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Quase 70% das dicas de dieta no TikTok e no Instagram são enganosas, mostra novo estudo

11 de Setembro de 2026, 10:25

Gosta de ver dicas e truques para emagrecer no TikTok e no Instagram? O que aprendeu até agora nas redes sociais, com pessoas que não são profissionais da saúde, pode estar baseado em afirmações enganosas, como mostra um novo estudo. Tabagismo na infância: Primeiro cigarro de menino indonésio que fumava 40 unidades por dia aos 2 anos foi oferecido pelo pai Viralizou: Influenciadora que comia grandes quantidades de comida em vídeos morre aos 24 anos após complicações de saúde na China Pesquisadores analisaram 300 vídeos com hashtags populares e descobriram que ao menos 68% de todo o conteúdo estudado apresentava mentiras ou informações fraudulentas. Os erros observados nesse tipo de conteúdo enganoso provinha de influenciadores falando sobre nutrição sem qualquer tipo de credencial acadêmica. As hashtags analisadas foram #healthylifestyle (estilo de vida saudável, traduzido do inglês), #nutrition (nutrição) e #cleaneating (alimentação limpa) entre 25 e 27 de maio de 2025, no TikTok e no Instagram. Ao menos 36% dos vídeos promoveram um padrão alimentar específico e 67% enfatizaram a alimentação "limpa" ou "saudável" como mensagem central. Suplementos ou os chamados superalimentos apareceram em cerca de 75% dos vídeos, e aproximadamente metade transformou a alimentação saudável em uma espécie de tendência de estilo de vida. O Instagram mostrou um padrão de preferência por conteúdos focando na objetificação do corpo, pois o tema apareceu em 78% dos vídeos analisados da rede, em comparação com 48% no TikTok. O Instagram também deu mais zoom em partes específicas do corpo e foi muito mais propenso a mostrar pessoas com corpos magros e musculosos, 70,7% das vezes contra 47,3% no TikTok. Além disso, a rede social também apresentava uma maior tendência a mostrar vídeos sobre treinamento de força como forma de mudar o físico. Enquanto o TikTok tendeu para exercícios aeróbicos e enquadrou a saúde em termos de bem-estar mais geral. A partir disso, a equipe buscou nos vídeos sinais de ortorexia nervosa, uma condição caracterizada por uma obsessão doentia por consumir apenas alimentos considerados “puros” ou “limpos”, regras alimentares rígidas e angústia quando essas regras são quebradas. Por outro lado, os conteúdos compartilhados por profissionais qualificados mostraram credibilidade. Segundo o estudo, 45,5% do conteúdo publicado por pessoas com credenciais era preciso, em comparação com apenas 4,7% do conteúdo de influenciadores não qualificados. Os resultados foram publicados na revista científica Journal of Technology in Behavioral Science. Redes impactam nas decisões sobre saúde Outro estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) afirma que mais de 1 em cada 5 usuários ainda relata tomar decisões relacionadas à saúde com base no que vê nas redes sociais. Quase 80% dos usuários acreditam que as informações de saúde nas redes sociais são falsas ou enganosas. Apesar dessa desconfiança generalizada, os dados apontam que a tendência é mais acentuada entre adultos com mais de 65 anos e latinos. A interação com a saúde não se limitou ao consumo de conteúdo — cerca de 85% dos usuários disseram ter publicado ou compartilhado informações pessoais e gerais sobre saúde nas redes sociais. Embora alguns criadores de conteúdo sejam realmente qualificados, outros simplesmente soam convincentes o suficiente para se passarem por especialistas. Com o conteúdo gerado por inteligência artificial inundando os feeds, evitar esses conselhos está se tornando cada vez mais difícil. Diferentemente dos canais de saúde tradicionais, essas plataformas geralmente carecem de uma revisão editorial rigorosa, o que facilita a disseminação de informações incorretas.

