Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.4
  • Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9
  • Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/2.9; zoom óptico de 5x e zoom de qualidade óptica de 10x
  • Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
  • Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
Modo de teste do DXOMark*Pontuação
Câmera (teste geral)157
Fotos160
Vídeos153
Modo retrato143
Baixa luminosidade126
Zoom135

Galaxy S25 Ultra


Prós
  • Kit quádruplo na câmera principal
  • Câmera principal de 200 MP com OIS
  • Suporte ao Nightography
  • Grava em até 8K a 30 fps (câmera traseira)
Contras
  • S Pen sem Bluetooth para tirar fotos remotamente
  • Anéis frágeis na lente traseira
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O Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmeras bem parecido com o do Galaxy S26 Ultra, sendo uma opção com melhor relação custo-benefício comparado ao seu sucessor.

A principal diferença é que a grande-angular e a teleobjetiva (de 50 MP) do S25 Ultra têm aberturas de lente menores, fazendo com que os sensores recebam menos luz. E isso impacta o desempenho geral da câmera, principalmente em cenários noturnos.

Ainda assim, o Galaxy S25 Ultra tem um desempenho sólido em capturas de foto e vídeo, com suporte ao Nightography e otimização do Pro Visual Engine. Ele também pode gravar em 8K a 30 fps (câmera principal) e em 4K a 60 fps (lente de selfie).

Especificações das câmeras do Galaxy S25 Ultra

  • Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7
  • Lente ultra-angular de 50 MP; abertura f/1.9
  • Teleobjetiva de 50 MP; abertura f/3.4; zoom óptico de 5x
  • Teleobjetiva de 10 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
  • Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
Modo de teste do DXOMarkPontuação
Câmera (teste geral)151
Fotos152
Vídeos150
Modo retrato133
Baixa luminosidade115
Zoom137

Galaxy S25 Edge


Prós
  • Câmera principal de 200 MP
  • Sensor ultrawide com modo macro
  • Grava em até 8K a 30 fps
Contras
  • Não inclui câmera teleobjetiva
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O Galaxy S25 Edge é outro celular premium da Samsung com boas câmeras: duas lentes principais na traseira (grande-angular de 200 MP e ultra-angular de 12 MP), além de uma câmera de selfie de 12 MP.

O suporte à tecnologia Nightography eleva o desempenho em ambientes com pouca luz, enquanto o Pro Visual Engine consegue capturar detalhes mais nítidos e cores mais fiéis.

No entanto, o S25 Edge não conta com uma lente teleobjetiva, que é usada para capturas de pessoas e objetos mais distantes. Ao menos, a grande-angular pode “quebrar o galho” com o zoom óptico de 2x ou zoom digital de 10x.

Especificações das câmeras do Galaxy S25 Edge

  • Lente grande-angular de 200 MP; abertura f/1.7
  • Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
  • Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
Modo de teste do DXOMarkPontuação
Câmera (teste geral)140
Fotos144
Vídeos131
Modo retrato126
Baixa luminosidade96
Zoom116

Galaxy S25 FE


Prós
  • Kit triplo de câmeras na traseira
  • Câmera de selfie grava em 4K a 60 fps
  • Suporte ao Nightography
Contras
  • Não tem modo macro
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O Galaxy S25 FE é um smartphone intermediário-premium equipado com três lentes na câmera principal (grande-angular, ultra-angular e teleobjetiva). Isso dá mais flexibilidade nas capturas de fotos, apesar do celular não ter um modo macro.

Em geral, o celular consegue fazer boas capturas e inclui otimizações de cores em tempo real e melhorias para capturas noturnas. A câmera de selfie também consegue gravar em 4K a 60 fps, o que é um diferencial para smartphones da categoria.

Também há recursos de IA para edição de imagens, que podem melhorar o tratamento de fotos e vídeos.

