Visualização normal

Received before yesterdayNegócios

BTG Pactual lança Research Ideas para conectar análises de mercado à execução automatizada de operações

22 de Junho de 2026, 15:00

Transformar uma análise de mercado em uma operação executada nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes, o investidor precisa interpretar relatórios, definir parâmetros de entrada e saída e acompanhar constantemente a posição para que a estratégia seja seguida corretamente.

Foi pensando em facilitar o acesso a diferentes estratégias de investimento que o BTG Pactual acaba de lançar o Research Ideas, uma ferramenta gratuita que conecta análises produzidas pelo time de Research do banco à execução automatizada de operações na Bolsa de Valores.

A proposta é reunir, em um único ambiente, a oportunidade de investimento, a tese de mercado e a execução operacional da estratégia. Dessa forma, o investidor consegue entender os fundamentos por trás de cada recomendação e implementar a operação de maneira simples, sem precisar recorrer a plataformas externas ou realizar configurações mais complexas.

Segundo Ricardo Hessel, diretor executivo de IT do BTG Pactual, o objetivo é aproximar análise e execução. “O cliente encontra a tese de investimento, define o valor que deseja aplicar e a execução acontece de forma automatizada”, explica.

Conheça os recursos do Research Ideas

Hessel explica que o Research Ideas reúne oportunidades selecionadas pelo time de Research do BTG Pactual e as apresenta de forma estruturada ao investidor. Além da recomendação, a plataforma disponibiliza os fundamentos da tese, análises de suporte, potencial de ganho, risco estimado e demais informações relevantes para a tomada de decisão.

Em geral, quando o cliente deseja realizar uma operação de swing trade, long&short e até mesmo opções, ele contrata na corretora uma plataforma para operacionalizar toda a estratégia.

Contudo, por meio do Research Ideas, a operação é montada de forma automatizada, em uma única plataforma, para que o cliente não precise “contratar uma plataforma terceira, nem ter algum outro tipo de assinatura para conseguir operacionalizar isso”, pontua Ricardo Hessel.

Atualmente, a ferramenta conta com estratégias de swing trade, permitindo que investidores acompanhem operações com horizonte de curto e médio prazo de forma automatizada. “Após escolher uma oportunidade, basta informar o valor que será destinado à estratégia”, explica o diretor executivo de IT do BTG Pactual.

A partir daí, a tecnologia assume a execução operacional. Entradas, saídas, stop gain e stop loss são monitorados automaticamente de acordo com os parâmetros definidos para cada operação.

Para Bruno Henriques Lima, diretor executivo de Research do BTG Pactual, a ferramenta contribui para aproximar investidores das ideias produzidas pela equipe de análise. “A gente acredita que é uma forma de deixar o processo muito mais fluido entre ter uma ideia, entender os fundamentos por trás dela e, se fizer sentido, conseguir adotá-la rapidamente”, afirma.

Veja como automatizar operações com o Research Ideas

Atualmente, o acesso ao Research Ideas acontece dentro do próprio ecossistema do BTG Pactual, através do BTG Content, a plataforma de publicações do banco. Também é possível acessar por meio do BTG Trader Desk, a plataforma proprietária desenvolvida exclusivamente para os clientes.

De acordo com Ricardo Hessel, os próximos passos é disponibilizar o Research Ideas tanto no aplicativo do BTG Investimentos, quanto no home broker. Além disso, ao longo dos próximos meses, a equipe espera incluir outras estratégias de investimento de forma automatizada na ferramenta. Entre elas, long&short e derivativos.

Para aqueles que já são clientes e desejam acessar a ferramenta por meio do BTG Content , basta entrar na plataforma. Então, no menu, selecionar “Research Ideas”. Assim, você será direcionado para as recomendações ativas.

Fonte: BTG Content

No Content, você confere todos os detalhes da operação: a tese, direcional (compra ou venda), potencial de ganho e perda, os riscos, entre outros. Além disso, pode investir na estratégia com apenas um clique, desde que o seu perfil de investidor seja compatível com a operação sugerida.