Veja o que é #FATO ou #FAKE na sabatina de William Siri ao GLOBO, Extra, Valor e CBN

9 de Setembro de 2026, 19:18

O candidato ao governo do Rio pelo PSOL, William Siri, foi entrevistado nesta quarta-feira (9) pelo GLOBO, Extra, Valor e CBN. Conduzida pelos apresentadores da CBN Rio Bianca Santos e Leandro Resende; pelo editor de Política dos jornais GLOBO e Extra, Thiago Prado; pelo colunista Bernardo Mello Franco e por Francisco Góes, chefe da sucursal do Valor no Rio, a entrevista começou às 10h30 e teve 1h30 de duração. Em sabatina, William Siri cita 'confusão' na esquerda com apoio de Lula a Paes, e chama Ruas de 'pupilo' de Castro Leia também: Siri defende proibição de helicópteros da polícia em operações no Rio: ‘É aterrorizante para as famílias’ A série foi aberta nesta terça-feira com o deputado estadual Douglas Ruas (PL). Anthony Garotinho (Republicanos) será sabatinado na quinta-feira. Eduardo Paes (PSD) fecha a programação, na sexta. Cada entrevista terá uma hora e meia de duração. A programação é a seguinte: 8 de setembro (terça-feira) - Douglas Ruas (PL) - leia a checagem 9 de setembro (quarta-feira) - William Siri (Psol) 10 de setembro (quinta-feira) - Anthony Garotinho (Republicanos) 11 de setembro (sexta-feira) - Eduardo Paes (PSD) A equipe do Fato ou Fake checou as principais declarações de William Siri. Leia: “Faltam pouco mais de três semanas para a eleição. A gente está na rua, com essa militância muito aguerrida. Essa oscilação [de 3% para 1% nas intenções de voto] acho que está dentro da margem de erro.” É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: Na pesquisa Quaest divulgada em 25 de agosto, William Siri tinha 3% das intenções de voto. O levantamento ouviu 1.302 eleitores e tinha margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Após nova rodada da pesquisa, divulgada em 8 de setembro, Siri apareceu com 1%. Foram novamente entrevistados 1.302 eleitores, com margem de erro de três pontos percentuais. A diferença entre os dois levantamentos foi, portanto, de dois pontos percentuais, inferior à margem de erro informada pela pesquisa. Assim, os números não permitem afirmar, isoladamente, que houve uma queda efetiva do candidato na pesquisa. “Há uma epidemia, muitos policiais estão se suicidando. Foram 55 policiais que morreram [suicidaram] no ano passado.” É fake g1 A declaração é #FAKE. Veja por quê: Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), sete policiais se suicidaram no Rio em 2025 — quatro militares e três civis. O número caiu pela metade em relação a 2024, quando foram registrados 14 casos. Os 55 casos não correspondem a suicídios. Esse número aparece em dados sobre o total de policiais mortos no estado: em 2024, foram 55 mortes, das quais 28 por letalidade violenta, 13 por acidentes e 14 por suicídio. Em 2025, o ISP registrou 69 policiais mortos, sendo 51 por letalidade violenta, 11 em acidentes e sete por suicídio. Procurada, a assessoria do candidato admitiu o equívoco. “[Eduardo Paes] em 2024, aumentou de 2 anos para 6 anos as contratações, na cidade do Rio de Janeiro, depois das eleições do primeiro turno, e depois jogou bomba nos professores.” Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Quando era prefeito do Rio de Janeiro, em 2024, Eduardo Paes enviou um projeto à Câmara de Vereadores (PL 2584) que ampliou o prazo para contratos temporários, sem concurso público, feitos pela Prefeitura. O tempo máximo desses contratos era de três anos e subiu para seis após a aprovação do projeto pelos vereadores. A aprovação motivou um protesto de professores em novembro de 2024. Os manifestantes ocuparam o plenário da Câmara de Vereadores, e o protesto foi encerrado pacificamente. Em dezembro, no entanto, os professores voltaram a protestar contra um novo projeto de Paes, o Projeto de Lei Complementar 186, que alterava a carga horária, a licença especial e a gestão do período de férias dos professores. O protesto foi dispersado com uso de bombas de gás lacrimogêneo pela Polícia Militar, que é subordinada ao governo do Estado e não à Prefeitura. “O saneamento básico também faz parte de uma política absurda que fizeram, desse mesmo grupo criminoso de Cláudio Castro, de Rodrigo Bacelar e cia, que vendeu a Cedae e está hoje piorando a vida da sociedade.” Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: A Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) leiloou quatro lotes de serviço de saneamento básico para a iniciativa privada em 2021 no início da gestão Cláudio Castro. O leilão arrecadou, em três dos quatro lotes em disputa, R$ 22,7 bilhões em outorgas, valor 114% maior que os mínimos previstos no edital. Mas a empresa não foi totalmente privatizada. A captação e tratamento da água ainda é feita pela empresa estatal. O que foi cedido à iniciativa privada foi a exploração dos serviços de água e esgotamento sanitário, por 35 anos. As concessionárias compram água do Estado para distribuir para a população. Depois da operação, supostos erros e inconsistências nos dados de cobertura de água e esgoto usados no edital de concessão foram alvo de questionamento. Um acordo de R$ 900 milhões entre a Cedae e as concessionárias foi posteriormente suspenso pelo Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ) e em abertura de inquérito pelo Ministério Público do Estado (MPRJ) para investigar se houve prejuízo aos cofres públicos. “O PSOL votou de forma unânime para que mantivesse a prisão de Rodrigo Bacellar [ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio]. Agora, uma parte do PSD, do Eduardo Paes, votou para ele sair da prisão. A boa parte, quase a maioria, basicamente a maioria do PL, votou para ele sair da prisão.” É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: Em 8 de dezembro de 2025, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) decidiu revogar a prisão do então presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil), suspeito de vazar informação de operação contra o aliado e ex-deputado TH Joias, ligado ao Comando Vermelho (CV). 65 deputados estavam presentes na sessão, três, ausentes e um estava licenciado. Foram 42 votos “sim”, a favor da revogação, 21 votos “não”, para manter a prisão, e duas abstenções. Os cinco deputados do PSOL apoiaram, de forma unânime, a manutenção da prisão. Entre os deputados do PSD, um estava ausente, dois votaram “sim”, pela revogação, e três, “não”. Já entre os 18 deputados do PL, a maioria votou “sim”. Foram 14 votos pela revogação, três contrários e uma abstenção. “O pior salário do Brasil para os educadores estaduais está no Rio de Janeiro. A gente sequer paga o piso nacional.” Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: Segundo o levantamento Planos de Carreira e Remuneração do Magistério das Redes Públicas Estaduais 2025, do Movimento Profissão Docente, o estado do Rio de Janeiro apresentava o salário inicial mais baixo de professores estaduais do país, estabelecido em R$ 4.867,77. Divulgada em 3 de março deste ano, a pesquisa elaborou um ranking com dados dos salários estaduais da categoria nos 26 estados e no Distrito Federal. Os três últimos são Piauí (R$ 4.984,17), Minas Gerais (R$ 4.867,97) e, na pior posição, Rio. No entanto, o valor pago no estado era exatamente o mesmo do piso nacional determinado pelo Ministério da Educação (MEC) para 2025. “O TH Joias ele está preso hoje porque os drones, as armas quem negociava e quem vendia era o deputado estadual… o Thiago Rangel… é um crime perfeito, porque eles organizam o crime no dia a dia e a possibilidade de ter uma educação de qualidade para a nossa juventude (...) o Thiago Rangel retirou R$ 1 bilhão da educação (...) Quem vendeu drone?! Thiago Ragel.” Não é bem assim g1 #NÃOÉBEMASSIM. Veja por quê: TH Joias está preso desde setembro de 2025, investigado por suspeita de intermediar a compra e venda de armas para o Comando Vermelho. A PF também apontou a negociação de equipamentos antidrones pelo grupo investigado. Ao contrário do que disse o candidato, as investigações citadas não apontam Thiago Rangel como responsável pela negociação ou venda de drones e armas. Thiago Rangel foi preso em maio de 2026, na quarta fase da Operação Unha e Carne, que apurou suspeitas de fraudes, peculato, fraude a licitações e lavagem de dinheiro envolvendo a Secretaria Estadual de Educação. “Nós temos, na história do Rio de Janeiro, a maior apreensão de fuzis foi aonde? Foi no aeroporto.” É fato g1 A declaração é #FATO. Veja por quê: Em junho de 2017, a Polícia Civil do Rio apreendeu 60 fuzis no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão. As armas, enviadas de Miami, estavam escondidas em contêineres junto com aquecedores de piscina. A apreensão é a maior já registrada no estado. Em 2025, o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também afirmou, em audiência no Senado, que a maior apreensão de fuzis da história realizada pela PF ocorreu no Galeão. Participaram da checagem: Anna Júlia Steckelberg, Clara Simão, Lucas Guimarães, Luiza Calegari e Mel Trindade.