Especificações das câmeras do Galaxy S25 FE

  • Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8
  • Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
  • Teleobjetiva de 8 MP; abertura f/2.4; zoom óptico de 3x
  • Câmera de selfie (grande-angular) de 12 MP; abertura f/2.2
Modo de teste do DXOMarkPontuação
Câmera (teste geral)118
Fotos130
Vídeos98
Modo retrato117
Baixa luminosidade86
Zoom83

Galaxy Z Flip 7


Prós
  • Tela externa permite selfies com a câmera principal
  • Grande-angular de 50 MP
  • Grava em até 4K a 60 fps
  • Design dobrável e compacto
Contras
  • Não tem lente teleobjetiva
  • Câmera frontal de 10 MP
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O Galaxy Z Flip 7 é um smartphone dobrável da Samsung, com dobra estilo concha. As especificações de câmera são honestas, mas o design do aparelho traz um diferencial na hora das capturas.

Isso porque a câmera principal está localizada na tela externa de 4,1 polegadas. Logo, você pode usar a grande-angular de 50 MP para tirar selfies (com o smartphone dobrado no modo compacto) e ainda visualizar tudo o que as lentes estão captando.

Mas claro: você ainda pode usar a câmera frontal de 10 MP do aparelho (que grava em até 4K a 60 fps), se preferir.

Especificações das câmeras do Galaxy Z Flip 7

  • Lente grande-angular de 50 MP; abertura f/1.8
  • Lente ultra-angular de 12 MP; abertura f/2.2
  • Câmera de selfie (grande-angular) de 10 MP; abertura f/2.2
Modo de teste do DXOMarkPontuação
Câmera (teste geral)137
Fotos142
Vídeos128
Modo retrato125
Baixa luminosidade105
Zoom108

Galaxy A57


Prós
  • Sistema triplo de câmera
  • Lente macro dedicada
  • Suporte à tecnologia Nightography
  • ISP otimizado que acelera o processamento de imagem
Contras
  • Não tem lente teleobjetiva
  • Gravações em 4K limitadas a 30 fps
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O Galaxy A57 é um celular intermediário que cumpre bem o seu papel na captura de fotos e vídeos. Para isso, ele utiliza um sistema triplo de lentes na traseira e uma grande-angular de 12 MP na câmera de selfie.

A câmera principal inclui um processador de sinal de imagem aprimorado que reduz o ruído captado. Já o suporte ao Nightography permite que o smartphone consiga registrar mais detalhes em fotos noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

O celular também é compatível com a tecnologia Super HDR, que promete equilibrar áreas mais claras e escuras de fotos ou vídeos. E por falar em filmagens, você pode gravar em até 4K a 30 fps com a câmera principal ou de selfie do Galaxy A57.

Especificações das câmeras do Galaxy A57

  • Lente grande-angular de 50 MP; abertura: f/1.8
  • Lente ultrawide de 12 MP; abertura: f/2.2
  • Lente macro de 5 MP; abertura f/2.4
  • Câmera frontal (grande-angular) de 12 MP; abertura: f/2.2

Como saber se o celular Samsung é bom para fotos?

Analisar as especificações de hardware e software voltados para câmera é um ótimo caminho para saber se o celular desempenha bem em fotos.

A quantidade de megapixels (MP) ajuda a indicar a resolução e detalhes da imagem, mas vale também dar preferência a sensores e aberturas de lentes maiores, que permitem mais entrada de luz e otimizam a performance noturna.

Fique de olho também nos tipos de lente (grande-angular, ultrawide, entre outros) dos smartphones Samsung. Via de regra, mais lentes e sensores no celular vão permitir mais versatilidade nos registros.

E não menos importante, prefira celulares com processamento de imagem avançado (como o ProVisual Engine), suporte a tecnologias de otimização (a exemplo de Nightography e Super HDR) e com estabilização óptica de imagem (OIS).

Qual celular Samsung é melhor para fotos?

O Galaxy S26 Ultra é o melhor celular Samsung para fotos da atualidade. O smartphone é equipado com um kit quádruplo de lentes, suporta tecnologias de otimização de imagem, e ainda traz um chip potente que acelera o processamento das capturas.

Quais celulares Samsung têm câmera de 200 MP?

A Samsung oferece seis opções de celulares com câmera de 200 MP até o momento: Galaxy S26 Ultra, Galaxy Z Fold7, Galaxy S25 Ultra, Galaxy S25 Edge, Galaxy S24 Ultra e Galaxy S23 Ultra.