Já para aqueles que preferem acessar o Research Ideas por meio do BTG Trader Desk, o primeiro passo é acessar a conta de investimentos no desktop e ativar gratuitamente a plataforma.
Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Depois de instalar o BTG Trader, na aba “Negociação” você vai encontrar a opção “Research Ideas”. Ao clicar, abrirá uma nova janela com todas as recomendações disponíveis.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Assim como no BTG Content, por meio do Trader Desk é possível navegar pelas estratégias disponíveis e consultar os detalhes da tese de investimento. Por fim, basta definir o valor que deseja investir e confirmar a operação.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

A partir daí, todo o processo é feito de forma automatizada. Ou seja, se a recomendação atingir o lucro esperado ou se chegar no limite de perda, a operação será automaticamente encerrada. Esse mecanismo facilita a vida do investidor e evita que a emoção tome conta, levando a resultados indesejados.

Hessel ainda aponta que, por fazer parte de um ecossistema integrado, o investidor pode conectar as operações realizadas por meio do Research Ideas com outros serviços. Um exemplo é a Calculadora de IR, que também é gratuita e “ajuda o cliente a operacionalizar esse acompanhamento do pagamento de imposto sobre as operações.”

Tenha acesso ao Research Ideas e outras soluções do BTG Pactual: abra sua conta gratuita

Segundo Bruno Henriques Lima, o lançamento do Research Ideas representa mais um passo do BTG Pactual na integração entre conteúdo, tecnologia e investimentos.

Ao reunir análises produzidas por especialistas, automação operacional e acompanhamento em tempo real em uma única experiência, a ferramenta busca tornar o acesso a estratégias de mercado mais simples e eficiente.

Se você ainda não é cliente do BTG Pactual, mas deseja conhecer o Research Ideas e saber como acompanhar oportunidades de investimento e executar estratégias de maneira prática, basta fazer o seu cadastro gratuito.

Você não paga nada para se tornar cliente do maior Banco de Investimentos da América Latina. Com alguns cliques é possível abrir a sua conta gratuita no BTG Pactual e ter acesso ao Research Ideas. Você ainda pode acessar outras ferramentas disponibilizadas pelo banco para tornar o seu dia a dia mais prático e levar os seus investimentos para o próximo nível.

Então, se você quer conhecer esta e outras funcionalidades oferecidas pelo BTG Pactual, clique no botão abaixo e abra a sua conta gratuita:

ABRA SUA CONTA GRATUITA NO BTG PACTUAL

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).”

O post BTG Pactual lança Research Ideas para conectar análises de mercado à execução automatizada de operações apareceu primeiro em Empiricus.

3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

21 de Junho de 2026, 10:00

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

Para diversificar o portfólio e ter acesso aos investimentos que podem mudar os rumos da economia global, clique no botão abaixo e siga as instruções:

QUERO INVESTIR NOS PRINCIPAIS TEMAS GLOBAIS

O post 3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã apareceu primeiro em Empiricus.

A 3ª fase do mercado de fundos imobiliários: CEO do Patria explica novo momento da indústria em episódio do Empiricus Podca$t

20 de Junho de 2026, 09:00

Durante muito tempo, investir em fundos imobiliários parecia uma história relativamente simples. Os juros caíam, os FIIs subiam. Os investidores buscavam renda mensal isenta de imposto e a indústria crescia em ritmo acelerado.

Mas, segundo Rodrigo Abbud, CEO da área de Real Estate do Patria, essa fase ficou para trás. O executivo defendeu a tese de que o mercado brasileiro de fundos imobiliários está entrando em um novo estágio de desenvolvimento.

No episódio desta semana do Empiricus Podca$t, Abbud explicou o que ele considera ser o terceiro ciclo da indústria e o que o investidor pode esperar dos fundos imobiliários daqui para frente.

Nascimento, expansão e agora consolidação: a nova fase dos fundos imobiliários no Brasil

Na visão de Abbud, o primeiro ciclo foi marcado pelo surgimento dos fundos imobiliários no Brasil. O segundo veio com a expansão da classe de ativos, impulsionada pela queda dos juros, pela popularização dos investimentos e pelo crescimento acelerado da base de cotistas.

