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ANP propõe que leilões de petróleo e gás sejam realizados na B3 a partir de 2027

27 de Abril de 2026, 20:45
Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) (Foto: Saulo Cruz/MME)

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia transferir para B3 os leilões da Oferta Permanente a partir de 2027. A ideia é focar em questões mais estratégicas das licitações – como a busca de novas áreas para oferta -, e deixar para a B3 a parte operacional da venda.

“O coração das nossas licitações continuará sendo conduzido pela ANP. E à B3 caberá dar a infraestrutura necessária à agência e às empresas licitantes”, explicou a diretora da ANP, Symone Araújo, na abertura do workshop “Novo Modelo de Licitação de E&P da ANP: Parceria com a B3”, realizado nesta segunda-feira, 27.

Estiveram presentes ao evento empresas que participam de rodadas de licitações de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural (E&P) da agência. O objetivo foi apresentar a proposta de novo modelo para as licitações, em parceria com a bolsa de valores, a B3, e ouvir sugestões e dúvidas do mercado.

Segundo Araújo, desta maneira a agência poderia se dedicar ao seu core business, que é enxergar as oportunidades, entender quais blocos devem ser colocados e em qual momento, assim como decidir se vai configurar a licitação mais para terra, mais regionalizada, mais para novas fronteiras ou mais para gás, por exemplo. “Nosso maior interesse é tornar nossas bem-sucedidas rodadas de licitações cada vez melhores”, acrescentou a diretora.

Para aplicar as alterações propostas, será necessário alterar os editais da Oferta Permanente, que passarão pelas etapas de consulta e audiência públicas, informou a ANP.

Entre as principais mudanças, destacou a agência, está o fato de toda a documentação ser entregue digitalmente, eliminando entregas em papel, como ocorre hoje. Além disso, os leilões poderão ocorrer tanto na sede da B3 quanto totalmente online.

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Guerra no Oriente Médio, petróleo em alta e mercados em alerta: onde investir agora? Analista explica cenário e faz recomendação

25 de Março de 2026, 16:38

Quem acompanha as notícias globais, certamente está ciente da guerra no Oriente Médio e da consequente alta dos preços do petróleo. Também deve ouvir falar bastante do estreito de Ormuz e do sentimento de receio que toma os mercados – desde as bolsas até as criptomoedas.

Porém, os pontos de conexão entre todos esses nomes e, especialmente, o que esperar da economia e dos investimentos em períodos de conflito, não são facilmente compreendidos por todo mundo.

Pensando nisso, Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research, traz um “aulão” para explicar, de forma simples e clara, o que está acontecendo no mundo agora – e onde investir. Confira:

Abaixo, trazemos os principais pontos abordados no vídeo.

Estreito de Ormuz: o ‘ponto de estrangulamento’ da economia mundial?

Os receios econômicos mundiais começam pelo Estreito de Ormuz: uma passagem que, em seu menor ponto, possui cerca de 33km entre os Emirados Árabes Unidos e o Irã. É por lá que 20% do petróleo comercializado no mundo inteiro é escoado.

Ormuz é um dos oito principais choke points (“pontos de estrangulamento”, em português) do comércio marítimo global. Dentre os outros, estão nomes como os canais do Panamá e de Suez.

Desde o início do conflito, o Irã alega que o estreito está fechado, o que nunca aconteceu de forma formal, mas sim por meio de ameaças aos navios que ousassem atravessá-lo.

“O que existe é um fechamento na prática: as ameaças do Irã, e os barcos se recusando a atravessar – e as seguradoras das embarcações também falando que não é para atravessar”, afirma Spiess.

E por que é de interesse do Irã manter a passagem fechada? Bom, a explicação é simples: o Irã é militarmente inferior aos seus adversários no conflito. Com isso, o que resta é usar Ormuz como estratégia de guerra, atingindo diretamente toda a economia ocidental.

“Eles querem aumentar o custo econômico para o Ocidente o máximo possível, porque é o que resta para eles. Do lado militar, os EUA têm superioridade”, afirma Spiess.

Com o fechamento do estreito atingindo em cheio, especialmente, o escoamento do petróleo, a escassez leva o preço do barril às alturas – e todo o ocidente pode, literalmente, pagar a conta.

Irã pode ter motivos para normalizar funcionamento do estreito de Ormuz em breve, segundo analista

Segundo Spiess, para o Irã, o interesse de aumentar os custos econômicos para o restante do mundo pode ser de curto prazo – porque o próprio país é dependente do funcionamento normal da passagem.

“Falamos muito do que sai do estreito, mas pouco do que entra”, afirma Spiess. No caso, Ormuz é a principal porta de entrada de comida para o Irã, considerando que a produção local é escassa.

Manter o estreito fechado por muito tempo gera o risco de uma crise humanitária na região, o que não estaria nos melhores interesses do governo.