Qual é o melhor celular Samsung barato com câmera boa?

O Galaxy A57 tem o melhor custo-benefício da lista, trazendo recursos avançados de câmera por um preço mais acessível. Mas é possível encontrar smartphones ainda mais baratos com boas câmeras para o usuário comum.

Neste cenário, o A17 5G se destaca como o celular Samsung barato bom para fotos do dia a dia. O aparelho tem câmera de 50 MP com OIS, e sai por menos de R$ 1 mil em ofertas em lojas online.

*O DxOMark é um site especializado em análises de câmeras, que atribui pontuações em cada modelo analisado com base nos resultados de vários testes.

Celular Samsung com câmera boa: 6 modelos para comprar em 2026

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Encontre o melhor celular Samsung para fotos; lista reúne smartphones com câmera de até 200 MP, pós-processamento inteligente e mais recursos

TikTok Shoppers Thought They Were Bidding on iPhones. Instead, They Won Teddy Bears

16 de Junho de 2026, 08:00
Sellers on TikTok used pricey items to lure bidders to “Surprise Sets” livestreams, but most of the auctions yielded only cheap prizes. Gambling experts are concerned about the potential for harm.

Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

15 de Junho de 2026, 10:49
Uma foto em close-up de Carl Pei, empresário e co-fundador da Nothing, contra um fundo preto desfocado. Ele é um homem asiático jovem, com cabelo escuro curto e um corte militar. Carl veste uma camisa branca por baixo de uma jaqueta bege ou verde-oliva. Um microfone de lapela branco é visível em sua gola direita. Ele olha levemente para a direita e parece estar falando ou ouvindo atentamente, com uma expressão pensativa e um leve sorriso. 
Carl Pei é CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)
Resumo
  • Segundo o CEO da Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones continuarão em alta e as promoções de fim de ano não serão tão boas.
  • Isso porque o custo da memória RAM quadruplicou, o que impacta diretamente o preço dos smartphones.
  • Novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior.

As promoções de fim de ano podem não ser tão boas. Segundo o CEO e cofundador da marca Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones estão subindo e continuarão em alta até o ano que vem. A principal vilã desse reajuste é ela: a memória RAM, componente que enfrenta escassez devido à altíssima demanda do setor de inteligência artificial.

Essa alta acelerada nos custos de fabricação mudou drasticamente a estrutura de preços dos dispositivos móveis. Hoje, a memória RAM acabou assumindo o posto de componente mais caro dentro de um celular, ultrapassando peças como a tela e o próprio processador.

Imagem mostra quatro modelos do celular Nothing Phone 4a, todos exibindo a parte traseira e sensores de câmera
O novo Nothing Phone 4a sofreu com a disparada de preços (imagem: divulgação)

Para ilustrar a situação, o executivo usou como exemplo o Nothing Phone (4a), novo smartphone intermediário da empresa focado em custo-benefício — modelo que, inclusive, já foi homologado para venda no Brasil. Segundo Pei, o custo dos componentes de memória dobrou entre a fase de planejamento do aparelho e sua chegada ao mercado.

O pior cenário, no entanto, veio depois: desde que o celular chegou às prateleiras, o preço do componente dobrou novamente. Na prática, o custo da RAM quadruplicou, representando agora mais de 50% de todo o gasto com o hardware do dispositivo.

Descontos mais modestos

Ilustração mostra moedas, um celular e um notebook, em um gráfico de seta indicando aumento. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
“Melhor hora para trocar de smartphone foi ontem”, afirma executivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Diante desse cenário, muitos consumidores podem preferir esperar pelas promoções do varejo. Mas a expectativa é que datas importantes, como a Black Friday, ofereçam descontos mais modestos do que o habitual. Segundo o executivo, os preços de fábrica dos smartphones estão subindo em um ritmo que as varejistas dificilmente conseguirão compensar com promoções agressivas. “A temporada de promoções deste ano não terá os descontos que as pessoas estão acostumadas”, alertou Pei.