Agora, porém, a dinâmica parece diferente. “Estamos no início do terceiro ciclo”, afirmou o executivo durante a conversa. Desta vez, o foco deixa de ser apenas crescimento e passa a envolver consolidação, profissionalização e ganho de escala, avalia Abbud.

O CEO de real estate do Patria aponta que, hoje, a indústria brasileira reúne mais de 500 fundos listados e cerca de R$ 200 bilhões em patrimônio. O mercado cresceu de forma significativa na última década, mas ainda está distante da dimensão observada em mercados mais maduros.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os REITs — equivalentes aos FIIs brasileiros — somam aproximadamente US$ 1,4 trilhão em patrimônio distribuído entre cerca de 250 veículos. Para Abbud, essa comparação sugere que o Brasil ainda está apenas no começo de um processo de amadurecimento.

Nesse sentido, uma pergunta permanece no ar:

Quem serão os grandes vencedores dessa nova fase?

Fundos maiores vão dominar o mercado? A consolidação da indústria está apenas começando? E quais segmentos do mercado imobiliário podem concentrar as melhores oportunidades nos próximos anos?

Rodrigo Abbud responde a essas e outras questões no episódio completo do Empiricus Podca$t. Assista à conversa e entenda por que o futuro dos fundos imobiliários pode ser bastante diferente do que a maioria dos investidores imagina hoje.

O post A 3ª fase do mercado de fundos imobiliários: CEO do Patria explica novo momento da indústria em episódio do Empiricus Podca$t apareceu primeiro em Empiricus.

A oportunidade não está no bitcoin (BTC): conheça as 5 moedas que podem gerar retornos de até R$ 1 milhão

9 de Junho de 2026, 11:00

Após alcançar cerca de US$ 126 mil em seu pico histórico, em julho de 2025, em 2026,o bitcoin (BTC) já apresenta uma queda de 50% e atualmente é negociado na faixa dos US$ 62 mil, bem abaixo dos níveis registrados durante o auge da euforia do mercado.

Diante desse cenário, muita gente passou a se perguntar se ainda existe espaço para grandes ganhos no mercado de criptomoedas. Para Jader Nogueira, trader profissional especializado em ativos digitais, a resposta é sim. Mas a oportunidade pode não estar no bitcoin.

Segundo ele, os maiores retornos do mercado normalmente não surgem das criptomoedas mais conhecidas. Eles costumam aparecer em projetos menores, que ainda passam despercebidos pela maioria dos investidores.

É justamente entre esses ativos que ele afirma ter encontrado cinco moedas capazes de entregar uma possível multiplicação de até 500x, por meio de uma aposta é ousada: investir R$ 500 em cada uma dessas moedas — R$ 2.500 no total — buscando um retorno de até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

VEJA COMO ACESSAR A LISTA DE 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Especialista em caçar oportunidades no mercado cripto, Jader já encontrou as próximas grandes potenciais vencedoras

Antes de se tornar um dos nomes conhecidos do mercado cripto brasileiro, Jader Nogueira trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e foi até lutador de MMA.

Sua mudança de vida começou quando passou a estudar os ativos digitais e percebeu que as maiores multiplicações de patrimônio aconteciam em moedas ainda desconhecidas do grande público.

Ao longo dos anos, ele se especializou em identificar esses projetos antes da maioria dos investidores e os resultados começaram a chamar atenção. Em sua trajetória, Jader já registrou ganhos de:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas;
  • R$ 4 milhões em 30 dias; e
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias de operações.

Além disso, afirma ter capturado valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000% em diferentes ativos ao longo dos últimos ciclos do mercado. Um dos casos mais conhecidos foi o investimento na criptomoeda LUNA, que chegou a multiplicar seu capital em até 1.300 vezes.

É claro que retornos passados não garantem ganhos futuros. Contudo, o trader aponta que essas cinco criptomoedas apresentam características semelhantes às que ele encontrou em grandes vencedoras do passado.

São projetos que ainda operam longe dos holofotes, mas que, na visão dele, podem se beneficiar de uma nova fase de expansão do mercado e entregar retornos muito acima da média.

