Lá em 2007, nos áureos tempos da então promissora “rede social”, quando o Facebook ainda representava esperança de transformação positiva, fórum intelectual e aglutinador de inteligências em sintonia…
Conheci, através da rede, personagens diretamente envolvidos e protagonistas nos episódios mais marcantes da recente história nacional – bastidores palacianos, subterrâneos políticos, implicações internacionais, muita história diretamente de fontes familiares sobre a influência dos grandes empresários que construíram e moldaram o país. Fatos reais, complexos e muitos deles secretos, que a história publicada não conta. Frequentei ambientes onde poderosas forças antagônicas disputavam ferozmente o controle do futuro nacional, embora teatralmente dissimuladas por falsas aparências de boa convivência, acompanhados pelo melhor que o dinheiro pode comprar. Sou um privilegiado.
Considerando as narrativas das diversas correntes e de profundas pesquisas nas mais diversas fontes disponíveis, solidifiquei as bases das minhas percepções políticas e sociais que já vinham ancoradas no pensamento nacionalista e progressista de Leonel Brizola, a quem tive o imenso privilégio de acompanhar como expectador atento em algumas das suas andanças pelo RS.
Portanto, e encurtando a conversa, o que aponto, afirmo e pelo que luto, muitas vezes expressado em pequenas causas locais, não está sujeito a conveniências momentâneas, interesses pessoais ou posicionamentos levianos – acredito piamente que defendo o bem que todos anseiam e merecem, mas que muitos, infelizmente, não tem a mínima capacidade de compreender devido a suas pequenices existenciais.
APROXIMEM-SE OS SEMELHANTES





