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Polícia prende quatro por roubo a joalheria em shopping de Porto Alegre

9 de Junho de 2026, 16:07
Crédito: Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil prendeu quatro pessoas nesta terça-feira (9) durante uma operação contra um grupo investigado por roubo a uma joalheria dentro de um shopping de Porto Alegre.

A Operação Relicário foi deflagrada pela 1ª Delegacia de Repressão a Roubos do Deic. A investigação começou após o roubo ocorrido em 23 de abril de 2026.

Foram cumpridas 13 medidas cautelares em Novo Hamburgo, Viamão, Gravataí, Campo Bom, Alvorada e Porto Alegre. Ao todo, foram oito mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão.

De acordo com a investigação, ao menos cinco pessoas participaram da ação criminosa, sendo quatro homens e uma mulher.

Como foi o crime

Dois integrantes entraram na joalheria usando bonés e possivelmente barba falsa. Eles renderam três funcionárias com uma arma de fogo e levaram diversas joias.

Após o roubo, as vítimas foram trancadas em um banheiro da loja. Os criminosos deixaram o shopping caminhando, em uma tentativa de aparentar normalidade durante a fuga.

Na área externa, outro integrante aguardava o grupo em um veículo usado para a primeira etapa da evasão. Depois, os investigados trocaram de automóveis para dificultar a identificação e o monitoramento policial.

O prejuízo estimado pela empresa foi de R$ 268 mil.

Crime teve planejamento

A Polícia Civil afirma que a ação foi planejada e teve divisão de tarefas. A investigação contou com análise de imagens, diligências de campo, cruzamento de informações e apoio do Instituto-Geral de Perícias.

Os mandados tiveram como objetivo localizar os investigados e apreender materiais relacionados ao crime, como joias, celulares, veículos, roupas usadas na ação e outros elementos de prova.

A investigação segue para identificar eventual apoio logístico e operacional ao grupo.

Denúncias podem ser feitas pelos telefones 51 98608-5865 e 0800 510 2828. Também há atendimento pelo e-mail roubo-banco@pc.rs.gov.br.

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Operação prende cinco por roubos violentos de carros na Grande Porto Alegre

7 de Abril de 2026, 12:38
Crédito: Polícia Civil / Divulgação

A Polícia Civil prendeu cinco pessoas investigadas por integrar um grupo ligado a roubos violentos de veículos em Porto Alegre e na região metropolitana. A Operação Just Drive foi deflagrada na manhã desta terça-feira (7).

Ao todo, a ofensiva cumpriu 19 ordens judiciais. Foram executados 13 mandados de busca e apreensão em Alvorada, Butiá e Getúlio Vargas, no Norte do RS, além de diligências na CPPA (Cadeia Pública de Porto Alegre) e na PEJ (Penitenciária Estadual do Jacuí).

Conforme a investigação da DRV/Deic (Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículos), o grupo é apontado como responsável por ao menos sete roubos cometidos entre outubro e novembro de 2025 em bairros da zona norte da Capital, como Santa Maria Goretti, Parque Santa Fé e Sarandi.

Crimes de dentro da prisão

De acordo com a Polícia Civil, a organização era coordenada por um homem já recolhido ao sistema prisional. Ele seria o responsável por orientar a execução dos crimes, definir a logística das ações e o destino dos veículos roubados.

A apuração também identificou um casal com função estratégica no grupo. Conforme a investigação, os dois atuavam como motoristas e saíam de Alvorada até Porto Alegre para dar suporte direto aos assaltos.

Ainda de acordo com a polícia, os autores dos roubos também moravam em Alvorada, agiam com violência e foram identificados e reconhecidos pelas vítimas durante o inquérito.

Polícia investiga entrega de ilícitos por drones

A investigação aponta que o grupo mantinha locais usados para esconder veículos roubados, trocar placas e guardar armas de fogo.

A Polícia Civil também apura o envolvimento do casal investigado na entrega de materiais ilícitos em unidades prisionais com uso de drones. Segundo a investigação, houve ainda deslocamentos para cidades como Butiá com a finalidade de apoiar a circulação e a entrega desses materiais, além de prestar suporte logístico a outros integrantes do grupo.

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Presas professoras de creche investigadas por sedar e agredir crianças em Alvorada

3 de Março de 2026, 13:56
Crédito: reprodução de vídeo / RBS TV

O MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul), por meio do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e com apoio da Brigada Militar, prendeu preventivamente nesta terça-feira (3) duas mulheres responsáveis por uma escola infantil em Alvorada. Elas também atuavam como professoras na instituição. O local havia sido interditado em dezembro de 2025 por suspeita de maus-tratos e medicar crianças.

As prisões, no âmbito da “Operação Dose de Silêncio”, ocorreram em Canoas e Alvorada. De acordo com o MP, as professoras teriam usado sedativos em crianças sem prescrição médica. O órgão afirma que elas “praticavam agressões físicas e psicológicas” contra alunos de dois a cinco anos.

A prisão das investigadas foi requerida pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, após a conclusão de investigação que reuniu depoimentos, imagens e documentos.

Conforme o MP-RS, as apurações começaram depois que mães de alunos procuraram a Delegacia de Polícia ao tomarem conhecimento dos fatos. O inquérito aponta que medicamentos destinados a outras crianças eram administrados para mantê-las dormindo ou mais calmas.

Também foram relatados castigos, negligência na higiene e alimentação e condutas consideradas degradantes. No pedido de prisão, constam registros de crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo aumento de doses de remédios.

Decisão judicial autorizou prisões

Para o MP-RS, além dos indícios de autoria e materialidade, havia risco à ordem pública e à instrução criminal. As responsáveis são apontadas por influenciar testemunhas a não delatarem o caso durante a investigação.

Diante da gravidade dos fatos, que incluem lesão corporal, crimes previstos no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e apuração de tortura, a Justiça acolheu o pedido de prisão preventiva.

Como fazer uma denúncia?

Em caso de suspeita de violência contra criança ou adolescente, a orientação é acionar a BM pelo telefone 190 em situações de urgência. Também é possível procurar o Conselho Tutelar, a Promotoria de Justiça, a Delegacia de Polícia ou registrar denúncia pelo Disque 100.

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