Segundo Nogueira, o potencial desses ativos é tão grande que, com um investimento inicial de R$ 500 em cada uma dessas moedas, isto é, R$ 2.500 no total, é possível buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para apresentar sua tese ao público, Jader Nogueira realizará um evento online e gratuito no próximo dia 15 de junho.

Inscreva-se no evento gratuito que vai revelar como acessar as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

Na próxima segunda-feira (15), Jader Nogueira vai realizar uma transmissão para revelar como ter acesso às cinco criptomoedas selecionadas, explicar os critérios utilizados para escolhê-las e mostrar por que acredita que esses ativos podem ter potencial de multiplicação de até 500 vezes.

Além disso, os participantes conhecerão uma ferramenta de copy trade que permite replicar automaticamente as operações realizadas pelo especialista. Na prática, isso significa que o investidor não precisa acompanhar o mercado durante horas todos os dias para executar a estratégia.

Segundo Jader, a ferramenta foi desenvolvida justamente para simplificar o acesso a oportunidades que normalmente exigiriam experiência, tempo e monitoramento constante.

A participação no evento é gratuita, mas exige inscrição prévia. Então, se você quer conhecer a lista completa das cinco criptomoedas e entender como funciona a estratégia precisa garantir sua vaga. Para isso, basta clicar no botão abaixo e realizar a sua pré-inscrição.

LISTA DE INTERESSADOS: VEJA COMO TER ACESSO ÀS 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

O post A oportunidade não está no bitcoin (BTC): conheça as 5 moedas que podem gerar retornos de até R$ 1 milhão apareceu primeiro em Empiricus.

Bitcoin em queda, bolsa sob pressão e guerra no Oriente Médio: o que está no ‘radar’ dos mercados e como investir em junho

6 de Junho de 2026, 09:00

Junho começou trazendo mais dúvidas do que certezas para os investidores. Depois de um primeiro trimestre marcado pelo forte desempenho dos ativos brasileiros, maio foi um mês de correção.

O fluxo estrangeiro perdeu força, as expectativas para os juros mudaram e os conflitos no Oriente Médio adicionaram uma nova camada de preocupação aos mercados globais.

Ao mesmo tempo, o mercado de criptomoedas também atravessa um período desafiador. O bitcoin acumula meses de fraqueza em 2026, enquanto investidores tentam entender se a queda recente representa apenas uma correção dentro do ciclo ou algo mais estrutural.

Esses foram alguns dos temas debatidos por Matheus Spiess, estrategista macroeconômico da Empiricus Research, e Valter Rebelo, especialista em criptomoedas, no novo episódio do Empiricus Podca$t, apresentado pela jornalista Paula Comassetto.

Ao longo da conversa, os analistas mostraram que, embora pareçam mercados completamente diferentes, Brasil e criptomoedas vêm reagindo às mesmas variáveis:

  • Juros globais;
  • Liquidez;
  • Inflação; e
  • Apetite por risco.

O que mudou para Brasil e criptomoedas nos últimos meses?

Segundo Matheus Spiess, a correção observada nos ativos brasileiros não pode ser analisada isoladamente. Na visão do estrategista, o movimento está diretamente ligado às mudanças no cenário global.

“O mercado brasileiro vivendo uma reversão da tendência que observou no primeiro bimestre do ano. Essa reversão não é isolada de um contexto estrangeiro; pelo contrário, está completamente relacionada com o que está acontecendo no mundo”, afirmou.

Entre os fatores que mudaram a percepção dos investidores estão a deterioração das expectativas de inflação, o choque energético provocado pelo conflito no Oriente Médio e a consequente pressão sobre os juros ao redor do mundo. Para Matheus, esse ambiente reduziu significativamente o espaço para cortes de juros tanto no Brasil quanto em outras economias relevantes.

Já no universo cripto, Valter Rebelo destacou que o mercado vive um momento diferente daquele observado nos ciclos anteriores. Assim, em sua avaliação, o contexto macroeconômico passou a exercer influência muito maior sobre o desempenho dos ativos digitais.