Os efeitos dessa crise já são visíveis. O executivo afirma que, desde fevereiro de 2026, novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior (um reajuste de cerca de R$ 500 em conversão direta).

Vazamentos de especificações do futuro Google Pixel 11 indicam que até a gigante das buscas precisou rever suas estratégias para equilibrar a quantidade de RAM oferecida e os custos finais de produção. Marcas com grande volume de vendas globais, como Xiaomi e TCL, também lidam com margens apertadas e repasses ao consumidor final.

Impacto no Brasil

No mercado brasileiro, a situação acompanha a tendência global. A Samsung, uma das líderes de vendas no país, já havia sinalizado que os eletrônicos poderiam ficar até 20% mais caros por aqui devido a essa pressão nos custos.

“Se você estava esperando para atualizar seu aparelho, a melhor hora foi ontem. A segunda melhor hora é agora”, afirmou Pei.

Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

Carl Pei, CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)

Nothing Phone 4a (imagem: divulgação)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meet the New Dyson Vacuums: V16 Piston Animal, V10 Konical, V8 Cyclone (2026)

13 de Junho de 2026, 08:33
The rest of Dyson’s promised 2026 vacuum lineup is here, from the new Dyson V16 Piston Animal to an updated version of the favored Dyson V8 Cyclone.

EcoFlow PowerOcean Battery Review: Cutting My Bill in Half

13 de Junho de 2026, 07:30
Whether you want to buy cheaper electricity, store solar energy, or guard against outages, EcoFlow’s home battery might be just what you need.

Instagram, WhatsApp e Facebook fora do ar? Usuários relatam falhas nesta sexta (12)

12 de Junho de 2026, 11:12
Ilustração mostrando o logotipo do Instagram trêmulo
Instagram não está enviando mensagens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram fora do ar: pane afeta feed, Stories e envio de mensagens.
  • WhatsApp fora do ar: problema impede que o WhatsApp Web abra no computador.
  • Facebook fora do ar: usuários foram deslogados da rede social.
  • Pane ocorre desde por volta das 10h58 desta sexta-feira (12/06).

O Instagram ficou fora do ar hoje, bem como o WhatsApp e o Facebook. Os serviços da Meta ficaram instáveis na manhã desta sexta-feira (12/06), impactando usuários do mundo inteiro desde, pelo menos, 10h58. A pane foi generalizada, afetando tanto os sites das plataforma quantos os aplicativos para Android e iPhone. Ainda não se sabe o motivo da queda.

Às 12h41, o diretor de comunicações Andy Stone publicou no X que os serviços da Meta estão voltando, mas não esclareceu a causa da falha. Ele informou que pode levar um tempo para que tudo opere normalmente.

Internautas reclamam que o feed do Instagram não atualiza, os Stories não carregam de forma alguma e as mensagens não são enviadas aos amigos. Já no Facebook, o erro principal faz com que contas apareçam deslogadas repentinamente, impedindo o login dos usuários, além de exibir mensagens de falha no carregamento do site.

O WhatsApp Web também não carrega direito. Por outro lado, os nossos testes indicam que as versões do WhatsApp no celular e no desktop seguem funcionando.

Ilustração com logos do Facebook, Instagram e WhatsApp mostrando instabilidade nos serviços da Meta, com pico de falhas
Serviços da Meta sofrem apagão nesta sexta (imagem: Tecnoblog)

As reclamações se acumularam no serviço DownDetector, que monitora plataformas e produtos digitais. Nas redes sociais vizinhas, como o X, o assunto rapidamente se tornou um dos mais comentados, com usuários divididos entre a irritação pela queda das ferramentas de trabalho e memes sobre o apagão ocorrer em pleno Dia dos Namorados.