Um dos principais aliados econômicos do Irã, a China, também tem interesse na reabertura do estreito.

O que o mercado quer que aconteça no futuro próximo?

O mercado, no meio do fogo cruzado, não gosta de incertezas. Para muito além da alta do petróleo, isso é o que também tem gerado estresse nos ativos de risco globais.

Inicialmente, os EUA anunciaram que o conflito tinha prazo para acabar: cerca de 5 semanas. Porém, esse prazo está próximo de terminar – e não há sinais de arrefecimento. “A falta de perspectiva para o final de um conflito é o que incomoda o mercado”, afirma Spiess.

Para o analista, uma normalização do estreito de Ormuz é uma das principais expectativas do mercado no momento. Sendo o encerramento do conflito, claro, como cenário ideal.

Porém, Spiess comenta que nem o fim da guerra seria suficiente para que tudo volte a ser como era antes, pelo menos no curto prazo.

“Não basta só encerrar, porque começaremos a ter um legado desse conflito. Vai demorar muito mais tempo para termos uma situação normalizada”, afirma.

Estados Unidos também têm seus motivos para não continuarem guerra no Oriente Médio

O analista traz alguns pontos, em especial, que podem influenciar os EUA a encerrarem a guerra eventualmente.

  • Custos do conflito

Os EUA já gastaram mais de US$ 20 bilhões com esse conflito – e somam cerca de US$ 39 trilhões de dívida até o momento.

“O fiscal americano, que já está problemático, está piorando ainda mais por conta do conflito”, afirma. Somadas às contas públicas, um outro fator vem para exercer ainda mais pressão:

  • Inflação

“Se você impede que haja o tráfego de petróleo, isso encarece o petróleo e seus derivados. Consequentemente, o combustível na bomba fica mais caro, e então precisamos de reajustes de preços. O medo de inflação é muito grande, porque se há mais inflação, precisamos de mais juros”, afirma Spiess.

Esse é o “efeito dominó” mais temido pelos mercados. O que começa com a alta do petróleo, pode “acabar desaguando em outros segmentos”, como transportes, fertilizantes e alimentos, segundo o analista.

“Todo mundo tem medo disso [inflação], inclusive o próprio Donald Trump”, afirma o analista. Especialmente porque 2026 é ano de midterms – as “eleições de meio de mandato” nos EUA.

  • Eleições de meio de mandato nos EUA

Segundo Spiess, não parece ser de interesse de Donald Trump chegar às eleições de meio de mandato (midterms), no mês de novembro, com uma economia norte-americana fragilizada.

Nesse caso, o encerramento da guerra seria um fator aliado: “Se o conflito acabar o quanto antes, os preços podem normalizar, e a pressão esperada para a inflação seria minimizada”, afirma.

Uma recomendação de investimento para se expor ao xadrez geopolítico do momento

Spiess explica que, após um conflito que afeta diretamente a cadeia de suprimentos mundial, empresas e indústrias são obrigadas a se reorganizarem em forma de novos investimentos.

Esse boom de capex implica em um boom de inflação que, consequentemente, traz um “playbook” clássico na reação dos mercados: a compra de ativos de proteção, como o ouro, e também de commodities.

Historicamente, commodities agrícolas tendem a entrar em rali após períodos de disrupção nos preços do petróleo.

Hoje, os preços ainda não estão acompanhando a última alta do barril, o que cria “uma tese muito interessante” ligada à possível valorização que esses ativos podem capturar no futuro próximo.

Com isso, para o analista, esse é um bom momento para o investidor se posicionar em ativos ligados ao setor: sua principal recomendação é o ETF CMDB11, que replica a performance de ações de empresas brasileiras produtoras e exportadoras de commodities.

“Estruturalmente, acredito que as commodities estão entrando em um bull market, para além de um ou outro conflito”, conclui.

Clique no vídeo abaixo para assistir a aula na íntegra e, assim, ouvir mais sobre a tese de investimento, além de todos os principais pontos abordados:

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Preço do petróleo ‘não volta mais aos US$ 50’, diz analista que discute oportunidades de investimento nesse cenário

18 de Março de 2026, 14:45

Com a escalada dos conflitos no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã, culminando no fechamento do estreito de Ormuz, o petróleo à vista (tipo brent) segue negociado acima dos US$ 100 nessa semana, maior patamar dos últimos 4 anos.

Nesse cenário, investidores podem se perguntar até onde os preços podem ir, ou se é possível esperar por uma queda, uma vez que os conflitos sejam apaziguados de alguma forma.

Por enquanto, não há nenhum sinal concreto de encerramento da guerra no Oriente Médio. Mas mesmo que acordos venham, é possível que o preço do petróleo não volte a ser o que era antes.