“O mercado está o tempo todo precificando dois riscos: o risco de crescimento e o risco de inflação”, explicou o analista. “O bitcoin é muito mais sensível a esse contexto macroeconômico e de liquidez do que muita gente imagina.”

Como navegar um cenário cheio de ruídos?

Se existe uma mensagem comum nas análises dos dois especialistas, ela é a necessidade de separar ruído de fundamento.

Em meio a guerra, tarifas comerciais, discussões sobre juros e mudanças geopolíticas, Matheus acredita que o investidor deve evitar decisões impulsivas e focar na qualidade dos ativos.

“A gente tem vivido um mundo de excesso de ruídos e isso é muito prejudicial para tomar decisões”, alertou.

Já para Valter, a era em que praticamente qualquer criptomoeda subia ficou para trás. Agora, a seleção dos ativos e a disciplina na gestão da carteira se tornaram ainda mais importantes.

Esses foram apenas alguns dos destaques do episódio. Contudo, ao longo da conversa, os analistas também discutiram o futuro dos juros nos Estados Unidos, o impacto das novas tarifas comerciais de Donald Trump, sobre os mercados, o que esperar para Brasil e criptomoedas e como o investidor deve se posicionar em junho.

Para assistir à análise completa de Matheus Spiess e Valter Rebelo, basta dar o play no vídeo abaixo para novo episódio do Empiricus Podca$t:

O post Bitcoin em queda, bolsa sob pressão e guerra no Oriente Médio: o que está no ‘radar’ dos mercados e como investir em junho apareceu primeiro em Empiricus.

Selic a 14,75%, Ibovespa em queda e IPCA+ em alta: como investir com o novo patamar de juros?

22 de Março de 2026, 12:00

Na última quarta-feira (18), o Banco Central confirmou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que passou de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de elevada incerteza, em que os mercados oscilaram entre diferentes cenários para o ritmo de flexibilização monetária.

Nos dias que antecederam o anúncio, as apostas nas opções de Copom da B3 refletiram essa volatilidade: saíram de uma expectativa de corte mais agressivo, de 0,50 p.p., migraram para 0,25 p.p. e, em alguns momentos, chegaram até a precificar a possibilidade de manutenção dos juros.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Juros em queda não tiram o protagonismo da renda fixa na estratégia do investidor

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

Selic a 14,75% abre espaço para 4 oportunidades em renda fixa com retorno de até 7,9% ao ano real e isenção de IR

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

Ficou interessado? Para acessar, é muito simples: clique no botão abaixo e cadastre-se gratuitamente para receber a carteira completa de títulos da renda fixa:

CONHEÇA 4 TÍTULOS PARA INVESTIR COM A SELIC A 14,75%

Criptomoedas: próxima pernada pode acontecer em breve; sistema detecta oportunidade com potencial de até R$ 1 milhão

22 de Março de 2026, 10:00

Depois de engatar uma série de valorizações recentes, o bitcoin (BTC) interrompeu o movimento e passou a cair, registrando recuo acima de 5% desde a última quarta-feira (18).

Com isso, uma questão recorrente entre investidores voltou à mesa: essa queda marca o início de um novo ciclo negativo ou representa apenas um respiro antes de novas altas?

Enquanto parte do mercado ainda tenta responder a essa pergunta, um sistema de investimento automatizado já aponta para o seguinte cenário: a formação de uma nova janela de valorização no mercado de criptomoedas.

Nessa “nova fase” das criptomoedas os investidores podem ter a oportunidade de buscar lucros capazes de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão.

Ficar de fora desse movimento pode custar caro ao investidor

Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus, relembra que o mercado cripto passou recentemente por uma forte correção. Desde outubro, diversos ativos sofreram quedas relevantes.

Segundo ele, esse movimento deixou boa parte do mercado “descontado”. E historicamente, esse cenário costuma anteceder movimentos mais expressivos de alta.

Outro fator que pode influenciar esse cenário é o ambiente macroeconômico global. De acordo com o analista, qualquer sinal mais claro de desescalada das tensões geopolíticas ou melhora nas expectativas econômicas pode funcionar como gatilho para as criptomoedas.