Achei que era só o meu Instagram e Facebook que estavam assim https://t.co/nVDQxhmrMs

— Gatinha solitária (@LunardiMili) June 12, 2026

meu instagram caindo e eu vindo pro twitter confirmar pic.twitter.com/kKnZUYvgSu

— Fernando Oliveira (@Yaegerfer) June 12, 2026

@Meta pic.twitter.com/LsqrsvSVuq

— Telegram Messenger (@telegram) June 12, 2026

Instagram, WhatsApp e Facebook fora do ar? Usuários relatam falhas nesta sexta (12)

Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Serviços da Meta sofrem apagão nesta sexta (imagem: Tecnoblog)

Apple’s Camera Chief Thinks AI Can Give You Superpowers

11 de Junho de 2026, 22:00
The generative features in iOS 27’s new Photos app will add fake pixels to some of your shots, but Apple’s Jon McCormack says the company isn’t using AI “for the sake of AI.”

Celular é um bem essencial? Ministros do STJ dizem que não

11 de Junho de 2026, 12:39
Fachada do STJ (Imagem: STJ/Flickr)
Fachada do STJ (imagem: STJ/Flickr)
Resumo
  • 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que celulares não são bens essenciais, portanto, operadoras não são obrigadas a trocá-los imediatamente em caso de defeito;
  • decisão foi baseada em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPE/RJ) contra empresas de telecomunicações, na qual se discutia a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC);
  • decisão do STJ pode servir de precedente para julgamentos de processos semelhantes e influenciar formação da jurisprudência sobre o tema.

Em decisão publicada nesta semana, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) concluiu que aparelhos celulares não podem ser considerados bens essenciais, razão pela qual operadoras ou fabricantes não estão obrigados a trocá-los imediatamente em caso de defeito.

A decisão tem origem em uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPE/RJ) contra empresas de telecomunicações. No processo, o órgão sustenta que o celular é um bem essencial, isto é, indispensável para o cotidiano do cidadão.

Nessas circunstâncias, o parágrafo terceiro do artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) determina que o fornecedor do produto substitua imediatamente o item ou faça devolução do valor pago por ele em caso de defeito. Com isso, a pessoa não precisa aguardar o prazo de 30 dias para o reparo do equipamento, como prevê o CDC para itens não essenciais.

A ação passou inicialmente pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que rejeitou a tese sob o entendimento de que a substituição imediata de celulares defeituosos geraria às empresas relacionadas custos adicionais elevados.

O TJ-RJ também entende que não há uma definição clara sobre o que caracteriza um produto essencial e, nesse sentido, argumentou que defeitos não impedem o uso de serviços de telecomunicações, pois o chip do celular problemático pode ser utilizado em outro aparelho.

Celular Samsung Galaxy A55 (imagem ilustrativa: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como foi a votação no STJ?

Já no STJ, a relatora, ministra Nancy Andrighi, votou para que o celular seja reconhecido como um bem essencial. A ministra Daniela Teixeira também votou favoravelmente.

Contudo, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva deu um voto divergente (contrário) por entender que, apesar de o celular ser relevante nos tempos atuais, esse tipo de dispositivo não pode ser reconhecido automaticamente como essencial, por vários motivos, como o fato de o nível de dependência do aparelho depender do contexto de vida de cada usuário.

Os ministros Humberto Martins e Moura Ribeiro acompanharam o voto de Cueva.

Normalmente, para assuntos envolvendo o CDC, a decisão do STJ costuma ser definitiva. A ida para uma esfera superior — o Supremo Tribunal Federal (STF) — tende a ocorrer apenas se a ação envolver alguma questão constitucional. Isso deixa claro que a decisão do STJ tem um peso importante.

Além disso, a decisão pode servir de precedente e, assim, influenciar o julgamento de processos semelhantes, contribuindo para a formação da jurisprudência sobre o tema.

Mais detalhes podem ser consultados na página do processo.

Com informações de Migalhas

Celular é um bem essencial? Ministros do STJ dizem que não

Fachada do STJ (Imagem: STJ/Flickr)

Galaxy A55 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Smartphone com enorme bateria de 8.000 mAh passa na Anatel

11 de Junho de 2026, 12:35
Realme C100x com carregamento reverso, exibido com dois smartphones na praia
Realme C100x oferece carregamento reverso (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme C100x foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone tem bateria de 8.000 mAh, mas ficha técnica básica.
  • O modelo tem SoC Unisoc T7250, até 256 GB de memória interna e tela IPS de 6,8 polegadas.
  • Ainda não há data ou preço do Realme C100x no Brasil.