Ronaldo volta a desmentir frase sobre Messi e revela bastidor em conversa com Romário: 'Inventaram a entrevista'

23 de Junho de 2026, 08:41

Uma declaração atribuída a Ronaldo Nazário durante a Copa do Mundo voltou a ser assunto após o ex-atacante revelar, em entrevista ao também ex-jogador Romário, que jamais disse que Lionel Messi é o maior jogador da história do futebol. O tema surgiu quando Romário questionou diretamente o amigo sobre a repercussão da frase atribuída a ele por um veículo espanhol. — Que por#@ é essa de Messi melhor da história? — perguntou Romário. Initial plugin text Ronaldo respondeu afirmando que ficou tão surpreso quanto o público ao ver as declarações circulando pela imprensa e pelas redes sociais. — Eu não estava entendendo o que estava acontecendo. Falamos com as pessoas da imprensa para entender de onde estava saindo isso. Foi uma entrevista que o Mundo Deportivo, de Barcelona, inventou e distribuiu como se fosse minha. Com minhas aspas — afirmou o Fenômeno. A polêmica ganhou força durante a Copa do Mundo após Messi ultrapassar Ronaldo na lista dos maiores artilheiros da história do torneio. Na ocasião, diversos veículos repercutiram uma suposta entrevista ao jornal espanhol Mundo Deportivo em que o brasileiro teria afirmado que o argentino era o maior jogador de todos os tempos. Entre as frases atribuídas a Ronaldo estava uma declaração que dizia que "era hora de o mundo parar de se esconder e aceitar o fato de que Messi é o melhor jogador de todos os tempos". Pouco depois da repercussão, a assessoria do ex-atacante negou oficialmente a entrevista e informou que Ronaldo jamais havia conversado com o veículo espanhol. Apesar de rejeitar a autoria das declarações, o campeão mundial de 1994 e 2002 nunca escondeu a admiração por Messi. Após ser ultrapassado pelo argentino na artilharia histórica das Copas do Mundo, Ronaldo gravou uma mensagem parabenizando o camisa 10 da Argentina. — Se tem alguém que merece passar e ter esse título de artilheiro de todas as Copas de todos os tempos, acho que o Messi é o cara perfeito para estar ali — declarou .