“Se o conflito terminasse amanhã e o estreito de Ormuz fosse liberado, mesmo em uma questão de sobreoferta, entendo que o petróleo não volta mais para a casa dos 45, 50 dólares. Esse cenário saiu de cena”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research.

Ruy Hungria e Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, comentaram o assunto no primeiro episódio da nova temporada do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar no último sábado (14). Confira:

Em um mundo de conflitos, o petróleo segue sendo hedge geopolítico

Hungria explica que a guerra lembrou ao mercado que expectativas podem ser quebradas a qualquer momento, o que pode seguir refletindo no preço do petróleo por mais tempo.

“É simplesmente por conta de um prêmio de risco, o risco de que tenhamos uma quebra de oferta de alguma forma. Mesmo que o conflito passe, o mercado entendeu que não dá para tirar isso das contas. Essa incerteza já é suficiente para adicionar alguns dólares a mais ao valor do petróleo”, afirma.

“Estamos pulando de conflito em conflito. Não temos mais aquela janela prolongada de paz [no mundo]. Então, o petróleo serve de hedge geopolítico”, complementa Matheus Spiess.

O que esperar do preço do petróleo nos próximos dias?

Dada a volatilidade do cenário atual, ambos os analistas não cravam um teto de preço para o petróleo. Entretanto, a continuidade da alta não é descartada especialmente porque o governo iraniano tem interesse em escalar a guerra.

“É de interesse do Irã escalar, inviabilizando a passagem do estreito de Ormuz, por conta de seu papel fundamental na cadeia de suprimentos internacional. Não resta nada a eles, a não ser aumentar o custo econômico para o Ocidente”, afirma Spiess, que continua:

“Preços extremos são possíveis de acontecer, mas existe um cenário-base de que o conflito não dure tanto. Entretanto, não significa que não carreguemos consequências de um petróleo mais alto por algum tempo”.

Apesar disso, o analista conclui que o processo deve seguir a maior parte dos “exemplos históricos de choque geopolítico”. Isto é, a princípio, uma maior volatilidade, seguida de uma normalização nos mercados. Essa possível normalização é o ponto de maior atenção aos investidores.

“Diante dessa crise humanitária, podemos observar janelas de oportunidade para alguns ativos específicos”, conclui.

Nessas janelas de oportunidade, inclusive, há uma ação brasileira que tem sido uma das mais beneficiadas pela alta do petróleo, mas que, ao mesmo tempo, não depende desse rali para trazer boa performance.

‘Janela de oportunidade’: as ações brasileiras que podem se beneficiar do cenário atual

Dito isso, quais os “ativos específicos” recomendados pelos analistas no momento?

Ruy Hungria aponta que as petroleiras brasileiras têm se beneficiado desse cenário. Como a Petrobras (PETR4), por exemplo, que atualmente está presente em séries da Empiricus como Vacas Leiteiras e Double Income, focadas recomendações para dividendos e geração de renda extra.

Porém, a Petrobras está mais exposta ao risco político, segundo os analistas. Se o petróleo continuar subindo, o atual governo brasileiro pode se preocupar em não elevar o preço dos combustíveis.

“Combustível mais alto pega na popularidade do governo, que já está bem prejudicada ao longo dos últimos meses”, afirma Spiess. Consequentemente, é possível que “a conta da Petrobras não feche”.

Em contrapartida, a Empiricus também indica uma outra petroleira brasileira que não está exposta a esse risco e, ao mesmo tempo em que se beneficia da alta do petróleo, não depende apenas disso para gerar valor, favorecendo o ponto de entrada atual.

Essa empresa é uma “ótima geradora de caixa” e consegue “o operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais”, independentemente do cenário atual, segundo o relatório.

Além disso, espera-se que seu custo de extração do petróleo fique em torno de US$ 8 por barril em 2026, valor considerado muito barato no setor. A empresa já está “ganhando muito mais dinheiro” atualmente, segundo Ruy Hungria.

“Essa empresa é a que mais gostamos, a melhor operadora entre as privadas, e tem uma grande expectativa de crescimento de produção. Ela, na verdade, é quem mais se beneficia dessa alta do petróleo”, conclui o analista no programa.

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Não é Petrobras (PETR4): alta do petróleo favorece entrada em outra ação do setor, segundo a Empiricus

10 de Março de 2026, 14:08

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, tem pressionado fortemente os preços do petróleo. Nos últimos dias, a commodity entrou em forte alta até o brent spot atingir US$ 119 na última segunda-feira (9), nível mais alto desde 2021.

Essa disparada está ligada, sobretudo, à situação do estreito de Ormuz, passagem estratégica pela qual escoa grande parte do petróleo exportado pelo Oriente Médio para os mercados globais. O governo iraniano alega que a rota está fechada.

Nesta terça-feira (10), o preço do petróleo passou a cair rapidamente, para o patamar dos US$ 90, após afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra no Irã pode terminar em breve.