Na prática, a possibilidade de uma nova disparada das criptomoedas já começa a aparecer. O especialista aponta que o sistema de investimento automatizado, que utiliza modelos desenvolvidos pela equipe, já começou a indicar a possibilidade de um novo movimento relevante no bitcoin. Este comportamento pode acabar puxando outras criptomoedas.

“A gente está vendo sinais de que o bitcoin pode iniciar um movimento de alta mais forte em breve. E, quando isso acontece, as criptos menores, especialmente as memecoins, tendem a acompanhar esse movimento”, afirma.

Esse efeito em cadeia não é novidade no mercado cripto. Historicamente, ciclos de alta do bitcoin costumam abrir espaço para valorizações ainda mais intensas em ativos menores, que apresentam maior volatilidade. Consequentemente, maior potencial de multiplicação.

Contudo, esse movimento pode ganhar força a qualquer momento. E por isso, o time de criptomoedas da Empiricus aponta que, se preparar agora é crucial, pois, “se a gente perder essa pernada, vamos ficar muito para trás”, alertam.

Foi justamente para que os investidores pudessem ter tempo hábil para se preparar que a equipe decidiu liberar novos logins do Memebot One Million.

Anote na agenda: em 23 de março,  Empiricus liberará novos acessos ao Memebot One Million

O Memebot One Million faz parte do ecossistema que detectou novas oportunidades em criptomoedas, com potencial de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão, que devem surgir em breve.

A ferramenta foi criada com o objetivo de identificar e executar operações com memecoins de forma automatizada. Para isso, ela buscar capturar oportunidades pontuais sem que o investidor precise acompanhar o mercado o tempo todo.

Ou seja, em vez de o investidor tentar “caçar” oportunidades manualmente, o sistema faz esse trabalho de forma automatizada.

Segundo Rebelo, a ideia é justamente não depender de timing humano para capturar movimentos rápidos. “A proposta é usar o robô para tentar operar esse movimento, seja ele de alta ou até mesmo de queda”, afirma.

Isso porque o sistema também pode operar em diferentes direções, buscando se adaptar às condições do mercado para tentar transformar um capital inicial de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo do tempo, aproveitando justamente movimentos mais intensos do mercado cripto.

Naturalmente, é importante reforçar que não há garantia de lucro e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, especialmente no caso das memecoins.

Ainda assim, a proposta da ferramenta é usar tecnologia e automação para tentar capturar oportunidades que, muitas vezes, passam despercebidas para quem opera manualmente.

Para apresentar a ferramenta e tentar garantir que os interessados tenham acesso a ela antes da nova pernada de alta das criptomoedas, a Empiricus vai realizar um evento online e gratuito, no dia 23 de março.

Ao final da apresentação, novos acessos ao Memebot One Million devem ser liberados. Mas atenção: essas vagas costumam ser disponibilizadas de forma limitada.

Então, se você quiser entender melhor como funciona o sistema que detectou essa nova janela no mercado cripto, inscreva-se gratuitamente para participar da apresentação.

QUERO APROVEITAR A PRÓXIMA ‘PERNADA’ DO MERCADO CRIPTO

Tchau, Direcional (DIRR3): construtora dá lugar à ação que pode surfar queda da Selic e turbinar dividendos

5 de Março de 2026, 10:00

A Carteira de Dividendos da Empiricus fechou fevereiro com valorização de 9,7%, desempenho 142% acima do registado pelo Ibovespa (4%) no mesmo período. Segundo Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, além da seleção criteriosa dos ativos, o cenário externo também contribuiu para o resultado positivo.

Com o dólar em trajetória de enfraquecimento e o aumento das tensões geopolíticas no radar, investidores estrangeiros voltaram a direcionar recursos para mercados emergentes. Só nos dois primeiros meses do ano, o fluxo de capital vindo de fora já soma cerca de R$ 40 bilhões no Brasil.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Essa ação pode se beneficiar do início do ciclo de corte de juros

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade: trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Veja a carteira completa de dividendos recomendada pela Empiricus para março

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

GRATUITO: ACESSE A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS PARA MARÇO

❌