Champeta x soukous: rivais em campo, Colômbia e RD Congo se reconhecem na música

23 de Junho de 2026, 07:33

Colômbia e República Democrática do Congo estão distantes no mapa cerca de 10 mil quilômetros, separadas pelo território brasileiro e pelo Oceano Atlântico. A lonjura — e a logística complexa de viajar entre os países, que não têm voos diretos entre si — não impediu que os rivais na Copa do Mundo compartilhassem semelhanças numa de suas principais manifestações culturais: a música dos soukous (pronuncia-se “sukus”) congoleses e da champeta colombiana. A influência da RD Congo na música do país latino se deu ainda na década de 1960. Conta a história que discos do gênero congolês chegaram à Colômbia levados por marinheiros que desembarcavam nos portos de Cartagena e Barranquilla. O som dançante dos soukous — também conhecido como rumba zairense, em referência ao Zaire, nome da RD Congo entre as décadas de 1970 e 1990, durante a ditadura de Mobutu Sese Seko — começou a ser tocado nas cidades costeiras nos picós, os gigantes sistemas de som da região, móveis e coloridos para representar cada um dos picoteros, como são chamados os DJs por lá. A competição era grande. Pesquisadores contam que era comum que os picoteros retirassem os rótulos dos discos de vinil para dificultar a identificação dos artistas. Mas havia uma outra dificuldade: o idioma. Os colombianos não entendiam o que os artistas congoleses — cantando não apenas em francês, mas também em línguas nativas como o lingala e o kikongo — falavam nas músicas. Sem conseguir traduzir, eles passaram a compor letras próprias, em espanhol, até que surgiu um gênero próprio colombiano: a champeta. Tecladista e baterista do Rappa e membro do Afrika Gumbe, projeto de músicas em iorubá, Marcelo Lobato dá um passo atrás e lembra que a influência da RD Congo no gênero musical colombiano é fruto de uma “viagem de ida e volta”. Isso porque, diz ele, a rumba congolesa é fruto de uma contribuição direta de gêneros afro-cubanos, como o son e a rumba. — Os colombianos desenvolveram uma versão deles, de identidade própria. Misturaram também música black, cânticos indígenas, arranjos com flautas, acordeon e até influências europeias — explica. Sucesso com Shakira Tanto no soukous quanto na champeta, fazem parte do som guitarras e vozes sobrepostas, baixo bem marcado e percussão. As letras abordam principalmente histórias de amor e temas do cotidiano de bairros populares. — São ritmos muito particulares. São como relógios suíços com swing. Tudo encaixadinho numa sincronia perfeita — elogia Lobato. Nomes clássicos da época para conhecer a champeta são El Sayayin, Mr. Black e Louis Towers. Já do lado do soukous congolês, estão Franco Luambo, Papa Wemba, Nico Kasanda e M’bilia Bel. Mais recentemente, em 2020, a champeta ganhou destaque internacional quando Shakira levou o gênero colombiano para o palco do Super Bowl. Junto com um balé, ela dançou “Icha”, de Syran Mbenza com Diblo e Lokassa Ya Mbongo. Segundo o jornal El País, a música era conhecida como “El Sebastián” e ganhou fama pelo picotero Syran Mbenza, de Barranquilla, no fim dos anos 1980. A apresentação de Shakira acabou ganhando as redes sociais e virou “desafio” de dança, o #champetachallange, que somou mais de 125 mil publicações no TikTok. Semelhanças musicais à parte, as seleções de Colômbia e RD Congo se enfrentam hoje, em Guadalajara, no México, de olho na segunda fase da competição. Se os colombianos vêm de uma vitória na estreia sobre o Uzbequistão, por 3 a 1, os congoleses chegam embalados, em busca dos primeiros três pontos, após o celebrado empate com Portugal, em 1 a 1. O resultado, inesperado, deu aos congoleses o primeiro ponto na história das Copas. O país já havia disputado o Mundial em 1974, com o nome de Zaire. Na ocasião, perdeu os três jogos da primeira fase e não marcou gols.

Princesa consorte da Noruega passa por transplante de pulmão com sucesso, diz Palácio Real

17 de Junho de 2026, 05:31

A princesa consorte da Noruega, Mette-Marit, foi submetida com sucesso a um transplante de pulmão, anunciou nesta quarta-feira o Palácio Real. Ilha de Epstein vira febre nas redes, e influenciadores invadem cenário de escândalo em busca de conteúdo #É FAKE: Jeffrey Epstein foi visto dirigindo carro na Flórida? — Até o momento, o transplante pulmonar foi bem-sucedido — afirmou Arnt Fiane, chefe do departamento de cirurgia torácica do Hospital Nacional de Oslo. A princesa, de 52 anos, foi diagnosticada em 2018 com uma forma rara de fibrose pulmonar, doença que pode exigir transplante quando o quadro clínico se agrava. A informação sobre a cirurgia foi divulgada dois dias depois de um tribunal de Oslo condenar Marius Borg Høiby, filho de Mette-Marit de um relacionamento anterior, a quatro anos de prisão por dois estupros. Nos últimos meses, o estado de saúde da princesa se deteriorou significativamente, levando à redução de seus compromissos oficiais. Recuperação deve durar várias semanas — Estamos muito felizes por tudo ter corrido bem até agora — disse Are Holm, chefe do serviço de pneumologia do Hospital Nacional: — Assim como todos os demais pacientes recém-transplantados, a princesa consorte permanecerá hospitalizada (...) por várias semanas. Trata-se de um procedimento padrão destinado a ajustar a medicação, lidar com possíveis complicações e garantir a reabilitação. Segundo o Palácio Real, o príncipe herdeiro Haakon, marido de Mette-Marit e futuro rei da Noruega, reduzirá sua agenda de compromissos para permanecer ao lado da esposa durante o período de recuperação.
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