Smartphones com baterias enormes continuam se multiplicando: o Realme C100x, com 8.000 mAh de capacidade, foi aprovado pela Anatel na segunda-feira (08/06), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog em primeira mão.

O destaque do modelo é realmente a bateria grande, já que suas especificações são básicas: SoC Unisoc T7250, 128 ou 256 GB de memória interna (expansíveis com microSD), 4 ou 6 GB de RAM e tela IPS de apenas 1.570 x 720 pixels com 6,8 polegadas.

O Realme C100x tem conectividade 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC e câmera principal de 50 megapixels, além de um LED RGB na traseira para notificações.

Certificado de homologação da Anatel do Realme C100x, com dados de identificação e validade
Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No Brasil, acreditamos que ele será oferecido na opção de 8 GB de RAM com 256 GB de memória interna, conforme a etiqueta que consta na sua certificação.

São especificações bem similares ao irmão Realme C100i, mas com algumas diferenças: a bateria é maior, a câmera traseira tem maior resolução e o novo modelo também oferece mais memória interna, além do NFC. As opções de cores também são diferentes entre os modelos.

A bateria tem código de modelo BLPD45 e utiliza ânodos de silício-carbono, tecnologia que tem se popularizado em smartphones para aumentar a densidade energética, utilizada principalmente pelas fabricantes chinesas como um diferencial.

Para recarga, o Realme C100x virá com carregador de 45 W. Também na caixa virá uma capinha protetora, cabo USB, manuais e a ferramenta para ejetar a gaveta de chip.

Imagem mostra uma bateria BLPD45 da Realme para o smartphone Realme C100x
Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ele poderá ser montado na fábrica chinesa da Realme ou pela Digitron em Manaus (AM), o que abre a possibilidade de incentivos fiscais para reduzir seu preço.

Quando chega?

O Realme C100x ainda não tem previsão de venda no Brasil, mas não deve demorar e nem vir caro. Na Colômbia, o modelo é vendido por 950 mil pesos, cerca de R$ 1.400 reais em conversão direta.

Por lá, o aparelho é comercializado em duas opções de cores: Golden Coast, um tipo de dourado, e Deepblue Tides, azul-marinho.

Smartphone com enorme bateria de 8.000 mAh passa na Anatel

Realme C100x (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Astrônomos descobrem ventos de buraco negro rápidos como forte furacão

9 de Junho de 2026, 22:53

Astrônomos identificaram um quasar distante — ou núcleo ativo de uma galáxia — alimentado por um buraco negro supermassivo que lança ventos em uma velocidade recorde de 30% da velocidade da luz, o equivalente a cerca de 323 milhões km/h. Segundo os pesquisadores, trata-se do vento de buraco negro mais rápido já observado especificamente em comprimentos de onda ultravioleta.

O objeto, chamado J2318, abriga um buraco negro com massa estimada em 1,7 bilhão de vezes a massa do Sol e está localizado a cerca de três bilhões de anos-luz da Terra. Embora essa seja uma massa considerada bastante típica para um buraco negro supermassivo, a velocidade dos ventos observados está longe de ser comum, afirmou Patrick Hall, pesquisador da Universidade de York (Canadá) e integrante da equipe.

“Em termos de velocidade, o vento deste quasar poderia ser chamado de um furacão categoria 79”, disse Lucas Seaton, líder do estudo e pesquisador da Universidade de York, em comunicado. “Cada categoria de furacão é cerca de 20% mais rápida do que a categoria abaixo. Chamar isso de categoria 79 dá uma ideia de quão rápido ele é, mas, é claro, esse vento é diferente de tudo o que existe na Terra.”

A origem desses ventos está no comportamento dos quasares. As galáxias grandes são consideradas lar de um buraco negro supermassivo em seus centros, com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol.

Mas nem todos esses gigantes cósmicos alimentam quasares ou emitem ventos tão potentes. Os quasares surgem quando esses buracos negros centrais são cercados por enormes quantidades de gás e poeira, chamadas de discos de acreção, que os alimentam gradualmente.