Diante desse cenário, o Ibovespa, que também ficou pressionado pelo conflito, mostrou “alívio”. Ao longo do pregão desta terça o índice chegou a apresentar alta de 1,62% no início da tarde.

De qualquer forma, as proporções do conflito ainda são incertas, e não há previsão de retomada das atividades “integrais” do estreito de Ormuz.

Esse cenário pode continuar pressionando os preços para cima o que, por um lado tende a amplificar a aversão ao risco nos mercados globais. Contudo, também pode beneficiar ações ligadas ao setor de óleo e gás.  Nesse contexto, como investidor deve se posicionar?

‘Mais transitório do que perene’: os impactos do conflito no Oriente Médio para os ativos brasileiros

“A guerra deve ocupar um espaço mais transitório do que perene no mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus, em conteúdo publicado para assinantes da casa no último dia 4 de março. “O contexto do petróleo ‘para cima’ não é ruim para o Brasil”.

A chave para esse raciocínio está na exportação do petróleo brasileiro que, nesse caso, pode suprir a demanda não atendida pelo Oriente Médio.

“Até por questões humanitárias, o mercado prefere que a guerra não exista. Mas o Brasil é um dos grandes exportadores de petróleo no mundo. Inclusive, é mais beneficiado do que a própria Rússia”, afirma. E conclui:

“Isso teria impactos de crescimento de PIB para o Brasil, redução de déficit fiscal, porque gera-se muita receita tributária com o petróleo. […] Tem um pouquinho de impacto no IPCA, mas também não é ‘de outro mundo’. Então mesmo sob uma ótica de ‘petróleo para cima’, isso não é necessariamente ‘horrível’ para o Brasil.”

Com isso, é possível que investidores deduzam que esse é um cenário favorável para investir nas ações de petroleiras. A Petrobras (PETR4) costuma ser a primeira a vir à mente dos investidores, por ser um dos nomes mais conhecidos do grande público e ter histórico de bons retornos aos acionistas.

Entretanto, neste momento uma outra ação de petroleira é a preferida da Empiricus para quem deseja investir em ações compounders. Isto é, geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

Essa ação brasileira é uma das maiores beneficiadas pela alta do petróleo, mas pode performar bem independentemente disso

Para a Empiricus, as ações da Petrobras (PETR4) são uma aposta específica para o investidor que mira na distribuição de dividendos em sua carteira, e não como uma compounder de patrimônio.

Assim, pensando na valorização do preço das ações, em relatório do último dia 5 de março, os analistas da Empiricus revelaram que uma outra ação é a preferida da casa no setor de petróleo e gás.

O relatório expõe que, desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, o comportamento dessa ação, em especial, descolou do desempenho do Ibovespa e passou acompanhar a valorização do petróleo brent, chegando a performar 9,1 pontos percentuais acima do índice da bolsa brasileira.

Nesse período, a ação em questão subiu 6%. A Petrobras (PETR4), em comparação, registrou alta de “apenas” 2% em seus papéis.

“A mesma aversão ao risco que costuma derrubar ativos de renda variável, de maneira geral, costuma beneficiar ativos vistos como hedge e, naturalmente, os seus produtores. É o caso dessa ação, cuja geração de caixa e lucros estão diretamente ligados ao preço do petróleo”, comentam os analistas.

Fonte: Bloomberg | Elaboração: Empiricus

Mas apesar dos analistas apontarem que “qualquer valorização da commodity tende a alavancar os resultados da empresa”, o que favorece a entrada no ativo atualmente é, justamente, não depender somente disso.

A empresa é recomendada “por ser uma ótima geradora de caixa e operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais. Ou seja, ela independe desse cenário para performar”, segundo os analistas.

Além disso, comentam que, para 2026, espera-se que o custo de extração do petróleo da empresa atinja cerca de US$ 8 por barril, valor considerado muito barato no setor. Com isso, qualquer valorização da commodity tende a alavancar seus resultados.

Atualmente, as ações dessa petroleira fazem parte da carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras para investir no momento.

E se você quiser saber mais sobre essa recomendação de investimento, temos uma boa notícia.

Gratuito: conheça a carteira Empiricus Top Picks com as 10 ações selecionadas para março

Você pode conhecer a petroleira recomendada pela carteira Empiricus Top Picks acessando, como cortesia, o relatório completo da carteira.

Porém, aqui vale um alerta: a Empiricus não recomenda que o investidor se exponha somente às ações de petroleiras. É preciso criar uma carteira equilibrada entre ações cíclicas e defensivas, que possam trazer resultados independentemente do cenário econômico.

Por isso, no relatório da Empiricus Top Picks, você conhece as teses de investimento não só da ação “protagonista” desse texto, como também os outros 9 papéis selecionados nesse mês de março.

Para liberar seu acesso, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é 100% gratuito:

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