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Ronaldo volta a desmentir frase sobre Messi e revela bastidor em conversa com Romário: 'Inventaram a entrevista'

23 de Junho de 2026, 08:41

Uma declaração atribuída a Ronaldo Nazário durante a Copa do Mundo voltou a ser assunto após o ex-atacante revelar, em entrevista ao também ex-jogador Romário, que jamais disse que Lionel Messi é o maior jogador da história do futebol. O tema surgiu quando Romário questionou diretamente o amigo sobre a repercussão da frase atribuída a ele por um veículo espanhol. — Que por#@ é essa de Messi melhor da história? — perguntou Romário. Initial plugin text Ronaldo respondeu afirmando que ficou tão surpreso quanto o público ao ver as declarações circulando pela imprensa e pelas redes sociais. — Eu não estava entendendo o que estava acontecendo. Falamos com as pessoas da imprensa para entender de onde estava saindo isso. Foi uma entrevista que o Mundo Deportivo, de Barcelona, inventou e distribuiu como se fosse minha. Com minhas aspas — afirmou o Fenômeno. A polêmica ganhou força durante a Copa do Mundo após Messi ultrapassar Ronaldo na lista dos maiores artilheiros da história do torneio. Na ocasião, diversos veículos repercutiram uma suposta entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo em que o brasileiro teria afirmado que o argentino era o maior jogador de todos os tempos. Entre as frases atribuídas a Ronaldo estava uma declaração que dizia que "era hora de o mundo parar de se esconder e aceitar o fato de que Messi é o melhor jogador de todos os tempos". Pouco depois da repercussão, a assessoria do ex-atacante negou oficialmente a entrevista e informou que Ronaldo jamais havia conversado com o veículo espanhol. Apesar de rejeitar a autoria das declarações, o campeão mundial de 1994 e 2002 nunca escondeu a admiração por Messi. Após ser ultrapassado pelo argentino na artilharia histórica das Copas do Mundo, Ronaldo gravou uma mensagem parabenizando o camisa 10 da Argentina. — Se tem alguém que merece passar e ter esse título de artilheiro de todas as Copas de todos os tempos, acho que o Messi é o cara perfeito para estar ali — declarou .