Leia mais:

Ilustração artística de um quasar
Representação artística de um quasar: o ponto preto no centro representa o buraco negro supermassivo no núcleo do quasar; a espiral vermelha e amarela que o circunda mostra o disco de gás quente caindo no buraco negro; parte desse gás é ejetada como o vento do quasar, representado em azul claro; o tamanho do disco mostrado é comparável ao tamanho do nosso Sistema Solar – Imagem: NASA/CXC/M. Weiss, Nahks Tr'Ehnl, Nurten Filiz Ak

“Ventos” de buraco negro?

  • Como essas massas colossais geram forças gravitacionais intensas, os discos de acreção também sofrem fortes forças de maré, que produzem atrito e fazem o sistema brilhar intensamente em todo o espectro eletromagnético. Essa radiação também empurra matéria para longe dos discos, sob a forma de intensos “ventos” de buraco negro.
  • “Nos quasares, muitas vezes vemos ventos de gás empurrados para longe do buraco negro pela luz do quasar”, disse Seaton. “O vento em J2318 pode ser visto em comprimentos de onda ultravioleta, com velocidades de até 30% da velocidade da luz. Ventos ainda mais rápidos podem ser vistos em comprimentos de onda de raios X, mas J2318 é o mais rápido já descoberto em comprimentos de onda ultravioleta”;
  • A principal diferença em relação aos ventos terrestres está no fato de que os ventos de buracos negros são impulsionados pela radiação, por partículas de luz chamadas fótons que colidem com os átomos, e não pela pressão do ar.

“Os quasares emitem tantos fótons que esses pequenos impulsos se somam e geram velocidades extremas”, disse Seaton. “O problema é que os fótons também podem remover todos os elétrons dos átomos, tornando-os invisíveis. Como empurrar o gás até as velocidades que vemos enquanto mantemos intactos os íons de carbono e silício que observamos… é um verdadeiro quebra-cabeça!”

Para tentar resolver essa questão, a equipe recorreu a dados observacionais do SDSS-IV Time-Domain Spectroscopic Survey e do SDSS-V Black Hole Mapper, ambos parte do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).

Seaton explicou que o sistema funciona como um prisma: “Assim como um arco-íris espalha a luz do Sol em diferentes comprimentos de onda, cores, o SDSS espalha a luz de certas estrelas, galáxias e quasares no que chamamos de seus espectros. A partir desses espectros, com prática, os estudantes aprendem a identificar quasares incomuns.”

Esses espectros detalhados de J2318 revelaram os ventos em alta velocidade do quasar no ultravioleta. O estudo de ventos de buracos negros como esse é considerado importante para entender como as galáxias evoluem, já que esses ventos são a forma como buracos negros supermassivos trocam energia com suas galáxias hospedeiras. Em especial, essa energia pode expulsar gás e poeira, matéria-prima para a formação de estrelas, sufocando o nascimento estelar nas galáxias.

“Esses fluxos extremos carregam quantidades incríveis de energia que podem afetar as galáxias ao redor. Eles funcionam como uma espécie de elo perdido: o feedback elusivo entre a região central ativa de uma galáxia e o restante da galáxia”, disse Paola Rodríguez Hidalgo, professora associada da Universidade de Washington em Bothell.

“Embora esse processo tenha sido incluído em simulações de formação de galáxias por décadas, ainda há muito trabalho a ser feito para entendê-lo por meio de observações e garantir que as simulações o tratem corretamente.”

A equipe e outros astrônomos devem continuar buscando ventos de buracos negros de alta velocidade na radiação ultravioleta, mas não estão confiantes de que encontrarão algo tão rápido quanto o de J2318.

“Não será fácil encontrar um outflow ultravioleta mais rápido do que o de J2318, mas estamos continuando essa busca do Universo próximo até os confins mais distantes do Universo que podemos ver”, concluiu Flores.

A pesquisa da equipe foi publicada na quinta-feira (4) no The Astrophysical Journal.

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