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Received today — 21 de Maio de 2026Negócios

Bitcoin hoje sobe com possível acordo entre Estados Unidos e Irã

21 de Maio de 2026, 17:36

O bitcoin hoje avança próximo à estabilidade nesta quinta-feira (21), após relatos de um possível acordo entre os Estados Unidos e o Irã alimentarem o apetite por risco dos mercados. Contudo, a movimentação da criptomoeda permanece contida.

Por volta das 17h20 (em Brasília), o bitcoin avançava 0,06%, a US$ 77.704,26, enquanto o ethereum recuava 0,13%, a US$ 2.139,94, de acordo com a plataforma Binance.

A primeira criptomoeda inverteu sinal e passou a subir à medida que circulava entre os traders a notícia do Al Arabiya apontando para um acordo final preliminar entre Washington e Teerã. O veículo afirma que os países se comprometeram a respeitar um cessar-fogo abrangente e liberar o fluxo no Estreito de Ormuz.

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Assim como no mercado de criptoativos, os índices acionários também reagiram positivamente à publicação – que, em contrapartida, pressionou o petróleo e os rendimentos dos títulos governamentais (Treasuries).

Enquanto o FxPro avalia a recuperação como “cautelosa”, o Zaye Capital Markets aponta que a movimentação de preços da moeda digital no curto prazo ainda permanece limitada pela fraqueza dos fluxos institucionais e na demanda por ETFs (fundo de investimento negociado na Bolsa como se fosse uma ação) de bitcoin, além de uma “cautela macroeconômica”.

Mesmo em meio ao cenário de alívio geopolítico, o mercado continua a precificar uma alta nos juros ainda em dezembro de 2026, segundo a ferramenta do CME Group.

No radar, o IPO, oferta pública inicial, da SpaceX mostrou que a empresa possuía 18.712 bitcoins em 2025, cerca de US$ 1,4 bilhões. Dados da CoinMarketCap mostram que essa é a nona maior reserva da criptomoeda do mercado, à frente até da corretora Coinbase.

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Somando-se às moedas digitais da Tesla, as operações de Elon Musk detêm mais de 30.000 bitcoins, sendo o quinto maior detentor mundial do BTC, ainda segundo dados da CoinMarketCap.

*Com informações de Dow Jones Newswires

Received before yesterdayNegócios

Mercados internacionais fecham com desempenho misto, com investidores reagindo a aversão ao risco

7 de Abril de 2026, 18:25

Ouça aqui o fechamento de mercado no Spotify

Nos mercados internacionais, o pregão foi marcado por um viés defensivo, com investidores reduzindo a exposição a ativos de risco diante do aumento das tensões geopolíticas e da ausência de sinais claros de descompressão no curto prazo. O petróleo teve uma sessão volátil, reforçando preocupações inflacionárias no radar e sustentando os rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) durante quase todo o dia.

Esse cenário se inverteu no final da sessão, após pedidos do Paquistão para que os EUA estendessem o prazo de negociações com o Irã, enquanto o país solicitou também que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz (caminho por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial) como gesto de boa-fé. Sem a divulgação de indicadores relevantes, o noticiário externo seguiu como principal direcionador dos preços.

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As bolsas de Nova York zeraram as perdas e encerraram próximas da estabilidade, e as da Europa terminaram a sessão em queda, refletindo a busca por proteção, enquanto o dólar manteve viés de apreciação frente a moedas emergentes.

No Brasil, o mercado doméstico acompanhou o humor negativo do exterior durante quase toda a sessão; porém, nos últimos minutos, zerou as perdas com o pedido de extensão de prazo para as negociações feito pelo Paquistão aos EUA. O Ibovespa encerrou próximo da estabilidade, avançando 0,05%, aos 188.258 pontos, com giro financeiro de R$ 26,3 bilhões, após renovar mínimas ao longo do dia.

As curvas de juros também reduziram as perdas encerrando próximo a estabilidade, enquanto o dólar avançou 0,17% frente ao real, encerrando cotado a R$ 5,15.

Ouro fecha mais um dia em queda em meio a conflito no Oriente Médio e posições de BCs

24 de Março de 2026, 16:30

O contrato futuro do ouro fechou queda nesta terça-feira (24), estendendo perdas após encerrar a última sessão em baixa de quase 4%, à medida que os investidores monitoram desdobramentos do conflito no Oriente Médio, bem como a veracidade do diálogo entre os EUA e o Irã para encerrar as hostilidades.

O mercado também acompanha a compra do metal precioso por bancos centrais e sinalizações sobre a trajetória de juros dos principais BCs do mundo.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York, o ouro para abril encerrou em queda de 0,12%, a US$ 4.402,00 por onça-troy. Já a prata para maio teve alta de 0,31%, a US$ 69,569 por onça-troy.

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O Irã lançou novas séries de mísseis contra Israel e países árabes do Golfo Pérsico hoje, um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que as partes estavam envolvidas em um diálogo que poderia encerrar as tensões no Oriente Médio.

Diante do ambiente de elevada incerteza e dos riscos geopolíticos, o chefe global de bancos centrais do Conselho Mundial do Ouro (WGC), Shaokai Fan, afirmou que o papel do ouro como proteção deve incentivar os bancos centrais que estiveram ausentes do mercado a comprar o metal precioso este ano.

Ainda no noticiário do metal precioso, fontes disseram à Bloomberg que o banco central da Turquia prepara um conjunto de ferramentas para defender a lira da volatilidade cambial decorrente a guerra dos EUA e Israel contra o Irã, que inclui a possibilidade de utilizar suas vastas reservas de ouro.

Para o Saxo Bank, o impasse geopolítico segue desencadeando um amplo choque macroeconômico nos mercados globais, forçando os investidores a reavaliar simultaneamente a inflação, as taxas de juros, o crescimento e as condições de liquidez, o que tem pressionado o ouro, no geral.

“O ouro está sendo vendido porque continua sendo um dos poucos ativos líquidos que ainda apresentam ganhos no último ano”, pondera.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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