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Centro Cultural da UFRGS expõe fotografias resgatadas da enchente de 2024

20 de Abril de 2026, 10:10
Foto: Divulgação

O Centro Cultural da UFRGS recebe, a partir de  22 de abril, a exposição “Álbuns submersos: arquivos emergentes”, do projeto Resgate de Memória, vinculado ao Núcleo de Antropologia Visual da Universidade. A mostra reúne fotografias resgatadas das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, que, em laboratórios improvisados de lavagem e recuperação digital, foram restauradas pelo grupo ao longo de quase dois anos. 

A exposição também incorpora experimentações com cianotipias e fotomontagens, propondo outras formas de ver, sentir e recriar imagens. A curadoria é de Cristina Lima, Fabiene Gama, Fernanda Rechenberg, Myra Gonçalves e Wanda Balbé.

Junto ao trabalho do Resgate de Memória, são exibidas quatro obras selecionadas para a Mostra Fotográfica da IV Reunião de Antropologia da Saúde:

  • “Onde há sombra”, de Felipe Akira Miasato e Raphael Barbanjo;
  • “O tempo habitante que o caminho traz: passados, presentes, espécies e materialidades em morada e em passagem num hospital geriátrico”, de Natalia Negretti;
  • “O gado crioulo nos campos sulinos: um patrimônio multiespécie”, de Jean Segata;
  • “Do ajuri na roça à bebida sagrada: cuidado e saúde na perspectiva de uma família indígena do Alto Rio Negro”, de Natalia Farias Silva. 

A exposição “Álbuns submersos: arquivos emergentes” e a Mostra Fotográfica da IV Reunião de Antropologia da Saúde permanecem em cartaz na Sala Nogueira, no térreo do Centro Cultural da UFRGS, até o dia 7 de maio. A visitação é gratuita e aberta à comunidade em geral.

Serviço

Exposição “Álbuns submersos: arquivos emergentes” e Mostra fotográfica da VI Reunião de Antropologia da Saúde

  • Visitação de 22 de abril a 7 de maio, de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h
  • Centro Cultural da UFRGS – Sala Nogueira
  • Rua Eng. Luiz Englert, 333, Porto Alegre
  • Entrada franca

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Dnit prevê para segunda quinzena de março primeiras liberações de obras em Santa Maria

3 de Março de 2026, 14:33
Foto: Dnit/Divulgação

Uma equipe da Diretoria de Infraestrutura Rodoviária do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) fez uma visita a obras em andamento na região de Santa Maria, na Região Central. A maior parte das intervenções ocorrem em trechos danificados pelas chuvas de 2024.

Na ocasião, a equipe fez uma visita aos trechos com obras emergenciais de contenção na BR-158, de duplicação do trecho urbano da BR-392 e da duplicação da BR-158/287, conhecida como Travessia Urbana de Santa Maria.

“A partir da segunda quinzena de março, devem ocorrer as primeiras liberações à comunidade, inicialmente na Travessia Urbana”, disse o diretor Fábio Nunes, que liderou a vistoria.

Na sequência, estão previstas entregas na duplicação da BR-392, e, a partir de maio, liberações gradativas na serra da BR-158.

Detalhes da vistoria

BR-158

Na BR-158, entre Santa Maria e Itaara, o Dnit observou os serviços de estabilização da encosta, que cedeu durante as chuvas históricas registradas no estado em 2024. Entre o km 310 e o km 324, as equipes aplicam técnicas como solo grampeado, faceamento e revestimento com tela metálica de alta resistência, biomanta e cortina atirantada.

Travessia urbana

Na Travessia Urbana de Santa Maria, foi feita vistoria na obra de pavimentação da passagem inferior da Urlândia (BR-287), na contenção na passagem inferior da Rua Vasco da Cunha e na implantação de base na trincheira do bairro Uglione, que conecta a BR-158 à BR-392.

BR-392

Também na BR-392, os técnicos acompanharam a pavimentação do trevo de acesso ao bairro Tomazetti. Após a conclusão da duplicação, prevista para abril, o segmento contará com duas faixas de rolamento em cada sentido. Elas terão separação por barreiras de concreto tipo New Jersey.

Para reforçar a segurança de pedestres e ciclistas, está prevista a implantação de passeios públicos, ciclovia entre o bairro Uglione e o trevo do Tomazetti. Também há previsão de melhorias nos acessos aos bairros lindeiros à rodovia.

A obra busca ampliar a fluidez do tráfego em um dos principais corredores de ligação entre o centro de Santa Maria, a região Sul do município e a rota da região central do estado ao Porto de Rio Grande.

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