Champeta x soukous: rivais em campo, Colômbia e RD Congo se reconhecem na música

23 de Junho de 2026, 07:33

Colômbia e República Democrática do Congo estão distantes no mapa cerca de 10 mil quilômetros, separadas pelo território brasileiro e pelo Oceano Atlântico. A lonjura — e a logística complexa de viajar entre os países, que não têm voos diretos entre si — não impediu que os rivais na Copa do Mundo compartilhassem semelhanças numa de suas principais manifestações culturais: a música dos soukous (pronuncia-se “sukus”) congoleses e da champeta colombiana. A influência da RD Congo na música do país latino se deu ainda na década de 1960. Conta a história que discos do gênero congolês chegaram à Colômbia levados por marinheiros que desembarcavam nos portos de Cartagena e Barranquilla. O som dançante dos soukous — também conhecido como rumba zairense, em referência ao Zaire, nome da RD Congo entre as décadas de 1970 e 1990, durante a ditadura de Mobutu Sese Seko — começou a ser tocado nas cidades costeiras nos picós, os gigantes sistemas de som da região, móveis e coloridos para representar cada um dos picoteros, como são chamados os DJs por lá. A competição era grande. Pesquisadores contam que era comum que os picoteros retirassem os rótulos dos discos de vinil para dificultar a identificação dos artistas. Mas havia uma outra dificuldade: o idioma. Os colombianos não entendiam o que os artistas congoleses — cantando não apenas em francês, mas também em línguas nativas como o lingala e o kikongo — falavam nas músicas. Sem conseguir traduzir, eles passaram a compor letras próprias, em espanhol, até que surgiu um gênero próprio colombiano: a champeta. Tecladista e baterista do Rappa e membro do Afrika Gumbe, projeto de músicas em iorubá, Marcelo Lobato dá um passo atrás e lembra que a influência da RD Congo no gênero musical colombiano é fruto de uma “viagem de ida e volta”. Isso porque, diz ele, a rumba congolesa é fruto de uma contribuição direta de gêneros afro-cubanos, como o son e a rumba. — Os colombianos desenvolveram uma versão deles, de identidade própria. Misturaram também música black, cânticos indígenas, arranjos com flautas, acordeon e até influências europeias — explica. Sucesso com Shakira Tanto no soukous quanto na champeta, fazem parte do som guitarras e vozes sobrepostas, baixo bem marcado e percussão. As letras abordam principalmente histórias de amor e temas do cotidiano de bairros populares. — São ritmos muito particulares. São como relógios suíços com swing. Tudo encaixadinho numa sincronia perfeita — elogia Lobato. Nomes clássicos da época para conhecer a champeta são El Sayayin, Mr. Black e Louis Towers. Já do lado do soukous congolês, estão Franco Luambo, Papa Wemba, Nico Kasanda e M’bilia Bel. Mais recentemente, em 2020, a champeta ganhou destaque internacional quando Shakira levou o gênero colombiano para o palco do Super Bowl. Junto com um balé, ela dançou “Icha”, de Syran Mbenza com Diblo e Lokassa Ya Mbongo. Segundo o jornal El País, a música era conhecida como “El Sebastián” e ganhou fama pelo picotero Syran Mbenza, de Barranquilla, no fim dos anos 1980. A apresentação de Shakira acabou ganhando as redes sociais e virou “desafio” de dança, o #champetachallange, que somou mais de 125 mil publicações no TikTok. Semelhanças musicais à parte, as seleções de Colômbia e RD Congo se enfrentam hoje, em Guadalajara, no México, de olho na segunda fase da competição. Se os colombianos vêm de uma vitória na estreia sobre o Uzbequistão, por 3 a 1, os congoleses chegam embalados, em busca dos primeiros três pontos, após o celebrado empate com Portugal, em 1 a 1. O resultado, inesperado, deu aos congoleses o primeiro ponto na história das Copas. O país já havia disputado o Mundial em 1974, com o nome de Zaire. Na ocasião, perdeu os três jogos da primeira fase e não marcou gols.

Princesa consorte da Noruega passa por transplante de pulmão com sucesso, diz Palácio Real

17 de Junho de 2026, 05:31

A princesa consorte da Noruega, Mette-Marit, foi submetida com sucesso a um transplante de pulmão, anunciou nesta quarta-feira o Palácio Real. Ilha de Epstein vira febre nas redes, e influenciadores invadem cenário de escândalo em busca de conteúdo #É FAKE: Jeffrey Epstein foi visto dirigindo carro na Flórida? — Até o momento, o transplante pulmonar foi bem-sucedido — afirmou Arnt Fiane, chefe do departamento de cirurgia torácica do Hospital Nacional de Oslo. A princesa, de 52 anos, foi diagnosticada em 2018 com uma forma rara de fibrose pulmonar, doença que pode exigir transplante quando o quadro clínico se agrava. A informação sobre a cirurgia foi divulgada dois dias depois de um tribunal de Oslo condenar Marius Borg Høiby, filho de Mette-Marit de um relacionamento anterior, a quatro anos de prisão por dois estupros. Nos últimos meses, o estado de saúde da princesa se deteriorou significativamente, levando à redução de seus compromissos oficiais. Recuperação deve durar várias semanas — Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem até agora — disse Are Holm, chefe do serviço de pneumologia do Hospital Nacional: — Assim como todos os demais pacientes recém-transplantados, a princesa consorte permanecerá hospitalizada (...) por várias semanas. Trata-se de um procedimento padrão destinado a ajustar a medicação, lidar com possíveis complicações e garantir a reabilitação. Segundo o Palácio Real, o príncipe herdeiro Haakon, marido de Mette-Marit e futuro rei da Noruega, reduzirá sua agenda de compromissos para permanecer ao lado da esposa durante o período de recuperação.
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